T9:E18 • Vida: Desafios e Soluções • Autodespertamento inadiável (parte 2)
Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 18 – Autodespertamento inadiável (capítulo 8, parte 2) Dando continuidade ao estudo do capítulo “Autodespertamento inadiável”, este episódio analisa o item “Esforço para equilibrar-se”, no qual Joanna de Ângelis propõe a harmonização interior como meta essencial da evolução espiritual. A autora espiritual destaca que o equilíbrio resulta do autodomínio e da perseverança no bem, conquistas alcançadas por meio do esforço constante e da vigilância emocional. 📖 Obra: Vida: Desafios e Soluções, Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Franco 🎙️ Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidados: Guadalupe Amaral e Tiago Rizzotto #JoannaDeAngelis #PsicologiaEspírita #VidaDesafioseSoluções #Autodespertamento #EquilíbrioInterior #Autodomínio #Espiritismo #DivaldoFranco #TVMansãoDoCaminho #EspiritismoPLAY *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Queridos amigos, nosso abraço, nosso alô a todos que nos assistem junto aqui ao canal da da Mansão do Caminho e dando as boas-vindas para mais esse encontro do nosso capítulo do livro Vida, Desafio e Soluções, capítulo oito, autodespertamento inadiável. o e o subitem esforço para equilibrar-se. Conosco aqui é Guadalupe e o Thaago para trabalharmos junto esse essa parte aqui do capítulo, né? Bem-vindos então Guadalupe e Thago, né? É um capítulo que, como o título já diz, né? tem essa essa esse objetivo de trabalhar o tema do autodespertamento. Então, no primeiro momento do capítulo, como a gente trabalhou na semana anterior, ela vai se ocupar do despertamento do si, né, o self, a dimensão tão mais profunda da realidade do ser, que é o espírito, né, e superar a consciência do sono, esse sono psíquico, né, esse sono da consciência que acaba muitas vezes agindo na letargia. com uma forma de acomodação e agora ela começa então eh a se ocupar nesse processo, né, de despertar, de tomada de consciência nesse movimento, né, de autonomia nossa, numa dimensão mais profunda, o tema do esforço para equilibrar-se, né, e ela vai dizer justamente dessa essa tensão que começa a ver, né, uma tensão de forças entre aquele passado que ainda vive entre nós, né, porque eh são milhares de anos no automatismo, na cristalização de experiências, condicionados em desejos, estados emocionais, né, que que ainda ocupam um lugar importante dentro de nós. nós que vão aos poucos entrando em colapso, né, perdendo força e e de outro lado os movimentos desse self, desse si, que anseia, né, paraa realização da plenitude do nosso ser, ou seja, um movimento de aspiração, como a benfeitura coloca, e que é um anseio de ir adiante, né, de de se movimentar. Só que, como diz a prefeitora, eh, movidos por uma realidade ainda desconhecida, né? um movimento que é algo que a gente não tem certeza, não tem garantia e de uma certa maneira não temos também o controle do que que nos espera e isso acaba gerando um certo
ade ainda desconhecida, né? um movimento que é algo que a gente não tem certeza, não tem garantia e de uma certa maneira não temos também o controle do que que nos espera e isso acaba gerando um certo temor. Então ela começa a falar sobre essa tensão dessas duas forças. Não sei se vocês querem comentar esse primeiro momento, acho importante, né, esse essa dinâmica que a benventora coloca, né, desse jogo de tensão, nesse movimento, né, do processo espiritual, da caminhada do espírito. >> Olá, pessoal. Thago Gelson. É interessante que toda a obra da mentora, ela nos traz essa questão de de nós entendermos que é preciso suportar essa nossa aspiração do vir a ser e o que nós somos hoje. E isso fica bem marcado nesse nesse subitem, como o Gelson tá trazendo. E e é de bastante importância, uma vez que a gente tem essa ideia de que por vezes não precisa fazer esforço alguns, mas geralmente de que todo esforço é improdutivo, no sentido de que os espíritos de luz nos trazem um mundo que nós temos para conquistar, mas ainda a gente tem uma caminhada, né? E e é nesse conflito, nessa tensão que a gente vai então eh criando consciência. Eu acho importante para que a gente tenha essa ideia do nosso eh real valor, tamanho para eh por um lado se esforçar o máximo nessas lutas da vida e por outro eh prezar eh ficar alegre com cada conquista. E aí em outro momento também ela traz essa questão da luta, né? Trata-se de uma luta sem quartel, já que tem os os impulsos do que a gente já fez e a incerteza das aspirações. E eu gosto muito quando ela traz, então em outro momento, em outro livro, quando ela diz que vida é luta e que luta é uma forma de eh de amor, de nós desenvolvermos o amor, né? Então, traz uma luta nesse lugar de uma educação, nesse lugar de um burilamento, nesse lugar realmente de uma de uma tensão entre os opostos, onde a gente precisa buscar o equilíbrio e não nessa luta nossa de ego, é brigando contra nós mesmos sem aceitar a realidade, que é a única forma da gente conseguir a partir
a tensão entre os opostos, onde a gente precisa buscar o equilíbrio e não nessa luta nossa de ego, é brigando contra nós mesmos sem aceitar a realidade, que é a única forma da gente conseguir a partir dessa aceitação, começar a transformar. Então, acho importante no meio espírita a gente eh ter essa consciência plena de que é preciso esforço para se equilibrar, mas que existe um caminho aí, que esse caminho é uma luta, mas é uma luta educativa e amorosa, né? Não essa batalha eh estéril. >> Olá, amigos. Muito bom estar de novo aqui. Nós temos esta jornada, né, encarnação e encarnação num processo multimilenar de aquisição de novas experiências que vão se gravando em nós, né, que vão sendo acumuladas. E de alguma forma os estágios que vão sendo adquiridos, eles são representações de uma verdade maior, né? São fragmentos que se expressam para que a vida subsista, para que a vida, seja ela física, pois um advento da vida psíquica, emocional, psicológica, mas é como se cada fração nova de luz que se apresenta nas experiências e que nós adquirindo funções novas, em que nós vamos nos desenvolvendo, nos maturando por todos os reinos, né, até a consagração da ideia da condição humana, como expressão na terra mais amadurecida do espírito. Joana tá destacando para nós e muito bem colocado por ti, né, querida, é uma luta. A gente pode pensar, mas por que que essa luta? Por que na simbologia paulina o bom combate, que movimento é esse? Eh, a gente tem que sacar um ponto, né, amigos? A psique, né, a nossa alma, ela tá em constante movimento, né? Então essa constelação de elementos, de conteúdos, de memórias, de afetos, de experiências permanecem num movimento constante, buscando a expressão do espírito. Então, luta sem quartel envolve uma imagem de uma dinâmica que é constante. Nós podemos, é claro, eh muitas vezes adaptados, muitas vezes já cristalizados no que já realizamos e que às vezes é uma plataforma de segurança para nós. emocional a não nos aventurarmos para um mais além, para um
claro, eh muitas vezes adaptados, muitas vezes já cristalizados no que já realizamos e que às vezes é uma plataforma de segurança para nós. emocional a não nos aventurarmos para um mais além, para um devir que nós, ah, eu não sei muito bem o que é isso. Os espíritos falam, Jesus deixou como representação do reino dos céus, mas às vezes nos confortamos numa posição e às vezes passamos em muitas encarnações, né, ali alojados, né, e assim como os espíritos, assim como Jesus, Joana diz: "Então, tem algo mais além, tem algo mais belo, mais perfeito, mais aprimorado, que leva a um lugar um estado de alma que ainda vocês não conhecem. Às vezes, quando amamos muito alguém, nós sentimos uma presença de um estado espiritual que é de um jubilamento, de um de uma consagração que nos une. E o texto daqui a pouco vai falar um pouco mais sobre isso. Então, é quase como se existem aspirações mais profundas, tesouros não descobertos na alma que nós precisamos encontrar. E ela traz a ideia da experiência. Todas as conquistas, elas precisam ser descobertas por meio da experiência. Por isso que a gente reencarna, por isso nós estamos em relação, por isso que a gente tá nessa luta, né, nessa árdua batalha para encontrarmos a nossa essência mais profunda que deseja brilhar, né? É, é a partir disso que estão trazendo a a benfeitora J deângeles, ela tá estabelecendo esse eixo ego self ou ego si ou eixo ego e eu maior que é o a consciência do espírito, né? Então, de um lado tem o ego que quer se autoafirmar, que quer se manter na sua identidade, que busca segurança e que confirme a sua identidade. Então, se move muito nesse nessa nessa fantasia, né, de ser o centro e buscar segurança e reconhecimento, né, que de uma certa maneira não deixa de ser uma busca de valor e de valor amoroso, mas ainda não compreendendo o que seja isso. Então, muitas vezes ele usa de artemanhas de controle, de poder para fazer esse movimento. E de outro lado self, né, essa dimensão mais profunda da alma que anseia por Deus, que anseia por se
ja isso. Então, muitas vezes ele usa de artemanhas de controle, de poder para fazer esse movimento. E de outro lado self, né, essa dimensão mais profunda da alma que anseia por Deus, que anseia por se realizar, porque trazemos de nós o divino, trazemos a lei de Deus escrita na consciência e trazemos essa força movida pela lei eh de evolução de um impulso criativo, né? que nós somos filhos de Deus, cocriadores do universo. E esse impulso criativo então nos impulsiona para esse mais além. Então é esse jogo que, né, digamos, digamos, essa luta seria um diálogo, né, um diálogo que tensiona entre os o o os estados de de do ego que ainda tá identificado com padrões antigos, né, e que ele quer perpetuar pro medo de desestabilizar, né, e o o self, o si, né, que que quer se realizar numa dimensão maior. E aí fica esse movimento, né, diz a Jona de Angeles, que gera naturalmente, né, essa luta, essa tensão. E ela vai falar de dois padrões a partir disso, dois padrões básicos em termos de comportamento, né? Um que eh recua, né, eh abandonando o apelo da vida, a experiência nova, né? Como tu falaste, né, Thaago, o espírito precisa ser tocado, né, pela experiência, precisa ser vivenciar, ser atravessado por desafios e possibilidades para que essas potências internas desabrocham, né? Então, o Jung vai falar de dois movimentos da libido, a progressão da libido, que quando a libido tá voltado pro futuro, voltado para adaptação do mundo, para as conquistas que a vida se nos nos apresenta e a regressão da libido, quando a energia se volta para dentro para poder eh contemplar as densidades internas. Então, de novo, nessa visão do Jung, tem a mesma ideia que a prefeitura tá trazendo aqui no livro, que é um jogo de força, de movimento, uma vez voltado para para dar conta da do da do do da construção civilizatória do mundo e uma outra energia votada para poder dar conta dos anseios internos. Então, eh, a vida puxa pelos dois lados, né? E e o Jung vai dizer que naturalmente quando a gente
onstrução civilizatória do mundo e uma outra energia votada para poder dar conta dos anseios internos. Então, eh, a vida puxa pelos dois lados, né? E e o Jung vai dizer que naturalmente quando a gente não consegue se adaptar ao mundo, a libido regrade para poder buscar o que precisa, buscar lá atrás ou liberar o que precisa para dar conta do aqui, do agora. Então, na verdade, esse movimento de paraa frente, para trás, é um movimento autorregulador. Até a gente pode fazer a imagem do eh do animal do felino, né? Uma um pula, uma onça, né? Eh, que recua para melhor saltar. Então, esse movimento às vezes é o movimento de de poder eh pegar fôlego e e e buscar elementos que nos faltam ou elaborar questões para poder fazer o movimento. Só que diz a benfeitora aqui que muitas vezes esse esse regressivo que não é patológico, que não é negativo, se torna uma forma de fuga da vida. quando a gente recua como forma de eh evitar o confronto eh ou com medo ou não ou desacreditando em nós, né? E aí acabamos, né, diz ela, se entregando a um amolecimento, ou seja, um estado de passividade, de não eh de não ter eh eh uma fantasia ou motivações de ir paraa frente. A gente quer ficar acomodado, protegido no lugar que a gente se encontra. Então isso seria um extremo dessas polaridade. E outro extremo da da polaridade é quando a pessoa se joga de maneira impulsiva, tem um trabalho eh estratégico adequado, né? E se move de maneira ansiosa, né? De maneira irracional, diz a Joana de Angeles, buscando de dessa maneira ansiosa, irracional, uma um esforço muito grande, com pouco resultado, né? Porque uma que não tem como chegar onde ele ele almeja de uma hora para outra. Então é uma forma meio que masoquista de buscar o crescimento e que às vezes é movida ou por eh por culpa ou por ansiedade ou por fantasia de poder, de grandiosidade, enfim, por algum motivo também o ego acaba entrando nesse movimento, mas sem um processo de eh elaboração. ela diz que tem que haver eh realmente um equilíbrio, né, que o ideal
oder, de grandiosidade, enfim, por algum motivo também o ego acaba entrando nesse movimento, mas sem um processo de eh elaboração. ela diz que tem que haver eh realmente um equilíbrio, né, que o ideal seria uma forma de poder compor, né, numa medida que tu possa eh equilibrar esses dois movimentos da vida em prol realmente de um trabalho consciente, lúcido e bem e e bem feito, né, numa atitude bem bem construída. Tacando essa questão da de identificar os recursos que nós temos. Então, ela ela traz ali que o equilíbrio a harmonia entre ao que se aspira, o que se faz e como se comporta emocionalmente, sem ansiedade pelo que deve produzir, nem conflito por aquilo que foi conseguido. E ela segue elaborando um pouco mais. Então, chega esse momento onde ela aí nos ensina. O equilíbrio resulta da identificação de vários recursos adormecidos no inconsciente profundo que penetrado abre campo para a conscientização dos deveres e responsabilidades a desempenhar. E aí fala que isso é um trabalho constante. Então isso eu acho interessante porque nesse momento nenhuma busca egóica desenfreada, né? Eh, como o Gelson trouxe antes nessa dinâmica, nem esse amolecimento e essa paralisação da vida, mas essa certeza de que nós temos recursos, né? E que a gente precisa encontrar o equilíbrio realmente com um esforço próprio que vai gerar essas tensões entre essas duas, esses dois polos, o que nós somos e o que aspiramos ser. E e isso é interessante porque eh muitos não reconhecem esses recursos internos realmente de selfie, né? Ou aí ou aquela corrida desenfreada de ego, às vezes achando que pode tudo, sabe tudo, mas em uma vivência mais rasa que às vezes eh muitas vezes exaure o ser e ou aquele que se despotencializa e fica ali inerte na vida, né? Então, eu acho bem interessante destacar esses recursos que nós todos temos, né, mas que precisam ser descobertos, desvelados por nós, cada um no seu tempo e buscando o equilíbrio. E depois ela vai, enfim, ela ela ela segue, né, citando alguns
ses recursos que nós todos temos, né, mas que precisam ser descobertos, desvelados por nós, cada um no seu tempo e buscando o equilíbrio. E depois ela vai, enfim, ela ela ela segue, né, citando alguns pensadores, que também é interessante. Uma vez eu ouvi uma entrevista com um trabalhador que era contemporâneo Chico Xavier lá na Casa da Press. E um dado momento da entrevista, ele começou a se emocionar e a chorar e dizendo assim: "Eu não conseguia acompanhar a capacidade de amar do Chico. Ele era capaz de fazer gestos, eh, ter ações perante circunstâncias muito ásperas que eu via que eu não dava conta. Porque enquanto ele se aproximava da experiência, da relação das pessoas, das circunstâncias, eu me via no movimento me afastar como que é rejeitar aquilo. Então, quando a gente constrói uma ideia do que a gente aspira ou que a gente deseja realizar, é preciso que a gente tenha uma espécie de uma consonância ou um equilíbrio entre o que nós estamos desejando, como estamos realizando esse processo. E aí tem um ponto que eu acho que é interessante, que é a resposta emocional ou como que emocionalmente nós estamos realizando este ato diz muito mais verdadeiramente quais são as nossas condições nesse atrito relacional com a experiência. Então, às vezes eu falo assim, eu acredito que eu preciso perdoar quem me feriu, né? Eu tenho que perdoar. Mas só o fato de se muitas vezes se exigir uma ação de perdão emocionalmente nós não sustentamos isso, porque perdoar envolve uma dimensão emocional, né, que é uma dimensão de amor. Então, se aquilo que eu tô desejando e eu tô tentando realizar provoque em mim conflitos internos, eu tenho respostas emocionais de ansiedade, de angústia, alguma coisa não tá bem. Talvez esticamos demais ou colocamos 1 metro, uma régua de alta exigência que torna-se muito estressor o processo, né, de realizarmos, de buscarmos este equilíbrio e que produz naturalmente, né, um caminho de amadurecimento. Então, eh, Joana destaca, se nós não encontrarmos, não compreendemos quais
sor o processo, né, de realizarmos, de buscarmos este equilíbrio e que produz naturalmente, né, um caminho de amadurecimento. Então, eh, Joana destaca, se nós não encontrarmos, não compreendemos quais são os nossos limites, até onde eu consigo ir e trabalharmos a partir dessa dimensão, me lembro muito da proposta da zona proximal de desenvolvimento do Vigots, né, até a partir do ponto que até que ponto? A partir desse ponto eu consigo um pouquinho mais, né? Então, a gente tendo humildade de reconhecer como é que tá nossa capacidade de agradecer, de perdoar, de nos reunirmos, de acolhermos a crítica, nós vamos entendendo como está a nossa capacidade do que a gente aspira, como que a gente age e a modulação emocional vai dar um tom para nós e como é que tá esse processo. É importante que nós sejamos honestos conosco em relação a essa esse lugar, né? Acho que é muito importante. Edson, >> é, tá falando, né, desse senhor e eu tava lembrando também da da própria realidade do São Francisco de Assis, né? Joana tem um texto, um capítulo sobre eh justamente a sombra de João, que se reflete depois na encarnação dele como São Francisco, que é e ela fala que a sombra de João é o anseio de ser igual a Jesus, né? Então, eh, e isso fazia com que ele eh quisesse ser mais do que ele podia ser, né? Eh, ele não tava tranquilo, né? Então, claro que é um anseio nobre, né, enquanto ideia, enquanto movimento, enquanto meta, que nós temos que ter meta, não. Fala nisso, né? A gente tem que ter meta. Eh, a gente tem que ter eh ter realmente um horizonte a a buscar, né? ter algo que nos direcione à vida enquanto uma conquista, né, um valor e assim por diante. Então, metas são importantes. Mas a questão ali, né, o que ela coloca, né, a a prefeitora, é que era uma ansiedade, né, de uma identificação de de de tá nesse lugar, né? E aí que a gente vai ver que que esse resquício de João enquanto sombra dele tá presente na na pessoa de Francisco, porque ele quer servir, ele se coloca um menor de todos,
e de de tá nesse lugar, né? E aí que a gente vai ver que que esse resquício de João enquanto sombra dele tá presente na na pessoa de Francisco, porque ele quer servir, ele se coloca um menor de todos, mas ele tá sempre se punindo, se cobrando e se desmerecendo, como se ele não tivesse fazendo o melhor. E tem momentos que ele fica em crise num estado de dor emocional, de dor psicológica, espiritual diante desses momentos de impasse, né, como se tivesse a obrigação de dar conta disso. E aí, Clara tem um papel muito importante na na na relação com o São Francisco, porque ela vai mostrando que ele não tem que se ocupar disso, que é uma onipotência ele querer dar conta disso, porque as coisas são de Deus e que na verdade ele tem que se entregar, te entrega para si, né? É, até ele compreender isso, né? E aí quando ele se entrega, então realmente ele tem as marcas, as chagas do Cristo, né? Então ele consegue, né, esse prêmio espiritual de se tornar em alguma medida um Cristo também, não Jesus, mas um Cristo no sentido do lugar que ele vai atingindo pouco a pouco do ponto de vista da nobreza espiritual dele. Então, como é como é interessante isso, né, ele já é um espírito eh de luz, né, né? como a gente carrega, né, questões nesse processo que demonstra o quanto é é é difícil realmente eh eh regular esse movimento, né, mas que, né, um passo paraa frente, um passo para trás, a gente vai fazer essa dança, né, até que essa dança seja uma dança harmônica e realmente bonita, de maneira a a a fazer um movimento legal, né, na vida. Eu eu te ouvindo fui lembrando da da nossa Clara Juana Inês Bela Cruz que ela se intitulava pior de todas, né? Era ela dava esse eu a pior de todas. E o quanto essas vidas se cruzam quando a gente tem Clara de Assis ensinando assim, trazendo a Francisco de Assis essa essa bondade consigo mesma, esse olhar mais acolhedor que Juana Inês também naquela época não tinha com ela, né, a a partir dessa própria forma como ela se tratava. Então, interessante como vão se
ssa essa bondade consigo mesma, esse olhar mais acolhedor que Juana Inês também naquela época não tinha com ela, né, a a partir dessa própria forma como ela se tratava. Então, interessante como vão se cruzando essas vidas também no ns bastidores que depois a gente vai percebendo, né, que um ensina o outro, mesmo esses espíritos mais avançados, né? Achei interessante isso. >> Uhum. Eu queria fazer uma provocação então para vocês, né? Porque aqui no no livro, né, ela ela cita dois filósofos, né, o Protágoras, né, que onde ela faz a traz a afirmação dele que o homem é a medida de todas as coisas, né, eh, Heráclito, né, que diz que a natureza gosta de esconder. Como é que a gente pode entender essas duas afirmações eh desses filósofos que o prefeitura traz nesse contexto aí do tema do do equilíbrio, né? Como é que vocês entenderam essa apresentação desses dois pontos de vista do Protágoras e do Herác? >> Bom, vamos lá, né? Eh, eu acho que eles tratam, parece, de dois princípios e que na minha leitura se conectam com a nossa capacidade de compreensão da realidade ou o nível de consciência que a gente se encontra paraa apreensão do que é as verdades da vida. Então, a ideia desse movimento, desse devir constante, me lembra muito, acho que a ideia de como que a individuação do espírito é algo que vai se desdobrando, o papel de descobertas de novas verdades sobre o que nós eh buscamos. É interessante que quando a gente pensa nessa ideia do despertar do espírito, de alguma maneira o despertar civilizatório no curso multimilenar envolve por meio da filosofia, da religião e da ciência, em dimensões de verdade que vão descortinando elementos, fragmentos desta realidade, do que somos, do que é a natureza, que de alguma maneira parece se caminhar para uma expressão de uma unidade. simbólica de representação de uma verdade maior. Então esse dever ele interrôpe, ele precisa continuar. Mas a ideia que que trazito me lembrou isso, eh, como nós humanos, né, eh, temos uma estrutura psíquica, né, em que nós temos
uma verdade maior. Então esse dever ele interrôpe, ele precisa continuar. Mas a ideia que que trazito me lembrou isso, eh, como nós humanos, né, eh, temos uma estrutura psíquica, né, em que nós temos duas consciências, né, uma consciência diminuta, consagrada no ego e uma e uma uma consciência mais ampla ser alcançada e amadurecida no campo do eu superior ou do self. E parece que é justamente esse entrechoque que faz que muitas vezes nós acreditamos egoicamente que certas verdades são mais verdades do que realmente são, seja sobre nós mesmos ou sobre as coisas. Então o nosso olhar ele vai fazer uma avaliação em torno daquilo que nós compreendemos do que seja, né, o que está fora de nós e até mesmo sobre nós mesmos. Então, de alguma forma, ã, se faz sentido o que eu tô dizendo, né? Que não partilha. Essa ideia de uma natureza que está presente, mas como um florescer gradual de alcance, né, do que agora não se enxerga ou como na própria metáfora do joio e do trigo, né? dois elementos que parecem mesclados no momento porque são muito semelhantes e a espera de que eles amadureçam para que na hora da separação consiga se entender o que é cada qual e a gente possa aproveitá-los para as finalidades pessoais de suas verdades, né? Então essa é a minha minha singela participação, essa pergunta do Gels. >> É, eu acho que tem várias formas de pensar, né? E também fiquei agora pensando um pouco, ah, e eu vejo esse o Heráclito trazendo essa questão da da natureza a ser desvelada num descobrir, num olhar atento, eh, e nessa percepção de como a Joana traz aqui, do ver, do dizer e do ouvir em uma realidade maior, né? e e o homem à medida de todas as coisas, nesse nesse devir também me chama muito aí, não tô trazendo tanto a questão dos filósofos, mas, né, como como eu penso aqui, eh, nesse processo que é muito individual, né, onde nós acabamos tendo cada um a sua trajetória e a sua medida a partir do do seu próprio olhar, né? Eh, então, e aí numa forma bem ampla de pensar, mas eu vou
se processo que é muito individual, né, onde nós acabamos tendo cada um a sua trajetória e a sua medida a partir do do seu próprio olhar, né? Eh, então, e aí numa forma bem ampla de pensar, mas eu vou ampliando aqui a minha consciência, o a minha própria medida também vai mudando, né? Então, uma outra forma de olhar se a questão do homem sendo a medida de todas as coisas, né? Ele é, mas a partir do seu olhar, né? Eh, eu eu fiquei pensando no que a Joana desde o Jesus da atualidade, ela apresenta Jesus como a imagem eh do homem integral, né? Então, a ideia da humanidade, a humanidade de Jesus no J atualidade depois e e esse tema vai voltar nos vários livros da série psicológica, como Jesus, como essa meta mesmo, né? Jesus, quando ele ele chega na terra, ele nos autoriza a fazer a caminhada que ele conquistou. Olha, você estão agora tão tão eh maduro o suficiente para poder realizar a humanidade em vocês. Então, ele é o protótipo do do que é de mais perfeito e da condição do humano. Então aqui é o homem como medida, não é o homem comum, é o homem quanto a humanidade, né? nossa humanidade. E claro, a gente não é mais animal, a gente não é mais o instinto, então a gente a medida é o homem, mas e esse homem com medida, ela ele é eh se realiza no Cristo. E por isso se desvire, esse homem não, esse homem em nós não tá completo, né? é, é a nossa medida, mas enquanto esse movimento que tá se expandindo em busca cada vez mais que essa humanidade apareça acima da barbárie, porque a barbárie humana ainda, né, a barbárie eh tá muito presente dentro da gente. A gente é pouco humano, né, na verdade. Eh, tem esse verniz, essa e eh esse tom de humanidade, mas ainda não é uma coisa que foi conquistada, né? E aí tem o Eraxo que que tem essa frase, né? A natureza gosta de esconder-se. Tem outras eh complementos, a natureza se encanta com a natureza, né? Então, né? Tem várias frases que mostram, né? Esse jogo, né? Meio de hermético, né? Da natureza, eh, aquilo que ela revela, ela tá, na verdade, escondendo. Aquilo que
za se encanta com a natureza, né? Então, né? Tem várias frases que mostram, né? Esse jogo, né? Meio de hermético, né? Da natureza, eh, aquilo que ela revela, ela tá, na verdade, escondendo. Aquilo que ela esconde, ela ela revela ocultando, né? Então essa ideia, né, que de uma certa maneira a gente pode eh comparar, né, que nem tudo que reluz é ouro, né, a gente tem que realmente refinar o nosso olhar para reconhecer o que que é verdadeiro. E ela fala ex justamente isso, né, que que a nossa natureza, né, ela tá ali, a tem que ser mobilizada, ela tem que ser despertada, ela ela não vem de uma maneira eh eh ponto, até porque o ego tá confundido, né, e esse ego desatento que ela diz aqui, né, que se perde em tantas eh eh diversões e atrações, né, não tão interessantes e perde o que é essencial, né? Então isso que a que tu tá falando, né, Guadalupe, né, que do do poder realmente ir desvelando, né, e poder reconhecer que o limite do olhar, né, é essa capacidade da gente poder realmente tomar consciência do que nós somos, do que é a nossa verdadeira natureza e reconhecer ela. Esse o desafio aqui >> é profundo, porque de fato muitas vezes quando a gente tem estudado sobre o sofrimento, né, ou a própria dor, na experiência humana, muitas vezes confundimos a dor como um impecílio do processo evolutivo. E muitas vezes, até fazendo justiça a nossa capacidade consciencial, muitas vezes nós julgamos que um sofrimento adivino, de uma experiência, ele parece que nos testa e nos dobra e nós nos sentimos injustiçados, eh, perdendo o foco muitas vezes que certas experiências que fazem parte da experiência do viver, né, do do estar reencarnado, elas são oportunidades es e essa capacidade de ressignificação faz com que muitas vezes a gente não compreenda, né, a a onde de fato está a natureza ou um processo de de revelar ou desvelar das de verdades da vida. Então, eh, para nós que somos espíritas, somos herdeiros de uma psique em que sempre identificou o mal como um processo a ser reprimido, né, rejeitado,
de revelar ou desvelar das de verdades da vida. Então, eh, para nós que somos espíritas, somos herdeiros de uma psique em que sempre identificou o mal como um processo a ser reprimido, né, rejeitado, esquecido. E hoje nós somos convocados a uma reflexão psicológica de que o mal ele é um caminho pelo qual nós podemos encontrar tesouros sobre nós mesmos. aquilo que a gente não gosta, né? que nós chamamos de sombrio ou de nossa sombra, na verdade, eh, pode ter potenciais ali importantes. Então, por exemplo, alguém muito tímido e que acha que para ele eh se expressar ou se posicionar não é um lugar importante na vida e ele fica naquela posição passiva de não relacionar-se emocionalmente com experiência, a arriscar-se quando permite-se em um dado momento a romper, a manifestar-se, ele pode muitas vezes pela falta de experiência emocional eh transgredir usando a assertividade como uma forma de expressão de violência. Então é uma espécie de uma descoberta de um potencial de ser ativo perante a vida, de manifestar-se, de posicionar-se, mas que precisa, como diz o texto, de um processo de reequilíbrio neste lugar, da forma como essas forças se expressam. Então, é quase como se o que antes parecia escondido e que fazia parte da natureza está se expressando, está sendo descoberto. E é importante a gente pensar a maneira como nós desenvolvemos isso, né? >> Ela vai trazendo a questão das leis do equilíbrio. Esse nosso encontro traz muito a questão do equilíbrio nessa renovação, né? E e aí tem a nos chama atenção para paraa questão do do campo moral. Então, eh isso é algo bastante profundo, porque aí a gente tá trabalhando com valores, realmente, né? vai saindo dessas desses exemplos externos e, claro, eles estão interligados, mas ela vai dizendo assim: "No campo moral trata-se da capacidade de medir-se os valores que são adequados à paz interior e a necessidade de prosseguir-se evoluindo sem os choques decorrentes das mudanças de campos vibratórios e comportamentais que todo
a capacidade de medir-se os valores que são adequados à paz interior e a necessidade de prosseguir-se evoluindo sem os choques decorrentes das mudanças de campos vibratórios e comportamentais que todo Estado novo produz no ser. Então, esses conflitos, esses choques, até que se chegue o equilíbrio, eles são em todos os campos e também inclusive talvez principalmente no campo energético e vibratório, né? Então, é importante a questão do do comportamento, enfim, a gente vai começando de onde dá, mas esse entendimento de que é uma mudança realmente profunda, né, que impacta a nós e a quem está próximo ou longe nessa nessa relação que nós temos com o todo, né? Então, essa mudança de campo vibratório, eu acho muito importante, ainda mais eh nos dias que a gente está vivendo, né? E esse esforço que se precisa fazer para se equilibrar, né? O esforço é o meio equipar, é, é o meio eficaz para autorrealização, o prosseguir de espera, né? E isso é um compromisso, né? é uma responsabilidade nossa e uma eh não sei se prova é a palavra, né, mas uma eh afirmação do nosso entendimento do amor divino por nós e nós criados imagem e semelhança e e sendo também filhos do amor, né, dando aí a nossa contribuição. Acho muito bonito. Ela chama isso, né, Guardalupe, de uma ação bem direcionada, né, esse compromisso, esse movimento, esse esforço para se equilibrar, como tá colocando aí, né? E aí ela entra na questão de um trabalho, né, da na ideia, no tema do trabalho. E aí eu queria pegar a questão da cruz, né? A cruz como um símbolo de totalidade, né? a cruz como algo da qual todos nós eh temos que vivenciar, né? Porque de uma certa maneira eu entendo as passagens do Cristo como modelos exemplares de questões arquetípicas, de padrões, eh, que todos nós vamos ter que vivenciar, de, né? Então são padores simbólicos das experiências fundamentais da nossa caminhada evolutiva. E a então a cruz é um momento especial na vida do Cristo, né? Então e ele vive a cruz, ele ele fica suspenso na cruz, né?
padores simbólicos das experiências fundamentais da nossa caminhada evolutiva. E a então a cruz é um momento especial na vida do Cristo, né? Então e ele vive a cruz, ele ele fica suspenso na cruz, né? Então, e de certa maneira em algum momento nós vamos ser crucificados. E essa crucificação é poder realmente viver essa tensão dos opostos. e suportar essa tensão para poder equilibrar, né? E aí ela fala então eh dessa imagem da cruz, né? Que existe um uma via vertical, né? A linha vertical, né? O tempo eh vertical e o tempo horizontal. Então os dois tempos, né? Os dois movimentos formam a cruz, né? Então, acho muito bonita essa imagem da cruz como um símbolo eh da totalidade de das todas as direções do do pontos cardiais, norte, sul, leste, oeste, em cima e embaixo, né? Eh, e e então um e ela tá trazendo aqui realmente algo que é muito fundamental do ponto de vista da nossa experiência eh humana, né? a gente tem uma dimensão horizontal, todos nós temos quando reencarnamos, né, que é de uma certa forma eh essa vida do aqui, do agora, essa vida de que eu acordo, tenho que ir na padaria comprar pão, tenho que escovar meus dentes, tenho que trabalhar, tem que me relacionar, né? Eh, me ocupo, né? Ou tendo uma família ou tendo um outro projeto solteiro, com alguma coisa, com uma atividade, ou seja, mundo horizontal. é o mundo dessa dessa progressão do libido que o Gu falava, né, que é dar conta do trabalho externo, dos apelos da vida, dos desafios, das engrenagens da sociedade, da cultura e da vida material com todas suas imposições. Então, a gente não pode fugir disso. Mas ela diz, mas a vida não é só horizontal, o tempo não é só horizontal, não é esse do acordar todos os dias e entrar na rotina, né? existe um atravessamento de um tempo que é o tempo dos deuses na mitologia grega, né? Eh, na mitologia existe o o cronos, que é o tempo dos homens, e o cairoz, que é o tempo dos deuses. Então, existe um tempo vertical. Esse tempo dos deuses representa os valores então transcendentes,
? Eh, na mitologia existe o o cronos, que é o tempo dos homens, e o cairoz, que é o tempo dos deuses. Então, existe um tempo vertical. Esse tempo dos deuses representa os valores então transcendentes, os valores divinos, a dimensão do investimento que transcende a mera existência corporal e nos remete às experiências vivas da nossa alma. E ela fala da viagem interior que é ilimitada, né, que envolve aoneza interna, que envolve a questão desse dessa dimensão realmente da consciência, da descoberta eh da nossa dimensão eh mais profunda enquanto valores, né, enquanto ética, enquanto beleza e enquanto amor. Ou seja, né? Eh, então a gente descobrir e expandir as nossas possibilidades internas. Então, ela fala de de desta desse desse trabalho de poder se organizar tanto de uma dimensão da outra e poder saber viver plenamente as duas coisas, integrando duas coisas na nossa vida. Nem uma coisa, nem outra. Ou seja, a gente tem que ver as duas coisas e viver então essa cruz de maneira a conquistar a plenitude da existência. >> É linda a frase quando ela ela traz o trabalho quando enobrecido pelos sentimentos. É amor em atividade, né? Questão do trabalho eh enquanto ação de amor, né? Então, achei muito, muito ilustrativo da nossa ação no mundo, né? seja o mundo aqui terreno, seja o mundo espiritual. Então, esse esse amor ao servir eh como uma forma de de realmente um vínculo, uma relação conosco, com outro e com e com toda a consciência cósmica. Então, achei muito muito bonito, assim como quando ela continua, o trabalho horizontal mantém o corpo e o vertical sustenta a vida, né? Mas particularmente a questão do trabalho amor em atividade, né? Eu acho uma frase muito forte assim como como uma diretriz, né? Qualquer trabalho, né? >> Eh, paradigmático, né? Eh, essa essa frase de Joana, né? Ele ela sustenta uma forma de perceber o mundo e referendar, né, a a nossa vida quando ela diz: "O trabalho é amor em movimento, amor em atividade". E como tudo trabalha no universo, que tudo tá em movimento, né?
enta uma forma de perceber o mundo e referendar, né, a a nossa vida quando ela diz: "O trabalho é amor em movimento, amor em atividade". E como tudo trabalha no universo, que tudo tá em movimento, né? Né? >> Essa é por amor, >> né? O universo expande-se em amor, vibra em amor, mobiliza amor, convida o amor, né? Promove e e e é isso que ela quer acordar a gente. Olha, e despertem que eh a vida vibra e precisa movimento, compromisso, atividade. Isso a gente chama de trabalho, né? né? O trabalho é a expressão do amor, né? Tem que ser enobrecido, tem que ser reconhecido nesse valor, né? E e o o trabalho horizontal com, né? Mantém o corpo e o trabalho vertical sustenta a vida. Ela vai dizer: "Olha só que frase também fantástica, poderosa, né? A tontear gente, né? Né? Que eh o o o trabalho vertical sustenta a vida. Ou seja, o amor sustenta a vida. né? O amor que realize nesse trabalho desinteressado, de doação, de cooperação e assim vai, né? Eh, eu achei fantástico a tua parte aqui. >> A Joana, ela ela em vários momentos, mas só aqui nesse em dois, ela ela quebra essa nossa forma de de ver, interpretar as palavras e o que significam quando ela traz essa relação com o trabalho e ela lá no no acho que Jesus e a atualidade é ela também traz a questão do serviço e do amor. E quando ela equivale, como, né, eu comentei ali, quando a gente falou da luta, né, luta com vida e com amor, então ela realmente vai invertendo a a nossa a nossa lógica que é tão pequena para um lugar de expansão e e de uma consciência e da possibilidade de uma consciência da vivência de uma consciência amorosa. Então, acho muito muito sábia essa essa síntese que ela faz e essa inversão. É bem isso, às vezes dá uma tonteada e e e, né, eu digo por mim, a gente pensa: "Puxa, como é que eu não olhei isso assim antes, né? Então é muito lindo que ela faz >> eh é é muito bonita a imagem, né? A ideia dessa representação de que seja a atividade que acontece no campo dessa horizontalidade, né? que ela traz a ideia da
s, né? Então é muito lindo que ela faz >> eh é é muito bonita a imagem, né? A ideia dessa representação de que seja a atividade que acontece no campo dessa horizontalidade, né? que ela traz a ideia da materialidade, da experiência que eh nos exige inteligência, uso da razão, da força. Mas aqui eu acrescentaria, tendo em vista que é uma dimensão dessa horizontalidade, que é uma dimensão que dispõe essa tensão que é uma ideia da ética. Então nós temos uma dimensão moral presente nesse processo também que em caráter resolutivo desse desse desse tensionamentos e da forma como isso se desdobra no campo humano eh em realizações eh que promovem, né, coletividades, promove o indivíduo. E eu gosto dessa expressão reino de Deus ou reino dos céus na ideia que tem a ver com esses dois eixos, né, vertical e horizontal, sendo que esse pilar das chamadas relações sociais envolve a ideia de como nós desenvolvemos a partilha dos bens da terra, dos frutos de trabalho, pela inteligência, mas que de alguma forma, como ela diz, tanto um quanto o outro e o o vertical, a ideia do amor que nos nos interconecta tanto um quanto o outro são realizações quando do amor pelo pelo amor eles enobrece a experiência. Então, tanto um quanto o outro parece que precisam encontrar um caminho de equilíbrio para que a gente possa, né, promover essa esse amadurecimento. E outro ponto que me cham atenção, que eu acho que é muito importante, é uma passagem que a gente passa a entender que muitas vezes trabalhar significa louvar a vida. Trabalhar muitas vezes representa orar a Deus, que é orar pela criação. Então, é como se mesmo na horizontalidade é possível que a gente esteja realizando a obra divina, né? Mas que na simbologia que ela traz da cruz, essa transcendência que se transubstancia na na transformação da alma individual e coletiva envolve um processo que é dessa temporalidade e não é a cronológica do mundo, né? Então é gostei muito dessa dessa forma como ela trouxe, né? E como e a vida se organiza e como a vida se promove nesses
nvolve um processo que é dessa temporalidade e não é a cronológica do mundo, né? Então é gostei muito dessa dessa forma como ela trouxe, né? E como e a vida se organiza e como a vida se promove nesses processos, né? E eu gostei, Gels, como você disse, né? a experiência do Cristo como imagens de um processo em que todos nós também seremos, né, desgastados, testados, né, e como é esse constrangimento egóico que a gente passa em vida como uma promoção de novas etapas de consciência, de devora, de engajamento na vida e ele o ego, o ego sendo, né, macerado paraa expressão desse Cristo interior. É interessante, porque eu acho quando tu fala assim dessa dimensão ética e a Guadalupe da dimensão amorosa, é justamente quando o horizontal e o vertical se encontram, né? É esse ponto central, né? Desse onde os dois, porque daí o trabalho se torna sagrado, né? Né? E e o sacrifício, né? pode acontecer o sagrado fís pode acontecer, ou seja, o o trabalho horizontal se torna um trabalho de alma também, né, de servir, de realização também do espírito. E aí as coisas não têm uma diferença, né, horizontal, vertical, porque eles se encontram justamente nesse ponto aí, aonde a tarefa se une a um sentido maior. E aí é o trabalho não é o que é pesado ou só para ganhar dinheiro ou só ou para ou status, né? O trabalho se torna realmente uma realização de a alma pode eh servir também o que é maior, né? Seja no no meu trabalho feito com amor, né? Feito com devoção, seja com seriedade, com compromisso, com ética, né? E aí realmente a gente tá unindo dos dois eixos, vivendo os dois eixos simultaneamente. E a Jana tem uma outra passagem muito bonita. Ela disse, eh, todo trabalho, ela fala, ela falava do trabalho mediúnico, né? Mas isso vale para todo trabalho, que todo trabalho mediúnico, eh, se feito com amor, não, não cansa. E é verdade, né? Se a gente consegue fazer o trabalho com amor nessa dimensão maior, eh, não deve ter, pode ter um desgaste natural físico, né? Mas não cansa naquele sentido de se tá pesado ou sai carregado
rdade, né? Se a gente consegue fazer o trabalho com amor nessa dimensão maior, eh, não deve ter, pode ter um desgaste natural físico, né? Mas não cansa naquele sentido de se tá pesado ou sai carregado ou ou se lamentando, né? Então, eh, ela fala que o equilíbrio que se aure enquanto se serve permanece como marca de progresso, como lição viva do despertar, né? não se fadigando, nem se deprimindo quando não sucederem os propósitos conforme anelados, porque não é tanto a tarefa enquanto eh resultado, né, ou enquanto desafio apenas de de uma performance. É esse brilar-se do espírito que se revela em qualquer situação da vida, mesmo no fracasso diante dos movimentos horizontais da vida, né? que às vezes a vida não é para ser ganha, não é para ser, né, eh, vitoriosa no sentido do que os homens pensam. A vitória do espírito e não da realidade em si, o fato em si, ele é o palco da experiência da alma, né? E muitas vezes é no fracasso, na perda, na desilusão que a gente vai realmente encontrar o sentido maior daquilo que nos compete. E eu acho que é isso que ela vai dizer então dessa dessa superação, né, que tu tá falando, né, de Thago, dos condicionamentos perturbadores que o ego ainda traz e do reconhecimento que a vida física não é mais do que o automatismo, né, e se constitui realmente como esse ele fala assim, ela fala apaixona, apaixonante dever. Olha só, a vida, né, física é um dever apaixonante, né? Então, ela não faz nenhum desprezo pra vida corporal, gente. Não, não, a gente não tá aqui para desprezar o corpo, a vida. A vida é apaixonante. O corpo é apaixonante, né? Mas é um apaixonamento enquanto eh esse encontro, né, da verticalidade, horizontalidade, onde ele é a experiência também do espírito. Eh, e para aqueles que, né, estão pensando, ela pensando, ah, mas eu me esforço e não consigo, né? Ela já nos responde: "O simples esforço para o equilíbrio já é definição do novo rumo que se imprime à existência e vai falando da superação, trazendo então de forma muito clara essa
não consigo, né? Ela já nos responde: "O simples esforço para o equilíbrio já é definição do novo rumo que se imprime à existência e vai falando da superação, trazendo então de forma muito clara essa eh necessidade de de comprometimento, né, que que lembra muito a a o Evangelho, o homem de bem, né? Então, que a gente vá fazendo esse esforço a cada dia, vá se repensando, vá se eh recriando dentro das necessidades de reparo e seguir em frente, mas o esforço já é um novo rumo, né? Então não é motivo para lamentação o o não consigo eh, bom, tentei hoje, não tive tanto sucesso, né? Que que eu posso fazer para reparar quando necessário? OK, vou seguir adiante, então. E então isso também é muito muito amoroso da parte da mentora e muito eh muito eh e é o que acontece, né? Agora me falta a palavra, mas é a nossa realidade, né? O que a gente precisa é se esforçar, né? Ninguém tá dizendo: "Vai que amanhã tu tem que ser perfeito, né? Não te esforça e faz o que tu consegue hoje", né? É isso que que me espera. >> Uhum. É uma, esses dias uma amiga me disse assim: "Eu sou que eu sei que eu sou teimosa e vou continuar teimosa". Eu disse assim: "Olha, teimosia diferente de tenacidade. A teimosia é uma característica daquele que permanece num círculo vicioso, né, de ideias e condutas e não estagna, né, paralisa numa neurose. E aí, então teimosia não é virtude, né? Essa ideia de persistir, vontade, esforço. É interessante que no livro dos espíritos eles destacam isso. Nos vos faltam vontade. Se vocês se esforçassem um pouco mais, muito aquilo que vocês passam, vocês logo superariam. Mas falta vontade. É quase com uma característica psicológica ainda que escassia, né, e que nos demanda para transformações mais profundas, né, da alma, né? Eh, quando nós pensamos sobre os sofrimentos que nós passamos em vida, eu acho que existe um sofrimento que envolve esse descobrir quando temos mais consciência. a gente começa a se dar conta que certas verdades que nós alimentávamos, elas na verdade hoje passam a ser vista
acho que existe um sofrimento que envolve esse descobrir quando temos mais consciência. a gente começa a se dar conta que certas verdades que nós alimentávamos, elas na verdade hoje passam a ser vista com certos constrangimentos e abdicar de certas ilusões é sofrido quando nós ficamos muito tempo presos a essas certas realidades e verdades. Então, para esse lugar novo de mais crescimento e mais vontade, nós precisamos nos esforçar. E a gente pode se esforçar no sentido, como disse muito bem você, né, né, Gelson, esse ponto de cruzamento dessa cruz de um ponto de convergência em que a alma se promove no sentido ético de consagração da vida. E algo que humano disse lá em pensamento e vida, ele disse assim: "Quando terminar o dever, aí começa a abnegação". É quase como se diante da realidade que nós vivemos, das nossas obrigações, cumprir os deveres a nós destinados é uma regra comum. O que tá além desse processo que nós nos integr nos entregamos, ele ele qualifica isso como abnegação, que é uma face do amor. Então, o amor é algo mais que vem para além apenas daquilo que a vida nos exige comumente as nossas obrigações e deveres, né? qualifica a experiência de uma forma mais profunda. E eu acho que isso repercute, né, tanto em nós, nas nossas zonas superiores da alma, ainda desconhecidas, e que, como diz Joana, nós precisamos começar a repercutir e experienciar essas dimensões da vida superior, seja nas emoções, nos nossos sentimentos, para que a gente possa ir condicionando novas possibilidades do que é o viver, do que é o amar, né? Com certeza. É, e aí realmente a vontade ela é um misto de fatores onde a nossa potência reconhecida e tem uma questão de amor próprio, né, de de autoestima, né, porque para poder ter vontade e movimentar nossa energia, a gente tem que acreditar na na gente e nos amar. Então tudo está de uma certa maneira integrado. A diferença dessa teimosia que tu falava, né, Thaago, enquanto um esforço rígido do ego e a ter na cidade o esforço enquanto essa consciência eh firme,
Então tudo está de uma certa maneira integrado. A diferença dessa teimosia que tu falava, né, Thaago, enquanto um esforço rígido do ego e a ter na cidade o esforço enquanto essa consciência eh firme, amorosa, confiante, fé e etc, que faz dessa vontade algo precioso e realmente poderoso, né? Muito bem, nosso tempo já tá finalizado, né? Então, só queria dizer para vocês que aquela questão que eu trouxe hoje sobre a a soma de João não tá na se psicológica, mas tá num outro livro de Joana, um dos últimos dela, que é Mundo Regenerado, que é muito bonito. Então eu sugiro vocês a terem esse livro e e lerem, porque tem muita coisa interessante nele. E também convidar todos a continuar no nosso estudo. que a gente vai daí encerrar no próximo encontro, o capítulo oito, né? Tem mais dois itens, né? Que é justamente agora ela vai trabalhar a questão da disciplina da vontade. Então é um tema que é justamente o tema que a gente tá encerrando aqui, né, nosso conta de hoje e também falar sobre ações libertadoras. Muito obrigado, Guadalupe Thaago. Obrigado a todos que nos assistem. Que Jesus nos abençoe e até o nosso próximo encontro.
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