T9:E3 • Vida: Desafios e Soluções • Vida (parte 03)

Mansão do Caminho 09/01/2026 (há 2 meses) 1:01:31 132 visualizações

Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 03 – Vida (capítulo 1, parte 3) Neste episódio, prosseguimos o estudo do capítulo 1 do livro Vida: desafios e soluções, com a análise dos itens 1.3 – Doença e saúde e 1.4 – Obsessões. A reflexão traz luz sobre os aspectos espirituais e psicológicos envolvidos nos estados de enfermidade e nas influências obsessivas, oferecendo caminhos para a compreensão e superação. 📘 Obra estudada: Vida: desafios e soluções, de Divaldo Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis 🎙 Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidados: Guadalupe Amaral e Tiago Rizzotto #JoannadeAngelis #PsicologiaEspírita #DivaldoFranco #Espiritismo #VidaDesafiosESoluções #SaúdeEspiritual #Obsessão #TVMansaodoCaminho #EspiritismoPlay *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Meus irmãos, meus amigos, muito bem-vindos em mais um estudo da nossa série psicológica oferecida pela benfeitora Joana de Angeles. Nós que estamos estudando o livro do o volume 8, vida, desafio e soluções, hoje estaremos trabalhando ainda o capítulo um, as últimas partes, capítulo um, vida, doença, saúde e obsessões, né? capítulo vida, o item do do saúde e obsessões e com a gente, Guadalupe, Thago, para poder cooperar nesse estudo de hoje. Obrigado, Guadalupe, Thago, pela presença. Eh, esse capítulo primeiro tem sido um capítulo muito rico, né? a gente já teve eh outros encontros anteriores trabalhando os elementos capítulo, eh a definição de vida que a benfeitura colocou, depois a gente passou sobre os impedimentos naturais e os enfrentamentos que são exigidos no movimento que a vida impõe. E hoje vamos se ocupar então do do tema doença, saúde e obsessões. E ela começa trazendo justamente o que uma ideia de saúde, né, que de uma certa maneira já tá lá também presente na Organização Mundial da Saúde. Vamos começar por aí. Qual é a ideia de saúde? Que a prefeitura traz em relação a essa questão? >> Olá, amigos. Eh, é interessante que a esse livro já tem, né, alguns anos, vários anos. mas que hoje em dia a gente já começa eh trabalhando o que a mentora traz a respeito de saúde. Ela diz: "Saúde é o estado ideal da vida, né? A gente já começa trabalhando a partir de um lugar onde a a Organização Mundial da Saúde, todos os órgãos públicos também aceitam. Na época que eu comecei a estudar, né, dentro da área da saúde, já eh se tinha uma grande um grande preconceito em trazer a espiritualidade pro conceito de saúde e hoje em dia isso é lugar comum. Então é muito bom que nós já estamos em outra era também dentro do dia a dia de todos, não só daqueles que comungam com esse ideal eh como nós. Então já é já é muito engrandecedor ver isso porque a gente tá caminhando, né? que sejam passo passos lentos, mas de alguma maneira com passos firmes. Bem, então se por um lado hoje em dia já se

nós. Então já é já é muito engrandecedor ver isso porque a gente tá caminhando, né? que sejam passo passos lentos, mas de alguma maneira com passos firmes. Bem, então se por um lado hoje em dia já se aceita a dimensão espiritual do ser humano como fazendo parte daquilo que é realmente a saúde, por outro, voltando aqui para pra nossa querida mentora, nós vemos que ela traz um olhar muito mais acurado, muito mais profundo, eh muito mais provocativo a respeito do que realmente é a saúde. Então, eh, o que que é viver espiritualidade e o que que é então essa eh esse estado pleno onde nós somos responsáveis por aquilo que nós criamos? Eh, então queria trazer por aí, ver como é que vocês veem isso, porque se por um lado a gente tem, né, definido, OK, entra a espiritualidade, o que é esse entrar a espiritualidade como um todo? porque é muito mais profundo do que a gente pode olhar eh num primeiro momento. E claro que a gente pode pensar em coisas mais básicas, básicas que são importantes, mas assim, ah, nós temos a meditação, nós temos a questão de de vivenciar alguns momentos eh eh mais direcionados ao próprio indivíduo, né? Mas a mentora traz algo muito mais profundo e e ao mesmo tempo que bom, né? Então, queria eh ver assim, né, como é que vocês percebem isso correlacionando a à mentora com o nosso dia a dia e o qu o quão profundo é, né? O quanto >> eh nós podemos olhar mais ainda do que já se tem. >> Thago, o que que tu acha dessa questão? Olá, amigos. Eh, eu é um uma pergunta desafiadora, mas me parece que a mentora prossegue na perspectiva de agregando o valor a certos paradigmas que ela vem construindo no curso das obras. Então esse binômio doença e saúde, ela já vai articular daqui a pouco um outro binômio que é corpo e espírito e que nessa interrelação, nessa interconexão se expressa nessa síntese dinâmica, né, se expressa tanto saúde também se expressa doença. Então ela vai trazer esse substrato, como disse muito bem, né, a nossa querida, do espírito e que também tem a ver com o paradigma em

e dinâmica, né, se expressa tanto saúde também se expressa doença. Então ela vai trazer esse substrato, como disse muito bem, né, a nossa querida, do espírito e que também tem a ver com o paradigma em torno dessa da compreensão de como que saúde e doença na perspectiva espírita reivindica necessariamente a presença eh desse conceito, né, desse paradigma, né, desse dessa representação que ela chama de psiquismo, mas que nós podemos chamar de espírito. É interessante que ela sutilmente fala dos mecanismos sutis do ser no campo dessa relação entre corpo e espírito e que nós sabemos mais para frente do texto, ela vai trazer uma perspectiva também do que é esse corpo sutil que serve de intermediário entre corpo e espírito. Mas para nós espíritas que cooperamos pro entendimento da OMS, do campo do ponto de vista do amplo mosaico que representa o que seja a doença, a ideia de uma saúde espiritual ou de uma saúde na expressão do espírito, ela envolve também um componente da nossa espiritualidade no seu sentido mais profundo. Então, ao falarmos sobre saúde e doença, eh é sensível para nós o lugar que ocupa o espírito nesse paradigma, como que o espírito se movimenta nesse processo. Ela vai chamar daqui a pouco de maquinaria fisiopsíquica, né? Então é uma unidade em movimento do espírito encarnado que tá acoplado a um corpo. E é isso que nós chamamos, pensando na proposta indiana, né? O self é uma representação dessa unidade e como ela se expressa na sua subjetividade, na sua expressão de doença e saúde. Então eu vejo que há nessa ela chama de as malhas intrincadas, né, complexas do espírito, é em torno dele que nós temos que focar o nosso olhar para alcançarmos um paradigma que ela traz para nós que seja doença e saúde. que eu acho interessante isso estão trazendo porque ela começa justamente trazendo a ideia de saúde como o estado ideal da vida, né? E claro, né, a Homes, Organização Mundial de Saúde, justamente vai colocar isso. Saúde é o estado de de completa obestade físico, mental e social e não apenas a

saúde como o estado ideal da vida, né? E claro, né, a Homes, Organização Mundial de Saúde, justamente vai colocar isso. Saúde é o estado de de completa obestade físico, mental e social e não apenas a ausência de doença. Então, quando ela coloca como estado ideal, é algo que tá como algo que a gente almeja, porque nesse ideal ninguém é saudável aí, né, gente? Até porque, não é, a saúde ela envolve não só uma questão eh do meu corpo, na minha relação de cuidado comigo, mas também na minha interação com com a vida. a gente pode falar de uma cidade saudável, de um de um país saudável ou doente, de um de um de um uma sociedade saudável doente. Então, de uma certa maneira, a eh eu tô vivendo o ar que, eh, o mundo produz em termos de poluição, eh, eh, de elementos tóxicos, de processos que envolvem a globalização toda de um de um de uma dinâmica da vida que vai muito além da minha condição individual, né? Então, eh, a saúde aí envolve uma comunidade forte, solidária, eh, grau de participação, um ambiente favorável também, né, limpo, seguro, uma vida cultural ativa, eh uma economia também que possa ser eh que pode preservar e promover eh a condição do do do do indivíduo. Então, de uma certa maneira, quando a gente fala em saúde, a gente tá falando de um de uma dinâmica que envolve n fatores, né, que eh em termos eh do que se apresenta, como diz a prefeitora, é um estado ideal. E Freud diz que o instito de morte sempre vence, né? Ou seja, eh, de uma certa maneira, não sei se ele tava intuindo isso ou não, a uma tendência de degeneração realmente natural, né? Então essa distonia no segundo parágrafo que ela vai colocar aqui, né, é parte da vida. Não tem como a gente ficar equilibrado nem mentalmente, né? Eu recebo uma notícia, me assusto, eu tenho uma raiva, eu sou tomado por uma inveja, eu eu tô eu me desestabilizo frente uma situação de perigo. Ou seja, eh eh a gente tá num movimento, digamos assim, do do entre o equilíbrio e eh que é muito têno entre o estado mental e as

ma inveja, eu eu tô eu me desestabilizo frente uma situação de perigo. Ou seja, eh eh a gente tá num movimento, digamos assim, do do entre o equilíbrio e eh que é muito têno entre o estado mental e as condições materiais favoráveis ao equilíbrio e a dinâmica da vida que se se apresenta, que quebra esse estado de equilíbrio a todo momento. Então eu acho interessante que ela justamente vai apresentar logo depois que então que a gente não pode ficar preso a a fazer uma relação tão estreita, tão literal, tão reducionista entre saúde e doença, né? Isso eu acho um ponto bem importante que tá colocando aqui, porque fala que a doença nem sempre representa estado de calibridade na maquinaria. E aí ela começa a relativizar um pouco essa questão da doença, né? E e justamente trazer pra realidade do espírito daí que são estão trazendo, né? Bem, tem a questão, né? Saúde e doença, mas tem a questão corpo e espírito, como trouxeram. E aí tem a questão da visão oriental que não existe doenças, existe doentes, né? um estado do ser, né? Então, eu acho que eu gostaria de começar trabalhar aí essas questões que no terceiro parágrafos que eu acho bem importante aqui em relação a essa questão da doença aí. Eh, para mim me chamou muita atenção, eu sei que vocês eh percebem esse terceiro parágrafo, que eu achei muito interessante naquilo que ela coloca. Eu posso, tem um ponto central nesse terceiro parágrafo, sabe, Gelson, que me chama atenção, que é quando ela fala que a doença nem sempre representa. Então, ela tá ela tá ela tá ela tá jogando com o conceito esse construto social, né, acadêmico, médico, do que seja a definição de doença. Então, ela diz, mesmo que você esteja eh mesmo que eh a doença, né, ela ela ela possa est apresentando, ela o fato de se estar doente não significa que isso seja necessariamente algo ruim. Ela me parece que ela traz uma proposta de um paradigma novo de que a forma como nós subjetivamente lidamos com as condições em que um adoecimento nos causa, eh, não necessariamente tem que representar o

me parece que ela traz uma proposta de um paradigma novo de que a forma como nós subjetivamente lidamos com as condições em que um adoecimento nos causa, eh, não necessariamente tem que representar o nosso adoecimento psíquico, por exemplo, né? Então, recentemente, uma pessoa muito próxima tá muito adoentada e eu vejo que a condição clínica, física dela não é algo grave, não é algo tão grave. mas causou um impacto profundo que afeta o pensamento dela, a expressão emocional, o mundo para se vai acabar. Então, é como se o fato de eh ter estarmos doentes não representa necessariamente um fim do mundo ou que é algo que precise representar o maior desequilíbrio paraa alma, né? Então esse é um ponto interessante que ela traz e ela traz novas significações para esse processo de adoecer, né? Que parece muito interessante a gente pensar sobre o que é isso, o que é esse fenômeno que nos alcança e como lidarmos com ele, né? >> Uhum. É, eu acho muito importante destacar esse parágrafo eh dentro dessas questões que vocês estão trazendo, porque ela traz aqui essa necessidade de entender que nós não somos só o corpo e de entender que às vezes, como tá trazendo aqui, a doença vem como terapia preventiva a males piores. E aí ela diz, né, os de natureza moral, profunda, espiritual, enfim, o quanto eh e e que a gente possa perceber o quanto que a doença ela vem nos ensinar, seja qual for, ou ela vem só por um desgaste de um corpo que é temporário, né? Mas, mas acima de tudo essa questão aqui que muito me toca e eu lembro de alguns exemplos que que Chico trouxe, Divaldo também em outros momentos, de espíritos que são eh agraciados com doenças para não se equivocarem mais, né? O o exemplo que eu sempre me lembro, que ele é bem eh contundente, é da mãe que que vai até o Chico e que tem aquele filho que é tem uma paralisia grave, se eu se eu não me engano, eu posso estar me enganando, me ajudem, né? Mas tem também questão no nos membros superiores, inferiores, parece que já não tem os membros. E o

ue é tem uma paralisia grave, se eu se eu não me engano, eu posso estar me enganando, me ajudem, né? Mas tem também questão no nos membros superiores, inferiores, parece que já não tem os membros. E o Chico diz o quanto aquele espírito precisava disso, porque ele eh de outra maneira havia se matado em muitas vidas ou ou algo assim. Então que realmente aquilo lá era um uma eh uma artimanha, né, não seria bem a palavra da espiritualidade para que ele conseguisse completar aquela encarnação da melhor forma. ou em outros em outros exemplos do nosso cotidiano. E aí essa essa história do Chico eu tô lembrando como eu conto, mas o, né, o o é esse esse é o a moral da história. Mas no nosso dia a dia, quantas vezes uma doença nos para em um momento em que a gente está se perdendo em questões que nos afastam da nossa realidade espiritual. Então, que a gente sempre consiga perceber que se por um lado às vezes é um desgaste e a gente vai lidar com isso, porque o o corpo que nos foi dado o fim, né? E outras vezes ela é realmente algo que nos possibilita que a gente não se comprometa de uma forma absurda muitas vezes. Então que a gente olhe com mais cuidado, olhe com carinho, procurando entender o que que é que tá acontecendo ali, não se culpando, porque tem ali alguma questão de padrão vibratório nosso. Sim, né? Na esmagadora, a maioria das vezes vai ter. Mas se a gente entende tudo que tá por trás, não, a gente não entende, né? Então nem para ficar se culpando. Quantos espíritas, né? E aí tô trazendo exemplos do dia a dia, se culpam porque não conseguem não ter dor de cabeça, por exemplo, né? O que que tá dando errado, né? Vamos pegar. ou muitas eh eh mulheres, eu acabo convivendo assim do ponto de vista profissional também dentro da da área que eu que eu atuo. Eh, se culpam porque ah, mas como que eu tô tendo câncer de mama se eu faço tudo certo? Se eu não tenho história familiar, então eu tô pensando errado? Eh, não não é aí, né? a gente não pode reduzir tanto. Então, esse parágrafo acho muito importante

câncer de mama se eu faço tudo certo? Se eu não tenho história familiar, então eu tô pensando errado? Eh, não não é aí, né? a gente não pode reduzir tanto. Então, esse parágrafo acho muito importante para que a gente entenda que a gente precisa estar na vida, trabalhar com os elementos que a vida nos traz, procurando esse estado ideal, mas entendendo também, tendo essa humildade de de perceber que a gente não sabe tudo. E eu trago por meio espírita, né? Mesmo que a gente entenda que existe o mecanismo de de provas e expiações, de causa e efeito, existe um mundo muito maior que a gente não percebe, por maior que seja a nossa boa vontade e o nosso intelecto. Então, que a gente use desses elementos que nós temos para entender que o que tá ocorrendo ali tá ocorrendo eh de uma forma a nos auxiliar a seguir a encarnação, né? não como uma eh uma punição, né? A vida não pune, ela educa, né? É interessante que se a gente for ver a história do Cristo, né, a história de Jesus, né, ele nos oferece muitas reflexões profundas sobre a patologia e a dor, né, por um lado, né, eh, ele veio para os doentes sofredores, ele diz, né, eh, e ele realmente conviveu com pessoas doentes ou quiseram anormais ou inferiores, né? E de outro lado, eh, tem a paixão de Cristo, né, o sofrimento do Cristo por nós, né, como um tormento que ele suportou e morreu, né, num agonia extrema na cruz. Então, foi uma vida eh onde eh a doença, a patologia, o anormal e o sofrimento tiveram muito presente em torno dele, na própria experiência dele enquanto eh lugar vivencial, né? E aí a gente tem dois autores que eu gostei de chamar atenção, que um que é Platão, né? Eh, que ele diz que a alma pode ser cultivado de duas maneiras, né? Seja como falando eh eh eh que a alma pode ser conduzida ao conhecimento de duas maneira. Uma é pelo amor, né, através do amor eh eh e da disciplina intelectual e a outra é da mania, né? A mania eh paraatão é uma desintegração do ego, né? Eh, então, eh, ele via a mania como uma forma de caminho para

amor, né, através do amor eh eh e da disciplina intelectual e a outra é da mania, né? A mania eh paraatão é uma desintegração do ego, né? Eh, então, eh, ele via a mania como uma forma de caminho para autoconhecimento. E Regel, o filósofo, né, eh, que também diz que o cultivo da alma se dá tanto pela pela questão eh da busca, né, do pensamento, né, eh nos processos dialéticos, mas também pela loucura, Reg fala, né? Então, que que isso quer dizer de uma certa maneira, né? eh quando eles afirmam isso. E então eh de uma certa maneira a gente que a gente é jogado, eh, de a a a experiências, né, extraordinárias ou monstruosas e patologizamos diante de momentos da vida e que talvez essa patologização seja uma forma da alma encontrar a si mesmo. Até porque o problema não é a patologia enquanto doença. O problema foi a atitude anterior, né, que fez a gente eh nos nos confrontar com a nossa própria consciência e não tá em paz conosco mesmo, né? Então, eh, a questão do da do da doença, como como tá a prefeitura tá trazendo aqui, tem que ser visto como um processo, um processo, primeira coisa, dinâmico. Eh, segundo, é um processo no sujeito, né? Não é um defeito no corpo, não é no órgão ou no funcionamento bioquímico, né? é um processo referente à conduta e a atitude, a força de olhar, né? É o que por isso que o Thago falou, tem gente que tá que não tem doença, mas desestabiliza facilmente. Tem gente que tem situações graves do ponto de vista orgânico e se mantém íntegro, né, e conceiteado muito proveito da situação. Então, há uma complexidade nesse processo de saúde e doença que ultrapasse o orgânico. E é isso que a benfeitura tá tá trazendo aqui. Quando a Guadalupe cita aqui, né, que que eh que a doença tem uma finalidade de amadurecimento, de reflexão, tem umaade preventiva e de outra também a parte do do des dos gastos natural da vida, ela tá justamente ampliando eh e esse campo para que a gente possa compreender que essa esse tema realmente vai muito além do que esse joguinho, né,

ambém a parte do do des dos gastos natural da vida, ela tá justamente ampliando eh e esse campo para que a gente possa compreender que essa esse tema realmente vai muito além do que esse joguinho, né, reducionista literal, como a Guad estava trazendo antes e que muitos espíritas acabam preso, né, a uma é uma visão de lei de causa efeito muito eh eh muito literal e e pouco complexa, né, pouco elaborada. Então ela tá nos dizendo, né, que nós temos uma transitoriedade que é essa fatalidade orgânica, que terá o seu tempo de vitalidade e que pelas leis da natureza precisará seu tempo se decompor e se transubstanciar, né, materialmente. Ela destaca então que os processos, como você disse, né, Gus, os processos de adoecimento, eles precisam servir a uma causa. Hum. Essa causa é o espírito. E até ela diz, né, o ser em si mesmo, né, a ideia de que essa edumentária transitória que vai embora, ela é um instrumento e meio para alguma coisa. Essa finalidade, filosoficamente aqui colocado por ela, é servir de eh formas educativas, possibilidades terapêuticas por meio das injunções que é a doença. Então, quando a gente traduz a ideia de que a doença pode ser um caminho para reflexões, amadurecer ideias, pensar sobre a vida e nós com mais consciência admitimos e reconhecemos e eh consentimos que isso é caminhos e instrumentos paraa educação da alma em seu processo de consciência e libertação. A gente passa a entender então esse fenômeno com até uma possibilidade positiva, né? Não necessariamente disruptiva, pessimista, porque nós sabemos, né, amigos, existem condições clínicas que são muito difíceis. aqui traz um paradigma de a finalidade não é a doença em si, ela não se circunscreve em si como um processo em si, ela tá a serviço de uma causa maior. Então, ao pensarmos em ter uma saúde integral e mais plena do espírito, se inscrevem esses processos que ela diz que vai fazem parte da vida. Mas claro, ao trabalhar a ideia de equilíbrio, desequilíbrio, harmonia e desarmonia, ela traz pro palco da vida o quê? a

espírito, se inscrevem esses processos que ela diz que vai fazem parte da vida. Mas claro, ao trabalhar a ideia de equilíbrio, desequilíbrio, harmonia e desarmonia, ela traz pro palco da vida o quê? a nossa conduta. >> Então, cada um de nós vai ter uma maneira de que como se comportou, como se comporta e como essas questões vão repercutir nessa diaade de ou nesse complexo, né, nessa estrura complexa, né, espírito matéria e que se expressa por meio dessas condições diversas. Então, eu acho que o paraqu vem como um contributo fundamental pra gente pensar o que que isso pode estar me ensinando, né? Será que, por exemplo, eu eu me recordo de um vizinho aqui, certo em que ele havia tido um câncer muito agressivo e isso fez que ele precisasse se aposentar e o que mais chamou atenção, ele não se dobrava. Ele permanecia sendo uma pessoa muito difícil, de trato muito difícil, muito agressivo com os filhos desde pequeno, muito irracív com a companheira. E eu pensei, a doença pode ter vindo como um processo para que ele pensasse sobre sua própria condição e, quem sabe reelaborar valores, ideias sobre a vida, sobre si. Mas no caso dele não, isso não aconteceu. Mas sabemos que muitos alcançam essa perspectiva, né? E a mentora tá aqui nos convocando essa reflexão da doença como um meio para um propósito mais iluminativo, mais engrandecedor, que é o espírito, né? >> A gente pode dizer, né, a partir disso, que a doença é expressão do espírito, né, né? Então ela realmente representa um tipo de consciência, né? Eh, uma forma de atitude, um jeito de viver, né? E como tal, ela conta uma história e aponta um caminho. E por isso que o patologizar pode ser eh esse uma forma da alma buscar si mesmo, né? E aí a gente vê essa essa visão terológica que tá falando, né, Thaago, da da da patologia, que ela não é um produto só de uma causa, né, mas ela é uma fonte teleológica, ou seja, ela aponta para uma direção em busca de um objetivo, de uma finalidade que nos impulsiona para mais além, né? A gente não pode

um produto só de uma causa, né, mas ela é uma fonte teleológica, ou seja, ela aponta para uma direção em busca de um objetivo, de uma finalidade que nos impulsiona para mais além, né? A gente não pode esquecer, né, de novo, que Jesus buscava as almas feridas. algum sentido tem nisso. >> Acho importante a que a gente tenha essa consciência plena de que do nosso papel perante a questão das doenças, nós seres espirituais. E isso é interessante porque dentro da medicina ela acaba sendo muito paternalista e isso agora tá mudando. Passos lentos, mas mudando. Eh, no sentido de que o médico detém a cura e a instrução para aquilo que vai melhorar a tua doença. E e hoje em dia já muitas vertentes não pensam assim, não se incomodam e até gostam muito, porque alguns médicos ainda se incomodam, quando o paciente toma a parte ativa do do seu processo, eh, questionando, a gente brinca do Dr. Google, né, mas realmente questionando qual é o seu melhor tratamento, entendendo melhor a sua doença. Isso eh eu vejo como um grande avanço e vai muito ao encontro do que Joana traz aqui, no sentido de nós e espíritos, espíritas ou não, tomarmos partes desse processo, né? não não colocar tudo na mão de um de um profissional de saúde. Então, é interessante que isso que a mentora traz aqui, que vocês estão trazendo da dessa necessidade do do patologizar pra gente eh se perceber e se transformando. Eh, também eh tá. E aí tu usou o termo por outro motivo, né, Thaago? Disruptivo, mas são são situações disruptivas que incomodam, mas que hoje em dia tá colocando no dia a dia de outras pessoas, de outros nichos que não o nosso, essa o nosso que eu digo dos espíritas, né? eh essa realidade. Eu também quero fazer parte desse processo. Eu paciente também quero opinar e eu médico vou ouvir o meu paciente. E da da época de de Hipócrates era um tanto diferente quando o médico detinha um poder, né? E agora aqui se fala de uma relação mais horizontal, onde todos nós temos um lugar nesse processo de saúde e doença. Isso eu acho

ipócrates era um tanto diferente quando o médico detinha um poder, né? E agora aqui se fala de uma relação mais horizontal, onde todos nós temos um lugar nesse processo de saúde e doença. Isso eu acho muito muito bonito e muito, vai muito ao encontro do mundo de regeneração como um todo, onde a gente coopera um com o outro. Nós entendemos que seja médico, seja paciente, nós fazemos parte de um lugar maior, né? Então, eu escuto, eu paciente escuto, eu médico escuto e juntos nós vamos entendendo como é que se pode então transformar aquela realidade. E isso eh traz muito também a outra questão do quanto dentro da medicina atualmente se fala já na mudança do pensamento como um fator que altera todo o padrão de uma doença. Então, vejam, são questões que a gente vê a mentora nos chamando atenção e que no cotidiano hoje já fazem parte de outras realidades, né? E e já não é mais uma fantasia a gente falar da da do pensamento alterando mitocôndria ou alterando a questão dos telômeros. já é uma já é uma realidade. E a gente sai então, né, saindo da medicina mais crua e voltando aqui pra questão da mentora, o quanto realmente a a vivência espiritual já tá de alguma maneira estabelecida no no nosso dia a dia, quer a gente mais materialista ou não queira, né? quer a gente queira ou não. E isso, né, finalizando aqui o que eu o que eu gostaria de de trazer, fazendo essa volta toda. Isso é muito bom e traz também algo que muitas pessoas têm medo, que é da responsabilidade por si mesmo, né? Então isso é algo que a mentora também traz, assim da gente eh pedir ajuda, tudo, mas entender que, bom, no final das contas eu sou ser espiritual e eu tô aqui para aprender com tudo que tá acontecendo. E e muito me fascina, talvez seja a palavra, o quanto as coisas são interligadas, né? Porque nós estamos falando aqui da da mentora, estamos falando da da vivência do André Luiz, falando da da medicina espiritual e da terrena, de toda a área de estudo da saúde mental, eh, psicologia, psiquiatria espiritual e terreno, num

a mentora, estamos falando da da vivência do André Luiz, falando da da medicina espiritual e da terrena, de toda a área de estudo da saúde mental, eh, psicologia, psiquiatria espiritual e terreno, num momento onde tudo está convergindo e nos mostrando que nós somos energias pensante, cocriadores da nossa realidade, né? Então, acho muito bonito esse momento que a gente vive. >> É, é importante, né, então, entender assim a partir do que a prefeitora coloca, que a proposta aqui dela é reconhecer que toda a dinâmica da vida é um processo de educação, de um processo da gente poder fazer consciência e reconhecer que tudo é um reflexo do próprio espírito, né? seja a questão do corpo, seja a própria realidade material que a gente vive. É, então ela tá trazendo pra realidade da alma, pra realidade psíquica, né? Porque da realmente privilegiar a dimensão psíquica, que é a dimensão do espírito, ou seja, a nossa mente, o nosso mundo interno, o que que a gente produz, como a gente percebe a realidade, de que forma a gente vibra, né? e que então pulsa na dentro de nós, gerando, né, a partir disso, realidades a todo momento. E aí que ela começa a falar então da educação mental como fundamental nesse processo e de busca de saúde, né? que seja os a vida é um desafio aonde a própria vida e nós somos desafiados a todo momento por nós mesmos também nesse jogo de tensões, né, entre eh desequilíbrio, equilíbrio, doença, saúde e para buscar caminhos novos e movimentos de superação de nós mesmos. É interessante que às vezes é o a gente entra em contato com almas que desenvolveram-se intelectualmente a ponto de fazerem às vezes análises muito profundas da realidade. Análises sociológicas, análises políticas, análises geopolíticas, análises sociais. Mas gente pergunta: "Quem é você?" Fulano não consegue elaborar. É como chega-se a uma espécie de um labirinto ou um quarto no qual poucas vezes se visita e que não se sabe exatamente de quem está se falando. Então, quando nós pensamos na ideia de

onsegue elaborar. É como chega-se a uma espécie de um labirinto ou um quarto no qual poucas vezes se visita e que não se sabe exatamente de quem está se falando. Então, quando nós pensamos na ideia de buscarmos mais saúde, existe uma dimensão, a uma dimensão muito sensível desse lugar de cuidados de si, que envolve a maneira como nós compreendemos quem a gente é, o que que nós pensamos, o que que a gente sente, o que que a gente deseja. Se nós não compreendemos esse movimento desse mundo emocional afetivo dentro de nós, além das ideias que a gente esposa, muito difícil é navegar por essas terras para buscar mais saúde. Quando Joana então chama aí faz chamamento uma educação mental, há uma ideia que me parece de que evangelizar a alma não é apenas o sentido moral, né? Sentido do moral para fora. É um sentido moral de cuidado para si. para dentro para buscar mais equilíbrio, mais bem-estar, como ela coloca, porque do contrário, nós nos tornamos às vezes viciados em hábitos mentais, em condicionamentos, repetimos rotinas, repetimos ideias, repetimos valores do que o mundo nos convida a beber e a a absorver e a degutir. E a gente se esquece que, de fato, nós precisamos alimentar a alma. Quais são os contributos que a alma reivindica paraa gente possa encontrar mais equilíbrio de saúde? Por fim, só queria sinalizar um ponto interessante que ao final, quando ela diz de ter o esforço para preservarmos a mente da invasão de ideias, eh as pessoas podem pensar que aqui é uma evitação, na verdade não confundir, preservar a mente da invasão de as ideias perniciosas, desagradáveis, porque na verdade nós precisamos estar em contato com elas. O problema é ser tomado por elas. Porque quando a gente conhece o que tá chegando, a gente pensa, elabora, medita sobre, a gente pode pensar uma finalidade e um caminho para essas ideias que chegam, porque todos estamos interconectados pelo pensamento. Então, que a gente possa ser mais responsável, né? É, exatamente. Eu acho bem importante isso, porque se

um caminho para essas ideias que chegam, porque todos estamos interconectados pelo pensamento. Então, que a gente possa ser mais responsável, né? É, exatamente. Eu acho bem importante isso, porque se preservar não é fugir, não é negar, não é se fechar, mas é não se perturbar, né? É poder se relacionar num outro lugar. E aí que que ela começa a entrar na questão disso, tá falando, né, Thaago? Porque e é e é esses padrões de comportamento e padrões mentais é uma obsessão também, né? Então, e ela começa justamente sinalizando isso no próximo tópico, é de obsessões, que toda fixação de ideias, né, indevida, que não tem lugar, né, que que não colabora ou que é um padrão que ocupa um espaço maior do que deveria, né, e e gera, né, eh, um aprisionamento da alma, né, perturbando o teu comportamento. É. algo obsessivo. A gente tanto é que a gente tem um transtorno obsessivo compulsivo, que é um dos transtornos que existe, porque há uma tendência da gente a repetir padrões compulsivamente, obsessivamente. Então, há uma tendência realmente da mente ficar presa e fazer um jogo circular fechado que não dá chance para o novo, para a mudança, né? E nesse processo de repetição, a gente acaba eh empobrecendo nossa natureza ou criando realidades desnecessárias paraa gente. Então el tá começando a falar então das obsessões e do quanto isso afeta o metabolismo eh cerebral como a a Guador estava trazendo antes. Ou seja, e entra daí toda uma dinâmica interativa, né, onde a mente, né, nas suas nos seus estados internos, seus desejos, ela fala das ambições desmedidas, né, e e e que estão lá produzindo, mesmo inconscientemente movimentos internos e ocupando eh o nosso espaço e roubando energia, gerando também aí um todo uma carga e uma um condicionamento não só no nosso nosso modo de ser, mas também no nosso corpo. A oração e a vigilância, né? Quando a gente eh traz esse esse tópico das obsessões, eh sempre me vem essa, né? Orai e vigiai, porque eh muitos de nós ainda usam como, não é, desculpa, a gente tá aprendendo, mas a

vigilância, né? Quando a gente eh traz esse esse tópico das obsessões, eh sempre me vem essa, né? Orai e vigiai, porque eh muitos de nós ainda usam como, não é, desculpa, a gente tá aprendendo, mas a questão das alterações neuroquímicas que acontecem no cérebro, cérebro para algumas doenças mentais, é claro que elas ocorrem e novamente não se pode reduzir e dizer que tudo é possível. Nós estamos falando de um ser espiritual. né, em um em um pedacinho da vida. Então, tem pessoas que sim vão ter um comprometimento cerebral muito robusto, porque naquele momento, né, faz parte da sua trajetória e vai ser muito difícil uma intervenção ali, né? Mas a a esmagadora maioria de nós, dentro das nossas pequenas questões, pequenas entre aspas, a gente pode sim educar, né, a forma de pensar, a gente pode, se valer da oração e da vigilância, como de outra maneira vocês já trouxeram antes. Então, me parece que é fundamental nós lembrarmos que a gente eh não pode negar, como, né, o Thago trouxe ali, mas também não pode se deixar levar de alguma maneira por esses esses momentos onde as fixações eh cerebrais vão se se colocando para que a gente não vá sendo vítima das nossas próprias escolhas. E aí depois fique realmente nessas questões de de obsessão dos irmãos que que se aproximam até chegar em questões de fascinação. Então, se por um lado, né, a gente não pode reduzir e dizer que sempre é possível alterar, por outro lado, a gente tem que ter consciência que sim, na maior parte das vezes nós podemos, né, primeiro através da oração, seja intervenções de de outras pessoas por nós, quando nós estamos, né, realmente muito embebidos ali um padrão vibratório, mas sempre é possível fazer algo, né? Então, a gente também tem que que ter essa consciência e responsabilidade de que toda fixação indevida, né, ela começa conosco, né? E a gente precisa também eh procurar o máximo, se esforçar o máximo para sair desses padrões que que a gente foi eh adquirindo, né? Não sei se vocês vêm assim e eu sempre, né,

ela começa conosco, né? E a gente precisa também eh procurar o máximo, se esforçar o máximo para sair desses padrões que que a gente foi eh adquirindo, né? Não sei se vocês vêm assim e eu sempre, né, gosto de deixar muito claro que não existe o sempre e o nunca, né? A gente sabe que existe uma grande complexidade na na vivência espiritual de cada um, mas que a gente se responsabilize também por essa educação e essa busca de de pensamentos edificantes, como também vocês estavam trazendo, né? Eu me lembro quando eu era estudante de psicologia, que eu tava com dois estágios e tinha uma vida muito corrida porque era longe um estágio do outro, mais na faculdade. Então, e eu comecei a fazer uma rinite alérgica. E aí eu fui na casa espírita e uma entidade, né, que de me falou: "Meu filho, eh, por que tu tá colocando no corpo, né? não coloca no corpo. E eu fiquei pensando, meu Deus, como é que eu vou fazer isso, né? Né? É. Eh, então, de uma certa maneira, além do corpo ser um reflexo do espírito, tem um lugar que o corpo ocupa também enquanto eh deslocamento das nossas coisas pro corpo. Talvez ele quisesse dizer: "Olha, se tu fizer consciência e ser mais cuidadoso contigo e pegar para ti e olhar para isso, tu vai colocar menos no corpo." entende? Não deixa pro corpo que pode ser teu, né? Então, e aí eu vejo o quanto realmente o corpo também é um lugar da alma expressar suas fantasias e como nossa alma carrega um monte de dor, de medos, de emoções e que por a gente não olhar aparece quando o corpo demonstra, sinaliza alguma coisa. E isso é muito fácil a gente ver isso. Uma pessoa tem uma dor do braço, ela já pode pensar em um ataque cardíaco, né? E fica começar com receio, começa a ter um tremor. Ah, será que eu tô com parkson? Esqueci, será que eu tô com a Alzheimer, né? Eh, eh, tem uma um sinalzinho na pele, já começa fantasiar que tá com câncer. Então, como tem questões que que são nossas, né, que a gente pega carona no corpo e que representam justamente isso que a Joana

h, tem uma um sinalzinho na pele, já começa fantasiar que tá com câncer. Então, como tem questões que que são nossas, né, que a gente pega carona no corpo e que representam justamente isso que a Joana tá falando aqui, né, essas tendências dominadoras, esses impulsos e emoções não trabalhadas, que se tornam pensamentos, né, obsessivos, mas que ficam muitas vezes escondidos e que emergem de uma hora para outra. Nesses momentos que a gente tá, digamos assim, despreparado, né, em situações inusitadas, onde a gente é desprevenido, a gente não perde o controle, daí aparece esse tipo de, né, e e então é bem interessante isso, né, nesse jogo aí e que de uma certa maneira tem relação também com os obsessores espirituais, né, de uma certa maneira, se a gente é um hospedeiro, né, né? Como é que a gente hospeda, né, as nossas questões no corpo, como é que a gente hospeda também a mente dos obsessores que encontra em nós os meios para nos ferilizar esses meio e nos assaltam e nos coloca em situações inesperadas, espontâneas, aonde abre brecha para aquilo que tá mal resolvido em nós, na verdade, né? daquilo que tá mal trabalhado em nós. Então eles nos apontam a aquilo que em nós é frágil, não é reconhecido, o que tá na sombra, o que tá esquecido, o que tá reprimido. E aí, esse é o grande jogo que acontece nesses momentos, >> talvez, né, Gelson, os esses irmãos que nos perseguem por relações e atos passados que criaram discórdia, conflitos, eles chegam a ser quase benfeitores, porque às vezes vão apontar em nós as nossas feridas mais difíceis, as nossas dores mais delicadas, que talvez nem os nossos eh anjos protetores, os nossos espíritos protetores apontariam para nós. O que é interessante a gente pensar e eu gostei de uma palavra que tu usou, querida, foi assim, responsabilidade. Filosoficamente, a proposta psicológica da mentora, ela traz necessariamente uma ideia de uma autorresponsabilidade perante todos esses cenários que temos conversado no curso os meses em torno do que ela nos traz de conteúdo teórico e

ógica da mentora, ela traz necessariamente uma ideia de uma autorresponsabilidade perante todos esses cenários que temos conversado no curso os meses em torno do que ela nos traz de conteúdo teórico e reflexivo. É uma ideia de que nós precisamos nos apropriar deste lugar e temos que lidar com isso, com, né, com com galhardia, com coragem, com cuidado. Mas me vem muito a ideia de uma responsabilidade, porque assim, quando eu faço bem alguém, quando nós cuidamos dos nossos filhos, os nossos sobrinhos, quando eu digo alguém que eu amo essa pessoa, quando eu abraço alguém, quando eu ofendo alguém, quando eu machuco alguém, quando alguém vem e me fere, todo ato da alma representa uma espécie de uma construção de um cenário imagé. ético, muito preciso do que foi um evento, seja ele positivo ou negativo. E essas imagens vivas permanecem conosco. Está aí, na minha opinião, a maior representação de como que a lei divina inscreve em nós a necessidade de termos que lidar com as nossas próprias escolhas. às vezes um ato de muita maldade naquele momento, o indivíduo que praticou, ele pode conduzir aquilo de uma maneira em que ele não imagina o que a vida vai convocar ele, ter que lidar com isso. Eu acho que em torno desses cenários de histórias partilhadas, sejam histórias felizes ou no caso as histórias de dívida, de sofrimento, e que almas passam a se perseguir, passam a buscar, né, a revanche ou a sua própria vingança, são por meio dessas imagens comuns, dessas experiências que essas almas conseguem se reatrair. Então, às vezes a gente vê lá no livro do Marfan de Miranda ou nas obras do André Luiz, o espírito dizendo assim: "Ele tá escondido nesse outro corpo aqui, mas eu achei ele." Que fila é esse que conecta? é a psique. São essas representações e que por uma sintonia comum em torno de uma experiência eles acabam se reencontrando. a ideia de que nós não podemos subestimar o impacto da complexidade do que são os processos obsessivos, mas é aquela história, se alguém vem e

em torno de uma experiência eles acabam se reencontrando. a ideia de que nós não podemos subestimar o impacto da complexidade do que são os processos obsessivos, mas é aquela história, se alguém vem e de alguma forma se conecta a nós, é porque existe alguma coisa ali substancial e significativa que nós precisamos olhar para que a gente possa cuidar, para que seja um processo de cuidado de mim e libertação desse outro também que pode permanecer numa ignorância. Mas para nós temos nossos amores, desamores, afetos e desafetos, se a proposta de mais consciência, que é de enfrentarmos nossas consciências, esses enfrentamentos diante das nossas próprias dores e diante daquilo que nos chegam a nós, ele é inadiável e é parte de um processo também educativo e de um processo de cuidado individual e múo. Então, acho que educar-se por excelência é conhecer-se. Quem não conhece vai permanecer por muito tempo em processos, né, que se vinculam a essas questões tão difíceis. Me recordo há uns 20 anos, trabalhávamos numa casa espírita e vi um senhor que ele já tava com a gente há 2 anos e ele não mudava a atitude dele. Era um processo grave de obsessão espiritual. havia orientações para que ele trabalhasse o perdão a si, perdão a quem fazia aquilo, mas ele não mudava, não mudava, não mudava. A ponto, amigos, que ele tinha uma deformidade ocular, o olho era meio caído, que ele não tinha antes do processo. E aí foi curioso que reencontrá-lo muito tempo depois são, ele me viu, me cumprimentou, não tava mais comformidade no tava pacificado. Não sei qual foi o caminho dele, mas foi um caso que me chamou atenção diante de que em algum momento essa engranagem, essa captura, esse engate, ele foi rompido e ele tava saudável. Então acho que ele encontrou um caminho de conciliar-se, um caminho de conciliação com esse que perseguia, né? É, é interessante que a Jana coloca que algumas doenças físicas são despertadas, né? São eh surgem, né? são desencadeadas, eh, claro, eh, por por justamente pela

onciliação com esse que perseguia, né? É, é interessante que a Jana coloca que algumas doenças físicas são despertadas, né? São eh surgem, né? são desencadeadas, eh, claro, eh, por por justamente pela sintonia com essas mentes obsessivas. Então, já traz dentro de nós aquela predisposição, né? E aí, eh, a ação obsessiva dessas mentes que estão ligadas a nós pelo passado, né? Pessoas que estão vinculados eh emoções fortes, a gente tá vinculados de maneira vez muito estreita esses espíritos. E justamente por essa imantação e esse vínculo que nos que nos aproxima deles, a gente acaba por culpa, por reflexos internos, abrindo espaços para desencadear processos também, não só mentais e emocionais, mas também orgânicos, né? Então, algumas doenças físicas vê são emergem a partir também desses processos subsessivos e espirituais, né? Então isso é interessante ver como uma coisa não tá separada da outra, o que que é espiritual, o que que é material, né? Eh, tá tudo muito integrado nessa dinâmica toda. >> São exemplos bem eh interessantes do quanto o corpo acaba sendo uma fotografia instantânea ali da realidade espiritual, né? Eh, no exemplo do Thago, uma fotografia realmente instantânea, que daí depois já mudou até a parte física e e isso trazendo paraas obsessões. Eh, também a gente vê às vezes as pessoas em um processo obsessivo, mesmo que momentâneo, chegam a a mudar as feições, né? e daqui a pouco, com um um tratamento ali de desobsessão, né, na no momento, já voltam a ter outra outra feição. Então, isso fala muito a respeito da questão de que é o espírito que tá no comando ou no descomando, né? E o quanto é importante realmente a gente ter essa eh essa atitude de oração, de vigilância e de entendimento que existe uma parte, volta à questão da responsabilidade, né, Thago? uma parte que cabe a nós. Nós não estamos sozinhos, nós temos o auxílio, nós podemos não entender muitas coisas, mas as questões que ocorrem ali, elas estão de alguma maneira nos auxiliando a seguir em frente, mas parte é a

s. Nós não estamos sozinhos, nós temos o auxílio, nós podemos não entender muitas coisas, mas as questões que ocorrem ali, elas estão de alguma maneira nos auxiliando a seguir em frente, mas parte é a responsabilidade nossa de procurar realmente eh se relacionar melhor com o próximo, conosco. Se se nós vamos na casa espírita e e a gente sempre é auxiliado ali, muitos de nós a gente sai daquele período de desobsessão, já acha que tá tudo bem e volta aquele padrão anterior, né? E aí depois diz que a casa espírita não deu certo. Então a a responsabilidade junto com essa esse entendimento de que Jesus nos ama, mesmo a gente, né, fazendo um monte de coisa, né, ainda se atrapalhando, é uma dinâmica que deve estar sempre presente, né? se por um lado, o amor incondicional do pai, por outro a nossa responsabilidade com com a nossa trajetória nas nessas questões. >> Até porque essa responsabilidade também é um exercício de amor por nós mesmos, né? Não só Deus nos ama, nós também que temos que nos amar verdadeiramente, né, Guadalupe? E aí eu vejo realmente >> eh todo esse movimento que a prefeitura tá colocando do adoecimento e do confronto obsessivo é justamente de lançar luz da nossa escuridão, né? Ou seja, é um um movimento que força a gente parar e fazer consciência. Então, eh, eu vejo tanto no na doença como na obsessão uma forma de encontro, né? Porque a gente tá falando da circularidade da alma, né, onde ela se volta para suas ter os seus temas principais, né? Então, a ideia obsessiva é que tem alguma coisa que tá preso lá, né? Então, em algum momento, tu vai ter que parar e fazer esse encontro e olhar o que que tá latente em mim, o que tá latindo, o que tá me chamando atenção, o que que de uma certa maneira eu repito como uma forma de encontrar um sentido, um aprofundamento em mim mesmo. Então, todo esse movimento aí não deixa de ser uma busca de eh interioridade, né, de de um caminho para fazer vida interior e despertar justamente para essa consciência espiritual e recuperar

m mesmo. Então, todo esse movimento aí não deixa de ser uma busca de eh interioridade, né, de de um caminho para fazer vida interior e despertar justamente para essa consciência espiritual e recuperar os valores da alma e a nossa capacidade, né, de quebrar aquele paradigma ou aquele padrão antigo em favor de uma nova possibilidade de atitude, de descoberta de nós mesmos, né? E aí mudar nosso estilo, nosso jeito de ser, que se reflete na forma de pensar, de sentir e de lidar com a vida e de lidar conosco mesmo, né? Então, então tudo isso vai quebrando com os status endurecidos do ego e, né, com o Thago falou desse senhor, né, que repetia, repetia o padrão e não mudava, né, mas em algum momento esse padrão endurecido foi mudando, né, né? eh aquele pinguinho d'água, né? Tanto tanto bate que um dia fura, né? Né? Então, eh, às vezes são gotinhas, né? Mas que são constante, vai ter um efeito em algum momento em nossa vida. E essa então é uma proposta muito positiva que que Joana nos coloca aqui, que é realmente eh o caminho, né, para um mundo de felicidade, né, aquela ponta da qual todos nós podemos construir em redor de nós mesmos em relação também ao nosso futuro. >> Só compartilhar com vocês que ela termina. Interessante como ela termina esse item. ela recupera ideias de saúde e fala que a saúde exige cuidados específicos. >> Então ela retoma a ideia. Estamos falando de adoecimento, de processos que acontecem dentro de nós. A, o fruto, o fruto, os frutos maus são às vezes escolhas que tomamos e que se plazam na corporeedade com adoecimento ou por meio de distonias ou conflitos de ordem psíquica. Ela torna mais complexo o cenário trazendo esses irmãos que pela te das conexões se vinculam a nosso processo obsessivos. Ela diz: "Vocês tem que continuar buscando saúde. Apesar disso tudo, continuem buscando saúde." Por que que é importante para mim esse ponto aqui no sentido filosófico da da questão? Porque o pensamento cristão, amigos, o curso da história, ele foi muito guiado por uma

continuem buscando saúde." Por que que é importante para mim esse ponto aqui no sentido filosófico da da questão? Porque o pensamento cristão, amigos, o curso da história, ele foi muito guiado por uma teologia de cativeiro. Se tu sofre, chore aí, permaneça nesse lugar. psicológico, né, aguardando passivamente um caminho de resolução dos seus dramas. Mas é uma ressignificação, pensando uma teologia mais libertadora, que tem a ver com a perspectiva que ela traz aqui. Apesar destes cenários, nós precisamos sim construir saúde. Nós precisamos construir mais consciência. Nós temos que ter vidas mais cuidadas para si e cuidadas socialmente. Então ela retoma uma ideia que eu acho que é importante que ela é realista. Às vezes a saúde que desejamos, talvez nós não vamos encontrar fisicamente nessa encarnação. Talvez as condições ainda em certas injunções de necessidades reencarnatórias não permitam que você sinta a saúde como você consegue representar no seu alcance, mas em algum momento você terá essa saúde, seja percebendo e sentindo ela espiritualmente, tendo sustentado as lutas, suportado, né, as dificuldades e crescido, amadurecida emocionalmente, eh, e espiritualmente, mas que o corpo, então, Então é esse instrumento e como tem entre a terra e o céu de André Luiz, é um carvão milagroso que plasma na corporeedade as necessidades que a alma precisa. É como se trouxesse esses registros do passado e fossem mantando na constituição do novo vaso. Está ali representad alma precisa. Então amigos, saúde por excelência que a gente faça nessa parte, né? >> Muito bem. Nós estamos no final do nosso programa de hoje, nosso estudo de hoje, né? E queremos já deixar o convite, então, pra gente no próximo encontro trabalhar o capítulo dois, adentrar capítulo dois, que é o significado do ser existencial. Então, agradeço ao Thago, a Guadalupe pela presença e convido a todos a estarmos juntos novamente no próximo encontro. Um grande abraço, até a próxima também. Que Jesus nos abençoe.

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