T5:E07 • Momentos de Consciência • Maturidade e Consciência

Mansão do Caminho 30/01/2025 (há 1 ano) 58:05 185 visualizações

Em mais um encontro desta série de estudos, Gelson Roberto, Adriana Lopes e Guadalupe Amaral abordam dois temas que caminham juntos em nosso crescimento evolutivo. Neste capítulo interessante, a mentora e autora espiritual da série psicológica se aprofunda ainda mais na temática que, indiretamente, já vinha trabalhando desde o início, quando ela compara e diferencia esses tópicos que, em algum momento, se equivalem. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #MomentosdeConsciência #Maturidade

Transcrição

meus amigos meus irmãos bem-vindos a mais esse momento especial junto ao estudo da benfeitora sobre suas obras psicológicas Estamos estudando momentos de consciência hoje especial o capítulo sete maturidade consciência junto com Adriana em Guadalupe bem-vindas também abraço a todos e vamos começar então trabalhar né já de imediato esse capítulo que é um capítulo que me parece interessante já que maturidade e Consciência em algum sentido se equivale né quando gente fala em consciência de uma certa maneira Isso me lembra eu associe a ideia de maturidade e falando em maturidade Eu também associo a ideia de consciência como é que você vê essa proposta do capítulo 7ete da prefeitura Olá esse é um capítulo interessante um capítulo profundo um capítulo que indiretamente Joana vem trabalhando desde o início da série e parece que aí nesse momento ela então se dedica né a aprofundar um tema que de certa forma ela já vinha trabalhando né Eh de uma de uma forma ou de outra ela ia pontuando e agora ela faz né como se fosse essa comparação né e o diferenciação em que esses dois pontos se interligam né então é um tema eh que inquietante e ela começa dizendo né que a consciência atinge a plena Conquista quando o ser amadurece então ela vai tá falando dessa questão né O que seria o homem imaturo indivíduo imaturo e a importância desse processo da consciência inclusive na na conquista dessa maturidade psicológica né alguma coisa guardalupe para começar o nosso Tudo sim eu eu gostaria de de começar trazendo eh essa reflexão dentro do capítulo de que caminham juntos maturidade e consciência eh mas que a gente tem que ter essa percepção porque o nosso organismo o nosso corpo né enquanto encar ados ele passa pela infância pela adolescência Juventude eh adultez e e a idade mais né madura velice mas não necessariamente os graus de consciência acompanham e ela vai trazendo um pouco isso então eh não é não é uma questão puramente biológica pode existir esse esse corpo né esse espírito que o corpo amadurece mas de

ente os graus de consciência acompanham e ela vai trazendo um pouco isso então eh não é não é uma questão puramente biológica pode existir esse esse corpo né esse espírito que o corpo amadurece mas de forma alguma a consciência acompanha então tem também essa relatividade quantos adultos não ficam na infância psicológica né então não é não é tão eh linear e e isso é interessante porque ela mesmo vai trazendo aqui com outras palavras eh o quanto existem pessoas muito jovens com uma maturidade de consciência muito interessante e outras já com um corpo né Maduro e uma consciência extremamente infantil Então isso que eu gostaria de destacar num primeiro momento é eu acho bem importante isso né Guadalupe já que a gente também tem um corpo psíquico né Assim como tem um corpo físico existe um corpo psíquico que que é determinado pela imagem que compõe Nossa identidade egóica né então esse corpo psíquico tá muito ligado ao ego que é a imagem que nós temos de nós mesmos e claro do ponto de vista da estrutura da personalidade existe elementos que vão sendo coagulados né que vão se cristalizando como traço da nossa personalidade que pode ser melhor elaborados ou não né Eh pode estar comprometido com conflitos com questões e núcleos emocionais pouco trabalhados ou em conflito e que vão estruturar imagens negativas então isso de uma certa maneira a gente vai carregando com a nossa vida então eu fico pensando que essa proposta de consciência e maturidade eh envolve o o ego mas justamente Tá além do Ego porque a gente pode trazer uma ferida egóica né e e ser maduro mesmo assim né ter algum traço de personalidade mais frágil ou mesmo complexo mas de uma certa maneira uma certa dimensão espiritual de valores que mesmo carregando aquela característica emocional Não muito bem elaborada eh acentua né um grau de responsabilidade de consciência diante do meu dever dos valores da vida mesmo que eu tenha um uma perna capenga né puxando uma perninha ou mutilado emocionalmente de igual maneira porque

né um grau de responsabilidade de consciência diante do meu dever dos valores da vida mesmo que eu tenha um uma perna capenga né puxando uma perninha ou mutilado emocionalmente de igual maneira porque também tô assimilando elementos do meu passado quando gente vai ver também no no próximo capítulo capítulo oito né então de uma certa maneira acho que tem duas coisas tem coisas que realmente são na estruturação do Ego e tem muito a ver com a infância e tem isso que a Jona coloca né que todos os estágios são desafios de maturidade são oportunidad de fazer consciência então cada momento da vida é um convite para evoluir para crescer para amadurecer e para fazer consciência então de uma certa maneira mais do que estágios de fixação emocional eh cada desafio cada etapa ativa de novo o arquétipo do Herói como um desafio e superação aonde a gente é tomado por medo fragilidade ou ou em algum em algum aspecto algum algum elemento em nós que tem que ser superado também não só superação da vida mas a superação de de nós mesmos e nesse nessa ativação do arquétipo do Herói nós somos convidado a se transformar né então cada etapa me parece que é um embate que pode favorecer a reforçar certos padrões infantis ou superar ou enfrentar elementos que até agora não apareciam né parecia que ia estava indo muito bem na minha vida e de repente numa fase parece que eu regrid puxa eu era tão forte tão capaz mas por quê Porque eu me deparei com algum elemento novo que eu não tinha acesso antes e que me fez contatar com uma natureza menos madura ou menos elaborada dentro de mim então essa questão da consciência da maturidade ela é muito complexa né e aqui ela vai dizendo né esse amadurecimento é o resultado de um contínuo esforço em favor do autoconhecimento e da coragem para enfrentar-se trabalhando com esforço íntimo as limitações e os processos infantis que neles predominam Então esse indivíduo maduro é o indivíduo consciente de si que ele vai trabalhando as suas limitações e os processos

hando com esforço íntimo as limitações e os processos infantis que neles predominam Então esse indivíduo maduro é o indivíduo consciente de si que ele vai trabalhando as suas limitações e os processos infantis que ele vai encontrando em si que predominam né na sua psique então é necessário o autoconhecimento E aí a gente vê a importância do autoconhecimento né É que esse autoconhecimento a partir do momento que ele vai se deparando com essa criança ferida que vai se deparando com essa criança que quer tudo para agora né com esse imediatismo que muitas vezes a gente ainda tem do ser imaturo né a partir desse autoconhecimento e a coragem para ele se deparar e enfrentar as questões da vida sem usar tanto mecanismo de defesa mecanismo de fuga em que a pessoa tem medo né o indivíduo imaturo ele foge para não enfrentar as dificuldades que a vida vai oferecendo né então é é importante a proposta que ela vai fazendo nessa correlação onde ela vai trabalhando maturidade consciência e esse processo do conhecimento né consciência de si a consciência de si vai facultando que ele tem a consciência do outro também é interessante né Adriana acho que bem importante isso tá colocando que o acento da maturidade e ou da imaturidade não tá nas limitações e nos processos infantis que a gente traz mas sim o acento que ela coloca é na capacidade de se autoconhecer de se confrontar consigo mesmo e na coragem desse enfrentamento então eu posso ter limitações mas se eu tiver Justamente esse autoconhecimento e a coragem de levando o meu processo então eu tô num processo de maturidade mesmo agora se eu abdico dessa coragem e evito me autoconhecer daí me parece que que a imaturidade se apresentou a a a maturidade ou imaturidade para mim tá justamente nessa atitude do Ego né autoconsciência autodescobrimento autoconhecimento e a coragem e não tanto nas limitações que a gente carrega Ela traz como um processo complexo Como já foi falado aqui e acidentado eu acho interessante isso porque é é daí como a gente em outros

mento e a coragem e não tanto nas limitações que a gente carrega Ela traz como um processo complexo Como já foi falado aqui e acidentado eu acho interessante isso porque é é daí como a gente em outros momentos já conversou é desse atrito é dessa é é de todo esse movimento da vida que vai V vai vindo essa oportunidade de na criação da consciência né A maturidade vir junto e E sobre isso que eu fico pensando é o quanto o exemplo de de de algumas pessoas assim que a gente conhece é importante porque a gente vê que quem entende isso Lembrei de de Francisco de Assis que a gente né Tem tem se envolvido bastante e Divaldo que tanto nos traz isso também nas suas falas quem vai entendendo isso vai entendendo que que vai integrando as suas partes eh vai integrando o lado Alegre espontâneo da criança não nega ele né não não tem a ver a a alegria com a imaturidade vai integrando aquela garra vai integrando aquela força da Juventude né aquela vai integrando um tanto de de estabilidade de Lucidez da da adultez vai vai integrando as partes não vai negando então o o ento psicológico tem a ver também com com ir eh acolhendo todas as partes e não as negando e isso é bem interessante para que não se fique com aquele aspecto de que isso tá ligado com com uma uma uma uma Persona né mais sisuda mais não né Tá ligado também com a leveza tá ligado justamente com com pelo trabalho do autoconhecimento entender e permitir e amar o outro como o outro é então então isso acho muito interessante para que não se crie uma Persona madura e sim realmente venha do do autoconhecimento desse trabalho que vocês estão trazendo porque vem vindo tudo junto né Vem vindo transformado Vem vindo se transformando Mas vem vindo tudo junto e alegria leveza faz parte da maturidade né Por que não seguindo esse raciocínio né Guadalupe Ela diz que os atavismos infantis que impedem o amadurecimento psicológico encarregado do discernimento são também responsáveis pela insegurança e levando acumular coisas e cuidar do Ego em detrimento da

diz que os atavismos infantis que impedem o amadurecimento psicológico encarregado do discernimento são também responsáveis pela insegurança e levando acumular coisas e cuidar do Ego em detrimento da identidade Total então quando a gente vê esse processo do indivíduo imaturo Então não é somente né o comportamento da criança por isso que ela fala né imaturidade psicológica não é a criança da fase eh da fase infantil da vida né mas é Esse aspecto infantil psicologicamente falando que a pessoa vai eh pela insegurança que ele tem muitas vezes e esse uso exacerbado dos mecanismos de defesa ele Vai acumulando coisas né ele vai eh indo eh por aquilo por isso que eu digo que ela vai trabalhando esse tema de forma indireta em muitos momentos da série psicológica quando ela vai trabalhar o ter em detrimento do ser então o ser que ainda está buscando o ter para para para se sentir reconhecido e amado né Ele é um indivíduo imaturo então Eh esse tema ele vai passando indiretamente por todos os temas que ela trabalha quando por exemplo ele começa a cuidar do Ego em detrimento dessa totalidade né então é isso que é importante a gente tá fazendo esse discernimento né e atavismos infantis então vida após vida gente a gente repete esses comportamentos ainda infantilizados diferente desse aspecto saudável da criança que Jesus mesmo coloca deixar vir as min minhas criancinhas que são delas o reino dos céus então o aspecto da criança na nossa vida é é importante mas não essa criança birrenta que quer as coisas pro aqui agora que quer né o ter em detrimento do ser que exige ser amada que exige eh e não dá nada né é interessante né realmente ela vai reforçar isso muito bem no início do capítulo ela vai vai vai colocar Exatamente isso né que a imaturidade psicológica não se restringe ao período da da da infância né até porque essa coragem que ela coloca também no início é muito de dessa abertura para o desafio da vida que cada estágio cada fases vida exige um tipo de aprendizado né então eu

da da da infância né até porque essa coragem que ela coloca também no início é muito de dessa abertura para o desafio da vida que cada estágio cada fases vida exige um tipo de aprendizado né então eu posso ser maduro numa área da minha existência né e ser imaturo em outra eu posso ser maduro Em algum momento da minha vida em outro momento sem imaturo então de uma certa maneira a gente tem que também considerar que nós temos vários eus dentro de nós várias personagens com várias eh várias capacidades e várias limitações ao mesmo tempo conforme o que tá sendo ativado dependendo do momento de vida estado de vida vai ter um um conteúdo emocional e um funcionamento ligado aos elementos que estão sendo mobilizados ou em psicologia chama de constelados que vão revelar a minha habilidade ou fraqueza a minha capacidade de de de enfrentar ou não ah se tem algum nível emocional mas imaturo né ou se eu tenho condições de me movimentar de maneira mais eh rica em relação à aquela experiência então de uma certa maneira a Joana vai colocando que esse aprendizado se faz a todo momento até chegar no quê na individuação então de uma certa maneira quando ela começa a falar da maturidade psicológica ela quer chegar na ideia desse indivíduo que vai viver sua individuação e que ela cita aqui a individuação e traz o conceito um primeiro conceito sobre individuação que de uma certa maneira ela vai retomar ao longo da série psicológica e esse primeiro conceito aqui diz individuação é o momento que o espírito comanda e a a matéria e o psíquico mantém-se em harmonia com o físico olha só que interessante então a individuação eu tomar consciência do que eu vim fazer do meu projeto reencarnatório que eu sou um espírito e realmente eu tô no comando da minha existência me reconhecendo nessa dimensão que não é nem as limitações da minha subp personalidade as fantasias do contexto de vida da qual eu vivo né num tal ambiente numa tal família num tal corpo numa tal realidade Econômica numa tal cor de pele tudo isso são elementos

a minha subp personalidade as fantasias do contexto de vida da qual eu vivo né num tal ambiente numa tal família num tal corpo numa tal realidade Econômica numa tal cor de pele tudo isso são elementos que me compõe enquanto exercício mas eu não sou isso então a individuação e essa consciência é tu poder realmente transcender também a isso né e de uma certa maneira criar esse diálogo que é harmonizar que equilibrar a realidade material com a realidade espiritual então o jo tá propondo isso né e enquanto o o Espírito ela diz ele é o agente da vida e dele procede todos os valores que são ou não são considerados ao longo da experiência corporal Então até que ponto eu fazer uso desse valor tem que P então de uma certa maneira eu tô também exercitando o quê o meu livre habito tando opções a partir da Minha Essência espiritual opções e trabalhando todas essas questões do egoísmo né quando ela vai trazendo ali a a questão de quem ama com amadurecimento quando ela diz planifica com a felicidade do ser amado e beneficia-se pelo prazer de amar ela traz isso em em detrimento em comparação eh do amor então egocêntrico e ambicioso infantil da criança quando tem a posse não doa e tem exigência Então ela traz muito também essa questão desse aprendizado né outro assunto que eu acho que que Em outro momento a gente vai abordar ainda nesse livro mas que como Adriana tava falando que se interpõe muito se entrelaça muito a esse é a responsabilidade né A A A maturidade tá muito ligada à questão da de entender o que é responsabilidade do ponto de vista egóico e e espiritual porque isso também tem muito a ver com as escolhas né e depois mais no final desse Capítulo de outra forma desse que a gente tá vendo hoje de outra forma ela Ela traz isso também então realmente né Adriana tu tava falando e eu e eu estava pensando assim o quanto vão se entrelaçando Gelson trouxe a questão da individuação aqui abertamente né de eh citada por ela eu eu vejo muito a questão da responsabilidade também e e de toda essa

tava pensando assim o quanto vão se entrelaçando Gelson trouxe a questão da individuação aqui abertamente né de eh citada por ela eu eu vejo muito a questão da responsabilidade também e e de toda essa questão do Ego e da parte da infância então é um é um capítulo que traz muitas reflexões em muitas em pouquíssimas páginas E e essa questão da responsabilidade e maturidade me parece muito entrelaçada igualmente E aí ela vai est falando da questão da vontade do esforço né quando ela vai dizendo em seguida que o mecanismo Olha o mecanismo para o amadurecimento então nós temos um mecanismo interno que nos faculta a essa Conquista né esse desenvolvimento Então esse mecanismo expressa-se de maneira natural aguardando que a vontade e o contínuo esforço para o reconhecimento das debilidades físicas emocionais e outras facultem o ânimo para corrigi-las e superá-las então o quanto a consciência é um fator primordial para que a gente possa Então tá conseguindo essa maturidade porque é essa consciência que vai fazer esse discernimento né O que é importante né separar o joio do trigo que é meu o que é o que eu devo manter o que eu devo corrigindo educando não é excluir escamotear e reprimir não é é conscientemente pela minha vontade e o esforço olhar essa limitação física e emocional e e psicológica psíquica e abraçar isso e com amor e ir transformando né Isso é maturidade a saber ok é meu eu me lembro que uma vez eu tive um sonho que nasciam duas coisas assim aí eu mexia na placenta e eu olhar para duas melancias tudo troncha assim tudo torta né aí eu olhava assim abraçava e falava Ah é feio mas é meu aí eu acordei e falei é isso que é né você olhar essas coisas que ainda são feias mas que são nossas e que devem ser abraçadas com amor e integrando para corrigir e superar Então isso que é a maturidade saber que eu sim sou um ser em desenvolvimento um ser em evolução portanto eu vou errar eu vou sentir raiva vou sentir uma série de sentimentos humanos e aí com isso eu posso superar E aí ela Traz logo na

r que eu sim sou um ser em desenvolvimento um ser em evolução portanto eu vou errar eu vou sentir raiva vou sentir uma série de sentimentos humanos e aí com isso eu posso superar E aí ela Traz logo na sequência uma coisa interessante que ela traz as funções psíquicas né porque o Jung quando vai trabalhar as funções ele escreve um livro enorme bem grosso que chama os tipos psicológicos E ele fala isso daqui né que nós temos quatro funções psíquicas né pensamento sentimento intuição e sensação E aí ele vai trazer que normalmente um é consciente outro é inconsciente E aí vai trabalhar todos os tipos que T né como eles se colocam e aqui ela vai dizer que o indivíduo maduro é aquele que consegue equilibrar Essas funções ou seja essas quatro funções T que estar num equilíbrio né Eh E isso se a gente pensar né Guadalupe Gelson só Jesus eu acho que no planeta conseguiu isso né porque nós quando muito temos consciência que às vezes nem sempre a gente fica até em dúvida Nossa mas o meu tipo é pensamento é sentimento como é né Eu sou extrovertida esse é mais fácil né o extrovertido introvertido é mais fácil mas as funções mesmo é difícil porque por exemplo o médium tem muito da intuição desenvolvida Mas será que ele é intuitivo ele é tipo sensação né porque nós temos funções Racionais né que vão apercebendo a realidade essa essa essa realidade ela pode ser percebida pelos cinco sentidos ou ela pode vir por uma via inconsciente que é que é a intuição né então quando ela é eh adinda pelos sentidos e é o tipo sensação e normalmente esse tipo sensação ele tem inconscientemente o tipo intuitivo então Se a gente pudesse aprofundar isso a gente ia falar aqui o resto da noite né Porque o Jung trabalha essa teoria dos tipos eh muito densamente e ele traz lá né desde a da da antiguidade teorias que trabalhavam essas classificações Não no sentido de rotular um ser mas para entender como que a gente funciona né E aí aqui eu achei muito interessante ela trabalhar na questão da maturidade as funções

trabalhavam essas classificações Não no sentido de rotular um ser mas para entender como que a gente funciona né E aí aqui eu achei muito interessante ela trabalhar na questão da maturidade as funções psíquicas né que que vocês acharam disso eh eu acho que esses dois parágrafos Adriana que tu citaste eh eh Central aqui no Capítulo e muito importante esse primeiro que tu leu antes né que fala da da da da da vontade e do contínuo esforço eu acho o bonito da benfeitora que ela dizer olha existe dentro de nós de cada ser humano um movimento natural então a a alma quer se revelar é da natureza da Alma pelo concurso da lei da evolução chegar o rio do o rio chegar ao mar né o morr natural da vida nos concorre em benefício da nossa realização Então ela fala assim eh que esse mecanismo de amadurecimento se expressa de maneira natural ou seja a a nossa natureza ela é boa porque ela tá ela tá ela a gente é filho de Deus então a nossa essência ela anseia novamente para reencontrar Deus de uma certa maneira toda a lei Divina nos impulsiona para nosso crescimento Então existe esse processo favorável ao ao AM crecimento o que que o que que que que necessita daí aquilo que tu justamente explicaste né aguardando a vontade e o esforço pind um esforço né E aí essa vontade e esse esforço ele começa a partir de um lugar que sem isso não existe maturidade que é as melancias que tu falaste o reconhecimento das nossas debilidades ou seja se a gente se gente não conseguir partir desse encontro dessa reconciliação comigo mesmo na medida que eu possa me enxergar verdadeiramente me aceitar e aceitar não quer não querer compactuar com meus erros mas poder reconhecer que a minha dimensão o tamanho da minha perninha o tamanho do meu passo para que eu possa partir disso então começar a compor né e e aprimorando ou corrigindo ou elaborando ou transformando né E aí tu cita depois as funções psíquicas que é justamente essa tentativa que J tá trazendo da gente nos nessa totalidade dinâmica que não é só um pensamento que

gindo ou elaborando ou transformando né E aí tu cita depois as funções psíquicas que é justamente essa tentativa que J tá trazendo da gente nos nessa totalidade dinâmica que não é só um pensamento que não é só um sentimento que não é só Sensações que não é Só intuição tu é tudo isso e tu tem que se perceber naquilo que tu se move mais frequentemente que é um dessas mas não esquecer dessas outras que existem dentro de ti então todo esse movimento que ela tá fazendo aqui é de integração realmente né da gente poder de uma certa maneira eh ser antes de ser perfeito então nós temos que ser integrados inteiros verdadeiros e inteiros em nós mesmos Então acho bem importante esses dois parágrafos tava pensando aqui essa questão de da da dos tipos e e a forma como cada um vai se relacionando com com a vida e e também outra outra questão que é interessante trazer para quem tá nos nos escutando é essa vou usar brincadeira mas é é é se se apropriar desse contato com a simbolização né de achar o seu lugar de expressão para que vá por outras também desenvolvendo esses tipos não só a via racional então o Jung trabalha muito isso a Joana também traz essas questões então a gente pode citar coisas mais eh comuns assim a pintura né a música outras trabalhos manuais Mas isso também vai ajudando nesse processo de autoconhecimento onde Aparentemente a partir de uma de algo mais lúdico mais manual o ser espiritual como um todo o ego e o self vai se trabalhando e vai propiciando também que essas personalidades sejam eh Integradas então é algo que tangencia só o que a gente tá falando aqui mas de uma forma importante porque daí é mais importante do que racionalmente querer né evoluir é realmente se entregar e e e dar oportunidade para que a gente conheça outras formas daquilo que está dentro de nós se manifestar para que a gente possa então olhar paraa melancia olhar pro pro arco-íris pro sol para né olhar para para outras coisas que a gente não conhece né porque não dá chance né então é acho que isso também é é interessante

possa então olhar paraa melancia olhar pro pro arco-íris pro sol para né olhar para para outras coisas que a gente não conhece né porque não dá chance né então é acho que isso também é é interessante nesse processo de autoconhecimento porque é interessante né Guadalupe eu vejo muito nos pais né os pais que vêm por exemplo Ah o filho tem uma habilidade em matemática por exemplo então ao invés do pai eh já que ele tem tanta facilidade nessa área Ao invés dele trazer outras áreas que ele tem dificuldade não eles reforçam o que já tem de bom né então eu sempre trabalho no sentido inverso eu falo ok ele já ele é muito bom nas exatas Então vamos trabalhar música Vamos trabalhar futebol né ele já traz a área de exatas muito forte então a tentativa de trabalhar aquilo que ele né que é mais difícil pra criança e aí eu esta pensando quando eu tava estudando o quanto a gente não faz isso com as funções também psíquicas né o tipo pensamento fica muito perdido nos né nessa questão eh de uma função racional de julgamento e ele precisa dar essa abertura para que esse lado né Eh inconsciente possa se expressar e ele perceber Em que momento que isso aparece na vida né E aí ele conseguir eh dialogar com esses outros eus né com esse que a gente tem dentro da gente que é essas outras possibilidades e e na na na vida há uma tendência em reforçar aquilo que a gente já tem de bom e detrimento do que a gente precisa desenvolver e aqui ela trabalha né Se a gente fosse olhar eh nessa questão que o amadurecimento ele requer esse todo harmônico ele quer essa totalidade ele quer que a pessoa caminhe para se tornar inteiro então é importante vermos que nós não temos que nessa Encarnação sermos evoluídos dos como um espírito de luz não isso é Encarnação é importante juntar os nossos pedacinhos e nos tornando inteiros né ou seja trazendo paraa consciência o máximo de eh conteúdos possíveis E aí a única Cola possível é o amor e aí mais para frente ela vai est falando né da importância do amor e que a o amor também tem né em

ja trazendo paraa consciência o máximo de eh conteúdos possíveis E aí a única Cola possível é o amor e aí mais para frente ela vai est falando né da importância do amor e que a o amor também tem né em amor Imbatível amor Ela traz as fases desse amor e aqui ela fala da do do ser imaturo ele ele essa criança psicológica Ele ama naquela primeira fase do amor que a Joana cita lá trás né então ela vai trabalhando essa questão que o amadurecimento psicológico se exterioriza quando se ama quando se alcança esse sentimento ablativo ou seja voluntariamente né demonstrando a libertação da idade infantil então nessa idade infantil o ser ainda está nesse primeira fase do amor que é o amor cêntrico que ele quer ser amado ele quer ser ter todas as suas os seus desejos atendidos agora né hoje E aí ele vai ficando então aqui a gente vê que além da maturidade e da consciência a terceira elemento que tá aí intrincado é o amor né o amor que tá que é ele que vai fazer com que estas partes cindidas do eu possam ser coladas e ser trazidas paraa consciência é interessante que ela começa falando justamente isso né que o o Amancio psicológico se reconhece pela capacidade de amar né por por por Viver o Amor mas da ela vai explicar o que que é isso né porque a gente chama de amor um monte de coisa o apego chama de amor o nosso egoísmo infantil chama de amor o nosso desejo e atração chama de amor então o amor cabe tanta coisa dentro do amor né até porque realmente como tu tá falando né Adriana eu esse estado de amor também difere para cada pessoa né o meu jeito de amar me a minha consciência que seja amor tá diretamente ligado a limitações e a dimensão justamente da minha capacidade e da minha evolução espiritual então claro que esse amor ela Ele vai ter graduações e ela então vai trazendo justamente isso né E que o adulto tem que compreender se espera né que nós adultos possamos sair dessa fase mais narcisista então a gente fala de lado do narcisista que tá lá na criança né No estágio do Narciso primário e

que o adulto tem que compreender se espera né que nós adultos possamos sair dessa fase mais narcisista então a gente fala de lado do narcisista que tá lá na criança né No estágio do Narciso primário e secundário onde ela quer ser investida de afeto no mesmo momento ela tem essa onipotência que tudo é um pedaço dela tudo é ela até ela começar a ser frustrada e que e ter que reconhecer o outro como um objeto importante mas ela ainda quer trazer objeto para as necessidades dela então ela vai ao encontro do objeto mas não para poder reconhecer verdadeiramente o objeto mas para poder convencer o objeto ou cativar objeto para para preencher as os seus anseios então de uma certa maneira o nosso narcisismo é isso a gente ficar preso ainda na nossa inferioridade emocional buscando compensações né e achando que o mundo tem que atender as nossas necessidades que o mundo tem que alimentar não tá nosso Capricho eh ou que a gente é muito importante ou a gente não suporta o valor do outro que o outro é melhor do que a gente então a gente tá ficar sempre nessa autorreferência do Ego e dessa infantilidade emocional de ficar preso em nós E aí juna falou isso não é amor o amor verdadeiro quando a gente consegue sair de si né então Eh e ela vai falar isso né enquanto o amor não sente prazer em doar Ele ainda tá experienciando o período infantil né que gera ciúmes que gera insegurança exigências e assim em diante né que é esse narcisismo egocêntrico né então esse amor amadurecido tu é tu vive também pelo outro e para o outro na felicidade do ser amado do benefício em favor da humanidade na nessa compreensão que eu preciso do outro outro preciso de mim eu começo também fazer um trabalho de cooperação né de poder sair de mim e me realizar também na alegria na felicidade e no bem-estar também do outro então esse eu acho realmente O Grande Desafio da humanidade é é e e interessante que como nos relacionamentos de pares isso é pouco compreendido n mesmo com discursos um pouco mais elaborados e e uma das coisas

eu acho realmente O Grande Desafio da humanidade é é e e interessante que como nos relacionamentos de pares isso é pouco compreendido n mesmo com discursos um pouco mais elaborados e e uma das coisas que se vê quando ela vai trazendo esses nossos aprendizados é que a gente começa conosco vai pra família pros pares e depois e depois claro que né tudo acontece ao mesmo tempo e depois para pro coletivo paraas relações sociais de uma forma já mais amadurecida mas eh vai tudo ficando meio capenga né E E então se eu não trabalho ISO em mim como é que eu vou pro outro e e a a gente vê essas relações tão fugazes tão líquidas como BM mon traz e e outros pensadores E essas eh onde o outro é descartável né então se o outro não não não é quem eu imaginava né se eu me desiluda eu vou então trocando um por outro por um sem perceber que existe ali sempre um fator em comum que sou eu própria e isso não quer dizer que claro que cada né as relações cada uma tem um fim mas essa falta de trabalho consigo mesmo e de perceber no outro essas questões nesse amor infantil eh Demonstra o nível é é uma grande pista para que a gente Descubra o nível de de relacionamento conosco e com o mundo que a gente está né o grau de maturidade e consciência e é interessante que isso é muito disfarçado né Guadalupe muito e é muito complexo porque muita gente diz olha eu me douo tanto pro outro né eu me importo tanto com ele e ele não me reconhece como se o outro fosse egoísta né mas a gente foi ver assim essa doação não é pelo outro é um controle muitas vezes é pro outro dar conta da sua insegurança para Que ela possa de uma certa maneira manter o outro aprisionado nela e não é o melhor pro outro é que ela acha que é importante pro outro então de uma certa forma forma eh a gente se coloca nesse lugar que parece ser muito justo muito adequado muito afetuoso né mas no fundo tá lá o nosso Narciso querendo que onde o outro é um objeto do nosso drama pessoal né e a gente acha que tá fazendo pelo outro mas na verdade tá concorrendo para preencher

ito afetuoso né mas no fundo tá lá o nosso Narciso querendo que onde o outro é um objeto do nosso drama pessoal né e a gente acha que tá fazendo pelo outro mas na verdade tá concorrendo para preencher as nossas necessidades e isso é difícil a gente poder reconhecer é uma frase agora me veio aqui uma frase muito comum dentro disso que tá falando ele ou ela não reconhece o meu valor mas o valor é meu que como que o outro então realmente é um é um discurso né que que que usa de Entrelinhas e de mas é é aquela questão da gente usar o outro de uma forma egoísta e imatura n e aqui ela vai fazendo um parâmetro então né que quem ama com amadurecimento planifica se com a felicidade do ser amado Então não é com a minha felicidade né Guadalupe o meu reconhecimento o outro não me reconhece mas só pelo fato dela amar ela já é feliz porque o outro está feliz né E beneficia-se pelo prazer de amar então a o prazer que ela sente em Sentir o Amor e e e e expandir esse sentimento eh isso já planifica esse ser então ele não espera Retribuição né ele não espera ser amado ele não espera ser recompensado e e e a gente tem visto muito e muitas vezes a gente faz isso né que eh a gente faz o oposto da Oração de São Francisco eu quando tava lendo o texto Eu até me lembrei muito né porque ela diz assim ó egocêntrica e ambiciosa a criança p a posse e não doa exigindo ser protegida e jamais protegendo amada sem saber amar nem como expressá-lo o seu amor é possessivo e se revela no receber e no tomar é exatamente o oposto da oração do São Francisco né enquanto São Francisco fala e e é amando É dando que se recebe é perdoando que se é perdoado e esse essa imaturidade o ser imaturo ele exige ele tudo ao contrário ele quer ser Ele ama quando ele é amado Então se o outro não me ama eu não amo mais mas então é amor isso então pra gente ir pensando né onde é que eu estou nessa nessa nesse sentimento e por isso que ela vai dizer que de uma certa maneira quando chega Nessa estag de maturidade do amor tu

ntão é amor isso então pra gente ir pensando né onde é que eu estou nessa nessa nesse sentimento e por isso que ela vai dizer que de uma certa maneira quando chega Nessa estag de maturidade do amor tu compreende o que é ser livre né que é liberdade porque tu se torna livre porque tu não depende do outro nem exige do outro e deixa também o a pessoa ser livre também então de uma certa maneira esse amor Ele não cria a arras ele não aprisiona Ele não cria exigência né a Guadalupe Em outro momento falou sobre isso né o quanto muitas Ve as relações são baseadas em constrangimento em projeções e exigências onde se perde a liberdade e aqui ela diz justamente o contrário há nele uma compreensão de liberdade que alcança os patamares elevados da renúncia pessoal então eu posso servir sem achar que eu tô na Liberdade eu posso me doar sem me sentir escravizada eu posso gerar o bem para a humanidade sem achar que esse sacrifício é algo que me limita né pelo contrário né eu tô acima de tudo isso porque eu sou livre e optei por auxiliar optei por amar optei por fazer diferença no mundo e colaborar em favor de algo que que onde todos possam se beneficiar de alguma maneira então essa liberdade faz parte também dessa consciência de maturidade que implica no ser que ama verdadeiramente e é e é algo que vem com muita gratidão né não é uma obrigação é uma bênção poder participar disso E servir então isso é muito interessante porque é muito o contrário desse amor mais egoísta mais infantil e e de novo volto né a a São Francisco Porque nas leituras assim que se faz dele o quanto ele se enchia de alegria se rejubilava-se mais no início da nossa conversa de hoje a todos os momentos da nossa vida não são grandes acontecimentos que vão nos tornando espíritos maduros são o grande acontecimento já é a vida então são esses pequeninos momentos né O minuto que a gente está e isso é muito bonito porque a oportunidade tá sempre presente passa uma se infelizmente a gente não teve maturidade ela em seguida vem outra

são esses pequeninos momentos né O minuto que a gente está e isso é muito bonito porque a oportunidade tá sempre presente passa uma se infelizmente a gente não teve maturidade ela em seguida vem outra e vem mais outra então as oportunidades não cessam né nessa nesse presente nesse amor eh perfeito que é a a criação e aqui nesse momento do texto é tão bonito que aí ela acho que ela entendeu a gente assim desesperando meu Deus mas eu não sou nada disso né e aqui ela já diz assim Calma né parece que eu tô ouvindo ela dizer o que hoje não consegue semeia em esperança para o amanhã ou seja Calma né se nós ainda não temos a possibilidade de amar dessa forma ainda somos ciumentos Ainda Somos egoístas ainda estamos nessa condição eh a consciência vai nos libertar então Conhecereis a verdade a verdade te liberta Ou seja a partir desse momento nós podemos tomar consciência de que sim maturidade é um processo eu estou num determinado ponto mas a a a a consciência é o que é é o esse ópus contra a Natura então se a natureza é que eu vou amadurecendo a consciência vai fazer essa obra né apressando esse processo aumentando essa essa variável que ela traz do tempo né que quando ela fala que o tempo para o imaturo é o tempo presente e o tempo pro pro indivíduo maturo é o futuro então o ópus contra a Natura a obra contra a natureza é a consciência que faz porque a consciência antecipa o processo Se hoje eu não consigo Amar Assim eh a a consciência vai fazendo com que no futuro né eu consiga fazer por quê Porque hoje eu já estou colocando essa semente essa Esperança né no futuro e aí a possibilidade de transformação é interessante tudo isso né porque realmente eh é esse futuro enquanto eu eu eu eu desamarrado né do dos constrangimentos da vida ilusória e transitória né E poder enxergar realmente eh esse homem que tá sempre evoluindo e consegue suportar a si mesmo e sente de esperança pro futuro que permita eu viver por inteiro também o presente né então esse presente é aí é a diferença porque enquanto imatura vive o

pre evoluindo e consegue suportar a si mesmo e sente de esperança pro futuro que permita eu viver por inteiro também o presente né então esse presente é aí é a diferença porque enquanto imatura vive o presente como ansiedade né Eu quero consumir eu quero aproveitar o máximo porque se não aproveitar a vida vai passar então é uma vida de transição superficial que pode ser intensa mas intensa não quer dizer profunda né a gente confunde isso né a pessoa que tá nessa consciência mais ampliada e se percebe como esse ser que do vira ser né esse ser para o futuro que evolui que que tá em favor de um ideal de uma meta de felicidade de realização e de evolução ele consegue Então se voltar pro presente sem essa ansiedade né E poder aproveitar o máximo enquanto possibilidade dentro dos limites que eu tenho mas aproveitando o melhor possível dentro dessa noção de totalidade que a gente falava antes em benefício de um processo ou seja eu não tô pronto eu tenho que suportar a mim mesmo eu tenho que me carregar também naquilo que eu em mim ainda não não tá elaborado mas tendo paciência comigo mas com essa vontade e essa coragem eu vou então criando recursos eh arando a terra para que a semente que tá dentro de mim brote cuidando para eliminar o que pode me prejudicar e aos pouquinhos né vou reformulando e a minha vida e e ampliando novos horizontes do meu ser então e aí a o presente se torna uma possibilidade realmente mais consistente né e mais profundo e não essa coisa enlouquecida que a gente vê das pessoas que querem tudo para para já e acabam que tem uma criança que tem um monte de bala e não consegue nem abrir o uma balinha para comer porque a mão dela tá cheia Ela só fica olhando e não sabe como saborear Aquele monte de bala porque ela tá presa naquela ansiedade de ter tudo ao mesmo tempo tava lembrando da dessas questões assim da questão do controle desse Ego mais imaturo de de quantas eh coisas na vida que deveriam acontecer de uma forma e acontecem de outra e sempre são pro

mo tempo tava lembrando da dessas questões assim da questão do controle desse Ego mais imaturo de de quantas eh coisas na vida que deveriam acontecer de uma forma e acontecem de outra e sempre são pro nosso bem muitas vezes a gente nem fica sabendo o que tem por trás mas muitas vezes a gente fica e e percebe puxa né se eu se eu tivesse em tal lugar teria min acontecido tal coisa ou e enfim E isso também faz parte desse desse Ego mais permeável a essa voz do Espírito mortal que que entende né que entende que existe uma razão para que a gente eh tenha uma mão maior nos embalando no sentido figurado e que a gente tem que entender que tem coisas que fazem parte desse mistério e confiar confiar com aquela fé raciocinada confiar com aquela resignação ativa mas confiar que se não aconteceu daquele jeito existe um motivo fique a gente sabendo ou não né a gente né Tem tantas histórias que a gente pode lembrar dos livros né espíritas ou dos dos bons eh romances espíritas e e do nosso dia a dia mas isso também me parece que é um sinal de um ser um pouco mais maduro mesmo que penga né e acho interessante que aí no final Ela traz de maneira brilhante né O Livro dos Espíritos a questão 8 993 aonde ela trabalha a questão da virtude né E ela vai fechando o capítulo com essa ideia da virtude né desse homem Virtuoso desse homem então que se revela nas suas características ricas e e divinas que a gente tá lá em germe aí quando ela diz que Kardec dagou aos menagens de luz Qual é a maior meritória de todas as virtudes né e Eles responderam que que toda virtude ter o seu próprio mérito né porque a virtude é um um um sinal de que que do Progresso alcançado não então cada vez que a gente vai adquindo virtudes tá agregando evolução né valores ética eh elaborações de nobreza né do teu caráter e assim por diante mas ele ele os respondem algo aqui que eu achei importante né Eh que é a virtude Sempre que há resistência voluntária ao arrastamento dos maus pendores e aí tem eu me lembrei do Jung que ele diz que

e mas ele ele os respondem algo aqui que eu achei importante né Eh que é a virtude Sempre que há resistência voluntária ao arrastamento dos maus pendores e aí tem eu me lembrei do Jung que ele diz que uma vida só é vivida só tem validade só tem valor se for cons ente viv né E aí Jo ela de novo volta à questão do autoconhecimento então quando diz que a virtude sempre que a resistência voluntária eu tô dizendo o quê eu tô assumindo que eu tô fazendo a minha vida conscientemente mesmo que eu não consiga aa vencer em mim mesmo mesmo que eu me eu caia mesmo que não me deparo com com fraquezas minhas eu T assumindo conscientemente que eu não quero mais isso e tô tentando eh enfrentar superar transformar E aí quando eu eu tô criando recurso para resistir para superar aquelas limitações minhas então eu tô fazendo uma vida consciente de mim mesmo que de novo não é negar quem eu sou né mas e reconhecendo quem eu sou eu fazer uma opção eu bem eu sou isso agora mas eu quero me transformar naquilo né então eu quero ser feliz quero me amar e me amando eu quero ser melhor né Eu quero realmente desabrochar na minha potencialidade então eu vou trabalhar para isso e vou dialogar com essas partes minhas a ponto de eu poder aos pouquinhos e criando recurso para ir superando ou sabendo enfrentar cada limitação que aparece aí do meu ser então de novo essa questão do autoconhecimento e que como diz o Jung só há valor na vida se ela for vivida conscientemente eis então a importância né Desse amadurecimento psicológico que seria proporcional indivíduo os meios de gerir recursos administrando-os com sabedoria a benefício da vida e da coletividade não apenas se possui mas se é e nunca possuído pelo teu então a importância da dessa questão do autoconhecimento para que se conhecendo descobrindo Então essas imperfeições segundo foi dada a resposta de para Kardec né Trabalhando essas imperfeições e levando a necessidade gregária aí ele sai da solidão e vai pro amor então é é amando que se é eh amado e perdoando que se é perdoado E

ada a resposta de para Kardec né Trabalhando essas imperfeições e levando a necessidade gregária aí ele sai da solidão e vai pro amor então é é amando que se é eh amado e perdoando que se é perdoado E aí eh por meio do autoconhecimento eles faz a gente sair da solidão e ir paraa questão da caridade né porque é é na caridade na é na na lida com o outro que a gente se se reconhece e se percebe e a gente volta no livro Plenitude né que a gente já estudou Mas sempre é bom ir lá reler novamente quando ela fala do apego né como origem de todos os males que aqui eh o os espíritos no Livro dos Espíritos cham de interesse pessoal a gente consegue abandonar os interesses pessoais né abrir mão né e sacrificar pessoais eu consigo Então favorecer esse movimento que envolve como tu falaste n anda esse esse esse reconhecer o outro na minha vida fazer o bem para o próximo para que eu possa também ser acolhido preencher minha solidão e encontrar o sentido da minha vida que é justamente eh a capacidade de amar e ser amado né então o interesse pessoal meu egoísmo o meu apego é justamente o grande desafio de todos nós nesse momento né e e e poder fazer conscia onde aparece onde aparece o meu interesse pessoal onde aparece o meu egoísmo mesmo que disfarçado né de racionalidades injustificados com citos bonitos ou interesses que parecem dadivosos mas que na verdade é apenas para mascarar e continuar sustentando o meu interesse pessoal então isso eu acho que é o grande desafio né dessa desse capítulo que envolve o tema da maturidade e da consciência alguma coisa mais que você acha importante salientar aqui do capítulo só colocando aqui que ela trouxe Jesus né na condição desse psicólogo excelente para prescrevendo eu gostei do verbo que ela usou né prescrevendo o amor como se fosse uma medicação né que ele prescreve para que a gente possa a adquirir a maturidade uhum na verdade tá tudo lá né Adriana no evangelho e em Cristo né E que Joana faz é nos ajudar a compreender melhor né essa proposta do Jesus

e prescreve para que a gente possa a adquirir a maturidade uhum na verdade tá tudo lá né Adriana no evangelho e em Cristo né E que Joana faz é nos ajudar a compreender melhor né essa proposta do Jesus psicoterapeuta educador de alma né trazendo para nós os recursos de cura Então acho bem importante ter salientado essa essa esse parágrafo né que que realmente eh e e ela é tão bonita fal que ela se refere a Jesus eh o como o que aquele que sintetiza toda a sabedoria né ou seja ele já tá tá nele toda a a a consciência a experiência a capacidade então ele tem a sabedoria né de poder de uma certa maneira eh trazer elementos para nós e ele prescreve como tu salientou aqui a necess de gente amar né sair de nós mesmos e poder amar Guadalupe alguma coisa mais não isso aí tava lembrando da também do outro livro quando ela fala eh que eu acho muito bonito que ela fala do do serviço o amor o serviço e o perdão né É como os alicer pro ser espiritual Então e e liga tudo isso a Jesus então eu acho muito lindo também é é e aí entra essa questão do desinteresse né que tá ali também na resposta dos Espíritos que o que é de meritório justamente em nós que repres amor quando a gente faz as coisas por desinteresse então o amor abdica do meu interesse né e Personalista pessoal egoísta eu começo então a me achar grato e brindar a vida né e e meu interesse é servir né então esse desinteresse no eu porque eh como a gente vê em vários eh em várias literaturas espíritas que diz que a maior alegria e Prazer do espírito é poder servir servir a Deus né E um dia chega lá recebo o nosso abraço que Jesus nos abençoe e nos dê força para levar adiante esse processo de conhecimento até a próxima então

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