T7:E29 • Autodescobrimento • Os sentimentos: Amigos ou adversários (parte 3)
No episódio 29 da sétima temporada da série "Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis", Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Tiago Rizzotto concluem o estudo do capítulo 11 da obra "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", de Joanna de Ângelis. Nesta terceira e última parte de "Os sentimentos: Amigos ou adversários", os itens "Estar e ser" e "Abnegação e humildade" são analisados. O episódio aborda a diferença entre os estados passageiros e a essência verdadeira do ser, além de explorar como a prática da abnegação e da humildade pode promover uma vida mais plena e consciente, fortalecendo o autoconhecimento e o crescimento espiritual. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #sentimentos #estar #ser #abnegação #humildade
alô amigos um grande abraço a todos que nos assistem esse projeto maravilhoso da manção do caminho que é o estudo da Sé psicológica Joana deangel estamos hoje aqui com a Guadalupe e o Tiago para dar continuidade ao nosso estudo hoje trabalhando o Capítulo 11 os sentimentos amigos ou adversários Estamos na última parte do capítulo O it estar e ser e o item abnegação e humildade Então são esses dois últimos itens que a gente vai tratar hoje com vocês então bem-vindo Guadalupe Tiago esse mais ess momento especial né que sempre é muito bom nos reunirmos para poder pensar um pouquinho esse material US da benfeitora né e dando já início então ao nosso ao nosso estudo né n nesse item especial do Star ser ela começa né trazer eh algo que faz parte da de um desafio de todos nós né que é esses processos internos que acabam por resultar em expressões imaturas da nossa personalidade né Eh o quanto muitas vezes nós somos tomados por condições emocionais que impedem nós temos uma maturidade uma capacidade ou de discernir ou de se expressar de maneira adequada ou de confiar ou de se colocar no contexto que seja favorável né então de uma certa maneira né esse campo né dos conflitos e da imaturidade acabam também suscitando dentro de nós um certo receio como a benfeitora ecológica né um certo medo da interação com as pessoas em especial da da crítica do julgamento que as pessoas possam ter de nós então eu gostaria de de trazer essa questão eh já questionando a vocês dois né o que que acontece com a gente que muitas vezes SOS tomados por esse receio esse medo né do julgamento da crítica muito bem eu quando sempre que a gente for ler Joana né Eu tenho um exercício que ler um pouco deixa maturar deixa amadurecer deixa vir um conjunto de ideias e me marcou muito nesse item nesse subtópico do capítulo a ideia de como que a alma ela se encaixa no mundo como que ela na sua trajetória espiritual reencarnando estabelecendo né os componentes para um novo uma nova disposição de personalidade né novos
ulo a ideia de como que a alma ela se encaixa no mundo como que ela na sua trajetória espiritual reencarnando estabelecendo né os componentes para um novo uma nova disposição de personalidade né novos pais novas mães novas interações e que muitas vezes essa configuração subjetiva se encontra vulnerável ela se encontra insegura e e tem até uma canção que diz né eu não consigo encontrar conforto no mundo ideia de conforto na relação E como que as emoções elas vão modulando esse lugar desse espaço interrelacional em que nós vamos tentando encontrar segurança né acho que a palavra essa palavra diz a palavra segurança ela é importante no sentido dessa Constituição subjetiva e que Joana mostra como tem almas que parecem ainda eh desadaptadas no sentido de uma saúde um desenvolvimento emocional mais saudável e que vai vai costurando caminhos interrelaciona para ir tentando encontrar esse processo adaptativo né então segurança insegurança medo e receio de ser criticado é como se o outro até em algum certo aspecto pode representar uma certa Ameaça é um lugar de não segurança eu não confio nesse outro quando na verdade todas essas interpretações relacionadas ao outro tem a ver com essa nossa interioridade ainda pouco amadurecida bastante infantil ainda né no campo eh de como se compreende Como não se entende e que vai buscar caminhos para lidar com esses conflitos que muitas vezes são severos né então de fato é um é um processo de estar no mundo é um processo de buscar ser no mundo e esses dois conceitos eles nós vamos trabalhar mais um pouco melhor né no curso desses minutos mas parece que é um lugar de um é um lugar um locos psicológico muito vulnerável né me passa muito essa impressão é nessa nessa vulnerabilidade Justamente a a insegurança e o medo da crítica traz aqui nessa fala da mentora aquele que ao mesmo tempo que tem medo da crítica critica né Então aí a gente vê o quanto tem essa projeção também dessas nossas questões dentro do que ela tá trazendo aqui esse receio das opiniões Alias
ele que ao mesmo tempo que tem medo da crítica critica né Então aí a gente vê o quanto tem essa projeção também dessas nossas questões dentro do que ela tá trazendo aqui esse receio das opiniões Alias alheias esse buscar buscar em segurança buscar os valores no externo no estar e e assim eh se acaba perdendo da essência e isso foi o que mais me chamou a atenção porque em outros momentos também da obra A mentora nos traz toda essa questão da pós-modernidade do mundo que nós estamos e essa relação do do ser e do estar e como nós nos perdemos nisso e aqui ela traz eh um olhar muito mais profundo muito mais psicológico da raiz desse problema né daquele ser como vocês estão trazendo que inseguro com medo não se sentindo Amado não se sentindo merecedor acaba trocando os pés pelas mãos acaba eh com medo de se expor e se expor é só ser quem é né E ao mesmo tempo projetando tudo isso no outro e usando também de críticas em relação ao outro e ainda ela continua ali a gente né vai e se mimetizando ao ao ao ambiente sem ficar apropriado de quem realmente é então é muito interessante e muito profundo que ela vai trazendo é gente for então juntar essas duas essas questões que estão trazendo a partir das referências da benfeitora né a gente vê que que a base né Desse esse processo de maturidade é insegurança né E essa insegurança realmente é evocada né Ela é suscitada em cima de padrões e conflito já inerente a cada espírito claro que dependendo do ambiente familiar pouco provido de amor excessivamente rigoroso entre outros processos que acabam se dando negativamente reforçam essas predisposições internas né mas de qualquer maneira como tudo Thiago e e a Guadalupe falaram né Há muito dessa desse medo do afeto AAS culpas do passado a gente tá essa carência né esse medo de não ser amado né de não não sentir merecedor do amor do pai Enfim uma série de padr que acabam eh penetrando nos liames da interação da vida né E conforme a dinâmica que a gente vai vivendo vão sendo despertados
do né de não não sentir merecedor do amor do pai Enfim uma série de padr que acabam eh penetrando nos liames da interação da vida né E conforme a dinâmica que a gente vai vivendo vão sendo despertados e reforçados ao longo da construção da nossa personalidade né E aí como a guadalup bem colocou né a gente vai eh se distanciando eh da nossa essência do ser e e fazer esse jogo que Tiago colocou de se adaptar ao mundo né Então essa necessidade de adaptação que é uma condição Nossa de todos nós né quer dizer eh Há uma condição psicológica que o que Jung falou que é a Persona que é o arquétipo da adaptação que essa necessidade de poder realmente né transitar pelo mundo de uma maneira adequada e harmônica só que quando isso é exagerado e essa adaptação se torna uma condição para reforçar e sustentar a minha imagem isso começa a roubar espaço da minha identidade do meu ser né E aí o o o estar né o estar enquanto imagem o estar enquanto tarefa o estar enquanto algo que eu tenho que mostrar pro mundo que me distancia de mim mesmo mes eh começa a criar esse jogo neurótico né e confuso como a benit coloca na gente começa a ter uma conduta confusa segundo ela e que em vez de nos trazer para nós mesmos né ou seja todo um trabalho que ela vem ao longo da série psicológica construindo que é o autoconhecimento o trabalho de tomada de consciência a gente acaba eh evitando lidar com essas condições desagradáveis E aí eh criamos esse jogo né Guadalupe de fugir e projetar como tu falaste no outro essas coisas que a gente faz conosco seja a crítica o medo de uma certa maneira a gente joga muitas vezes também pro mundo estabelecendo da mesma maneira como a gente me eh eh exige e critica nós mesmos a gente acaba criticando out então tem dois comportamentos aí ou a gente fica Submisso querendo se adaptar e de maneira passiva onde se torna crítico também do mundo numa exigência dentro daquela exigência interna que a gente tá também provocando dentro de nós esses dois padrões acabam acontecendo né
aptar e de maneira passiva onde se torna crítico também do mundo numa exigência dentro daquela exigência interna que a gente tá também provocando dentro de nós esses dois padrões acabam acontecendo né e é quase como se fosse uma imagem do pássaro frágil e já adulto né maturado biologicamente adulto Mas ainda um tanto quanto imaturo infantil né pouco pouco amadurecido e contempla a vida busco os caminhos adaptativos E tu trouxe bem bem esse conceito né gels a ideia da Persona né da da forma como nós adaptamos os nossos papéis Mas aqui é de uma radicalidade em que por ser inapto olhar para si próprio e compreender quem se é há uma expectativa e uma Projeção de que o outro traga um discurso sobre a verdade então o outro sabe o que é bom o outro sabe o que é melhor para mim e ao repetir o discurso do outro como movimento adaptativo psicológico de ser amado de ser querido de ser aceito esquece-se esse mundo interior a ser descoberto então uma ideia important nesse capítulo que é como que nossas emoções e no caso sentimentos eles podem ser compreendido como adversários né não como possibilidades de descoberta de quem nós somos então ao protegermos algo que nós não queremos conhecer cria-se um clima de uma profunda insatisfação com a vida porque assim eu contemplo o mundo e valoro lá fora o que eu gostaria de ser o que eu gostaria de ter mas esse lá fora ao mesmo tempo que eu tenho medo de ser criticado e de ser eh menos avaliado menos gostado para isso me adapto para isso vou acolhendo e vou dizendo sim para tudo eh ao mesmo tempo ao dizer sim para tudo isso leva a alma a um lugar de insatisfação porque em algum momento como posso descobrir o meu próprio valor se não sei dizer não pro mundo então há um há um movimento como um labirinto do qual não se sai em que só tem um caminho de saída que é olhar-se para si e descobrir-se o que que é essa interioridade com a qual a todo custo se evita entrar em contato para que a gente possa descobrir né Essa base comum que daqui a pouquinho V falar sobre que essa
ara si e descobrir-se o que que é essa interioridade com a qual a todo custo se evita entrar em contato para que a gente possa descobrir né Essa base comum que daqui a pouquinho V falar sobre que essa base comum que é o hus a terra a humildade mas antes disso há esse cenário que a benfeitora nos traz diagnosticando um sintoma compreensível da experiência humana de quando se é inseguro de quando se é insatisfeito de quando se é vulnerável e esse passo tem que sair do ninho ele tem que descobrir-se mesmo que sair do ninho provoque Inter choques provoca dores provoca ser ignorado não ser gostado mas é possível descobrirmos a nossa individualidade né quem somos né em potencial se nós nos permitirmos esse lugar de experimentação para além do que o mundo o desejo do mundo espera de nós me chama me lembra muito o exemplo de Jesus quando esteve entre nós e porque aqui diz aquela frase assim parece um diplomata hábil não fossem os temores íntimos e aí aí nós vemos essa esse tipo de de comportamento que Joana nos chama a atenção e se faz um paralelo com Jesus que era um diplomata á mas não tinha esses temores íntimos ele se posicionava ele às vezes eh realmente era foi mal compreendido né mas não deixava de procurar agregar de procurar trazer a a cooperação procurar trazer a consciência mas sse ulação então não tão hábil assim como quem vive nesse mundo fantasioso que Joana nos traz E aí me vem muito ao encontro do que tu estavas trazendo thgo porque eh não é tão fácil né bancos uma eh o autoconhecimento realmente eh gostar daquilo que está acontecendo no sentido de de de agregar valor à vida e Jesus mostrou que não foi fácil mas o o o fácil e o difícil são palavras muito relativas e que ele trouxe uma vida plena de significado profunda de amor de acolhimento e trazendo a verdadeira essência do que nós procuramos ser né Então essa questão de fácil e difícil da habilidade de de um ser é muito relativa e e não à toa nós temos Jesus como homem integral que aos olhos do mundo não foi
essência do que nós procuramos ser né Então essa questão de fácil e difícil da habilidade de de um ser é muito relativa e e não à toa nós temos Jesus como homem integral que aos olhos do mundo não foi o Diplomata mais hábil que existiu né porque ele entrou em alguns conflitos onde ele trouxe consciência ele não foi aceito com unanimidade mas com certeza até hoje ele reverbera a ponto de trazer eh as pessoas muitas acreditando ou não sendo ou não religiosas trazer o seu nascimento como um marco pra humanidade tamanha a importância de tudo que ele ainda nos traz e de tudo que a gente ainda não não compreendeu mas busca corre atrás eh pensando nisso que estão falando né que a partir da dessa figura do Cristo né que era autêntica verdadeiro e se expressava plenamento em seu amor né Eh a gente vê que que a ideia de ser aqui quando Joana tá colocando a ideia de ser tá muito muito associado ao que thago comentou que é a questão do os sentimentos Então para que o sentimento eh revela quem a gente é verdadeiramente o sentimento de uma certa forma expressa a minha realidade espiritual naquilo que determina né os meus valores e a minha experiência porque o sentimento possibilita justamente essa capacidade de reconhecer isso e demonstrar isso pro mundo então o sentimento parece que é a marca que diz respeito a essa dimensão do ser e quando a pessoa né oculta os sentimentos como a benfeitora coloca né e não só oculta mas foge dos sentimentos e aí mascara-se para poder se aceito e ela fala que que a pessoa eh se se tooca muitas vezes de maneira vaga né sem se comprometer e doce né como Mel né nessa Persona assim que tá ali que não quer conflito que não quer se comprometer que não quer se responsabilizar que aceita que concorda eh que T quer atender a todos né com uma forma desse Diplomata hábil né de sair pela tangente e não ter que realmente eh fazer eh se expressar como ele é né então eh eh e esse esse padrão de fuga né ou de ecoar né Tem tem na na mitologia né um personagem que é eco né
l né de sair pela tangente e não ter que realmente eh fazer eh se expressar como ele é né então eh eh e esse esse padrão de fuga né ou de ecoar né Tem tem na na mitologia né um personagem que é eco né que perde a capacidade da voz a si mesmo e começa a ecoar o som dos outros né então Eh de certa maneira né Eh a gente vai a medida que a gente vai perdendo a conexão com noss sentim a gente fica um imitador a gente falseia os sentimentos a gente às vezes pede a gente nem sabe o que sente nem sabe o que o que a gente reconhece como importante de valor para nós mesmos e aquilo que o colocou a gente acaba sendo adversários dos próprios sentimentos N E aí realmente a gente vai criando essa armadilha do P do do do seja de maneira idealizada pro mundo né seja na fuga de evitar o compromisso da gente poder se posicionar naquilo que a gente é verdadeiramente aí começa toda uma uma uma uma dinâmica n neurótica de anulação de si mesmo né e de jogos comportamentais que a gente começa a fazer para poder manter né Essa essa condição que quanto mais a gente Evita mais inseguro a gente fica isso que é o problema a gente vai reforçando daí a imprecisão de nós mesmo e a incapacidade de ocupar um lugar no mundo eh recentemente V numa entrevista um uma filósofa disse assim precisamos recuperar um lugar de que que Professor Milton Santos dizia o lugar de valorarme muitas vezes impõe sacrifícios e necessidades para sustentarmos essas ideias é um lugar de muita solidão né com a com a perspectiva que por exemplo possamos ser rejeitados e existem vários estudos atuais no mundo sobre o que é esse lugar em que nossas necessidades carências e desejos eles são moldados a partir de certas perspectivas E como que nós culturalmente acabamos para sermos aceitos acolhidos numa representação estética em um Locus em um grupo de seros identificados com certos valores nós abdicamos de algo que é essencialmente nosso unicamente nosso que é descoberta de quem nós somos e o que de fato nós desejamos para nós o texto
m um grupo de seros identificados com certos valores nós abdicamos de algo que é essencialmente nosso unicamente nosso que é descoberta de quem nós somos e o que de fato nós desejamos para nós o texto prossegue com a benfeitora nos chamando a coragem de olharmos para essa interioridade de acolhermos os sentimentos de acolhermos essas imagens né de acolhermos essa nossa interioridade seja ela capacidade de nos criticarmos sem nos escravizar exercícios em que a gente possa nos avaliar e avaliar o mundo mas que nos estimulem ao prosseguimento dessa dialética relacional com a vida de forma saudável Então ela estabelece um conjunto de elementos que são estruturantes para uma nova governança da maneira como nós subjetivamente vivemos as nossas vidas isso estabelece uma ética e nós sabemos que subjaz esse processo Desse nosso estudo uma ética cristã e que por si é um processo de descoberta de si próprio mas também uma descoberta do outro nessa mesma humanidade que nós temos que muitas vezes nós não queremos olhar ou temos medo que o mundo veja essa nossa humanidade À vezes muito frágil e a forma como categoricamente a gente se condena a gente se machuca a gente se se julga e a gente imagina que o mundo vai fazer o mesmo com a gente então é como se ela nos chamasse a um olhar para compreendermos a nossa humanidade comum de um pertencimento comum das nossas fragilidades e a gente possa começar a buscar um caminho dialógico nessa relação do de com conosco mesmo e da forma com a gente compreende o outro e isso leva me parece a um lugar de ir desarmando essa a nossa reatividade ou essa clausura com que nós não queremos permitir que essa interioridade seja vista pelo mundo Talvez esse demá mamente humano comum a todos nós seja um ponto de partida importante para que a gente possa redescobrir nosso valor e o valor do mundo pras nossas vidas um olhar para além ego esse olhar Estreito do qual a gente se reconhece quando que traz as questões éticas eu eu me lembro muito da questão da nossa
ir nosso valor e o valor do mundo pras nossas vidas um olhar para além ego esse olhar Estreito do qual a gente se reconhece quando que traz as questões éticas eu eu me lembro muito da questão da nossa consciência onde está escrito e a consciência né de self então é também esse chamado para que a gente olha para esse ser maior que também nós somos onde nós temos essas potencialidade onde a gente precisa ir desvelando onde nós precisamos ir trabalhando e aceitando justamente com com humildade mas com comprometimento então é um olhar muito amoroso muito convidativo mas que nos chama atenção para infantilidade de de certos comportamentos que a gente ainda tem né e e o quanto nós temos capacidade para lidar com eles aí como estavas trazendo essa questão que ela vai ali nos chamando né autocrítica sincera exercícios mentais encorajadores e assim por diante eh dando subsídios para que a gente consiga então romper esse ciclo vicioso Que Nós criamos e e acho muito oportuno quando ela logo abaixo vai trazendo a a questão de que para ser objeto de crítica basta destacar-se sobressair tornar-se um alvo e e ela segue eh então né e termina assim é ser alguém ser especial e até ser único e o quanto existe essa dentro desse do que a gente pode chamar de de um pacto de mediocridade né esse essa força que de alguma maneira tenta nos impelir a ficar nesse local eh ruim vamos dizer assim que nós em conjunto Às vezes estamos e o quanto quando a gente faz esse movimento precisa realmente ir sustentando ele sabendo que somos filhos de Deus amados por Deus e tendo no coração né aí acho que entra muito sentimento também que né que vocês dois falaram que o Gelson trouxe nessa razão do coração eh se colocando assim não eu sei É isso que eu sou é isso que eu quero ser e isso faz parte de uma consciência ética que contempla mim ao meu irmão a toda a natureza e se colocando porque a tendência é é que vá havendo uma força contrária nos puxando nos impelindo a voltar para Essa zona de conforto Que bom o nome é zona de
empla mim ao meu irmão a toda a natureza e se colocando porque a tendência é é que vá havendo uma força contrária nos puxando nos impelindo a voltar para Essa zona de conforto Que bom o nome é zona de conforto mas na verdade não é confortável porque a gente sabe né que que poderia está em um lugar é mais eh integral dentro das nossas possibilidades então o quanto todo tudo o quanto nós somos interligados né porque se eu conseguir suportar e realmente me manter e procurar com uma autocrítica sincera e me mantendo em outro lugar eu também como Joana diz Jung também eu também vou transformando o mundo tá mas ao mesmo tempo eu preciso fazer essa força porque vai ter uma força contrária me puxando para que eu fique ali naquele lugarzinho eh menos integral digamos assim então é muito interessante esse esse mecanismo psicológico espiritual é por isso que a benfeitora coloca aqui naé Guadalupe que a gente não vai conseguir agradar a todos né nem Jesus agradou a todos né então de uma certa maneira se a gente fica nesse jogo do parecer né do do estar em nome da eh dessa aceitação em função da insegurança a gente cria um problema sério para conosco porque em algum momento por por mais que a gente faça né eh ah alguém vai criticar alguém vai falar mal e a gente sabe o quanto o mundo ainda é é movido pela maledicência infelizmente vse muito no movimento Espírita né que devia ser um palco de união de fraternidade e a gente ver a maledicência correndo solto assim nas críticas que que se dão a todo momento a gente vê isso nas redes sociais dentro da casa Espírita né então eh a a dinâmica Nossa é é uma dinâmica muito infeliz ainda provocada pelaa incapacidade de de de poder realmente eh nos vincularmos a partir do melhor da gente né então Eh diante desse cenário de sombras que habitam ainda nossa alma eh a gente não tem a segurança de ser aceito nem vai ter né então querer ser aceito é um péssimo negócio né porque de uma certa maneira a gente se compromete com o outro sem garantia nenhuma e se
alma eh a gente não tem a segurança de ser aceito nem vai ter né então querer ser aceito é um péssimo negócio né porque de uma certa maneira a gente se compromete com o outro sem garantia nenhuma e se descom conosco meso como a benf tá colocando assim aqui né E aí a gente acaba limitando a nossa capacidade de se movimentar na vida e trazer nossas riquezas de uma maneira a produzir trocar e compor em favor do engrandecimento de nós mesmos e da vida né E aí tem mais uma coisa que ela coloca aqui né que não sei como é que você leem essa proposta da benfeitora né que são já tangenciando em cima desse desse assunto né que a gente acaba eh se relacionando com o mundo né na medida como nós nos relacionam conosco mesmo a gente vê o mundo a partir da visão que a gente constrói eh né de de nós mesmos então a gente não tem como fugir de nós mesmos não tem como evitar né não repetir na relação com o mundo o que a gente faz com a nossa dinâmica própria interna Então essas duas coisas acabam se impondo criando daí realmente né Eh eh esse campo eh de uma consciência restrita que quanto mais eu fujo o sentimento mais eu empobreço a minha alma e impeço o meu desenvolvimento psicológico muito bem é interessante que estamos agora chegando ao momento interessante do texto em que ela diz assim contemplem a diversidade o mundo vai ser diverso gosto de uma fala de um teólogo que diz assim Jesus não morreu de hepatite numa cama em Jerusalém nem de um acidente de camelo nas portas de Jerusalém ele morreu que apesar da mensagem Libertadora nem todos compreenderam isso de uma forma agradável né inclusive aqueles interessados né incomodados pela forma como essa mensagem chegou socialmente Então se um espírito escol desse com capacidade de amorosidade de consciência e de contato não agradou a todos Quem somos nós né as as sementes ainda tão pequeninas de mostarda né em alma e a gente tem que ter cuidado com essa uniformidade né o mundo hoje ele ele é um lugar da captura da alma em torno desse apagamento do diverso né se
ementes ainda tão pequeninas de mostarda né em alma e a gente tem que ter cuidado com essa uniformidade né o mundo hoje ele ele é um lugar da captura da alma em torno desse apagamento do diverso né se pastoriza a conduta se pastoriza valores se pastoriza a estética humana né Eh se p se uniformiza as ideias e a ideia de não estarmos da forma como o mundo nos demanda Esse lugar é quase um reconhecimento do nosso fracasso Olha a captura do lugar em que a alma se encontra se ela não se der conta desses processos mas é na diversidade ou melhor na singularidades diversas é que está a chave para encontrarmos um caminho que é comum né a gente precisa pensar nesse valor e isso pode parecer estranho quando a gente pensar até em em em em diversidades que parecem dissonantes em relação à aquilo que a gente acredita mas também são humanos né não é isso que a ética diz conceitualmente seres sensíveis Racionais dotados de linguagem liberdade e a partir disso há um comum entre nós que nos torna humanos então a benfeitora Vai consagrando um lugar de que essa diversidade das singularidades é que constrói uma poética do viver a beleza do que é o viver da vida e acolher essa diversidade e eu pego aqui o gancho com a com a fala última tua Gelson de acolhermos a nossa singularidade de aceitarmos quem a gente é de de não nos vermos como estranhos num processo em que nos demanda manda homogeneidade não a heterogeneidade é importante o heterogêna é importante para que a gente possa construir nossa própria singularidade então quanto mais formos capazes de acolher a nossa diversidade quem somos a nossa complexidade mais fácil é evitando o processo projetivo de compreendermos o outro a a radicalidade com que nós nos punimos como nós nos julgamos quando nós muitas vezes nos castramos É nesse mesmo tom que nós projetamos as nossas frustrações e essa radicalidade em relação às nossas relações e ao mundo então é como se a benfeitora estivesse chamando preste atenção vamos vamos vamos vamos pensar
tom que nós projetamos as nossas frustrações e essa radicalidade em relação às nossas relações e ao mundo então é como se a benfeitora estivesse chamando preste atenção vamos vamos vamos vamos pensar um processo de renovação olhando para nós mesmos um processo de conscientização daqu do que a gente é como se isso fosse tirando um fermento que às vezes é tão destrutivo para nós e pro mundo e que Coopera uma perspectiva que ela traz novamente uma ideia muito interessante dialética né renovar-se Para que sua participação no grupo social seja mais saudável para que a tua contribuição perante o coletivo seja mais valiosa Olha que interessante esse processo né indivíduo coletivo e ela vai trazer nessa perspectiva né de uma alma que vai se tornando mais consciente né mais lúcida e vai compre entendendo Qual é o seu lugar no mundo conhece suas limitações mas também reconhece suas possibilidades acho que o processo de florecer da alma e descoberta de si própria né é importante esclarecer né Tiago que essa aceitação não é uma afirmação individualista egoísta né a gente não pode entender isso vou me aceitar com uma forma de compactuar com a minha eh sombra né né me identificar com a minha sombra essa aceitação como tu falaste é o reconhecimento do meu do meu ser como na sua totalidade nesse esforço como a benfeitora coloca de de Se melhorar né de de de de uma postura aberta pra vida como ela diz não tem obstáculo não não receia os outros não teme né E se renova a cada momento reconhecendo que essa transitoriedade do estar é a possibilidade de poder se experimentar em favor do ser né então ele segue adiante comprometido justamente com essa Essência maior que é a consciência do self Ou seja a consciência da nossa realidade espiritual na fras isso eh na frase ali muitos saudavelmente age aquele que está em permanente esforço para ser melhor para conquistar novos patamares reunindo os tesouros da Auto iluminação Então acho muito importante isso que tu que tu treste Gelson para que a gente tenha
e está em permanente esforço para ser melhor para conquistar novos patamares reunindo os tesouros da Auto iluminação Então acho muito importante isso que tu que tu treste Gelson para que a gente tenha essa consciência de que quando se fala em autoaceitação em autodescobrimento eh se fala em lidar sim com questões que vão ser dolorosas que às vezes né vão não vão ser legais outras vezes vão trazer dor revolta mas de forma forma alguma isso nos dá o direito de atuar essas questões então a gente precisa ter o o comprometimento em mudar em em orar para que a gente cada dia vá vencendo a nós mesmos mas sem atuar aquilo que não é interessante Então é é muito diferente de Ah eu eu sou muito raivosa então né eu vou me aceitar porque eu sou assim e vou sair por aí eh soltando flechas de de raiva né não de forma alguma então isso parece ser assim parece Óbvio mas eh a gente corre o risco de entender de forma equivocada e atuar algo que a gente precisa transformar e e transformar de uma maneira que ainda vai fazer parte de nós mas com uma outra energia com uma energia trabalhada onde a gente sabe se colocar e onde de não eh vai eh interferir de uma forma negativa nem em mim nem no outro né então não é Mudar a Minha Essência mas é desvelar a minha verdadeira Essência nesse trabalho contínuo de autob burilamento Com certeza e aí ela chega Nessa questão que o Thiago comentou né de não reconhecer que também as pessoas estão desorientadas perdidas ou infelizes nas seus posicionamento não são maus necessariamente né são pessoas ou doentes ou perdidas né que estão num estado de inconsciência e é importante da gente poder enxergar a lei também nossos irmãos que tem essa dissonância né E que estão distônico também com eles mesmos para que a gente possa reconhecer que o campo da vida é um campo amoroso favorável e que a vida é realmente esse convite né Eh positivo de bênção em favor do melhor de cada um e romper com essa visão pessimista que ela eh sinaliza aqui gente tem esse cuidado né de não entrar
vorável e que a vida é realmente esse convite né Eh positivo de bênção em favor do melhor de cada um e romper com essa visão pessimista que ela eh sinaliza aqui gente tem esse cuidado né de não entrar nesse jogo pessimista e frustrante de ver só Esse aspecto negativo da vida do outro não não reconhecendo que por trás dessa desse estar aparente se constitui um movimento em favor do ser né mesmo que ela se apresente num primeiro momento caótico na sua aparência ou na sua manifestação parece que nós estamos eh entendendo aquilo que o Espírito do Carlos Pastorino escreveu né pela mediunidade Valdo Franco que a nossa transitoriedade de estar ela é o alicerce para algo Imortal que é o nosso ser maior Então as disposições que encontramos em cada Encarnação né na cultura nas relações são meios são caminhos paraa expressão do nosso ser mais profundo porque a a talvez de ordinário que nós temos é a nossa identificação com o nosso estado seja doente fisicamente seja num quadro eh de debilidade eh mental ou um quadro psicológico né patológico aquilo que os agravos que chegam à alma muitas vezes nós identificamos com esses processos e não enxergamos neles caminhos então o estar se sobrepõe ao ser e a mentora de forma muito de forma muito clara diz prestemos atenção nesses processos para que a gente possa compreender o que há de mais profundo e sublime nesse processos e mesmo em processos difíceis processos Dolorosos muitas vezes né é aquilo que falávamos em um encontro anterior sobre a dor ser é uma bênção Mas isso é um caminho interpretativo psicológico que nós temos em relação àquilo que nos alcança Então se hoje estamos enfermos não significa que seremos enfermos sempre né então que a gente possa pensar nesses compromissos de amor com a vida de compromissos de nós mesmos com a vida para que a gente possa realizar a obra de Deus em nós né e com e com o mundo e aí eu acho que a gente entra nesse ponto né que que ela coloca que esse processo de amadurecimento psicológico nos leva à humildade e à
te possa realizar a obra de Deus em nós né e com e com o mundo e aí eu acho que a gente entra nesse ponto né que que ela coloca que esse processo de amadurecimento psicológico nos leva à humildade e à benegação como é que você vê essa proposta da benfeitora a partir desse último tópico aqui do livro eu gosto que ela já começa ali dizendo que a A humildade é ativa e não Fiv então é importante que a gente entenda o que que é humildade né Eh porque tá muito longe da conivência e quando ela Traz abnegação Ela traz que nunca é triste porque é terapêutica Então essas duas visões assim da mentora já foram muito achei muito bonitas muito importantes para que a gente trabalhe essas duas questões em nós né negar não não não é triste é terapêutico e é ativo também é ativo porque é um ser que tá se transformando e quando fala de humildade não fala de eh entrega no sentido pejorativo né mas fala de uma humildade ativa de realmente estar na vida ali e e aquela postura né Senhor que queres que eu faça com uma simplicidade de coração e com respeito por tudo e por todos e e esse respeito por todos ele é importante e ele acaba nacendo a partir do momento em que nós vamos nos respeitando nós vamos nos entendendo e vamos dando o direito ao outro de ser como é não colonizando o outro não invadindo o outro e e o aceitando apenas se pensar de uma forma igual ou semelhante à nossa então isso isso achei muito bonito e muito importante assim essa esse polo ativo e feliz né ativo da humildade e feliz da da abnegação eh eh existe um tem um livro não sei se vocês se conhecem né eu vou deixar a dica aqui né é uma grande metáfora sobre a individuação que é o livro chamado a Montanha Da Alma do escritor gau Indian e de alguma forma sempre que eu lembro desse livro eu do livro do nosso querido Sérgio Lopes é o código do monte e ele fala a base da Montanha Da Alma é a humildade mas o que é esse lugar o que é essa base a bitura nos traz uma reflexão em torno de almas que passam a compreender Quem são em que lugar se
do monte e ele fala a base da Montanha Da Alma é a humildade mas o que é esse lugar o que é essa base a bitura nos traz uma reflexão em torno de almas que passam a compreender Quem são em que lugar se encontram no seu processo de desenvolvimento psicológico espiritual passam a desovar os conflitos e lindros passam a ter né uma noção e trabalhar as suas culpas os seus conflitos e evitar as fugas acolhendo quem se é essa base que cada um tem nos dá um Norte Ah tá então esse é o lugar que eu encontro na minha jornada e a partir daqui que eu vou construir o o porvir É só que identificação desse lugar dessa base é muito difícil porque nós precisamos eh de humildade de aceitarmos quem a gente é e olharmos para as nossas questões mais profundas muitas vezes tiram fantasias e máscaras e ilusões que temos sobre quem nós somos Será que nós somos bons e justos como a gente de fato às vezes diz para si próprio Será que nós somos verdadeiros e Leais como dizemos a descoberta dessa dimensão talvez mais s sombria mas que traz elementos de quem somos é um lugar fundamental para de fato compreendermos que eu sei muito pouco mas já sei um pouquinho sobre mim para estabelecer essa base primeira e que ela traz então agora a ideia dessa humildade que é um lugar é um lugar de consciência né É um lugar que parece que estabelece um Norte novo de como viver a vida é como se se quando a gente dá conta gradualmente nesse longo processo de acolhermos e lidarmos com os nossos adversários interiores mais fácil se torna lidarmos com esses inimigos que nós projetamos para fora não é que não exista mal inimigos do mundo mas é a maneira como nós vamos relacionar com essas dificuldades com esses desafios e que ela diz que E tu trouxe muito bem querida eh ter uma alegria pela vida uma consciência de ser capaz de viver com mais leveza com mais alegria com mais espontaneidade né E esse processo que leva a uma construção de uma estima mais elevada é um processo que ela diz é de uma autodescoberta que é um processo
ver com mais leveza com mais alegria com mais espontaneidade né E esse processo que leva a uma construção de uma estima mais elevada é um processo que ela diz é de uma autodescoberta que é um processo constante da ideia maior da individuação nos faz continuar trabalhando e lutando né Por o Mundo Melhor né é interessante né ouvindo falar eh a gente viê a a riqueza das colocações da nossa benfeitora né que vai trazendo justamente essa noção da humildade como essa tomada de consciência né como uma tomada de consciência e uma aceitação daquilo que eu sou ou seja né é chegar em mim e aceitar a minha realidade é essa E essa realidade que me pertence diante do Mistério da vida da grandiosidade do mundo da beleza da perfeição Divina me faz pequeno ou seja eu eu reconheço o meu meu tamanho né Então essa humildade que é uma aceitação e uma consciência de mim mesmo que me leva né a aquilo que ela coloca aqui a uma simplicidade de coração né então não precisa complicar a vida né eu eu man meu coração simples né e reconhecendo a medida das coisas a minha medida né não tem que E aí Claro na no no nesse processo Aonde a humildade se faz então como uma conquista minha e aonde eu sei da minha condição e aceito ela e parto dela não tem porque eu competir com o outro não tem porque eu me sentir ameaçado pelo outro eu aceito a minha realidade eh eu não ten por eu ficar criando fazer jogos falseando quem eu sou né Então realmente a humildade nos tira uma carga violenta né e nos Abre pro outro também daí né seja na medida que eu não preciso competir com o outro e nem falsear quem eu sou eu consigo também tá aberto ao que o outro é dando espaço para essa benegação que ela tá trazendo aqui né que essa esse desprendimento né voluntário esse altruísmo de eu de de eu me abrir realmente para poder compor com a vida né nesse processo de autodescoberta de mim mesmo e do que o outro tem para me oferecer né eh e aí a gente fazer esse movimento do quanto a gente eh tá comprometido com o ser e não com o
por com a vida né nesse processo de autodescoberta de mim mesmo e do que o outro tem para me oferecer né eh e aí a gente fazer esse movimento do quanto a gente eh tá comprometido com o ser e não com o estar e o parecer né Eh diferente daqueles que usam a falsa humildade e uma abnegação como tarefa apenas né como sacrifício punitivo né sádico e masoquista com uma forma de simular uma imagem adequada mas que ainda tá ligada ao parecer e o estar como forma de mascarar o que a gente éé então isso a benfeitora Alerta aqui a gente né que que que muitas vezes tem pessoas que se colocam aparentemente com humilde ou se impõem uma abnegação Como que como uma imagem inflada de ser mártire justamente porque eh querem né o reconhecimento e se move ainda naquela imagem de segurança que ela apresentou no início aqui do item que a gente tá estudando então a a verdadeira humildade né E abnegação ela é espontânea lúcida né Tem uma Lucidez por trás disso tem essa questão realmente de um encontro verdadeiro conosco mesmo dessa capacidade de reconhecimento né que começa lá quando gente comentava de aceitar e reconhecer Nosso Sentimento e avaliar e trabalhar eles para que a gente possa chegar nessa maturidade psicológica e consequentemente na humildade quanto nós ganhamos de de vida de tempo quando vamos conseguindo eh vibrar nesse padrão que estavas falando e eu pensando o quanto que se perde às vezes em pensamentos cultivos e tentando controlar coisas que a gente não controla tentando eh como né Gelson eh Tiago também né falsear situações e Ah então eu vou fazer isso aquilo aquele outro para dar tal result tá e o quanto a nossa mente fica perdendo tempo um tempo preciosíssimo que é vida pura quando era só se entregar né fazer o máximo que der no dia naquele dia naquele momento que é o que a gente tem com responsabilidade Claro eh eh ligado também a esse futuro próximo humano né mas realmente entendendo que tem coisas que a gente não controla que tem coisas que a gente não entende e que
a gente tem com responsabilidade Claro eh eh ligado também a esse futuro próximo humano né mas realmente entendendo que tem coisas que a gente não controla que tem coisas que a gente não entende e que mesmo assim tá tudo bem tá tudo certo não no sentido de uma aceitação passiva mas realmente uma aceitação ativa sem tristeza e uma abnegação que traz esse tom de de educação né de educando o espírito de lapidando de ir lapidando né não de lapidando com cria com com leveza o que não quer dizer falta de de profundidade de comprometimento né Então essas quantas e quantos de nós acabam tendo padrões de pensamento ruminativos né repetitivos mon deísmo sejamos nós encarnados e desencarnados por estar nesse nesse lugar onde a gente não entende algo tão bonito que a mentora nos traz e é interessante que ela vai trazer um um pequeno parágrafo aqui que ele é importantíssimo e ele se casa com a resposta de São luí lá no capítulo do Evangelho Segundo espiritismo bem-aventurados misericordiosos de quando nós devemos evidenciar o mal do outro se isso não é falta de caridade ou de uma uma não humildade falar sobre o erro alheio né porque ela diz que ser humilde não é ser passivo com descendente com o erro com o mal n tem que ter um cuidado para que a gente não compreenda a humildade com passividade humildade tá mais próximo de um campo atitudinal da pacificidade não com a passividade então um o etos cristão ele é ativo ele é presente e ele é combativo no bom sentido né da postura né de um lugar em que não é conivente em que não silencia diante dos erros alheios Vale lembrar amigos que tanto a marcha do sal de gande quando foram até né a beira da praia protestar contra a época o imperialismo britânico em que as centenas de indivíduos num atitude de não violência foram feridos mas por torno de um ideal ativo de não violência ele se assemelha por exemplo à atitude ativa de Joana Angélica né quando ela para proteger as freiras na Bahia né ela se pôs diante dos Soldados portugueses aqui vocês não vão
l ativo de não violência ele se assemelha por exemplo à atitude ativa de Joana Angélica né quando ela para proteger as freiras na Bahia né ela se pôs diante dos Soldados portugueses aqui vocês não vão entrar e qual o movimento dela uma alma humilde mais ativa resoluta defendendo certos princípios defendendo a vida humana isso não tira dela humildade Então a gente tem que ter muito cuidado para não confundir o nosso silêncio a nossa conivência a nossa covardia com humildade são conceitos totamente pós psicologicamente né é interessante realmente porque ela ela é clara que que que a humildade é uma questão de postura interna né e não de um ato externo né não é uma representação externa humildade é essa atitude de Lucidez de consciência da minha realidade né da aceitação da minha condição que me compromete com a vida na verdade né por isso que ela faz essa relação de que evitar né tanto deslecho o descaso o descuido consigo mesmo ou a agressividade né Eh contra os as demais pessoas Então não é não é disso que está se falando e também fazer uma diferença assim importante porque ela ela ela coloca um uma questão ali que eu acho bem rica que a humildade é cativante tem aparência Então não é uma coisa que precisa fazer né PR demonstrar ela cativa pela própria natureza da pessoa e que isso é e é é também diferente do que da indiferença né que a indiferença parece uma postura que eu não que eu não tô preocupado do que eu tô ali aceitando mas na verdade é uma postura falsa de humildade que representa um descaso uma frieza um desinteresse amoroso com a vida né então a indiferença não é cativante A humildade é cativante né Porque diz a Joana né sente se o perfume primeiro para para poder se vê-la depois eu acho tão bonita essa frase né como se a humildade fosse um perfume que se expande e que se mostra naquele que sabe reconhecer e v a partir desse perfume né ou seja ela é realmente algo que se mantém a partir do ser do ser que se coloca com postura interna acima de tudo né e que também tá
se mostra naquele que sabe reconhecer e v a partir desse perfume né ou seja ela é realmente algo que se mantém a partir do ser do ser que se coloca com postura interna acima de tudo né e que também tá comprometida aqui né Eh com os sentimentos ou seja são são conquistas sentiment todos esses dois itens né tópicos estão falando exatamente da da do cultivo da elaboração e do engrandecimento do sentimento para que a gente chegue na humildade na benegação e crie aquilo que é chamado de uma psicosfera de harmonia e naturalidade que esse é daí talvez para mim o reflexo da pessoa madura pessoa madura é natural não precisa falsear e e ela tem essa harmonia né que compõe essa capacidade dela de dialogar consigo mesmo integrando as suas várias partes de maneira a aceitar e compor de uma de uma forma a viver essa totalidade em favor do crescimento e de realização da minha essência então essa para mim é uma imagem bem interessante aqui de maturidade que ela tá trazendo apenas interessante que ela traz alguns elementos de que E se mesmo diante dessas conquistas a alma que vai se libertando né de um passado atávico né E vai se tornando uma alma mais leve mais doce mais sábia mais amorosa for visitada por Sofrimentos essa alma jamais lúa é capaz de temperar a vida experimentar os Cravos as experiência de Sofrimento Como aquela ideia de que o que fustiga o que testa o que causa atrito são elementos essenciais pro fortalecimento dessas virtudes que estão se né que estão florescendo e estão se constituindo acho que a imagem muito bonita da Rocha né da ideia de uma casa construída na rocha ou uma alma de fato burilada pela experiência e que foi capaz de integrar esses elementos experienciais para se fortalecer e fazer resplandecer aquilo que a Joana De Angeles né a Amada mentora nos fala de de fato viveremos os nossos compromissos de amor perante a vida né Uhum com certeza isso lembra a imagem da Rosa né que mesmo diante dos seus próprios espinhos consegue Florescer né então o Amor e a beleza ele
iveremos os nossos compromissos de amor perante a vida né Uhum com certeza isso lembra a imagem da Rosa né que mesmo diante dos seus próprios espinhos consegue Florescer né então o Amor e a beleza ele não tá separado dos momentos de dor que fazem parte também da nossa caminhada né E que possamos ter essa humildade né sem ser puritano Como diz a Jon de Angel né E poder fazer trabalho com sentimentos aceitando reconhecendo né porque ISO já é um exercício de humildade Esse reconhecimento né para que a gente possa compor com alegria e harmonia em favor das experiências que a vida nos traz então é muito bonito achei esse final de Capítulo né e e na e no próximo encontro já entra no capítulo 12 que é o último capítulo do livro que é o triunfo sobre o ego então a gente agradece a todos que estão conosco nessa empreitada bela e profunda do material que Joana nos coloca né agradecemos ao Tiago e a Guadalupe e um abraço todos queus abençoe e o convite para estarmos juntos no próximo encontro
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