LE 0307
Este é um projeto criado com o apoio de inteligência artificial para gerar voz e legendas. Pedimos desculpas antecipadamente por eventuais falhas. Nosso objetivo é compartilhar reflexões fraternas sobre O Livro dos Espíritos, obra fundamental da doutrina espírita, que nos convida a entender a vida, a morte e a evolução espiritual. Acompanhe e reflita conosco! 💙✨ Para mais informações sobre a Casa Espírita Estudantes do Evangelho acesse o site: www.estudantesdoevangelho.com.br Instagram: @casaestudantesdoevangelho Facebook: @casaestudantesdoevangelho
Você gostaria de lembrar de tudo que já viveu? Bem-vindos ao nosso estudo do livro dos espíritos. Hoje refletimos sobre a pergunta 306. O espírito se lembra, pormenorizadamente de todos os acontecimentos de sua vida? Aprre o conjunto deles de um golpe de vista retrospectivo? Resposta: Lembra-se das coisas de conformidade com as consequências que delas resultaram para o estado em que se encontra como espírito errante. Bem compreendes, portanto, que muitas circunstâncias haverá de sua vida que não ligará a importância alguma e das quais nem sequer procurará recordar-se? Ah, mas se o quisesse, poderia lembrar-se delas. Pode lembrar-se dos mais minuciosos por menores incidentes, assim relativos aos fatos, como até aos seus pensamentos. Não faz, porém, desde que não tenha utilidade. B. Entrevê o espírito objetivo da vida terrestre com relação à vida futura, certo que o vê e compreende muito melhor do que em vida do seu corpo. Compreende a necessidade da sua purificação para chegar ao infinito e percebe que em cada existência deixa algumas impurezas. Os espíritos nos mostram algo profundo. Após a morte, nada se perde, mas só permanece claro o que tem valor para o progresso. É como um viajante que guarda na memória apenas as lições do caminho. As paisagens passageiras se apagam, o aprendizado permanece. No capítulo 5º de O Evangelho Segundo o Espiritismo, lemos: "Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados". Allan Kardec nos ensina que as dores têm finalidade educativa. Joana de Angeles afirma: "A dor é mecanismo de educação e aprimoramento do espírito". Do livro Após a Tempestade, psicografado por Divaldo Pereira Franco. Quando desencarnado, o espírito [música] entende melhor as causas de suas lutas, percebe onde acertou, reconhece onde falhou [música] e vê com clareza o que ainda precisa transformar. Nada é esquecido [música] por acaso. O que não tem utilidade para o crescimento se dilui como névoa ao amanhecer. [música] Deus não nos permite recordar tudo agora, porque o excesso poderia nos confundir ou paralisar. A consciência, porém, guarda o essencial. [música] Somos como alunos que, ao final do ano, não lembram cada aula, mas carregam [música] o conhecimento adquirido. Que possamos viver de modo que, ao rever nossa jornada, encontremos mais luz do que sombras. Se essa mensagem tocou seu coração, compartilhe com quem precisa.
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