T9:E8 • Vida: Desafios e Soluções • Energia da vida (parte 1)
Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 08 – Energia da vida (cap. 4, parte 1) Neste episódio, tem início o estudo do capítulo 4 de Vida: desafios e soluções, com a análise dos itens 4.1 – Hábitos mentais e 4.2 – Frustrações e dependências. A reflexão mostra como os condicionamentos psicológicos e emocionais influenciam a vitalidade da alma e a qualidade da existência, propondo recursos para a renovação interior. 📘 Obra estudada: Vida: desafios e soluções, de Divaldo Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis 🎙 Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidados: Marluce Renz e Tiago Rizzotto #JoannadeAngelis #PsicologiaEspírita #DivaldoFranco #Espiritismo #VidaDesafiosESoluções #EnergiadaVida #HábitosMentais #Autoconhecimento #TVMansaodoCaminho #EspiritismoPlay *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Meus irmãos e amigos, hoje chegamos no capítulo 4, energia da vida, do livro Vida, Desafio e Soluções, desse projeto abençoado do estudo da série psicológica Jana de Angeles. conosco hoje a Marlúcio Thago, para poder trabalhar os dois primeiros itens do capítulo, que é hábitos mentais e frustrações e dependência, né? Então, a Joana vem caminhando, né, num num movimento muito bonito, eh, trazendo questões fundamentais. E no capítulo 4, ela dá uma mudada assim de orientação, porque ela vai agora a partir das necessidades que ela apresentou até o capítulo três, que é desse homem ainda infantil, carente, com dificuldade de poder se se reconhecer. E a proposta, então, de poder a partir disso, fazer uma caminhada, eh, de coragem, de autoafirmação a partir de uma nova condição, né, daquilo que ela vem trazendo no início do livro, que é a questão da vida como um todo aqui. Então, ela começa então a trazer a gênese desse processo todo que constitui a estruturação da mente, né, na ideia do pensamento. E aqui pensamento, quando ela fala em pensamento, não é o pensamento enquanto forma, mas o pensamento enquanto ideia, né? que o pensamento aqui é realmente o reflexo do espírito que envolve a cognição, a operação mental cognitiva, mas também eh a a vontade, os sentimentos, o campo afetivo e e não tudo que compõe, né, a condição da construção da nossa mente na formulação de uma ideia, né, damos essa força viva que é o pensamento enquanto essa complexidade da da da mente se expressar e é justamente ela vai construindo então, né, essa dimensão da vida biológica de todo essa esses milhares e milhares e milhões de de de anos aonde a gente quanto espírito vai condicionando e sendo condicionado pelos instintos na vida biológica. eh, buscando construir uma base, sedimentar uma base para a gente operar a partir disso na nossa caminhada individual, né? Então, ela vai começar a falar justamente desse despertar, dos das percepções, né, da e da construção desse pensamento que ele é eh fragmentário
perar a partir disso na nossa caminhada individual, né? Então, ela vai começar a falar justamente desse despertar, dos das percepções, né, da e da construção desse pensamento que ele é eh fragmentário por um pensamento mais contínuo e elaborado ao longo da trajetória evolutiva do espírito. E assim ela vai em frente, né, gente? Então, ela tem aqui um trabalho interessante de introduzir o tema ligado aos hábitos mentais. Por favor, Marlúcio, Thago, como é que vocês sentiram assim, perceberam esses essas páginas do início aqui do capítulo? Eu sempre acho bastante eh didático, interessante e complexo quando a Joana nos tenta trazer toda a origem das coisas, né? Então ali eh que que é o que tu tava falando no início da tua fala, né, Gelson, dessa tua esse nosso processo evolutivo para ela depois ir falar, chegar no que ela vai falar dos hábitos mentais, né? Porque ela fala, né, que no pensamento tá a diretriz da conduta, né? E como é que a gente pensa, o que que tá influenciando, onde é que tão nossos hábitos mentais, onde é que começam a gerar esses clichês mentais que ela vai trazer aqui, né, e que vão, né, então ela resgata todo o nosso processo evolutivo ali. como é que isso se manifesta na nossa vida hoje, né, em formas de a nossa postura perante a existência, como é que a gente entende as nossas experiências e como é que a gente se posiciona, né, em relação a isso tudo. Então, é um capítulo bastante desafiador, eu achei aqui, né, e mas ao mesmo tempo assim bastante didático também, né, pra gente poder entender que muitas vezes a gente nem sabe de onde é que estão vindo as nossas nossos clichês mentais, os nossos hábitos mentais que estão determinando a nossa vida, né, a forma como a gente tá vivendo. É fascinante, né, amigos, que nesse nesse capítulo, ã, me lembrou muito os longo texto que André Luiz dedica a esse assunto em evolução em mundos, né? ele vai fazer um desenvolvimento de como que ele associa muito a ideia de que o pensamento ou a ideia, como é que isso vai se sustentando do ponto de
z dedica a esse assunto em evolução em mundos, né? ele vai fazer um desenvolvimento de como que ele associa muito a ideia de que o pensamento ou a ideia, como é que isso vai se sustentando do ponto de vista de uma experiência. E ele associa muito a ideia associada à linguagem, à palavra. É como se a palavra ela estivesse também fosse parte estruturante do que essa composição do que nós chamamos de pensar, né? o pensar. Então, é interessante que Joana, de fato, ela já havia feito isso em outros textos, né, em que ela recompõe uma historicidade que vai constituindo desde um princípio uma organização e que torna indissociável. Não há como você separar agora biológico e psíquico, pensando em desenvolvimento do que é essa unidade eh existencial que todos somos, né, e dos quais nós não conseguimos de fato simplesmente nos apar apartarmos, né, os impulsos, os instintos e como essas dimensões arraigadas e estruturantes, elas são importantíssimas paraa nossa jornada evolutiva. Mas chega a ideia da vida mental, né? chega e esse momento único cuja representação não se encontra e de maneira igual na nos reinos anteriores da jornada evolutiva do princípio inteligente, mas agora chega o momento que ele precisa lidar com esse componente. O André Luiz falou de uma forma até poética que surge uma espécie de um fluido vivo, né, como uma fonte fluídica viva e que ao pensar vai se dando plasticidade, né? Para isso que nós chamamos de pensamento, como disse o Gelson no início, né? a ideia da ideia e me vem muito, sabe, Geossa a ideia de um fluxo energético, um fluxo que é vida, é a vida em movimento, a vida sendo construindo no campo da psique e sua exerização no comportamento e na vida objetiva. Então é nos das das dimensões mais interessantes que a gente pensa em relação ao nascimento do que a gente chama de consciência, mas antes o nascimento dessa vida mental, né? Tá, tá, tava silenciado aqui. Eh, é interessante isso, Thago, porque fala em fluxo, né? E porque é uma dinamis, é uma
do que a gente chama de consciência, mas antes o nascimento dessa vida mental, né? Tá, tá, tava silenciado aqui. Eh, é interessante isso, Thago, porque fala em fluxo, né? E porque é uma dinamis, é uma força. Então, eu também penso assim, a mente que surgindo a partir de tensões, como se fosse um redemoinho, um fulcro gerador em si mesmo de uma tensão provocado por esses processos todos. que depois vai despertar a consciência, mas ao mesmo tempo que tem todo esse movimento que é dinâmico, que é sempre eh voltado para para pro movimento, porque a vida é movimento, por outro lado tem essa coisa da fixação, né? Então a gente tem de um lado a a fixação, de outro lado a gente tem o movimento com a gular de solver, solve com a gulo. Daí eu me lembrei do bebê, né, que no mesmo momento e tem que fixar também a experiência primeiras e para construir as referências básicas que vão dar condições para ele poder se autoorganizar como indivíduo e fazer o movimento dele, né? Então, então ele tá lá numa estrutura, né, que a vida eh favorece, né, uma uma referência de uma estrutura, seja social, familiar, material, né, um corpo que vai fixar, né, e ele vai ser estimulado até que ele se apropria disso. E depois ele tem que se desligar dessas referências, ele tem que abandonar pai e mãe, ele tem que de uma certa maneira superar os condicionamentos da família, né? E poder eh em cima disso construir valores e uma caminhada própria, né? Então esse filho também vai ter essa grande mãe que é a matéria que coagula, a matéria coagula, ela coagula eh eh na experiência e na repetição, né, de vários gerações de de fases eh antes da da fase eh do espírito, né, enquanto princípio espiritual ainda, né, que vai passando para poder realmente criar essa condição. necessária, né, que depois ele tem que se libertar disso, né, ou seja, ou dar uma direção para isso. E aí entra justamente essa questão dos hábitos mentais, essa então Jonas fala de refolhos das fixações da aprendizagem intelectual, ou seja, é aquilo que vai
né, ou seja, ou dar uma direção para isso. E aí entra justamente essa questão dos hábitos mentais, essa então Jonas fala de refolhos das fixações da aprendizagem intelectual, ou seja, é aquilo que vai aos pouquinhos, né, sendo assimilado, eh, criando o automatismo na gente, né? E esse automatismo, ao mesmo tempo que é uma questão fundamental para essa base. Por outro lado, eh, a gente tem que se constituir como alguém que opera sobre eles e não só subjulgado a eles. Então essa eh desafio que é o que é o grande passo aí, né, dessa consciência que começa a ter liberdade, livre arbítrio e se constituir como na sua liberdade um caminho de vencer a matéria. Então, a Joana tá falando desse pensamento que começa a operar de maneira mais elaborada e tá nesse jogo de luta, no bom sentido, né, com essas forças que traz, que são fundamentais, mas tem que serem eh digamos superadas em favor de novas conquistas. Eh, e aí ela diz, né, que é de alta relevância considerar essa questão, porquanto no pensamento estão as ordens do que se deve realizar e como proceder à sua execução, deixando-se conduzir pelas manifestações primitivas habituais, repetem-se, sem resultados positivos, os labores que mantém o ser no estágio em que se encontra, sem o valor moral para alcançar novos patamares do processo da evolução. Eu tava te ouvindo falar ali, né? Já fiquei pensando que toda a nossa vida é essa eh é esse movimento, né, de se apegar, de aprender e de desapegar, né, a própria a nossa própria experiência reencarnatória aqui, né? Só que em relação ao pensamento, eu acho bastante complexo isso que ela tá trazendo, porque ao mesmo tempo, então, que a gente traz no nosso ser todas essas experiências que a gente foi passando e que ela vai dizer ali, né, que são pensamentos que foram experiências marcadas por pensamentos de dor, de angústia, de pessimismo, né? Isso foi ficando muito presente em nós. Eh, por outro lado, a gente tem essa, enquanto espírito, essa capacidade, essa força da alma, da vontade de poder
mentos de dor, de angústia, de pessimismo, né? Isso foi ficando muito presente em nós. Eh, por outro lado, a gente tem essa, enquanto espírito, essa capacidade, essa força da alma, da vontade de poder superar isso. Mas vamos, né? Tô pensando aqui que é uma tensão de forças que não é fácil, né, da gente sair dessa dessa desse mecanismo aí dessa dessa roda que tá girando, né, e que vai determinando como a gente vai conduzindo a nossa vida, né? Então são operações bastante complexas, assim mesmo, né, do ponto de vista espiritual, no nesse momento, né, em que ela passa a dizer sobre como que esses processos, né, de ordem do pensamento e esse processo de fixação pela aprendizagem, eu não deixo de pensar muito, sabe, amigos? Lembrando do Pia, quando ele fala sobre o desenvolvimento psicológico infantil e as etapas do desenvolvimento intelectual, então a a fase de aprendizagem de como que o pensamento vai ser articulado paraa sua relação com a vida objetiva, com a vida, a vitamina da vida relacional com as pessoas e os os cuidadores. e não deixa de ter e ele traz uma ideia interessante de que quando se pensa numa ideia de como os hábitos mentais vão sendo organizados e constituídos do ponto de vista do processo de aprendizagem, ele traz uma dimensão que é de assimilação de coisas novas, né? Mas um processo que deve ser substitutivo para que esses estágios, né, de desenvolvimento intelectual possam se processar. Porque senão teremos adultos pensando como crianças ou não sendo capaz de ter um pensamento mais abstrato, né? Ao mesmo tempo, ele traz uma discussão aqui, uma discussão a teoria dele, que ao mesmo tempo em que a criança vai aprendendo intelectualmente a a se relacionar com a experiência eh própria da vida, há um componente novo que ele diz que é a ideia de uma autonomia moral a ser desenvolvida. Então, se antes há uma heteronomia, o outro vai conduzindo uma etapa formativa moral, né? com a educação, com as castrações, com as orientações, com o cuidado, em algum momento tem que haver uma apropriação
se antes há uma heteronomia, o outro vai conduzindo uma etapa formativa moral, né? com a educação, com as castrações, com as orientações, com o cuidado, em algum momento tem que haver uma apropriação psicológica desse lugar de do juízo do moral, da compreensão ética. E isso vem naturalmente junto com estágios operacionais que o o Piag comenta serem fundamentais paraa maturidade psicológica. Mas olha que interessante, quando Joana traz a ideia de vontade e a possibilidade que pelo pensamento de termos uma conduta modificada, de alguma forma me vem essa ideia da necessidade de que o pensamento tem que também ser de alguma forma vinculado a uma expressão de uma compreensão simbólica moral desta vida, né? uma uma dimensão ética da vida e de compreensão de que é possível fazer essa essa passagem. E quando ela diz que há um, nós somos muito profundamente marcados por pensamentos de dor, angústia e pessimismo, em razão da força desequilibradora desses dess dessas experiências, me vem como são carregadas energeticamente de uma intensidade muito profunda essas experiências. Então, talvez é mais assim, talvez seja mais comum. Temos experienciado muito dessas experiências e elas condicionam muito a alma a se manterem nesse padrão, né, de pensamento ou de reação à vida, mas ela tá trazendo algo prospectivo. É possível e necessário que haja essa transformação para um caminho adiante na nossa vida mental. É interessante, né, Thaago, porque realmente Pag, quando ele vai falar dessas várias fases, né, onde entra a questão motora, questão ética, a questão cognitiva, a questão afetiva, né, para construir, né, essas representações e a inteligência da criança. Me lembro do animismo, né, que quando das experiências dele, quando a no começo criança acha que tudo tá vivo, né? Depois ela passa que a acreditar que tá vivo aquilo que se movimenta, uma bicicleta, um carro. Depois ela vai, então ela vai aos pouquinhos realmente desconstruindo uma, uma representação mental eh para eh agregar novos elementos para poder dar o
quilo que se movimenta, uma bicicleta, um carro. Depois ela vai, então ela vai aos pouquinhos realmente desconstruindo uma, uma representação mental eh para eh agregar novos elementos para poder dar o conceito de animismo de vida, né, por exemplo, né? Então, claro, aí a gente vê que tem, na verdade, nessas nesses processos que ela tá tá tá elaborando, tem eh questões eh basilares de estruturas e temas arquetípicos, né, como a ideia de vida, por exemplo, né, o que que tá em jogo quando eu vou assimilando esse conceito e ao mesmo tempo, né, eh, esses núcleos do espírito que tá lá informação que que que falou que que é fundamental para mim, que é o núcleo ético que não tá separado do núcleo a afetivo, né, que essas duas coisas vem junta. E aí que eu acho que tá a a a grande questão aí, né? Porque se no primeiro momento ah a o que move o despertar da consciência é o susto, é o espanto, né? E tudo é muito grande. Eu me sinto pequenininho, né, dentro dessas forças da natureza, né, que é vivido fora através da tempestade, da descoberta do fogo. E eu começo levantar, né, a os braços e saio do chão. E quando eu fico de pé, a visão adquire um um papel importante e as mãos também, onde eu começo a operar com as mãos na realização de de de construção de de tarefas, instrumentalização minha no mundo e também do afeto. Olha que ganho, né? Só no ato de tu levantar, né? Erguer nos pés. Então, olha a genialidade de Deus. Mas aí todas essas questões desse susto aí, né, e das experiências marcantes ligado, medo, a a sobrevivência da vida, as ameaças da natureza, das feras, vão ficando inconsciente da gente, como diz a Joana aqui, né? E aquilo que a gente vai de uma certa maneira agregando na nossa eh trajetória individual, fica lá também num estágio de de que são os conteúdos que que tão lá e que são muito não só são padrões condicionados, né, mas conteúdos emocionais que reforçam esses padrões. se junto, né, hábitos mentais que são condicionados pela experiência enquanto comportamento,
e que são muito não só são padrões condicionados, né, mas conteúdos emocionais que reforçam esses padrões. se junto, né, hábitos mentais que são condicionados pela experiência enquanto comportamento, mas que já tem uma representação, né, emocional pelos conteúdos que ele vai assimilando. E aí chega toda essa eh esse jogo aí ligado ao conflito, as forças de elaboração que estão em jogo. E aí eu acho que começa um um realmente uma questão que tá lá na minha necessalidade. Eu fujo ou eu enfrento, né? Que que é o mais básico do animal, né? Eh, ou ele ele foge ou ele ataca, né? Então, e aí começa o exercício, né? Eu me defendo, eu me protejo, ou eu sou curioso, ou eu enfrento, eu vou atrás. Então, começa a ter jogos de padrões, né, que de uma certa maneira sempre vão eh ter consequências. E o que a Juna vai dizer assim, o que tá em jogo é quando a gente fica identificado aos prodores antigos, mesmo que a vida seja circular, que o movimento vai se repetir, mas como novas oportunidades e tu eh se acomoda, que nem uma criança que se acomoda e fica preso ao mundo infantil e não quer crescer. Aí tem toda uma questão de desafio também de autossuperação e de crescimento que tá em jogo. Mas como é? Eu tenho uma pergunta para vocês. Como é que a gente, talvez quem esteja lendo em casa vai ter também, tá? Como é que a gente pode entender quando a Joana diz, né, vinculado aos mecanismos repetitivos da conduta sofredor? Porque essa conduta sofredora, ela tá falando ali, eu entendi, das experiências, né, de dor, de angústia, né, imagino as dificuldades todas desse ser aí que tu tava descrevendo, que começa a ver o mundo diferente, né, mantém tendências para o masoquismo. Como é que a gente pode entender isso, né? O que que é a tendência pro masoquismo? Vem dessas experiências de dor e de angústia, será? Que pergunta boa, né? Eu eu tava eu tava lendo sobre uma passagem no Evolução em Dois Mundos e que Emanuel ele tá tratando um pouco de como que quando nós nos encontramos >> o Emmanuel, o Emmanuel responde umas
ta boa, né? Eu eu tava eu tava lendo sobre uma passagem no Evolução em Dois Mundos e que Emanuel ele tá tratando um pouco de como que quando nós nos encontramos >> o Emmanuel, o Emmanuel responde umas umas perguntas depois. Eh, mas no caso aqui o André Luiz, muito bem lembrado, desculpe. E aí é interessante que ele fala sobre que a alma quando tá em sofrimento, e aí ele traz aqui a ideia bem representativa da imagem do indivíduo que do espírito que tá desencarnado e que tá ali colhendo às vezes impressões muito difíceis do que cultivou em vida. e ele relata que eles se vêm aprisionados em uma condição muito particular, né, eh, psíquica e psicológica, né, em daquelas imagens, aquelas emoções que estão sentidas de forma muito intensa, que isso eh eh prejudica e quase bloqueia a possibilidade da alma energeticamente de exprimir outros tipos de sensações e expressões emocionais, como ele fala de eu Ia, beleza, entendimento. E aí, eh, isso dificulta que há uma saia deste lugar. É quase como se criasse um circuito fechado, né? Joana fala sobre isso, que é uma ideia de que repete a o mecanismo ele repetitivo da conduta sofredor aí leva ele a uma tendência, talvez de ficar nesse circuito fechado. Lembrei muito a compulsão, a repetição, sabe? a ideia de você tá sempre voltando a um lugar eh de uma questão que não tá em ti bem resolvida. E aí eu acho que por ser a eh repetitiva conduta sofredora, ele mais retroalimenta a imagem de si de ser sofredor e não dar conta e ao mesmo tempo, mantém-se vinculado a esses hábitos mentais geradores de conflitos, padecimento, parece um circuito fechado do qual ele não consegue encontrar um caminho, talvez de pensar de uma outra maneira esse processo, né? Não sei se ajuda a responder. >> É, eu acho uma coisa importante aí que realmente a gente tem uma uns grandes forças evolutivas e a primeira força evolutiva é a dor, né? Então, eh, o tem é o amor e a dor. E a dor desacomoda. Então, o frio, o desafio da vida, então, eh, desacomoda o espírito e ele tem que, de uma certa
olutivas e a primeira força evolutiva é a dor, né? Então, eh, o tem é o amor e a dor. E a dor desacomoda. Então, o frio, o desafio da vida, então, eh, desacomoda o espírito e ele tem que, de uma certa maneira, ele é chamado a ter que vencer aquela realidade desconfortável, difícil. A dor é um grande agente desestabilizador, eh, que faz com que eu, eu tenha que pensar, eu tenho que buscar alternativas, eu tenho que me defender, me proteger da daquele daquela situação limitadora ou ou que me põe perigo de vida e assim por diante. Então, eh, só que, né, eh, essa dor pode me levar a a a entender de uma certa forma ainda equivocada, porque não tenho recursos ainda, né? Ou que a vida é só dor, né? ou que eu não tenho condições de enfrentador, me sinto capaz e eu fico condicionado no primeiro momento, uma imagem primária que pode ser difícil de superar num certo momento e e e botando-nos fora de mim como se eu dependesse dos deuses de fora, né? Os deuses do trovão, os deuses da da na da da na nesses mos primários da vida que a gente vai construindo, né, para explicar os fenômenos da vida, né? E aí vou criando esse pensamento ainda muito mágico, né, que que é é muito do do nossa primitiva da criança, né, e que muitas vezes eh em vez de ser possibilidades novas eh me aprisionam por um momento, como diz o o Thiago, né? E aí eu fico de uma certa maneira cultivando, sem se dar conta, como diz a Joana, né, esses padrões mentais, sem ver saídas para ele, né? É interessante. E aí que entra, isso ela vai trabalhar depois, mais adiante, né? As interferências espirituais que vão estimular essa mente e a experiência com o outro, né? que vão nos dar capacidade de encontrar outras experiências que não são minhas. Porque o bom disso é o o o homem é o único animal que pode falar daquilo que não viveu e também pode assimilar aquilo que não viveu a partir do outro, né? Então, uma abelhinha quando ela faz a dança do oito, né, para mostrar onde que tem eh flores, né, as pólens, todas as abelhas
viveu e também pode assimilar aquilo que não viveu a partir do outro, né? Então, uma abelhinha quando ela faz a dança do oito, né, para mostrar onde que tem eh flores, né, as pólens, todas as abelhas vão entender o que ela que ela tá falando. Mas quem faz a dça doite, quem foi lá na floração e e sabe o caminho, as outras que ouviram, que viram a dança do oito, sabe ir até lá, mas não sabe comunicar para os outros, né? Então elas vão lá e fica uma aqui, viu? E chega a Belinha nova. Ah, perdi a festa. Onde que tá lá os o a a eh o paraíso dos pólemen? Ela sabe porque ela viu a dança do mas ela não sabe comunicar porque ela não pode comunicar o que não viveu. Então, a na dinâmica humana, né, eh o pensamento ele vai poder eh transcender a realidade primária da experiência crua e literal para essa campo, como já falou, da abstração, do imaginário, do simbólico. São conquistas maravilhosas com o tempo, mas que estão muitas vezes condicionad ainda a essas tendências do passado, da qual realmente é um processo demorado, difícil, eh, para ir superando aos poucos, porque a gente tem que acreditar em nós e e a vontade, né? A vontade como esse poder essencial, né, de eu dizer: "Eu posso, eu quero e eu consigo, né?" Eh, até se dá conta que isso a gente a gente é adulto e não sabe o que que é vontade, né? E e não sabe usar vontade, não sabe eh ser dono de nós mesas, gente. É uma, né? É uma coisa bem difícil mesmo. Então é um processo complexo e muito eh demorado para para poder, né, construir ao longo do tempo esses padões, depois desconstruir ele, como diz a toda toda toda, como diz a Joana, a gente constrói a ideia e sofre a ideia, né? Então e às vezes a gente fica preso, né? Mesmo que aquilo seja desconfortável, a gente não consegue ver saídas para aquela ideia da qual a gente tá preso. Então é um processo aí realmente árduo esse. >> Agora entendi, meus queridos, porque aí então faz todo sentido, né, ela dizer que aí se torna vítima espontânea desse pessimismo. Então, é nesse funcionamento
é um processo aí realmente árduo esse. >> Agora entendi, meus queridos, porque aí então faz todo sentido, né, ela dizer que aí se torna vítima espontânea desse pessimismo. Então, é nesse funcionamento mais infantil ainda, onde esse ser que passou por toda essa dor, né, esse sofrimento, acha ou foi atravessado de forma muito contundente por isso, né, acabou ficando aprisionado, sem se sentir capaz, então, né? E aí ele começa a ter também essa ideia de que tá tudo fora, né? Então ele eh tem essa coisa do mau humor, das insinuações, da falta de sorte, né? né? Então fica também com uma incapacidade de se apoderar então das suas capacidades, das suas vontades, né? E fica preso, então, no que ela vai chamar ali, né? De clichês mentais, né? E eh e é interessante isso, né? Porque e depois ela ela vai falando o quanto esses pensamentos vão nos determinando, né? Então os os pensamentos vão determinando a forma como a gente vai percebendo a realidade, né? Então agora deu para entender >> o termo em psicologia que a gente usa, né, Marlus, que é retoalimentação. E a gente vê isso nos consultórios. Às vezes o a família tem um padrão neurótico, a pessoa padão neurótico, ela já entende, ela percebe que é neurótico, né? Aquele casal sempre cai na mesma armadilha, acaba brigando por bobagem, se desgaste daquela cozinha pequena, vem um processo e difícil de hostilidade, de de dor emocional que advém daquele momento. Eles perceberam, olharam para aquilo, né? E eles pensam ah, né? Puxa, né? Não foi legal. Daqui no outro dia tô fazendo a mesma coisa novamente, né? Então, olha só, então isso que chama de neurose. neerose, justamente é isso, é um sofrimento sem sentido que a gente retoalimenta a partir desses padrões ou cristias mentais, a qual a gente não consegue se libertar, porque não é uma questão só cognitiva de entender eh o que que falta compreender aí, né, e que elementos são esses que me fazem repetir de novo aquela e ter aquela mesma resposta, mesmo eu ainda já reconhecendo que isso não é legal.
itiva de entender eh o que que falta compreender aí, né, e que elementos são esses que me fazem repetir de novo aquela e ter aquela mesma resposta, mesmo eu ainda já reconhecendo que isso não é legal. Eh, tava aqui pensando sobre o que você disse, sabe, querida? E essa ideia dessa imposição, desses clichês mentais de falta de sorte, o mau humor, né, os padrões negativos nos relacionamentos, a dificuldade de ter mais leveza na vida. me tem muito uma imagem assim de um mar muito revolto com todos esses eventos interiores à alma e um capitão não sabendo o que fazer para manter essa embarcação num curso ou quase virando. Então é uma espécie de um tensionamento, né, experiencial e de dificuldade de sustentar esse processo que ela traz, né, a existência de um caos psicológico, né, e acaba sobrando pro mundo, né, acaba sobrando pro mundo. Mas ela não deixa, né, amigos, em seguida, de dizer que se todas as expressões então desse pensar provém do espírito, é possível pensar também um caminho pelo qual isso possa ser modificado para outra forma de produção mental. E aqui eu vou me valer porque eu gostei de ler o texto do querido André e que ele fala assim, né, que a muitas vezes nós nos vemos aprisionados em sofrimentos ou experiências muito difíceis que vão nos marcando e como uma tinta escura, né, definida, pesada, é a o André fala sobre essa influência constante dessas criações mentais e que ela acabam se transformando às vezes certas fixações mono eh monoideica, chama de fixação monoideica, né? Monoideica, isso. E que essas fixações elas vão consumindo a energia psíquica e é o foco do indivíduo permanecendo nesses problemas, ele não consegue sair desse lugar. Mas é interessante que o André diz aqui, apesar de um santo texto psicológico, ele diz assim que essas mesmas imagens plasmadas pelo mal ou por esse lugar de desconcerto, de ruptura e de perturbação, vão servir a seu tempo para plasmar informação de paisagens regenerativas. Então, às vezes, essas condições hoje interpretadas como tão perturbadoras,
ugar de desconcerto, de ruptura e de perturbação, vão servir a seu tempo para plasmar informação de paisagens regenerativas. Então, às vezes, essas condições hoje interpretadas como tão perturbadoras, tão disruptivas, alienantes, elas serão também o caminho pelo qual o indivíduo vai conseguir encontrar outras representações para que ele possa sair deste lugar. Seja um buraco, seja uma depressão, seja um pessimismo, seja uma entrega à vida e um um pesar, né? Então, é interessante que ele traz esta ideia de que é possível encontrar de novo um caminho e é interessante a partir dessas próprias ideias, né? >> Claro. É isso é realmente a a proposta da lei de causa efeitos, né? Que o efeito, por mais danoso que ele seja, ele te confronta contigo mesmo. Então, mesmo essas ideias mono que a gente chama autoobsessivas, né? o monodeísmo, ela eles acabam eh no movimento da vida enquanto retorno dos efeitos, das consequências desse de dessas ideias, te fazendo ter que buscar eh em algum momento outra solução. Mas agora tem uma pergunta para vocês, né, uma provocação. Ela diz assim que é fácil pensar de forma variável, né, nessa continuição que o Thiago tá falando do parágrafo, né, que já que depende do pensamento, né, e do espírito, é fácil pensar de forma variável, substituindo aquele que seja incorreto por outro que pareça favorável. Se é fácil pensar de forma variável, por que a gente não muda? Por que que é difícil de mudar? Porque a gente fica neurótico e vai uma encarnação e outra encarnação e às vezes a gente repete padrões em quatro, cinco encarnações e demora para romper com aqueles padrões, né? Que que tá aí em jogo aí? Eh, já que ela tá dizendo que é fácil pensar de forma variável. >> Eu me lembrei, não sei se eu vou responder a tua pergunta, mas eu me lembrei de uma pessoa que eu conheci que ela chegou com uma nuvem negra. Sabe aquelas pessoas que tinham uma nuvem negra em cima, né? E era bem isso, assim, tudo era falta de sorte, o mundo era um caos, era tudo difícil, né? Só
u conheci que ela chegou com uma nuvem negra. Sabe aquelas pessoas que tinham uma nuvem negra em cima, né? E era bem isso, assim, tudo era falta de sorte, o mundo era um caos, era tudo difícil, né? Só com um detalhe, essa pessoa viveu assim a vida inteira e ela não tinha se dado conta desse padrão, né? Desse dessa desse padrão disfuncional. Isso começou a aparecer porque ela começou a ter sérios problemas no trabalho. Então, esse jeito pessimista, cobrador, né, e e misturado com um pouco de vítima ali, começou a causar sérias questões de relacionamento no trabalho. Então, ela teve que buscar ajuda, mas ela não se deu conta, ela não tinha consciência de que tinha uma nuvem negra e que ela tinha essa lente que ela lia o mundo. Então, ela não tinha como ela pensar de outra forma enquanto ela não se deu conta daquilo, né? E eu me lembro, eu não sei se é no autodescobrimento ou ah, o ser consciente, agora vocês vão ter que ajudar, quando a Joana diz que uma das questões é a gente eh achar que tem uma coisa errada, aí que começa a nossa mudança, né? Então, parte de um nível de consciência, assim, porque eu só posso pensar assim, tá? Eu tô pensando de uma maneira disfuncional. Vou trocar o meu pensamento. Se eu me dou conta que eu tô pensando em maneira disfuncional, senão aquilo tá naturalizado em mim, né? E aí eu não consigo produzir outra eh outra alternativa para mim, né? Então, talvez seja fácil pensar de forma variável se eu tenho consciência de que a forma que eu tô pensando já não me serve mais ou, né? Não, não, não ajuda. Sei que que o Thiago acha >> quando tu foi falando, sabe, Gelson, me viu aquela ideia do passarinho pequenino que tá ali no ninho dele e ele fala: "Os meus irmãos já sabem voar e eu acho que eu sei voar também, mas para voar eu tenho que pular. Mas eu não quero pular porque aqui tá bom, né? Talvez exista, sabe, amigos, uma dimensão de que eu consigo imaginar eu mais seguro, eu consigo imaginar eu mais feliz, eu consigo imaginar eu mais sereno, eu consigo pensar, mas de fato a
tá bom, né? Talvez exista, sabe, amigos, uma dimensão de que eu consigo imaginar eu mais seguro, eu consigo imaginar eu mais feliz, eu consigo imaginar eu mais sereno, eu consigo pensar, mas de fato a transição, essa transposição parece que exige a vontade, mas um grau de arriscar-se, de sair. Será que existe algum grau de conforto? algum grau de segurança que nos mantém às vezes em certos padrões e a gente se satisfaz mesmo satisfeitos. Sei, né? Será que ficarmos nessa condição que ela chama dessas bengalas? Será que as bengalas às vezes elas não são satisfatórias pra gente, né? Pode ser um copo de bebida alcoólica, pode ser um excesso de açúcar que a gente consome, pode ser um relacionamento que a gente às vezes detesta, mas a gente vai se mantendo porque a vida é a si mesmo. E eu talvez não queira enfrentar isso para que isso possa mudar. talvez arriscarse exige um movimento de colocar em cheque essas verdades que sustentam hoje. Então, parece que é algo que não sei se ajuda a responder, mas parece que tem algo, uma dimensão que a alma tem uma tem uma tem um paradoxo aí. Ela não gosta, não quer, mas o tempo ela permanece nesse lugar. Então, até que o momento ela se canse ou isso perda perca vitalidade ou isso perda sentido. Parece que tendo um sentido também, né? Não sei se ajuda. >> Eu ouvindo vocês falando e me remetendo aqui ao que a Juna coloca, parece que essa representação mental ela tem uma é uma combinação dos conteúdos eh que experimentados que vão gerar essas verdades, né? e também de um funcionamento que é verdade enquanto a minha forma de me relacionar com esses conteúdos. Então, eu tenho os conteúdos que me aprisionam, eu tenho uma forma dear com os conteúdos também que é a forma de eu poder operar sobre eles, né? Então, eh, a grande questão é que talvez a gente fica vendo os conteúdos e analisando a situação e não questionamos a nós, né? quando ela coloca aqui, eh, eh, é é fácil pensar de forma variável, substituindo. Então, então, pra gente poder começar fazer esse movimento,
údos e analisando a situação e não questionamos a nós, né? quando ela coloca aqui, eh, eh, é é fácil pensar de forma variável, substituindo. Então, então, pra gente poder começar fazer esse movimento, eu tenho que olhar para mim e não paraa realidade apenas, né? Se eu olho pra realidade, eu olho pra realidade a partir de mim sempre, né? Como umaú da minha lente, a lente que eu tenho de ver tudo de maneira pessimista, negativa, como uma o exemplo que ela colocou. Então, eh, e aí eu eu acredito que a vida seja assim, né? Então, eu tenho que realmente botar em dúvida a mim mesmo, ou seja, né, prestar atenção em mim. Então é uma questão de espelhamento aíonde eu pró começo a operar não sobre a realidade enquanto se apresenta, mas a realidade enquanto percepção e imagem que eu tenho a partir de mim mesmo. Então aí é realmente o que a Joana tá propondo é sem um encontro comigo mesmo, sem a minha consciência que eu opero, que o pensamento é meu e que eu opero sobre a realidade, eu não tenho como fazer um trabalho de de mudança. Quer dizer, só assim eu posso trocar um pensamento pelo outro, né? Só vou poder trocar um pensamento pelo outro, como ela propõe aqui, né? pensar bem ou pensar mal, uma pessoa diá disso. Na medida que eu realmente faço consciência que eu penso, né? E se eu ten que eu penso, eu tenho que fazer poder dizer como é que eu penso, de que maneira eu construo essa realidade mental da qual forma a minha base de me movimentar no mundo. E aí chega de novo a questão do autoconhecimento, né? Isso é todo o sentido, porque daí às vezes a gente vem com as pessoas dizem assim: "Não, mas você tem que pensar positivo, né?" Tá, sim, vamos tentar pensar um pensamento positivo, mas se a forma como eu lido com o mundo é de uma forma extremamente pessimista e negativa, não tem aquele pensamento, porque eh a gente tem, né, esses processos mentais que são conscientes. Então, tá, conscientemente eu eu não quero não quero pensar negativo, quero pensar positivo, mas a gente tem esses
e pensamento, porque eh a gente tem, né, esses processos mentais que são conscientes. Então, tá, conscientemente eu eu não quero não quero pensar negativo, quero pensar positivo, mas a gente tem esses padrões inconscientes aí, né? Então, como é que eu me relaciono? Então, às vezes não é simplesmente, ah, só porque então a partir de agora eu só vou mentalizar coisa boa. Claro que isso ajuda, mas realmente se eu não entender como é que eu mentalizo coisa boa, qual é a lente que eu tô ali, né, eu não vou num num sentido mais profundo, realmente, né? Então, às vezes, eu acho que também a gente fica muito arraso assim nessa coisa do pensamento positivo, sempre pensamento positivo, sabe? E as pessoas às vezes não querem nem se debruçar sobre as suas dores. Não, eu não posso falar isso porque eu só posso pensar positivo, né? E aí perde essa capacidade de não, mas vamos analisar isso, vamos entender que pensamento é esse que tá vindo, né? Então é um é um processo realmente de entrar para dentro mesmo, como a Joana diz, né? Estejamos também estejamos falando, meu amigo, de uma forma de ressignificação, como nós nos relacionamos com nós mesmos, como nós aprendemos a experiência pelo pensamento nessa relação com a vida e como que nós sentimos a vida. Então, tu disse muito bem assim, algumas ideias contemporâneas, elas vulgarizam a ideia do pensamento positivo num campo muito de superfície quando nós temos uma interioridade ainda marcada com um padrão ou uma repetição em torno daquilo que não se quer continuar fazendo, mas se continua. Então ela diz assim, né, um novo hábito se irá implantando lentamente no subconsciente até tornar-se parte integrante do comportamento. Quando eu li esse parágrafo, amigos, eu lembrei que no momento que que Saulo ele vai ao deserto, ele precisa ter um momento dele, né? E ele vai morar num deserto, ele é acolhido por aquele casal e ele passa ali muito tempo como se tivesse desconstruindo muito a maneira como ele, Saulo, sentia, via e compreendia a vida para encontrar
E ele vai morar num deserto, ele é acolhido por aquele casal e ele passa ali muito tempo como se tivesse desconstruindo muito a maneira como ele, Saulo, sentia, via e compreendia a vida para encontrar outro hábito. E é um hábito que é tanto que é é um hábito que é mecânico, manual com o trabalho que ele fazia, quanto um hábito relacional de contato com a mensagem, com aquele casal que era mensagem, né, mensagem do eh a mensagem evangélica. E a impressão que tenho é que esse tempo é fundamental para que houvesse essa transformação de caráter naquele espírito por meio de novos hábitos. E ele teve que enfrentar muitas questões nesse processo, mas me vem muito essa ideia histórica desse momento da vida de Saul e Paulo, né, para mostrar que é um movimento que exige uma mudança que exige vontade, né? Parece como se precisássemos alcançar certas bases mais profundas do da forma como a gente se vincula a experiência, como a gente significa a experiência para que a gente possa de fato encontrar novas possibilidades de viver, né? >> É interessante que daí ela vai falar sobre as frustrações e dependências, né? A gente tem pouco tempo ainda para trabalhar esse tema, mas eu acho importante colocar o que que é essencial aqui nesse item. que ela fala de poder viver o presente, né, e não ficar preso no passado nem no futuro, né, que a gente ou fica eh nessa expectativa do do presente e se ele não vento se frustra ou preso no passado eh nessa fixação ou no saudosismo ou com medo de de de enfrentar a realidade, né? Então, eh, a dependência e a frustração como parte desse jogo da qual a gente tá é desafiado, até porque, eh, de uma certa maneira eh todos nós em alguma medida, vamos ter alguma frustração na vida, né? Eh, mas o que ela tá colocando aí, né, dessa pessoa que não sabe lidar com a frustração, né, não suporta a frustração, porque a frustração realmente desacomoda, ela não tem maturidade, ela não tem não acredita nela ou não, ou tá nesse jogo emocional infantil, eh, né, de querer impor essa
né, não suporta a frustração, porque a frustração realmente desacomoda, ela não tem maturidade, ela não tem não acredita nela ou não, ou tá nesse jogo emocional infantil, eh, né, de querer impor essa dependência emocional da qual ela se alimenta. E aí isso gera, né, um processo de ou de dependência emocional ou de fragilidade, né, porque ela diz que falta na pessoa, né, eh, essa eh e essa atitude, né, ela abdica dessa atitude de decisão e de refletir em relação à aquilo. Então, o que que a J tá dizendo para mim aqui, né? Tá dizendo, olha, não adianta, a vida vai forçar você a pensar e agir. Não tem como fugir disto. Viver é tomar decisões. Viver é olhar paraa realidade e pensar. Se tu não quer olhar paraa realidade, não quer pensar, tu vai agir mal, né? Então, eh eh e se tu fica na frustração, preso na impossibilidade de poder aceitar a realidade, né? Então tu vai realmente jogar um jogo de braço com a vida e certamente a gente vai perder, né? Eh, então, desejo não realizado, anseios, né? Eh, a as faltas que, né? a gente é movido por necessidade, por falta, como tudo isso de uma certa maneira vai compor na dinâm da vida, no enfrentamento nossa com a nossa própria realidade interna versus a realidade do mundo que vai nos confrontar com as questões que nós trazemos dentro de nós. Acho é uma questão bem importante aqui. É, o que me tocou bastante aqui nesse nesse item é essa questão do presente, né, do estar presente, de aceitar o presente, né? Porque ela diz que não é nem viver do passado ou fico preso em frustrações do passado que eu não consegui, mas também não me atormento com as aspirações do futuro. Esse que é um detalhe, né? Então, é tá ancorado aqui nas experiências que a gente tá vivendo, porque daí ela fala uma coisa interessante quando a gente não tá ancorado aqui, né? As personalidades instáveis sentem-se frustradas facilmente em razão da falta de idealismo perseverante para se realizarem. Ambicionam em demasia ou nada aspiram, deixando-se arrastar por estados melancólicos que cultivam sem o
sentem-se frustradas facilmente em razão da falta de idealismo perseverante para se realizarem. Ambicionam em demasia ou nada aspiram, deixando-se arrastar por estados melancólicos que cultivam sem o competente esforço para saírem da situação doentia, né? Então, ou eu projeto demais, eu ambiciono em demasia, né? Então, quero eh quero tudo lá na frente, não vivo agora ou como fui frustrado, então já não quero mais nada, né? Então, para mim, o que me chamou isso é essa capacidade, né, da gente tá no presente vivendo o que a vida tá nos trazendo aqui. E sim, né, frustração também ela nos dá a nossa medida, né, se a gente pensar bem, né, a criança que não é frustrada, ela vai achar que o mundo é fácil, né? uma criança que sempre recebe tudo, né, e e é muito poupada, né, em limites e coisas. Depois na vida adulta isso vai ter repercussões, né? Então isso faz parte do nosso desenvolvimento assim, mas o que me chamou muita atenção é isso, é a gente tá ancorado aqui no presente, né, aceitando realmente a vida. Então assim, é quase como se nós tivéssemos eh homens e mulheres descentrados do presente ou alma cativa, uma saudade de algo que passou para sustentar sentido, né, para alimentar alguma expectativa ou alimentar algo em relação a algo que passou, um relacionamento, um trabalho, um momento da vida ou um futuro que a ideia, que a questão não Não é ter aspiração. Ela diz, é se atormentar com as aspirações. Ter aspirações é fundamental. Porque um dos sintomas contemporâneos que eu tenho lido de alguns filósofos é a perda de referenciais utópicos. Não, não tem mais utopias pelas quais a vida pode ser de fato dirigida, alimentada. E isso alimenta a possibilidade já no presente de construção e a busca dessa outra verdade ou de uma nova realidade social, de uma nova condição paraa humanidade. E que essa falta de idealismo, botando o texto dela, leva talvez assim a essa eh a esse diagnóstico contemporâneo dessa multidão de de ansiosos ou essa multidão de melancólicos. ansiedade quanto a um futuro, né, ou
ta de idealismo, botando o texto dela, leva talvez assim a essa eh a esse diagnóstico contemporâneo dessa multidão de de ansiosos ou essa multidão de melancólicos. ansiedade quanto a um futuro, né, ou melancolia em relação ao que não se tem agora ou o que já se passou. Então, eh é interessante que a gente pode pensar que a quadra conjuntural do mundo, ela se enquadra bem nesse momento aqui do texto em relação a às às ass dificuldades emocionais da humanidade para encontrar conforto, para encontrar sentido e para encontrar sustentação no presente, né, no campo da vida, né? >> É. E como o sentido espiritual dá sentido para nós, é porque tudo isso, de uma certa maneira encontra postal de mudança quando tem realmente certas eh bases, né, eh eh que dão um significado e profundidade de tua existência. Então eu queria trazer aqui o o parágrafo quando ela disse quando a pessoa considera que se encontra na terra no momento, no lugar e com as pessoas certas, aquelas quees são necessárias para o próprio desenvolvimento, despertará da dependência infantil e da frustração debilitadora, recuperando a saúde comportamental através da renovação mental e das motivações atrientes para tornar a sua existência mais do que suportável, perfeitamente feliz. Então, olha só, eh, sai um pouquinho da da tua da tua teimos infantil, né? Porque essa frustração, essa dor, é que tu tá ali, eh, circulando num num entendimento e tu não tá aceitando a vida ou a lógica de Deus, né? o amor de do Pai, a perfeição. Então, reconhece que se tu tá nesse momento aqui, dentro dessa realidade, nesse desse contexto com as pessoas, isso é matériapra essencial pro teu processo de aprendizado. Se tu aceita isto, tu já dá uma virada de chave aí no no teu processo, né? E aí realmente tu pode ter metas, porque ela diz: "É importante ter aspirações." É, não aspirações que tu tormentem, mas aspirações que te alimentem positivamente. Metas positivas de coisas que tu busca, né? que é justamente esses ideais espirituais para que tu possa ter um
ções." É, não aspirações que tu tormentem, mas aspirações que te alimentem positivamente. Metas positivas de coisas que tu busca, né? que é justamente esses ideais espirituais para que tu possa ter um sentido para tua viver aqui e construir a partir da realidade tua uma visão otimista em relação ao futuro e uma autoestima positiva também. Eu mereço, eu posso, né? Eu consigo. E aí realmente poder fazer um uma caminhada de trabalho e de conquista própria a partir do meu do meu esforço, da meu da minha abertura positiva, receptiva em relação ao que a vida tem para me oferecer. Então, acho interessante esse movimento final que faz aqui, né? >> Sim. Porque daí essa visão otimista do por vir não é aquele pensamento positivo que a gente tava falando antes, né, Thago? Não, aqui é uma visão otimista no sentido daí de uma consciência maior, né? Porque a gente tem que ter humildade mesmo, né? De aceitar as coisas que a vida estão nos dando, né? Tem que tem que ter essa humildade dizer: "Tá, pode ser que eu não entenda muito esse movimento, mas eu aceito, né? que realmente eu tá ancorado numa compreensão maior da realidade, né? Então achei aí sim essa visão otimista, esse pensamento pode ser direcionado daí, né? Não, as coisas têm um sentido, né? E eu posso viver isso. Uma vez perguntava pro Divaldo se ele era feliz, ele disse que era. Aí perguntaram em seguida, mas você tem problemas? Tenho. Então você não é feliz. E é interessante essa resposta, porque ele fala que a questão é quando os problemas tomam a vida, é quando os problemas, as dificuldades sobrepõe a nós, manejá-los. E aqui esse parágrafo que você leu, né, Gelson, de considerar a terra, as relações, as pessoas, o lugar como próprios para o nosso desenvolvimento. É a ideia de que precisamos substituir assim: "Eu não aceito a vida e então não quero viver". Não vou me envolver porque a vida é o que é. A vida é o que é. É assim, tá agora acontecendo e nós não controlamos várias questões que se passam em nosso entorno,
eito a vida e então não quero viver". Não vou me envolver porque a vida é o que é. A vida é o que é. É assim, tá agora acontecendo e nós não controlamos várias questões que se passam em nosso entorno, campo familiar, campo social, das circunstâncias que nos aguardam da experiência de vida. E a vida é o que é. E nós temos que assim, eu acho que consentirmos isso é um processo que demanda, claro, que a gente amadureça para essa ideia, né? Você pensa sobre isso. Eu consto a vida, eu acolho as asperezas que vão surgir pela própria condição humana comum, nossa, partilhada, normalmente a gente refuga, né? Não, não, eu não quero ter que lidar com isso. Mas tá posto o convite de Joana é que a gente vá ao encontro dessa realidade, que a gente de se permita viver a realidade, que a gente eh busque levez e amorosidade nessa experiência de relação com a vida. E ela diz: "Anhelar pelo melhor". Eu acho que você precisamos de esperança. Precisamos de esperança no viver para que a gente tenha luta, coragem, amorosidade, mas mantendo, né, o bastião de que fidelidade à vida é fidelidade à vida com V maiúsculo, né, e anelando pelo melhor e amadurecendo juntos para isso todo, né? É, eu acho que é bem legal isso que ela coloca, né? Sair dessa visão equivocada de um cristianismo mal interpretado que fica nessa visão de que aqui a gente tá para pagar, pagar, sofrer, sofrer, sofrer. El não, tu pode ser feliz, tu deve buscar felicidade, tem que aspirar o máximo disso, né? Então sim, se você tem a permissão de viver uma vida boa, plena, isso é um direito, isso cabe a cada um, mas não de maneira infantil. Você pode vão construir isso, dão, se dão direito e reconhece que você tem capacidade para fazer esse caminho. Assumam isso e sejam felizes. Essa é a proposta da benfeitora aqui, né? Muito bem, gente, estamos chegando ao nosso final, né, do encontro. Esses encontros são sempre muito ricos. E já deixamos então o convite para dar continuidade ao capítulo com ID em sensações e emoções, né, e vida
nte, estamos chegando ao nosso final, né, do encontro. Esses encontros são sempre muito ricos. E já deixamos então o convite para dar continuidade ao capítulo com ID em sensações e emoções, né, e vida interior, que vamos então dar continuidade a esse processo de reflexão que ela vem trazendo, vai pontuando coisas importantes que vão despertando insites importantes para nós construir essa caminhada de transformação. interna. Obrigado, Thaago, Marlú, por esse momento. Obrigado a todos que nos assistem e que Jesus nos abençoe nessa jornada. Até a próxima. Então,
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