T7:E18 • Autodescobrimento • O ser subconsciente (parte 1)

Mansão do Caminho 12/02/2025 (há 1 ano) 1:02:11 196 visualizações

Neste episódio, damos início ao estudo do capítulo sete, intitulado "O Ser Subconsciente", referente ao volume seis da Série Psicológica Joanna de Ângelis. Neste capítulo, Gelson Roberto, Marluce Renz e Tiago Rizzotto aprofundam-se nos conceitos de "Computação Cerebral" e "Reciclagem do Subconsciente", refletindo sobre como esses temas se relacionam com o autodescobrimento e a evolução espiritual. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #subsconsciente

Transcrição

meus irmãos bem-vindos a todos nesse momento que nos encontramos para esse estudo maravilhoso que a Ben feitura J nos oferece a sua série psicológica Eh agora estudando o volume se autodescobrimento uma busca interior em especial hoje vamos trabalhar o capítulo s o ser subconsciente né então marlu e thgo estão conosco aqui né para poder refletir melhor essa temática né E hoje em especial vou trabalhar no capítulo sete o item computação cerebral e reciclagem do subconsciente então um abraço a todos bem-vindo esse momento e eu queria Então lembrar né que eh ela trabalhou esse tema no capítulo 4ro né o capítulo 4ro ela vai justamente fazer uma distinção entre o inconsciente o subconsciente e o inconsciente sagrado Então até eu sugiro as pessoas que leem lá o capítulo 4 para depois retomar aqui o Capítulo 7 para poder entender melhor esse processo que ela tá agora a apresentando para nós a partir do ser subconsciente que é o capítulo sete muito bem querem começar falando um pouquinho sobre o capítulo como é que eh né Qual é a proposta de Joana o que que ela tá de uma certa manira apresentando para nós é eh eu achei muito interessante essa essa foi a primeira pergunta que eu me fiz J Puxa ela trat toou subconsciente no capítulo 4ro né então ela vai lá define direitinho e tal e aqui ela começa falando do ser subconsciente E aí dis por que será esse título né E aí ela usa essa metáfora da Computação né do computador eh né do do cérebro ali que ela fala né e das ideias que ficam digitadas eu achei muito interessante depois ela vai trabalhar ali na reciclagem do subconsciente também né aquilo que a gentea precisa eh reformular né então eu achei muito interessante e fiz a seguinte correlação assim que eu não sei se vocês concordam né esse ser subconsciente é qual é o programa né O que que tá rodando nesse nosso software ali que influencia de maneira direta na forma como a gente atua como a gente se comporta como a gente se mostra pro mundo inclusive nas nossas neuroses aqui

é O que que tá rodando nesse nosso software ali que influencia de maneira direta na forma como a gente atua como a gente se comporta como a gente se mostra pro mundo inclusive nas nossas neuroses aqui né então eu achei muito rica essa metáfora né da gente entender Qual é o programa que tá rodando em nós que vai determinando caminhos né e o que que a gente Às vezes precisa reescrever né reeditar né reformular então eu achei muito rica mesmo vários exemplos aqui que ela dá né usando essa essa metáfora é eu interessante que a tua colocação querida foi a Foi algo parecido que eu tive com a impressão desses dois subtópicos que é uma ideia desta plasticidade né dessa tanto quanto a da estrutura orgânica quanto do per espírito e mente e essa essa esses componentes subconscientes que nós tratamos né E como isso tem um movimento muito particular em relação à maneira como nós vivemos as nossas vidas Então os padrões n h certas rotinas mentais certos condicionamentos que são muito fortes e se agregam forma como nós experienciamos as nossas vidas ela vai tratar de forma muito interessante vamos dobrar daqui a pouquinho questões mas me chama muito atenção um processo que ela diz que tem muito a ver com a forma como a gente vivencia nossa vida e e ela vai trazer elementos bastante como você disse né bastante concretos em tno de como trabar perspectiva quando nós não estamos bem ou quando a alma eh ainda se vê permeada se vê né Eh infundida em processos em conteúdos em sentimentos são difíceis mas ela aponta caminhos para se lidar com esses processos né acho bem interessante tudo isso trazendo porque lá no capítulo 4ro ela vai falar do do inconsciente subcortical o inconsciente cortical né e ela fala que o consciente cortical é o inconsciente que não raciocina né Eh aquele aglomerado de de de de experiências e e de marcas que a gente vai de uma certa acumulando ao longo das encarnações né E tá ligado a esse automatismo que estão comentando Então ela fala que o sub o o subcortical seria

de de experiências e e de marcas que a gente vai de uma certa acumulando ao longo das encarnações né E tá ligado a esse automatismo que estão comentando Então ela fala que o sub o o subcortical seria o espírito né e o cortical seria o per espírito daí quando ela fala do cente ela fala Justamente que ele é o arquivo próximo da experiência então então eu acho que ele é parte do perispírito daquele aquele material mais eh ativado né mais então esse espaço intermediário entre o corpo e o espírito né que é o pelespírito Aonde tá onde se movimentam nesse momento os elementos mais presentes e mais perto da consciência né então esse ser digamos assim eh subconsciente que a Joana tá colocando aqui e por isso que ela começa com a ideia do cérebro e da mente essas duas questões aí no no primeiro momento justamente para falar que o cérebro eh registra e processa as informações a partir da mente transformando em pensamentos Então dentro desse Campo de permuta né entre a expressão e a capacidade do cérebro de poder operacionar a o que vai na mente né Tem esse ser subconsciente né Eh que ela diz eh que são todos esses elementos que ficam então Eh nessa nesse nessa nesse espaço mais um bralin né mais mais eh inconsciente menos claro né Eh e ou que já passaram pela consciência né ou que vem de vidas passadas e estão ali para ser drenados pel pel consciência então então subconsciente é uma composição daquilo que a gente vai agregando né e que fica mais perto da consciência mas já tá no inconsciente e daquelas coisas que estão mais pertos também de emergir para serem trabalhad justamente nessa eh nossa realidade né então Eh com certeza eh eu vej o subconsciente como um campo muito rico de possibilidades daquilo que é possível ser transformado numa encarnação ou que a gente repete também né Enquanto automatismo porque ela falou que muitos desses processos são automáticos como pró Thiago tinha comentado né interessante essa ideia ó que tu tá trazendo do desse Campo intermediário aí né porque é justamente isso como são

a falou que muitos desses processos são automáticos como pró Thiago tinha comentado né interessante essa ideia ó que tu tá trazendo do desse Campo intermediário aí né porque é justamente isso como são conteúdos que apesar ela diz né todos os conteúdos psíquicos que não podem ser apreendidos e catalogados pela consciência lúcida compõe o subconsciente né e números deles permanecem na condição de recalques que não obstante liberam-se em condições especiais então é essa impressão que eu fiquei aqui que são conteúdos que tão eh próx os ali e que eh Justamente por isso podem ser ressignificados podem ser mudados antes que eles se fixem no inconsciente profundo eu gostei dessa geografia que ela tá colocando né E e aí a metáfora do computador ela é ótima também né porque tem coisas eh que eu posso voltar lá no meu arquivo e recuperar e refazer aquilo né Tem coisas que não que se eu danico lá e tal vão ficar perdidas Mas eh e o quanto isso é possível transformar porque se Eu transformo esse software isso que tá na base ali eu vou mudar a minha vida mesmo né vai haver uma mudança significativa porque ela vai dizer que muitas das problemáticas que a gente tem exceto as que são cármicas são dessa Encarnação Então são coisas que a gente vai vivendo isso vai ficando como que Escondidinho assim tipo aquela roupa que a gente vai botando no fundo da gaveta e não usa mais e não percebe nem lembra que tem né e depois ela vai usar essa metáfora também da reciclagem né do físico e do psíquico né então são coisas que eu acho que tão ali mais próximos né E que mediante um estímulo vem vem em forma de Uma emoção vem em forma de uma memória vem em forma de um Insight E aí eu vou podero mudar re simplificar esse conteúdo é interessante né que tu fala dessa Encarnação mas essa ação ela não tá eh dissociada das minhas vidas passadas que é uma atualização na verdade né porque isso envolve tendência esses hábitos automatizados imagens né que estão vivas a qual eu carrego por isso que tu comenta né marl A questão da memória e

ssadas que é uma atualização na verdade né porque isso envolve tendência esses hábitos automatizados imagens né que estão vivas a qual eu carrego por isso que tu comenta né marl A questão da memória e das emoções porque é aí que eu que eu reforça essa ideia do perispírito porque a memória do do espírito fica no per espírito e as as emoções justamente é esse campo ainda mais ligado ao campo fisiológico né e que e que tem de uma certa maneira um reflexo automático diante das experiências que a gente tem então a emoção é uma resposta nesse nível mais elementar eh da nossa natureza mais animal né então a emoção também é um é uma é algo que não que é biológico que é fisiológico né mas que tem esse contornos a psíquico né então tanto a memória como as emoções para mim tá muito ligado ao campo do corpo Sutil muito interessante o que vocês trazem e ela ela ela vai elaborar no campo da de como que nós construímos hábitos mentais e que no subconsciente eles vão sendo arquivados né e e interessante que a o espírito caldeiro né que a gente sabe que na obra do Mundo Maior é um estudo muito interessante sobre o cérebro né e ele traz elementos de que nessa nesse estado né nessa atividade subconscientes elas ali estão sendo arquivadas todas as experiências inclusive registrando os menores fatos da vida que muitas vezes Nossa consciência não não se apercebe mas tá sendo registrado Mas é interessante que a Jo vai dizer que essa condição do manejo das nossas emoções O que que a gente alimenta o campo do nosso desejo Quais são os pensamentos que predominam na nossa esfera nosso campo mental ela fala que ali se estabelece o que ela chama desses padrões de comportamento social e moral e é em torno dessa condição que acredito eu devemos ter atenção em tno à possibilidades das nossas renovações então que ela chama de até avançando um pouquinho no texto né de preferências mentais de alguma forma se conecta com aquela ideia que do desejo Central que é uma ideia muito interessante né daquilo

es então que ela chama de até avançando um pouquinho no texto né de preferências mentais de alguma forma se conecta com aquela ideia que do desejo Central que é uma ideia muito interessante né daquilo que parece que é um é um ponto eh é é um é uma questão muito singular da nossa alma que nos mobiliza de forma mais intensa Então as nossas preferências mentais elas de alguma forma vão revelar de alguma maneira a condição que a gente se encontra e aquilo que cativa o nosso sentimento aquilo para onde a gente dirige os nossos pensamentos o nosso desejo e é interessante que Como disse marl agora pouquinho né Nós temos um potencial de de fato já ir para o trabalho né O Bom Combate psíquico no sentido de buscar essas questões começar a elaborá-las pensar sobre elas e que a gente possa fazer mais por nós né eu acho interessante isso thago porque isso me lembrou essas luzinhas que que são degradê que tu tem um botãozinho e que tu vai girando elas e tu pode deixar a luz um pouquinho mais clara um pouquinho menos tu vai vai diminuindo a potência da lâmpada Então eu acho que quando que que que quando tu fala assim comenta dessa condição que a benfeitora coloca né de que eh nessa base né das emoções da memória a gente reflete então no comportamento social e moral eh a gente tem que entender que quando Jana fala em comportamento ela tá falando que o comportamento é a síntese daquilo que eu posso dar naquele momento né comportamento é uma resposta da minha condição agora né então se eu tô mais lúcido e mais eh sintonizado com aspectos positivos o meu comportamento vai refletir isso se eu tô atacado e emocionalmente alterado o meu comportamento refletir isso então o comportamento é realmente a expressão do momento de consciência que eu tô vivendo e essa esse momento de consciência ele é muito volátil que nem essa lampadazinha né então esse ser subconsciente que Joan tá colocando aqui na verdade para mim é um degradê porque a gente é meio subconsciente mesmo na verdade né porque a nossa consciência

que nem essa lampadazinha né então esse ser subconsciente que Joan tá colocando aqui na verdade para mim é um degradê porque a gente é meio subconsciente mesmo na verdade né porque a nossa consciência além de ser uma aquisição muito recente Ela não é uma consciência lúcida de um de uma J fala de um de uma consciência desperta né muita consciência uma consciência de sono como a Jona vai colocar em alguns momentos da obra dela então a gente vive meio que de mana subconsciente ou seja né meio adormecido meio tomado por essas tendências e reativos né então eu vejo assim esse ser subconsciente como esse degradê aí desse Campo Onde a consciência tá operando mas ela mesmo também muito tomada né Por por esse campo vibratório da qual Ela tá imersa também né porque ess essa consciência tá identificada com esses padrões né então ela pode operar em rela Padão eu posso ter crítica eu posso me dar me separar um pouco dizer olha o que tá fazendo G Olha o que tu tá p pensando olha avalia bem o que tu disse né então eu tenho essa capacidade de pensar sobre o pensamento que é a eu refletir né mas ao mesmo tempo essa consciência egóica que consegue discriminar raciocinar e avaliar muitas vezes tá ali né pegando carona naquele estado né E ela não tá ali refletindo ela tá simplesmente envolvida nesse nesse caldo aí né Eh de estados internos da qual eu sou movido e que tem a ver como tu falou com as nossas preferências mentais ou seja eh independente do nível de eu tá consciente ou não eh a escolha é sempre do espírito né isso reflete a aquilo que vai no meu coração Onde tá meu Onde está o meu coração tá meu tesouro então aquilo que eu nutro da qual eu tô mais vinculado de uma certa maneira enquanto realidade de mim mesmo sabe que quando eu li esse conforme as preferências mentais a imagem que me veio foi de um cardápio preferência o que que eu tô escolhendo Que prato eu tô escolhendo aqui me veio essa imagem né E ali quando ela fala dos desejos subconscientes e tu estava falando né Tiago agora juntando com que

dápio preferência o que que eu tô escolhendo Que prato eu tô escolhendo aqui me veio essa imagem né E ali quando ela fala dos desejos subconscientes e tu estava falando né Tiago agora juntando com que o Gelson disse Quantas coisas que a gente percebe a nível consciente né Por exemplo eu quero determinada coisa mas eu não consigo aquilo E aí se e eu me lembrei do caso de de um de um de uma pessoa que eu conheci era um homem assim de 40 e poucos anos que ele queria muito passar num concurso ele não tinha família ele morava com os pais eh tinha uma situação financeira estável assim com os pais e tal mas ele passava anos e anos e anos estudando e nunca passava E aí um dia ele foi foi fazer terapia e A Terapeuta perguntou para ela escuta mas você realmente quer passar no concurso Então tinha uma parte dele que estudava realmente né que que se dedicava só que quando chegava na hora de fazer a prova alguma coisa acontecia e faltava sempre E aí num processo terapêutico ele se deu conta que nossa ele tinha um ganho que passar no concurso representaria um uma mudança radical na vida dele a independência sair da casa dos pais assumir a vida então esse caldo que tu estavas falando né Gelson é bem assim é é é muito interessante isso que às vezes a gente no nível né Ah eu sei que eu sou uma pessoa controladora por exemplo E por que que eu não consigo mudar se esse nível de consciência sabe né então a gente vai lidando com níveis né nessa geografia aí que vai mostrando realmente que nós temos um ser muito subconsciente mesmo que opera e e e influencia direto na na na no nosso comportamento né com certeza eu queria explorar esse ponto com vocês dois em dois momentos aqui ela fala do desejo né Eu acho que é seria bom a gente poder entrar um pouquinho então ela é na página 92 né quando ela tá eh no no falando igualmente na área das patologias degenerativas resultante de germes micróbios vários e vírus destrutivos encontramos os fatores predisponentes para sua poliferação nos desejos subconscientes Ou seja a a a a

nte na área das patologias degenerativas resultante de germes micróbios vários e vírus destrutivos encontramos os fatores predisponentes para sua poliferação nos desejos subconscientes Ou seja a a a a manifestação dos das bactérias e o vírus é uma oportunismo né que os vírus t a partir desse Campo vibratório baseado do nosso desejo subconsciente e ela continua de que não se libertou realmente o enfermo embora no campo da consciência exterioriza o desejo de aquirir saúde e harmonia então fazer dois desejo aqui que a falou o desejo de de passar no concurso mas no fundo existe desejos subconscientes que são mais fortes que é eu quero ficar acomodado eu tenho preguiça eu tenho medo sou infantil né Então tudo isso tá tá em jogo então a gente é atravessado por vários desejos né E aí no segundo momento ela coloca um outro uma outra uma outra questão do desejo que o seguinte que é um pouquinho mais além três parágrafos depois ade o empenho pessoal começa no plano do desejo mental prosseguindo nas tentativas que gera o hábito de realizá-lo tornando-se parte integrante da própria natureza por fixação automática na medida que eu vou exercitando e sou movido por um Anseio e vou conquistando isso vai sendo uma conquista que vai sendo automatizada e parte e faz parte daí depois da minha consciência e do meu inconsciente como algo conquistado por mim então aqui ela tá falando vários tipos de de de noção de desejo eu queria explorar um pouquinho isso como é que vocês entendem esse desejo aqui né que desejo é esse que ela fala aqui afal de conta desejo é uma palavra tão subjetiva ao mesmo tempo né Tem vários significados Então qual é qual é a impressão que ficou para vocês quando el coloca e esses desejos aqui em Pauta bom eu vou compartilhar assim alg umas reflexões sobre isso amigos eh é interessante que a quando a gente pensa na na maneira como o nosso ego Consciente e ele né a consciência do Ego se relaciona com a vida e de alguma forma nós passamos a atender a certas demandas sociais relacionais familiares

a gente pensa na na maneira como o nosso ego Consciente e ele né a consciência do Ego se relaciona com a vida e de alguma forma nós passamos a atender a certas demandas sociais relacionais familiares né Morais culturais e que às vezes nós nos adaptamos ao uma maneira de estar no mundo mas que não significa que esse desejo de atender uma demanda de Fora seja de fato demanda como fala a mentora que é um desejo mais profundo então alguns estudos sociológicos que mostram que em sociedades mais maduras democraticamente como por exemplo as sociedades escandinavas o fato de serem sociedades em tese mais mais democráticas né que as pessoas são tratadas com mais dignidade notando desigualdades não implica que sejam espíritos que de fato estejam mais amadurecidos porque o fato de terem condições não tão ásperas existenciais e eles se adaptam a esses processos porque né as ranhuras né os Cravos que a gente observa do Brasil não os testam nessa Encarnação por exemplo como nós somos testados como nossa população é testada então o fato de que uma moldura social estabelece um conjunto de princípios de valores no qual nós vamos modelando aquilo que a sociedade nos demanda como nosso desejo Consciente e isso às vezes se contrasta com o nosso desejo mais profundo são aspectos inconscientes das nossas questões não resolvidas então nós temos na na historiografia religiosa a ideia de que o celibato por exemplo né em representantes eclesiásticos Eh camuflava Ou era suprimido de um desejo mais profundo do desejo sexual e quantas vezes isso não explodia ou não saí num processo de Catarse em que e a ideia de se perder o controle Depois de tanto se reprimir alguma questão que não tá sendo olhada e cuidada e aquilo que e o verniz social que a gente mascara Nossa Persona não sustenta e esse desejo mais profundo vai reivindicar o seu lugar de compreensão olha olha para mim porque se você não quiser olhar para mim eu vou me manifestar de formas às vezes perturbadoras então acho que se nós temos uma adaptação do ponto de vista

o seu lugar de compreensão olha olha para mim porque se você não quiser olhar para mim eu vou me manifestar de formas às vezes perturbadoras então acho que se nós temos uma adaptação do ponto de vista normativo relacional e social e cultural muitas vezes a nossa alma tem desejos mais profundos e aqui não só em perspectivas eh negativas né demandas mais profundas da Alma tem que ser atendidas que às vezes nós nos contemos para que a gente não atenda esses ímpetos né Não sei se ajuda a gente pensar um pouquinho nesse campo do desejo dessas dessa dualidade né é pois é não estó falando e eu me lembrei de uma amiga uns 20 anos atrás ela tava passando uma pessoa assim que não acreditava em nada né do aspecto espiritual e ela tá passando por uma grande crise e e ela inclusive eh é de uma outra nacionalidade estava morando no Brasil H há um tempo já E aí sabendo que eu era Espírita ela diz me leva lá naquele lugar lá que eu quero ver como é que é né ela nunca tinha tido experiência de ir numa casa Espírita e eu levei e ela achou assim tudo muito muito inusitado e ela saiu de lá e ela disse para mim uma coisa que eu nunca esqueci dizer eu quero querer eu quero querer acreditar ela nem que ela nem tinha aquilo ainda dentro dela ela queria poder querer acreditar né e agora você estava falando do o Tiago tava falando dos desejos inconscientes né e e me veio ela na na na na memória né porque tinha algo que nem tinha nem passava no radar dela aquilo ali né E aí eh o desejo relaciona assim né com com aquilo que nos move né pensando nessa energia de Heros e aquilo que é onde a minha alma vai né aquilo que me puxa que muitas vezes não vai tá claro de acordo com o que o externo quer e tal mas de qualquer maneira uma energia que vai me levar para algum lugar e que eu preciso prestar atenção ali né porque ali tem algo que quer ser olhado para poder ser integrado dentro daquela ideia que o Jung trabalha né de eh poder trabalhar com os opostos e propiciar uma integração maior né entãoa comp esse né é interessante

lgo que quer ser olhado para poder ser integrado dentro daquela ideia que o Jung trabalha né de eh poder trabalhar com os opostos e propiciar uma integração maior né entãoa comp esse né é interessante que o Freud tem no desejo consulto psicológico mais importante para ele né o desejo é um tema central na psicanálise aonde o desejo para Freud é movido pela falta e regido pelo princípio do prazer então o desejo para Freud ele é um reflexo daquela natureza primitiva e racional como um impulso que quer que deseja para ser ratificado O que é muito verdadeiro a gente vê isso né e e o Jung o construto psicológico mais importante para ele é o significado é é eu conso de sentido a vida se move a partir de um sentido né e e que o desejo é um reflexo deesse sentio Então na verdade a gente vê aqui Apesar de que eles têm perspectiva muito diferentes né Eh os dois se tocam nesse campo do do do do desejo Porque existe um desejo arcaico freudiano do impulso que foi automatizado ao longo desse dessa evolução toda da espécie humana né E que tá ligado às Sensações primárias que a Jana vai falar muito sobre isso da qual a gente se identifica e tá de uma certa maneira eh sustentado Então por uma eh gratificação imediata e tem esse desejo da Alma O Anseio por Deus que nos move profundamente enquanto self né por isso que o vai dizer que o próprio instinto ele é movido por uma finalidade que esse desejo em cumprir uma meta Então existe uma meta que foi que a gente trabalhou de uma certa maneira no encontro passado né existe uma meta que nos move então o desejo é tanto o desejo de ficar preso lá ao passado né identificado com aquela com aquelas com aquelas Sensações que ainda aa eh nos dão uma impressão né mesmo que ilusória de algo de de de de de gratificação que que na verdade é o Anseio dessa Plenitude que nos move também né que que se a gente consegue focar né o nosso desejo né e mental nesse nesse Anseio maior que é mais profundo como falava né da Alma então a gente consegue contrapor os

Plenitude que nos move também né que que se a gente consegue focar né o nosso desejo né e mental nesse nesse Anseio maior que é mais profundo como falava né da Alma então a gente consegue contrapor os desejos daquele lugar que a gente tá eh eh eh acostumado que são os vícios né os padrões viciados padrões viciados no sentido pleno da palavra ou seja aquilo que ficou repetitivamente preso e que eu fico que eu não sou dono inteiramente porque eu me deixo levar por aquele por aquele impulso Então nesse nessa ideia compulsiva do movimento né da da vida né né do dos impulsos que tende a se repetir e que eu tenho que dar direção que eu tenho que de uma certa maneira ir moldando e transformando né então há um uma tensão aí bonita né da da da da que a vida impõe entre o homem velho né ou o homem novo que tá tentando que que é o ego consciente digamos assim já comprometido com com uma um novo projeto e o subconsci cente que é esse momento de eh de de uma certa maneira trazer o conflito a atenção de possibilidades entre os movimentos que vão sendo assimilados e vão interagindo com essa camada de conteúdos que estão ali presentees e vivos dentro de nós nesse jogo pedagógico de experimentar assimilar e reavaliar e ir transformando né ou no caso tem mido a gente repetindo o passado porque a gente pode realmente eh afundar o pé na lama e ficar lá né Eh em vez de transformar alimentar mais ainda esses padrões de que da qual a gente tá esses hábitos mentais né que a gente da qual a gente tá identificado mas a proposa da Joana é justamente mostrar que a gente pode mudar né que é possível mudar como foi colocado aqui antes é a Joana A Joana tem um outro texto em que ela problematiza essa dimensão dos paradigmas em torno das escolas né psicodinâmicas e as Propostas né desses grandes espíritos Mas uma coisa que uma palavra que você trouxe sabe Gelson a gente sabe que ela é muito importante como você disse na proposta do Jung mas ela também faz uma conexão muito profunda com a a doutrina espírita que é

sa que uma palavra que você trouxe sabe Gelson a gente sabe que ela é muito importante como você disse na proposta do Jung mas ela também faz uma conexão muito profunda com a a doutrina espírita que é a ideia do sentido então e tudo H um propósito então mesmo as manifestações do instinto é governado como tu disz por algo que tá conduzindo algum lugar alguma coisa em um processo na interioridade da alma mas o que chama atenção é que eu até recuperei o trecho em que o espírito mentor caldeiro no Mundo Maior fala sobre isso que conecta com a dimensão de um sentido que permanece governando a alma para aspirações posteriores vindouras né prospectivas finalísticas e ele diz assim né que a ideia da do cérebro ou dessa mente ou do espírito né como um castelo de três andares né tendo nele no primeiro andar a residência dos nossos impulsos eh automáticos simbolizando o Sumário vivo dessa experiência já né já adquiridas no segundo andar ele fala das conquistas atuais onde se erguem se consolidam as qualidades nobres nós estamos edificando e aqui que nós estamos edificando me fala muito desse movimento dialético do nosso contato com esses conteúdos subconscientes O que fazer com isso o que trabalho esse trabalho de essa dinâmica do trabalho de est ali visitando compreendendo é essa dimensão que nós estamos identificando agora e no terceiro eh assim nessa dimensão superior né da alma ou da psique o Calderaro fala sobre a casa das noções superiores que são eminências de possibilidades ainda serem atingidas então quando eu penso num sentido Tenho que pensar nesse contínuo de um desenvolvimento pro Espírito Em que todas as dimensões Elas têm os seus potenciais e as suas eh possibilidades de sentido mas elas não são elas não são estanques elas se problematizam né e impulsionam a alma a outras possibilidades novas então ele fala no primeiro mora o hábito e o automatismo no outro olha que a importância do presente né esforço e vontade e no último um ideal uma meta superior a ser alcançada então subconsciente Consciente

le fala no primeiro mora o hábito e o automatismo no outro olha que a importância do presente né esforço e vontade e no último um ideal uma meta superior a ser alcançada então subconsciente Consciente e o superconsciente passado presente futuro e nesse meio de tudo vamos lái então só que a Jona chama de super consciente sagrado né que ela chama a Vu no capítulo 4 também sagrado então talvez eh vou só citar uma coisa citou o Freud o Freud tem um texto muito importante que é o mal-estar na civilização mal-estar na Cultura né e para quem não sabe existe uma pequena nota de rodapé uma tradução dessa obra em que ele fal dado do momento mas por que que o homem abdica dos seus instintos Por que que ele eh passa a transmutar né a sublimar o impulso sexual em nome desse eh desse ideal que nós chamamos de civilização e ele diz assim eu não sei só sei que algo nos faz esse movimento e Aqui nós temos uma resposta nós temos um entendimento que a alma ela asira por horizontes mais longinos horizontes que a consciência possa se ampliar alma posse governando caminhos novos então a ideia de sentido ela é muito importante para nós paraa gente compreender o que é esse movimento multimil enar né do espírito né em busca de si mesmo é e ela rel ela ela de uma forma muito didática aqui ela coloca essa luta incessante que a gente tem né que é eh lidar com esses eh comportamentos míos que estão no nos arquivos subconsciente que conspira contra as aspirações novas e inabitual né E aí ela usa uma analogia muito legal dessa da emissão das das ondas sonoras ali né considere-se uma emissão sonora persistente em fracos decibéis no entanto audíveis se ao mesmo tempo forem emitidas outras ondas mais altas e volumosas eas que se sobreporão as anteriores anulando-os e por efeito destacando-se na acústica dos ouvintes e aí Gelson eu me lembrei de uma aula que tu deste que tu usaste uma analogia que eu nunca esqueci como é que a gente trabalha com a sombra que é aquilo que a gente quer mudar dentro de nós pensando

s e aí Gelson eu me lembrei de uma aula que tu deste que tu usaste uma analogia que eu nunca esqueci como é que a gente trabalha com a sombra que é aquilo que a gente quer mudar dentro de nós pensando em aspectos de sombra não de sombra positiva mas daquilo que eu quero transformar né porque a sombra não desaparece tu usar o seguinte analogia a gente bota um pininho de tinta azul na água né e aquilo tá lá quando quanto mais água limpa eu vou botando mais eu vou diluindo aquilo aquilo não desapareceu aquilo tá lá mas eu vou diluindo aquilo e e e e e e aquilo vai sendo eh parece que vai desaparecer e vai né de uma certa forma então eu achei muito interessante essa analogia que ela usa que a gente é aquela coisa eu só ando de bicicleta andando né eu não vou aprender teóricamente então eu vou lidar com forças contrárias o tempo todo com o meu desejo de mudar e com todo aquilo que que que é o meu comportamento automático que é sem eu questionar Ah mas toda a vida eu fiz assim mas a minha família faz assim tá mas só um pouquinho Será que eu quero isso então começa com uma tomada de consciência né e tomar as rédias e por isso que ela vai dizer que é um projeto bem que tem que ser um projeto bem elaborado né e de curso longo então Qualquer mudança mínima que a gente queira fazer na nossa vida Não vamos pensar que vai ser fácil que só porque eu hoje resolvi que vou mudar que eu vou conseguir na primeira né E daí ela fala da persistência e que tudo isso já está dentro de nós enquanto os recursos que que a gente precisa mesmo né É tem duas coisas aí né mar uma realmente vários ruídos né e sons que habitam o nosso mundo íntimo e qual é deles que a gente vai se ocupar né e aumentar o volume para que eles possam realmente ganhar né lugar dentro de nós e a Joana vai falar né que no no mais no final desse item que o self prepondera no conjunto né ou seja o espírito quando lúcido e desperto fixando nas telas do subconsciente viciado pelas reencarnações infelizes as aspirações superiores que se faz

desse item que o self prepondera no conjunto né ou seja o espírito quando lúcido e desperto fixando nas telas do subconsciente viciado pelas reencarnações infelizes as aspirações superiores que se faz portador favorecer então A Marcha do Progresso então então a a nossa questão realmente é fazer o esforço para agora né focar mesmo que eu tenha um certas inclinações de gosto né como é que mudar o hábito né eu tenho eh um um uma predileção por um excesso de açúcar e ten que mudar e eu vou ter sentir falta o corpo vai sentir falta eu vou ter né eu vou acordar com essa vontade eu vou comer uma coisa e não par que não ten gosto que eu quero comer um um um doce qu eu tô acostumado com aquilo então tenho que me descondicionar minha mente daquele padrão em favor de de um novo então o self poder ser esse e esse elemento que propender ou seja assumir de maneira lúcida e consciente esse movimento e aí que é o desafio porque quando ela começa a trabalhar o segundo item que é reciclagem do subconsciente ela fala da tendência de nós ter esse quarto né que todo mundo tem em casa uma gaveta um quarto do despejo né a gente Guarda tudo que é tralha que um dia acho que vai precisar é parafuso enferrujado é um um uma caixinha vazia é não sei o que lá uma uma coisa velha lá que né E E aí Vai acumulando né esse material lá naquele quartinho até que um dia a gente resolve fazer uma limpeza e vê que a gente ficou 10 anos com algo que a gente nunca aproveitou na nossa vida né e assim também internamente ela fala né que há uma tendência da criatura Diz ela né Eh e inata né Eh quase coercitiva de guardar coisas a gente que ficar apegado ao passado as referências do passado inseguro desconfiado da nossa capacidade de mudar e de ter coisas maravilhosas lá na frente a gente fica agarradinho nessas coisas né antigas né objetos né de representações emocionais que foram importantes né Ah aquele aquela pessoa que eu me apaixonei lá e aí eu fico entre a mágoa e a vontade de viver novamente e ficou lá preso no passado e

objetos né de representações emocionais que foram importantes né Ah aquele aquela pessoa que eu me apaixonei lá e aí eu fico entre a mágoa e a vontade de viver novamente e ficou lá preso no passado e não dou chance de conhecer outras pessoas de poder me ver a partir de uma outra de um outro lugar tem a necessidade de estar nesse lugar também emocional ou seja essa essa essa coisa de tá alimentando ainda aquilo que não é mais útil que não é mais significativo para nós Então essa é uma questão que ela coloca acho bem importante aqui interessante interessante isso né Gelson porque tu tu abre uma perspectiva que parece que o ego Ele parece que precisa de uma algum tipo de segurança ele precisa de algo que o Né o o o Dê uma estabilidade e talvez o refúgio num saudosismo o refúgio num passado interessante até processos históricos na no mundo tem a ver com isso né da eh coletividades que reagem a perspectivas de mudança e que se mobilizam psiquicamente como um coletivo a partir de um saudosismo né isso em algumas coletividades do mundo aconteceu né e desencadearam processos muito amargos mas o que é interessante pensar e tu cita a dimensão afetiva é claro mas o o mundo hoje materialista o mundo do consumo ele também ele ele prepondera sobre nós reivindicando né certos atributos do que seja felicidade do que seja bem-estar do que seja conforto psicológico por Excelência e nós acomodamos mas a parte afetiva que tu colocou para mim chamou muita atenção porque eu lembrei de uma história eh de um rapaz que era filho de uma de uma senhora que morava perto de casa e ela dizia assim quando ele quando ele era mais novo adolescente ele ficou 7 anos apaixonado por uma moça e ele vir num fantasia de que ela também era apaixonada por ele e eles ouvia com ninguém porque um dia lá atrás ele falou com ela ela sorriu para ele de um jeito que acreditou que era um apaixonamento E ela como mãe tava tão desesperada com a situação tomou uma decisão tanto quanto Severa hoje nós vamos falar com ela

lou com ela ela sorriu para ele de um jeito que acreditou que era um apaixonamento E ela como mãe tava tão desesperada com a situação tomou uma decisão tanto quanto Severa hoje nós vamos falar com ela porque aá 7 anos S alimenta essa fantasia ah mas ela apaixonado por mim vamos descobrir isso hoje e curiosamente essa terapêutica né emergencial e tanto quanto desesperada da mãe fez com que ele ouvisse dela não eu gosto de você a gente não se conhece e parece que para ele quebrou-se ali algo que ele vinha muito tempo guardando e segurando de uma fantasia de um possível relacionamento Como a alma é capaz de criar situações e possibilidades né em torno de um lugar de como tá no texto né vai guardando coisas como se quanto mais a gente fosse se enchendo mais a gente interessante a gente a gente faz isso no mundo material e também faz isso no mundo no mundo da da Alma né então a gente precisa ter a coragem também de olhar para essas questões e fazer esse movimento de limpeza que ela coloca né E que ela usa duas expressões né gente ela usa os Entulhos psíquicos fortte só aqui né entulho então aquilo que eu vou jogando lá e que daqui a pouco não tem mais o que fazer mas a reciclagem eu acho interessante porque quando eu vou reciclar eu vou dar um novo sentido para aquilo então coisas que estão dentro de nós né E aí eu achei muito interessante o que que ela fala né que eu fiquei pensando o que que pode ser reciclado aqui né E daí ela fala de impressões infantis arquivadas pessoas modelo gravadas choques não absorvidos Fantasmas criados pela imaginação que é isso que você tá falando né thago e os medos cultivados pela fantasia lúdica né reavaliando os significados E selecionando então não é jogar fora tudo né reavaliar reciclar quando tu recicla alguma coisa tu dá um novo sentido para aquilo né tu coloca aquilo de volta na cadeia produtiva aquilo pode gerar uma coisa nova né então eu achei bonito isso porque eh pensando nos Entulhos psíquicos né quantas mágoas que a gente tem e o que

uilo né tu coloca aquilo de volta na cadeia produtiva aquilo pode gerar uma coisa nova né então eu achei bonito isso porque eh pensando nos Entulhos psíquicos né quantas mágoas que a gente tem e o que que essa mágoa tá dizendo de mim que eu fiquei parado ali deixei aquela água ficar parada com cheiro ruim criando bicho né tem meu ali que tá retido ali né que eu preciso olhar para poder reciclar isso daí né é eu acho interessante isso mas gente poder juntar com o exemplo do Tiago né esse ter o Anseio de ser amado né o Anseio Ele é positivo né mas o medo a insegurança a pobreza emocional fez com que ele hiper valorizasse um sorriso né alguém que acolheu alguém que demonstrou um interesse por ele e ele fantasiou daí a partir disso a toda a necessidade dele que estava lá escondida né de ser amado projetou nela essa fantasia de de de alguém que eh na cabecinha dele tava sendo recíproco fazer com ele né emocionalmente então aí a gente vê a questão da da da da da fantasia que tu tá falando né como a fantasia ela é forte toda essa fantasia que nos move para esse desejo como uma falta né né que eh como esse desejo está preso ao passado daquele valor que tá ainda lá mas que no fundo todos eles representam a fantasia de uma busca do que é essencial para mim naquele momento mesmo que o essencial não seja compreendido ainda no seu significado mais profundo né então e aí essa questão entre a fantasia desse ego como diz o Tiago que tá buscando segurança né controle daí né Eh e evitar conflito né e não quer pagar o preço e esse e essa proposta da benfeitora né que ela fala do fogo da Lucidez que destrói a a residência das paixões né ou seja né e e e destruir a residência da paixões não é destruir a paixão né é a residência da Paixão acho que interessante a gente ler com cuidado que a B Vitória coloca porque a a paixão em si ela não é ruim tá lá no Livro dos Espíritos a paixão move né a nossa vida e a própria Joana vai falar que ela é eh fundamental pros anceios ligados à cultura à arte e ao bem e ao belo mas é

ixão em si ela não é ruim tá lá no Livro dos Espíritos a paixão move né a nossa vida e a própria Joana vai falar que ela é eh fundamental pros anceios ligados à cultura à arte e ao bem e ao belo mas é que é é é residência ou seja que campo né da qual a minha Paião situa E aí eh esse esse esse exemplo do do do Thiago Eu acho que ele cabe muito bem a residência da paixão é aquela aquela moça né que ele cultivou anos e anos até que ela tem que dizer para ele olha meu amigo eu não sinto nada por ti e aí caiu a residência mas a paixão que é o Anseio de ser amado né e de valorizado continua né então A grande questão é não transformar em num processo neurótico que é o que ela fala aqui né de de poder romper com esses Eh esses esquemas neuróticos Eh que que esconde Na verdade o nosso medo do abandono da rejeição a nossa fragilidade Então se a gente puder assumir isso tudo pra gente né E ela fala isso muito bem também ó necessário portanto penetrar mentalmente a fim de avaliar as impressões infantis arquivadas né como a Mar tinha comentado também antes né E poder daí realmente ir desmanchando esse formato infantil inadequado mas que o Anseio que tá lá tem ouro lá só que o ouro tá impuro tem que purificar esse ouro né tirar o a sujeira para que o que sobre seja realmente aquilo de valor muito bom e e eu e eu fiquei lembrando de que ela não sei se vocês perceberam esse parágrafo ele é profundamente psicológico por fisioterapêutico né ela tá falando de processo sobre a H conflito há divergências né Há situações de tensionamento na alma e é Preciso olhar para essas coisas então A ideia é identificar de separar de analisar né e a seu tempo compreender e Como disse marl n o transubstanciar que para mim a a metáfora alquímica mais bela que tá nos Evangelhos é a transmutação pelo fogo do joio em energia que se liberta processos novos né e a ideia do trigo com os processos que produzem elementos de ouro né pra alma né um campo das virtudes Mas é interessante que quanto mais nós vamos

o joio em energia que se liberta processos novos né e a ideia do trigo com os processos que produzem elementos de ouro né pra alma né um campo das virtudes Mas é interessante que quanto mais nós vamos acumulando também mais nós precisamos dedicar energia da Alma energia psíquica para esses processos e que isso vai consumindo e isso poderia est sendo dirigido quando resolvidos para outros processos né de realização da Alma né então nesse parágrafo eu acho muito interessante que ela trabalha muito a ideia de olhar para essas questões reconhecê-las selecioná-las reavaliar os seus sentidos significados procurar libertação desses processos E ela diz assim e é interessante que mesmo as ela diz assim como ela fala preservando as impressões enriquecedoras a gente pode até avançar num interpretação nesse pequeno trecho de a gente ressignificar o que nós chamamos de negativo na vida como uma coisa que pode ser positivo para nós pro nosso crescimento né aprendizagem paraa alma e a ideia de temos muito cuidado com esse lugar que a culpa que é um movimento psicológico captura a alma né então Eh cuidado com a autocompaixão cuidado com a autocrítica com a severidade consigo próprio com essa autopunição que se martiriza e tentar se justificar também então é interessante que ela passa um conjunto um pequeno protocolo de ações um pequeno parág a capacidade de síntese da mentora né E que mostra ela disim mediante a coragem a ideia da vontade e ter coragem de olhar para essas coisas né então parece que é é é é um movimento que é necessário e é um movimento que é intransferível cada um de nós precisamos fazer esse esse contato consigo mesmo né com esse trabalho renovador é impressionante aqui né a profundidade desse parágrafo ela realmente faz uma síntese de todo o processo de transformação né E E propõe um método de trabalho né que essa Auto esse autoconhecimento que é a propó do livro autodescobrimento né Eh tem que se fazer de uma maneira a a a não se julgar né então ela ela ela ela realmente elimina

método de trabalho né que essa Auto esse autoconhecimento que é a propó do livro autodescobrimento né Eh tem que se fazer de uma maneira a a a não se julgar né então ela ela ela ela realmente elimina aqui culpa autojulgamento e também elimina descul culpa né ficar se desculpando e e buscando racionalizações infantis para poder se justificar o que tá lá no ser consciente nau ser consciente fal o ser consciente não se pune nem se justifica não se critica e não também não não não não não não se defende né apenas se descobre então é um processo de autodescoberta de reconhecimento desse material que nos habita né a matéria prima e a nossa própria alma né e encontrar esse material as possibilidades de poder né nessa dança e nesse movimento de interação de olhar de reconhecer de poder prestar atenção encontrar nele um material muito rico que é justamente essa essas potências que estão ali a A Espera de serem reconhecidos e trabalhados dentro da gente mesmo que elas venham às vezes mal cheirosas ou de uma certa maneira confusas ou infantilizadas né interessante ela fala em restabelecer o no subconsciente o banco de dados né então a gente ir trocando as informações ali e aí ela diz como né ela fala da autossugestão acho é interessante isso né e recursos mneumônicos positivos visualização e prece E aí ela diz que à medida que a gente vai substituindo esse banco de dados né Isso vai aparecer em nós como sensação de paz claridade mental impulsos generosos atitudes equilibradas né que é tudo que a gente quer né eu fiquei pensando nessa autossugestão que às vezes a gente tá empacado lá ou com medo de alguma coisa né E aí aquela coisa simp não mas eu posso eu consigo eu quero né Vamos lá né E e essa autossugestão né né mar Luci ela envolve eh duas coisas né envolve um trabalho realmente de verdade emocional que a autossugestão não pode ser apenas um um padrão mental eh superficial Ah eu quero ficar rico tem que pensar que vou conseguir não tem que ter esse desejo que a Joana falou ali antes né Essa autossugestão

tossugestão não pode ser apenas um um padrão mental eh superficial Ah eu quero ficar rico tem que pensar que vou conseguir não tem que ter esse desejo que a Joana falou ali antes né Essa autossugestão tem que ser movido por uma força mais profunda de do do ser desejante que eu quero realmente e eu tô criando uma imagem nova né porque ela fala de que o nosso mundo é feito de imagens e que a gente tem que trazer a imagem Divina do Criador para nós né então de uma CTA maneira essa imagem tem que est viva tem que tá vibrante tem que né para poder realmente fazer ter capacidade de gerar essa mudança e de outra outra outra forma a gente tem que também ter cuidar as autossugestão que a gente se alimenta todos os dias Pelas imagens que a gente consome do mundo né Tem gente que adora porer filmes violentos que vai dormir né de noite e dorme na frente da TV com programas de conteúdos muito negativos né e e vai impregnando subconsciente isso é um convite pros obsessores também né a gente fica mais vulnerável a ações também dos desses desses irmãozinhos que querem nos eh nos condicionar nos mander preso nesse nesse passado né ou num ou num campo de Sofrimento Então a gente tem que cuidar também muito do que a gente absorve do mundo ter uma crítica e eleger né imagens e sugestões que que sejam nobres né que nos alimentem a alma uma paisagem uma meditação como ela F uma música inspiradora um Cor do Sol né um filme edificante um livro que seja um livro que que alimenta a alma com valores e uma mensagem positiva tudo isso tem que ser levado em consideração e eu queria lembrar nós fal vontade e eu lembrei o comentou sobre a questão das paixões e os espíritos de fato ao nível dos Espíritos falam isso o problema não é a paixão é a é o mau uso desse instrumento né que nos conecta com a vida nos impulsiona pra vida paraa realização e nesse mesmo subt das paixões lá na questão 909 eh o Kardec perguntou assim que interessante poderia sempre o homem pelos seus esforços vencer as suas maisas inclinações ó o

pra vida paraa realização e nesse mesmo subt das paixões lá na questão 909 eh o Kardec perguntou assim que interessante poderia sempre o homem pelos seus esforços vencer as suas maisas inclinações ó o que que eles respondem já época sim e frequentemente fazendo esforços muito insignificantes o que lhes falta é a vontade ah quão poucos dentre vós fazem esforços e é esse lugar né que a gente se mantém e na 11 eles dizem assim Há muitas pessoas que dizem eu quero mas a vontade só está nos lábios querem porém muitos satisfeitas ficam que não seja como querem então olha como é um movimento de dois desejos né entre aquilo que aiza e aquilo de fato que tá em nós e eles complementam assim quando o homem crê que não pode vencer as suas paixões é que seu espírito se compraz nelas como consequência da sua condição espiritual então a vontade ela tem um papel preponderante e a Joana por várias vezes nas suas obras vai chamar atenção Para esse lugar do movimento da Alma que de fato bu busca esse caminho né de de renovação de um autoconhecimento de de olhar pra sua própria sombra olhar pros problemas né como fala Alberto al olhar paraas suas encrencas né de alma e pensar o que que eu posso fazer com isso só o fato de ter a vontade de querer olhar para essas questões já um passo imenso porque ou ou se cansou ou não mais se compras nesse lugar e deseja algo mais paraa alma né que avançar né com certeza muito bem Estamos Encerrando o nosso momento de estudo eh marl alguma consideração ainda sobre Eh esses dois itens aqui tava me lembrando que uma das condições que a Joana coloca do autodescobrimento é a insatisfação né da pessoa por isso que a gente não pode exigir ou querer né que o outro passe é um processo individual nosso né a gente não a gente pode tá ali do lado e tal mas muitas vezes a gente se frustra querendo também a mudança do outro esperando né que as coisas aconteçam mais rápido mas é um processo realmente que cada um de nós vai ter que fazer né cada um vai ter que mexer nas suas

te se frustra querendo também a mudança do outro esperando né que as coisas aconteçam mais rápido mas é um processo realmente que cada um de nós vai ter que fazer né cada um vai ter que mexer nas suas tranqueiras aí né nas suas as suas gavetas né e dar conta das suas coisas com certeza no final Aqui tem duas dois pontos que eu acho um Primor uma que ela fala que que essa renovação psíquica Então tem que ser eh natural né conciente natural então é um exercício de consciência e de compromisso com eh o lado amoroso da vida né nos permitir ser amado e amar né querer o melhor então para nós E e essa questão da do Especialista ou seja um especialista da Alma no reconhecer a as possibilidades latentes em cada coisa porque ela fala assim uma pessoa pode até saber de seguir uma pedra normal de uma pedra que brilha né mas o especialistas sabem ter um diamante bruto à espera de ser lapidado ele reconhece né então que a gente possa reconhecer né Por trás dessas pedras ainda não lapidados o diamante escondido né ou no no encontro inte a gente falava da da da pedra né da Meta como uma pedra eh como se fosse o diamante e de valor né então que que que cada pedra tem luz né essa luz que se extraída através do polimento Então esse é o desafio e o convite a mesmo tempo que a Ben feitura no sabe né o Gelson só para complementar um pequena uma pequena fala do caldeiro lá no Mundo Maior ele fala assim a crisálida da consciência que reside no Cristal a rolar na corrente do Rio e a gente pensa a vida processo da vida aí se acha um processo liberatório né de despertamento né de luminescência muito bem passamos acender Nossa luz né Tá certo é obrigado então Thiago Marluce eh eh no próximo encontro estaremos continuando o capítulo sete trabalhando um tema também muito interessante que é o sonho então a vai trabalhar justamente subconsciente e sonhos então fica o convite a todos a continuar Esse estudo nosso carinho nosso abraço a todos e que Jesus nos abençoe cada vez mais até a próxima

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