T6:E18 • O Ser Consciente • Silêncio interior (Parte 01)
Neste episódio, Gelson Roberto, Marluce Renz e Tiago Rizzotto iniciam a exploração do capítulo oito, com a análise do item "Desidentificação". Nele, a autora espiritual Joanna de Ângelis introduz o tema da paz, destacando sua relevância em uma sociedade belicosa e polarizada, e nos convida a reconhecer sua importância e a buscar o caminho para sua conquista. São discutidas considerações de alcance sociológico que nos conduzem a uma reflexão sobre esse processo. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #Silênciointerior #Desidentificação
meus irmãos bem-vindos a esse momento especial de mais um encontro para o nosso estudo da obra da J de nossa benfeitora da série psicológica que ela nos ofertou então damos a boa vinda a todos um grande abraço eh nós que estamos estudando ser consciente hoje o capítulo O Início t out a gente vai trabalhar dois itens silêncio interior e desidentificação bem-vindos então Manu thgo tudo bem com vocês olá tudo bem Gelson é interess muito importante a gente tá aqui né nesse capítulo tão interessante assim que a Joana traz um tema muito atual né que é esse silêncio interior que se reflete aí na forma como nós estamos vivendo também né Ela traz a temática da Paz é uma discussão bastante interessante importante nesse momento é interessante ela começar com com a o tema da paz né que é um tema real muito caro muito importante para nós aa mais nos dias de hoje numa sociedade belicosa eh polarizada e de uma de uma caminhada né onde isso é tão difícil da gente conseguir conscientizar e e poder reconhecer né o a importância e e o caminho para se chegar nessa nessa conquista da paz né paz é uma conquista Ainda a ser realizada por nós né thago como é que tu vê isso Joana de alguma forma ela nos traz considerações também que tem um alcance sociológico tendo em vista que a alma ela Peregrina e ela se subjetiva ela se constitui a partir de uma relação eh que tem um lastro social e particularmente eh a gente pode perceber nuances né no texto de Joana já começando sobre tratando da questão do Silêncio interior das dificuldades que a alma tem de conseguir né Navegar sua própria existência eh e Como dizia Jung né como como individuar um processo em que a gente consegue se se desconectar de um coletivo psicologicamente e construir uma própria trajetória porque o texto ele vai daqui a pouquinho a gente pode estar aprofundando isso mas o texto mostra justamente como é difícil pra alma conseguir eh se descolar de valores e parâmetros do mundo para ela própria governar o seu próprio destino
nho a gente pode estar aprofundando isso mas o texto mostra justamente como é difícil pra alma conseguir eh se descolar de valores e parâmetros do mundo para ela própria governar o seu próprio destino né é interessante isso porque realmente é muito claro quando a prefitura coloca tem dessa dificuldade inerente à nossa caminhada evolutiva por ainda estamos despreparados de a gente não ter temos ainda uma consciência aprimorada a realidade espiritual né que que há então uma uma incapacidade de se harmonizar né com com eh a dimensão do cósmica da vida né ou seja né com a harmonia do universo com o pensamento Divino então eh essa paz né Ela é é fruto justamente desse equilíbrio dessa harmonia e que segundo ela começa dentro de nós porque não tem como haver paz no mundo segundo a Ben feitura aqui se a gente não encontrar essa paz interna né Ou seja a a capacidade de gerar essa harmonia conosco e harmonia não quer dizer perfeição mas a conexão com os valores espirituais de uma certa maneira envolve também tolerância respeito consideração por nós mesmos né que a gente possa também ter da mesma forma né Essa tolerância e esse acolhimento em relação ao próximo né e e a partir disso começar um movimento de apaziguamento de harmonização na conquista da Paz interessante né que ela el fala que esse nível de consciência mais elevado aqui na humanidade que é possível para nós é essa consciência cósmica né Então essa essa possibilidade que a gente tem de se identificar com algo que é transpessoal que está alendo em nós e uma das grandes questões que eu achei interessante que ela coloca aqui que nos impossibilita a paz é a postura do Ego né então é esse ego que quer ter o controle de tudo que quer ser muito apegado e isso vai gerando perturbações é muito interessante ela trazer essa imagem que é muito atual né gente de quanto ruído e quanta perturbação a gente tá vivendo no mundo atual né mas isso tá tá realmente essa relação do do microcosmos né do que tá dentro de nós com o que tá fora muitas
ito atual né gente de quanto ruído e quanta perturbação a gente tá vivendo no mundo atual né mas isso tá tá realmente essa relação do do microcosmos né do que tá dentro de nós com o que tá fora muitas vezes é tão Sutil que a gente não percebe né a gente não percebe que nós também estamos eh barulhentos e e com uma turbulência muito grande e aí ela Traz essa questão da paz que eu achei muito interessante que p mas não é a gente ter ausência de luta não é a gente achar assim que não vai ter a diversidade na vida mas é a gente achar um lugar onde a gente possa ancorar assim ter um apaziguamento né de que as coisas podem se encaminhar e ter uma solução justamente porque nós temos acesso a essa consciência cósmica né que nós pertencemos a algo que é muito maior que nós né então o ego poder identificar o lugarzinho que ele tem no mundo né E com isso se apaziguar né eu não deixo de pensar sobre as reflexões que o próprio Jung fez a respeito do que foi esse processo civilizatório né no ocidente e de como que o primato da Razão de certa forma ele levou a uma a uma a uma luta contra uma dimensão mais integral do que a alma então de alguma forma todos os morticínios as guerras os conflitos os problemas que se multiplicaram no ocidente no curso dos séculos eh pode ser interpretado a partir de uma dificuldade de lidar com a a alma como uma totalidade então quando disse muito bem a marlu né o ego tem uma busca por uma supremacia e essa busca por supremacia de alguma forma ela conduz indivíduos e coletividades né a a processos muitas vezes de ambições descabidas ou de interesse se tnos mesquinhos e buscar por certas por caminhos são quiméricos em busca de ideais em torno de um ideal que a Joana traz que é aonde que o homem e as coletividades estão buscando a sua felicidade então quando a gente observa o curso histórico do ocidente eh a Joana traça né por trás das tradições dos ritos das formalidades de muitas coletividades subjaz uma sombra em torno da qual não se sabe o que fazer com ela mas ela
a o curso histórico do ocidente eh a Joana traça né por trás das tradições dos ritos das formalidades de muitas coletividades subjaz uma sombra em torno da qual não se sabe o que fazer com ela mas ela vai buscar caminhos muitas vezes destrutivos né para se manifestar e eu acho que esse é um Desafio tanto para o homem como indivíduo quanto para coletividades ela comenta né dessa projeção e transferência da sombra né thgo então a gente vê assim que a sombra é o arquétipo do outro da alteridade daquele outro que é desconhecido ou que é negado por nós né que a gente não reconhece por não reconhecer a gente rejeita né E aí junto com a com com essas questões que de uma certa maneira envolve aspectos substanciais da nossa natureza né que né que que que são esses conteúdos e esses estados de ser que se apresentam para nós que a gente não sabe lidar ainda dentro da gente a gente reproduz isso lá fora e e e junto com isso e ela muito acertadamente vai vai fazendo essa referência que tu citou aqui né que a gente vai criando fugas eh se identificando com aspectos parciais da realidade parciais transitórios E superficiais então e que loucura eu achar que de repente por minha pele de uma cor diferente da outra o outro carrega algo demiz né algo de ruim algo que eu vejo como por ser né ou que eu sou de um time diferente do outro o outro do outro time merece morrer ou se eu sou de um partido diferente ou de uma cultura diferente comoendo né th então de uma certa maneira como eu eu fico alucinado né nessa autoafirmação a a partir de elementos que não são sustentáveis porque são isso não fala da personalidade e nem da totalidade do meu ser mas fala de uma identidade transitória porque assim como eu sou de um time eu posso mudar de repente assim como eu agora eu acredito numa coisa de repente daqui a um tempo eu eu eu assimilo nova realidade tô acreditando em outra coisa e aquilo que eu acreditava antes não vale mais né então como é que eu me fecho nessa bolha pequenininha né e miserenta da minha condição e
u eu eu assimilo nova realidade tô acreditando em outra coisa e aquilo que eu acreditava antes não vale mais né então como é que eu me fecho nessa bolha pequenininha né e miserenta da minha condição e acreditando que isso é a a a a a verdade né a ou o o ideal aquilo que se deve né ser a a conduta correta né então Eh é impressionante o nível ainda de ignorância que a gente vive né é eu acho que aí né gels tem tem tem assim como a Joana tá colocando aqui é esse ego né que necessita de uma segurança tão grande que ele acaba ficando ensimesmado nele né mantendo posições muito rígidas porque eu fico pensando quando a gente tem quando a gente enrijece muito né quando a gente se torna meio fundamentalista seja em qualquer âmbito a gente não tá aberto para ouvir o que é diferente né então ali eu não suporto Então eu preciso de tanta segurança naquilo que eu tô dizendo que eu não suporto escutar algo que não esteja de acordo com aquilo né e eh Esses dias eu tava lendo uma um texto lá do Yogananda né e o Yogananda disse assim que quando a gente incita a discórdia a maledicência quando a gente começa a a dar opiniões mesmo que num primeiro momento a gente se sinta assim que aquilo é por uma boa causa né ela ele usa um termo assim atos patrióticos né que a gente vê então eu tô defendendo alguma coisa muito ferrenha e eu fico colocando por essa minha postura uma pessoa contra outra ou grupos uns contra os outros ele diz a gente tá sendo desleal com a nossa origem cósmica né eu achei tão bonito ISS estão sendo desleal com a nossa origem cósmica porque Deus Ele ama todos de uma forma indistinta então quando eu tô me apregoando isso né de que a minha ideia é correta de que o meu time é o melhor de que a minha raça é superior de que o outro eu tô sendo desleal com essa consciência cósmica né eu achei muito interessante E aí ele vai dizer que a paz é a primeira resposta que Deus dá quando a gente entra em meditação né então entrar nessa sintonia com essa consciência cósmica é chegar
ica né eu achei muito interessante E aí ele vai dizer que a paz é a primeira resposta que Deus dá quando a gente entra em meditação né então entrar nessa sintonia com essa consciência cósmica é chegar nesse estado de apaziguamento ali de de né a gente pode sem entrar em detalhes né reconhecer que o Brasil né viveu eu ten vivido tempos árduos e como que a psique coletiva parece estar sempre em entre choques então em torno de ideias de Paixões de ideologias e que muitas vezes tornam uníssono a a reverberação de como é difícil pro homem encontrar paz interior diante do grito coletivo então não há um outro caminho e o texto ele ela apresenta né uma representação social Histórica de como que culturas e povos e nações no curso da história acabavam em se deflagrando em conflitos em busca de interposições de superioridade e até lembrando uma vez um Jornalista perguntou pro gand o que que ele achava da civilização ocidental el mee respondeu teria sido uma grande ideia eu achei isso tão forte tão fulminante do ponto de vista do que a Inglaterra fazia na com a índia a época mas é um é um é é uma é uma é um apelo um chamado a ao ao a reflexão em torno dos caminhos e descaminhos que nós muitas vezes construímos para nós eh tem uma existe uma questão que me fala aqui a memória no Livro dos Espíritos em que Kardec pergunta eh O que será das n que não segu que não seguirem não assim como o homem as nações também t o seu nascimento e sua morte e os espíritos respondem que todas as coletividades todas as nações que não seguirem o caminho da Lei Divina elas tendem a perecer para serem substituídas por culturas e povos mais próximos dos ideais que representam a Concórdia a solidariedade a paz que é o tema central desse estudo de hoje então então voltando ao indivíduo acredito que é um desafio para todos nós como buscar uma interioridade sem que seja uma fuga psicológica como buscar um insulamento saudável para que a gente possa olhar para nós mesmos pensar com são as nossas necessidades sem que a gente nos afaste
ar uma interioridade sem que seja uma fuga psicológica como buscar um insulamento saudável para que a gente possa olhar para nós mesmos pensar com são as nossas necessidades sem que a gente nos afaste e nos alienando do mundo acho que esse é um grande desafio e com certeza e eu te ouvindo vida mar Luci eu lembrei também do do bist tuto quando ele tava tendo que se confrontar com o governo do apartado lá na África do Sul ele tinha que fazer um momento de diálogo né E ele disse como é que eu vou eh dialogar com alguém que é meu inimigo e não ficar carregando ódio no meu coração e ele daí comentou que ele falou assim eu tenho que ver outro com meu irmão igual a mim se eu não conseguir ver ele como filho de Deus igual a mim eu não vou conseguir conversar com ele e gerar uma proposta de paz então eu acho que esse é é é a grande questão né mas para isso a Joana coloca né que a gente tem que começar a fazer um trabalho de educação mental um trabalho de de eh saber separar né Essas falsas impressões essas marcas emocionais na qual a gente tá identificado né E que povoou o nosso mundo né poluindo a nossa mente e provocando eh uma série de inquietações e desarmonia que não favorece esse caminho de de equilíbrio para que depois eu possa compor também de maneira eh positiva com as pessoas que me sercam né então ela ela fala da importância do trabalho interno né com a gente mesmo né e de uma mente tranquila e e que e e que isso é é complicado porque a gente tem várias técnicas de meditação que representam formas de aquietar mente né e e sair desse lugar de de de apego e Identificação do Ego né Eh mas que não é só uma questão operacional que tá em jogo aí né É uma questão também de poder eh chegar a uma consciência mais elaborada de mim mesmo também né ou seja né para mim poder eh apasar a minha mente Como diz a Joana aqui né eu tenho que eh reconhecer né uma realidade da qual observo criar uma percepção né que que Abarca aquela realidade né e a ao mesmo tempo eh reconhecer que por trás
minha mente Como diz a Joana aqui né eu tenho que eh reconhecer né uma realidade da qual observo criar uma percepção né que que Abarca aquela realidade né e a ao mesmo tempo eh reconhecer que por trás disso tem uma mente que Analisa né isso tudo e eu tenho que só não só olhar para para essa realidade dessa mente perturbada ou dos elementos que estão sendo observados Mas eu também tenho que questionar a mente que Analisa se a mente tá muito confundida né dentro desses esquemas todos que a gente tem comentando aqui ela vai analisar dentro de uma ótica de uma perspectiva já comprometida e ilimitada E aí realmente não não não ajuda Então me parece que o primeiro grande esforço é realmente não julgar toda vez que a gente julga a gente limita sempre não tem como não limitar porque a nossa consciência ela é limitada a gente não tem como compreender e abarcar toda a realidade né então a gente não tem como julgar Então me parece que o exercício em favor desse trabalho né de de de ir ao encontro do nosso mundo interno e poder exercitar esse caminho de apaziguamento de e eh eh aos pouquinhos né aquietando nossa mente começa por uma observação sem julgamento e E aí aqui no próprio ser no ser consciente né Quando iniciou lá o o nosso estudo né do livro tá lá na introdução né o ser consciente não se julga não se Condena né E nem se desculpa se observa então eu quero trazer aquele início da introdução que eu acho que cab muito aqui na proposta da benfeitora de poder realmente abrir mão de qualquer tipo de avaliação eh preconceituosa limitante do que o julgamento impõe e poder est aberto a poder perceber verdadeiramente a realidade e se surpreender com ela né E poder de uma Cira encontrar caminhos a partir disso de de uma de uma de um conhecimento mais rico de nós mesmo e do mundo é um grande desafio né hoje mesmo uma pessoa me dizia assim como era difícil a aceitar e reconhecer que ela tinha muita raiva raiva de de várias situações familiares né Então essa questão da fiquei pensando quando Jesus
né hoje mesmo uma pessoa me dizia assim como era difícil a aceitar e reconhecer que ela tinha muita raiva raiva de de várias situações familiares né Então essa questão da fiquei pensando quando Jesus disse né bem-aventurados os pacíficos né como é que a gente pode trabalhar né a aquietar nossa mente mas sem porque eh quando a gente se depara com sentimentos tão às vezes difíceis de lidar como raiva intolerância tudo isso que a gente acaba projetando fora eh a gente entra nesse julgamento aí que tu tava dizendo que a gente deveria evitar né eh como é que a gente faz isso a gente observa de fora né Esse princípio de distância observo o que tá acontecendo ali não me identifico com aquilo mas reconheço que aquilo tá ali né então de fato isso é um um exercício assim muito grande para nós porque tem uma mente ali por trás que diz assim nossa mas você não deveria sentir isso você já sabe que sentir raiva não é bom né então tem essa mente julga d e eu tenho que ir atrás dessa mente ainda e dizer não isso existe isso tá aqui eu reconheço Eu olho mas eu não me identifico né aquela história que a gente vê às vezes né tu observa o trem passando deixa ele passar ali daqui a pouco ele vai sumir lá no horizonte né e a medida que a gente vai acolhendo então todas essas eh tudo isso que a gente rechaça dentro de nós a gente começa a acolher daí eu posso também me tornar como a Joana diz né a gente se humaniza mais e pode aceitar da isso também no outro e aí aos pouquinhos as intolerâncias elas vão sendo dissolvidas né Eu acho o desafio de sermos capazes de acolher os outros como os outros são né Eu acho que isso é um Desafio que na contemporaneidade eh no mundo em que o fluxo de informações em que todos nós né que às vezes desejamos estar nesses palcos né em que se debatem temas se Disc se acusam e se julgam criam condicionamentos muito complicados do ponto de vista da proposta que a Joana nos traz que é uma contrapartida de como observar um noticiário Como ouvir um uma notícia sem uma reação né já um
gam criam condicionamentos muito complicados do ponto de vista da proposta que a Joana nos traz que é uma contrapartida de como observar um noticiário Como ouvir um uma notícia sem uma reação né já um pré-julgamento ou se julga se antecipa a condenação de um fato social e eu tive oportunidade recente de assistir talvez a única a única palestra do hermino Miranda que ele gravou em vida ele tava com o Divaldo e a su schuber e ele olha gente eu eu sou eu sou um escria eu escrevo eu não falo em público e olha então assim se eu eu vou falando aqui se tiver alguma coisa que acontecer vocês me perguntarem eu vou dar resposta que é a melhor resposta que alguém pode dar quando se vê como coisa que não sabe não sei que a ideia de né a gente se antecipa a gente de fato julga e a cultura ela instiga esse lugar né que é um lugar em que a violência tá muito presente né uma violência simbólica uma a linguagem o verbo ele se Torn um instrumento que não é apenas que vilem pedia fora Ele é um ele é um chicote que também repercute no próprio espírito então a dificuldade de aquietar-se a dificuldade da própr pandemia quantas pessoas a ansiedade de ficarem em casa de ficarem com os seus de mudarem uma dinâmica familiar Ou uma dinâmica que exigia talvez uma outra postura em que não estavam habituados a serenar a aquietarem Então eu acho que o desafio da Paz é Um Desafio pra vida né E ela coloca toda a importância desse não só do do Silêncio interior Então ela fala real ente da importância de silenciar nossa mente e silenciar nossa mente justamente é lidar com esses julgamentos preconceito e complexos emocionais né que né seja que a gente projeta nos outros ou que a gente joga contra nós mesmos tem aquela vozinha né Tu não merece ou não vai dar certo aquelas vozes invalidadas dentro da gente então de uma certa maneira a gente tem que conseguir eh ouvir essas vozes né Elas são aí dentro mas sem se identificar sem se perder nelas então esse trabalho do Silêncio mas ela falou um outro um outro ponto
uma certa maneira a gente tem que conseguir eh ouvir essas vozes né Elas são aí dentro mas sem se identificar sem se perder nelas então esse trabalho do Silêncio mas ela falou um outro um outro ponto que eu gostaria de chamar atenção que é essa questão da da União da ciência e da religião que ela propõe aqui né que é a dimensão do Ego né do do da ciência né o cono separado né do do sujeito objeto e a consciência que é o conhecimento vinculado né dos com objeto e ela fala então do do do do da perfeita Identificação do Ego e com com com eu né Com o self ou do logos com Eros Então acho isso bem importante porque não basta tu caminhar por esse mundo inteligível né né e e e que que é só eh de uma racionalidade que é muitas vezes se torna muito vezes fria ou utilitária tem que juntar a essa racionalidade né esse mundo sensível e do do afeto da amorosidade que é tão importante e que de uma certa maneira eh sustenta o princípio ético da existência então Eh quando a gente fala em num éos né numa ética não pode dissociar o ser humano né justamente do amor porque o amor é por Excelência a grande virtude que começa lá no dever vai depois para as virtudes e que depois chega chega a c no amor então Eh el nos dá esse campo eh vinculativo relacional da qual se assenta também o universo que tudo tá em relação universo né E que então de uma isso é importante por quê Porque não é só a capacidade de gente poder ser afetado e afetar o outro e reconhecer isso mas no sentido que a gente depende um do outro que há um um campo aí de cooperativo acima de tudo né E que desse nesse processo de Heros né que nos vincula um aos outros nós somos realmente parte de uma totalidade aonde negar o outro ou impedir o outro da sua existência é mutilar uma parte em mim também né não tem como eh ser diferente né então Acho interessante ela trazer esses dois aspectos aqui né para que haja realmente possibilidade de Em algum momento chegar a algum tipo de eh idade né e superar os antagonismos Absurdos como ela coloca aqui no no
ssante ela trazer esses dois aspectos aqui né para que haja realmente possibilidade de Em algum momento chegar a algum tipo de eh idade né e superar os antagonismos Absurdos como ela coloca aqui no no capítulo mas é justamente né Gelson é essa falta de consciência cósmica Nossa que faz com que a terra ela di al vive sempre em guerra tem um período ali de paz mas a gente não não consegue ainda enxergar o outro realmente como meu irmão e como eu preciso do outro e o outro precisa de mim e aí nessa lógica pensando também na nossa mente eh turbulenta assim que é afetado por muitas por muitos pensamentos por muito ruído muitas vezes se a gente conseguisse silenciar né e escutar com o coração e não com essa mente atribulada Às vezes isso é a promoção da paz também né então o silêncio muitas vezes fiquei pensando nessa simbologia do Silêncio também o silêncio carrega muitos significados eu posso ter um silêncio às vezes de indiferença né porque eu tô no meu a minha mente tá julgando Então nem me interessa o que que o outro tá falando e daí Eu Me Calo Mas eu posso ter um silêncio com um profundo sentido de conexão com o outro às vezes é melhor não dizer nada às vezes eu compreendo eu posso ter uma opinião diferente do outro posso ter uma outra forma de ver mas eu acolho eu aceito né e isso é uma forma de de de promover a paz também né na forma como a gente se comunica como a gente se coloca como a gente silencia né Acho que tem duas coisas aí né Marlúcio primeiro é que esse silêncio te disponibiliza essas outras vozes né e entre essas outras vozes tem essa voz maior que é a voz Divina então ela vai colocar justamente aqui né no final do do desse item né que é o silêncio interior Eh que que a partir desse desse silêncio começa a ver né que é o intermediário para paz uma união né que é um sentimento de amor por Deus por si mesmo pelo próximo né então de uma certa maneira eu vou criando um campo receptivo né e eu tô aberto a ouvir né o ouvido é é o lado mais femin n Ino Nossa
é que é um sentimento de amor por Deus por si mesmo pelo próximo né então de uma certa maneira eu vou criando um campo receptivo né e eu tô aberto a ouvir né o ouvido é é o lado mais femin n Ino Nossa percepção é que essa receptividade que esse acolhimento quando a gente fala né muit na fala a gente acusa a gente afirma no ouvir realmente eu tenho que silenciar para escutar o outro ten que silenciar então o silêncio é esse lugar de escuta de percepção aonde eu posso daí me dar o luxo de reconhecer que existe vozes sublimes interessantes né e de outro lado o silêncio rompe também consequentemente esse apego que ela coloca aqui que vai sendo superado com o velho apego né a base né da de todo o nosso sofrimento né o egoísmo lá né o nosso apego Então a gente vai também construindo o momento de eh de apaziguar Nossa ansiedade né desapegar né porque tá tão identificado com as coisas né E quando a gente silencia a gente dá espaço Então para que esse apego também seja aos pouquinhos sendo desmanchado né E como diz a Joana ela vai cedendo ao espaço de generosidade Então acho bem interessante né O que o que que tá implicado realmente na questão do Silêncio quão profundo é esse exercício do Silêncio eh eu fui ouvindo vocês e eu deixar aqui para vocês e quem tá depois vai assistir esse encontro existe um filme belíssimo intitulado além da linha vermelha que é um filme anti-guerra e é um filme de uma poesia e uma beleza Eh tanto audiovisual quanto filosófica e mostra um um Sargento desertor na Segunda Guerra Mundial que se refugia num comunidade melanésia e ele passa a morar com essa comunidade até que ele seja novamente capturado e ele mostra assim no curso da história que ele dizia assim eu vi um outro mundo eu vi que uma outra vida é possível nesse processo eu vi que ver o mundo de uma outra maneira E aí a gente entende que que ele encontrou de alma com essa comunidade era algo que até então ele não tinha vivenciado na vida dele que era a crueza da Guerra né o ordenamento militar e ninguém que ele
aí a gente entende que que ele encontrou de alma com essa comunidade era algo que até então ele não tinha vivenciado na vida dele que era a crueza da Guerra né o ordenamento militar e ninguém que ele encontra acredita nele porque ele fala isso não existe cada um luta por si você está numa guerra e ele fala não o outro mundo é possível e quando ele vou que adiantar né quando no momento em que ele percebe que vai perder a vida dele ele recorre esse lugar e é muito bonito a imagem eh Então eu acho que a ideia de como que perspectivas de mundo se integram é justamente na Perspectiva do que valores novos constróem um espaço vivencial estabelecem vínculos novos de referência de valores para dar sentido outro pra vida então Viver a Vida sozinho é muito difícil né sustentar uma vida egoísta a gente pensar em última instância requer muitas vezes sacrifícios muito penosos do ponto de vista no futuro pra alma mas quando a gente encontra o outro e passa a reverenciar uma vida de partilha a gente entende o que Jona tá trazendo em torno do que é um mundo em que existe paz porque no filme é isso ele vai se despedir da vida em paz e eu acho que isso é uma uma conquista muito única para todos nós impressionante eu me lembro que faz muitos anos que eu vi esse filme mas ele me impactou profundamente né Ele é um filme muito interessante né E realmente como encontrar paz né num ambiente de guerra né então ess eh E essas questões existenciais que o filme coloca também tem muitas reflexões e questionamento né thago um filme muito bonito muito bem feito E aí acho que a gente entra nesse nesse outro item que é justamente a desidentificação né que ela começa a falar então achei muito interessante a lógica da Joana ela tem um pensamento muito eh bem construído e elaborado né que às vezes é Sutil mas às vezes é muito éo claro né e e então ela ela vem com essa questão da da da paz né para chegar né fazer uma análise né para chegar no indivíduo no no silêncio interno para depois chegar na questão da desidentificação
éo claro né e e então ela ela vem com essa questão da da da paz né para chegar né fazer uma análise né para chegar no indivíduo no no silêncio interno para depois chegar na questão da desidentificação e ela começa a trazer duas dimensões do ser da personalidade humana que é essência e abundância eh chegaram a pensar um pouquinho sobre isso que quer dizer esses dois aspectos vamos lá vamos lá eu achei desafiante mas eu fiz uma algumas reflexões e vamos compartilhar aqui V ver se a gente tá no cabinho correto né a gente eu me recordei uma representação de uma essência que precisa se desenvolver é uma essência que né ela estua em um processo eh socio-histórico né em que o Espírito de vai se desenvolver a partir de uma essência primeira e acredito que esse lastro tão individual tão particular que a nossa jornada única né estamos juntos mas a jornada a gente sabe que ela se desenvolve de maneira muito singular em cada espírito me parece que Joana fala da reunião né da da experiências realizações né e atos em que ela considera como substância que é a produção da nossa história espiritual que é muito particular Pelo menos foi assim que eu entendi esse início muito interessante desse segundo tópico né de que é uma essência comum partilhada de uma centelha né da Alma que vai lograr né um Largo percurso mas que é a singularidade das experiências daquilo que for fomos realizando no curso da vida vai dando uma substância muito PR clar para cada um de nós a partir de uma essência primeira né Não sei se nós estamos no caminho correto né Mas foi assim que eu entendi é muito bonito né essa proposta dela da da da dimensão da essência e da existência porque realmente a essência fala dessa emanação né que que é própria da da vibração do Espírito mas el tem que se revestir essa Essência né des da experiência que chama de né de fantasia porque tudo começa na mente na fantasia né então a imagem que é ou a ideia como se coloca também no espiritismo né é a expressão que emana dessa Essência que é o
xperiência que chama de né de fantasia porque tudo começa na mente na fantasia né então a imagem que é ou a ideia como se coloca também no espiritismo né é a expressão que emana dessa Essência que é o Espírito só que como esse espírito tá despertando esse cé tá despertando ele tá por muito tempo condicionado pelos automatismos milenares que trans t no mundo da matéria né e do mundo Vital enquanto dimensão animal então ele também tem que quebrar com isso então a substância é é ess jogo da vida né que nos nos convoca né a a a essa Essência se reconhecer mas queo momento né Tá condicionada por esse campo substancial da realidade né que ela começa a psi ficar ou seja começa a subjetivar né e e começa a ter que experimentar a si mesma e muitas vezes acaba se aprisionando nas Sensações e percepções desse processo né que a chama de condicionamento ou de pensamento vicioso ou de substâncias fragmentadoras que ela J coloca né então mu então é como a alma ainda ela ela luta com a matéria e e luta para para para se autoafirmar como espírito e como ela ela se reveste desse mundo substancial né que que que que responde segundo elas pelo comportamento do C que ou geram eh liberdade ou escravidão né Para que o o o o eu NASA é uma tensão né de de de forças atuantes que estão ligado Justamente a esses vários aspectos eh da realidade né os conteúdos emocionais as Sensações que a gente vai armonizando de de situações agradáveis desagradáveis eh conquistas descobertas né associações do passado que estão ainda presos em nós que vai formando esse caldo todo e que eu me n me enrosco nessa substância né E tenho que de uma certa maneira me desbravar né desse Campo né E e aí ela fala do trabalho de conscientização íntima do eu profundo pela busca justamente interior para que a gente possa né Eh transcender Ou romper com a Sensações predominantes que habitam em nós E aí eu me lembro da do Fernando Pessoa que tem uma tem um texto belíssimo onde ele diz que tudo é paisagem né tudo é paisagem e
transcender Ou romper com a Sensações predominantes que habitam em nós E aí eu me lembro da do Fernando Pessoa que tem uma tem um texto belíssimo onde ele diz que tudo é paisagem né tudo é paisagem e ele fala da paisagem da Alma então a gente tá a gente vive numa paisagem que a gente construiu que a gente habitou e essa paisagem nos aprisiona nos liberta e como mudar a paisagem sendo que essa paisagem de uma certa maneira nos envolve e nos enreda da qual a gente acaba sendo identificado então é esse jogo que que da vida para poder chegar Justamente na ideia de como se separar se desidentificar disso tudo para que eu possa operar de uma outra forma agregando novos elementos E purificar né drenar esse esses hábitos antigos esses processos arrad né Para que de uma certa maneira eu possa ir estagiando em níveis do meu da meu ser essencial cada vez mais elaborados e e e e e e evoluídos né mais refinado mais mais complexo e assim por diante né não e ela usa um termo forte ali né a mente viciada né ela Traz essa ideia da identificação ao menos aí eu eu eu pensei né como é difícil assim pensando nessa questão do vício né como é difícil a gente quebrar um vício né se nós pensarmos num exemplo assim simples né pensando nessa imagem que tu trouxe das paisagens né Gelson então se eu tô identificado ali como é que eu saio daquilo aí eu fico pensando nessa ideia que o Jung propõe dessa mente que tem um direcionamento né dessa psique que tem essa desse Rio que vai bu buscar o oceano né então nós temos dentro de nós ao mesmo tempo todas essas forças aprisionante aí essas substâncias fragmentadoras como ela falou mas nós também temos dentro de nós esse impulso para ver outras paisagens né só que isso demanda um rompimento né ou demanda essa por isso que ela diz que essa essa questão de buscar o silêncio interior ela é fundamental né então a gente buscar se conectar com esse aspecto cósmico nosso aí isso eu penso que vai nos ajudar nos desvencilhar de todas essas identificações que a gente tem
ilêncio interior ela é fundamental né então a gente buscar se conectar com esse aspecto cósmico nosso aí isso eu penso que vai nos ajudar nos desvencilhar de todas essas identificações que a gente tem aqui né quando a gente se conecta com a nossa essência né como filhos da divindade Com certeza porque ela tá chamando essa atividade de desidentificação é um outro nome para silêncio interior né porque essas substâncias que formam personalidades árias são os ruídos também né os ruídos que que tão que povoam o nosso mundo né os personagens né uma criança carente que grita lá um velho ranzinza né e assim vai os personagens como aspectos da nossa natureza ruidosos que que que criam necessidades né E que vão nos envolvendo e da qual nós temos que se identificar que é silenciar para que esses ruídos que são justamente essas substâncias né que que que organizam de uma certa maneira compõem nossa realidade possam aos pouquinhos serem desmanchadas em favor de novas possibilidades né então Eh esse é o grande movimento que ela tá trazendo aqui e e e da importância de poder então questionar a nós mesmo que é a reflexão porque a reflexão é um se dobrar sobre si mesmo né então eh a Jo tá dizendo parem e reflitam silenciam observam e começa a não se identificar começa a questionar você mesmo começa a a a a duvidar que a vida é só isso ou se isso realmente é o sentido da tua existência se isso realmente é felicidade se isso realmente é algo que que que é interessante Então de uma certa maneira essa desidentificação promove né Não só eh essa busca de algo mais essencial de uma meta superior que também tá dentro de nós já né como o Divino como como tu falaste né uma Lu né nessa conexão com essa dimensão cósmica e divina mas também cria esse diálogo um diálogo criativo e favorável pro movimento de poder realmente aos pouquinhos né e conseguindo eh construir novas paisagens né no nosso no nosso interno compartilhar com vocês um há muito tempo eu li um livro do professor intitulado ilusões
nto de poder realmente aos pouquinhos né e conseguindo eh construir novas paisagens né no nosso no nosso interno compartilhar com vocês um há muito tempo eu li um livro do professor intitulado ilusões necessárias e ele constrói uma narrativa mostrando que a construção simbólica do mundo ela ela é artificial no ponto de construir necessidades artificiais paraa vida então aquilo que a gente compreende Hoje como os valores ou as verdades do mundo eh do mundo material né do mundo materialista do mundo de consumo né um mundo de de acumulação eh só se sustenta no Imaginário social por meio de Ilusões então Eh existe um sentido real do que a alma de fato necessita pro seu aprimoramento e existe um oceano também aí no qual todo mundo que reencarna tá imerso e que são apelos são mobilizações dos nossos desejos são eh construções muito bem bem elaboradas de captura né do do Imaginário coletivo e a gente precisa imaginar que são ilusões tão vigorosas que elas na verdade provocam muito mais desconforto e inquietação na alma do que de fato paz ou felicidade porque Como dizia o Professor Milton Santos né o momento em que você vai querer construir uma métrica do que é felicidade a partir de um bem que é finito você em sija construir uma mérica equivocada porque você vai governar a vida em torno de acúmulo ou ter o possuir e às vezes custa o que custar para chegar a esse lugar ilusório enquanto você busca se sedentar e se desentar de processos né mais profundos que a alma tá reivindicando eu me lembro do professor do escritor o Eduardo Galeano que eu gosto muito em que ele diz assim né no mundo como o nosso em que o o o desejo de todos de gozarem os bens terrenos ele naturalmente hoje ainda no mundo que a gente está ele Tá reservado a muitas poucas pessoas né pelas dificuldades inerentes das desigualdades mas ele fala assim como é que a gente como é que a gente resina a coletividade mas que ela permaneça almejando esse processo ou construir irrealidades em torno do que elas desejam e ele diz que eh vende-se
le fala assim como é que a gente como é que a gente resina a coletividade mas que ela permaneça almejando esse processo ou construir irrealidades em torno do que elas desejam e ele diz que eh vende-se ilusões de riqueza aos pobres né Eh sonhos de liberdade aos oprimidos sonhos de triunfos aos vencidos e de poder aos fracos os apelos simbólicos entorno de certas irrealidades não falo aqui de necessidades básicas materiais mas a onde que a alma muitas vezes é projetada e elevada a refletir sobre o seu lugar de felicidade e de desejo e que muitas às vezes são caminhos sem uma saída e que na verdade levam a insucessos a infelicita e problemas então Eh As Ilusões elas de fato são muito fortes ainda no mundo e como dizem os espíritos né A questão não é provar que o mundo dos espíritos o que os espíritos que espiritismo Está correto é que na verdade existem interesses profundos que serão aí né se a gente sabe que vai reencarnar que a vida continua Por que que os apelos do mundo se tornam tão né tão potentes pra alma se a felicidade de fato não pertence a esse lugar que a gente muitas vezes valoriza como a Felicidade real quando ela é real Na verdade e e Joana fala então do da pessoa média né aqui ela Ach bem interessante esse parágrafo numa pessoa média portadora de consciência sem a nobre conquista do discernimento e da vivência compatível ou seja já é p de consciência mas não atingiu ainda o discernimento e nem uma vivência compatível essento a ilusão e os engodos se estruturam passando a posição das realidades únicas que ignoram por efeito a legítima realidade então foi isso que tu falou né thago então Ah quando não há discernimento quando não há capacidade ainda de questionar e de poder realmente se desidentificar desses modelos e imagens da qual a gente tá preso que a mente é associativa né ela ela associa coisa e retroalimenta a j fal de tu ouvir uma música e ouvindo aquela música tu acaba associando a Uma emoção a recordações e e tu se alimenta daquil há uma tência de
é associativa né ela ela associa coisa e retroalimenta a j fal de tu ouvir uma música e ouvindo aquela música tu acaba associando a Uma emoção a recordações e e tu se alimenta daquil há uma tência de te retroalimentar e ficar condicionado por que ela fala em mentes viciadas pensamentos viciosos hábitos né que esse pensamento condicionado que se a gente não quebra isso a gente tende a perpetuar esse padrão então a importância dessa dessa realidade legítima ela fala realidade Com r maiúsculo né que é justamente essa dimensão plena e Divina da existência né E que a gente tem que chegar mas para isso a importância da gente poder fazer fazer esse trabalho então de se desidentificar desse dessas substâncias que foram importantes são importantes mas que são eh parciais né não falam ainda da Verdade e da qual a gente tem que ir superando aos poucos e daí ela ela dá o caminho aqui né gelon no parágrafo onde ela diz mediante a mudança dos hábitos mentais do cultivo das ideias substitu ind as perturbadoras por outras saudáveis Já que todo o espaço deve ser preenchido do exercício disciplinado dos Pensamentos passando a alteração dos Prazeres e gozos ilusórios que devem ceder lugar àqueles que se expressam como manifestação da realidade planificadora ocorrerá a libertação dos Vícios e fixações desidentificar Atento para o que que a gente tá cultivando na nossa cabeça né porque às vezes a gente como tu diz a gente vai pegando o fluxo aí do que tá acontecendo né as as notícias né que tu falava e a gente vai fazendo associações e quando vê a gente já tá lá botando uma aguinha adubando coisa que é erva daninha né Então essa capacidade assim da gente poder não pera aí um pouquinho né que que eu tô pensando que e tem muitas coisas que vão passando na nossa vida que passam de forma assim subliminar como a gente diz a gente nem percebe que tá sendo envolvido por aquilo né então o quanto essa atenção realmente ao nosso pensamento que a gente tá só que eh de fato isso necessita desse dessa postura nossa
a gente diz a gente nem percebe que tá sendo envolvido por aquilo né então o quanto essa atenção realmente ao nosso pensamento que a gente tá só que eh de fato isso necessita desse dessa postura nossa dessa decisão mesmo de um de um alto encontro né senão a gente vai ficar cada vez mais suscetível a ser capturado pelo que vem de fora e a gente Aproveitando né esse essa questão do do homem médio de alguma forma Todos nós né estamos esse ponto médio né de aluma mar em torno da da condição espiritual da terra e que a gente não pode subestimar aquilo que vem ao nosso encontro se nos mobiliza nos convoca eh nos instiga eh o Leon denim falava sobre a dificuldade da alma de conseguir gravitar de um lugar em que ela se compraz e se alimenta de algum de certos tipos de gozo e aqui sem julgamento moral né os os gozos da vida mas e que alcançar um estágio mais eh amadurecido do que é esse gozo eh que envolve sentimentos mais planificadores ou condições né emocionais e sentimentais mais amadurecidas envolvem um outro campo de experimentações que a alma ainda tem dificuldade de conseguir né alcançar eu acredito que por exemplo o signo da violência ele é um signo sedutor né do ponto de vista atávico na experiência humana então muitas vezes até visto como virtude né no campo Imaginário social e cultural mas a gente a gente consegue entender né que é uma é uma representação muito crua e muito a ainda muito inferior das possibilidades o que Elma pode alcançar no sentido da de realizar-se de como se relacionar com o mundo de como vivenciar as experiências no campo afetivo né então nós temos uma longa jornada né Mas precisamos começar com certeza né temos que começar né e e e é isso né Eu acho que a a benfeitora aqui mostra que que isso é possível né ou seja ela tá dando um caminho muito claro a a Joana ela consegue ser muito prática né nos assuntos tão complexos de uma dimensão que envolve tantas eh elementos né E ela consegue ir ir trazendo uma compreensão da dessa realidade essa
to claro a a Joana ela consegue ser muito prática né nos assuntos tão complexos de uma dimensão que envolve tantas eh elementos né E ela consegue ir ir trazendo uma compreensão da dessa realidade essa dinâmica toda e ao mesmo tempo mostrando que todos nós mesmo sendo esse esse ser médio né Essa pessoa média né que né temos a condição de começar atelar um novo caminho né de começar a encontrar esta nova dimensão existencial em nós mesmoos transpessoal né de que e e eu vejo sempre um ato dela de afirmar a amor ade de Deus conosco e de nos de nós conosco mesmo né Vamos eh eh porque ela fala da importância do her ali né do do amor vamos também trazer o amor né para poder realmente e só que se amor eh Começa dentro da gente conosco mesmo isso me lembra um personagem que tá lá no livro Mensageiros de um dirigente Espírita que estudava estudava estudava muito e queria convencer os espíritos e formular questões e e desmanchar eh os os eh o jogo intelectual dos dos Espíritos ligados a outras religiões e e tomados também de de de de de de compreensão dos valores espirituais mas send da casa Espírita ele se comportava totalmente dissociado do conhecimento que ele ele eh usava ali para esclarecer e poder vencer né uma guerra de de de de de ideias né E quando ele desencarnou se deu conta que ele tava pensando Só no brilho dele na né E porque com as pessoas em geral o trato dele era rígido era de uma exigência era de uma dificuldade enorme de compreender a necessidade do outro e e todo aquele aquilo que ele Lia no evangelho e que os espíritos auxiliavam ele na na compreensão daquela realidade não era trazido para ele então como é fácil a gente ficar nesse processo dissociado e e fazer de conta que que por conhecer que a gente tá nesse mundo mas na verdade a gente tá alegras de distância né a milhar de distância se iludindo então isso eu acho acho uma coisa muito complicada do ponto de vista de nós espíritas né de lê muito estuda muito mas não internaliza eh o que que acontece isso eu acho uma questão
stância se iludindo então isso eu acho acho uma coisa muito complicada do ponto de vista de nós espíritas né de lê muito estuda muito mas não internaliza eh o que que acontece isso eu acho uma questão importante o que acontece com nós espíritas que temos uma Manancial tão rico de elementos de experiência de convívio de profundidade e e tão pouco proveito em relação a tudo isso e para mim isso espantoso espantoso em mim também né não é só né como a gente aproveita como a gente não consegue né com todo o recurso que se tem eh trazer pra gente e realmente fazer um movimento Libertador e e de de de renovação né de consciência e libertação desses aspectos que nos aprisionam e que o grande desafio é o sentimento né O Grande Desafio nosso eu acho é isso é entender essa amorosidade que Jesus trouxe e é interessante aqui que a Joana também sempre fala né como ela fala da Alegria como é importante alegria o bem-estar ela vai dizer que essa consciência desidentificar ela começa a trazer isso né então às vezes pensando no que tu tá colocando né a gente pode ter um monte de conhecimento né e o conhecimento pode nos fascinar inclusive né Mas será que isso está gerando alegria e bem-estar com meu coração né Será que que que isso está propor iando em mim né então é um desafio por outro lado eh quando a gente começou a conversa aqui falando das das Guerras e das Diferenças eu fiquei pensando nossa nesse sentido o espiritismo é super alentador né porque na sua tese na sua origem ele aceita o que é diferente ele aceita né ele parte do princípio que cada um tá onde precisa tá né então se a gente conseguisse internalizar só isso né a gente já seria bastante tolerante Assim como muitas coisas né com certeza nosso tempo já tá se esgotando mas não sei se thago tu quiser trazer alguma algum elemento para finalizar e só compartilhar 30 segundos eu trabalhei por muitos anos com uma unidade de adolescentes infratores que estavam começando a sair para ir para casa e eles venham de um tempo de confinamento
finalizar e só compartilhar 30 segundos eu trabalhei por muitos anos com uma unidade de adolescentes infratores que estavam começando a sair para ir para casa e eles venham de um tempo de confinamento de longos anos então a queixa é o que que o que que falta para você ser e eles diziam assim ah Liberdade aquela liberdade de volta som né somos adolescentes e compreensível só que quando esses meninos voltavam paraas suas comunidades paraas suas famílias com os seus problemas com as suas necessidades com as suas vulnerabilidades eles voltavam às vezes entristecidos e eu perguntava Então como foi sair e eles diziam não foi muito bom não foi difícil então o que que tá faltando eles diziam então tando paz não tem paz né confundem a ideia da Liberdade Como Um fundamento paraa felicidade mas depois percebe que a própria liberdade que mal usufruíram os levou a uma condição de sofrimento e eles entendem passaram a entender com isso o tempo né Trabalhando isso com eles de que não importa se você tá aqui na unidade se você tá internado aqui no seu quarto ou se você tá com a tua família o aprisionamento ou a sensação de pertencimento ou se sentir feliz tem a ver com tua capacidade de lidar com a vida e sentir-se mais pacificado tendo se Perdoado pelo que você fez se reconciliando com sua família então como é difícil conciliar esses conceitos felicidade e liberdade mas a paz parece um movimento de que se a alma consegue integrar-se nesse movimento ela encontra um caminho mais luminoso para viver as asperezas e os espinhos do mundo né muito bem isso já fica como provocação pro nosso próximo encontro que é a continuação do Capítulo 8 que é a liberação dos conteúdos negativos Então tem um aí um um trecho interessante no capítulo a gente poder avançar nesse processo que Joana tá nos conduzindo então agradeço a marl Tiago por mais esse encontro e um abraço a todos ess campo de estudo tão importante paraa nossa alma que é a proposta da benfeitora desse autodescobrimento e desvelar da nossa própria Essência
a marl Tiago por mais esse encontro e um abraço a todos ess campo de estudo tão importante paraa nossa alma que é a proposta da benfeitora desse autodescobrimento e desvelar da nossa própria Essência espiritual até o próximo então encontro capítulo O do ser consente abraço a todos
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