T7:E14 • Autodescobrimento • Viagem interior (parte 3)
Neste episódio, Gelson Roberto, Tiago Rizzotto e Marluce Renz exploram o último item do capítulo cinco, intitulado "Viagem Interior", focando no tema "Força criadora". Eles discutem como a força criadora, conforme apresentada pela autora espiritual Joanna de Ângelis, nos aproxima de Deus à medida que despertamos a consciência. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #viageminterior #forçacriadora
alô amigos bem-vindos nosso carinho nossa gratidão nosso abraço a todos que nos assistem Tiago Marlúcia e eu dando as boas-vindas para mais esse estudo da série psicológica Joana diante nós estamos hoje eh se ocupando do último item do Capítulo 5 viagem interior com o título do item força criadora então obrigado marlu e thago pela presença de vocês para a gente poder né trabalhar um pouquinho esse último parte do capítulo força criadora né um título subtítulo muito interessante né já que de uma certa maneira nós somos co-criadores do universo a criatividade é um instinto essencial e diz que a criatividade é uma parte realmente essencial inerente de todos nós então a gente pode dizer acima de tudo que que essa força criadora aqui que JS coloca eh nos aproxima de Deus né E ela começa justamente né Eh o item aqui dizendo que na medida a gente vai evoluindo a gente vai despertando a consciência e esse Despertar de consciência nos leva para uma realidade mais profunda de nós mesmos né e a partir disso a gente compreende Qual é o objetivo da nossa existência corporal Então ela começa com essa provocação né E aí ela vai avançando nesse raciocínio para poder falar L justamente dessa capacidade que todos nós trazemos criativa criadora né de autossuperação de expansão de possibilidades e potências que trazemos dentro de nós eh Então a partir disso eu já abro espaço pra gente começar a conversar sobre esse esse tópico aí e Se alguém quiser já trazer alguma percepção compreensão desse material de Joana Vamos iniciar o nosso papo tá vou fazer uma é interessante que nós passamos a nesses nesses momentos que inauguram esse subtópico e Joan escolhe muito bem o subtítulo em que ela ao trabalho trabalhar inicialmente né A Busca da unidade depois a realidade e ilusão Ela traz o uma forç uma força que impulsiona né algo que instiga que mobiliza que movimenta a alma e e que inscreve a ideia da lei do Progresso né a lei que desenvolve que impulsiona a alma se desenvolver a se desenrolar e me vem muito a perspectiva
lgo que instiga que mobiliza que movimenta a alma e e que inscreve a ideia da lei do Progresso né a lei que desenvolve que impulsiona a alma se desenvolver a se desenrolar e me vem muito a perspectiva de como a gente na condição humana Depois temos passado pelos reinos anteriores né experimentado faixas de experiment ações materiais e que desenvolve atributos do princípio espiritual eh nós chegamos no campo de uma inteligência mais aprimorada e agora modelada pela moralidade então é a gente passa a descobrir em em em um sentido sobre nós mesmos sobre o mundo eh essa governança que nos pede para conhecermos o mundo então quando nós vemos uma criança muito pequena manipulando brinquedos ela observando o o canto dos pássaros vendo o movimento do vento nas folhas o que tá o que tá capturando o olhar o interesse dessa criança é é um movimento da Alma entrando em contato com essa realidade então a gente pode pensar que o conhecer e o conhecer-se ele é uma dimensão um eixo Que estrutura essa jornada de realização do espírito né essa força que movimenta mas há uma outra dimensão um outro eixo que a gente pode pode anelar aqui nesses instantes iniciais que é o sentir e nós vamos entender daqui a pouquinho que força é essa que governa a vida então entre o conhecer o intelectualizar e o sentir que envolve uma dimensão afetiva né emoções e sentimentos o homem vai descobrindo o ser humano melhor né colocado vai descobrindo as nuances da Verdade ou dimensões da verdade do que nós somos do que é o mundo do que é o universo e o que nós podemos um dia alcançar Então eu queria começar fazendo as pequenas selas reflexões em torno desse movimento Belo da alma em busca dessa unidade da busca da totalidade e Que Força é Essa Que nos impulsiona é me chamou muita atenção as algumas expressões que ela usa aqui no início né que ela vai falando dessa força que vai conduzindo o nosso processo a gente saindo níveis de consciência e ela fala da consciência dos níveis do sono né E ela fala assim
que ela usa aqui no início né que ela vai falando dessa força que vai conduzindo o nosso processo a gente saindo níveis de consciência e ela fala da consciência dos níveis do sono né E ela fala assim em Desafio em ampliar horizontes em avançar ela fala em investir em coragem decisão então trazendo já para nós eh essa imagem de um ser que começa já a poder participar de uma forma muito mais consciente do seu do seu processo né então ao mesmo tempo que existe uma força que vai me direcionando Eu também vou participando cada vez mais desse processo quanto mais consciente eu tô e é interessante Tho que me vê exatamente a imagem do bebê que quando quando a gente tem um bebezinho recém-nascido por exemplo ele passa grande parte do tempo dormindo né E à medida que ele vai eh crescendo e sendo estimulado ele vai começando a participar muito mais do ambiente ele vai interagindo com o cuidador a e e esse cuidador estimulando depois quando chega a parte do engatinhar depois do caminhar mostrando né Eu acho que que que que que o nosso desenvolvimento biológico assim a criança Ela é um bom exemplo do quanto existe uma força que nos rede e ao mesmo tempo a nossa participação à medida que a gente eh vai obtendo mais consciência saindo desse som que ela fala ali né E podendo ter essa possibilidade então de tomar decisões né e ser eh até chegarmos nesse né que o começou dizendo de cocriadores né onde a gente começa também a poder participar da criação né É achia bem interessante a gente aprofundar esses pontos que eu acho realmente essenciais né que a gente pode entender estado de sono fazendo a comparação com a criança de uma criança que ainda não tem responsabilidade né E que brinca e brinca com achando que todos os brinquedos São dela Aquela fase do ego da criança que não consegue dividir e que é mais mais mais com uma forma de eh sentir plena é realizada então o espírito ainda egocêntrico egoísta ele tá nessa fase imediatista né que onde os anseios da felicidade e do Prazer tá muito ligado ainda a dimensão
com uma forma de eh sentir plena é realizada então o espírito ainda egocêntrico egoísta ele tá nessa fase imediatista né que onde os anseios da felicidade e do Prazer tá muito ligado ainda a dimensão animal e muito concreta da realidade ou seja nas buscas materiais para depois através do cansaço da frustração dos das consequências naturais desses dessas escolhas equivocadas dessas ilusões que a Joana tratou no item anterior ele possa realmente despertar né para essa Lucidez para essa consciência né de quem ele é né Dee descobrir quem ele é realmente algo essa beleza né de uma alma que ama de uma alma que cria de uma alma que que eh se reconhece né Eh podendo doar e sendo eh eh e sendo Senhora de tantos atributos né preciosos potências que estão ali eh à espera de serem desenvolvidos né então ela vai justamente trazendo esse momento né de que exige de um lado o reconciliamento comigo mesmo né ou seja aceitar meus limites né Ou seja eu eu tomar consciência da onde eu estou e de quem eu sou e das possibilidades Então dessa natureza que é a essência da minha condição como espírito né e assim né poder reconhecer que a felicidade tá em sair de mim sair de mim me responsabilizar cooperar sacrificar seu bem como diz a Jona de anges E aí a a gente começa ter uma outra noção de felicidade que até então a gente não tinha né acho bem importante isso que ela coloca aí é interessante que recentemente assistindo a uma série televisiva em que uma terapeuta atendia um personagem masculino ela avaliando a demanda que ele tinha perante a vida ele ela falou assim você quer uma você quer você quer uma liberdade em que não exista responsabilidade e só existe uma condição no mundo uma pessoa em uma condição capaz de vivenciar isso ele fala quem o presidente ela não o bebê o bebê ele quer tudo ele não quer responsabilidade a Joana Passa ainda que ela trate da responsabilidade no itens anteriores está subentendido que esse que esse despertar sobre si ou esse passar olhar então é a ideia de que essa
quer responsabilidade a Joana Passa ainda que ela trate da responsabilidade no itens anteriores está subentendido que esse que esse despertar sobre si ou esse passar olhar então é a ideia de que essa medida que nós vamos descobrindo olhando para nós mesmos e eu gosto muito da dela dizer que vai ser necessário um grande esforço em busca desse autoconhecimento tendo em vista as multimil encarnações que nós já tivemos Vamos pensar a quantidade de experiências a quantidade de conteúdos de imagens que estão arquivados no nosso inconsciente e que nós precisamos no curso do tempo irmos tomando conhecimento O que são essas heranças e como elas vão ter que ser Integradas à nossa consciência para ampliar os horizontes né conscienciais da Alma Então ela diz esse movimento vai exigir muito esforço porque ela reconhece ela não subestima as dificuldades e desse processo que é esse processo de amadurecimento do espírito né então quando ela fala de conhecer os próprios limites e mas a mesmo tempo se assenhorar das possibilidades vindouras ela tá trazendo uma imagem que eu lembro muito da base referencial na qual eu me encontro na qual a gente se encontra Qual é a minha base onde é que tá a minha base sobre o que eu sei sobre mim e da onde onde eu tenho que partir para conquistar novos horizontes então ao trabalharmos nessa ideia de novos horizontes novas possibilidades é necessário que a alma e até aqui usando a metáfora que o querido Sérgio Lopes usa né que o sermão do Monte com uma metáfora no qual a alma se desdobra ela se realiza e a base o hummus da terra primeira é a humildade que é eu não amo tanto quanto acho que amo eu não perdoo tanto quanto acho que perdoo eu não sou B tanto quanto eu ilusoriamente acho que sou bom então tomar consciência dessa base primeira na qual nós vamos dar a partir de agora com mais governança um pouco mais de consciência sobre onde estamos é o primeiro passo importante para que a gente possa fazer começar essa jornada né sem sobressaltos sem super sem super estimações nem subestima
ernança um pouco mais de consciência sobre onde estamos é o primeiro passo importante para que a gente possa fazer começar essa jornada né sem sobressaltos sem super sem super estimações nem subestima eu acho que é uma é um olhar sincero e verdadeiro sobre nós mesmos sobre esse impulso criador que nos aguarda né impulsiona Eh aí eu me lembro do Jung dizendo que uma das coisas mais difíceis é a gente se aceitar como é né enfrentar a Dura realidade então tem todo um caminho aqui eh porque ele diz olha que eu aceite que um mendigo sente a minha mesa ali que eu acolho alguém mas se eu olhar esse mendigo dentro de mim eu consigo aceitar isso né E então é um grande desafio nosso porque ela diz assim né conhecidos os próprios limites íntimos e ricas possibilidades diante desse olha que que interessante essa dupla que ela bota né os limites e ao mesmo tempo as possibilidades né então a gente se defrontando com essas duas realidades que eh que na realidade esse autoconhecimento né que ela propõe ao longo de toda a série eh nos confronta com isso mesmo né ao mesmo tempo que nos dá um choque entrar em contato com as nossas limitações exatamente o você tá dizendo né thago Eu não sou aquela pessoa idosa que eu gostaria de ser ainda não sou né ao mesmo tempo medida que eu vou me defrontando com isso eu tenho a a a condições de acessar possibilidades que estão latentes ali eh só que muitas vezes a gente não quer Eh sair das se arriscar sair sair da né olhar para isso todo esse esse esse exercício de reflexão ele demanda uma postura nossa né querer isso porque a gente tende a ficar muito no automático e o diz outra coisa eu não posso mudar aquilo que eu não aceitei interiormente Então passa por um confronto mesmo e uma decisão não eu quero olhar para mim né Eu quero entender que momento que eu tô nessa Encarnação como é que eu cheguei até aqui né então parte de um ser realmente que começa a ter um nível de consciência onde ele não é arrastado mas ele começa a poder pensar e sem medo né
e eu tô nessa Encarnação como é que eu cheguei até aqui né então parte de um ser realmente que começa a ter um nível de consciência onde ele não é arrastado mas ele começa a poder pensar e sem medo né quer dizer tendo medo Mas mesmo com medo ele vai né porque tem essa força que vai guiando tudo é com certeza né E aí eu acho que tem uma questão importante dentro disso que ela vai que ela vai trazendo aqui né que ao mesmo tempo que foi necessário né Essas experiências primárias Como assim como a criança né tem que ter esse primeiro momento de ser cuidada de ser estimulada né Tem acreditar que eu sou bonito que eu sou forte que eu né Eh que o mundo me ama que eu sou um cara que que mamãe papai admira né Então essas coisas todas né que eu vou criando né E que ao mesmo tempo é verdade e também ilusão ou seja e esses asas experiências que marcam a minha trajetória como espírito ao longo da minha evolução da qual eu fui personagens históricos fui Rei fui vassalo fui Branco fui preto e foi de uma certa maneira fixando né E na verdade eu não sou nada disso ao mesmo tempo então isso tudo é importante para construir uma identidade mas chega o momento dez Joana de Angelis né que eu tenho que eh superar essas fixações porque elas são secundárias elas são necessárias na Pedagogia da experiência do Espírito para mim poder me experimentar me reconhecer serer avaliar aprender a dimensionar os valores da vida mas depois eu tem um trabalhão enorme de eu poder me dar conta mas eu não sou isso né Isso me atravessa enquanto um lugar né um personagem do drama da vida né que onde eu posso contracenar com a realidade mas eu não sou esse personagem né eu vivo através desse personagem para poder chegar realmente né A aquilo que de um idealismo que purifica né através eh desses embates que eu ainda vou ter que superar né Eh dessas eh fortes Apegos e condicionamentos emocionais que eu trago dentro de mim então Eh eu tenho que me desconstruir depois eu eu me construir a partir de certas referências mas depois
superar né Eh dessas eh fortes Apegos e condicionamentos emocionais que eu trago dentro de mim então Eh eu tenho que me desconstruir depois eu eu me construir a partir de certas referências mas depois eu tenho que me superar dizendo puxa Isso tudo foi importante para mim mas na verdade tudo isso para poder entender que eu não sou nada disso e agora que vem a questão mais importante que é realmente quem sou eu né e o que que me move enquanto realidade essencial E aí que que ela fala né que na medida que a gente começa e a reconhecer isso a gente começa então ter justamente aquilo que a mar citou né que é a a coragem né e a decisão Ou seja a gente usa o nosso a nossa vontade o nosso poder pessoal poder verdadeiro não o poder das ilusório do controle do Poder da ganância do poder político seja o que for mas a potência Divina que é justamente começa pela vontade eu quero ser feliz eu tenho capacidade para superar eu acredito Ito em mim eu sou filho de Deus e Deus confia em mim e me ama e assim eu vou me investindo desses recursos divinos que habitam a minha alma enquanto qualidade de me autodeterminar me superando na decisão e na coragem de prosseguir em favor desse projeto eh te ouvindo eu a gente não po pode deixar de quantas vezes nós não somos capturados por momentos em Vida is para chamar de crise de momento difícil de movimento de dúvida de estarmos num Encruzilhada ou contemplarmos o horizonte e não sabemos o que fazer relação à vida e que às vezes mesmo o nosso mundo interior com os nossos sentimentos os nossos pensamentos as nossas dores os nossos sonhos tudo parece muito misturado e é difícil a dificuldade em separar as coisas de alguma forma a juna traz uma dimensão que é necessário o conhecimento e separar para que a gente possa identificar o que tá se passando dentro da gente e daí ser capaz de né olhar para cada uma dessas dimensões e trabalhando elas na medida do possível mas te ouvindo sabe Gelson eu fiquei pensando quanto uma vida ela pode parecer muito mas ela é muito pouco do
capaz de né olhar para cada uma dessas dimensões e trabalhando elas na medida do possível mas te ouvindo sabe Gelson eu fiquei pensando quanto uma vida ela pode parecer muito mas ela é muito pouco do ponto de vista da nossa historicidade espiritual de uma de uma cronologia que vai vai vai prosseguir por muito e muito muito muito muito tempo é o que o André Lu fala que é um clarão né uma Encarnação um clarão assim uma fagulha que pisca e se vai mas é Um Piscar ou uma temporalidade que ela pode ser crucial pra gente no sentido de como a gente consegue transformar às vezes né os aspectos mais difíceis e sombrios que existem na gente em possibilidades luminosas o texto da Joana traz um conceito que é muito muito interessante que quando eu li eu pensei que é como que existe uma dimensão ética no sacrifício a ideia de sacrificar-se e que se case com uma ideia a proposta do próprio idealismo mas por trás disso tem que existir um sentido nós somos capazes de sacrificar alguma coisa quando a gente encontra um sentido nesse movimento e eu não deixei de pensar em quantas vezes na na imagem que a gente configura n essa instituição que é família quantas vezes mãe mães mães principalmente né na primeira infância mas mães e pais às vezes sacrificam muito para poder oferecer seja a nutrição do corpo a nutrição afetiva nutrição da Alma daquele pequeno que tá ali se desenvolvendo e apenas para citar também é importante isso eh para quem não sabe né a mãe do Charles Chaplin era uma família muito pobre e avaliam-se que ela desenvolveu um quadro eh psicopatológico esquizofrenia muito associado a longo períodos de fome que ela passou porque as crianças tinam que se alimentadas então ela sacrificava de si própria para poder nutrir os filhos para subsistir então quando a gente pensa nesse movimento que é mais também não só na relação mas alo que é interior é eu vou ser capaz de abdicar ou tentar transmutar questões IES em mim se eu enxergar um sentido nesse processo por isso que é muito difícil às vezes
is também não só na relação mas alo que é interior é eu vou ser capaz de abdicar ou tentar transmutar questões IES em mim se eu enxergar um sentido nesse processo por isso que é muito difícil às vezes encontrar elementos nos quais a gente se desligue de de comportamentos de atitudes de certos hábitos que mesmo nós sabendo que são perniciosos eles se perpetuam Porque nós não encontramos outras possibilidades de realização para fora deles Isto é novos sentidos existenciais né Uhum eh eh eu tava pensando ã que essa questão né Gelson tava trazendo de que a gente vai construindo e ao mesmo tempo depois tem que desconstruindo E e essa ideia Thiago de que a vida é muito efêmera e ao mesmo tempo é importantíssimo porque o momento é agora né a a oportunidade que eu tenho é agora a nossa própria vida eh ela vai desconstruindo coisas nós que temos dificuldade de aceitar os sacrifícios que a gente tem que fazer né se a gente pensar no nosso próprio corpo né a nossa imagem à medida que a gente vai envelhecendo vai também nos ajudando a desconstruir né aquela imagem de que eu posso tudo que o meu corpo não tem limite que né só que exatamente como a gente tem dificuldade de sacrificar né muitas vezes a nossa autoimagem a gente tem uma visão muito limitada né de nós mesmos né e muitas vezes vivemos uma vida com uma certa superficialidade assim atendendo muito ao que o mundo nos pede sendo super comportadinho fazendo tudo direitinho mas às vezes sem eh H profundidade de alma mesmo né de de sentido ali então eh acho que essa ideia do sacrifício que tu tá trazendo né a gente é capaz de fazer muito sacrifícios desde que aquilo tenha um sentido para nós né E daí no final aqui desse item ela vai trazendo né quantos espíritos isso que os espíritos né de luz nos mostra assim a capacidade que eles têm né de se colocar a serviço de algo maior porque ali tem um sentido né e um um profundo entendimento da realidade então Eh tdo esse sacrifício né esse empenho né Ela ela diz na medida que eh a gente vai começando a despertar
iço de algo maior porque ali tem um sentido né e um um profundo entendimento da realidade então Eh tdo esse sacrifício né esse empenho né Ela ela diz na medida que eh a gente vai começando a despertar para além do sono espiritual e começar a conquistar essa lucidez E aí a gente vai encontrando o caminho do autoconhecimento né Ela diz que a gente começa então um a ter um desejo né um desejo né de transmutar esse esse sentimentos mais primários né eh e e e e e e superando né E e aí então o que seria esse desejo né Eh eu fico pensando fii lendo o que seria esse desejo que começa a surgir e E aí eu acho que há uma certa identificação com com o Divino a gente começa a se né se parecer mais mais perto do Criador né menos matéria menos animalidade e mais essa dimensão realmente Divina que é que é o amor né então eu acho que aí começa um um o alto amor então a essa responsabilidade que estão trazendo e essa de sacrifício ela para mim prenuncia né E se sustenta nessa ética amorosa eu me sinto capaz então eu posso amar e amando eu posso cuidar eu posso ser responsável eu posso me doar eu posso ter alegria nisso E aí eu começo a fazer um caminho eh mais rico né e acho tão poético né aqui quando ela escreve né durante esses comenos né ou seja dessa luta que a gente trava né nesse processo de transmutar né esse passado eh ainda tóxico né e e e e e condicionante né que que nos limitava né ela diz a seiva do Amor passa a nutrir com vigor o candidato né tornando-se lhe quando ada para as finalidades santificador o recurso mantenedor das aspirações DIT tosas ou seja né é o alfa e o ômega né o amor né É o que dá que é o motor que dá sentido e ao mesmo tempo é o caminho de chegada né que lá o Anseio que a gente quer chegar em algum momento da nossa existência Então aquela começa a centrar né no no capítulo dela o o o processo né essencial que tá por trás de toda essa caminhada que vai dignificando e vai nos tirando aprisionamento do passado em favor de uma Nova Condição sabe só vou fazer um comentário
o dela o o o processo né essencial que tá por trás de toda essa caminhada que vai dignificando e vai nos tirando aprisionamento do passado em favor de uma Nova Condição sabe só vou fazer um comentário thago porque eu adorei essa parte e eu fui ver por que que a Joana foi usar a palavra seiva E aí eu fui lá na aula de biologia e a seiva é o que leva todos os nutrientes para planta e eu achei linda essa imagem que ela usa que quando a gente vai enfrentando nós somos nutridos né Nós temos essa seiva todo tudo que a gente precisa tudo que a planta precisa ela recebe através da seiva E aí tem alguns bichinhos nas plantas que vão impedindo que essa seiva chegue né e eu fiquei pensando quem são esses bichinhos na nossa vida né o ressentimento a mágoa a rigidez né a seiv ela quer chegar em toda a planta nós somos nutridos nós recebemos uma nutrição mas né a gente tem que cuidar para não deixar ela se esvair ali né porque ela tá ali enquanto potência meas guiando né é uma imagem que Jesus usava também né né para descrever né Eh A videira quando a ideia da videira né Então e nós somos nós somos a a ideia Sea que sustenta né a todos nós né como Videira como parte dessa eh dessa dimensão da qual nós estamos unidos junto a ele né então é é uma é uma imagem muito bonita mesmo éa e e é interessante porque eh o Chico uma vez encontrou com Divaldo isso tá num seminário que o Divaldo contou essa história em que o Divaldo trazia uma a problemática da experiência humana em particular como que o impulso sexual é algo muito forte Jona traz isso ainda né de como essa experiência ela pode se traduzir em trevas ou em Luz da forma como a gente conduz e a gente experiencia eh Essas manifestações que ela diz né as gradações do amor se expressando na natureza e quando o Divaldo andava com o Chico Chico teria colhido algumas flores de laranjeira e disse eh na vida tudo é sexo e essa frase ela é emblemática porque faz a gente pensar no sentido literal Mas não é isso é a ideia de algo que é criador de algo que impulsiona
as flores de laranjeira e disse eh na vida tudo é sexo e essa frase ela é emblemática porque faz a gente pensar no sentido literal Mas não é isso é a ideia de algo que é criador de algo que impulsiona algo que é constitutivo que une a que que que implica na experiência e quando ela fala né nas faixas primeiras da manifestação do amor algo ainda muito vinculado ao instinto já ali né como tu disse muito bem querida né uma é como se fosse uma ceiva ainda com elementos ainda que eh se confundem com outras coisas mas ainda é já é uma experiência já é algo ali sendo né Eh evidenciado do que é isso que exprime essa força maior criadora que é o amor né então a gente para não ficarmos muito numa dimensão muito etérea né ah o amor Sublime o amor de do Cristo por todos nós eh tá presente em tudo aí a questão é como nós conscientemente faremos um movimento para que a gente possa qualificar melhor essa experiência né é interessante que quando Eh Maria de Maria Madalena Maria de magdala ela encontra Jesus é como se ela tivesse sido tocada por uma dimensão de afeto talvez nunca experienciada por ela né hou um contato fundo com algo nela que fez com que ela se mobilizasse para aquilo que daqui a pouquinho a gente pode estar discutindo né a insatisfação num prazer que consome a experiência humana em si e não nos tira sede né E ela é tocada por algo muito profundo e claro Estamos nos referenciando que historicamente no lugar no momento em que Jesus encontra com ela mas isso acontece conosco quando a gente encontra ou reencontra né pessoas espíritos experiências que no são tão ricas que elas são fartas de amorosidade que transcendem essa experiência comum de uma afetividade muito grosseira comume experienciada pelo sexo né apenas o sexo pelo sexo né e e as trocas mais eh as trocas mais assim sem querer que Joa trabalha em estágios ela ela ela não diz condições inferiores como uma forma depreciativa são estágios de possibilidade de amadurecimento Que Essa Experiência Amorosa Então acho que é um
uerer que Joa trabalha em estágios ela ela ela não diz condições inferiores como uma forma depreciativa são estágios de possibilidade de amadurecimento Que Essa Experiência Amorosa Então acho que é um convite a todos nós a gente poder levar esse movimento fazer essa transmutação né Cada um com suas experiências com suas possibilidades Mas é isso que propele esse movimento a essa força bonita criadora que é o amor né é interessante né que tudo que é Divino é muito poderoso e intenso né E essas forças paraa gente lidar com elas realmente no primeiro momento elas nos avançaram nos atravessam de tal maneira que que a gente não sabe lidar com elas porque a gente tá lidando com uma algo muito muito realmente eh grandioso né então né E a gente não pode esquecer que a alquimia é a arte do fogo temperar o fogo controlar o fogo para que a oba se dê é uma arte essencial Porque toda a alquimia né todo processo de transmutação dos metais se dá pelo uso do fogo menos fogo mais fogo o que que alimenta o fogo a qualidade do fogo então de uma certa maneira essa imagem do fogo fogo das paixões o fogo do amor que arrebata né esse fogo intenso que pode queimar mas que aquece Ilumina então a gente tá lidando com realmente com algo que é é um desafiador para todos nós E é natural que no início né a gente tende a a ter uma experiência muito básica do fogo que é a frustração e o se queimar né mexer com fogo pode gerar essas duas coisas de ser frustrado e se queimar e a maioria das pessoas se queimam né E se frustam simultaneamente e Joana vai dizer exatamente isso que na medida que essa sensação osa do primeiro momento do amor tá tá tá sendo vivido né E que é projetado né num gozo imediato e concreto né e isso vai gerando uma frustração uma insatisfação chega um momento que a alma Já experimentou muitas vezes aquilo e e mesmo que seja intenso ela ela não sustenta mais né então ela ela vai dizer assim que que esse processo que opera um no trabalho do fogo no trabalho do do fogo enquanto imagem do da Paixão e do amor né ela ela
seja intenso ela ela não sustenta mais né então ela ela vai dizer assim que que esse processo que opera um no trabalho do fogo no trabalho do do fogo enquanto imagem do da Paixão e do amor né ela ela ela prefer de duas coisas né Eh uma é então ela diz duas circunstâncias propel a criatura ao avanço iluminativo uma é a a insatisfação sistemática Ou seja a frustração a gente vai realmente se desgastando aquilo vai perdendo sentido e o segundo é aquilo que o ch tinha falado que uma vida é muito pouco ou seja a a necessidade de várias encarnações né Eh na qual a gente vai reavaliando repassando as experiências reatualizado e agregando outros elementos né para que essa insatisfação inerente à frustração né desse fogo amoroso possa dar lugar a novas experiências E assim a uma nova dimensão do que seja am né é interessante né tu eu fiquei pensando nessa imagem da alquimia que eles queriam transformar né aquilo que era o metal mais vio mais né o chumbo no ouro e ela e eu achei muito também lindo gente essa parte que ela fala de transmutar né transformar quer dizer tudo no nosso processo ele é utilizado e quando ele vai transmutando ele vai dizendo ser-se diafanização Deixa de ser algo opaco e se transforma em algo mais eh límpido transparente Sutil tudo é aproveitado E aí eu fico pensando quando ela fala ali né dessas duas circunstâncias e a insatisfação o como é que a gente poderia transmutar transformar em satisfação né aquilo que para para algo que vai eh me dar uma uma visão muito mais Ampla da realidade eu não fico mais só no Preto no Branco mas eu começo a ver uma miríade de cores ali do arco-íris eu começo a ver outras possibilidades que se eu não sou frustrado se eu não tô insatisfeito nada vai mudar na minha vida né só que se eu entendo a insatisfação a frustração como um desvio do caminho não como um material a ser trabalhado eu fico num sofrimento ali pelo sofrimento né Eh eu não consigo então Eh transformar isso né que parece num primeiro momento desqualificado em
m desvio do caminho não como um material a ser trabalhado eu fico num sofrimento ali pelo sofrimento né Eh eu não consigo então Eh transformar isso né que parece num primeiro momento desqualificado em Ouro né então eu achei muito bonita essa ideia de que tudo é transformado Então as coisas não vão ser assim desaparece a aparece de novo uma outra coisa não eu vou alquimis isso né E aí essa questão do sacrifício também né pelo sacrifício eu vou transformando as coisas é e a gente de alguma forma toca de uma maneira muito né numa perspectiva psicológica na palavra do joio e do trigo porque ao falar sobre o reino dos céus ou o reino da Alma né Eh Jesus usa essa metáfora agrícola né por campesinato entender uma dimensão da interioridade da alma e quando a gente pensa naquilo que ainda é mesclado não diferenciado Jesus diz não separe ainda porque quando a gente tenta muitas vezes eh quando a gente não entende por exemplo os nossos impulsos quando nós não entendemos os nossos afetos nós poderemos às vezes castrar possibilidades que são positivas paraa alma então é importante a ideia de que deixa deixe que isso se desenvolva porque antes dos Sentimentos mais nobres existe uma dimensão instintiva e de Emoções mais primárias Então para que a gente possa pensar assim alcançar esse trigo mais belo da Alma nós temos que deixar então sabemos diferenciarmos do que uma coisa de outra para que nessa expressão que ele diz né a seifa o momento que a gente consegue separar e ele usa uma metáfora alquímica ele diz colha em molhos o joio já percebe como não mais substancial para tua experiência de vida e não jogue fora transmute jog ele no fogo porque vai ser assimilado por outros meios pra experiência do Espírito E aí o trigo tá ali interessante pensar que Jesus já pensava nessas coisas antes da gente né só um pouquinho de tempo atrás né de trazer de maneira simples o que é complexo mas profundo né na sua profundidade sua profundidade representa Justamente a grandiosidade né do dele né
tes da gente né só um pouquinho de tempo atrás né de trazer de maneira simples o que é complexo mas profundo né na sua profundidade sua profundidade representa Justamente a grandiosidade né do dele né e de uma fala que vinha eh viva né ou seja cheia de amor né E E é isso que a juna vai dizer aqui né que o amor é o poder criador mais vigoroso de que se tem notícia no mundo Jesus foi realmente a a presença máxima desse amor constante eh em toda na nossa vida né onde ele passou ele foi eh deixando essa marca do amor em várias possibilidades a do perdão da compreensão da humildade da Solidariedade então ele foi mostrando como esse amor né ele se manifesta de várias maneiras mas sempre nessa capacidade de transmutar de de criar de poder abrir possibilidades né e assim gerar né Eh um caminho da verdadeira realização da verdadeira felicidade e a Jona vai dizer uma questão aqui que que que essa condição né quando a gente entra nessa fase mais elaborada mais superior de de de capacidade de compreender de amar a gente chega naquilo que a gente cham de paz né uma paz íntima e interessante que usava a mesma coisa quando el diz quando a gente chega na individuação eu diz assim né quando eu vivencio né a experiência do self e cheg na na totalidade do meu ser eu conquisto que eu chamo de pistes ou paz né Uma tranquilidade né e o mundo pode dizer eu não acredito não compreendo e a gente vai dizer azar do mundo eu tive a experiência eu sei dela e posso me manter nesse lugar de paz que é a mesma coisa que ela que ela que ela fere no vi passado quando diz que a pessoa que chegou nesse estágio não tem mais conflito moral né não eh não é que não tenha luta e dificuldades mas ela se mantém conectada com o que é essencial e mantém essa paz essa serenidade para levar adiante Os desafios da vida e aproveitar a experiência na medida que ela vai se apresentando para si mesmo né Sabe quando eu li essa frase da Joana que o amor é o poder criador mais vigoroso que se tem notícia e seu vigor é responsável pelas obras grandiosas da
ida que ela vai se apresentando para si mesmo né Sabe quando eu li essa frase da Joana que o amor é o poder criador mais vigoroso que se tem notícia e seu vigor é responsável pelas obras grandiosas da humanidade eu me lembrei da cena de Pedro quando ele sai ali e tem um um um mendigo pedindo esmola e ele diz pro mendigo Olha eu não tenho ouro nem prata mas o que eu tenho eu te dou em nome de Jesus levanta e anda E aí ele pega o homem pela mão e eu fiquei pensando nisso né o homem pedindo algo material sem nem tendo noção da possibilidade do que ele poderia ganhar a partir do espírito e Pedro né diz eu não tenho isso material para dar Eu tenho algo muito maior e ele foi um intermediário ali né e e deu algo que o homem não esperava e isso me conectou quando Paulo começa a falar dos atributos do amor ele fala né que o amor é é paciente né quem é que não é paciente é o nosso ego né o amor tudo suporta quem é que não quer suportar nada é o nosso ego né então colocando que o amor vai nos trazer uma dimensão que é indescritível para nós mas quando a gente consegue se conectar ele é tem esse poder transformador incrível né que transforma a vida desse senhor ali que tava pedindo Talvez um alimento né e recebe uma uma possibilidade de uma vida nova eh interessante você tá Paulo porque enquanto falava eu lembrei de algo muito interessante que tá na obra Paulo Estevan porque quando a gente pensa na Experiência Amorosa no seu sentido mais amplo e que tá aí né ela floresce em várias dimensões da experiência e uma delas é a experiência religiosa qualquer que ela seja ela pode florecer nesses espaços e é interessante que nam malel que era o mestre de Paulo ele ele relata a o o Paulo relata lá na obra que quando gamaliel ele ele encontra a casa do caminho e ele vê a experiência de troca de cuidado ele ele sente algo muito profundo que ele fala eh algo em mim que até o momento eu não tava conseguindo encontrará algo na minha Experiência Religiosa tradicional não faz com que eu sinta o que estou sentindo aqui e ele
muito profundo que ele fala eh algo em mim que até o momento eu não tava conseguindo encontrará algo na minha Experiência Religiosa tradicional não faz com que eu sinta o que estou sentindo aqui e ele identifica a experiência do contato com o outro e de cuidado do outro como algo que não apenas rejuvenece a alma mas que inspira e cativa numa dimensão amorosa muito profunda isso tem a ver por exemplo no trecho que Joana fala depois da alma ficar nessa governança egóica de buscar o prazer pelo prazer muito em torno de si próprio seus próprios Caprichos e se perceberem insatisfeita ou percorrendo uma trilha da qual não consegue sair aí ela relata é muito interessante a amizade o serviço fraternal o interesse comunitário a solidariedade que são expressões por Excelência da relação então quando a gente vê alguém adoecido e a gente convida essa pessoa quando está em condições de começar uma partilha experiencial de troca ou de pertencimento ao grupo nós estamos fazendo ela se mobilizar para essa experiência do novo que é uma experiência de contato com a diversidade e sai um pouco desse looping que muitas vezes a alma quando adoece fica em torno de si própria então fazer o bem cuidar do outro não é apenas Ah vou fazer a caridade para caridade Não isso tem uma potência psicológica importante no no sentido de Constituição de novos laços de mudança de perspectivas e por Excelência essa força criadora de a descoberta de novas possibilidades do que é o amor do que é o amar então a gente a gente tem que pensar muito nesse sentido da da da da importância da relação do contato né como um caminho é interessante né thago que com certeza eh isso tudo se torna um caminho que foi se apresentando de maneira fundamental mas a Jona fala assim como a gente tende a se enganar também como a gente falseia o próprio sentimento e e noção de amor né porque então não basta só exercitar no Anseio de amar mas a gente tem que realmente avaliar as nossas motivações internas e e gerar consciência né porque
seia o próprio sentimento e e noção de amor né porque então não basta só exercitar no Anseio de amar mas a gente tem que realmente avaliar as nossas motivações internas e e gerar consciência né porque ela fala que numa fase primária né muitas vezes a gente a se coloca como se estivesse oferecendo o afeto né mas no fundo é uma forma de querer ter atenção e receber mais né Eh que parece que tá contribuindo né mas na verdade tu quer se satisfazer em relação à suas necessidades internas né então a gente muitas vezes se mostra para outro numa imagem eh de alguém que tá se doando alguém que tá interessado de alguém que de uma certa maneira tá disponível mas no fundo né Tem um jogo egoísta escondido ali né e um desejo mais profundo né É E aí a gente e a gente se engana Às vezes a gente acredita que tá fazendo melhor mas na verdade a gente tá não tá indo imbuído por esse por esse estágio realmente profundo daquele que que ama então eh a gente tem que eh é importante né a gente refletir do do que realmente move o nosso coração né e e as intenções que estão por trás do nosso afeto Para que sejam realmente vá são genuínas ou não né porque eh a j falou que o caminho o sinal o sinal de que realmente tu começou est nesse estágio vocês colocaram de Paulo de Pedro né é quando e a gente já falou nisso né e a pessoa realmente esquece de si para atender di Joana iluminar e seguir adiante né Então aí tu começa a chegar a compreender o que que é realmente o amor o quanto ele pode te planificar sem tu precisar exigir do outro né tu acaba realmente reconhecendo que amor e sabedoria ele rompe a lógica né do do nosso materialismo desse capitalismo selvagem que diz que quanto mais Tu abre mão das tuas coisas mas Tu perde né né E na verdade amor e sabedoria Quanto mais tu dá né mais tu tu ganha na verdade então é uma outra lógica né não é a lógica de posse não é lógica de de de de de guardar de de de querer só para si é lógica de que reparte que se abre que se se doa que sai deci em favor do outro e
de então é uma outra lógica né não é a lógica de posse não é lógica de de de de de guardar de de de querer só para si é lógica de que reparte que se abre que se se doa que sai deci em favor do outro e e e é difícil gente compreender o o a o o sentido dessa lógica a gente não consegue ainda compreender o quanto essa lógica é maravilhosa a gente não acredita nela ainda infelizmente né E ela passa né Gelson por esse compromisso conosco mesmo né quando tu tava falando ali que a individuação né quando a pessoa chega num determinado estágio que ela começa sentir paz é porque houve todo um trabalho ou Esse trabalho é inacabável né né ele Claro se a gente pegar a perspectiva de uma Encarnação né mas é essa coragem da gente se debruçar sobre as questões que são difíceis Nossa realmente né poder olhar e dizer é eu eu eu queria poder ser essa pessoa caridosa que eu me mostro mas ainda não sou E à medida que eu vou aceitando isso de uma forma eh consciente né eu vou desenvolvendo comigo o quê tolerância eu vou ter que fazer isso com amor eu vou desenvolvendo esse alto amor que a Joana fala tanto E à medida que eu vou trabalhando em mim isso eh eu vou podendo ficar mais disponível pro outro então isso eu acho lindo nessa lógica quanto mais eu eu eu trabalho em minimas questões e recolho para mim assumo a minha responsabilidade e digo eu quero me entender eu e eu aceito e por mais que seja difícil tá bom deixa eu me olhar com euu som mesmo deixa eu olhar para esse ladinho aqui que pro lado de fora parece tão bonitinho mas lá dentro de casa tá todo descosturado rasgado né e eu dou uma escondidinha né então à medida que eu vou fazendo esse trabalho comigo eu vou me colocando mais disponível pro outro e aí a gente vê essa profunda conexão que nós temos todos nós né E que que a Joana diz que o que permeia tudo isso é essa substância que ela vai chamar de amor né então quanto mais eu vou conseguindo me suportar trabalhar em mim mais eu vou podendo eh ser ter compaixão com o outro trabalhar com o outro né E as coisas
ssa substância que ela vai chamar de amor né então quanto mais eu vou conseguindo me suportar trabalhar em mim mais eu vou podendo eh ser ter compaixão com o outro trabalhar com o outro né E as coisas acontecem simultaneamente às vezes eu preciso ter uma experiência de me dedicar mais ao outro para mim poder Despertar às vezes eu faço cada um vai ter um caminho né mas é impressionante essa ligação que a gente tem é e por isso que ela juna também né mar Luci no final ela deixa muito claro isso o autoconhecimento com o autoamor né ele então é são duas coisas que são ins separ na Med que eu me auto conheço mas eu consigo a partir disso compreender a realidade verdadeira separar a ilusão da realidade como eu Tab balou no item anterior e consigo Então criar um espaço para esse amor para esse auto amor que que de uma certa maneira me dá condições justamente de sair de mim e fazer o movimento de eh cooperar e expandir né meus meus recursos afetivos é eu não não deixo de pensar na na passagem que Jesus relata sobre quando você for oferecer um jantar uma refeição ou um banquete que você eh Não Escolhe os teus amigos nem os teus irmãos eh parentes e outros que estejam dispostos socialmente a agradecer a você a reconhecer você nesse lugar em que você tá aí né mas chamar aqueles que são os empobrecidos os expatriados os os ados os coxos mas é que é uma significação psicológica interessante que é como é difícil eu digo isso amigos por trabalhar com jovens infratores como é difícil estar ali acreditando quando sai muito pouco de volta quando você experiencia os fracassos constantes mas a gente sabe que são aparentes de você estar disposto e saber que às vezes não virá nada de volta isso é um teste difícil pra alma porque nós ainda numa dimensão tanto quanto egoísta e muito muito primária da própria gratidão como Temos conversado né é uma dimensão muito de oferecer porque eu de alguma forma Espero que volte alguma coisa mas essa essa essa essa referência essa imagem psicológica
rimária da própria gratidão como Temos conversado né é uma dimensão muito de oferecer porque eu de alguma forma Espero que volte alguma coisa mas essa essa essa essa referência essa imagem psicológica Jesus traz é se você for capaz de oferecer e mesmo aquele que receba não dê nada de volta ou seja avaliado como ingrato e você continuar acreditando que essa experiência é a verdadeira tá no caminho certo você tá florescendo na capacidade de amar e a gente sabe o quanto é difícil como é difícil oferecer o pão e às vezes receber a pedra mas isso é é um caminho importante paraa alma também eh eh se sacrificar eh abdicar de certas demandas egóicas de reconhecimento ou de que tem que ser satisfeito em alguma medida para que a gente possa de fato se entregar a experiências sem esperar na de volta Esse é um longo percurso mas é um caminho de ideal que Jesus nos ensina de como vivenciar certos momentos da vida né com certeza com certeza e por isso que ela cita né São Francisco de Ass Santa Josa Mendes e mostra que quando a gente tá ído né tomado por esse lugar especial do amor a gente não fica preso nas coisas pequenas da dor do sofrimento das coisas negativas tu fica tão focado no que é essencial né as que os espíritos nobres quando quando movidos por esse amor esquecem né de qualquer coisa que que que que torne limitante seja uma doença seja perseguições seja ignorância dos outros né porque ele tá realmente numa outra condição num outro num outro estágio de consciência seja de tempo de espaço de realidade né E aí realmente ele ele consegue extrair né Eh o melhor de si e o melhor do outro mesmo que o outro não conheça como diz né esses jovens infratores que né que ainda não percebem e e que teimam ficar no mesmo padrão né sem te D sem se dá uma chance mas que tá lá né aquele diamante bruto A Espera de ser né lapidado para que a luz possa irradiar na sua Plenitude Então esse é o caminho né e e pensando num dos atributos do amor que é a paciência né e um dia eu fui reclamar
diamante bruto A Espera de ser né lapidado para que a luz possa irradiar na sua Plenitude Então esse é o caminho né e e pensando num dos atributos do amor que é a paciência né e um dia eu fui reclamar uma uma pessoa né que eu tava muito frustrada porque P eu faço faço e não acontece nada e aí essa pessoa me devolveu assim mas marlu tu não tens ideia né da trajetória desse espírito né tu não sabes aquilo que tu julga que não é nada então a gente não tem como saber o ganho que o espírito tem né então aos nossos olhos às vezes parece que a coisa não anda mas aos os olhos do espírito né a gente não tem realmente Como avaliar e aí eu fico pensando essa essa essa paciência também de eh esperar o tempo do outro esperar o nosso tempo né e o quanto né thago talvez e a gente chega num nível de consciência assim de que eu fico tranquilo em fazer a minha parte e e fico tranquilo que o outro também tá ali no tempo que ele pode né Eh Às vezes a gente espera muito né tem grandes expectativas do nosso ego né e mas do ponto de vista do espírito né aquele dia foi uma lição para mim porque realmente a gente não tem como saber a história e por mais que uma Encarnação seja um um clarão como tu disse né Às vezes uma pequena coisinha ela vai mudar toda trajetória da outra né da outra Encarnação então nós também ainda não conseguimos ver com essa aí que o mundo espiritual tem né e por isso que a gente se apavora eu acho né G por isso que a gente às vezes não consegue não ser tão perturbado pelas coisas como os espíritos de luz não são né como encerra o capítulo aqui né na medida que a gente vai avançando assim como milhões de pessoas vão alcançando né esse essa maturidade psicológica e começa né a compreender esse essa entrega Sem interesse de de tribuição ou de aplauso né apaziguados em si mesma pela capacidade de poder est em sintonia essencial com o amor que tudo sustenta e nos alimenta e e e dá significado à nossa existência Então vamos confiar né Vamos confiar e e trabalhando em nós
mesma pela capacidade de poder est em sintonia essencial com o amor que tudo sustenta e nos alimenta e e e dá significado à nossa existência Então vamos confiar né Vamos confiar e e trabalhando em nós mesmos né nessa nessa proposta né gente isso aí meu amigo muito bem Estamos chegando ao final do nosso encontro e e Joana sempre tem uma riqueza né de de elementos para não oferecer E então a gente convida vocês a tá no próximo encontro onde a gente vai entrar no capítulo se que é equilíbrio e saúde então fica nosso convite Agradeço ao Thiago e a Marlúcia a presença aqui e que a luz do divino amigo possa estar presente tocando profundamente nossa alma e a nossa capacidade de amar cada vez mais um abraço a todos então
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