T6:E22 • O Ser Consciente • Conquista de si mesmo (Parte 01)
Neste episódio, Gelson Roberto, Tiago Rizzotto e Marluce Renz exploram o décimo capítulo da obra "O Ser Consciente", discutindo os conceitos de "O homem consciente" e "Ter e ser". A autora espiritual Joanna de Ângelis inicia abordando os estados de consciência adormecida e desperta, trazendo a percepção de Gurdjieff sobre a dinâmica humana e os diferentes estados de consciência. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #Conquistadesimesmo #Ohomemconsciente #Tereser
Alô a todos é com muito carinho que abraçamos espiritualmente a vocês que nos assistem nesse momento especial do nosso estudo da série psicológica Joana De Angeles hoje trabalhando o capítulo 10 conquista de si mesmo o item o homem consente ter e ser e conosco esse temos o prazer de ter aqui o Tiago e a marlu para poder compor o nosso estudo e nos ajudar a refletir sobre esse tema tão importante né gente a conquista de si mesmo algo fundamental da qual a Sé psicológica vai abarcar como um tema central né o autodescobrimento esse reino interior né que é o reino de Deus tá dentro de nós né que que temos que conquistar e que realmente é um processo dessa conquista de si mesmo então bem-vindos Tiago e marl né E vamos então começar pensar algumas coisas a respeito do capítulo né e é interessante que ela inicia o capítulo retomando G é um autor que Joana gosta muito vários momentos psicológico ela vai fazer referência esse autor né E ela retoma então eh eh o Capítulo oito aí né No No Silêncio interior que é um capítulo que a gente já estudou no item o essencial ela vai falar do eh do GF e do The hop que trabalha em cima do pensamento go falando aquelas etapas de consciência consciência de sono sem sonho e assim por diante e aqui então ela traz né começa trazendo né justamente um uma percepção do godev em relação à à dinâmica humana né e aos Estados tão de consciência Eh que que que ele percebeu do ponto de vista das realidades nossas né e ele tá então vai vai fazer referência ao estado de consciência adormecido e ao estado de consciência desperto Então já abro aqui para nós começar a poder pensar a partir disso né como é que eh isso vai sendo entendido por vocês A partir dessa ideia da da benfeitora bom eh o que eu tava eu tava recuperando né alguns textos anteriores de Joana do do o próprio livro e aá todo um encadeamento muito bem organizado né na obra dela em relação à construção do que ela deseja em torno desse ser consciente que vai ao longo da sua jornada espiritual desenvolvendo consciência né
odo um encadeamento muito bem organizado né na obra dela em relação à construção do que ela deseja em torno desse ser consciente que vai ao longo da sua jornada espiritual desenvolvendo consciência né e a a propósito da ideia de um ser psicológico nós não podemos deixar de imaginar da de lembrar né que essa jornada da construção do conceito de um ser psicológico né ela é Ela é relativamente recente porque você tem desdobramentos na cultura em torno do indivíduo que é um indivíduo depois ele se torna uma pessoa eh e depois eles né adquire um senso de moralidade e que é um ser moral e e particularmente para nós é importante pensar isso numa cultura Cristã e do ser eh moral surge a ideia de um ser psicológico e em torno do qual que a gente agora nos aproveitando das ideias de gruf a gente pode pensar em torno do que que são essa esse amplo espectro em torno do qual o indivíduo vai às vezes lentamente num processo né de sono para buscar um despertamento eu acho que essa ideia na perspectiva de um espect num curso trans existencial e para nós é muito caro do ponto de vista espírita compreendermos as propostas em t dessa configuração né Poisé eu justamente Quando Comecei a ler eu achei genial esse capítulo porque ela faz uma costura um alinhavo de tudo que né ela dá um fechamento realmente retomando temas né e eu me lembrei da fala de Jesus né que esse o reino de Deus ele não vem com aparência exterior mas ele tá dentro de nós e aqui ela começa falando desse homem consciente versus esse homem distraído ela fala da Lucidez versus as distrações e eu achei muito interessante ela trazer essa imagem desse homem distraído né são essas distrações que vão prendendo atenção ela vai dizendo desse homem né E que vai detendo esse homem nessa busca interior e aí me veem uma imagens muito singelas de quando a gente tá distraído né se eu tô distraído na direção eu chego num lugar e nem sei como é que eu cheguei ali tem aquele sistema autônomo que vai te levando mas às vezes pode dar um acidente se eu tô distraído
tá distraído né se eu tô distraído na direção eu chego num lugar e nem sei como é que eu cheguei ali tem aquele sistema autônomo que vai te levando mas às vezes pode dar um acidente se eu tô distraído quando eu vou atravessar a rua eu não tô prestando atenção no que tá vindo Então o meu foco fica desviado para coisas que são acessórias né e que e que inclusive me colocam em risco e Ela traz eu achei muito linda essa imagem desse homem que é distraído né então é esse homem que fica daí transferindo aquilo que deveria ser prioritário ele transfere para coisas que vão sendo enganosas que vão iludindo então eu posso tá passar uma Encarnação inteira me distraindo com coisas sem perceber né que eu estou nessa distração meio que me veio também aquela aquela coisa do narqui né de eu tá meio ali né nessa consciência narcotizada ali Acho que a gente já falou no outro encontro mesmo sobre isso né e o quando o quanto daí eu não vou vivendo na vida não tô entrando na vida e não consigo ter essa Lucidez né que ela traz Achei bem interessante essa essas essas duplas que ela coloca é interessante tudo isso estão falando porque realmente né o pensamento da Joana ela tem essa circularidade onde ela vai retomando pontos e Vai juntando com que ela já trabalhou aprofundando e ampliando né então ela retoma temática to a gente e que aaa da consciência ela tá presente em quase todos os capítulos né na no nos estudos anteriores do do capítulo felicidade a gente vê também todo esse processo do despertar da consciência na compreensão do que seja a felicidade num processo que sai dessa dimensão fisiológica para uma dimensão mais espiritual e aqui também ela retoma agora né essas questões trazendo essa ideia do entorpecimento né Marluce eh do do naré né que tu falava né Então essa distração como uma forma de entorpecimento porque a gente pode até entender né que nos primórdios da nossa caminhada evolutiva esse H fisiológico ele é muito importante porque é é a construção da da do do do poder se
ma forma de entorpecimento porque a gente pode até entender né que nos primórdios da nossa caminhada evolutiva esse H fisiológico ele é muito importante porque é é a construção da da do do do poder se situar e se constituir num num primeiro momento como numa condição básica existencial né que é da Sobrevivência e desenvol ver recursos muito básicos que que depende muito da fisiologia né o cheiro né os instintos da da sobrevivência da preservação da vida e e então ele ele é tomado por por uma uma organização muito ainda eh autodirigida por esses processos Mais Materiais porque essa mente né ela muito singela né ela tá muito assim ela realmente está Adormecida né mas chega o momento né que eh a gente acorda né esse parto doloroso que Joana coloca né a gente acorda para poder Expandir os recursos divinos e espirituais nossos né E aí e essa dimensão do do da consciência de sono ela associa essa fase do homem fisiológico Então chega o momento que isso passa de ser uma necessidade e uma base de sustentação necessária e começa a ser um estorvo né um impedimento E quando é que isso passa a ser o impedimento quando essa há uma recusa de acordar né quando a gente de uma certa maneira diz a Joana Essas distrações são usadas habilmente sobre disfarço para justificar um tipo de acomodação espiritual grosseira eh de uma pessoa que não sabe quem ela é E aí ela almeja pouco né porque no fundo né Joana nos nos instiga a ser mais a querer mais né e além né da nossa criatividade nossa sensibilidade né mas por algum motivo por a gente não ter ainda muito amor próprio confiança né na né e tá muito identificado em hábitos passados nesse automatismo ou acomodados numa infantilidade psicológica que não quer pagar o preço da responsabilidade né a gente acaba se mantendo nessa condição eh psicologicamente Adormecida como Joana coloca aqui e que acaba daí sendo não só um impedimento mas que vai gerando conflitos internos consequentemente né Eh eu tava me lembrando uma passagem naquele livro Voltei né Frederico figner
o Joana coloca aqui e que acaba daí sendo não só um impedimento mas que vai gerando conflitos internos consequentemente né Eh eu tava me lembrando uma passagem naquele livro Voltei né Frederico figner né como irmão Jacó e na obra O Frederico diz que em 1948 né em 1948 ele tinha informação de que mais da metade da população da terra a época era constituído de espíritos bárbaros ou semi civilizados mais da metade e que só 30% dessa população do Globo estavam aptas na algum tipo de espiritualidade superior e estão São de quê de 50 70 80 70 anos atrás que é uma que é um Tempo muito curto 30% da humanidade da racionalidade né Ele fala né É então Nós pensamos nessa questão de uma do espírito que vai se organizando em torno dessa configuração do Ego do eu isso não significa consciência psicológica no seu sentido mais profundo então Eh eu concordo que nós não podemos simplesmente em um discurso moral né Eh desqualificar do ponto de vista da nossa mas tudo tem o seu sentido então no dado momento você disse muito bem né é interessante que a a se citou a questão do olfato o olfato ele ele ele regulava os instintos nos nos reinos no reino animal é a primeira estrutura que se desenvolve de forma um pouco mais potente é o olfato porque ele vai regular Inclusive a própria sexualidade que é um grande desafio da humanidade hoje né e o Freud muito bem avaliando essa questão lá no ma estado da civilização diz no ser humano há uma transferência do olfato paraa visão é a escópica ou o nosso olhar como se projeta o nosso desejo como nós nos relacionamos com o mundo com outro tudo muito regulado a partir da estrutura visual Mas temos que pensar nas perspectivas de como que muitas vezes nos manteros em processos aos quais estamos muito vinculados muito identificados eles trazem sofrimento então ao mesmo tempo que a gente pensa em em que os dias de hoje da contemporaneidade né Muita ansiedade né os gozos o sexo o consumo individualismo eles na verdade eles são armadilhas que estruturam bases paraa Nossa solidão
a gente pensa em em que os dias de hoje da contemporaneidade né Muita ansiedade né os gozos o sexo o consumo individualismo eles na verdade eles são armadilhas que estruturam bases paraa Nossa solidão pros Estados depressivos pros próprios suicídios então a gente precisa reorganizar o objetivo a gente precisa reencontrar um caminho para que a vida tenha um sentido mais pleno e acredito que no curso desse Capítulo desse desse desse item desse Capítulo J vai nos trazer elementos em relação a isso agora o que é importante é como construir pontes para que a gente consiga sair desse círculo vicioso em torno do qual Jona fala de transferências de metas prioritárias fala de Fugas da Alma que muitas vezes eh e acho isso é muito comum deixarmos de cumprir as nossas obrigações espirituais numa encarnação eu me recordo de um eu tive oportunidade de acolher uma sessão de atendimento espiritual e ele dizia eu fui tão belo eu tive todas as mulheres que eu desejei eu tive muito dinheiro e eu não consigo me libertar dessas imagens eu sei que sofro com elas porque eu não posso tê-las mas eu parece que vivo eu respiro essas imagens da minha história da última Encarnação e para mim é muito difícil sair desse condicionamento Então como construir um caminho novo né de mais consciência e de mais despertar interessante isso chago porque justamente me veio aqui essa uma frase da Joana Ela diz que os indivíduos psicologicamente adormecidos que são os indivíduos ainda fisiológicos não obstante possam estar projetados na sociedade e até mesmo considerados por ela então acho que aí reside uma grande dificuldade né que é esse indivíduo ainda nós né Muito indiferenciado no coletivo né Essa assumindo valores questões que que vem de fora justamente porque nós estamos desconectados de nós mesmos né então a gente acaba assumindo eh valores que podem não necessariamente ser nossos enquanto valores de alma mas como a gente tá perdido mesmo quando a gente não sabe para onde vai como é que aquele ditado qualquer lugar serve né Então
valores que podem não necessariamente ser nossos enquanto valores de alma mas como a gente tá perdido mesmo quando a gente não sabe para onde vai como é que aquele ditado qualquer lugar serve né Então esse homem fisiológico aqui né ele pode até interessante isso né que ele pode Aos olhos do mundo tá super bem colocado né então ele tá lá ele tá na vida ele tá tendo sucesso profissional ele tá construindo aquilo que o mundo quer mas pode est completamente perdido dele e aí isso a gente vê né às vezes na clínica chegam pessoas assim puxa vida como é que eu tendo tudo eu posso estar deprimido como é que eu tendo tudo eu tô com crise de ansiedade tô com crise de pânico né aí a gente começa a questionar assim mas e se tudo é o que tudo é esse né então eu acho que uma das grandes questões é essa eh essa grande indiferenciação essa dificuldade de de se separar de questionar né Então esse é um Desafio realmente muito grande para nós né porque o que vem de fora Às vezes vem com muita força por questões que a Joana trabalha aqui que é a nossa insegurança né mas se o o foi colocado pelo Thiago que que essa informação que 50% da humanidade ou mais ainda se encontra nessa condição né de barbárie invernizada né disfarçada de verniz cultural né então é natural que a lógica do mundo e as referências que sustentam esse mundo que são aplaudidas e alimentadas seja ainda dessa realid fisiológica né O Poder as Sensações o hedonismo né o consumismo essas coisas todas que é visto como uma meta de de de de de de objetivos a ser conquistado pelas pessoas né e a gente vê isso em todos os campos né mesmo no campo religioso a gente vê toda essa essa engrenagem de de esquemas né de manipulação de de de interesses e que que envolve esse estado de entorpecimento né então o fato do homem ter erguido né a patinha dele né e liberado daí né as mãos né E e aí começa o o o olhar e o afeto né o trabalho e o afeto ganhar espaço né e olhar como símbolo da consciência realmente inaugura uma nova fase isso é um
patinha dele né e liberado daí né as mãos né E e aí começa o o o olhar e o afeto né o trabalho e o afeto ganhar espaço né e olhar como símbolo da consciência realmente inaugura uma nova fase isso é um processo processo muito lento muito lento e por isso que Joana vai colocar aqui que muitas vezes eh esse processo pela regulagem autorre regulagem perfeita da Vida divina nas suas leis eh forçam a gente de uma certa maneira a eh esbarrar né Justamente na num num no mecanismo que favorece a O Despertar né então ou é exaustão a Jona Coloca essa exaustão do gozo né que a gente fica que esse esses anseios ainda que sustentam esse homem adormecido chega o momento que eh geram tormentos né e que essa ficção mental a gente vai ficando condicionados né né n né nesse automatismo nesse hábito que acaba nos regendo a gente vez a gente ser dono da vida a gente é regido por padrões automáticos ligado a esses esses hábitos né no campo das Sensações né E que chega o momento que isso satura H uma exaustão chega o momento que dentro de nós um certo Impacto uma tensão dos opostos porque dentro de mim esse self que Pouco a Pouco emerge desse adormecimento Anseio por Deus Deus Anseio pela completude que tá Projetada nesse mundo né e que não sustenta então chega o momento que vai começar a ver um processo de conflito ali né então ou pela exaustão ou pela frustração da própria vida pela dor que vai fazendo a gente poder reavaliar né e despertar aos pouquinhos para essa nova realidade eu me lembrei de uma história do do querido não não sei se vocês conhecem essa história ele ele narra que recebeu um colega de uma outra cidade que trabalhava na Previdência da Bahia e era um homem muito da noite então o Divaldo Tava acompanhando ele na cidade aí o o Divaldo foi obrigado aí de segunda quinta-feira na boate com esse colega e aí no último dia ele falou assim olha hoje vou tear num lugar diferente não vai ser numa boate levou ele lá na mansão do caminho né no caminho da da Redenção foi uma experiência acho que Mística
ega e aí no último dia ele falou assim olha hoje vou tear num lugar diferente não vai ser numa boate levou ele lá na mansão do caminho né no caminho da da Redenção foi uma experiência acho que Mística espiritual tão intensa para esse colega que ele agradeceu o dizendo Olha eu nunca tinha sentido o que eu senti aqui nessa casa então algumas pessoas precisam às vezes de experiências novas mas o mundo oferece novidades por meio das reformulações tecnológicas por meio dos novos dos avanços né da das possibilidades de comunicação e de de troca e de experiências do gozo Entretanto a Jana relata que por meio de um círculo vicioso Ela diz que essas almas permanecem insatisfeitas elas permanecem atormentadas e nessa retroalimentação elas na verdade permanecem num ciclo de vidas vazias que é até um título da obra dela né então a a a o a ideia de de um movimento que se possa sair desse lugar envolve Como diz ela a ideia de se retirar o vé da ilusão né e ser capaz de olhar para si e perceber uma realidade que tá ali presente mas a qual não é observada não é refletida e não é cuidada né Eu acho que interessante esse ponto a gente poder pensar então que que que que que que significa esse despertar e quais são os caminhos para despertar então o ti tá falando alguns elementos alguns ponto desse despertamento né que alguma se faz então acho que seria interessante talvez poder pensar um pouquinho mais o que que gera o despertamento Quais são as possibilidades de despertamento acontecer e o que que significa est desperto a parti interessante que ela diz né que estar desperto encontrar-se partícipe da vida e ela fala ali de coisas até o ato de dormir o ato de coçar-se ela diz eu achei muito interessante ela a gente faz uma nós não nós nós funcionamos no automático até em coisas muito simples né na conexão com as nossas necessidades por exemplo né a gente tá falando tanto do homem fisiológico mas nós muitas vezes perdemos a conexão inclusive com o nosso corpo né de não entender a necessidade
na conexão com as nossas necessidades por exemplo né a gente tá falando tanto do homem fisiológico mas nós muitas vezes perdemos a conexão inclusive com o nosso corpo né de não entender a necessidade né ela fala ali do do do do homem que trabalha demais por automatismo também não percebe o desgaste né então esse despertar eu fico pensando aqui né Tá na vida nas nas pequenas coisas né Eh tentar sair desse desse funcionamento automático realmente que nos guia porque nós somos muito movidos por rotinas também né então a gente tem aquilo lá e nem questiona mais aquilo tá tão internalizado naturalizado né a ponto de a gente chegar às vezes num extremo de cansaço e desgaste físico que não se dá conta então pensando numa coisa muito simples ali que ela fala né Eh nesse estar participando da vida né não sendo levado assim né E que é um dos princípios da meditação eu tá presente aqui eu eu tá né consciente aqui entendendo o que que tá acontecendo né atenção plena né Eh e ela vai falar justamente né em dois pontos além de desse que tu tá trazendo né mar Lu que estar desperto é mais do que encontrar-se vivo né ela fala aqui que que que é superar Justamente esse automatismo e e e e e e começar então a usar a inteligência e o sentimento então o lado sensível e inteligível da nossa natureza e Em outro momento ela fala que eh despertar significa identificar novos recursos ao alcance descobrir valores expressivos que estão desperdiçados e propor-se significados novos para a vida e e antes não percebidos então são elementos que ela tá falando desse processo de despertamento né aaí da da inconsciência do entorpecimento para o estado de consciência desperta que que tu acha disso Tiago eu fui te ouvindo e eu lembrei daquela música do Chico Buarque né todo dia ela acorda fazer tudo igual né E que todo dia ela acorda fazer tudo sempre igual e acorde as 6as da manhã e a música vai num ritmo e numa Cadência e que mostra os processos de alienação subjetiva que alguém reencarnado pode acabar sendo engolido
ela acorda fazer tudo sempre igual e acorde as 6as da manhã e a música vai num ritmo e numa Cadência e que mostra os processos de alienação subjetiva que alguém reencarnado pode acabar sendo engolido em processo de Sofrimento de necessidade de realização material e que às vezes por exemplo né a Como disse muito bem eh agora a pouco né A a ideia de que você às vezes fazer uma refeição você simplesmente engole você não tá atento ao processo eh está compartilhando o momento com filhos ou de fato tá ali presente escutando alguém que te procura compartilhar alguma questão a mente sempre aflita sempre ansiosa sempre na expectativa então eh eh eu gosto muito são ideias muito singelas Mas elas têm um alcance muito profundo em torno de uma atenção plena ho uma atensão vívida em relação aos acontecimentos deut turnos tem na nossa vida do despertar tomar um café de cumprimentar as pessoas Então é esse é o é é a vivacidade da existência de fato conscientes do que tá acontecendo nesses processos né E aí ela fala aqui né a gente achei tão legal também dessa postura né que o ser consciente significa é um ser que não arrogante aí eu fiquei pensando no oposto da arrogância né da humildade como a humildade nos abre possibilidades né quando eu me coloco humilde perante a existência eu eu eu eu me coloco numa postura de abertura né não Submisso aqui né submissão aqui no sentido de aceitar tudo que vem sem questionar né livre de algemas liberado do passado e do Futuro isso que a gente tava falando dessa atenção plena porque Às vezes a gente tem muito essa dificuldade nós ficamos presos no que já aconteceu remoendo culpas e tal isso nos impede também desse Despertar de potencialidades que ela tá dizendo ou oo contrário nós ficamos vivendo lá na frente né e não estamos aproveitando esse aqui é porque a vida tá acontecendo aqui né aqui e agora né então achei muito interessante aqui esse e porque ela fala que cada momento atual né é Magno na vida do homem consciente né cada momento né e a
i é porque a vida tá acontecendo aqui né aqui e agora né então achei muito interessante aqui esse e porque ela fala que cada momento atual né é Magno na vida do homem consciente né cada momento né e a gente quanto Quantas coisas que a gente faz no dia e nem lembra né É então é interessante porque justamente E essa atitude de arrogância é uma forma de defesa né para não enxergar para não se confrontar para não se ver Para justamente não tomar consciência das implicações da vida e quando o Kant fala que se a gente eh reconhecer que o homem pensa n ele pode pensar né e e ele tem liberdade se a gente realmente reconhecer isso disz necessariamente a gente tem que reconhecer então a noção de espírito né porque a matéria não pensa e a matéria é determinada né então transcender a matéria e chegar no espírito é mente eh assumir esse lugar de responsabilidade porque a responsabilidade é o ato de eu poder me determinar Ou seja eu vou ter caminhos possíveis e eu posso agora usar de mim mesmo Enquanto escolhas a poder então de uma certa maneira não me submeter à matéria então não não Submisso que eu posso realmente me colocar livre Então eu tenho liberdade Mas se eu tenho liberdade eu tenho responsabilidade duas coisas não vamos implica uma coisa nas vem juntas não estão separadas né então quando ela porque que é um processo todo que envolve acima de tudo eu fazer o caminho por mim mesmo porque ela ela chega até colocar que que toda todo o movimento da vida a gente busca a essa completar a si mesmo até de completude né de comunhão de completude é inerente independente da fase evolutiva do ser humano que num primeiro estágio de sono isso se dá num processo primário de identificação com aqueles elementos instintivos mas eu tô buscando também essa esse estado de completude Então agora eu começo a buscar essa completude que nada mais é do que a questão da felicidade que a gente viu na Capítulo anterior e essa felicidade também envolve a a capacidade amorosa nossa né E que começa Então
começo a buscar essa completude que nada mais é do que a questão da felicidade que a gente viu na Capítulo anterior e essa felicidade também envolve a a capacidade amorosa nossa né E que começa Então nesse compromisso da gente poder despertando usar a nossa inteligência ou seja a nossa capacidade de descobrir possibilidades novas de ser criativo e ela fala do equilíbrio né de usa a inteligência e aplica o sentimento imperfeita interação né então o trabalho então com o sentimento e como parte desse processo de despertamento da Consciência Humana eu eu gostei ao final desse Capítulo Ela traz elementos importantes que é a ideia do despertamento do nosso lugar relacional com o mundo é uma é sairo desse giro egóico né que nos aliena que nos torna muitas vezes egoístas mas que nos impulsiona pro contato renovador com o mundo é interessante que por mais que a gente às vezes possa insistir como espíritos em certas certas buscas e Ah eu sei que isso é ilusório mas isso me alimenta eu vou permaneço nesse movimento a alma tem movimentos mais profundos do que esse então pensando aqui a simbologia o pão ponto de vista da da materialidade daquilo que a gente precisa e que associamos os desejos então assim a alma tem muito mais do que fome de pão ou afã por riqueza ou poder né a alma na verdade ela ela ela é portadora de outras fomes ou ou ou vontades ou impulsos que são construtores da Alma né então comunicação relação encantamento paixão amorosa a busca por beleza A Busca Pela arte né e a própria busca pela transcendência né são ursos sublimes da vida né que nos instigam esse movimento que é o movimento Libertador do espírito e o que é interessante pensando nessa perspectiva é que se nós não buscarmos um caminho de descobrirmos o que realmente nós queremos para nossa existência ou qual é a minha jornada Qual é o meu lugar de existência no mundo se nós não compreendemos o nosso existir se a gente não entende o nosso locos existencial como indivíduo Qual é a nossa interação com a coletividade E
jornada Qual é o meu lugar de existência no mundo se nós não compreendemos o nosso existir se a gente não entende o nosso locos existencial como indivíduo Qual é a nossa interação com a coletividade E se nós não temos consciência desses processos é muito difícil encontrar um novo caminho uma nova iniciativa para um outro viver e como tu disse muito bem gels a gente sabe que e esse caminho ele é como se quando a gente mergulha nas águas do amar ou do amor parece que a alma encontra um caminho que é um caminho que nos torna irresolutos a gente vai buscar isso né de uma maneira mais profundo mas a gente sabe que isso é um longo processo a ser descoberto Com certeza e acho que começa também esse processo né de de de confronto de tomada de consciência de autonomia e nesses processos de aspirações e lutas como a Jana coloca aqui né E esse jogo né de opostos que é ter e ser que é outro item aqui do do capítulo da qual ela vai se ocupar de de bastante de forma bastante eh exaustiva em pouco tempo ela desenvolve muitas ideias né que é uma questão fundamental também das nossas vidas né é um tema que nos pertence e da qual a gente é desafiado a olhar que é justamente essa questão do ter e do ser né E ela vai fazer essa relação também desse processo ão da consciência de sono com a consciência e da conscia desperta com essa dimensão do ter e do ser no processo do despertar também da nossa caminhada evolutiva né interessante que eu tava pensando vocês estavão falando né que antes Dea entrar no terin no ser Ela diz que esse homem que é lúcido e tem consciência ele ele começa a ter paz ele começa a não se preocupar tanto né eh em se em Nessas questões de superar o outro e aqui quando ela entra no ter e no ser Ela traz muito essa questão da insegurança que a gente vive ainda dessa insegurança de nós mesmos né ela Ninguém Vive bem sem a segurança de si mesmo e quando a gente se sente muito insegura a gente acaba buscando isso projetando fora né então eu preciso ter muitas coisas para
urança de nós mesmos né ela Ninguém Vive bem sem a segurança de si mesmo e quando a gente se sente muito insegura a gente acaba buscando isso projetando fora né então eu preciso ter muitas coisas para na realidade eu tô buscando uma segurança minha interna né que eu não sei porque eu tô inconsciente ainda eu tô nessa consciência ainda um pouco imatura né e e porque eh eu achei muito lindo isso né E aí esse homem ele se torna possuído ela Traz essa essa essa imagem do possuído né eu fiquei pensando nisso né Quais são os demônios que nos possuem né quando é que a gente é possuído pelas coisas mesmo né Eh e aqui bom ela aprofunda uma série de coisas né nesse nesses traços de insegurança que a gente traz né que tem a ver com essas instabilidades a gente quer buscar ela diz ali né destaques nos grupos sermos vistos de uma outra forma né então eu posso a pessoa muito insegura mas eu demonstro pro mundo que não que não é assim eu construo toda uma Persona pública né E aí ela tá dizendo que na realidade Esse homem é um homem que ignora realmente a sua realidade profunda né e e tem uma dificuldade de entrar em contato com essa realidade eh eu lembrei de um outro texto da Joana Se não me engano tá no homem integral e ela relata que essas constrições em que a alma se vê né asperamente entrando em contato é Um Desafio pro pro ego já frágil não recuar ou não se fechar ou não se modelar em torno da aspiração que vem de fora então é muito difícil pensar num num no no num movimento de ou no mundo né de emocional interior em que a insegurança na verdade seja aquela que tece o fio e que aarg costura o movimento da Alma dialógico com a vida então a competitividade a ideia das representações sociais ou daqueles que são representados em torno dos ideais a serem cultivados eles são representações simbólicas muito muito sedutoras em torno do Recon e eu acho que o que mais muitas vezes nós desejamos o ego deseja é um reconhecimento porque se a insegurança por um lado nos mobiliza a construir por
simbólicas muito muito sedutoras em torno do Recon e eu acho que o que mais muitas vezes nós desejamos o ego deseja é um reconhecimento porque se a insegurança por um lado nos mobiliza a construir por fora elementos ou Como disse muito bem você né querida de projetar o que o que me falta dentro Eu represento fora para estruturar uma imagem que me satisfaça ou que me Organize de uma maneira emocional e que eu consiga estar no mundo mais presente não tão não tão inseguro só que ao mesmo tempo a gente tem que pensar que o apego a essas coisas é também um movimento que nos nos confunde junto a um todo e o movimento é contrário o movimento da gente de fato buscar o que a gente chama da individuação que é buscar as nossas próprias aspirações ou as aspirações duradoras da alma e que As Ilusões muitas vezes encobrem então reencarnar é é desafios para todos nós né é desafiador para todos nós mas é necessário que a gente faça essa busca né mais profunda é eu acho que isso é perfeito justamente para descrever justamente essa dimensão do ter e do ser que estão falando porque justamente ela vai falar que claro então toda vez que a gente sente ameaçado né inseguro toda vez que a gente enza o desconhecido onde esbarra em algo que ameaça a nossa integridade ou gera algum tipo de de desestabilização a a tendência da gente é regredir né é voltar e buscar algo lá atrás que nos dê essa confiança esse suporte então e muita gente fica já apegado lá né nem sai né nem tenta para manter essa segurança e justamente ela vai dizer que o ter ocupa esse lugar da insegurança né Eh é um objeto substituto como eu não consigo né como a criança que tem que ter o cheirinho né para poder ter né o cheirinho para poder ter dormir com tranquilidade né E tem os objetos substitutos como forma de representar apoio nessa caminhada de de confirmação de quem ele é e de busca de autonomia né então nós também do ponto de vista psicológico e espiritual estamos nessa infância né espiritual né queela fala que sobre essa conscia de
ada de de confirmação de quem ele é e de busca de autonomia né então nós também do ponto de vista psicológico e espiritual estamos nessa infância né espiritual né queela fala que sobre essa conscia de sono com despertar e nós nos agarramos nessa Projeção de nós mesmos falaram né nos objetos então parece que quanto mais eu tenho mais eu sou confirmado por mim mesmo pelo mundo e e quanto mais ainda Maise ter tá eh eh recheado de projeções de valor coletiva né então né ah não se eu tenho eh Beleza se eu tenho riqueza se eu tenho status porque eu tenho tal n s um jogador de futebol importante Seja lá o que for né que move a fantasia do mundo né então esse ter acaba sendo um parâmetro de autoafirmação de espelhamento de mim só que que que é enganoso né porque esse ter me tira de mim e me e coloca na dependência do outro e do objeto Porque se o outro não me confirmar né ah é legal ter uma calça amarela é legal ter uma calça vermelha então eu sou a calça vermelha sua calça amarela Ah então se outro não me confirmar ou se eu perder a calça amarela que que sobra de mim né fico sem calça e sem identidade né N sem lenço sem documentos Como diz a música do C Veloso então de uma certa maneira o o t realmente reflete isso que ela fala dessa imaturidade do homem né que acaba tendo que pegar essas bengalas de sustentação e que muitas vezes vai criando uma aprisionamento essas bengalas vão virando prisões na nossa vida deixa eu compartilhar com você só um um pequeno quadro interessante né talvez a a faixa etária que se torna mais suscetível de processos em torno da inscrição na cultura e de pertencimento ao grupo é a juventude e eu trabalhando com jov né que praticaram atos infracionais é comum o vi deles assim e quando eu quando eu roubei um carro de Uber foi para poder chegar a uma festa à noite e ser reconhecido ter um um tênis de tal marca de tal valor é uma forma de mostrar o meu valor pro mundo e ao mesmo tempo você vê né que isso perpassa uma lógica da ilegalidade mas é a estão de uma
te e ser reconhecido ter um um tênis de tal marca de tal valor é uma forma de mostrar o meu valor pro mundo e ao mesmo tempo você vê né que isso perpassa uma lógica da ilegalidade mas é a estão de uma identidade que é assim histórias comprometidas afetivas de vulnerabilidades diversas e se encontro no lugar da materialização numa sociedade do consumo uma representação de que se eu possuir isso se eu trazer esse bem para mim eu terei o afeto terei a atenção eu terei três namoradas eu vendo atenção dos meus amigos e como Fala Joana no texto né Eh ele não se crê que pode ser amado com desinteresse sem ter esses averes os outros não vão gostar de mim se eu não tiver isso não vou chegar de chinelo no lugar então olha como como isso vale pra sociedade como um todo né para todos nós como um todo mas é como isso é sedutor quando a alma tá esvaziada quando a alma não se reconhece quando a alma não se valoriza quando a alma não se ama então são processos antes pra gente tentar vislumbrar para onde de fato advém esse ser né que se espera para além para além desse T ó usa uma uma imagem bem interessante que eu achei aqui né que com a percepção embotada esse homem então ele mede os fenômenos existenciais com os instrumentos da atividade contáb como se a nossa vida fosse uma grande contabilidade né aqui entra débito aqui entra crédito e eu quero ter sempre o maior patrimônio E aí ela Traz essa lógica amorosa né que o bom aplicador além dos juros que ele recebe ele Experimenta o júbilo da realização a imensa alegria do serviço exteriorizada no bem-estar que proporciona aí entra aquilo né que já estava colocando da responsabilidade de eu assumir né de eu conseguir assumir o meu lugar ali e essa e como essa doação né esse serviço amoroso um serviço eh do outro mas também de mim mesmo eh ele vai trazendo alegria e ele vai trazendo o nosso autoencontro nós tivemos recentemente aqui no sul eh muitas enchentes né e a gente viu histórias assim impressionantes de pessoas que perderam tudo e conseguiram
ndo alegria e ele vai trazendo o nosso autoencontro nós tivemos recentemente aqui no sul eh muitas enchentes né e a gente viu histórias assim impressionantes de pessoas que perderam tudo e conseguiram ver na solidariedade assim tu ver depoimentos emocionantes de pessoas que disse graças a Deus nós não perdemos a vida as pessoas se ajudando ali né e me lembrei disso quando a Joana diz aqui né que ninguém tem coisa alguma no mundo né nem corpo nem valores amoedados nem pessoas sob domínio né Porque existe uma incessante transformação né então e às vezes é isso a gente é arrastado por experiências eh extremas assim né para poder relativizar essa contabilidade que a gente faz né e ver quais Realmente são os o que realmente tem valor é interessante que essa insegurança esse apego né Essa representação né de de de dessa Persona seja o tênis do adolescente que ele rouba né o carro para poder eh se autoafirmar e ter um status né de ser aceito como tá por trás realmente essa dinâmica amorosa então se a gente não não consegue se creditar esse amor né ou que como dis Joana não sente a possibilidade de ser amado ou de amar né a gente acaba realmente reforçando né essa proposta de estender isso para fora naquilo que o fala onde não tem o amor é o poder então o poder e o ter né Essas duas coisas acaba sendo uma compensação por a gente não compreender o que seja amar ou não ter confiança que a gente pode ser amado não acreditar que né e não se amar também né Então tudo isso são e são questões e que implica nisso tá falando né mal Luce de D que consegue compartilhar e repartir né que é que é o bom aplicador e até ela usa a palavra dos Talentos um pouquinho antes para poder trazer essa questão desse ego que vence o medo de se doar porque se acredita não mais tendo Mas sendo capaz e E aí tendo recursos não de fora do ter de fora mas dos recursos que estão eh verdadeiros que são parte dele e aí pode de uma certa maneira promover né o bem e se promover também nesse despertar do ser daí a gente começa esse essa
ra do ter de fora mas dos recursos que estão eh verdadeiros que são parte dele e aí pode de uma certa maneira promover né o bem e se promover também nesse despertar do ser daí a gente começa esse essa transição do ter para o ser né E aí sair da posse do do do do ter e do reter e da posse de da autoafirmação do Ego para libertação do céu né do do ser enquanto um estado que envolve uma consciência amorosa né E que e se opõe ao ao individualismo Então se tornar um indivíduo é eh e é é é é diferente de de ser um individualista que o indivíduo é um ser não dividido ou seja um ser que começa a se ver por inteiro integrado em si mesmo né onde o self como Regente né começa então esse estágio de amadurecimento psicológico em favor de um crescimento cada vez mais amplo da minha consciência e das minhas capacidades e valores espirituais mal Lu dis uma coisa muito bonita mais cedo que eu eu vou retomar o que eu notei aqui nas minhas notas que não há como fazer esse mergulho descoberta do self da Alma na sua potência mais profunda sem humildade a desconstrução dessa das características que a gente que nos entorpecem que nos mascaram que nos iludem ela tem uma cota de dor aí que é o processo da quebra dessas Ilusões né dessas verdades que a gente julga muitas vezes não essas verdades não são absolutas só quando a gente percebe que elas são relativas tem que ter humildade para ter o ter né a oportunidade de recomeçar né de de de fazer esse movimento e aqui interessante que no finalzinho do texto quando ela né o g disse muito bem né o individualismo vai C Dindo lugar ao amor que convive e se expande de direção dos outros há uma noção de reconhecimento desse outro na sua autoridade né reconhecimento né da individualidade da sua própria individualidade e que pode conduzir a um compromisso na construção de uma ética do Cuidado cuidado de si cuidado do outro em torno dos afetos e que se expressa em um lugar que eu eu eu eu gosto muito quando o J traz esses elementos que é um lugar de
sso na construção de uma ética do Cuidado cuidado de si cuidado do outro em torno dos afetos e que se expressa em um lugar que eu eu eu eu gosto muito quando o J traz esses elementos que é um lugar de solidariedade e de espírito de cooperação que leva a processos Libertadores pra alma né A afastando ela dessas armadilhas do individualismo Então esse cuidado coletivo é um afeto amoroso reconhecimento do outro e das necessidades de acolhimento isso nos ajuda a realizar aquilo que joona fala que são os nossos compromissos de amor com a vida então que a gente possa sair desse movimento egóico alienado que a gente possa ver partícipe da vida como Jesus fez de maneira singela Luminosa amorosa e verdadeira quando esteve conosco né Palestina eu acho que realmente chago essa dimensão do ser ela nos ela nos possibilita ser mais amorosos mesmo porque daí eu entro nessa nessa relação vertical né eu no mundo mas em relação Direta com Deus né E se eu tô nessa relação buscando isso comigo mesmo quem eu sou né O que que eu sou além de tudo que eu tenho né ou apesar de tudo que eu tenho eu vou eu eu realmente começa a ter um olhar diferente pro outro também né enxergar além das aparências poder enxergar né talvez não sei em quantos milhões de encarnações como Jesus né que enxergava o espírito ali né não enxergava muito além do que tava posto né E e aí eh nesse sentido quando a gente entra nesse ser também a gente tem possibilidade de se responsabilizar por nós né e e e aí eu fico pensando quando tava falando retomou humildade do filho que se dá conta Puxa vida os empregados do meu pai estão comendo melhor que eu eu vou voltar eu vou voltar eu tenho um pai que me ama o que que eu tô fazendo aqui né então se ele fica na arrogância se ele fica ele não tem como voltar e aí ele volta e ele se dá conta como ele era Amado né que é uma metáfora para nós né é interessante porque realmente essa questão da humildade que o retomou né a partir do que a se colocou realmente é algo fundamental porque essa humildade é
era Amado né que é uma metáfora para nós né é interessante porque realmente essa questão da humildade que o retomou né a partir do que a se colocou realmente é algo fundamental porque essa humildade é uma reconciliação consigo mesmo né agora você tá falando né então se eu sou humilde eu posso me abrir realmente Eu me abro nesse processo de reconhecimento de autoaceitação da minha pequenez e reconciliação comigo mesmo que traz também esse jogo favorável de amorosidade né Então essas essas coisas vê juntos porque todas as virtudes né como o sponville coloca na verdade são exercícios para amar né para se chegar na condição principal do que é a síntese e reunião de todas as virtudes que é o amor né então Eh eu vejo realmente como essa humildade né Essa é a derrota do Ego do Ego onipotente do do Ego inflado desse ego defensivo E aí eu posso quando eu cons ser humilde parece que que que que que que tira um peso na verdade é uma é uma derrota Libertadora na verdade né não é uma derrota no sentido negativo mas para quem tá muito preso ao ter identificado nesse jogo de Persona e nessa onipotência defensiva isso é muito ameaçador porque eh não tem noção que por trás desse balão vazio só tem a ar né que hisor o balão que que fica né e não acredita que pode ter alguma coisa além disso e tem né tem que é justamente o esse encontro verdadeiro com a gente né que a gente possa realmente sentir o sabor de nós mesmos e realmente sentir que que esse sabor é interessante né então Eh é todo um um movimento que mas que é tão difícil a gente né eh botar em prática para gente toda a lógica de toda a consistência disso que Joana tá nos trazendo aqui e e da confirmação da vida quente é amado a gente ainda é muito frágil e essa insegurança que a Jo traz ainda muito presente realmente dentro de nós eh se se um minutinho contar para vocês eu algumas histórias que a gente escuta né na casa Espírita dos Espíritos às vezes nos tocam muito nos fazem até chorar eu me recordo de um fazendeiro chegou muito choroso se apresentou disse
ra vocês eu algumas histórias que a gente escuta né na casa Espírita dos Espíritos às vezes nos tocam muito nos fazem até chorar eu me recordo de um fazendeiro chegou muito choroso se apresentou disse que era um fazendeiro e que ele havia vivido há muito tempo então ele convivia com muitos trabalhadores que moravam na na cercanias da fazenda e ele disse uma coisa muito profunda eu tinha eu tinha eu tinha muito muita terra eu tinha muita riqueza eu tinha muita coisa em vida materialmente mas eu contemplava aquelas famílias aquelas aquelas mulheres aqueles aqueles os esposos as esposas as crianças e eram famílias muito pobres muito pobres e trabalhavam para mim mas era como se eu tivesse tudo eu não tivesse nada porque era um homem sozinho era um fazendeiro sozinho e ele aí ele disse assim sim e eles que não tinham nada tinham tudo porque devia as crianças brincando devia as famílias se confraternizando em espaços de relação em festividades que ele não nos permitia se relacionar Então descobrir-se nesse lugar de perceber que o efêmero né muitas vezes eh eh é o que é o que se transforma aquilo que a gente alimenta que a gente acredita que é o mais importante eh a gente pode faz essa descoberta já agora do que que é o tesouro verdadeiro da Alma né para que a gente possa ser mais feliz mais lúcido e descobrir o amor né como essa substância né que nos aquece nos une nos fortalece e nos faz ser mais felizes né Uhum é é interessante né está eh indo pro nosso final do do encontro né interessante que a a Joana faz uma sít maravilhosa no final desse item né que a gente pode comentar que ela coloca a segurança psicológica do indivíduo centraliza-se no autoconhecimento na autoidentificação no Auto amor e no ser então eu acho que é tudo isso que que estão trazendo esse exemplo aí do Thiago que é muito sensível né Eh que ele foi se dando conta né Eh da importância desse desse caminho relacional né que começa pelo autoconhecimento por essa autoidentificação né Enquanto essa dimensão amorosa e e naturalmente tão
Eh que ele foi se dando conta né Eh da importância desse desse caminho relacional né que começa pelo autoconhecimento por essa autoidentificação né Enquanto essa dimensão amorosa e e naturalmente tão integradora do outro na nossa vida eh e que que sustenta também no aut humor e consequentemente no desvelar do nosso ser né porque de uma certa forma Se Deus é amor e nós somos filhos de Deus a A nossa condição essencial é enquanto ser ser um ser de amor né nessa natureza amorosa e e a gente descobre isso a gente descobre Deus também em nossa vida mas tudo isso de uma certa maneira tá muito integrado né e a j Então fecha né esse esse momento com com essa frase alguém quer comentar essa frase ou trazer mais alguma coisa pra gente poder ir fechando o nosso estudo de hoje ah eu acho que a gente assim quando tu fez o questionamento antes né como é difícil esse caminho né Eu acho que passa por uma decisão mesmo nossa né de de aceitar que a gente eh eh é amado sim apesar de tudo de todo de tudo que a gente apronta e faz né tem um Deus amoroso que nos ama e confia em nós e acredita em nós né e e pensando num aspecto prático assim como às vezes é difícil vencer realmente todas essas identificações como é importante essas essas essa busca de conexão com esse aspecto transpessoal da nossa existência né a gente que tá numa casa Espírita sabe como é importante a oração a meditação às receber um passe né conversar com os amigos então a gente não tá sozinho nesse projeto né e acho que isso é importante isso também nos dá um senso de Irmandade assim e como a gente se sente bem quando a gente pode ajudar o outro né que a Joana fala ali isso traz paz para nós né então a gente assumir esse lugar a gente fala tanto em Fraternidade e né à vees a gente não olha a pessoa que tá do nosso lado ali né a gente vai cumpre a nossa tarefa e nem presta atenção é insensível às vezes até a dor do outro né que esse olhar mais cuidadoso assim com nós com o outro né começando já hoje né Sempre é hora de
i né a gente vai cumpre a nossa tarefa e nem presta atenção é insensível às vezes até a dor do outro né que esse olhar mais cuidadoso assim com nós com o outro né começando já hoje né Sempre é hora de começar só compartilhar uma coisa para para quem for nos ouvir eh não se não se perceber cobrado em relação a esse lugar porque amar é um aprendizado então a gente só só descobre a nossa capacidade de amar quando a gente toma consciência de como que esse amor se exercita no mundo né conosco também mas com o mundo então ah eu vou para o trabalho social e não consigo me sentir conectado com essas pessoas mas me permito estar lá para aprender alguma coisa então o despertamento da capacidade de amar ela envolve necessariamente o nosso engajamento não com o mundo porque o outro ele vai ser de aluma forma um espelho do que eu tolero do que eu não tolero do que eu aceito do que eu não aceito do que eu sou capaz de amar do que ainda não sou capaz de amar então Eh é um longo aprendizado e assim como os apóstolos tinham diferentes personalidades sensibilidades a gente tem que pensar também que como eles nós somos diversos mas é como a gente cooperando nessa multiplicidade tendo um ideal que é esse ideal de construir uma capacidade de amar mais profunda mais verdadeira mais intensa é aprendendo uns com os outros não há um outro caminho né então é isso muito bom isso né tanto é que ela fala né do narcisismo e uma das Quest do narcisismo geralmente né do ponto de vista psicológico é insegurança né então se a gente realmente eh se abre pro outro né e e sem essa insegurança que faz a tá apegado a Altera a gente vai se surpreender aqui aquilo que parece difícil e mesmo incômodo se torna uma descoberta impressionante das possibilidades que carregamos dentro de nós então fica esse convite aí né que que a bentura nos nos faz né de ir ao encontro desse despertado ser e no próximo encontro a gente continua no capítulo 10 né para trabalhar a conquista de si mesmo é o último item do capítulo um grande abra abo a todos Até
faz né de ir ao encontro desse despertado ser e no próximo encontro a gente continua no capítulo 10 né para trabalhar a conquista de si mesmo é o último item do capítulo um grande abra abo a todos Até a próxima obrigado Tiago marl e fique com Deus
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