T7:E30 • Autodescobrimento • Triunfo sobre o ego (parte 1)
No episódio 30 da sétima temporada da série "Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis", Gelson Roberto, Marluce Renz e Tiago Rizzotto iniciam a análise do último capítulo da obra "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", de Joanna de Ângelis. Intitulado "Triunfo sobre o ego", o penúltimo episódio explora o item "Infância psicológica", discutindo como certos comportamentos imaturos e padrões emocionais limitantes podem persistir na vida adulta. Os estudiosos abordam o caminho para superar esses traços infantis do ego, promovendo uma jornada de amadurecimento e fortalecimento do eu verdadeiro rumo à realização espiritual. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #ego #infânciapsicológica #comportamentoimaturo #padrõesemocionais
meus amigos aqui estamos reunidos por mais um encontro da série psicológica De Angeles chegando ao último capítulo do estudo do nosso livro autodescobrimento uma busca interior né Capítulo 12 tri sobre o ego Então hoje a gente dá início a esse último capítulo trabalhando o a infância psicológica então conosco hoje o Tiago e a Marluce para podermos dar continuidade ao nosso estudo Esse estudo que fala de um tema tão importante e que de uma certa maneira desrespeito a todos nós de uma certa forma né porque todos nós carregamos dentro de nós em maior ou menor grau uma criança né interna e essa criança interna tem essa sua ferida né Essa ferida que nos acompanha e que permanece muitas vezes durante toda a nossa Encarnação presente determinando reações comportamento e estados emocionais que acabam eh trazendo à tona eh conflitos mal resolvido né porque justamente ela começa a trazer a nossa benfeitora essa esse compasso né entre o desenvolvimento intelectual né e a natureza emocional que as duas coisas não andam juntas né e a gente vê isso né Marlúcio o Thiago parece que caiu daqui a pouco deente tá aí de volta né para colaborar conosco mas a gente vê justamente isso né que as conquistas eh intelectuais nem sempre né Eh acompanham as condições emocionais das pessoas a pessoas que são muitas inteligente e intelectualmente cheio de recursos mas emocionalmente muito infantis muito empobrecidas ou ou com estados de reações muito desequilibradas né marlu como é que tu vê isso que a benfeitora tá colocando aqui eu achei sensacional assim ela terminar o livro autodescobrimento né Falando desse trio unfo que a gente tem que ter né quer dizer a gente tem que vai ter que superar alguma coisa e ela começa trazendo o a primeira questão essa infância né g e eu acho que que tu tá colocando eh é é bem perceptível mesmo na nossa própria vida né Quantas vezes a gente tem uma capacidade de lidar bem às vezes com questões no trabalho né Eh vai lá resolve problemas mas às vezes em casa com alguém mais próximo a gente tem
na nossa própria vida né Quantas vezes a gente tem uma capacidade de lidar bem às vezes com questões no trabalho né Eh vai lá resolve problemas mas às vezes em casa com alguém mais próximo a gente tem uma dificuldade imensa de lidar D com algum conflito ali e eu acho essa ideia que ela começa trazendo na primeira fase aqui na primeira frase que Tu fizeste menção né de que esse desenvolvimento intelectual é diferente da natureza emocional eu acho que ela nos dá mais ou menos essa eh como um mapa de como a gente é né então a gente tende a pensar que a gente é um bloco único assim né E como a gente vai se desenvolvendo biologicamente então a gente olha uma pessoa lá de 30 40 50 60 e acha que a maturidade emocional dela equivale a biológica né e aqui ela já começa a dizer olha não é bem assim né tanto que ela vai dizer que esse amadurecimento psicológico é muito mais complexo ela fala ali né e exige da gente uma atividade e contínua moral e cuidadosa realização pessoal então eu acho que aqui ela já nos dá um um alerta assim ó aspectos em nós que a gente vai ter que olhar e que vai vai dizer respeito a à nossa história evolutiva né tu falaste das feridas e eu me lembrei do James hollis que é um analista jiano que ele diz assim olha todo mundo tem feridas né ele diz O problema não é a gente ter as feridas ele faz uma brincadeira com que o Jung falava né O problema é as feridas nos terem né dizia que o problema er nos complexos nos terem né então ah eu penso que essa questão da infância psicológica vai passar pra gente entender que feridas são essas de onde é que elas estão vindo e como é que a gente pode a Joana propõe aqui começar a tratar elas né Uhum é o que a Joana vai vai chamar depois de subp personalidades né marlu porque essa é uma visão que ela já tá construindo do sistema psíquico né então a gente tem a totalidade que é o self é o espírito né E e esse self ele ele é composto de vários Eos né de várias instâncias psicológicas que refletem a nossa natureza então é como um sistema né um
ão a gente tem a totalidade que é o self é o espírito né E e esse self ele ele é composto de vários Eos né de várias instâncias psicológicas que refletem a nossa natureza então é como um sistema né um sistema eh eh com vários outros sistemas menores né que estão esses vários eus da gente então a gente tem um velho uma criança uma mulher um adulto né E então a riqueza de isso né a gente a gente se depara a todo momento com surpresas e condições que revela uma faceta da nossa natureza que a gente ou desconhece ou estranha que que que que aparece dentro de nós um serzinho da gente que tem medo um serzinho que é ingu um serzinho que é de uma certa maneira temer os o ou envergonhado então Eh no campo eh psicológico né E ela vai falar que que esses vários fatores né que vão eh se dando eh na na dinâmica emocional né A partir também da cultura da dos espaços eh que a gente vai construindo do campo formador que é a família né vai né reforçando e criando esses núcleos psíquicos né esses essas partes internas né que ficam lá vivas e que não foram transformadas né marcas né imagens condições eh eh ou seja eus né vários eus que participam da nossa vida e que são estimulados e que acabam de uma certa maneira se apresentando refletindo essa eh dimensão ainda do do passado da infância psicológica que tá viva dentro de nós é interessante amigos que a construção de um pensamento em torno da desse estado particular desse momento particular da condição humana que é a infância nós sabemos que é algo recente do ponto de vista de compreensão né dessa singularidade dessa dessa etapa eu tava lendo um livro do jorges burdan que ele é um ele é um palestino e ele conta uma história muito interessante que fala um pouco sobre isso que é a chamada não sei se vocês conhecem A Cruzada dos meninos na época das Cruzadas ali em 1212 eh decidiu-se que centenas e centenas e centenas de crianças e adolescentes marcharam para Palestina como forma de est construindo essa ideia de uma cruzada que pudesse né
oca das Cruzadas ali em 1212 eh decidiu-se que centenas e centenas e centenas de crianças e adolescentes marcharam para Palestina como forma de est construindo essa ideia de uma cruzada que pudesse né politicamente a recomposição né da ideia da cristandade na região a questão que o destino dessas crianças adolescentes nós sabíamos Qual foi milhares e morreram pelos caminhos e a gente consegue entender que a ideia da infância como um um um locos subjetivo muito particular e sensível é uma construção muito recente e isso Apesar E apesar disso nós ainda eh compreendemos a própria a própria o próprio texto da mentora quando ela destaca a infância ainda a criança e a infância não recebem ainda os cuidados que deveriam no campo dos direitos se recuperarmos por exemplo o que os espíritos falam a época do Livro dos Espíritos eles dizem é um momento muito especial é um momento muito sensível que o espírito Passa ao reencarnar e que pais e mães e podemos atualizar para os cuidadores T graves responsabilidades naquilo que tá sendo inscrito subjetivamente a partir da experiência afetiva e relacional então ela ela tá chamando atenção para para algo que é muito sensível paraa nossa história se nós olharmos para cada um de nós a nossa história nós vamos recuperar elementos registros experienciais dessa etapa tão especial e particular e que muitas vezes ela tá entrevada com Sofrimentos com ausências com despedidas com momentos em que a alma infantil ela ainda não consegue compreender e ela estabelece conflitos estabelece traumas então que momento especial mais sensível do desenvolvimento psicológico da estruturação do eu né a cada Encarnação nesse sentido ela vai trazer um conjunto de elementos e que preciso ser cuidados né Eu acho uma coisa importante aí que tô trazendo né que é o desafio nós como espíritas de como juntar essa questão da criança ferida maltratada né e e e presente da na vida da gente como algo que não foi eh bem acolhido e e e que reflete esse desamor ou castração ou
o nós como espíritas de como juntar essa questão da criança ferida maltratada né e e e presente da na vida da gente como algo que não foi eh bem acolhido e e e que reflete esse desamor ou castração ou abandono entre outras experiências emocionais negativas e a realidade do espírito né com as suas encarnações todas ao longo dessa trajetória espiritual né porque o que a gente pode tem que entender quando está falando dessa dimensão da infância não construída de maneira favorável é que todos nós como espírito vamos ter uma reação e essa reação demonstra os recursos e a natureza que habitam dentro de mim então eu tenho a minha meu Manancial né de de elementos que eu conquistei e dos conflitos e coisas que eu ainda tô lá eh me exercitando e são desafiadoras para mim que que acontece esse universo todos eles se apresentam na infância justamente como a possibilidade de encontrar no campo educativo e amoroso da família um lugar favorável de agregar coisas novas para se transformar então quando eu não encontro isso na minha família esse apoio esse suporte essa referência amorosa positiva o que acontece esse potencial ou esse conflito a ser trabalhado não encontrou lugar e acolhida E aí ele se torna eh revestido dessas representações infantis aonde as minhas reações de natureza ainda mal trabalhadas vão então eh de uma certa forma se expressar nesse Campo IMP potencial que faltou o Amparo e o apoio e se Manteve então preso nesses núcleos infantis da minha vida né então é como se ficou uma parte minha que poderia ter sido trabalhada poderia ter sido acolhida Mas além de não ter sido pode ser reforçada ainda pela falta de apoio eh estruturador da família né então eh a Eu acho essa criança que habita em mim igura ou ferida né que a Joana fala que permanece no subconsciente do adulto né é esse Eco de um pedido do espírito que não foi ouvido né E que permanece então eu preso naquela minha dor do passado revestido dessa dessa emocional analidade infantil e tá me tocando o que vocês estão falando porque eu fico
o espírito que não foi ouvido né E que permanece então eu preso naquela minha dor do passado revestido dessa dessa emocional analidade infantil e tá me tocando o que vocês estão falando porque eu fico pensando que os nossos pais também nossos avós todos também TM feridas né então a gente fala desse processo evolutivo na realidade são pessoas feridas cuidando de outros feridos né e a gente tendo que junto e tratando essas feridas então Eh e nisso a psicologia ela eu acho que ela é muito importante porque ela nos ajuda a entender um pouco essa dinâmica não pra gente ficar justificando as coisas mas pra gente entender esses mecanismos e poder achar recursos porque se a gente não pode voltar paraa nossa infância e refazer a nossa infância essa criança que tá ferida dentro de nós essa a gente pode cuidar essa a gente pode acolher né E quando é que essa criança se manifesta aí eu acho aqui esse texto da Joana primoroso né porque ela vai dizer né que essa criança eh que que que que que não foi amada que não sabe como reagir né ela quer como ela diz às vezes ela quer ela ela ela tem medo mas o que ela exterioriza é agressividade né ela quer carinho mas o que que ela faz ela foge e se isola ela precisa de apoio né mas e ela fica ali sem saber como pedir isso né então quando ela diz assim que toda vez que a gente enfrenta esses desafios e a gente não sabe o que fazer com os desafios ou a gente foge ou a gente reage de uma forma violenta aí essa criança tá aparecendo e é aí que a gente pode trabalhar ela né então Eh eu fiquei pensando em todas essas feridas que todos os nossos ancestrais carregam também e mais quando a gente vai se relacionar com o outro eu também tô me relacionando com alguém que tem uma ferida também então isso torna as nossas relações extremamente complexas e por isso que eu acho importantíssimo a gente poder reconhecer quando essa criança ela tá aparece e a gente poder Como diz a Joana aqui com muito amor começar a lidar com ela e começar a passar ali né
por isso que eu acho importantíssimo a gente poder reconhecer quando essa criança ela tá aparece e a gente poder Como diz a Joana aqui com muito amor começar a lidar com ela e começar a passar ali né um Mercurio Zinho fazer um curativo até que aquilo vá cicatrizando né e e possa seguir adiante é interessante que eh a proposta Espírita Ela traz um Ela traz um componente muito importante que é a perspectiva trans existencial de como que as almas se conectam em famílias né naturalmente que nem todos reunidos em um seio familiar em uma existência são componentes todos de um mesmo passado né aglutinados mas há estudos né na na na na na no campo familiar de como que ceras condições psicológicas no campo dos atos das atitudes eas características vão se perpetuando pelas gerações e é necessário que haja uma ruptura nesse processo para que muitas vezes dores e processos que se dão de gerações e gerações sejam interditados interrompidos compreendidos para que isso para se construir um caminho novo e isso é muito interessante no campo das violências por exemplo né como um dado momento a uma ruptura de uma cadeia de essos e que se começa um caminho novo uma reabilitação e a Joana traz isso no texto que é um caminho de um reencontro necessário consigo mesmo para que essas cadeias ou processos psíquicos né de uma dimensão mais inconsciente coletivo familiar possa Tom uma compreensão e possa encontrar uma saída para certos processos o que me chama atenção é que quando ela começa o ter ela diz assim que aquisição intelectiva culturalmente ela é mais rápida mais fácil e amar de alguma forma é aprendizagem então se eu se por exemplo eu não fui no meu desenvolvimento relacional com meus familiares eram relações relações mais frias eu não era tocado a experiência efetiva do toque físico é um elemento estruturante paraa compreensão das minhas das minhas emoções e como modulável tempo vai me revindicar o quê eh um lugar em que Eu Preciso olhar para isso Então educar-se nesse Campo envolve
m elemento estruturante paraa compreensão das minhas das minhas emoções e como modulável tempo vai me revindicar o quê eh um lugar em que Eu Preciso olhar para isso Então educar-se nesse Campo envolve um lastro que por excelência ele é relacional né seja o toque seja um beijo seja um afago seja um elogio seja um um lugar de de de segurança em que eu exprimo que eu estou sentido e me ajudo a compreender o que é isso então de alguma forma a ideia de uma sociedade ou a ações mais emocionais envolve um grau de maturidade que nós ainda não temos né talvez Eh estamos chegando agora em gerações em que por exemplo não sei se vocês sabem disso né Possivelmente vocês sabem né mas que práticas pedagógicas ou métodos pedagógicos que agregam valor à experiência emocional nas escolas já trazem uma compreensão nova do que é a constituição mais integral do ser mas aqui sem dúvida ela escrevendo esse texto tá se referindo a essa historicidade comum em que essa experiência ainda ela um tanto quanto contida pouco amadurecida pouco desenvolvida então nós somos adultos e adultos adultos e adultas né e de alguma forma estamos repetindo ainda formas em que nós estamos ainda aprendendo a compreender estamos aprendendo a compreender o que que é essa interioridade das emoções e sentimentos e que nos tomam né Tu disse muito bem né querida e temor que aparece com uma agressividade que é uma reação autoproteção a a a a proposta pedagógica da da benfeitora ela é muito clara se você se vê nesse lugar tu tem meios de se reencontrar tu tem meios de você ser capaz de amar-se e é preciso encontrar esse lugar né na forma como você cuida de si próprio como a gente como a gente cuida de nós mesmos né é Um Desafio né amigos mas estamos tocando numa área sensível mas fundamental paraa integralidade do ser né é uma questão importante Nisse tudo que está sendo trazido né é que a questão toda não é que a gente não vai ter na vida eh traumas conflitos desafios situações de dor de medo de desamparo eh mas a gente tem que
ão importante Nisse tudo que está sendo trazido né é que a questão toda não é que a gente não vai ter na vida eh traumas conflitos desafios situações de dor de medo de desamparo eh mas a gente tem que encontrar um lugar de ancorar isso né e o lugar decar isso geralmente é quando di gente pequena a a a família né então se a família não não não dá esse suporte e pelo contrário né Eh nos dá uma experiência de rejeição ou de desmerecimento ou de abandono essas dores e dificuldades não tem como serem eh elaboradas e processadas eu lembro de de duas situações que é interessante trazer aqui de de um eh de uma pessoa que ele tem um um sentimento eh de não ser ouvido quando ele não ouvido ele tem uma vem uma raiva né e ele é hipersensível a barulho ele é hipersensível a barulho os barulhos incomodam e e de uma certa maneira a vida confronta e eh essa pessoa com várias situações de barulho é o vizinho é no trabalho dá sempre situações e e como ele é espírita Ele acha que é um cara né né que ele tem que aprender a ter paciência que ele tem que aprender a ouvir e que é uma lógica né que que é possível né mas de uma certa maneira pode ter um sentido do passado mas a a gente sabe que a lógica da alma é muito mais complexa né e ele refere de uma situação Aonde eles ele tava fora de casa e e tinha um abusador né que tentou a abusar mas mas ele não por uma sorte houve movimentação de pessoas na rua ele conseguiu escapar e ele chega em casa eh muito assustado e relata isso para né o medo dele a situação e a mãe não não enxerga ele ela só pergunta o que que aconteceu mas não dá um abraço não acolhe o medo dele não não né então ele se sente naquele momento completamente não ouvido não acolhido a mãe fica preocupado com o fato e curiosa com a situação e se desliga da situação emocional do enfrentamento e de toda a carga que ele tá trazendo eh naquele momento e aí na medida que a mãe não não sente essa abertura da mãe ele nem vai ao pai ele fica com medo de levar isso pro pai e se fecha
enfrentamento e de toda a carga que ele tá trazendo eh naquele momento e aí na medida que a mãe não não sente essa abertura da mãe ele nem vai ao pai ele fica com medo de levar isso pro pai e se fecha né então ele desenvolve duas coisas né ele ele acaba sendo muito atento ao que o outro quer né parece que ele reconhece a a criança ferida nos outros né E e quer acolher e seja necessidade de ouvir os outros mas ao mesmo tempo continua não se sentindo ouvido e acolhido e que aparece nesse momento ou quando ele precisa e não é ouvido ele sente injustiçado e vem raiva e quando o excesso de barulho né como se fosse uma invasão né ao espaço necessário de acolhimento que ele não teve Então como eh como a j coloca né que que há estímulos né quando esse adulto enfrenta né a situações que que disparam né E esses núcleos emocionais não trabalh né E quando reativa né na memória afetiva né aquela situação que tá viva dentro dentro de si então de uma certa maneira né a gente vê o quanto eh essa ferid infância não tá tanto na situação em si de dor e mas sim na falta de um lugar de acolhimento de suporte e de compreensão né que esse é o elemento principal que acaba ficando esse lugar né de de de de não ter Guarida não ter acolhimento e elaboração para aquela experiência emocional eu acho que tem tudo a ver né com isso que o o thago tava colocando que a gente né porque essa essa mãe né que fica presa no fato Possivelmente também é uma pessoa que tem muita desconexão com o seu campo emocional né então a gente tá lidando com uma questão muito séria que é mesmo né Como que a gente acolhe como é que a gente ouve né Ah isso é um acho que é o grande desafio a gente saber lidar comos sentimentos mas ela eh ela diz uma coisa aqui bem interessante profunda né que esse adulto né então que tem essa dificuldade de saber nomear o que que ele quer né né porque não é que a gente saiba de caso pensado né que eu tô com medo e eu vou ser agressivo isso muitas vezes vem de uma forma inconsciente eu nem sei o que
de de saber nomear o que que ele quer né né porque não é que a gente saiba de caso pensado né que eu tô com medo e eu vou ser agressivo isso muitas vezes vem de uma forma inconsciente eu nem sei o que que tá acontecendo ali comigo né Eu tô com raiva e não sei onde é que tá vindo aquela raiva e um dia a gente conversava né acho que era no outro encontro que às vezes aquela raiva tá escondendo uma profunda tristeza então nós realmente às vezes a gente não sabe o que tá acontecendo dentro de nós e ela diz né que quase sempre esse adulto que não amadureceu psicologicamente ele sente-se deslocado do si profundo né e do meio social onde se encontra né então isso Me tocou muito que é como se a gente não reconhecesse a nossa própria casa como se a gente não morasse na nossa casa né a gente tá longe desse si profundo o que que seria isso né como é que a gente chega nisso então eh eh eu acho que aqui eh ela tá fazendo a gente pensar né primeiro no lugar de de se olhar para nós né e tudo começa por onde é que a gente poderia começar a a olhar para nós a partir das nossas reações emocionais Eu acho que isso é uma questão primordial a gente não pode mais eh eh desmerecer ou não olhar pros nossos sentimentos a gente tende a querer compreender as coisas e racionalizar tudo porque como ela diz no início né a construção intelectual é mais fácil então Ah não eu sou assim porque que eu fui criado assim eu sou assim porque a minha mãe era assim meu pai era assim a gente não aprofunda isso né isso seria uma uma coisa então eu acho que ela dá pra gente chegar nesse Triunfo sobre o ego né E poder amadurecer um pouquinho a gente vai ter que passar por lidar com os nossos sentimentos e isso às vezes não é fácil né mas eu acho que é justamente isso né mar Luce essa desconexão com o self né com o si profundo com a sua essência espiritual e com o meio social é justamente essa experiência de não pertencimento né de não ter um um um uma experiência que eu fui acolhido que eu recebi Amparo que eu fui eh compreendido
ua essência espiritual e com o meio social é justamente essa experiência de não pertencimento né de não ter um um um uma experiência que eu fui acolhido que eu recebi Amparo que eu fui eh compreendido né então fica realmente um um vazio um lápis ali né um um lugar né de uma afetividade que não encontrou lugar e reconhecimento E aí eu acabo realmente eh fixado nessa experiência né de que eh essa parte minha tá solta lá e não tem onde não tem lugar no mundo né e e eu tava aqui pensando enquant vocês falavam que na própria passagem evangélica em que eh Jesus tá né junto com com um um grupo social numeroso E ele fala se alguém vem a mim e não odiar seu pai ou sua mãe Eh e não odeia seu pai e a sua mãe não pode ser meu discípulo que a o evangelho do Espiritismo moral estranha ah na verdade não é o odiar né aquele que ama demais seu pai a sua mãe não pode estar comigo e aqui a gente tem uma ideia de como nós nos desenvolvemos psicologicamente e no estágio evolutivo que nos nos encontramos ainda né o ego muito frágil ainda e se identifica e ama profundamente pai e mãe Nessa estrutura que a gente compreende social e cultural como família e como essa devoção que às vezes envolve dor envolve fidelidade envolve culpa envolve dificuldade de como lidar com essa ambivalência porque esse que me amou também me machucou essa também que eu amo foi que me abandonou E essas ambivalências criam criam situações conflitivas dentro da alma em que nós estamos identificados nesse lugar nesse tipo de amor nesse tipo de relação e a passagem evangélica com em uma leitura psicológica ela nos diz assim que para que a gente possa reencontrar o si mesmo para que a gente possa de fato enaltecer a alma em um projeto mais profundo desenvolvimento nós precisamos lidar com essas imagens nós precisamos lidar com essa nossa história e aqui não é perspectivas de ruptura mas caminhos conciliatórios e Libertadores em relação àquilo que nos machuca ou até que de forma apaixonada nos mantém vinculados como filhos e
essa nossa história e aqui não é perspectivas de ruptura mas caminhos conciliatórios e Libertadores em relação àquilo que nos machuca ou até que de forma apaixonada nos mantém vinculados como filhos e filhas irmãos e irmãs né Então essa desconexão entre o que nós estamos sendo hoje em relação a um ideário do que nós podemos vir a ser e se traduz no que ela diz né homens que permanecem em conflito que passam a partir de então né ela fala que buscam outras representações para tentar emoldurar né uma maneira de estar bem consigo mesmo ou que buscam os prazeres diversos né é interessante que quando nós não amadurecidos emocionalmente de alguma forma as emoções vão se expressar e interessantemente ela traz a dimensão de como por exemplo a Sexualidade é experienciada na condição humana com uma expressão tanto quanto pouco elaborada das possibilidades que as emoções podem se manifestar quando melhor compreendidas né ou por exemplo né o uso de substâncias psicoativas como formma de lidar com Sofrimentos né Eh caminhos de escape de processos que angusti iam que atormentam mas não são resolutivos eles são como se condições tampão em que nós vamos tentando de forma adaptativa lidar com aquilo que tá dentro de nós que faz parte dessa história comum nossa né E que nós temos que ter coragem para olhar é interessante isso né que realmente né a gente vai buscar esse pai e Sea mãe em algum lugar compensatori né então eh porque está infantilizado é isso que dá exagerar muito eh e botar o pai e a mãe acima né de Deus e de nós mesmo né E quem faz isso é o próprio espírito né que tá frutado daquele corpo infantil claro que a gente que a projeção do céu né da imagem Divina no primiro momento tá na figura de pai e mãe né mas a gente tem que aprender a reconhecer né que eles também né como a falou tem são seres feridos e também tem uma criança dentro dele né só que n muitas vezes a gente não consegue fazer essa elaboração essa consciência e fica né Eh Ou dispara infantilidade num certo momento que vem como raiva inveja
ambém tem uma criança dentro dele né só que n muitas vezes a gente não consegue fazer essa elaboração essa consciência e fica né Eh Ou dispara infantilidade num certo momento que vem como raiva inveja né ou carência né Como diz J AD anja tem várias formas dessa dessa criança aparecer ou ela ela se volta com cont si mesmo rejeitando a si mesmo ou ela culpa o mundo e agride o mundo pel aquilo que ela não não recebeu né das ofensas e agressões que ela recebeu ela cula o mundo e aí agride o mundo então tem vários esquemas né que pode acontecer e tem isso de ficar numa numa regressividade de buscar apelos infantis emocionais né seja no álcool nas drogas no sexo numa vivência muito regressiva da experiência emocional com os elementos da vida né então isso isso é muito como gente vê o quanto a nossa emoção Ainda realmente é pouco elaborada né do ponto de vista emocional e que a gente vive num estado quase permanente de infantilidade muitas vez Isso me lembra um livro do holis chamado projeto Eden que ele diz que nós temos um Anseio de voltar pro pro éem pro paraíso e ele diz que nós que o ser humano ele tem duas fantasias primordiais na opinião dele né uma é a imortalidade ele disse por mais que a gente saiba que vai morrer a gente acha que não que com nós isso não vai acontecer e a outra fantasia é do outro mágico então eu e isso aí que aparece a nossa infância psicológica né eu acabo projetando as minhas necessidades eh emocionais porque eu ainda tô muito imaturo psicológicamente no outro aí eu quero que o outro resolva a minha vida né eu fico projetando daí esperando que o outro dê conta da minha carência do meu sentimento de abandono de todas essas pontas que eu não tenho onde me segurar né que o g estava falando e aí quando eu sou frustrado nisso né Thiago às vezes não tem recurso e acaba buscando daí trocando de relação né não consegue se fixar ali não consegue elaborar aquilo e aí eu vou de alguma maneira sempre fugindo buscando formas de não entrar em contato com aquela dor
e acaba buscando daí trocando de relação né não consegue se fixar ali não consegue elaborar aquilo e aí eu vou de alguma maneira sempre fugindo buscando formas de não entrar em contato com aquela dor com aquele Meu Abandono né e eu vou então Eh tendo eh relações eh superficiais ou eu vou repetindo padrões né que é isso que acontece né a gente acaba essa criança que tá ferida dentro de nós ela vai buscar de alguma maneira ser apaziguada e quando a gente vê a gente tá repetindo um padrão e não se dá conta né então eh uma das questões que eu acho interessante que o rolis diz assim para a gente perceber quando a gente eh tá emocionalmente infantilizado é o que que eu peço que o pro outro fazer o que o que que eu espero que o outro faça para mim que eu deveria fazer né então às vezes eu fico preso em relações né E tu tava falando Tiago eu me lembro de de pessoas que chegam às vezes para terapia né E tem os pais absolutamente idealizados e tu não consegue mexer naquilo né E a pessoa não porque ela até às vezes por um pensamento mágico de que não que eu tem que aceitar tudo que vem dele né e mas não consegue separar e olhar emocionalmente aquilo então permanece numa infância psicológica porque não consegue romper entre aspas né com esse pai e essa mãe com tudo que eles receberam com rigidez e ter a sua própria opinião e e e ir pro mundo né sair desse Paraíso e muitas vezes a gente se relaciona assim inclusive com Deus né de uma forma infantil querendo esse Deus né então se eu fizer tudo certinho né se eu for na missa na casa Espírita risar o terço tomar o pass Fer então nada de ruim vai me acontecer né então a gente essa infância psicológica ela aparece não só nas nossas relações humanas mas inclusive na nossa relação com o Divino né muito bem posto querida né não sei se vocês acreditam já falei sobre esse filme algum momento né nisso aqui de filme Árvore da Vida do Terence M nós temos uma mãe protestante em que ela diz assim noist o filme e eu vou ser fiel a você meu pai até o fim dos tempos Porque
sse filme algum momento né nisso aqui de filme Árvore da Vida do Terence M nós temos uma mãe protestante em que ela diz assim noist o filme e eu vou ser fiel a você meu pai até o fim dos tempos Porque eu sei que você diz que aquele que amar como você pediu jamais sofrerá e em seguida chega uma do exército seu filho morreu na guerra e ela entra num círculo de dificuldade de compreensão entre eh uma Fidelidade que ela ofereceu mas um sofrimento que visita como conciliar esses dois aspectos tu trouxe uma questão que é muito importante sabe querida que eu penso que é a idealização de pai ou mãe ou figuras de cuidado e que muitas vezes é até Tabu as pessoas conseguem nem verbalizar isso mu M À vezes eu acho que o mais complexo nesse processo é que se sustenta e se cristaliza um lugar emocional da forma com você se relaciona com a vida então muitas vezes esses padrões eles podem se multiplicar e se reapresentar sobre novas dinâmicas relacionais e tá a alma presionada ainda a esse lugar numa infantilidade não não ser capaz de se posicionar de aceitar figuras semelhantes de autoridade até mesmo violentas ou um lugar de não cuidado que se repete e ela se vê capturada novamente num jogo afetivo relacional da qual ela não consegue sair e tudo nessa inscrição que a mentora fala muito bem a alma está identificada nessa infância H um h um Locus temporal experiencial que se cristalizou e ela se vê enovelada n esse processo E ela diz tem que buscar um caminho de uma decisão de que você não é mais essa pessoa e encontrar uma forma de enfrentar essa condição do que essa criança interior né E que às vezes de fato tem marcas muito Profundas tem dores muito difíceis mas não podemos perder né amigos o o fio que costura as histórias em uma anterioridade experiencial de de outras vidas que também se entrelaçam em processos mas que por Excelência são processos que a alma tem que encontrar caminhos né de de lidar com isso eh me chama atenção uma uma parte do texto que ela ela em seguida né isso que
entrelaçam em processos mas que por Excelência são processos que a alma tem que encontrar caminhos né de de lidar com isso eh me chama atenção uma uma parte do texto que ela ela em seguida né isso que nós estamos conversando ela fala que Como que essa inquietação desse locos psicológico infantil ela vai se mantendo numa numa experiência de vida e que vai se repetindo em certos atos e a pessoa não consegue sair deste lugar né é um grande desafio né amigos todos nós né sabemos que é um grande desafio é é uma tendência né Tiago de de repetir padrões já conhecidos né até porque o novo acaba às vezes sendo também assustador né porque a gente Às vezes a gente acaba não dando chance pra gente em nome né do desconhecido e por a gente não confiar nesse desconhecido e não ter esperança e não confiar na gente e acaba repetindo o que é ruim mas que é mas que é conhecido né mas eu fico pensando que para além dessas eh condições psicológicas e padrões que a gente vai construindo desses núcleos infantis Tem situações que porque esses núcleos infantis muitas vezes criando uma imagem de culpa de incapacidade de de se repetição de de se abandonar né de de de inferioridade né e uma das coisas que pode acontecer é um dano eh terrível na própria imagem egóica na minha identidade egóica a ponto deo lezar né a a a minha imagem que uma coisa é é é a culpa por exemplo outra coisa é vergonha né porque na vergonha porque na culpa eu fiz alguma coisa errada né Eu eu tenho culpa porque há um gesto uma atitude minha que foi inadequada eu me perdi né então a culpa tá ligado a uma ação Mas a vergonha tá ligado a a uma realidade onde eu me vejo como sendo a própria imagem da pessoa não merecedora tudo em mim é ruim não tenho vergonha né não é um ato só é eu que não tenho valor né então e esses processos mais eh cristalizados que acabam lesando a minha imagem isso s mais difícil né porque de uma certa maneira essa criança interior ferida acaba tomando um lugar na minha vida aonde eu me eu tô invalidado eu tô interditado
os que acabam lesando a minha imagem isso s mais difícil né porque de uma certa maneira essa criança interior ferida acaba tomando um lugar na minha vida aonde eu me eu tô invalidado eu tô interditado E aí realmente é muito mais difícil de eu superar e de ser pai e e mãe de mim mesmo porque essa é a proposta da bitura Vamos ser pai e mãe de si mesmo acreditar que a gente pode construir um campo de ternura de de entendimento de acolhimento nesse reencontro com a nossa alma nesse propósito de se amar mas tem pessoas que estão tão lesadas que não consegue eh fazer esse passo sem alguém que possa refletir isso para eles né de uma certa maneira tomar para si esse lugar né de de de ajudar essas pessoas a se reconhecerem a resgatarem autoestima a poderem ter espaço para poder ser aceitas e acolhidas E aí o quanto as relações humanas eh são formas também de gente se curar né não só desse trabalho conosco mesmo mas da gente poder achar reconhecer a gente precisa do outro né e e saber pedir essa ajuda e poder buscar figuras que a gente possa depositar essa confiança né para que na nossa regressividade nos nossos medos no nosso lugar de de impedimento alguém diz não tu pode tu tu tem valor am tu é realmente algo importante nessa vida que merece meu carinho minha atenção meu reconhecimento né então isso tudo é importante porque essa eu acho que é a grande diferença do texto que a tá colocando o a a questão eh de não deixar a a que a criança né assuma o comando né isso que o já tá falando a gente tá identificado com a criança ferida isso é uma coisa né mas a gente tem que reconhecer que há uma necessidade legítima a por trás dessa dessa criança ferida Então são são coisas diferentes né gente uma coisa é tu eh não se identificar com a criança ferida outra coisa é tu não negar a necessidade que tá então tu acolher a necessidade sem se identificar com a criança Então esse é parece o grande exercício e que muitas vezes é difícil de gente poder trabalhar nesse Campo dessa emocionalidade mais regressiva e
u acolher a necessidade sem se identificar com a criança Então esse é parece o grande exercício e que muitas vezes é difícil de gente poder trabalhar nesse Campo dessa emocionalidade mais regressiva e mais infantil né nossa é que pra gente não se identificar né Gelson a gente tem que saber que ela tá ali né a gente tem que conseguir tudo bem quem é quem é que tá sentindo que não é capaz que não tem valor tá então tem uma criança aí que se sente mas tem uma outra que pode dizer para ela olha só não mas vamos lá e eu até tá me emocionando aqui quando tu tá falando do valor das relações né quantas vezes né gente um olhar uma palavra de incentivo o quanto a nossa palavra Às vezes tem valor né às vezes alguém a nossa escuta atenta né da gente poder acolher ali aquilo às vezes é transformador a gente vê isso assim no processo terapêutico Mas isso acontece também nas amizades nos lugares que a gente tá né E aqui pensando nessa pedagogia amorosa de Jesus né porque eh fiquei pensando em todas essas pessoas assim que eram totalmente desqualificadas pela sociedade né da época dele da nossa e ele acolhia todo mundo né para ele não tinha então pensando simbolicamente o quanto a gente também né só que Claro é um processo eh árduo E ela diz aqui né eu vou ler um pedacinho que eu acho que é legal da gente trabalhar isso né é indispensável que se faça uma revisão desses conteúdos psicológicos enfrentando com amor a própria infância não superada a fim de diluir as fixações esses caminhos aí que são os conhecidos né que o g estava falando mediante afirmações novas e visualizações afáveis amorosas que se sobreponham às de natureza perturbadora crescendo a pouco a pouco e pouco na emoção até atingir o amadurecimento que l que lhe corresponda à idade real n então é um processo assim lento né de eh fiquei pensando quando a gente incentiva uma criança né que tem dificuldade na escola não vai lá tu vai conseguir de novo né aquilo tem que ter muita paciência né então mas realmente eu acho que a gente jamais deve
o quando a gente incentiva uma criança né que tem dificuldade na escola não vai lá tu vai conseguir de novo né aquilo tem que ter muita paciência né então mas realmente eu acho que a gente jamais deve desmerecer o valor das relações humanas para curar as nossas feridas né e interessante né Essa perspectiva Porque mesmo na histórias muito doloridas né algum tempo tive um contato com uma pessoa ela me disse eu fui filha única e eu não fui amada eu era explorada pela minha mãe depois descobri que ela tinha um quadro grave psiquiátrico não cuidado e eu sofri muito na mão dela em todos os sentidos e quando eu me casei Eu não acreditava que o amor que o meu esposo dizia devotar a mim era verdadeiro porque eu não me via merecedora disso como que alguém pode gostar de mim como é que alguém pode amar uma mulher como eu ela tava identificada com essa menina que ela dizia a imagem que eu tenho eu sozinha sozinha em casa largada no meu quarto chorando abraçada numa boneca e eu não mereço amor eu não mereço amor eu não tenho amor e veja como a vida traz perspectivas no caso um relacionamento que foi resgatando a alma dela um lugar de dignidade e de alto valor de Alto amor a partir da experiência do amor do outro então o amor que antes era estranhar não isso é estranho para mim o que que é isso um elogio Como assim um elogio não isso não faz sentido é uma reconstrução de uma autoimagem né de um lugar de valor né um um lugar de dignificação de si próprio né e é uma História bonita doída mas Uma História bonita de como o amor ele é capaz nas relações cada um a seu tempo de reconstruindo costurando costurando ferida cicatrizando e encontrando um sentido novo no seu lugar como alma né É É interessante que justamente ela vai dizer isso aqui no final né do do desse subitem né ela fala tem que eh eh concomitantemente admirável compreensão das limitações e fraquezas PP que a gente no outro en fala da humildade de aceitar né Eh consigo mesmo como das demais pessoas que seam dignas de estesia e
h eh concomitantemente admirável compreensão das limitações e fraquezas PP que a gente no outro en fala da humildade de aceitar né Eh consigo mesmo como das demais pessoas que seam dignas de estesia e solidariedade em do desenvolvimento da consciência e nível superior repartindo o sentimento latente de amor o adulto psicológico recebe amor e a criança íntima acalmada at de lugar a ao ser desenvolvido equilibrado portanto saudável então justamente né quer dizer esse adulto tá lá né E quando ele recebe amor isso tem ressonância na nossa criança né que acaba encontrando força segurança eh apoio confiança e assim por diante o problema né gente é quando a criança ferida de um ativa a criança ferida do outro e fica os dois né nessa exigência infantil exigindo atenção e e e se debatendo num jogo de cobrança e E aí realmente essas crianças não se convertam né porque isso tudo que tá falando né thgo exige que a gente tenha realmente essa capacidade de suportar o outro de ter tolerância de ter paciência e isso muitas vezes a gente não vê hoje em dia né porque tem casos né que que a criança ferida vai por fogar o outro tu recebe amor mas se eu sou ferido né eu não como não qu Ser Amor eu vou testar aquela outra pessoa eu vou dar o pior de mim será que ele não vai me abandonar que nem eu fui abandonado Então em vez de eu responder por gratidão no pelo momento eu vou testar a pessoa porque eh Em algum momento vai acontecer aquilo que aconteceu né então de uma certa maneira veio o pior de mim porque veio justamente essa criança que repete né esse jogo né de abandono ou não se permite esse amor e E cria situações de rejeição ou ou desconfiada se recolhe né ou ataca o outro para para poder testar então tem vários esquemas eh eh comportamentais reações a partir desse Campo do susto né que ela tá ali ou da da da dessa dimensão de um lugar que é muito impreciso ainda muito seguro ainda né e e isso que é difícil compreender porque puxa eu dei atenção e ela vi de de me agradecer ainda né reage
tá ali ou da da da dessa dimensão de um lugar que é muito impreciso ainda muito seguro ainda né e e isso que é difícil compreender porque puxa eu dei atenção e ela vi de de me agradecer ainda né reage assim ou desaparece e não diz nem muito obrigado né e a gente fica esperando né Eh do outro o reconhecimento aí a nossa quea ferida que tá lá também vem para fora e fica uma grande confusão Então eu acho que que que que é um trabalho dentro e fora sempre né em relação ao outro que que me espelha e me me me ajuda a reconhecer o meu potencial e da minha criança que também tá em jogo que precisa ser separada da situação e trabalhada para que ela não me invada como a juna colocou né e possa perder essa oportunidade né de encontro profundo que ajuda a curar nossas feridas e superar as dores que a gente traz da gente né porque as pessoas estão tão sem sem paciência né são tão movida né por e por e tudo é é eh relo tóxico porque a pessoa que a pessoa tóxica e as pessoas julgam muito facilmente daí tudo vira toxicidade né né e as pessoas a gente não consegue discriminar o que que é realmente oente tóxico de uma pessoa que realmente tá ferida tá tá tá desencontrada tá desorientada Daí a gente fica nesse ess excesso de autoafirmação do Ego né ah a pessoa não me dá o que eu quero eu tenho dignidade eu voume embora e E aí o trabalho de educação do sentimento não acontece porque a gente não vai encontrar ninguém então a gente vai ficar sozinho em nome dessa dignidade né que a gente quer que alguém que nos aceite que nos respeite que nos compreenda a gente vai ficar sozin porque né Eh ninguém consegue T essa maturidade se a gente não tiver essa capacidade né de poder eh reconhecer que existe limitações em mim e no outro né Como diz a Joana né repartir o sentimento latente de amor ou seja aquilo que ainda não tá trabalhado que ainda tá em processo de amadurecimento e de construção né então não dá para esperar uma raz validade uma adequação uma coisa idealizada das relações humanas né que é é uma das
da não tá trabalhado que ainda tá em processo de amadurecimento e de construção né então não dá para esperar uma raz validade uma adequação uma coisa idealizada das relações humanas né que é é uma das coisas mais difíceis que se tem é relacionamento né gente isso me lembra uma música que eu não não me lembro quem se é o casusa quem é talvez o Thiago saiba que ele diz assim ó eu eu procuro um amor que eu nunca encontrei diferente de todos que eu amei eu vou tratar ela bem para que ela não tenha medo Quando ela começar a descobrir os meus segredos né Eu acho genial essa música porque é isso grande questão jáa aqui hoje ninguém dá tempo de nada né a gente não e aí é que tá a gente por a nossa infância psicológica a gente não suporta frustração nenhuma vai aquela idealização total e tem outra coisa que eu tenho notado é isso que com o Google as pessoas já chegam classificando outro Ah não aquele lá é um narcisista Não aquele lá é não sei o quê e tá mas quando tu pergunta mas o que queer dizer isso mesmo não sabe muito bem mas tá escrito lá né então fica tudo muito num nível superficial e na realidade pra gente ter relações eh eh significativas a gente precisa de tempo de profundidade de envolvimento né e não ter medo né não ter medo de descobrir os segredos e mostrar os nossos Segredos também mas intimidade demanda tempo essa é a grande questão só que a gente não tem intimidade com nós mesmos né com a nosso mundo emocional porque a gente nem presta atenção no que a gente tá sentindo e então a gente quer passar rapidinho pelas coisas né E aí acaba tendo relações assim muito superficiais talvez a descoberta de nós mesmos é a partir da descoberta das relações né não é tanto descobrir o outro né descobrir a gente eu lembrei aqui amigos né Eh existe uma pessoa importante na história brasileira no campo da sócio educação que é o Roberto Carlos Ramos Vocês se conhecem ele e ele foi um menino muito muito pobre em Belo Horizonte e foi que passou pelas instituições da feben a época né quando
ira no campo da sócio educação que é o Roberto Carlos Ramos Vocês se conhecem ele e ele foi um menino muito muito pobre em Belo Horizonte e foi que passou pelas instituições da feben a época né quando era feben e a vida dele muda quando ele conhece uma pedagoga Francesa e o filme é muito interessante Tu lembra tem uma aí o que acontece é que esse lugar da privação da do da da do do apego não desenvolvido do medo da da da Revolta tudo aquilo que habita uma uma homem infantil ainda né e ela começa a testar a relação com ela ela adota ele né então ele vai mexendo as coisas em casa e chega um dia em que ele abre todas as torneiras da casa inunda do apartamento e um dado momento ela pega ele fala assim não importa o que você faça eu não vou te abandonar e aquilo Parece que foi uma coisa potente no sentido de uma mensagem em relação a uma alma Possivelmente Talhada pelo trauma do abandono né e a história mostra ele depois se desenvolvendo Mas é isso né houve uma escora houve um um lugar relacional um momento em que algo se estabelece simbolicamente né e a alma passou a Florescer por outros caminhos né Muito bonita a história dele do Roberto Carlos mas é o olhar né thago porque tem uma que diz para ela ali não quando quando encontra ele ele tinha 13 anos ela dizer Esse é irrecuperável e a pedagoga francesa diz ninguém deveria ser considerado irrecuperável e ela olha diferente para ele então é isso que a gente tava falando antes é o olhar né uma diz que não tinha recuperação ela olhou ninguém deveria se considerar e recuperar essa cena me gravou muito né o contador de histórias contador de histórias isso mesmo muito bonito realmente é E aí realmente te vê né certa almas que já traz essa grandiosidade né mesmo eh mesmo sendo crianças que foram feridas e abandonadas meso de uma criança que tinha uma resiliência muito grande né e conseguia ser feliz mesmo no num campo eh socioeconômico e num espaço privado de recursos né pobreza violência abandono de pai e mãe e o pesquisador perguntou como é que como é
ência muito grande né e conseguia ser feliz mesmo no num campo eh socioeconômico e num espaço privado de recursos né pobreza violência abandono de pai e mãe e o pesquisador perguntou como é que como é que ela podia ser feliz né E se dar ter uma relação tão positiva com a Vida Diante de uma realidade tão tão ruim né onde ela não tinha mãe não tinha pai mas ela e ela disse assim mas eu tenho pai e o pesquisador não entendeu né disse como assim não a natureza é minha mãe e Deus é meu pai então ol essa capacidade né de poder conhecer forças né E a vida é isso né A vida sempre apresenta essas forças reguladoras que nos oferecem superação cura e nos convoca né nos enseja a a renovação e só que a gente não consegue enxergar isso né então eu acho que tá aí também a nossa capacidade né de poder realmente eh não fica preso nessa dor também né que a gente muita ve Gente cavoca esse lugar e não quer abrir mão também desse lugar que que sustenta um significado a ou autop punitivo ou de busca de atenção pelo lado inferior da nossa personalidade né então muitas vezes não quer abrir mão também dessa criança ferida porque ela provê a gente de um significado e que que nos alimenta em relação a uma essa emocionalidade perturbada né e adoecida mas que a gente ganha atenção por ali né então é um trabalho realmente profundo esse desafiante né gente muito bem então Eh chegamos ao final do nosso tempo né é um assunto que eh né depois a Joana vai trabalhar isso de novo nas feridas e cicatrizes da infância a gente vai poder ter a oportunidade de poder retomar esse assunto Em outro momento qu a gente for trabalhar o amor imbativel amor mas né aqui a gente vai então a partir desse primeiro etapa da do capítulo 12 no próximo encontro trabalhar o item a conquista do si né que é justamente eh esse esforço e a libertação pessoal que advém desse processo todo de crescimento emocional e de maturidade psicológica então te convida a todos a permanecer conosco nesse projeto abençoado que a benfeitora nos proporciona agradecendo a
que advém desse processo todo de crescimento emocional e de maturidade psicológica então te convida a todos a permanecer conosco nesse projeto abençoado que a benfeitora nos proporciona agradecendo a todos e também a Mar o Tiago por estar conosco nesse estudo um grande abraço
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