T9:E2 • Vida: Desafios e Soluções • Vida (parte 02)
Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Dando continuidade ao estudo do capítulo 1 do livro Vida: desafios e soluções, esta edição aborda o item 1.2 – Impedimentos naturais, domésticos, afetivos, sociais, econômicos, do inter-relacionamento pessoal, ampliando a compreensão dos obstáculos que interferem na plena realização do ser. 📘 Obra estudada: Vida: desafios e soluções, de Divaldo Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis 🎙 Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidadas: Adriana Lopes e Tiago Rizzotto #JoannadeAngelis #PsicologiaEspírita #DivaldoFranco #Espiritismo #VidaDesafiosESoluções #Autoconhecimento #TVMansaodoCaminho #EspiritismoPlay *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Alô, amigos. Nossa alegria de estarmos mais uma vez reunidos, dando continuidade ao livro Vida, Desafios e Soluções, eh, o capítulo um, que é do volume oito da série psicológica, nosso estudo então que Joana nos oferece dessa proposta de compreender eh uma psicologia espírita. e conosco hoje, né, Thago e Adriana, para poder compor, né, essa parte aí do capítulo um, que justamente é uma continuação do encontro passado, né, que a gente chegou já entrar no capítulo um, de onde trabalha definição e proposta. E hoje a gente vai dar continuidade ainda mais dois itens, não, mais um item, que é os impedimentos naturais e assim por diante para poder compreender melhor a proposta da benfeitura num assunto que é de suma importância e extremamente complexo. Então, eh, Adriana, Thaago, vocês querem trazer alguma coisa a partir da leitura de vocês? pra gente começar a pensar esse essa parte do capítulo. Bom, eu sei que já foi comentado, né, no primeiro capítulo quando foi falado sobre vida, mas eu acho que antes de entrar no capítulo especificamente, é importante a gentear, relembrar, retomar essa questão de que esse esse livro especificamente ele foi escrito em comemoração aos 140 anos de publicação do livro dos espíritos. E se a gente olhar, né, no livro dos espíritos, ele vai falar praticamente sobre a vida e essa interrelação, né, espírito, matéria, como a vida se dá e e tudo mais. Então, eh eh eh nesse livro ela traz o tema principal, principalmente a partir desse primeiro capítulo. Por isso que é importante a gente fazer essa esse prefácio aí nessa introdução eh desses desafios. existenciais que ela vai trazendo, vai tá trabalhando. E agora nesse capítulo ele ele é longo, né? Ele é denso porque ela vai trazer os maiores desafios que a própria vida enfrenta, né? Então aí o próprio título do capítulo, né? Eh, os impedimentos naturais, domésticos, afetivos, sociais, econômicos e interrelacionamento pessoal. Se a gente olhar, é isso que tá no livro dos espíritos, né? é uma síntese. Então, a Joana é brilhante
os impedimentos naturais, domésticos, afetivos, sociais, econômicos e interrelacionamento pessoal. Se a gente olhar, é isso que tá no livro dos espíritos, né? é uma síntese. Então, a Joana é brilhante quando ela tem essa capacidade de sintetizar e trazer em poucas coisas temas tão profundos e tão grandes, né, que a gente poderia, Kardec escreve um livro maravilhoso e toda uma doutrina para trabalhar estes desafios nessa relação vida, que é essa união do espírito com a matéria. Uhum. Eh, é muito bom táar aqui mais uma vez, né? Estamos nesse novo livro, experiência especial. E eu concordo com você, querida, por várias vezes lendo eu esse esse subitem do capítulo, eu lembrei muito do da parte terceira do livro dos espíritos, das leis morais. E é interessante que quando ela inicia, né, a o capítulo dato da vida, é como se ela tivesse afirmando os impedimentos naturais, os impedimentos domésticos, os impedimentos afetivos, sociais, econômicos e os desafios do interlacionamento pessoal, eles são por excelência a expressão da vida, de como que nós realizamos vida, produzimos vida. Então, quando ela de forma muito poética vai começar a falar sobre isso, né, sobre esses entendimentos, e muitos desses construtos eles trazem uma representação no campo da cultura, ela opta em começar falando sobre a criação da vida no sentido mais profundo e belo, que é a construção dos primórdios, né, seja da vida no nosso planeta, mas seja também eh desse esse grande autor, né, do grande criador que é Deus, do qual toda a vida floresce no universo. E eu acho muito bonito o que ela faz aqui, né, trazendo essas representações imagéticas muito bonito, né, das temperaturas, das convulsões geológicas, os gases, os turbilhões. E ela traz essa ideia, né, da de um psiquismo, né, presente nessa que ela chama imensa geleia, que envolvia o orb começa a nascer vida nesses processos. se vale aqui como uma oferenda os amigos estão nos ouvindo. Se vocês querem ver, amigo, amigos, a representação audiovisual
ama imensa geleia, que envolvia o orb começa a nascer vida nesses processos. se vale aqui como uma oferenda os amigos estão nos ouvindo. Se vocês querem ver, amigo, amigos, a representação audiovisual desde as primeiros eh parágrafos aqui que ela descreve imageticamente, assistam o filme A árvore da vida. Vocês vão perceber que dado momento Deus vai se manifestar por meio dessas imagens da criação, né? Então, eh, ela começa de forma muito poética e muito bonita, né? esse esse subitem. É interessante que quando ela começa a introduzir aqui no segundo item do capítulo, né, quando nesse momento primordial, né, da vida do planeta Terra, né, eh, toda os desafios, né, que de uma certa maneira tão tem jogo. Então, justamente ela fala assim do quanto e esse processo, né, envolveu uma série de de organização, de superação, né? Mas tem uma coisa interessante que que ela coloca aqui que eu queria sublinhar quando ela no terceiro parágrafo, né, do do subitem diz lentamente, porém, o psiquismo existente na imensa geleia que envolvia o órb desceu a intimidade das águas abismais dos oceanos, dando início às primeiras moléculas na razão direta em que amainava o calor comburante. e amortecia os movimentos gigantescos de ô do mar, golpeando as rochas, né? E aí diz ela obedecendo a uma hábil e complexa programação transcendental, ou seja, de forças espirituais que estão organizando, né? Teve início à aglutinação molecular e o háito divino em forma de vida passou a sustentar as organizações iniciais. Eh, por que que eu tô trazendo e e esse elemento aqui do capítulo? Porque eh isso me lembrou a hipótese da Gaia, né, da que foi trazido no 79, né, sugera que a biosfera e os componentes físicos da Terra são intimamente integrados, né, e formam um sistema único, né? Então, se por um lado cada ser humano, né, cada ser vivo, né, além de ser humano, é um sistema próprio autônomo, onde a vida se manifesta, nós formamos, né, todos nós um grande sistema, né, ou seja, a Terra como sistema de organismo vivo,
né, cada ser vivo, né, além de ser humano, é um sistema próprio autônomo, onde a vida se manifesta, nós formamos, né, todos nós um grande sistema, né, ou seja, a Terra como sistema de organismo vivo, da qual a gente depende do sistema, ou seja, a gente não sobrevive viveria fora desse contexto, né? Uma relação cooperativa de interdependência, como se cada um fosse uma célula de uma célula maior, uma organela, né, dentro de uma de uma dimensão maior que é toda a terra, que de uma certa forma para mim é uma imagem muito bonita da mente individual sustentada numa unidade que é Deus, né, também, né? Então, achei interessante essa imagem que Joana nos traz aqui desse processo onde a vida vai se constituindo a partir dessa desse conjunto todo, né, que é essas forças que estão aglutinadas para formar o planeta e gerar de uma certa maneira condições a partir do próprio eh energia do sol também, né? e para que a vida floresça e possa eh se expressar cada vez mais. Quando ela fala aqui, né, dessa programação transcendental, eu me lembrei muito aqui do livro A Caminho da Luz, né, onde eu gostaria de ler um parágrafo só que Emanuel fala e explica. Então, quem, né, gostaria de ler com bastante detalhes como isso se deu, está principalmente no capítulo 1 e dois dessa obra, né, A Caminho da Luz. Então, Emanuel diz assim: "Então, né, que programação transcendental é essa aqui?" Emanuel explica. Ele diz assim, ó: "Jesus reuniu nas alturas os intérpretes divinos de seu pensamento. Olha aí a organização transcendental. Eh, viu-se então descer sobre a Terra, das amplidões dos espaços ilimitados, uma nuvem de forças cósmicas que envolveu um imenso laboratório planetário em repouso. Olha que lindo, né? Da onde veio essa geleia aí? E que geleia essa que ela explica, né? Aí ele continua da eh viu-se aqui eh daí a algum tempo na crosta solidificada do planeta, como no fundo dos oceanos, que ela mesmo diz, né, na na parte abissal dos oceanos, podia-se observar a existência de um elemento viscoso que cobria a terra.
um tempo na crosta solidificada do planeta, como no fundo dos oceanos, que ela mesmo diz, né, na na parte abissal dos oceanos, podia-se observar a existência de um elemento viscoso que cobria a terra. estavam dados os primeiros passos no caminho da vida organizada. Com essa massa gelatinosa que a própria Joana chama de geleia, nascia no orblasma e com ele lançara Jesus à superfície do mundo, o germe sagrado dos primeiros homens. Então, é muito bonita essa eh eh inter, né, tanto da da própria Joana de Kardec, eh e agora ali também Emanuel explicando como que essa semente de vida nasce no planeta e porque esse impedimento natural é um impedimento, mas é graças a esse calor, essas temperaturas elevadas, essas convulsões geológicas. que foi possível o nascimento da vida no planeta com uma programação transcendental. E aí nós vamos ver Jesus como nosso governador planetário, ele que presidiu tudo isso e é ele que fez, né, na junção desses eh Emanuel dá o nome de comunidade dos espíritos puros, né, eh nesse momento da formação, onde esse protoplasma, essa geleia que aqui ela fala que envolve o orb desceu. Então ele não desceu por acaso, foi também fruto dessa intervenção transcendental desses espíritos que trabalharam para que a vida pudesse ter, né, nascimento no planeta. >> Uhum. Eh, só para complementar, antes de tu fazer tua colaboração, Thago, e essa ideia, né, dessa o háito divino, né, eh, tá muito associada à teoria do design inteligente, que é uma teoria que que de uma certa maneira eh preenche, né, os anseios de uma visão criacionista, mas de uma ordem mais científica, né, Porque a gente vai de uma e essa base, né, desse pensamento, eh, revela, né, que acreditar na ideia de que um criador de um criador é um ato racional, né? Então, eh, por tudo isso que a gente tá vendo aqui, que Joan tá trazendo, que os cientistas estão aprofundando na formação do universo, que ele vê que existe realmente um design, né, uma uma organização, né, acreditar quem é o criador, isso já é um ato de fé, né, mas
zendo, que os cientistas estão aprofundando na formação do universo, que ele vê que existe realmente um design, né, uma uma organização, né, acreditar quem é o criador, isso já é um ato de fé, né, mas não importa quem é, né, mas que tem o criador. Então, e esse pilar da teoria do design inteligente, né, que é aceita tanto por cristão como não cristão, justamente traz evidências que que a vida, que o ser humano não foi criado ou feito por acaso, mas justamente a partir de uma dimensão transcendental, como eu coloco aqui, né? Eh, então a gente vê eh que o universo é completo, é complexo, funcional, né? Eh, e e a gente vê uma organização, né, de uma certa maneira, é uma lógica, né, que envolve não só harmonia, mas envolve beleza, envolve realmente uma inteligência, né, por trás disso tudo. Então tudo isso vai vai eh vai mostrando, né, eh que há toda uma organização que vai se dando do simples ao complexo, né, através de uma diversidade básica e de uma capacidade, né, que vai de organização e composição muito rica que fala desse design inteligente. Então, acho bem interessante isso que que a Jana tá trazendo, eh, de uma certa maneira, faz relação com algumas propostas atuais que a ciência eh tá também colocando para nós. A gente não pode deixar de falar, amigos, né? Acredito que vocês conheçam, né? O o grande biólogo chileno Humberto Maturana, né? ele traz uma concepção >> muito importante em relação a essa lógica complexa entrelaçada da maneira como os organismos vivos, inclusive nós humanos, estamos interconectados em um processo de expressão do que a vida no seu sentido ecológico, no seu sentido complexo de existência. E é interessante que esse processo de que como nós interferimos na realidade e que infelizmente nós eh vivemos hoje, e Joan vai trazer daqui a pouquinho isso no texto, né? Vivemos hoje uma dramaticidade do campo ambiental porque nós ainda não nos integramos como parte desse processo ou como parte desse sistema. Então, a ideia de compreendermos a maneira como nós, desde
Vivemos hoje uma dramaticidade do campo ambiental porque nós ainda não nos integramos como parte desse processo ou como parte desse sistema. Então, a ideia de compreendermos a maneira como nós, desde a criação e esse grande sistema vivo, né, e que é gerido, né, pela por Jesus, por Deus no sentido último, né, na expressão da da vida, eh nos reivindica a necessidade de compreendermos como mutualmente estamos interpenetrados na expressão de como nós, humanos interferimos na realidade. É interessante que a dimensão ética e social do pensamento maturana envolve por excelência uma ideia de que nós precisamos pela convivência, pela relação, o que ele chama de, né, seres biológicos, mas que eh se interconectam, se se completam e se entram em contato com fenômeno social, ele fala que sem amor, sem aceitação desse outro junto a nós, Não é possível existir humanidade. E a gente pode expandir que não é possível existir vida em sentido último se nós não compreendemos a profundidade do que é essa integração da qual a gente faz parte. Então, se existe um evangelho da Terra, a gente precisa pensar que essa é a grande religião da vida e que se expressa pelo amor, né? Então, eh, Joana tá de uma forma muito sublime esses componentes, né, essas reflexões para nós. É interessante que a ciência tá chegando cada vez mais perto dessas concepções que Joana e o próprio Doutrina dos Espíritos nos legou a partir de Kardec, né? que tem essa ideia do Maturana, tem essa ideia do design inteligente, tem a ideia do Sec, né, daquele biólogo que fala dos campos morfogenéticos, né, que como se fosse campos invisíveis que têm o papel de organizar, né, influenciar os sistemas vivos, né, e age sobre a matéria impondo padrões, né, como os arquétipos, né? Então, essa ressonância mórfica fala também dessa dimensão transcendente por trás. desse movimento da organização da vida e eu acho tão tem muito material riquíssimo, né, hoje em dia, eh, para poder realmente eh mostrar o quanto eh essa dinâmica da vida tá ligado a uma força primordial,
e movimento da organização da vida e eu acho tão tem muito material riquíssimo, né, hoje em dia, eh, para poder realmente eh mostrar o quanto eh essa dinâmica da vida tá ligado a uma força primordial, um psiquismo divino, né, que sustenta e que da qual nós somos eh convocados. a colaborar com ele, né? >> E aí na sequência do texto é muito bonito que ela fala, né, transcorrido quase 2 bilhões de anos, né, para que o ser humano pudesse ser instalado na Terra e a vida pudesse existir. Eh, e aí ela fala que pelo pensamento ele atinge, né, o as conquistas desse macrocosmos. Mas por outro lado, é isso que o, né, que o Thiago traz, esse homem conquista esse macrocosmo eh pelo direcionamento do seu pensamento, mas, né, como ele ainda não trabalha e não domina esse microcosmo, ele é um próprio impedimento da vida, porque é ele que tá destruindo o ecossistema, né? Então, vejam um paradoxo, né? Porque agora esse todo o trabalho de uma espiritualidade para trazer a possibilidade de vida, mas o próprio ser que não tem ainda um desenvolvimento intelecto moral ainda, eh, e essa noção de conexão, né, que ele em natureza é uma coisa só, que tudo se conecta, que tudo tudo se se dialoga entre si, mas ele próprio é um desafio existencial, um desafio à própria vida, porque ele pode, né, pela sua, né, eh, imprevidência mesmo, né, ele não não por meio da inconsciência, ele vai sendo um risco a todo esse trabalho, né? E aí ela fala, mas mesmo assim essa vida triunfa, né? Então, a vida assim como fruto de todo um trabalho e e da grande força que a vida tem para triunfar, né? Então, o próprio ser humano também sendo esse desafio à própria vida. Temos aqui, né, Adriana, a expressão da lei de destruição, né, que é um processo, seja morte, ou seja, os processos de transformação da vida, pelo qual a história, as civilizações e a própria natureza passam, né, a sofrer. Eh, me chama atenção que eh ela ela ela destaca essa ideia de que a vida vai triunfar, mas nós temos que pensar, né, que como alguns estudiosos têm trazido reflexões
ria natureza passam, né, a sofrer. Eh, me chama atenção que eh ela ela ela destaca essa ideia de que a vida vai triunfar, mas nós temos que pensar, né, que como alguns estudiosos têm trazido reflexões a respeito disso, nós estamos num ponto do que eles chamam de uma virada ao que se torne irrecuperável. Isto é, a vida vai prosseguir, mas nós não sabemos sobre quais condições, né? Isso é um ponto importante, a vida vai acontecer, mas sobre quais condições? Para quem gostar e tá aqui nos ouvindo sobre esse sistema de ecologia, procure os livros do professor Luís Marques, que estuda o colapso ambiental no Brasil e traz reflexões científicas pautadas em grandes agendas de estudiosos pelo mundo e nos mostra que estamos no ponto de termos muito cuidado. E aqui Joana fala, né? É esse gozo e esse desejo humano que tem levado sociedades, coletividades e civilizações muitas vezes a condutas que são deshonrosas em vista das rupturas ecológicas provocadas e dos sofrimentos sistêmicos que são causados por esse processo. e de o que aconteceu no Brasil, em várias regiões, né, em torno de desastres que também t um contributo humano diante do não cuidado ecológico, né? Então, a gente precisa pensar sobre isso. >> É, eu acho que é interessante, né, Thaago, porque ela tá falando, né, eh, desse homem que que ameaça o sistema, né, eh, que a vida nos acolhe, nos ama, né, porque a terra nos ama. Se a terra e não nos amasse, a gente não estaria aqui, a gente teria sido expelido, né? Eh, é claro que a Terra tá devolvendo para nós muito das coisas que a gente impôs a ela, né? Mas ela continua nos amando, né? Então, há muito amor. O amor não tá só em nós. O amor é desse planeta por nós, a partir da própria proposta do Cristo, eh, em nome do do do grande criador que é Deus, né? Mas todo esse movimento que a Terra passou, que ela vai dizer aqui, né? eh, que a vida vai triunfando nesse nesse meio hostil, né, que as espécies foram se constituindo e desapareceram, né, os dinossauros, espécies de vida. é como se fosse um
, que ela vai dizer aqui, né? eh, que a vida vai triunfando nesse nesse meio hostil, né, que as espécies foram se constituindo e desapareceram, né, os dinossauros, espécies de vida. é como se fosse um laboratório, né, também no primeira fase da da constituição planetária, até chegar num nível de estabilidade, onde a consciência é despertada, né, na na dimensão do espírito imortal, né, na constituição do homem. E nós também estamos nessa nessa fase primitiva, né, de experimentação, esse laboratório, né, de eh tentar eh dominar essa natureza que são os impulsos dentro da gente, né, e equilibrar. E nesse movimento também de experimentação, de tentativa e erro, né, acertos e erros, a gente vai realmente eh encontrando caminhos e colocando em perigo ao mesmo tempo a nossa realidade. Então eu acho que tem toda uma questão que ela vai trazer aqui bem legal, né, que nesse processo evolutivo, né, a se ser, né, a consciência que agora começa a ter liberdade e o pensamento começa a organizar a própria realidade, né, e a própria matéria que obedece ao comando da mente, do espírito. Ele tem que lidar com um poder que é muito ainda eh é muito grande diante da nossa pequenez, né? Por isso que ela vai trazer aqui a citação de Aristóteles, que eu achei maravilhoso, quando Aristóteles afirmava que o conhecimento se adquire e a virtude se exercita. Então, a gente cresceu muito em conhecimento, mas é necessário realmente eh exercitar a virtude onde o amor é realmente a síntese de todas as virtudes, né? Então, acho que esse é o grande desafio atual da gente, encontrar esse novo estágio onde a consciência começa a se dar conta dessa dimensão ética, né? e e e e dos valores que, como vocês comentaram, tá no amor, a base que sustenta a própria vida. >> Nesse capítulo, um pouquinho antes dessa parte, ela trabalha essas questões, né? Ela diz assim: "Como é inevitável no suceder dos ciclos de evolução as conquistas e os prejuízos de cada experiência?" Então, é isso que a gente falou, a lei de destruição, como ela
ssas questões, né? Ela diz assim: "Como é inevitável no suceder dos ciclos de evolução as conquistas e os prejuízos de cada experiência?" Então, é isso que a gente falou, a lei de destruição, como ela coloca, os seres foram criados, depois eles foram extintos, né? Então, eh eh isso é inevitável. Eh, e se repletem na imediatamente posterior, exigindo maior contribuição do ser para depurar-se e desenvolver-se os segmentos que nele jazem, aguardando oportunidade. Então, eh eh é isso que a gente tá dizendo, né? vai exigir essa contribuição nesse momento atual de cada um de nós. Então aqui ela vai tá falando dessa coisa, desse desenvolvimento natural, mas ela coloca pro homem também essa necessidade de reflexão e para essa, né, e existência e eh posterior essa necessidade de se contribuir para minimizar esses danos, né, naturais e que eh periodicamente ela fala, né, que existe um ciclo de de progresso. a lei de destruição tá ali, mas é necessário que haja a depuração e o desenvolvimento para isso a contribuição dessas, né, eh eh da da existência posterior de trabalhar com o que foi eh acontecido, né? Então, eh eh desses efeitos naturais, ela nos coloca, né, e nos coloca como seres ativos no processo. >> Ela inscreve, então, né, amigos, essa poética que é a solidariedade das das reencarnações, né, das vidas sucessivas, esse cadeamento de experiências em que vai se dando esse ciclo da evolução do espírito. E nós não podemos fugir de nós mesmos, né? Então, ao trazer uma ao trazer a perspectiva, né, da lei do progresso em relação à alma que vai tá sendo guiada como uma expressão e descoberta de novos valores, ela diz que é justamente então a partir dos atos individuais e coletivos que vão se inscrevendo sucessivamente necessidades de reparação, de regeneração. E aqui que ela começa a trazer então que surgem os impedimentos. Então assim são os frutos, sejam eles doces ou amarros, em que nós no passado precisamos agora e na nova encarnação trazer a mesa comum da experiência partilhada, familiar,
que surgem os impedimentos. Então assim são os frutos, sejam eles doces ou amarros, em que nós no passado precisamos agora e na nova encarnação trazer a mesa comum da experiência partilhada, familiar, conjugal, filial, né, social, para que a gente possa encontrar caminhos. E me chama atenção que ela destaca comumente nós repetimos os mesmos erros, né? Acho que a alma quando se habitua, se condiciona a sentir, a pensar e a viver de uma forma vida para encontrar, para sair um pouco desse lugar de conforto ou desse lugar comum em que ela repete as mesmas experiências, ela precisa se esforçar para, como diz a Joana, fixar novas aprendizagens. E é urgente esse processo de autodescoberta. Então, ter mais amor conosco, mais amor à vida para produzirmos mais consciência. Eu acho que esse é o jamento dela, né? A sabedoria que ela diz a ser conquistada envolve uma descoberta de quem nós somos para que a gente não repita ser os mesmos padrões. >> É, eu acho bem interessante que ela trabalha todo esse conceito de vida, né? esse processo do surgimento da consciência para chegar na dimensão psicológica. Então, realmente ela era envereda a partir de desse momento aqui do capítulo para questão existencial e psicológica do ser. Olha, então, já que nós ganhamos autonomia e a consciência então tem liberdade e começa exercitar esse poder, né, e gerenciar a própria vida. Nós somos, como a Adriana falou, desafiados por nós mesmos a superar essa nossa limitações e ignorância. E aí ele ela entra nas questões das relações, né, Thaago, tá trazendo aqui, né, eh as relações que e aonde uma das questões básicas na construção de indivíduos saudáveis é o núcleo familiar. Ela tá trazendo também a família como esse laboratório, essa condição eh fundamental, aonde nós estamos experimentando vários processos básicos, essência da vida na dimensão do afeto, né? tanto aquilo que nos sustenta, nos cura, nos dá segurança, nos dá referências positivas como aquilo que machuca a alma, limita a alma, impede a alma e ela traz então a ideia
na dimensão do afeto, né? tanto aquilo que nos sustenta, nos cura, nos dá segurança, nos dá referências positivas como aquilo que machuca a alma, limita a alma, impede a alma e ela traz então a ideia da educação como um ato de amor e como de uma certa maneira eh o grande desafio nosso, né, eh é poder realmente entender o que é essa educação, né? Que que a educação não tem a ver com com julgamento e nem com punição, né? Então ela falou que não é um meio de intimidar e de descarregar no outro as nossas eh nossos conflitos mal resolvidos, as nossas frustrações, né? Mas, né, realmente um convite a um aprender com o outro nesse caminho cooperativo que você estão trazendo aqui, né? E ela vai falar daí justamente de alguns impedimentos que começam no núcleo familiar, né? vai abordar um pouquinho isso. >> E o bonito disso tudo é que ela sempre enfatiza, isso que eu acho lindo, né? Ela diz que os impedimentos domésticos têm raízes nas necessidades que o espírito necessita para essa encarnação. Então, se por acaso eu estou num lar difícil de uma mãe dominadora, um pai castrador, autoritário, né, que vai gerar em mim um conflito infantil, que vai gerar uma dor, que vai ativar os meus complexos, a minha criança ferida, né? Eh, isso não é acaso, né? Então ela ele tira a gente dessa possibilidade de jogar paraa família. Ai, veja, eu sou assim porque eu tive essa família, então eu continuo projetando na família esse impedimento, mas a raiz disso é na minha necessidade. Então, ela vai falar num determinado momento que o indivíduo maduro vai olhar para esse impedimento e vai compreender a importância disso no seu desenvolvimento intelecto, moral, que é isso que vai promover que a vida se desabroche, que ele vai ficar ali no sofrimento até que ele percebe, nossa, mas eu tenho liberdade para mudar um pouco essa questão, né? Então, muito bonito isso tudo. >> E a Joana, na sabedoria dela, né, amigos, ela ela não poupa as tintas, ela ela ela coloca as feridas as feridas que estão presentes na vida humana, né? Ela
estão, né? Então, muito bonito isso tudo. >> E a Joana, na sabedoria dela, né, amigos, ela ela não poupa as tintas, ela ela ela coloca as feridas as feridas que estão presentes na vida humana, né? Ela traz as imagens vivas dos dramas e dos sofrimentos que fazem parte, né, do tecido da experiência. Então, mas ela traz também um uma proposta que é um processo que leva a cura, que leva o processo de autocuidado. Então, quando ela traz, né, a perspectiva de que o lar ainda é um espaço em que acontecem muitos problemas, muitos conflitos, muitos dramas, ela diz: "É preciso ressignificar e compreender que esse espaço, por mais difícil que seja, é um lugar não para disputas, não para conflitos, né? em última instância, né, como fosse a proposta fosse a vida fosse ser gerida em torno disso. Ela disse, não é um santuário para que a vida possa se expressar em um campo mais digno, com mais amorosidade. Ela traz a ideia da educação, né, como disse o Gelson muito bem, como um ato de amor e não a educação na forma como eles se expressam em muitos lares, em certas concepções ultrapassadas, ditas pedagógicas da intimidação, da disciplina fria, né, do descontar-se problemas e que vão inscrevendo experiências nesses pequenos e pequenas que vão assimilando, né, padrões de comportamento, valores, ideias, representações dinâmicas interpessoais. E ela diz, então, que é importante não subestimarmos esta realidade, mas é em torno dela que temos que buscar soluções e compromissos a partir da expressão do amor e do cuidado, né? Que que é aquela história, né, amigos? Assim, às vezes alguém chega à conclusão: "A minha vida foi terrível". Eh, o que fazer com isso? Que você, que que você gostaria de fazer com isso? Permanecer algemado neste lugar, que às vezes é muito difícil, ou quer tentar encontrar um caminho de libertação, um processo libertador para que a sua alma cresça a partir desses processos? É um chamamento à autor responsabilidade nesse processo de crescimento, né, psicológico diante
ar um caminho de libertação, um processo libertador para que a sua alma cresça a partir desses processos? É um chamamento à autor responsabilidade nesse processo de crescimento, né, psicológico diante desses cenários tão difíceis. E eu vou passar a palavra pro Gelson, né, Gelson, porque essa figura da criança maltratada, da alma que reencarna e que muitas vezes sobre ela vão incidir várias questões difíceis, reencontros espirituais, antigos adversários reunidos no cadinho doméstico e essa criança maltratada como uma representação daquilo que depois passa a florescer em expressões na sociedade da coletividade, né? É, eu acho que tudo isso que estão trazendo eh são questões muito profundas do ponto de vista psicológico e e existencial, filosófico, né? Porque eh entra a questão da verdade aí, né? Quer dizer, eh, a gente tende a, claro, o mundo é um espelho, eh, que reflete a minha realidade. Então, a gente tem uma tendência de projetar tudo no outro, né? Mas por trás dessa desses desafios, dessa dor, dessa criança maltratada, continua a lógica amorosa de Deus, né? Naquilo que a Adrian falava, né? A gente é herdeiro de si mesmo e não é o que o ego quer, né? Mas que que a alma necessita, né? Então, de uma certa forma, essa verdade psicológica, essa verdade do ser, eh, passa a ser definida a partir do que a que Joan tá trazendo como uma adequação do olhar em relação ao outro, ao objeto e a e ao outro, né, entre o modo de ver a natureza, né, e de me reconhecer nessa relação com a natureza, né? Eh, então a a a gente tá vendo aí que Joana tá propondo eh eh uma eh uma capacidade, né, de chegar na essência da verdade. E que que é a essência de eh da verdade? Tanto para nós no espiritismo como na psicologia existencial, né, e na filosofia de Haide. A da verdade, a liberdade. Então mesmo que a vida me constranja e eu seja essa criança maltratada que tô levando a marca dessa realidade que é fruto da da dessa dessa experiência que é reflete esse passado meu e e o contexto atual, né? Mas, né, na minha
constranja e eu seja essa criança maltratada que tô levando a marca dessa realidade que é fruto da da dessa dessa experiência que é reflete esse passado meu e e o contexto atual, né? Mas, né, na minha essência, né, eu sou livre. Então, a quando a gente fala que de algo que é essencial, a gente fala de algo que é que que é o fundamento da possibilidade daquilo que que é conhecido. Então, a verdade é um uma condição de reconhecer da minha capacidade, né, de me iluminar, de encontrar algo que me liberte do que do do que me constrange. E essa verdade sendo a liberdade, né, é reconhecer que eu sou responsável pela minha caminhada, né? Então, o homem é o que guarda, é a guarda do ser. E mas para cumprir essa missão, ele tem que justamente eh sair do lugar da vítima, sair do lugar da incompreensão, sair do lugar da da da impossibilidade e resgatar a dignidade da qual todos nós eh temos essa do ser e poder defender, né, essa dimensão eh profunda eh de poder interagir com a vida e dialogar com ela, né, naquilo que é imediato, né, e e e realmente garantir eh a nossa condição do ser, né, para que a gente não fique dessa privação de uma fantasia de impossibilidade. que a Jona fala tá falando justamente isso que essa e eh esses desafios, né, como ela coloca aqui no capítulo, né, epidos naturais, domésticos, afetivos, sociais, econômicos do interrelacionamento pessoal, é, na verdade apenas uma provocação da nossa liberdade, da nossa verdade, para que existindo enquanto essência. Então, a fantasia da criança ferida, que permaneça em mim, eu, Gelson, carrego uma criança ferida também, né? Vejo ela, percebo ela, né? Mas ela, ela enquanto uma presença, ela não tá ali para me impedir. Ela tá ali para falar de alguma coisa que é cara por mim, de uma questão que tem que ser reconhecida, de uma de um elemento que tem que ser valorizado, que não pode ser negligenciado e de de de fragilidades, necessidades da minha alma que tem que ser contempladas, né? Então, e o que que tá lá no meu passado que puxa meu olhar e que me fixa
alorizado, que não pode ser negligenciado e de de de fragilidades, necessidades da minha alma que tem que ser contempladas, né? Então, e o que que tá lá no meu passado que puxa meu olhar e que me fixa naquele naquele padrão, né? Então eu acho que é é é é é essa essa questão para não projetar, como diz a Jana de Angela, né? Isso na sociedade, né? e e e ficar preso e repetindo, seja culpando a sociedade e agredindo a sociedade ou se colocando como alguém que não merece o amor do mundo e se acha então impedida de ser reconhecida, seja no no lugar do abusador ou no lugar do abusado, né, que é o que geralmente a gente acaba repetindo nesses processos emocionais. E é interessante que é bem isso quando ela fala, né, que o espírito ele vai repetir atavicamente as experiências onde ele fracassou até que ele consiga se fixar. E aí onde é que ele fracassou? Ah, pode ser no meio doméstico, pode ser lá na questão social, pode ser na questão afetiva, pode ser na questão econômica, pode ser nas interrelações, né, pessoais. Então é ali que vai ficar aquele problema onde ele vai repetir. E aí entra Kardec, né? Então, a humanidade é em nós. Nós precisamos educar estes pontos, né, nevrálgicos que repete a tábicamente, que nos obriga, né, pela própria nossa própria liberdade a pedir paraa espiritualidade um lar difícil, né, eh, para pedir eh possibilidades de ser testado nesses pontos, né? Então, quando eu peço paciência, não é que Deus vai me dar paciência, não. Ele vai me dar oportunidade para que eu possa exercitar essa paciência. Ah, é uma paciência com o meu pai, com a minha mãe, ai no meio social, ah, é uma crise econômica, um problema financeiro, né? Então veja como isso não é fruto de um acaso, mas é fruto também de todo um estudo e um preparo que nós no plano espiritual nós vamos pedir e construir essa possibilidade de novamente tentar eh trabalhar e educar essas tendências e essas inclinações. Então, quando ela fala aqui que a criança maltratada projeta contra a sociedade o terror que
onstruir essa possibilidade de novamente tentar eh trabalhar e educar essas tendências e essas inclinações. Então, quando ela fala aqui que a criança maltratada projeta contra a sociedade o terror que a oprime, tentando cobrar pela crueldade o amor que ela não recebeu, nós vamos ver que aí ela pode projetar no social. Então, ela parte, né, de uma projeção de algo que ela julga não ter recebido, porque aí eu fiquei pensando, né, ela não recebeu mesmo ou é o ego com essas lentes embaçadas que enxerga assim? Porque muitas vezes a criança se sente não amada, mas ela foi realmente não amada, ela foi abusada, como ela coloca aqui, né? Muitas vezes a criança é abusada eh de todas as formas, é exposta. Então, eh eh aqui vai entrar então esse novo impedimento, né, que são esses impedimentos sociais que vai culminar de novo, né, nos lares infelizes. Então ela diz que as origens dos criminosos muitas vezes, com exceção dessa natureza patológica hereditária, vai voltar, né? Então ele volta novamente para um lar infeliz, uma família desajustada, um grupo perverso, né? E e isso tudo vai construindo o meio, né? Então nós somos os atores e os construtores da nossa história e do nosso mês. >> Uhum. Eh, num pensando num ponto médio de evolução da condição humana na Terra, todos nós somos sensíveis a essas impressões, né, de forma geral, a passagem pela infância e essa inscrição ou introjeção eh de desse ser pai, ser mãe ou do cuidador que tá ali nos recebendo no mundo, né, a vida afetiva. vai nos moldando ou vai nos subjetivando e nos tornando nova encarnação, um novo ser. Então, todos nós somos muito sensíveis a essas impressões de forma geral. Mas Joana já em outra obra ela já chama atenção para algumas almas que parece que mesmo diante de cenários terríveis como essa apresentam um tipo de resiliência espiritual que elas conseguem se desenvolver de forma muito saudável. Podemos antever aqui, amigos, almas que já se desenvolveram em outras jornadas e já tem aquisições emocionais e
ipo de resiliência espiritual que elas conseguem se desenvolver de forma muito saudável. Podemos antever aqui, amigos, almas que já se desenvolveram em outras jornadas e já tem aquisições emocionais e psicológicas em que elas já são bem mais maduras do que esse lugar comum, médio, que somos nós. Então, de forma geral, quando pensamos sobre a maneira como nós recebemos a inscrição da realidade relacional na qual nós retornamos numa família, no numa família exên na coletividade, nós somos muito sensíveis a essas questões. E há um ponto importante que me chama atenção aqui no texto e que tem a ver com esse olhar singular que estamos pensando de um olhar sistêmico. Os espíritos, lá no livro dos espíritos, quando perguntam, respondem a Kardec, Kardec pergunta: "A pessoa que cai na miséria, ela cai por sua própria responsabilidade ou a sociedade tem alguma responsabilidade perante isso?" Sabe o que que eles respondem? que comumente a responsabilidade da sociedade. >> Uhum. >> Então, ele já tem um olhar de uma corresponsabilização em torno daquilo que as pessoas tendem muitas vezes a individualizar na pessoa. Não, são processos que envolvem muito mais pessoas, envolvem coletividades, famílias. Então, se nós estamos pensando num sentido mais sistêmico, da forma como a expressão, às vezes em indivíduos, certas questões acontecem coletivamente, o percurso para eh cuidarmos, ele também é coletivo. Então, quando Joana ressalta a ideia de que ao momento chegaremos uma sociedade mais justa, eh, mais equânimo, mais feliz, envolve uma outra forma de nos relacionarmos psicologicamente com mais cuidado, com mais amorosidade. E ela, se vocês perceberam isso, amigos, ela não entra aqui em detalhes, mas quando ela fala assim, pessoas essas vitimadas pelo abuso e de caso das pessoas inconscientes, e aí vem e pelos sistemas ainda mais insensíveis que culminam >> pelaondez das leis que se apoiam. Ela tá criticando aqui, amigos, as instituições, as instituições sociais que não são capazes de fato de cuidar e
pelos sistemas ainda mais insensíveis que culminam >> pelaondez das leis que se apoiam. Ela tá criticando aqui, amigos, as instituições, as instituições sociais que não são capazes de fato de cuidar e educar das pessoas. E comparar o tapa dos criminosos, basta ver a forma como os criminosos são cuidados ou não cuidados do mundo, como eles são destratados pra gente entender essa insensibilidade que ela fala, mas que é um reflexo da própria sociedade em que a gente vive. Então, de alguma forma, a crítica que ela faz é preciso uma reorientação de paradigma em torno da qual nós de fato compreendemos o que é educação, o que é pedagogia e o que é uma saúde relacional, psicológica entre nós. ser muito importante, pensando no sentido maior como coletividade e tendo em vista moramos num país com tantos problemas dessa natureza, né? >> E aqui ela traz, ah, desculpa, >> pode falar, Adriana. >> E aqui ela traz a resposta para tudo isso, né? Quando ela fala que o impedimento familiar será superado, aí ela traz a resposta, né? quando, né, a partir da consciência do amor, ou seja, o amor já existe, ele é essa força cósmica e esse ela é esse pensamento divino, mas nós temos que ter consciência do amor. E aí essa consciência vai fazer então eh se compreender a circunstância do renascimento. Então eu paro de de de desbravejar onde eu nasci e vou entender, administrando os conflitos mediante as terapias especializadas e a convivência com grupos de auxílio de sustentação. Então, a consciência do amor. E aí entra Jesus com a lei do amor que vai nos trazer então, né, a chave para, né, para muitos pecados. É o amor que transforma essa multidão de pecados. O amor é capaz, então, essa energia de união e conexão de nos colocar juntos, todos, né, nessa condição de contribuir para que um caia, então que nós possamos nos conectar para levantar esse caído, né? e e quando nós cairmos também sermos levantados por esses que estão ao nosso redor. >> É, juntando a fala do Thago com a tua em relação ao que a benvetora propõe, que
tar para levantar esse caído, né? e e quando nós cairmos também sermos levantados por esses que estão ao nosso redor. >> É, juntando a fala do Thago com a tua em relação ao que a benvetora propõe, que se vê aqui a proposta dela é sair de uma lógica da dor, né, para uma lógica do amor, porque o a dor a gente sabe que é um elemento necessário, né, mas que a gente não precisa mais ficar na dor. Então a gente tem de um lado a imaturidade do próprio espírito, né, com as suas questões internas mal resolvida, conflitos do passado, dores não solucionados, ódios, lembranças que ainda estão vivas, né, no inconsciente dele. E temos uma sociedade também infantilizada, né? E aí quando o indivíduo não encontra uma base de apoio na família, a sociedade teria que ser essa base de apoio. e a e a e tá dizendo que a sociedade não é, que realmente a sociedade, né, ela fala assim justamente do grupo social fechado, eh a questão também eh da da eh do da escassez de recursos financeiros, que do da falta de apoio, né, e outras coisas que de uma certa maneira eh se apresentam como fatores que surjam mais o ser humano ainda para para essa condição de de dor e sofrimento, né? Porque você aqueles que têm a personagem estruturada, como o Thiago lembrou, que tem resiliência, consegue administrar, mas a maioria de nós ainda temos eh uma condição muito débil do ponto de vista dos recursos internos da gente, né? E aí, eh, somos jogados ainda a reconhecer o quanto a nossa, a gente não compreendeu essa lógica amorosa que Jesus nos deixou, como a nossa lógica ainda é da segregação, é da projeção da sombra no outro, porque a Joana vai falar num outro livro, né, que a segregação ela tá de mãos dada com a sombra. Quanto mais tu não reconhece a tua sombra e trabalha e a sociedade não assume a sua sombra, mas isso gera uma dinâmica de segregação, de ódio, de separatividade, de, né, e não de cooperação, de fraternidade, de compaixão, que é a proposta do do evangelho. Então, acho que tem um um imenso desafio aí que que que ela
ica de segregação, de ódio, de separatividade, de, né, e não de cooperação, de fraternidade, de compaixão, que é a proposta do do evangelho. Então, acho que tem um um imenso desafio aí que que que ela coloca, né? Eh, e como eh que a gente tá muito sozinho ainda, né? E aí ela propõe então que a gente possa, né, eh, não se assustar com com esses desafios ainda dos humanos, né? Eh, e esse que a gente tá vendo a gente, esse esses da vida, né? eh e poder realmente, né, buscar ferramentas paraa gente poder começar a encontrar um caminho nessa história toda ainda de dor e de confusão. E aí a proposta dela aqui também, não só a questão do amor, né, é a da lucidez, da identificação, né, desses impedimentos, fazer uma análise mesmo, né, em vez de julgar, de ser reativos, né, eh, e poder realmente começar a avaliar tudo isso, né, o que que compõe meu campo existencial entre as minhas dores internas e as dores do mundo que, de uma certa maneira não consegue me acolher e compreender a minha limitação. E podendo a partir disso, ela diz assim, né? Eh, a gente vai encontrar aí no mundo, mesmo no seu campo de dor, de limitação e sofrimento, estímulo para um despertar, para uma experimentação e um caminho, então, de poder eh superar e e ter uma visão positiva da vida, mesmo nessa face ainda limitada que ela apresenta para todos nós diante da nossa eh condição evolutiva ainda, né? >> Aqui entra outra questão importante que ela aqui, ela tá se falando dessa questão dos desafios econômicos, mas eu acho que dá para ampliar e colocar para todos esses desafios, né? Que ela fala que o importante não é ter ou não ter. Então aí a gente pode dizer paraa família, para essa questão social, afetiva, econômica, né, das interrelações, mas a questão é a forma como eu lido, né? A situação é a mesma, mas como eu me coloco diante da situação? Eu estou de uma forma otimista olhando esse desafio como algo que vai me impelir pro progresso, que vai me imular, vai impulsionar para uma busca e uma ampliação de consciência ou eu ainda
a situação? Eu estou de uma forma otimista olhando esse desafio como algo que vai me impelir pro progresso, que vai me imular, vai impulsionar para uma busca e uma ampliação de consciência ou eu ainda vou ficar preso reclamando, projetando, né? Então, veja como tudo culmina no livre arbítrio. Nós temos a liberdade de escolher como nós vamos nos colocar frente aos desafios. Claro que em alguns momentos nós não damos conta mesmo, mas é importante fazer esse movimento de tentar eh se pos a forma como eu lido com eles é que é o importante, né? Eh, ela ela não nega a importância do recurso econômico, do quanto ele pode ser útil e importante, né, no no suporte, no apoio em favor de de promover e diminuir as dores e favorecer certos processos da vida, né? Mas ela diz que a gente não pode realmente ficar realmente preso nisso, né? Eh, eh, e se a realidade ainda não nos oferece, a gente não pode invalidar o a nossa caminhada, né, eh, em nome do da dessas dificuld das limitações. E aí que era realmente que a melhor moeda, né, eh, é o os valores espirituais, né? Então existe outras moedas, tá dizendo aqui, né, que não são só as moedas materiais que daí tem que ser consideradas para que a gente possa de uma certa maneira eh transcender as limitações, né, Adriana, como tá colocando aí, de poder a postura da gente, a forma de olhar, de encarar a realidade e assim por diante. >> Então, é um chamamento, né, amigas, a um processo de uma ética do cuidado por excelência, né? >> Uhum. Nós eh, eu me recordo da lição vida social da obra de Seja Feliz. Nós estudamos anteriormente e há um momento em que dizem desses espíritos já mais amadurecidos e que quando retornam à Terra eles eh buscam se afastar, né, da daquilo que é mais de tradicional na sociedade, independente da posição social, econômica que que se ocupem. E eles passam a atender e buscar a necessidade e a dor do outro como um lugar de encontro desta ética do cuidado. E é interessante então que esse estímulo à cooperação, a fraternidade,
que se ocupem. E eles passam a atender e buscar a necessidade e a dor do outro como um lugar de encontro desta ética do cuidado. E é interessante então que esse estímulo à cooperação, a fraternidade, a própria experiência da escassez faz que as pessoas precisem às vezes intercambiar cuidados mútuos ou auxílios necessários. Então, a dor, a necessidade, né, a precariedade da vida, seja ela material, emocional, ela é uma porta de descoberta do outro, de que eu preciso do outro. Eu preciso de alguém para estar comigo. Eu preciso alguém me escute. Eh, alguém dá, o meu vizinho chora, por que que tô chorando? Que aconteceu? É como se esse movimento de descoberta do outro ainda passa por essas tintas ainda difíceis da experiência humana. Mas é por aí que a gente descobre a dignidade do outro, que a descobre a humanidade do outro e a gente ajuda o outro a descobrir aquilo que o o Inicot diz de que quando eu ofereço amor a alguém, essa pessoa em algum em algum lugar dela, ela vai despertar psiquicamente que ela é capaz de amar também. Então, se ela receber o amor, ela em algum momento vai no processo psíquico do amadurecimento dela sentir-se reconhecida como merecedora desse cuidado e ela vai em algum momento doar a outro. Olha que coisa interessante. >> Hum. Então, é como se eu amando o outro, ouvindo o outro, cuidando do outro e eu sendo cuidado e sendo amado, eu vou descobrindo uma potência nova na vida que perpassa a relação. Eu acho que isso é fundamental >> e essa mensagem, né? >> Então é isso. >> É, é. E e esse capítulo é tão importante, né, que nós vamos continuar nele no próximo encontro, que tem mais dois itens, né, o subens do capítulo, que é doença e saúde e obsessões. Então, eh, a gente vai encerrando, né, esse estudo, mas continuamos o capítulo um, dado a importância desse material que a benfeitura nos oferece. A gente agradece a todos que nos acompanham. Agradecemos também ao Thago, Adriana pela presença e convidamos a todos então a estarem juntos novamente no próximo encontro. Um
a benfeitura nos oferece. A gente agradece a todos que nos acompanham. Agradecemos também ao Thago, Adriana pela presença e convidamos a todos então a estarem juntos novamente no próximo encontro. Um grande abraço a todos.
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