T7:E7 • Autodescobrimento • Equipamentos existenciais (parte 3)
Neste episódio, Gelson Roberto, Adriana Lopes e Tiago Rizzotto dão continuidade ao estudo do capítulo dois do livro "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", intitulado "Equipamentos Existenciais". A equipe discute o último tópico deste capítulo, "O ser emocional", que é considerado um ponto central, repleto de informações interessantes e diversos elementos para reflexão. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #seremocional #
meus amigos que a paz e amor de Jesus nos abençoe nesse momento da qual abraçamos a todos que nos assistem dando essas boas-vindas para mais um encontro do nosso estudo da série psicológica Joana deangel estamos com a Adriana e o Tiago para poder dar continuidade ao nosso estudo e hoje em especial a gente tá trabalhando o Capítulo dois do livro autodescobrimento uma busca interior e o Capítulo dois fala sobre equipamentos existenciais e hoje em especial a gente vai trabalhar o último item do Capítulo que é o ser emocional esse item para mim assim é de uma é bombástico no bom seno né Ele é né mobilizador de tantas informações interessantes né E então acho que tem bastante elementos PR gente poder pensar né Adriana e Tiago né e começando com uma frase Inicial né Eh o homem e a mulher pela sua estrutura evolutiva são essencialmente seres emocionais então eu dou a boa vinda já provocando vocês o que que vocês entende quando a Joana coloca que nós somos essencialmente seres emocionais Olha só E aí Adriana deixar contigo essa bola tô levantar e vou cortar sim é interessante né que ela começa o texto com esta frase falando do homem e da mulher que são essencialmente emocionais e ela conclui o capítulo com eh fecha né dizendo que o homem e a mulher por serem essencialmente emocionais a gente precisa administrar isso né então é um capítulo muito profundo um capítulo muito delicado de como este A emoção pode se tornar esse equipamento existencial e e e ele tem muitos detalhes ele é muito profundo e eu gostaria de trazer inicialmente a etimologia da palavra emoção né porque ela quer dizer eh do latim ex MOV ou seja mover-se para fora né é uma reação natural das emoções então Eh eh é é é a é a emoção que faz com que o meu corpo reaja com algumas Sensações Com né taquicardia a pele que fica vermelho enfim alguns detalhes fisiológicos quando a gente se expõe eh alguma situação seja ela emocional ou então Eh algum outro acontecimento da vida e é essa forma como eu eh reajo né que seria
ica vermelho enfim alguns detalhes fisiológicos quando a gente se expõe eh alguma situação seja ela emocional ou então Eh algum outro acontecimento da vida e é essa forma como eu eh reajo né que seria essa emoção é que é importante porque ela em si não é boa nem ruim mas como eu o ser né esse homem e essa mulher agem diante dessa emoção é que vai determinar muito desse equipamento existencial pro pro pro bem e também pro mal né como é que ele age e reage no mundo muito interessante eh eu gosto muito da dessa perspectiva de como que o princípio inteligente alcançando o estágio de humanidade ele passa por processos complexos e mais profundos desr de experiências de estratificações né de funções relacionadas à expressão do Espírito mas eu penso muito que do ponto de vista para nós chegarmos hoje Joan vamos falar sobre o ser emocional nós não podemos esquecer que a categoria pessoa antropologicamente ela inicialmente ela foi introduzida como uma uma uma perspectiva em que o indivíduo a pessoa ela era indistinta do todo o do coletivo esse processo que ele vai separando e adquirindo características e conceitos muito particulares alcança a ideia de categorias jurídicas a categoria lógica a categoria racional a categoria mesmo moral e a partir da perspectiva moral de consciência moral da nossa realidade de relação com o outro modulado pelo pensamento modulado pelas emoções é que surge no século XVI a ideia do ser moral Mas acima de tudo com a consciência psicológica então o ser psicológico ele é uma conquista do ponto de vista do conhecimento humano que nos leva a essas possibilidades e até aproveitando o texto do Evangelho né que fala sobre a lei de amor e como que o instinto ele Brota e vai florescendo como esse impulso criador de contato de realização ele vai alcançando essas etapas mais sutis mais bem elaboradas e que refletem a modulação de como que a experiência humana acontece então a emoção as emoções e a seu tempo sentimentos eles eles enaltecem categorias muito particulares e muito
s mais bem elaboradas e que refletem a modulação de como que a experiência humana acontece então a emoção as emoções e a seu tempo sentimentos eles eles enaltecem categorias muito particulares e muito Profundas da experiência humana então elas são estruturantes elas se enraízam elas elas fazem parte de um conjunto ainda que nós temos uma questão no no mundo moderno e depis contemporâneo desse desafio que é descoberta deste mundo que parece um tanto quanto eh reprimido né pouco Expresso pouco relacionado com a consciência lógica e moral das da da vida né então eu acho que eu quia começar falando dessas questões desse processo né evolutivo dessa Perspectiva da experi humana acho interessante que tanto a Adriana fala desse dessa força como um ímpeto né quando ela trabalha a etimologia da palavra e o thgo vem trazendo essa construção né da eh da noção de sujeito né de pessoa e e e o quanto a emoção de uma certa maneira vai abrigar né Como diz a a aqui né Eh esse espaço do calor né Eu penso assim né quando falo em emoção eu eu penso em Fogo eu penso em calor eu penso no Animal de sangue quente né desse processo evolutivo que gente veem lá do mundo do reptiliano lá desde lá do anfíbio R até chegar no mamífero que é um animal de sangue quente e esse animal de Sangue Quente começa Então traz né alguns algum alum outra noção que vai se se se revelar no campo das Sensações né e e que J vai dizendo que vai eh vai chegar na razão e intermediado pelas emoções e ela vai dizer que é que que as emoções tem um papel relevante para a afetividade e o calor né esse calor que que tanto envolve o contato Como é o campo transformador gente pegar a metáfora do fogo como aquele que eh transforma os alimentos né que que na sua combustão vai proporcionando que o alimento seja despertado naquilo que ele tem de sabor de essência e e seja palatável para ser digerido né então eu eu vejo muita emoção como Esse aspecto aí é realmente do da temperagem do tempero da vida pensando num no mundo sem cor preto e
em de sabor de essência e e seja palatável para ser digerido né então eu eu vejo muita emoção como Esse aspecto aí é realmente do da temperagem do tempero da vida pensando num no mundo sem cor preto e branco né e o mundo com cor com cheiro com essas coisas então esse mundo animal da sensação que vai ganhando eh uma elaboração mais refinada até chegar às emoções porque emoções realmente sempre tem um um caráter fisiológico né E aí eu queria trazer para para responder essa essa questão essa provocação da Joana aqui quando ela coloca de nós somos seres essencialmente eh emocionais a própria Joana de aneles né que ela tem no livro eh lições para a felicidade um capítulo onde ela fala sobre as emoções que eu acho muito interessante né porque de uma certa maneira a gente está falando que as emoções são forças arquetípicas da natureza agindo em nós movimentando regendo e movimentando a libid das energias em favor da vida né das da da realização do movimento da vida e aí nesse livro eh lições para a felicidade ela vai justamente colocar que que são eh que impossibilitadas de serem destruídas por fazerem parte da da natureza animal olha só são forças impossíveis de ser destruídos que fazem parte da animal foram canalizadas diz a benfeitora né para as edificações de engrandecimento e de Cultura de solidariedade e de paz de beleza de arte de fé e de amor Então olha só a a a a a emoção como essa matéria prima que vai de uma certa maneira precisa ser trabalhar canalizada como esse ímpeto de vida né Para todo esse processo de cultura do espírito né E ela diz né Em outro momento a tudo envolvendo essa força ela neutra em si mesmo ela diz mas maleável e receptiva e que altera a constituição conforme os elementos mentais que a interpenetra e por isso a ideia da disciplina aqui que ela vai colocar mais tarde né para que essa por ser uma força ela pode se tornar tanto geradora de algo construtivo potenciador de movimentos bons como também né de uma certa maneira eh maneria difícil de lidar né E ela vai
rde né para que essa por ser uma força ela pode se tornar tanto geradora de algo construtivo potenciador de movimentos bons como também né de uma certa maneira eh maneria difícil de lidar né E ela vai dizer uma outra coisa importante nesse mesmo livro que ninguém pode bloquear as emoções ou viver sem elas então toda a a emoção o desejo recalcado diz a benfeitora reaparece Com mais vigor em outros momentos imprevistos eh então de uma certa forma né gente aí tem um um campo rico aí do do do processo Experimental do espírito né E isso ela diz aqui logo abaixo no segundo no segundo parágrafo quando ela diz que mesmo quando a adquirem ou sem senso de discernimento após intelectualizar acreditando possuir um grande controle da emoção delas não se libertam como a princípio gostaria então é bem isso ela vinda desse instinto né recém saída desse instinto e se pegarmos Kardec lá na Gênese quando ele trabalha inteligência e instinto então ele trabalha que a partir do momento que nós vamos em termos de inteligência nós utilizamos menos o instinto mas ele nunca se perde ao contrário quando tudo mais falha a na razão é o instinto que nos guia né então aqui é importante que aí ela fala que seria um engodo a gente acreditar que nós conseguiríamos controlar essa emoção porque na realidade eh quando a o ser se depara diante de uma grande emo diante de um sentimento de uma situação específica um acontecimento da vida não tem como eh é essa reação fisiológica não acontecer né então é é importante ver que o ser ele ele tem que tá integrado inclusive nas reações a esses sentimentos e e é importante a gente saber disso até porque ele tanto pode ser um dínamo de gerador de energias positivas quanto de desgraça se eu quiser eh reprimir essas emoções esses sentimentos e aí a partir daí que a gente vai olhando do processo saúde e doença o quanto disso tem por base a repressão das emoções uhum eh e e ouvindo vocês me vem muito uma ideia de como que nós nos relacionamos e nós exprimimos as nossas
vai olhando do processo saúde e doença o quanto disso tem por base a repressão das emoções uhum eh e e ouvindo vocês me vem muito uma ideia de como que nós nos relacionamos e nós exprimimos as nossas emoções parece que existe um por uma uma dimensão de um polo ainda muito relacionado ao instinto mais uma dimensão mais biológica né E tem uma dimensão de representações mais bem elaboradas né ou um processo de de algo mais relacionado a algo mais psicológico um amadurecimento gradual em que essas possam se expressar como ela diz no texto não de forma tão grosseira tão né de forma tão instintiva mas ela traz uma uma reflexão de que a nossa inscrição no do Cao da cultura dos valores da ética eh traz uma espécie de uma cisão em torno da qual nós precisamos saber E agora o que que eu faço com isso que eu sinto ou quando não sente né ou quando não não conhece o que se sente o que é uma outra dimensão um pouco mais complicada Às vezes as pessoas dizem assim eu se pergunta Tá mas o que que você tá sentindo e a pessoa ela não consegue dizer ou quando se sente de forma muito intensa por uma dificuldade de de manejo que tá se sentindo a ideia é eu queria apenas tirar isso de mim eu queria arrancar essa experiência eu não queria sentir isso pra gente perceber como a intensidade desses processos eles podem ser perturbadores mas são possibilidades de enriquecimento da experiência humana né Então as emoções elas me parecem que são ah os animais de alguma forma expressam Isso numa em um certo sentido já expressam essa essas essas emoções que vão se tornando mais complexas e mais elaboradas na condição humana mas me parece que nós estamos falando de um de uma porta de um componente fundamental da experiência humana e como diz muito bem você disse Adriana como é que a gente agrega valor a isso integra isso a experiência Nossa para que a gente se torne mais lúcido para que a gente amadureça para se relacionar com a vida de forma mais saudável né é interessante né que a gente vê aqueles nos chega às vezes eh pela
ência Nossa para que a gente se torne mais lúcido para que a gente amadureça para se relacionar com a vida de forma mais saudável né é interessante né que a gente vê aqueles nos chega às vezes eh pela internet aqueles vídeos aonde um animal eh que agressivo né e carn livro vem e tipo o leão e abraça né o o homem reconhecendo ele como seu cuidador né e e contrária a todo o instinto do animal né ele brinca ele vira um gatinho que rola no chão e LAMB né e e a gente vê assim puxa que coisa Fantástico né quer dizer um animal com toda aquela ímpeto natural né da da da do instinto dele de sobrevivência e de busca de de então de de eh buscar a vítima sacrificial né para poder alimentá-lo né e ele é tomado por uma experiência né Eh aqui afetiva mesmo que ele não consiga reconhecer o que é isso mas ele é eh eh tocado profundamente né e então por isso que eu acho que a emoção quando a Joana fala que a emoção contribui para a afetividade eu acho que é isso né E aí entra essas questões que estão falando do quanto essa emoção ela vai se impregnando né com a energia fluídica e a vibração mental que vai assimilando o conteúdo emocional e vai transformando como as moléculas AB servidas por isso que a emoção tem um caráter eh eh muito grande nas doenças né na somatização da do do corpo né porque vai criando tanto do ponto de vista do comportamento e do estado emocional É uma sensação de bem-estar né de alegria e de como também de enfermidade né e e e aí vai criando junto com isso né uma qualidade né uma qualidade e que pode nos aprisionar né e de uma certa maneira criar um condicionamento como alguém que é condicionado a comer tudo com pimenta né comida se não tem pimenta não parece que não tem gosto a comida ou seja a gente também vai vai criando né nessa subjetivação do do homem né que o homem vai construindo né Eh um caminho próprio como falando nessa experimentação nossa como indivíduo né a gente vai de uma certa maneira dando uma forma e uma qualidade que de uma certa maneira se
o homem vai construindo né Eh um caminho próprio como falando nessa experimentação nossa como indivíduo né a gente vai de uma certa maneira dando uma forma e uma qualidade que de uma certa maneira se insere num padrão da qual aquilo passa a se tornar uma um uma aspiração e um hábito eh eh então a gente vê como isso vai a emoção tá presente em todos os meos dos processos da vida desde questões ligado a aos posicionamento quanto também em relação aos processos de enfermidade e de saúde e é por isso que aqui ela fala né da importância da emoção nos relacionamentos né porque quando eu me relaciono com alguém então num num relacionamento interpessoal eh ela vai tá exercendo um papel muito grande porque a forma como eu reajo como eu me coloco como é minha emoção vai afetar diretamente a outra pessoa que está comigo né seja ela eh no trabalho em casa com as com a família com as pessoas à nossa volta então é importantíssimo eh da gente tá olhando e aí que entra a Eu acho que o papel eh a parte principal desse Capítulo né quando ela sugere uma análise profunda né das nossas emoções ela nos convida elas ela nos convoca a que a gente se olhe Como eu reajo como eu me coloco como é a minha a a a forma como eu me coloco diante da Alegria diante da tristeza diante da dor diante da saudade e essa forma como eu me coloco é exatamente aí que vai que eu me coloco no como ser no mundo por isso que ela começa falando que o homem e a mulher são essencialmente eh seres emocionais por causa disso então ela vai eh convocar para que essa eh essa emoção seja educada que a gente possa disciplinar essa emoção E aí sim ela se torna um equipamento quando eu não vou eu eu não reajo de uma vez mas eu eu me coloco diante daquela situação daquele acontecimento daquela daquele sentimento de uma forma mais humanizada né então ele sai dessa reação instintiva de um mecanismo de luta e F E aí eu intelectualizou o instinto que é a proposta de Kardec né de acordo com com a minha cor com a minha evolução com o
umanizada né então ele sai dessa reação instintiva de um mecanismo de luta e F E aí eu intelectualizou o instinto que é a proposta de Kardec né de acordo com com a minha cor com a minha evolução com o meu o meu colorido eh eh cada um tem o seu colorido né Para dar nessa emoção E aí é a ideia principal quando ela começa a falar de como é que a gente vai fazer essa avaliação essa análise profunda e ela cita Passos né eu gosto do desses textos dela que ela vai construindo em uma linha crescente de como fazer esse auto encontro né se a gente olhar pro próprio nome do livro é o auto eh descobrimento uma busca interior então uma das formas de autodescobrimento é olhando paraa minha emoção e entendendo compreendendo por que que eu me coloco assim Eh aí entra Paulo né porque que eu ainda não faço o bem que quero mas o mal que eu não quero esse sim eu faço né É porque essa questão que o thao falava né de não ter medo das emoções né de poder porque pra gente poder trabalhar as emoções tu tem que de uma certa maneira convidar elas para serem reconhecidas que que a Ben feitura fala que que é importante e realizar uma avaliação a respeito da própria emotividade então eh a gente tem um certo preconceito com as emoções ou medo mas ela é condição né da vida então a gente vai ter que de uma certa maneira aprender a olhar para elas né E se relacionar com elas eu eu tava lembrando Uma pequena história de um senhor que eu conheci e que ele entrou num processo de contato com experiências emocionais muito Profundas e antigas e que se conectavam com um lugar muito sensível da história dele quando ele era pequeno Então olha que interessante ele teve experiências de Sofrimento de bullying de perseguição de colegas da escola durante toda a infância e El foi uma criança educada a não reagir e é uma reação que envolve a expressão das emoções dela poder expressar aquilo e então a ideia de quando ele foi visitado por certas emoções o conectou com uma experiência muito antiga e então ele percebia ele
eação que envolve a expressão das emoções dela poder expressar aquilo e então a ideia de quando ele foi visitado por certas emoções o conectou com uma experiência muito antiga e então ele percebia ele associava permitir entrar em contato com essas emoções como um a um apocalipse o fim da vida tudo vai acabar não aguento mais e Abrir esses elementos tirar tirar dos novelos os elementos de compreensão de que as emoções elas são o meio pelo qual se exprime e não o processo que nos faz sofrer eh demorou muito tempo e é interessante que ele se tornou um homem muito racional muito intelectualizado muito inteligente mas que se via como uma máquina não como humano e quando a humanidade dele o visitou e o Expô a uma fragilidade o colocando em contato com essas emoções ele se percebeu perdido de alguma forma são almas ainda um tanto quanto infantis numa num contato em relação e de relação com as emoções e que de alguma forma é uma história que ela se conecta com todos nós Porque nós temos um desafio nesse campo né e a Joana ela como disse muito bem Adriana Ela traz algumas problematizações algumas ideias eh de um curso pelo Qual a gente pode começar a Navegar nessas águas começar a identificar o que que são esses elementos só que esse processo difícil porque Envolve o quê entrar em contato com essas emoções é como se estivéssemos entrando em um território desconhecido ou pouco explorado né E isso nos tira segurança nos tira um lugar talvez de certezas de verdades que tínhamos sobre nós mesmos então é uma descoberta maravilhosa mas exatamente um lado que é um lado de vulnerabilidade a gente precisa conciliar isso em to da nossa humanidade comum né é importante isso é por isso que ela fala assim desses dois padrões né de outo embotar out ou quando a emoção tá exaltada dois extremos geralmente acontece né nas nossas relações Se a gente fosse resumir até agora né Eu acho para gente poder eh eh continuar então a gente vê assim que a a emoção F como uma carga de energia né seja como movendo libido que envolve
nossas relações Se a gente fosse resumir até agora né Eu acho para gente poder eh eh continuar então a gente vê assim que a a emoção F como uma carga de energia né seja como movendo libido que envolve intensidade e descarga né também dessa energia e aí ela ela se reflete como uma qualidade através da das vibrações nossas né tomando cor sabor dando vida aos conteúdos internos como uma qualidade da incitação psíquica né então é uma incitação psíquica que tem uma qualidade eh a partir disso ela pode gerar condicionamentos ou hábitos ou seja fades vibratórios e também respostas eh emocionais frente à experiência Nossa eh diante da vida né E aí eh nessa história do do Thiago né Eh uma das questões que se que se coloca é justamente a da minha a imperícia de de lidar com essa emoção eh ou E aí é mais fácil eh dissociar né te dissocia e de faz de conta que que aquilo não existe e vai criando um um um um processo de encapsular as emoções né e mas a Joana é ela categórica né ela diz que que toda a emoção recalcada vai reaparecer como eu comentei Em outro momento né porque de uma certa maneira o corte cerebral ele não pode causar nem evitar né os processos do tálamo né então uma Uma emoção reprimida só tem reprimida sua manifestação externa porque elas vão agir daí no nosso corpo e físico n vão tá lá eh gerando alergias gerando problemas de fígado gerando eh somatizações nossos câncer tumores e assim por diante né o excesso de adrenalina de Açúcar que de uma certa maneira vão gerar dúbios metabólicos importantes né Então tudo isso faz parte dessa dinâmica então tu vê ele não só né Thiago Eh apagou um pouquinho do brilho né em função dessa natureza mas também s a consequência disso no futuro em termos de saúde física e psicológica para ele uhum uhum É verdade amigo e aqui ela coloca né que essa avaliação da emotividade ela ela ela ela ela convida a gente a olhar para si e ver como que eu estou né A minha a minha emoção Ela tá embotada ou exaltada Então se ela se eu tô preso no
ca né que essa avaliação da emotividade ela ela ela ela ela convida a gente a olhar para si e ver como que eu estou né A minha a minha emoção Ela tá embotada ou exaltada Então se ela se eu tô preso no ciúme Se eu não não reconheço Essas manifestações afetivas eu vou ficando embotado vou ficando eh É como esse paciente né que o thago Coloca esse senhor né ele vai se fechando e E aí ele vai ficando preso na mágua né Então aí a gente pode ver que eh o esse afeto está otado agora Quando ele tá exaltada e ele tá indo pro outro oposto né Eh ele fala muito alto ele atravessa o espaço das outras pessoas né então eh eh aquela emotividade a flor da pele eh então e essa a afetividade então ele ele ele participa desses dois opostos e depois os outros dois pares de opostos que ela traz né Tá indiferente ou apaixonado Então são mais outros dois pares de opostos que a gente pode pensar nessa indiferença como aquilo que a gente fala né da anomia aquela falta de desejo aquela falta de vontade aquele ser eh não não se comve não se e parece que ele não tem né tá tá totalmente anulado de de de emoção então ele tanto faz ele assistir um um show uma ópera alguma coisa muito que que toca muito ele não sente nada como ele assisti uma cena brutal também ele não eh ele ele adquire uma indiferença né então é essa questão da indiferença em relação aos seus conteúdos internos e a e e as questões externas também é outro aspecto a ser observado e é um um um alerta né como que tá essa minha emoção aí vem a emotividade apaixonada né Eh o que se importa é o prazer que aí ela fala manifesta-se é um passo da Alucinação Então aquela pessoa que tá sempre nos extremos sempre trabalhando essa questão eh extrema né Eh quase comparado a uma loucura ela deixa que predomine os desejos hedonistas então sempre o que importa é o prazer e o prazer a Qualquer Custo independente do outro Independente de como que tá essa pessoa se se se para para o outra pessoa como está eh independente do outro é é o prazer dela
que importa é o prazer e o prazer a Qualquer Custo independente do outro Independente de como que tá essa pessoa se se se para para o outra pessoa como está eh independente do outro é é o prazer dela que que tá ali então é uma emotividade apaixonada E aí Ela traz a emotividade né é estimulada pelos estímulos enobrecedor que seria aquela pessoa que aí é o dínamo né quando ela fala que a emoção pode ser um dínamo de progresso um Dinamo produtivo é quando essa emotividade então leva a essa integração do ser né atuante no mundo ele já atua no mundo porque ele ele ele usa a afetividade em prol da sociedade da comunidade engajando-se né Aí ele pode se engajar em questões eh eh vamos dizer assim mais de cunho Nobre né voluntário onde ele prioriza o outro também n Então veja como que aqui nessa análise profunda E aí aquilo que o thago falou tem que ter coragem né de olhar para si e e entender em que nível que tá a minha emoção como que eu vivencio essa emoção uhum sabe o que que eu lembrei uma história que o Divaldo contou há muito tempo que uma vez trabalhando né na como Servidor Público ele recebeu um colega de uma outra cidade que veio visitar por uma semana o setor para conhecer o trabalho e era uma pessoa que gostava muito de uma vida social noturna e o Divaldo acompanhando ele foi em várias boates com ele o Divaldo sentadinho e o cara dançando aproveitando e a final da semana Olha amanhã nós vamos num lugar diferente e levou ele na mansão do caminho né e é interessante que esse colega depois de passar pela experiência né da de da casa e a própria do Centro Espírita também ele disz pro divalo Olha eu nunca senti o que eu senti aqui nessas com essa experiência tá tá acostumado a modular as emoções a partir de certas referências na cultura essas dimensões sensoriais né Essas experimentações táteis gustativas visuais e parece que a alma quando entra em contato com uma experiência emocional e nessa relação de alérgica com a experiência né do do mundo ela parece que pensa assim Opa
entações táteis gustativas visuais e parece que a alma quando entra em contato com uma experiência emocional e nessa relação de alérgica com a experiência né do do mundo ela parece que pensa assim Opa algo diferente tá acontecendo E são essas dimensões mais enobrecedor ela vai falar sobre esses níveis de consciência isso é um alargamento uma capacidade de de compreensão de experiências que sai desse lugar vulgar comum que é a experiência humana né que é um lugar mais fácil da experiência porque nós estamos já habituados e condicionados a eles a muitas encarnações agora dar um um passo qualitativo para que a gente possa vamos dizer enriquecer a experiência do amor para além de o amor ainda mais hedonista egoísta né Eh reivindica um um um passo de coragem mas acho quando a alma sente isso até quando Maria Madalena conhece Jesus algo algo muito especial acontece ali ela é tocada por alguma coisa muito profunda e que desperta na alma dela eh possibilidades novas do campo da emotividade né no campo da amorosidade e no sentido mais né no campo da afetividade então ah é um caminho interessante a gente pensar como que a alma ela vai buscar e quando ela é tocada ela parece que de fato desperta um pouco mais né E aí acho que ess a questão dos Vícios e que de uma certa maneira é que ficar preso nesse Anseio que a sensação das emoções trazem mas não um alimento espiritual como no caso dessa pessoa que citaste né ela tinha bastante eh experiências intensas né mas intensa não quer dizer profunda e valorosas né mas que não tocavam profundamente a alma a alma dele da quando ele conheceu uma experiência diferente a partir da proposta que o Divaldo fez ele pode experimentar um outro tipo de de de emoção né então Eh isso é um campo bem complexo porque também é um campo aonde os espíritos atuam muito né o campo emocional é justamente uma via de interferência muito grande dos Espíritos que que nos acompanham né aí ela chega no segundo passo né que ela coloca no texto que seria examinar três questões
é o campo emocional é justamente uma via de interferência muito grande dos Espíritos que que nos acompanham né aí ela chega no segundo passo né que ela coloca no texto que seria examinar três questões importantes a primeira grande questão que eu acho que é importante a gente falar um pouquinho é como se reage diante de si próprio depois como que nós né Qual a nossa conduta em eh referência ao próximo e de que forma desenvolver os valores íntimos em relação a si e aos demais então aí ela fecha né com esses dois passos primeiro observar em que onde é que tá a minha emoção ela tá embotada ela tá fechada como que ela se coloca e depois diante eh a de mim em relação a mim mesmo em relação ao outro já que a emoção é um é é uma ferramenta muito grande no autor relacionamento e depois para desenvolver esses valores íntimos né E então é importante a gente trabalhar um pouco essa questão também que é esse pensamento principal né dela e como a gente pode fazer eh esse exame interno para identificando né pro autoconhecimento Uhum é uma questão importante que que que que que é é o flo Espinosa né então ele fala que da nossa capacidade de afetar o mundo e ser afetado pelo mundo então o que a juda tá trazendo é justamente isso né como é que eu afeto o mundo de que maneira a minha a minha atitude o meu movimento afeta Como é o que que desperta das pessoas e como é que eu me deixo afetar pelo mundo também né Então essas duas coisas que vão sendo fundamentais pra gente poder avaliar justamente essa troca de afetações né que fazem parte desse Campo afetivo emocional é interessante que essa sequência do como se reage diante de si Qual é sua conduta em relação ao próximo e o desenvolvimento dos valores íntimos em relação a si aos demais Olha que interessante que ela tá propondo no na a a a observância sobre como se reage para si próprio eu acho que é o o exercício de começarmos não só a percebermos como nós nos julgamos como nós nos des qualificamos como nós nos repreendemos como nós nos ferimos pelo
bre como se reage para si próprio eu acho que é o o exercício de começarmos não só a percebermos como nós nos julgamos como nós nos des qualificamos como nós nos repreendemos como nós nos ferimos pelo julgamentos é como se ela dissesse pré assim porque a gente sabe que vai ter um processo projetivo da maneira como a gente sente em relação a nós mesmos e como isso afeta o próximo ela vai numa raiz primeira olha para si n olha como é que você tá lidando consigo próprio olha como você se como é que se lidra diante de uma crítica como é que você reage quando você é criticado quando você é julgado como é que você lida com uma como é que você lida com uma humilhação né como é que você lida com o fracasso nós tentamos muitas vezes a conduzir todas essas expressões pro outro então antecipo o movimento aí começa por você porque aí a conduta ela tá relacionada à forma como a gente se relaciona com nós mesmos né se a gente não com um movimento muito inconsciente Eh vamos ser conduzidas ess esse lugar sempre de est lançando para fora nesses processos e quando ela diz sobre desenvolver é um processo de como é que você pode requalificar a partir de uma elaboração ética ou de uma nova postura valores para si de autocuidado de autoamor de autovalorização e ao mesmo tempo você consegue transpor isso também pras relações é uma síntese muito bonita em relação a um desafio que é muito difícil né Nós tendemos muitas vezes ela disse anteriormente no texto nós tendemos comumente muito a reagir as reações são muito imediatas elas são pouco mediadas né Elas são muitas vezes intensas e muito não elaboradas então ã a nós temos que pensar nessa nessa ideia e são ela diz tu estás colocando o teu Ego em cheque no sentido sobre verdades que muitas vezes se inscreve na sua conduta nos seus julgamentos nas suas ideias sobre si sobre o mundo então é um é uma relativização em relação àquilo que a gente é eu acho que isso é um caminho pra gente construir eh almas mais almas mais maduras almas mais amorosas mais cuidadosas né Tem um
o mundo então é um é uma relativização em relação àquilo que a gente é eu acho que isso é um caminho pra gente construir eh almas mais almas mais maduras almas mais amorosas mais cuidadosas né Tem um momento que a Joana faz uma coisa brilhante que eu adoro ela diz assim para termos didáticos parece que eu tô vendo o jeitinho dela falando didático né eu vou fazer só uma inversão ela pega um mandamento maior né de Jesus Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo e ela fala assim com fim didáticos eu inverto né não é Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo com a ti mesmo então ela diz Ame a ti mesmo para que você consiga amar o próximo e aprender a amar a Deus E aqui nessa sequência é muito interessante porque se a gente olhar a forma como ela coloca agora ela tá desenvolvendo esse pensamento dela tá então aprend amar a gente ainda não sabe mas então como eu reajo como eu reajo eh diante de mim mesmo a minha reação para comigo mesmo né Depois Qual a conduta eh em em referência ao próximo porque aar a gente não sabe ainda mas eu já sei reagir eu já sei explodir eu já sei né Eh eh eh colocar os meus instintos de luta e fuga para fora né E aí então de que forma desenvolver esses valores em relação a si e os demais isso é me dá a possibilidade de amar a Deus então quando a gente isso é um exercício para aprender a amar então para mim a própria série psicológica ela é todo um encadeamento de de nesse processo de se conhecer a gente consegue aprender a amar né E quando ela ela faz essa forma de exame eh a partir daí a gente pode começar eh nesse movimento de auto conhecimento eu eu também pensei Adriana nisso aqui tá oferecendo para nós um um método de trabalho né ela tá realmente oferecendo um caminho prático acho bom que que Joana a nossa querida benfeitora ela realmente nos dá de maneira clara um caminho né esse processo de autodescoberta e de transformação e e eu pensei em quatro etapas transformei esse esses itens em quatro etapas primeiro a
enfeitora ela realmente nos dá de maneira clara um caminho né esse processo de autodescoberta e de transformação e e eu pensei em quatro etapas transformei esse esses itens em quatro etapas primeiro a questão de observar né não julgar prar de maneira descritiva e não julgadora Então olha como tu é afetado Olha como tu afeta o outro perceba né a a não não tenta evitar não esconda encara e e não julgue mas perceba depois eh qual é o sentimento envolvido Como como é que eu me sinto em relação ao que eu estou sendo observando diante das minhas emoções né Eh depois que a gente reconhece o sentimento reconhecer que junto ao sentimento vem uma necessidade Quais são os valores e desejos que estão ligados ao nosso sentimento e aí por último Então de que maneira clara eu posso eh dar conta dessa necessidade sem cair nos padrões antigos das emoções que me deixavam lev V sem critério né ou de eu evitar reconhecer essas emoções e poder reconhecendo elas algo também de valor da qual eu tenho que buscar de maneira adequada paraa minha vida então eu acho realmente ela ela oferece aqui né Eh um processo muito rico né pra gente poder aos pouquinhos ir entendendo não só o teor das nossas emoções mas o nosso funcionamento em relação às nossas emoções e a partir disso eh encontrando né algo que poda possa eh ser uma possibilidade nova de poder dialogar comigo e eh desenvolver novos recursos em favor do aproveitamento das experiências que a vida me coloca e eu fiquei lembrando de uma de uma canção que o meu pai ficava ouvindo muito nós moravamos em Porto Alegre e eles gostavam ele gostava muito de um de de uma dupla e tinha uma música que fala sobre esse lugar que é um lugar muito difícil da nossa experiência emocional com o mundo e que tá no texto daqui a pouquinho a Joan vai falar sobre isso que aquele que se vade do mundo não vai se realizar emocionalmente ele precisa da experiência ele precisa do contato ele precisa desse atrito no sentido positivo da experiência para que ele possa maturar para que ele possa
do mundo não vai se realizar emocionalmente ele precisa da experiência ele precisa do contato ele precisa desse atrito no sentido positivo da experiência para que ele possa maturar para que ele possa aprender inclusive com as frustrações e com a com as emoções né ditas negativas né socialmente reprimidas e interessante que a a canção diz assim né Não fale de amor né Eu já ouvi essas palavras antes elas elas dormem na minha memória e se eu jamais tivesse Amado eu jamais teria chorado então ele vai elaborando né um lugar de que eu sou uma rocha eu sou uma ilha e que uma rocha no sentido dor e uma ilha jamais chora que é o lugar muito né da quantas vezes nós também muitas vezes nas nossas situações Nossa experiência de vida a gente se recolhe para lidar com a essas feridas que que brotam que vem Associados com emoções muito Profundas e Poderosas mas tudo isso são caminhos né são caminhos de possibilidade para que a gente possa Florescer Então ela coloca uma coisa important em cima disso que isso não vale só paraa experiência mas vale paraas relações né porque ela fala que cada cada indivídua é uma incógnita a ser equacionado por ele mesmo mas que é importante né nesse processo né de desvendar e desvelar nosso ser a gente trabalhar isso na afetividade e e que muitas vezes a gente vai se abrir ou não vai ser compreendido ou a pessoa vai se usar daquelas informações de maneira indevida fazendo fofoca ou desrespeitando o o o teu mundo interno mas não importa né Ela tá dizendo que esse movimento mesmo que em alguns momentos sejam eh infeliz ou ou ou ou não favoráveis de do acolhimento Mas eles se faz necessário porque de uma certa maneira justamente tu tá se se se and quem você é e circulando esse movimento na possibilidade de poder realmente conectar com com esses estados internos e poder refletir melhor sobre el então eh a gente não pode fugir nem da experiência da vida e nem das relações né independente delas serem mais favoráveis ou menos favoráveis Sim essa questão da incógnita eu achei
tir melhor sobre el então eh a gente não pode fugir nem da experiência da vida e nem das relações né independente delas serem mais favoráveis ou menos favoráveis Sim essa questão da incógnita eu achei bril Porque conforme eu lia né Cada ser humano é uma incógnita a ser equacionada me lembrou na hora aquelas equações da Matemática onde a gente procurava o valor de X né então na equação você determina quanto vale esse x né qual é o valor dele e e isso pra gente trazendo isso para para parte emocional né e é a partir dessa procura de entender que valor é esse né que eu sou que a gente resolvendo esse problema matemático mesmo que é exato né De certa forma e aí é um paradoxo como que eu olho a a questão da emoção de forma exata né é um paradoxo eu não consigo olhar a razão com a emoção e vice--versa né mas é a partir desse olhar desse problema que às vezes é uma questão matemática mesmo do ser né e é é aí que ele vai se conhecendo ele vai se olhando ele vai percebendo que se ele chegar até determinado momento ele não consegue suportar ele tem um ataque de fúria então ele não deixa chegar né que a partir do momento que ele vai fazendo esse movimento de autoconhecimento ele não permite mais essas explosões de raiva de de ataque de fúria e é por isso que ela vai falar dessa educação da emoção ele não se permite mais coisas que até então ele fazia então Eh Quando se inicia essa operação solucionadora né por isso da equação matemática que me veio o primeiro quesito é dedicado à afetividade ao desvelamento interior a autor Revelação ao diálogo Franco e jovial e nem sempre porém aqueles a quem se dirige estão em condições de entendê-lo e de intercambiar as as emoções às vezes eu espero tanto do outro mas o outro também tem os seus problemas as suas incógnitas e a sua capacidade até cognitiva de avaliar eh o que ele tem para dar e às vezes ele não tem o que dá né Então olha como é é é complicada essa questão da da emoção porque não tem a ver só comigo mas o outro também tá nesse movimento de troca
ar eh o que ele tem para dar e às vezes ele não tem o que dá né Então olha como é é é complicada essa questão da da emoção porque não tem a ver só comigo mas o outro também tá nesse movimento de troca e eu preciso também olhar pro outro é é interessante né então então ela vai colocar realmente a lei de da sociedade aqui né vê lá que a lei de sociedade é uma lei fundamental né E ela justamente vai falar né reforçando isso que estou falando thgo palou comentou agora né de que não tem como se afastar do meio social né então quem se afasta do meio social acaba eh eh tendo que eh acaba alimentando os monstros internos né que vão ser projetado ali no outro né E aí quando tu vê tu tá evitando a vida evitando o outro e isso na verdade mais é do que o justamente essas emoções encobertas por ti que que tu tem medo de assumir reconhecer que fazem parte do teu mundo interno Então se de uma certa maneira eu vejo a a emoção como tempero né o tempero da vida a gente tem ver que a gente tem que ver a qualidade desse tempero né Qual é a natureza desse tempero e também a questão da da da dosagem né porque a questão do tempero é questão da dosagem mais ou menos né próprio sal né pouco sal muito sal então e e Justamente eu acho que o campo social né as relações humanas é justamente o lugar da temperagem né onde a gente vai poder realmente descobrir esse temp e como usar eles para que a vida seja rica proveitosa e enriqueça né A Experiência Nossa do do ponto de vista das motivações das realizações desse Campo afetivo né de troca que nos sustenta e nos motiva a seguir também cada vez mais na a nossa caminhada Então acho bem importante essas questões que ela tá colocando aqui que diz respeito a a a a não asfixiar as emoções né Por medo do relacionamento eh interessante que se nós fizemos uma uma análise a partir dos comentadores contemporâneos sobre a vida a vida social contemporânea eh existe muito medo né as inseguranças né a violência eh diversos aspectos da da vida eles se inscrevem num lugar desafiador paraa
comentadores contemporâneos sobre a vida a vida social contemporânea eh existe muito medo né as inseguranças né a violência eh diversos aspectos da da vida eles se inscrevem num lugar desafiador paraa Alma no lugar de confiar no outro de se entregar as relações Se permitir O contato se relacionar né a própria ideia né da da vida urbana composta e ex fragmentada em condomínios isso tem uma representação psíquica em torno do afastamento e muitas vezes de um desenvolvimento muito narcisista da maneira como nós eh chos circunscritos afastados a gente eh mantém uma distância das possibilidades que a gente pode ter desenvol de se de se envolver e se desenvolver Então acho que hoje eh a gente vive um momento que é desafiador o bman dizia assim que as pessoas estão ávidas por afeto as pessoas desejam o contato mas para ultrapassar a fantasia e alcançar a concretude da experiência é necessário entrega é necessário envolvimento e quando se racionaliza demais as relações é o que ele chama de mercadorização não eu usufruo eu vivencio mas eu tenho muito medo eu me afasto ao mesmo tempo não mas não foi suficiente e vai se buscando num périplo constante de contato às vezes efêmero superficial com a experiência ou com as relações que não leva um lugar de mais Plenitude então então o mundo de hoje ele é desafiador em relação ao lugar de de de sentimos pertencimento sentimos segurança né nas relações né mas esse salto de fé é necessário né é necessário E aí eu acho que a gente volta nessa nessa questão anterior on de tu embotar as emoções por medo de não se entregar ou tu negar o outro também e usar o outro como objeto das suas eh das suas carências emocionais né então de uma certa maneira esse processo envolve uma consciência de mim e uma consciência do outro também né Eh sem isso não há como essa emoção circular de maneira proveitosa e satisfatória no campo da realização seja afetiva seja espiritual né então eu acho que é importante isso né porque a gente tem essa ne não é só negação das nossas emoções é negação das
ira proveitosa e satisfatória no campo da realização seja afetiva seja espiritual né então eu acho que é importante isso né porque a gente tem essa ne não é só negação das nossas emoções é negação das emoções do outro também né a gente não não reconhece as emoções dos outros e acaba eh estabelecendo um movimento utilitarista aonde o outro está num objeto né então vê o outro como objeto de desejo faz com que a gente cifique o outro né como se fosse realmente um de satisfação e não um ser humano E aí E então eu acho que que uma das questões importantes desse trabalho com as emoções é fazer essa diferença entre desejo né e do ponto de vista eh do que é uma relação né para que a gente não possa realmente negar né o mundo e o outro que faz parte justamente dessa inserção que me constitui como parte de um contexto maior da qual eu me sinto também comprometido Então essa entrega de fé né thago envolve comprometimento né E a gente vai ver no capítulo TR justamente isso a gente vai ver a questão da consciência responsável Jo vai falar isso no próximo capítulo né que é Capítulo de subconsciência e vida que ela vai abarcar justamente essa questão do que é um processo onde envolve responsabilidade de comprometimento E aí mais alguma questão gente que querem trazer do desse item eu gostaria de fechar com uma frase do Jung que eu acho ela brilhante eu acho muito pertinente para esse assunto que quando ele diz né Ninguém se individua em cima do Monte Evereste né então é por isso que a emoção ela se torna esse equipamento existencial onde é importante que eu me conheça Conheça as minhas emoções para que eu consiga me relacionar ser e estar nesse mundo eh como uma pessoa atuante no mundo né então eh a o nosso processo de evolução espiritual moral até eh psicológico né a nossa individuação faz depende desse outro como um espelho e não como uma coisa a me Completar eh essa frase do Jung eu gosto muito obrigado muito bem alguma questão para finalizar thago não eu fique pensativo nessa questão
depende desse outro como um espelho e não como uma coisa a me Completar eh essa frase do Jung eu gosto muito obrigado muito bem alguma questão para finalizar thago não eu fique pensativo nessa questão Viver viver é doce mas às vezes é difícil né É É uma dimensão desafiadora não há como a gente alcançar as estrelas em que a gente coloca os pés no chão e vencia a realidade que a gente encontra as pessoas que a gente não tenha medo porque o medo do acho que o medo na verdade de fora é muito a ver com o nosso medo interior daquilo que a gente tem na gente ou das nossas inseguranças então eh eu acho que a jornada da vida por Excelência é os os passos do mestre né por tanto tempo ele ficou peregrinando por aquela região encontrando as pessoas né passando por dificuldades mas há um sentido mais profundo né que nos que nos conduz um sentido que nos conecta e acho que isso é o um sabor de vida muito importante né pra gente qualificar como você disse né o ter ter gosto tem uma tinta tem um calor e é isso são as emoções é isso que dá né o colorido da vivacidade então viver é doce e Amargo é salgado é ácido né E nem sempre o doce é o melhor né nem sempre salgado e acho que é isso quando ela fala que que ninguém vivencia o alto potenci ninguém pode ninguém consegue né Deixar de Viver o alto potencial da emoção Então acho importante essa esse detalhe o aut potencial da emoção então a emoção com uma potência né necessária nessa caminhada de experimentação da alma e como a gente poder realmente eh se abrir e se relacionar com esse campo tão rico e tão complicador né e mas necessário para nossas vidas muito b então Eh no próximo encontro a gente continua justamente com o capítulo 3 consciência e vida e a gente vai trabalhar os dois primeiros itens inclusões na consciência e consciência responsável convidamos a todos então a continuar conosco essa jornada grato aí Tiago Adriana e um grande abraço a todos vocês i
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