T9:E16 • Vida: Desafios e Soluções • Descobrindo o inconsciente (parte 3)
Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 16 – Descobrindo o inconsciente (capítulo 7, parte 3) Encerrando o estudo do capítulo “Descobrindo o inconsciente”, esta terceira parte aborda o tema “Os Arquétipos”, explorando sua influência na formação da personalidade e no comportamento humano. Com base na visão de Joanna de Ângelis, inspirada na Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung, o episódio analisa como essas imagens primordiais se manifestam na experiência cotidiana e como o autoconhecimento permite transformá-las em forças de elevação moral e espiritual. 📖 Obra: Vida: Desafios e Soluções, Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Franco 🎙️ Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidados: Adriana Lopes e Tiago Rizzotto #JoannadeAngelis #PsicologiaEspírita #VidaDesafioseSoluções #Autoconhecimento #Inconsciente #Arquétipos #DivaldoFranco #EstudosEspíritas #TVMansãoDoCaminho #EspiritismoPLAY *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Alô a todos, nosso abraço. Bem-vindos, meus irmãos, a mais esse momento especial do nosso estudo da série psicológica Joana de Angângeles. Estamos estudando o capítulo sete, descobrindo o inconsciente do livro Vida, desafios e Soluções, né? E hoje nós vamos nos ocupar do último item do capítulo, que é os arquétipos. é um conceito eh central, né, na obra do Jung e da qual a a Joana de J vai trabalhar nesse final de capítulo, já que ela tá trabalhando justamente o inconsciente e vem trazendo alguns elementos da psicologia do Jung, né, no encontro anterior a gente viu a questão da individuação e o hoje então vamos ver a questão do arquétipo, que na verdade né, Adriana e Thaago? É um conceito que tá lá nos primórdios do de alguns filósofos e gnósticos no início do século, né, da era cristã, né? Então, a própria Joana vai aqui trazer, né, o filon de Alexandria, né, o filo judeus, né, que é o um filósofo eh cristão, né, fil de Alexandria, e vai trazer aqui o Irineus, também um outro filósofo importante, que já tinham eh na sua forma de conceber a realidade elementos ligados à ideia de arqu arquétipo, né? E que também remonta ao Platão, né? Quando o Platão fala do mundo das ideias, né? E que nós, né? Que o mundo material é uma cópia da verdadeira vida que é que é o mundo da da da das ideias. Então, ah, o demiúgo, que é um Deus menor, ele organiza o mundo material copiando o mundo das ideias. Então, tudo que existe no mundo material é uma cópia do que existe, digamos assim, no plano espiritual, né, no mundo das ideias. e mundias como se fosse realmente a própria mente divina sustentando o universo nessa ideia aqui que Jonas nos traz dessas imagens primordiais pré-existente da qual o homem se alimenta e se sustenta. Então tudo isso vai justamente sendo elementos basilares pro Jung e ir construindo a ideia de arquétipo. Então eu tô essa introdução pra gente começar então justamente a pensar um pouquinho, né, e esse conceito e qual é a importantância desse conceito, por que que Joana tá trazendo
a ideia de arquétipo. Então eu tô essa introdução pra gente começar então justamente a pensar um pouquinho, né, e esse conceito e qual é a importantância desse conceito, por que que Joana tá trazendo esse conceito aqui, né, no volume oito da série psicológica para poder eh trazer a sua contribuição a partir desse conceito. Olá, é uma alegria enorme estarmos aqui hoje para que a gente possa falar um pouquinho, né, Thago, por um tema tão profundo, um tema tão importante e é interessante que ela tá falando exatamente do inconsciente, né, já falou de todo o processo da individuação e agora ela vai falar sobre arquétipos, que não é algo como o Geelson colocou, é foi toda uma construção histórica, né, que foi utilizada para que o próprio Yum eh retomasse esse conceito naquele momento onde ele tava construindo a sua teoria. E aqui é interessante que ela vem e complementa, né? Então ela traz esse olhar da espiritualidade. Então segundo a psicologia espírita, o que seria arquétipo? Então aqui eu acho que ela dá, né, né, eu acho que é nessa obra que ela realmente postula o termo eh da psicologia espírita. Então, até Jung a ciência foi, mas a partir desse momento, somente a construção eh da reencarnação, que a gente pode então entender esse conceito sobre a luz da doutrina espírita e entender a importância dele em nossas vidas e a importância de nos utilizarmos desses conceitos para que a gente possa então ir aos pouquinhos mudando esse padrão de comportamento autônomo para que então a gente possa alavancar o processo de individuação. Então é um capítulo perfeito. Ela é histórica aqui, né? Ela vai lá atrás e vai retomando e construindo todo um tecendo esse tema como se ela tivesse tricotando, né, as ideias ali, formando uma uma teia. E aí então ela traz a cerejinha, que é a importância da reencarnação e esse viés espírita para esse tema. Quando eu leio esse capítulo, né, ele tá muito bem, a Joana ela amarra muito bem os três tópicos para consagrar um conceito que é muito caro, aquilo que nós chamamos as escolas
spírita para esse tema. Quando eu leio esse capítulo, né, ele tá muito bem, a Joana ela amarra muito bem os três tópicos para consagrar um conceito que é muito caro, aquilo que nós chamamos as escolas psicodinâmicas. E os amigos que estão nos assistindo, talvez se percebam, né, sendo visitados, sendo convidados a refletir sobre ideias novas. Mas temos uma chave espírita, amigos, que é muito importante. Quando Joana traz, não todos, né, ela traz alguns nomes de personagens históricos, espíritos que um dia viveram na Terra e como se já trouxessem elementos representativos de verdades profundas sobre a alma. Então, é como se desde a antiguidade, né, pensando desde a antiguidade até o século XX, quando surgem com muita intensidade as escolas psicodinâmicas, existe um rastro de conexão que traz uma representação destas ideias, né, ideias primordiais ou modelos primordiais, como se fossem representações de alguma coisa que transcende, mas é como fosse uma espécie de uma arquitetura dinâmica e viva que dá forme organização ao pensamento e a e a psique a alma, né? O que me chama atenção, até bom lembrar e quem tiver interesse, é que quando pensamos eh que João escolhe a psicologia eh a psicologia analítica, de alguma forma ela tá trazendo o quê? uma uma representação de que esse conjunto de ideias ou desse imaginário de ideias que percorre a história chega num ápice num momento em que é importante fazer, né, a revelação de verdades novas sobre a vida. Ao mesmo tempo, ela destaca que Jung foi uma pessoa muito importante como se desse grupo de missionários, foi quem conseguiu trazer elementos bastante representativos. de verdades relacionadas ao espírito. Então, quando ela bebe na fonte científica ou na fonte dessas dessas dessas escolas, em especial do Jung, o que ela tá recuperando são ideias que já são muito antigas, né? São ideias que representam, né, a a história do pensamento ou a história do que seja a psique. E nesse último momento, num conceito chave, que é o conceito de
são ideias que já são muito antigas, né? São ideias que representam, né, a a história do pensamento ou a história do que seja a psique. E nesse último momento, num conceito chave, que é o conceito de arquétipo. Então, eh, para não ficarmos em uma coisa muito técnica e sem dúvida esse não é o propósito de Joana nem o nosso, vamos pensar que em algum momento a alma precisa de uma base de referência para que ela possa construir isso que a gente chama de psique ou mente na o proposta mais anglosaxônica. Mas é interessante que algo que tem que dar chão a esse lugar, né? Então me vem a ideia de que arquétipo inconsciente eles estão muito bem vinculados, identificados um com o outro, né? Daqui a pouco a gente pode estourar um pouquinho isso, mas me parece que ela vai, Joana resgata esse conceito para dizer que tem uma, tem um chão comum que é o inconsciente, né? Tem um chão comum e desse chão surge representações na qual a vida psíquica e a nossa vida se representa psicologicamente, que seria o os arquétipos, né? É, eu acho importante a gente clarear algumas questões, né, em cima do que ela tá trazendo aqui, porque realmente é um universo muito complexo, porque ela traz mais ou menos a etimologia da palavra arquétipo, arquétipos, né, eh, arqué original, fundamental, né, e tipós, padrões, né, formas originais, né, quando a gente fala que que alguma coisa arquetípica, Eh, essa ideia de universal também foi mudando na psicologia umana, né? Porque universal alguns podem entender aquilo que é igual a todo mundo, igual é comum a todos, que é essa ideia que ela tá trazendo aqui, queung começou a trazer a ideia do universal, né, entre o universal e o particular, né, e que o arquétio seria imagens comuns a todos. Na verdade, isso foi de uma maneira se se sendo avançado e compreendendo melhor o pensamento do Jung. Eh, quando a gente fala em formas, em padrões, né, e não é do ponto de vista material, formas é como se fosse predisposições, forças organizadoras, tá? Isso é bem importante, que o
pensamento do Jung. Eh, quando a gente fala em formas, em padrões, né, e não é do ponto de vista material, formas é como se fosse predisposições, forças organizadoras, tá? Isso é bem importante, que o instinto só arquétipo, né? Quando então o instinto é um lado das forças arquetípicas. Quando a gente fala desse inconsciente, o tá dizendo a questão do inconsciente, tá falando que existe forças reguladoras. Então os animais, por exemplo, são movidas, né, por por padrões de funcionamento, de organização, de comportamento, que a gente chama de instinto. E o instinto é um mistério, é uma inteligência. Tá lá no livro dos espíritos, tá lá na Gênese, né? É uma inteligência, uma inteligência que move, organiza naquilo que ainda nós não conseguimos, enquanto é esse espírito embrionário se constitui pelo seu livre arbítrio, mas tá sendo jogada experiências para poder ir aos pouquinhos assimilando e despertando uma consciência que tá ali em germe, né? Então, assim como os arquétipos t esse lado instintivo do ponto de vista fisiológico, tem também o lado psicológico que são forças organizadoras. Te fala em em padrões fundamentais, não é tanto universal como como igual. é universal naquilo que é transhistórico, transpessoal, aquilo que é que nos tira do individual e nos leva para algo que é eh universal enquanto qualidade, né? enquanto uma uma característica que é essencial pra humanidade. Tudo que é essencial, que que fundamenta, tá ligado a essa noção de arquétipo. E e como tal é uma força. A manifestação como que são as imagens que a Jonas aqui, elas já não são mais universais, né? Elas são sempre uma atualização do arquétipo. Então o arquétipo, assim como o instinto, é um mistério. O que a gente tem é o efeito dos instintos, o efeito dos arquétipos que é a imagem, né? Então, quando a gente chega na imagem, a gente já tá integrando o universal com particular, que é o que a Jona vai colocar aqui quando ela vai falar que esses arquétipos, na verdade, representam também a história do
gente chega na imagem, a gente já tá integrando o universal com particular, que é o que a Jona vai colocar aqui quando ela vai falar que esses arquétipos, na verdade, representam também a história do espírito, né? As imagens e padrões que a gente vai se organizando do ponto de vista da caminhada individual. Por isso que é bem complexo e essas questões que tá trabalhando justamente com essa dimensão do universal e do particular. e como essas duas coisas se encontram na caminhada do espírito. >> E é interessante a gente pensar nisso, né? Porque a gente acha que é algo que a gente nasce, né? Claro, é arquetípico, a gente nasce, mas não é a ideia que é herdada, né? Mas na realidade são as vias herdadas pelo quais as ideias podem acontecer. Olha que lindo. É como se fosse um rio que para que pudesse chegar no oceano, ele tivesse que ter eh esculpido aquele canal onde possa a água transitar. Então a água é individual, é o ser, né? E e esse suco, esse caminho, essa forma, esse modelo é é arquetípico. Então esse modelo, então por isso que é difícil a gente pensar, porque é algo tão sutil, tão vago, que a gente acaba se confundindo. E aqui quando ela começa a falar no inconsciente, ela traz esse conceito, porque é importante essa diferenciação. Se a gente for pensando, eh, eu acho que com imagens talvez fique mais fácil, por exemplo, a planta, né? Então a gente fala: "Ah, então a natureza também tem padrões arquetípicos." Sim, a natureza tem. Por exemplo, o padrão de crescimento das plantas, né? Então, ela tem um padrão arquetípico, os ciclos naturais de vida e morte, né? o ciclo das estações do ano. Então, e esses ciclos, esses eventos que ocorrem na natureza também são eventos arquetípicos, né? A migração, é tão bonito ver os os cientistas estudando, eles, eu vi uma vez uma pesquisa que eles separaram um passarinho, não deixaram ele ter contato com nenhum nenhum outro. E aí na época da migração eles soltaram ele, puseram um chip implantado e ele migrou, né? Olha que bonito, ele nunca teve contato
m um passarinho, não deixaram ele ter contato com nenhum nenhum outro. E aí na época da migração eles soltaram ele, puseram um chip implantado e ele migrou, né? Olha que bonito, ele nunca teve contato com nenhum elemento do seu bando e então naturalmente ele faz o movimento migratório. Então, eh eh isso eh eh são esses caminhos herdados pelos quais a gente pode transitar imprimindo aí, né, preenchendo esse suco com o nosso conteúdo pessoal. Isso é muito bonito da gente imaginar. Eu quando eu gosto, quando eu falo, né, de arquétipo, eu gosto de trazer o exemplo, por exemplo, eh, aquele filme, o, puxa, a Lagoa Azul, né? Lagoa Azul é um filme antigo, onde duas crianças estão num num navio e esse navio afunda e eles acabam parando os dois sozinhos numa ilha e eles vão e eles conseguem viver e tal. E quando chega na época da da, né, da da do nascimento ali da sexualidade, aquilo vem de uma forma tão linda, naturalípica. Ou seja, eles não tiveram contato com cultura, não tiveram contato com nada, mas esse ciclo natural, né, pode vir e despertar no ser isso. Então, eh eh esse padrão eh isso que seria universal, a forma pelo qual a gente eh cava ali o leito do rio, mas o a água do rio é é cada rio tem a sua água própria, né? Não sei se confunde cada vez mais, mas seria mais ou menos isso. >> Eu acho que eu acho que ajuda, querido, porque eu confesso que quando eu estudava esses temas, eu tinha dificuldade de representar isso. Mas algo que me ajudou foi pensar assim, os animais e pensar as espécies, elas possuem certos comportamentos instintivos que as mobilizam para comportamentos nas diversas áreas da vida deles, né? reprodução, proteção, certos hábitos de migração, como você disse, ou o próprio João de Barro, que por alguma razão instinal aprendida no curso Multimilenar da Espécie, ele aprendeu, né, por uma força que é o instinto, a construir sua casa de certa posição. O que percebo é que parece que do instinto pra condição humana surge uma condição nova que a capacidade de pensar.
aprendeu, né, por uma força que é o instinto, a construir sua casa de certa posição. O que percebo é que parece que do instinto pra condição humana surge uma condição nova que a capacidade de pensar. E é interessante que quando o André Luiz ele fala sobre esse plasmar dos pensamentos lá no homem primitivo, né, da horda primitiva, ele começa a plasmar os próprios pensamentos em telas temporárias que vão tentando, elas vão elas vão se elas vão perdurando por mais tempo e ele precisa ficar contemplando esse processo de estar pensando, de estar em contato com essas imagens. Então, me parece que se pros animais há uma construção de um instinto, de um impulso que coordena suas ações. E eles erdam isso no curso da história da espécie, é como se nós humanos, quando desenvolvemos capaz de pensar e começamos a produzir pensamento, começamos a produzir conteúdo psíquico, nós precisássemos construir algo também que construísse esse esse impulso. Não sei se faz sentido isso. É como se do instinto surge uma representação que é o arquétipo. Então o arquétipo estaria pro psicológico e o instinto estaria pro biológico. Então o ser humano como essas duas coisas estivessem entrelaçadas na expressão da alma. Então, não sei se faz se se esse caminho de raciocínio faz sentido para ajudar a gente pensar, ah, quer dizer, então, que o arquétipo são estruturas ou modelos ou formas dinâmicas que vão organizar a nossa vida psíquica no curso da marcha histórica humana. Será que pode ser assim? É, eu acho bem interessante esse teu processo de raciocínio, porque o Lacan, né, que que não é yunguiano, né, ele criou uma escola, né, dentro da psicanálise, né, a escola lacaniana, ele faz essa diferenciação entre instinto e pulsão, né? O instinto ligado à quitobiológica e e a pulsão ligada à questão já humana e que entra também a cultura. Então o imp, mas a gente pode falar num impulso sim, numa dinamis, né? O arquétipo como não apenas imagem, mas como uma força, uma dinamis, né? Carregada de energia e de
e que entra também a cultura. Então o imp, mas a gente pode falar num impulso sim, numa dinamis, né? O arquétipo como não apenas imagem, mas como uma força, uma dinamis, né? Carregada de energia e de força, eh, que chama de luminosa, né? Uma carga emocional, né? Então, esse domínio do impulso que se manifesta nos animais como instinto, né? né? Ou seja, então esse poço tem uma dimensão no nível biológico, né, como dinâmica fisiológica e por outro nas suas múltiplas formas, ela se centre como como imagens, ou seja, né? E e nos animais também isso é verdadeiro. Quando o patinho ele ele ele ele descasca o ovo e ele desperta paraa vida, o padrão dele é tudo que se move. A primeira coisa que que ele vi mover é a imagem da mãe. Então existe uma imagem associada ao instinto, né? Então tudo que se move é uma figura de mãe. Então é é uma imagem muito genérica de mãe, diferente de de outros pássaros que tu pode ser adotado, né, para uma família de diferente e ainda vai descansar até encontrar a família deles. Como é o exemplo da da Cláudia da Adriana quando ela fala da migração do pássaro, né? Então existe forças organizadoras, impulsos de vida que tão ali e que entram no processo da organização, tanto da vida biológica como do do ponto de vista psicológico, que a gente chama de arquétipo. Então o arquétipo é a imagem do impulso, né, do instinto. E o instinto é a imagem enquanto força fisiológica. E o vai dizer que o instinto tem um objetivo espiritual, que ele é uma força que nos impele para além, né? Então, olha só aí. Então, a gente tá falando dessa dessa dessa dessa força fantástica de vida, né? Que tá lá sustentado pelo amor do Pai, né? Ou seja, tem um uma a a nós somos tomado, né? pela mente divina e nós somos sustentad e esses arquétipos então são eh se manifestam como cultura, vários planos fisiológicos, como emoção, como comportamento, como imagem no plano social, cultural, os rituais, os padrões de organização social, né? Então a gente vê todo esse movimento, né,
cultura, vários planos fisiológicos, como emoção, como comportamento, como imagem no plano social, cultural, os rituais, os padrões de organização social, né? Então a gente vê todo esse movimento, né, mostrando, se organizando para que nesse, eh, nessa base, né, a gente vai construindo cada vez mais a nossa expressão individual, a nossa natureza individual, construir a nossa caminhada própria, né? Então, o arqué, né, o arquétipó, né, é os elementos que fundamentam a base da nossa existência, né? E e são essenciais paraa gente, mas não quer dizer que a gente tá preso neles. >> Uhum. Eh, eu gosto quando ela coloca, né, que assim como há na planta um impulso para crescer em direção à luz, né, existe em cada ser humano esse impulso de crescer em direção a Deus, que é o deutropismo, né? Então, esses impulsos são padrões arquetípicos. E aqui quando ela define, né, que ela traz a par a o sentido etimológico, né, na no texto, então ela ela fala então que essa marca cunho o modelo ele eh são marcas ou modelos primordiais e iniciais que constituem o arcabolço psicológico do indivíduo. Então, se nós lembrarmos como foi, né, que o Jung foi construindo essa ideia, ele foi construindo todo em cima da do seu da sua experiência, né, com a prática, com os pacientes. e ele foi percebendo padrões arquetípicos emergindo na fala dessas pessoas, né? quando ele estudava eh aqueles pacientes no hospital psiquiátrico, quando um paciente, né, suíço, que estava lá preso há tanto tempo no hospital, fala, né, de como ele olhava o sol e ele balançava a cabeça e o Jung pergunta o que que ele tava fazendo. E aí então o paciente explica que era o o falo do sol, né, que o sol tinha um falo que se movimentava e formavam os ventos. E aí eu imagino, né, o Jung anotando no prontuário, porque ele anotava tudo. Então eu achei isso que eu acho muito bonito. Ele entrava na no que a pessoa dizia, ele anotava a fantasia, ele anotava. E aí depois de um longo tempo ele vai estudar, né, o os povos, se eu não me engano,
o eu achei isso que eu acho muito bonito. Ele entrava na no que a pessoa dizia, ele anotava a fantasia, ele anotava. E aí depois de um longo tempo ele vai estudar, né, o os povos, se eu não me engano, mitraicos, né, que estudavam só a mitologia mitraica, né? >> É. E aí ele chega nesse princípio do sol, né, que para esses povos primitivos, primitivos não, antigos, né, não primitivos, mas eles tinham eh essa essa teoria de que era assim que se formavam os ventos, né? E aí Yung então vai pensando, então aqui quando a Joana fala, né, que eh constitui o arcaboço psicológico do indivíduo, o Jung tava assim montando o seu modelo estrutural de psique, né? Ele ele tava se diferenciando do Freud e Freud foi até o inconsciente pessoal. Então, como a gente tá falando aqui, né, da parte do inconsciente, Freud chega até o inconsciente pessoal e com essa teoria do orquétipo, o Jung consegue então demonstrar e comprovar a existência de um inconsciente ainda mais profundo, que seria de uma origem eh coletiva, né, que seria o inconsciente primeiro, né, onde eh sai, né, é ali que se que se constitui. E ele então fala do ânimos e da ânima como estes arquétipos do inconsciente coletivo. Então inclusive ele tem até um livro muito profundo onde ele vai trabalhar, né, os arquétipos de o inconsciente coletivo. E aí ele traz o arquétipo materno, Trixter, enfim, estes outros arquétipos que ele foi construindo aqui de acordo com o próprio texto, né, que vai facultar a identificação da criatura humana. e existem, né, no ser como uma herança, como uma parte integrante do seu processo de evolução e são atualizados, né, na medida que a humanidade vai evoluindo. Se a gente pegar, né, um exemplo, se a gente olhar no Velho Testamento, como era o modelo de Deus e depois como ele foi reatualizado quando Jesus vem e nos dá um Deus de amor, que foi mudou totalmente, né, a visão eh arquetípica desse Deus, que não era mais um Deus que pune, mas sim um Deus de amor. Então, como que estas eh eh esses arquétipos vão surgindo nos sonhos? E o
, que foi mudou totalmente, né, a visão eh arquetípica desse Deus, que não era mais um Deus que pune, mas sim um Deus de amor. Então, como que estas eh eh esses arquétipos vão surgindo nos sonhos? E o Jung sonhou, né, quando ele tava montando a sua teoria, ele trouxe muitos sonhos que ele ia, né, descendo degraus, chegava numa parte da casa, aí ele descia ainda mais até que ele chega numa parte da casa onde tem, né, restos de de culturas muito primitivas, como vasos de cerâmicas, coisas muito antigas. E aí então ele vai trazendo pelos sonhos estas imagens pré-existentes do inconsciente dele. Então veja, por isso que a Jung, a a Joana traz o Jung como esse eh cientista que viveu isso. Ele ele ele baseou na sua própria experiência e na sua vivência com isso, vivenciando como que ele sentia isso no próprio inconsciente e trazendo isso paraa consciência, né, que era o mais difícil. É, isso é importante, né, Adriana? Porque o texto agora chega num ponto em que ela traz, como já trabalhou pontualmente nos itens anteriores, de que essas representações psicológicas dos arquétipos, eles vão aparecer nos sonhos, né? E é tudo uma simbologia desse processo. O que é interessante é a gente pensar que então nessa jornada multimilenar do espírito, né, por milhares e milhares e milhares de encarnações em diversas culturas, ele vai experienciando, né, coisas novas. E já passamos pelo campo das mitologias, né? Já tivemos um pensamento mítico. Isso é importante colocar, né? Na maneira como nós aprendemos a realidade e a representamos. Então, no curso dessa história, a riqueza de representações que vão surgindo sobre o que é a vida, os papéis que eu tô desempenhando, as experiências de dor, de luto, de amorosidade, de abandono, de heroísmo, então cada movimento da alma. E todos nós de alguma forma vivemos isso. Eu acho que essa é uma chave importante, né? Todos nós vivemos essas experiências e elas aparecem em sonhos representadas por uma simbologia. Eh, eu lembrei, existe um livro recente,
rma vivemos isso. Eu acho que essa é uma chave importante, né? Todos nós vivemos essas experiências e elas aparecem em sonhos representadas por uma simbologia. Eh, eu lembrei, existe um livro recente, vou deixar pros colegas que gostam do tema, que é um livro chamado O Desejo dos outros, de uma antropóloga chamada Hana Limurja. E o que é interessante, ela é de origemanomami, só que criada em São Paulo. E ela diz, quando eu fazer a pesquisa de doutorado sobre os sonhos dos anomamis, ela diz que começa depois de um tempo a sonhar muito, algo que não acontecia no contexto de cultura dela. É como se o contato com culturas com as quais ela anteriormente teve, né, inicialmente um contato. E esse recontato foi reativando coisas muito profundas na psique dela e ela passa a sonhar com muitas coisas que ela normalmente não sonhava. Então, é como se esse momento, esse movimento dinâmico da vida, eh, com as culturas, né, com outros, outras pessoas nos mobiliza, né, no nosso inconsciente. Essas questões que estão muito, que às vezes estão muito eh suprimidas ou estão esquecidas e elas vão reaparecer e no caso dela eh vai reaparecer por meio do sonho. E o que é interessante é que no livro fala que os ianumames faz uma coisa que a João tá dizendo aqui no texto, que eles não basta apenas sonhar. A ideia é o que fazer com o sonho. O sonho tem uma dimensão muito prática pra vida cotidiana deles, de prenunciar o futuro, de organizar a vida social, de antecipar a chegada de alguém. Então eles vão aprender desbravando a realidade objetiva, guiados pelo sonho. Parece que nós perdemos essa conexão. E eu acho que o Jung é ao trazer de volta, não só Jung, né, vamos chamar o amigo Freud também, mas a ideia de que o sonho tem uma ele tem uma uma uma expressão poderosa sobre nós mesmos como revelação de questões profundas sobre sobre nós mesmos, né? Então, a gente precisa pensar nas perspectivas de como eh como que esse material nessas imagens arquetípicas representadas nos sonhos podem ser eh propositivas pro nosso
as sobre sobre nós mesmos, né? Então, a gente precisa pensar nas perspectivas de como eh como que esse material nessas imagens arquetípicas representadas nos sonhos podem ser eh propositivas pro nosso amadurecimento psicológico espiritual, né? Eu gostaria, Thago, de dar um passo para trás, né, para poder chegar até aí, que eu acho que tô uma questão bem importante. Então, quando tá para resumir que a gente tá vendo o arquétipo, então a gente tá vendo o arquétipo como uma disposição, né, eh, que organiza a vida biológica e e psicológica. a gente está vendo que a Joana tá falando do arquétipo como cristalização da experiência, né? A gente vai adquirindo experiência como carmadas geológicas da da história da humanidade e da história individual de cada um, né? Então, padrões de de de assimilações naquilo que a gente fala de hábitos também, né? E e automatismo ligado às cristalizações da experiência. A gente falou então dessa relação do arquétip do instinto e também com uma uma um elemento que é um fator autorregulador da vida, né? Então tudo isso vai se manifestar em em temas, em processos, né? Por exemplo, né? A falou do leite do rio, quer dizer, todo mundo passa pela adolescência. Adolescência é um processo arquetípico, ou seja, né? certa fase da vida, desde que o mundo é mundo, devido da cultura, da raça que eu tenho, a gente se a gente consegue reconhecer uma fase de um processo chamado adolescência, mas cada um vive a adolescência do seu jeito, individual, né? Cada um vai construir essa experiência a partir dos próprios elementos que carregam de si, mas vivenciando esse processo, né, que é comum a todos. Assim também como todos nós temos o mito do herói, por exemplo, a imagem do herói. Eh, eh, e mas o herói muda conforme o tempo, muda conforme a época, muda conforme a cultura. Então, isso que a Joana tá falando aqui, né? que eh que não é o número fixo, né, que o arquétipo ele se se reveste de característica individual, né? Eu vai dizer isso também, né? que todo arquétipo ele
ntão, isso que a Joana tá falando aqui, né? que eh que não é o número fixo, né, que o arquétipo ele se se reveste de característica individual, né? Eu vai dizer isso também, né? que todo arquétipo ele existe apenas em potencialidade e ele se reveste de alguma matéria. Olha só, o arquétipo é uma força, é uma pot que se reveste, né, eh, de alguma de uma matéria que é o psiquismo, né? E e toda vez que ele se manifesta de Jung, ele eh exige uma interpretação nova. Ele sempre tá sendo renovando com a Joana coloca aqui. E a forma que ele se reveste é a imagem que o Thago tá falando, as imagens que são os temas arquetípicos, o tema do bem e do mal. Jo fala do demônio, né? con demônio, não é o nente o demônio, mas a imagem do tema do do da malignidade, da destrutividade, das forças eh poderosas que jogam contra a vida e assim por diante, né? Então, essas imagens, né, elas são representações de forças, de cargas emocionais e de temas que que mobilizam nossa vida, que são em símbolos daí, né, os símbolos que carregam significados. E por isso que o Tato tá falando da importância da gente olhar para isso, porque a psique, né, a alma, ela tá toda hora criando, né, a mente cria a realidade todos os dias. do, né? Psique. Então, nesse momento a gente tá falando, mas a psique é muito mais do que isso, forças atuantes, né? E mesmo que a gente dorme, o ego tá num estado alterado, né? Né, no do sono, mas a alma tá livre e tá criando. Então, de uma certa maneira, a a Jona tá trazendo aqui, confirmando aquilo que o Jung propõe, que é a riqueza. que habita em nós, a vida que habita em nós a partir das imagens que que o consciente traz e da importância de reconhecer nas imagens núcleos e forças da alma com temas, com emoções, com padrões e com potências autorreguladoras que apontam para um caminho, ou seja, possibilidades novas que habitam Deus da gente a gente não conhece. Tudo isso tá ligado então essas imagens e é importante então de de de poder aprender e reconhecer elas como parte de
minho, ou seja, possibilidades novas que habitam Deus da gente a gente não conhece. Tudo isso tá ligado então essas imagens e é importante então de de de poder aprender e reconhecer elas como parte de sabedorias que nós carregamos dentro de nós. >> Muito importante isso, porque se nós pensarmos, por exemplo, todos os povos em todos os momentos históricos, todos eles têm uma ideia de grande mãe, né? Por exemplo, todos os povos têm uma grande mãe. Então, como que eles são representados? Aí vem o tema, né? O tema é a grande mãe, é a, né? É, é o tema do o arquétipo. Agora, qual é a imagem da grande mãe? Então, depende do local. No Brasil, a nossa grande mãe, a Nossa Senhora Aparecida, não é? Lá em Portugal, a imagem arquetípica, ou seja, a forma que ela é construída é Nossa Senhora de Fátima. No Brasil ela é negra, Portugal ela é branca, percebe? Aí, então, na França, eh eh nós temos a Joana Dark, que seria a grande mãe, o espírito protetor da França. Então, vejam, todos os locais existe a ideia e cada local vai dar uma imagem para ela, uma forma, uma característica. E isso é a imagem arquetípica, a imagem pela qual aquele arquétipo é construído e dado uma forma. Ele não tem forma. E é isso, é uma imagem cultural, né, que pode ser uma uma imagem eh por exemplo, a natureza como a grande mãe, né, >> ou uma vaca sagrada, né, >> né, cheia de leite, né? Então, a imagem da grande mãe, ela pode se dar em vários níveis. Isso é uma imagem cultural, religiosa, mas não é a única imagem possível, né? Pode se dar de uma de várias formas, né? onde a gente pode viver esse tema da grande mãe. >> Então, olha como é bonito, né? Diferenciando essa a o arquétipo em si dessa imagem arquetípica e aí o símbolo, porque aqui ela vai dizer, ó, nem todos os símbolos que vão aparecer lá no sonho são procedentes dos arquétipos porque podem ter origem na própria energia do indivíduo, nas suas atuais fixações, nos traumatismos. psicológicos, nos conflitos, nas frustrações, ansiedades, desejos. E aí ela vai diferenciar. Eh,
os porque podem ter origem na própria energia do indivíduo, nas suas atuais fixações, nos traumatismos. psicológicos, nos conflitos, nas frustrações, ansiedades, desejos. E aí ela vai diferenciar. Eh, difereem então os arquétipos dessa energia inerente ao ser, porque eles, né, os arquétipos, os primeiros, têm uma característica universal, enquanto os outros são individuais. Ela tá falando mais aqui do complexo de tonalidade afetiva, né? Então, o complexo ele tem uma raiz, a base de todo complexo é um arquétipo. Então, se eu estou falando do do exemplo que a gente deu da grande mãe, então essa grande mãe é é o arquétipo. Mas como é a minha imagem de mãe? Vai depender da minha vivência com a minha mãe. Essa vivência pode ser positiva ou pode ser negativa. Se essa minha mãe foi uma mãe, né, suficientemente boa, não existe mãe boa mais mal, mas aquela que na psicologia a gente fala, né, o seio bom, sei o mau, mas aquela mãe nutridora, aquela mãe que cuidou, enfim, ela, a, o meu complexo materno é positivo, baseado na minha vivência de eh com esse complexo pessoal que tem por uma base um arquétipo. Já se a minha vivência com essa mãe é negativa, então o meu complexo pessoal é é ele vai sendo construído de forma negativa. Então, eh quando ele é pessoal, individual, ele deixa de ser arquétipo, mas sim eh eh preenchido com os conteúdos pessoais, né, daquele ser, daquela pessoa. Aqui em Brasília nós temos um um um colega analista eunguiano, Marco Aurélio Billy B. E o Marco Aurélio, ele fez umas experiências muito interessantes, reunia grupos para vivência em regiões bastante rurais, com floresta aqui no serrado, né, com cachoeira e pessoas que estavam com vidas estafadas da urbanidade, cansadas. E o que é interessante, ele diz assim que essas pessoas, daquelas que se permitiam as experiências de vivência com a natureza, elas passavam a sentir, pensar e sonhar coisas diferentes pelas quais estavam estavam habituadas e eram surpreendidas por um estado novo de alma. De alguma forma, quando nós
e vivência com a natureza, elas passavam a sentir, pensar e sonhar coisas diferentes pelas quais estavam estavam habituadas e eram surpreendidas por um estado novo de alma. De alguma forma, quando nós fazemos uma trilha, quando a gente toma um banho de cachoeira, quando nós nos permitimos uma uma espécie de uma redescoberta da nossa integração com a natureza, há dimensões arquetípicas aí desse passado do qual todos nós de alguma forma comunhamos em algum momento. E é como se a alma estivesse realmente recuperando uma perspectiva de sentir, pensar e viver a vida. que tava constrangida por uma racionalidade muito profunda no campo das experiências. Então, eh, eu me lembro um colega da faculdade dizia assim: "Você assistiu à última abertura das de Olimpíadas? A quantidade de arquétipos foram colocados de imagens singulares, porque parece que é proposital de alguma forma mobilizar as pessoas em aspectos comuns nossos, né? Então é interessante como são forças vivas, mobilizadoras e construtoras de vida, né, e construtoras de alma, né? Não >> tá sem áudio. >> Quando a gente tá falando em arquétipo, a gente tá falando da força criativa da alma, do espírito, através da fantasia, né? a fantasia como esse processo inerente do do da mente e criar realidade. E essa fantasia ela é viva, né, gente? Ela tem vibrações. E e essas vibrações, ela tem qualidades, né? Ela pode curar, ela pode adoecer, ela pode engrandecer, ela pode gerar eh estados emocionais negativos. Então é disso que a gente tá falando. E todo, a, então, toda a experiência arquetípica, como a Adrian tá falando, você vai ter um viés individual, porque o espírito vai realmente construindo uma caminhada própria, aonde ele vai, né, construindo o seu processo de representação e significado próprio da experiência a partir desses temas e dessas imagens. Então, na verdade, eu não ten separar o universal do particular. às vezes a ênfase é mais em coisas particulares, né? E às vezes o que te conecta com eh processos mais profundas, mais coletivas
agens. Então, na verdade, eu não ten separar o universal do particular. às vezes a ênfase é mais em coisas particulares, né? E às vezes o que te conecta com eh processos mais profundas, mais coletivas ou mais profunda tua alma primordial. Daí quando o teatro traz o exemplo dessa experiência ecológica, né, essa experiência de retorno, né, a natureza, eh é óbvio que de uma certa maneira tu é ativado, ativado por estímulos e de um lugar novo novo em entre aspas, né, um lugar diferente aonde pode reconectar com com elementos que já estão dentro de ti, ou que tu viveu em outras vida, né? ou da natureza que habita tua alma, que tem ressonância com aquela natureza que tu tá de uma certa maneira vivenciando ali, seja com o rio, com as árvores ou com as com as flores. Então, há de uma certa maneira uma linguagem, as imagens, né, e e a vida enquanto formas, tem uma ciência secreta, tem uma linguagem ali que tá que tá e essas linguagens tão tão em permuta. E essa linguagem é vibracional também, né? Olha só, né? Vamos pegar um um uma imagem, um símbolo, né? O símbolo da flor. A flor ela tem um significado, geralmente em todas as culturas de representações emocionais e afetivas. A rosa é o símbolo do amor sacrificial, né? Eh, e assim vai, né? do ponto de vista da eh se a gente for pegar assim a a o efeito eh medicamentoso do das flores, elas vão vão vão vão vão vão vão afetar onde as emoções, os florais de bar. Então, as pesquisas mostram que as flores elas têm uma habilidade, um recurso de trazer elementos emocionais que favorecem superar medo ou conectar com o passado ou ou abrir campo para emoções positivas. Então, as flores têm um papel positivo na parte também da saúde, né? aonde na parte emocional e algumas crenças religiosas, né, como as tradições eh afrobrasileiras, né, né, ela diz que que, por exemplo, na nível energético, a flor desmancha alguns miasmas negativos das emoções, né? E se tu fazer botar flor no ambiente, aquilo vai trazer uma vibração positiva ligado a certas características daquela flor.
nível energético, a flor desmancha alguns miasmas negativos das emoções, né? E se tu fazer botar flor no ambiente, aquilo vai trazer uma vibração positiva ligado a certas características daquela flor. Então, olha só, uma com há uma correspondência de nível de realidade, eh, espiritual, físico, eh, psicológico e simbólico, né? Então, como há uma conversa aí nessa dinâmica da vida, onde as imagens trazem conteúdos, trazem informações, né, eh, de uma de uma dimensão que é desde a o nível fisiológico até o nível espiritual, né? Isso que é interessante a gente ver nessa dimensão do universal e do particular e das imagens simbólicas que permiam nossa vida. Que essas imagens não é o símbolo não é só uma informação, é vivo, é a força viva também. >> Aqui no texto ela é sutil, olha só. Então ela vai trazer, né, tudo isso que a gente tá comentando sobre as teorias, como elas são construídas. Aí ela vai dizer assim: "Concordando em parte". Olha que bonitinha, né? Ela concorda mais, né? Entre vírgulas. Concordando em parte com o eminente mestre, ela tá dizendo do trabalho do Jung, agregaríamos que muitos símbolos que se apresentam como arquétipos provém de outro tipo de herança primordial. E aqui que é o ponto do texto, onde ela vai começar a colocar a ideia eh que ela está acrescentando, né? Ela ela coloca, agregaríamos, né, a todas essas teorias, ela traz esse viés. Ela diz que eh a da experiência de cada espírito eh e de certa forma é isso que o Thiago e o Gelson acabaram de dizer, né? A experiência que cada um vivenciou na natureza, que cada um vivenciou pelo imenso oceano das reencarnações, graças às mesmas, são transmitidas pelas vivências de uma para outra etapa, prevalecendo como determinantes no comportamento aquelas que foram mais vigorosas, assim, estabelecendo no inconsciente individual e profundo os símbolos primeiro, que emergem em sonhos e depois ou durante a lucidez, como os conflitos variados, necessitando de liberação. Então, veja, o conflito muitas vezes que hoje é liberado e
e profundo os símbolos primeiro, que emergem em sonhos e depois ou durante a lucidez, como os conflitos variados, necessitando de liberação. Então, veja, o conflito muitas vezes que hoje é liberado e precisa ser trabalhado, ele tem como base esses arquétipos que foram construídos no desenvolvimento desse espírito desde do momento que ele foi criado, simples e ignorante. Aí nessas vivências ele foi eh construindo esse arcaboço psicológico e lá arquivando, guardando essas experiências que em algum momento emergem em forma de conflito, emergul e é por isso que é importante que a gente tenha a lucidez e o conhecimento disso até na casa espírita, né? aquela pessoa que chega com tanto problema, aquela pessoa que chega, ou seja, a gente já começa a perceber que sim, pode ser algo fruto dessa vivência, mas pode tá lá essa origem lá dentro do ser, né, nesses porões da alma, onde ficam guardados todas essas dificuldades que vai emergir muitas vezes em forma da dificuldade do conflito. Eh, é interessante pensar então que quando a gente pensa em na na vasta manifestação de experiências do espírito e o arquétipo, então são essas formas que estruturo, eu peguei aqui dois exemplos até pro pessoal entender um pouco porque que essas questões podem tanto ser mobilizadas para algo que pode trazer dano para nós, mas mobilizadas para liberações de desc do espírito. Então, por exemplo, existe um arquétipo para nós espíritas, ele é muito, ele é muito importante, que é o arquétipo do curador, né? Curador a gente vê, né, a experiência de cura. E o que que é interessante? O arquétipo do curador, ele pode ser dos seus atributos de luz iluminados, né, positivos, aquele que tem uma paixão de servir aos outros, né, de buscar cuidado do corpo, cuidado da mente, cuidado do espírito e ter a habilidade e ajudar a transformar sofrimento em cura, né, dor em cura. Mas quais são os quais são os atributos sombrios desse arquétipo do curador? É aquele que toma e que se versa do outro para tirar algum tipo de vantagem, né? é
mar sofrimento em cura, né, dor em cura. Mas quais são os quais são os atributos sombrios desse arquétipo do curador? É aquele que toma e que se versa do outro para tirar algum tipo de vantagem, né? é aquele que falha em oferecer aquilo que é cuidado, que é esperado. E basta nós pensarmos na história da daqueles médiuns e não santespíritas em que às vezes começaram muito bem um processo de entrega a um lugar, mobilizados por esse lugar, se perceberem como agentes de serem curadores, cuidadores, em algum dado momento parece que se subverte. Então, vejam, uma representação de um lugar de cuidador, ele pode ter um um movimento muito particular em relação a como é esse papel desempenhado, né? Eu acho que entra bem isso que a Adriana tá falando, né, Thaago, que porque o Jung ele vai falar que os arquitetos renovam e tem uma individual, mas ele não usa, mas ele não não inclui a reencarnação. Então essa renovação, esse caminho do arquétipo se dá através da das reencarnações. E aí realmente para nesse tempo que tá falando, né, a questão do curador em mim pode ser um karma. Eu posso ter, digamos assim, desenvolvido muito a minha a minha natureza genésica. Ele tem ter desenvolver muito o magnetismo sexual. E agora eu tenho que levar isso para uma coisa cármica de cura, né? E aí eu tô comprometido com a cura em função desse passado de de faltas. ou eu tenho o dom da cura porque eu tô em conexão com a força criativa divina, porque eu tô lá com com o próprio Jesus, né, e que ele é um arquétipo do curador também, né? Eu tô no dom de curar por minha capacidade, né, amorosa, para minha por por essa compaixão. Então realmente, né, a cura pode ela pode entrar aí, né, de de várias maneiras e fazer eu posso estar aprisionado a a esses modelos do passado e aquilo que pode ser um caminho favorável pode ser esse distorcido, porque esse passado tá muito presente ainda de maneira negativa. E aí eu me comprometo mais ainda em vez de eh usar aquele dom ou aquele caminho de cura de maneira favorável. Então
er esse distorcido, porque esse passado tá muito presente ainda de maneira negativa. E aí eu me comprometo mais ainda em vez de eh usar aquele dom ou aquele caminho de cura de maneira favorável. Então realmente, né, todo todos os temas da nossa vida, todas as imagens vai ter um uma dimensão positiva e uma dimensão negativa, uma dimensão para cima e uma dimensão para baixo, uma dimensão física e uma dimensão espiritual, né? E aí que João tá dizendo que esse caminho então é eh de um processo individual através das reencarnações e outras imagens que que também se traduzem da gente, né, ou através dos temas que acontecem na nossa vida, não é só fruto então dos arquétipos da vida passada, mas tem também pode ser de encontro espirituais dela. O segundo elemento que é a espécie transpessoal, alguns figuras de anjo, pode ser realmente imagens eh simbólicas, mas eu poder ser visitado por um espírito amigo e eu ficar, né, com a sensação de algo muito positivo, muito belo e superior, que é representado com a ideia de um anjo, mas que na verdade é uma experiência espiritual ali, né? que tá presente, né, dentro de mim, ou mesmo uma memória também de outra vida que também pode acontecer em algum momento nessas imagens que que pode ser apresentada, seja nos sonhos, seja no estado tela de consciência e assim por diante. >> E o que é difícil é isso, porque o arquétipo também tem o núem, né? O Rodolfo Oto quando traz esse essa definição do luminoso, eh eh seria esse e eh eh eh esse êxtase, essa essa sensação que o espírito, né, que a pessoa ele vai sentir quando ele entra em contato com um arquétipo, mas também quando ele entra em cont que ele tem uma experiência transpessoal, porque o ego vive, né, a vivência do arquétipo como transpessoal, porque ele está numa outra dimensão egóica. Então é muito complexa, é muito difícil a pessoa determinar, não, essa noite eu me encontrei sim com um ser de luz ou essa noite eu tive uma experiência arquetípica. Ele não consegue definir porque o núem é tamanho que o que fica é
difícil a pessoa determinar, não, essa noite eu me encontrei sim com um ser de luz ou essa noite eu tive uma experiência arquetípica. Ele não consegue definir porque o núem é tamanho que o que fica é o númem, né? Então é muito delicado e difícil. Mas olha que bonito a gente poder olhar com esse viés da reencarnação e essa questão do encontro de espíritos que se amam, né? mesmo após a morte. Então, poder encontrar um pai, poder reencontrar alguém querido da nossa, né, né, da nossa vivência, é, é, é uma, é uma uma experiência que traz nuem, que traz uma emoção que o ego fica tomado, né? Então, eh, muito importante esse capítulo e muito difícil da gente até conseguir fazer essas separações, que aí a gente fala, a separação é didática, é só para uma forma para que a gente possa compreender, porque é tudo muito misturado, né? Não tem como eu fazer uma diferenciação certinho, né? separar o joio do trigo. Aqui não, aqui é didática apenas para que a gente possa compreender o processo arquetípico. >> Muitas vezes, assim, eu já já ouvi de pessoas, né? Ah, não sei se isso é uma experiência espiritual, se de fato eu sonhei isso com tal pessoa ou ou se era uma coisa minha que apareceu no sonho e as pessoas não percebem que na verdade independentemente do que seja é material pro nosso desenvolvimento. Eu acho que a o sentido prospectivo do para que em relação ser um sonho, uma imagem, o é sempre um movimento que surge para nos chamar a atenção para os nossos processos. E às vezes de fato, sonhei com meu pai, ah, eu sonhei com o meu avô, mas será que é meu avô? E as pessoas ficam numa numa dúvida que é superficial, quando na verdade o chamamento é mais profundo. É interessante que o Jung, né, esse essa figura que apareceu para ele em sonho, conhecido no meio yunguiano, que é o Filemon, né, Filemon, o Jung parece que por muito tempo ele ele, não sei se isso foi até o fim da vida dele, po, cois podem me corrigir, ele via como fosse uma produção da própria psique dele, mas eu lembro de ter uma entrevista em que
que por muito tempo ele ele, não sei se isso foi até o fim da vida dele, po, cois podem me corrigir, ele via como fosse uma produção da própria psique dele, mas eu lembro de ter uma entrevista em que ele tava em Londres e ele tava conversando com alguém que, se eu não me engano, era um indiano. E esse indiano dizia que ele era, ele tinha como mentor espiritual o fulano, um fulano lá da história indiana. E aí o perguntou: "Ah, eu diz uma representação". Não, é ele mesmo. E em espírito. Diz que nessa hora pensou, será que o Filemão também pode ser um espírito? Acredito que sim, mas a forma como ele foi elaborando isso foi uma figura muito importante pros caminhos, né, de construção do pensamento dele na história espiritual do Yung em vida, né? É, a gente vê isso, né, que às vezes não é importante tanto se é espiritual ou não, mas sim o significado pra pessoa, né? A gente vê muitas vezes nas obras de romance que a gente tem uma falsa ideia, né, do de um de uma figura familiar que para mim é importante e mas ela não é espiritualmente eh condizente com a minha fantasia. Ela tá num num grau de evolução muito mais atrasado, mas espiritualidade se aproveita dessa imagem positiva que eu faço, né, para me estimular, mesmo que aquele espírito não corresponda exatamente aquilo que eu acredito dele, né? e vice-versa, né? Eu lembro de uma de uma conhecida que toda vez que ela tava com com um problema sério, ela sonhava com o pai dela e aquilo dava uma força para ela. Ela ficou, ela foi, ficou separada com três filhos para criar. E ela tinha no pai uma figura muito positiva efetivamente, né? Então, ela achava que era o pai cuidando dela, né? Mas em alguns sonhos, talvez o pai tivesse em algum momento zelando por ela ou em algum momento até eh tendo algum encontro espiritual para dar apoio para ela. Mas e em e em alguns sons era nitidamente um símbolo, né? O pai era uma figura protetora de apoio emocional e toda vez que ela tava fragilizada, o inconsciente eh ativava aquela imagem
apoio para ela. Mas e em e em alguns sons era nitidamente um símbolo, né? O pai era uma figura protetora de apoio emocional e toda vez que ela tava fragilizada, o inconsciente eh ativava aquela imagem para ela poder se sentir protegida e com força de lutar. Então não importa, né, se a imagem do pai é o pai espírito que tá ali dando o apoio para ela, ou a imagem do pai é a memória afetiva de uma figura protetora que tá mostrando para ela que ela não tá sozinha e que tem condições de de lutar, mas importa é o sentido que a vida constrói, né, essa beleza que é o arranjo, né, da vida, que que tá sempre organizando e mobilizando forças em favor do nosso crescimento espiritual. Se a gente souber aprender a a contatar com com com esses temas, com essas imagens com essas experiências que a vida nos oferece. Então, acho que isso que é interessante aqui. Muito bem, estamos chegando no final do nosso encontro. Alguma coisa mais aqui que você queiram salientar? Eu só quero fazer esse final que ela fez aqui, que que eu acho que fecha muito bem a ideia, que ela diz aqui no último parágrafo, né, que aprofundar a busca no Oceano do Inconsciente para eliminar os conflitos decorrem das várias ocorrências passadas, as atuais e as reencarnações anteriores, conseguir a individuação. a meta que aguarda aquele que deseja estar desperto, consciente da sua realidade, que luta em favor da sua iluminação interior e felicidade total. Então, eh, ela sintetiza aqui que é necessário, então, aprofundar nesse inconsciente e para poder então eliminar o conflito e que a gente possa eh dar andamento a esse processo de individuação que iniciou lá desde quando a gente foi formado, né? Então, eh, aqui ela conclui, ela sintetiza o capítulo, eh, mostrando para que que ela trouxe, né, o arquétipo, pra gente ficar tentando entender e fazendo associações, porque é um termo difícil. Eu acho que cada vez que a gente estuda, a gente vai tendo mais dúvida ainda, né? Eu acho que em vez da gente ir concluindo, a gente
tentando entender e fazendo associações, porque é um termo difícil. Eu acho que cada vez que a gente estuda, a gente vai tendo mais dúvida ainda, né? Eu acho que em vez da gente ir concluindo, a gente vai criando mais perguntas. E o que importa é isso, que é importante sim ir aprofundando essas imagens, independente se sejam eles espíritos que eu me encontro ou imagens arquetípicas, mas essa vivência é curativa para curar a minha alma, né? Curar esses conflitos, essas feridas que a gente traz. >> É, e o capítulo oito justamente vai ser uma continuidade do sétimo, onde ela vai então a partir desse movimento, essa proposta, né? Ela vai trabalhar o autodespertamento inadiável, onde ela vai trazer também a ideia do self, do si, né? Então fica o convite já paraa gente poder dar continuidade, né, a esse estudo e ver o que que a benfeitora tá nos oferecendo nessa meta aí que é o despertamento e a busca da nossa plenitude espiritual. Obrigado, Adriana. Obrigado, Thaago. Obrigado, amigos pela presença de vocês e até o próximo encontro. Que Jesus nos abençoe.
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