T7:E12 • Autodescobrimento • Viagem interior (parte 1)

Mansão do Caminho 12/02/2025 (há 1 ano) 1:00:49 498 visualizações

Em mais um encontro para o estudo da Série Psicológica de Joanna de Ângelis, Gelson Roberto se reúne com Adriana Lopes e Tiago Rizzotto para discutir mais um capítulo do livro "Autodescobrimento: Uma Busca Interior". Iniciando o estudo do capítulo cinco, intitulado "Viagem Interior", a equipe reflete sobre a proposta inicial deste capítulo, trazendo considerações em relação ao item "Busca da Unidade". Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #viageminterior #unicidade

Transcrição

meus irmãos que Jesus abençoe em mais um encontro do nosso estudo da série psicológica Joana De Angeles hoje conosco Adriana e Tiago eh nesse encontro em ca do livro autodescobrimento uma busca interior e a gente tá trabalhando né o capítulo ho terminamos o no encontro passado que foi sobre o inconsciente sagrado e hoje a gente começa então o capítulo 5 com o primeiro item que é a busca da unidade então convidamos a todos a pensarmos juntos a refletir essa proposta inicial do capítulo eando a trazer algumas considerações em relação a esse item bem-vindos como é que tá sendo para vocês o contato do Capítulo 5 algum elemento que chama atenção muitas né a gente pode começar se se a Adriana não se importar eu começar eu gosto muito dessa ideia de uma poética da individuação né o capítulo começa dizendo de uma fatalidade existe um movimento uma governança no universo que conduz que que inspira que instiga o espírito a a realizar-se a buscar a Plenitude a descobrir pelos compromissos do do amor às vezes pela dor também né possibilidades dessa poética da individuação então falarmos em Fatalidade né de Plenitude evolução processos consciência tudo na intimidade do ser e também na na na isso é na intimidade do micro do ser mas também na beleza da transcendência do universo então uma sabedoria governada por uma amorosidade sempre presente sempre nos inspirando né impressionante é eu acho muito bonita essa ideia da viagem interior e de pensarmos que é um tema já tão eh foi trazido em diversos momentos da humanidade né Nós vimos desde Hermes trimegisto essa ideia de uma unidade e o interessante que o o ensino de Hermes ele ele eh era para os iniciados então o primeiro momento dessa iniciação era o conhece-te a ti mesmo então a pessoa pessoa que era iniciada eh o primeiro movimento iniciat cório dele nesse processo da busca da unidade da busca dessa viagem interna já antes de Cristo vemos é 1330 antes de Cristo esses iniciados faziam o processo do Alto do conhece-te a ti mesmo o primeiro estágio iniciático

cesso da busca da unidade da busca dessa viagem interna já antes de Cristo vemos é 1330 antes de Cristo esses iniciados faziam o processo do Alto do conhece-te a ti mesmo o primeiro estágio iniciático o segundo é o conhecimento de Deus e o terceiro ou seja do passado dois do dois percursos iniciáticos longos vinha o estágio da divinação que nada mais é do que esse processo da Constituição de uma unidade da fusão com o bem da fusão com Deus Então veja é uma ideia que já vem de antes de Cristo Aí a gente vê plotino depois né quase 300 anos depois de Cristo 270 anos depois de Cristo Ele veem nos falar dessa questão do Uno dessa questão da unidade E aí de depois a gente viu no cristianismo Místico né aquela questão também do encontro com Deus através desse ao encontro e agora essas ideias renascendo ou tomando uma forma P essa Ótica maravilhosa de Joana De Angeles que traz que nós sim temos essa possibilidade de tornarmos um Como Jesus falou né Eu e o pai somos um então aqui nesse capítulo eu acho ele belíssimo eu acho ele de de uma forma muito profunda porque ela vai dando Passos né ela vai mostrando o como fazer isso e é uma ideia muito bonita dela que ela vai fazendo toda uma construção impressionante eh ela ela tem essa característica Joana né de fazer uma uma análise do processo e depois fazer uma síntese apontando então nosas direções pra gente né e aqui ela faz isso e realmente essa poética da individuação é a poética também da forma que ela traz também no texto dela algumas colocações né acho eu tava lendo tava pensando assim realmente quanto algumas frases de Joana além de profunda são poéticas uma dela ela diz O homem é é um incessante despertar olha só que bonito e profundo o homem é o incessante de Despertar que representa né uma certa forma Adriana esse projeto todo né que tu tá falando aí de tu conhece a ti mesmo de um Despertar de consciência de um movimento de transcender as dimensões da limitadas de uma consciência egóica paraa dimensão do Espírito para chegar depois nessa

alando aí de tu conhece a ti mesmo de um Despertar de consciência de um movimento de transcender as dimensões da limitadas de uma consciência egóica paraa dimensão do Espírito para chegar depois nessa consciência mais avançada que representa essa unidade com o Cosmo com Deus com a com os demais eh irmãos da família espiritual então tem todo esse movimento né que que é um caminho de Sabedoria um caminho de Despertar né de conhecimento de Sabedoria ela faz essa distinção ali no início né Desse que o conhecimento não necessariamente é o conhecimento eh de Sabedoria tem um conhecimento que é mais eh intelectivo né mais duro mas de uma racionalidade mais discriminatória e Então ela tá falando de um conhecimento que não que envolve reflexão que envolve Justamente esse trabalho de alargamento da nossa consciência que envolve uma compreensão pela pelo caminho também do coração e e para chegar nisso que el chama de consciência ou sabedoria né Então ela tá falando esse caminho que é mais ou menos o que tu trouxe também né Adriana dessa desse processo né de um desper ar que vai gradativamente aprofundando para em busca da plenitude dessa Fatalidade que o thago apontou ali no início do capítulo que a nossa Fatalidade é a perfeição é a Plenitude que existe uma força inconsciente né que nos impulsiona como se fosse uma saudade né um Anseio daquele lugar que a gente veio né a gente veio de Deus e a nossa alma Saudosa quer se atirar nos braços de Deus novamente e sem saber ela busca né ela vai buscando tá tirando de uma certa maneira E aí jenta então esse Longo Caminho das várias encarnações pra gente poder ir construindo esse retorno a Deus de maneira lúcida e plena né então fazendo esse trabalho que que o espiritismo nos coloca da lei de causa efeito da reencarnação e dessa marcha né do exercício de eh retomar questões do passado reaprender reavaliar ressignificar e agregar novos elementos Nossa experiência pra gente ir progredindo sucessivamente em direção a esse objetivo que é a

do exercício de eh retomar questões do passado reaprender reavaliar ressignificar e agregar novos elementos Nossa experiência pra gente ir progredindo sucessivamente em direção a esse objetivo que é a Plenitude tem uma existe uma passagem muito bonita né no livro de Jó que é quando jó tá Numa tempestade e Deus fala com ele Claro na simbologia de como é representada essa essa comunicação mas quando a gente pensa nesse nesse momento ou nessa condição inaugural da alma ou na criação do universo numa beleza e repetindo né Essa poética da vida do que é a vida né Deus diz uma coisa interessante an para Jo diz assim eh Onde você estava quando eu lancei os alicerces da terra responde-me você que diz saber tanto sobre mim né e vai dizendo frases para Jó e é bonito que diz assim né Eh e Quem colocou a sua pedra naquela esquina enquanto as estrelas matutinas juntas cantavam e todos os anjos se rizam o que eu acho bonito isso é que existe uma historicidade das nossas origens que nós agora não conseguimos compreender Mas ela é majestosa em relação ao que nos destina o que nos oferece como Destino último e a ideia da busca por a unidade é como se fosse um um lugar que um dia foi um um lugar de uma profunda Ah que a gente pode dizer isso né os nossos amigos não ficar uma coisa muito psicológica né mas é um lugar que foi de muito júbilo e alvore chega a consciência humana e de repente a gente se percebe Precisando nós construir um caminho de volta mas é claro que não é um caminho de volta igual ao que foi Originalmente mas um caminho de consciência um um lugar de mais plenitude de compreensão do que é a vida e Em algum momento muito próximos desse Divino que tá em nós mas também tá na vida e de alguma forma recuperar ou reconstituir elementos agora conformados de uma nova forma do que essa nossa unidade ou uma identidade comum que nós possamos a compreender a verdade em um sentido último Então se hoje a gente contempla a vida a gente vivencia os nossos relacionamentos a gente estuda e se dedica para tentar entender

de comum que nós possamos a compreender a verdade em um sentido último Então se hoje a gente contempla a vida a gente vivencia os nossos relacionamentos a gente estuda e se dedica para tentar entender e sentir a vida temos uma longa e longa jornada ainda para ampliar a compreensão do que é isso tudo que tá aí no mundo na galáxia no universo então e pensar que o Destino último disso tudo é um destino que nos trá felicidades júbilos e uma compreensão de que a jornada valeu a pena para mim me inspira a continua tentando e o bonito que ela começa né de um paradoxo gosto muito da forma como ela começou o texto porque ela traz exatamente né o conceito einsteini ano do que o universo marcha para um caos né então ela traz uma ideia assustadora né uma ideia de todo um caos né que a gente sabe que a teoria do caos não é isso mas a Teoria do Caos é o quanto eu posso né De certa forma alterar de forma imprevisível um evento de acordo com uma ação então isso materialmente falando pode gerar um medo e aí vem essa beleza né que o thgo traz que é olhar pelo por esse viés espiritualista de que na realidade eh eh eh eh espiritualmente falando o espírito fatalmente tem a Plenitude como meta então nós estamos fadados à Plenitude nós estamos fadados ao Progresso Então eu acho que só essa mudança de ponto de vista ela nos tira de uma postura de desespero de ansiedade de angústia e nos abre todo uma uma aspecto de esperança e de uma certeza que esse pai é um pai de amor né a gente viu aí né em Jó esse pai tão duro que era do velho testamento né aquele Deus ciumento aquele Deus que tinha inveja de seus filhos e agora então o espiritismo principalmente por esse viés né Espírita eh e de Joana de Ângeles da Psicologia Espírita podendo juntar a lei do Amor com esse pai misericordioso que nos ama e que nos dá como meta a perfeição a Plenitude né então de certa forma ela fala que nós estamos vinculados a essa angelitude por meio da nossa natureza e energética e se a gente olhar desde o início do livro Ela traz a questão da

eição a Plenitude né então de certa forma ela fala que nós estamos vinculados a essa angelitude por meio da nossa natureza e energética e se a gente olhar desde o início do livro Ela traz a questão da energia é o primeiro capítulo quando ela trabalha a questão da energia né então por essa nossa energia a gente conduz essa nossa herança animal que são os nossos instintos né os nossos desejos ainda primitivos e vamos nos esforçar para essa aquisição de consciência então a consciência é um processo a a a também a questão eh da da plenitude é um processo Mas o que ela nos convoca que eu acho lindo é que nós podemos assim como o alquimista tem oportunidade de mexer no tempo nós podemos abreviar esse tempo né Nós podemos erguer o fogo e e poder apressar esse processo de evolução é e o interessante dentro disso que ela vai então Eh apresentando esse essa dinâmica que é a vida né nesse processo de se Despertar de se emergir cada vez maior da nossa essência Divina ela vai falar desse parto transcendental que envolve um jogo de tensão então ela vai falar assim esse processo autorregulador da vida né que que envolve de um lado a multiplicidade e a unidade né e e como é que essa essas duas esferas se organizam né se se se se se se se interligam porque na medida que o espírito vai evoluindo ele vai se diferenciando então cada quanto mais diferenciado e particularizado mais individualizado eu t ou seja V pegar as flores né Cada flor as espécies vão se multiplicando de um de uma de um estado original vai dando múltiplas variedades de plantas hoje em dia né a gente tem flores e cada flor com sua característica né E nós como diz Francisco som uma florzinha de Deus cada um também é uma florzinha única né com sua sua singularidade então a multiplicidade ela é necessária para que haja de uma certa forma essa interatividade essa troca essa experiência nas relações e da expressão né das possibilidades criativas né que que que é infinita né na vida não Então essa diferenciação e essa multiplicidade

orma essa interatividade essa troca essa experiência nas relações e da expressão né das possibilidades criativas né que que que é infinita né na vida não Então essa diferenciação e essa multiplicidade vai ao infinito mas ao mesmo tempo tem a unidade como é que é isso né como é que se relaciona essa essa essa questão que eu sou eu eu tô me diferenciando e na minha multiplicidade da existência eu sou Unic né E E ao mesmo tempo tô indo ao encontro dessa unidade né então me parece que é importante não confundir unidade com uniformidade n são coisas diferentes como é que queria provocar vocês como é que vocês entendem isso interessante a pergunta eh eu eu penso que usou a palavra diversidade multiplicidade me parece que a diversidade das disposições das alm no mundo é justamente acho que atuam como opostos também paraas nossas disposições é como se essa eh diversidade esse espectro de possibilidade Como a alma se se expressa Como a alma sente como a alma pensa para mim é o que motiva de fato nós estarmos no atrito sentido positivo no conflito no sentido positivo aí estarmos burilando nos and num processo em que o outro traz elementos que muitas vezes são importantes para mim como um oposto como um polo distinto de mim né talvez se entrar muito numa categoria ou numa numa linguagem muito analítica aqui mas é como se as minhas questões interiores com as quais eu tenho conflitos ou que estão às vezes polarizadas em mim que precisam de resolução integração à consciência Elas têm uma dialética Comim com a vida e a vida me instiga nesse movimento a ter que lidar com essa polaridade ter que lidar com essa diversidade e nesse Campo da experiência da experimentação é que me parece que aí tá se produzindo alma aí é que acontece alma aí se faz alma nesse movimento não sei se ajuda a sua instigação e o que que tu acha eu traria Joana aqui quando ela diz assim olha obedecer aos imperativos da das polaridades que se manifestam no mundo terrestre tudo trabalha em favor da unidade marchando para o equilíbrio e

tu acha eu traria Joana aqui quando ela diz assim olha obedecer aos imperativos da das polaridades que se manifestam no mundo terrestre tudo trabalha em favor da unidade marchando para o equilíbrio e a harmonia então é necessário esse embate se a gente pensar é outro princípio do Hermes que é o princípio das polaridades então do um faz-se o dois então eu tenho uma unidade dessa unidade primeira parte forma a dualidade forma os os opostos das polaridades aí vem essa multiplicidade e nesse embate Entre esses pares de opostos é que vai surgindo a consciência então da tensão desses opostos nós vamos formando a consciência e vamos formando a unidade Então olha que lindo né a gente pode ver a tábula de Esmeralda aí né Do do um faz o dois do dois faz o três e aí volta depois pro um que é essa unidade final que é o resultado disso então nós precisamos desse Todo Nós precisamos da dualidade nós precisamos desses pares de opostos que nos colocam que na realidade são coisas são pares de uma mesma coisa né bem mal são são duas coisas partes de uma mesma coisa em em intensidades Diferentes né então quando eu falo de mal eu estaria dizendo que ele é ausência do bem e então ele vai aumentando a sua graduação até chegar nesse outro parte oposto e e e nisso a gente pode brincar e sofrer e e e e se debater né indo de uma polaridade para outra e É nesse embate que eu vou me me me reconhecendo enquanto ser então eu preciso do outro para ser esse espelho que aí por meio desse outro eu me projeto eu me vejo eu me reconecto E aí eu consigo me diferenciar e me tornar único inteiro apesar né Posso não ser como os outros gostariam Mas eu sou aquilo que eu sou então e é a aqui nessa fala da Joana ela vai est falando o quanto que essa polaridade ela vai trabalhar em favor dessa unidade né então é uma coisa muito interligada entre uma coisa e outra é interessante questão da dualidade que ela que ela coloca aqui né A questão do simpático e do par ático né que ela pega o exemplo então da fisiologia né que

muito interligada entre uma coisa e outra é interessante questão da dualidade que ela que ela coloca aqui né A questão do simpático e do par ático né que ela pega o exemplo então da fisiologia né que essa polaridade no sistema que do funcionamento do organismo do sistema nervoso né e depois ela pega a filosofia chinesa do do yang né o duas polaridades que de uma certa maneira na no taoísmo né Eh representa a base fundamental de toda a Constituição do universo né porque se a gente vai pegar o ting como um dos livros eh básicos né da da da da tradição chinesa e da filosofia taoísta é um é um livro que não tem palavras né e todo ele é formado unicamente por duas linhas uma inteira que é o criativo a linha yang e uma cortada né que é que é o o receptivo que é o in que é o feminino e todo o universo né vai se desdobrando a partir das relações estão formando trigramas que são três linhas que se formam depois com mais trando que grama que é o desdobramento dessas forças na multiplicidade de expressões que vão falar paraa questão da cultura da sociedade da política chinesa então o insting ele acaba sendo um livro de Sabedoria que o Emmanuel explica lá no no livro A caminho da luz que é um livro que que representa a evolução do o processo evolutivo né E que realmente começa da dualidade então parece que o o o um como princípio o um é o princípio Como diz heidger um como princípio o dois como unidade então só existe a unidade no dois porque o um é o irrepreensível é o é o in cogn né é indescritível né então a para ver a unidade primeiro tem que vir o dois e e o Yung vai dizer que a consciência ela surge a partir do do dois né ou seja desse embate de força tem que ter uma Costa de conflito de tensão para gerar energia então a dualidade é o desdobramento das potências originais que que vão gerando então forças Ares e ao mesmo tempo antagônicas para desdobrar essa multipl de fatores mas como diz a a Adriana né concorrendo para a harmonia do universo ou seja tudo essa unidade concorre para um

ndo então forças Ares e ao mesmo tempo antagônicas para desdobrar essa multipl de fatores mas como diz a a Adriana né concorrendo para a harmonia do universo ou seja tudo essa unidade concorre para um sentido harmônico para beleza e para harmonia ou para perfeição então essa unidade ela não tá eh se opondo à multiplicidade né na verdade essa unidade é mais o arranjo né Eh de uma dimensão que transcende a a realidade múltipla num sentido maior que do ponto de vista psicológico seria de sair do e né E por uma dimensão transpessoal transistor e romper o tempo né E aí tivesse nío de consciência unitário de compreensão mesmo que a vida vai se desdobrando em suas possibilidades mas diverso mas é tu tá aqui na multiplicidade mas em comunhão nessa unidade maior que na verdade é Deus uhum chegar na unidade é chegar nessa comunhão com o Divino e estabelecer então uma participação amor né naquilo que a gente viu no encontro passado que enciente sagrado então aquilo que a Joana vai trabalhar como inconsciente sagrado no capítulo 4 se desdobra nessa busca experiência de unidade aqui no capítulo hum muito bom muito bom eu tava lembrando dessa ideia de que o despertar ou nascimento da consci na condição humana eh faz com que surja o primeiro par de opostos que é o reconhecimento eu e o não eu que é a ideia de que eu como uma uma unidade e que faço parte mas estou né Eh individualizado no processo em relação a esse mundo exterior então a ideia de de surgir a experiência a existência consciente pro espírito é maiúsculo envolve essa ideia da Separação do um dos do existe um primeiro e existe o dois Talvez o dois seja isso o sujeito e o objeto eu e o fora e interessante isso pensar dessa maneira que a partir disso vai se construindo e tudo que temos hoje nasce desse lugar da possibilidade de experimentar de investigar e a ideia desse mundo fora ou de algo que tá apartado algo que tá separado cria esse espaço qua esse ambiente para que a vida possa florecer e o ego possa crescer conscientemente né mas de alguma

igar e a ideia desse mundo fora ou de algo que tá apartado algo que tá separado cria esse espaço qua esse ambiente para que a vida possa florecer e o ego possa crescer conscientemente né mas de alguma forma temos um movimento que diz assim OK separou mas é um movimento que de volta a um caminho de volta para uma um sentimento uma percepção em torno do que é a consciência em relação a essa unidade que se busca né Uhum Com certeza H há uma ideia né de de que quanto mais um conteúdo se se apresenta paraa consciência alguns psicólogos falam mas ele se manifesta de maneira dupla E dual então no inconsciente a unidade na consciência a a dualidade que gera multiplicidade mas essa consciência na medida que ela se torna múltipla ela vai encontrando na multiplicidade a compreensão de novo do Uno que tá lá na sua dimensão original né no seu sua dimensão mais essencial então é interessante esse esse movimento né tão rico e de de de jogo né de da que queessa dinâmica da vida né e mas a gente nunca sai do Uno na verdade né gente a gente tá sempre no Uno a gente tem uma eh experiência como se fosse dividido como se fosse Dual né talvez essa experiência é necessária porque a consciência tem que se diferenciar mas na verdade é como se fosse uma ilusão necessária né para gente poder compreender e realmente fazer esse caminho de de conexão e de comunhão para essa volta ao Uno como ela tá propondo aqui né Uhum E aqui el ela coloca dentro dessa linha de raciocínio aqui no parágrafo 12 ela diz assim ó membro do organismo Universal Então é isso é essa unidade então eu ser humano faço parte desse organismo Universal que é esse esse um eh na sua organização celular é uma é miniaturização veja aqui entra outro princípio do Hermes que é o princípio de correspondência onde o meu corpo somático ele corresponde a esse Cosmo Então se o meu corpo tem eh pulsação movimento a circulação o macrocosmo também tem movimento tem circulação né e demonstra essa unidade individual Então olha como ela é profunda né ela vai trazendo essa

ão se o meu corpo tem eh pulsação movimento a circulação o macrocosmo também tem movimento tem circulação né e demonstra essa unidade individual Então olha como ela é profunda né ela vai trazendo essa ideia de uma unidade individual que deve representar a harmonia que vigorará quando todos os homens se equilibrarem nos ideais do Progresso avançando para a grande realidade então aqui ela vai chamando cada um de nós da Necessidade que todos nós temos que atingir esse equilíbrio não adianta eu tentar ir sozinho né ah eu toda egois Sinha quero ser tão diferente de todo mundo mas enquanto nós não formos juntos não haverá essa grande realidade né por isso ela vai convocando para sair desse movimento eh da inconsciência E aí vai chamando para eh sair da introspecção e indo paraa Lucidez sair né Desse choque que vai dando na gente de como nós estamos o que nós somos que na realidade ela ela ela aí ela afirma somos essa centelha de vida que tá na carne nós estamos na carne Mas nós somos essa faisquinha de Deus olha que lindo isso né e isso é importante para que a gente possa Então por meio disso fazendo com que a gente vai criando essa unidade né entre o micro e o Macro o dentro e o fora Uhum eu queria aproveitar o que tu tá dizendo que me parece que todos os dramas que nós vivemos durante o nosso processo civilizatório da experiência humana ele envolve essa limitação que nós temos no campo do Ego de uma consciência mais Ampla em relação a como agir como atuar como fazer então Eh quanto menos consciência mais gravitando gravit em torno dos nossos próprios desejos ou do nosso grupo ou de coletividades com as quais estamos identificados mas isso de alguma forma se contrapõe e e chama atenção uma uma frase que o Paulo Apóstolo espírito escreve O Livro dos Espíritos no final do livro ele tem uma mensagem que ele começa dizendo assim gravitar para a unidade Divina Eis o fim da humanidade e para atingir três coisas são necessárias a justiça o amor e ciência e é interessante que quando a

tem uma mensagem que ele começa dizendo assim gravitar para a unidade Divina Eis o fim da humanidade e para atingir três coisas são necessárias a justiça o amor e ciência e é interessante que quando a gente pensa nesse movimento do Ego em relação à alma ao self e a ideia de que quando a gente consegue perceber os designos e buscamos alinhar nos comprometer com essas verdades mais profundas parece que nós conseguimos consagrar essa Gravidade em torno deste ideal que é a unidade Divina que tá em nós e que tá no universo mas é um alinhamento que demanda um processo longo uma n longa para a alma conseguir compreender que esse é o destino Este é o caminho até lá nós vamos tá ainda peregrinando por caminhos muito ásperos ainda mas acho que isso torna Agridoce a jornada humana né da experiência da vida mas sabemos Qual o destino né Uhum é isso me lembra uma uma frase de Hegel que diz que a gente precisa de uma multiplicidade de arte e uma unidade né e um e uma unidade né de princípios que é a lei né o Platão ele via justamente essa dinâmica do universo entre a unidade e a multiplicidade onde a unidade é a lei é o Logos né que que dá que é a razão e a e a multiplicidade de anan que é mãe de todos os caminhos que é necessidade né Então na verdade né O que que que ela tá falando de de de unidade é isso Estou trazendo aqui né sobre essa questão da dessa Harmonia né e e e e e parece que na vida todo esse processo da lei de causa efeito que que provoca rupturas é uma tentativa de volta ao que é harmônico e Belo né porque é da Essência Divina beleza e harmonia e o universo compõe disso que esses movimentos naturais que a vida tem né na lei de destruição né que que a gente sabe que existe são arranjos para que essa harmonia possa se constituir em novas dimensões cada vez mais eh complexas e mais eh perfeitas né eh e e ela vai trazer isso paraa dinâmica de toda a vida não só das vidas das relações espirituais da sociedade mas no próprio processo que envolve a dinâmica da saúde do corpo né então vai tá se

s né eh e e ela vai trazer isso paraa dinâmica de toda a vida não só das vidas das relações espirituais da sociedade mas no próprio processo que envolve a dinâmica da saúde do corpo né então vai tá se referindo a a esse movimento da unidades Eesse nessa necessidade de compor né o conjunto somático né onde cada célula é uma consciência né Eh E e essa consciência unitária interage com todo formando uma unidade né e que o Espírito Então seria também ser eixo unificador unitário da da da minha realidade né que é e a minha subp personalidades né minha meus complexos Meu Ego minha sombra e também o meu corpo com minha com onde cada célula reflete né parte da minha natureza nesse conjunto unitário que é justamente a minha mente ou o espírito Acho interessante né ela vai trazendo esse desdobramento dessa relação o que ela traz aí dando sequência Gelson dessa questão que você colocou que é bem interessante que a partir dessa mente né então o conflito pode né adoecer esse corpo né já que a gente tá falando desse P de oposto né corpo alma espírito matéria eh Então pode e haver ali um dilaceramento orgânico produzindo uma patologia mas olha que interessada ela diz interessante ela fala que ultrapassada a fase da manifestação da enfermidade então a enfermidade depois ela conclui é necessária e nem sempre é uma questão cármica né ela vai trazer bem no finalzinho do texto Então ultrapassada essa fase da manifestação das enfermidades Olha que pela evolução moral aí Ela traz o espírito o padrão energético a evolução moral dele vai surgir eu achei belíssimo isso a necessidade de conscientemente comandar o corpo Olha que lindo então a a gente vê a enfermidade até com esse papel de um despertamento do ser de que ele precisa cuidar desse corpo por meio de de uma alimentação equilibrada por meio da energia O que é que eu né introjeta né o que eu gosto daquela música Você tem sede de qu né você tem fome de qu Então o que é que você tá ingerindo no teu alimento né E aí é é é necessário que nós vamos comandar o

é que eu né introjeta né o que eu gosto daquela música Você tem sede de qu né você tem fome de qu Então o que é que você tá ingerindo no teu alimento né E aí é é é necessário que nós vamos comandar o nosso corpo para manter esse bem-estar eh eh psicofísico Então veja aí a gente lembra Jesus dizendo vós sois Deuses né Então essa a harmonia íntima é com essa questão da mente a mente podendo programar essa matéria e aí cada órgão é uma unidade Então se essa unidade de alguma forma ela desprograma e ela enlouquece que é o que uma célula quando enlouquece vai surgir uma patologia como um câncer que que é um câncer é uma célula que enlouqueceu e ele foi se multiplicando infinitamente Então veja que linda essa unidade corpo alma né e aqui ela colocando a mente como a necessidade que a gente tem desse comando do corpo Gostei muito disso inclusive na mitose né ela vai falar que e a mente pode interferir nesse processo de divisão celular que é a própria mitose né que vai sofrer a ação da energia dessa mente é interessante que subjaz a ideia de unidade a a ideia de como que espírito e corpo se se movimenta numa Encarnação e uma unidade uníssona que repercutem um sobre o outro então sabe o que é interessante é pensar que o Kardec quando ele escreveu O Evangelho Segundo o Espiritismo o capítulo sede perfeitos o último item do capítulo é cuidar do corpo e do espírito Então já uma ideia de que é necessário Cuidar dessa dessa dualidade da experiência né como forma de encontrar esse equilíbrio e me chama atenção muitas vezes quando nós somos visitados pelo adoecimento que a reação comum é é o queixume é a dificuldade de acolher de aceitar e a Joana tá trazendo uma ideia de uma ideia propositiva de prestarmos atenção no que que nos do que se passa no corpo com descrição de elementos necessários para que a alma repense caminhos repense emoções repense posturas repense valores repense ideias para reencontrar o equilíbrio que às vezes pode demandar mais de uma vida mas a gente precisa

cessários para que a alma repense caminhos repense emoções repense posturas repense valores repense ideias para reencontrar o equilíbrio que às vezes pode demandar mais de uma vida mas a gente precisa começar em algum ponto essa harmonização esse caminho de de uma repactuação de Equilíbrio energético entre o espírito né e o e o corpo né então novamente a ideia da unidade tá aí a unidade presente né reivindicando cuidados e é que de uma certa maneira né a a essa essa dualidade dentro de uma de um certo monismo né ou seja né Essa dualidade ela não tá separado né como se fosse duas realidades distintas Na verdade são realidades são distintas mas não mas não são separadas na né Eh então não há separatividade né Eu acho que isso que é importante né Porque a vida é é feito de perspectiva então a esse perspectivismo é necessário pra dança cósmica da existência né ou seja né o sim o embaixo o sim o não em cima e embaixo essa dimensão que envolve que ela até coloca aqui né entre como se está e o que se é na verdade né o que se é é aquilo que a gente sempre foi enquanto espírito né a ca divina e o que se está é a dimensão egóica no nível de consciência que a gente transita num certo momento então a gente vê que esse jogo de dualidade n que envolve dois padrões psicológicos emocionais a saudade né de um lado que é essa ação com o passado e a ansiedade que é a insegurança em relação ao futuro que representa esses dois jogos entre o passado e o futuro eu tô aí nessa cruza crucificado né entre os opostos né entre o passado que eu não eu tenho que abrir mão e o futuro que ainda não conquistei esse homem complexo né então homem complexo é homem dividido Então essa divisão é a divisão momentânea desse processo de maturidade psicológica que a gente vai aos pouquinhos conquistando e nesse jogo de perspectiva a gente vai encontrando o nossos eixos né suportando a polarização a gente encontra esse terceiro não dado que é o self né então o vai dizer né que a crucificação dos opostos é justamente

perspectiva a gente vai encontrando o nossos eixos né suportando a polarização a gente encontra esse terceiro não dado que é o self né então o vai dizer né que a crucificação dos opostos é justamente a gente aprender a suportar e e e esse jogo e suportando não se identificando nem com um lado nem com o outro ter energia suficiente para que o terceiro se apresenta que é justamente o self ou seja essa dimensão mais de eh maior da de uma consciência eh espiritual que vai fazer a síntese né então a síntese é de uma certa maneira a integração desses opostos que na verdade nunca se separaram nunca dissociaram mas que vivem numa relativização eh necessária e ilusória para que a gente possa de uma certa maneira percorrer o caminho do despertar da consciência né então Eh como se e na individuação aprende as coisas asas as coisas tem que se separar para depois integrar né separa e integra né então movendo a vida a criança vem da mãe tá numa unidade emocional tem que separar para se tornar um indivíduo e e diferenciar daí briga na adolescência com os pais porque ele quer ser ele mesmo e quando está na adulto ele reconhece o valor dos Pais né e a sabedoria se reconcilia novamente com aqueles pais né e ele vai ser pai também é esse jogo de troca né de papéis que a vida impõe na para que a gente possa ir gerando essa consciência n na nossa vida e sim não Am Não eu quero daí trazer a partir disso essa ideia que você tá trazendo que a doença não é cármica que é uma coisa genial que ela coloca aqui né só tudo isso para voltar ao ponto de vocês né que que a vida tem que desacomodar e que é essa esse lado da idade que nós somos tanto Yang como yin né a Polo positivo e negativo masculino e feminino que pertence à própria natureza formando humanidade tem dança né nesse jogo e que muitas vezes há uma um desconcerto entre eh o movimento da vida e a minha identidade psíquica como ela coloca aqui né nesse nessa nessa dimona que que Adriana trazendo gerando conflito e gerando a doença Então ela

há uma um desconcerto entre eh o movimento da vida e a minha identidade psíquica como ela coloca aqui né nesse nessa nessa dimona que que Adriana trazendo gerando conflito e gerando a doença Então ela fala que a doença portanto pode ter uma função psicológica Olha só isso eu achei genial ela falar isso porque é uma coisa que a gente geralmente eh como tu tava de trazer na di tem um preconceito com a doença com a dor e com sintoma e aqui ela tá sendo bastante Clara quando ela diz que a doença aqui na página 68 no meu livro né Diz antes de terminar um pouquinho a o item a doença pode portanto ter função psicológica sem fator cármico decorrente do do doloroso processo inevitável da evolução ou seja esse conflito essa dualidade é necessária e nesse arranjo esse conflito se faz importante e que vai se refletir muitas vezes também na doença Então nem sempre é uma coisa carma que eu tô em contra leer é uma necessidade da alma de se expressar e viver eh eh rupturas e adaptações em favor da evolução como ela tá colocando aqui uhum o que talvez nos instigue a pensar sobre sentir dos outros para esses processos E que nos ajudam a sair de um ado ento que pode surgir do adoecimento né a doença física pode levar certas condições né Clínico psicológicas de não aceitação eu lembro lembro um caso de um s desconexão daí tu tá realmente da non anidade tu tá desconectado né Sim sim eu lembro um senhor que tinha um câncer gravíssimo fez Um transplante mas eu me recordo dele nunca ter mudado era a mesma pessoa agressiva eu acho que H E aí o o ego reativo né Não ele não aceita a condição tanto quanto Indomável é e claro é um processo que cada um tem que lidar mas pensar doença como um caminho eh pode nos ajudar encontrar elementos interpretativos novos de compreensão de certos fenômenos que nos visitam que visitam os nossos amados visitam as pessoas com quem a gente tá em contato mas que são elementos que podem ser restauradores de caminhos para essa unidade do sentido mais profundo filosófico né da

que visitam os nossos amados visitam as pessoas com quem a gente tá em contato mas que são elementos que podem ser restauradores de caminhos para essa unidade do sentido mais profundo filosófico né da alma se encaminhando para processos mais mais mais lúcidos né mais harmônicos né então a gente pode de manira falar de falar essa frase de Joana de uma outra forma dizer que a doença é uma necessidade paraa alma ela não é contingente ela não é desnecessária não é um um impecílio não é algo que a gente quer evitar simplesmente tirar da nossa vida é como se a doença fosse algo que a alma produz para ela mesma né nessa circularidade encontrar significado e sentido né a epistrofi de Platão Ou seja a alma ela circula repete padrões sintomas numa tentativa de encontrar um significado porque a doença não tá na doença a doença tá num atitude do do Espírito lá atrás a doença na verdade é né o caminho de reconciliamento né e a gente põe na doença o problema o problema tá comoo falou tá na pessoa que não mudou na caa consciência agressiva revoltada que insiste em não se dobrar né pra vida e ser humilde e aceitar a realidade e abrir para novas perspectivas necessárias para seu aprendizado Essa é a doença Essa é a perturbação E aí Ela traz as o fechamento né então ela trouxe isso a doença como uma uma função psicológica e esse parágraf para mim foi o fechamento com chave de ouro quando ela diz buscando a identificação fraternal uns com os outros homens que a lei de amor deve-se tentar o mesmo afeto com os órgãos Olha que lindo aí eu vejo quando ela fala assim que didaticamente ela inverte o mandamento maior que a lei do amor que né Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo e ela inverte isso então ela fala assim então é amar a mim mesmo para aprender a amar o próximo e poder amar a Deus que é isso eu preciso amar essa célula que está de certa forma sem harmonia eu preciso de forma né Eh ativa e consciente envolver essa célula e dialogar com ela numa grande imaginação ativa e fazer com que

isso eu preciso amar essa célula que está de certa forma sem harmonia eu preciso de forma né Eh ativa e consciente envolver essa célula e dialogar com ela numa grande imaginação ativa e fazer com que ela volte ao equilíbrio e entender Qual a função psicológica que ela quer me ensinar né Então olha que bonito se a gente conseguir estabelecer aí um diálogo né numa imaginação ativa com esse meu órgão que adoeceu o que você tem para me dizer né Meu fígado depois que eu bebi tanto ent Fiquei tanto você O que que você tem a me dizer né então Ó o mesmo afeto com os órgãos e com o respeito profundo e consciente da evolução experimentar o desafio de avançar rumo da unidade na qual por enquanto o ser se encontra em distonia então nós estamos em distonia mas nós precisamos né desperta tu que dormes porque nós podemos trabalhar paraa construção dessa unidade começando nesse micro nesse microcosmo que sou eu as minhas células os meus órgãos os meus sistemas E aí com isso Eu me relaciono com esse Deus fora né os planetas os sistemas E aí eu consigo atingir né em parte eh a O que é possível dessa unidade a gente tem duas coisas aí né Adriana essa unidade ao mesmo no tempo que é o próprio amor né nessa relação de fraternidade que ela diz aqui com uns com os outros comigo com a natureza com o meu corpo né com com a vida com o universo né e consequentemente essa unidade é é Deus né quando ela tem ela tem a unidade com o maiúsculo né ou seja essa comunhão né nessa conexão com o Divino Então Deus unidade e amor aqui de uma certa maneira se relacionam de maneira intrínseca né e e e então viver o Uno é viver essa harmonia que o amor nos nos possibilita né de poder eh reconhecer que a gente não tá separado um dos outros e que a dor do outro me compete e assim como eu sou responsável por mim responsável por por por todos né nesse jogo né de de cuidar de responsabilidade né que nos sustenta não por uma obrigação mas Aim deou por um convite justamente de amor né de reconhecimento do valor das coisas e do outro e do

odos né nesse jogo né de de cuidar de responsabilidade né que nos sustenta não por uma obrigação mas Aim deou por um convite justamente de amor né de reconhecimento do valor das coisas e do outro e do quanto eu sou grato né a existência do outro da vida e poder realmente reconhecer isso me doando né e e e compartilhando e oferecendo também o meu melhor pra vida e pro meu irmão então eh eh esse movimento aqui que de uma certa maneira eh a gente chega que envolve e que que estado de equilíbrio não se não deixa de ser então um caminho que ela finaliza aqui o item de cooperação né a gente vai cooperar para um conjunto harmônico Diz ela né e e assim eh temos essa essa experiência a vivência do que é o a a o Plenitude em nós mesmos e na relação com com essa totalidade né Então essas duas coisas sendo experimentadas É bem interessante né Eh tem um tem um poeta norte-americano que ele diz assim eh um dia todos nós vamos cair e nós vamos chorar e talvez neste momento nós seramos capazes de entender tudo todas as coisas e o que me chama atenção é que de fato nós experienciamos certos lances de vida que nos coloca em situações de muita vulnerabilidade seja individual seja coletiva e que parece que vem um Cair Em Si mais profundo vem algo que nos faz reconhecer despar questões que até então pareciam adormecidas em nós e a ideia da experiência coletiva ela ela fustiga mas ela também parece que impulsiona certas questões ões que às vezes individualmente nós não conseguimos sentir então coletividades comunidades em um amplo sofrimento até como fala o geógrafo brasileiro Milton Santos da experiência da escassez da precariedade pode nascer a solidariedade e a gente descobrir uma forma nova de viver a vida e que última instância é o despertado o amor em nós né então que a gente possa beber nessa fonte sempre é o que a gente tá vivendo agora aqui no sul né com enchente né Essa tragédia que une né que que rompe esse separativo né polarizado da política ou da religião seja do que for né Então essa desgraça

e é o que a gente tá vivendo agora aqui no sul né com enchente né Essa tragédia que une né que que rompe esse separativo né polarizado da política ou da religião seja do que for né Então essa desgraça de uma certa maneira rompe com essa diferença que essa unidade do sofrimento e do esforço de sensibilizar Todos Nós Diante da da da condição né que a gente contra né então eu vejo muito isso né se de um lado esses momentos são momentos que a gente pode cair no buraco e o buraco é eu ficar inseguro ficar com fantasia destrutiva colocando sozinho não na unidade Divina não na confiança e no otimismo eh que me envolve sabendo que Deus e o amor dele permeia to então eu posso me isolar né num certo negativismo que num buraco numa fantasia eh negativa catastrófica Apocalíptica e ficar vivendo inseguranças e e e me alimentando disso ou na revolta como aquele aquele caso que tu falou né da pessoa com tumor ficar revoltado então Eh isso me aparta Mas eu posso ser solidário como tu falou né posso sensível né e não e não me sentir sozinho e na unidade amorosa do cuidar e ser cuidado o encontro esse essa possibilidade realmente de vivenciar né essa harmonia esse equilíbrio que me sustenta e que me e me dá uma experiência de de pertencimento né de comunhão que é de uma certa maneira psicologicamente parte dessa de de da desse lugar de unidade aqui que a gente tá tá trazendo hoje aqui no estudo da benfeitora é interessante Então a nossa postura vai refletir né se a gente tá tá ainda na divisão né em diábolos é o que divide né o diabólico o que divide né tá no diabólico né ou tá no simbólico naquele de buscar um sentido unitário de totalidade naer que participa e nos convida né a viver a vida por inteiro e e e nos comunicar através justamente desse dessa lei do amor que nos une a todos e da qual Deus né é a expressão máxima né então Eh e é interessante que o capítulo começa com com com essa questão né e no próximo encontro a gente vai trabalhar justamente realidade e ilusão né Eh então ela vai eh aprofundar esse tema né

né então Eh e é interessante que o capítulo começa com com com essa questão né e no próximo encontro a gente vai trabalhar justamente realidade e ilusão né Eh então ela vai eh aprofundar esse tema né E vai trazer questões bem interessantes aí que envolve daí alguns aspectos psicológico interessante que a gente vai ver que é que é essa essa ilusão que é a consciência de culpa por exemplo né mas você fica aí pro próximo encontro né gente não sei se querem finalizar mais alguma coisa erar nosso estudo alguém quer eu eu lembrei de uma pequena história que contar achei muito interessante dessa questão da busca pela Unidade o Buda tinha um discípulo que era o arjuna e diz que ele era um homem jovem muito bonito e certa feita uma moça se encantou por ele né e queria ficar com ele queria se fusionar com ele ele tinha que ser meu e que de alguma forma é uma dimensão de unidade Mas é uma unidade meio que fantasiosa em relação a ter o outto para si e ela sabia que ele era discípulo de né um discípulo de buda e pediu ajuda a uma bruxa né a uma feiticeira e que ela disse eu vou fazer isso para você então só que quando ela vai até arjuna percebe que ele tá protegido não H ela não conseguia chegar no campo vibratório dele e eu disse para ela olha desista Não há como chegar nesse rapaz mas tem um caminho Quem sabe se você forse melhorando quem sa você for compreendendo o que Buda tem a dizer Você pode tornar um espírito né mais luminado e quem sabe conseguir estar com a juna e a história é bonita um dado momento quando ela consegue chegar a ele ele fala eu não quero mais você porque hoje eu entendo que o amor é algo que é muito mais profundo e não tá apenas direcionado a uma pessoa tá destinado a um a a um sentimento que ele é coletivo e profundo de humanidade que interessante né Na Busca de um um de forma egóica ela encontrou um caminho para amar de uma forma unitária mais profunda e mais Universal muito bonito né Certeza fo quebrando a ilusão né compreendendo realmente o que significa essa unidade

rma egóica ela encontrou um caminho para amar de uma forma unitária mais profunda e mais Universal muito bonito né Certeza fo quebrando a ilusão né compreendendo realmente o que significa essa unidade esse amor né É É verdade muito bem gente então agradeço aí a Adriana o Tiago né E você já tiveram uma pelinha quanto vai ser interessante encontro on a gente vai continuar Então nesse capítulo trabalhando então o item realidade ilusão eh Desejamos a todos Muita paz um grande abraço e o convite de continuar conosco nesse estudo até a próxima então gente

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