T8:E30 • Desperte e seja feliz • Natal de amor

Mansão do Caminho 28/08/2025 (há 7 meses) 56:41 2,086 visualizações

No episódio final da oitava temporada, Gelson Roberto, Adriana Lopes e Tiago Rizzotto encerram o estudo da obra Desperte e Seja Feliz, de autoria espiritual de Joanna de Ângelis, com o capítulo “Natal de amor”. Uma reflexão profunda sobre o nascimento de Jesus como marco de renovação espiritual e inspiração para a vivência do amor incondicional. Um convite à integração dos ensinamentos do Cristo na vida cotidiana, selando com esperança e luz esta jornada de autoconhecimento e transformação interior. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia

Transcrição

Alô, amigos. Bem-vindo a todos que nos assistem nesse nessa trajetória do estudo da série psicológica Joana deângeles. Eh, e nós, né, que chegamos, né, nesse último capítulo do desperto. Seja feliz. a nossa alegria aqui tando com a Adriana, Thaago, para podermos trabalhar esse último capítulo e nossa alegria da presença de todos aqui que nos acompanham nesse trabalho maravilhoso que Joana nos oferece. Então, bem-vinda Adriana, bem-vindo Thago, a todos vocês que nos acompanham também, nosso abraço. E esse último capítulo que Joana nos traz é muito bonito, né? ela enterra, né, o livro Oper seja feliz com o capítulo número 30, Natal de Amor. Então, eh, que tem um caráter bem simbólico, né, aqui é um capítulo que que vai muito além da data festiva, né, e traz o significado profundo do que significa realmente o Natal em nossas vidas, né? eh esta que representa essa presença de Jesus, né? Eh, que foi anunciado, segundo a benfeitura, por várias profecias que se realizaram identificando ele, né, como esse sol, como ela diz, né, a iluminar o nosso planeta e aos nossos corações. Então, vamos se ocupar um pouquinho desse capítulo, né? e começar a trabalhar um pouquinho o que ela nos oferece. Alguém quer fazer, começar a fazer algum comentário da da leitura do que, né, mobilizou essa eh esse texto de Joana? >> Eh, olá a todos. Eu só queria dizer que eu achei bem curioso, né, a forma que ela começa, né, ou seja, que ela encerra o livro falando de Natal do Amor. Então, eh, isso leva a gente a pensar que a partir do momento em que há esse despertamento, né, porque o nome do livro é desperte seja feliz. Então, a partir do momento em que o ser desperta, tem essa tomada de consciência, a partir desse momento se faz Natal em nós, né? Então, olhar para esse Natal não apenas como uma data comemorativa, né, eh, simbólica cristã, mas poder olhar paraa gente e ver dentro de dentro de nós o momento que há essa ressurreição, esse renascimento, né? Então, eu achei brilhante a forma e aí eu gostaria de

va, né, eh, simbólica cristã, mas poder olhar paraa gente e ver dentro de dentro de nós o momento que há essa ressurreição, esse renascimento, né? Então, eu achei brilhante a forma e aí eu gostaria de retomar um pouquinho a introdução na página oito, quando ela diz assim, ó: "É necessário que haja um despertamento para os valores do Espírito eterno, a fim de que se consiga a identificação consigo mesmo e com o bem. E se a gente pensar pelos neoplatônicos, o bem é essa totalidade que é o uno, né? Então, quando eu desperto pro bem, eu desperto, eh, nasce Jesus em mim. Então, Jesus, simbolicamente esse representante de Deus na consciência, né, nessa nesse renascer. Thago, o que que você acha desse último capítulo tão curioso e tão profundo, né, do livro? >> Olá, amigos. Esse capítulo encerra esse livro belíssimo. Natal é uma data muito importante no nosso calendário, mas o calendário da alma, né? No no mundo ele tem essas significações, mas o calendário da alma, eh, lendo, tá? Eu senti eh como se ela dissesse assim: "Mesmo diante da aridez da experiência, tem esperança, porque uma chuva, seu tempo virá para fazer florescer aquilo que parece ainda tão estéril, aquilo que parece ainda tão tímido dentro de você. Então, eh, ela vai, ela vai, daqui a pouco nós vamos entrar esse esse tema, né? Mas ela vai se versar de uma descrição muito importante sobre a conjuntura histórica e espiritual da época em que Jesus chega. Mas ela parece que faz sentilar no texto que encerra esse livro, a esperança, né? a confiança e a ideia em que ela de alguma forma ao descrever Jesus retornando numa mã deoura, ela faz lembrar que todos nós temos dentro de nós uma mão deoura. a um locus de renascimento, a um lugar que se aquece por meio da experiência e que ela sintetiza num amor com esperança aprofunda e que demarca um sentindo novo que a alma se percebe renascendo, reconciliando, né? E me parece que essa é uma mensagem central em torno desta experiência iluminada que é o Natal. >> Eh, tu comenta sobre a imagem da

m sentindo novo que a alma se percebe renascendo, reconciliando, né? E me parece que essa é uma mensagem central em torno desta experiência iluminada que é o Natal. >> Eh, tu comenta sobre a imagem da manjedora. Eu acho realmente ela é bastante rica e profunda pelo caráter, né, que que se deu esse processo do nascimento dele, né, tinha esse momento eh da perseguição, né, que que tava ocorrendo das crianças do censo, né, que tava sendo realizado. A Jona faz menção, né, a isso aqui, né, eh, que eles estavam fugindo, né, da da das exigências de César, né? Eh, eh, então é o momento de crise, de perseguição da sombra, que quer impedir que a luz venha à tona, né? E ela comenta aqui ao mesmo tempo que eh também é esse o cenário da terra como um todo a nível social, a nível econômico, a nível religioso. >> Eu gostaria de retomar trazer uma frase do Jung a respeito da manjedora, né? Então o Jung diz assim que o ego individual é a manjedora na qual nasce o menino Jesus. Então, interessante, né, quando Jung traz isso, que o ego individual é a manjedor. Então, quando o Thiago fala desse local, né, onde nasce esse locos, então o Jung já traz também essa imagem de um recipiente psíquico, onde ali possa constelar, onde ali possa, eh, representar o nascimento dessa consciência individual, né? Então, primeira ideia que essa frase do Jung, tão importante, tão profunda, nos traz, é do ego como um recipiente, né? ele representando a consciência individual e é comparado à manjedour de Jesus, na qual nasce e como um recipiente simples e humilde, trazendo essa ideia da humildade, né, da necessidade que o ego tem de se tornar humilde para receber nessa consciência mais ampla do self. Então, é uma postura de da construção de um espaço psíquico. Então, para que haja esse Natal em nós, nós precisamos primeiramente criar esse espaço psíquico para esse nascimento desse sangrado, né? Depois a ideia dali é o nascimento do próprio selfie, o que seria, né, o menino Jesus simbolizando o self, o si

isamos primeiramente criar esse espaço psíquico para esse nascimento desse sangrado, né? Depois a ideia dali é o nascimento do próprio selfie, o que seria, né, o menino Jesus simbolizando o self, o si mesmo, a totalidade psicológica que nasce dentro do ego. É o que a gente fala, né, Jung chama daudei. É a imagem de Deus representando, representado nessa consciência. Então, olha que bonita essa ideia de que algo maior macro possa ser constelado no micro a partir do momento desse Natal interno. E finalmente a ideia de integração e transformação, que é essa metáfora, né, que surge o ego, eh, que sugere que o ego deve abrir se abrir para acolher o selfie, né? Então, permitindo esse Natal em nós, esse nascimento da consciência. Então essa frase do Jung é maravilhosa trazendo, né, que o ego individual é a manjedoura, na qual nasce o menino Jesus. Então, é uma frase muito bonita que nos traz a necessidade da gente construir essa manjedoura todos os dias, eh, que possa dar a possibilidade do nascimento desse self, dessa totalidade, né, dentro do desse desse eu. Mas o que eu queria trazer justamente, né, que que de uma certa maneira quando esse cenário, né, delicado, triste, inseguro, né, e ele nasce na na manjedoura, num ambiente aonde ele convida, né, a terra toda a estar presente, né, o reino animal. os arbustos, as pedras, né, representando os diversos reinos da evolução que estão sendo tocados pela mente e pela presença amorosa do Cristo, que vem justamente despertar, né, essa humanidade. como diz André Luiz também num num dos textos dele, libertar, né, as nações, não na forma das necessidades da dessa ordem política e social como os homens estão acostumados, mas em função da vida eterna, né? Então, eh eh ele vai imprimindo, como a benfeitora falou, né, novos rumos à vida, né, e dirige diretamente ao espírito em todos os climas da Terra para justamente eh despertar essas energias sublimes que estão dentro de nós à espera de serem desenvolvidas. Era isso que eu queria ter atrás disso

diretamente ao espírito em todos os climas da Terra para justamente eh despertar essas energias sublimes que estão dentro de nós à espera de serem desenvolvidas. Era isso que eu queria ter atrás disso >> e que casou muito bem, sabe, com que uma proposta reflexiva que a querida Adriana tava fazendo com a gente enquanto você não voltava. Enquanto ouvia a vocês, me veio a seguinte ideia. Jesus, a seu tempo de seu apostolado, ele dizia que ele representava o caminho, a verdade e a vida. Então, se nós usarmos essa expressão, essa metáfora ou essas três metáforas, a gente pode dizer que na manjedoura da vida, na qual são as experiências que chegam a nós, existe uma verdade a ser descoberta. E essa verdade última é o espírito realizando-se, alcançando a sua própria verdade e que simboliza e que entra, vai de encontro, né, a verdade maior da vida, que é Deus e que é o amor. Então, quando Joana passa a fazer as descrições históricas conjunturais, ela vai dizendo as incertezas, né, as amarguras, as algemas da escravidão, o julgo, a ferocidade, né, a falta de esperança. É como se nesse cadinho da alma, na mangjedoura do nosso espírito, todas essas experiências vão chegando e se aglutinando e mobilizando essa verdade última que ainda cabe nós descobrirmos e que ainda é muito, ela é muito ainda pouco compreendida conscientemente. Então, para além de uma descrição histórica e eu tive eu tive essa assim essa leitura agora, Shainos, ela tá fazendo uma descrição do conjunto de todas essas experiências que essas pessoas, essas comunidades e esses povos, mas também que nos alcançam no curso da história humana, mostrando que todos nós passaremos por essas etapas, todas essas experiências que vão às vezes macerar e testar o espírito, testar o ego, elas são necessárias para que nessa manjedoura nasça algo mais bonito, brilhe algo mais consciente, né? Que se transubstancie essa gema preciosa que somos nós, né? Que somos nós espíritas. Então, é interessante que ao falar sobre a chegada de Jesus em contraponto a essas

brilhe algo mais consciente, né? Que se transubstancie essa gema preciosa que somos nós, né? Que somos nós espíritas. Então, é interessante que ao falar sobre a chegada de Jesus em contraponto a essas experiências que estavam aniquilando de forma violenta, né, as resistências do espírito das pessoas. Ela também diz, mas também nesse cadinho chega uma experiência nova, que é a experiência do amor, do cuidado, da ética, do respeito, do acolhimento, do perdão. E que são águas novas, são experiências novas que vão ajudar a nós ressignificarmos todas essas dimensões históricas aqui que ela fala pro campo experi psicológico do espírito. Então, algo muito profundo nesse texto último que encerra essa obra e que é de uma beleza ímpar, né? E ela fala dessa união dos tempos, né? quando ela fala assim, o seu ministério de amor foi um traço de união permanente entre o ontem e o hoje na direção do amanhã eterna. Então, é como se essa vivência, né, arquetípica do nascimento de Jesus, esse ser que nos é o governador do planeta Terra, ele que veio, né, que preside a formação desde a formação do planeta, o aparecimento dos grandes animais, né, a, e ele foi presidindo toda essa formação geológica da do planeta. depois o momento que eh surgiu a vida e aí ele vem nesse momento histórico, né, unindo passado, presente e futuro e também como um símbolo que eh dentro de nós essa eh concatenação de tempo e espaço também ocorre, né, e que isso metaforicamente também existe um locus, um local de nascimento e que é necessário que o ego tenha tem a condição de olhar, né, para quem tem olhos de ver, eh, eh, e apreciar a beleza desse nascimento em nós, desse grande ser que nos representa, né? Então, o fora, representando também o nascimento interno da desse sol que esbate a sombras e vivifica com luz e calor. Então, ela vai falando no decorrer de todo o texto a importância de quando estivermos nesses dias de sombra, porque sim, sabemos que a vida ela não é uma linearidade, ela apresenta dias de luz, dias de sombra, né? como

ando no decorrer de todo o texto a importância de quando estivermos nesses dias de sombra, porque sim, sabemos que a vida ela não é uma linearidade, ela apresenta dias de luz, dias de sombra, né? como Paulo disse, né, há tempo do nascer, há tempo do morrer, há tempo de da festa, a tempo da dor. Então, nesses eh nessas diferentes eh espaço temporal do nosso sentimento, eh que a gente possa focar esse sol para que a gente possa receber dele essa inspiração, eh, para suportar esses momentos assim como ele, né? porque ela fala que ele eh também passou por momentos difíceis, né? ele passou pela sua crucificação. Então, nós teremos momentos que a sensação é de crucificação, mas Jesus, né, o nosso sol que reflete eh a imagem de Deus em nós. >> É interessante, né, Adriana, que em vários momentos, eh, não sei quantas vez, em quantos momentos ela vai trazer essa imagem, né, de Jesus como o solda. Então é uma imagem para simbolizar a figura do Cristo, que justamente eh o Sol é o centro da vida do planeta, né? Ele ele nós estamos orbitando ao Sol e ele sustenta todo o nosso sistema planetário. Então a Terra não não pode viver sem o Sol. E aí em então aqui ela fala que ele é o sol. Em esse momento também ela vai afirmar que Jesus é esse sol, como tu comentaste, né? que esse rei solar, ela usa esse termo que mergulha na sombra terrestre para que não haja mais treva da humanidade. E a e aí diz Joana que a partir disso eh ele possibilita que a gente possa começar a se identificar com Deus, com o criador, né? Então ele realmente, né, eh, abre um campo tão fantástico, tão maravilhoso, que a gente não tinha noção, a não ser algumas religiões de mistérios, alguns bem alguns filhos de luz que já tinha eh trazido de uma certa maneira uma parte, né, da mensagem dele, mas ele veio realmente, né, inaugurar uma nova fase, né? Então, a ela também traz uma outra imagem de Jesus que eu gosto muito, que é o diamante estelar, que é uma imagem linda também que que que ela traz, né, que que ele irradia,

augurar uma nova fase, né? Então, a ela também traz uma outra imagem de Jesus que eu gosto muito, que é o diamante estelar, que é uma imagem linda também que que que ela traz, né, que que ele irradia, né, eh, esse brilho interno sem ser ofuscado, né, por pela sombra coletiva, né, que é uma que é a proposta que a gente vê é de momento onde que a a regência é do poder, né? Eh, ela fala assim de dor, dor sendida, de espionagem, de intriga, então a gente fala de uma dinâmica sustentado pelo poder. E ele vem trazer essa nova lógica, né? Eh, de, como diz o Thiago, de esperança e de amor, de compaixão, de auxílio, né? Eh, gerando, né, essa ideia do que que é o bem, né? O bem de todos, né? E aí ele vai clarear com essa luz, com esse como um diamante estelar a nossa consciência e despertando também nós esse diamante bruto para que nós possamos fazer nossa caminhada de transformação interior. E aí realmente eu vejo o Natal como esse nascimento do Cristo dentro de nós, não é? Eh, e que ela deixa aqui muito claro na mensagem dela que realmente é belíssima. Eh, interessante que a temporalidade de como o poder e as lutas que se implicam em torno do poder humano, elas não apenas envolvem esta historicidade ao tempo do Cristo, mas todos nós que às vezes nos debruçamos com um pouco mais de atenção sobre o que o mundo hoje e quais são as forças e os valores que governam o mundo de hoje, a gente passa a entender que a detenção de um poder, seja ele econômico, cultural, né, político, leva a esse estado em que se impõe às vezes lealdades inspiradas no mito, na ameaça, em uma disciplina em que é uma relação que é muito difícil ter uma lealdade com mais profundidade. E quando há o contraponto de que a violência chega a não violência, ao poder arbitrário que se impõe, chega o amor que convoca a uma confiança, uma lealdade mais profunda entre as almas. Parece que são eixos distintos em torno dos quais as almas eh farão suas decisões por aquilo que eles melhor satisfazer, né, no campo da vida. E ao

onfiança, uma lealdade mais profunda entre as almas. Parece que são eixos distintos em torno dos quais as almas eh farão suas decisões por aquilo que eles melhor satisfazer, né, no campo da vida. E ao falar sobre essa temporalidade tempo do Cristo, dessas lutas incessantes, eh há uma revelação interessante que ela escreve dizendo sobre o deserto dos sentimentos, né? Em que estado se encontrava essa psique coletiva no campo das emoções, dos sentimentos e como para onde ela eram eram governados. Eh, eh, eu recentemente tive oportunidade de ler um pouco mais no campo da sociologia ao tempo de Jesus. E a gente passa a entender que a mensagem da não violência, de perdão e de amor que eles nos convoca tem uma profundidade revolucionária para tempos em que tudo era resolvido na violência, né? Então, é um é um chamamento para uma outra forma, uma outra perspectiva de como viver a vida, de reverenciar a vida, de reconhecer o outro, de cuidar de si. Então, a palavra revolucionário nesse sentido, ela ela se encaixa muito para essa era nova que ele vem, né, estabelecer. E é paradigmático porque ele estabelece uma forma nova do que é o coexistir e até mesmo do que é o amar. Porque amar aqueles a quem nós já amamos é fácil, mas ser capaz de amar e sensibilizar pela a dor daquele a quem nós não amamos é um gesto de fato revolucionário. E >> interessante que ela nessa primeira parte do texto, até essa parte que, né, que foi citada agora pelo Thago, que ela fala da Judeia que era um deserto de sentimentos. Então, até essa parte do texto, ela tá descrevendo esse locus mesmo, esse espaço, momento, eh, que que em que momento que Jesus reencarna, que momento que ele vem pro planeta. Então, ela diz, né, onde a vaidade e a prepotência, a usurpação e o desmando se instalaram suas tendas. Então, até essa parte do texto, eh, e a gente for olhando e fazendo um contraponto com a psique, né? Eh, é da mesma forma, né, que antes do despertar dessa consciência eh em nós, o cenário em nós é muito

ão, até essa parte do texto, eh, e a gente for olhando e fazendo um contraponto com a psique, né? Eh, é da mesma forma, né, que antes do despertar dessa consciência eh em nós, o cenário em nós é muito parecido com essas questões do poder. Então, é a luta pelo poder, é a luta eh eh por por essa questão da vaidade, da prepotência, é o ego, né, o materialismo, a soberba, né, o egoísmo impelhando entre as relações e e há somente as sombras, né, reinando na psique. Aí é necessário. E ela diz que é nesse local que Jesus nasceu. Ou seja, Jesus nasceu, ou seja, quando há o nascimento da consciência. Eu me lembrei muito daquela parte na Bíblia, né, onde diz: "Faça-se a luz". E a luz se fez. Então, a luz é feita no momento do maior das trevas. E em nós também a consciência, ela vem nesse momento de trevas. E a o Fiat Lux, né? A luz se fez. dentro de nós, para que a gente possa aí a partir dessa pontinha de consciência começar a desenvolver todo esse processo que ela trabalha de uma forma tão bela, né, do do do processo de evolução. E esse processo, então, com a consciência, ele pode se ampliar e sair dessa esfera e do animal e então adentrar na esfera humana para para essa aquisição do sentimento, na na nessa construção do aprender a amar. Uhum. Eh, eu me lembrei de uma outra passagem ouvindo vocês do Despertar do Espírito, né? Eh, não me lembro qual é qual é o capítulo aqui que ela traz, mas num outro momento eh ela também fala da presença transformadora de Jesus. Tu vê, ela vai dizer aqui que ele que ele chega no momento de muito sofrimento. Então, é e isso tudo é o que o sofrimento é um pedido de ajuda, né? Então é com se humanidade nesse nesse campo de confusão, de embates, de injustiças, de eh tava vivendo um uma época de desespero, de desamparo, de confusão, de caos, eh num profundo sofrimento. E esse sofrimento é como se fosse um pedido de ajuda. Então Jesus vai responder ao sofrimento da humanidade, diz: "Olha, você não sabe como superar esse sofrimento, né? Mas eu

num profundo sofrimento. E esse sofrimento é como se fosse um pedido de ajuda. Então Jesus vai responder ao sofrimento da humanidade, diz: "Olha, você não sabe como superar esse sofrimento, né? Mas eu tô aqui para acolher vocês e para ajudar a encontrar um caminho que possa apaziguar vossos corações, né?" E aí e aí ela vai dizer nesse num outro momento do livro, né? Que a presença dele, o contato com com Cristo transformava qualquer um, né? qualquer um que tinha contato com isso se transformava justamente pela força do amor dessa luz que irradiava e tocava profundamente a estrutura de todos nós. Então ele ele inaugura aí a psicologia do amor, né, como um elemento eh autotransformador porque incita em nós, né? eh desperta, eh sublima os impulsos primitivos e nos faz reconhecer nessa outra dimensão, que é a dimensão do espírito imortal e da nossa natureza amorosa que precisa ser reconhecida e e desenvolvida em cada um. Então, e realmente, eh, essa essa imagem, né, do Natal, eh, é como se fosse não só o presente, né, que a gente recebe, né, não só a claridade que nos faz enxergar, mas aquele que nos acolhe em nosso sofrimento e apazigua a nossa alma, né, dando novo sentido à nossa existência. Eh, existe um esse esse colocar assim, né, esse último parágrafo desse trecho que ela passa a trazer Jesus pro centro do palco da vida, né? É interessante que ela vai trazer, ela ela faz essa referência à imagem do bebê que tá renascendo, né, né, numa noite, em algum dia na Palestina, eh eh a seu tempo, essa noite, pela representação de quem ele era, ia se tornar num dia glorioso para toda a humanidade. E ela destaca isso, né, o choro de uma criança, o choro de um bebê que tá ali, né, pela primeira vez aspirando o ar, né, o oxigênio e o choro que vem e trans e e que eh transborda nesse processo. Interessante ela buscar essa referência, essa imagem, né, para falar sobre a chegada de Jesus e que esse choro a seu tempo se transformaria em música. Então ela ela trabalha com essa perspectiva

esso. Interessante ela buscar essa referência, essa imagem, né, para falar sobre a chegada de Jesus e que esse choro a seu tempo se transformaria em música. Então ela ela trabalha com essa perspectiva dialética entre noite e dia, o choro e música. Mas você sabia que quando eu li essa passagem, até que ponto ela também tá fazendo uma referência a cada um de nós, dizendo assim que todos nós teremos as nossas noites, né? as nossas noites ásperas, as nossas noites de solidão, as nossas horas difíceis, mas que a seu tempo isso vai se tornar em claridade de consciência para todos nós, em beleza de vida. E o choro necessário, né, num processo que dor e sofrimento nos visitam e o choro como uma expressão da alma em uma necessidade a seu tempo será compreendida de uma forma com uma música, com uma beleza, de que a experiência que foi difícil, que foi áspera, ela teve um sentido para nós quando nós soubemos compreender esse sentido. Então ela tá falando de Jesus, tá falando uma imagem de um bebê, mas de alguma forma parece tá falando a imagem de nós mesmos. Estamos aí ainda, né? >> E a imagem do arquétipo da criança divina, né? O Jung vai trabalhar muito a imagem da criança, que se por um lado representa esse lado frágil, vulnerável, que precisa ser acalentado, também temos na criança a imagem da criatividade, do novo, da esperança. e a ideia da crença divina que já vem pronta, né, na na mitologias, nos nas várias culturas e e folclores e e conto de fada, né? Esse tema da criança divina, ela realmente é possidor da imagem do selfie, né? Daquele ser que parece frágil, mas que carrega o poder transformador, né? E e pleno, né? Uma criança já plena. Hum. Então tem esse arquétipo da crença divina aqui, né, que que tá em nós também, né, essa criança e que precisa ser realmente reconhecida. E e quando ela fala dessa sinfonia, né, que esse choro se torna música e acaba transformando as almas, né, numa grande sinfonia, eh, ela coloca aqui, né, que Jesus foi esse pacificador de todas as

da. E e quando ela fala dessa sinfonia, né, que esse choro se torna música e acaba transformando as almas, né, numa grande sinfonia, eh, ela coloca aqui, né, que Jesus foi esse pacificador de todas as vidas. E nesse tornar-se pacificador entra a questão da harmonia, né? Então, aí vamos pensar na música, que a música ela traz em si uma harmonia e essa harmonia, então, nesse momento de pacificar aquelas almas sofridas, aquele momento duro, seco, árido da terra, ele pacificou e ao mesmo tempo fez eh o que tá abaixo, né? Desceu dos astros para tornar-se ponte de ligação com Deus. Então ele pacifica porque ele também se transforma num psicopombo, num elemento de ligação, num símbolo que nos ligaria a Deus, porque a Terra parece que tava ali desconectada, né? Ela tava faltando um símbolo de união entre a criatura o criador. E ele então se tornou, ele pacifica porque a partir do momento que se constrói esse essa ligação com Deus, a gente consegue então fazer a ligação interna, que é o nosso eixo ego self, que a Joana trabalha na série, né? que a partir do momento que nós temos a conexão com o self, a gente faz essa ligação da consciência com eh o inconsciente, a gente se aproxima do Deus fora, né, a partir do momento da união com o Deus dentro. E aí a gente se tem atinge uma sensação de pacificar, né? Nós nos pacificamos, nós nos tornamos um pouco a eh mais serenos, mais calmos, né? E aí a palavra eh harmonia vem muito. Então é a partir dali, desse grande encontro que a gente consegue a harmonia. Até então era só violência, crimes, guerras. Eh, e aí então ele como esse símbolo de união eh sagrado eh em nossas vidas. >> É interessante que ela vai daí falar que que nunca mais a humanidade seria a mesma. E logo em seguida ela ela faz referência ao sermão da montanha. Que vocês acham disso, né? Naquele momento a humanidade não é um não é o mesmo. Parece que não, a gente não mudou nada. Olhando para lá e olhando para cá, eh, parece que a gente continua no mesmo lugar, mas ela tá afirmando que a partir

omento a humanidade não é um não é o mesmo. Parece que não, a gente não mudou nada. Olhando para lá e olhando para cá, eh, parece que a gente continua no mesmo lugar, mas ela tá afirmando que a partir dele a humanidade eh não seria a mesma. O que que você entende com essa colocação dela aqui para ter como é que chega isso em você? >> Posso falar, Adriana? fazer uma reflexão. >> A primeira parte que me veio, e essa ideia veio no curso inicial do texto, é como se o plano da vida na sua impermanência, na sua transitoriedade, eh entrasse em contato com o que é permanente, com que é relacionado aí nossa imortalidade. Então, é como se o contato do humano com o divino eh trouxesse a nós revelações e possibilidades inscritas em nós como espíritos a serem reveladas. E isso demarca de fato uma constatação de, vamos dizer assim, né, de revelações de sentido mais profundo. Então, mais do que apenas uma figura histórica, né, apagada e presente em poucos registros históricos, e parece que a profundidade, o sentido, a permanência de Jesus tem a ver com o que ele disse. Mas não é o que é dito e apenas escutado. É o que é dito e em nós revelado, o que em nós é despertado e que tem sentido e verdade em profundidade. E ao trazer o sermão da montanha um elemento ou um eixo que parece que estrutura o lugar da boa aventura ou da felicidade e que a busca humana pela paz, pela redenção, pelo sentido, pela, né, pelas conquistas mais profundas estão ali inscritas naquele sermão que é imortalizado por ele. Então, ao pensarmos no sermão da montanha como uma revelação, uma espécie de um de caminhos ou de uma bússola por onde dirigir e navegar a alma, ele está dizendo: "Vivendo essas verdades, vocês se imortalizarão verdadeiramente, vocês permanecerão verdadeiramente, vocês se realizarão verdadeiramente." Então, foi isso que eu pensei, né? Sim, faz sentido para vocês. >> E ela traz >> e ela traz também toda uma mudança de paradigma, né? Porque eh ela não, o próprio sermão da montanha, porque quando Jesus eh eh eh chega no no

pensei, né? Sim, faz sentido para vocês. >> E ela traz >> e ela traz também toda uma mudança de paradigma, né? Porque eh ela não, o próprio sermão da montanha, porque quando Jesus eh eh eh chega no no contexto da terra, eh estava vigendo o poder. Então ser aflito naquele momento era uma sensação de fracasso perante o é, não é? Então, o ser que sofria, o ser que chorava, o ser que estava vivendo uma grande dor, ele era tido socialmente todo naquele contexto eh coletivo, ele era visto como um fraco, como o que faliu, como aquele, né, o que, enfim, a história da sociedade, né? E ele traz uma mudança de olhar e ele com a com com o sermão da montanha, ele fala: "Bem-aventurados os aflitos, né? Por e aí e aí eu acho que trouxe, né, esse estranhamento. Mas como assim é bem-aventurado? Porque aí ela traz esse novo olhar para a dor, né? Porque quando ele traz a lei do amor, ele tá, a lei do amor, ela anularia toda essa questão de pode. Y Jung fala, né? onde há eh onde o amor impera, não há desejo de poder. Então, a partir do momento que eu sou bem-aventurado, porque eu sou humilde, então onde é que fica o poder? Ele vai ficar naquela outra polaridade. E ele traz a outra polaridade. Porque o que que é a neurose? É a unilateralidade. Quando a gente olha somente o poder, onde é que tá o polo oposto, que seria a humildade, né? Onde que tá o manso e o humilde de coração? Então ele traz esse olhar pro outro polo e traz e obriga a gente a ficar aí batendo, né, de um polo no outro até que a gente consiga ficar no meio, né, no caminho do meio, que é ficar entre a humildade e o poder, que a gente até hoje não consegue, veja, né? Então, o sermão da montanha, ele é sim eh eh esse grande eh possibilidade de sair dessa grande neurose coletiva, que é a unilateralidade que o as doutrinas materialistas enfatizavam, porque quem não tinha poder era fraco. E aqui ele traz, não. Bem-aventurados são aqueles, né, os mansos de coração, porque darão a terra, mas que terra? sendo que o pô dele aqui

rialistas enfatizavam, porque quem não tinha poder era fraco. E aqui ele traz, não. Bem-aventurados são aqueles, né, os mansos de coração, porque darão a terra, mas que terra? sendo que o pô dele aqui tá erando, né? Então, para mim a bemaventurança abre essa possibilidade aí de reflexão e pensar numa outro num outro ponto de vista. Eh, eu eu acho interessante reforçar eh e essa questão que quando Jesus nasce, né, eh nasce pro mundo, eh nasce para nós, nasce em nossos corações, nós nascemos com ele também, porque eu acho que a humanidade nunca será mais, nunca foi mais a mesma, porque o o o Jesus inaugura o homem psicológico queung vai falar, né? Eh, porque na medida que ele diz que no está essa essa dimensão transpessoal da vida, do espírito, então o ser psicológico é o ser que vive a sua dimensão alumada, a sua dimensão psíquica, que é a própria realidade do espírito. Então, com isso, então, mesmo que a gente não conseguiu mudar ainda muitas coisas e vivemos em guerras, em conflitos, ainda somos avaçalados pelo nosso orgulho e egoísmo, nós já nascemos espiritualmente. uns com mais consciência, outros com menos consciência, mas já há dentro de nós, né? É, é, é esse núcleo que pulsa da realidade, da imortalidade, da dimensão espiritual, para que a gente possa conquistar esse reino interior que ele mesmo anunciou no seu evangelho, né? Eh, então o reino de Deus tá dentro, tá dentro de nós, diz, né, o o Jesus. E o vai dizer aqui que Cristo é o homem interior a qual se chega pro caminho do autoconhecimento, né? Acho belíssima essa colocação do CR do do Jung, né, que o Cristo é o homem interior ao que ao qual se chega pelo caminho do autoconhecimento. Então ele realmente a gente não pode ser mais o mesmo depois da vinda do Cristo, mas a gente não é mais o mesmo, que agora a gente tem um caminho verdadeiro a realizar. Nós temos agora um caminho, uma meta que foi que foi anunciada, uma algo que dá sentido a nossa vida e que deve ser buscado. E aí ela vem trazendo após essas

ente tem um caminho verdadeiro a realizar. Nós temos agora um caminho, uma meta que foi que foi anunciada, uma algo que dá sentido a nossa vida e que deve ser buscado. E aí ela vem trazendo após essas reflexões algo que é bastante importante. Ela diz assim: "Aqueles que o amam, interessante que ela tá destacando quem verdadeiramente ama Jesus no Natal estará comprometido com algumas ações e ela vem destacar de novo a a potência e a beleza, né, do evangelho quando diz que ir ao encontro do outro é ir ao encontro de Cristo ou ir encontro de nós mesmo." Descobrir o Cristo em nós envolve o envolvimento da nossa relação com o outro. E ao dizer aqueles que o amam dão-se as mãos e unem os corações para celebrar o seu Natal. Talvez existam muitos de nós aqui no sentido amplo, né, que admiram Jesus, que acham ele um um uma alma interessante, né? que trouxe uma mensagem importante, que fala sobre valores, né, que são valiosos para nós, mas parece que existe uma dimensão de um despertar no nosso sentimento, que é o que nos aproxima verdadeiramente desse espírito e nos aproxima também de verdades mais profundas, da forma como a gente se realiza por meio do amor. Então, amar Jesus tem a ver com esse lugar de de fato eh imitá-lo no sentido de inspirar-nos do que ele fez a seu tempo, na forma como ele atuou, da maneira como ele esteve presente com aqueles que precisavam. Joana vem destacar que ele está junto à aqueles que sofrem. E eu me recordo uma mensagem, não me recordo em qual livro, de Campos, em que ele diz que quando você pensar nos espíritos de escol, no próprio Jesus, se eles estarão ali atendendo às vezes aos pedidos, né, de qualquer pessoa, ou eles, na verdade estarão juntos desses que sofrem, eles estão amparando esses mais necessitados. Então, ela fala sobre um brinde de esperança, socorro e de paz, que são três palavras que enaltecem o amor como uma expressão que talvez seja, é a expressão mais importante da alma, é a conquista mais importante, que é a gente conseguir ampliar nossas capacidades de

e são três palavras que enaltecem o amor como uma expressão que talvez seja, é a expressão mais importante da alma, é a conquista mais importante, que é a gente conseguir ampliar nossas capacidades de amor, de oferta de cuidado e do nosso próprio desapego com aquilo que a gente ama. mas que às vezes desconecta da vida, que é um amor talvez egoísta ainda. E ela pede essa, ela nos pede esse lugar, esse movimento novo perante de vida. >> E o interessante, né, Thaago, que eh a doutrina espírita, ela não tem rituais. E quando a gente pensa no Natal, eh, é, é uma possibilidade de ritualizar esse momento eh do ano para que a gente possa de uma forma ah olhar para essa solenidade, essa celebração e poder trazer paraa consciência isso, né, que nós podemos trazer pro nosso dia a dia essa celebração do Natal. né? Então, a partir do momento que eu estou diante do outro que sofre, que eu possa ser essa luz que veio de Jesus e posso levar essa alma, né, que tá ali na dor, no sofrimento, algo. Então, não precisa ser algo material, mas que nós possamos nas nossas relações fazer desses dias, desses encontros, dessas comunhões, momentos de paz, socorro e esperança. Então essa é a possibilidade, né, de trazer esse simbolismo do Natal pro nosso dia a dia, a partir do momento que você coloca diante do outro como essa possibilidade, né, de celebração, de estar com o outro, de estar nessa dialética. Dialética é uma troca, dialética é uma possibilidade de reencontro, né? Então, o Natal permite que o amor de Jesus irrigue o coração. Então, olha, a gente precisa permitir isso, né? Então, é é brilhante, é belíssima essa mensagem que que é trazer de volta o Natal, né? Porque às vezes a gente espírita fala: "Não, o espírita não tem rituais, mas por que não olhar para essa festa?" E a partir do momento que você tá ali pensando num jantar com a família, você poder trazer de volta, né, essa verdadeira, esse verdadeiro sentido, esse verdadeiro significado desse momento em nossas vidas. Tão importante, né? Nós

ê tá ali pensando num jantar com a família, você poder trazer de volta, né, essa verdadeira, esse verdadeiro sentido, esse verdadeiro significado desse momento em nossas vidas. Tão importante, né? Nós precisamos reviver isso em nós, né? >> É. E realmente ela vai reforçar isso quando ela coloca que no em qualquer qualquer Natal, em todo Natal, né, neste, naquele que vão vi, né, que a gente possa realmente eh permitir, né, que esse amor do Cristo se irradie, né, e irria o nosso coração, né, e e poder verter, né, eh, esse jogo de amor nesse nessa comunhão, né, nessa interação fraterna na terra, reconhecidos que somos todos da mesma família, né, e que essa força do Cristo em nós possa também através eh da nossa vivência, do que significa o Natal em nós, né, o Natal permanente, eh chegue a tocar e que para que essa mensagem se torna viva também no coração do outro, né? Então ela no final do do do capítulo, ela vai trazer justamente isso, né? Que a gente possa deixar que ele renasça dentro de nós, né? Que a gente possa agasalhar, acolher, trazer pra nossa consciência, trazer para perto de nós, né? e que ele possa estar realmente conosco a todo momento da nossa vida, como a prefeitura coloca. E ela anuncia antes, lá no início do do do capítulo antes do texto anterior que abre o capítulo, que a gente possa chamá-lo, né? que a gente possa lembrar dele, que a gente possa cultivar a nossa relação com o Cristo e e e e reconhecer ele como um amigo da alma, né, que tá presente em todos os momentos e e fazer esse exercício, como ela coloca aqui, né, de pensar nele e para que ele possa nos inspirar, né, que o seu trabalho revolucionário possa realmente gerar, né, uma força maior nós, que a gente possa eh realmente não esquecer que ele tá vivo e presente, atuando eh sobre em todo o planeta e mobilizando recursos em benefício desse projeto que ele assumiu conosco, né? Então, eh eh é realmente manter viva a presença dele em nossas vidas. Essa é a proposta que a benfeitura nos traz, né?

ta e mobilizando recursos em benefício desse projeto que ele assumiu conosco, né? Então, eh eh é realmente manter viva a presença dele em nossas vidas. Essa é a proposta que a benfeitura nos traz, né? Alguém? Queria só deixar só uma última reflexão. Imaginemos que cada um de nós se encontra no berço de uma manjedoura simbólica. Existem aqueles aflitos, né, como esses que ela narra, que Jesus ia o amparo, que estão a metecer de aflições, de dificuldades, de precariedades, de provações imensas e que nessa ambiência de construções tantas, ou da falta de pão, ou da falta do remédio, ou a falta do abrigo, a falta da coberta, da falta da própria ou a presença da própria solidão, ela tá dizendo que é nessa manjedora que nós podemos chegar. É nesse lugar que a gente pode chegar de alguma forma e oferecer isso que ela diz, esperança, socorro, pacificação. Porque se nós somos almas em um manjedor em desenvolvimento, é justo, é amoroso que este na aflição também seja digno de encontrar esse caminho. E nós podemos fazer isso em alguma medida, auxiliando eles a saírem dessa condição ou amenizando suas feridas, ajudando a limpá-las, ouvindo suas vozes, suas necessidades e buscando fazer o que é possível. Então, é como se no cuidado múto nós conseguimos fazer muito mais uns pelos outros. E a lífa que conecta e que alimenta e que sacia esse processo é o amor. Então que a gente pense nisso, como chegar a manjedoura do coração do outro que precisa de muita ajuda às vezes. >> Sim, Adriana, algumas palavrinhas para encerrar o caminho. Eu gostaria, eu gostaria de retomar, retomar a própria Joana quando ela diz, né, eh, comungando, nunca o esqueças, ou seja, nunca esqueça Jesus. Comungando mentalmente com ele, se dissiparão tuas dúvidas, se amainarão tuas inquietudes e te transformarás. Ou seja, a partir do momento que eu fizer essa comunhão com Jesus, eu vou me transformando, tornando-te um polo de ação dignificadora, que atrairá as pessoas inquietas e aflitas, que passarão a conhecê-los também. Nesse

o momento que eu fizer essa comunhão com Jesus, eu vou me transformando, tornando-te um polo de ação dignificadora, que atrairá as pessoas inquietas e aflitas, que passarão a conhecê-los também. Nesse momento será então Natal para eles, porque Jesus lhe está nascendo ou renascendo nas paisagens íntimas. Então, que nesse Natal diário que nós possamos não só fazer esse Natal em nós, mas que possamos fazer o Natal em outras pessoas, a partir do momento que nós possamos reacender essa chama de eh de uma certeza de que Deus é o nosso pai criador e que todas essas dores são apenas eh instrumentos de evolução para nós, né? Então, que nós possamos reacender essa chama no outro e assim ela também reaccenderá em nós. Era isso. Obrigada. >> É que realmente, né, eh, é a mensagem amorosa, né, de Jesus para que o Natal seja essa festa de amor, né? E essa festa de amor está dentro e na relação com o outro, né? Então, só faz sentido, né, a mensagem do Cristo a gente realmente eh sair de nós mesmos, né, e se abrir paraa relação, para compartilhar, para poder suportar junto, de poder perdoar, de poder compreender, de poder ajudar, de poder receber e dar, né, em todos os níveis das possibilidades, né, e Ela diz, reforçando que ele fique em ti e contigo por todos os dias da tua vida. Então vou reforçar essa última frase aqui, né, para que a gente possa realmente ter em Jesus algo que não tá distante, que não tá longe e que não é uma figura apenas emblemática, mas sim ele tá perto e realmente vivo e atuando, falando diretamente aos nossos corações, que a gente possa conseguir percebê-lo. senti-lo, compreendê-lo, porque a a ele tá ali de mãos estendidas a cada um de nós, a espera que a gente possa realmente eh eh aceitar a presença dele em nós, né? Então, acho que é um bonito capítulo para encerrar esse livro, né? Então, a gente tá fechando o livro O Despertar do Espírito e vamos dar início ao próximo livro, que é o o livro oitavo da série psicológica. Tô com ele aqui do meu ladinho já, né?

rrar esse livro, né? Então, a gente tá fechando o livro O Despertar do Espírito e vamos dar início ao próximo livro, que é o o livro oitavo da série psicológica. Tô com ele aqui do meu ladinho já, né? eh que é justamente vida, desafios e soluções. Então, no no volume oito, a Joana vai propor vários temas essenciais que vão oferecer, né, respostas, diretrizes e possibilidades nessa caminhada que é a vida com seu desafio e solução. a gente convida a todos a permanecerem conosco e dar início então essa nova obra da que faz sequência a série psicológica. Agradeço a Adriana, o Thago por esse momento maravilhoso que a prefeitura nos oferece, né? E um grande abraço a todos. Que o Natal seja então todos os dias em nossos corações. Até então o próximo encontro.

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