T7:E26 • Autodescobrimento • Conteúdos perturbadores (parte 3)
No episódio 26 da sétima temporada da série "Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis", os expositores Gelson Roberto, Adriana Lopes e Tiago Rizzotto continuam o estudo aprofundado da obra "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", de autoria espiritual de Joanna de Ângelis. Neste episódio, é abordado o capítulo 10, na terceira e última parte da análise sobre os "Conteúdos perturbadores". O foco recai sobre o item final, "Amargura", oferecendo reflexões sobre como essa emoção pode afetar o ser humano e os caminhos para superá-la, promovendo o equilíbrio emocional e o autodescobrimento. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #conteúdosperturbadores #amargura #equilíbrioemocional
a todos que nos assistem nosso abraço nosso momento de trazer a todos vocês Esse espaço de reflexão né então a gente tá agradecido de estarmos aqui juntos e mais um estudo da série psicológica J De Angeles eh estudando nesse momento o livro autodescobrimento uma busca interior no capítulo 10 né então é com alegria que convidamos a todos a a nos acompanhar junto com Adriana e o Tiago nesse último item do Capítulo que é a amargura esse tema tão importante né porque eh impressionante eh como não sei se na prática de vocês né Vocês percebem isso mas na minha prática Clínica e também no convívio nas pessoas que a gente acolhe na casa Espírita A gente vê o quanto a amargura é uma presença marcante às vezes na vida das pessoas e impedindo atrapalhando de uma maneira muito eh invasiva né vários aspectos éo da vida dessas pessoas que tão tomado pela amargura então Acho interessante a Joana dar esse esse tópico aqui né como parte né de um até do transtorno depressivo Néa ela vai até ampliar isso uma condição mais patológica então vamos vamos começar a pensar um pouquinho nesse tema gente muito bom esse tema veja que ela coloca como o último item né dos conteúdos perturbadores né então nós já Vimos que ela abordou a raiva ela abordou o ressentimento a lamentação a perda pela morte e agora ela trabalha amargura e o mais bonito do capítulo é que ela vai tecendo toda uma proposta desafio né ela coloca proposta desafio para diluir essa amargura para que a gente possa então né diluir esse conteúdo perturbador para Então se conquistar a felicidade então é um capítulo muito importante um capítulo em que em que ela vai T tecendo e veja né amargura a pessoa eh acha que é uma coisa tão boba banal né Nós já vimos lá no evangelho Capítulo 5 quando Kardec traz a instrução dos espíritos e traz a melancolia né também como um aspecto assim de de um conteúdo mais mais triste melancólico e aí a ura né Tiago o que que você acha do Capítulo e esse Capítulo de Joana se nós somos o Gelson trouxe um uma uma reflexão que eu
omo um aspecto assim de de um conteúdo mais mais triste melancólico e aí a ura né Tiago o que que você acha do Capítulo e esse Capítulo de Joana se nós somos o Gelson trouxe um uma uma reflexão que eu também percebo na minha clínica sabe querido e percebo também no nas leituras que faço em relação à afetividade contemporânea né como que a subjetividades hoje elas nessa até nesse nesse Marco de transição que a gente se encontra contra né do ponto de vista espiritual mas também uma marca muito profunda em que esse capítulo né que ela chama de conteúdos perturbadores em torno de eh destas questões que raiva ressentimento lamentação perda pela morte e amargura mas focando em raiva ressentimento lamentação e amargura Podemos construir quatro eixos que se constam em relação H uma condição condições muito particulares como que a alma reage aos eventos nas quais ela se interrelaciona e percebo um um um um lugar muito eh subjetivo que é de desesperança um lugar de dificuldades perdoar e esquecer as coisas um lugar em que as emoções foram contidas por questões diversas em que as oportunidades em que foi necessário se manifestar a alma não se manifestou ela ela reage às vezes regride por medo por receio e ess é uma outra discussão mas é como se a alma eh eh fosse atingida por uma condição afetiva muito sombria e muitas vezes ela deforma né de maneira a maneira como ela passa a reagir e a a Joana traz a amargura Encerrando o capítulo como um lugar de fato de uma debilidade depressiva e e um lugar e um Locus eh subjetivo muito muito constricto né muito né a palavra a própria palavra eu associo a angústia associo a medo associo a a a um a um conjunto outros que a gente pode daqui a pouco explorar um pouco mais mas é uma ideia de um de um de um sentimento né que constrange o espírito e ele não consegue sair de lugar sair desse lugar né essa tinta vívida né até tem um livro famoso do acho do esqueci do autor a tinta da melancolia né em que ele trata em torno dessa questão de como esse lugar
consegue sair de lugar sair desse lugar né essa tinta vívida né até tem um livro famoso do acho do esqueci do autor a tinta da melancolia né em que ele trata em torno dessa questão de como esse lugar vulnerabiliza constrange e torna o indivíduo às vezes num lugar emocional de uma certa agonia da qual é o é um labirinto do qual ele não consegue sair por não ter forças ou por est identificado nesse processo no qual ele foi posto no qual ele se constrangeu e se colocou né então é Um Desafio né amigos é Um Desafio amargura né Uhum Acho interessante porque v v pensar na palavra amargor né quando a vida é amarga pra gente então quando a gente fala em em amargura a gente vai de ser amargor da vida que tá ligada geralmente a uma dor né alguma coisa que um desapontamento uma tristeza né então a gente vê que essa amargura tá ligada a todos os elementos que Adriana citou e que citou do capítulo né a lamentação e ela é irmã gêmea né do ressentimento né Tem muita mágoa na amargura né então ter amargura em relação à Vida as coisas que nos acontecem e muita ura também em relação às pessoas pela mágoa Então essa ferida que não cicatriza né E que de uma certa maneira a gente alimenta ela né a gente não deixa cicatrizar E então há uma certa relação aí de par de oposto entre a sabedoria e amargura de um lado tá o Jung vai trabalhar isso muito bem em em psicologia e alquimia e essa relação da Amargura com o sal né porque o sal e o sal também tem a ver então tanto o sal tem a ver com a sabedoria como com a amargura Então olha só que interessante a simbologia do sal né porque eh o Jung vai vai dizer que o sal é um produto do nosso corpo né a gente encontra o nosso corpo Ou seja é fruto na nossa experiência sangue suor e lágrimas onde a gente ex trai sal né da experiência são experiência literalmente dolorosas de sangue sor e lágrimas né mas eh esse esse resíduo que é o sal das experiências eh dolorosas do sofrimento da vida é justamente o que a gente aprende a nossa subjetividade eu sou o que eu sou pelo
s de sangue sor e lágrimas né mas eh esse esse resíduo que é o sal das experiências eh dolorosas do sofrimento da vida é justamente o que a gente aprende a nossa subjetividade eu sou o que eu sou pelo aquilo que eu vi vi frente à aquele fato eu me despertei para a vida frente aquele fato eu adquiri experiência e sabedoria Essa é a proposta né mas quando a gente não encontra nessa subjetividade a riqueza que a experiência pode nos dar e ficamos cristalizado na experiência né então a gente fica salgado demais como a mulher de Ló que se transforma numa estátua de sal né quando né a Deus né Avisa a Ló olha pega a tua família né e e abandone Sodoma e Gomorra porque eh a cidade vai ser destruída vão e não olhem para trás né e a mulher de Ló ficou olhando para trás né E quando ela olou para trás ela ficou então ou numa esta de sol então é o ressentimento né É ficou olhando para trás na mágoa no ressentimento né então esse e para mim a amargura tem muito dessa cristalização que vai tu vai sendo tomada tomado de sal na tua vida né E e aí em vez do sal ser apitada da sabedoria que D sabor as coisas né se tornam nessa eh nesses dado né que acaba eh gerando em mim né esse fator eh corrosivo pelo excesso de sal próprio de alguém que é amargo né porque alguém que é amargo fica se corroendo em pensamentos e imagens e lembranças negativas e é interessante que a gente vê isso quando a gente vai ver o signicado da palavra né então quando a gente vê do grego e o significado de amargura ele quer dizer Ira aspereza descontentamento né resultado de uma frustração não resolvida Então olha aquela coisa né Realmente cristalizada aí no dicionário a gente vai ver que ele dá duas duas dois sentidos né um padecimento moral uma aflição e uma angústia tristeza né talvez ali uma melancolia mas aí entra Esse aspecto que o Gelson tá falando de um sabor amargo né esse amargor e aí entra o sal porque quando Jesus fala né vós sois o sal da terra então ou seja nós seremos aquilo que dá sabor à coisas né para não ser
o que o Gelson tá falando de um sabor amargo né esse amargor e aí entra o sal porque quando Jesus fala né vós sois o sal da terra então ou seja nós seremos aquilo que dá sabor à coisas né para não ser insonso para não ser sem sabor só que o sal em excesso ele se torna amargo ele amarga as coisas então eh e aí me faz lembrar muito do Templo de Delfos que tem né o primeira consig né conhece-te a ti mesmo e a segunda é nada em excesso então Sim há de seremos teremos que ser o sal da terra que dá esse sabor à vida mas ao mesmo tempo o excesso cristaliza o excesso traz questões e o e o hilman trabalha de uma forma muito linda essa questão do sal no livro psicologia arquetípica quando ele fala do dos quatro sentidos do sal né então o primeiro sentido é uma substância psicológica e a gente vai ver então essa amargura como uma questão psicológica né então o que que eh ran entende como uma questão psicológica ele fala que as qualidades amargas né mordazes fazem parte da nossa substância então Eh Isso faz parte de nós por isso que nós somos o sal da terra só que aí entra a exata medida né Então essa questão da Psicologia né é que eh eh sal de mais ele ele deixa as coisas amargas e de menos ele vai trazer essa cristalização né aí entra o segundo aspecto do sal que é como uma operação alquímica né o sal ele se eh sempre contamina pelas coisas se a gente olhar na nossa psique também né os nossos aspectos psíquicos estão sempre contaminados né o que antes era consciente se torna inconsciente e vice-versa com essa questão da dinâmica da psique Então as coisas vão se contaminando né E aí a vida nessa dinâmica pode se tornar amarga pode se tornar fluida pode se tornar né mas o que a Joana coloca aqui é a necessidade da gente eh sair dessa condição né não ficar preso nessa questão só vou citar Então as outras duas questões que é que hilman fala que é como umas várias substâncias físicas eh que é o próprio sal que vai falar das oscilações do humor e no quarto a questão do próprio propriedade das outras substâncias então
que é que hilman fala que é como umas várias substâncias físicas eh que é o próprio sal que vai falar das oscilações do humor e no quarto a questão do próprio propriedade das outras substâncias então é é a questão do desejo da memória né Então aquela questão que você fica se lembrando né né Passa o evento e a pessoa fica cristalizada volta e revive volta e revive que tem a ver com essa outra propriedade do sal então é muito bonito olhar a o amargor da vida como também uma postura psicológica dessa dinâmica muito bom muito bom querida e e o que tu tá dizendo no finalzinho agora eh inicia uma uma questão que eu fiquei pensando quando li o texto né que todos nós vivemos de sabores em vida todos nós podemos ter vivido amarguras Profundas né traições eh ter Simos feridos né temos sidos lesados os nossos afetos na alma e quem já experienciou isso sabe o quanto é difícil muitas vezes sair deste lugar então a gente pode dizer que a amargura até mesmo o ressentimento né o g colocou ise como uma irmã gêmea né Eh é uma paixão triste né é uma paixão que se alimenta em torno de um lugar muito de uma tristeza e é sempre alimentada como tu colocou muito bem querida por essa acusação que permanece contra alguém ou às vezes contra o mundo todo nós temos episódios na história de manifestações coletivas do ressentimento né E que provocaram grandes tragédias e ao mesmo tempo é como se o indivíduo dissesse assim eu sofro né e eu sofro Alguém tem que ser culpado por isso Olha que dinâmica perversa né e e e essa lógica do do do do do quem tá Amargurado ressentido é um apego a esse lugar do dano né Eh se circunscreve um movimento né em torno da daquela condição e que é sempre atribuir o outro o outro é o responsável pel que fez comigo pelo sofrimento causado há algumas semanas esse os ciclos da vida né um tio muito um tio muito próximo da minha família materna faleceu e a esposa dele a minha tia eles separaram aá um há um quase 40 anos ela nunca conseguiu superar isso e eu recordo do meu pai ainda vivo dizendo eu
m tio muito próximo da minha família materna faleceu e a esposa dele a minha tia eles separaram aá um há um quase 40 anos ela nunca conseguiu superar isso e eu recordo do meu pai ainda vivo dizendo eu vou a portoalegre Tiago porque eu me preocupo com ela pela Solidão Em que ela se colocou emda né ela foi rompendo todos os relacionamentos porque ela se via com uma mulher ferida na alma por ter recebido a comunicação eu do do meu tio não quero ficar com você relação acabou e é interessante que ela ficou nesse lugar até agora e ao telefone ela me disse assim ele tá para morrer thgo e eu sinto falta dele né e eu pensei que que falta essa né O que falta essa que pode vir né E rearranjar numa dinâmica que agora vai est estará ausente fisicamente né então de alguma maneira a a eh eh Há uma impossibilidade na alma ferida nesse lugar da Amargura em que ela não consegue superar o dano causado assim e a ideia de uma mágoa de uma insistência sem uma queixa em em conservar-se né ativamente fui ofendido é um lugar emocional que talvez até alguns não é que não queiram esquecer é talvez ele ele ele não na verdade ele quer não esquecer Olha que interessante a lógica né porque é um é um lugar em que ele não supera o o mal causado a si porque ele continua conduzindo a reflexão em torno o aor desse processo do meu destino é esse outro aí ó essa situação Uhum é desafiador né com certeza isso é bem interessante realmente né thago porque a pessoa hiper valoriza a experiência né ela se priza naquela dor então ela não quer esquecer porque ela acha que o que foi feito com ela né foi uma injustiça uma questão eh como se outro não tivesse o direito de errar ou de ter uma outra posição ou de se movimentar Então eu fico naquela a aprisionando o outro nessa opção que eu não dei né que ele não pode ter liberdade de ser quem ele é e hiper valorizando a minha dor né então Eh é uma fantasia de aprender a suportar o que parece insuportável mas insuportável não é a situação que eu vivi porque nenhuma
ter liberdade de ser quem ele é e hiper valorizando a minha dor né então Eh é uma fantasia de aprender a suportar o que parece insuportável mas insuportável não é a situação que eu vivi porque nenhuma situação insuportável mas sim a a dimensão emocional que eu coloquei em cima daquela experiência né Então realmente Aqua ela foi carregada de sal né eu tô carregando ela de um excesso de subjetividade de um valor que não cabe ali mas eu faço caber porque eu tô querendo né hiper valorizar a pessoa fez tal coisa né e a pessoa fica lá preso naquela mágua dizendo ó ela ela e eu fiz tanto por aquela pessoa ou eu me senti desrespeitado porque a vida foi ingrata comigo né então Eh parece que envolve um um uma cobrança que eu dei e não recebi que eu vi sacrifício né e e e e e não fi reconhecido por Então tem um misto aí de insatisfação de autoestima baixa né que é compensado por uma hipervalorização da situação culpando daí o mundo o outro pelo que eu tô sofrendo agora né e eu fico daí realmente nesse círculo vicioso me alimentando desse lugar da qual eu não quero sair E aí no texto ela vai começar falando das causas né da Amargura bonita construção do texto Então no parágrafo segundo ela começa a dizer assim pode-se situar-se em reminiscências inconscientes de encarnações passadas a causa da Amargura Então ela começa a trabalhar que isso não vem do nada que é toda uma construção como a gente falou né faz parte da vida esses momentos difíceis difíceis esses momentos de dor mas é Nossa escolha fixar em qual ponto eu quero fixar né então às vezes inconscientemente a escolha não é egóica é uma questão do próprio espírito que tá ali que se fixa nessas lembranças de um passado e aí ele vai entrando naquilo que o evangelho fala da melancolia né de uma saudade ou de uma tristeza ou então a outra causa que pode acontecer é aqui na existência atual a e ela traz como efeito de traumas da infância Então essa questão né do que o Thiago traz da tia né então talvez um trauma que essa separação trouxe né então a gente tem
er é aqui na existência atual a e ela traz como efeito de traumas da infância Então essa questão né do que o Thiago traz da tia né então talvez um trauma que essa separação trouxe né então a gente tem que olhar para essas coisas mas a fixação né ou então a presença da imagem de um pai ou uma mãe dominadoras né então o efeito das castrações pelo medo da submissão impostas ou de outros conflitos que ranec como os agentes que l são propiciadores Então veja é uma construção histórica é uma da história desse indivíduo que pode começar nessa vida ou ele pode começar lá atrás em outras encarnações lá no início né da da caminhada desse espírito que ele vai levando atavic M vida após vida e ele vai guardando essa amargura essa tristeza essa melancolia mas aí liga-se né um um pisca né um alerta porque ela ela fala isso é um agente de transtorno depressivo então é a matriz é aquele pontinho nodal que vai dar origem a todo um processo depressivo que é muito difícil depois de instalado de Saí disso né É Nossa quer falar alguma coisa já pode pode pode falar Eh a segunda a segunda o segundo eixo de compreensão que a mentora Joana nos traz em relação ao os traumas da infância eh existem histórias que a gente que chegam a nós né de de almas que vivenciaram infâncias muito traumáticas a questão é que cada espírito vai lidar com isso de uma maneira seja de fato produzindo ecos profundos De traumas e fenômenos né de adoecimento psíquico e e que vão demandar a se o tempo cuidado especializado mas há também almas né Eu não sei se vocês já leram esse o livro do primo Levi a respeito dos campos de concentração em que ele ele relatava que existiam ali espíritos na condição ali né em que se encontravam tratados como ses abjetos que por alguma razão eles ainda que passassem pela experiência de serem humilhados eles não significavam experiência a ponto de internalizar a imagem de terem sido humilhados e estão sando de almas Possivelmente né com um um grau de de maturação psicológica mais aprofundada
milhados eles não significavam experiência a ponto de internalizar a imagem de terem sido humilhados e estão sando de almas Possivelmente né com um um grau de de maturação psicológica mais aprofundada porque no geral a alma como é traumatizada ou quando a alma é ferida ela tende a a permanecer é como o tecido né o tecido alma esgarça de tal maneira que fica uma deformidade que precisará de cuidados eu acho importante falarmos sobre esse Locus psicológico da da alma amargurada ou da Alma ressentida aproveitando até o texto da própria mentora de que essas causalidades de Infância elas são Profundas e é interessante que um ego que não consegue se estruturar de forma mais madura tendo em vista os desafios que passou numa infância mais traumática ele normalmente é conduzido a um lugar de uma dependência infantil com esse outro e se foi o cuidador pai ou mãe ele tem de ver nesse indivíduo que o traumatizou essa condição que é paradoxal que ao mesmo tempo qu em tese oferecia deveria oferecer amor e cuidado e às vezes oferecia mas era quem violentava também então essa uma das condições centrais que a gente pode dizer em relação a essa maneira de de de de se organizar e reagir de forma amargurada ou até mesmo ressentida são pessoas ou sujeitos que estabele de fato uma relação de dependência infantil com esse outro e isso é difícil porque esse outro se torna uma pessoa que é poderosa que deveria protegê-lo e reconhecê-lo né amá-lo e dar a ele um movimento desenvolvimento então é a referência Mas é uma referência que ama e que que que machuca e é interessante que me parece que assim tem uma questão em da imagem de que eu tô Amargurado e essa pessoa me machucou ele se torna tão impotente que ele não consegue dar destino essa amargura porque ele não tá organizado psicologicamente amadurecido o suficientemente para que ele possa responder a esse lugar de potência e aí fica a ruminação ficam as fantasias né e é interessante que esse lugar que a gente pode dizer que até um lugar de
adurecido o suficientemente para que ele possa responder a esse lugar de potência e aí fica a ruminação ficam as fantasias né e é interessante que esse lugar que a gente pode dizer que até um lugar de recusa de saída dependência tem a ver assim né com uma imagem infantil de que ele ainda quer voltar ao lugar de ser protegido mas é um lugar que não tem retorno mais eh eu quero ser protegido por essa pessoa ou na fantasia eu quero continuar sendo protegido mas é um lugar em que ele permanece sendo prejudicado porque a figura o prejudicava E qual seria uma saída psicológica seria que para ser livre desse processo ele precisaria reconhecer o lugar de desamparo eu não dependo mais do outro mas vou depender de quem a de mim então muito difícil isso esse movimento é muito difícil em certos Em certas almas né então Eh é um envenenamento psicológico se envenena ass nesse processo né e é preciso que sair dessa desse movimento ou dessa disposição que é muito passiva que é a queixa e a acusação ela é justa ela é justa a gente não pode negar que a alma quando manifesta queixa até mesmo agressão verbal ou acusação ela tá num movimento de manifestação daquilo que incomoda a questão é quando se torna uma retroalimentação com a impossibilidade de se esquecer o sofrimento passado pela qual ela viveu então a alma tem que amadurecer e a mentora vai trazer os elementos em relação de como produzir esse processo de mais saúde em relação a esse lugar que a gente sabe que é muito difícil para alma né É na verdade né thago a gente tem até o dío popular eu eu fiquei lambendo minhas feridas né esse sal né que eu tenho que lamber para poder trabalhar esses resíduos né da experiência esse resíduos do Sabor da vida que a experiência sofrida me trouxe né então chamando de resíduos e Sabores da experiência da qual eu fico preso então ficar preso pode ser uma tentativa de entender de elaborar mas que na medida que eu re de resignificar que eu revivo que eu fico nesse processo de eh eh tá ali eh eh aprisionado no que me
preso então ficar preso pode ser uma tentativa de entender de elaborar mas que na medida que eu re de resignificar que eu revivo que eu fico nesse processo de eh eh tá ali eh eh aprisionado no que me aconteceu em vez de eu resignificar e extrair de uma certa maneira um sentido novo eu fico né mantendo esse sabor amargo e me impregnando dessa dor cada vez mais né Então essa que é a questão porque eh de uma certa maneira eu tô preso lá não me libertei porque ou eu culpo a vida ou culpo o outro e aí na medida que eu tô lá eu quero infringir uma dor pro mundo ou para outra pessoa ou quero reconhecimento né Eu quero que o outro me enxergue né E aí eh de uma certa maneira o sal que devia ter a a capacidade de entendimento né se torna o fator corrosivo de mordacidade de rispidez de de mágoa que me ais me me aprisiona e me cristaliza naquela experiência e por isso que a Joana vai colocar aqui que a amargura deve ser racionalizada a fim de de ser diluída e sua vítima recuperar a beleza a alegria de ser e de viver então de uma certa maneira essa diluição que se dá por por essa racionalização né tem a ver de uma certa maneira me parece né com a a capacidade de poder tirar justamente o entendimento dali né tirar o significado seja esse né que tu colocou eh isso tem a ver com a minha impotência com a minha fragilidade né com com a minha dor né E aí poder ir trabalhando isso e e encontrando daí por aí um caminho né da do que é a primeira fase da da da experiência né que que que que que que eu que eu vivo né que de uma certa maneira tem a ver com esse momento de Sofrimento né de de dor que que me acontece então Eh essa primeira Câmara né de de de se deparar com algo que é muito doloroso seja do passado que eu trago de outra vida seja da experiência de trauma de dor nessa vida né E aí não permanecer no mal né na na treva da ignorância né que essa primeira cama da inconsciência tu tem que fazer consciência né então a consciência da Alma traz o sofrimento para o nível da elaboração né que é sobrada pela lágrima
na treva da ignorância né que essa primeira cama da inconsciência tu tem que fazer consciência né então a consciência da Alma traz o sofrimento para o nível da elaboração né que é sobrada pela lágrima que é para diluir justamente aquela experiência né então a dor eh é o meio pelo qual a alma se reanima né em direção à sua natureza espiritual só que para isso ela tem que aceitar o sofrimento ela tem que aceitar a dor ela tem que aceitar que o que aquela a pessoa fez isso para ela Por ignorância por dificuldade né E para poder se libertar disso né tu tem que libertar o outro e o mundo daquele lugar que tu que foi te colocado e e saber que aquele lugar que foi te colocado é justamente a experiência necessária para que tu possa hum sorvendo essa dor encontrar a sabedoria né encontrar um entendimento encontrar um significado e uma subjetividade que preenche daí não esse lugar da Amargura e do aprisionamento mas sim da construção de capacidades psíquicas né né Eh então e eh é é um processo teno aí entre o caminho que vou pegar né ou pego a a experiência me marca e me marca enquanto capacidade de aprender e de contatar com com com com a mim mesmo né ou me marca no senti ficar aprisionado né na mágoa eh com a impossibilidade de sair dali algo realmente valioso porque eu tô ali exigindo do outro ou da vida um lugar que eu depositei e da qual o outro não correspondeu né E aí olhar para esse sofrimento né como as próprias minas de sal Olha que bonito né O hilman que fala isso né poder olhar pro ferimento eh que é é como as próprias Minas do sal então quando a gente olha o trauma ele é a a a possibilidade de me deparar com a mina e o fato de ficarmos retornando a estes pensamentos esses ferimentos a esse sofrimento eh e aí como o o o falou né de que a alma lambe as suas próprias feridas eh ela vem como forma de remorço de pesar né de arrependimento às vezes um desejo de Vingança eh eh em vez de ir para esse caminho que a Joana nos propõe que é de ressignificar essa questão né
feridas eh ela vem como forma de remorço de pesar né de arrependimento às vezes um desejo de Vingança eh eh em vez de ir para esse caminho que a Joana nos propõe que é de ressignificar essa questão né então Eh nós fabricamos o sal em nosso sofrimento e o eh e nos martirizando pela fé que mantemos neles né então então aí a gente ganha sal curando a alma da carência do sal então por um lado existe uma carência do sal que dá sabor mas pelo outro lado existe o excesso e o caminho do meio é muito difícil né E aí se a gente olhar a mensagem de François de genev que tá lá no na mensagem da melancolia ele vai trazer essa mesma advertência que eh que a Joana nos coloca que ele diz assim crede-me existir com energia essas impressões que vos enfraquecem a vontade Então veja então nós temos uma amargura que é uma tristeza uma melancolia esse pesar esse arrependimento e a gente vai fazendo né Eh transitando como se fosse um planeta girando nessa órbita e fica ali fixo preso como a esposa de LW naquele ponto nodal da dor e aí a gente então não vai além mas olha assim esses espíritos de luz nos trazendo nos chamando vai além ultrapassa né é aquilo né he eh eu gosto da do livro do niet né Muito Além do bem e do mal então entre bem e do mal se eu conseguir ficar nesse caminho do meio eu ultrapasso e vou além Então eu preciso ir além que é essa capacidade de suportar e aqui no texto a Joana vai falando né que dessa necessidade de irmos pro meio social né E com essa parte ativa de ir pro meio as realizações do meio social que lá a gente vai encontrar o fortalecimento dos valores eh e evolução por quê Porque se eh eh ficar preso é é é a minha vontade de ser enfraquecida e Leon Deni já disse que a vontade é uma dessas alavancas da Alma né que nos impulsiona pro Progresso então nós temos que ativamente e aqui ela vai falando né por meio do os pensamentos otimistas com reflexão caminhadas nos bosques ou a beira mar o auxílio fraterno em obras de ajuda social e Moral Entre outros são excelentes dão excelentes resultados
ndo né por meio do os pensamentos otimistas com reflexão caminhadas nos bosques ou a beira mar o auxílio fraterno em obras de ajuda social e Moral Entre outros são excelentes dão excelentes resultados para liberação libertação da Amargura então nós temos que nos esforçar dores nós temos Sofrimentos Todos nós temos porque são importantes para nosso Progresso e aperfeiçoamento moral mas nós precisamos ir além né saber que aquilo é importante agradecer esse sofrimento e poder trabalhar em prol do Nossa como aqui ela diz né da nossa alegria de viver da beleza que se olhar pelos neoplatônicos tanto a Beleza quanto a alegria ela nos é o aprendizado para aprender a amar né e e eh eh Platão fala assim que a introdução do amor né é a alegria é a beleza então nós precisamos dessa essa introdução na nossa vida para aprender esse início do que seria o amor a gente precisa do Belo e da Alegria como duas coisas que nos estimulam a olhar pro lado ver o irmão ver o sofrimento no outro ver o quanto nós com o nosso sofrimento nós podemos também ajudar aquele que está ao nosso lado e aí a gente vai se abrindo para pro todo né e não fica fechado na nossa dor é isso me lembrou nos obreiros da da vida eterna quando o orientador Metelo tá comentando com andé luí sobre as encarnações e o desafio e a exigência do amor que se entrega né em sacrifício e e do Perdão n semelhante então e aí ele comenta momento que que que nós necessitamos ão temperar todo o impulso de de elevação com o sal do entendimento para evitar cair justamente no desprender do egoísmo e das vaidades que a vida nos coloca Então esse sal do entendimento é é o tem essa só tem essa duplicidade né de ser o sabor o entendimento e tem quando esse entendimento fica preso numa verdade que é só minha né aí não se torna mais entendimento daí o sal não é mais o sal de entendimento é a aágua é amargura né Fechada no fundamentalismo num fanatismo da de uma dor que que que tá num excesso de representação emocional da qual eu não consigo me libertar né
é mais o sal de entendimento é a aágua é amargura né Fechada no fundamentalismo num fanatismo da de uma dor que que que tá num excesso de representação emocional da qual eu não consigo me libertar né então tem essa essa duplicidade aí do sal né que e que tá ligado tanto a sabedoria Como nessa questão da dessa amargura que a gente vê né a gente às vezes contaminado por ela então é interessante né que a gente pensa nessa perspectiva de como a alma desenvolve a sua a sua realização né a partir da relação então o Amargurado vai dizer assim mas espera aí né Foi na relação que me feriram e tu tá me pedindo Joan que eu volte pras relações é exatamente isso né não tem outro caminho então ela sugere a ideia da redescoberta da cor do gosto né dos tons de beleza da Alegria de estar vivendo isso é uma descoberta que é um processo né e a ideia de voltar pro meio e eu acho que isso é muito bonito e envolve a ideia de uma coragem pra vida né de tentar vamos tem que tentar né E ela agrega valor em tno uma ressignificação dos nossos pensamentos de pessimistas talvez sombrios desesperançados com perspectiva de reencontrar um otimismo de que a vida tem sentido e essa palavra é importante né sentido significado exencial e e e o texto é muito claro de que é nesse concerto novo de relações de redescobertas afetivas na relação com os outros é que vamos estar encontrando um outro sentido para que a gente possa eh suplantar essa etapa né enquanto ela perdurou na qual a gente se viu engolfado né pelo mar o mar Sombrio né da dor né né a palavra a dor ela é um é um Locus desafiador pro espírito né mas como disse a própria mentora Joana né na o evangelho segundo espiritismo como espírito amigo se nós somos capazes de encontrar sentido na dor ou até compreender a dor como um caminho de bênção que nos desperta que nos burila nós estamos no caminho né no caminho que Jesus nos aponta eh eu não deixo de pensar amigos que a redescoberta na relação do sentido tem essa proposta que a mentora traz já
nos desperta que nos burila nós estamos no caminho né no caminho que Jesus nos aponta eh eu não deixo de pensar amigos que a redescoberta na relação do sentido tem essa proposta que a mentora traz já começando al pro término final do último quarto do do do texto né desse trecho de que eh nós existimos pro amor né Nós existimos para amar para encontrar um caminho que a gente consiga eh amar eu acho quando nós estamos pois não amigo pode falar não pode terminar porque depois eu eh de que quando nós nos permitimos recomeçar a vida quando a gente de fato tá vou experimentar novamente a vida Vou permitir sair de casa e sentir o calor do sol Vou permitir eh fazer uma leitura Que tente trazer novas ideias para mim Vou permitir entrar em contato com pessoas novas em grupos em possibilidades de trabalho eh e e tentar ver o que que a vida me traz Isso já é um ato de auto amor né de permitir-se né até trazer um uma nova condição de coroamento de novas experiências Eu acho que isso é um é um começo primeiro de amor para si e de reconhecimento de que a vida pode trazer possibilidades novas do que é esse amar então me parece que o texto vem apesar de trazer temáticas Profundas e de sérias e às vezes dolor experiência humana ela vem trazendo o elixir o processo né da de cura desse processo que é por meio né da do amor né é da relação e fundamentalmente isso que tá dizendo né que ela fala que é um programa de autoestima né Então essa tem que se abrir paraa relação pra vida né e por isso que o Jung vai dizer que o sal para ele e diferente do R que tá com ess subjetividade pro Yung tem a ver com a função sentimento né porque a função sentimento vincula a gente na esperiência e determina o valor da experiência ou seja o sabor que ela tem né e de uma certa maneira para que tu possa ter esse sabor positivo da experiência um sal bom né um sal como resíduo eh da minha capacidade de despertar o sabor da vida e recolher o melhor do que aquilo que ele pode me oferecer que vai gerar sabedoria depende justamente do
periência um sal bom né um sal como resíduo eh da minha capacidade de despertar o sabor da vida e recolher o melhor do que aquilo que ele pode me oferecer que vai gerar sabedoria depende justamente do sentimento né então Eh esse exercí do sentimento envolve eu me apropriar desse valor agregado a mim mesmo e não colocar no outro né como tu tinha comentado antes né thgo esse valor Meu né porque Justamente a mágoa tá muito ligada a ao a um valor que eu esperava do outro e não veio um um Cuidado um valor um reconhecimento e eu fico nessa falta eh né impedido de de continuar vivendo porque eu não consigo suportar que o outro ou que a vida me me machucou ou não me deu aquilo que que eu esperava né então e e a gente esquece que que e que que a responsabilidade e movendo a vida acima de tudo tá e na habilidade nós de carregar essa experiência de suportar a essas dores e e ver nelas a uma capacidade amorosa Nossa e de Deus que não é Injusto né que não há injustiça na dividade de proporcionar naquela experiência mesmo dolorosa algo de significado de vital importância pra gente então que tem um sentido de amor para nós e por isso que ela fala de de romper os labos do Ego que fica preso da Amargura e e que a pessoa que tá na amargura não se ama né então Eh ela vai colocar isso aqui que eu acho bem interessante né Eh é um tipo de aprisionamento amário e o que é pior né ela complementa que ele se nega né o amor ele se nega Então E é isso que é muito grave a pessoa fica tão fixada naquela questão do sofrimento que ela se nega a o amor que é essa energia de ligação né que vai colar todos os nossos pedaços né E aí ela vai começar a falar dessa questão da da autorrealiza ação e do autoencontro então nós estamos aqui eu sempre eh friso muito isso não é nesse momento ser um espírito de luz não ser um espírito de luz é uma questão do Progresso e vai demorar muito em nossa caminhada mas nós estamos aqui para tentar ficar inteiros né E essa energia do amor é o que vai colar os nossos pedacinhos né nossa alma
de luz é uma questão do Progresso e vai demorar muito em nossa caminhada mas nós estamos aqui para tentar ficar inteiros né E essa energia do amor é o que vai colar os nossos pedacinhos né nossa alma fraturada nossa alma cindida nossa alma quebrada ela só vai conseguir fazer uma união um link um alo encontro daquilo que tava cindido quebrado partido com essa energia do amor que é essa energia Divina né que vem de Deus e nos conecta a ele que é uma energia de conexão então se pegarmos todos esses espíritos que já passaram na terra e começaram a estudar a vida deles a gente vai ver esse exemplo de conexão né João Evangelista mesmo quando tava na ilha de pmos ele não tinha ninguém para ele se conectar e para conversar tá E no entanto ele ia e fazia a palestra aos peixes aos pássaros né E aí até os soldados romanos que estavam ali para manter ele isolado das outras pessoas né que ele tava isolado naquela Ilha eh eles iam assistir a palestra dos dos pássaros então eh ele tava ensinando Essa energia de conexão que tudo se conecta com essa energia então o nosso autoencontro é necessário para isso é necessário romper essa a essa couraça do Ego para que ele se curvando o self possa emergir que é esse espírito milenar e ele sim né Depois dessa segunda metade da vida possa se tornar o o o dono da casa e não o ego que se achava o dono né Uhum é como se nós construíssemos um protagonismo ou reconhecêssemos um protagonismo que não não pode ser feito por outro né é interessante essa dualidade de que muitas vezes as pessoas vêm aprisionadas Em relacionamentos em que elas falam eu estou triste amargurada insatisfeita ou insatisfeito mas tem algo aí que essa pessoa vai me oferecer e ela vai me libertar né vai me salvar então e que é uma ideia de fato infantil do ponto de vista de uma esperança por felicidade ou por realização que está comprometida com esse outro mas se o outro for meu a goz ele se tornam o tempo a goz e o salvador enquanto não mudarmos a perspectiva que na verdade as pessoas
or felicidade ou por realização que está comprometida com esse outro mas se o outro for meu a goz ele se tornam o tempo a goz e o salvador enquanto não mudarmos a perspectiva que na verdade as pessoas são falhas que as pessoas cometem erros que as pessoas eh machucam e são machucadas e no trecho querida sabe Adriano que você leu de e ela autoencontro e dos quais se identifica com o seu próximo e Deus esse trecho revela assim Ah quer dizer que você também já foi machucado já tá tão bem hoje é mas eu sei que lugar é esse teu sofrimento a identidade com partilhada entre nós não é só no campo de da da da das virtudes era no campo de uma historicidade comum n nossas lágrimas das nossas dificuldades dos nossos problemas e reconhecer e perceber que as pessoas também vivenciaram experiências próximas à que nós vivemos nos irmana em um lugar comum de humanidade e a identidade comum com Deus é o campo das possibilidades que podemos alcançar no campo da amorosidade então Eh o encontro é fundamental né o encontro tem que acontecer na dor às vezes a gente se Aninha a gente se refugia a gente se isola que às vezes é parte de um processo de cuidar das feridas eu lembro um professor que eu tive na Faculdade de Medicina né fazia veterinária e tinham disciplinas lá com eles ele dizia que tinham pessoas que ele conhecia que viviam viviam no ambulatório do Hospital Universitário sempre com as mesmas feridas do braço expostas e foi entender que era uma maneira das pessoas conseguirem o seu ganh pão mantendo aquela ferida aberta para poderem ter a misericórdia do de quem passava né pela cidade pelos semáforos e de alguma maneira quando nós não queremos que a ferida cicatrize dentro da gente é um lugar que a gente retroalimenta de a atenção a mim de alguma maneira Mas é uma chamada de atenção para si que ela não resolve o que tá acontecendo Então a gente precisa ter coragem até porque tá botando no outro um valor exagerado né porque é na relação que o processor vai se dar né mas ainda Tu hiper valoriza tua dor mas
ve o que tá acontecendo Então a gente precisa ter coragem até porque tá botando no outro um valor exagerado né porque é na relação que o processor vai se dar né mas ainda Tu hiper valoriza tua dor mas nessa hiperval da dor tu tá valorizando o outro como o sanador dessa dor como tu comentava antes né então de uma certa maneira é uma dor que que tenta chamar para mim mas nesse lugar né como a Joana fala aqui né de uma condição de desvalor próprio né de um de um uma dificuldade de de de autoamor da qual eu dependo do outro ocupo o outro de não me dar esse valor de não me não me reconhecer esse valor então é um jogo de eh significados eh afetivos né da qual eu aprisionou o outro na na confirmação que eu tenho que ter que eu tenho valor pro outro e se ele não me confirmar eu não me liberto dessa maldição né e e fico daí Prisioneiro dessa mágoa né então Eh ela vai falar né dessa da da Amargura com um vapor morb fico né de um sentimento do entil né que acaba dominando a nossa paisagem mental então aqui tu fica tomado né de desse lugar e então para isso eh diz a juna aqui né Eh como a a a Adriana lembrou né a pessoa não quer se amar quer impor ao outro Que ela possa ser amada pelo outro mas ela não se ama verdadeiramente né Então esse é o grande desafio do do nosso na amargura é liberar o outro e reconhecer que quem vai poder sustentar a nós mesmos enquanto amor é cada um de nós né E ela Traz essa parte final que eu acho belíssima né aqui ela ela fecha com chave de ouro de assim para se lograr o cometimento que é essa questão do autoencontro do amor né Eh quem esteja nas sombras da Amargura olha aqui a chave né permita-se uma fresta por onde entre a luz da esperança e ao banhar-se com a sua claridade não lhe resistirá ao brilho sendo vencido pela mensagem que se faz portadora Olha que lindo né Ela é uma poetiza então Se permitir que essa luz da Esperança possa adentrar nos nossos painéis mentais psíquicos e e nos rendermos essa energia maior de Deus que é o amor e aí a gente sai dessa
do né Ela é uma poetiza então Se permitir que essa luz da Esperança possa adentrar nos nossos painéis mentais psíquicos e e nos rendermos essa energia maior de Deus que é o amor e aí a gente sai dessa armadilha do Ego de ficar aprisionado na dor e começa como o Tiago falou perceber que somos todos irmãos na dor portanto podemos juntos né dividir as nossas dores e crescer junto com na aquisição do amor né interessante isso Adena porque né essa esse raio de luz né de esperança é uma é uma junção Entre o Amor e o entendimento tá clareza né que de uma certa maneira o próprio sentimento também nos dá porque sentimento é uma forma de compreensão e que e na simbologia alquímica já que a gente pegou o sal tá ligado também ao ov né orvalho é esse essa eh essas gotinhas brandas que caem do céu né E que vão arejando e vão alimentando a alma então de uma certa maneira né o orvar também incorpora de um lado o entendimento e de outro lado o sentimento né E que responde a essa capacidade da Alma né da psique de restaurar e reanimar personalidade desidratada né porque na marg fica com excesso de salto vai desidratando a tua vida tu vai ficando petrificando como de ló né então a gente vai restaurando né saindo dessa inconsciência uma substancialidade nova de uma alma que se renova né encontra daí esse significado Libertador né da vida e não aquele lugar da dor né da qual eu me reconheço me formo me construo me aprisionou na dor né então eu não quero abrir mão daquele lugar isso que que a gente tem que entender né que a pessoa amarga ela não quer sair desse lugar como vários momentos que a gente acabou citando aqui né de situações ou ou de né então eh a questão toda segu né Eh é uma teimosia do espírito de que irer ficar lá para poder provar a essa dor da qual ele não quer se libertar para poder justamente eh culpar o mundo então ele tá ainda valorizando muito o outro né E aí de uma certa maneira a dor acaba sendo o meu significado existencial e E aí eu fico tomado de um sal exagerado e não dessa
amente eh culpar o mundo então ele tá ainda valorizando muito o outro né E aí de uma certa maneira a dor acaba sendo o meu significado existencial e E aí eu fico tomado de um sal exagerado e não dessa luz aqui que banha de claridade e que dá novo brilho né A minha vida do Orvalho né Celestial que vem e vem amenizar e e diluir né A minha vida dolorosa trazendo uma renovação para minha alma são os desafios nossos né sim eh tem uma a a perspectiva que nós como espíritas precisamos sempre lembrar é que a alma tem caminhos soberanos então a nossa teimosia de ego ou a nossa relutância ou a forma como a gente se amarra a certos lugares e perspectivas de viver a vida seja por causa do sofrimento ou seja Pelas nossas fantasias Em algum momento a vida vai nos trazer circunstâncias pessoas estados interiores sonhos em que ela quer deflagrar processos novos para que a alma Saia Desse Lugar Uhum Então é como se até a canção Popular fala assim né Eh abre os sonhos e que a vida vai passar e a vida vai levar tudo que não for vida tudo que for transitório tudo que não for permanente pro Espírito como experiências estados momentos relações se isso não for de fato pra vida com v maiúsculo a vida como vai levar ela vai levar embora e o autor desses processo somos nós mesmos né Nós temos tomar consciência desse lugar de que a gente né tudo aquilo então que não for pro meu crescimento eh pode pode se perpetuar por um bom tempo em mim mas em algum momento isso vai se desfazer porque isso não é como tá o texto né Isso é uma dimensão mais sombria não é uma luminescência que traz consciência e crescimento pra alma e nós vamos precisar nos apegar desses processos para que a gente continue a nossa jornada até lá se me dói S te dói olha para isso não estamos subestimando o sofrimento mas estamos pensando num campo de que em uma simbologia até metafórica até a tempestade é sol a gente não viu ainda os caminhos pelos quais né isso ainda é sol mas a tempestade é sol também né Vamos pensar nisso um
nsando num campo de que em uma simbologia até metafórica até a tempestade é sol a gente não viu ainda os caminhos pelos quais né isso ainda é sol mas a tempestade é sol também né Vamos pensar nisso um pouquinho muito bem nós estamos com o nosso tempo já encerrado mas eu queria terminar com uma frase do Jung que tá no Volume 14 parágrafo 330 né que é o psicologia e alquimia diz lágrimas tristeza e desapontamento são amargas mas a sabedoria é o consolador em todo sofrimento psí de fato a amargura e a sabedoria formam um par de alternativas onde a sabedoria não pode haver a amargura e onde não há sabedoria há amargura então uma coisa impede a outra né onde há sabedoria não pode haver margura então que a gente possa optar né pela sabedoria e não pela amargura Tá bom então obrigado Adriana Tiago por mais fim momento Obrigado a todos que estão nos acompanhando um grande abraço e até então o próximo encontro que vai ser o Capítulo 11 que é uma provocação uma pergunta que ela faz o sentimentos amigos ou adversários então até a próxima gente com o Capítulo 11 abraço a todos
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