T8:E6 • Desperte e seja feliz • Reclamações indevidas

Mansão do Caminho 28/08/2025 (há 7 meses) 1:00:22 279 visualizações

No sexto episódio, Gelson Roberto, Adriana Lopes e Tiago Rizzotto analisam o capítulo 6 de Desperte e Seja Feliz, intitulado "Reclamações indevidas". Um estudo reflexivo sobre como abandonar atitudes que dificultam o progresso emocional e espiritual. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia

Transcrição

Queridos irmãos, estamos mais uma vez reunidos nesse estudo maravilhoso da série psicológica Joana deângeles, estudando o livro O Despertar do Espírito. aqui conosco, Adriana e o Thaago, para dar então eh essa presença eh para que o nosso estudo seja abrilhantado pela colaboração deles. Nosso abraço a todos, que Jesus nos abençoe. E nós estamos então trabalhando hoje o capítulo seis, reclamações indevida, um tema de máxima importância para todos nós que ainda somos assaltados por tantas fantasias, pensamentos, emoções que eh refletem ainda, né, uma condição nossa, eh emocional psicológica que desafia a nossa caminhada em favor da plenitude, do equilíbrio, da consciência. Então, a gente é atravessado por inseguranças, eh, fantasias negativas, eh inseguranças de todas tudo que é tipo e, e negativismo, processos que nos jogam para estados de humores contraditórios, né? Então, eh, e aí entra a questão da reclamação, né? reclama de várias formas, tanto silenciosamente, né, como verbalizando ou em atitudes. E isso nos faz realmente buscar nesse tema algo de essencial para todos nós nas nossas condições atuais. Então, a Joana vai trazer, né, o quanto a reencarnação é uma grande oportunidade, né, abençoada pela dádiva do perdão e do amor de Deus para todos e do quanto essa reencarnação reflete eh as nossas necessidades, mas parece que a gente esquece isso de alguma forma. Como é que vocês percebem essa dinâmica em nossas vidas? >> É, e esse capítulo é genial, né? Joana, mais uma vez aqui, ela nos traz assim, nos, né, despex quando ela vai falando de quanto nós reclamamos, né? Então, se tá calor, a gente reclama porque tá muito quente. Depois vem o inverno, a gente reclama porque tá muito frio. Daqui a pouco chove, a gente reclama porque tá chovendo. Daqui a pouco faz sol, a gente reclama porque o sol é intenso. Então isso mostra, né, ela vai fazer aqui toda uma explicação muito espírita. A gente vê Kardec aqui em cada linha a gente vê, nossa, isso é lei do progresso, nossa, tem a lei do

rque o sol é intenso. Então isso mostra, né, ela vai fazer aqui toda uma explicação muito espírita. A gente vê Kardec aqui em cada linha a gente vê, nossa, isso é lei do progresso, nossa, tem a lei do esquecimento passado. Nossa. Então, ela vai fazendo uma construção de um texto muito lógico, muito coerente, com muita fundamentação teórica. Se a gente pegasse cada linha, a gente ia entrar numa lei e a gente ia entrar, né? E a gente percebe que traduzindo tudo isso ainda a reclamação é fruto do nosso comportamento infantil, né? E aí ela vai trabalhar toda essa ideia do indivíduo maduro, que o indivíduo maduro ele já não tem mais esse comportamento. E ela vai mostrar, né, a reencarnação como uma dádiva de evolução. Depois, mais lá na frente, no capítulo 28, ela vai trabalhar o tema mecanismos de evolução, que ela vai enfocar só esse capítulo. Então esse capítulo aqui no capítulo seis ela faz um prepácio onde ela vai desdobrar mais dois capítulos onde ela aprofunda, né, e essa questão do mecanismo de evolução, onde ela vai trabalhar esse tema mais a fundo. E depois no capítulo 21, onde ela vai trabalhar a dor, reparação, que também vai aprofundar essa visão que ela traz aqui da dor e o quanto o nosso comportamento imaturo faz da vivência da dor algo catastrófico, né? E aqui ela fala: "Olha, quando você tava lá longe, né, no longe da matéria, nós pedimos." E aqui ela vai mostrar todo esse mecanismo, como que aconteceu, para que a gente agora possa compreender que não existe nada errado, que existe sim a justiça divina e que nós pedimos mais o que é mais bonito, nós fomos preparados e temos o nosso mentor, né? Ela vai falar do quanto esses espíritos estão ao nosso lado para nos dar força para que a gente possa então superar isso tudo. Então esse capítulo é muito oportuno nesse momento que nós estamos atravessando na terra. >> Eu boa noite a todos, né? capítulo, um capítulo muito importante. Há 20 anos eu fiz um acampamento aqui perto de Brasília e na ida quando descemos o carro fom pegando as mochilas

vessando na terra. >> Eu boa noite a todos, né? capítulo, um capítulo muito importante. Há 20 anos eu fiz um acampamento aqui perto de Brasília e na ida quando descemos o carro fom pegando as mochilas e o colega disse assim: "Gente, tem esse botijãozinho de gás aqui, alguém quer levar?" E como eu tava apaixonada por uma menina que tá usando carro, eu falei: "Deixa que eu levo". Eu lembro que depois de meia hora eu já tava com 3 m de língua para fora, o joelho dobrando, mas eu tinha que sustentar aquilo que eu tinha escolhido. Então nós nesse texto eh queria usar essa referência diante de algo que é paradigmático. Nós escolhemos comumente as provas pelas quais nós vamos definir o grande panorama do nosso planejamento reencarnatório e comumente nós vamos reclamar desse planejamento depois que a gente reencarnou. Seja consciente ou seja inconscientemente, há uma agitação, né, na alma que não se recorda dos compromissos que assumiu e tem muitas dificuldades de lidar e acolher asperezas, acolher as dores, como se relacionar com as dores da vida, interpretando-as como oportunidades, como caminho e não fins. em si. Então, mesmo para aqueles que não são espíritas ou espiritualistas, esses também escolheram um gênero de provas. E isso é demasiadamente revelador pro nosso ego. Quando nós nos damos conta desses processos. Naquela obra Missionários da Luz de André Luiz Espírito, há uma passagem em que eles falam dos laboratórios, né, onde são feitas, né, os trabalhos em torno do perespírito, como às vezes certas doenças congênitas, elas já estão ali trabalhadas, seja para que elas não se manifestem, tendo em vista às vezes condições genéticas dos futuros. dos pais, mas também por compromisso que o espírito deseja assumir. E lá está uma senhora que diz assim: "Não, eu quero que vocês mexam no meu sistema endócrino porque eu não quero ser uma mulher bonita. Eu tenho plena consciência que nessa encarnação eu quero me dedicar a certas tarefas e eu não quero que eu seja atrapalhada

ês mexam no meu sistema endócrino porque eu não quero ser uma mulher bonita. Eu tenho plena consciência que nessa encarnação eu quero me dedicar a certas tarefas e eu não quero que eu seja atrapalhada pela beleza. Então, quando nós nos vemos às vezes no espelho e nós não gostamos do que a gente vê, pode ser que nós escolhemos isso, tendo em vista necessidades espirituais. Então, há uma sabedoria sempre presente nesse lugar da dádiva, que é recomeçar, reencarnar para mais uma vida. O problema é que aqui a gente começa a andar para trás, a gente toma decisões erradas e temos dificuldade de acolher isso, o que a vida nos interpõe no campo das provas, né? E nos campos das provas da nossa própria fé, muitas vezes, mesmo sendo espíritas. É, realmente, né? eh eh tem uma dinâmica muito interessante que Joana vai expandir na sua reflexão, que é essa questão eh do esquecimento. Eh, se o esquecimento é uma bênção, eh porque a gente evita a um enfrentamento de questões que emocionalmente seriam muito duras e até insuportáveis pra gente. Talvez se a gente tivesse contato com o passado, eu poderia enlouquecer diante de eh da minha consciência agora, né, e e poder eh revelar partes minhas delicadas, terríveis desse passado que que me habita, né? Então, o esquecimento é providencial até pela própria composição das das pessoas que vão encarnar junto comigo. Eh, mas o fato de eu esquecer esse passado como forma de proteção e oportunidade, isso não implica eu me perder de mim mesmo enquanto consciência que eu sou um espírito. E, e, e aí eu acho que tem duas coisas que favorecem e essa reclamação indevida que Joana tá nos trazendo. Uma é que esquecimento eh te tira eh dessa consciência de que eu posso, que eu sou capaz. Então, a gente tende a a infantilizar e e e agir de maneira regressiva, esquecendo que a nossa potência espiritual tá presente e que a gente tem recursos imensos e maravilhosos dentro de nós para poder superar e e e conquistar eh muitas coisas. Eh, então esse esquecimento para esse

que a nossa potência espiritual tá presente e que a gente tem recursos imensos e maravilhosos dentro de nós para poder superar e e e conquistar eh muitas coisas. Eh, então esse esquecimento para esse essa reclamação é é um tipo de apelo infantil do ponto de vista espiritual, né? Eu posso crescer, eu posso dar conta, eu já sou responsável, eu tenho, eu posso confiar em mim na vida, mas eu prefiro ser carregado no copo, né? é mais interessante. Então é um a essa essa coisa que da criança, né, que reclama, ah pai, não quero mais caminhar. Ah, pai, me pega no colo. Ah, pai, eu não quero fazer tal dever. Ah, né? Por que que eu tenho que fazer tal coisa? Ah, não quero comer isso. Então, há uma tendência da criança de testar o adulto eh para ver se ela pode viver nessa nesse lugar da provisão, da sustentação, né? Então nós agimos assim como essa criança que reclama como uma forma de dizer assim: "Faz por mim". E ao mesmo tempo, eh, esse esque essa reclamação também é fruto eh dos vícios que o ego ainda se deixa levar desses desses padrões do passado, né? Então tem ali eh certa onipotência, tem certos eh uma certa recusa nossa, né, de de olhar paraa realidade. Então é mais fácil reclamar mesmo do que fazer consciência. tem uma, então tem uma consciência aí que é o esquecimento do sentido espiritual que nos move, como tu tava falando, né, Thaago, que a gente perde o sentido da existência naquilo que realmente promoveu eh esse projeto reencarnatório. E a gente fica nesse ego literalizado, vivendo apenas o que é transitório, o que é de um fato que nos leva a uma gratificação imediata e uma percepção muito rasa da nossa realidade, da realidade das coisas. E aí surge a reclamação como um produto disso. E por isso que ela vai dizer que a reclamação é uma perda de tempo. Acho bem forte, né? e e me gostaria de a gente poder aprofundar agora ou depois essa colocação dela. é, a reclamação acaba sendo uma perda de tempo, porque acaba sendo uma forma, um mecanismo de defesa que o ego encontra

e e me gostaria de a gente poder aprofundar agora ou depois essa colocação dela. é, a reclamação acaba sendo uma perda de tempo, porque acaba sendo uma forma, um mecanismo de defesa que o ego encontra para que ele não mergule de fato nessa existência, eh, nos objetivos realmente para que ele veio nessa nessa encarnação. Então aí ela vai construindo, né, que quando ele tá, o espírito ele se encontra fora do corpo físico, ele ciente da de dessa programação que ele precisa, que é a própria evolução, que ela começa, né, que a reencarnação é uma dádiva de Deus que nos propicia a evolução espiritual. E aí a gente viu, né, que inicia lá no reino mineral, aí vai pro vegetal, depois vai pro animal, onde a gente desenvolve os instintos, esses aprendizados todos, chega no ominal. E aí então essa reencarnação por meio do esquecimento, que é uma lei, para que a gente realmente possa recomeçar, começar sem culpa, sem tantas aflições. Então é um mecanismo de evolução, mas que a partir do momento que a gente esquece, que a gente eh eh de forma imatura começa a reclamar de uma forma eh injustificável, a gente perde tempo no tempo que passa. Porque a pessoa vai ficar muito tempo preso nesse comportamento, tipo cristalizado, nessa nesse comportamento de ficar reclamando, né? E reclamar, ele é clamar duas vezes. Então eu peço, eu clamo e depois eu reclamo e reclamo e reclamo e não sai dali. Então, a energia psíquica, ela fica presa em algumas questões que impede o indivíduo de e, né, de seguir o seu roteiro, né, espiritual para a qual ele foi programado. E aí de uma forma linda, o Thiago nos traz, né, essa lembrança de todo, né, preparação reencarnatória que o espírito passa. depois essa questão, né, de qual, né, espermatozoide vai ter aquela característica para possa desenvolver aquele corpo físico. Então, a gente percebe quando a gente vai lendo, né, estudando a doutrina espírita, que não há erro, que que nós temos sim eh tarefas a desempenhar para que a gente possa evoluir. E e nesse

po físico. Então, a gente percebe quando a gente vai lendo, né, estudando a doutrina espírita, que não há erro, que que nós temos sim eh tarefas a desempenhar para que a gente possa evoluir. E e nesse mecanismo a gente escolhe as provas, né, e é uma escolha. E até interessante que uma vez eu dando aula, a gente tinha uma turma muito difícil e era, nunca esqueço, era uma sétima série e eles, então a gente fez um trato que a gente colocaria regras, que eles colocariam regras pra gente, os professores e vice-versa e para eles também. E aí eu notei que eles começaram, né, colocar coisas tão duras para eles, né, que a gente vai fazer tal coisa, a gente vai fazer tal coisa. E aí eu fui percebendo, falei, não vão dar conta de fazer tudo isso, né? E e aí eu fui falar: "Não, vamos tirar um pouquinho menos, né?" E aí eu percebo, percebi, né? Que a gente faz igual no plano espiritual, a gente sabe que a gente precisa não perder tempo. E a gente então pede mundos impundos, jura, né? Jura tudo. A, ah, e aí eu a gente pensa, né? Uma vez eu fiz um trabalho eh sobre a na oração da Ave Maria, tem lá: "Rogai por nós agora e na hora de nossa morte". Então, nessa frase, eh, por que na hora da morte? Porque é na hora da nossa morte que a gente jura muita coisa e aí a gente guarda nesse porão do inconsciente muitas eh cristalizações de que não, nunca mais eu vou fazer tal coisa. E aí a gente vai gerando, né, marcas nesse inconsciente profundo de que nunca mais eu posso. E aí a gente traz de forma inconsciente essas negações. Então, o quanto que isso vai, né, de forma intuitiva, a gente vai deixando de se permitir a questões eh que realmente se eu não tivesse, tanto tempo reclamando, eu não teria arquivado isso, principalmente nesses momentos muito profundos que ali fala da hora da morte, né? Então, reclamar é ficar cristalizado numa questão onde a minha energia psíquica fica presa e não me permite a evolução. Eu fico perdendo muito tempo nesse tempo que passa. >> É, eu acho que a gente acaba esquecendo

r é ficar cristalizado numa questão onde a minha energia psíquica fica presa e não me permite a evolução. Eu fico perdendo muito tempo nesse tempo que passa. >> É, eu acho que a gente acaba esquecendo de nós, né? aí nessa dimensão aí da da reclamação e e quando a gente se perde, né, de nós, eh, e é uma grande perda de tempo. Tua reclamação é fruto de alguém que perdeu um pouquinho o rumo, né, o o movimento eh fundamental da sua caminhada e e e nesse estar perdido, ele se ocupa desse lugar, né, da da impossibilidade, da dificuldade, produz em cima disso. Então isso isso mais evita ainda que ele consiga retomar sua caminhada e poder aproveitar o que a vida tem para oferecer. Vale afirmar, né, amigos, que um campo em que se manifestam muito dos nossos compromissos e até mesmo resgates é um campo afetivo. E ouvindo vocês, eu me recordo de uma, hoje é uma, uma adulta já, mas era uma jovem, e ela dizia: "Eh, eu fui embora de minha cidade e o meu primeiro namorado até hoje me espera, mas passaram-se mais de 20 anos e ele ainda vai na minha casa dos meus pais, diz que nós vamos nos casar. está me esperando, mas eu já estou casado, tenho três filhos, sou uma mulher realizada, mas por ser espírita, eu consigo entender que possivelmente nós tivemos uma, né, nós tivemos vínculos muito profundos no passado, mas eu percebo que hoje eu estou seguindo um caminho que eu escolhi, que ele permanece preso, ele vai aguardar possivelmente a vida inteira ou ele vai, de repente se dar conta e se libertar dessa fantasia. Mas os campo da afetividade, ele é um lugar também, muitas vezes, como diz Emanuel, né, onde as grandes provas aparecem, né, quando os casais se reencontram, as almas se buscam da multidão, estabelecem laços, novos compromissos e passado a fase primeira, né, enamoramento, encantamento, surge a realidade verdadeira das dificuldades relacionadas do dia a dia, onde as almas precisam de fato amadurecer conjuntamente ou quando não amadurece conjuntamente, surgirão as dificuldades

amento, surge a realidade verdadeira das dificuldades relacionadas do dia a dia, onde as almas precisam de fato amadurecer conjuntamente ou quando não amadurece conjuntamente, surgirão as dificuldades emergentes nesse processo. E comumente ou nós passamos a reclamar ou passamos a sair do relacionamento, que são condutas que a gente observa, né, na vida social, na vida comum, humana, e que nós deixamos novamente de lado compromissos que foram assumidos. Estou pensando no campo da afetividade, mas de alguma forma, como ela coloca no texto, as dificuldades naturais, do que falo, da natureza da vida, as dificuldades da vida elas vão aparecer, né? Eh, surge, como ela diz, as reclamações e que se tornam justificáveis. É como se nós paralisássemos, como se nós, né, fechássemos um circuito em torno de certas queixas e nós, como quemca num processo, resiste teimosamente sair daquele lugar até ter o nosso capricho, a nossa necessidade atendida. Gosto que ela fala em seguida: recorda-se de Jesus. E se nós lembrarmos a questão conhecida, questão 625, né? Qual o tipo mais perfeito que Deus deu ao homem para se lhe servir de modelo guia? A resposta na tradução brasileira, né, do português é Jesus. Mas não sei se vocês sabem disso, né, mas todo mundo sabe. Originalmente em francês é vede Jesus. E é interessante isso, né? Observa Jesus, vá até Jesus, né? Recorda-te dele como uma maneira que ela diz eficaz para lidar com o teu desânimo, a tua rebeldia, a tua dificuldade e ela traz então essa vitalidade de um processo que é de auxílio para este momento. Mas o que o diagnóstico? Ela traz assim a terapêutica e ela nos pede, leva a tua alma até o amigo, porque com ele você vai encontrar as respostas que tu precisa para tentar conciliar, suportar e lidar com as adversidades e, como ela disse, naturais da existência. É interessante que se a gente pudesse tomar consciência eh de tudo que implicou, né, esse projeto reencarnatório e e a gente ficaria muito envergonhado do pouco que a gente faz diante do muito

tência. É interessante que se a gente pudesse tomar consciência eh de tudo que implicou, né, esse projeto reencarnatório e e a gente ficaria muito envergonhado do pouco que a gente faz diante do muito que a gente recebeu. É porque a gente fica só olhando as coisas ruins e reclamando e a gente não não é uma ingratidão na verdade, né? O homem, o homem é muito ingrato e porque tá sempre pensando no seu exigindo e querendo dar pouco. E sente, como diz a Joana, né, o quanto júbilo, né, ela diz aqui, eh, mergulhamos na névoa carnal entre júbilos e promessas, candidatando ao ao triunfo. Então, quanta coisa foi regimentada. Quanto esforço para juntar os espíritos certos num contexto favorável? Quantos encontros, quantos elementos têm que ser organizados? Quantas espíritos, não só desencarnados, encarnados tiveram que eh serem acionados pra gente estar ali reencarnando naquela hora, naquele momento, e com já um caminho de um arranjo favorável pra gente poder realizar o nosso projeto reencarnatório. Quantos estímulos, quantos estudos, quantas questões a gente avaliou? Quantos elementos foram mobilizados que a gente pudesse estar aqui nessa hora? Então, é um tem um cuidado, tem um amor por trás, tem um esforço, tem todo uma carga de energia. E aí quando a gente chegar aqui, a gente, né, leva as coisas de maneira tão superficial, eh, tão negligente da nossa parte, né? E a gente acha ainda que somos injustiçados, né? Que a vida não, que Deus foi descuidado com a gente. Olha, né? Eh, ele pesou a mão dele, ele esqueceu de nos ajudar em tal ponto, errou no caminho, botando coisas na nossa vida que não era para nós. acha sempre que tem alguma coisa de injustiça, de errado na nossa caminhada e desprezamos, né, essa capacidade de poder dizer assim: "Puxa, eh, eu sei que Deus não erra, então se tem alguma coisa errada, não é com a vida, nem com Deus, é comigo, mas geralmente a gente não faz uso dessa reflexão." Eh, eu gostei da parte que o que o Thiago leu, que quando ele fala assim,

ntão se tem alguma coisa errada, não é com a vida, nem com Deus, é comigo, mas geralmente a gente não faz uso dessa reflexão." Eh, eu gostei da parte que o que o Thiago leu, que quando ele fala assim, ó, recorda-se de Jesus, recordar-se de Jesus é a maneira eficaz de superar o desânimo. Porque veja, mesmo num mecanismo de de reclamações, nós vemos realmente a dor ela assola a humanidade, né? Então, a dor, quando a gente tá realmente na matéria, a dor também assume uma dimensão muito maior do que de fato ela acaba sendo no plano espiritual, porque eh a gente vê que o corpo desperta nessa alma, nessa psique, nesse espírito, eh, o que Decart chama de as paixões da alma, né? Então, os sentimentos que até então eles também tinham uma outra dimensão, elas acabam assumindo uma dimensão muito maior do que de fato ela é, que é o que o James Holl, né, essa lente de embaçada do ego. Então, não só para as coisas que a gente vivencia, mas também para pelo pelas vivências dolorosas, né? Então, quando o ser ele tá em contato com essa dor e o sofrimento, muitas vezes ele cai no desânimo. Por isso que ela coloca para superar o desânimo e a rebeldia. Então, sim, existem reclamações puramente de cunho de rebeldia, mas há também aquelas eh reclamações eh que às vezes nem chega a ser uma reclamação, mas em que a psique em contato com essa dor e esse sofrimento de uma perda de um ente querido, de uma doença muito longa na família, a ela vai se desgastando e aí esse ego vai se desvitalizando, vai ruindo. Então essa parte é importantíssima quando ela fala recorda-se de recordar-se de Jesus é a maneira de superar esse desânimo e deixa que o teu psiquismo se revitalice, porque muitas vezes o ser se sente cansado, esgotado, realmente sem energia em virtude do sofrimento e da afeição, né? as pessoas às vezes se tornam embotadas, se tornam duras, se tornam rígidas em virtude de tamanha dor. E aqui ela fala que mesmo nesse caso Jesus é o nosso maior remédio, porque ele nos traz, né, o psiquismo dele faz com que a

nam embotadas, se tornam duras, se tornam rígidas em virtude de tamanha dor. E aqui ela fala que mesmo nesse caso Jesus é o nosso maior remédio, porque ele nos traz, né, o psiquismo dele faz com que a gente aumente o interesse pela vida. que eu olhe pro lado e veja, olha, esse meu irmão sofre tanto quanto eu, porque a dor dele é muito parecida. E aí ele se interessa pelos demais, né? A gente sai desse ostracismo de achar que a minha dor, até a minha dor é maior que a tua, né? E eu vejo, nossa, o meu irmão sofre tanto quanto. Então, muito bonita essa parte, que sintonizar-se com Jesus é a maneira de superar os problemas perturbadores. Ou seja, eh, não ir pro pro paraa reclamação, mas fazer esse movimento contrário de de sintonizar com ele. Nunca te falcute duvidar do auxílio divino. Então, saber sempre que se nós no plano espiritual fizemos um planejamento, fizemos todo um preparo, fizemos um preparo inclusive fisiológico para essa encarnação, também os nossos amigos, os nossos companheiros espirituais estão ali. E o o capítulo final do Evangelho, o o capítulo pedi e eh pedir e dar-se buzá, né? o capítulo das orações, das preces, eh os verbos todos são de ação, né? Batei e dar-se vos a buscai e achareis. Então, sabendo que a nossa oração vai ser ouvida por aqueles nossos mentores, amigos, aqueles espíritos guardiões que se colocaram a nos ajudar, né? E aí a gente vai poder receber isso, então fazer um movimento de busca e não para reclamação. Então essa parte aqui dessa texto inicial para mim, ela vai trazer para nós uma grande bússola pro momento de dor e de sofrimento. Não adianta ficar aí perdendo tempo só reclamando e ficar aqui de bracinho cruzado esperando que caia do céu a a resolução. Não, eu preciso pela oração me acalmar. acalma-te e eleva-te em oração. Então, é o movimento de parar e receber da espiritualidade as intuições necessárias para superar esse momento de crise, que é uma oportunidade redentora, né? uma dádiva de Deus paraa nossa evolução. >> Isso lembra o que o Tiago tá falando da

a espiritualidade as intuições necessárias para superar esse momento de crise, que é uma oportunidade redentora, né? uma dádiva de Deus paraa nossa evolução. >> Isso lembra o que o Tiago tá falando da vida como um desafio e não como um problema, né? Porque as grandes questões da nossa vida, na verdade, nem pode ser resolvidas. Questões de morte, de luto, né, de doenças crônicas, limitações físicas, eh dores de amor, né? Eh, tem questões, né, que que não tem como resolver, né, no sentido de que elas se apresentam como fatos que a gente tem que carregar ou suportar ou saber lidar. Então, me parece que eh eh que a gente tem que aprender a a olhar paraa vida e reconhecer nessas questões todas, né, eh realmente desafios e e processos que não tão ali para se resolver no sentido de eu querer controlar tudo e resolver, mas sim eh como um algo que ecoa pro diálogo comigo mesmo, ou seja, eh, que tá ali na função de macerar, né, a minha alma, de poder trabalhar a minha matériapra e eu se transformar. Então, a, então, a Joana também tá fazendo um um uma certa eh eh chamando atenção que a questão não é fora, não são as coisas, mas sim o quanto essas coisas, né, esses elementos podem de uma certa maneira eh serem aproveitados para mim o meu fazer de transformação dela fala da paciência também aí, né, que em vez de reclamar que a gente possa buscar a fé e a confiança nesse Jesus, no nosso Pai, e ter a paciência de poder reconhecer que quando somos atravessados por esses processos, algo importante tá acontecendo em nós. se soubermos realmente eh acolher e e mesmo na nossa fragilidade, na nossa pequenez, nas nossas limitações, ter a capacidade de eh manter a nossa postura aberta e para aprender com o que a vida tá nos oferecendo. Às vezes nós podemos ser levados a pensar que a nossa vida entre as vidas físicas e ela se vai pode ser capaz de resolver os grandes dramas da nossa alma e não necessariamente. Às vezes diluímos impressões, qualificamos mais a alma, entramos em contato com experiências outras que nos

ela se vai pode ser capaz de resolver os grandes dramas da nossa alma e não necessariamente. Às vezes diluímos impressões, qualificamos mais a alma, entramos em contato com experiências outras que nos ajudam a lidar com as nossas próprias dores, mas às vezes é necessário tempo para esse processo. Então, eu me recordo eh o livro Ação e reação, ele tem um instrutor que é o Silas. E é interessante que o Silas ele cuida de casos, ele tá ali atuando em casos que envolvem traições familiares, roubos de herança, que é a história dele. Então é interessante que ele é colocado no mundo espiritual já com uma preparação paraa reencarnação dele junto com o pai e outros personagens, né? mãe, uma graça já em contato com aquilo que instiga a sombra dele e as dores dele. É quase como que o teu trabalho, Silas, agora em contato com essas chagas do outro é para que você cure a tua chaga, que uma história são histórias muito parecidas, mas há algo de muito humano na história, porque um dado momento a gente vê Silas atuando num caso específico e você vê que ele tá diferente e a gente entende que o que tá acontecendo, aquela história que ele tá no plano carnal atuando, auxiliando espiritualmente é de uma família como a dele, que tá reencarnando para resgate novamente para casa, tá? E ele tem medo e é o genuinamente humano que é em nós. Então, se eu ainda tenho dimensões em mim desafiadoras e às vezes eu reluto às vezes um amigo em Brasília fala: "Meu filho fala assim: "Eu não pedi para reencarnar". Aí ele fala: "Tu implorou para reencarnar como teu pai". Tava brincando, né? Porque nós reagimos às intercorrências no sentido de negá-las, de rejeitá-las, como você disse ao início, né, Gelson? é uma, é um impulso reativo muito infantil da criança que não aceita a condição e espermeia e ela não quer saber, mas que em última instância, diante desse cenário que nós estamos aqui refletindo, são oportunidades, possibilidades únicas para nós. Quando você trouxe a ideia de às vezes como é difícil reunir os espíritos, às vezes

instância, diante desse cenário que nós estamos aqui refletindo, são oportunidades, possibilidades únicas para nós. Quando você trouxe a ideia de às vezes como é difícil reunir os espíritos, às vezes que precisa estar juntos para mais um ciclo de experiências redentoras, a própria história de Silas é essa e descobre que existe uma pessoa que é madrasta que tá perdida para tá em algum lugar numa zona de sofrimento e eles não conseguem achá-lo. Sem ela, a equação dessa família não é possível e viável e ela vai reencarnar como irmã dele. Olha que interessante, vai ser a irmã. Então, a gente muitas vezes não tem noção de fato da de tudo que nos é ofertado, de tudo que foi despendido, de todos os estudos, dos cuidados, das orientações, para que a gente pudesse ter o que nós temos hoje. Nossa, mas o que eu tenho hoje dói tantas vezes, é, mas faz parte, a gente possa pensar nisso, né? Uhum. Eu fico pensando eh que a reclamação acaba se tornando muitas vezes um vício diante dessas fraquezas como Silas, né? E e todos nós. Eh, eh, se vocês derem uma olhadinha no dia de vocês, vocês pegaram alguém reclamando ou se pegaram reclamando em algum momento no dia de hoje, né? Se a gente for lembrar nossa trajetória hoje em dia, no dia de hoje, eh, eu tava fazendo esse esse exercício e eu acho que passou por mim umas quatro, cinco reclamações, né, ou minha ou de alguém, né, que que eu cruzei hoje em dia, né, ou é do tempo, é de alguma coisa que aconteceu ou de alguma coisa que não aconteceu e acaba se tornando um vício. vício das pessoas reclamar. Impressionante com aquilo que a eh que a D tá falando ou ou é do ou o que tá quente ou tá frio, porque tá chovendo ou ou não tá chovendo. E parece que isso se torna um traço nosso muito perigoso. Parece que é uma coisa assim tem muita eh de um caráter menos sério, mas não, porque no conjunto do pensamento, da vibração da gente, a gente vai querendo um cenário espiritual muito desfavorável. Então eu acho que até um um bom exercício, não é? Ter a gente tem um

io, mas não, porque no conjunto do pensamento, da vibração da gente, a gente vai querendo um cenário espiritual muito desfavorável. Então eu acho que até um um bom exercício, não é? Ter a gente tem um caderninho, um caderninho, um bloquinho para anotar assim quantas reclamações, né, a gente fez no dia ou que a gente viu, presençou num dia. Oxe, acho que logo logo ia encher o caderninho. >> Verdade. O nosso caderninho ia ser pequeno, né? ia ser aquelas fichas intermináveis, mas já sabendo disso, né? Então a Joana nos traz uma estratégia de ação. Então quando a gente fica, né, pensando, nossa, eu faço isso diariamente hoje, quantas vezes eu já fiz isso? Várias, né? Ela traz aqui lá pelo oitavo parágrafo, ela fala assim: eh, apoia-te na coragem e recorre a fé teus nos teus mecanismos de segurança. Então, a dor ela possui uma finalidade e uma função. Então, quando nós estamos diante vivendo uma dor, vivendo uma prova, porque ela coloca que chega o momento da avaliação, nós estamos vivendo num momento do que o planeta está passando por uma grande transição, então grandes dores, grande sofrimento, o planeta, né, todo, né, crise financeira, crise social, crise moral, crise política, crise de todas as as a de todos os tipos, né? Então, primeira coisa, coragem. Coragem eu gosto muito do sentido da palavra, é agir com o coração. Core é coração, agem é ação. Então, a partir do momento que a dor tá aqui, tá me rasgando no meio e que eu tô sofrendo, primeira coisa, coragem para enfrentar. Até esses dias é horri, eu gostei de uma frase que a gente viu na internet. Gosto da internet porque tem umas frases assim que bate aqui dentro. diz assim: "Que o meu medo seja eh tenha medo da minha coragem, né? Que o meu medo tenha medo da minha coragem". Então isso que o nosso medo, que todos nós temos medo, porque o medo é um sentimento primeiro, né? Eh, primitivo de primeiro, desde quando a gente tava, né, estagiando no no mineral, a pedra tem medo do do vendaval, né? Então, veja, coragem, então agir com o coração

do é um sentimento primeiro, né? Eh, primitivo de primeiro, desde quando a gente tava, né, estagiando no no mineral, a pedra tem medo do do vendaval, né? Então, veja, coragem, então agir com o coração e a fé nesses mecanismos. Então, acreditar que Deus é justo e se ele é soberanamente bom e justo, que é, há uma finalidade. Então, eu gosto de parar nesses momentos de dor e pensar qual é a finalidade de fato disso, né? Eu ergo a mão, encho de foguinhos aí, né? Vocês viram, eu sou mágica. Eh, então há uma finalidade nessa nessa nessa dor e e enquanto finalidade eu preciso então respirar eh ter a certeza que eu respiro o clima que me é necessário. Então, nada está errado. Existe sempre um para que uma função. Quando a gente no meio da dor, a gente chega nesse nesse pensamento, querendo ou não, a gente vai ter e parece que algo sustenta a gente, parece que algo carrega a gente no colo, porque a gente sabe, olha, realmente que bom, né? Aí vem aquela alegria, eu já estou colhendo. E aí vem aquela frase que Paulo, no momento que ele foi decaptado, ele ele ele fala, né, pro soldado: "Olha, você e faz o teu trabalho porque eu já estou colhendo". Então ele alegre diante da morte, sabendo que eles ele precisava daquela forma de de desencarnação e que ele havia pedido, né? Então é muito importante isso, coragem, fé e que nós só temos o que nos é necessário. Não é vingança, não é castigo de Deus. Esse Deus não é, não nos pune, ele nos eh ele nos presenteia com oportunidades de crescimento e cada um de nós vamos ter a nossa oportunidade no momento devido. >> Eh, eu gostei essa essa frase que você citou um trecho, Adriana, eu acho ela muito poderosa. Respiras no clima que te é necessário ao processo liberativo. Isso é um chamamento à coragem perante a vida, né? E quando a gente pensa que respira no clima, isto é, as condições nas quais eu estou estabelecendo o meu contato com a vida, isso envolve as condições sociais e que eu reencarno, a cultura que eu reencarno, as disposições econômicas

ra no clima, isto é, as condições nas quais eu estou estabelecendo o meu contato com a vida, isso envolve as condições sociais e que eu reencarno, a cultura que eu reencarno, as disposições econômicas e particularmente no cadinho da família, quantas vezes nós estamos eh vivenciando um clima psíquico de almas que estão com dívidas. necessidades de reparação, né, em resgates necessários e esse percurso de reconciliação. E a gente hoje, sabendo pelas leis da psique, né, por que que nós nos vinculamos psificamente a certas pessoas, que trocas profundas são essas que nos diferenciam e como falam os espíritos, o livro dos espíritos, que mecanismo é esse que Kardec pergunta de pessoas que parecem atraídas umas pelas outras? E eles respondem, né, são almas que se buscam na multidão pela força da expressão magnética. por pela força psíquica. E todos nós, de alguma forma, nos encontros e desencontros das almas, estamos vinculados por esses fios invisíveis, né, em torno dessas experiências passadas que a seu tempo partilhamos e que quando desventuradas reivindicam o caminho reparatório ou necessidade de reconciliação. Então, Joana vai trazer toda uma sequência das dificuldades que a muitas vezes enfrenta perante a vida, né? E eu destaquei essa questão, né, de eh quando a gente promove um trabalho bom, um trabalho para o bem, de repente isso desperta dos outros ciúme. Às vezes nós somos caluniados por alguma coisa que nós não fizemos. Somos invejados pelos passos e as trilhas e escolhas que a gente realizou em vida. a ideia de que a maledicência ainda em comportamento viu humano e que nós temos que ter cuidado para que a gente não caia nessas armadilhas. E elas diz, né, essa presença de um perigo em torno dessa fragilidade humana que é capaz de atos indignos que ferem, que machucam. E todos nós estamos expostos a estas chuvas de intercorrências. Mas ela diz: "Apesar de tudo isso, meu amigo querido, não reclames, não caia na armadilha de se prender a essa a essas intercorrências e ficar

s nós estamos expostos a estas chuvas de intercorrências. Mas ela diz: "Apesar de tudo isso, meu amigo querido, não reclames, não caia na armadilha de se prender a essa a essas intercorrências e ficar naquele processo que é uma espécie de um embate, né? A gente passa a se degladiar com esses processos como se nós pudéssemos controlar isso ou simplesmente eliminar esses processos dos quais nós muitas vezes não temos controle. Então ela traz a ideia de que não reclames com um chamamento, um imperativo necessário para que alma psicologicamente amadureça, né? Importante esse esse momento do texto e de uma certa maneira esse processo da coragem, né, e da fé, é para mim uma tomada de consciência. Se o a reclamação é uma inconsciência do que tu é, do que tu pode, né? Porque quando eu reclamo, eu tô abdicando dos meus recursos, abdicando de de de poder reconhecer o poder que me habita, o amor de Deus. Então, é um esquecimento de tudo, né? Eu fico na nesse lugar da ingratidão que ela como ela coloca aqui, né? da injustiça, da ingratidão. Então, aquele que reclama é um ingrato, eh, amargurado muitas vezes. E aí, ah, buscar a fé e buscar a coragem é eu acordar novamente e me reencontrar. Pera aí, por que que eu tô reclamando? Pera aí, eu sou filho de Deus. Puxa, reclamar, mas eu tenho capacidade, né? Que a vida é um exercício mesmo, né? E então, e aí poder reconhecer, né? Eu acho que é importante a gente poder eh fazer e essa eh essa esse olhar consciente e e e não só apenas se dar conta quando está reclamando, vai dizer: "Puxa, agora tô reclamando, vou parar de reclamar". mas também fazer uma análise do que tá em jogo quando eu reclamo. que aspecto é esse dentro de mim que tá se manifestando dessa maneira e poder realmente num ato de consciência recuperar, né, a minha lucidez de que sim, eh, eu não sou mais aquele filho que disse, eu não nasci por obrigação minha, eu não pedi para nascer, para reencarnar, não. Realmente eu implorei e fiz toda a a força de não me deixa qualquer cantinho, mas por favor me

aquele filho que disse, eu não nasci por obrigação minha, eu não pedi para nascer, para reencarnar, não. Realmente eu implorei e fiz toda a a força de não me deixa qualquer cantinho, mas por favor me coloca, né, na vida para mim poder sanar, né, esses porque quantos de nós tava também num ambiente espiritual eh muito pesado, umbralino, assediado e a reencarnação é um refrigério, né? me põe no pior lugar que pode ter na Terra, é que ainda vai ter melhor do que o cenário que eu vivo tanto fora e dentro de mim. Então, muitas vezes a encarnação é um paraíso frente a a ao lugar que eu habitava. O, a reencarnação é uma trégua à tortura da minha consciência ou a perseguição ou ou a a sofrimento que eu tava vivendo lá. E e então longe de ser um um castigo, longe de ser uma penúria, a reencarnação realmente é uma grande bênção. E aí quando essas dores elas forem virtudes, né, da traição, que aquilo ela vai ampliar isso no capítulo 28, quando ela vai falar dos camis mecanismos da evolução, então ela fala do ciúme, da maledicência, da traição, ela vai terminar, né, olhando para esse fechamento do texto para que a gente mesmo assim segue, né? Então, OK, você eh tá sofrendo em virtude de uma calúnia. Você tá sofrendo porque o outro não consegue tá onde você tá, então ele tem ciúme, portanto ele fala de você. Mas mesmo assim, siga. E aí ela fala: "E lembre-se de Jesus, que ele sendo perfeito, sendo modelo e guia da humanidade, desperta a sombra coletiva do planeta, porque aquele modelo de perfeição vai mexer com a sombra coletiva." E aí ele foi, né? Eh, sofreu sarcasmo, sofreu a desolação, a a traição, a negação, né? Ele como um espírito de luz que não precisava mais disso. Ele vem pra Terra para nos mostrar o caminho, mostrar que sim, podemos superar a nossa sombra. E ele também foi traído. Então, se ele foi traído, então nós também podemos ser. Então, olha que lindo a construção do texto, nos convocando a uma postura de amadurecimento, de nos colocarmos diante da vida, né, sabendo da justiça divina e que ninguém

então nós também podemos ser. Então, olha que lindo a construção do texto, nos convocando a uma postura de amadurecimento, de nos colocarmos diante da vida, né, sabendo da justiça divina e que ninguém é é eh eh é vítima. E ela vai falar na série psicológica dessa postura de vítima, né, o quanto que essa postura vai eh espacelando a psique, né, a psique vai se vai eh ela fala que é um mecanismo de degradação, né? Vai vai degradando essa essa personalidade, essa psique. Quando você fica preso nesse movimento de vitimismo, né? a pessoa vai se sentindo vítima e vai eh exigindo que o outro nos trate como tal, né? Então, sempre o modelo de Jesus para suportar isso e o amor mesmo como esse mecanismos paraas nossas dores e aflições, mecanismo de cura, de tratamento, eh porque ele é, né, ele é paciente, ele é tolerante, ele é compreensivo e ela fala, né, não reclames nunca mais. Nossa, né? Quando eu li isso, eu até que gelei, né? Poxa, mas nunca mais é muito tempo, né, Joana? Calma, a gente vai, mas devagarzinho, porque daqui a pouco a gente já reclamou novamente. Mas aí a gente volta nesse modelo, né, de que sim, eu reclamei mais agora eu volto e começo tudo de novo, igual o cízifo que empurra a pedra lá para cima e de repente ela rola e a gente começa de novo, né? Então, ter a consciência de que não é esse o caminho. Eu preciso entender, sair desse movimento infantil e começar por meio de um movimento de um amadurecimento, compreender as minhas aflições e as minhas provas, né? >> É bom ter o caderninho, então, né, Adriana, porque ela vai dizer assim que em algum momento a morte vai chegar como uma chamada para o nosso despertar, para o confronto com a nossa consciência. Então, que a gente não precisa esperar a morte, né, para para esse susto e esse movimento do despertar daquilo que a gente realmente é e dos compromissos que muitas vezes a gente acabou abandonando ao longo da caminhada. E então eu acho que a proposta da Joana é realmente fazer consciência. Olha, vamos tá atento a esse padrão de

te é e dos compromissos que muitas vezes a gente acabou abandonando ao longo da caminhada. E então eu acho que a proposta da Joana é realmente fazer consciência. Olha, vamos tá atento a esse padrão de comportamento, vamos evitar e porque não adianta e o que tá, o que nos cabe nos cabe. O que é nosso, a gente vai carregar com a gente. Não tem como eh botar pro lado ou deixar na estrada aquilo, né? botão, o botijãozinho de gás vai ter que ir até o até o destino dele, né, meu caro? Assumiu, né? Agora ele te pertence, né? Pode até dar uma descansadinha, pedir ajuda, mas agora aquilo faz parte da caminhada. Então vamos encarar, né? Vamos encarar. E e porque um dia a morte chega e quando a morte chega ela não pede licença, né? E nem avisa. Muitas vezes ela diz: "Olha, nos pega de assalto e aí quando a gente viu já já é tarde, né? E muita coisa que a gente poderia ter feito diferente e ter aproveitado melhor as oportunidades, ficou para trás e não volta mais. >> É, é muito interessante isso que ela traz isso que é o fim do do ciclo, né, da existência, a necessidade da se programa, se reencarna. se vive, vive-se bem, se vive-se mal, com mais ou menos consciência e é preciso fechar esse ciclo. E é interessante quando a gente pensa na morte, ela de alguma forma é uma grande reveladora da verdade, né? E é uma verdade que não liga pros nossos caprichos. Ela não se constrange diante das nossas súplicas eh egoístas. Ela vai revelar de fato quem nós somos para nós mesmos. O que eu acho bonito desse parágrafo, amigos, quando eu li o texto, é que ela diz assim, né, fazendo uma pequena síntese, e a morte ninguém poupa, vem o despertamento para a aferição de valores diante da consciência. E agora o trecho me chamou atenção sobre a vigilância do amor de Deus. Por que que tá escrito sobre a vigilância da justiça de Deus? Interessante, né? Por que que ele escreveu amor de Deus e não justiça de Deus? Está oferindo valores. Às vezes a gente pensa numa balança, um campo de uma justiça. E eu achei isso aqui

ustiça de Deus? Interessante, né? Por que que ele escreveu amor de Deus e não justiça de Deus? Está oferindo valores. Às vezes a gente pensa numa balança, um campo de uma justiça. E eu achei isso aqui sublime, porque o amor sempre nos concede oportunidade de recomeçar. OK, caiu, vamos de novo. Caiu, vamos de novo. Então é uma bênção que não deve nutrir em nós. Ah, já que eu posso recomeçar, eu vou tá adiando, então isso vai pra frente. Não, não é tão simples assim. mas que diante das dores que nos visitam, sempre virá um amor que acolhe, que entende, que nos auxilia e nos fortalece as novas oportunidades e os novos intentos. Então, essa poética que ela traz eh não apenas mostra o caráter excelso do amor de Deus e da lei que governa a vida, mas que esse amor misericordioso, mesmo diante de erros que se repetem de encarnação, encarnação, as mesmas questões, nós teremos uma oportunidade. Então, que a gente siga adiante, que a gente acredite, a gente busque ser vitorioso. E quando eu te ouvi, Adriana, eu não pude deixar de ver, de lembrar de uma mensagem conhecidíssima da Mei, né, que é uma mensagem quando era comecin a doutrina espírita, eu lia essa mensagem, ela fazia, ela tinha uma uma profundidade na minha alma, que é aquela mensagem do confia sempre, né? Não percas a tua fé. Entra as sombras do mundo, aindo que os seus pés estejam sangrando, segue paraa frente, erguendo por luz celeste acima de ti mesmo. Creia e trabalha. E ela prossegue desse estímulo, né, dizendo que a tempestade vai amarfanhar o coração, vai apertar a alma, né? vai já atormentar o ideal, vai fazer você perder o alvo que você tenta com a sua consciência ali que você está desenvolvendo de permanecer neste ideal. Vem as aflições, mas não esquece que amanhã a vida recomeça, o dia renasce e uma nova manhã para os novos dias, para nova vida. >> É, e essa vigilância amorosa de Deus, justamente é isso, né? essa oportunidade de alguém que nos cuida. Quando a gente fala em vigilância e amor, a gente tá

anhã para os novos dias, para nova vida. >> É, e essa vigilância amorosa de Deus, justamente é isso, né? essa oportunidade de alguém que nos cuida. Quando a gente fala em vigilância e amor, a gente tá falando de cuidado, né? O cuidado como um o amor em ação. Então, Deus tá presente, atento, cuidando de nós, né? E e todo seu sua resposta, né? que se manifesta justamente nas questões que a vida nos impõe, é um um um movimento de cuidado dele. É um é um é um movimento de amor, mesmo que a gente não consiga ainda compreender. Muito bem, fechamos hoje o nosso bloco já, mas fica essas reflexões que Joana nos oferece e o convite para que no próximo encontro possamos estudar o capítulo sete, capítulo que é três inimigos, onde ela vai trazer três aspectos realmente muito delicados e vai ter é mais um capítulo genial. que ela nos apresenta para melhor compreensão de nós mesmos e melhor aproveitamento nossa caminhada evolutiva. Agradecemos a todos que nos acompanham. Obrigado, Thaago, Adriana e até o próximo encontro.

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