T3:E3 • Plenitude • Origens do Sofrimento
No terceiro episódio desta série, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Adriana Lopes trabalham o capítulo três da obra Plenitude, o qual trata das origens do sofrimento. Neste capítulo, a mentora Joanna de Ângelis apresenta questões relacionadas ao tema, fazendo um aprofundamento das causas atuais e anteriores das aflições, utilizando-se, para isto, de um viés psicológico. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #Plenitude #OrigensdoSofrimento
alô amigos bem-vindo a mais um encontro do nosso estudo da série psicológica Joana de Ângeles hoje com a Cláudia Adriana estamos trabalhando Capítulo 3 origem do sofrimento do Plenitude então que possamos ter um encontro produtivo dentro desse material Fantástico que a Ben feitura nos oferece e sabemos que o livro Plenitude ele Abarca toda uma análise do sofrimento o capítulo anterior na semana passada a gente abordou né Então essa análise do sofrimento e hoje dando continuidade essa esse tema que envolve todo o livro nós vamos trabalhar então as origens do sofrimento onde Joana vai trazer questões Gerais e Anes em relação à zas de sofrimento e eu queria trazer Então já Cláudia e Adriana começar a debater esse capítulo e provocar elas em relação como é que elas percebem a proposta da prefitura em relação a esse capítulo Olá é uma alegria muito grande estar aqui para trabalharmos esse capítulo Tão Profundo né onde Joana essa ampliação do Capítulo 5 do Evangelho Segundo espiritismo onde é trabalhado as causas atuais das aflições e as causas anteriores então Joana se preocupa em fazer um aprofundamento uma ampliação desse Capítulo à luz da com esse viés psicológico né e e é um capítulo de fácil entendimento se nós olharmos assim ele não é complexo na sua estrutura porém ele é de grande profundidade né e utilidade porque se nós soubermos onde inicia o sofrimento é mais fácil poder lidar com ele né então ela inicia falando dessas origens do sofrimento Segundo o budismo e a doutrina espírita então ela vai falar da dessas duas dessas duas áreas aí ela vai falar das a diferença das de natureza cármica ou as das causas anteriores das aflições e as causas atuais e ela faz uma distinção então de provas expiações né cita ainda a as de do sofrimento que inicia nessa vida e depois ela vai mudar a forma da gente olhar paraa dor isso que é muito lindo na série psicológica onde anteriormente nós víamos a dor como algo como uma coisa E hoje nós vemos a dor como um meio de nos levar até o amor que Jesus nos
gente olhar paraa dor isso que é muito lindo na série psicológica onde anteriormente nós víamos a dor como algo como uma coisa E hoje nós vemos a dor como um meio de nos levar até o amor que Jesus nos ensinou né então é um capítulo muito profundo muito bonito e maravilhoso para que nós possamos atingir a Plenitude no momento certo cada um no seu momento né e a benfeitora boa tarde a todos bom também est aqui com vocês mais uma vez juntos e a benfeitora Nos alerta sempre né Adriana ela nos traz a responsabilidade né isso aqui também é muito importante e muito interessante na obra da benfeitora né porque ela nos faz eh pensar sobre os nossos atos né aquilo que determina hoje eh fruto de um plantio no passado né que atitudes a gente Tomou que escolhas a gente fez né o com o que a gente estava envolvido né E aí ela nos traz mais uma vez a responsabilidade que nós temos com esse plantio e essa colheita no futuro porque ela começa a nos falar do determinismo e do livre arbítrio né que são dois fatores importantes para que a gente possa pensar no nesse plantio nessa Colheita do Futuro né o determinismo ela nos traz a o nascimento eh Desculpem a Morte e a reencarnação mas ela traz el Lógico que esse determinismo ela vai explicar pra gente né fruto de quê também de uma situação do passado em que a gente se coloca lá na erraticidade escolhendo um caminho para fazer esse acerto né e é esse acerto que muitas vezes vem com o sofrimento mas muitas vezes vem também com a alegria dependendo de como a pessoa vai viver na vida atual né se eh e e e como ela vai lidar com esse livre arbítrio na vida atual porque assim é interessante a gente pensar que a gente não tá no automático mais a gente não tá mais num automatismo primário né nós já temos conhecimento do nosso do nosso percurso né Mesmo que seja pouco então muitas vezes a gente precisa ver o que a gente tá repetindo E aí entra o livre arbítrio para que a gente possa mudar essa atitude na vida atual né então ela já começa com essa
smo que seja pouco então muitas vezes a gente precisa ver o que a gente tá repetindo E aí entra o livre arbítrio para que a gente possa mudar essa atitude na vida atual né então ela já começa com essa essa colocação de determinismo mas também fruto né de um passado o livre arbítrio atuando na vida atual E aí sim é que ela vai começando a discriminar O que é provação e o que é expiação é é interessante né Cláudia porque essa relação aí com o determinismo livre arbítrio eh começa quando ela faz essa comparação justamente com o budismo né quando ela refere que dentro da da perspectiva budista né o sofrimento ele tem um uma condição que vem pela pelo movimento interno de cada um de nós né e outras condições que são externas né como tu falaste né morte Nascimento veliz doença são condições externas mas elas não tão eh dissociadas como tu bem colocaste né e a benfeitora deixa muito claro isso da própria dinâmica eh eh de cada um de nós já que eh a realidade como se apresenta externamente também é fruto das nossas escolhas nossa atitude mas com certeza o que que ela o que ela quer trazer a partir disso é que se do ponto V interno isso Vai resultar e na ordem das questões cármicas que que implicam nas imposições que a partir das nossas atitudes vão resultando então em consequências que se impõem em nossas vidas e a as de origem externas ou não origem externa de condições externas melhor dizendo né porque a origem sofrimento tá sempre em nós mas as condições externas vai depender também da nossa atitude da nossa postura como a gente vai vivenciar aquela experiência que a vida tá se impondo para cada um de nós que não é por acaso mas que envolve então um a nossa capacidade de resiliência de compreensão de tolerância ou não né de rebeldia revolta incompreensão então isso envolve as perturbações emocionais que ela vai citar né então de uma certa maneira eh é o sofrimento que gera sofrimento né Ela comenta isso no outro Capítulo porque eu tenho que enfrentar uma situação e por não ter recursos Ainda de
s que ela vai citar né então de uma certa maneira eh é o sofrimento que gera sofrimento né Ela comenta isso no outro Capítulo porque eu tenho que enfrentar uma situação e por não ter recursos Ainda de de olhar para isso né dessa situação que me impõe eu acabo me perturbando então tem a questão cármica de um lado e de outro lado as emoções turbadores que é fruto da minha incapacidade de dialogar com a vida e tirar o melhor proveito de cada situação mesmo que elas pareçam nesse primeiro momento penosa para mim e ela mostra essa vida como uma sucessão de acontecimentos e Isso muda Às vezes a nossa forma de olhar paraa dor né porque a dor até então a gente culpa o universo Nossa eu sofro porque olha só né Deus é ruim né Como pode tantas pessoas nascer em berço de ouro e eu aqui com todo esse sofrimento Então ela nos traz essa perspectiva de que nós somos né o artífice de Nossa Alegria da nossa tristeza nós somos esse agente causador então toda ação ela pressupõe uma reação e que vai consequentemente formar essas novas reações né então nada é por acaso tudo é uma concatenação de acontecimentos que um vai puxando o outro de uma forma né Eh vai levando a outra coisa então o indivíduo é o resultado do que ele foi no passado a natureza não dá saltos isso que é importante né Nós somos fruto de um processo E olha que hoje nós estamos a nossa forma um pouquinho melhor né nós já fomos pior O que é importante é isso né saber de que todos os resultados das nossas ações Cedo ou Tarde vão chegar para que a gente possa então dialogar com elas se nós por um acaso cometemos um equívoco teremos a oportunidade de reparar olha como é bela a essa visão é uma oportunidade de solucionar algo que estava eh mal mal Feito mal visto né do passado né Então realmente há SEME uma oportunidade de reparação e isso é muito bom sabermos que né que nós poderemos repassar E aí a questão do livre arbítrio eu sempre falo que o livre arbítrio é a mais difícil de todas as leis né porque a gente às vezes quer que
e isso é muito bom sabermos que né que nós poderemos repassar E aí a questão do livre arbítrio eu sempre falo que o livre arbítrio é a mais difícil de todas as leis né porque a gente às vezes quer que as pessoas façam de outra forma porque nós estamos vendo Ah seria diferente se fosse de outro modo mas nós temos que dar às pessoas essa oportunidade da né de de aprender com os erros né Então as pessoas precisam dessa liberdade de ação até para poder aprender com o próprio erro e aí entra O arrependimento e aí entra a nossa escolha lá na erraticidade junto com o nosso guia né o nosso mentor aquela equipe né do departamento de reencarnação que elabora um projeto né aí muitas vezes a pessoa pede algo muito maior eles dizem não vamos devagar Vamos diminuir um pouco aqui né Vamos aos poucos porque eles sabem que quando a gente desce quando a gente chega aqui né no mundo corpóreo a coisa fica mais difícil e e fica tudo com esse Vel de esquecimento mas a benfeitora nos fala eh a respeito da aprovação né Adriana você chegou um pouco a tocar agora e eu me lembro que ela diz assim a aprovação é a experiência requerida ou proposta né então assim a gente requer aquela aquela icia aquele desafio porque a gente sabe que é importante e necessário suplantá-lo né Lógico que a benfeitora Sempre coloca so a lei do amor e não sob a lei da dor porque ao final do capítulo ela vai dizer que o sofrimento a raiz do sofrimento é justamente a inversão disso é quando vai-se pela lei da dor ao invés de pela lei do amor então lá na erraticidade a gente pede né aquela prova aquela dificuldade que precisamos ultrapassar E aí a benfeitora nos dá as pistas porque ela diz assim apresenta-se como tendências aptidões limites e possibilidades sob controle dores suportáveis e alegrias sem exagero que facultem a mais Ampla colheita de resultados educativos a proposta é a educação é a educação do espírito e aí a gente vem unido de quê desses artefatos né que o herói entra em toda aquela história dos mitos para poder eh
a colheita de resultados educativos a proposta é a educação é a educação do espírito e aí a gente vem unido de quê desses artefatos né que o herói entra em toda aquela história dos mitos para poder eh ultrapassar aquela dificuldade a gente vem com aptidões com possibilidades e cada um de nós vai exercendo essas aptidões aqui para o nosso bem e para o bem do coletivo é eu acho que é por isso que ela que ela coloca ela dá uma ênfase ao presente né no capítulo porque de certa maneira os fatores do passado né que determinam as condições desse Novo Nascimento que é resultado dos meus atos e pensamentos né seja feliz e infelizes e resulto daí num desafio para mim né e e consequentemente nos Sofrimentos que a vida impõe como resultado dessas escolhas infelizes Ah eu tenho agora a partir disso um outro desafio que não é só o confronto com esse passado que é reatualizado agora nesse presente mas a opção frente a isso que se apresenta e ela aí vai eh sublinhar né no no capítulo a atitude de como e quando agir né então não adianta eu me deparar no meu passado a partir de uma expiação de uma prova se eu não souber nesse momento eh fazer a opção por mim mesmo essa opção de me dizer eu quero me libertar do do sofrimento eu quero ser feliz e para isso como tu meso estava colocando né Cláudia a minha responsabilidade a minha consciência de assumir para mim esse lugar de que eu sou Agente desse caminho para felicidade ou para infelicidade então o como agir e o quando Agir é uma questão atual do presente onde nós somos desafiado a cada momento a cada esquina da vida a tomar uma atitude e de poder não tem como não dialogar conosco e com a vida e a cada movimento da vida ela vai pedir uma resposta né a vida Exige uma resposta de valor porque o movendo da alma é movento de valor da Alma um valor de consciência um valor que envolve atitudes e a partir disso eu vou estar ou reforçando e aquele passado e de novo Eh me impondo ainda sofrimento ou através de uma nova atitude Renovadora usando meu livre habito de
um valor que envolve atitudes e a partir disso eu vou estar ou reforçando e aquele passado e de novo Eh me impondo ainda sofrimento ou através de uma nova atitude Renovadora usando meu livre habito de maneira favorável me libertando né do sofrimento por isso que ela vai dizer que se a esse como agir e quando agir pode tanto aprisionar a nós ao sofrimento né ou nos liberar desse sofrimento depende então da nossa postura nesse momento e aí ela vai tecendo nesse momento toda uma diferenciação entre as provas e as expiações né porque ela coloca que entre as aqui As provas elas se manifestam de uma forma mais suave mais branda no seu conteúdo né não apresenta assim como a expiação um caráter punitivo isso é importantíssimo que nós deixamos muito claro para nós nunca é uma punição mas uma forma de educação em forma consciente né E poder se tornar um modelo poder se colocar diante da dor como alguém que já tem uma consciência porque é bem diferente quando nós olhamos no momento que nós estamos sofrendo como uma oportunidade E aí procurar mudar os olhos buscando a oportunidade do que naquele momento que estamos sofrendo olhar aquilo como uma punição né a sensação a parte emocional que nos traz eh nesse momento a gente vai sentir um colo diferente do que senti um chicote porque aquele Deus anterior né era o Deus punitivo e a doutrina espírita nos traz uma proposta de um Deus de amor né então Eh nesse momento a possibilidade de ser um exemplo porque é aquela pessoa que vai poder aceitar com resignação a prova né E essas provações eh sempre o amor suavisa Isso que é importante da gente olhar essa ferramenta que é o amor como uma alavanca para amenizar a dor é o termo expiação vem do latim expia né E apesar de ser uma palavra não muito usada no velho testamento ou no Novo Testamento esse tema da expiação ele tá muito presente em toda a a Bíblia como questões que envolvem a nossa caminhada espiritual e a gente vai vendo assim palavras que tem muita relação com o tema da ação como reconciliação
expiação ele tá muito presente em toda a a Bíblia como questões que envolvem a nossa caminhada espiritual e a gente vai vendo assim palavras que tem muita relação com o tema da ação como reconciliação eh sangue a a ideia do sacrifício né A questão da remissão dos pecados do Perdão tudo isso envolve expiação já que a expiação de uma certa maneira é uma tentativa de reconciliação com a lei né com a vida como um todo e conosco mesmo né Precisa de cobrir né Eh e por isso que muitas vezes isso vem com a ideia também de um sacrifício né tem que sacrificar algo para desmanchar um pecado do passado né só que antigamente isso era feito de maneira literal através do sacrifício do animal né então de certa maneira a gente trocava né Eh numa tentativa de barganhar com Deus sacrifícios para atenuar o nosso pecado e esse sacrifício na verdade agora é é nosso mesmo né Nós temos que sacrificar o nosso orgulho sacrificar a Nossa teimosia para que a gente possa de uma certa maneira no trabalho eh da da imposição né que que a que a a expiação nos apresenta né verter esse sangue simbólico né do nosso sal né o sangue o sal tá no sangue no suor e na lágrima ser é nosso sal Nossa sabedoria Nossa sabor através desses Desafios que muitas vezes são extremos né mas que são fundamentais para transformação da nossa alma e superar aquele passado em favor desse ser humano renovado renascido a partir do testemunho que a expiação muitas vezes nos provoca e exige de nós para poder romper e ajustar né a nossa vida aos débitos que a gente traz do nosso passado eu gosto de falar a palavra sacrifício como sacro Ofício ou seja esse Ofício sagrado né de ter algum comportamento como você colocou né Gelson eh sacrificar o nosso orgulho sacrificar o nosso egoísmo mas um ofício sagrado de eh colocar isso em transformação E não aquele Sacrifício do difícil duro Como aquela coisa pesada né então quando a gente olha isso como como um sacro Ofício um ofício sagrado a gente vai mudando a sensação diante da prova né da expiação e a questão da
ício do difícil duro Como aquela coisa pesada né então quando a gente olha isso como como um sacro Ofício um ofício sagrado a gente vai mudando a sensação diante da prova né da expiação e a questão da expiação também como algo imposto mas não como imposto como uma coisa que que Deus impõe para nós mas aquilo como a Cláudia fala né Cláudia que nós pedimos essa eh questão nós impomos a nós mesmos de uma forma que não dá para recusar é recusável essa cirurgia né como uma cirurgia que precisa desse corte dessa separação dessa divisão né então quando Jesus fala eu não vim trazer a paz mas eu vim trazer a espada na realidade é esse corte até analítico para que nós possamos entender diferenciar discriminar né então nós precisamos desse corte de uma forma imposta muitas vezes por nós mesmos e aí como a cludia coloca o nosso mentor no plano espiritual fala menos vamos um pouquinho mais devagar não precisa pagar tudo uma vez só né mas de uma forma como uma cirurgia com o caráter corretivo né para que esse mal possa de certa forma não agravar esse mal né é e é bonito essa questão do sacro Ofício né porque a gente vê pessoas passando por tantas dificuldades dificuldades duras e são pessoas pessoas eh com um humor mais elevado uma vontade sempre um otimismo né Joana fala assim de uma coragem de uma resignação e até de uma alegria ela diz né de uma alegria em ultrapassar estar ultrapassando que intimamente o espírito sabe né o espírito sabe que é necessário passar por aquela aquela experiência dolorosa ou na provação que não é tão pesada mas a Joana nos diz que há espíritos que solicitam até que a aprovação seja mais ainda né que mude o curso da aprovação su avisando-o ou agravando-se dependendo né conforme o desempenho do espírito e a expiação que nesse caso né Eh é aquela coisa mais eh sem muita escolha nessa vida né E ela coloca até como um exemplo didático né a reincidência né ela diz assim que há o delinquente primário ela faz uma comparação né E aí seria uma aprovação aquele delinquente primário que tem um
né E ela coloca até como um exemplo didático né a reincidência né ela diz assim que há o delinquente primário ela faz uma comparação né E aí seria uma aprovação aquele delinquente primário que tem um crédito que ele suavisa a pena né mesmo diante dos gravames pesados ele está ali logrando De certa liberdade de movimento aí ela diz ao Reincidente que é convidada a multa e prisão domiciliar conforme o caso no entanto ela diz aquele que não se corrige é conduzido ao regime carcerário E aí é diante da das leis mais bárbaras né isso a gente tá falando da lei dos homens mas aí nesse caso é aquele encarceramento né como ela diz nas paresias limitações orgânicas mentais paralisias patologias congênitas sem possibilidade de reequilíbrio loucuras né certas doenças tudo isso Para quê Para que aquele aquela pessoa seja protegida inclusive dela mesma não é porque o livre arbítrio vai atuar de forma negativa para ela então ela é encarcerada que Joana Traz essa essa comparação belíssima né é didática e aí a pessoa fica ali e eh contida né naquela Encarnação contia contida passando por aquele processo de aprendizado não é então esse infrator Reincidente que não se corrige ele é poupado dele mesmo né porque ele não não tem condição de escolha é por isso que a aprovação né Cláudia como ela coloca ali é mais dinâmica né Eh Ela diz que a provação pode mudar e é mais suave né que como provação como diz o termo provar né tu tá sendo testado então aprovação é como uma luta Um Desafio que ensina e possibilita a gente a a a a descobrir Novos Valores possibilidades potências da gente e pode então se movimentar dentro de de um de um campo mais rico de possibilidades dependendo de como a gente vai se relacionar com essa provação né em favor dessa edificação espiritual já a expiação por ser uma imposição em função do do da atitude que a gente foi deliberadamente tomando ao longo da nossa caminhada no passado ela se impõe eh nos fazendo cur vá né como a uma a deusa da mitologia anank né a necessidade né ela se impõe e não tem
de que a gente foi deliberadamente tomando ao longo da nossa caminhada no passado ela se impõe eh nos fazendo cur vá né como a uma a deusa da mitologia anank né a necessidade né ela se impõe e não tem como ser de uma de uma outra maneira ela é daquela maneira porque anank como necessidade é aquilo que que que é a melhor forma de acontecer pra gente né ou seja ela é uma imposição adequada ao o que a alma necessita naquele momento né E mesmo que eu não compreenda e mesmo que eu sinto que aquilo é pesado Aquilo é necessário né necessário para que a minha alma possa me redimir desse desse passado né Desse miasma como também os gregos colocavam dessa mancha que me acompanha e da qual eu tenho que me libertar de uma certa forma né e é interessante que aqui como ela cita esses exemplos que a Cláudia citou né das paresias das limitações ela coloca né que toda a regra são H exceções né E no caso ela cita a que Em Nome do Amor pode haver aparentes expiações E aí ela cita o exemplo de Jesus né que foi o exemplo máximo de doação que nós temos né houve na Terra como um espírito de luz que se coloca né como o governador espiritual da terra né Ele Vem Para nos trazer o exemplo aí ela fala de Francisco de Assis que foi aquele que ele escolhe a pobreza mas ele ainda não tinha esses débitos passados ele vem também Em Nome do Amor para que possa nos dar o exemplo e ela cita dois personagens que para mim eles eram desconhecidos mas que eu fui atrás ela cita Helen Keller né e Stein mertz eh Helen Keller foi uma uma jovem que aos 19 meses ela ficou cega e surda ao mesmo tempo ela teve uma febre muito alta a nível de sistema nervoso central e ela perde tanto a visão quanto a audição Então ela ficou ela não conseguia aprender falar ela não conseguia se comunicar ela não enxergava né E no entanto ela teve uma professora que tinha perdido parte da visão e ela ela aprendeu as técnicas de ensinar para um cego e ela então alfabetizou essa Helen e ela então foi a primeira surda cega a ter um curso superior ela foi
fessora que tinha perdido parte da visão e ela ela aprendeu as técnicas de ensinar para um cego e ela então alfabetizou essa Helen e ela então foi a primeira surda cega a ter um curso superior ela foi filósofo ela aprendeu falar ler e escrever com uma professora né foi escritora ativista social filósofa e lutou pelos direitos da mulher e lutou pelos direitos da pessoa com deficiência né Então imagina uma pessoa com toda essa limitação e aqui Joana trazendo esse exemplo de alguém que não era uma expiação mas ela se coloca Em Nome do Amor para vir e esse personagem eh steinert eh foi considerado o mago da engenharia onde ele adulto não tinha mais que 1 metro ele tinha nanismo ele tinha um problema muito sério no quadril e ele era corcunda e ele foi um um matemático brilhante na área da engenharia e trouxe né muita muita muita a contribuição pra área D da Matemática dentro do campo da engenharia criando muitas leis né então são exemplos que Joana coloca de aparentes expiações então é importante que a gente nunca rotule né isso é importante cada caso é um caso específico cada caso tem a as suas particularidades por mais que supostamente seja uma expiação eh não cabe a nós de forma alguma julgar mas compreender que há uma um uma necessidade para esse processo eh evolutivo desse ser que se coloca ao sofrimento como uma ferramenta é interessante que mesmo a expiação que Joana falou que não pode ser sanadas pode ser atenuadas se a gente não pode fugir delas diferente das das provações que pode ser modificadas né Eh mesmo expiação ela pode ser muito profunda e acontecer num num momento de vida da pessoa que a pessoa já tem condições de dar conta daquilo porque Deus ele é muito amoroso né se na vida aqui nossas debidas a gente pode pagar muitas vezes buscando um suporte né bancário e pagar em suas prestações depois pois as nossas dívidas né e e pode transformar Nossa dívida em outros outras outros bens pro mundo né a gente pode eh eh construir caminhos eh muitas vezes eh a gente se
agar em suas prestações depois pois as nossas dívidas né e e pode transformar Nossa dívida em outros outras outros bens pro mundo né a gente pode eh eh construir caminhos eh muitas vezes eh a gente se fortalece Deus permite às vezes um um momento de apaziguamento ou de de Equilíbrio ou de busca de recurso para que a gente possa depois mais adiante se deparar com o nosso passado da qual a gente não vai vai poder fugir Isso me lembra o gerano Mendonça Ribeiro que teve várias encarnações e o e o carma dele começou lá no Egito tá descrito naquele livro do roches romance de uma rainha ele foi um mago negro que manipulava sangue envolvia seduções de mulheres e e e quando reencarnou no Brasil já lúcido consciente mais espiritualizado com me tiddo com o espiritismo né ele ficou Tet aplg depois de jovem e fundou casas de criança e viajava numa Kombi eh mesmo completamente praticamente paralizado né com dores terríveis no peito para poder divulgar o espiritismo e uma vez ele tava com muita hemorragia e essa hemorragia não passava ele achou que ia morrer porque ficou começou a ficar fraco e que visitar o Chico antes de morrer daí ele conseguiu chegar até o Chico para um um empresário eh de paulista que que ia para lá e deu carona para ele e ele chegou pro Chico e disse Chico estou morrendo e o Chico olhou para ele sim tu está morrendo Jerônimo e tu sabe por quê E ele disse não por causa do coitadinho n porque tu se acha Coitadinho e se tu buscar manter essa postura interna tua realmente Tu vai desencarnar de maneira prematura E aí eh Chico eh que tem outras pessoas junto ali com eles né nesse momento pede para fazer uma oração pede para cada um dar um beijo na face do Jerônimo de maneira cuidadosa para que essa flor não se desp não fica espiralada não não não se desmanche e durante a noite já tava dando palestra na casa Espírita então a gente vê assim que mesmo a expiação ela vai exigir como são colocando uma resposta uma atitude Eh que que vai depender da nossa postura para ser reparadora né então eh a porque
a casa Espírita então a gente vê assim que mesmo a expiação ela vai exigir como são colocando uma resposta uma atitude Eh que que vai depender da nossa postura para ser reparadora né então eh a porque a expiação eh Visa restaurar como a benfeitora falou o equilíbrio perdido né e todo o Delito do passado né Eh e que envolveu a nossa queda em outra em outras vidas mas a gente vê já Gerônimo já lúcido mas tocado ainda um desafio interno mais profundo do que a expiação da da doet da tragia que ele tinha né de não poder se movimentar do sofrimento da dor tinha uma questão maior ainda aí que é justamente o Coitadinho dentro dele né e ele não do que ele produz a partir da expiação do que ele produz a partir daquele fato da qual ele não tem como eh sanar e vai ter que enfrentar e viver e aí a postura Nossa vai ser fundamental aí né que que então tanto em relação ao Karma do passado quanto aos processos dessa vida que a gente vai deuma maneira construindo justamente pela nossa atitude né então a a Joana vai falar que além das origens cármicas do sofrimento tem os Sofrimentos atuais que é justamente fruto dessa da irresponsabilidade da impulsividade do egoísmo da das emoções perturbadoras que ela cita desde o início do Capítulo que geram aflições e assim por diante né então ela vai começar a trazer o quanto a a a a nossa Aude interna é fundamental na questão do sofrimento e aí posteriormente ela vai trabalhar no capítulo autocura exatamente essa questão né de como se colocar diante de uma expiação ou de uma prova é bonito né Gelson essa história né do Gerônimo porque ele foi chamado gigante deitado né então mesmo imóvel mesmo paralisado né o aparato ato vocal dele né o chakra larino e o coração se colocou a serviço da obra né e é dessa obra interna transformando essa emoção perturbadora né esse sentido de de vitimismo né de ser vítima e e Coitadinho em prol dessa construção por isso que Joana diz toda a aprendizagem propõe esforço persistência força e valor moral então o caminho não é fácil ela sabe e ela nos
mismo né de ser vítima e e Coitadinho em prol dessa construção por isso que Joana diz toda a aprendizagem propõe esforço persistência força e valor moral então o caminho não é fácil ela sabe e ela nos explica mas ela nos orienta o a a a que nós avancemos o limite dessa pequenez dentro de nós né E que a gente avance porque é só nos testando que a gente consegue elastec esse tamanho nosso e reconhecer o nosso tamanho interno aquela pessoa que fica como ela começa a entrar agora nessas emoções perturbadoras que você diz né E ela traz eh várias Ela traz o desejo o frust momento o ódio e a frustração que tornam-se emoções afligente de acordo com que a pessoa vai atuar na vida presente então ela nos coloca aí mais uma vez na responsabilidade com os nossos atos na persistência e saindo elastecendo esse esse espaço interior né ampliando para um espaço maior para que essa essas estões todas dessas emoções perturbadoras e sombrias possam ser iluminadas né ela gosta da palavra luar isad né então vai clarificando esse nosso interior elastecendo e a gente vai expurgando essas essas essas esses personagens né dentro de nós que nos perturbam tanto e nos levam à bancarrota derrocada interior né é antes de entrar nesses elementos que ela vai citar como tu que tu tá trazendo aqui né o desejo e a frustração entre outros acho tem dois pontos que eu acho fundamentais no capítulo que ela diz que dentro desse processo de adoecimento né que envolve as emoções perturbadoras adoecimento da Alma né que gera né conflitos e sofrimento ela vai falando aí do de todas as questões sociais econômicas que envolvem asos nossos desafios eh eh o o um elemento Central que ela cita é perda da individualidade né já que a proposta de lidar com sofrimento é uma proposta de responsabilidade de Lucidez de sermos conscientes e responsáveis né A perda da individualidade uma perda de conexão com a nossa capacidade seja por a gente não acreditar em nós seja por rebeldia seja por fuga seja por qualquer outro fator
conscientes e responsáveis né A perda da individualidade uma perda de conexão com a nossa capacidade seja por a gente não acreditar em nós seja por rebeldia seja por fuga seja por qualquer outro fator mas essa Eh esses fatores todos que vão nos fazendo nos perdermos de nós mesmos vai nos escravizando a padrões coletivos E aí realmente eh tem um perigo muito grande da gente viver no automático ou na inconsciência ou repetindo padrões coletivos perdendo a oportunidade abençoado da reencarnação dessa dessa Encarnação que nós temos e e e entrando num processo de eh se deixar levar por um mecanismos atávicos do passado ou pela consciência coletiva e isso tudo vai nos aprisionando desa PR feitora né e e um dos efeitos disso que é o segundo ponto que eu queria trazer é a questão da perda do humor né então a gente vê que na psicologia eh uma das características de de maturidade psicológica né E o pessoal pode achar estranho né isso mas é o humor humor eh para várias corridas de Psicologia é sinal de maturidade porque justamente é poder rir de nós mesmos ou ter leveza extrair das situações penosa eh um caminho flexível de poder brincar com a situação e e poder tá com humor né então humor é é resultado da da esperança e da alegria que não se curva diante da dor e que mantém a capacidade de Lucidez de de de de uma certa maneira eh eh resposta emocional de maturidade então a o humor é um traço bem importante que ela cita aqui no Plenitude mas ela vai citar também em outros momentos da aa psicológica dela como um fator essencial aí de de de bem-estar e de saúde mental né então quando a gente começou a perder o humor e a e e os nossos humores começam a ficar alterados onde a ficar sisudo fechados a gente começa a estar na amargura e quando a gente tá na amargura a gente tá começando a entrar num caminho perigoso de um abismo espiritual que vai nos levar a processos de ativações de elementos talvez do passado que não foram resolvidos que começam a se apresentar como conflitos psicológicos
num caminho perigoso de um abismo espiritual que vai nos levar a processos de ativações de elementos talvez do passado que não foram resolvidos que começam a se apresentar como conflitos psicológicos na vida da gente então e esse humor que você diz ele revela realmente a estrutura egóica né aquela estrutura rígida da pessoa que não se permite essa variação né porque n como a nossa psique funciona por opostos a gente precisa visitar um lado e visitar o outro e essa flexibilização essa variação né Essa essa mobiliz mobilidade é que faz com que o nosso ego vá se desenvolvendo satisfatoriamente então muito bem né e é bem Bem lembrado aí o que a benfeitora traz e uma pessoa rígida inflexível uma pessoa adoecida né e o que que acontece com a rigidez ela pode quebrar né o ego pode eh eh fissurar por conta dessa situação inflexível e aí você tava dizendo eh eh Gelson e eu me lembrei da história de pilatos né porque você diz assim dessa dessa não individualidade e e dessa desse caminho pro coletivo né Pilatos lavou as mãos naquela hora né na verdade ele sabia que Jesus era inocente mas ele lavou as mãos e aí ele deixou-se se contaminar ele se levar pela circunstância política da época né pelos interesses e ele lava as mãos e deixa que o povo escolha e e o povo escolhe por absorver barrabaz e depois ele fica com aquela neurose né a Méia Rodrigues nos fala né na psicografia de Divaldo Franco ela nos fala daquela neurose que que Pilatos ficou de lavar as mãos lavar as mãos lavar as mãos e depois não suportou o peso da consciência e se lançou num abismo no precipício Aliás ele se lançou na cratera de um vulcão El ele encerra a vida dele na cratera de um vulcão então assim eh a questão que você começa a trazer dessas emoções né e desse coletivismo eh que nos aparta da nossa essência única verdadeira E aí nós vamos caminhando para este sofrimento de origem atual Porque é tão fácil pensar Ah eu sou sofro porque olha lá atrás eu devo ter feito x ou Y não importa o que nós estamos fazendo hoje
adeira E aí nós vamos caminhando para este sofrimento de origem atual Porque é tão fácil pensar Ah eu sou sofro porque olha lá atrás eu devo ter feito x ou Y não importa o que nós estamos fazendo hoje né a proposta é olhar o aqui agora e pensar que o hoje é o semente do amanhã então se hoje eu estou plantando vento amanhã com certeza minha colheita vai ser uma tempestade né então nós precisamos entender isso e aqui ela coloca quatro fatores que a né a Cláudia já cita o desejo o ofuscamento o ódio e a frustração como coisas muito importantes e eu nunca havia pensado na própria frustração como algo que é um sofrimento criado agora e que nós não precisamos dele Olha que interessante essa ampliação de ponto de vista porque se nós já temos tantos Sofrimentos para trabalhar para que conseguir e aumentar ainda mais aquela nossa né aquele nosso monte de coisa para para resgatar então é importante a gente poder passar isso do separar né o joio do trigo e entender Qual é a dor necessária e o que é que eu estou fazendo que posso também deixar de sofrir é importante olhar para isso e aí entra o primeiro grande vilão que é um Corcel desenfreado que é o desejo que entra bem o que o Gus fala dessa questão né de tá massificado e em vários vários livros da obra de Joana ela fala da questão da massificação que vai criando desejos né Eu tenho um amigo que trabalhou um tema bem interessante agora no doutorado dele que ele fala do desejo Ah ele tem um nome bem complicado que é um desejo mimético desejo mimético que ele é traduzindo é um desejo que é criado e aí ele pega um seriado e ele vai mostrando Quanto que o desejo daquela pessoa foi socialmente criado né então isso é importante pra gente pensar puxa eu chego lá na minha reunião de família de repente alguém comprou um celular X aí eu que tenho um celular Y começa a ficar triste porque Puxa vida eu quero um celular X porque aquele meu meu tio meu primo meu sobrinho tem aquele celular então o meu desejo é um Corcel desenfreado que vai gerar
o um celular Y começa a ficar triste porque Puxa vida eu quero um celular X porque aquele meu meu tio meu primo meu sobrinho tem aquele celular então o meu desejo é um Corcel desenfreado que vai gerar sofrimento por quê porque exatamente ele vai ele vai gerar necessidades talvez aí eu tenha que trabalhar muito mais para que eu possa então conseguir recursos muito maiores para ter esse objeto de desejo que ela mesmo vai falar ele vai eh eh o desejo gera insatisfação então quando eu atingir esse objeto eu vou querer um outro melhor eu vou querer o o o celular Z agora porque eu já tenho o x tinha o o x o meu primo tinha eu consegui o x tinha o y agora eu quero Z então a gente é eternamente insatisfeito então o desejo é algo que nunca ele é preenchido é anan mesmo né Essa falta essa necessidade que não se que não se satisfaz é é interessante que o desejo é a fonte primária da vida né como impulso mas aqui esse desejo se torna negativo que a gente podia equivaler à ideia do budismo que ela traz no livro Plenitude que é o apego né o apego onde o ego projeta ali e as suas necessidades e fica identificado com o que é transitório e nesse apego ele gera sofrimento Então esse desejo aí é esse impulso mal trabalhado né porque tem aquela frase de niet procuravas o pior e encontraste a ti mesmo então esses quatro fatores que que Joana nos traz são fatores arquetipos fatores básicos da qual nós temos que enfrentar que é o que é o confronto connosco mesmo né como é que eu vivo o meu desejo né e e e na base da do desejo tem toda a a as reações que advém eh daquilo que a gente deseja ou e de como a gente deseja e da ful onte lida com desejo que vai lidar vai trazer os outros fatores também né A questão da frustração a questão do ofuscamento a questão do ódio tudo isso de uma certa maneira tá relacionado com a questão do desejo e de como isso de uma certa maneira se constitui na nossa eh na nossa expressão individual né então eu eu vejo aí nessa questão do desejo que a que a Adriana tá colocando né Essa
m a questão do desejo e de como isso de uma certa maneira se constitui na nossa eh na nossa expressão individual né então eu eu vejo aí nessa questão do desejo que a que a Adriana tá colocando né Essa incapacidade de de avaliar o próprio desejo que a Jo vai trabalhar depois mais tarde no próprio livro Plenitude que a noção de desejo vai mudando na medida que a gente vai eh evoluindo espiritualmente e o desejo maior daí de um espírito de luz é servir né É se doar E aí o sofrimento toma uma outra dimensão que não mais essa do que ela tá colocando aqui que é a emoção perturbadora desse desejo que eh como foi colocado esse Corcel né que nos arrasta né E que nos aprisiona de uma certa maneira e todas essas três demais né Gelson eu fico pensando que estão todas ligadas a essa essa esse essa vaidade esse orgulho essa presunção que a Joana vai trazendo né de que Quem somos nós né que é menos muito menos cada vez menos né para que a gente não fique se colocando naquele pedestal naquele lugar diferenciado né E que muitas pessoas solicitam né serem chamadas pelo cargo né o dror Fulano né ele não é uma pessoa ele é o cargo que ocupa Então essa é é tudo isso que Joana vai trazendo aí nesses demais né eu fiquei pensando o ofuscamento que essa presunção que ela diz o a vaidade né de se colocar num lugar para além daquele lugar ocupa que na verdade se a gente for cada vez mais olhando para dentro de nós a gente vai vendo que nós Ainda temos uma caminhada infinita pela frente né E que a gente tá no lógico vencemos algumas coisas mas a gente tá no começo de de uma trajetória ainda de enfrentamento como você diz de auto enfrentamento grande né dessa desse lugar que nós temos aí Ainda Somos quem somos que lugar que ocupamos então ela vai trazendo essa presunção esse orgulho ela vai colocando também o ódio né que é essa submissão e hoje a gente vê muito no mundo eh eh atual essa submissão ao outro esse pertencimento exagerado né de desejar o outro e e a e a frustração como como eh Adriana já trouxe também né
e é essa submissão e hoje a gente vê muito no mundo eh eh atual essa submissão ao outro esse pertencimento exagerado né de desejar o outro e e a e a frustração como como eh Adriana já trouxe também né Essas eh eh E essas e essa esse lugar essas expectativas essas esperanças exageradas né de de Na verdade o que que nós precisamos de merecimento e tal e ela então ela toca nesses três eu fico pensando assim Ela traz esses quatro vilões mas eu fico pensando que o desejo realmente como você coloca e os outros toises que estão todos muito interligados né nessa estrutura psicológica de uma pessoa que não se conhece que acha que se conhece muito acha que ocupa um lugar maravilhoso não ocupa para nada né E aí Joana diz assim a primeira demonstração Lucidez e equilíbrio da criatura é a satisfação ante tudo quanto a vida lhe concede né então eu fico pensando o que significa isso gratidão gratidão pelo que tem pelo lugar que está pela família que que recebeu que constituiu por todas as possibilidades e oportunidades mesmo que sejam aquelas oportun idades dolorosas né difíceis gratidão porque estamos no caminho e a gente vê assim que tanto a frustração quanto o ódio o frusc momento e o desejo são eh doenças do Ego né tudo são questões de como o ego se constitui quanto mais apego quanto mais ego centrado né Eh mais tu tá sujeito a a ser escravo do desejo a se frustrar e não lidar não liar com as com com a vida quando ela não corresponde a tua expectativa o mesmo fusc momento que queer ser movido por esse impulso esse Anseio orgulhoso né de poder eh querer numa ansiedade né conquistar e e passar por cima da realidade ou da tua essência e não refletir né a própria a as condições que envolvem a tua caminhada e o ódio né que é realmente a loucura do amor quando ele não é correspondido né E que que que queer devolver daí em agressividade em despeito em relação ao outro então a gente vê que tudo isso tá ligado à questão do Ego aí e por isso que a Joana vai vai vai dizer Justamente que eh que
que que queer devolver daí em agressividade em despeito em relação ao outro então a gente vê que tudo isso tá ligado à questão do Ego aí e por isso que a Joana vai vai vai dizer Justamente que eh que todos esses processos de Sofrimento de dor nasce no egoísmo ela chama de de de câncer do Espírito olha só que forte a imagem que ela traz o egoísmo como essa esse câncer do espírito que traz a insatisfação e a insatisfação traz mágoa TR ressentimento TRS raiva no nosso infantilismo né que que exige Sem Querer pagar o preço pela Conquista né E aí a gente vai se complicando nesse mar sofrimento que poderia ser evitado se nós tivesse essa compreensão diante da vida e se olharmos na história né eh todas as guerras tiveram como origem o ódio né as pequenas guerras as guerras entre as famílias as guerras sociais de raça cultura Credo até a primeira Grande a Segunda grande Guerra que tiveram por base esse stim do ódio né Eh essa luta entre um contra o outro então eh a realmente a grande né uma das grandes raízes eh dos nossos Sofrimentos tem em virtude do ódio Às vezes a pessoa tem tudo mas ela olha aquela outra pessoa ela odeia E aí a pessoa não consegue não consegue conviver com ela e é interessante a gente ver a própria física quântica explicando Por que o amor liberta e o ódio aprisiona porque a pessoa pode est ter tudo que ela sonha Mas ela está presa e uma das grandes coisas que a pessoa precisa para ser feliz e a liberdade Mas ela fica presa a um ódio ela pensa na pessoa que ela odeia 24 horas por dia então realmente aí entra o início da conclusão do do livro da Joana falando que o amor é o antídoto né para todas as causas ela não fala para essa ou para aquela causa não todas as causas do sofrimento nós precisamos desse antídoto que é o amor porque ele procede desse psiquismo Divino então Jesus veio nos ensinar e trazer essa única lei a lei do Amor a que gera e sustenta a vida em todas as suas expressões Então realmente o amor é o que supera uma multidão de Pecados e é
smo Divino então Jesus veio nos ensinar e trazer essa única lei a lei do Amor a que gera e sustenta a vida em todas as suas expressões Então realmente o amor é o que supera uma multidão de Pecados e é esse amor que vai é essa expressão que a Cláudia disse linda que Joana usa né que ele é capaz de luararte presa em até regiões umbralinas de acordo com a sua vibração né espiritual e mental é o nosso tempo tá eh finalizando então que fique esse convite que a benfeitora nos faz de podermos realmente nos aliar a nossa capacidade de gerar amor de sentir o amor de perceber o amor e de viver no amor né Porque a vida é fruto do amor do pai para conosco né e e Então em vez de culpar os outros pelo nosso sofrimento culpar a vida culpar Deus que a gente possa eh refletir um pouquinho em relação a a nós mesmos reconhecendo que nem nos colocamos como vítima porque nós temos potencial maravilhoso e a vida nos cobra e nos desafia para que a gente possa realmente eh fazer valer esses potenciais e nem culpar o mundo como se o o mundo fosse eh o a origem né e a causa da da da da nossa nosso sofrimento né que a gente possa reconhecer que acima de tudo tá nós mesmos herdeiros de nós mesmos e eh eh chamados pela vida a poder realmente eh viver esse confronto com a nossa própria realidade né e assim vamos fazer de cada momento da vida essa oportunidade abençoada de trilhar o caminho do amor mas que começa suportando suportando a nós mesmos suportando a vida para que o sentido que ainda não se fez em nosso mundo íntimo comece aos poucos brotar revelando a profunda amorosidade e sabedoria do nosso pai então fica esse convite para todos nós não sei se Cláudia e Adriana querem ainda trazer alguma palavrinha final para encerrar nosso estudo de hoje a palavra tá com vocês o que me vem a mente Gelson você tava falando para mim tava tudo tão assim era ponto final tão perfeito mas quando você convida o que me vem à mente é sempre é tempo de recomeçar né agora né neste momento Adriana alguma questão não só isso né
ndo para mim tava tudo tão assim era ponto final tão perfeito mas quando você convida o que me vem à mente é sempre é tempo de recomeçar né agora né neste momento Adriana alguma questão não só isso né que possamos né ao vivenciar esse sofrimento que nós temos os nossos Sofrimentos diários mas ter essa certeza que é apenas uma eh lição a mais que nós precisamos aprender e uma oportunidade de repar de reparar alguma coisa do passado é e vale a pena reler o capítulo eitar extrair elementos novos que é um material riquíssimo aí porque nos ajuda a realmente a compreender e ajudar o enfrentamento do desafios e dificuldades inerentes à caminhada de todos nós que aqui estamos num num mundo de provas e expiações não dá para esperar né Eh eh água sombra água fresca e sombra ainda o nosso espírito né Aliás o espírito não descansa mas o o trabalho agora é o trabalho de reparar esse passado essa inconsciência esse egoísmo ainda que faz parte do nosso coração mas que aos pouquinhos vai cedendo eh lugar a essa mensagem amorosa que Jesus nos deixou então deixamos a todos nosso abraço e até então o próximo encontro
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