T8:E28 • Desperte e seja feliz • Mecanismos da evolução
Neste episódio, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Adriana Lopes conduzem o estudo do capítulo “Mecanismos da evolução”, da obra Desperte e Seja Feliz, de autoria espiritual de Joanna de Ângelis. Uma reflexão profunda sobre os processos que impulsionam o crescimento espiritual do ser humano, destacando a importância das escolhas conscientes no caminho da elevação moral e emocional. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia
Bem-vindos, meus irmãos, a mais um encontro desse estudo da série psicológica Joana de Angângeles, estudo que vemos fazendo atualmente do livro Desperta e Seja Feliz. E com muita alegria, então estamos no capítulo 28, mecanismo da evolução, para podermos brindar com mais esse capítulo com os elementos que a benfeitura nos oferece para a nossa reflexão profunda em favor da jornada da nossa alma. Estamos aqui com a Cláudia e com a Adriana, que vão colaborar conosco nesse trabalho do capítulo. Então bem-vindas em mais um encontro da série psicológica, Cláudia Adriana, nesse tema que é fundamental, né, pra doutrina espírita, para nós que trabalhamos com a lei de causa efeito, né, que é essa força que nos move em direção à evolução, né, esse processo, né, que Yung viu também como se a psic tem uma visão terológica né? Existe um sentido último da nossa existência e ele percebia, né, que próprios instintos eram movidos por um na busca de um de de uma realização espiritual. Parece que tudo promove, né, e se encadeia em direção a esse caminho evolutivo, né? E a e a Joana começa o texto inicial que abre o capítulo falando exatamente isso, que é inevitável o processo da evolução. Então gostaria de começar com essa frase aqui com vocês para poder a partir disto a gente começar a pensar um pouquinho sobre o tema. Eu vou iniciando sempre dizendo quanto é gostoso estar aqui com vocês e com todos que nos assistem. É uma grata alegria. Eh, hoje sincronicamente eu tava lendo um capítulo de Os mensageiros de André Luiz, né? E tem um capítulo que eh uma fala do Aniceto que fala assim: "Exaltemos o soberano espírito de vida, que é o nosso pai, que sopra em nós a força eterna da incessante renovação." Então, Deus tá soprando em nós eh e fomentando em nós esse essa incessante renovação. Eu achei que tem muito a ver com que Joana já começa dizendo aqui, né, que é inevitável esse processo da evolução, né? Então, eh, essa possibilidade de nós nos abrirmos, nos lançarmos para estarmos em comunhão com esse sopro
ver com que Joana já começa dizendo aqui, né, que é inevitável esse processo da evolução, né? Então, eh, essa possibilidade de nós nos abrirmos, nos lançarmos para estarmos em comunhão com esse sopro divino que nos nutre, que nos alimenta e que eh faz reverberar em nós, né, essa instrução, né, de renovação, de seguir juntos. E eu queria inaugurar a nossa reflexão com isso, com esse sopro divino que nos acompanha e e e falando também da poesia da Joana, né? Mergulhado no rio do Progresso. Nós estamos nessa onda de progresso divina que eh não não pode parar, não podemos nos deter, a gente pode nos demorar, né? Mas não se para nunca, né? Então vamos conquistando, como ela diz, o espírito conquista braçada, abraçada, como naquela, né, naquele triata, depois sai, larga a bicicleta e tá usar, né? São várias atividades que a gente vem fazendo ao longo da vida para que a gente possa então galgar essa distância que nos separa do nosso pai, né? Então, achei bem bonita assim essa essa imagem de Joana. >> Realmente é uma alegria enorme estarmos aqui, o livro já terminando, né? Já tendo um gostinho de quero mais. E muito importante ela trabalhar o tema do mecanismo, né, da evolução, porque eh ela vai apresentando a própria dor e numa desconstrução histórica de olhar para essa dor como algo ruim, como algo como punição, como castigo, né? E aqui ela vai mostrando nesse período progresso, né, assim, ela fala mais à frente, né, que assim como a planta cresce na direção eh do sol, que é essa questão do fototropismo, né, então dentro da planta ela já tem ina essa tendência a crescer em direção à luz, nós também vamos trazendo essa tendência inata, né, de crescer em direção a esse tropismo divino que querendo ou não traduzindo isso em termos simbólicos, seria alcançando, né, essa perfeição de forma natural e espontânea. Então, é muito bonito o capítulo, um capítulo muito importante, onde ela vai mostrando eh todos os mecanismos que a vida nos eh nos apresenta para que a gente possa
ição de forma natural e espontânea. Então, é muito bonito o capítulo, um capítulo muito importante, onde ela vai mostrando eh todos os mecanismos que a vida nos eh nos apresenta para que a gente possa despertar, né? Quando Jesus fala, "Desperta tu que dormes", né? Muitas vezes nós estamos dormindo ainda nesse processo. E Kardec pergunta, né, na s eh 781, ele pergunta: "Tem o homem o poder de paralisar a marcha do progresso?" E os espíritos respondem: "Não, mas tem às vezes o de embaraçá-la". Então esse capítulo de Joana é maravilhoso, importantíssimo, porque ela vai desenroler, desenrolar, né, esse tema, desenvolver esse tema, dizendo como a gente é acordado para que a gente possa então reassumir esse rio do progresso, como a, né, a a Cláudia disse, passada, abraçada, como a gente retoma isso cada vez que a gente vai interrompendo essa essa lei natural que é o a lei do progresso. >> É interessante tudo isso, né? A gente fiquei meditando um pouquinho sobre esse material que a prefeitura nos oferece, né? É um material profundo que mobiliza muito nossa reflexão, porque ela ela aponta duas coisas aqui, eu achei interessante. um é o processo interno de cada um de nós, do espírito, né, que é eh e os mecanismos que envolvem a dinâmica da nossa alma, aonde somos eh mobilizados pelas nossas forças internas e onde temos de um lado a nossa consciência egoica que procura fazer o diálogo com o nosso mundo interno e as forças inconsci cientes que atuam eh como ecos do nosso passado, trazendo padrões também da nossa natureza que reflete a nossa evolução. E de outro lado tem os mecanismos da vida. Então a gente tem dois dois mecanismos, o da vida, né? Eh, trazendo eh embates, experiências, vários mecanismos. Isso que a Jana vai de uma certa maneira ir nos colocando, né, que tudo na vida é articulado com sentido. Nada é sem sentido na vida. E esses mecanismos da vida, seja eles quais foram, né, positivos ou negativos para o ego, agradáveis, desagradáveis, limitadores ou não, estimuladores ou não, né, eh,
tido. Nada é sem sentido na vida. E esses mecanismos da vida, seja eles quais foram, né, positivos ou negativos para o ego, agradáveis, desagradáveis, limitadores ou não, estimuladores ou não, né, eh, enfermidades e outros processos, né, tudo isso é mecanismo que eh vai se refletir. Então eu vejo aí um na ideia de sincronicidade do Jung, né, que ele vai dizer que que há uma correlação conectiva entre a realidade da matéria e os eventos da vida e os processos internos. Então, é como se a vida fizesse uma dança e onde ela refletisse eh e dialogasse eh de acordo com a nossa própria dinâmica e sintonia mental. Então, a vida desses mecanismos, eles refletem também esse mundo interno. e reci mundo interno, eles têm uma mensagem simbólica, ou seja, mecanismos todos potenciais, mas num arranjo que muitas vezes tá contextualizado num percurso próprio de cada um de nós, naquilo que nós precisamos aprender nesta marcha evolutiva. Então eu vejo aí, né, eh, essa correlação entre os mecanos da vida e e e porque eles vão justamente nos colocar em cheque, né? Nos colocar em cheque. Eles vão justamente trazer à tona aquilo que nos pertence, né? E aquilo que de uma daqui uma maneira precisa ser trabalhado em nós. Não sei o que parece isso para vocês, né? Sim. É interessante que a Joana traz aqui, como você já acetou, né, essas dificuldades, né, enfermidade, né, situações dificuldades econômicas, etc. Mas ela também traz as dificuldades que parecem para nós que são de cunho bom, né? por exemplo, ela nos fala dos triunfos aparentes, né, eh, da saúde, a tranquilidade doméstica, que mesmo assim podem ser motivos de aflição, né? Ela fala da fama, né? Eh, e antes de eu entrar no capítulo da fama, eu fico pensando assim das provações mais difíceis, né, que a beleza e o dinheiro são provações muito difíceis eh para para as pessoas, né? Então, que aos olhos de outros pode soar como algo muito bom, aquela pessoa, ela vai lidar e buscar dentro de si ferramentas para lidar com aquilo de forma que ela não
eis eh para para as pessoas, né? Então, que aos olhos de outros pode soar como algo muito bom, aquela pessoa, ela vai lidar e buscar dentro de si ferramentas para lidar com aquilo de forma que ela não seja eh envolvida, né? Eh, eh, e que ela não se perca naquilo de forma que ela consiga utilizar aquilo a serviço do coletivo, né? Então assim, ao ao aos olhos dos outros, aquilo que parece bom, ninguém sabe o quanto aquela pessoa luta, né, para que ela não sucumba com aquilo. E a Joana nos fala assim: as pessoas que aparentam felicidade e transitam no carro do triunfo, também experimentam dores e sofrem ansiedades e depressões. Ou seja, mesmo aquelas, né, que aparentemente estão bem, né, de saúde financeiramente, né, a gente costuma brincar, a grama do vizinho é sempre mais bonita, mais verdinha, a família dele tá sempre mais harmonizada na mesa do café, né, mas vai entrar ali e ver as dificuldades, né? Então assim, é muito interessante quando ela fala, né, eh, o que parece um triunfo aparente é uma luta, né, eh incessante, como você disse, Gelson, né, dele com ele mesmo, né, do das dificuldades da pessoa com ela mesma e provações, né, estamos sempre sendo colocados em teste, pequenos testes diários, né? Nós estamos sempre sendo testados pela vida, né, para que a gente possa revelar o melhor de nós, né, nesse nessa evolução que a Joana nos cita aqui. E vou deixar a fama para não sei se a Adriana quer citar alguma coisa aí. é muito eh bonita a forma como ela aprofunda. Isso que o Gelson até colocou, né, desses eh praticamente dois tipos, né, de problemas que a gente vai enfrentando na vida. Então, eh, a os mais fáceis, né, que a gente se dera muito, eh, eh, os que são decorrentes do nosso livre arbítrio desorganizado, né, o quanto que a gente ainda, eh, pela nossa própria imperfeição, a gente vai encontrando situações onde nós esbarramos eh e que vão obrigando a gente entrando em contato com essas questões, né, dessas forças, dessa dinâmica da consciência eh do inconsciente vão trazendo questões
contrando situações onde nós esbarramos eh e que vão obrigando a gente entrando em contato com essas questões, né, dessas forças, dessa dinâmica da consciência eh do inconsciente vão trazendo questões inconscientes e nesse embate o indivíduo vai ele vai se conhecendo e vai se aperfeiçoando, ele vai progredindo e também eh essa essa segunda parte os os problemas que já da pessoa que já tá nesse processo do desenvolvimento, que é isso que a Cláudia trouxe, que às vezes, né, né? Como ela tem uma aparente felicidade, um aparente triunfo, ele desperta na sombra coletiva essa falsa ideia de que é uma felicidade pura, uma felicidade plena. E o quanto que a Joana fala, não, né? Até mesmo estes, né? eh estes essa aparente felicidade é um motivo de evolução, porque é necessário esse esforço do indivíduo, né? Então, ao ele ter essa ideia de um eh de felicidade, ele vai despertar a inveja, ele vai despertar o ciúme, né, a maledicência muitas vezes. Então, o próprio grupo social, ele vai fazer o que acontece há 2000 anos, o que já aconteceu com Jesus lá atrás, né? Que ele trazendo toda a a essas condições de um espírito puro, ele despertou a sombra coletiva e ele foi morto, foi crucificado, né? Então, as pessoas hoje ainda são crucificadas por algo que elas mesmos projetam no outro, né? Então, aí a gente vai vendo esse embate da sombra, eh, atuando num coletivo que vai fazer com que a pessoa, né, possa despertar o seu próprio processo de de evolução interna. Então, eh, esses quadros são delicados a gente olhar, mas o quanto isso vem gerando em nós a possibilidade até do perdão daquele que calunia, aquele que fala essas questões todas. >> Eh, eu eu vejo mais duas coisas. Eu tô hoje tô vendo as coisas em dupla, né? É, mas tem mais a partir do que estão falando, eu tenho mais dois pontos que que eu que eu que eu gostaria de salientar, né? Uma é justamente essa busca da felicidade, porque a Jana vai colocar que é necessário a gente descobrir a finalidade da vida, porque tudo todo toda a nossa vida tem
u que eu gostaria de salientar, né? Uma é justamente essa busca da felicidade, porque a Jana vai colocar que é necessário a gente descobrir a finalidade da vida, porque tudo todo toda a nossa vida tem um significado, um sentido. Se a gente consegue encontrar o sentido que move a nossa existência, a nossa vida não é em vão, né? que o significado e o sentido vão dar realmente aquilo que para nós espíritas envolve os valores de alma fundamentais nessa caminhada evolutiva. E aí a Joana coloca que o sentido, a finalidade da vida é ser feliz sem restrição. Olha só que revolucionário isso, né? Não é, não é sofrer, não é trabalhar, não é, eh, sei lá, tantas outras coisas na vida. Ela fala assim, é ser feliz sem restrição. E parece uma coisa, um contracenso quando a gente fala assim em em na busca de gratificação, de fama, né? E aí eh a gente tem que entender o que que ela quer dizer com essa felicidade sem restrição, né? Porque justamente tá falando que essa felicidade, né, é a e ela faz a comparação dessa semente, dessa plantinha que irrompe, né, os obstáculos, a terra e como a Adriana falou delropismo, né, esse tropismo divino nos lança em direção à luz, né, em direção a à comunhão com o nosso pai. Então, essa felicidade eh sem restrição é a plenitude do espírito, é chegar em Deus, né? é a comunhão com Deus, é a plenitude da nossa alma, que envolve a realização das nossas potências internas, que envolve a a a o descortinar de todos os recursos que habitam em nós, que que envolve os valores espirituais, que eh no frigir, né, de de tudo vai eh nos levar à experiência do amor na sua dimensão mais profunda. e mais plena. Então é isso que é a felicidade. Então todos nós buscamos a felicidade. Então esse é o primeiro ponto que eu queria trazer para vocês. E todos nós buscamos a Deus consciente e inconscientemente. Então eh nós somos movidos por essa força que nos atrai, como diz o Jung, né? Ninguém pode viver sem Deus. Aí entra a questão do segundo ponto, né? Aonde a gente projeta essa felicidade,
scientemente. Então eh nós somos movidos por essa força que nos atrai, como diz o Jung, né? Ninguém pode viver sem Deus. Aí entra a questão do segundo ponto, né? Aonde a gente projeta essa felicidade, aonde a gente projeta essa busca de plenitude, essa busca de comunhão maior que a divindade. Então, completando que o me coloque falou: "Ninguém pode ver sem Deus, mas cada um pode escolher o Deus que vai, né, o eh vai escolher para para honrar, né, para para cultuar. Então, aí aí entra a questão da fama, né? Então, a fama é uma falta de compreensão dessa felicidade e é uma falta de de de é uma visão eh distorcida, superficial e é e muito material do que seja a felicidade. É, até porque é uma felicidade momentânea, muitas vezes que não se sustenta. E por isso que ela tá trazendo aqui no capítulo, no início capítulo, que aquilo que parece desagradável pro ego, né, ou seja, né, os infortúnios, e os limites, as dificuldades da doença, vão aos poucos sendo reconhecidas como úteis, necessárias, né, e que de uma certa maneira benéficos para nossa vida. E aquilo que no primeiro momento é visto do ponto de vista do ego como agradável, como, né, como a fama, o sucesso, que ponto do ego é muitas vezes visto como a aquilo que sustenta a minha existência. Quando a gente chega até lá, né, depois de um grande esforço, como diz a Joana, pode vir também, né, o vazio, não só a inveja, as lutas que que as pessoas que querem se manter nesse lugar enfrentam, mas também, né, de uma certa maneira, eh, aquele gostinho, pera aí, eu esperava mais dessa história toda, né? E o que e o que sobra muitas vezes o sucesso da fama é cansaço e desespero. Por quê? Porque não é o sentido maior que eu botei essa plenitude e essa comunhão enquanto aquilo que me move, me sustenta como a minha divindade no lugar errado, né? E aí o mecanismo da evolução, ele envolve tanto eh eh desafios que impõe dor, mas são úteis, como os cãos da sereia que a gente busca, né, por conta própria, né, e e pagamos um preço por
r errado, né? E aí o mecanismo da evolução, ele envolve tanto eh eh desafios que impõe dor, mas são úteis, como os cãos da sereia que a gente busca, né, por conta própria, né, e e pagamos um preço por essas escolhas, mas que também fazem parte da dinâmica da vida e seu mecanismo, na medida que essas decepções e esses embates também nos levam ao nosso amadurecimento. É, é por isso que ela diz que todas as dificuldades são transformadas em experiências úteis para futuros empreendimentos, né? Eh, a gente vai juntando esse cabedal de informações, né, a partir das experiências, a partir dos embates, a partir dos desagrados, né, dessas valências, né, para o ego inflado, né, tudo isso vai servindo de caminho, né, e a gente vai eh eu fico pensando que a gente vai eh pavimentando essa estrada, né, que é o de início é muito ainda primitivo, primária, né, de terra, muita poeira, sem contorno, né? E depois a gente vai conseguindo dar um contorno melhor, o chão já vai ficando batido, já vai se colocando umas pedras para melhor caminhar. Esse é o nosso caminho que ela diz que pra gente que descobrir a finalidade da vida, que é o que você trouxe, né? Ser feliz sem restrição. Então essa é a finalidade da vida. e a finalidade da vida, como você disse, eh, as pessoas caminham sem sentido, sem reflexão, sem sem olhar paraas suas próprias, eh, conduções pessoais, né, escolhas, né, sem olhar para para o aonde a escolha da pessoa a levou, né, que repercussões, que consequências. as pessoas não não também refletem o que vem para a vida delas a partir do outro. Então, assim, as pessoas estão muito eh como uma cápsula, isoladas, né, desse contexto coletivo, como você trouxe, Gelson, desse movimento da vida, né, que queung também traz, que que movimento é esse de fora que me toca, o que ele me o que ele quer me provocar? As pessoas estão muitas muito apartadas disso. E a Joana traz uma frase: "Não te ludas com a vã esperança de lograres felicidade sem esforço e paz sem lágrimas". Então o mundo da
ele quer me provocar? As pessoas estão muitas muito apartadas disso. E a Joana traz uma frase: "Não te ludas com a vã esperança de lograres felicidade sem esforço e paz sem lágrimas". Então o mundo da carochinha, o conto de fadas e viveram felizes para sempre, né? precisa ser desconstruído no sentido de que a felicidade se constrói dia a dia, passo a passo, né? Eh, é com muito investimento, é com muito sangue, suor e lágrimas, né? Que a gente vai conquistando essa essa estrada melhor pavimentada dentro de nós, né? E aí ela diz depois assim, olha, a ela fala que a Terra é uma escola, né, em fase de para os aprendizes, em fase de imperfeição, ignorância, lógico, né? E ela diz, alguns bem intencionados que se esforçam, outros preguiçosos que causam embaraços para si e para os demais, né? Muitos, olha, diversos distraídos e atrasados. Muitos distraídos por esse caminhar aí da vida, por essa estrada. Essa estrada vai dar aonde? Não sei. Eu vou caminhando. As pessoas caminham sem meta, sem foco, né? Sem saber onde elas querem chegar. E a gente sabe que quem não sabe para onde quer chegar, qualquer caminho, né, que chegar para elas. E aí ela diz raros com aproveitamento louvável, né? Então são raros que t esse aproveitamento louváel, mas aí ela põe uma vírgula e diz assim: "Mesmo assim vivendo as condições e peripécias da sua humanidade", né? Então todos estamos num caminho de humanidade, de lapidação. É isso que a Joana nos fala, né? E quando ela traz assim alguns bem intencionados, outros preguiçosos, diversos distraídos, ela nos recoloca num lugar de presta atenção, porque o mecanismo da vida tá te convocando e você tá atrapalhado, atrasado, atrasando outros, criando problema, dificuldade. Então, cai na real. É como se ela tivesse cai na real, se situa nessa caminhada toda, né? sempre aquele puchãozinho de orelha, né? Volta para o foco, né? Volta. E aí é interessante, né, Cláudia, porque parece que ela nos convoca, né, a essa reflexão eh do que é real e o que de fato é uma
? sempre aquele puchãozinho de orelha, né? Volta para o foco, né? Volta. E aí é interessante, né, Cláudia, porque parece que ela nos convoca, né, a essa reflexão eh do que é real e o que de fato é uma ilusão, né? A gente começa a pensar, tá, mas o que que é a felicidade mesmo, né? que eu quero dessa vida, o que que eu tô lutando? Por que que eu tô aqui assim com a vida, com com tempo, o que que eu tenho feito com o meu dinheiro, o que eu tenho feito com a minha energia, com o meu pensamento, né? Então aí a gente cai nas questões de ego, porque quando ela fala, eu vou retomar essa parte que você leu, né? Não te iludas com a vã esperança de lograr desafelicidade sem esforço. Quem pensa dessa maneira é o ego. O ego que quer sombra e água fresca, quer ficar lá sentadinho sem fazer nada. Aqueles pais, né, com aquela grande até eh boa vontade, não querem que os filhos sofram. Não, coitadinho, eu não quero que o meu filho passe por uma coisa que eu passei foi tão difícil, né? Mas nós só conseguimos chegar onde estamos hoje, que não é tão tanto assim, mas graças aos nossos tentativa e erro, erro e acerto, né? Cai, levanta. E quando o pai priva a criança desse eh eh ir paraa vida e vai sofrendo e levantando e caindo, ele vai tá privando o filho de desenvolver a resistência até mesmo orgânica, né? A gente vê que as crianças estão cada dia mais entra em contato comzinho frio, pronto, já resfriou. Por quê? Porque até fisicamente eles não têm uma resistência assim. E a em termos psíquicos, eles não tão tendo oportunidade de desse conflito, né, até de posso, não posso, devo, não devo. E com isso ele não vai desenvolvendo consciência. Então a gente vai achando que a grama do outro é mais verde. Sim, porque olha que legal, ele tá feliz ali e eu aqui me debatendo às vezes. Então a gente quer ter paz, mas não quer pagar o tributo. Então esse esforço, eu gosto muito de olhar pra imagem da borboleta saindo do casulo, né? Olha só, ela faz todo um esforço para romper aquele culo. Ela faz um
er ter paz, mas não quer pagar o tributo. Então esse esforço, eu gosto muito de olhar pra imagem da borboleta saindo do casulo, né? Olha só, ela faz todo um esforço para romper aquele culo. Ela faz um esforço para abrir, ela coloca ali a patinha, a cabecinha, até ela consegue. Só que se a gente ficar com pena dela e rasgar o casulo, nunca ela vai voar, porque ela não desenvolveu o esforço suficiente para que a asa, né, em termos musculares, o músculo da asa não vai conseguir ter a flexibilidade suficiente para voar. E assim a gente faz. né, com essa lente embaçada do ego, acreditando, né, com uma grande ilusão de que a minha felicidade vai cair do céu, né, assim, de para-queda, fluff. E aí a gente quer né, a gente quer que as coisas aconteçam num passe de mágica. aqui ela vai chamando. Não, gente, a Terra é uma escola e nós somos todos aprendizes e a gente tá na base da imperfeição e da ignorância. Então, é importante a gente tomar a consciência e ir aprendendo com os nossos erros, nos permitindo errar, porque a gente tem visto no consultório aquelas pessoas que chegam toda rígida, toda dura, né? E aí você vai ver um padrão que não pode errar, um padrão que se cobra muito, uma inflexibilidade. Então isso tudo é é parte grande parte disso é essa grande ilusão de que eu, né, poderia ser feliz sem esforço nenhum. E o contrário, esse esforço vai fazendo com que o self emerge, né? Ele vai podendo mostrar que é ele que manda, porque é nesse momento onde a pessoa se sente mais eh perdida que ele vai sentir a existência aí nessa psique de algo maior que dirige. E aí esse ego vai ouvir essa intuição e aí ele vai falar: "Nossa, olha, deu certo, né? Alguma coisa me passou uma ideia". E aí é o autoconhecimento. Então olha, isso é esforço, isso é trabalho, né? é árdo, é uma tarefa difícil e vai exigir essa, né, a aquela coisa racional, descrutinar, né, abre esse serve, esse não serve. Aquele aquele pensamento onde vai separar o joio do trigo. E a parábola do joio do trigo é linda,
ícil e vai exigir essa, né, a aquela coisa racional, descrutinar, né, abre esse serve, esse não serve. Aquele aquele pensamento onde vai separar o joio do trigo. E a parábola do joio do trigo é linda, porque como que é o joio e como que é o trigo? Se você olhar que são iguais, como que eu vou fazer para reparar? Eu vou ter que deixar os dois nascerem. E aí depois que nasceu posso observar que é jo e que é trigo. Então é isso, né? O o ego precisa observar e aprender que eh não há paz sem lágrimas. >> É interessante, porque a gente vem dentro desse processo todo, né? É que de um lado, né? Como a Cláudio colocou, né? essas várias eh atitudes que nascida, os distraídos, os atrasados, os, né, os que estão embaraçados de pela preguiça, né, e criando embaraço também. e aqueles que estão num esforço louvável, né, da da luta, do compromisso. E aí eh tem de novo dois aspectos que que me parece interessante. Primeiro é realmente esse trabalho de autoconhecimento, né, essa de de de lucidez do espírito para poder se perceber e e perceber a realidade. um trabalho de de poder realmente, né, eh refletir, de poder eh ter consciência de si mesmo, de poder ter um olhar mais profundo da vida, não viver apenas na superfície ou naquele estado de sono que Joana muitas vezes coloca, né? Então pegar para si esse compromisso, né? Mas nem tudo a gente vai poder compreender, né? a gente não consegue, como ela diz Joana, nós somos numa fase de imperfeição e ignorância. Então, a ignorância nos nos pertence ainda. A consciência ela é muito limitada. A gente e quando a gente olha para um lado, a gente a gente não consegue olhar para outro lado. Então, a nossa consciência é parcial, ela é limitada, ela fala em ela funciona em perspectiva da onde a gente olha, de como a gente olha, enxerga a realidade a partir desse lugar. Mas a realidade não é só isso. Então a gente não consegue abarcar toda a realidade. Então a gente tá nesse esforço de expandir a consciência, de aprofundar, de entender que é louvável.
ir desse lugar. Mas a realidade não é só isso. Então a gente não consegue abarcar toda a realidade. Então a gente tá nesse esforço de expandir a consciência, de aprofundar, de entender que é louvável. Mas ela coloca uma outra questão que é é ser fiel ou ideal, né? Então, porque nem tudo a gente vai poder compreender, mas se a gente tiver pelas clareza dos valores e essa esse sentido que ela coloca aqui do que move nossa nossa vida, mesmo a gente não compreendendo porque que eu sofro, mesmo não compreendendo quais são as minhas limitações que ainda impede de poder lidar com a realidade de maneira melhor, eu tô no caminho, né? Eu eu me lembro que quando era novinho, lá no interior, aqui no no interior do Rio Grande do Sul, a gente tinha aquelas sessões de domingo no cinema e era muito comum dois tipos de filme, filme de faroeste e filme de karatê, com guif, né, que era e tinha e tinha teve um filme de kung fu que fiquei muito impactado quando eh eu fui ver, porque era um um hospteiro, né, de Shaulin, aonde quatro amigos queriam ser eh iniciado na arte do karatê, do congif tem que de uma certa maneira então se dedicar e aceitar, né, as a as implicações de de de de desse movimento do do processo que querem viver. Tem tem aí tarefas, tem eh disciplina, eles aceitaram, né? Então isso eles pensam que estudar em livros secretos, fazer um trabalho de meditação profunda que o mestre ia ensinar as habilidades, porque era muito pressionante a habilidade do mestre, agilidade, a destreza e a concentração. E aí quando eles começaram a fazer os primeiros movimentos no mosteiro, cada um eh ganhou uma tarefa. Um, por exemplo, ganhou uma tarefa de ir num morro alto lá. e buscar água em duas em dois baldes que ficavam um em cada parte do do lado e num pendurado no ovo uma vareta, ele não podia desequilibrar a água. Então ele tinha que ter todo cuidado no descer, subir, descer o morro paraa água não se ser desperdiçada. Um outro, por exemplo, tinha que buscar um um algo importante nuns pedregulhos que eram afiados e que
le tinha que ter todo cuidado no descer, subir, descer o morro paraa água não se ser desperdiçada. Um outro, por exemplo, tinha que buscar um um algo importante nuns pedregulhos que eram afiados e que machucava a o pé. Então, no primeiro momento, eles ficaram muito indignados e ficavam dizendo assim: "Ah, por que isso? Porque tem que fazer isso? Mas que, né, qual é o sentido disso? Qual é que eu vou aprender com guifu, né? E e mas como tinha que obedecer, eles perseveraram. E justamente todas essas tarefam eram habilidades fundamentais que eles iam ter que criar para depois poder realmente desenvolver a arte com que for do gafanhoto ou do leopardo, né, do tigre, cada um com as suas técnicas, né? Então e eu acho que é isso que é interessante, né? a gente consegue viver a tarefa, mesmo compreendendo com a dignidade, né, que ela impõe e vivendo, vivendo por inteiro. Ele fala de Gand, né, ela cita Gandirmava, né, se não me matarem, terei fracassado na campanha da não violência. Olha só que forte isso, né? se não me matarem, ou seja, se eu não tiver eh eh pago o preço da resistência e a minha morte não for não for vivenciado como uma forma, né, de de gerar uma uma atenção que possa trazer a consciência do que seja a não violência, a minha vida não tem sentido. Olha o a entrega, né, absoluta dele para pro seu compromisso, independente das consequências disso. Então, eu acho que isso também é uma parte importante do nosso processo, né? Às vezes não não entende porque a vida tá nos colocando aquele mecanismo de evolução, né? Mas tá ali, não tem como fugir. Mas a gente tá desenvolvendo a arte da alma, né? alguma habilidade com o tempo vai ser extraída, porque a verdadeira arte tá sendo feita em nós mesmos. Nós somos o diamante que tá sendo lapidado para uma uma hora poder realmente revelar todo o seu brilho, toda a sua luz. Só que a gente nem sempre compreende esse processo. >> E essa questão do Gand, né, interessante porque veja, Gand veio para trabalhar questão coletiva, que era violência.
o seu brilho, toda a sua luz. Só que a gente nem sempre compreende esse processo. >> E essa questão do Gand, né, interessante porque veja, Gand veio para trabalhar questão coletiva, que era violência. Então ele sabia, ele ia mexer numa polaridade e ia reverberar na o seu polo oposto. Então ele trabalhando a não violência e ativar no campo social eh o polo oposto que seria violência. Então, ao trabalhar a não violência, né, ele sabia que ele poderia ser morto porque constr a polaridade oposta, que essa questão violência, não violência, né, o bem e o mal, o certo, o errado. Então, esses pares de opostos sempre eles vão influenciar nesse mecanismo que o Gon iniciou o nosso estudo hoje quando ele fala da ação que tem uma reação, né? Então, eh, aqui fala raros os apóstolos do bem que não sofreram a perseguição dos próprios correligionários transformados em competidores e difamadores cruéis. Veja, não era o inimigo que que que atacou, mas alguém que trabalhava próximo, alguém, né, um amigo aqui, ó, vezes amigo solidário de agora se transmuta em adversário mais tarde. Então, olha como ela faz a gente pensar, né, eh, por que que esses papéis são tão fluidos? Por que que eh normalmente aquele que que se tornou meu avós foi um amigo do passado, né? Não foram os inimigos que atrofaram e negaram Jesus, mas os seus amigos invigilantes. Então, veja, ela traz aqui a questão das polaridades e o quanto a gente precisa olhar que todas toda situação tem duas faces, né? Toda a situação tem os o seu contrário. E é necessário para que eu consiga ultrapassar, eu tenho que olhar ao mesmo tempo para os dois. Olhar para não violência, mas também olhar paraa violência. Olhar pro amigo, mas também ser que existe um inimigo. E aí eu só consigo ir além a partir do momento que eu consigo olhar os dois. E aí entra aquele livro maravilhoso que é o Plenitude, onde ela traz, né, dessa sabedoria oriental, inclusive dessa história que o Gelson conta, né, do ali dos discípulos da sabedoria oriental da
ois. E aí entra aquele livro maravilhoso que é o Plenitude, onde ela traz, né, dessa sabedoria oriental, inclusive dessa história que o Gelson conta, né, do ali dos discípulos da sabedoria oriental da do caminho do meio. O caminho do meio é isso, é eu conseguir olhar, como no caso aqui do Gand pra violência e não violência, aí ele ele vai além. Mas quando a gente fica preso ou só na violência ou só na não violência, a gente sucumbe, o ego, ele esfarcela e a gente se perde nessa questão coletiva e arquetípica esses pais de opostos e unilateralidade. E a gente tenta eh a nossa tendência primeiro é sempre tomar um partido ou certo ou errado, ou bonito ou feio. É bonito e feio, é certo e errado, é bem e mal, é violência e não violência. Aí a gente ultrapassa. Bacana isso vocês estão trazendo. Eu fiquei pensando também sobre isso. Vocês falaram algum tempo atrás sobre o númem, o luminoso, né? Então, o quanto essa energia luminosa, esse magnetismo que a gente eh revela, né, atrai, né, eh assim como a lâmpada, né, que atrai as eh mariposas, tanto atrai olhares que eh que que se beneficiam, né, de de desse dessa aura nossa, né, de todos, né, quanto a também atrai esse olhar, né, de sombra, né, esse olhar que vocês estão trazendo. E aí eu fiquei também refletindo sobre essas personagens que ela trouxe, né, Gand, né, os apóstolos do bem, o próprio Jesus, o quanto eles revelaram de nuem, né, e o quanto eles foram também eh eh tomados pela sombra do coletivo que deposita neles, né, essa esse desagrado, né, porque a eh aí vem a inveja, né? A inveja a gente pode pensar também como o não ver, né? Então, aquilo que a gente não vê na gente, a gente deseja no outro. Então, essa proximidade dessas mariposas, né, em volta desse nuem, né, que esses esses personagens trazem, trouxeram, também os faz sofrer, né? Então, é importante, né, eh, a gente pensar que a gente revela pro outro, né, o o que é o bom do outro, mas também aquilo que o outro não tem. E a gente tem que sustentar, né? E como Gelson
ofrer, né? Então, é importante, né, eh, a gente pensar que a gente revela pro outro, né, o o que é o bom do outro, mas também aquilo que o outro não tem. E a gente tem que sustentar, né? E como Gelson trouxe aquela frase lá do final, temos que ser fiéis ao nosso ideal, né? Porque se a gente tá fiel ao nosso ideal, a gente segue a pesar. Então essa palavra forte, apesar, apesar de qualquer coisa, apesar do que o outro fala, apesar do olhar do outro, né? Apesar daquele amigo que em algum momento ele é amigo porque ele porque ele troca com a gente as dificuldades, mas quando a gente revela um progresso, aquele amigo já fica um pouco insatisfeito porque ele ainda não caminhou, né? Então é aquilo que ela traz. O amigo solidário já se torna um adversário, né? Pode ser não tão forte, mas é alguém que já nos olha assim, já estranha. Como é que você seguiu adiante? eu ainda não segui, né? Então, mas isso tudo revela a humanidade nossa, né? E a Joana sempre traz essa compaixão pela humanidade, o quanto nós precisamos da compaixão do outro, né? Desse olhar caridoso, afetuoso e o quanto a gente precisa também, né? Cuidar desse outro que fica desagrado, né? Da gente estar seguindo de alguma forma, né? E e aí lembrando que ela diz, ninguém sabe, né? céus e terras do que a gente move para poder seguir adiante, né? Eu acho isso eh bonito. Então, quando Gand fala, né, se não me matarem, terei fracassado na campanha da não violência, é, eu não teria atraído olhares, né? E ele veio para isso, assim como Jesus, né? Então eles tomaram o sacrifício deles, eles vieram para atrair seus olhares e provocar algum tipo de transformação no outro, né? mesmo que seja eh nessa nessa contrapartida de de agressão, né? Porque aquilo que nos incomoda, né? O o o mecanismo é afastar o outro, agredir, né? Denunciar. Eu te denuncio porque você tá me incomodando, né? tá incomodando naquilo que eu não consigo seguir. Então, precisa realmente ter um eh eh sustentar isso. Isso que é bonito, né, que a Joana nos lembra, né, de todos
o porque você tá me incomodando, né? tá incomodando naquilo que eu não consigo seguir. Então, precisa realmente ter um eh eh sustentar isso. Isso que é bonito, né, que a Joana nos lembra, né, de todos aqueles que já vieram, como eles sustentaram esse caminho, né, os próprios apóstolos, né, quando quando, desculpe, apóstolo, não, aquelas pessoas lá do tempo, né, eh, da antiguidade da média, onde eles eram torturados, né, colocados em sacrifício, né, eh, que se reuniam em orações e entendiam que aquilo era só um temporário. Eh, eu fico pensando, gente, que maturidade essa espiritual que os fizeram, né, sustentar esse caminho, né? É muito bonito isso. Sempre. E aí assim, aproveitando aí, já vou, tô falando demais, mas já aproveitando o final e eu eu pego a a frase anterior que diz assim: "Também és estudante algo negligente, equivocando-te, envolvendo-te em pugnas misquinhas, em lutas, em discussões banais, né, do cotidiano, né? Fulano falou assim comigo, eu não gostei do olhar de ciclano, né? Bobagens, né? eh, gerando animosidade e perdendo tempo útil. Eu acho que é isso que é importante, né? A gente não pode se perder, né? E perder o nosso tempo útil. >> E é por isso, né, Cláudia, que ela vai colocar depois no outro tópico, então, que cabe a cada um de nós a tarefa horr enfrentar as dificuldades, problemas e buscar solucioná-los. Mesmo que a gente não consiga, é o nosso dever assumir a vida como parte da existência e se ocupar dela, né? Se ocupar verdadeiramente dela. Então ela ela, então ela ela é ela é categórica aí, né? Eh, há essa tarefa honrosa de enfrentar então a a questão da coragem, a questão do posicionamento frente à vida, a questão de não fugir, né? de poder realmente encarar a vida eh por mais difícil que pareça, né? Quer dizer, eh fugir é sempre um bom negócio, que fugir a gente despotencializa a nossa alma, eh, nega a oportunidade de encontrar recurso por porque não confia em mim e em si ou ou no mundo ou em Deus, né? E de uma certa maneira, eh a gente acaba,
e fugir a gente despotencializa a nossa alma, eh, nega a oportunidade de encontrar recurso por porque não confia em mim e em si ou ou no mundo ou em Deus, né? E de uma certa maneira, eh a gente acaba, eh, eh, criando mais obstáculos ainda pra gente, que se a gente deixa, né, a as coisas vão se acumulando, né? Então, eh, é sempre um mau negócio, então vamos enfrentar, né? Porque geralmente quando eh eu vejo pelos meus pacientes, na na sua grande maioria, as fantasias que eles tem em relação à vida frente aos conflitos e dificuldades geram maiores do que realmente a realidade apresenta enquanto dificuldade, né? A realidade sempre é menor a sua a sua condição de dificuldade do que aquilo que é mobilizado em nós. Porque a vida é o que é, nem mais nem menos. É um fato. Não é bom, não é ruim, é aquilo que é, né? E a gente vê que muitas vezes a grande questão não é a realidade em si, mas a forma como a gente encara aquela realidade e as fantasias que que leva a gente interpretar aquela realidade de uma maneira positiva ou negativa. Então ela ela ela ela ela ela vem promover aqui, né, esse compromisso do trabalho, né, de trabalhar e e e como ela fala mais, né, a a lutar, lutar para adquirir recursos, né? E aí ela vai dando uma série de questões práticas para nós, né, bem interessantes, né, da importância de que de a gente não deixar abater pelo pela desarmonia, desequilíbrio do mundo e procurar manter nossa serenidade, de gente poder não se ocupar com críticas e acusações e poder silenciar para não não tá num jogo de discórdia e e desharmonia, né? Eh, e também de não se deixar afetar pelos apelos do mal, né? Manter o nosso foco em favor dos valores que o bem promove. Então, eh, ela tá dando assim umas dicas valiosíssimas para todos nós, né? E e com isso também a questão da fé, que ela vai falar no último tópico aqui, né, da importância da fé, né, pra gente poder realmente tá sustentado, né, enraizados em no substrato sólido e positivo que nos mantenha fême na nossa caminhada.
e ela vai falar no último tópico aqui, né, da importância da fé, né, pra gente poder realmente tá sustentado, né, enraizados em no substrato sólido e positivo que nos mantenha fême na nossa caminhada. >> E é tão bonito que ela devolve para nós a tarefa, né? Porque é fácil falar: "Nossa, nós estamos num momento de transição planetária, onde o mal espera, né? Então aí a gente fica falando falando, mas a gente não vai pensar muitas vezes qual é a minha tarefa e a minha postura." E aqui ela vai mostrando, olha, cabe a ti. Então, olha só, cada um de nós essa honrosa tarefa. Olha que linda, é uma tarefa honrosa de enfrentar os problemas solucionários. Então aqui ela tá falando, olha, não use mais mecanismo de defesa, já tá na hora de você olhar você dificuldade, você olhar para dentro, olhar onde é que tá o recurso interno, né, que normalmente nós temos, encontrar em nós a possibilidade. Então, olha, são todos verbos de ação, né? Cabe a nós primeiro enfrentar o problema, solucionar o problema, trabalhar a enfermidade, recuperar a saúde, são verbos de ação. Ou seja, o que que ela tá falando? Para de esperar sombra e água fresca e arregaça a manga e vamos lá, né? O momento é agora porque nós estamos sim aqui, como ela coloca, enfrentando um desequilíbrio muito grande no planeta. um desequilíbrio externo e muitas vezes interno que reverbera em nós e às vezes a gente vai ficando cada vez mais aflito diante das dificuldades, da dor coletiva, da crise econômica, né? E aí começa esse bozeril das acusações e ela traz algo muito importante que é a questão da serenidade, a questão do silêncio interno para poder ouvir a inspiração dos espíritos protetores, dos espíritos amigos que estão ali a nos passar, né, um um uma intuição para nos mostrar um caminho E ela coloca na ordidura de qualquer mal a tua se torne a presença do bem. Então ela traz os opostos, mas ela traz pra gente não entra nessa sintonia, sai da sintonia e silencia. Sai da sintonia e ora, sai da sintonia e manter a serenidade. Porque veja, se chega todo
do bem. Então ela traz os opostos, mas ela traz pra gente não entra nessa sintonia, sai da sintonia e silencia. Sai da sintonia e ora, sai da sintonia e manter a serenidade. Porque veja, se chega todo mundo numa balúrdia reclamando, reclamando e a gente vai entrar nessa nessa linha de pensamento, a gente vai, né, sucumbir muito. Então, parar e manter a se Deus é justo, há uma justiça nessa aflição. a um para que aquilo que o Gelson falou no início, né? Uma finalidade a que sempre nos impulsiona para uma para um caminho, para uma finalidade, para um objetivo. Então, parar para conseguir olhar que caminho é esse. Eh, essa parte é brilhante, né? E aí ela traz a fé. Nunca abandones a trilha da fé, nem partes dos deveres sacrificiais porque sofres ou defas as dificuldades. Eu adoro olhar essa questão do sacrifício, olhando, né, as palavras, o que serve, sacre, sacro, sagrado e ofício de trabalho. Então, sacrifício é um trabalho sagrado que eu faço para contribuir com alguma questão. Não é a coisa dura, difícil, né, que eu fico fazendo e me reclamando. Não, é um ofício sagrado que eu faço em benefício de algo. Olha como muda toda, né, o ponto de vista, a forma, até a sintonia. Belíssimo, Joana. a nossa poetisa trazendo caminhos para tamanha dor e aflição pro momento que nós estamos vivendo. >> Sim, >> esse sacro ofício é muito bonito mesmo, né? Porque assim, eh, o ego infantil ele sempre quer comparar, ah, fulano não faz assim, né? Então é ainda muito infantil e maturo. Se a gente segue, como ela nos diz, para não perder um tempo útil, se a gente segue assim, a gente não olha pro lado, a gente vai adiante pavimentando a nossa estrada, porque sabe que é uma estrada coletiva e se o outro não faz paciência, né, muita coisa a gente também não enxerga e não consegue fazer. Eu acho bonito isso, né, da gente seguir e lembrando que Joana fala, não perca tempo, tempo útil. E essa questão que ela nos traz aqui, né, do desequilíbrio que predomina, permanece em serenidade, né, silencia, né, não, ela tá falando de
uir e lembrando que Joana fala, não perca tempo, tempo útil. E essa questão que ela nos traz aqui, né, do desequilíbrio que predomina, permanece em serenidade, né, silencia, né, não, ela tá falando de um contágio psíquico que é muito sério, né? O quanto é fácil para nós que ainda estamos a caminho, como ela diz, cheios de imperfeição, ignorância, o quanto é fácil para nós a gente se contaminar. Então, ela nos alerta, olha, se recolhe, né, como Jesus falou, entra ou Santo Agostinho entra no seu quarto, fecha a porta, ou seja, se recolhe dentro de você para que a gente possa reencontrar o equilíbrio e e nos separar. Bom, isso é meu ou não é meu? Isso é do outro, né? O que o coletivo tá querendo que eu faça, né? Tá de acordo com o que eu penso. Ela tá nos dizendo isso. Cuidado com o contágio, porque como nós ainda estamos muito no caminho, é muito fácil a gente se perder, né? Então ela nos alerta isso. E aí, mais uma vez eu trago uma frase aí dos mensageiros, né, que hoje ficou comigo, né? Eh, Anisseto diz assim: "Anima, eleva, educa, desperta sem ferir os que ainda dormem, né?" Então, o quanto é delicado esse caminho nosso, né? tanto de cuidado respeito conosco, quanto de cuidado com aquele que tá no nosso lado. Cada um tá no seu movimento próprio, cada um tá com as suas lutas internas, né, grandes. Então, se a gente não atrapalhar o outro e seguir o nosso caminho, já é muito bom, né? E que a Joana nos fala isso, né? Siga, né? E aí ela diz assim: "Olha, facilidade, improvisação, sorte são expressões que não existem no dicionário dos códigos de vidas, né? Essas expressões elas estão muito de braço dado com aqueles que pensam que tudo é fácil, né? E enfim, não, não é é trabalho, é um trabalho, né? E a Joana nos fala isso. Tudo são conquistas arduamente conseguidas, né? Então é um trabalho, né, Cláudia, aquilo que é facilidade já é uma conquista, né? é fácil porque se tornou, né, algo internalizado. Então, a gente passou para um período de, né, quando a gente automatiza algo, né, uma pessoa, né, que
aquilo que é facilidade já é uma conquista, né? é fácil porque se tornou, né, algo internalizado. Então, a gente passou para um período de, né, quando a gente automatiza algo, né, uma pessoa, né, que que vai, né, e vai construindo um conhecimento ou aprendendo uma língua ou uma habilidade artística, né, e são anos de elaboração, de treino, disciplina, dizer, né, de e aí para quando ele, a pessoa toca vai ser muito fácil, né? como é fácil para ele tocar. Não, não é que seja fácil. Ele chegou lá, né? Chegou lá justamente, né, por essa por essas conquistas com desardo conseguidas, né? Então, e sorte também. Sorte é porque tu foi abençoado, porque tu merece, né? Porque tu conquistou também. Então, nada é uma preferência Deus, ah, esse aqui eu gostei dele, vai porque eu não gostei. Vai não. A dinâmica da vida é perfeita e justa, né? E eu queria terminar aí o nosso estudo, né, já que o nosso tempo já tá esgotado, com três pontos práticos que ela nos coloca, eh, como um um certo mantra, né, um algo que a gente tem que carregar para nós como uma forma de poder realmente vivenciar e aproveitar as oportunidades da vida, que é não temas, não recu e não te desespere. Então, eu gostaria que todos nós meditasse um pouquinho nesses três elementos, né? Eh, e trouxesse paraa consciência, para pertinho de si, né? Puxa, né? Eh, que que que isso implica na minha vida, né? De que maneira eu posso eh me vivenciar cada vez mais esse lugar de não temer, de não recuar e não se desesperar. Então, eu gostaria de de poder sublinhar esses pontos aí que eu acho fundamentais pro nosso eh pro nosso compromisso e com a vida. Eh, e aqui quem sabe em algum outro momento a gente possa eh discutir um pouquinho mais eles, né, e voltar neles em algum outro momento, tá bom? OK. Então gente, obrigado Cláudia, Adriana, obrigado a todos que nos acompanham pelo canal da Mação do Caminho Espíritis do Play e já convidando a todos pro nosso próximo encontro, né, o capítulo 29, sobrevivência e libertação. Que Jesus
riana, obrigado a todos que nos acompanham pelo canal da Mação do Caminho Espíritis do Play e já convidando a todos pro nosso próximo encontro, né, o capítulo 29, sobrevivência e libertação. Que Jesus nos abençoe. Vamos prosseguindo então com alegria, com fé, sem esse temor que impede a gente de aproveitar cada momento da nossa existência. Um abraço e até o próximo encontro. Ah.
Vídeos relacionados
T3:E3 • Plenitude • Origens do Sofrimento
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Adriana Lopes
T5:E08 • Momentos de Consciência • Carma e Consciência
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Adriana Lopes, Cláudia Semeghini
T8:E19 • Desperte e seja feliz • Esquecimento providencial
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Adriana Lopes
T9:E5 • Vida: Desafios e Soluções • Significado do ser existencial (parte 02)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Adriana Lopes, Cláudia Semeghini
T9:E13 • Vida: Desafios e Soluções • Aspectos da vida (parte 2)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Adriana Lopes
T7:E5 • Autodescobrimento • Equipamentos existenciais (parte 1)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Adriana Lopes
T6:E21 • O Ser Consciente • A felicidade (Parte 02)
Mansão do Caminho · Joanna de Ângelis, Gelson Roberto, Adriana Lopes, Cláudia Semeghini
T4:E20 • Momentos de Saúde • Amadurecimento psicológico
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Adriana Lopes