T9:E5 • Vida: Desafios e Soluções • Significado do ser existencial (parte 02)
Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 05 – Significado do ser existencial (cap. 2, parte 2) Neste episódio, damos continuidade ao estudo do capítulo 2 do livro Vida: desafios e soluções, com a análise do item 2.3 – Mitos, ilusão e realidade. A reflexão nos convida a distinguir as construções ilusórias que dificultam o autoconhecimento e a despertar para uma vivência mais lúcida e verdadeira da existência. 📘 Obra estudada: Vida: desafios e soluções, de Divaldo Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis 🎙 Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidadas: Adriana Lopes e Cláudia Semeghini #JoannadeAngelis #PsicologiaEspírita #DivaldoFranco #Espiritismo #VidaDesafiosESoluções #MitosEIlusões #Autoconhecimento #TVMansaodoCaminho #EspiritismoPlay *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Meus queridos amigos e irmãos, nossa alegria de estarmos mais uma vez juntos aqui nesse estudo maravilhoso da série psicológica Joana de Angeles. hoje com Adriana e a Cláudia para poder dar continuidade ao nosso estudo, o estudo do capítulo do significado do existencial, em especial o item Mitos, ilusões e realidade do livro Vida, desafios e soluções. Então, a gente tá vem acompanhando o capítulo dois e chegamos nesse ponto importante do capítulo, aonde ela vai focar nessa questão dos mitos, ilusões e realidade, né? E ela começa trazer aqui mais a questão da mente infantil, né, desse processo, né, da criança que fabula, da criança que tem um pensamento mágico, né, e o quanto essa dinâmica mental permanece no adulto. E a gente entra não só na questão de um tipo de pensamento infantil, mas mais do que isso, a gente tá indo em direção a uma dimensão também mais arcaica do próprio pensamento humano que tá ligado a a a processos de um lado criativo e imaginativo, né, ligado aos arquétipos e a força autorreguladora da psique, né, em poder gerar possibilidades novas, mas ao mesmo tempo a a a a questões de ordem realmente mágica e fantasiosa que pode nos levar a fugir da realidade. Então tem esse dois questões que eu trazer para vocês, né? É um assunto bem interessante, né? Que tem essa dupla faceta aí. Então já abri pra gente poder começar a pensar esse tema que a Joana nos propõe aqui no capítulo dois. >> Então vamos lá, né? Olha. uma alegria enorme de estarmos aqui, um capítulo muito profundo, interessante, de separarmos, né, o que é considerado até dentro dos parâmetros eh de uma determinada normalidade. Eu não gosto dessa palavra normal porque de perto ninguém é normal, mas assim, o que paraa criança é uma fase do desenvolvimento humano, né? Então, a gente sabe que a criança lá a partir dos aos 7 anos no seu desenvolvimento, né, mental, eh, ela vai ter essa fase do pensamento mágico e me lembra muito um desenho que tinha, né, há muito tempo atrás, que era o fantástico mundo de Bob, né? Então,
anos no seu desenvolvimento, né, mental, eh, ela vai ter essa fase do pensamento mágico e me lembra muito um desenho que tinha, né, há muito tempo atrás, que era o fantástico mundo de Bob, né? Então, naquele fantástico mundo de Bob, a gente via muito o pensamento de uma criança de 5 anos, né? Então, eu me lembro que tinha ervilha no prato. Aí aquela ervilha rolava do prato e caía. Virava uma nave espacial que ia para outro planeta e já encontrava os marcianos e aí ele já virava um superherói. Então veja, então é um pensamento próprio da criança. Então os pais até perguntam, né, Cláudia, ah, a gente tem que conter isso, tem que deixar, tem que estimular. Como que é isso? Então, se a gente olhar o desenvolvimento natural da criança, é necessário esse momento onde a criança começa desenvolver esse pensamento mágico. Mas é muito importante quando a Joana começa a colocar que o problema é quando ela não consegue, né, atingir esse nível de maturidade e a partir daí vai ela vai criando ilusões, né? Então esse eh capítulo é importante porque ela vai desenvolver de uma forma muito bonita o processo natural e o que foge do esperado dentro de uma normalidade nessa falta de maturidade emocional para influenciar, né, no significado existencial do ser. >> Sim. Olá a todos. Novamente é uma alegria nós estarmos juntos com os amigos aqui, com todos os amigos que nos acompanham, encarnados ou desencarnados, né? E assim, Adriana, ouvindo você falar, né, realmente os pais ficam muito assustados com essas fantasias que as crianças trazem, né, elaboram. E e aí também nessa época tem os amiguinhos invisíveis que eles trazem, né, e conversam, confabulam muito e e os pais ficam muito ansiosos com isso, sem saber o que fazer, né, sem saber se contestam ou se entram naquela fantasia, né, então eles ficam em dúvida, preocupados, né, e nós sabemos que se olhando pela ótica do espírito reencarnado, temos aqueles que nos acompanham, né? Eh, e sabemos também que a o trabalho da criança é brincar e ela
icam em dúvida, preocupados, né, e nós sabemos que se olhando pela ótica do espírito reencarnado, temos aqueles que nos acompanham, né? Eh, e sabemos também que a o trabalho da criança é brincar e ela vai experimentando essas brincadeiras tanto fantasiosas, né, tanto eh de uma imaginação criativa grande, elas vão experimentando como seria se fosse. Então, elas se experimentam em vários papéis, nos pais dos, né, dos irmãozinhos. elas vão experimentando tudo isso. Então, nós sabemos que é muito saudável, de fato, é muito saudável, mas eh e que essa essa possibilidade de dela experimentar isso, essa essa permissão, entre aspas, né, que não é uma permissão, os pais não precisam permitir, mas assim, esse acompanhamento, esse olhar eh eh cuidadoso, mas carinhoso nesse desenvolver, é importante que elas vivam Porque isso vai alimentar o lado da criatividade tão fundamental para nós, né, que revela a saúde mental, né? A criatividade revela a saúde mental, a concretude revela uma rigidez, né, que se precisa preocupar, eh, olhar com atenção. E aí onde entram todos aqueles muitas vezes os toques, né, se originam e as pessoas precisam ficar atentos. todos os transtornos, né, de comportamento. Mas a Joana começa uma frase dizendo assim: quando a criança não consegue amadurecer psicologicamente a partir do desenvolvimento, e aí ela vai, aí é que vai havendo, porque há um um uma um estágio em que ela vai experimentando, mas quando ela não dá um salto e sai dessa imagética fantasiosa para uma evolução, né, do do do psiquismo dela. Aí sim, a Joana fala, aí começam-se os perigos, a tensão redobrada, porque ela diz, transfere aquelas construções para todas as fases da sua existência física, mantendo-se um indivíduo medroso que, desculpe, que mente. Eu, eu quando eu olhei Mendaz, a Joana faz isso, né? Eu olhei Mendaz, eu pensei assim: "Ah, acho que é medroso". Mas aí eu fui procurar no cenário, não é medroso, é que mente, né? Então ela vai transferindo, quando ela não dá esse salto de amadurecimento
u olhei Mendaz, eu pensei assim: "Ah, acho que é medroso". Mas aí eu fui procurar no cenário, não é medroso, é que mente, né? Então ela vai transferindo, quando ela não dá esse salto de amadurecimento psicológico, ela vai transferindo aquele pensamento mágico por uma existência de mentiras. >> E aí é que a Joana vai nos dizendo, né? E ela vai se refugiando nessa criatividade imaginativa, mas que na verdade revela uma grande maturidade psicológica, né, e consequentemente emocional. É interessante que eu me lembro quando eu era pequeno, a minha mãe sempre de noite rezava conosco e tinha aquela musiquinha da da Ave Maria. Mãezinha do céu, eu não sei rezar, só sei dizer que quero te amar. Azul é teu manto, branco é teu vel, mãezinha quer te ver lá no céu. Então ela cantava essa fazia uma prece. Então em algum momento na minha fantasia infantil a minha mãe se transformava na Virgem Maria. Eu pensei que era a Virgem Maria ali, né? A mãezinha do céu tava ali, né? Claro, depois vê que a minha mãe tá longe de ter a Virgem Maria, né? Não que ela não seja uma figura importante e boa, mas ninguém tá aos pés da Virgem Maria, ela tem suas questões humanas, né? Mas naquele momento a idealização da mãe e das figuras virgem Maria se fundiam nessa fabulação da criança. Uma outra situação que eu me lembro, né, de do Natal que a gente estava na casa do meu vô, família reunida, um grupo grande, e meu tio se retira para vestir a a roupa de Papai Noel. Eu vi ele se retirar. E quando ele chega vestido de Papai Noel, eu sabia que era ele pela voz, mas ele ele e eu era pequeno e ele começou a se colocar naquele personagem que em algum momento não era mais meu tio, era verdadeiramente Papai Noel. E aí toda a questão da realidade foi embora. E eu tava vivendo o temor de de olhar pro Papai Noel e meu encanto de olhar pro Papai Noel e viver aquele estado eh fantasioso que emocionalmente me bobolizou. Eu entrei naquele clima. Então a gente vê que a criança ela ela ela facilmente, né, ela ela mistura o
canto de olhar pro Papai Noel e viver aquele estado eh fantasioso que emocionalmente me bobolizou. Eu entrei naquele clima. Então a gente vê que a criança ela ela ela facilmente, né, ela ela mistura o mundo dela com mundo imaginativo, né, quando a mãe tá raleando, muitas vezes não é mais a mãe, é a bruxa mesmo. Ela tá vendo realmente a bruxa, não é mais a mãe que tá ali. Então, ah, a gente tem essa, como diz a Ja, essa criatividade imaginativa. Então isso, essa criatividade imaginativa é uma fonte maravilhosa de possibilidades. Quando a gente fala criatividade imaginativa, fala de uma de um recurso da alma, né? De um universo de possibilidades que a nossa imaginação tem. é fruto não só de tudo que a gente reuniu na na em vida passada, mas do campo da imagem e do processo mental, que é a base da construção da realidade, né? A imaginação é a fonte da vida. Mas o que que ela disse? E o problema não é então a essa criatividade imaginativa. É ela, ela disse a criança se refugia, como a Cláudia leu ali no no capítulo na página como uma forma de buscar compensar uma realidade que muitas vezes é muito difícil. Então eu começo usar esse espaço de uma forma a a a com uma um confronto, uma oposição à realidade, porque a realidade é difícil. realidade é é complicado, é dolorosa, é confusa. Então, a realidade que eu vivo é muito confusa, que a realidade é muito eh psicologicamente eh perversa, violenta, não confiável, né? Que uma que que a criança natural faz? Ela vai para um mundo onde ela se sente em paz, protegida, que ela possa distorcer aquela difícil e poder voltar para aquele mundo arcaico, originário, onde ela pode fantasiar uma realidade para suportar aquela vida difícil. Só que se ela começa a se identificar com esse padrão e alimentar esse padrão, ela pode ver mais no mundo da da fantasia e criar uma incapacidade de entrar no mundo, né? de entrar no mundo, de poder ver o mundo como um convite positivo, de ver no mundo uma possibilidade de realização, de ver no mundo o desafio
fantasia e criar uma incapacidade de entrar no mundo, né? de entrar no mundo, de poder ver o mundo como um convite positivo, de ver no mundo uma possibilidade de realização, de ver no mundo o desafio do mundo, não como um problema, mas como um convite à vida. E aí, claro, e se o espírito já é complicado, né, aí depende também da tendência do espírito, junta a educação, a realidade da vida com um padrão interno que a pessoa já traz como tendência espiritual. Isso começa então a se complicar, como diz a Jonaí, né? E ela começa então realmente fazer desse processo criativo uma forma de fogo. Então o problema não é o processo criativo, não é a fantasia, não é a imaginação, mas a serviço que tá esse processo imaginativo. >> E olha que lindo esse exemplo do Gelson, né? a importância de poder vivenciar nesse mundo infantil a a vivência arquetípica. Veja, a partir do momento que ele vê na mãe a própria imagem da Virgem Maria, é a imagem da grande mãe. Então, veja a dimensão que isso vai gerar na psique informação, né? A psique da criança e e o quanto que isso é salutar, né? Porque a vivência de um arquétipo traz um númem, traz algo de muito eh essa questão do luminoso mesmo que o Rudolfo Oto nos coloca, né? a possibilidade de nos depararmos diante de imagens com tanta força. Mas a questão é quando para fugir de uma responsabilidade e com os nossos atos imaturos, a gente então com uma questão de onipotência a gente se refugia na vivência desse arquétipo, né? Então, a grande mãe, o super homem, ou então a bruxa malvada, ou então o salvador que vai vir de cavalo branco para me salvar desse mundo tão ruim. Então, veja, então isso é é interessante. E aqui ela fala um eh que existem duas raízes, né? Esse processo, esse quadro ele vai ser formado por duas grandes questões importantes, né? A primeira é isso que o Gelson já disse, né? Existe uma raiz arquetípica que fixa, né, no inconsciente coletivo as marcas desse período mítico, onde ele, enquanto espírito imortal já teve acesso a essas imagens, né, da grande
elson já disse, né? Existe uma raiz arquetípica que fixa, né, no inconsciente coletivo as marcas desse período mítico, onde ele, enquanto espírito imortal já teve acesso a essas imagens, né, da grande mãe, eh, eh, ou então do bicho papão, né, a criança tem tanto medo do bicho papão. Então, é uma vivência arquetípica. E aí ela vai enfocar uma coisa que eu acho que eh eu gosto muito desse capítulo, exatamente por isso que ela vai falar da conduta dos pais, né? O quanto que a eh pais dominadores eles impõem a criança que permaneça nesse nesse período mítico mesmo, né? É isso. Ele vai vai criar uma vivência tão difícil, tão dura, tão pesada, que a criança não vai ter outra chance, ela vai se refugiar nesse mundo, né, eh, da da de uma criatividade imaginativa para poder suportar. Mas o pior é quando ela fala aqui, né? pais dominadores que se sentem compensados pelo amor em carência com a bajulação e a sujeição da prós prol aqui impõe que a fase mítica permaneça na estrutura da personalidade infantil, eh vendo inclusive nos filhos mesmos adultos seres informação, ou seja, aquele pai que tem o filho lá com 50 anos e ele acha que é o meu bebê, Ele é o meu filhinho, ele é a minha criança. Não, ele é um adulto de 50 anos. É meu filho, é, mas ele é um adulto, né? Então, primeiro, esse movimento dos pais de quererem infantilizarem sempre os filhos que gostariam de continuar dirigindo. Então, há uma questão de poder, de posse, de domínio e essa personalidade dos pais impõe que essa fase continue. Então, olha como isso é complexo e isso é delicado. que nós precisamos pensar, né, eh eh como que nós estamos atuando diante desses nossos filhos, nossos netos, enfim, né, eh eh essas crianças que estão a ao nosso redor, em nossa família. >> Eh, gurias, eu acho importante, né, aprofundar esse tema arquétipo, porque é uma das primeiras vezes que Joana eh traz o termo, né? depois ela vai se ocupar desse tema em outros momentos da obra dela, mas aqui ela tá trazendo, né, pela uma das primeiras vezes o o tema, o
que é uma das primeiras vezes que Joana eh traz o termo, né? depois ela vai se ocupar desse tema em outros momentos da obra dela, mas aqui ela tá trazendo, né, pela uma das primeiras vezes o o tema, o tema do arquétipo. Acho interessante, antes da gente avançar, né, eh poder entender o que que é o arquétipo, né, qual é qual é o conceito, né, que do arquétipo poder entender exatamente o que que ela dizer com essa raiz profunda no arquétipo, como uma base, né, de de herança que todos nós trazemos dentro de nós. Então, a gente podia falar um pouquinho mais sobre o termo. >> A Cláudia vai começar. Isso >> sim. Eu queria posso falar sim. E eu também tenho umas coisinhas na minha mente que eu também não posso esquecer, mas vamos lá pro proqué. Vou torcer para não esquecer, né? Eh, os arquétipos são esses padrões universais, né? Adquiridos ao longo, desde o início, desde os primórdios da humanidade, né? eh e até mesmo com eh os instintos desenvolvidos, né, eh que não são o dos humanos, mas os animais. Então eles foram impressos, né, nesse processo de constituição e e esses padrões eles vão sendo repetidos, né, eh como são como formas, a gente usa também essa essa imagem, né? são formas onde eh a cada atualização do HD, ou seja, cada vez que a gente vem e reencarna, nós temos essas formas, esses esses padrões e que vamos incorporá-los à medida das nossas necessidades da vida, né? Então, por isso tem os arquétipos, né, materno, paterno, né, divino, arquétipo sagrado, são todas eh eh todos padrões e cada um vai eh eh trazer esse padrão paraa sua vida da forma como e ele a necessária, né, e a forma como ele entende ali que é necessário para aquela vida, né, vocês podem eh desenvolver ver mais, mas eu não queria perder uma coisa também, né, que quando ela fala desse indivíduo que mente, eu fui fui fiquei pensando, há pessoas que têm eh essa mania de mentir, né? Isso se torna uma mania, né? Esse padrão da mentira, né? E aí eu fui ver e é compulsivo. Então existe no CD 11 eh determinado um transtorno de
pensando, há pessoas que têm eh essa mania de mentir, né? Isso se torna uma mania, né? Esse padrão da mentira, né? E aí eu fui ver e é compulsivo. Então existe no CD 11 eh determinado um transtorno de personalidade que é a mitomania. Então são pessoas que mentem compulsivamente, né? E isso vai afetar os relacionamentos, né? Qual é o objetivo disso que nós vamos também falar hoje, né? a autoproteção, é fazer a realidade também parecer melhor, porque é muito dura e áspera paraa pessoa. Então, a pessoa vai se acostumando a mentir, a entrar, a colocar fantasia no lugar da realidade, né? Porque a realidade é dura. E nós vamos ver aí agora, quando você já introduziu, Adriana, essa conduta dos pais dominadores, né? Porque a Joana fala assim: "Trata-se de um conflito que se transfere de uma para outra geração, cada vez com resultados mais danosos. Então, quando você nos ressalta a importância de que pais somos, né, como agimos com aqueles que estão à volta, com as crianças que vem chegando, né? Eh, é isso, né? Se a gente não resolve, não elabora bem as situações, nós vamos repetir essas situações. Então, se essas crianças tiveram pais dominadores e que não foi permitido o exercício livre do pensamento mágico, mas respaldado por um terreno de segurança, de amparo, de contenção, o que acontece? ela vai eh se refugiar nesse padrão, né, defensivo e ela vai agir também como pais que dominam para serem compensados naquilo que não recebem ou que projetam não receber, né, e que também não receberam. Então, é um é um perigo mesmo, né? como é importante que a Joana vem trazendo que eh essa importância de nós nos autoobservarmos, né, nos autoconhecermos para que a gente não repita aquilo que aconteceu, que foi eh eh desagradável, danoso, mas que nós não reputamos aquilo. Então, que a gente possa quebrar esse sistema que se passa de geração em geração. E eu acho que eu tinha uma outra coisinha para falar. Ah, eu tinha também. É assim, ainda falando de criança, né? Eu fiquei pensando quando
ssa quebrar esse sistema que se passa de geração em geração. E eu acho que eu tinha uma outra coisinha para falar. Ah, eu tinha também. É assim, ainda falando de criança, né? Eu fiquei pensando quando vocês estavam trazendo, eu fiquei pensando assim, como como na criança é um vaso onde tudo se experimenta, né? Naquela, naquela que eu esqueci eh eh esqueci o nome, retorta de laboratório, né? onde tudo ali tá experimentado. Se por um lado >> um vaso, né, se por um lado ela tem uma imaginação muito ampla, aberta, né, por outro lado ela é de uma concretude. Porque eu também me lembro de um uma um uma notícia que passou já tem muito tempo da concretude, da literalidade da criança. E aí dizia assim uma reportagem: "Seu pai está preso no escritório". E a criança imaginava o pai todo amarrado na cadeira, né? poder sair. Então, como é importante que a gente ofereça esse solo seguro, né, que que nós possamos ser generosos de acolher o que ela traz para que ela possa dentro dess desse vaso psíquico dela e experimentando todas essas situações e se sentindo segura, né, se o pai tá preso. Não, ele não tá preso. Preso, né? Ele não tá preso, ele tá só não podendo sair, mas seu pai não tá amarrado, né? Fica tranquilo, né? Ou e outra de outra forma, ah, ele tá brincando com o amiguinho. É. Ai, esse amiguinho, que legal que ele falou para você. Então, assim, acolher tudo, porque ela tá num grande momento de experimentação de si própria, né? E essa fase, né, Cláudia, é interessante que eu percebo que os pais estragam a criança nesse momento, eh, quando a criança tá ali entregue a essa, a essa essa criatividade, né, essa fantasia e os pais chamam e a criança não responde porque ela tá perdida lá nos seus pensamentos e às vezes os pais gritam e ela assusta e aí ela começa a dividir atenção. É exatamente aí que a criança desenvolve uma tensão flutuante, a gente estraga a tensão dela, né? Então eu sempre falo para os pais tocam na criança, quando você quer falar com ela, encosta no braço dela e fala baixinho,
a criança desenvolve uma tensão flutuante, a gente estraga a tensão dela, né? Então eu sempre falo para os pais tocam na criança, quando você quer falar com ela, encosta no braço dela e fala baixinho, né, fulano? Aí ele olha, aí você conversa, porque você vai permitir que ela volte dar essa fantasia de uma forma tranquila. E voltando na questão do arquétipo, eu gosto muito quando o Gelson trabalha que ele traz, eu eu não vou esquecer jamais, né? Eu sempre lembro dele falando, arquétipo é o ar que é típico, né? Então eu acho que isso, né? Ele diz tudo. Então nós temos uma tendência inata a ter algumas questões típicas do humano, né? E aí eu, pra gente que é eh pensa no espírito imortal, eu gosto de pensar assim, eh eu assisti uma palestra do Leonardo Bof que ele disse uma frase assim: "Permita o arquétipo perpassar por você". Então eu fiquei pensando, né? Como assim o arquétipo passar por mim, né? E aí eu penso nessa situação, o espírito vem, ele reencarna. Então, quando ele eh a mãe recebe essa criança no colo, ela vai trazer uma tendência inata, né? Esse ar que é típico, então é típico que toda mãe ou homem ou enfim ou pessoa ao se deparar com uma criança pequena, o arquétipo materno perpassa e a criança e a e aquele ser vai desenvolver essa tendência arquetípica do cuidado, né, do nutrir, do amamentar. Claro, se for um homem vai dar mamadeira, mas enfim, vai poder alimentar essa criança, trocar essa criança e cuidar dela. Se esse arquétipo materno não perpassa, essa mãe nunca vai desenvolver. E ela pode até mesmo doar essa criança sem sentir nada. Por quê? Porque é um ser que nasceu, não é um filho, né? Então veja, o arquétipo materno precisa perpassar. E um, por outro lado, eh eh essa mãe só vai se sentir mãe a partir do momento que a criança eh despertar nela a questão do filho, né? A criança sagrada, a criança que me chega precisa arquetipicamente despertar em mim eh essa a, ou seja, na criança, né? O espírito imortal precisa ser despertado pelo arquétipo da criança
o filho, né? A criança sagrada, a criança que me chega precisa arquetipicamente despertar em mim eh essa a, ou seja, na criança, né? O espírito imortal precisa ser despertado pelo arquétipo da criança para ele voltar a essa vivência infantil. Então, olha que lindo, né? Então, isso é arquetípico. São tendências que ao nos depararmos com a situação, a gente espontaneamente pode viver esses papéis de forma natural, de forma eh instintiva, vamos dizer assim. Não precisa ensinar. Gosto muito do filme Alagoa Azul, quando traz a sexualidade de uma forma tão linda, daquelas crianças que nunca pensaram, nunca descobrir, nunca se depararam com a sexualidade. Ao vivenciar a a vida ali naquela naquela ilha, eles foram arquetipicamente sendo tocadas por essa por esse arquétipo da sexualidade. Então, olha como é lindo, natural, espontâneo, mas precisa, né, que a a eh esse feeling assim para que a gente possa permitir essa energia perpassar por nós, né? Então, olha o quanto a Joana aqui ela traz esses temas importantes, profundos e quantas vezes a gente atrapalha o processo com o nosso egoísmo, né? Por isso que a chaga da humanidade é o orgulho, o egoísmo, assim, enquanto esses pais que fixam a criança nessa fase mítica. >> Interessante que eu tinha colocado aqui, né, anotei atravessado pelo pelo mito, pelo arquétipo, né? Então, realmente, né, nós somos atravessados por essas forças básicas da alma, né, os arquétipos com forças que são temas, padrões que regulam nosso comportamento e que nos contatam com questões que são fundamentais, né? Então, os eles ligam, eles nos relacionam, nos conectam com os fundamentos da existência, né? Então, são como forças formadoras, reguladoras da nossa vida. eh, enquanto sejam os instintos na vida biológica e os arquétipos no nível humano de comportamento, mas são duas faces da mesma coisa, né? E aí dentro desse processo, né, eu acho que realmente tem uma diferença importante nisso, né, Adriana, porque uma coisa é tu ser atravessado, perpassado pelo arquétipo,
duas faces da mesma coisa, né? E aí dentro desse processo, né, eu acho que realmente tem uma diferença importante nisso, né, Adriana, porque uma coisa é tu ser atravessado, perpassado pelo arquétipo, outra coisa que preso ao arquétipo. >> Uhum. é identificado o arquétipo. Isso é o perigo. Quando a Joana começa a falar então >> dessa fixação do inconsciente coletivo, né, e dos padrores familiares que a Cláudia tá falando que essa geração vai mentindo, vai ficando um padrão de mentirosos que permeia um tipo uma maldição familiar, né, que então isso vai ficando enrijecido. Um arquétipo e vai se tornando um modo de ser não dinâmico no sentido de de ser pessoalizado. Todo arquétipo tem que ser trazido paraa vida pessoal. Então esse re da grande mãe que é ativado quando eu sou despertada a um serzinho que me vinculou a mim e e que de uma certa maneira eu preciso cuidar, então isso vai ativar meu lado de cuidador e o arquétipo ligado a essas forças, né, eh potencializadas na figura do pai e da mãe, né? E então eu vou estar ali atravessado por por esses elementos, mas eu não posso ficar identificado e ser uma mãe 24 horas por dia e continuar sendo mãe do meu filho de 30, 40 anos, né? Como se ele fosse ainda um bebê, porque aí o arquétipo realmente vai endurecer e vai limitar. Eu tenho quear aí essa experiência, né? Ela vem com uma força quase instintiva, né? uma força mobilizadora, mas que eu tenho que compor e conter, né? Como a Cud falou, criança, tá? Vai, vai, é um vaso também. Nós aduzamos um vaso que precisamos conter a experiência arquetípica e dar uma expressão própria para ela, né? E aí quando esses elementos arquetípicos encontram eh um quadro pessoal, um campo, né, um contexto pessoal que é a família desfavorável, isso perturba, como estão colocando, né, a mente infantil. E essa organização arquetípica acaba não só atravessando a criança, mas construindo um ego que seja desfavorável. Então, a questão toda, me parece aqui, não é tanto os conteúdos que estão em jogo,
il. E essa organização arquetípica acaba não só atravessando a criança, mas construindo um ego que seja desfavorável. Então, a questão toda, me parece aqui, não é tanto os conteúdos que estão em jogo, mas o funcionamento dos adultos, que vai criar um funcionamento também patológico eh nessa criança. se não for um espírito eh com maturidade, né, já com recurso que ele já traz, né, ele vai ser realmente eh envolvido, porque a criança ela imita o adulto, ela quer eh copiar o adulto para que para ser amada e é cognitivamente o adulto é referência dela. Então é natural que a criança ou compense aquele ambiente desfavorável fugindo ou copie, né, aquele padrão que ele tem. Então eu acho muito interessante que alguns autores, alguns psicólogos falam que o conto de fada é uma é uma mentira, né, que cura. Então a gente fala da da da mentira, né? Essas histórias mentirosas que nós contamos para nossos filhos, o que a gente contracena, né? Mas tem essa mentira aqui então que que distorce, essa mentira que engana, essa mentira que confunde e tem a mentira que traz o arquétipo que cura. Então conde fada é uma é uma mentira que cura, né? Eu me lembro quando eu trabalhava na evangelização aqui numa região carente de Porto Alegre, uma região muito violenta, com pouquíssimos recursos eh humanos, né? Uma uma uma realidade, uma comunidade carente de todos sentidos, né? Financeiramente, desprovido de recursos assim, não tem água direito, não tem luz, né? Então era um e que também uma família desestruturada, às vezes a criança não conhecia o pai, um ambiente violento. E tinha uma história que a gente contou para ele que a gente fez um teatro que era o lobo mal reencarnado, né? Era a história, né? Era um sa de um lobo que reencarna depois como cão policial. Era muito bonita a história de de um então de uma história de da poder realmente eh reverter um quadro difícil que dando uma esperança que as pessoas podem se modificar, né? Então e as crianças adoravam aquela história ponto que elas queriam queriam sempre ouvir a
poder realmente eh reverter um quadro difícil que dando uma esperança que as pessoas podem se modificar, né? Então e as crianças adoravam aquela história ponto que elas queriam queriam sempre ouvir a história do do lobo mal reencarnado. E a criança tem isso, ela ela ela vê 20.000 mil vezes o filme não cansa de ver e parece que tá vendo vendo pela primeira vez e vibra e entra na história, né? Então aquela história tinha um efeito curador para as crianças porque se identificava com o lobo ma lobo ma é a história do daquela história do pai delas, da história violenta, né? Mas elas viam que o lobo mal podia se tornar um um um campo policial, né? E é muito interessante porque daí reencarna todo mundo, né? Reencarna a a chavezinha vermelha, reencarna a vovozinha. É muito interessante a história, né? Mas o fato então que essas histórias trazem realmente o arquétipo, uma imagem poderosa que empregue no nosso sentido e a nossa mente dando uma direção, potencializando algum fator necessário. Mas como Adriana falou, ele nos atravessa, ele perpassa a gente, mas é tudo é uma questão, é como é que eu vou lidar com essa força mobilizadora em mim? Isso vai, né, vou me identificar totalmente? Isso vai ativar coisas em mim que vão ser importantes ou ele vai, esse arquétio vai desestabilizar porque vai me colocar em contato com o meu passado ou com o padrão reforçado pela família que é negativo, enfim, né? eh eh essa conjectura do arquétipo nunca tá separado, né, da do do contexto pessoal. Então, quando a Joana fala d dois fatores, eles não estão separados na prática, né, gente? Pode ser que tenha um peso maior num ou no outro, mas toda experiência pessoal ativa um núcleo arquetípico e todo arquétipo é atualizado e reforçado no espaço pessoal da vida do indivíduo. Então essas duas coisas eu estão interagidas junta e conforme for a combinação desses elementos, vai dar um movimento que favorece saúde e cura ou que leva a patologia. Então tudo isso a gente tem que levar em consideração.
eu estão interagidas junta e conforme for a combinação desses elementos, vai dar um movimento que favorece saúde e cura ou que leva a patologia. Então tudo isso a gente tem que levar em consideração. >> Tem uma questão que eu gostaria de retomar em cima da tua fala, a Gelson. Assim, eu tenho visto um movimento aqui, pelo menos na minha região, de uma tentativa de tirar, né, o mal dos contos de fada. Então, não pode mais ter o caçador que vem matar o lobo mal, né? Então, uma tentativa assim de deixar os contos mais menos violentos, né? uma uma tentativa de eh tirar a violência, só que aí a violência é aumentada ainda mais, porque o que é o ponto, né? Então, só abrir esse parênteses fora da aula aqui que não tem a ver com esse assunto, mas eu acho que é importante a gente retomar porque exatamente no conto que existe a possibilidade do enfrentamento do bem e do mal. Então, a criança dentro da faixa etária dela, ela vai viver o medo do lobo, ela vai viver, nossa, vai vir devorar a vovozinha, nossa, ela, ela vai, né, o chapeuzinho vermelho enfrenta, vai na floresta e atravessa a floresta. Então veja, né, quanto como que estes símbolos são importantes pro desenvolvimento da criança, porque numa linguagem inconsciente tá desenvolvimento desenvolvendo isso, o enfrentamento, a capacidade, né, desse jogo, eh, de desse embate entre as polaridades. E isso é muito importante paraa criança. Então, por isso que aí o conto ele é eh e ele é curativo, porque ele traz inconscientemente caminhos para quando essa criança, esse adolescente, esse adulto não tiver caminhos, né? Vai vir por uma via eh eh mitológica, uma saída criativa para um momento de dificuldade. Então, é importante sim a gente quando for questionado, né? Ah, como é que eu vou fazer então agora, né? Eh, vou vou tirar o lobo ma, né, o caçador da da história. Não, o mito é esse, o conto é esse. Então, eu vou entender que existe uma função no mito e a importância do conto, né, paraa criança. Tem um livro do do eu acho que
o ma, né, o caçador da da história. Não, o mito é esse, o conto é esse. Então, eu vou entender que existe uma função no mito e a importância do conto, né, paraa criança. Tem um livro do do eu acho que é o Inicot, que é o brincar e a realidade, a importância do brincar, a importância do fantasiar e a importância mitológica. A questão é que a Joana traz é a fixação nessa fase, porque aí vem a fantasia de onipotência. Por quê? Porque é uma vivência arquetípica. Então aí essa mentira que a Cláudia nos trouxe não vai ser uma mentira, né? Vai ser algo de grandeza, vai ser um delírio de grandeza. Então vai ter sempre uma questão muito de uma onipotência. Por quê? Porque nós estamos falando de uma questão arquetípica que não foi trazida para uma vivência pessoal e não foi humanizada. Então, nós precisamos humanizar isso, sair dessa função de Deus. Por isso que tem um momento muito bonito que ela fala, né, que a gente tem que parar de exigir que essas pessoas sejam Deus e vamos ter que aceitar essas pessoas, né, de forma que eles são humanos. e o humano vai errar. Então, par de exigir que o meu companheiro seja perfeito, porque ele no mundo de provas e expiações não será perfeito. Isso é uma fantasia eh delirante, né? Uma ilusão que nós já somos deuses, não. Nós somos espíritos ainda em aprendizado. Então, o problema aqui é a fixação, eh, baseado sempre numa questão de onipotência, porque a gente tá falando de uma vivência arquetípica. >> Uhum. É importante que vocês estão falando, né, sobre os contos de fada, né? Nos contos de fada, eu também tava pensando como a criança experimenta estar em vários dramas ao mesmo tempo, né? Ela se encaixa no caçador, depois ela se encaixa na vovozinha, né? Ela ela vai se identificando com algumas alguns personagens e vai e é possível que ela experimente isso, né? Eh, e é esse o lugar, né? que me parece que esse é o lugar seguro e protegido que ela pode experimentar. E é por isso que ela gosta de assistir tantas vezes a mesma coisa, né? Porque lhe dá segurança, né? Quando
e o lugar, né? que me parece que esse é o lugar seguro e protegido que ela pode experimentar. E é por isso que ela gosta de assistir tantas vezes a mesma coisa, né? Porque lhe dá segurança, né? Quando ela assiste várias vezes aquela cena, ela tem segurança de adivinhar o momento seguinte, então isso vai constituindo, né? e o quanto eh eu penso que eh a questão eh que se apresenta nesses dois primeiros parágrafos, né, é o que a o que a Joana nos traz é justamente essa denúncia do quanto é importante que a criança tem o pensamento mágico, mas o quanto é importante que os pais eh se cuidem, né? Porque a Joana traz na obra dela a questão do autoconhecimento, né? O imperativo ser o ter o autoconhecimento, né? Se, e ela diz aqui a falta de honestidade do adulto para autoanalisar-se e assumir a coragem de libertar-se de todos os impedimentos e amarras que o detém nas fixações do passado. Então, eh eh aí ela inaugura nesse, ela traz nesse terceiro parágrafo o quanto é danoso quando pais não se autoanalisam, não vão nesse enfrentamento, né? não jogando para para porque no eh eh o autoenfrentamento eh ele ele exige um autoconfronto com as suas limitações, com as suas repetições, né? Porque eh se estamos no mundo de relacionamento, de relacionar-se, quando se faz um uma atitude assim, né? Quando se provoca uma atitude grosseira, é inevitável que dentro dele, em algum aspecto, sinta a a o quanto vem daquela outra pessoa, né? Aquela criança, ela reflete de alguma maneira e ela denuncia de alguma maneira que aquele comportamento tá inadequado, apesar de que a criança não tem instrumentos, ferramentas necessárias para combater isso, né? E eu também tava me lembrando de um, desculpe, de um filme muito antigo que diz assim: "Sim, mamãezinha querida, né? Quando a mãe impunha as crianças uma uma eh uma respostas afetuosas e ela era muito má com aquelas crianças." Então essa dobbiedade no relacionamento parental, isso também vai causando um dano muito grande, eh, cada vez mais insegurança. A criança não
postas afetuosas e ela era muito má com aquelas crianças." Então essa dobbiedade no relacionamento parental, isso também vai causando um dano muito grande, eh, cada vez mais insegurança. A criança não sabe o que que ela vai esperar no minuto seguinte, né, de uma relação de vem que vem de figuras de autoridade, figuras que ela que ela eh eh sente que estão ali para cuidar delas, né? Então a Joana fala dess quanto é importante ser honesto consigo próprio, né? Se autoanalisar, se autoenfrentar, ter coragem para sair daquele padrão atávico, né, de heranças de vidas passadas e se colocar ali de uma forma diferenciada, né? E ela vai dizer também: "A insegurança íntima produz o ditador, né, com leis injustas, atos arbitrários. Isso a gente tá vendo bastante no mundo atual, né, infelizmente, né, e que vão se cercando dessas outras pessoas infantilizadas, né, porque sempre há público para diversas pessoas e e vão se cercando essas pessoas que estão também infantilizadas, intimidadas, porque foram também tem registros, né, de uma de pais ditatoriais, né, que que não lhe que lhes foi permitido ser criança, né? >> É interessante que ela vai colocar uma coisa importante a partir disso, né, Cláudia? É que a gente vai transferir pra vida como um todo, né? Mas você veio paraa religião, paraas relações afetivas, para pro casamento. Então esse pai lobo ma, essa mãe bruxa, né, que ficou e eu eu fico daí com uma criança medrosa, né, ou a criança que foge, né, e aí vou vou me tornar um adulto depois carregando, diz a Joana, né, justamente esses padrões de de ver o mundo como mal, o mundo como eh eh perigoso, né, como Deus, como algo que alguém que vai me castigar, não conseguir reconhecer a bondade do amor divino e assim por diante. Então ela vai dizer que os mitos, que esses mitos infantis, né, estão presente no nosso inconsciente. Então é importante a gente poder realmente nos perceber aonde nossa criança é ativada trazendo essa memória emocional desses padrões mal trabalhados, né? E aí ela fala de uma
te no nosso inconsciente. Então é importante a gente poder realmente nos perceber aonde nossa criança é ativada trazendo essa memória emocional desses padrões mal trabalhados, né? E aí ela fala de uma grande mentira. Eu achei muito genial ela colocar aqui no meio dessa história toda, né? Uma grande mentira cultuado pela ciência materialista da humanidade, que é mentira que a gente é um corpo, que que a realidade física é a realidade central da nossa vida. E ela fala daí que a grande ilusão, né? Mas existe uma grande mentira que a gente acreditar que eu sou o corpo que eu que eu tenho, né? Não sou esse corpo, né? Eu não sou essa identidade. Essaidade também é uma fantasia que eu tenho que relativizar, né? O meu corpo, minha cor de pele, a o meu, a minha identidade sexual, ser preto, ser branco, ser feio, ser bonito, tudo é uma grande fantasia também. João tá dizendo isso. Olha gente, a vida é vida de fantasia. Não acredite tanto nelas, né? Porque elas são forma de experimentar coisas no mundo. Nessa encarnação tu veio feio, mas é uma fantasia que tu tá, né, no no dinâmica do mundo, onde o conceito ter tu se inscre no conceito coletivo, onde as pessoas vão te ver como feio porque tu tem uma aparência estranha, né? Ou nesse momento tu tá com essa cor de pele ou nesse momento tu vem numa numa família que seja abastada, com muito poder econômico, mas é uma fantasia. Não, não por causa podão que é melhor ou pior do que os outros, né? São fantasias que tem que ter muito cuidado para lidar. E uma grande fantasia que ela coloca aqui é essa crença, como ela fala aqui, a crença firmada na ilusão que que tudo é duradouro e que sustenta nossa vida é a realidade do corpo físico, né? Que a vida física é o todo, né? Porque isso vai complicar a nossa vida. né? Essa ilusão de que o corpo físico é o todo e que tudo é duradouro, valejar a gente quer um apego ilusório a uma realidade que não se sustenta. E isso é causa de dor e de neurose. Porque todo o apego no que é impermanente, onde a gente inverte a lógica, o que é
douro, valejar a gente quer um apego ilusório a uma realidade que não se sustenta. E isso é causa de dor e de neurose. Porque todo o apego no que é impermanente, onde a gente inverte a lógica, o que é impermanente se torna permanente, vai gerar aflição pro ego, porque ele não vai não vai sustentar, que é impermanente, muda, o corpo muda, envelhece, a gente desencarna, ou seja, né, a realidade é transitória. E se a gente fica preso na segurança infantil de buscar nisso, nessa, né, e criar disso uma ilusão de segurança, em vez de disso nos ajudar, isso vai gerar complicações para nós. >> É interessante isso, né, esse processo, porque veja, né, então, eh, a criança ela não consegue amadurecer, fica fixa nessa questão mitológica. A partir dessa fantasia que ela começa a viver, ela cria ilusão, né? Então essa ilusão é criada por ela. E aí eh o indivíduo vai crescendo, vai amadurecendo e ele vai mantendo a ilusão de que vai vir um realmente um príncipe encantado de cavalo branco me salvar dos meus dos meus problemas. Eu não vou mais ir atrás da solução. Eu vou esperar que venha esse príncipe. Sempre de mitologicamente falando, né? Ah, por causa dessa bruxa malvada. Então, veja, sempre eh a gente começa a ver nos sonhos dos pacientes, né, quando aparece aquela bruxa malvada que pega um alfinete, transforma aquela pessoa em tal coisa. Então veja, os sonhos começam a trazer essa imagem arquetípica desses mitos que a pessoa escolhe para viver no meio dessas ilusões. Então quando a essa fantasia que de uma imortalidade de um corpo, o corpo morre, né? Então isso é uma ilusão. E ela fala aqui, ó, o que é necessário, então, transitar da ilusão que é criada pela fantasia para a realidade. Aí entra nesse último pilar que é imperativo para a aquisição da harmonia pessoal e da felicidade íntima. Por quê? Porque se eu fico preso na ilusão, eu vou criando conflito, porque eu vivo uma falsa, né? uma mentirosa realidade, uma uma mentirosa que uma uma eh realidade mentirosa, porque eu crio
íntima. Por quê? Porque se eu fico preso na ilusão, eu vou criando conflito, porque eu vivo uma falsa, né? uma mentirosa realidade, uma uma mentirosa que uma uma eh realidade mentirosa, porque eu crio essa ilusão de uma realidade, vivo nela e eu então não consigo sair desse quadro. E o que é pior, eu começo a exigir que as pessoas me tratem do jeito que eu criei, né? Esse mundo que eu criei, eu quero ser, se eu sou aqui a princesa, eu quero ser tratado como tal. E aí imagina o conflito que isso gera numa família. Então, primeira coisa, eu preciso sair da ilusão, transitar da ilusão e ir para a realidade, né? Buscar o apoio do conhecimento para que a gente possa discernir o que é ilusório, que é verdadeiro, o que tem estrutura resistente ao tempo e à transformações, como ali tá dizendo, o corpo, né? esse corpo morre, mas o espírito imortal não. O espírito imortal ele tem bagagem pro enfrentamento. Saber que na realidade eu só vou ter a prova conforme a força que eu tenho para suportar que Deus não é, ele não é desumano, né? Deus não é humano, mas ele não tem, ele é soberanamente bom e justo. Então ele sabe até onde vai as minhas forças e as minhas provas não são maiores que as minhas forças. Então isso é realidade, é ter essa certeza, essa fé que nada está errado. Então, olha que lindo o texto, a importância da gente conseguir fazer, né, transitar da ilusão e ir realmente paraa realidade eh real, não aquela que eu criei ilusoriamente. É is >> só para só para mostrar o quanto essas ilusões afetam, né, >> a nossa vida, porque ela falou que isso vai gerar apegos perturbadores, ciúmes injustificáveis, angústia de de ansiedade sem sentido, decepções infantis, tudo isso vai gerando, né, processos eh de eh dor emocional, de complicações e neuróos na vida da gente. Só para poder citar aqui, né, Cláudia, o quanto essas ilusões acabam afetando o comportamento de maneira prejudicial. >> Sim. E eu ia justamente nesse eh parágrafo que você acabou de falar, porque ela começa assim eh com essa
né, Cláudia, o quanto essas ilusões acabam afetando o comportamento de maneira prejudicial. >> Sim. E eu ia justamente nesse eh parágrafo que você acabou de falar, porque ela começa assim eh com essa determinação, ou seja, da necessidade de amadurecimento psicológico, né, de realização interior, de enfrentamento, de confrontamento consigo próprio, né, de buscar essa essa autoavaliação desse mergulho dentro de si para poder sair desse padrão que nós vimos falando até agora, né? um padrão de repetição daquilo que lhe foi imposto. Então ela diz, com essa determinação a gente muda tudo isso que você falou, né, Gelson, os apegos, os ciúmes injustificáveis, as angústias de ansiedade. E essa palavra determinação, né, ela tá ligada para mim a o atributo da vontade, que é o eh eh o primeiro gabinete mais importante, né, que Emanuel nos traz, o atributo da vontade. Então assim, é preciso dor, como você trouxe, Gelson, é preciso dor, é preciso sofrimento, né? É preciso a derrota do ego, né? Entender que tá funcionando muito mal, que aquilo não se sustenta mais, né? que cria um caos externo de devido ao seu caos interno, mas é preciso esse processo de dor, de sofrimento a si e a todos que comungam, né, dessa relação com a pessoa para que ela possa passar talvez, né, que ela possa alcançar esse momento, né, de OK, eu jogo a toalha, esse esse padrão não funciona mais, eu não quero mais esse esse sofrimento. E aí vem a determinação. Eu preciso estar diferente, eu preciso ser diferente. Eu sei onde eu quero chegar, eu posso não saber direito como chega lá. Mas o fato da gente saber que a gente precisa estar diferente da forma como a gente se encontra no momento já é um passo para que a gente possa habitar em em esferas, em vibrações mais diferenciadas, né? E aí a gente lembra o recurso da prece, né? Me ajuda porque eu não tô sabendo, né? Isso ocorre porque não consigo eh encontrar a saída e o recurso da prece vem nos auxiliar para que nós possamos. Mas e eh eh eh é como Gelson trouxe, é
rece, né? Me ajuda porque eu não tô sabendo, né? Isso ocorre porque não consigo eh encontrar a saída e o recurso da prece vem nos auxiliar para que nós possamos. Mas e eh eh eh é como Gelson trouxe, é através do da dor, do sofrimento que a gente pode então entrar nesse lugar de não tá bom, não tá bom e eu quero mudar. E e a Joana vem dizendo, e aí isso tudo então vai ceder a um lugar de libertação, que a gente se liberta das pessoas, das coisas, dos prazeres fugidios, né, que podem ser maravilhosos, né, está tudo muito arrumadinho, mas que não satisfazem, né, aquela a a a essência da nossa alma, né, que busca esse aprofundamento e esse lugar de bem-estar, que não é um lugar de repetição de padrões, não é um lugar de submissão, né, de comportamentos equivocados. E aí sim, realmente a gente passa a se sentir livre, né, desapegado. É >> interessante que ela fala da importância da gente sair então dessas polaridades extremistas que muitas vezes são forma de viver na ilusão. Nem tu se achar um Deus, né, um semideus que é ilusão que tu pode tudo, né? eu criar fantasias grandiosas, né, de perfeição, né, mas também não ficar também como um desumilinguido, achando que tu não pode, achando que tu é ainda aquela criança e fica preso na criança infantil que não quer crescer, né, que não se acha capaz de crescer. Então acho a gente, então acho interessante que a Joana aqui nesse texto, acho ele maravilhoso, que ela nos põe assim, vamos eh nos permitir a dúvida, questionar nós mesmos, questionar essas verdades que a gente assumiu sem se dar conta, verdades ilusórias, verdades que compõem nossa vida inconscientemente, determem nosso comportamento e que criam confusão, que não são não sustentam, se se permite te enxergar como tu é, nem mais nem menos, né? E fazer as pazes contigo, né? Te te te abraçar, te acolher verdadeiramente como tu é, né? Então, fala buscar o apoio do conhecimento a fim de discernir o que é ilusório. Ou seja, vamos olhar pra tua realidade. Primeiro que tu um espírito imortal.
, te acolher verdadeiramente como tu é, né? Então, fala buscar o apoio do conhecimento a fim de discernir o que é ilusório. Ou seja, vamos olhar pra tua realidade. Primeiro que tu um espírito imortal. Ponto. Segundo, tu não é nem tudo aquilo que a mamãe diz que tu é. também tendo aquela coisinha eh eh esquecida do mundo. Vamos, né? Tu é um espírito com questões importantes, coisas boas, coisas ruins, né? Eh, coisas que tu pode mais, coisas que tu pode menos. Então, vamos se conhecer, vamos vamos deixar e de usar esse esses recursos ilusórios que o mundo reforça, né? E que tu compra, né? Compra em farmácia, compra em na academia. acompem tudo que é lugar, né? E para e vamos realmente olhar paraa vida de uma maneira mais profunda a partir desse ser espiritual que tu é. Então, acho que isso que é legal aqui no capítulo da Joana, que ela tá dando um banho de de realidade, mas de uma realidade que que é para tu poder realmente poder te acalmar o coração. Pera aí, né? Vamos olhar com calma, que a coisa não é tão terrível assim, mas também não é essa coisa toda que tu tá, né, achando que e e vão começar da onde tu tá, né, e buscando o equilíbrio da emoção para poder de uma forma caminhar de maneira mais segura e mais proveitosa nas experiências da vida. Tem aqui ela no final, eu acho muito bonito que ela diz assim: "São realidades inalienáveis as ocorrências do nascimento e da morte, ou seja, nesses pares de opostos não tem o que fazer. Nós estamos aí e ponto final, né, da velice e das doenças por fazerem parte dos mecanismos da vida física." Então, a vida física nos proporcionam estas realidades. Aí ela ela cita o que que é necessário. Então, primeiro tornar mais aprasíveis os dias vividos no corpo. Nós vivemos dor, mas que a gente possa voltar o nosso olho pros momentos de alegria, de amor, de felicidade, né? OK? Eu vivo a dor, mas eu passo por ela e me fixo no amor. Segundo, eliminar os fatores de perturbação que tornam a existência insuportável às vezes. Depois, fundamentar o conhecimento por meio das
é? OK? Eu vivo a dor, mas eu passo por ela e me fixo no amor. Segundo, eliminar os fatores de perturbação que tornam a existência insuportável às vezes. Depois, fundamentar o conhecimento por meio das experiências são opções ao alcance de toda a pessoa lúcida. Então, aqui no final ela nos mostra caminhos, OK? Tem coisa que não tem o que ser feito. Então, o que o que não tem remédio, remediado está. Mas o que que a gente pode fazer partir dessa questão fundamentar de acordo com o conhecimento, eh, que pode conseguir o desejado através do esforço. Aí entra o que a Cláudia disse da vontade, né, Cláudia? direcionar com esforço, com vontade, compreendendo a realidade que é necessária a dor, mas que eu posso me fixar também no amor, que que é a outra polaridade. Então, no final, ela mostra de uma forma muito bonita isso, né? Prolongar a existência física é factível, porém não tem jeito. Tem uma hora que a morte tem que vi, sendo inevitável a morte, enfrentar com serenidade, né? Me lembra muito do Chico quando avião tá caindo, né? Tá tendo uma turbulência e ele começa a ficar todo desesperado. Vem o Emanuel e fala: "O que que tá acontecendo?" Ele fala: "Como você não, né? Você não tá vendo a turbulência?" "Sim, então morra com serenidade, né?" Então, viver as questões de vida e morte com serenidade nada está errado, né? Então aqui ela vai dando pra gente a possibilidade de não se não se magoar tanto com esses fenômenos, né? Não não se fixar nisso, OK? Isso é necessário, mas que a gente não se fixe nesses momentos. Eh, o Jung diz que as grandes questões da vida não estão aí para ser resolvidas, mas para serem suportadas, vividas, né? Então, e quando a gente eh porque a grande questão não é a o envelhecimento, não é a morte, mas justamente são as fantasias que elas despertam em nós, porque essas questões são de todos nós, né? Mas como é que a gente vive cada coisa dessas questões que a gente não pode fugir? é que revelam justamente esse mundo que Joan tá falando aqui de fantasias e
rque essas questões são de todos nós, né? Mas como é que a gente vive cada coisa dessas questões que a gente não pode fugir? é que revelam justamente esse mundo que Joan tá falando aqui de fantasias e ilusões que a gente acaba criando pra gente e que aí acaba gerando dor, né? Então acho que tem um um é um ótimo capítulo para refletir, para reler, para poder pensar com calma, que tem muita coisa interessante aqui no capítulo, né, gente? Nosso tempo tá finalizado. Não sei se tem brevemente algum comentário antes da gente encerrar todo o encontro de hoje, né? >> É, o que me ocorreu, eu gostaria assim, o que me ocorreu foi aquela frase, né? Não importa o que fizeram com você, o que importa é o que você vai fazer com o que fizeram com você. Porque essa frase me ocorre agora, porque a Joana começa esse item falando do que é arquetípico, do que precisa ser atravessado, como vocês trouxeram, né, pelas heranças eh que já se viveu e do que se passa, né, a partir eh, de pais que também não fizeram esse trabalho de casa, não vem fazendo. Mas ela, nesse nesse parágrafo que vocês leram, mencionaram, ela diz: "Tornar mais aprasíveis os dias vividos no corpo." É uma solução que que Adriana lembrou. E eu fiquei pensando no equilíbrio, o quanto é importante que a gente olhe, né, para esse esse viver nosso aqui nesse mundo de expiação de forma equilibrada, né? sustentando as dificuldades, os problemas que não se resolvem, o tempo vai resolvendo esses problemas. Então, é suportar isso, mas também podendo olhar para aqueles momentos em que a gente pode experimentar um bem-estar, um estado de felicidade, que é muitas vezes as pessoas não olham e não prestam atenção a isso. Então, o que me remeteu foi essa frase da gente poder transformar o que fizeram, né, como foi essa história iniciática na vida e poder também se eh eh eh se permitir ser leve, ser leve a leveza como símbolo de um um espírito guerreiro, lutador, mas confiante, né? Isso me ocorreu. >> Muito bem. Eu queria encerrar com essa
vida e poder também se eh eh eh se permitir ser leve, ser leve a leveza como símbolo de um um espírito guerreiro, lutador, mas confiante, né? Isso me ocorreu. >> Muito bem. Eu queria encerrar com essa última frase dela, ó. Nem paixão nem abandono diante da vida, mas a consciência de como bem viver no relativo tempo terrestre, né? >> É bonita, né? >> Consciência. >> Bem lembrada, Adriana. Leveza e inteereza, né? Então, né? OK. Então, a gente agradece a vocês, Adriana, Cláudia, pelo momento especial desse estudo e convidamos a todos a permanecer com a gente no próximo capítulo, capítulo 3, que chama Fatores de Insegurança. Um grande abraço a todos, muita paz no coração e até o próximo encontro. Ah.
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