T6:E10 • O Ser Consciente • Fatores de desintegração da personalidade (Parte 02)

Mansão do Caminho 06/02/2025 (há 1 ano) 1:01:52 139 visualizações

Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Adriana Lopes se reúnem novamente para a continuação do estudo da obra "O Ser Consciente", de autoria espiritual de Joanna de Ângelis. Neste episódio, a equipe discute a segunda parte do capítulo quatro, que explora os fatores relacionados à desintegração da personalidade. Desta vez, o foco está no item "Comportamentos Exóticos", abordando a crescente tendência das pessoas em buscar comportamentos considerados exóticos. O debate destaca a aparente necessidade desesperada de algumas pessoas em agredir e expandir suas atitudes, como uma forma compensatória. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #desintegraçãodapersonalidade #comportamentosexóticos

Transcrição

alô amigos nesse momento nos reunimos mais uma vez dando boas-vindas a todos a mais um encontro nesse propósito maravilhoso de estudarmos juntos o a psicologia Espírita oferecida por Joan deangeles e lembrando a todos né que estão estudando aqui o ser consciente dando continuidade hoje ao Capítulo 4 fator de desintegração da personalidade semana passada a gente viu a autocompaixão e a queixas E hoje vamos ver o comportamentos exóticos e conosco está aqui né as nossas companheiras de trabalho Adriana e Cláudia que vão cooperar conosco nesse Trabalho maravilhoso de pensarmos um pouquinho esse item final do capítulo 4 bem-vindos então Cláudia Adriana já que já vamos movimentar aqui o nosso estudo como é que foi a leitura desse item alguma questão que já Quero iniciar para poder trabalhar esse tema tão importante né E que hoje para cada vez mais pessoas estão buscando compr exóticos né Parece que tenho essa necessidade de de de agredir de de de expandir né como uma forma compensatória também né e e e e se diferenciar num desespero talvez de ser alguém como é que você vê essa esse esse item aqui que a bitura nos coloca Olá é uma alegria muito grande estarmos aqui para mais um capítulo tão importante porque veja na ordem da sequência que ela escreve Então ela começa a ser cente falando dessa quarta força da Psicologia Aí ela fala do ser e pessoa define o que é ser e e a pessoa aí ela traz os problemas e aí logo em seguida ela coloca esses fatores de desintegração da personalidade que é interessante a gente pensar nessa sequência que ela usa e ela vai trazer que existem três grandes fatores que vão levando essa personalidade aí se desintegrando se desagregando para que dificultam a conr ção desse ser consciente então aí a gente viu né na na semana passada a questão da autocompaixão e das queixas e agora uma coisa muito interessante que é esse comportamento exótico que como ela já colocou né a a pessoa começa lentamente aquela queixa aquela autocompaixão ai Coitadinho de mim e aí ele vai

eixas e agora uma coisa muito interessante que é esse comportamento exótico que como ela já colocou né a a pessoa começa lentamente aquela queixa aquela autocompaixão ai Coitadinho de mim e aí ele vai aumentando fixando-se na queixa Até chegar na construção desse esse comportamento exótico que nesse capítulo ela vai mostrando assim passo a passo como isso vai acontecendo e o quanto isso vai desorganizando o ser porque o pensamento é um tipo de matéria né pensamento é matéria então quando essa mente se fixa a emoções Sensações ocorrências desagradáveis numa postura vitimista numa postura de coitado E aí isso vai se fixando né ela começa dizendo a dependência psicológica do morbo da queixa ou seja dessa patologia que é a queixa E aí ela fala que são indivíduos extremamente inseguros e instáveis emocionalmente né e aqui ela coloca uma coisa acho que logo eu acho que é isso que eu gostaria de começar né Gelson Uhum Ela diz que leva a estados perturbadores que poderiam ser evitados né Eu acho que aqui é a grande questão de todo esse capítulo que nós como de nós mesmos e construtores e atores da nossa própria história vamos construindo coisas que poderiam ser evitados E aí entra o evangelho segundo espiritismo Capítulo 5 causas atuais das aflições né Cláudia O que que você achou dessa construção toda aí da Joana eu achei muito bom e Adriana você ter resgatado tudo isso fazer esse encadeamento né porque o nosso cérebro vai funcionando assim sim ele Vai acumulando conhecimentos vai revisando conhecimentos né E quanto é importante a gente revisar Esse passo a passo nessa construção da mentora achei muito bom e eu queria assim já que que você trouxe assim essa esse morbo da queixa né que traduz-se em insegurança e instabilidade emocional eu fui lá nos nas partezinha anteriores né e eu vi que ela coloca autocompaixão na também como uma pessoa portadora de insegurança e de complexo de inferioridade e ela coloca queixa que também é uma forma de refletir a insegurança e a perturbação então eu

ela coloca autocompaixão na também como uma pessoa portadora de insegurança e de complexo de inferioridade e ela coloca queixa que também é uma forma de refletir a insegurança e a perturbação então eu fiquei pensando gente como essa insegurança né como essa afetação né provocada pela insegurança pela carência pela instabilidade emocional pela infantilidade ainda psicológica e emocional também vai promovendo esse solo arenoso né onde a pessoa não pode ainda se estabelecer na sua Plenitude não consegue ainda se colocar de uma forma assertiva não consegue também dialogar com seus próprios pensamentos né para que ele possa dialogando com essas essas questões internas ele possa ir se reconhecendo e camin de uma forma mais segura né na vida nos embates da vida e ela fala isso também um pouco antes né como os embates da vida não são enfrentados de forma adequada E aí vem esse morbo da queixa que que você bem introduziu não é Adriana esse morbo essa enfermidade essa doença que vai minando minando minando a ponto então de trazer nesse alto esses comportamentos excêntricos que são uma maneira de se colocar no mundo de uma forma escondendo-se a sua realidade interna né que ela diz assim logo a seguir o queixoso perdeu o endereço de si mesmo transferindo-se para os departamentos da fiscalização da conduta leia aí já é o primeiro comportamento excêntrico que a gente já pode falar né esse comportamento de parecer né parecer ser parecer ser integral pleno e correto ético perfeito né e ninguém que tá nesse mundo aqui é perfeito né gente vamos combinar que essa pessoa tá totalmente à parte é interessante que na semana passada né com a Guadalupe e a Maru trabalhou realmente esses temas né da da da da comiseração dessa autopiedade né negativa e da queixa E aí onde a gente sinal que essa queixa ela é movido por uma vontade né Então realmente a esc adrena coloca ali que pode ser evitado né que a b vitora finaliza né eram coisas que podia evitar se se se podia evitar e não foi evitado É porque no

é movido por uma vontade né Então realmente a esc adrena coloca ali que pode ser evitado né que a b vitora finaliza né eram coisas que podia evitar se se se podia evitar e não foi evitado É porque no fundo há um interesse né Há um interesse que de se queixar de chamar atenção então Eh eu não não quis Trazer isso semana passada porque o foco era mais nesse item junto a essa insegurança aí né Essa baixa sistima essa natureza desqualificada que a pessoa tem que vai de uma certa maneira então ser um dos elementos que geradores da da autocomiseração e da queixa mas ela isso só não fígada tem tanta gente que é inseguro e não é queixoso né Tem gente que não não que tem uma uma baixo autoestima e não é queixoso então eh tem um um componente importante para que essa queixa eh possa realmente ganhar lugar e se tornar uma síndrome né de de uma pessoa que funciona pela queixa que que é uma insatisfação muito grande e es queç falaram né existe uma necessidade de chamar atenção por traus dessa queixa não é só uma pessoa insegura mas é uma pessoa que quer impor aos outros a si mesmo né então há um um orgulho e um egoísmo um certo narcisismo de dizer assim eu quero ser escutado eu quero impor a minha meu drama eu quero reconhecimento então Eh essa necessidade de de de aparecer né de de que querer eh ser o centro das atenções tá presente tanto na qua como na autopiedade e que vai justamente gerar esse comportamento exótico como a Claud falou se se a gente Vai acumulando coisas como aprendizado a gente Vai acumulando coisas que vão tornando a gente mais neurótico cada vez mais também tanto positivamente como negativamente a gente Vai acumulando fatores E esses são os fatores que desintegram a personalidade e vão exacerbando o comportamento de uma certa maneira né e é interessante que a gente vê paulatinamente essa construção né que dê essa necessidade infantil de aparecer de ser visto de ser olhado de ser cuidado de ser amado ele primeiro se coloca como uma vítima Coitadinho de mim eu sofro eu

ulatinamente essa construção né que dê essa necessidade infantil de aparecer de ser visto de ser olhado de ser cuidado de ser amado ele primeiro se coloca como uma vítima Coitadinho de mim eu sofro eu sou aquele que né que necessito de colo que necessito de amor enfim ou ou aí ela coloca outra possibilidade ou então eu sou aquele que tem uma conduta inatacável então eu sou o ó do borogodó ou eu sou o Coitadinho então aí a gente já vê mesmo um perfil né Mais ou menos os que tem um complexo de inferioridade vão fazer o contrário vão se colocar como aquele com uma conduta inatacável para ele não se atingido do ponto frágil dele que é fragilidade aquele que tem todo um complexo de superioridade na maioria das vezes se coloca como Coitadinho porque dessa forma um dia eu li num livro eu achei muito legal eh um livro junguiano explicando o complexo de superioridade que mais ou menos era assim né eu sofro tanto quanto Jesus na cruz portanto eu sou o próprio Jesus que tenho que ser cultuado Então veja como é superioridade né então esse colocar-se como vítima tem todo um recurso inconsciente de ser amado de ser olhado e com isso como ele se coloca como inatacável ele vai fixar-se no erro do outro por isso que ele perde o endereço de si mesmo porque aí ele se fixa eu sou todo bonzinho mas veja você você faz isso você faz aquilo aí ele enumera uma série de coisas e com essa fixação no erro do outro e como ele é o todo poderoso ou seja ele já não sabe mais quem é ele per per o endereço de si mesmo e aí ele vai modificando esse comportamento e vai cultivando estes exotismos né conforme Joano coloca que seria esses comportamentos excêntricos eh de uma pessoa assim que para chamar atenção vai se colocando e construindo né Essa todo esse quadro mórbido aí de uma patologia que pode e desagregando a ponto de chegar sim a uma Psicose né veja que que coisa grave que coisa difícil e Perigosa é interessante esse jogo né porque a pessoa ao mesmo tempo que ela diz ah tudo podia dar certo se não fosse

a ponto de chegar sim a uma Psicose né veja que que coisa grave que coisa difícil e Perigosa é interessante esse jogo né porque a pessoa ao mesmo tempo que ela diz ah tudo podia dar certo se não fosse o mundo e os outros né O problema é dos outros mas no fundo eh eh eu quer eu quero realmente se olhado né e tanto nesse que mostra uma superioridade para esconder o sentimento de inferioridade como aquele que acentua a inferioridade Como diz Adriana para poder valorizar E se sentir superior no centro das atenções do mundo mas os dois estão nesse jogo né porque as polaridades elas se encontram aí nessa dinâmica psicológica né para fazer esse jogo justamente para poder né Eh eh não importa o que fal de mim mas que falem de mim né Não importa eh a o que acontece o mundo tá errado né porque eu sou bom ou seja os dois estão no centro do processo achando o a Cerejinha do bolo né É E eu fico pensando nesse ego né que fica totalmente inflado aí nessa situação especialíssima né de que ele é o especial tanto porque ele sofre quanto ele é o perfeito né E ela diz assim que essa simples fixação do erro e apenas do erro ou seja sem reflexão nenhuma não é sem aquele reflexo né Aquele espelhamento de só eu sou assim o mundo é assim né enfim é só essa fixação do erro e apenas dele vai modificando o comportamento né porque é isso que você já trouxeram né e eh essa questão da vontade né uma vontade que não é ativa não é atuante uma vontade debilitada né uma vontade desviada né numa ética própria né que é a ética do comezinho né da autocompaixão da inferioridade enfim essa ética modificada essa essa visão modificada vai modificando o comportamento e aí de fato ele vai vai entrando numa num pensamento numa imagem numa autoimagem completamente distorcida desse mundo né E como Joana falou ele cada vez vai perdendo mais esse endereço de si mesmo por quê Porque é um ego que vai tomando posse de tudo né E vai cada vez mais se desconectando dessa Essência sél onde a gente vai fazendo esse contraponto não é proporcion pela

se endereço de si mesmo por quê Porque é um ego que vai tomando posse de tudo né E vai cada vez mais se desconectando dessa Essência sél onde a gente vai fazendo esse contraponto não é proporcion pela reflexão e aí sim o comportamento viciado né E aí vai se entrando numa viciação de comportamento que vai retroalimentando essa imagem essa autoimagem né A imagem de que o mundo é cruel o mundo é Injusto né E e aí a gente vai ver mais embaixo né Essas psicoses como nós já falamos né porque esse comportamento né Eh ele também vai trazer o quê as psicoses que ela diz compulsivas eu não quero ir adiantando mas só tocando mesmo no toque que o Né o transtorno obsessivo compulsivo né Por conta dessa desse pensamento né obsessivo que leva uma compulsão para aliviar aquela tensão então cada vez mais se retroalimentando então o quanto é delicada essa questão né do pensamento né pensamento matéria como Adriana trouxe né o o pensamento sendo vivificado com essas imagens e transformando então em comportamentos repetitivos excêntricos completamente desviados do do que se chama saúde e aí ela vai entrar aí nesse ponto né gente que é o que é saúde e o que é doença né E aí interessante esse corte né Cláudia bem a forma dela escrever ela vem descrevendo todo esse quadro patológico E aí ela vai dizer que saúde é esse estado de bom humor com que se tolera excentricidad do outro né Ou seja todos nós né de perto ninguém é normal portanto Todos nós temos os nossos comportamentos meios estranhos né mas saúde é você conseguir lidar com essa diferença olhar para essa excentricidade e e o seus eh erros também do outro sem ficar preso então o problema ali é a fixação no erro né De novo frequência intensidade duração quando eu me fixo num ponto aí é o patológico porque a importância é esse bom humor né então eu posso transitar no momento eu tô mais sisudo daqui a pouco eu tô mais alegre daqui a pouco eu tô mais excêntrico mas eu tenho essa flexibilidade e esse ego pode ter essa flexibilidade de transitar isso e e e

ransitar no momento eu tô mais sisudo daqui a pouco eu tô mais alegre daqui a pouco eu tô mais excêntrico mas eu tenho essa flexibilidade e esse ego pode ter essa flexibilidade de transitar isso e e e ter essa harmonia né então aqui ela vai dizer que o homem saudável sobressai pela harmonia e otimismo em todas as situações mantendo-se equilibrado sem azedume perturbadores né diante das manifestações da vida e sem ter esses comportamentos aqui Essas manifestações anômalas né exóticas e estranhas então aqui é é o que ela vai Pando fazer esse parâmetro entre o patológico e o considerado normal porque normal mesmo não não existe né não existe a normalidade graças a Deus mas é interessante essa his de poder rir né de nós mesmos né Eu acho que essa ideia aqui que ela fala do bom humor como um fator né um bom humor é um fator que que que sinaliza né Eh saúde né Eh a gente sabe que que tem várias pesquisas sobre humor no sistema de que fortalece tema imunológico que tem a ver com com o estar relaxado eh que tem a ver com a capacidade empática também tem a tem a ver com a questão do de poder de uma certa maneira saber lidar com com com o stress com as dificuldade né titri né da do que né e e e aí me lembro uma frase do do schopenhauer né que que o humor é o que tem que existe de Divino no ser humano né né então eh eh eh Aliás o o a frase é o humor é a única qualidade Divina no ser humano né segundo Chen Então olha só que interessante né Essa essa frase né Eh que é justamente essa coisa tá acima do drama né acima da pequenez acima da limitação e a Joana Então sublinha isso né saúde em realidade é estado de bom humor né ou seja tolerância e estar inatural frente à situações que nos acontecem eu consigo tá acima da dificuldade da dor e manter Então essa tolerancia essa confiança que me dá esse estado de humor e assim como disse o chhor eu me torno um pouquinho mais perto de Deus é o humor ele revela uma facilidade nessa flexibilização né tanto conosco quanto com o outro né então Dizem que o humor salva né porque

m como disse o chhor eu me torno um pouquinho mais perto de Deus é o humor ele revela uma facilidade nessa flexibilização né tanto conosco quanto com o outro né então Dizem que o humor salva né porque muitas vezes uma situação terrível ainda se encontra graça naquilo né eh e aí ela diz assim com inalterável tolerância pelas excentricidades Ou seja a gente o humor ao mesmo tempo que é uma característica de quem é flexível menos neurótico não é eh ele Ele oferece ele ela diz que a saúde Coloca esse estado de inalterável tolerância ou seja Vamos ser flexíveis mas também não vamos modif essa tolerância com o outro vamos manter um padrão não é como como você trouxe né acima do drama né então esses esse esse exercício de despersonalizar também é um exercício importante o outro ele é um ele muitas vezes ele é um sintoma que se apresenta e não é propriamente o outro n é então esses exercícios todos que a gente vai fazendo para que a gente não se altere né mantenha a tolerância na na na convivência né Porque é importante isso né Essa convivência com o outro porque nós também somos difíceis né É porque a gente toma o limite nosso a partir do limite né que a gente e também impõe ao mundo que o mundo como a gente vê que o mundo nos impõe então de certa maneira é como a gente lida também com o nosso limite a gente consegue ser tolerante conosco aceitar o limite e sem nos paralisar né eu posso de uma certa maneira lidar com o limite do outro e manter o se humor aceitando a vida aceitando a realidade e aceitando também as as condições do outro mesmo que elas sejam como o pap j falou excêntricas né estranhas né mas né Cada um tá no seu na sua faixa de consciência Então se por por um lado a saúde é essa harmonia a doença então é a in armonia ela disse é caracterizada pela inmon em qualquer área da pessoa humana gerando os distúrbios catalogados nos diferentes departamentos do corpo da mente e da emoção aí entra o pensamento a vontade A fixação numa ideia uma ideia única mono ideia essa nossa vibração né

mana gerando os distúrbios catalogados nos diferentes departamentos do corpo da mente e da emoção aí entra o pensamento a vontade A fixação numa ideia uma ideia única mono ideia essa nossa vibração né aí e entra raivo os sentimentos todos então eu vou estando nessa falta de Harmonia eu me desarmonizou E aí eu vou construindo uma patologia nesse corpo essa mente que já é portadora desse pensamento ela instala no corpo uma patologia e na emoção então o distúrbio ele é formado com essa Fórmula Mágica né que não é nos dada mas a gente busca sozinho né por livre arbítrio nossa dificuldade que temos de lidar com a nossa liberdade a liberdade de pensar a liberdade de sentir e a liberdade de ficar preso em questões eu sempre penso né quando eu tô pensando pensei Agora Numa questão daqui a pouco de novo daqui a pouco de novo falo opa opa que que tá acontecendo porque é que eu tô de novo nessa ideia então eu vou tentar sair dessa sintonia Então veja como a série psicológica ela nos convida diariamente a essa mudança ela Ela traz pra vida da gente e estes alertas né E aqui nesse próximo parágrafo no oitavo ela sintetiza tudo eu acho que tanto a os três capítulos né da queixa dessa da da da os três capítulos autocompaixão eh ele ela ela sintetiza aqui então ela diz assim ó a insegurança a frustração os complexos de inferioridade perturbando o equilíbrio psicológico transferem-se para reações nervosas manifestando em equilíbrio psicológico transfere-se para as Ah desculpa eh manifestando-se em contrações musculares fixações repetições de gestos palavras e condutas alienadores que degeneram nas psicoses compulsivas específicas cada vez mais constritoras em curso para o desajuste total Então veja então essa insegurança a a frustração o meu complexo de inferioridade vai sendo plasmado e somatizado na como reações nervosas aí começa aqueles o o piscar né aqueles comportamentos eh com contrações musculares gestos e atitudes repetitivas eu vou repetindo palavras eu vou repetindo atos e gestos até que isso vai

ões nervosas aí começa aqueles o o piscar né aqueles comportamentos eh com contrações musculares gestos e atitudes repetitivas eu vou repetindo palavras eu vou repetindo atos e gestos até que isso vai se tornando com pivel E aí ele vai me desorganizando porque a gente vai se fixando e já perdemos o nosso endereço de nós mesmos aí é fácil essa desagregação da personalidade né Então para mim esse parágrafo ele sintetiza todo esse quarto capítulo nessa construção do como é a fórmula para fazer tudo isso e aí eu queria voltar lá no primeiro parágrafo né porque a tua construção de pensamento trazendo né Essa ir na armonia que que a gente pode fazer o cuidado na elaboração das ideias é o que você trouxe né aquelas ideias repetitivas ruminantes né desagregadoras né de eh eh obsessivas até né colocando a gente num estado de obsessiva auto-obsessão porque aquela imagem aquela ideia volta e ela volta E aí Ela traz a reboque o quê a emoção que tá ligada àquela ideia né então a gente fica circum ambulando em volta daquela ideia e aquela ideia se torna a ideia né ela toma conta de tudo então a Joana nos traz aí nesse primeiro capítulo primeiro parágrafo se nesse nesse aqui ela sintetiza tudo ela voltamos lá no início quando ela nos diz tem uma solução a solução é cuidado com o teu pensamento cuidado com as ideias que você vem construindo que você vem nutrindo porque elas vão tomando uma forma grandiosa né E aí ela vai falar do otimismo também né na observação das ocorrências que é o que a gente acabou de falar do bom humor né quer dizer Aquele olhar otimista também né onde Ah isso daqui a pouco passa é né porque tem pessoas que nem percebem né tem as que como como nós já trouxemos no início Acho que foi o Gelson né Eh as pessoas são inseguras têm baixa autoestima mas elas não tão tomadas por essa essa queixa né Não elas não se tornam queixos eh por Excelência por quê porque podem ter esse olhar otimista pra vida né e e tem um trabalho um um movimento interior de não fixação ou seja aquilo passa

ssa queixa né Não elas não se tornam queixos eh por Excelência por quê porque podem ter esse olhar otimista pra vida né e e tem um trabalho um um movimento interior de não fixação ou seja aquilo passa aquilo circula mas o trabalho de não fixação dessa imagem dessa ideia persiste né então é importante a gente lembrar disso né que tudo isso causa o caos mas que a gente pode encontrar ordem voltando e desacelerando aquele processo mental que tá totalmente adoecido né totalmente adoecido Uhum E aí interessante eu gosto sempre de pegar um exemplo né e e quando a gente vê numa imagem vê um exemplo é mais fácil da gente entender se a gente lembrar do nosso lar quando André luí chega no nosso lar ele tá extremamente queixoso né ele se queixa Ele reclama Ele reclama Ele reclama Ele reclama E aí vem Clarêncio e pergunta para ele escuta meu filho como você vai e aí ele desenvolve aquele Rosário de Lágrimas né E aí então Clarêncio ouve com aquela paciência e ele fala né se ele realmente deseja a cura ele precisa mudar esse pensamento poliqueixoso ele precisa parar com isso então Olha como a Joana vai trazendo temas né que já foram trazidos em forma de exemplos e aí Então veja o primeiro tratamento que André recebe é a questão da queix né porque enquanto ele ele André luí não modificasse essa postura interna de di ante do quadro e a fixação na casa ele não conseguiria sair e aí Clarêncio fala olha a família é a humanidade né Então veja ele tenta tirar e deslocar esse ponto fixo do pensamento de André pra família universal para que a própria espiritualidade possa fazer o trabalho porque senão ele não ia conseguir então é importante a gente olhar e o outro exemplo muito grande é o próprio no filme O Coringa né o quando ele aquela aquele ser personagem do filme do Batman né o contra o anti-herói do Batman e ele tem toda essa postura que a Joana fala aqui né Ele é atormentado ele é igat ele é frágil indiferente temeroso Tem reações imprevisíveis é insensível ele mata por qualquer coisa ignora os outros vive

e tem toda essa postura que a Joana fala aqui né Ele é atormentado ele é igat ele é frágil indiferente temeroso Tem reações imprevisíveis é insensível ele mata por qualquer coisa ignora os outros vive comportamento especial e é a única maneira de se liberar dos conflitos Então aquela coisa de ter que rir sempre a ponto de ter que cor tá a boca é uma forma aí já numa num grau patológico de se livrar né dessa desse conflito de se liberar do conflito aí ele prende-se nessa postura de ter que estar sempre fiz sorrindo Então veja como né Eh o primeiro exemplo de André é uma coisa normal que a gente fica fixo mas a interferência da espiritualidade para que isso não adoeça e já Um um grau máximo de Patologia que é o corin porque fica-se preso e aí né Cláudia a diferença da personalidade obsessiva e o transtorno obsessivo compulsivo porque aqui a gente tá falando de uma personalidade obsessiva que fica preso num ponto né que já é é é é um transtorno de personalidade diferente do toque que já é mais um um outro tipo de de transtorno Então olha como a Joana ela vai eh devagarzinho tocando em temas que se que dialogam entre si né agora É bem interessante que esses processos todos estão falando né que em especial que a Cláudia colocou né da da saídas né que a gente possa encontrar pelo otimismo e outros fatores como a gente ainda opta né A grande maioria como é difícil né de nessa nesse desespero né de de nesse vazio que o ser humano encontra de de gritar né então eu vejo essa essa essa excentricidade como essa forma egenta como você falam falando aí né mas também é um tipo de grito né de desespero da pessoa que eh não se sente amada e escutada Então ela tem que gritar pro mundo então ser excêntrico é dizer assim eu tenho que aparecer mais do que os outros eu tem que chamar atenção mais do que todo mundo porque no fundo eu me sinto desamparado frágil inseguro e não amado só que daí em vez de ele conquistar ess amor né e ele acaba justamente né fazendo esse movimento de agredir né ou de ou de o o movimento

ue no fundo eu me sinto desamparado frágil inseguro e não amado só que daí em vez de ele conquistar ess amor né e ele acaba justamente né fazendo esse movimento de agredir né ou de ou de o o movimento contrário ele acaba sendo às vezes até rechaçado por esse cimento exent né E para ele poder não para ele suportar a a a rejeição ele faz uma defesa egóica não eu não preciso do mundo eu sou mais eu azar do mundo e aí ele entra cada vez mais né num processo que parece uma forma de se aceitar mas no fundo não é uma um uma forma de se aceitar no fundo tem uma incapacidade de se aceitar como ele é que uma como a Jana coloca aqui eh ição a o ser excêntrico né Eh eh tem no fundo uma forma de revolta de mágoa com com com o mundo porque o mundo não acolheu ele então ele realmente tem uma uma raiva embutido né uma forma agressiva de responder assim como o queixoso né que tá lá e agride o mundo o problema é o mundo o mundo que é ruim o mundo que não me compreende o mundo que é que é atrapalhado o mundo que é violento e vou me questionando do mundo e aí de uma certa Man chega o momento que eu tô tão insuportavelmente eh eh sustentando uma história que eu entro num processo de desarticular a minha a minha Harmonia a ponto de ter uma resposta compensatória e aí eu começo a agir né no mundo combatendo esse mundo ou agredindo esse mundo ou esse mundo a me engolir agora você tem que me engolir do meu jeito e azar do mundo é muito difícil eh tem duas coisas que eu que eu gostaria de ponderar né nesse parágrafo anterior que a Adriana leu eu fiquei pensando muito sobre essas reações nervosas né que o indivíduo começa a manifestar e fiquei pensando também numa reatividade que é como você trouxe né Gelson o indivíduo vai se tornando tão reativo ao mundo às ideias externas né ao que é diferente dele né a quem pensa diferente a forma como ele se construiu né A forma como ele se acha julga que é o correto e ele vai então sendo reativo quanto essas pessoas também são muito reativas né e elas se colocam nesse

pensa diferente a forma como ele se construiu né A forma como ele se acha julga que é o correto e ele vai então sendo reativo quanto essas pessoas também são muito reativas né e elas se colocam nesse lugar excêntrico justamente para tamponar esse lugar de fragilidade de carência né de falta de de de que o vejam com olhos eh eh mais compassivos né porque no fundo no fundo a gente pensa também no narcisista que é uma forma nessa esse excentricidade é uma forma de se mostrar né porque o narcísico ele é algo que ele ainda não se viu né e ele e ele E aí ele também é perverso né então tem tem muito dessa desse comportamento narcisista aí de desejar essa esse lugar especialíssimo e quando Adriana trouxe essa parte do do do nosso lar Eu também me lembrei da também do nosso lar quando ele encontra a mãe dele né E quando ele encontra André Luiz encontra a mãe ao invés dele aproveitar Aquele momento que ele faz umas lamúrias queixas como eu sofri tal então assim eu fiquei pensando como o queixoso realmente nos afasta dele né como ele vai criando uma aura doe sda em volta dele que faz com que a gente nesse mecanismo de proteção a gente se afaste dele então se o movimento dele é conquistar ele tá Às avessas completamente às avessas né E a mãe de André Luiz começa a entrar naquela tristeza né se contaminar pela tristeza que ele traz ela filho né vamos aproveitar esse momento especial então o quanto essa pessoa ela vai vivendo solitária né Joana vai trazer isso bem lá na frente né que ou elas querem cativar muito para elas ou elas se isolam do mundo nessa posição como Gelson trouxe que ninguém me entende né Eu sou ninguém me entende ninguém sabe o que eu o que eu sinto enfim e aí ela se isola que também é uma forma de chamar atenção né esse isolacionismo mas eh voltando né a esse parágrafo né para que a gente não vá lá na frente a Joana vai nos trazer assim que ele ignora os outros e vive esses comportamentos especiais como única maneira de liberar os conflitos em que se aturde então é

né para que a gente não vá lá na frente a Joana vai nos trazer assim que ele ignora os outros e vive esses comportamentos especiais como única maneira de liberar os conflitos em que se aturde então é uma pessoa tomada de conflitos tomada e e e tá E e são todos tão exacerbados tão tão grandiosos que ela realmente ela não sabe quem ela é Ela tá totalmente alienada de si mesmo né E aí ela lança projeta esses conflitos nos outros né como né na forma de se autoafirmar aí nessa excentricidade desse ser especialíssimo que precisa toda atenção né toda a razão e todo o cuidado para ele né E aí a gente vê que realmente ele perde o endereço de si né Cláudia quando ele se coloca nessa condição quer dizer ele vai se perdendo tanto dele mesmo que aí ele precisa se colocar nessa nessa questão contrária né aqui ela diz ele exige consideração e não di que não dispensam para ninguém ele quer essa consideração mas ele não considera ninguém ele exige auxílio mas nunca retribui ele exige gentileza que nunca oferece E aí eles se tornam rudos mal humorados insensíveis e presunçosos Então esse comportamento né explosivo de chamar atenção de revolta de impor pro mundo algo a força né então ele não Conquista ele ele ele impõe a força é uma coisa extremamente infantil e para chamar atenção e aí a personalidade vai fragmentando né É quando a juna fala em desintegração aqui no no que é a proposta do capítulo né e fatores que desintegram a personalidade a gente vai ver realmente que começa a ver uma cisão né porque a pessoa começa no processo de defesa e imposição daquele daquele processo emocional que ela não consegue suportar gerando né um movimento de exigência frente a uma condição de de de temor de insegurança isso já gera uma tensão de oposto quanto mais essa tensão de oposto entre essa sombra minha que revela minha insegurança a minha a minha dor emocional de me sentir frágil e e e dear maneira não não não ser amado e que eu evito me confrontar e o desespero de de poder sero atenção e ter

minha que revela minha insegurança a minha a minha dor emocional de me sentir frágil e e e dear maneira não não não ser amado e que eu evito me confrontar e o desespero de de poder sero atenção e ter algum tipo de de vínculo de reconhecimento do outro eh isso vai gerando um um um processo de de de de conflito todos nos temos de uma certa maneira mas um conflito que vai e impedindo a possibilidade de reconciliação de integração desses elementos todos e aí quanto mais a pessoa Age de maneira excêntrica mais sozinho e desamparado ele se encontra negando a sua necessidade mas a necessidade está ali presente né seja ela qual for de ser amado uma raiva em rel ação ag genitora inconsciente uma coisa de vida passada mal resolvida né Eh e essa desarmonia é tanta que que que que aquilo que a Cláudia citou né Isso vai tendo processos fisiológicos né de reações e essa reatividade emocional vai num processo cada vez mais profundo que pode colapsar o indivíduo né a ponto de pode poder gerar até uma Psicose aqui como a benfeitora nos coloca né uma um tipo de alienação eh mental né terrível Aonde a pessoa funciona como uma Persona né uma máscara uma imagem desesperada que ela se agarra como forma de se autoafirmar e encontrar seu lugar no mundo mas internamente o que tem ali é dor desamparo frieza eh muitas vezes desamor entre outras coisas e aqui ela vai dizendo que essa é uma fase adiantada do comportamento exótico que exige mais acentuada terapia de profundidade Então aí é necessário mesmo buscar uma ajuda realmente especializada eh muitas vezes até uma medicação para reorganizar essa pessoa né então ajuda a psiquiatria a psicologia trabalhando juntas aí aí a a casa Espírita podendo trazer a a a a terapia Espírita né do passe da bioenergética dessa questão da água fluidificada para que essa pessoa possa devagarzinho podendo então recompor a sua psique né que está se deteriorando mas aí a gente precisa do desejo né e o desejo eu acho que é um Limiar né né entre o estado adoecido e

ue essa pessoa possa devagarzinho podendo então recompor a sua psique né que está se deteriorando mas aí a gente precisa do desejo né e o desejo eu acho que é um Limiar né né entre o estado adoecido e esse caminho paraa cura porque ela vai nos trazer que a psicoterapia e esse estado né de autoanálise né esse exercício vai propor uma revisão de valores culturais e sociais ou seja eh não é só ele que sofre o mundo todo sofre né Eh e envolve ele no grupo familiar e nos problemas da comunidade ou seja é muito importante isso né a gente vê trabalhos quando pessoas se dedicam à ajuda do próximo e elas saem do Estado de adoecimento mesmo né porque elas vão olhando outro vão tendo outros olhares outras visões de mundo né e isso vai favorecendo muito e a Joana vai falar assim a fim de que se rompa carap passa da dissimulação e se Assuma a responsabilidade porque no fundo no fundo é isso né né é assumir-se quem se é como se é o estádio em que se encontra né para que a gente possa então plasmar uma modificação né e deter esse estado de degenerativo que ela diz aqui ameaça Mas acho que isso é justamente a coisa mais difícil né Cláudia porque essa harmonização essa aceitação esse reconciliamento comigo mesmo tem que me reconciliar comigo Olha eu não sou perfeito o mundo não tem obrigação de me amar né E acima de tudo eu posso suportar o olhar frio do mundo e de uma certa maneira eu me acolher e eu poder de uma certa maneira eh reconhecer o meu valor e poder aceitar aquilo que em mim é é complicado é limitado né então todo esse processo aí né que tu fala assim que que é tão bom quando a gente consegue e se familiarizar né ou seja encontrar no mundo uma família onde todos estão doentes e com dor aonde eu não que não queiro me colocar nesse lugar especial da dor como o queixoso coloca como a pessoa que se coloca como vítima coloca porque aí tem um orgulho né um orgulho egoísta Quando consigo você ter essa consideração como falou né Cláudia com o outro com a dor do outro eu consigo daí abrir espaço para ser

ca como vítima coloca porque aí tem um orgulho né um orgulho egoísta Quando consigo você ter essa consideração como falou né Cláudia com o outro com a dor do outro eu consigo daí abrir espaço para ser atravessado por uma sensibilidade afetiva amorosa que também me cura e é justamente isso que que que que que é difícil porque você tá tão fechado nessa ansiedade de machucar o mundo ter raiva do mundo porque o mundo não compreende ela ou de eh exigir do mundo né essa consideração que ela se fecha ao outro né e não consegue realmente ter essa atenção cuidadosa essa gentileza ou se abrir e aí como essas pessoas elas precisam do nosso amor né porque à vez as pessoas estão lá rejeitadas querem uma atenção e tu respeita elas não não vai dar atenção de uma lesão já falsa mas de maneira verdadeira enxergar o outro no seu olhar eh tocar seu coração e vi o lado humano que tá por trás desse jogo de máscara exibicionista aquela coloca daí talvez ela quebra um pouquinho a defesa né E se deixa né se apresentar nessa condição mais verdadeira que ela é e também consiga ela também se perceber e começar se aceitar nessa reconciliação dessa harmonização interna com ela mesma mas é um processo que muitas vezes exige muita eh muita tolerância mesmo Por parte dos outros também né não compactuar com o jogo delas mas enxergar a alma ferida que tá por trás daquele jogo desesperador porque eh com esse tipo de de atitude mas ela Afasta a gente delas e justamente o que a gente não tem que fazer é se afastar né é mostrar que que a gente gosta não daquela pessoa eh agressiva eh exagerada Mas aquela alminha que tá ali assustada cuada com medo de ser to ada e reconhecida verdadeiramente e é importante também nesse processo psicoterapêutico a assimilação de novos hábitos por quê Porque ela tem aquela mono ideia ela tem aquela fixação mental ela tem aquela eh é poliqueixosa ela fica fica fica naquele comportamento mórbido né Então aí com novos hábitos novos comportamentos ela vai conseguindo gradativamente

ia ela tem aquela fixação mental ela tem aquela eh é poliqueixosa ela fica fica fica naquele comportamento mórbido né Então aí com novos hábitos novos comportamentos ela vai conseguindo gradativamente usando essa natureza interior e adaptando Essa realidade interna com essa realidade externa ela vai conseguindo eh desenvolver e fazer esse encontro né desse eu profundo com os conteúdos psíquicos e vai libertando-se desses comportamentos que gradativamente foram eh afastados né porque no desejo tanto de ser cuidada ela ela ela ela perde o cuidador dela mesma ela deixa de se cuidar né então todo esse eh e a importância também de exercitar o convívio social como a Cláudia bem lembrou né tentando eh fazendo com que ela pare de tentar se destacar né porque ela fica lutando tanto para ser para ter um destaque para ter um ponto de ser vista ser amada ser E aí ela vai se perdendo então a importância de fazer com que ela se torne este ser onde ela mesmo possa se amar e se cuidar né Eh eu acho interessante da em cima disso né que que ela ela propõe a a criatividade né e e tem pessoas que que são exóticas no bom sentido porque são criativas elas conseguem compor com a vida né e e ser muito singular ser especiais naturalmente porque são criativas e às vezes de coisas simples elas conseguem dar um toquezinho legal bonito estético né Tem uma Cap de de de de flexibilidade porque tu pessoa criativa tem que ser flexível né flexível para compor com a vida para tu ser criativo tu tem que estar com o coração aberto para poder receber e a partir disso ter a habilidade de compor né utilizando os elementos que a vida te dá e dando uma um resultado bonito ou seja eu pego aquela Trama aquele elemento aquele aspecto e vou compondo de tal maneira que aquilo que parecia desinteressante né negativo se torna algo interessante né então é essa questão da da criatividade porque justamente essas pessoas querem ser criativas né mas elas são rígidas né Elas são nesse exagero nessa excentricidade patológica tem na verdade

essante né então é essa questão da da criatividade porque justamente essas pessoas querem ser criativas né mas elas são rígidas né Elas são nesse exagero nessa excentricidade patológica tem na verdade uma máscara que não se move que não tem não tem mobilidade não tem flexibilidade é um é uma coisa tá achada ali né naquele padrão que ela que ela encontrou para F no mundo e ela vai abrindo o caminho atropelando todo mundo e impondo e e aí essa criatividade que envolve né Eh essa essa atitude de de de de equilíbrio de de abertura de cooperação de suavidade de participação e assim por diante que é justamente o que falta para essas pessoas então e elas acreditam que são criativas esse que é o problema né Elas acham que estão agradando acham que estão fazendo alguma coisa e na verdade se opõe a criatividade que que é o que a Jona realmente mostra então como é importante a gente entender o que que é essa criatividade né É tem tem duas coisas que que eu fique fiquei pensando né uma nesses comportamentos excêntricos quando ela diz assim que a a a intenção é chocar né e Revel em Evidente revolta contra o equilíbrio mente e corpo né então aquele aquela pessoa que se automutila que vai se transformando morfologicamente né quer dizer o exterior né a gente vê aquelas pessoas com tantas transformações físicas né que deixam até de ser aparentar um ser humano né e e quanto isso revela esse Total desequilíbrio né mente e corpo e aí ela diz aqui nesse eh quase chegando perto desse parágrafo de criatividade que você fala ela diz que a psicoterapia né quando houver o desejo de se colocar né nesse trabalho vai promover o quê ess empenho em harmonizar a sua natureza interior com a sua realidade exterior né porque assim o que se deseja na verdade é isso né é que o interior dessas pessoas né com essas feridas possa se harmonizar com a realidade do exterior ou seja as feridas vão fechando e a realidade de fora fica mais afim né com mais identificação com a realidade interna né então é esse o caminho né é buscar

a se harmonizar com a realidade do exterior ou seja as feridas vão fechando e a realidade de fora fica mais afim né com mais identificação com a realidade interna né então é esse o caminho né é buscar harmonizar-se harmonizar o seu íntimo com o exterior né E aí nós já falamos através do bom humor vai se chegar essa harmonia lá na frente né com o bom humor a saúde né a flexibilidade a não rigidez vai fazendo com que o exterior o mundo lá fora né se a gente puder Colocar assim o mundo lá fora não vai ser tão combativo com o interno e aí o seu exterior não precisa de máscara né ele pode se revelar mais apropriadamente ou seja revelar a sua natureza interior então Eh é esse né que ela vai falar no final trabalhando com esforço A modelagem da nova personalidade é essa nova personalidade que deseja nascer né mas para isso eh é necessário Olhar todos esses conflitos né intensos que se revelam de uma forma tão agressiva Combatente né grotesca selvagem né dominadora que é muito complicado né a convivência com pessoas assim mesmo que tenha ass muito amor né a gente fala que o amor cura tudo mas é muito difícil conviver com o nas nista com essas pessoas assim é porque o discurso dela é é é de serem assim livres e se libertar mas no fundo elas estão presas e aprisionam os outros nela né não porque a pessoa que quer se liberar realmente das Convenções coletivas moralistas perversas do mundo né dessa consciência coletiva que é um jogo de imagem interesse el não precisa agredir el não precisa se atacar dessa maneira como para se autoafirmar né É É uma é fala é uma atitude de ética né de tranquilidade eu sou eu sou por inteiro se eu sou e me aceito eu tô liberado do mundo do jogo do mundo eu não preciso gritar eu não preciso ofender eu não preciso combater né eu eu eu sou e eu sou naturalmente né E e aí tá essa harmonia esse encontro né falar com eu profundo né com a minha Essência aonde eu posso me expressar criativamente e de maneira positiva tem tem que fazer esse jogo todo que é cansativo pra pessoa e

sa harmonia esse encontro né falar com eu profundo né com a minha Essência aonde eu posso me expressar criativamente e de maneira positiva tem tem que fazer esse jogo todo que é cansativo pra pessoa e que em vez de libertar ela é uma forma de aprisionamento dela com mundo porque no fundo ela quer né ela insiste em se olhar e aqui ela vai tá dizendo que o homem e a mulher saudáveis TM um comportamento ético Sem pressão e tornam-se comuns sem vulgarizar se e me lembrou muito quando o Jung eh coloca né que no fim da vida ele vai se tornando muito simples e aí ele constrói a casa ele tira Luz elétrica ele coloca a luz né a querosene eh ele ele coloca tira água encanada e coloca a água do poço ele começa a tirar e ele diz como é difícil ser simples né Então essa atitude ética essa atitude de responsável essa atitude que não pressiona para que ele possa ser aceito Ele simplesmente é né que o Gus coloca né então ele não precisa mais dessa Persona impondo algo Ele simplesmente é e ele é comum né ele vai se tornando comum no sentido de que ele vai passando despercebido ele não precisa chamar atenção e impor que seja visto e respeitado como ele é né exatamente comum quer dizer que ele não precisa de fazer esse jogo né ele pode ser ele mesmo e então ele é especial em si mesmo então não é comum no sentido de ser medíocre de ser algo desvalor é comum no sentido de que eu não preciso entrar nesse jogo de Querer aparecer pro mundo né Eu posso ser comum mais especial em mim mesmo né e assim eh tá tá inteiro e verdadeiramente presente ente na vida é bem interessante esse item né todo Capítulo na verdade é ele é muito rico vale a pena reler e refletir com com atenção às vezes a gente precisa de mais uma leitura para poder degustar assimilar ter Insight né que tem muito muita informação em cada parágra umas fases de bastante profunda que se a gente lê de de maneira rápida a gente não consegue eh eh assimilar né e tomar consciência da da riqueza que é alguns o conteúdo que a bessora nos traz aqui nesse

as fases de bastante profunda que se a gente lê de de maneira rápida a gente não consegue eh eh assimilar né e tomar consciência da da riqueza que é alguns o conteúdo que a bessora nos traz aqui nesse capítulo muito bem Estamos chegando ao fim de mais um encontro não sei se ainda você querem trazer algum elemento para finalizar eu queria Então em forma de síntese né que a gente pensasse na ideia de Joana que a mente ela acionada pela vontade ela toma dois caminhos ou ela se torna o cárcere Sombrio dela mesma ou Ela traz as asas de libertação essa então é a nossa escolha eh e a liberdade vai se tornando cada vez né o livre arbítrio é cada vez mais difícil da gente pensar que a gente realmente é livre para escolher né porque Olha quantas coisas que nos levam Às nossas esc cudas né o quanto esse mundo interno muitas vezes se impõe e faz com que tomemos um ou outro caminho ou um cárcere Sombrio achando que a gente é a vítima mas na realidade nós como al gooses de nós mesmos né então eu acho que seria isso que eu queria fechar essa esse capítulo é essa colocação de Joan que trabalhou na na semana anterior é muito profunda E e essa vontade existe mesmo que inconsciente às vezes não é o ego que tá decidindo mas o espírito sempre tá decidindo de uma certa maneira muito bem Cláudia algum algum ponto mais que tu queira trazer eu fiquei com essa esse lado comum que você trouxe né E esse é o processo de individuação né a gente se tornar eh somos como a humanidade mas temos um lugar muito especial no nosso caminho particular e esse é o caminho árduo né sim brincando com a palavra né com um sendo um né um em nós mesmos né com nosco mesmo comum e com um né é muito bem gente então e vamos entrar no Capítulo cinco do ser consciente nosso convite de vocês nos acompanharem n é um prazer uma alegria podermos estar aqui pensando né esse processo todo que Joan nos oferece agradecemos a todos aqui o convívio nós aqui entre nós e vocês eh participando de uma certa maneira na vibração né na leitura na reflexão eh

ar aqui pensando né esse processo todo que Joan nos oferece agradecemos a todos aqui o convívio nós aqui entre nós e vocês eh participando de uma certa maneira na vibração né na leitura na reflexão eh que é algo que engradece a todos nós grande abraço que Jesus nos abençoe até a próxima

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