T5:E04 • Momentos de Consciência • Conflitos e consciência
Gelson Roberto, Adriana Lopes e Cláudia Semeghini trocam ideias acerca do capítulo quatro da obra da benfeitora, discutindo pontos relacionados aos conflitos inerentes à nossa reencarnação. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #MomentosdeConsciência #Conflitos
Alô a todos bem-vindos a mais esse momento especial do nosso estudo da série psicológica Joana de Ângeles esse momento especial onde podemos aquecer nossos corações entre amigos pessoas interessadas na obra da benfeitora e aqui comas amigas para dar conta desse Capítulo tão importante que é o capítulo quatro conflitos e consciência do livro momento de consciência então é um acho é para mim é um dos Capítulos preciosos todos são muito interessante mas Me tocou muito esse capítulo eu gostaria de compartilhar então com vocês ideias reflexões em torno do desse material interessante que a Ben feitura nos apresenta então bem-vinda Adriana bem-vinda Cláudia o que que vocês acharam desse Capítulo aqui pois é é um tema encantador né Cláudia é um tema que nos toca porque não tem como nós estarmos vivos no planeta terra nessa transição sem passarmos diariamente por conflitos né conflitos de ordem econômica ordem moral ordem financeira enfim conflitos de consciência com questões éticas questões do trabalho né então esse capítulo ele se torna de vital importância para os nossos dias eh para acolher um pouquinho o nosso coração no aplacar um pouquinho o nosso nosso desespero Em alguns momentos e trazendo propostas né de que a consciência ela é algo que pode iluminar E e trazer um Norte para um momento quando a gente a gente tá perdido num conflito né é fiquei aqui agora nesse tempo né ouvindo o que você tá falando e pensando em toda a vida né Toda Uma reencarnação onde se traz tantos dilemas né pra gente tentar eh solucionar alguns em partes outros a gente consegue dar conta né todosos conflitos né de vários graus e que vão eh ampliando essa nossa consciência né vão vão trazendo luz eh clarificando né Eh esses cantinhos escuros nossos para que a gente vá podendo dirimir conflitos trazidos conflitos de relacionamentos também né você traçou todo um rol aí importante né um rol bastante significativo E no meio disso tudo tem os os inter-relacionamentos né como a gente se relaciona com o outro
flitos de relacionamentos também né você traçou todo um rol aí importante né um rol bastante significativo E no meio disso tudo tem os os inter-relacionamentos né como a gente se relaciona com o outro como a gente se relaciona com a gente o que que o outro provoca que conflitos onde é que esse outro toca na gente né e onde nós tocamos no outro o que que a gente projeta então toda essa Gama que a a a mentora nos nos faz nos provoca né refletir sobre os conflitos eh eu gostaria de de trazer algumas questões para vocês eu acho bastante importante em relação a esse tema primeiro é a noção que existe um afecto positivo do conflito e um afeto negativo e vai dizer que sem conflito não há consciência ao mesmo tempo o conflito representa eh algo não solucionado né uma tensão uma divisão interna da gente né então Eh de uma certa maneira o conflito tem esse lado né claro e escuro da realidade ao mesmo tempo ele reflete paralisia tensões eh elementos neuróticos divisões né Eh seja por incompatibilidade Por ignorância por ão por crenças que a gente assimilou que são equivocados ou seja o conflito fala desse momento de desencontro de pouca elaboração de desacordo com nossa própria consciência mas ao mesmo tempo o conflito é um gerador de significado né ele traz um novo ele traz a possibilidade de de uma mudança né de de ele força de uma certa maneira a consciência a uma mudança então tem esse é um aspecto segundo aspecto e que Joana tá colocando a relação da do do inconsciente e do Ego né ele fala ela fala desses eh que nosso inconsciente tá adormecido né processos ocultos da nossa caminhada evolutiva que por não serem solucionados não foram elaborados não foram assimilados Estão lá dentro como vivos dentro da gente gerando então né uma série de de de tensões eh provocativas de perturbação ou de padrões neuróticos então tem e esses conflitos eh que ela tá falando às vezes eles não se tornam conscientes né então eu queria trabalhar com você essa ideia de conflitos inconscientes e conflitos do Ego né né e
róticos então tem e esses conflitos eh que ela tá falando às vezes eles não se tornam conscientes né então eu queria trabalhar com você essa ideia de conflitos inconscientes e conflitos do Ego né né e e às vezes o que é conflito pro ego não é do ponto de vista mais profundo e aquilo que não é conflitivo pro ego ou é do ponto de vista espiritual há um um descompasso nisso eu posso estar numa criança que eu posso ser educado para Mat trotar mulheres achar que eu posso né uma sociedade machista e não tá em conflito com isso porque isso é uma verdade cultural né mas inconscientemente a minha tá tá tá em falta com isso e vice-versa então como é complexo e complicado esse tema aqui do quarto capítulo né gente então são provocações que eu queria compartilhar com vocês pra gente poder conversar um pouquinho sobre isso é eu acho que antes da gente entrar nas provocações do Gelson que são bem importantes Eu gostaria de falar também né Gelson e Cláudia a os vários sentidos que tem o conflito além desse que você nos traz do próprio Jung eh que por exemplo a gente pode ver na questão da Psicologia aquilo que o Gus coloca que é um sentido de oposição uma contradição né um um eh uma luta né entre essas estruturas como o gelus coloca né o inconsciente com a consciência quando esse ego ele ele entra em conflito com aqueles conhecimentos mais profundos que ele traz do espírito né mas aí a gente vai ver na na eh filosofia quando o cant nos fala das antinomias né que seria aquele conflito entre as teses aqueles dois pensamentos que se opõe né um um afirma o outro né vai contra E aí a gente vai ver rume falando do conflito entre o instinto e a razão quando o instinto leva a crer numa verdade mas aí a razão duvida daquilo que se acredita então então vai se construindo n nas várias áreas da filosofia eh isso que a gente vê como um conflito E aí a gente vai ver na psicologia dinâmica lá com o Freud o conflito psíquico né que o Freud vai est falando de um estado de contraposição entre as a a consciência e as pulsões né
vê como um conflito E aí a gente vai ver na psicologia dinâmica lá com o Freud o conflito psíquico né que o Freud vai est falando de um estado de contraposição entre as a a consciência e as pulsões né a pulsão de vida a pulsão de morte a pulsão eh essas pulsões que se contrapõem E aí a gente vai vivendo esses dilemas existenciais né aí a gente vai est pensando também aí no sentido de Jung que eu queria dar bem a definição do que ele acredita por conflito porque se olharmos por esse lado a gente vai ver esse lado positivo que o Gelson fala né que o conflito para Jung ele é uma colisão entre dois elementos opostos né E que na colisão ele chega a se distinguir-se e determinar-se ou seja esses opostos na medida que eles se debatem eles vão nessa relação de oposição ele vai sendo conhecido e vai tendo vai sendo definido né então se olharmos assim a gente consegue entender que o conflito ele é algo que gera consciência por isso que a própria mentora traz a importância do conflito e da consciência né então a consciência é algo que nos ajuda a nesse embate dos opostos de certo errado posso não posso devo ou não devo esse conflito eu vou gerando consciência mas para isso eu preciso conscientizar né Então aí a gente entra nesses aspectos aí de como que isso pode ser positivo ou não e é interessante né Adriana que a antinomia faz parte do nosso nível de consciência atual porque nossa consciência ela não consegue abarcar Toda a realidade né então se a gente foca de um lado se o nosso olhar para trab direita a gente perde o que tá na esquerda né então a polaridade faz parte também do processo do do do psicológico tanto é que o Hung vai criar o Tero função da transcendente que é a proposta justamente para poder trabalhar o conflito criar um diálogo entre seus opostos e a consciência perceber que ela não enxerga tudo e aceitar que tem coisas que por ela não reconhecer por ela não aceitar vai gerar justamente essa relação de oposição né entre os conteúdos internos que favorece o
ia perceber que ela não enxerga tudo e aceitar que tem coisas que por ela não reconhecer por ela não aceitar vai gerar justamente essa relação de oposição né entre os conteúdos internos que favorece o conflito Se eu conseguir entender que eu tenho limitações e não consigo entender tudo e que a minha verdade é uma verdade relativa e limitada Eu me abro então paraa vida e consigo favorecer esse diálogo entre os opostos para superar as contradições e os conflitos que que são gerados A partir dessa relação de oposição né é o conflito ele é justamente esse e eh dar-se conta desse enfrentamento que é necessário né que vocês vêm tecendo aí ora em relação às questões do mundo externo ora em relação às questões do mundo interno então é esse dar dar conta né porque no fundo como vocês trouxeram né eh o ego muitas vezes ele Tá adaptado àquela circunstância atual cultural e etc mas ele está inadaptado em relação à sua essência em relação ao caminho que se deve percorrer então de alguma forma aquela informação ela vai aparecer em forma de conflito né pode não ser uma no início pode ser algo inconsciente E aí vem as somatizações né vem as dificuldades todas que se aparecem os recadinhos que vem pela pela vida né para que a pessoa possa ver né Mas a partir do momento que ela vai conseguindo eh alcançar de alguma maneira aquilo ela então vai Começando a dar conta né da maneira que pode em relação a aqueles enfrentamentos e é e então o conflito é justamente isso né Essa necessidade de enfrent ento que se revela e e a benfeitora vem trazendo mais à frente né que todas essas dificuldades vão nascendo né E vão se traduzindo em forma de complexos complexos conflitos emocionais né e os complexos a gente sabe que são essas energias que estão divididas né E que precisam ser são esses nódulos né o complexo é um nódulo energético que tá ali pulsando e e e e atraindo né Eh atraindo situações parecidas né E tá recolhendo tudo ali para que a pessoa possa dar conta daquilo tá se revelando né o complexo ativado é quando aquela
tico que tá ali pulsando e e e e atraindo né Eh atraindo situações parecidas né E tá recolhendo tudo ali para que a pessoa possa dar conta daquilo tá se revelando né o complexo ativado é quando aquela energia é revelada aquele conteúdo é revelado então isso tudo vem a partir do conflito que vocês vêm falando né traduzindo nesse complexo e eh eu fiquei lembrando também quando vocês tavam comentando toda essa trajetória né Eh a benfeitora fala que tudo dorme né tudo dorme até que possa aparecer em forma de de conflitos né Toda essa nossa natureza instintiva eh ela dorme e ela precisa ser Revelada de alguma maneira né a sabedoria instintual né né a gente vem se libertando dessa natureza tão primária tão instintiva e sem consciência sem a a luz da consciência a gente vem se libertando aos poucos disso e os conflitos eles eles vê disso e são eh instrumentos para que a gente possa se libertar dessa eh dessa marra instintiva né é o que Jung diz que é o Ops contra a Natura né E a gente tem que libertar né sair desse a a a a lagarta precisa virar Borboleta né sair desse acrisolamento e lógico enfrentando todas essas Eh esses complexos ativados o que não é fácil né O que não é fácil os complexos eles vão acontecendo eh eh eles eh são lugares né tem tem tem uma frase que se diz que que se pensa como é que eu já estive aqui antes em Em que situação Aquela aquele conflito se revela e e que eu já estive ali em algum lugar de forma parecida e ele tá repetindo ali para que eu possa aprender e me libertar daquela amarra instintiva né aquela amarra primitiva primária e até pelo ser está nessa condição intermediária porque nós estamos bem entre a essa esse momento nós estamos entre a fase desse ela diz herança do primarismo né e da razão então a gente tá nessa Fronteira E é isso que o ser tem muito medo do enfrentar os conflitos Porque como a gente Traz essa herança atávica vida pós vida de de ceder a esses impulsos do próprio instinto o instinto primitivo ainda dessa vida instintiva então frente
edo do enfrentar os conflitos Porque como a gente Traz essa herança atávica vida pós vida de de ceder a esses impulsos do próprio instinto o instinto primitivo ainda dessa vida instintiva então frente dos dos desafios da vida o que que é comum a gente vê em outras obras ela citando né a o ser foge então com o medo do conflito Ele acha que ele tem que se calar que ele tem que ficar quieto que ele tem que permitir eh tudo para que não tenha o conflito então ele vai fazer por um medo do enfrentamento ele poe desse conflito e Exatamente é ali que ele pode ter o discernimento então o conflito ele acaba sendo uma oportunidade de progresso eh para que ele possa Então se adaptar né e dispor de forças para superar esse limite que ele tem diante Das incertezas das dúvidas das dificuldades né que vão se transformar nisso que a Cláudia fala que são esses complexos conflitos emocionais então todo conflito emocional ele tem por base isso né E aí com o medo do do do cair ao instinto o ser às vezes fica eh não enfrenta E aí que ele vai causando eh que vai adoecendo é interessante né ela a Joana vai citar justamente isso né O que que gera o conflito né ela que ela diz toda vez que seago se apresente Sombrio na área da emoção por medo e ignorância pressão ou fraqueza pode tornar-se conflito mais tarde então são padrões que a gente de lidar com a vida né ou medo ignorância ou reprimir ou por fraqueza Por ignorância são geradores de conflito mas me parece que todos os elementos que que que ela tá trazendo esse fator do medo né Adriana que tá contando é fundamental o medo a culpa e o orgulho para mim são três ingredientes que estão na base dos conflitos porque o orgulho faz com que tu não aceite que tu não queira enxergar que tu queira reprimir que tu queira evitar o medo faz com quea fugir que tu não quera enfrentar também que tu de uma certa maneira fragiliza né e e perde tua potência né E a culpa né faz com que tu ten cada vez mais elementos que tu carrega dentro de ti então isso tudo é
e tu não quera enfrentar também que tu de uma certa maneira fragiliza né e e perde tua potência né E a culpa né faz com que tu ten cada vez mais elementos que tu carrega dentro de ti então isso tudo é uma é são forças que são muito perigosas do ponto de vista das possibilidades de enlouquecer uma pessoa de gerar um conflito que seja eh num nível desagregador né E porque isso tem a ver com aquilo que daí a Cláudia falou dos surgimentos complexos né ou seja personalidades né esse esse campo energético que a Cláudia falou de um lado ele é energético de outro lado ele tá organizado né E numa roupagem e numa dinâmica que fala de uma personalidade menor dentro de mim então eu tenho um velho irritado uma criança ferida eu tenho um ser que se sente abandonado Eu tenho um déspota dentro de mim então os complexos vão falar de instâncias internas que vão ganhando elemento em torno de um núcleo eh tendo uma complexidade né e ocupando a minha vida e muitas vezes direcionando a minha forma de ver o mundo né porque muitas vez ele o ego tá identificado com aquele complexo ou muitas vezes ele ele eh eh ele atropela o ego né em função de algum elemento emocional e aquilo me toma de uma certa maneira me perturbando e criando situações muitas vezes bastante perigosas e problemáticas na minha relação com o mundo né eu me lembrei até agora do do do Gerônimo enolo Ribeiro que ele sangrava muito perdia muito sangue e tava muito fraco Ele achou que ia morrer daí ele pegou uma carona com um empresário que tinha um avião eh que ia para Uberaba para ver o Chico Xavier e chegando lá ele disse pro Chico Xavier Chico eu estou morrendo e eu quero me despedir de ti né eu não queria morrer FR meu Chico ch sim meu irmão tu está morrendo e tu sabe por causa do quê Quem é que tá te matando e ele falou não o Coitadinho dentro de ti se tu não se libertar do coitadinho tu vai realmente morrer Então tu e às vezes isso inconsciente à ve gente não consegue perceber o quanto se coloca como vítima o quanto tu se penaliza o
dentro de ti se tu não se libertar do coitadinho tu vai realmente morrer Então tu e às vezes isso inconsciente à ve gente não consegue perceber o quanto se coloca como vítima o quanto tu se penaliza o quanto tu chama atenção em nome desse desse Coitadinho o quanto então tu tá criando uma série de entendimento de relações e e necessidades que se impõe em nome de um complexo né daí o o Chico pediu para cada uma pessoa beijar a face do Jerônimo né um um beijo cuidadoso porque essas pétalas de de flor pode se despetalar ou seja tá bem fragilizado né E durante a noite ele já estava no palestra na na casa Espírita lá em Uberaba né então a gente vê assim como o padrão energético do complexo né e a postura do complexo através de uma atitude determina a âm psicológica da neurose aonde vários conflitos são alimentados e criam um jeito neurótico de funcionar então de um lado a gente tem o conflito em si de outro lado a gente tem a natureza como a joa fala né que que o conflito não digerido e vai gerando né uma expressão emocional um padrão de comportamento na nossa vida que pode se arrastar por uma vida inteira e na sequência ali tem esse 11º parágrafo que ela diz que só há conflito quando a consciência não luz discernimento e ainda obliterada deixa se conduzir apenas pela inteligência ou pelos instintos permanecendo sem direcionamento então aqui a gente vê a a a questão maior é a unilateralidade né quando o ser naqu ele estagiando entre o instinto e a razão ele acaba a t Na tentativa de solucionar esse conflito Ou ele se entrega à Razão Pura e nunca mais eu vou fazer tal coisa eu vou sentir tal sentimento nunca mais eu vou ouvir tal pessoa nunca mais eu vou perdoar porque aí ele fica preso a uma questão racional lógica e ele vai eliminar todo o lado até instintivo de de uma aproximação ação de alguma coisa mais mais Sutil ou então ele fica preso na questão do próprio instinto e se entrega Então se a gente pensar no conflito né de um eh de uma escolha né de o que como ele deve
imação ação de alguma coisa mais mais Sutil ou então ele fica preso na questão do próprio instinto e se entrega Então se a gente pensar no conflito né de um eh de uma escolha né de o que como ele deve proceder às vezes ele vai optar para agir apenas instintivamente então ele vai se entregar de cabeça né ao instinto e vai viver aquilo até o último momento como a própria Joana coloca muitas vezes ele vai sorver essa água eh mas é a água do mar e aí quanto mais água Ele bebe mais água ele precisa e então ele fica apenas no instinto ou apenas na razão e essa unilateralidade que vai aumentar ainda mais o conflito então o conflito precisa ser utilizado já que nós estamos nesse limítrofe né não é uma personalidade limítrofe mas nós estamos numa vivência onde precisamos dessa integração entre o instinto e H razão para que a gente possa juntar esses pares de opostos porque só há conflito Porque existe dois lados Porque a partir daí a gente consegue né acolher esse nosso lado que tá em uma questão ética uma questão moral uma questão eh com o medo como o Gelson falou né E acaba eh acolhendo e o autoamor Ok eu sei que eu tenho esse medo mas o que que a gente pode fazer né e ele ele ele se permite sentir essa emoção né porque a Joana coloca né que na presença de Uma emoção positiva ou negativa Então até mesmo uma Uma emoção positiva vai gerar um conflito não é só uma emoção negativa e aí quando ele tá nessa emoção eh negativa ou positiva ele pode pensar Ok Eu me permito sentir essa emoção porque enquanto humano Então veja ele vai usar a razão enquanto humano eu estagiando nesse momento do desenvolvimento porque a própria Joana fala que o conflito seid de acordo com o nosso desenvolvimento intelecto moral né Então aí ele se acolhe nessa enquanto humano possível de sentir essa emoção positiva ou negativa e ele então vai evocar questões lógicas para que ele possa encontrar um caminho e aí integrar razão e instinto para que dessa forma ele possa eh integrar esses dois lados de opostos né
iva ou negativa e ele então vai evocar questões lógicas para que ele possa encontrar um caminho e aí integrar razão e instinto para que dessa forma ele possa eh integrar esses dois lados de opostos né é interessante isso né Adriana porque né Tu tá falando que a uma emação positiva também gera conflito então de um lado a gente tem o conflito gerado por coisas mal resolvidas eh de culpa crimes que a gente cometeu entendimentos equivocados né mas também né Eh tem o o o conflito gerado pelas tesouros que a gente enterra né então o bem não feito o potencial não reconhecido o compromisso não vivido também gera conflito Então tudo na tudo que é potencial que nós temos se negligenciado se reprimido se não reconhecido também são confit por isso que ela traz a consciência quando traz assim a questão da da ância da consciência para poder trazer o discernimento e essa consciência para mim envolve acolher reconhecer no primeiro estágio né E ela coloca na segunda parte aqui do capítulo que a vida é luta né vários momentos da obra dela lá Jesus e atualidade fala Jesus e a coragem Jesus e e o desafio então A vida é desafio a vida é Luta então uma questão importantíssima que Joana vai trazer aqui e que o Jung também vai reforçar É não fugir da vida né de uma certa maneira a questão toda seja coisas boas que a gente carrega tem fugir delas também ou das coisas negativas que carregam da gente ou seja viver uma vida consciente por inteiro enfrentando assumindo a nossa realidade não escamoteando não fugindo e poder ver Nessas questões Um Desafio necessário para o nosso crescimento é exatamente isso né eu fiquei ouvindo a Adriana trazer né que se de um lado a razão diz não veja isso se afasta de outro lado se entrega totalmente Mas mesmo não vindo isso e e não querendo enfrentar aquilo vai surgir né a vida se impõe é o que Gelson traz nessa segunda parte né da da do capítulo da benfeitora a vida se impõe né e é só vivendo esse desafio como ela diz assim né perde a oportunidade de afirmar os seus valores
se impõe é o que Gelson traz nessa segunda parte né da da do capítulo da benfeitora a vida se impõe né e é só vivendo esse desafio como ela diz assim né perde a oportunidade de afirmar os seus valores aquele que recua no tentame Então é só vivendo só se experimentando que a gente vai sabendo o tamanho que a gente tem né E pode ser fácil falar né Nós nós algumas vezes nós já repetimos isso aqui em outros outros estudos né É muito fácil falar mas assim vivenciar isso é a luta árdua né Eh que que que fazemos esse trabalho interno esse consumo de energia para que a gente possa então Eh dar conta dessas subp personalidades né o Coitadinho o des o o o sabidão e etc né E aí então a gente é é com muito trabalho é com muito consumo de energia né E aí eu me vem a a a imagem né da aranha né porque a aranha Só constrói a sua teia quando ela se lança né então a gente só se lançando é que a gente alcança o outro lado né então é esse outro lado justamente é o lado do Diálogo né é o lado de um com o um né da de de duas partes nossas que vão dialogando para encontrar essa essa forma mais adequada de se colocar na vida né mas é um esforço a Joana também traz em outros eh livros que é um parto né Eh o nascimento da consciência é um parto dorido é um parto dolorido não não se consegue isso com facilidade e é lógico a gente vê os luminares né a gente vê e aqueles que já passaram né que construíram a história e quanto quantas dificuldades tiveram né e ainda não estão naquele estágio elevadíssimo então a gente e nessa comparação né a gente vê que tem um longo caminho pela frente né mas é só mesmo enfrentando esses conflitos e ela coloca tão interessante né parasito vigoroso o conflito deve ser identificado para posterior eliminação então o que que ela tá dizendo nessa frase né primeiro tome consciência O que é que tá me causando esse desespero O que é que tá me causando esse mal-estar essa dor né E por que é necessário identificar porque ela disse que esse eh esse conflito não digerido ele vai se expressar no uma
me causando esse desespero O que é que tá me causando esse mal-estar essa dor né E por que é necessário identificar porque ela disse que esse eh esse conflito não digerido ele vai se expressar no uma condição de desajuste e ele vai est formando né ele vai estar somatizando e por meio do perispírito ele vai Tá formando ali uma patologia uma doença então a o conflito ele eh se manifesta em forma da doença Então se a gente pensar na doença ele é o símbolo de um conflito né de um conflito talvez claro nós temos exceções temos as doenças cármicas enfim né mas eh eh a gente pode imaginar essa doença psicossomática simbolizando essa falta de diálogo que existe entre a consciência e inconsciente E aí esse corpo precisa falar né quando não há um diálogo maior esse corpo precisa falar e expressar em forma de símbolo esse esse movimento dessa oposição entre as duas instâncias né entre corpo e e e o inconsciente enfim isso me lemb uma frase do i Adriana que ele diz que a vida só tem valor quando vivida conscientemente né e a gente pode juntar tanto essa frase tua né que quando a gente que citando Joana tu comenta que de uma certa maneira eh quando tu paralisa tu gera então enfermidades né como o enfrentamento da vida que a gente que eu clá estava comentando antes né da importância de assumir esse confronto com a realidade né então Justamente a consciência pressupõe eh um de um lado um enfrentamento de outro lado um reconhecimento né de nós mesmos né por isso que o vai insistir né que ver só tem valor se vi vida conscientemente ou seja pega para si olha esteja ali presente né dói é difícil mas se tu tá vivendo aquilo e tu tá fazendo consciência da tua dor ou tu tá reconhecendo isso por si só já é transformador e a gente vê essa ideia da doença que tu tá trazendo né Adriana o sintoma e a doença como um grito de algo que tá em desacordo comigo mesmo em desarmonia comigo e com a lei Mas a doença e o sintoma também como uma saída né ou seja como eh um estágio posterior da queda do meu
a doença como um grito de algo que tá em desacordo comigo mesmo em desarmonia comigo e com a lei Mas a doença e o sintoma também como uma saída né ou seja como eh um estágio posterior da queda do meu equívoco onde a doença é a possibilidade de eu ser marcado por por aquela experiência limitante pel aquela doença como forma de poder assimilar eh e redimir o conflito que aconteceu lá porque muitas vezes o problema não é um sintoma nem a doença mas o que gerou né né Eu bebi demais agora tô com dor de estômago Então não é d de estômago mas o fato de ter bebido demais né eu fico culpando meu estômago que é fraco porque não eu não tenho uma estrutura boa orgânica Mas o problema não é o estômago nem a dor dele o problema foi a minha atitude lá atrás que abusou do álcool por exemplo né então e E se o continua a doer ele continua dizendo orora tu tá agindo mal mas ao mesmo tempo aquela dor é uma forma de ajudar uma saída dar limite mostrar um outro caminho poder eh poder dizer calma pera aí e ver melhor como é que o que tu põe para dentro da tua vida para dentro de ti né e assim por diante Então tem um aspecto do sintoma que é voltado para trás pro passado né ligado aos efeitos das atitudes e tem um aspecto do sintoma e da doença que é voltado para o futuro ou seja teleológico tem um símbolo um significado também curador uma uma busca de saída também através daquele sintoma então como é como é bonito a esse jogo da vida e a perfeição de Deus que na própria dinâmica do conflito traz o que tá ruim e também traz a possibilidade de de de de saída né então isso é interessante a gente poder ver na dinâmica dos processos psicológicos de cada um o que revela nisso né O que é revelado né É aquele padrão que se repete aquele padrão que muitas vezes é autodestrutivo né E que a pessoa com bandid quer atacar a a consequência e não a causa né como você deu o exemplo né de bebeu demais então vai tomar algum remédio para facilitar aquilo mas o que é que causou né causou a bebida e aí a gente vai dando o passo para trás né mas
não a causa né como você deu o exemplo né de bebeu demais então vai tomar algum remédio para facilitar aquilo mas o que é que causou né causou a bebida e aí a gente vai dando o passo para trás né mas o que é que causou bebra né então vamos a fundo né E quando a gente tá falando aí dessa eh eh criação de consciência através do que é revelado pelos conflitos a gente vai vendo como a gente vem sendo autodestrutivo né com as nossas repetições de padrões né como a gente vem postergando esse movimento de criação cada vez mais Ampla de consciência né Eh É lógico que nós estamos num processo a gente tá no caminho e aí a benfeitora sempre nos fala da autocompaixão é necessária a autocompaixão né mas é necessário também ir criando consciência n né Eh e quando vocês estavam falando muitas vezes a gente vem eh a gente ouve relatos né de de que a pessoa naquele momento ela se deu conta né então naquele momento houve uma iluminação ela foi atravessada por uma iluminação e que ela já não é mais do mesmo tamanho né Então aquela aquela aquele padrão já foi atravessado por uma recha de luz e é tão bonito isso né e é tão bonito a gente perceber que ao longo da vida a gente vai nascendo inúmeras vezes toda vez que a gente alcança uma iluminação dessa a gente se vê em outro lugar que nunca tinha visitado antes né e onde eu estava que eu não não não não me via aqui neste lugar né E é isso que é bonito né essa criação de consciência através de desses en pamentos né E aí a benfeitora nos fala né cabe então logicar para agir né ou seja refletir antes né criar lógicas né cabe medir as possibilidades e produzir ou seja olhar as consequências né o quanto eu sou capaz de fazer Qual é o tamanho do meu passo né que possibilidades eu tenho né e partir para ação porque eh o gabinete da Vontade Tá ali a Manuel nos fala mas a gente tem que pôr a vontade em ação e movimento né E aí assim a gente vai trabalhando pelo aprimoramento interior que responde pelaa por essa harmonia psicofísica né do processo evolutivo que
la mas a gente tem que pôr a vontade em ação e movimento né E aí assim a gente vai trabalhando pelo aprimoramento interior que responde pelaa por essa harmonia psicofísica né do processo evolutivo que Gelson tava trazendo agora né essa harmonia e Adriana também falou né da desse estado eh do adoecimento de algo não digerido então a gente vai cada vez mais trazendo consciência e eu fico pensando assim né E quando as Quanto quanto de consciência a gente vai trazendo para as nossas células né que gerem que que que que administram lá a organização do nosso corpo que são administradas também né Por esse ser imortal que somos né quanta consciência vamos trazendo né Para Tudo isso é é tão bonito e eu não quero avançar muito mas assim a gente entra logo ali na no próximo parágrafo que é a a comparação que a benfeitora faz de nós e do Cosmo né que nós somos um Cosmo um microcosmo né onde tudo está orbitando nós Orbit em volta desse sol né que é Deus e ao fazer essa esse movimento né Essa órbita em torno de Deus e deixar ser atravessado por essa energia Divina eh você também entra no tempo né porque o Hermes fala que tudo no universo tem um tempo e se a gente olhar o que é um câncer senão uma célula que perde esse descompasso que perde esse tempo dessa totalidade dessa energia criadora que é Deus e aí ele começa a se multiplicar e multiplicar num tempo totalmente louco exacerbado né E aí o quanto que nós esse microcosmos também somos células loucas nessa sociedade que a gente pega um carro e sai correndo e a gente vai entrando em movimentos né então a grande pergunta que eu acho que é importante para fazer eh e essa questão de né de de de que essa consciência possa se ampliar é em que tempo eu estou por isso que ao parar e se conectar com esse macrocosmo a gente consegue parar respirar e sentir que o tempo é um outro tempo né é um outro espaço e aí a gente consegue fazer um movimento se acalmar né eu tenho pacientes que eu trabalho na esquizofrenia que aí eu falo né calma vamos respirar Quando começa aquela
outro tempo né é um outro espaço e aí a gente consegue fazer um movimento se acalmar né eu tenho pacientes que eu trabalho na esquizofrenia que aí eu falo né calma vamos respirar Quando começa aquela questão da crise né eu falo então vamos respirar e é tão bonitinho que eu tem né um um já assim bem jovenzinho e ele chegou pro pai e falou calma agora a gente vai respirar exatamente o que eu falo ou seja permita que esse oxigênio entra né e faz uma parada vamos entrar num outro tempo Vamos diminuir né que aí esse conflito vai podendo ser eh diminuído e a gente poder fazer essa conexão com o macrocosmo e e esse universo maior que é Deus né é interessante tu is estão trazendo porque quando ela fala que a consciência alarga os horizontes né do pensamento e que de uma certa maneira pra gente poder então superar o conflito e a gente tem que de uma certa forma eh buscar esse essa compreensão né do refletir mas esse refletir eh ele parte eh justamente daquela ideia que a que a Adriana tava colocando de primeiro rec conhecer os dois lados da moeda porque eu por isso que a consciência não é igual a pensamento porque eu posso ter um pensamento neurótico né que tudo que é unilateral é neurótico né a gente vê as polarizações né da vida né de um lado de outro fica polarizado o fundamentalismo religioso fundamentalismo político que tu acha que tudo tá na luz mas tu tá na escuridão que tu acha que a tua verdade é a única verdade que existe né então certa maneira aconselha porque eh posso ter um pensamento muito elaborado muito refinado em certo sentido mas é um pensamento extremamente neurótico contraproducente que me aprisiona e me justifica para mim não mudar e em vez de gerar consciência Eu reforço A inconsciência então quando ela diz que consciência alarga os horizontes do pensamento que que ela tá falando aí que não é o pensamento enquanto um processo cognitivo é um pensamento reflexivo que parte de uma compreensão e essa compreensão Nessa proposta da função transcendente do Jung
que que ela tá falando aí que não é o pensamento enquanto um processo cognitivo é um pensamento reflexivo que parte de uma compreensão e essa compreensão Nessa proposta da função transcendente do Jung é eu tenho que reconhecer que eu não sei tudo e que eu não posso olhar para um lado da moeda não posso olhar só paraa direita ou só paraa esquerda eu tenho que olhar para todos os lados seja eu tenho que realmente me abrir para que a minha vida possa revelar o que as partes em mim ou as partes daquele universo que é desconhecido frente ao mundo né então aí eu vou ter vou fazer consciência Puxa agora tô me dando conta né porque eu não percebia aquele lado meu né E porque eu tava identificado com um ladinho que eu achava que eu era lindinho bonitinho porque minha mãe meu pai dizia ah como ele é bonitinho ele pega tudo para ele né e eu achava que pegar as coisas para mim era bonitinho e eu não penso no outro né E aí achava que isso agradava a vida e e com agradava a mim né mas de uma certa maneira isso é um pensamento limitado gerador de conflito e incômodo daí eu eu vejo que que que que essa visão ela esconde outras realidades ão de uma certa maneira eu tenho que me abrir primeiro né Sem julgar mento né no ser consciente a joa vai ser muito claro o ser consciente não se pune nem se desculpa nem se justifica se descobre Então essa abertura para se perceber essa abertura para romper a tua impressão primeira e se deixar afetar pelas coisas sem julgamento para que tu possa realmente tiar consciência e a partir disso abrir os horizontes do pensamento e e gerar uma um tipo de de reflexão de elaboração mental realmente favorável senão tu tá ali correndo que nem um cachorro atrás do próprio rabo né e e não sai do lugar e aqui bem no finalzinho Ela traz um outro tipo de conflito né quando ela diz assim né ademais facee a historiografia do seu passado o ser ainda padece conflitos que eles são sugeridos e transmitidos por sequazes ou vítimas espirituais de Jornadas transat que a morte não aniquilou Então apesar
facee a historiografia do seu passado o ser ainda padece conflitos que eles são sugeridos e transmitidos por sequazes ou vítimas espirituais de Jornadas transat que a morte não aniquilou Então apesar de todos esses conflitos que a vida nos traz que a nossa forma de ser e estar no mundo nos coloca essas questões existenciais essas questões intra né da intra psique da da do com o outro comigo com o outro eu ainda tenho uma história uma história milenar e que eu vou de alguma forma sofrer o conflito das ideias que eles me sugerem me colocando né aumentando uma culpa porque eu sempre falo que o obsessor nunca cria nada mas ele sempre aumenta aquilo que já existe em mim então se ele me escaneia e percebe um pensamento obsessivo que que ele vai fazer ele vai só aumentar ainda mais né ele vai incentivar com que a pessoa sozinha ela vai se atrelando a essas questões Então essa questão né dos quadros eh obsessivos gerando esses conflitos eh por meio desse encontro da do dos amigos ou inimigos do passado quando ela falou comparsas né de um passado delituoso pode ser até que foram amigos e Agora continua né nesse jogo inconsciente onde eles querem continuar com esse comportamento então eles querem turma né Assim como os adolescentes têm uma turma para sair para beber a gente sabe que eh esses comparsas de um passado pode se aproximar sugerindo né um conflito para que eles de alguma forma participem desse enredo e se utilize da nossa energia psíquica da energia que a gente fornece eh deliberadamente por isso que eles não quebram leis eles fazem apenas o que a gente permite né por isso a consciência né Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará então quando eu começo a tomar consciência Em que momento que eles plug O que é que eles se utilizam em que pensamento que eles fazem que eu sozinho fique preso aí a gente consegue eh eh se se libertar desse passado e por amor integrando né não é expulsar Eu acho que isso que é Libertador na doutrina espírita Enquanto algumas seitas levam esses irmãos lá
reso aí a gente consegue eh eh se se libertar desse passado e por amor integrando né não é expulsar Eu acho que isso que é Libertador na doutrina espírita Enquanto algumas seitas levam esses irmãos lá para um fundo do navio e deixam preso e levam eles para algum lugar que eles acreditam que vão ficar presos de tão primitivo que são a doutrina fala por amor você pode eh integrar esse irmão e colocá-lo também a caminho né Isso é muito bonito é e isso aí para mim tá muito ligado Adriana quando você trouxe a questão do tempo né porque o conflito é justamente a gente tá em um outro tempo e eu me liguei Justamente eu fiz uma uma uma relação com isso que você traz agora né Desse parágrafo em que tempo estamos quando a gente tá preso naquele no conflito né tá enovelado né Eh naquela situação emocional naquela coisa que se repete enfim em que tempo a gente tá porque nós estamos no aqui agora mas a mente não tá no aqui agora né ela tá lá naquele desvãos aqueles túneis nossos internos revisitando situações revisitando lugares né então em que tempo é esse porque é justamente nesse tempo e que muitas vezes esses irmãos sofredores se eh eh eh comungam conosco desse tempo né E aí o tempo a gente não fala de um tempo de de de de de time de horas né cronológico né né a gente fala de um tempo emocional né de um tempo ligado a uma emoção então ele é atemporal né Ele é ciró né Ele é de ciró então é nesse nesse tempo eu fico pensando né Eu reflito É nesse tempo que esses irmãos se unem conosco né naquele tempo ligado àquela emoção né por isso é o tempo da Alma né Cláudia fixado lá naquela dor ou naquele passado né E aí tu fica a tua alma tá presa lá o teu corpo tá aqui a realidade tá aqui mas uma parte tua tá lá ainda vivendo produzindo sofrendo e prisioneira daquele tempo né psicológico emocional que tu fala né sim e me vem a imagem o Deus janos né que é uma Face virada para o presente o futuro e outra lá pro passado né Uhum agora tem uma questão importante que a benfeitora coloca em cima dessas
e tu fala né sim e me vem a imagem o Deus janos né que é uma Face virada para o presente o futuro e outra lá pro passado né Uhum agora tem uma questão importante que a benfeitora coloca em cima dessas questões todas que ela traz a questão das qualidades Morais né O que tanto boas como negativas Ou seja a gente pode entender que todo conflito qualquer conflito psicológico qualquer conflito orgânico ele acima de tudo a para um conflito moral né e a gente t a psicologia t a esquecer isso né ah é bobagem o conflito é por causa de uma crença o conflito por causa de educação mas sempre tem junto uma dinâmica moral por trás isso lembra uma história que relata de um jovem que era brilhante e tava escrevendo um livro e não conseguia terminar e e foi buscar a ajuda do Jung para entender porque que ele estava trancado né E não conseguia ir em frente em relação aquele projeto e Jung de uma certa maneira começou a recolher então elemento da história dele e percebeu que ele não não fazia nenhum esforço próprio não não não não trabalhava e era sustentada por uma eh senhora uma uma mulher mais velha uma professora que dava todo o salário dela para ele então ele vampiriza ele explorava a mulher pros Caprichos dele eung disz que a neurose dele era fruto de uma questão moral que enquanto ele não olhasse para isso ele não ia conseguir resolver essa questão da criatividade ele achou uma besteira aquilo e foi embora né aquilo não era científico que onde já se viu aquilo né E na verdade tem uma questão ali moral então para Jung eh a o conflito moral é gerador de neurose sim as neuroses elas representam questões de ordem moral e que a gente tem então fazer consciência é entender isso de uma certa maneira essas qualidades Morais boas ou más que estão dentro da dinâmica envolvida nos vários processos da vida sejam intrapsíquico eu comigo mesmo seja na minha relação com meus obsessores ou comund mundo ou na dinâmica enquanto movimento e relações que eu estabeleço com as pessoas e por isso que que ela traz o a
am intrapsíquico eu comigo mesmo seja na minha relação com meus obsessores ou comund mundo ou na dinâmica enquanto movimento e relações que eu estabeleço com as pessoas e por isso que que ela traz o a questão 361 do Livro dos Espíritos falando justamente das qualidades Morais né boas e qual é a origem né delas né E aí né que é isso faz parte do espírito né E quanto mais então a gente eh buscar fazer esse esforço de nos reconhecer e de eh e e de superar as nossas mais inclinações mais a gente avança em qualidades Morais e mais a gente supera os conflitos né tá harmonizado tá renovado tá em paz tô em harmonia comigo e com a vida e aí eu tô num processo então de superar conflitos a partir disso E aí eu não sei se a gente já caminha pro final mas tem essa última frase né pode falar que ela diz desse modo a superação dos conflitos se dará mediante o esforço ingente oferecido pelo ser em evolução que se deixe planificar né Essa o finalzinho é a cereja do bolo aí nessa frase né que se deixe planificar né que se deixe tornar pleno pelos embates da vida pelos enfrentamentos desses conflitos né dessas situações atávicas que já vivemos né nesse tempo caótico nesse tempo de atemporalidade e que elas voltam né e a gente volta a visitar aqueles eh aqueles túneis Como eu como eu trouxe a imagem né aqueles túneis escuros dentro de nós né pra gente revisitar e jogar luz né E quem sabe a gente possa fazer uma uma uma imagem né de de ligar a lanterninha do celular hoje que a gente vive com o celular e olhando ali né naqueles cantinhos e e jogando luz pra gente poder ir né seguir em frente e aí isso retoma né Cláudia a a a a o meio meio do capítulo né quando ela fala que a existência então é um constante desafio e todo desafio é um esforço em favor da luta né então A grande questão que que Joan nos coloca é não fujamos de nós mesmos não fujamos da vida né Vamos confiar que o pai é amoroso né e Por mais difícil que pareça se eu não quiser ver e quiser fugir mais complicado eu eu mais complico a minha
ca é não fujamos de nós mesmos não fujamos da vida né Vamos confiar que o pai é amoroso né e Por mais difícil que pareça se eu não quiser ver e quiser fugir mais complicado eu eu mais complico a minha vida né Então essa ideia que tu tá trazendo né Cláudia o esforço né mediante a busca da da de reconhecer a mim mesmo de poder minhas qualidades chegar nessa planificação viver por inteiro a minha vida abrir meu coração me reconhecer né suportar O que é o que parece portável em mim ou fora de mim né e encontrando nesse diálogo Positivo né amoroso os caminhos então de superação e de transformação da minha alma alguma coisa mais para finalizar eu trouxe uma frase do no livro A paixão do real do Z que ele diz assim o que nos une é a universalidade do conflito a solidariedade de que falo não é a solidariedade daqueles que procuram se encontrar em um campo para além dos conflitos ela é a solidariedade que só aparece no interior do conflito Então essa questão né Não adianta fugir do conflito ele é necessário para que a gente possa ter então a ampliação da consciência era isso é aquela frase de Heráclito a guerra né o conflito é mãe de todas as coisas coisas então tem que haver movimento se a vida é uma luta é Um Desafio o conflito é esse embate necessário da vida para que consciência e transformação possa acontecer né Muito bem tanta coisa interessante nesse capítulo né gente mas vai vir coisas mais interessantes ainda né Joana sempre tem coisas muito r e e para nos oferecerem esse processo de busca né de autoconhecimento e nos oferecer instrumentos valiosos para a nossa caminhada evolutiva Então hoje a gente viu conflitos e consciência e o próximo Capítulo é saúde e consciência então a gente convida a todos a fazer essa esse percurso né no próximo encontro pra gente poder continuar refletindo o capítulo 5 desse livro maravilhoso momento de consciência agradeço a Adriana a Cláudia aí por estarmos juntos né E que possamos também a todos que nos assistem continuarmos estudando e refletindo os elementos
5 desse livro maravilhoso momento de consciência agradeço a Adriana a Cláudia aí por estarmos juntos né E que possamos também a todos que nos assistem continuarmos estudando e refletindo os elementos preciosos que Joana tem para nos oferecer então um abraço a todos muita paz muita harmonia h
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