T7:E24 • Autodescobrimento • Conteúdos perturbadores (parte 1)
No episódio 24 da sétima temporada dos "Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis", Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Adriana Lopes iniciam a análise do capítulo 10 da obra "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", de Joanna de Ângelis. Nesta primeira parte de "Conteúdos perturbadores", os itens "A raiva" e "O ressentimento" são explorados, abordando os impactos nocivos dessas emoções no bem-estar emocional e espiritual. O episódio propõe reflexões sobre como a raiva e o ressentimento podem aprisionar a mente, oferecendo caminhos para a libertação dessas energias negativas e para a conquista da paz interior. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #conteúdosperturbadores #raiva #ressentimento
bem-vindos amigos irmãos que nos assistem no canal da do caminho espiritismo Play nesse movimento que estamos percorrendo essa jornada maravilhosa do estudo da série psicológica Joan cada encontro a gente vai aos pouquinhos AD né nesse universo que a Ben feitura nos oferece e hoje né a gente começa o capítulo 10 do livro autodescobrimento uma busca interior né Vamos trabalhar especificamente a raiva e o ressentimento e conosco hoje a Cláudia Adriana para poder abrilhantar aí esse momento a partir do próprio recurso maravilhoso que a benfeitora tem para nos oferecer né ainda mais esses dois sentimentos e emoções que estão tão corrosivas né tão tão problemáticas né que que nos afetam e causam tantas dificuldades na nossa vida então é muito importante né a gente poder dar uma olhadinha né nessa na Riva no ressentimento porque tem questões aí que são muito sérias do ponto de vista e não só psicologicamente mas espiritualmente então Eh Adriana Cláudia você querem começar trazendo algum elemento aqui do capítulo paraa gente poder começar a pensar Bom eu acho que a gente pode pensar que esse tema é tão importante que depois em outra obra né no conflitos existenciais ela vai dar eh eh também um capítulo específico para cada um desses temas tanto paraa raiva quanto pro ressentimento e da dá da importância desse tema né e o quanto que a vivência dessas emoções tão fortes vão lesando essa estrutura psíquica vão lesando essa questão arquivada no perispírito e isso vai gerando eh transtornos né e aqui são conteúdos perturbadores que vão lesando a estrutura e aí vão formando essas eh o que de um quadro clínico um quadro perturbador porque que no início do texto ela fala que que não é vergonha nenhuma a gente sentir raiva ou seja a gente vai sentir raiva em alguns momentos mas A grande questão que ela nos convoca né Cláudia é o que eu vou fazer com isso né como que eu vou lidar com essa energia tão difícil que é uma energia da raiva e como que eu vou canalisar isso né então que ela vai tá
o que ela nos convoca né Cláudia é o que eu vou fazer com isso né como que eu vou lidar com essa energia tão difícil que é uma energia da raiva e como que eu vou canalisar isso né então que ela vai tá dizendo que muitas vezes esse indivíduo imaturo Ele nega sua a natureza então a questão não é sentir a raiva mas é questão o grande problema é o negar o que eu sinto é reprimir o que eu sinto E aí eu lembro muito o Freud né uma frase dele que fala que seríamos bem melhores se não quiséssemos ser tão bons por quê Porque a gente quer não eu já sou espírito de luz Não sinto raiva Aí vem uma pessoa e passa com o carro em cima de mim e eu não sinto raiva então eu tô morta né porque se eu não senti nada que que eu tô fazendo aqui na terra né então veja então é necessário olhar para isso para essa energia para poder conter dar Campo dar um espaço pra gente poder olhar para esse sentimento né Cláudio O que que você achou do texto boa noite boa noite gente é um texto que ela trata tantas coisas Ela traz a conceitos definições Ela traz o que repercute no campo mental e físico né é isso ela vai trabalhando tudo isso trabalha também eh desdobramentos da raiva em outros sentimentos né E ela traz também esse lado humano que você trouxe né Eh Adriana né da gente poder eh Se permitir ser humano né Eh e sem adiantar mais porque é bom quando a gente vai né ela vai trazendo todo um encadeamento gostoso mas ela diz assim que é bom sentir é e é bom falar sobre né mas não ficar Car naquilo né que foi o que você trouxe né O que que nós vamos fazer com aquilo que a gente sente né então ela diz que é bom que é necessário chorar que é necessário falar é necessário extravazar né Eh conversar até conversar com a própria pessoa que nos ocasionou alguma coisa mas não ficar remoendo aquilo né porque aí a gente vai entrar mais à frente vai entender né os desdobramentos da raiva e um deles é essa ressentimento que nós vamos entrar ainda mas é como você trouxe logo no início a Joana ela nos lembra da nossa
nte vai entrar mais à frente vai entender né os desdobramentos da raiva e um deles é essa ressentimento que nós vamos entrar ainda mas é como você trouxe logo no início a Joana ela nos lembra da nossa imaturidade psicológica né o quanto ainda somos apesar de humanos né no caminho é bom a gente falar a gente está a caminho né Isso é muito bom mas ainda eh ela ela nos ressalta isso a nossa imaturidade eh psicológica né o quanto a gente dá valor a pequenas coisas a coisas que não vão fazer depois o menor sentido né e e se dá um peso e um tamanho muito grande né justamente por conta dessa imaturidade psicológica né E aí ela vai também explicando Por que que a gente ainda tá assim né porque ela diz que essa eh essa situação nossa ela decorre tanto da fragilidade pela impermanência do nosso corpo físico né mas também dos nossos diferentes níveis de consciência então Eh Logo no início jo an ela nos lembra novamente a necessidade da gente suplantar da gente crescer avançar no nosso nível de consciência né Mas eh e que por conta disso tudo ainda de estarmos em diferentes níveis e a gente eh lida com pessoas né nós e outros estamos eh nos comunicamos Em algum momento mas também estamos emem em níveis diferentes por conta disso ela diz então que vão surgindo os conflitos o choque de entendimento de comportamento e aí ela traz a definição né entre o que se quer e o que se é entre o ego e o self Então por conta disso tudo desses conflitos né Desse ego ainda imaturo infantil eh muito melindrado né E também carente ferido trazendo feridas de muitas existências a gente é tocado né naqueles lugares sensíveis que eh nos provocam esse sentimento né de um ego ferido né raivoso né irado né e e e aí nós descarregamos tanto em nós quanto nos outros né porque ela nos traz assim que provoca altas cargas de adrenalina tanto em nós né porque aquele nosso corpo fica em ebulição né cabeça fica vermelha e a gente descarrega então é uma onda né é uma onda pesada né e sofrida daí pesada que a gente eh sente e reverbera né É É
em nós né porque aquele nosso corpo fica em ebulição né cabeça fica vermelha e a gente descarrega então é uma onda né é uma onda pesada né e sofrida daí pesada que a gente eh sente e reverbera né É É interessante Claro e essa raiva pode ser internalizada né poss ter raiva de mim mesmo e ter um movimento autodestrutivo comigo mesmo ou ter raiva do mundo ou do outro então essa raiva pode ser projetado contra o objeto né do meu foco da raiva ou ele ela pode também contra a mim mesmo né as pessoas que tem muita vergonha princípio de culpa desvalia né tende a assumir para ela a culpa a impotência a frustração como sendo inerente a ela e ter raiva de si mesmo então isso também pode acontecer claro todo o processo eh todo o processo eh de emocional né negativo eh todas os os temas que envolvem né desequilíbrio e emocionais descompensadas vai ter na base conflito esse conflito aqui que a Jona fala que a Cláudia cita né que o conflito entre o que se quer e o que se é entre o ego e o self na verdade é inerente a todos os processos de tensões que se movem dentro da gente então o que que vai levar que esse conflito seja se dado dessa maneira como não é nos quadros transtorno né Por que que eu eu faço uma fobia e não uma histeria por que que eu faço uma uma condição border do que um um outro processo obsessivo compulsivo então tem várias formas de adoecimento né então eu eu acho que a gente tem que levar em conta alguns elementos aí que suscitam de certa maneira que a expressão minha desses conflitos que eu tô vivendo se dê pelo caminho da raiva né E aí eh Uma das coisas que a juna coloca aqui que a Cláudia citou que eu queria Então sublinhar e que eu acho bem importante é a a a frustração a fragilidade e a frustração frente uma situação que é maior do que eu né então a raiva eh geralmente né a gente eh tá ligado a uma sensação de impotência né des impotência e desvalor né quando a gente tem raiva porque o outro eh não me não não me me deu atenção que eu esperava Então puxa então a raiva é
a gente eh tá ligado a uma sensação de impotência né des impotência e desvalor né quando a gente tem raiva porque o outro eh não me não não me me deu atenção que eu esperava Então puxa então a raiva é uma forma de querer destruir o outro porque o outro tá muito grande né eu tô dando um poder para ele que me machuca né então a raiva Mas é para mim quase um mecanismo de defesa tem algo que me impede tem algo que me põe pequeno tem algo que me deixa fragilizado e impotente tem algo que é que eu dou muito valor e eu me sinto desvalorizado e não reconhecido então a raiva é eu quero tirar o poder Eu quero destruir aquele objeto porque aquele aquela carga de valor e de importância volte para mim só que isso é feito de maneira desastrosa desengo porque não o caminho né tu fica preso então Claro A raiva é o mecanismo de de sobrevivência né que ou querer me destruir porque quero renascer de novo isso aqui não deu certo a que raiva que que eu não consigo né então e essa incapacidade né de lidar com essa fragilidade essa impotência e não aceitar então Jun com a impotência e a fragilidade tem ali aquele cara dentro de nós que sempre tá presente que é o orgulho também porque né porque se a gente não fosse orgulhoso talvez a gente lidasse mais melhor com a fragilidade que eu pod puxa é realmente eu não consigo né ah realmente eu me sinto assim né mas não preciso sentir raiva nem incomodado a ponto de querer né ter essas reações então Eh essa impotência essa fragilidade veio com um toque né orgulhoso de que eu me sinto impotente Ah mas e tá desvelando um lado meu que eu não gostaria que aparecesse Ai que raiva né né então a raiva é como se quizesse tapar também um certo furo de que tu foi pego num lugar que é incômodo que é difícil de ddar e suportar então tem então a gente vê como é rico né o nosso comportamento né E Outro fator que para mim tá ligado à raiva é a também a A raiva vai cobrir o a tristeza então muitas vezes a raiva é uma reação secundária né Uma emoção secundária ou sentimento secundário para
o né E Outro fator que para mim tá ligado à raiva é a também a A raiva vai cobrir o a tristeza então muitas vezes a raiva é uma reação secundária né Uma emoção secundária ou sentimento secundário para encobrir um outro sentimento que é primário né então Eh H muitos autores né Principalmente na na na visão sistêmica né e e até em algumas eh escolas de caráter cognitivo comportamental que entende né a raiva como uma forma de evitar a tristeza a dor né então como se realmente tu quisesse segurar né a raiva fosse uma forma de eh não querer lidar com o sofrimento com a tristeza daí a como uma uma reação a esse a essa impossibilidade de tu contar com Cont a tristeza então isso são questões que pode estar envolvida né na dinâmica da raiva e o que é importante a gente enfatizar aqui que ela coloca aqui bem no início do texto né então todos esses eh conflitos né que já foi colocado dessa questão de dessa raiva encobrindo esse medo encobrindo tristeza eh a os diferentes níveis né de consciência que vão identificar eh uma determinada situação do dia a dia como constrangedor ou não causando maior ou menor raiva mas ela fala aqui ó que quando porém esses conflitos se fazem duradouros enraizando se no no psiquismo e perturbando esse que é o problema não quando eu sinto essa emoção mas quando isso perdura na minha pque e vai criando raiz né Essa raiz vai estratificando esse comportamento essa emoção esse sentimento e vai adquirir uma expressão patológica então aqui é importante a gente colocar que essa simples emoção pode evoluir E se tornar uma patologia grave e ela diz que necessitam de Terapias específicas para serem erradicados então há terapias que trabalham ess sentimentos e nós precisamos ter essa consciência aí vai entrar aquilo que a que a Cláudia coloca como os níveis de consciência para que eu possa falar sim eu estou precisando de ajuda e aí entra o orgulho né quando o meu orgulho é tão exac servado que eu nem percebo que eu preciso de ajuda aí realmente a coisa tá muito grave porque eu preciso entender
m eu estou precisando de ajuda e aí entra o orgulho né quando o meu orgulho é tão exac servado que eu nem percebo que eu preciso de ajuda aí realmente a coisa tá muito grave porque eu preciso entender que sim eu preciso buscar ajuda então e essa parte do texto e de toda série Eu acho que eu gosto de ISS né da Joana porque ela sempre fala olha existem caminhos né que perpassam pelo o que o conhecimento da terra já tem né existe o o tratamento espiritual mas nós temos o tratamento psicológico psiquiátrico que nós temos que recorrer quando necessário É isso mesmo eu fiquei escutando vocês falando né e a gente sempre fica eh reverberando essas coisas dentro de nós né Uma das coisas que a Adriana eh me faz pensar é o quanto é importante o silêncio porque e enquanto a gente não faz um silêncio a gente não consegue conversar e entender porque essa raiva que eu sinto né O que que tá me provocando isso né então Eh o silêncio é importantíssimo para que a gente possa também deixar fluir todas as angústias as aflições né todos esses conflitos que estão dentro de nós e um deles é essa raiva que a gente tá falando né E quando Gelson trouxe né Eh esses sentimentos primários né Eh que que dão origem uma outra coisa é o medo né em conflitos existenciais ela diz assim na raiz psicológica existe um tipo qualquer de medo inconsciente que a desencadeia que desencadeia essa raiva né E aí a Joana fala então leva o sujeito a atacar a a pessoa a atacar antes de ser agredido tornando-se violento e descompensado na emoção então é essa emoção é esse sentimento primário né essa essa essa reação primária né do medo né Eh um instinto onde se ataca ou se foge e na raiva se ataca né E se provoca toda essa descompensação interna né que que nós vamos falar melhor mas ela traz um um um parágrafo também que eu acho interessante né porque eh eh nós já falamos né é importante não se envergonhar né mas eh O que é que se deve fazer E aí ela diz assim olha o escamoteamento né que se deve evitar ou seja dissimular esconder que tá com
porque eh eh nós já falamos né é importante não se envergonhar né mas eh O que é que se deve fazer E aí ela diz assim olha o escamoteamento né que se deve evitar ou seja dissimular esconder que tá com raiva né mantendo ela lá apag eh eh sufocada escondida né Eh mantendo intacta ou seja não elaborada né a gente precisa elaborar uma outra coisa é esse desdobramento dos prejuízos ou seja vai ficando remoendo remoendo né E vai se prejudicando a autocompaixão também né que tá muito ligada a esse esse orgulho né eu não mereço porque que fizeram isso comigo né então Eh o injustiçado E aí o desejo de revidar né que é justamente Ah eu vou pagar com a mesma moeda deixa a pessoa falar apareça na minha frente que ela vai ver o quanto eu vou né Só espera o momento que ela diga ah pronto é o suficiente já descarrega tudo e a pessoa fica até assustada falei Opa o que que é isso né então eh tem maneiras da gente evitar que esse como ela diz aqui né que essa xispa da raiva pode se apagar ou atiar o incêndio tem maneiras da gente apagar o incêndio né e não eh provocar um um um um um desastre né mas a importância então é o que a gente vem falando né é de olhar para isso olhar não botar para debaixo do tapete é olhar para isso conversar com isso e buscar ajuda né buscar ajuda que é importante nós todos somos necessitados de ajuda né Eu acho que tu trouxe alguns pontos bem importante Cláudia aí que a gente for levantar realmente assim a a dinâmica A fenomenologia da raiva né como como é que ela se coloca né esses elementos aqui né não é só no fato de da não aceitação da raiva mas esses elementos que ela coloca aqui escamoteamento da nossa própria realidade né o sentimento de sentir injustiçado né e e o desejo de revide né depois ela coloca que eh a frustração quando alguém se choca com o prazer com algo prazer de outra né onde tem a questão da Inveja também a raiva vem com a inveja né que o outro tá numa coa melhor do que eu e isso me frustra então todos esses conflitos mal digeridos que ela coloca aqui né que
outra né onde tem a questão da Inveja também a raiva vem com a inveja né que o outro tá numa coa melhor do que eu e isso me frustra então todos esses conflitos mal digeridos que ela coloca aqui né que estão lá no inconsciente e de uma certa maneira a Joana fala vai eh gerando uma imagem de eh de autoestima baixa ou de injus de sentir perdedor que a vida tirou dela né tirou dela e e muitas vezes ela fala fala aqui gerando uma certa insegurança inconsciente e e que que no fundo tu espera né tu cria uma dependência inconsciente do outro e aí quando o outro não responde a isso não é sensível não tem como adivinhar né até porque tu tá escamoteando vem a raiva Ah cara me Eu tenho um um conhecido que ele é muito inteligente cara fez doutorado fora do país tem muito recurso mas emocionalmente ele é muito infantil e frágil então quando eh a gente tá conversando e eu exponho a fragilidade dele ele fica com muita raiva mas eu não exponho para para se expõe naturalmente por umas situações que de repente ele s exigido ou de uma certa maneira ele é confrontado indiretamente ou de uma certa maneira ele não consegue preencher a expectativa que ele acha que eu tenho del então toda vez que toca nessa dimensão emocional infantil que revela né essa insegurança ou essa fraqueza ele fica com raiva de mim já sei né porque que eu como tivesse ameaçando ele ou botando ele expondo ele em cheque né em cheque né então ele vi com essa agressividade como se não tivesse o direito de fazer isso como se eu tivesse que que que eh não revelar né a incapacidade a situação dele e eu não tô ali nem julgando nem exigindo dele pelo contrário estudo que que que se aparece faz parte da vida mas como ele lida mal e não consegue reconhecer e fica nessa Persona né Desse Lugar protegido a raiva vem como uma resposta a essa ameaça então a Jona fala né que realmente né isso ela vai falar não só aqui mas mas ela vai falar também em outros momentos da série psicológica né dele né Eh eh dela que que que que geralmente junto com essa dinando da
fala né que realmente né isso ela vai falar não só aqui mas mas ela vai falar também em outros momentos da série psicológica né dele né Eh eh dela que que que que geralmente junto com essa dinando da raiva Tem um núcleo de insegurança dião quando praram do medo que né que ela que ela comenta ela também comenta em outros em outros momentos a insegurança porque justamente eh quando ele não é entendido quente incapaz de se autopromover ou que gente espinhado ou eu botei ele expusa a pessoa né Então essa insegurança Empurra ele para para sentimento de inferioridade E aí né Eh como se ele tivesse sido punido ou exigido né e assim por diante E aí a joa fala o ele se aut pune né Eh negando a alegria de viver fugindo né da ou ele seam da agressividade e ataca né o objeto que tá ameaçando ele então tudo isso aqui a juna tá falando na medida que ela vai trazendo essa dinâmica né e o quanto realmente a raiva é uma incapacidade de eu poder contatar mim mesmo né digerir quem eu sou chegar a mim me aceitar né E poder de uma certa maneira aceitar também o outro né naquilo que Ele é naquilo que ele não pode compreender naquilo que ele não pode me dar naquilo que pode ser até injusto da parte do do outro também mas sim o outro não é perfeito né e a raiva para mim então é uma resposta infantil né porque parece que tu quer viver uma vida que não existe né E só que ela se torna perigosa mesmo na medida que estão colocando aqui que ela toma te pega numa intensidade E num certo padrão mental como se tu tivesse fica fica preso no outro porque tu tá valorizando demais aquilo tu quer destruir e aquilo e fica der remoendo né num processo muito negativo né que isso de uma certa maneira a gente vai também aprofundando qu gente foi trabalhando o ressentimento né então na realidade o que fazer né com como eu trabalho com essa energia da raiva e aqui ela fala né então o ideal é permitir que a descarga voluptuosa e abrasadora tombe sobre material não inflamável logo desaparecendo sem deixar vestígio Então olha que legal então não
ia da raiva e aqui ela fala né então o ideal é permitir que a descarga voluptuosa e abrasadora tombe sobre material não inflamável logo desaparecendo sem deixar vestígio Então olha que legal então não é escamoteando não é reprimindo não é eu ficar aqui né remoendo aquela ideia Nossa mas aquela pessoa me disse isso olha só reação dela E lembra a expressão lembra da roupa lembra de tudo aí fala Coitadinho de mim olha só o que eu passei aí vai entrar nesse mecanismo de autocompaixão né vai se sentir injustiçado Vai querendo revidar Vai querendo com as próprias mãos e vai entrando naquilo Eh aí a gente vai entender Por que o amor liberta né então quando ele faz isso quando ele permite que essa descarga venha Ok eu senti tudo isso senti mas agora eu saio dessa emoção E aí eu vou eh liberar essa descarga em outra coisa que não seja meu corpo porque ela vai falar no decorrer do texto quanto que essa energia vai gerar uma patologia vai gerar um sintoma vai gerar um um realmente vai adoecer meu corpo e eu lembro Shakespeare né Eh que que essa questão é como se eu tomasse veneno esperando que o outro morra Então eu fico desejando fico com raiva com raiva com raiva do outro preso 24 horas do dia pensando naquela naquela questão e eu fico Como se eu tivesse tomando veneno por causa desse tóxico mental que vai gerando energeticamente em minha volta e eu vou adoecendo o meu corpo Então eu estou tomando veneno Não adianta eu querer que o outro morra porque quem vai né em termos assim simbólicos vai morrendo aos poucos Sou eu mesmo em decorrência desse sentimento porque isso vai me mantando né então o amor liberta porque eu deixo o outro livre é essa energia de União mas aquilo né Eu solve com a gula enquanto eu amo eu estou unida a essa pessoa mas ela tem verdade e o ódio né Essa raiva vai mantando a pessoa e ele fica 24 horas por dia pensando na pessoa então eu preciso permitir E aí eu faço uma coisa muito engraçada né eu faço uma imaginação ativa muito engraçada para conseguir
iva vai mantando a pessoa e ele fica 24 horas por dia pensando na pessoa então eu preciso permitir E aí eu faço uma coisa muito engraçada né eu faço uma imaginação ativa muito engraçada para conseguir sair da da energia da raiva então aqui fala eu preciso tombar esse material eh esse conteúdo num material que que não é inflamável Então não é no outro então eu crio uma imagem muito engraçada eu imagino assim que aquela pessoa que me fez aquilo sabe aquela caixinha registradora de filme de faroeste que tem uma manivel inha e abre a gavetinha aí eu imagino que a orelha da pessoa é a manivel inha a boca é aquela é a gaveta da da da da caixa registradora aí eu vou dar uma faço assim um movimento na orelha sai a boquinha aí eu puxo a língua aí eu estrangulo a pessoa com a língua e vou arrumando o lacinho né a língua seria o aí eu vou pondo bolinha xadrezinho listinha quando eu tô nessa cena eu já tô dando risada percebe Então eu peguei a raiva eu dei uma imagem para aquilo eu vivi essa emoção não escamoteiam das bolinhas que eu fui colocando naquele laço enorme que seria a língua da pessoa e aí eu consigo sair disso então eu acho que ela colocando isso é muito legal porque ela nos dá caminhos né E aí entra a imaginação ativa como uma grande técnica de lidar e dar uma imagem dar uma cara dar um corpo para esse sentimento que eh sem que ele venha pro meu corpo né sem que ele precisar ir para esse meu corpo porque o meu corpo é inflamável porque aí vai entrar aqui no que seria o mecanismo da raiva porque esse fato que foi causado ele vai ativar conteúdos inconscientes meus que T essa mesma Matriz que tem esse mesmo mesmo tema E aí vai ressurgir na minha vibração mental no meu pensamento na minha psiquê mesmo inconscientemente essas lembranças arquivadas Então esse pato vai reatualizar infinitos outros da minha vida espiritual que tão ali aí eu quero né eu eu ataco essa pessoa como se essa pessoa fosse responsável por todo o meu sentimento espiritual né que eu já vivi e vai ressurgindo né por meio desses eh
vida espiritual que tão ali aí eu quero né eu eu ataco essa pessoa como se essa pessoa fosse responsável por todo o meu sentimento espiritual né que eu já vivi e vai ressurgindo né por meio desses eh sentimentos desses incidentes que estão arquivados no inconsciente esse tema desagradável vem Ressurge e eu vivo de novo né vou vivendo de novo essa raiva de forma atualizada por esses conteúdos inconscientes que vão aumentando muito a potência destrutiva imagina porque coitado aí a pessoa que desencadeou que tem um Déo ou 1 milésimo da do desse problem vai receber 100% de toda a minha carga espiritual olha como é complexo né é eu queria fazer uma ressalva né Adriana porque é uma questão bem delicada agora tu falou dessa carga né a gente tem que ter cuidado de não fazer uma magia negra em vez de de imaginação ativa né porque quando tu pensa no outro e deposita raiva tu tá emitindo justamente essa carga emocional pro outro né então que que a Joana tá colocando aqui acho que tem dois dois movimentos bem importante aqui cara pode ter sido traído por um amigo ou um prejo financeiro ou sendo ou ser colocado injustamente para fora do teu emprego que mobiliza raiva da situação e das pessoas né então ela ela propõe assim de tu extravazar né essa carga né aceitando a dor e o fracasso né a a impotência eh pintando caminhando chorando descarregando isso de uma maneira na energia num outro trabalho focando em outra coisa né mas quando tu projeta a imagem do ofensor né é importante sair daí da da cena né porque se tu fica na cena como tu falou tu saiu tu começou com a cena da pessoa que te fez mal mas depois tu tu saiu da cena só que muita gente não consegue fazer isso daí o ideal é evitar pensar na no fato e na situação e e usar o fato e a situação para ir para que importa não é o que a pessoa te fez quem fez Mas o que ela gerou em ti porque a questão é contigo tu tem que ser responsável pelo teu sentimento o outro não é responsável pelo teu sentimento sentimento é teu a tua reação é por por conta em risco tua
o que ela gerou em ti porque a questão é contigo tu tem que ser responsável pelo teu sentimento o outro não é responsável pelo teu sentimento sentimento é teu a tua reação é por por conta em risco tua é por tuas questões mal resolvidas é por causa da memória emo Aldo que aconteceu no passado é porque tu é orgulhoso é porque tu esconde tua fragilidade seja por que for mas a questão é minha então de uma certa maneira a imaginação ativa o ideal é desfocar da situação e da pessoa e e pro sentimento quem dentro de mim tá sentindo assim quem é essa pessoa né qu Quem é esse serzinho que tá assim né e compreender ele Oler ele ou seja não tô mais na pessoa que me traiu ou o do emprego que foi colocado em justamento eu tô daí comigo eu comigo mesmo olhando e aí a imaginação tip vai ser um momento legal de poder transformar essas emoções em imagem como parte de minhas e criar um diálogo favorável porque eh no teu caso tu consegue sair do esquema mas tem muita gente que vai se comprazer né de ficar naquela naquele né A V fala de uma paciente dela que tinha brigado com a vizinha e no final da sessão a paciente falou assim ah eu tive um ma estar terrível com a minha vizinha né não cheguei a te contar porque não não deu certo mas eu tô até entalado aqui né fo uma situação terrível de agressividade aquilo não tá tá tá não tá bem dentro de mim não resolvi e a vão fala assim não t cheguei em casa já que a sessão acabou e tu faz uma imaginação ativa e depois tu traz esse material pra gente poder né avaliar trabalhar e assim por diante E aí tá na sessão seguinte a v falou ah e aí tu trabalhou a raiva né Tu fez a f Mas é estranho que eu sonhei que eu era uma bruxa voando e aí a Perguntou mas o que tu fez Ah não eu cheguei em casa e sentei imaginei a minha minha vizinha na frente no sofá na frente de mim e aí eu descarreguei toda a minha raiva coloquei tudo que né falei tudo que eu que eu achava que ela era botei tudo para fora e aí me aliviou ela falou assim me aliviou então daí Claro Tu não
e de mim e aí eu descarreguei toda a minha raiva coloquei tudo que né falei tudo que eu que eu achava que ela era botei tudo para fora e aí me aliviou ela falou assim me aliviou então daí Claro Tu não fez imaginação tio tu fez magia negra porque tu emitiu essas vibrações negativas na pessoa imaginativa é não trabalho contigo não com a pessoa né então Claro a botando energia para fora agora Liv viia mas aí tu vai tratar mal todo mundo sai da frente que eu tô com ra sai da frente que que que que eu tô né E aí o mundo que paga o preço né então tem primeiro tu tem que botar essa Enia para fora de em lugares adequados no momento adequado né e outra que esse trabalho com com a imagem tem que te remeter a ti mesmo né porque daí clado eu vou explicou para ela eu queera uma bruxa porque se transformou numa bruxa Então olha para que foi afetado em ti e se ocupa com isso né Então essa é a grande questão aqui que a gente tem que cuidar n é eu fiquei pensando também eh enquanto a gente pode ser obsessor de alguém encarnado né Eh de ficar removendo pensando e e revivendo diálogos e ele falou assim eu respe assado né então quanto a gente pode ser obsessor dessa pessoa né assim como a gente ama nosso próprio Auto obsessor né porque a gente fica com esses pensamentos persecutórios né E aí eh Ela diz que ela nos lembra uma coisa muito importante né Eh o perdão das ofensas que Jesus propôs né então Ele propôs que que se repe se se se eh perdoasse não sete mas 70 x 7 é o que ele fala para Pedro né E aí ele então que ela diz assim ele se refere ao esquecimento Ou seja a sua diluição na água lustral do amor né então é isso que é importante né É lógico que precisa ter um caminho para isso né mas é tudo desemboca realmente no amor né tanto no Auto amor quanto no amor para o outro né e entender que aí ela fala logo em seguida né partindo-se do princípio Que Se considere o ofensor como alguém que está de mal consigo mesmo ou enfermo sem dar conta né Então essa É uma elaboração bem diferenciada né de olhar pro outro e
eguida né partindo-se do princípio Que Se considere o ofensor como alguém que está de mal consigo mesmo ou enfermo sem dar conta né Então essa É uma elaboração bem diferenciada né de olhar pro outro e ver o quanto adoecido ele está mas o quanto ele é nosso irmão no caminho né então é um trabalho muito gigante que a gente precisa fazer com a gente pra gente olhar para aquele outro e entender puxa eu tô ele tá doente eu também tô quanto nós estamos doentes e adoecidos né E aí eu fui olhar lá no evangelho só eh para complementar essa essa história aí do Pedro eh instrução dos Espíritos no capítulo 10 bem-aventurados os que são misericordiosos E aí o próprio Pedro n fala em 1862 ele diz assim ele relembra né quando Jesus responde a ele né e E aí ele traz uma parte do Diálogo nessa instrução ensinarás a teus irmãos esse esquecimento de si mesmo que torna uma criatura invulnerável ao Ataque aos maus procedimentos e as injúrias então eu achei tão bonito isso porque essa invulnerabilidade é aquela diminuição do Ego menos bem menos quase nada né n que não é o que ela nos traz aqui eh de uma humildade eh né de uma falsa humildade ou então de de de uma autodesvalorização tão grande mas é um reconhecimento de que esse precisa se baixar e e diminuir esse orgulho que o Gelson nos trouxe né então é lembrar que o outro tá a caminho que o outro também erra que o outro tá adoecido né Eh lembrar que a gente precisa sair desse dessa inflação do Ego né E se colocar num lugar mesmo eh eh mais real né E não aquele que a gente julga estar né e e e eu ao acho que é isso né Eu não queria me delongar muito né Mas vocês já todos falaram né E aí a a consequência da raiva uma coisa que eu não queria deixar de falar que ela diz assim a raiva obnubilação olha nos cega completamente e a partir desse movimento da raiva quantos atos insanos são cometidos a partir da raiva dessa mobilização dessa emoção Então ela diz a raiva ubila a razão e precipita o ser em profundos forços da Alucinação Então a partir de um
a raiva quantos atos insanos são cometidos a partir da raiva dessa mobilização dessa emoção Então ela diz a raiva ubila a razão e precipita o ser em profundos forços da Alucinação Então a partir de um movimento de uma ação muito inadequada né Eh a pessoa se coloca num lugar completamente equivocado desencarna E aí vai realmente estar nesse esforço de Alucinação né Eh revivendo toda essa situação então é muito importante mesmo que a gente esteja atento acho que de tudo isso que a Joana nos vai Relembrando né além dos outros itens que a gente vai ver é essa importância né de de de desse dessa auto-observação cada vez mais do autoestudo né de olhar para si mesmo para que a gente possa ser menos bem menos quase nada né e cada vez melhores e e aqui é importante né a gente vê que a isso tudo dessa raiva não digerida então não sentir a raiva mas a raiva que tá aqui talada não digerida ela vai trazer no corpo né ela vai trazer eh danos tanto físicos quanto emocionais E aí fisicamente ela vai elencar né os distúrbios no sistema vaso simpático né como indigestão diarreia acidez de disritmia inapetência glutomatic como um fator de autopunição Então olha a importância né Cláudia de quando a gente ah tive uma diarreia por nada fui num casamento todo mundo comeu a mesma comida e eu tive diarreia mas por quê né que que eu senti o que que foi falado lá será que teve alguma coisa que eu disse ou que alguém disse então aí entra essa questão né da do da autopercepção como que eu fui como que eu atuei o que eu disse né ou como essas palavras caíram em mim como isso assentou então isso que você disse do silêncio é muito legal né Cláudia porque veja eu preciso me aquietar para poder ver esse Eco aí né O que é que causou em mim essa Disritmia por que é que eu tô comendo mais essa semana o que que aconteceu né e emocionalmente vai ter um nervosismo uma amargura que depois a gente vai falar especificamente da Amargura ela vai trazer mais à frente ansiedade depressão entre outros e aí aquela frase do Jung
né e emocionalmente vai ter um nervosismo uma amargura que depois a gente vai falar especificamente da Amargura ela vai trazer mais à frente ansiedade depressão entre outros e aí aquela frase do Jung né que a depressão é como uma mulher vestida de negro Então se ela chegar convite para sentar e escute o que ela tem para nos dizer né Então essa escuta analítica entre o que eu sinto o que eu disse como isso caiu em mim é importantíssimo então só voltei um pouquinho porque aqui ela fala que são eh os danos produzidos por uma raiva não digerida então quando aquilo tá entalado eu preciso olhar olhar em mim né O que isso tá causando em mim e aí eu poder fazer esse trabalho posso falar uma coisinha antes de terminar sim pode dier eh eh eh eu me lembrei dos mecanismos Do Luto das fases do luto e uma das fases é a raiva né então o quanto é importante a gente como como Adriana relembrou agora a gente fazer esse silêncio né para vivenciar esse luto dentro de nós né porque Gelson falou há um pouco atrás né muitas vezes a pessoa vê uma outra pessoa feliz e ela fica com raiva né porque ela tá né numa carência raiva do outro tá feliz e a gente sabe que a grama do vizinho é sempre mais verde o vizinho não tem problema né a família dele é maravilhosa então assim eh são muitas fantasias que se faz né E aí eu me lembrei das fases do luto né que é a segunda fase né primeiro é A negação depois a raiva né depois vem a barganha a depressão e aí se aceita Então olha né a raiva também tá passando por essas fases do luto de se aceitar né de se reconhecer e tem uma outra coisa também que eu eu me lembrei que a raiva é uma doença mesmo transmitida né Eh infecciosa viral aguda e olha só isso né Ela tanto é uma doença de Fato né e é acometido o cachorro quando tá eh eh eh adoecido e ele morde isso pode pode ocasionar raiva no outro então Olha como a raiva ela é contagiosa né e como que a gente precisa cuidar disso também né pra gente também não propagar essa raiva essa animosidade né de ação e reação né
ocasionar raiva no outro então Olha como a raiva ela é contagiosa né e como que a gente precisa cuidar disso também né pra gente também não propagar essa raiva essa animosidade né de ação e reação né Obrigada é interessante é E aí realmente nessas fases do luto que a gente vê assim toda essa essa briga né da pessoa com a realidade de não aceitar de sentir impotente fragilizada e tudo isso que envolve né esse esse momento da perda né Eh envolve essa questão que a que a Adriana colocou da gente poder reconhecer a nossa pequeneza mas como diz a Joana aqui respeitar-se e amar Porque o fato da gente reconhecer a nossa pequeneza não quer dizer que tem que se sentir menos né inferior Então eu acho que justamente eh essa humildade né que que a j vai colocar aqui a humildade não é A negação de valores né de subestimar a si mesmo né mas poder realmente me acolher Olha a minha realidade é essa a realidade do outro é aquela Então tudo bem né tem lugar para todo mundo e nesse momento ele ri ou chora mas outro momento eu já Rio outro chorou e de uma certa maneira então vamos respeitar né Como diz a Joana aqui né né e e e e numa proposta amorosa Então esse perdão esse esse trabalho de reconciliação né consigo né que é uma atitude amorosa é fundamental para sanar a raiva senão a gente entra no ressentimento né que é o ressentimento é justamente essa todas essas impossibilidades tu fica nesse circuito fechado eh preso nesse mundo capturado né pela pelo Fascínio do que aconteceu contigo hiper valorizando né a pessoa a situação e a tua dor né e sendo daí alimentado ressentindo sentindo várias vezes e sentindo da pior maneira né porque a juna vai dizer o ressentimento vai agasalhando né a antipatia a animosidade tu vai e fazendo certas minúcias assim e perversas né ah não mas ele fez tal coisa mas olha só naquele dia né eh não só ele ele ele agiu assim mas ele tinha comentado com a outra pessoa tal coisa tu vai juntando e tu vai alimentando uma história né E tu tá totalmente capturado
coisa mas olha só naquele dia né eh não só ele ele ele agiu assim mas ele tinha comentado com a outra pessoa tal coisa tu vai juntando e tu vai alimentando uma história né E tu tá totalmente capturado né refém e quanto mais tu tem do outro ou da situação mais poder tá tá dando pro outro pra situação e menos poder tu tá dando para ti ou seja tu tá cada vez mais tendo que fazer essa fantasia de destruir o outro né Porque justamente tu não tá de posse da tua vida dos teus recursos E aí tu fica nessa se degladiando com essas fantasias Tem uma parte que eu acho interessante que a gente ressalte que é isso ó suma sempre na condição de melancolia ou frustração e desinteresse pela existência física e mecanismo de culpa que não soube né culpa que não logra superar então ali por base desse sentir e ressentir sentir e ressentir tem por base uma culpa então para que ele não entra em contato com essa culpa ele fica preso nesse mecanismo no outro e olhando o que o outro fez e olha só como eu sou um Coitadinho E aí ele fica eh fugindo porque é uma culpa que ele não logra superar ele não quer enfrentar ele não quer Eh diluir isso daí então importante né a gente olhar esse mecanismo toda que vem Embaixo de uma melancolia uma frustração né um desinteresse pela vida mas que lá embaixo bem lá dentro tem uma culpa que ele não quer encarar você tem essa questão né Adriana da da culpa do sentimento de injustiça né que ou de ser agredido e E que esses sentimentos também desaj aqui operam numa visão de de de auto autodesvalorização então ela falou que o remédio para para superar o conflito do ressentimento é justamente essa autovalorização botar energia em mim que tem que ser original né eu me amo eu tenho né a energia tem que não tem que ficar no outro seja para destruir seja para eh para desqualificar o outro seja porque tu tá preso do que ele te fez hiper valorizando o que vem de lá né quer dizer volta a energia para ti né reconheço que apesar do da minha condição seja qual for né eu mereço né a
r o outro seja porque tu tá preso do que ele te fez hiper valorizando o que vem de lá né quer dizer volta a energia para ti né reconheço que apesar do da minha condição seja qual for né eu mereço né a vida e ser útil e aproveitar e de uma certa maneira tomar consciência das minhas possibilidades né em favor do do do que é do que é melhor né do do bem como ela como Vitória coloca Então essa esse resgate de si mesmo é que te tira do ressentimento e ela fala mais uma vez do alto amor né ela diz o ressentimento é fruto também da ausência de Alto amor e projeção da sombra psicológica dos conflitos de cada um de cada qual então quanto novamente né a ausência de Alto amor provoca essas essas desarmonias dentro de nós essas fragilidades né a insegurança como nós já falamos antes né Eh esse ressentimento esse ego ferido né E ela diz assim lá em o ser consciente o o ressentimento é ferrugem nas peças da sensibilidade transferindo para o soma então mais uma vez né além da raiva o ressentimento vai nos ferindo internamente né ela vai ela ele vai eh eh tomando conta né Essa sombra essa dor essa mágoa né vai fazendo com que se modifique as nossas eh o nosso equilíbrio né Eh celular e ela vai trazendo aqui né Eh cultivando se a raiva e convertendo a em ressentimento este descarrega vibrações vigorosas na a corrente energética mantenedora do equilíbrio atingindo o arquipélago celular e interrompendo o fluxo normal das ondas que mantém a a interação psicofísica então nessa desarmonia né atingindo esse arquipélago aí ela diz sim que vai haver uma distonia da mitose as células vão começar a se desenvolver de uma forma desordenada né E vão surgindo muitos problemas né eh então a gente vê aqui eh as consequências né físicas né orgânicas do ressentimento né eh através de tudo isso né De Uma Mente né E ela fala da vigilância da mente é importante né a vigilância da mente e e e ela chega a falar até né Cláudia e aí na origem de tumores né que essa descarga e além de ser uma descarga muito violenta né com esses vários
ância da mente é importante né a vigilância da mente e e e ela chega a falar até né Cláudia e aí na origem de tumores né que essa descarga e além de ser uma descarga muito violenta né com esses vários disturbios metabólicos gástricos e se desarranjos que vão provocando né mas também tu vai eh criando uma incompatibilidade né de est em paz contigo e essa descarga o corpo reage também também te ataca né então porque a célula daí começa a não te reconhecer né e e ou reproduz né essa essa essa dinâmica né então ela vai falar realmente de de certos tumores que poem surgir a partir disso Claro que tem fatores predisposições de cada um de nós né mas só para ter uma ideia da da da força da carga emocional envolvida no recentimento E aí ela vai tá falando da questão da importância da vigilância né por isso dessa questão do horar e vigiar e eu gosto de sempre enfatizar não é orar e vigiar e a vida do outro né mas o que eu sinto Qual a minha energia o que que eu tô vibrando que sintonia é essa e a ação da minha vontade porque a gente vê Leon Denis né enfatizando que a vontade é uma alavanca né que impulsiona esse ser eh para para transformações ético Morais eh e aí eh tendo esse real sentimento de humildade de aceitar né que sim eu sinto mas que sim eu vou tentar dar um espaço que não seja a essa questão vou tentar desenvolver o amor olhar esse outro como um ser que sofre né vou tentar olhar como alguém que também precisa do amor do afeto do carinho e aí eh essa humildade que é essa virtude especial que a gente vai precisar para poder fazer essa conversão né do ressentimento em real compreensão e tolerância ao outro e a mim mesmo e UnG fala de uma forma tão linda né que quando eu notar que o pobre mais pobre que precisa da minha caridade sou eu que preciso da esmola do meu amor eu preciso desse meu amor né Então aí a gente mudaria Então veja a importância da compreensão e tolerância para dar conta desse sentimento tão forte eh que é a questão do ressentimento eu sinto e ressinto e
ciso desse meu amor né Então aí a gente mudaria Então veja a importância da compreensão e tolerância para dar conta desse sentimento tão forte eh que é a questão do ressentimento eu sinto e ressinto e ressinto de novo e vou sentindo e eu vivo tudo isso de novo então para quem tem alguma eh eh questão com isso que eu acho que todos nós né Eh no livro conflitos existenciais ela vai trazer coisas muito importantes que depois nós vamos aprofundar que são as causas psicológicas do ressentimento os efeitos perniciosos e os transtornos emocionais do ressentimento e depois a terapia Libertadora do ressentimento é um tratado né onde ela vai trabalhar de um lado num Capítulo específico a raiva e de outro esse capítulo específico do ressentimento para poder que a gente possa lidar com essas emoções que tantos nos causam dor e sofrimento porque veja aqui é importante a gente colocar também que é um dos fatores para uma neoplasia porque senão a gente ainda julga né nossa aquela pessoa tá com problema sério Ah ele tem tanta raiva quer dizer a gente ainda julga o problema do outro não Um dos fatores né dessa energia exacerbada que a gente vai tendo desarmoniza fala que que isso vem de Deus essa harmonia ela procede de Deus né Eh e E aí quando a gente tá preso nisso a nossa razão fica obnubilada ele tisna a razão então é importante eu acho esse capítulo belíssimo porque nos traz né condições de lidar com sentimentos tão profundos que causam olha tumores de gênes Gênese desconhecida distúrbios gástricos de etiologia ignorada e transtornos neuróticos né quantos de nós aqui com a nossa neurose TM por base né a raiva a culpa o ressentimento Uhum é eu a Quim Cláudia pode não pode pode falar não só ia dizer que realmente isso que que a Adriana tá falando que vocês já comentaram Antes também né que eh que o ressentimento é R tisne a razão né e isso é de tal maneira grave que a pessoa fica num Delírio né E todas as emoções tendem a tnar razão né né mas no ressentimento eh tu sai da capacidade de de viver a
essentimento é R tisne a razão né e isso é de tal maneira grave que a pessoa fica num Delírio né E todas as emoções tendem a tnar razão né né mas no ressentimento eh tu sai da capacidade de de viver a vida e aí tu fica consumido por fantasias de ter ressentir repassando eh cultivando a dor né certo masoquismo né certo sadismo e masoquismo contigo mesmo E aí tu vai realmente entrando naquilo que a CL comentou antes de uma auto-obsessão contigo mesmo e com com a com a pessoa que pode ser O Alvo do Teu ressentimento então a gente pode entrar num processo eh de de hostilidade e de Delírio Em relação ao outro que pode durar várias vidas porque tu acredita que o problema do do do teu é o outro mesmo né e Enquanto o outro não for ferido não pagar tu não descansa a questão da violência do ódio que vai né esse ressentimento vai te sando no ódio né e e e o pior quando por trás disso tem um cinismo também a pessoa eh finge-se ser tranquila né e legal mas lá por trás tá lá aquele Fé do ressentimento escondendo e pensando e e promovendo tudo que é desgraça né pro outro né então é complicado isso né A situação é sim e aí você entra na faixa da do pensamento né quando ela diz pra gente orar e vigiar né O que Adriana trouxe né Essa importância né da sintonia mental né porque eh tem tem a pessoa se compraz ela tem um prazer né E ela tem uma elaboração mental né de situações né Eh eh eh ligando aquela pessoa então e a pessoa vai recebendo tudo isso né Essa onda essa sintonia vai chegando até aquela pessoa e só vai piorando a relação entre elas né se ao contrário né se a gente faz aquela oração para os meus desafetos né que é explicada no Evangelho se a gente faz isso promove né Eh pedindo luz encaminhamento para aquela pessoa que tá que estamos com uma relação difícil aquilo também vai chegar para ela de uma forma boa e vai melhorar a relação Então o que a gente tá dizendo é o que ela fala aqui olha se alguém se sente atingido por uma injustiça ou agressão por uma onda perturbadora ou in
r para ela de uma forma boa e vai melhorar a relação Então o que a gente tá dizendo é o que ela fala aqui olha se alguém se sente atingido por uma injustiça ou agressão por uma onda perturbadora ou in amistosa de imediato corrija a sintonia mental E mude a faixa do pensamento né então ela Nos alerta para isso né Eh pra gente mudar essa faixa Eu costumo muitas vezes às vezes eu tô também né todo mundo e a gente fica naquele pensamento obsessivo eu digo opa opa parou para com isso você não não vai mais pensar sobre isso né então é uma ordem que eu dou para mim mesma para virar aquela chave e aí eu vou fazer outra coisa assim como a Adriana tem os mecanismos que ela trouxe eu também vou fazer uma outra coisa eu vou trabalhar com as mãos eu vou arrumar eu vou lavar alguma coisa eu vou mexer para que aquela coisa eu não eu desvie o meu foco de atenção para aquilo né e e uma o que eu queria também não deixar de falar lá é que a Joana diz assim olha quando alguém se encontra ressentido com a ma sorte os insucessos profissionais afetivos e sociais Primeiro ela diz deve adquirir consciência das imensas possibilidades que lhe estão ao alcance porque a pessoa não percebe quanto de possibilidade né Eh eh eh de de de eh instrumentos que ela tem né de talentos que ela tem e depois ela diz aí ela diz algo que eu acho eram muito mais importante recomeçar as experiências que não obtiveram êxito né é recomeçar recomeça da onde está Joana sempre nos fala isso né Esquece recomeça da onde está zera zera o cronômetro e começa de novo isso é que é importante porque a gente não traz uma carga negativa eh pessimista e a gente começa com um ânimo renovado né naquela naquele momento e e aquilo que Adriana falou eu acho fundamental ela tocou eh tudo no universo que a Joana nos fala tudo no universo se encontra mergulhado em vibrações e ondas que procedem do Poder criador então o equilíbrio ela diz vige na sintonia com a ordem e com os princípios de Harmonia Então se a gente tá na contramão disso a gente tá
mergulhado em vibrações e ondas que procedem do Poder criador então o equilíbrio ela diz vige na sintonia com a ordem e com os princípios de Harmonia Então se a gente tá na contramão disso a gente tá vibrando completamente a ao inverso do que tá o movimento de harmonia e de organização do universo né de Deus né do Criador né o criador tem uma ordem ele traz ele ele estabelece uma ordem tudo tem uma ordem tudo tem um encadeamento se a gente tá em desarmonia com isso é lógico que não vai dar certo né É lógico que vai dar problema né então é é lembrar mesmo que a gente precisa est vibrando na na onda né na na eh em sintonia com Essa ordem e e essa harmonia que vige no universo muito bem nosso tempo já tá esgotado né são questões realmente importantes que a gente vai voltar como foi colocado ncos existenciais né mas a gente convida vocês a continuar né o estudo Capítulo 10 porque a gente vai trabalhado aí semana que vem né a lamentação e a questão da perda pela morte que no luto então é um capítulo muito rico muito interessante e nós convidamos a continuar conosco nesse processo maravilhoso junto aos aos elementos que a Ben feitura nos oferece para o estudo nosso carinho nossa gratidão a todos que Jesus abençoe e até o nosso próximo encontro
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