T5:E08 • Momentos de Consciência • Carma e Consciência
Neste episódio, Gelson Roberto, Adriana Lopes e Cláudia Semeghini compartilham os seus conhecimentos a respeito do carma, trabalhado indiretamente por Kardec na lei de causa e efeito. Especialmente neste capítulo do livro Momentos de Consciência, a autora espiritual Joanna de Ângelis apresenta, de forma belíssima, um novo olhar sobre o conceito de carma, através das reencarnações, retirando do seu significado a culpabilidade. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #MomentosdeConsciência #Carma
alô amigos mais um momento especial do nosso estudo que nos alegra que nos alimenta espiritualmente estamos aqui assimilando né recebendo esse Manancial Divino oferecido pela benfeitora através da sua obra da s psicológica estudando agora momentos de consciência hoje em especial Capítulo oito carv consciência e com a gente né dando um Alô a todos que nos nos acompanham tá aqui a Cláudia Adriana que sempre são pessoas que abrilhantam aqui os nossos encontros e estão conosco hoje para poder trabalhar esse tema tão importante tão provocativo eu queria começar a provocar Adriana também já F cutucando Adriana como é que tu vê esse capítulo Car me conen é interessante esse tema né porque se nós perguntarmos onde é que tá na doutrina espírita o conceito de Karma a gente não vai encontrar porque Kardec não trabalhou o termo especificamente por quê Porque é um Tero muito antigo né ele vem lá antiga né dos hinduístas Os budistas né então é um termo muito antigo e que ele foi trabalhado indiretamente por Kardec quando trabalha a lei de causa e efeito mas a palavra Karma não aparece na doutrina espírita mas ele aparece numa outra numa outra formatação que seria quando Kardec trabalha a lei de causa e efeito principalmente no céu e inferno no código penal da vida futura ele vai trabalhar muito profundamente essa questão e aqui a Joana vai fazer de forma belíssima né ela vai tirar eu achei né aquela ideia da gente olhar para Karma como destino porque nós aqui né ocidentais que vemos o Karma como destino porque tanto os budistas os hinduístas eles não tinham essa ideia para Karma né o Karma ele seria esse prefixo Car vem de agir fazer e o má seria o efeito ou uma ação né então ele não inclui os conceitos de culpa castigo remissão Redenção S eh mas sim é uma ação e o seu efeito e isso é muito bonito porque aí a gente tira tudo isso ah o meu Karma né Eh meu marido é o meu Karma e a gente vai falando com esse tom pejorativo com esse tom negativo e aqui Joana vai elucidar bem essa questão de
bonito porque aí a gente tira tudo isso ah o meu Karma né Eh meu marido é o meu Karma e a gente vai falando com esse tom pejorativo com esse tom negativo e aqui Joana vai elucidar bem essa questão de uma forma linda né belíssima E aí Cláudia vamos como é que tu vê isso que a Adriana tá trazendo Olá pessoal bom tá aqui com vocês novamente é É isso mesmo a Joana Traz essa visão diferenciada desse efeito né e e como bem lembrada a a a questão de causa efeito e a gente liga a isso então a forma como a gente utiliza o livre arbítrio que também é uma outra expressão que a doutrina utiliza né de uma responsabilidade de um compromisso né E se por um lado algumas pessoas pensam né e vivem eh de uma forma eh muito imediatista que não há nada depois da morte enfim aqueles que não são reencarnacionistas e vivem muito do aqui agora né nas Sensações nos Prazeres por outro lado há aqueles que vivem numa forma de eh eh de Fatalidade da vida né Isso é é eh a Fatalidade é eu eu nas para ficar assim Eu vivo assim as coisas acontecem assim não tem jeito não né e que também não traz nenhuma responsabilidade E aí a Joana vai trabalhar nesse livro aí em outros também quando ela vai falar de tormentos E aí eu ligo a palavra Karma também a tormentos né como ela já trabalhou em outros livros Jesus é atualidade desperte seja feliz ela vai trazer a consequência desses atos né a a eh o a a causa e aí o efeito são os tormentos então esses carmas que as pessoas trazem né como aquilo que está posto eh ou aquilo que que de uma forma negativa a Joana vai trazer eh a a a uma maneira positiva de olhar como nessa forma de compromisso essa forma de responsabilidade com a nossa vida e essa forma Então se podemos usar a palavra Karma de então promover um Karma Positivo né ou seja de um plantio né em ações mais positivas e favoráveis para que a gente possa colher lá na frente né porque se nós somos reencarnacionistas a gente não pode esquecer que a gente é um espírito num corpo né Eh atravessando esta vida e plantando plantando eh para
que a gente possa colher lá na frente né porque se nós somos reencarnacionistas a gente não pode esquecer que a gente é um espírito num corpo né Eh atravessando esta vida e plantando plantando eh para o futuro é acho tão importante isso tudo estão trazendo né né porque realmente é um conceito Central né é um dos das bases que a doutrina espírita tem né lei de Karma lei de causa e efeito né E ela às vezes é muito mal compreendida né como estão colocando muito bem aqui né Essa ída de cara como destino como Fatalidade como algo que me aprisiona da qual tô submetido sem possibilidade de de mudança e Joana vai romper justamente com isso vai dizer que o Karma está sempre em processo de alteração né porque se eu sou eh consequência do que eu fiz antes eu sou também causa do que serei amanhã né então deé causa e efeito eles se combinam permanentemente na dinâmica da vida pelo meu livre arbítrio Então a gente tem que junto com a com a lei de causa e efeito trazer a ideia de livre arbítrio que a gente tá podendo mudar fazendo escolha a todo momento Então as coisas não são determinadas não tem essa Fatalidade e também a junto com a ideia de Liv Bito a ideia de evolução de uma finalidade porque de uma certa maneira né Se a gente for pensar assim que a ideia de Karma como eh que tá ligado ao conceito de causa né porque causa é tudo que se traduz como aquilo que produz o efeito e se prolonga nele né e e na verdade o o único que não tem causa é Deus né os outros tudo tem causa então a causa e tá presente né é um conceito Fundamental e né Kant vai dizer isso né que tá aplicado de maneira em todos os fenômenos da vida né tudo tem uma causa né e de uma certa maneira já que tudo tem uma causa essa causa cria um efeito ele que determina a constituição e a natureza de um ser ou de um fenômeno então de uma certa maneira Esse princípio da causalidade ele é inerente à nossa vida né e a reencarnação vai explicar a dinâmica desse processo só que a gente esquece que existe quatro tipo de causas né o
o de uma certa maneira Esse princípio da causalidade ele é inerente à nossa vida né e a reencarnação vai explicar a dinâmica desse processo só que a gente esquece que existe quatro tipo de causas né o Aristóteles fala das das de quatro tipos de causa a causa material a causa formal a causa eficiente e a causa final né então por exemplo se a gente pegar a um artista né e uma estátua né um michelângelo né que que que faz um Davi um davin que faz um né uma estátua bela né então a gente pode dizer que a causa material é a matéria que é feito a aquela estátua se de madeira ou de mármore né a causa formal é h o que o que constituiu né a imagem representada pode ser de Afrodite ou de Apolo ou um outro Deus ou uma outra figura né a causa eficiente é o próprio Escultor né um fidas da vida PCR que realizou o movimento para que a obra se realizasse e a causa final é o objetivo do Escultor né que é a beleza o ganho ou mesmo a a fama a glória em relação ao que ele realizou ó então de uma certa maneira tem quatro causas e e a ciência e nós espíritas ficamos presos só na causa eficiente né aquilo que gerou né a coisa eficiente que gerou Mas e aí que que que Adriana e Claus colocando que a gente fica nessa justificativa a causa para justificar o nosso passado para justificar a nossas queixas para justificar a realidade que a gente tem e não e a e a e não a causa como eh aprendizado não como justificativa ah eu tô casado com Fulano como a CR falou porque é karma então eu tô justificando a minha desgraça ou a minha alegria ou a minha história então eu sou só causa eficiente Eu fiz alguma coisa para essa pessoa antes agora tem que suportar ela e a causa final é qual é a finalidade eu tá aqui com ele eu errei com ele no passado e mais do que suportar ele tô aqui para aprender aprender a amar aprender a perdoar aprender a desculpar Seja lá o que for e a gente pede essa noção de causa final que existe uma finalidade que é justamente o propósito da evolução então a gente não pode separar Karma lei de causa efeito de
er a desculpar Seja lá o que for e a gente pede essa noção de causa final que existe uma finalidade que é justamente o propósito da evolução então a gente não pode separar Karma lei de causa efeito de liberdade e de evolução que tá ligada à causa final e aí a Joana vai justamente D essa visão dinâmica do Karma né essa esse processo que a gente possa Dea maneira Começar a se habilitar a a a a a a ter consciência ou seja entender que dentro desse processo todo existe vários fatores acontecendo e que eu sou agente do meu passado mas agente do meu futuro também e que cabe a mim então tomar rédia da minha vida e construir melhor o meu futuro com quê com consciência aí vem o o título do capítulo Karma e consciência eu peguei no meio de algumas falas Ah uma ideia de Karma né então eu busquei lá em Jesus Jesus diz assim disse-lhe Jesus guarda Guarde a espada pois todo aquele que impunham a espada pela espada perecerá aí Paulo de Tarso diz não vos enganeis Deus não se deixe escarnecer pois tudo que o homem semear isso também se fará aí o espiritismo traz lá no código penal da vida futura no céu e inferno ele diz assim sendo a infinita a justiça de Deus o bem e o mal são rigorosamente considerados não havendo uma só ação um só pensamento mal que não tenham consequências fatais como não há uma única ação meritória um só bom movimento da Alma que não se perca E aí na poesia Pablo Neruda dizendo que o homem é livre para agir mas é escrav das consequências E aí eu colocando a lei de ação e reação ou princípio de causa e efeito eh relacionada com a lei da Liberdade né porque a gente tem a liberdade para agir mas nós temos que nos responsabilizar pela consequência dessa ação e é interessante a gente voltar pros orientais porque eles não eh eh não vê isso como um castigo né mas a ideia de que a gente é responsável é como se fosse assim tudo que eu faço tem uma relação em Cadeia então se eu faço um comp tenho um comportamento de certa forma carregado com essa energia negativa uma energia ruim isso vai pro
nsável é como se fosse assim tudo que eu faço tem uma relação em Cadeia então se eu faço um comp tenho um comportamento de certa forma carregado com essa energia negativa uma energia ruim isso vai pro universo e de alguma maneira isso Volta para mim porque eu estou no universo eu pertenço ao universo e eu estou conectado com isso né se cai uma folha no universo eu de alguma maneira sinto então se eu emito uma sensação Uma emoção algo em relação ao universo esse universo retorna para mim não porque eu sou eh castigada não porque eu sou punida não porque Coitadinha de mim olha como eu sou vítima não se eu emito amor se eu emito eh Sensações e emissões de de bondade isso vai pro universo e isso retorna para mim né Isso é aquela conexão que nós temos se nós olharmos a história de Francisco de Assis a gente vai ver muito Claro no momento em que ele se comunica com os animais com as pedras com a natureza porque isso de certa forma era a forma dele exercitar o amor então o amor à natureza vai retornar para ele então por isso que a consciência e Karma eles estão intimamente relacionados eles juntos né um é decorrência do outro por isso porque não tem como eu emitir uma sensação se é que ela não vai retornar para mim de uma forma ou de outra é isso aí a gente lembra daquele efeito da Borboleta né se uma asa da borboleta parte aqui lá do outro lado e tal vai sentir mas esse é um essa é uma é um desejo né eu coloco como um desejo de que todos nós em algum momento que e aí entra o desejo né que cada vez seja mais rápido né Essa nossa nesse processo de evolução da humanidade que a gente possa tá integrada a tudo né Eh integrada a toda a natureza o mineral tá dentro de nós né o animal tá dentro de nós né viemos também lá daquele princípio né da da movimentação das moléculas né no meio dos vegetais também naquele naquele eh Liquen né então assim tudo isso tá dentro de nós né e Francisco de Assis pode sentir isso maravilhosamente bem e trazer isso para nós né esse é o legado que ele traz né ele nos ensina que é
naquele eh Liquen né então assim tudo isso tá dentro de nós né e Francisco de Assis pode sentir isso maravilhosamente bem e trazer isso para nós né esse é o legado que ele traz né ele nos ensina que é possível isso é tão bonito né e e falando assim Adriana eu fiquei pensando né naquelas duas visões que eu trouxe e a visão da doutrina espírita ligada à psicologia Espírita que a Joana vem traduzindo né e as passagens do mestre na série psicológica o quanto isso tá envolvido com o que a gente acabou de falar porque se cada vez a gente se autoconhece mais cada vez a gente percorre esse caminho interno cada vez mais a gente vai se sentir integrado com o todo né que esse é o objetivo da gente est integrado com o Cosmo lembrando né que o cosmo grandioso tem um Cosmo pequeno dentro de nós né Tem um aí eu acho que a gente volta justamente né Cláudia na ideia que Adriana tava colocando dessa relação da consciência com o Karma porque de uma certa maneira a j vai justamente falar isso né se essa consciência é Adormecida a forma de viver isso vai ser diferente porque eh não basta a gente ter informações né pode desconhecer a ideia de Karma né eu posso ter espírito Espírita né e conhecer o conceito de Karma mas usar de maneira eh infeliz o conceito né no capricho da minha inconsciência da minha imaturidade então a gente vê isso acontecer a todo momento né as pessoas usam concelho de Karma não A partir dessa atitude de Lucidez de consciência e maturidade mas justamente para justificar os seus Caprichos dentro dessa imaturidade emocional e espiritual então a gente vê as pessoas usando o conceito de Karma para para para como Mat de justificar pra gente não ter que enfrentar nossa a nossa realidade por sermos orgulhosos então ah isso acontece comigo por isso mas eu não consigo reconhecer o por isso que que implica né Eu só justifico então uma tendência de também de sentir injustiçado j falou segu gente não pode culpar Deus né né então a gente acaba eh querendo que Deus nos prove porque eu
r isso que que implica né Eu só justifico então uma tendência de também de sentir injustiçado j falou segu gente não pode culpar Deus né né então a gente acaba eh querendo que Deus nos prove porque eu meu Deus né O que que eu né como se esse processo cármico tivesse alguma coisa errada como se Deus não fosse né justo né então eu questiono o Karma como a partir da da da da minha Ótica infantil né de não aceitação que encobre uma rebeldia uma recusa aceitar a condição né então eu eu eu eu justifico Para só suportar mas não me trabalhar né eu tenho que vir com essa pessoa eu tenho que que fazer isso mas não um trabalho de aceitação real né então eu eu fico só na superfície do conceito né querendo que eh negando as implicações e e determinando da nossa cabeça o que é melhor para nós e e também essa ideia de não confiar no amor do pai de se reconhecer que existe um karma né uma condição que se apresenta ela é justa e perfeita no arranjo favorável para aquilo que a nossa alma necessita né então quando gente começa a trazer uma Lucidez dessa consciência que a Joana começa a ocupar na segunda parte do capítulo né ele vai dizer que essa consciência vai começar ampliar eh né a ideia de Karma e e e esse cabo vai então criar luz né e vai te engrandecer em favor da plenitude Então olha só que que mudança importante na medida que ela vai começar relacionar esses dois temas né então para viver esse lugar que tu colocou né Cláudia que são Francisco chegou né a gente precisa trazer Então essa consciência e fazer esse caminho pela consciência né é observar que todas as dificuldades todas as vicissitudes elas são um fator educativo E aí realmente para alcançar esse olhar né Eh de de compromisso e de de entendimento que ali tem uma lição né então desfoca se aquele problema que a pessoa fica em se mesm ada para qual a lição que o pai quer que eu aprenda né então é esse exercício de distanciamento para olhar para aquela lição né isso E aí juntar eu acho duas coisas né que tem um as da justiça
se mesm ada para qual a lição que o pai quer que eu aprenda né então é esse exercício de distanciamento para olhar para aquela lição né isso E aí juntar eu acho duas coisas né que tem um as da justiça divina mas dentro da justiça divina tem a sua infinita misericórdia e amor né e as duas coisas estão juntas e a gente só só a justiça como injustiça porque a gente não vê o amor e nem a misericórdia divina a gente acha que alguma coisa deu errado com com a lógica Divina erraram alguma coisa não deu certo porque me botaram essa p no meio do meu caminho Por que que tô pesado e eu começo a me debater com a vida em vez de me abrir pra vida né e tirar o melhor proveito dela e Paulo traz Eh agora eu não vou lembrar o a frase direitinha eh que tá em outro livro Ah sim ele vai dizer assim é para a disciplina que sofreis Deus vos trata como a filhos pois Qual é o filho quem o pai não corrige quer dizer essa situação educativa que se apresenta para nós né que não é punitiva como você falou e tem uma uma antes eh tem uma frase que ela diz assim essas possibilidades que se encontra adormecidas são a presença de Deus em todos aguardando o momento de desabrochar e crescer é tão bonito isso né quer dizer eh toda essa presença de Deus pulsante dentro de nós para que a gente possa Florescer como uma né uma linda flor né que a gente ainda tá meio que botão fechadinho né Tem aquelas flores que custam Abrir tem outras né a gente compra num arranja elas elas ficam lindas e tem algumas que custam né E a gente vai corta um pouquinho o caule para ver se ela ganha uma força então a gente essas dificuldades são essa poda né Desse piquititinho aí desse cauo pra gente ganhar impulso e crescer mas antes disso ela diz assim que é isso que eu queria dizer né refaz e pois a tua vida a todo momento para melhor mediante os teus atos saudáveis constrói e elabora novos carmas libertando-se dos penosos que te pesam na economia moral Joana sempre vai trazendo isso pra gente né OK Tá assim agora mas não fica sentado em
te os teus atos saudáveis constrói e elabora novos carmas libertando-se dos penosos que te pesam na economia moral Joana sempre vai trazendo isso pra gente né OK Tá assim agora mas não fica sentado em cima desse tormento né então refaz aquilo daqui para frente né ganha impulso refaz é interessante a gente fazer né uma retrospectiva Então como que ela fala ela fala que Karma é o efeito das ações praticadas que essas ações podem ser atos positivos ou podem ser atos negativos que toda ação tem uma reação o ato positivo ele Vai resultar na Lucidez no progresso né momentos felizes afetividade o progresso moral intelectual espiritual o ato negativo ele vai atuar com insensatez e ele vai gerar H uma prova expiação Então veja eu pratico uma ação que ele vai ter uma reação que desencadeia pode ser positiva ou negativa e aí ela entra aqui com isso que a que a Cláudia tá dizendo que o Karma sempre está em processo de alteração eu acho que essa parte é o que diferencia a a psicologia Espírita essa essa pontuação da Joana no sentido de que assim nós podemos fazer diferente porque eu falo né eu chamo de o complexo da Gabriela eu nasci assim eu vou ser sempre assim eu vou morrer assim não né eu nasci sim mas eu posso mudar eu sou ator eu sou construtor da minha história eu sou ator e o que escreve o meu roteiro protagonista né então com isso a gente pode alterar E aí entra uma postura ativa porque o próprio conceito de Karma fala de uma ação Então para que eu possa modificar essa ação eu preciso ter outra ação que a substitua E aí vai entrar a questão da reparação né que ela fala que o Karma é a melhor forma de reparar o mal é praticar a força do amor né associada à vontade do indivíduo e a querer reparar isso então não é uma um um querer egóico mas a partir do momento que você se coloca no trabalho do bem que você se coloca no amor que você se coloca num num trabalho social num trabalho como o todo você vai exalando você vai fazendo ações que possam modificar esse meu Karma né E aí ela
trabalho do bem que você se coloca no amor que você se coloca num num trabalho social num trabalho como o todo você vai exalando você vai fazendo ações que possam modificar esse meu Karma né E aí ela entra aqui que a desdita que se alonga o cárcere moral que desar Bora a enfermidade rigorosa que alucina a alimentação que perturba a solidão que aspia o desar que amargura podem arse favoravelmente E aí ela fala como se aquele que os Experimenta resolve mudar as atitudes aprimorando-os e desdobrando-as em prol do bem geral que resulta no bem próprio Olha que coisa linda gente é poder olhar que sim eu estou sofrendo porque eu já me equivoquei no passado não é porque Deus Está Me punindo Mas eu posso a partir de todo esse sofrimento né Eh falar OK eu estou sofrendo mas agora eu vou plantar uma semente diferente porque ela fala aqui né fruto da árvore plantada e cultivada tem a espécie que tipifica o vegetal Então eu posso ir mudando a semente né enquanto eu tinha sementes assim contra o outro de intriga de inveja eu posso colocar no meu repertório de sementes aí né no meu na minha plantação amor caridade né o acolhimento ao próximo e com isso eu vou estar mudando o meu Karma ela ele dá ela dá o exemplo de de Madalena né Maria de magdala né que que tava errante no mundo né uma pessoa sofrida que ansiava o amor e isso era verdadeiro mas estava totalmente entorpecida na inconsciência dela né perdida nos elementos da vida aprisionada na ilusão da beleza da riqueza desses homens todos que ficavam Em volta dela até que Jesus chega né e liberta ela chama ela paraa consciência Olha Maria tem sido de amor mas não é aí que tu vai encontrar isso né E aí ele propõe né o esse compromisso com ela de amar e ela assume esse compromisso né como com com consciência com responsabilidade então de uma certa maneira né E aí muda a vida dela né ela muda a ponto de ela bicar toda aquela vida depois ela se entrega para cuidar os leprosos desencarna né e antes disso ela Jesus aparece para ela né quer dizer
ta maneira né E aí muda a vida dela né ela muda a ponto de ela bicar toda aquela vida depois ela se entrega para cuidar os leprosos desencarna né e antes disso ela Jesus aparece para ela né quer dizer de uma certa maneira ela é premiada né pelo por esse esforço então isso cria essa postura existencial né que o próprio sarte coloca não importa o que a vida te deu né que não fica questionando Ai meu Deus por que que é isso me deu porque né importa o que tu faz com a vida então assume que ela é tua né veja se a gente reconhece que que a lógica da vida dentro dessa proposta reencarnacionista Ela é perfeita né então não tem que questionar né eu posso questionar a Minas escolhas né E que mas eu tenho que fazer alguma coisa com ela então eu não posso culpar o o homem o outro mundo ou Deus né Eh eu posso questionar mim né que eu fiz para chegar até aqui e eu quero continuar no mesmo caminho então se eu não olhar para mim e fazer de conta que isso não é meu eu vou continuar repetindo aquele padrão porque a neuros é é assim né tu repete tu sai de um casamento tá quero me livrar daquela pessoa tu vai lá e pega uma outra pessoa igual exatamente igual né Por quê Porque a questão não era muitas vezes esse casamento ou aquela pessoa é o teu padrão de funcionamento e essa roda da Qual tu tá aprisionado então vai compulsivamente repetindo aquele padrão então de uma certa maneira né Eh então por isso que ela diz que carma e consciência andam juntas né E aí ela vai trazer o conceito de consciência né Eu não sei eu queria trabalhar um pouquinho isso com vocês né que que qual é a ideia de consciência que ela traz aqui no capítulo que que vocês perceb em relação a essa proposta de porque o conceito de consciência ele é muito amplo né Tem várias nuances consciência itiva estar consciente consciência de est lúcido e assim por diante mas aqui el tá trazendo um conceito bem específico de consciência aqui que ela coloca né é que ela coloca que não é a inteligência no sentido mental né mas é uma capacidade
t lúcido e assim por diante mas aqui el tá trazendo um conceito bem específico de consciência aqui que ela coloca né é que ela coloca que não é a inteligência no sentido mental né mas é uma capacidade de estabelecer os parâmetros para poder entender esse bem ou mal e optando pelo primeiro seguindo a diretriz do equilíbrio das possibilidades latentes e desenvolvendo os recursos atuar em favor do seu viraco então é a possibilidade que eu tenho de estabelecer esses parâmetros para conseguir entender o certo e o errado o bem e o mal e não é escolher né porque eu acho que é isso que é importante né as outras eh eh religiões nós em outros momentos optv pelo bem e aí que a gente caía né o Freud dizia que nós seríamos bem melhores se não quiséssemos ser tão bons então optar de forma unilateral pro bem eu vou eh perder muita coisa porque o que eu sei em relação ao mal o que a minha consciência hoje determina como mal às vezes num outro momento isso não é um mal percebe então bem e mal são dois eh parâmetros né são dois conceitos e que eh vai depender do meu grau de consciência entender o que é bem e o que é mal e eu preciso estar entre né isso que o Jung fala da função transcendente a partir do momento que eu estou entre essa polaridade eu consigo transcender e além eu não fico na unilateralidade de um em detrimento do outro mas nesse embate eu supero Eu vou além é até porque né Adriana se eu não conheço o mal que ela falou entender o bem e o mal consciência entender isso né se eu fico como você falou presa no idealismo superficial infantil Ah eu quero fazer o bem mas não tem consciência do que seja isso né e Nego o mal aquilo que não pode entrar pela porta da frente vai entrar pela porta dos fundos né E quando eu vê eu sou arrastado pelo mal e não tenho não não tô tendo consciência que aquilo é um mal né então justamente consciência aqui para benfeitora é uma consciência ética né Eh não é cognitiva não é conceitos não é informação não é apenas estar consciente enquanto eh a minha
ue aquilo é um mal né então justamente consciência aqui para benfeitora é uma consciência ética né Eh não é cognitiva não é conceitos não é informação não é apenas estar consciente enquanto eh a minha capacidade de perceber as coisas é uma reflexiva avaliativa que envolve valor valor coisa que o sentimento faz né Então essa consciência ética envolve uma uma aprimoramento do sentimento uma de qualificar de reconhecer que o coração determina né E é disso que ela tá falando de consciência e só se chega a isso também através da relação né uma consciência relacional onde o outro vai apontar as nossas dificuldades as nossas mazelas onde a gente vai projetar no outro aquilo que a gente não consegue ver então é na relação né É na relação que a gente consegue não adianta se afastar né subir o monte fica lá isolado né Em algum momento a gente precisa simbolicamente está isolado para poder se conectar que é a experiência da Solitude a experiência de afastar-se do burburinho desse burburinho da do do mundo cotidiano mas para que a gente possa eh eh ocupar um pouco esse espaço eh de silêncio né deixar reverberar coisas dentro da gente e voltar pro mundo mas é na relação mesmo é no dia a dia é no enfrentamento né É É no choque das Pedras né do dos tropeço dos obstáculos que a gente vai se conhecendo e antes eh eu fiquei me lembrando Quando vocês estavam trazendo eh sobre a Maria de magdala eu fiquei pensando ela escutou o chamado né ela deixou reverberar dentro dela aquela conexão com o Cristo né estava naquele momento na hora propícia né porque a gente também tem um tempo de de maturação e e foi chegado aquele tempo para ela né E ela pode escutar o chamado e esse chamado é importantíssimo que a gente escute porque é o chamado também que a consciência nos coloca né pra gente colocar de forma ativa e atuante Um Novo Olhar atravessar um outro Portal com uma outra forma diferente de ver a vida e aí sim a gente sai daquela daquele lugar de de de sofredor de vítima como algumas vezes a gente já trouxe aqui para aquele
lhar atravessar um outro Portal com uma outra forma diferente de ver a vida e aí sim a gente sai daquela daquele lugar de de de sofredor de vítima como algumas vezes a gente já trouxe aqui para aquele lugar como Adriana bem disse de protagonista né da sua ação da sua história Isso é que é bonito né E aí ela vai dizendo né Eh essa essa enquanto Adormecida a gente lembra da consciência de sono que a Joana já trouxe várias vezes para nós né e a consciência de uma Lucidez né aquela consciência lúcida onde você já entende Quais são as suas questões já sabe que a gente escorrega que aquela pessoa escorrega várias vezes naquele mesmo tempo tema que pode não ser muitas vezes pode não ser o tema eh numa concretude mas a emoção que ass suscitada a partir daquele enfrentamento né E aí Eh eh para além dessa consciência lúcida a gente lembra também da consciência terapêutica que aí é realmente a integração do aprendizado quando a a Joana vai trazendo essas diferenciações de consciência né E aí ela vai dizer faculto discernimento né onde tem a possibilidade de mais se favorecerem os valores divinos aumentando a capacidade de amar e servir eh o Amor cobre uma multidão de Pecados a gente já ouviu tantas vezes isso né E aí Pedro traz isso dizendo ama dedica utiliza o seu dom para para eh distribuir pro mundo quer dizer são formas diferenciadas de olhar né usa de respeito usa de humildade com o outro tantas maneiras da gente amar e e e se resgatando através dessa relação com o outro né Eu Lembro Aquilo que Adriana falou né Cláudia falava assim da desse dessas possibilidades latente né que vão vão trazer os recursos que é a presa de Deus em cada um de nós né E aí que tá o problema não tá nas coisas limitadas e nem nos potenciais que a gente tem porque um potencial não vivido também é o mal né então quando a gente fala dessa consciência Adormecida né a gente fala também das implicações com o bem que a gente não faz ou com a qualidade da nossa vida da que a gente não reconhece então o não reconhecimento a
gente fala dessa consciência Adormecida né a gente fala também das implicações com o bem que a gente não faz ou com a qualidade da nossa vida da que a gente não reconhece então o não reconhecimento a inconsciência enquanto esse adormecimento né ele ele ele por si só já é um mal não é porque de uma certa maneira impede que o potencial que nós temos possa ser reconhecido e usado né como a própria Madalena que tinha um potencial de amor muito grande mas el não sabia como fazer isso né Eh Ou o mal ou as as coisas negativas que a gente tem se a gente não fazer consciência também acabam se esparramando e tomando à frente na nossa vida então para mim a questão eh do do bem e do mal tem muito a ver com essa inconsciência e com essa consciência quanto mais eu adormeço quanto mais eu evito Me enxergar quanto mais eu nego a minha realidade mais eu tô no mal por isso que o Yung vai dizer quem a gente não se ilumina de maneira mágica não é negando mas sim reconhecendo a nossa sombra né que essa sombra a gente reconhece ela vai se tornando muitas vezes um potencial bonito porque às vezes ela ela é negativa justamente pela atitude inadequada do Ego né e não pelo conteúdo em si que é perigoso que é destrutivo essa coisa não é destrutiva mas ela desajeitada equivocada pelo lugar que o ego dá para aquilo ou o papel que ela ocupa justamente pela inconsciência da pessoa né quando ela coloca aqui né dessa consciência Adormecida que funciona como um automatismo eu lembrei muito da frase do Jung que eu gosto muito que até você se tornar consciente o inconsciente irá dirigir sua vida e você vai chamar isso de destino né E aí a gente lembra então No primeiro caso exemplo que o Gelson trouxe da Madalena veja ela tinha ela estava na prostituição e aí ela tem esse chamado e ela ouve o chamado e daí no segundo exemplo Ela traz o exemplo de um discípulo Veja a condição que estava né Judas iscariote era um discípulo então em termos Vamos pensar né igic Falando em termos de posição hierárquica
e daí no segundo exemplo Ela traz o exemplo de um discípulo Veja a condição que estava né Judas iscariote era um discípulo então em termos Vamos pensar né igic Falando em termos de posição hierárquica que ele se encontrava ele tava muito próximo a Jesus em termos de proximidade local locos né mas ele não ouve Esse chamado então a consciência dele ficou obscurecida pelo pela ideia do poder e enfim uma série de coisas e ele não ouve o chamado né ele não se entre pega isso E aí eh Então ela traz dois casos de Dois seres que um consegue modificar o Karma se tornando num Karma positivo que Maria modifica esse Karma e o Judas escariotes pela escolha veja é uma ação ele escolhe o suicídio pela culpa e aí então ele vai por um caminho de espiação onde ele vai precisar de várias encarnações para poder então reparar essa do suicídio veja como são duas histórias de Dois seres que viveram no mesmo tempo no mesmo espaço né coexistiram ali junto com Jesus um ouve o chamado e modifica o Karma de forma positiva e ele então ouve o chamado mas ele se perde e ele então faz uma expiação ele faz não é que ele foi punido pelo seu ato não ele escolhe né vira e depois ele tem uma história bril Lindíssima né E essa expiação que ele se torna eh no no trabalho dele depois das futuras encarnações mas olha que linda a forma como a Joana coloca e exemplifica como que nós podemos então sermos ativos nesse processo de mudança de um carne né como que nós podemos mudar a semente que vamos escolher plantar e não por destino ah eu tô vindo aqui hoje para esse lado porque eu acordei virado para esse lado eu vou não Eu preciso ter consciência né Conhecereis a verdade que ela te liberta o que eu quero hoje E aí eu preciso né tomando uma postura ativa diante da vida e aí ela entra né com a questão da reencarnação né como uma proposta né Eh E por que que ela traz a reencarnação no final do do capítulo nesse tema de Karma e que a reencarnação justamente é o grande exercício né desse processo todo gerador de de consciência a partir da lei de
por que que ela traz a reencarnação no final do do capítulo nesse tema de Karma e que a reencarnação justamente é o grande exercício né desse processo todo gerador de de consciência a partir da lei de causa e efeito e a maior exemplo do amor e do Perdão de Deus né porque de uma certa maneira reencarnação é tu essa circularidade da vida eu retomo as minhas questões eu não consigo fugir de mim mesmo então eu eu vou assumir que eu tenho que olhar para elas então eu volto eu volto num cenário diferente mas os personagens vees são os mesmos muda algumas questões mas a temática muitas vezes é a mesma né aonde eu tenho a oportunidade de reviver de me confrontar comigo mesmo na dinâmica cármica né e mudar né porque como a gente falou né essa lei de caus efeita ela também é finalista Não é só para não é para punir não é para a gente ficar dizendo Ah porque o que eu fiz no passado ficar olhando para trás é esse movimento da reencarnação e da lei de ca o efeito é para impulsionar a transformação a mudança da gente né E para gerar essa consciência e aí ela ela Ela traz a a questão eh do a questão 132 Qual é o objetivo da Encarnação E aí que a espiritualidade vai responder que é para chegar a perfeição ou seja né a Encarnação é o movimento que se move na causa final que a causa final é a causa Inicial que é Deus e a perfeição né então a gente vai tem gente saiu de lá a gente saiu do seio Divino inconsciente e agora despertando a consciente a gente tem que refazer esse caminho de volta a Deus de maneira consciente para conquistar também o divin dentro de nós a nossa perfeição né a causa final da lei de evolução né E nessa causa final tu se depara por essas várias redes de causa e efeito que tu tá vivenciando para tu poder saber que tu é g a gente gente de ti mesmo né e de uma certa maneira e conquistando cada vez mais né Essa consciência que da tua responsabilidade né e viver os vários possibilidades da reencarnatória como provação como expiação ou como missão né que aí aí a da das encarnações as
ando cada vez mais né Essa consciência que da tua responsabilidade né e viver os vários possibilidades da reencarnatória como provação como expiação ou como missão né que aí aí a da das encarnações as possibilidades são as mais diversas né E às vezes tá tem essa essas coisas todas juntas né el não quer dizer que seja separ eu posso ter a missão junto ao meu filho e ao mesmo tempo uma aprovação na minha área de de com poder na minha área no mundo na política ou no na minha ão e ao mesmo tempo ten uma expiação de algo que tem que passar no meu corpo né de uma coisa que eu tenho que drenar no passado então espiação missão e provação muitas vezes pode estar todas juntas também numa mesma Encarnação porque a gente não é uma coisinha Só limitada por uma realidade só né a gente tem vários dentro de nós tem uma parte Nossa que já tá mais lúcida já tem essa consciência tem outras partes que estão lá para trás que ficam lá para trás e e a Encarnação justamente ela mobiliza ela equaliza isso tudo em favor desse movimento de crescimento e se pensarmos ela também busca essa ideia do budismo né que pro budismo o Karma ele é o motor que gera né que impulsiona o ciclo dos renascimentos então é uma ideia também do budismo né Uhum E é belíssimo é ia falar que a reencarnação é uma coisa tão linda porque assim é uma forma da gente reescrever de novo né e e eu me lembro quando iniciava um um ano né na na na escola enfim num curso que tinha aquele caderno novinho para começar a escrever ali né era tão motivador então assim a a reencarnação eu penso como isso é aquele caderno novinho que a gente vai poder escrever aquela história toda novamente né e é bonito também porque assim não há um destino selado né e há uma escrita e como a Joana bem disse né Essa escrita vai sendo modificada vai sendo Talhada vai sendo elaborada né E vai trazendo novas nuances que não necessariamente é um destino uma fatalidade né e e eu acho que era isso que eu ia falar e não tem julgamento também porque no exemplo de Judas né Cláudia ele Judas se
ai trazendo novas nuances que não necessariamente é um destino uma fatalidade né e e eu acho que era isso que eu ia falar e não tem julgamento também porque no exemplo de Judas né Cláudia ele Judas se se ele se suicida ele vai para dentro da da do umbral dele e do umbral também espiritual e a primeira coisa que Jesus faz quando ele ele ele é é crucificado depois do desencarne dele ele vai resgatar Judas né ele ele se preocupa com com o protegido dele né com com o discípulo e vai lá e acolhe né ele ele sustenta juda no seu amor sem julgamento ele diz olha o que tu fez comigo tu botou tudo a perder não não reclama ele não questiona Por que que Judas fez isso né e não fica espinhando né agora tu vai ter que sofrer não ele vai lá acolhe e estimula Judas consola Judas e disz tu vai ter tempo para servir a mim tu vai tu despertou de uma maneira infeliz né ele despertou mas ele despertou dessa maneira né a magdal desperta de uma maneira J desperta de uma outra maneira di olha as coisas não estão perdidas né tu pode continuar se ocupando desse projeto bonito que é que eu vim trazer né Depois vai poder vir de novo e poder né E jas vai ter que olhar para não adianta a gente não pode fugir de nós mesmos né não tem como fugir da gente então não precisa ficar se julgando a proposta da benfeitora nesse processo de gerar consciência é se descobrir se desvelar e não se julgar porque o julgamento não gera consciência o julgamento fecha o julgamento limita ele às vezes Castra né em vez de estimular ele desestimula a pessoa né por isso que tá lá Não julgueis Não julgueis então a gente pode e Joana fala isso muito bem numa outra obra dela né que a gente nunca tem pode julgar nunca ela diz isso a gente pode julgar o que move o indivíduo as razões que Levaram ele a cometer tal crime tal tal desdita tal equívoco ela falou pois jogar a situação que pena que acontece isso como a gente pode evitar né mas o indivíduo a consciência lá o mundo interno dele não tem como julgar só Deus a gente não tem
ta tal equívoco ela falou pois jogar a situação que pena que acontece isso como a gente pode evitar né mas o indivíduo a consciência lá o mundo interno dele não tem como julgar só Deus a gente não tem capacidade de avaliar de ter todos os elementos que estão em jogo então é milado nem se ocupar disso né perder tempo com isso e que lindo né julgar a gente também né se se a gente olhar no tem um livro que chama de Leon Deni que chama Joana Dark que coloca né que que Judas ele nesse processo expiatório ele se torna posteriormente né A Joana Dark se torna um espírito protetor da França até hoje então veja que linda né esse ciclo das reencarnações encarnações e reencarnações e o quanto o espírito tem essas possibilidades né de consciência e de reparando esse mal e se depurando então é como a Cláudia disse é uma coisa belíssima que que a gente pode não julgar mas eh também não nos julgar né Eu acho que é esse o papel da série psicológica trazer pra gente e o quanto a a gente se julga né até mesmo quando a gente tá enfrentando uma patologia Severa uma doença na família eh a gente já pensa que que eu fiz de errado né Eh em vez de agradecer a oportunidade do sofrimento como uma mola educativa a gente fica perdendo tempo na culpa de que eu estou sendo punido em vez de aproveitar a oportunidade né Então essa questão do do do perdão e Auto perdão não julgamento é importantíssimo E aí você fala assim e lembro também da palavra suportar né Há que se suportar a travessia né Por mais dura que seja a gente precisa é necessário né Isso se impõe que a gente suporte at travesse essa crucificação né e eu acho que aí a gente entra nessa última parte que além da Encarnação servir para alcançar essa perfeição esse anjo né que nós vamos lapidando né eh a duras penas eh ela também Visa ainda o a outro fim a Joana coloca oou de pô o espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação então é ess essa esse suportar você falou de Judas né depois chegou nessa reencarnação belíssima de
a Joana coloca oou de pô o espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação então é ess essa esse suportar você falou de Judas né depois chegou nessa reencarnação belíssima de Joana Dark né Então olha o modelo né olha ele suportou o inferno todo que habitou dentro dele para poder exercer essa missão belíssima aí né de participar da obra né da criação ou seja somos todos cocriadores suportando o nosso inferno vamos auxiliando aquele do lado né Eh eh de uma forma intuitiva de uma forma educativa como exemplo né muitas vezes atravessando a gente também vai ensinando e auxiliando que ele suporte o inferno dele at travess nesse deserto né E com isso a gente vai trabalhando como cocriadores né porque não é fácil permanecer nessa crucificação mas é importante a gente perceber que a gente faz parte da obra né E que o nosso tormento agora que a gente tá atravessando Vai facilitar com que o mundo seja transformado pão que triste e dramática também nos traz uma mensagem né um ensinamento né e o Judas ele ele se equivocou porque ele colocou a lógica do mundo né do o poder temporal e político acima dos valores divinos né porque jus não est preocupado com a política e com as questões dos homens S por causa daquilo que é essencial aquilo que é mais importante que não é transitório né e on gente V nossos espíritas e as pessoas esse discurso religioso eh tomado né Por posições x ou y e e e buscando a verdade e esquecendo justamente o evangelho né E você deturpando o evangelho em nome desse discurso político né justificando razões de raiva ou mata ou enforca ou faz ou acontece ou criando inimizade tudo aesso o evangelho então quantos Judas não estão sendo agora eh ativados em nós né que a gente não pode aprender com a dor daquele irmão né E quando ele reencarnou tu vê ele reencarna como jonar eh isso porque Jesus acreditava nele né porque a o papel de Judas naquele momento histórico é muito importante é muito delicado e tem que dar conta de uma coisa bastante
tu vê ele reencarna como jonar eh isso porque Jesus acreditava nele né porque a o papel de Judas naquele momento histórico é muito importante é muito delicado e tem que dar conta de uma coisa bastante séria na na na na na direção que a que que a Europa vai ter a partir disso né mas ao mesmo tempo que ele é convidado né essa tarefa importante e ele tem que se deparar com os temas dele asos temas dele ou seja da tradição n traido pelo Rei da França a questão dele ser incompreendido como ele não compreendeu Jesus e também não é compreendido em relação a ser uma pessoa estranha né el ela é uma mulher que é meio homem cabelo curtinho que tinha que tinha mediunidade é quase uma bruxa né pra época Então imagina que ser esquisito é Joan d o quanto Aquilo é então uma vida tamente solitária né E ela tem que sustentar a fé dela né e de uma certa maneira assumir esse lugar né então não é nada fácil mas ai tá auxiliando E ao mesmo tempo se relacionando com ela mesma Nas questões dela né então como é tudo muito perfeito e justo né na na nessa dinâmica da vida né onde tudo vai se encaix achando onde Deus fala para mim a partir do outro da própria realidade a men Me convida a cooperar e tudo se encaixa né E ao mesmo tempo eu ocupar meu lugar no mundo como tu falaste né Cláudia e dar também a minha contribuição e também suportar mim mesmo ao mesmo tempo então é é muito rico tudo isso né então eu acho muito bonito realmente a ideia da reencarnação e desse movimento que integra né a proposta do Capítulo que é justamente essa ideia de carma e conscia um grande abraço a todos que Jesus nos abençoe
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