T8:E19 • Desperte e seja feliz • Esquecimento providencial

Mansão do Caminho 28/08/2025 (há 7 meses) 1:03:13 81 visualizações

No décimo nono episódio, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Adriana Lopes estudam o capítulo 19 de Desperte e Seja Feliz, intitulado "Esquecimento providencial". Uma reflexão sobre o esquecimento do passado como recurso divino de sabedoria, favorecendo o progresso espiritual e as oportunidades de recomeço na jornada evolutiva. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia

Transcrição

Bem-vindos a todos que participam desse momento especial e mais um encontro do nosso estudo da série psicológica Joana de Angeles. Eh, nós que sempre estamos num trabalho de pensarmos conjuntamente com os nossos convidados. Hoje temos aqui Adriana Cláudia para colaborar conosco e trabalharmos o capítulo 19, esquecimento providencial do livro Despert seja feliz. Eh, no encontro anterior a gente viu um a proposta da benfeitora do trabalho de autorrealização que consiste em amar, perdoar e servir. E no capítulo 19 vai pegar um ponto importantíssimo na questão do perdão, ou não só do perdão, mas também como mecanismo necessário, que é justamente a questão do esquecimento, né? E ela tem, então, junto com o esquecimento, eh, esse termo providencial, ou seja, né, um uma um adjetivo de que é algo que é realmente importante, necessário para nós, né? Eh, então vamos trabalhar um pouquinho, né, nesse capítulo para poder compreender e trocarmos algumas ideias em relação a esse tema, né? E e e então a grande questão é perdoar envolve esquecer. Ou também para eu trazer uma grande questão, qual é a final do esquecimento, né? O que que que as pessoas se esquecem ficam preocupado quando esquece alguma coisa. Ah, esqueci, né? a a panela no fogo, Alzheimer, Deus até Alzheimer, porque vão ficando esquecido, né? Então o esquecimento é visto, né, como uma perda da capacidade do egoir, focar e tá atento no controle, na autonomia de si mesmo, né? E aqui a gente tá vendo uma outra dimensão do esquecimento, que é um esquecimento necessário. Então vamos dar uma olhada nisso, né, gente? Como é que é para vocês essa ideia? >> Eh, o aqui ela começa provocando a gente mesmo, né? porque ela traz essa outra, esse outro olhar por essa questão do esquecimento e ela vai mostrando a importância disso e a e até a forma bem, né, essa beness que Deus nos dá, né, dessa desse esquecimento, porque às vezes a gente fala muito assim: "Nossa, aquilo foi tão grave que eu não quero nem lembrar mais disso". Então, existe

forma bem, né, essa beness que Deus nos dá, né, dessa desse esquecimento, porque às vezes a gente fala muito assim: "Nossa, aquilo foi tão grave que eu não quero nem lembrar mais disso". Então, existe uma diferença grande entre esse esquecimento providencial do do passado, o esquecimento do perdão, mas também existe o esquecimento por um mecanismo de defesa que a gente não quer entrar em contato, então a gente apaga. Então, é importante a gente olhar e tentar diferenciar aqui nesse capítulo a importância do esquecimento providencial, mas a partir do momento que a gente começa a esquecer muita coisa, se questionar também, opa, que esquecimento é esse? Eu estou reprimindo ou estou apagando? Ou realmente é esse que ela fala, né, de uma forma tão bonita que a bonança recompõe a natureza que a tempestade avergastou? Ou seja, depois daquela tempestade que quebrou tudo, vem o período de calma, um período de calmaria que a gente precisa para se recompor, né? Aí ela traz a a o dia vence à noite. Então é necessário ter esses momentos para conseguir a paz, né? E aí logo em seguida ela fala dessa misericórdia divina, de nos trazer essa possibilidade de, como quem diz assim, apaga aqui, vamos começar do zero e daqui a pouco a gente então vai trazendo por meio do inconsciente essas lembranças para que eles possam ser devagarzinho integrada, tendo mérito, né, para poder fazer esse perdão real, porque a gente lembra no capítulo 10 do Evangelho, né, eh, a importância ância desse perdoai para que Deus vos perdoe. Então ela vai aprofundar essa parte, né, da necessidade da gente fazer novamente de forma ativa, trabalhar nesse perdão, eh, não só com medo para que Deus nos perdoe, mas é, eh, como Francisco falou, né, dando o que se recebe, é perdoando que se é perdoado. Então, nós precisamos fazer um movimento com outro até para que a gente conquiste a possibilidade de sermos perdoados pelo outro quando a gente que com certeza nós vamos, né, ter momentos de de equívoco, de erro. >> Olá, amigos. Isso é bom novamente. A

té para que a gente conquiste a possibilidade de sermos perdoados pelo outro quando a gente que com certeza nós vamos, né, ter momentos de de equívoco, de erro. >> Olá, amigos. Isso é bom novamente. A gente tá aqui, eh acho que eu eu ouvindo vocês e refletindo sobre o texto, eu fiquei pensando nos vários degraus, né, nos vários eh caminhos, né, de para de vários estados de esquecimento, né, como você acabou até de trazer também, Adriana, né? Um deles, ela diz assim: "Olha, todo o o ouvido ao mal". Quer dizer, o esquecimento ao mal é recurso valioso para a preservação do bem. Então, ela nos coloca isso como imperativa para que a gente eh preserve o bem e não alimente, como nós vimos no capítulo anterior, as mágoas, os ressentimentos, né? Então, é recurso valioso, mas eh é preciso uma vontade ativa e operante, né? Uma dedicação a isso, né? Nós falamos isso também, né? lá no no estudo anterior, a gente viu quanto é importante a gente se dedicar a isso, né, a trabalhar esse condicionamento e torná-lo em algum momento automático, né? Então aí vejam os degraus, né, os caminhos, né, eh para que a gente vá alcançando vários níveis, vários estágios, né? E a Joana também fala, desculpe, lá no Evangelho, nesse capítulo 10, diz assim: "O esquecimento torna a pessoa invulnerável ao ataque". Então, quanto mais você esquece, mais invulnerável você fica. Primeiro as seus próprios dardos, né? Que a gente vai emitindo dardos nefastos para nós, né? Segundo, a gente se coloca invulnerável ao ataque do outro, né? aquela ferida que o outro projeta em nós já não ressoa tanto, né? Então a gente vai criando uma capa protetora, não numa defesa congelada, mas no numa aura protetiva, né? para que aquele ataque, e a gente sabe dos adversários desencarnados também que estão aí, né, à nossa volta, eh, tentando, eh, e, eh, utilizar o outro como instrumento, mas ao mesmo tempo com isso, a gente também pode fazê-los aprender, né? Eh, Divaldo lutou muito com isso, né, com o adversário que obsessor que ficava e ao final ele

utilizar o outro como instrumento, mas ao mesmo tempo com isso, a gente também pode fazê-los aprender, né? Eh, Divaldo lutou muito com isso, né, com o adversário que obsessor que ficava e ao final ele disse: "Eu aprendi com você, você tá recebendo a minha mãe, né?" Então, olha como ele levou tempo, né, para treinar esse amor incondicional, esse condicionamento, né, de de seguir o caminho próprio e o outro, né, sempre eh tentando, né, eh eh atingi-lo. Então, tem esses caminhos do esquecimento até que a gente chegue a um momento de que nem é preciso esquecer, porque eu nem lembro mais, né? Então, olha, né? Esse um caminho de purificação, né? E às vezes e alguém chega assim: "Ai, me desculpa aquilo que eu falei". Aí gente, o quê? Não, não, não tô lembrado, né? Ah, mas eu mas eu lembro. Quer dizer, ela ficou sofrendo. Eu nem lembro. Eu nem lembro, né? >> É interessante que ela começa justamente no texto eh introdutório do capítulo, né? eh falar numa imagem de trauma, né? Então, ela começa com essa teoria do trauma. Olha, eh depois da tempestade vem abonância. Então, a tempestade quando ela chega ela é destrutiva, quebra galhos, ninho de pássaro é destruído, né? É brotações são arrancadas, né? Então, de uma certa maneira o a tempestade traumatizou aquela paisagem, né? Foi traumatizada, né? Ela foi ferida de várias maneiras, né? Seja pela pelos galos que quebraram, seja pelos enturos que vai impedir e sufocar uma outra planta, seja pros animais que perdem as suas casas e assim por diante. Então é um cenário de que que é devastador essa essa experiência, né? Mas, né, como diz o lá, depois depois vem abundância, ou seja, a vida busca sempre o reequilíbrio, éa também da lei divina, da lei do amor, eh, tudo concorrer pela harmonia, pelo equilíbrio, porque justamente a a o pecado, né, a falta é tu tá em desharmonia com o universo e pela lei de causa e efeito, é, há um momento que força tu reencontrar de novo a harmonia, o equilíbrio perdido. Então, de uma certa forma, o que que acontece na na

u tá em desharmonia com o universo e pela lei de causa e efeito, é, há um momento que força tu reencontrar de novo a harmonia, o equilíbrio perdido. Então, de uma certa forma, o que que acontece na na teoria do trauma? Tu não esquece, tu fica preso, né? Então, em vez de desse trauma gerar e depois uma capacidade de superação, de resiliência, onde vai conquistando a confiança, perseverando, como diz aqui, né, a Joana, eh, e conquistando a paz para tu poder reconhecer que tu venceu aquela dificuldade, que tu é maior do que aquilo, que tu tem recurso e e esse essa nova paisagem que vai se modificando. se renova também enquanto possibilidade de novas que aquela tempestade provocou e exigiu enquanto resposta daquele cenário que foi afetado. Então, eh, não esquecer, já que o tema é esse, né? É ficar preso ao passado, é ficar dando importância, é botando energia, é alimentando, é dando vida. Então a gente não sai do trauma, a gente fica se alimentando trauma, ressignificando, valorizando demais aquilo. E veja de puxa, acabou, né? Vamos seguir adiante. Que teve aqui no Sul, né, a a enchentes que provocou uma série de estragos, né, mas não adianta ficar chorando ou se lamentando, né? Estamos que, né, e e e na cooperação a gente encontra força, enquanto novas possibilidades de de sociais e de comunidade para enfrentamento. E isso dá ânimo, nos ensina coisas novas, importantes que talvez umas não são novas, mas a gente esquece, né? Então, de uma certa maneira vamos esquecer o o passado, a tragédia, né? e fazendo esse movimento a algo que impulsiona a renovação. Então, eh, não perdoar é ficar valorizando o meu ego que se sente insultado, hipervalorizando uma situação como se ela fosse traumática, né? Como se a o o que o outro fez foi muito grave, né? Eu exige então que ele se retrate. >> E aqui tem a questão do pensamento também, né? que que quando ela fala assim, ó, toda ideia que se cultiva termina por fixar-se, produzindo resultados equivalentes, a gente tem que pensar que pensamento é um tipo de

estão do pensamento também, né? que que quando ela fala assim, ó, toda ideia que se cultiva termina por fixar-se, produzindo resultados equivalentes, a gente tem que pensar que pensamento é um tipo de matéria. E quando a gente fica fixado numa matéria, em um tipo de energia, então, estou fixado nesse trauma, estou fixado no que a aquela pessoa me disse, estou fixado naquele evento que ocorreu, eu vou ficar com o meu pensamento eh preso mesmo. E aí a gente lembra, né, a estátua de sal que a esposa de LW se transformou a partir do momento que ela fica olhando para trás. Vamos lembrar da passagem bíblica. Eh, vem, eh, o anjo e avisa a Ló que Sodoma e Gomorra seria destruído pelo pecado, né? Ou seja, por errar o alvo, né? Pecar é errar o alvo. E então aquele local seria destruído. E aí ele fala: "Mas você pega teus bens, teus escravos, teus animais, mas não olhe para trás". E aí a esposa de Ló ao chegar no na porta da da na entrada da cidade, ela olha para trás para ver a casa que estava ficando para trás, né? Então, ou seja, numa linguagem simbólica, numa linguagem figurada, ela se prende fixa mentalmente, né? A sua ideia, o seu pensamento, a sua frequência mental está fixada nas coisas que ficaram para trás, ou seja, é o olhar para trás. Então, a partir do momento que a gente olha para trás, ou seja, olha pro passado, fica preso a uma situação concreta, ao algo que alguém disse, a um trauma, a um evento, a gente então realmente fica eh eh fica fixado ali, né? como sal, a gente cristaliza e ao partir do momento que você tá cristalizado, você não consegue eh sair desse resultado equivalente. Ou seja, então, se a gente pensar no bem, se a gente pensar no amor, como a gente viu no capítulo anterior, né, a gente colocar essa vida e esse pensamento ao próximo, a servir, ao trabalho, a Jesus, a gente também vai tá fixando o nosso pensamento em coisas positivas e automaticamente isso nos impulsiona, isso promove movimento, né? Então, a importância do pensamento, da ideia e de se esquecer as

a gente também vai tá fixando o nosso pensamento em coisas positivas e automaticamente isso nos impulsiona, isso promove movimento, né? Então, a importância do pensamento, da ideia e de se esquecer as ofensas perdoando-as. E aqui a gente vai ver que ela vai falar que a própria reencarnação é um recurso evolutivo. Por quê? Porque é por meio da reencarnação, que é uma base da doutrina espírita que Kardec, né? É um é é uma é uma premissa básica, né, da doutrina. A reencarnação, então, é a possibilidade do esquecimento e aí a possibilidade de reparação, né, no tempo, no para quebrar esses elos de vingança, de desejo, né, de de ódio, enfim, esses ciclos que continuam de forma tão tão duras, né, tão difíceis na vida. Eh, ela vai falar da reencarnação bastante, né, do objetivo do esquecimento, né, eh, da eh a importância da gente na reencarnação esquecer, né, desse passado. Ela vai trazer bastante isso, né, e eu não queria me adiantar agora, mas a gente vai ver isso mais profundamente, né? Mas eh voltando aí a esse providencial, né, a gente lembra da providência divina, né? providência divina que nos oferece o esquecimento. Então, eh Deus, né, primariamente nos ensina, né, a importância do esquecimento. E a gente esquece do ensinamento de Deus, né, que ele nos fala através da reencarnação, que é esquece, né, esquece para você se perdoar e perdoar o outro, senão a gente não perdoa o outro. Nós vamos falar bastante disso, né? E aí, como é que a gente pode, né, voltando pro pensamento, né, como é que a gente pode, se fixando tanto no fato, né, e na na imagem, né, na lembrança, como é que a gente pode então esquecer se a gente tá nutrindo isso o tempo todo, né? Tudo que a gente nutre, que a gente coloca energia, né, e e pensamento, a gente não esquece, a gente fixa, né? O papel da memória é esse, né? é a gente aprender de cor, de coração. Quer dizer, a gente bota, né, aquela energia e aquela aquela atenção ali. Se a gente fica relembrando, a gente não vai esquecer, né? A gente vai est fixando ali na

a gente aprender de cor, de coração. Quer dizer, a gente bota, né, aquela energia e aquela aquela atenção ali. Se a gente fica relembrando, a gente não vai esquecer, né? A gente vai est fixando ali na memória, né? E aí ela nos diz assim, ó, eh, a lembrança da ocorrência malsã demonstra a permanência da mágoa, né, que oculta ou declarada nela pelo ressarcimento do mal. deseja que seja ressarcido, mas ele tem que me pagar. Muitas pessoas dizem isso, tem que me pagar. Eu não sofri em vão, né? Então, ficam nesse desejo de serem re compensados, ressarcidos por tudo aquilo que que foi feito sofrer, né? E e logo a seguir ela diz, né? Quando o coração se sente lenido, ou seja, abrandado pelo entendimento do fato infeliz, ele entende pelo coração e não pela razão, pelo coração, né? quando a compreensão compassiva, né, de de eh de compaixão, né, luariza. Essa ela sempre traz essa imagem, né, da lua n torna claro, tira sombra, né, esclarece, joga os raios de luz da lua, né, quando a compreensão compassiva, ou seja, quando eu estou compassiva com o outro, quando eu compreendo ele com compaixão, isso torna, luariza a memória do instante perturbador. Então, esclarece toda aquela aquela lembrança daquele momento, né? Através dessa compaixão, a gente vai ao encontro do outro e se coloca no lugar do outro, né? Da dor que ele traz, né? E tudo isso se torna claro, né? Traz luz a todo aquele momento, né? desse instante perturbador. E aí ela completa: "O esquecimento toma corpo na criatura e o perdão legítimo se lhe estabelece ensejando a harmonia que proporciona ao ofensor a oportunidade para reparação. A gente vai ao encontro do outro com essa compaixão, olhando que o outro ainda está adoecida, ela vai trazer aqui, né, em algum momento também isso significa o adoecimento do outro. E a gente precisa ter compaixão, porque eu volto a lembrar eh do argueiro, né? Quando se olha a trave no outro, né? O cisco no outro, mas não se vê a própria trave. O outro tá adoecido, assim como nós inúmeras vezes, né, no na nossa vida

ue eu volto a lembrar eh do argueiro, né? Quando se olha a trave no outro, né? O cisco no outro, mas não se vê a própria trave. O outro tá adoecido, assim como nós inúmeras vezes, né, no na nossa vida também, né, mostramos as nossas dores e as nossas feridas, né? E a compaixão é fundamental. Eu me lembrei que quando tá falando, né, me vê a imagem da criança, né, que foi que caiu, né, e tem uma ferida, v no joelho, né, e não e não tá doendo mais, mas ela fica ali, né, chorando, né, e e não esquece aquilo, né, super valorizando, né, daí tu assopra o remedinho, né, e a não, agora não precisa mais quer, né? Aí tu chama atenção para outra coisa e de repente ela e já esqueceu de já tá brincando de novo, né? Então de uma certa maneira, né? Eh, muitas vezes a aquilo não foi tão grave assim, não foi, não tá doendo tanto assim, mas o ego precisa valorizar, né? para uma porque é a brecha que ele tem, a carona que ele pega para trazer justamente a sua dor, que não é pelo fato que aconteceu, a sua dor enquanto carência, enquanto orgulho ferido, enquanto autoestima baixa, daí fica esse drama todo, né? E e que então o para mim a falta de perdão denuncia a nossa a nossa pobreza afetiva, né? A nossa necessidade, né? Até porque se esquecer não é que a informação foi embora, né? É que tu não tá valorizando só mais aquele aquele fato, porque tudo fica guardado no pelo espírito, né? Nossa memória é ela é muito vasta, né? Então eu eu tenho coisas que eu não lembro que eu comi no outro dia, né? Mas não é porque eh essa informação não tá em algum lugar, só que nesse momento o foco não tá naquilo, então não tá valorizando, não tá. Não. Então, porque a Juna fala que não tem como perdoar sem esquecer, porque se tu não esqueceu é que tu tá ainda preso, atento, valorizando e e consumindo energia com com aquela questão, né? E aí tu não consegue esquecer. E e quanto mais aquilo nos ocupa e menos a gente esquece, mais carga de libido de energia tem naquele fato, mais hipervalorizando tu tá a situação e o outro e aí mais prisioneiro

ão consegue esquecer. E e quanto mais aquilo nos ocupa e menos a gente esquece, mais carga de libido de energia tem naquele fato, mais hipervalorizando tu tá a situação e o outro e aí mais prisioneiro tu fica daquela história que vocês falaram do aprisionamento da mulher de LW se torna uma estátua, né? E essa diferença da fixação da da cristalização, porque a fixação ficar preso e os cristais de sal é o resíduo da secagem, né, da emoção que foi embora, né, e a mágoa, a emoção foi embora, secou e sobe o sal, que é o sabor, né, que é eh o result da experiência, né, ou seja, o que é precioso, o que dá sabor, o que faz a diferença. Então, a a outro trân é transformado pela experiência e consegue secar essas emoções exageradas e sai com punhadinho de de sal um tesouro ou que é o cristal que sobra ou tu fica fixado na né e prisioneiro amargo, né? Amargurado e eh de uma certa maneira não produz sabedoria, né? que o sal é o sal da sabedoria e a amargura é oposto da sabedoria, é outro lado da moeda daí que fala dessa dessa incapacidade de perdoar e e tirar daquilo algo de proveito para nós. E aqui é interessante quando ela fala do verdadeiro perdão, ela tá retomando, né, o novamente, né, Cláudio, o capítulo 10, né, do Evangelho no Bem-aventurados os que são misericordiosos no item perdoai para que Deus vos perdoe. Kardec traz as duas formas de perdoar, né? Então, existe essa forma que ela vai discorrer agora, que é essa forma verdadeira, essa forma grande, essa forma inteira do perdão. E realmente o o perdão legítimo, né, generoso. E de e aí ela vai eh Kardec vai diferenciar essa segunda forma, eh, que é a aquela questão que a pessoa se sente ofendido e impõe as condições humilhantes, né? Então, ok, Cláudia, eu perdoo você, mas a partir de hoje aí eu começo a elencar uma infinidade de eh de situações eh que vai humilhar a pessoa. Então, aí é uma questão mais egóica, onde essa pessoa vai usar o seu ego mesmo para poder o seu poder, né? Porque Jung fala que onde o amor entra não há

e eh de situações eh que vai humilhar a pessoa. Então, aí é uma questão mais egóica, onde essa pessoa vai usar o seu ego mesmo para poder o seu poder, né? Porque Jung fala que onde o amor entra não há desejo de poder. Então de forma eh para mostrar o poder ele Então aqui ela vai tá trabalhando esse perdão legítimo, esse perdão verdadeiro, eh, à luz, né, da psicologia profunda. Então, muito bonito dela falar dessa questão, né, que esquecer é quase impossível, né? as pessoas falam, né? É uma frase, perdoar é fácil, mas esquecer é impossível. Não é só é impossível se ele fica pautado nesse nessa fixação do pensamento na questão que ocorreu. >> E aí, nesse capítulo, né, ele traz tanta coisa, né, já nos remetendo ao evangelho, né, fala do perdão, né, quando Pedro pergunta para Jesus quantas vezes eu tenho que perdoar, ele diz 70 vezes 7, né? inúmeras vezes você precisa perdoar para poder entender, né, eh eh o quão dinâmico é isso, né? E e é muito interessante também, né, quando ele fala da mulher, né, que tá sendo eh apedrejada, né, que estão querendo apedrejar a mulher adúltera, né, e aí ele diz: "Aire a primeira pedra, né, aquele que não errou". Então Jesus nessa terapêutica dele, né, de mostrar como nós vimos antes, né, os métodos, né, para se alcançar essa profundidade, né, para que esse amor incondicional eh nos preencha cada vez mais para que a gente possa alcançar, então, esse esquecimento providencial e automático, né, Jesus vai nos ensinando a todo instante no evangelho, né, E e aí ele eh mais à frente a Joana vai dizer, né, o cultivo das ideias otimistas positivas contribui para a superação e para o esquecimento, né, das recordações nefastas, porque as pessoas estão, como vocês disseram, né, no sal, né, e não no salson trouxe, mas no sal do enrijecimento, né, do da paralisação. E elas ficam nessa nesse nesse loop, né, das situações ruins e tal. E aí ela diz: "Olha, o cultivo das ideias otimistas positivas contribui paraa superação, esquecimento." Então é aquela realmente

ão. E elas ficam nessa nesse nesse loop, né, das situações ruins e tal. E aí ela diz: "Olha, o cultivo das ideias otimistas positivas contribui paraa superação, esquecimento." Então é aquela realmente aquele aquele exercício, aquele treino, né? Pessoa vai começando a lembrar daquilo, ela diz: "Não, não, não, não pode parar, né? Eu não vou ficar pensando nisso". Então, é uma vontade ativa, né? o atributo da vontade ativa e operante. Eu não vou mais pensar sobre isso, né? Eu vou não. Aí ela começa a trabalhar com as mãos, a fazer coisas e ocupar sua mente com outras coisas. Bota uma música, né? Faz uma oração, né? Então assim, é uma atitude, né? Esse esquecimento providencial, ele vem a partir do treino, do condicionamento de uma atitude, de um desejo, né? No capítulo passado, eh, o Gelson trouxe a palavra desejo, né? Então, você precisa desejar, né? Alcançar esse outro lugar, né? eh, mais grandioso de desse amor que nos preenche. é preciso e desejar e ela vai nos falar mediante treinamento mental e exercício emocional, né, nas atividades do bem com B maiúsculo, é factível o ouvido, ou seja, o esquecimento das questões negativas, graças às quais, no entanto, o indivíduo amadurece emocionalmente, adquire experiência e evolui no processo de conscientização superior. Então, a despeito, né, da gente ter, apesinamento, mas ela nos ressalta, olha aí o sal da sabedoria, né, que o Jelson trouxe, as experiências nos fazem adquirir essa sabedoria, né, esse amadurecimento. E só o o o indivíduo maduro o suficiente, ele consegue sair desse patamar infantil, de um ego infantil, né? A a imagem que o que o Gelson trouxe também é legal, né? Ele o cai, a criança cai, faz aquela casquinha, né? Posteriormente já faz a casquinha, mas às vezes ele olha, diz: "Ai, dodói, já nem já virou casca até". Mas olha, ele volta a lembrar daquela dor ai dodói, né? Então assim, olha como a gente volta naquilo que já tá criando casquinha, já tem casquinha e a gente diz ai dodói, né? É complicado, mas a gente vai chegar.

e volta a lembrar daquela dor ai dodói, né? Então assim, olha como a gente volta naquilo que já tá criando casquinha, já tem casquinha e a gente diz ai dodói, né? É complicado, mas a gente vai chegar. Então tira uma casquinha, né? Para continuar do >> que cavoca ali que é >> vai ver de novo, né? Tá passando a dor. Vamos com cutucar que a ferida que já, né? Tem gosto que tem gente que gosta de uma feridinha, né? >> E cutuc o outro também, né? E cutuc a ferida do outro também, né? >> É impressionante. Pois é. E aí então tem essa questão realmente que ela então tá propondo, né, gente, o a importância do exercício do esquecimento como um exercício não uma coisa mecânica, né, eu vou esquecer, não é um exercício de um trabalho, né, mas que é perfeitamente viável. Ela tá colocada, eu gosto da Joana que ela é otimista, né? Ela pega a gente nessa teimosia, né, que tá empacado. Falou: "Não, meu filho, é, não é tão difícil assim, ó. Olha, olha bem, né? Não faz porque tu não quer. Vamos, vamos combinar. Não é porque não é possível fazer". Então, tá mostrando que a que a grande questão da da nossa vida é recusa infantil de crescer e e ser maduro, ser responsável, que é manter a nossa atitude infantil e não dá mais. Não dá mais, já já cansou, né? Já tão as calças da infância já não serve mais, né? Tem que trocar essa roupa que já cresceram, né? E então essa, então ela tá mostrando pra gente, olha, gente, eh não é tão difícil assim, né? Media treinamento mental e exercício emocional, ela diz, né? Nas atividades do bem é possível, né? Esquecer as questões negativas, né? Ou seja, a gente pode se alimentar nossa mente de fatores que promovam bem, que vão mudando nossa faixa vibratória, que vão trazendo novas paisagens mentais, que vão curando a filha do passado, que vai elaborando e trazendo uma nova perspectiva em relação à vida. Se muita coisa vai acontecendo, se tu vai realmente se ocupando de, em vez de ficar lá preso, né, e olhando para trás, né, olhar pra frente, dizer, pa, que que eu tenho que fazer aqui

relação à vida. Se muita coisa vai acontecendo, se tu vai realmente se ocupando de, em vez de ficar lá preso, né, e olhando para trás, né, olhar pra frente, dizer, pa, que que eu tenho que fazer aqui mesmo hoje, né? Então, se tu se cai da vida, honestamente, né, verdadeiramente, né, e se e fazendo esse exercício, né, de cuidado com a mente e promovendo bem, não tem tempo mesmo para pensar em besteira, não tem tempo para pensar no passado em em em dor, né? Tem uma história que que o irmão X conta de um de um de uma grande reunião no no plano espiritual superior dos das pessoas que serviram a Jesus, serviram a Deus, não a Deus. E aí eh os anjos mandam um convite, mandam convite para todos aqueles que na concepção do alto foram servidores fiéis a Deus. E aí um anjo vai até o deserto e dá o convite para um eh eh para um viajante, né, um beduíno do deserto e diz: "Olha, explica para ele a situação. Tu foi escolhido como alguém que serviu a Deus." Ele diz: "Mas eu nunca pensei em Deus na minha vida em um bom momento. Hoje é mesmo? É, não. Eu tava tão preocupado em acolher as pessoas no deserto, as lá de bebê, a da conta da ferida do outro, que eu não tinha tempo de pensar em Deus. Então, acho que não sou a pessoa que me convidão. Deus não se engana, não se engana. Convite é teu, né? E daí tá na data certa, ele é desdobrado lá, né? E ele vê aquela multidão de pessoas. Que bom que é são vários, né? São poucos assim, né? eh eh religiosos, pessoas dedicadas à caridade, né? Eh, então tem várias pessoas, né? E aí no final da da da da da festividade eles comunicam que vai ter uma das pessoas, né, que vai ter a honra de ter um momento especial nessa com os benfeitores, com, né, em função eh de de um prêmio, de uma premiação, de valorizar, né, e paraa surpresa dele, né, ele foi chamado. E aí realmente o anjo explica para ele então que que na medida pelo fato dele não pensar em Deus, mas ter esquecido, né, o esquecimento, né, de si. O servir é um esquecimento também de si, né, de

ado. E aí realmente o anjo explica para ele então que que na medida pelo fato dele não pensar em Deus, mas ter esquecido, né, o esquecimento, né, de si. O servir é um esquecimento também de si, né, de si. E se dedicado ao outro, ele tinha servido a Deus, né? Então, de uma certa maneira, se tu se ocupa da vida com coisas importantes, tu não tem tempo nem para pensar em Deus, né? Quanto mais em pensar em coisas bobas, né? né? Né? Então, então tu pode pensar em Deus em atitude, né? orar em atitude, servindo, trabalhando. Então, Jon fala: "Olha, o trabalho eh no bem, né, o serviço proveitoso e o o trabalho eh porque tu foca a tua mente, tu vive a emoção naquela experiência positiva e o trabalho mental é uma forma de tu poder criar recurso interno, né, para poder trabalhar esse passado e esquecer eh o a os elementos negativos os que ainda tão vivos dentro de ti. >> E aí é interessante pensar que dessa forma eh no pensamento dela, a tudo que é estático, tudo que é paralisa, né? Por isso que ela fala da mágoa. Eh, eu gosto de pensar na palavra mágoa como mágua, né? Uma água parada. Então aí quando ela propõe cultivar, né, uma ação, né, cultivar é um verbo de ação. Eu vou cultivar ações boas, eu vou cultivar pensamento, eu vou cultivar. Então eu saio dessa não ação e aí eu entro num ritmo eh que no universo tudo é ritmo, né? existe a lei do ritmo, né, do Hermes trimegisto. Então, a psique é movimento, a psique é eh eh é fluida. Então, quando ela paralisa em alguma questão, alguma mágoa, isso a gente pode pensar uma eh seria isso a doença em si. Então, em grandes linhas gerais, é quando algo para. Eu parei em quê? Então, aí eu fico deprida. Por quê? porque a minha energia psíquica fica presa em algumas questões e aí falta energia para outras, né? Então é bonito olhar para isso. E aí aqui ela vai ampliar a partir desse momento do texto trazendo a visão da reencarnacionista do do passado espiritual. É como aquilo que a gente disse da questão, é providencial o que o esquecimento do passado, né?

ampliar a partir desse momento do texto trazendo a visão da reencarnacionista do do passado espiritual. É como aquilo que a gente disse da questão, é providencial o que o esquecimento do passado, né? esquecer as reencarnações anteriores. Graças a ele, ou seja, ou seja, graças a esse tipo de esquecimento, as dificuldades que ressumam no inconsciente profundo em forma de animosidade, antipatia, ressentimento e insegurança tornam-se mais fáceis de serem vencidas, administradas na leitura de uma renovação interior. Então veja, ele é, eles apagam aquilo e aí se começa do zero. Isso é Deus, né? A possibilidade de retomar, de recomeçar. E aí devagarzinho essas pessoas vão se aproximando e há uma possibilidade de uma reconstrução. Ó, de novo o movimento, né? Uma reconstrução, uma ação em benefício a algo. E aí essa psique vai estar a serviço, né? retomando o o capítulo atrás, entra a questão do serviço até de solidariedade, né? Então ele constrói para si o equilíbrio e ele constrói pro outro também porque o trabalho dele vai gerar uma ação que vai se desdobrando no meio social. Então é é bonito olhar para isso, né? >> Eh, quer falar alguma coisa, Cláudia? É, eu ia trazer, elencar um pouco dessa desse trecho que ela fala das reencarnações, mas você pode trazer o que você deseja. >> Po, pode, depois eu eu comento. Pode, pode trazer tuas ideias. >> É, eu eu a eu assim queria olhar de uma forma didática, né, quando ela traz a a os benefícios, né, do esquecimento providencial. E ela fala assim: "Eh, primeiro, né, tivéssemos esse lúcido do conhecimento, né, soubéssemos com clareza das ocorrências, recordássemos todos, isso constituiria verdadeiros impedimentos para que a gente se pacificasse, né, num equilíbrio emocional e e alcançasse o perdão." Então, primeiro, se a gente se o véu fosse desfeito, né, seria complicado para nós, né? Depois seria complicado. Ela traz um segundo momento para todos aqueles que estão em volta. Quer dizer, conviver com todos aqueles do cenário dramático de um passado ia ser muito

plicado para nós, né? Depois seria complicado. Ela traz um segundo momento para todos aqueles que estão em volta. Quer dizer, conviver com todos aqueles do cenário dramático de um passado ia ser muito caótico, né, que a gente lembrasse, olhasse pra pessoa, disse: "Hum, lembrei, né? Olha que difícil seria isso." No terceiro momento, ela diz: "Olha, isso também ia fazer com que ninguém se sentisse seguro, né? porque eh todos estariam ao mesmo tempo se recordando mutuamente de quem foram e quem os feriu e a produzir estados humilhantes, né, de para muitos, né, e profundamente desagradáveis para para todos, né? Então assim, olha como ela vai desdobrando. E numa quarta eh notícia que ela nos traz seria que essa soma das experiências anteriores produziria uma carga emocional muito grande, né, e que essa harmônia mental estaria totalmente eh desconcertada e interferiria então na vida atual, no projeto atual. Então, olha como ela vai abrindo, abrindo, abrindo, né, os benefícios desse esquecimento providencial, né? E aí ela finaliza, finaliza não, mas ela traz uma frase importante, né? O esquecimento, portanto, do passado espiritual é providencial para o ser no seu processo de crescimento. Ninguém cresce se a gente tiver a amplitude desse conhecimento, né? A gente pode até ter lapsos assim intuitivos, no caso, né? Se a gente veio com uma pessoa difícil, se a gente diz: "Opa, eu tenho alguma coisa a ver com ela nessa vida, né, vidas passadas". Então, a gente vai intuitivamente eh perguntando, se perguntando, né, para que eu gosto dessa imagem também que eu constou para mim, o que será que eu fiz no passado para ela ou que que o que que drama nós vivemos no passado, né? Porque isso não é uma porta para abrir, eh, com certeza. Mas quando a gente se propõe a uma pergunta, a gente se propõe também que uma uma não a resposta do que aconteceu, porque às vezes a gente até intuitivamente sabe, né, pelos dramas atuais, a gente sabe que a gente tá repetindo aquele drama e a gente, opa,

propõe também que uma uma não a resposta do que aconteceu, porque às vezes a gente até intuitivamente sabe, né, pelos dramas atuais, a gente sabe que a gente tá repetindo aquele drama e a gente, opa, pera aí, esse drama tá sendo repetido, mas eu não vou dar o mesmo desfecho nessa vida. Então, a gente tem sinais, né? Mas quando a gente se propõe essa pergunta, que eu me faço em alguns momentos, né, já me fiz, eu acho que possibilita isso, essa responsabilidade com esse momento que se está vivendo agora numa possibilidade de repetição do erro. E aí a gente diz: "Não, não, não vou repetir o erro, né? Eu não posso repetir aquele erro". Então é assim, isso nos possibilita o crescimento que que a Joana nos traz aqui. >> Uhum. É impressionante, né, como eh eh eh ela descreve de maneira muito rica e completa essa dinâmica, essa psicoterapia que Deus nos proporciona através do esquecimento, da reencarnação, né? Porque realmente imagina eh eu receber como filho alguém que foi um monstro na minha vida, né? ou eu fui um monstro para essa pessoa, como é que eu vou lidar com o remor, né? Como é que eu vou deixar aqui esse novo, né, essa nova paisagem, aquele serzinho em defesa que precisa de mim, né? E cria um vínculo tão forte que que é tão importante, né? Uma nova chance para nós dois, né? Nesse novo lugar que a gente ocupa, eh poder, realmente fazer seu trabalho se não houver o esquecimento, né? Então o o esquecimento é é uma uma grande psicoterapia aí, né, realmente, porque a gente não tem estrutura ainda. Então, Deus compreende, né? Olha, e e como vocês comentaram, né? Se a reencarnação é a maior a melhor forma de reconhecer o perdão de Deus para nós, né? Eh, ela vem com o esquecimento, né? Justamente é é uma é um é um é um novo teatro, né? Ou seja, uma nova configuração. os personagens eh mudam de papéis, mas são os mesmos, né, os meus atores em personagens diferentes, né, e e para poder contracenar a partir de uma nova proposta, uma nova chance, né, forçando a gente a viver coisas significativas

péis, mas são os mesmos, né, os meus atores em personagens diferentes, né, e e para poder contracenar a partir de uma nova proposta, uma nova chance, né, forçando a gente a viver coisas significativas e que de uma certa maneira nos defende de nós mesmos, que esse esquecimento eh é é por nós, né, e eh como a Cláudia trouxe aqui nesse material da benfitora, né, é algo que é de proteção em benefício de nós mesmos, mesmo que que eu que eu que eu sou uma pessoa que me sinta lesada pelo outro, mas Deus tá me defendendo de mim mesmo, que eu tô sendo, eu tô sendo amizado muito menos pelo que o outro me fez do que pelo meu pensamento circular e obsessivo. de ficar, né, nessa dor egoísta. Então, fala, paz igua, vamos terminar com esse trauma, né? A ferida já secou, já tem, já tá lá a casquinha, né, Gelsa? Então, vamos reencarnar porque daí tu esquece e deixa de valorizar essa dor e se ocupa o que é mais interessante. E vê que esse cara que tu culpa, que tu acha que seja que é uma coisa monstruosa, talvez seja melhor do que você, cara. Talvez tem muito mais coisa interessante, tem muito mais coisa para te oferecer do que danos, né? Então porque as pessoas muito relativa, a gente acha muito bom, né? E que o outro sempre é o inimigo, a gente pode sempre a sombra no outro. Aa mais quando o outro a gente justifica, né? O outro me fez isso porque o outro disse aquilo, porque o outro deixou de fazer tal coisa. Então a gente olha aquilo que nos interessa, né? Porque nossa, a gente vê que a nossa memória aqui, como Joana tá dizendo, e nossa atenção no nosso valor, ele é realmente parcial e e segue, né, de uma certa maneira a lógica da nossa própria pobreza espiritual, né? Então, nos interessa, convenha a nós, n? Então assim, não preciso enxergar minha minha pobreza, não preciso enxergar que eu sou que eu sou o o o errado, eu cupo o outro que eu na minha dor, agindo que ele tem que fazer alguma coisa por mim, como se o trabalho não fosse meu, né? Então, então e realmente o esquecimento é uma grande

eu sou o o o errado, eu cupo o outro que eu na minha dor, agindo que ele tem que fazer alguma coisa por mim, como se o trabalho não fosse meu, né? Então, então e realmente o esquecimento é uma grande bênção para nós. >> E aqui é interessante que ela traz a outra polaridade, né? aqui é interessante, ela diz assim: "E não apenas no que diz respeito aos quesitos perturbadores, mas também as ações de enobrecimento, de renúncia, que poderiam surpreender a criatura, levando-a, olha só o risco, a jactância, à presunção ou ao marmo por facultar-lhe pensar na desnecessidade de mais esforçar-se. para prosseguir na conquista de outros elevados patamares. Olha que interessante. Então, eu preciso sim esquecer todo mal que eu já fiz, mas também esquecer aquele bem que eu porventura já fiz, porque senão leva aquilo que eu falei da da paralisação da energia psíquica. Ah, ok. Eu já fui lá, já descobri o Brasil, né? Já libertei os escravos, então agora eu já tô na sombra, já posso descansar. aquilo que, né, que a gente falou, né, Cláudia? Ah, então agora eu já não preciso trabalhar mais, voltar de férias, né, s dias por semana. E aí enferruja, como a gente viu no capítulo passado, a questão da paralisação da energia psíquica que vai formando aquela água, aquela água parada, que aí forma dengue, né, uma pocinha da água ali parada que a gente não drena. Vai vai vir o mosquitinho da dengue, vai formar a dengue, vai formar a chicungunha. Por quê? Porque fisicamente a água parada forma doença. Na psique também essa água parada gera doença. Então quando eu entro nesse marasmo acreditando que eu já tô legal, porque eu já numa encarnação eu fiz uma coisinha boa. Opa, aí é um riso. Então, é, é, é, é legal esses, ela sempre puxa a gente pro polo oposto também para olhar o outro lado da moeda, né, que também é tão eh por isso que é aquilo, né, a gente teria que estar entre o bem e o mal, né? Então, que nessa tensão eu consigo ir além. Agora, quando eu polarizo, ah, eu já fiz todo bem que eu

né, que também é tão eh por isso que é aquilo, né, a gente teria que estar entre o bem e o mal, né? Então, que nessa tensão eu consigo ir além. Agora, quando eu polarizo, ah, eu já fiz todo bem que eu fiz, né, que eu já podia, agora o descansar não, eu não vou só descansar e também não vou só trabalhar, mas quando eu fico entre esse processo, aí eu ultrapasso e formo, né, uma função transcendente. Então, importante olhar também para o esquecimento das ações de enobrecimento e os momentos de renúncia, >> até porque eh se a gente não esquece o bem que faz, é sinal que também que tem ali um o capricho do ego que quer se promover, né? Então é porque a gente esse servir, né, esse bem tem que ser realmente eh natural, espontâneo, verdadeiro. Então não exige reconhecimento, não exige recompensa, não exige tu ficar se promovendo, dizendo: "Olha como eu sou lindo e maravilhoso", né? Então se tu não esquece, é que esse bem também tão não é tão bom assim. Então tu v que é legal mesmo, que o esquecimento vale tanto para a o perdão de de poder superar a mágua, né, para mostrar assim que realmente tu não tá preso e promovendo egoísticamente a aquela ferida, aquela aquela dor eh a partir do teu egoísmo e também esqueceu bem que tu fez para mostrar que também tu não tem não tem interesses sombrios, interesseiros e egoísta naquela atitude favorável que tu fez. para o outro. Então, e esse é um processo, né, um processo que a gente tem que de uma certa maneira ir trabalhando. Eh, esse esse movimento da vida, seja morte e renascimento e também sono vigília, para mim tem a mesma dinâmica. Ol, dorme, né, e esquece um pouquinho que tu tá na na vida, né, na nas tuas dores, né? E vamos relaxar, vamos orar, vamos dormir para poder elaborar, processar, né, trabalhar essas questões. Aí no outro dia, novo convite da vida, né, ó, retoma tua vida de um outro lugar, de uma outra maneira. Então, a gente morre todo dia um pouquinho, né? E os sonhos são forma de também que Deus nos dá, né? Acho tão bonito, né? Essa morte é feita

ó, retoma tua vida de um outro lugar, de uma outra maneira. Então, a gente morre todo dia um pouquinho, né? E os sonhos são forma de também que Deus nos dá, né? Acho tão bonito, né? Essa morte é feita todo dia com uma forma de dar uma pausa e recuperar as energias, né? Não, d, né? E e a gente e muitas vezes a gente faz assim mesmo, né? Ah, vamos dormir, eu tô cansado, não vou resolver isso agora, não tenho cabeça, então vou dormir para amanhã poder, então, olhar isso de um outro lugar, mais apaziguado, mais descansado, né? E e e aí a gente vê que pessoas que não conseguem dormir. Então, eh, então quando a gente não quer dormir é porque tem alguma coisa incomodando, né, que não tá apaziguado, seja, por que motivo for. Então, como dormir também é um pouquinho esquecer, não o espírito esquecendo, mas o ego esquecendo, que justamente no dormir o ego vai perdendo a a sua autonomia de vigilância, né? e entrando adulterado de consciência, né? Eh, abaixar do nível mental para ceder, né? E e se esquecer um pouquinho, né? Então, acho bem interessante essa dinâmica toda. >> É verdade. Eu me lembro da palavra em si mesesmar-se, né? O ego fica muito em si mesmo, em si mesmo. E ele precisa desse dessa pausa, né? entre um eh, a gente fala entre um dia e o outro tem uma noite no meio, né? E essa noite no meio é uma co é uma possibilidade de, como você disse, né? Sair desse loop, né? E amanhã então eu resolvo isso, porque hoje não vai adiantar, né? Eh, e ela nos traz aqui, né, essa, como vocês já trouxeram também, a Adriana lembrou esse último parágrafo no que nós lemos sobre a importância de esquecer também as coisas boas que se fez, né, como vocês falaram, porque isso eh eh quando não se esquece, se alimenta a arrogância, o orgulho, a vaidade, né? E aí joga-se tudo fora, né? Eh, tudo aquilo que trabalhou, tal, tal, tal, tal. Então, mas se a pessoa tá muito, né, eh, arrogante, vaidosa, a gente pega aquilo tudo, amassa assim igual um papel, eu tchuf, joga na lixeira porque não adiantou nada e começa, né, faz de novo,

, tal. Então, mas se a pessoa tá muito, né, eh, arrogante, vaidosa, a gente pega aquilo tudo, amassa assim igual um papel, eu tchuf, joga na lixeira porque não adiantou nada e começa, né, faz de novo, né? É isso. E no Evangelho traz assim também que o orgulho é principal obstáculo ao progresso, né, e que o orgulhoso não perdoa, né? Então assim, essa situação do esquecimento é importante, né? Porque quando não se esquece, tem um orgulho muito forte ali, né? >> Eh, e me escapou, gente. Eu ia falar alguma coisa, mas agora >> problema. Mas >> foi para um outro lugar, >> mas tudo isso me levou para um outro lugar também, Cláudia. pensando não é nosso tema de hoje, mas será que o Alzheime, a demência, né, não é uma forma realmente também de fazer a gente esquecer não só a onipotência do ego, né, uma humilhação pro nosso narcisismo, né, de a gente perde o controle, perde as direções, a gente realmente fica, né, muito desprovido de de recurso próprio dessa autonomia do ego. Então, por um lado, talvez seja uma maneira de um tempo antes do desencarne para uma preparação desse esquecimento, eh, e, eh, que a, a, a matéria impõe, né, mas que o espírito tá lá talvez elabrando coisas. E também talvez paraa família ver esse esse idoso, esse familiar esquecido de si mesmo, eh, que é muito triste muitas vezes das pessoas lidar com isso, né? Talvez seja também uma uma sabedoria da vida que tá dizendo assim: "Olha que sobra da gente". E também esquecer também aquele, talvez aquela, aquela figura autoritária do passado, aquele cara que era tão difícil e ele vi tão fragilinho agora, perdidinho, que esquece as coisas, que não lembra, que fica. Então, talvez isso seja para poder realmente quebrar e e e confundir a nossa lógicas que estão muito fixadas e presas, né, nessas memórias do do das marcas e embaralhar tudo isso. Olha, agora não vale mais nada disso. O cara tá ali esquecido. aquele pai arrogante que tu tinha agora tá tão velhinho, né? Que que às vezes, né? Eh, o meu pai quando ele ele ele

embaralhar tudo isso. Olha, agora não vale mais nada disso. O cara tá ali esquecido. aquele pai arrogante que tu tinha agora tá tão velhinho, né? Que que às vezes, né? Eh, o meu pai quando ele ele ele tava antes um pouquinho antes de de desencarnar, ele ele tinha aqueles lápis de memória assim, de esquecimento. E e aí uma vez fui visitar, ele falou: "Venha ver o que eu comprei." Eu comprei, tem sete casas aí, né? Não sei quantas casas. Ah, é, pai, mas para que tudo isso? Há uma para cada um, né? Às vezes assim, né? E não tinha casa nenhuma. Falei: "Não, não te preocupa. Obrigado, que legal". Mas o mais importante é a gente tá aqui junto, né? Que legal, né? Vamos conversar um pouquinho, depois a gente vê as casas, né? Mas tu vê, eh, aí, então, a gente tá podendo viver uma fantasia, né, de uma realidade que talvez mostre um lado que quando durante a preocupação dele com outras coisas, ele não podia mostrar. Então, a demência, eu acho que relativiza muitas coisas, né? e apesar de sofrida, esse esquecimento talvez seja uma forma de também nos educar, nos ensinar, porque ela tá falando aqui, né, que justamente essa e esse processo de esquecimento, ela diz assim: "No esquecimento, valioso recurso, o que Deus estabeleceu no esquecimento, valioso recurso para mais ampla aprendizagem e treinamento para o perdão real. Então vai entender a lógica do esquecimento, né? E aí ela vai concluindo, né, que a reencarnação é essa possibilidade, então, né, que Deus nos dá, que a vida nos propicia para que a gente possa então fazer esse processo de evolução. evolução é um processo, enquanto o processo ele é ele é lento, ele é, né, vagaroso, ele vai precis e como a Joana fala, a gente se se perde, se encontra e vai se perdendo e se encontrando até que a gente possa, né, trabalhando dentro dessa misericórdia aí divina, poder chegar nesse verdadeiro perdão que a gente até eh nesse momento, né, nesse nosso estágio, pelo menos da humanidade. Na maioria das pessoas na na atualidade, nesse movimento de

icórdia aí divina, poder chegar nesse verdadeiro perdão que a gente até eh nesse momento, né, nesse nosso estágio, pelo menos da humanidade. Na maioria das pessoas na na atualidade, nesse movimento de transição, né, de um planeta de provas, expiações, a gente ainda não consegue plenamente esse perdão real. Nós estamos nessa tentativa, né, nessa busca, né? E ela diz, não obstante, à medida que o espírito progride, torna-se mais lúcida a percepção, né? Ou seja, a criança vai olhar, nossa, então já tem casquinha, então o dodó sarou. Então ele vai ficando, ele percebe, ele vai conseguir eh recorda das ocorrências que podem contribuir para o seu progresso e conclui, aqui é interessante mediante a análise dos fatos atuais que oferecem parâmetros para identificar os passados. Então ele observa, analisa e a partir dali ele conclui, mas ele também se perdoa, porque hoje ele é diferente. Hoje ele já não é aquele ser que cometeu todas aquelas infrações lá atrás. hoje ele já não está mais como antes. Então também a necessidade, exeão real também inclui o auto perdão para olhar para as vivências passadas, ele pode então eh atualizar. Não, hoje eu estou diferente. Hoje eu não sou mais daquele jeito, mas eu perdo. Eu preciso daquele personagem para que esse selfie fique inteiro, né? ele não pode deixar para trás o que ele fez de eh de equívoco. >> Essa parte aí, Adriana, foi exatamente eh o que eu tinha dito, né, antes, né? Ela fala assim, a partir de que a gente vai crescendo, né, né, a gente vai recordando ocorrências, né, intuitivamente, olha, né, ou concluindo mediante a análise dos fatos atuais que lhe oferecem parâmetros para identificar os do passado. Então a gente vai tendo assim uns sinaizinhos, né, de dramas anteriores, né, de de porque estamos juntos, né, isso é muito bacana, né? É porque aí a gente sai daquele lugar que ela disse do perigo, né? Eh, estamos juntos e aí não vou perdoar. A gente sai desse lugar e diz: "Ai, que providência divina, né? Olha, nós estamos estamos experimentando

a gente sai daquele lugar que ela disse do perigo, né? Eh, estamos juntos e aí não vou perdoar. A gente sai desse lugar e diz: "Ai, que providência divina, né? Olha, nós estamos estamos experimentando de novo aquele drama. Eu acho, vamos fazer diferente, né? Eu acho que é isso. É, isso é que é o bonito que ela nos traz. E eu me lembrei, né, do que eu ia falar a partir da palavra renúncia, né, essa palavra renúncia, né, Cláudia, nosso encontro termina então com sua lembrança. >> Esqueceu lembrar aí é aí é uma boa lembrança, não é? Tá certo. É, não, quando ela fala aqui naquilo que a gente tava dizendo do esquecimento das ações nobres, né, e da renúncia, né, eu me lembrei do caso, né, que um casal tava fazendo 50 anos, né, boda de ouro, né, e aí perguntaram ao senhorzinho, né, olha, diz pra gente qual é o o onde a gente chega aí, né, dá o dá esse, né, essa dica para nós, né? Aí ele pega o microfone e diz renúncia. renúncia. Renúncia. Então assim, essa renúncia que nos favorece, esse sal que o Gelson trouxe, né, da sabedoria, das relações, né, renunciar a uma resposta, o ter que responder, né, renunciar os relacionamentos eles eles partem muito, né, dessas renúncias diárias, né, para que a gente possa alcançar, né, essa plenitude aí, tanto do, né, do encontro com o outro, quanto do encontro com conosco mesmo, né? >> É, e por isso que a coloca que é é que é somente é possível o perdão quando a gente esquece realmente o passado e esquecendo a gente com a nossa mod a gente pode relembrar depois. Por isso que essa lembrança que estão comentando, né, quando desencarna no plano espiritual, só é permitida porque tem maturidade e realmente não vai se afetar, né, com o passado. Nem todo mundo pode lembrar do seu passado. É uma is é um trabalho de maturidade. Muito bem. Obrigado então Cláudia e Adriana por esse momento de reflexão, né? Sempre tão bonito, né? pelo material rico e profundo que a prefeitura nos oferece. Nós também agradecemos a todos que nos acompanha no espírito play da manção do

iana por esse momento de reflexão, né? Sempre tão bonito, né? pelo material rico e profundo que a prefeitura nos oferece. Nós também agradecemos a todos que nos acompanha no espírito play da manção do caminho e o convite de continuarmos juntos estudando. O próximo encontro será o médico interno, capítulo 20. Então, até lá, gente. Que Jesus nos abençoe. Um grande abraço a todos. Ah.

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