T8:E18 • Desperte e seja feliz • Autorrealização

Mansão do Caminho 28/08/2025 (há 7 meses) 1:01:45 160 visualizações

No décimo oitavo episódio, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Adriana Lopes exploram o capítulo 18 de Desperte e Seja Feliz, intitulado "Autorrealização". Um convite à descoberta do verdadeiro eu e à vivência plena do propósito existencial. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia

Transcrição

Queridos amigos, é uma alegria estarmos aqui mais uma vez reunidos nesse encontro onde estudamos a série psicológica Joana de Ângeles e hoje em especial, né, estudando o capítulo 18, autorrealização do livro Desperte e Seja Feliz. conosco a Cláudia Adriana para cooperar nesse estudo de mais um capítulo do livro. Obrigado pela presença, Cláudia, Adriana. Vamos então trabalhar esse tema tão importante, né? Quem é que não quer se autorrealizar? E na verdade toda a proposta da prefeitura Jon de Angeles, de uma certa maneira é um caminho para promover a autorrealização. Então, a gente tem eh se o se o projeto da psicológica engloba, né, de uma certa maneira eh essa busca, nós temos aqui um capítulo específico onde ela trabalha esse tema. Então, é um tema que eh nós temos que olhar com cuidado, com carinho, né? Porque, né, ela vai tá dando alguns elementos, eh, trazendo alguns elementos importantes, algumas dicas essenciais em relação a isso, né? Então, realmente é um tema interessante e como o esperado, né, eh ela já apresenta de início que o o Evangelho é a melhor pedagogia e tem a melhor técnica para a conquista da autorrealização. Claro, isso de uma certa maneira muita gente pode dizer isso, é óbvio, né? Mas como o filósofo Heider falou, né, o o óbvio muitas vezes fica de lado, né, fala da filosofia como uma árvore que tem seu caulo e e e as folhas e que se assentam toda a filosofia, eh, mas que muitas vezes não se pergunta aonde tá enraizada, porque é tão óbvio que ela tá no chão, enraizada, que passa despercebido e que ele então ia se ocupar exatamente disso, porque o óbvio muitas vezes é o essencial eh não reconhecido. Então ela tá trazendo algo que é óbvio, né, mas que é extremamente profundo e complexo. E a gente vai ver isso justamente na medida que ela vai desenvolvendo o capítulo. Não sei qual é a percepção que vocês têm, né, desse, né, tem esse momento anterior também que de uma cer dialoga que ela vai trazendo no capítulo de uma certa maneira, ela vai mesclando

do o capítulo. Não sei qual é a percepção que vocês têm, né, desse, né, tem esse momento anterior também que de uma cer dialoga que ela vai trazendo no capítulo de uma certa maneira, ela vai mesclando eh elementos que ela trouxe antes no no pré-texto, que depois você trabalha também no capítulo. Como é que foi a leitura para você desse capítulo? >> Olá a todos. Um prazer sempre imenso estar aqui com vocês nessas reflexões que a mentora nos traz, sempre maravilhosas, né, de de busca. Realmente ela nos dá sempre bússolas para que a gente se autonquiste, né, a si próprio esse território tão dificultoso dentro de nós, arenoso, né, muitas vezes um um solo muito eh instável pelas nossas marcas, né, pelos sentimentos mal elaborados, pelas feridas que trazemos, né? Então ela sempre nos trazendo bússolas, né, caminhos para que a gente possa se encontrar novamente. A gente se encontra e se perde, se encontra e se perde, né? E assim a gente vai seguindo em frente. E esse capítulo é é um capítulo belíssimo, né, como toda a obra da da mentora. E e ele nos traz esses três verbinhos, né? Verbos ama, perdoa e serve. Então isso aqui ficou muito para mim, né? E quando ela começa, né, com falando do evangelho, que é a melhor pedagogia, Jesus, né, o maior terapeuta, o melhor de todos os tempos, e ela diz: "Ama, assevera Jesus". Então, a primeira eh informação enfática que ela nos traz, né? Ama, né? E eu acho que isso, né? Quando eu li isso, isso já me preencheu eternamente, né? Eu já fiquei tomada, né, dessa dessa palavra imperativa, né, ama, né? Então, assim, todo esse capítulo ele foi, eu fui caminhando por ele, né? E é como se ela fosse nos mostrando degraus, né? E eu não quero colocar degraus de uma forma assim subindo, mas eu quero colocar etapas, né? Pedrinhas que a gente vai caminhando, né? e pulando, né, quando tem um rio assim. Então é ama, perdoa e serve, né? E e amar é imprescindível pra gente poder perdoar, né? A gente chamar a si próprio, né? para conquistar esse terreno muito difícil que temos dentro

o tem um rio assim. Então é ama, perdoa e serve, né? E e amar é imprescindível pra gente poder perdoar, né? A gente chamar a si próprio, né? para conquistar esse terreno muito difícil que temos dentro de nós, que viemos para servir, para fazer, né, esse trabalho. E também quando ela nos fala serve, porque quando a gente serve a gente sai de nós e a gente vai para o outro, né? E a gente indo para o outro, a gente também consegue amar mais ainda, porque a gente vê o outro, né? Então essa essa é a impressão inicial que me veio, né, dessa autoconquista nossa através dessas três palavrinhas, né, que é um grande desafio e também um grande desapego, né, desapego desse egocentrismo, né, dessa desse eu fabuloso que a gente traz assim totalmente que a gente constrói, né, a gente não traz, a gente vai construindo um um ego totalmente inflado, né, muito carente. só querendo tudo para si próprio, né? Tem aquela expressão, primeiro eu, segundo eu, terceiro eu, né? E aí esse esse capítulo nos vai ensinando que a gente o caminho é sair desse eu e ir a em busca do outro, quer seja para servir, quer seja para servir-se de instrumento, né, de perdão a si próprio e ao outro. Eu achei esse capítulo muito bonito, muito profundo. Eh, e eu gosto, né? Eu gosto assim, quando vou ler um texto, eu eu me provoco, né? Eu me provoco para ver o que que o texto desenvolve em mim. E quando eu li, né, autorrealização, apesar da gente saber o que é, eu comecei a pensar, né, eu acho gostoso a gente fazer esse exercício de pensar, mas o que é mesmo autorrealização, né? Pensar na palavra, no título do capítulo e a forma como ela vai construir o capítulo, né? E então eu penso que autorrealização, ela começa a dar pra gente essa possibilidade, ela transfere pra gente, né, Cláudia, essa possibilidade de realizar algo por si próprio. Então, ela vai dando autonomia pra gente andar com as perninhas da gente. Eu acho que isso é tão bonito no processo dela, porque parece que a em algum momento da vida a gente se coloca muito para receber,

o, ela vai dando autonomia pra gente andar com as perninhas da gente. Eu acho que isso é tão bonito no processo dela, porque parece que a em algum momento da vida a gente se coloca muito para receber, igual aquela criança manhosa, né? Aquela criança birrenta que quer mamar, que quer comida, que quer papá, né? E aí a gente só recebe, a gente fica assim com aquela eh querendo receber. E que aqui a partir desse texto, ela vai devolvendo pra gente, né, essa possibilidade de se chegar por si próprio nessa realização. E aí, nesse texto inicial, para mim ela engloba, né, tanto a lei de amor de Jesus, porque a impressão que dá que aqui o amor é tudo, porque a pessoa que ama, que, né, ela coloca o amor quando verdadeiro, né? Então, quando ele é verdadeiro, a pessoa perdoa, a pessoa eh ela serve. Então, parece que um é o desdobramento do outro e a base, né, é o evangelho, porque é Jesus, é a lei do amor, né? Então ela traz Jesus com a lei do amor como essa base para esse movimento da gente ter autonomia de ir atrás de algo. E por outro lado traz também o pentateuco cardeciano inteirinho que tá pautado nesse pensamento do amor, né? Então, um texto realmente muito profundo. E aqui eu gostei muito nessa parte inicial quando ela diz assim: "Graças à sua presença, né, ou seja, a presença do amor, aquele que esparse vive em paz de consciência, alegria e a gente vê a marca muito grande, né, do tanto de Joana, de Francisco de Assis, o a presença desse sentimento alegria a partir do momento que vai conquistando, né, essa conquista de si que vai se tornando inteiro. Então é um texto muito bonito, apesar da gente ler assim rapidinho, mas aí voltando e parando cada palavra, esses verbos de ação, né, Cláudia, que a gente viu tão enfático ama a severa Jesus, né? Então elas são palavras curtas, mas com um profundo muito um um um pensamento muito marcante, assim, um imperativo, né? >> É, eu acho muito impressionante, né? eh duas coisas que se apresentam para mim de maneira muito eh clara aqui no no

m um profundo muito um um um pensamento muito marcante, assim, um imperativo, né? >> É, eu acho muito impressionante, né? eh duas coisas que se apresentam para mim de maneira muito eh clara aqui no no pensamento de Joana, né, o quanto ela consegue ser objetiva, né, ela poder realmente eh dar uma clareza de um processo que é óbvio, né, mas objetivar isso para nós e e de uma certa forma eh dar profundidade dá as implicações disso para nossa vida. Então, eh, o o o capítulo é de uma simplicidade e ser simples, não é uma coisa fácil, né? Eh, e uma e uma simplicidade que coloca realmente que essama, né, perdoa e serve. Então, ela tá falando sim de um de um de um processo, né, que que é um processo até chegar na autorrealização, ou seja, a realização envolve eh essa tomada de consciência e essa vivência, né, que, claro, eh, começa com amor, porque todos estamos vinculados, eh, nutridos, sustentados no amor. Então não tem como começar de outro lugar, porque o amor é a base que sustenta a existência todo o universo, né? E ela vai colocar isso de uma maneira muito bonita quando ela fala aqui no prétexto, né, do capítulo, que diz: "O amor de Deus te inunda", né? Então, quando ela fala que o amor de Deus te inunda, ou seja, desperte para que para essa realidade. Se tu quer eh eh se autorrealizar, toma consciência que tudo é sustentado e movido pelo amor. Que o amor é a força que nos une, que nos sustenta, que nos alimenta, que dá sentido à existência. Então, porque o amor é a expressão da divindade. Então, não tem como haver autorrealização, caminho para autorrealização sem esse primeiro momento, né, de a gente poder ficar mais íntimo, mais consciente, mais eh ter mais clareza dessa dimensão, né, desse que ela vai chamar desse alimento mantenedor da vida. Olha só, ou seja, né, ao amor, eu alimento, é o ar que nós respiramos, né, que dá vitalidade, que renova, que possibilita, né, eh, o sustento e abre perspectivas novas na nossa vida. Então, esse é o convite para ela, né, e que ela faça pra gente. Olha, faça o que

iramos, né, que dá vitalidade, que renova, que possibilita, né, eh, o sustento e abre perspectivas novas na nossa vida. Então, esse é o convite para ela, né, e que ela faça pra gente. Olha, faça o que Jesus nos ensinou através do seu exemplo, né? Vamos amar, né? Então, el tá trazendo esse compromisso com a essência da mensagem do Cristo. Vamos, porque a eh isso para mim é importante, não porque a gente não saiba isso, né? A gente sabe, a gente lê todo momento isso, mas saber quer dizer ter consciência verdadeira disso, né? Então ela diz, "Tome consciência". Olha só, não é uma coisa que tu entende pela cabeça. Tu tá impregnado do amor, né? Tu tá atravessado por essa força, tu é fruto de, né, de de dessa condição e e de uma certa maneira ninguém foge do amor, né? Então, eh, começa então se apresentar, ou seja, traz paraa tua consciência que não tem como viver sem amor, gente. Então, acho que o grande exercício quando ela fala ama, né, é como falar, não há como sofismar essa sua proposta, não há como negar isso, não há como não reconhecer isso, não há como não justificar essa presença em nossa vida. Não adianta resistir o amor, não adianta fazer de conta que tu não precisa amar ou ser amado. Não adianta achar que tu pode viver, né? Porque viver o amor é viver também com Deus, viver Deus, né? Então eu acho muito interessante como ela tá apresentando aqui, né? E ela fala de um amor então que tem que ser verdadeiro, né? Então é a proposta de um caminho de verdade, um amor verdadeiro. >> É muito legal isso, né? Quando você fala aí, né, desse último, a última frase que ela traz, né, se remete à última frase, o amor de Deus te inunda. E ela fala então nos três verbos aí, né, quando você falou, foi lá de novo. Aí eu falei, olha que interessante que ela fala do perdão, né, do amor e do servir nessa última frasezinha aí. Então ela diz: "O amor de Deus te te inunda e o seu perdão as tuas faltas oferece-te o ensejo da reencarnação, na qual deve servir até o momento final na terra." Então ela coloca os três

rasezinha aí. Então ela diz: "O amor de Deus te te inunda e o seu perdão as tuas faltas oferece-te o ensejo da reencarnação, na qual deve servir até o momento final na terra." Então ela coloca os três verbos aí, né? Ela traz o amor primeiro, primário e primeiro, que é o amor de Deus, né? Que nos inunda e ele nos oferece a reencarnação, que é o grande perdão de Deus, né? é a grande oportunidade que ele nos dá, né? E o grande a grande forma de eu esqueço, imagina isso. Não, não, não me é como se Deus falasse: "Isso não me afetou, isso afetou você". Então vai e faz de novo, escreve novamente a tua história, né? Mas ela diz: "Olha, escreve servindo, né? Porque quando a gente serve aí essa balança que você falou, né, Gel? Só fiquei pensando uma balança, né? Eh, quanto mais a gente faz esse exercício de menos desejar esse amor, que que a gente, quanto mais a gente vai se alimentando de nós mesmos nesse amor, né, mais maduro, a gente vai podendo dispensar muito mais amor, né? Então, o servir é isso, é quando a gente, o foco não é a gente, o foco é o outro, né? E quando o foco é o outro, não tem problema que vai nos afetar, né? Porque é lógico, né, as deficiências todas a gente sabe, né, as dificuldades da vida, aquilo que a gente veio resolver, isso tá sempre, mas o outro é o foco do servir, né? E aí não há não há eh melindres, né? Ah, não há mágoas, né? Não há queiúnculas, porque o foco tá muito grande, né, no outro. E esse amor de Deus mais uma vez, né, isso meoove quando eu penso nesse pulsar, né, na respiração do universo, né, puro, né, contrai e e dilata, né, contrai dilata, né, é Deus respirando, né, Deus respirando e a gente respirando, né, o ar o ar que o oxigênio, né, entre aspas, que ele libera, né, Isso me comove demais, né? E aqui é interessante as palavras que ela usa. É bem interessante porque veja, a gente lê, mas quando a gente volta, tem uma palavra que eu quero voltar um pouquinho, um parágrafo antes desse que a Cláudia enfatizou agora de que o amor de Deus inunda, mas é uma palavrinha que

a, a gente lê, mas quando a gente volta, tem uma palavra que eu quero voltar um pouquinho, um parágrafo antes desse que a Cláudia enfatizou agora de que o amor de Deus inunda, mas é uma palavrinha que ela usa. pode dizer assim: "A autorrealização que há nelas decorrerá da aplicação de algumas das leis essenciais da vida". Então, quando ela coloca a palavra lei, olha como ela aprofunda estes três eh que não são apenas sentimentos humanos, não é esse amor sentimento apenas também, né? Ela fala desse sentimento, ela fala da questão do perdão, do serviço, mas aí ela amplia para um movimento maior como uma lei. Isso é bonito, né? Porque, ou seja, a gente querendo ou a gente não querendo, é uma lei. Isso perpassa, isso nos atravessa, isso nos inunda. E se a gente lembrar de de quando João coloca no Evangelho, né, da a fala de Jesus, que Deus é amor, então veja, nós fazemos parte desse desse Deus. Nós estamos mergulhados nesse nessa lei do amor e nós temos que ter olhos para ver, nós temos que começar a parar um pouco e para se alimentar esse elemento nutridor que ela coloca como uma alimentação da vida, né? Então às vezes a gente se sente tão triste, tão solitário, tão com fome de vida, né? E eu lembro da musiquinha que você tem sede de quê? Você tem fome de quê, né? A gente tem fome de amor, a gente tem fome de afeto, a gente tem fome de cuidado, a gente tem fome de colo. Mas quando eu percebo que há uma lei que me perpassa, que me atravessa e que eu por mim posso perceber, né, despertar minha consciência para poder fazer parte desse universo, aí eu vou me tornando, eu vou me autoralizando, porque a realização tá aí, mas eu tenho que ir ao encontro, né? Então aí me lembra muito Jesus com o desperta tu que dormes. Olha, desperta porque você tá mergulhado em Deus. Como que você não percebe esse Deus, né? E não é uma não percepção, mas é uma falta de consciência, né? É a consciência de sono sem sonhos. A gente não tem consciência desse universo, desse alimento que está à nossa disposição.

sse Deus, né? E não é uma não percepção, mas é uma falta de consciência, né? É a consciência de sono sem sonhos. A gente não tem consciência desse universo, desse alimento que está à nossa disposição. >> É interessante que lei realmente é o imperativo, né? Ou seja, é algo que se impõe naturalmente e e a gente não pode viver sem isso. Então, como um imperativo, ele constitui uma condição de realidade, né? Então, se ele que é um imperativo e que eu uma coisa de realidade, é sinal que esse realmente é um trato de Deus, né? Então, a gente pode dizer que Deus é amor e e que ele tá num estado de perdão, ou seja, ele realmente não se afeta, não se incomoda, né? Não, não, não se dói nesse sentido de sentir ofendido, rejeitado, seja o que for, né, ou traído, né? Então, o perdão é é uma marca na divina e ele também se doa, né? O amor de Deus, a presença divina é um um e é uma entrega plena, né? Da onde então é como se e essa autorrealização fosse dizer, os querem estar mais perto de Deus. Autorrealização é viver o divino, né? essa essa condição de que vocês são filhos de Deus e carregam esse taço de vida em vocês. Então vocês querem e chegar perto que é ser pleno, né, e se autorrealizar. Então isso passa por por amar e amar envolve então perdão, né? que ele implica numa incapacidade de compreender eh e aceitar o outro, né, na sua condição consciencial. Quantas coisas a gente não faz equivocadas, né, não tão terríveis hoje em dia, né, mas, né, e a gente quer a compreensão dos ossos, do mundo para pequenas coisas, né? Ah, eu derrubo um copo num restaurante quebro ou esqueço de um compromisso que eu tinha com uma pessoa ou eu não consigo pagar uma dívida que eu tinha e, né? Então a gente eh eh a gente enfrenta limitações toda hora, vulnerabilidade, limitações. Algumas não intencionais, outras talvez intencionais, não de maneira deliberada pelo ego, mas inconscientemente, porque as intenções também não são só deliberadas, né? são são movidas por forças internas, mas eh de uma certa maneira a gente a gente se

s, não de maneira deliberada pelo ego, mas inconscientemente, porque as intenções também não são só deliberadas, né? são são movidas por forças internas, mas eh de uma certa maneira a gente a gente se justifica e espera do mundo compreensão e não julgamento, apoio e não condenação. Mas é interessante que quando alguma coisa eh é é feita, né, onde o outro se equivoca, relação a nossa, a tendência da gente é se sentir no direito de se ofender, né? Então, a a nossa lógica é sempre autocentrada no ego. E o que que João tá dizendo aqui? que não tem como se planificar, se realizar centrado em si mesmo, no ego. Porque os dois movimentos da vida aqui que ela fala a partir do amor, perdão e servir, é realmente um processo de sair do ego, da morte do do do ego enquanto o elemento central da existência, né? o egoísmo, egocentrismo, o próprio orgulho. Então, então perdoar é um ato realmente de sair de ti e verdadeiramente reconhecer o limite do outro e aceitar que aquele irmãozinho tá perdido, tá desencontrado, dói. Dói, né? Não dier dói quando a gente é ferido, né? Mas a gente é a gente é parte personagem dos dramas um dos outros. Em algum lugar a gente vai ser traído ou ferido, como em algum momento a gente feriu e traiu, né? E outro foi personagem do nosso drama interno. Então, se a pessoa não tem consciência ou tá comprometida ainda com questões emocionais pesadas ou impulsos de uma certa maneira não trabalhados, é natural que se eu me atravessar no caminho dele, eu vou viver isso aí. Não tem como dizer, ó, tira esse do teu lado de fora porque eu vou conver contigo agora. Não, a pessoa é o que é, né? E aí, então, o perdão é para mim realmente, né, esse processo de expansão então dessa consciência amorosa, que não é só uma compreensão racional enquanto intelecto, mas uma compreensão profunda realmente de consciência da dessa dimensão, né, de que a vida é feita por eh processos heterogêneos de de de caminhada, de evolução e amar pressupõe compreender que cada um tá no seu nível de consciência e poder

e consciência da dessa dimensão, né, de que a vida é feita por eh processos heterogêneos de de de caminhada, de evolução e amar pressupõe compreender que cada um tá no seu nível de consciência e poder suportar isso. É, Gelson, quando você tava falando, pensei em tantas coisas aqui. Vou tentar agora trazer um pouquinho, né? Uma eh antes de tudo, eu queria eh falar dessa frase, né, que ela fala aí da parte do amão, do amor. Circunstância alguma pode ser apresentada para justificar a sua não vivência. Então, não tem alegação, não tem justificativa, né? Eh, é como vocês disseram, é uma lei imperativa, né? Então, não tem justificativa, né? Eh, isso eu acho importante. Agora, essa questão do perdão é fundamental, né? E ela diz assim: "Olha, qualquer tentativa de negá-lo resulta em autopunição, porque quando a gente nega o perdão, a gente fica remoendo mágoas e ressentimentos. E a gente vai adoecendo com isso, né? Então ela vai dizendo, ó, ressentimento, ódio, desejo de revide transformam em verdugos implacáveis daquele que que se preser que se que os preserva, porque a gente vai eh alimentando e nutrindo aquelas imagens que aconteceram, que nos feriram, né? Mas ele falou assim, ele falou assado, né? Então a gente revive várias vezes os diálogos, né? Então a gente potencializa isso, né? A gente vai nos autopunindo e a gente vai então eh eh eh dando, nutrindo não com alimento, né? Mas com esse sentimento que vai fica reverberando em nós e nos adoece, né? Eh, e e essa foi uma das reflexões que a Joana possibilita aqui, né? Eh, e nós sabemos assim que tem aquela passagem, né? Reconcilia-te com o teu adversário enquanto estás a caminho, porque depois fica tudo mais amplo, né? E aí a coisa fica bastante difícil depois, né? Então, a gente precisa reconciliar com o outro, adversário enquanto o outro e adversário enquanto nós mesmos. Porque existe também o autoderdão, né, que a Joana nos fala tanto. Agora, interessante, Jos, quando você tava falando aí eh desse outro que que magoa, né, que atravessa o

versário enquanto nós mesmos. Porque existe também o autoderdão, né, que a Joana nos fala tanto. Agora, interessante, Jos, quando você tava falando aí eh desse outro que que magoa, né, que atravessa o nosso caminho com os conteúdos já feridos dele, né? E aí eu me lembro que uma vez você também disse, né, olha, eh, agradece e e eu foi uma fala tua que eu nunca mais esqueci, agradece a esse outro, porque ele foi o mensageiro para você olhar também paraas tuas questões, né? Porque ele passa com os conteúdos dele, né? e eu tenho os meus. E na ferida dele ele vai e me atinge. E aí, eh, olha, olha como você trouxe um outro olhar, né? Agradece e aí deixa ele com o as feridas dele, né? E segue com a tua o restauro das tuas feridas, né? A partir do momento que ele sinalizou aquilo, né? Que me dói tanto, né? E essa frase eu nunca esqueci quando você disse, né? Eh, e aí eu me lembro de vou encerrar para não terminar muito para paraa Adriana poder trazer as reflexões dela. Eu me lembro também que antes, quando não existia, né, um tempo antigo e existiam os mensageiros que iam chegar, né, para o rei e trazer as mensagens, né? E aí muitas vezes quando o mensageiro trazia uma uma mensagem que o reino agradava, o que ele fazia? Matava o mensageiro, né? Então é importante a gente também não matar esse outro que atravessa o nosso caminho com as dores dele e que toca as nossas feridas, né? E a gente faz isso como você orientou, agradece o outro, não mata ele, deixa aquele, ele é um outro como nós e segue adiante, né? E são essas as minhas reflexões. >> Isso é muito profundo, né, Cláudia? A gente vê muito isso no consultório, né, quando essa essa falta de perdão e essa não reconciliação com o adversário, eh, principalmente quando esse adversário somos nós mesmos, né? quando a gente não percebe o nosso limite e acaba fazendo algo que a gente não gostaria que fosse daquela forma e de alguma forma você eh não faz aquilo, sei lá, num num trabalho, de repente você diz algo de forma grosseira, algo que você acaba

acaba fazendo algo que a gente não gostaria que fosse daquela forma e de alguma forma você eh não faz aquilo, sei lá, num num trabalho, de repente você diz algo de forma grosseira, algo que você acaba fazendo, né, por atuação de algum complexo ou alguma coisa nesse sentido. E aí a pessoa eh não se perdoa e aí ela começa com processo de autopunição. E aí a gente vê muito, né, na base de algumas psicopatologias, né, aquela a autopunição, né, eh, a gente que trabalha assim com algumas patologias até alimentares, a pessoa deixa de comer, ela começa a em excesso inconscientemente como uma forma eh de autopunição por alguma coisa que ela achou que ela fez errado. Então, eh, o ressentimento, eu gosto de olhar essa palavra como um sentimento que volta e a pessoa fica ressentindo, ressentindo, sentindo de novo, sentindo de novo e ela se fixa, ela fica presa nessa questão. E o corpo que é psique, ele vai mostrar como um símbolo esse sentimento, eh, que fica reverberando, né? Então essa autopunição, por isso que ele se torna um verdugo impacável, porque ele pode gerar inclusive uma patologia quando a pessoa não se perdoa, né? Então o perdão a si e o perdão ao outro, porque às vezes é esse reconciliar com o adversário é o adversário que mora em mim. Porque quando a gente trabalha, né, com os opostos, tudo vai ter o seu oposto, tudo vai ter a sua polaridade, né? E a grande importância é você tentar ficar no meio na atenção desses opostos e não polarizar ir para um lado ou ir pro outro lado, né? Então eu preciso reconciliar com isso para que eu possa encontrar então a plenitude e a autoiluminação, né? E aí daí a pouco ela traz a questão do serviço, né? a importância desse terceiro elemento. Então, eh eh a questão da autopunição e ressentimento por falta de perdão. Então, é importante a gente pensar, ah, que será que eu não perdoei? E aí eu começo, por isso que é um processo ativo, né? >> É, ela fala em autopunição, né, com a Cláudia já tinha, né, nido antes, né? Eh, então realmente me parece que que

que será que eu não perdoei? E aí eu começo, por isso que é um processo ativo, né? >> É, ela fala em autopunição, né, com a Cláudia já tinha, né, nido antes, né? Eh, então realmente me parece que que esse perdão, né, antes da gente poder aprofundar no último item, que é servir, tem eh é a implicação do como a que se a gente não consegue perdoar o outro, é porque a gente não conseguiu nos amar e nos perdoar, né? Então essas coisas, duas coisas andam juntas, não? Então, eh como é libertador isso, né? Eu quero eh eh eu não quero perdoar o outro, mas o não perdão implica, diz Joana aqui, né? Qualquer negação, qualquer negá resume em autopunição, né? Então esse ressentimento tá falando, né? Mostra que no fundo eu me impeço de amar. Eu tô me impedindo de amar. né? Então, a parte minha se recusa a amar e se eu me recuso amar, eu paraliso o meu processo e e crio um um antagonismo de forças internas e também acabo sofrendo desse desamor, né? e prisioneiro desse lugar que é viver no desamparo, viver na na incapacidade de reconhecer a minha força ou sentir esse amor e me perdoar e poder perdoar o outro. Então aí todos esses processos que ela tá colocando aqui que estão comentando, né, do ódio, do ressentimento e que e e que que acabam criando daí esses vínculos realmente muito eh de muito tempo daí, né, de dessa de de dessa eh dessa incompreensão que nos une, né, porque o ódio une tanto quanto o amor, nos vincula tanto quanto o amor, porque o ódio tem muito afeto no ódio, tem muito afeto na mág, tem muito afeto no ressentimento, que se o outro não tem valor para ti, tu não dá bola e não fica magoado. Então, no fundo, a sombra da mágoa, do ressentimento e do ódio é o amor. É o amor não reconhecido, é o amor não compreendido, é o amor frustrado. E então a questão toda gera em torno do amor. >> E ainda um pouquinho sobre o perdão, né? Eu me lembrei da do capítulo 10 do Evangelho, né? E aí tem aquela passagem, né, que a gente vê o cisco no olho do outro, mas não vê a trave no nosso olho,

. >> E ainda um pouquinho sobre o perdão, né? Eu me lembrei da do capítulo 10 do Evangelho, né? E aí tem aquela passagem, né, que a gente vê o cisco no olho do outro, mas não vê a trave no nosso olho, né? Então, quanto essa lente tá totalmente distorcida, né? Porque ao contrário da gente tá olhando pro outro, a gente tem que virar a lente para nós, né? e olhar as nossas imperfeições para que a gente possa então ser misericordioso, né? Que é uma das palavras que também traz traz a indulgência, a misericórdia nesse capítulo 10, né, que diz assim: "Bem-aventurados os que são misericordiosos, né? Eh, o evangelho nos traz então essa misericórdia que tanto pedimos a Deus, né? Ai, né? Muitos momentos a gente fala: "Misericórdia, Senhor, misericórdia", né? E a misericórdia é esse esquecimento, né, do perdão e das ofensas, né? Eh, esquece, pai, né? Misericórdia por esse por isso, né? Para que sejam atenuadas, né, as dificuldades da vida, né? Muitas vezes a pessoa tá em sofrimento da dor, leito, leitos, né? Eh, e de quase morte e a gente pede misericórdia, Senhor, misericórdia. Então isso me tocou muito, né, essa solicitação, essa súplica de esquece, pai, me perdoa, né? Eh, e isso me tocou bastante, né, essa essa parte aí do perdão. E aí ela coloca, né, né, não há como fugir do perdão, não tem jeito, uma lei, é uma lei, né? Então o perdão é uma lei, então é importante olhar para isso. E aí a outra ela coloca o verbo, né? Serve determino enfático o verbo. Então a outra lei é a questão do servir, porque tudo na natureza ele serve, né? o o universo em si, ele tem uma finalidade e a psique em si, ela tem uma auto finalidade que é atingir essa plenitude, é atingir essa perfeição, isso a longo prazo, né? Mas para que a gente consiga isso, eh, aqui nesse momento, aí volta o primeiro item. Eu preciso do amor, uma energia de conexão para que conecte essas partes minhas quebradas e comece ligar. E aí eu conectando esse mundo interno as questões conscientes e inconscientes, eu começo então entrar

iso do amor, uma energia de conexão para que conecte essas partes minhas quebradas e comece ligar. E aí eu conectando esse mundo interno as questões conscientes e inconscientes, eu começo então entrar nessa lógica dos do cosmos que é o servir. Porque quando a pessoa ama, ele vai desenvolvendo esse amor ao próximo, né? E aí eu lembro muito a frase do Yung, ninguém se individua em cima do Monte Evereste. Eu preciso estar em relação, eu preciso estar com o outro, porque é somente dessa forma que eu, a partir do momento que eu vou amadurecendo e vou sentindo em mim essa necessidade do outro, eu começo a servir automaticamente e isso vai fazendo um movimento interno e externo, né? Então é muito bonito, por isso que é uma lei e não tem como fugir, né, do do perdão e nem como essa questão do do serviço, né, é impossível manter-se alguém em paz de consciência, longe do serviço iluminativo de preservação e desenvolvimento do bem. Então, o bem ele é trabalho. Por isso que eu falei, né, daquela parte daquela pergunta inicial, quando a gente se pergunta, mas o que de fato é essa auto e esse eh movimento de autorrealização, ele é trabalho, ele é serviço, né? serviço a si, um trabalho interno de de olhar a si, de olhar o outro, de olhar a necessidade do outro e poder de alguma forma contribuir para que o outro possa então, né, também fazer o movimento. Então, é tão bonito que acaba sendo um movimento dinâmico, uma coisa vai se conectando à outra e aquilo vai gerando movimento. >> É, a gente pode dizer que trabalho realmente é amor e movimento, né? Eh, então realmente o amor pressupõe, né, dinamis, né, é uma força que dinamiza, que movimenta o mundo e ele em si é o próprio movimento da vida, né? Então, eh, a, o, o amor exige, né, essa circularidade de troca de, de, de, da, da da da vida que se se faz justamente na troca, né, na interação. Então, servir como expressão desse amor é poder justamente viver o amor enquanto essa condição que pressupõe realmente eh relação, cuidado, troca. E aí o servir é esse amor que

roca, né, na interação. Então, servir como expressão desse amor é poder justamente viver o amor enquanto essa condição que pressupõe realmente eh relação, cuidado, troca. E aí o servir é esse amor que realmente vai se reconhecendo como algo que tem que ser entregue, doado, né? E aí te vê realmente, né, gente? Quanto mais e evoluída o espírito, mais renúncia ele tem, mais capacidade de doação, mais prazer em servir, né? né? Eu vi vários relatos lá em em nas inúmeras leituras que que a gente faz, né, da da do quanto eh o espírito se sente alegre em servir enquanto ele se realiza realmente, né? Então, eh e como é difícil a gente compreender isso na nossa lógica materialista e alto chantado no ego, né? lógica que é competitiva, que é individualista. É muito difícil a gente compreender isso, né? Que que como é que eu não vou pensar em mim? Parece que a a lógica do mundo é: "Ah, se eu me amo, eu me valorizo. Se eu me amo, eu passo por cima dos outros". Se eu me amo, me ponho melhor mais do que os outros, né? Numa coisa maior. Se eu me amo, me ponho no me ponho me ponho no centro da vida. Se eu me amo, eu quero o melhor para mim, né? Então é sempre meu eu para mim, né? E e a gente confunde amor com desejo, né? E não sei se foi a Cláudia ou Adriana que falava desse desejo de servir, né? né? Quer dizer, a gente vai, esse desejo que começa lá como impulso, muito preso, muito preso aos a a vida sensorial, o prazer, né? O desejo é muito preso ao prazer, né? Né? E claro, a gente busca prazer, né? Então, as duas coisas em certa medida andam juntas, né? Não que seja a mesma coisa. E depois a gente vai eh saindo das sensações físicas de prazer e buscando prazer em outras coisas. prazer, né, em em leitura, prazer em em vida natural, né, em viagem, em cultura e até encontra os valor, os prazeres espirituais, né, que é fazer o bem, né? E aí, de uma certa maneira esse desejo se torna não um impulso natural pela falta, né? Um impulso inconsciente, mas uma atitude consciente pela vontade,

razeres espirituais, né, que é fazer o bem, né? E aí, de uma certa maneira esse desejo se torna não um impulso natural pela falta, né? Um impulso inconsciente, mas uma atitude consciente pela vontade, pelo querer, né? Então, me parece que tem uma questão de maturidade aí realmente, né? Onde o meu querer, o meu desejo é já é uma opção consciente de poder realmente ser útil, né? ser valoroso pro mundo, engrandecer a vida, tá sensível à dorm, né? Então, aí a gente começa nesse nessa trajetória maravilhosa, né, de eh abrir mão de nós, desse ego, eh poder, né, ter paciência, poder abrir mão de certas coisas em favor do outro, poder calar em momento difícil, poder dispensar energia e tempo para suportar o capricho do nosso irmãozinho que ainda não compreende, né? Poder acolher a dor de uma pessoa, né? Que não não sei se é maior do que a minha, não é, mas para ele tá doendo, né? E saber que para ele dói. Então, e e aí começa esse esse serviço, diz a Joana, né? Que faz sair de ti e abre para que essa troca amorosa, né? eh essa interação de força, de energia vitalize e promova a minha alma, né? E aí então tem que ter troca para ter esse alimento. Se tu fica preso em você, tu fica estagnado, a energia não circula, fica fechado em em si mesmo, né? Imediatista, como eu falo desse interesse próprio. E aí tu tem uma sensação que tu que que isso é bom. Mas no fundo tu vai ficando sozinho, tu vai ficando eh com o mesmo gosto, né? Né? Vai ficando esvaziado. E aí com o tempo, né? A gente acaba realmente eh eh criando um uma crise de um de uma de alguém que pode ter conquistado muito em nome desse individualismo, mas que não sustenta nada. Ou seja, um vazio existencial que a benfeitora coloca muitas vezes eh nos livros dela. Então, né, Jola, gente, de servir é bom para nós, né, acima de tudo também. >> E olha que bonita E olha que bonita a imagem que ela coloca aqui para essa crise que você tá dizendo, né, Gelson? Ela mostra ociosidade é ferrugem nas engrenagens da vida, porque isso o que

também. >> E olha que bonita E olha que bonita a imagem que ela coloca aqui para essa crise que você tá dizendo, né, Gelson? Ela mostra ociosidade é ferrugem nas engrenagens da vida, porque isso o que que faz a ferrugem? Então, quando ela dá uma figura de linguagem, eu gosto de imaginar o que que é uma ferr, eu imagino uma coisa bem ferrujada, que que acontece? Ele fica duro, ele fica enrijecido, ele perde o movimento, né? Então, quando a gente fica eh adoecido nesse processo de estagnação e que essa energia psíquica fica ali presa, né? Ela vai ficando enferrujada, ela vai juntar esse elemento que fica o ferro, né? e o ferro é pesado. Então, olha que interessante a a figura que ela que ela nos coloca, né, para mostrar esse movimento enrijecido que a gente vai se tornando. Por quê? Porque sou eu, é para mim. Se a pessoa fez para mim, então aí não tem para ninguém. Eu pego a bola de futebol, né, Cláudio, e levo embora, ninguém joga mais. Então, se eu não jogo, ninguém joga mais, levei a bola embora. Então veja como são movimentos infantis do ser que se nega ao movimento, então ele fica enferrujado. Gosto das dessas dessa dessa forma como ela ela escreve, né, de nos dar uma imagem. Por quê? Porque a gente sabe que o inconsciente ele é ativado por meio das imagens. Então, quando a gente quer estudar a Joana, vamos aprender a fazer esse exercício de tentar visualizar o que ela nos coloca em termos de imagem, né? Então, como que é a ferrugem? Que objeto é esse, esse esse eh esse sei lá, martelo enferrujado, que que acontece com ele, né? E aí a gente vai se imaginando no local desse objeto. Uhum. >> É bem interessante, Adriana, trazer essa imagem, né, do Ferrugem. ferrugem para mim ele ele ele tá muito ligado ao não uso. Então, a a realmente a falta de lubrificação, a falta de conexão, né, de movimentação das peças, as peças vão ficando paradas, vão criando esse material de desgaste que preenche esse lugar onde tem que fluir, né, a essa seiva, né, o amor tem que passar por aí. Então, se ele não passa, vai

peças, as peças vão ficando paradas, vão criando esse material de desgaste que preenche esse lugar onde tem que fluir, né, a essa seiva, né, o amor tem que passar por aí. Então, se ele não passa, vai criando esse enrijecimento, né? Então, muito bacana. você trazer essa imagem aí, que a Joana relembrar essa para nós essa imagem, né? E aí eu venho muito no que o Gelson falou, né? O serviço vitaliza e promove aquele que executa, né? E e realmente vitaliza porque se você tá utilizando aquele maquinário, aquela engrenagem, você tá tornando aquilo vivo, ativo, né? Útil para sempre tá usando, né? se não tá esquecido. E aí, gente, eh muitas vezes a algumas pessoas podem dizer descansa, né, né? Tem tá trabalhando demais, para um pouco, descansa, né? E descansar não é muito bom assim não, gente. Se parar vai enferrujar a engrenagem, né? É tudo lógico que tem que haver um equilíbrio. Mas olha, a gente tá, a gente sai vitalizado, né, do trabalho. E a Joana diz isso e a gente comprova, né? na prática, como a gente sai. E quando a gente tá nesse trabalho, né, deixar a seiva do amor passar entre as entre as engrenagens, né, a gente tá saindo daquilo que vocês já falaram, sai do eu, do eu, do eu, porque naquele momento você não tá pensando no eu, você tá a serviço, né, da grande obra, né, da serviço da coletividade, da sociedade, né? Então a gente tá pondo a nossa engrenagem em movimento para ela não enferrujar e a gente sai revitalizado, né? Então são muitas imagens aí que ela nos traz. >> É, é interessante que ela vai mais além, né, Cláudia? Porque ela fala que essa essa coisa de servir, essa recusa vai se manifestar de várias formas. Ela fala das pessoas que fogem do mundo, né? Eh, que é um desamor. Ah, tem gente que diz assim: "Ah, eu não vou ter filho para botar filho no mundo, porque tá muito violento o mundo." Porque olha só que tipo de pensamento, pensamento, né? Fechado numa percepção própria, né? Eh, de desconforto. Eu não quero dar que meus filos ten um trabalho. Eu não quero

tá muito violento o mundo." Porque olha só que tipo de pensamento, pensamento, né? Fechado numa percepção própria, né? Eh, de desconforto. Eu não quero dar que meus filos ten um trabalho. Eu não quero dar trabalho paraos meus filhos porque eu amo, né? Então eu prefiro queira não ter filho do que do que ter filho e mas como se a vida não fosse um convite para transformar. Quem sabe esse filho não vai ser o grande transformador da que a humanidade precisa, né? E ele também não tem para aprender com esse mundo difícil que é fruto de todos nós, né? Fruto, né? Nós somos culpados por por essa por essa realidade. Então fugir do mundo, né? é um ato de desamorfeito. E ela falando de outras atitudes, né? a negação, negar, né, a realidade, eh, negar a reconhecer o outro, né, as necessidades do do outro e e até chegar no detestar, né, o ter o ter ódio, detestar a vida o outro, a uma situação que é uma eh e as pessoas se justificam, né, a e se e encho a boca. Eu detesto esse país, eu detesto aquela pessoa, eu detesto essa situação. E ela vai dizer que são formas de egoísmo. Um jogo que a gente faz infantil, egoísta para não servir, né? Porque aí eu justifico. Éí de novo sempre é no eu, né? Eu detesto, eu não gosto, eu não quero, eu e, né? eu faço de conta, eu fujo, né? Então, eh, ela fala de um do egoísmo perturbador, né? o quanto perturba a harmonia do universo, quando ele impede, né, a felicidade e e a e a possibilidade de poder realmente ele movimentar essa engrenagem para não enferrujar e e a gente fica calcado eh em numa autoafirmação, se agarrando, se alimentando dessa ilusão para poder eh justificar essa recusa realmente de servir. Eh, nessa lógica para que eu sirve, eu sou o bobo, né? Eu tô perdendo, né? E e porque é uma lógica materialista, né? Uma lógica eh voltada para para pro consumo, voltado para para posse, voltado para para guardar. E a gente sabe que o amor e o conhecimento é uma outra lógica. Quanto mais tu dá, quanto mais tu se entrega, mais tu se engrandece e ganha também, né? Mas as

ara para posse, voltado para para guardar. E a gente sabe que o amor e o conhecimento é uma outra lógica. Quanto mais tu dá, quanto mais tu se entrega, mais tu se engrandece e ganha também, né? Mas as pessoas têm dificuldade de compreender isso. >> E só para completar, quando você falou, mas eu meu, né? E aí a pessoa também fala tudo eu, né? Então, né? É sempre voltado para esse eu, né? eh mostrando eh esse essa falsa, né, essa falsa entrega, né, de dedicação e de amor, né? Então tudo eu, né, não é de tudo falso isso, né? >> Muitas pessoas, quando você estava falando do de ser ter filhos, muitas pessoas dizem: "Eu não quero problema, né?" Então não não quer problemas, ela quer só >> Sim. Dá muito trabalho. >> Dá muito trabalho, mas dá mesmo, né? Porque é um relacionamento, né? >> Que bom, né? >> É, mas é, mas é. E é uma coisa também que eu já nem sei mais se eu falei aqui, né? Sainda, a gente ainda tá circulando eu e eu não lembro mais se eu falei, mas enfim, desculpem se eu vou repetir. Tem a frase primeiro eu, segundo eu, terceiro eu, né? Então o eu é um favorito, né? O eu é colocado assim em lugar de estaque na estante, né? E ele se coloca como um lugar de nuem, né? Então o eu é fabuloso, né? E e aí Adriana, não sei se você vai con >> Não, eu ia brincar que tem até aquela outra frasezinha típica que diz, né? Eu sou tão eu, tão eu, que sinto saudade de mim, né? Por isso, né, porque a pessoa fica tão assentada que ela esquece do resto do universo, né? É só de si porque não conhece o outro, que se conhecesse o outro não teria saudade de ser, né? >> Sim, verdade. >> Podia achar sem graça, né? Verdade. >> Exato. >> A pessoa se acha como forma de esconder no fundo a sua baixa autoestima, né? a gente vê que essa esse jogo aí do do ego e tá sendo essa afirmação e e e realmente por trato um desamor, uma baixa autoestima, um descuido, só que ela ela ela cria uma fantasia, uma uma máscara de onipotência que eu não preciso ou que ou que eu tô me valorizando, mas no fundo é, né, a

r trato um desamor, uma baixa autoestima, um descuido, só que ela ela ela cria uma fantasia, uma uma máscara de onipotência que eu não preciso ou que ou que eu tô me valorizando, mas no fundo é, né, a negação de que eu sou frágil, de que eu preciso do outro, que realmente Eu tenho, eu f eu fico, eh, eu quero ter amado, né? Não adianta a gente negar tudo isso, porque é é uma condição nossa, né? E e aí a Joana nos oferece realmente um método, achei interessante que o capítulo realmente ela oferece um método de aplicação. E ela falou de fácil aplicação. Fácil não quer dizer que que é que é rápido e que que é automático, né? Faz o sentido que todo mundo pode compreender e tá à disposição de todos nós, né? Nesse sentido, o difícil é a gente realmente reconhecer, aceitar essa proposta de Jesus, né? Porque a gente teima o homem é um bicho teimoso, né? Quer fazer do jeito dele e ele não quer realmente fazer essa derrota. O ego não quer ser derrotado, né? Ele quer insistir. Ele tá lá, né? Eh, eh, se já se vendo sozinho, já se vendo numa situação difícil. já se vendo abandonado, né? Porque ele insistiu num num ponto que não era legal. E aí o mundo foi acontecendo, ele vai ficando para trás, mas ele insiste, né, teimosamente de achar que ele tá no caminho certo e que o mundo tá errado. E aí se ele continua nesse delírio, é capaz de se tornar, né, um désputa e querer escravizar o mundo para poder servir aos teus anseios egoístas, né? Esse é o perigo, né, de seress hisorator. >> Isso me faz lembrar. Desculpa, Adriana. Pode falar. Pode completar. Que eu ia falar que como eu gosto de brincar com as palavras, eu fui lá ver o que que é método, né, no dicionário. Então, método que a gente já sabe, mas aí a gente buscando dicionário pra gente vendo, né? Então, é um procedimento técnico ao meio de fazer alguma coisa. Então veja, ela fala que é um método de fácil aplicação no dia a dia. Então amor, perdão e serviço devem ser a contagotas diariamente tentado um exercício como um método. E o

io de fazer alguma coisa. Então veja, ela fala que é um método de fácil aplicação no dia a dia. Então amor, perdão e serviço devem ser a contagotas diariamente tentado um exercício como um método. E o método quando usado na ciência ele é sistematizado, né? Ele é algo que você vai usar de forma criteriosa, que pode reproduzir, que pode experimentar, né? Por isso que ela afirma que amor, perdão e serviço são caminhos para autorrealização. Se são caminhos, eu tenho um método para acessar esse caminho. Olha que lindo. E é diário, não é assim: "Amanhã eu vou pensar em amar a Cláudia, amanhã eu vou pensar em perdoar. Ela ela pisou no meu pé, mas hoje eu tô brava. Amanhã eu perdoo. Não, agora, né? Comece já. É exatamente isso que me faz lembrar que a Joana nos traz a perseverança como um condicionamento que que a gente pode dar conta, né? Ela diz, como qualquer outro condicionamento, a perseverança é um um condicionamento a ser treinado, né? E aí isso me faz pensar quando vocês trouxeram um método, né? Então é esse treino mesmo, né? Essa dedicação é dedicar-se verdadeiramente, né? dedicar-se de, como a gente fala, de corpo e alma, né? Tá inteiro nisso, nessa dedicação, desse treino, para que a gente fique condicionado essas três, três verbos importantíssimos, né? Amar, perdoar e servir, né? Então, quando acontece alguma coisa, gente, opa, pera lá, preciso me condicionar isso, né? Olha, olha o o o teste aí, vamos treinar, né? Então, é um treino, né? E e é um método para se alcançar o quê, né? A autorrealização, como ela nos traz. E a autorrealização é a gente encontrar, encontrar-se com o outro e com o divino, né? Então é esse o caminho, né? Esse o método. E não pude deixar de pensar na frase de Jesus: "Ninguém vai ao Pai senão por mim". Aquele que amou, que perdoou, que serviu, ele é o método. Ele mostra aí, olha, o método é esse, né? Eh, é assim que se faz. Então, ninguém vai ao Pai se não Ele é o caminho, ele é o método. >> É porque ela fala que o evangelho é realmente a melhor pedagogia, né? Porque

aí, olha, o método é esse, né? Eh, é assim que se faz. Então, ninguém vai ao Pai se não Ele é o caminho, ele é o método. >> É porque ela fala que o evangelho é realmente a melhor pedagogia, né? Porque realmente tá ali toda essa expressão plena da presa do Cristo em nossas vidas. Bem, nosso tempo já tá finalizado. Não sei se tem mais alguma questão para fechar. Adriana, mais alguma coisa? Tudo certo? >> Eu quero, eu quero fechar com essa frase só que para ver como é diário, né? Ó, pensa com amor, fala amorosamente, predispondo-te a agir de forma amável. Então, se a gente começar, né, pensar, agir, daqui a pouco a gente tá vivendo de forma, né, amorosa. >> É, é trazer para consciência e se ocupar disso, né? Vamos realmente fazer de um método, né? Ou seja, vamos operar com isso e para isso realmente tem que começar a trazer isso consciente, né? o que é realmente a a continuação do estudo, porque o capítulo 19, que é o o capítulo seguinte, vai trabalhar a questão do esquecimento providencial, que é justamente é um trabalho prático, né? Então a a prefeitura vai trazer no vosso capítulo, né, de uma certa forma a continuação nesse prático do do amar, perdoar e servir, que é o esquecimento providencial. Então, a gente convida a todos, né, para estarmos juntos novamente para eh trabalhar o capítulo 19, agradecendo aos amigos e que nos assistem e Adriana, Cláudio por estarmos aqui juntos e podemos dar continuidade ao nosso estudo da Tri Psicológica. Um grande abraço a todos. que Jesus então nos tenha no leme para dar as diretrizes da nossa jornada de alma. Até o próximo encontro. Ah.

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