T9:E13 • Vida: Desafios e Soluções • Aspectos da vida (parte 2)
Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 13 – Aspectos da vida (capítulo 6, parte 2) Neste episódio, Gelson Roberto, com Cláudia Semeghini e Adriana Lopes, aprofunda o estudo do capítulo 6 da obra Vida: Desafios e Soluções, de Joanna de Ângelis (psicografia de Divaldo Franco). A análise contempla os itens 6.2 Estar desperto e 6.3 Alegria de viver, destacando a importância da consciência lúcida diante das experiências humanas e da preservação do entusiasmo pela vida como expressão de saúde emocional e espiritual. 📖 Obra: Vida: Desafios e Soluções, Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Franco 🎙️ Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidadas: Cláudia Semeghini e Adriana Lopes #VidaDesafiosESoluções #JoannaDeAngelis #DivaldoPereiraFranco #PsicologiaEspírita #Espiritismo #AspectosDaVida #EstarDesperto #AlegriaDeViver #Autoconhecimento #EspiritismoPLAY #TVMansaodoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Meus irmãos e amigos, bem-vindos a mais um encontro do nosso estudo da série psicológica Joana Diane, mais um momento de estudo, de reflexões, nós que estamos estudando o livro Desperta e Vida, Desafios e Soluções, volume oito e Eh, o capítulo hoje, capítulo 6, Aspecto da Vida. Eh, no encontro anterior a gente finalizou a questão da juventude da velice e hoje a gente entra no item estar desperto. E o último item do capítulo seis, que é alegria de viver. Conosco a Cláudia e Adriana para trabalhar então esses dois itens. E Joana traz essa necessidade, né, Cláudia, né, Adriana, de estarmos esperto, né, em vários momentos da obra dela, ela vai trazer esse estágio que ainda impera na humanidade, que é esse estado de sono, né, que é que representa de uma certa maneira essa dimensão ainda da inconsciência, da ignorância em nossas vidas. Como é que tu vê isso, Cláudio? Olá, pessoal. Uma alegria estar com vocês. Joana também vai falar disso, né, hoje, da alegria. Eh, realmente esse estar desperto. Eh, é importante. Ela nos ressalta muito, né? como você disse, eh, Gelson, ela fala aqui do do estado de sono, a consciência de sono que a humanidade ainda atravessa, né, com essa necessidade de despertamento que em muitos eh não é manifesta. Eh, e lógico que cada um tem o seu momento de despertar, né? E é um momento que a Joana já nos trouxe em outra obra, que é um parto dorido, né? eh vinculada a muito sofrimento e sofrimento de percepção de onde estamos, o que fizemos, né, das dificuldades que precisamos atravessar, né, de lidar com umas potencialidades ainda não descobertas ou não reconhecidas, né? Então tem todo um trabalho de despertamento. E a Joana diz aqui que infelizmente, infelizmente por minha parte, mas ela diz, né, a humanidade em geral vivem estado de sono, né, padecendo de uma enfermidade mais dominadora ainda do que todas essas outras que nos perpassam enquanto humanidade. Ignorância de si mesmo, né? não se reconhecer como ser, como não se reconhecer a sua responsabilidade diante da sua vida,
inadora ainda do que todas essas outras que nos perpassam enquanto humanidade. Ignorância de si mesmo, né? não se reconhecer como ser, como não se reconhecer a sua responsabilidade diante da sua vida, diante da vida do coletivo, né? Ela diz aqui da destinação, do significado, o propósito da nossa vida, o para que que Yung sempre nos traz. Então, eh, ela já inicia esse, esse item do capítulo, né, depois de ter passado pelo processo de o que é a mente, a mente de espírito, eh, a juventude, velice. fala aqui então de uma coisa mais ampla, né, que é esse despertamento que a gente pode falar que eh ele ele não tá vinculado à faixa etária e sim a esse movimento interno de cada um de nós. Então, ela vai falando nesse item sobre essa consciência de sono, esses estágios que nós vamos atravessar aqui, né? E e já adentrando um pouco o item, ela fala daqueles que se queixam, né, que se acomodam as situações, porque acomodar é muito muito confortável ficar acomodado, né? Então, ela fala dos que se acomodam, dos que se queixam, dos que se lamentam, né? E a lamentação, a lamúria são estados de adoecimento do ser humano, né? Eh, na na lamentação, na lamúria, no vitimismo, reflete um um um ser humano adoecido, porque não consegue suplantar e fica naquela naquela atmosfera eh densa, sombria, pesada. sem conseguir avançar. Então, esses são os primórdios aí, né, o início desse item, né? É interessante esse capítulo, um capítulo muito importante que a gente vê, onde ela coloca, né, esse estado de sono como um grande desafio. Então veja, ela coloca no capítulo, né, aspectos da vida como um aspecto muito importante da vida, assim como ela vai dar a sequência agora da alegria de viver, porque um parece que, né, a gente olhando que é uma decorrência do outro, a partir do momento que o ser vai despertando por as suas questões, ela ele vai assumindo gradativamente uma alegria de viver. E aí ela até faz, né, Cláudia, um diferencial que não é você sair dando gargalhada, né, isso não é alegria, mas
ertando por as suas questões, ela ele vai assumindo gradativamente uma alegria de viver. E aí ela até faz, né, Cláudia, um diferencial que não é você sair dando gargalhada, né, isso não é alegria, mas é um estado que que mesmo com um processo de dor, né, de dificuldade, de aflição, você consegue desenvolvendo aos pouquinhos esse essa alegria de estar vivo. Então, eh, esse estado de sono. E aí ela começa o capítulo. Até parece um grande paradoxo, né, o início do capítulo. Por se ela coloca o estar desperto como realmente um estado, né, do espírito, como algo necessário, ela já começa na primeira frase falando que a humanidade em geral ainda tá em estado sono. Então, veja, então esse é realmente um dos grandes desafios que ela vai trabalhar nesse capítulo. E se já não bastasse a profundidade, ainda lá no capítulo sete, ela vai escrever todo capítulo com esse tema, que vai falar desse despertamento, como ele se dá, né, da importância de si. E como a própria Cláudia disse, né, o que é a patologia doença no caso dela, é exatamente esses princípios que a doutrina espírita vem nos esclarecer, né, que é de quem sou eu, da onde eu vim, para onde eu vou, que é isso que é a patologia para ela, né? A ignorância de si, ou seja, ele não sabe quem ele é, é a destinação de cada um. Ele não sabe porque que tá aqui, para onde ele vai e nem o significado da existência. Então, esse capítulo é de grande profundidade, porque a gente vai poder parar um pouquinho, olhar para isso e perceber, né? E eu acho que é gostoso ficar pensando nisso se for uma puguinha aí atrás da orelha, se é que não tem ainda, né? Que se a gente, né, a humanidade geral está nesse estado de sono, é importante que a gente pense: "Mas e eu, né? Como é que eu tô nesse processo? Eu será que eu já estou despertando, né? Será que eu ainda tô dormindo? Como, né, os os discípulos que ficavam dormindo enquanto Jesus estava no monte das oliveiras e ele vinha e convidava eles a estarem em prece quando Jesus voltava ele eles dormiam, né?
nda tô dormindo? Como, né, os os discípulos que ficavam dormindo enquanto Jesus estava no monte das oliveiras e ele vinha e convidava eles a estarem em prece quando Jesus voltava ele eles dormiam, né? Então, até que ponto a gente está em estado de sono ainda. Então, esse exercício vai ser bom para que a gente adentre nesse capítulo tão profundo e tão importante. >> Eu acho que pelo menos 2/3 da humanidade se encontra nesse estágio que Joana coloca que é o estágio de sono. Então, tá contrapondo aqui, né, a condição de ser do estar desperto, ser que despertou. e esse ser que ainda não despertou. E e lendo aqui, né, as várias características da desse dessa condição de sono ainda que permeia muito da humanidade, eu levantei três tipologias de sono, três três, né, a aqueles que estão ainda no no primitivismo do instinto, né, que a gente vê da animalidade e e Tem pessoas que estão muito arraigado ainda, né, aos impulsos naturais, são muito reativos, são muito ainda primitivos na sua forma de de ser. Pouco elaboraram, pouco tomam consciência de um sentido maior da vida. É uma vida muito literal, muito concreta, muito pelo movido pelo impulso, né? Então, realmente uma ignorância movida por um estado de natureza eh pouco ainda trabalhado. O mundo eh, animal, né, o mundo material supera a dimensão psicológica espiritual. eu vejo que isso é um um tipo de de estado de sono. Depois ela coloca aqui, né, eh, daqueles que vivem, né, em, em, em situações de fugas psicológicas, de autorização, de autopunição, porque o o seu desperto já não não se confronta mais com isso, né? Então, esse é homem conflito, né? O homem que não conseguiu ainda, já tem um uma dimensão hum da realidade, mas não consegue se libertar ainda do seu passado e tá preso a a essa condição de que por não conseguir avançar, né, entre a consciência que já reconhece conhecimento, mas não quer dizer consciência real, é uma consciência intelectual já reconhece que de uma coisa tem outras questões, mas é um ser dividido ainda, né? Um ser que ainda tá
ue já reconhece conhecimento, mas não quer dizer consciência real, é uma consciência intelectual já reconhece que de uma coisa tem outras questões, mas é um ser dividido ainda, né? Um ser que ainda tá se move por um processo de dúvidas e conflito em relação a a ao esforço e a e a e a e a tomada de decisão de de acordar, de despertar, né? E tem aquelas aqueles que estão no infantilismo que Joana coloca aqui, né? que ela também vai das pessoas que vê pelo medo, que de uma certa maneira tão vivendo ainda num em mecanismo de fugir da realidade, que não quer enfrentar a vida, o compromisso, né? Eh, eh, buscando as concessões ao prazer imediato, sem consequência da proposta, né, e oportunidade à emoções que libertam. Então, então claro, esses esses três aspectos se misturam, né? E e a gente não pode separar isso em grau em em condições puras, mas são para mim fatores que demonstram, que revelam ainda essa dimensão de inconsciência e de sono que ela traz aqui nesse item do capítulo. Eu achei interessante na continuidade do teu raciocínio quando ela diz assim: "A sociedade se divide em grupos que se hostilizam subrepeticiamente, distanciando-se cada vez mais uns dos outros, quando deveriam eliminar as barreiras separatistas e não manter ignorância sobre as infinitas possibilidades de realização de despertamento. Então, o que eu eu fiquei pensando sobre isso é que o quanto essa consciência de sono vai individualizando eh individualizando vai no sentido de se tornar uma pessoa eh que não se >> egocêntrica. >> Egocêntrica. Exatamente. É >> individualista. >> É isso. É, vai tornando a pessoa individualista. Então, quanto ela vai se apartando do outro, né? E nós sabemos que que nós vivemos em relação, o mundo é relacional, é sincrônico, é solidário, né? Então, o quanto ela vai se distanciando, é o que a Joana me fez pensar, e o quanto isso vai indo na contramão do que o universo e do que a doutrina nos explica, né, da solidariedade, do estar com, tornar-se empático, né, a compaixão, o ir ao
é o que a Joana me fez pensar, e o quanto isso vai indo na contramão do que o universo e do que a doutrina nos explica, né, da solidariedade, do estar com, tornar-se empático, né, a compaixão, o ir ao encontro do outro. Então essa consciência de sono, ela afasta o sentido de comunhão, de integração, né? E nós estamos realmente vivendo isso. A gente vê, né, eh, o quanto essa internet, a tecnologia foi boa, por um lado, o quanto ela tornou as pessoas individualistas, separadas, apartadas, né, desse mundo de troca. E a troca se tornou virtual, eh, não afetiva numa no É lógico que há uma empatia quando se está disponível a ir encontro do outro, mesmo que estando pela telinha, que é o que nós estamos agora, né, nesse momento. Mas é diferente de quando a pessoa se isola naquele mundinho, num personagem de jogo e etc, né? Então, a Joana também fala isso, né? Quanto a consciência de sono nos provoca esse estarmos apartados de um mundo coletivo? E e nós sabemos, né, num planeta que que busca que estamos nesse caminho agora para uma nova evolução planetária. Já estamos nos primórdios, né, mas é todo um, nossa, todo um vira ser aí bem longo, mas o quanto essa transformação planetária, ela solicita que nós estejamos juntos e não apartados. Então, é uma necessidade premente que nós saiamos dessa consciência de sono para que nós possamos comungar e caminharmos juntos para um progresso, para uma evolução. Então esse despertamento, a Joana nos faz pensar que o despertamento do do da pessoa, do indivíduo, é um é um despertamento que arrebata um coletivo para esse despertamento também, né, planetário. E assim ela diz, eh, ou nós vamos ou nós permanecemos na morte, né, no estado de morte, né, de de de não progresso, né? Tem uma histórizinha bem interessante que o Momento Espírita aqui do Paraná trouxe um tempo atrás, que quando ela fala aqui, né, do acomodado, né, que tem muitos pessoas em estado de consciência de sono que fica acomodado, se queixando de tudo, mas que não faz nada para sair
trouxe um tempo atrás, que quando ela fala aqui, né, do acomodado, né, que tem muitos pessoas em estado de consciência de sono que fica acomodado, se queixando de tudo, mas que não faz nada para sair daquilo. O Momento Espírita do Paraná trouxe uma histórizinha bem pequena e muito interessante. E até o nosso grupo de estuda sempre fala isso, né, que vai retomar o que o Gelson coloca dessas fases anteriores do desenvolvimento, né? Porque a gente ainda permanece nesse estado de consciência de sono quando tá naquele primeiro nível que ainda tá muito preso ao instinto, graças a isso, porque a gente estagiou muito tempo nesses instintos, né, preso a isso. Então disse que, né, na no momento espírita que tinha, chega uma pessoa para abastecer o carro e ele tava ali no, enquanto eles abasteciam, ele vê um cachorrinho sentado chorando. Olha e pergunta pro rapaz do posto: "Nossa, mas por que que esse cachorrinho tá sentado chorando?" Aí o rapaz falou: "Ah, porque ele tá sentado em cima de um prego". Tá sentado em cima de um prego? É, tá sentado em cima do prego, mas por quê? Ah, porque não doeu o suficiente ainda para que ele levantasse, né? Então, quantos de nós somos esse cachorrinho sentado em cima do prego que vai usar aqui, né, essa vai reclamar, vai se lamentar como uma necessidade masoquista de compaixão, né? Ou seja, usa a fuga para ficar presa por trás dessa compaixão e não faz nada, né? não não vai efetivar ações, comportamentos efetivos na busca dessa, eh, de desse autoconhecimento, de sair desse momento como como, né, de ficar ali sentado, eh, tá doendo, tá, mas não o suficiente a ponto de eu permanecer na dor, porque é ainda ela não despertou. Então, a Joana sempre nos convoca uma ação, a sair de uma passividade e a fazer efetivar ações que vão fazer com que a gente chega naquela alegria de viver. Então, é necessário que a gente possa eh despertar. E aí chega nesse ponto, né, que que que a Cláudia falou, né, que o despertar é necessário, né, vai surgir um instante e que a pessoa se vê
de viver. Então, é necessário que a gente possa eh despertar. E aí chega nesse ponto, né, que que que a Cláudia falou, né, que o despertar é necessário, né, vai surgir um instante e que a pessoa se vê induzido ou a despertar ou então ele vai permanecer nessa morte, né, eh, que é uma morte da realidade. Então, a inconsciência de si, ela é um estado de morte, porque a gente vive, mas não tem consciência do estar vivo ainda como um próprio cachorrinho em cima do prego. Então, essa história para mim, ela sempre, eu, eu gosto dela porque é uma imagem muito bonita de quantos comportamentos nossos, né? Muitas vezes eu olho para mim e falo: "Nossa, levanta aí, tem um prego embaixo, né? Faz, desperta tu que dormes, né?" Eu digo para mim mesmo em alguns momentos que a gente fica por um comportamento ainda infantilizado, né, como ela já trabalhou, de ficar preso a algo, porque nem que seja dor, mas é algo conhecido. Então é necessário dar esse passo a mais. >> É interessante que eh o ego, né, a nossa a nossa forma de pensar, nossa lógica, por essa consistência de sono, ela é muito limitada, ela é muito pequena. Então, a gente julga e reflete naquilo que a gente, do pouco que a gente consegue refletir diante dessa realidade de inconsciência, eh, de maneira muito pobre. Então, eh, a gente se resguarda, né, nesse individualismo, esse egoísmo que vocês comentaram, achando que é um bom negócio, né? Não, eu não vou pedir, eu não quero fazer esforço, eu não quero saber das coisas, eu quero que o mundo, né, me dê ou quero e não quero pensar, né, porque pensar dá trabalho, eh, gera sofrimento, né? tem toda essa essa questão que parece que esse despertar eh realmente por comprometer e nos responsabilizar gera um certo temor e um e um sacrifício do desse lado, né, que que dessa morte, né? Então eles acham que eh que na verdade a lógica deles é o contrário, né? Eles acham que tão despertos, né? e que vão morrer se se se se se abandonar o velho padrão, um padrão novo. Só que eles não percebem em função dessa
eh que na verdade a lógica deles é o contrário, né? Eles acham que tão despertos, né? e que vão morrer se se se se se abandonar o velho padrão, um padrão novo. Só que eles não percebem em função dessa pequenez o grau de sofrimento que isso gera para eles, né, de atraso, de infelicidade, de desrespeito consigo mesmo, como diz a própria Jun de Angâela, né? E então eles não conseguem entender que o despertar é uma bênção, né? que despertar por mais eh eh mais eh por mais que nos assuste diante da dos horizontes infinitos que se abram e perante nossa pequenez, eh, mas ao mesmo tempo, né, esse horizonte se abre na vida, se abre dentro de nós também, né? E a J vai dizer, né, que estar acordado é encontrar-se pleno, ou seja, é o momento de de tomada de consciência de si mesmo e das possibilidades que nós temos. Claro que não é uma perfeição, tá longe de ser perfeição, mas é o é é o o encanto, o grande momento, né, de ser desse encontro especial com a nossa dimensão mais profunda, né, com a nossa riqueza de sermos espíritos e filhos de Deus e assim poder realmente romper as amarras que nos aprisionam. E aí a J vai falando, né, de poder crescer conforme seu alcance, romper com os medos, descobrir alegria de viver, que depois ela vai se ocupar mais, né, de agir, de poder realmente se apropriar de si mesmo, né? Olha só que coisa linda, né, que ela tá propondo e a gente não quer, né, olha com desconfiança, olha como se fosse, ah, será que não estão me pegando uma peça, né, pregando uma peça, será que eu posso realmente, né? Então, a gente eh não acredita ainda no amor do Pai e nem na na em nós mesmos, né? tem uma dificuldade de de realmente nos permitir viver essa condição que nos pertence e poder realmente, né, encontrar caminhos novos e enquanto recursos e possibilidades. E aí tem muita gente que quer continuar no estágio de sono, que resiste ao despertar. É, essa esse movimento é um movimento contra a natura, que o Jung diz, né? Então, a gente precisa movimentar uma máquina, né, que que é para sair desse
ar no estágio de sono, que resiste ao despertar. É, essa esse movimento é um movimento contra a natura, que o Jung diz, né? Então, a gente precisa movimentar uma máquina, né, que que é para sair desse lugar de acomodação, de de suposta segurança, né? Então, a gente precisa sair desse lugar e é justamente eh saindo desse lugar. Eh, e eu me lembro agora da lei do trabalho, né? Eh, a lei do trabalho é e a a no mundo se trabalha, né? O trabalho move, né? O trabalho renova, o trabalho faz com que a gente descubra eh eh que com que a gente se nutra de energias renovadoras. E é justamente que a Joana vem trazendo nesse parágrafo que você citou. Quando a pessoa vai movimentando essa máquina, ela vai se libertando dos medos, vai sur vai renovando uma energia que antes estava parada, mórbida, né? E ela vai movimentando essa energia. A gente pode pensar na na água que move o moinho, né? De uma água parada ou de uma água que move o moinho e produz energia. É sobre isso que a Joana tá falando, porque quanto mais nós ficamos parados nesse movimento estático de acomodação, de falsa segurança, de não consumo de energia, muito menos energia a gente tem, né? Então é um paradoxo também assim, quanto mais nós nos colocamos em movimento, mais nós vamos movimentando essa energia e descobrindo eh eh que nós possamos ainda ir mais além, né? lógico, guardadas as proporções do limite individual de cada um, porque senão isso torna uma coisa muito ansiogênica e e se adoece também. Não é sobre isso que nós estamos falando. Então, é realmente o movimento de você colocar sua máquina, né, em ação, né, mobilizando todas essas dificuldades, enfrentando, né, confiando, acreditando e movendo um passinho de cada vez dentro da sua condição, não sendo tão moroso e tão permissivo, mas também não sendo tão atirado e agressivo ao ponto da pessoa se perder. Mas a Joana diz pra gente seguir, né, despertar esse esse esse esse essa essa coisa que tá parada dentro de nós e que precisa ser dado vazão. E aí eu fiquei pensando também
ponto da pessoa se perder. Mas a Joana diz pra gente seguir, né, despertar esse esse esse esse essa essa coisa que tá parada dentro de nós e que precisa ser dado vazão. E aí eu fiquei pensando também naquela frase que as pessoas dizem, né? Ah, quando eu morrer eu descanso, né? que são pensamentos assim, quem quem diz assim é que não acredita, não tem ideia da lei do trabalho onde se trabalha sempre estando de um lado ou de outra dimensão, né? E essa pessoa que diz assim, quando morreu de descanso, me parece que é uma pessoa que tá eh eh agindo atabalhoadamente e ela tá trabalhando fazendo tarefas, mas sem uma reflexão do que é que ela vem fazendo. Então essa frase também me ocorreu, que é o que a Joana também fala aqui atrás, prazeres e a gente pode colocar nesse lugar diversão, né? Pessoas que viajam, viajam, viajam, viajam, mas só para cumprir o checklist de viajar. Eu já estive em tal lugar, que quer pintar todo o mapa munde, né? Então assim, o que que aquilo significa pra pessoa, né? Então, eh, nós estamos trazendo assim esse esse é como se a gente tivesse ressaltando também todas essas dimensões do que é o o do que seriam as tarefas, né, de cada um de nós. E é interessante, né, Cláudia, porque veja, se a gente olhar o viés da lei do trabalho pelo sentido que a doutrina espírita traz, é muito diferente do viés do trabalho que Marx dizia. Porque veja, se nós olharmos esse sentido do trabalho por um viés marxista, eu vou entrar nisso que vai me levar para est dormindo, que é o quê? Eu vou me sentir coitadinho de mim. Estou numa lei de explorador explorado, né? Estou sendo explorado pelo meu trabalho. Nossa, olha que infeliz que eu sou. Olha só como eu, né, eu não tô sendo respeitada. Então, veja, então essas lentes do ego precisam ser trocadas e olhada até para esse trabalho como uma lei natural que por si ela gera a alegria de viver, não é mesmo? Então, o trabalho quando o ser ele também vai saindo desse olhar, eh, vai adquirindo a a maturidade psicológica, até o trabalho vai saindo de um viés
e por si ela gera a alegria de viver, não é mesmo? Então, o trabalho quando o ser ele também vai saindo desse olhar, eh, vai adquirindo a a maturidade psicológica, até o trabalho vai saindo de um viés duro de explorador explorado para para algo que vai gerar em mim. Eu preciso do trabalho, não é as pessoas que precisam que eu trabalhe, né? Eu preciso estar bem, portanto, o trabalho me mantém vivo, me mantém ativo e não um trabalho remunerado, porque às vezes a gente acha que trabalho é só aquele que eu tenho a carteira assinada, não, mas dar uma aguinha para uma planta, conversar com um animal que tá doente, né? Então isso, esses pequenos trabalhos vão fazer com que eu saia dessa autocompaixão e vão levar aos poucos o próprio despertar. Por isso dessa saída dessa a passividade e assumiu uma postura ativa. E se a gente pegar Paulo em dois momentos ele vai falar desse despertar, né, nessa carta de Efésios que ela traz aqui, que olha que linda a frase completa. Ele diz: "Desperta, ó tu que dormes, levanta-te entre os mortos e o Cristo te estabelecerá". Então é aquilo que a Joana trabalhou, né? que embora estão vivendo estes seres ainda estão mortos para essa realidade espiritual do quem eu sou de fato, quem é, né, esse si mesmo, esse espírito milenar, ele tá muito longe de compreender os valores dessa alma e fica preso, né? Fica preso nessas coisas, o que a vizinha disse, o que que a sogra falou, né? Então, fica preso nessas coisas materiais e ainda não acordou para esses verdadeiros valores da vida, que são valores do ser, do espírito. Então, essa frase de Paulo fala do levantar entre os mortos, ou seja, a maioria está morta paraa verdadeira vida e às vezes aí a gente vê ressurgir eh séries de zumbis, né? Sonhos com zumbis. Por quê? Porque a gente tem vivido de forma coletiva esse despertar de um monte de zumbi, né? Esses mortos vivos que estão aí em Farrapos perambulando. E a gente viu a música aí do Michael Jackson, né, que fez tanto sucesso na década passada, porque era realmente o zumbi que cantava
zumbi, né? Esses mortos vivos que estão aí em Farrapos perambulando. E a gente viu a música aí do Michael Jackson, né, que fez tanto sucesso na década passada, porque era realmente o zumbi que cantava e dançava. Então, eh, já estava no inconsciente coletivo. Essa imagem >> é interessante isso que tu coloca, né, Adriana, aqui que é que se a gente não tiver essa visão espiritual, é difícil romper com as amarras desse desse estágio de sono, né? por mais idealismo que se tem na política, nas questões sociais, seja eh também os os grandes sistemas econômico, capitalismo, marxismo, nada vai dar conta, né, se não conseguimos realmente transcender a a os limites da visão materialista e encontrar realmente um sentido maior espiritual, né? E aí ela fita o Babagita, né, que no encontro de Arjuna com Cris, né, e que Arjuna tá também tomado de de uma inconsciência, ele não sabe, né, ele não entende muito o que que Krishna tá falando quando fala que ele tem que guerrear contra os parentes deles, né, primos, amigos e ele tem que assumir, né, essa posição. Então ele realmente ali tá confuso, não sabe. Mas o a postura madura de Arjuna é que ele não tem medo da verdade. Então ele provoca Krishna, né? E aí, mas como é que é isso, né? E como é que eu, né? E e aí Cristina vai orientando ele. Então, eh e aí ele vai compreendendo que essas lutas são as lutas internas de triunfar sobre as próprias paixões. Tem todo uma simbologia muito bonita ali, né, né, nessa passagem. Então, de uma certa maneira, essa coragem, né, que que tem que assumir para que a gente possa despertar realmente, né, e e poder, eh, reconhecer nessa coragem também eh o quanto nós somos amados, né, e, e o quanto é uma é um feliz encontro esse e esse momento de aprofundamento em nós mesmos. Tanto é que depois ele ela cita o o Sidarta Gautama na na pessoa iluminada que se transforma, né, no Buda. E ele daí quando um ela cita, né, essa historinha que um se pergunta, né, se ele encontrou Deus, né, e ele vai dizer que que ele encontrou Deus quando
pessoa iluminada que se transforma, né, no Buda. E ele daí quando um ela cita, né, essa historinha que um se pergunta, né, se ele encontrou Deus, né, e ele vai dizer que que ele encontrou Deus quando ele conseguiu penetrar na realidade dele mesmo, né? eh, no mais profundo da sua essência, da sua alma, né? Então, o movimento de se despertar não é para fora, o movimento é de uma tomada de consciência de si mesmos. E nesse processo a gente se deparando com aquilo que tem que ser superado, mas com as possibilidades maravilhosas que trazemos dentro de nós. >> É, a palavra que me capturou foi desperdício, né? Por isso ela traz nesse item estar atento. E quantas vezes mesmo a gente vai desperdiçando momentos, desperdiçando até energia, vivendo num conflito, numa divisão, né? E e esse desperdício, eu acho que ela também traz aqui de uma forma simbólica quando ela fala do mito de Sifo, né? porque ele era um rei e ele eh por todo o encaminhamento do mito, ele ele denuncia e eh enfim, é roubada a filha de Êxopo e ele denuncia que foi Zeus e aí Zeus fica muito invocado com ele, manda a morte prendê-lo, ele engana a morte, né? Depois e ninguém morre mais, né? no no no mundo dos deuses e e Zeus fica tomando, sabe disso. E aí por fim ele engana a morte de novo quando ele pede para não ser sepultado, né? O seu corpo não ser sepultado. E Zeus em algum momento vai descobrir isso e aí coloca ele naquele castigo infindável do trabalho, mas um trabalho, como a Adriana já até citou, um trabalho que não presta, né? aquele trabalho que não tem sentido, não tem significado, né? Não tem um propósito. Mas eu fico pensando aqui eh quando quando essa palavra desperdício me capturou, quanto eh Sissofo foi desperdiçou, né? Ele tinha um reinado belo e ele desperdiça essa história, né? por conta dessas falcatruas, desses enganos de dos aos deuses. Então, o quanto nós desperdiçamos também, né, a gente sempre traz para nós em momentos da nossa vida, ou nós nos consumimos eh em elocubrações, né, em conflitos, em o
desses enganos de dos aos deuses. Então, o quanto nós desperdiçamos também, né, a gente sempre traz para nós em momentos da nossa vida, ou nós nos consumimos eh em elocubrações, né, em conflitos, em o pensamento repetitivo, obsessivo, e o quanto a gente desperdiça energia e tempo, né, eh, subvertendo uma coisa que está e nosso caminho, que é o encontro do Deus dentro de nós. Então, nós perdemos muito tempo com isso, desperdiçamos. Por isso que essa palavra me captura do desperdiço e a e a e o que me vem junto dela é esse despertar e esse reconfigurar da rota, reconfigurar o caminho que nós estamos, as escolhas que estamos fazendo, né? para que nós possamos de fato cada vez mais silenciar o mundo fora, nos conectarmos com o mundo dentro, com o silêncio e o mundo dentro de nós, para que a gente possa encontrar esse Deus no mais íntimo de nós, né, como Buda, eh, nos fala, numa grandiosa serenidade e numa ação dignificadora, porque aí sim estar desperto vai estar vinculado a serenidade, a a a numa atividade dignificadora, a um propósito, a um a um lugar no mundo, mas não no mundo caótico, né? Mas um lugar no mundo, nesse mundo que nós queremos que venha a ser, que se transforme, né, nesse mundo realmente que nós desejamos, que é um mundo de regeneração, onde a gente possa ter paz. Então, a partir do momento que a gente vai, cada um de nós, encontrando esse Deus e e assim, não é fácil, não é rápido, não é não é de uma potência grande, mas eh nós vamos passo a passo, de pouquinho em pouquinho e tentando arrebatar todos esses que estão próximos de nós, para que eles também possam visitar junto conosco esses ter esses lapsos de calmaria, né, de paz. E aí sim nós vamos estar despertos com conquistas internas, com conquistas então colocadas para fora, né? E como ela diz aqui, resplandescentes e calmos, né? Isso é muito bonito, né? Resplandescentes e calmos. E eu achei bonito quando você fala do desperdício, porque na sequência ela fala assim, né, que o está, aquele que está desperto. Essa parte eu achei
Isso é muito bonito, né? Resplandescentes e calmos. E eu achei bonito quando você fala do desperdício, porque na sequência ela fala assim, né, que o está, aquele que está desperto. Essa parte eu achei interessante. Olha, ele ele consegue compreender os que dormem. >> Hum. >> Ele não fica perdendo tempo tentando acordar. Olha, você tá enganado. Olha, o teu Deus é esse, tá errado. Não, ele compreende aquele ser que dorme. Não se interessa pela decisão de eh desculpa, e não se interessam pela decisão de entender-se ou compreender a finalidade da existência, né? Então, os portadores de vida conduzem o indivíduo na direção segura do si mesmo para que possa compreender os que dormem e não se interessam pela decisão de entender-se ou compreender a finalidade da existência. tampouco se irrita, olha aqui, e se enfastia ou se perturba com aqueles que o agridem ou que o perseguem e que busca afligid-lo. Então, eh, quando a você falou da da do desperdício, eu fiquei pensando quanto tempo, né, vou me colocar junto, a gente perde, desperdiçando tempo com, né, querendo que as pessoas que estão ao nosso lado acordem, mas eu preciso eh acordar e ver que é o movimento é é um movimento individual, é cada um é cada um no seu tempo, no seu espaço, né, e acordar até paraa necessidade ade disso. E aí ele vai exemplificar, ele vai trazer várias pessoas, né? Traz a Maria de Magdala, que desperta quando ela entra em contato ali com Jesus, o próprio Paulo de Tarso, né, que despertou, Francisco de Assis, que renasceu, né, do homem velho. Aí traz Leonardo da Vin, Galileu, Newton, Decart, quantos pesquisadores, quanta gente que na ciência, na arte, na religião e no amor fizeram esse movimento, né? estiveram ali dormindo no início, mas aí foi importante se despertar e a partir desse momento ele renasce mesmo. Então é muito bonito isso e que a gente possa ter consciência e poder nesse momento tá olhando para isso, até que ponto eu estou nesse processo ou ainda eu tô preso falando do outro que tá dormindo e eu aqui, né, em
onito isso e que a gente possa ter consciência e poder nesse momento tá olhando para isso, até que ponto eu estou nesse processo ou ainda eu tô preso falando do outro que tá dormindo e eu aqui, né, em cima do preguinho do cachorro. É interessante que daí ela vai finalizar justamente com isso. A pessoa esperta, ela não só não se perde e não critica e compreende ah aqueles que ainda não estão nesse nível de consciência, né? Mas realmente eh a Jana vai finalizar dizendo que então que a pessoa desperta é livre de preconceitos. Eu achei tão bonito isso da parte dela, né? Não tem preconceito, né? Porque o preconceito é é é fruto do julgamento e da rejeição, da da condenação. Jesus nunca condenou ninguém, né? Então, de uma certa maneira, a postura é ser livre de preconceito e ela continua livre de limites. Olha só, né? aberto ao bem e a verdade. Então, e aí essa verdade não é aquela que impõe ao outro, mas aquela que é vivida por mim. Na medida que eu assumo, né, esse esse compromisso, eu tô na vanguarda da vida. Eu tô, eu tô aquele que abro caminhos, ilumino consciência com o meu exemplo, que o exemplo é realmente a o maior fator pedagógico de transformação do da humanidade, a maior forma fator de educação é o exemplo. E aí quando a Jonas começa a falar então da alegria de viver, é justamente isso, né? A alegria de viver é um estágio de consciência de esperto, né? Quando a gente esperta essa consciência, a gente reconhece que Deus nos sorri e que ele cuida de nós e que a vida realmente, como diz a Joana, é um poema de beleza, né? Escrita de luz, de partitura da natureza, né? Então a gente começa a sair desse lugar infeliz e fechado e escuro, né? de de de não percepção por uma realidade de que de de reconhecimento, né? E esse reconhecimento para mim se chama alegria e se chama gratidão. >> Humum. Quando eu me reconheço, eu tenho que reconhecer Deus e reconhecer daí toda a lógica perfeita, justa e amorosa que permeia a a minha vida e todo o cosmo. >> Sim, >> eu achei esse capítulo lindíssimo, né?
ando eu me reconheço, eu tenho que reconhecer Deus e reconhecer daí toda a lógica perfeita, justa e amorosa que permeia a a minha vida e todo o cosmo. >> Sim, >> eu achei esse capítulo lindíssimo, né? Eu achei assim que aí tá a Joana poetiza. E para mim ela tava olhando Francisco e descrevendo Francisco de Assis, que é o irmão alegria, né? Então, eh, ele naquela alegria que ele irradiava, para mim aqui, ela tá descrevendo. E o que me chama muita atenção é que somente a criatura humana é triste. Eu não tinha pensado nisso, né? A gente nunca viu. Claro, a gente vê um animalzinho triste quando ele tá doente, quando ele tá desnutrido, né, com fome. Mas o sentimento tristeza é diferente, né? Esse sentimento tristeza é algo que o homem vai nutrir fruto desse apego à culpa, essas questões morais dele não dar conta de fazer. Então para mim aqui a Joana esse capítulo foi belíssimo e ela mostra o seu lado poetiza aqui, né? >> Sim. Muito bonito mesmo quando ela envolve aqui a natureza, né? eh a criatura humana e a natureza e assim eh a oportunidade da existência física, porque a vida é uma oportunidade, né? Mas quando a pessoa está em si mesmo, né? Então a Joana vem trazendo essa essa oportunidade, esse olhar paraa oportunidade da existência física. E ela vai dizendo então que a alegria de viver deve ser parte ativa do programa de construção pessoal da criatura inteligente, né? Então assim, eu escolho ser alegre, apesar de se a gente escolhe ser alegre, né, não importa, né, porque mais para frente ela vai dizer, mesmo que eh a pessoa esteja atravessando por um momento difícil, né, ela tem essa alegria ênnita, esse olhar diferenciado e que e é uma escolha, né, e é isso que é bonito, né? Então assim, eh, também faz parte do nosso caminho escolher o que que a gente quer ser, né? Sair daquele estágio de tristeza ambulante, né? É lógico que há graus, né? A gente também não eh tem estados depressivos que são difíceis e com uma medicação a pessoa precisa sair além da medicação, uma psicoterapia. Mas não é
isteza ambulante, né? É lógico que há graus, né? A gente também não eh tem estados depressivos que são difíceis e com uma medicação a pessoa precisa sair além da medicação, uma psicoterapia. Mas não é sobre isso que nós estamos falando. Nós estamos falando de ter coragem de avançar, né, de sair, de escolher. Eu escolho ser alegre, apesar de todas as dificuldades que aquela pessoa possa estar passando. E é exatamente isso que ela vai dizer aqui. Tal alegria não impede os episódios de reflexão pela dor, pela ansiedade, ansiedade de amor, espera pela saúde, quem atravessa o momento de de adoecimento, né, quando tem a presença da enfermidade, de uma angústia momentânea, inquietação. Isso não é, não diz respeito a não estar alegre, a não ser alegre, né? Isso. O porque esses fenômenos, ela fala, fazem parte do curso natural, do curso de da existência humana, né? Mas se nós nos propomos a a sermos alegres, apesar de que naquele momento a gente não tá no momento de alegria, se está íncito dentro de nós, eu escolho ser alegre, eu vou passar por aqui, né? E eu vou entender que é um desafio que lá na frente eu vou retomar não só o o eu vou transformar o momento de não estar alegre, né, para o estar alegre, porque dentro de mim eu escolhi ser alegre. Então eu acho que isso aqui é bonito, né? E aí ela vai falar da risoterapia, né? Eu achei também isso fantástico, porque assim, muitas vezes, né, isso eu já já pude passar também, todos nós, acredito, a gente não tá no momento, quer dizer, a gente não está alegre, a gente tem alegria dentro de nós, mas naquele momento a gente não tá alegre, tá meio e aí não, eu preciso sair, conversar com minhas amigas, né? E aí a gente vai, conversa, ri muito, né? ri, aquilo é transformador. E quando ela fala na risoterapia, que é um recurso precioso, né, eu me lembrei muito disso, né, o quanto estar com e rir, né, faz parte dessa dessa cura e faz com que o meu a minha alegria ita volte a transbordar. Então, realmente é terapêutico, né? Eh, tem muitos autores que colocam que o bom
, o quanto estar com e rir, né, faz parte dessa dessa cura e faz com que o meu a minha alegria ita volte a transbordar. Então, realmente é terapêutico, né? Eh, tem muitos autores que colocam que o bom humor é uma forma de inteligência, né? E a pessoa poder rir dela mesma é uma forma de saúde mental, é um, é, é um, é um, uma demonstração de saúde mental. Então realmente eu poder ter essa habilidade, né, de rir das dificuldades, rir da minha pequenez, das minhas falhas e poder tá aberto a manter meu bom humor, porque o bom humor é sustentado justamente na na minha na minha criatividade, na minha capacidade de lidar com a vida, de encontrar recursos e caminhos, né? Então, realmente o BMO para mim é eh eh eh ele expressa a uma condição de maturidade psicológica, como o papel Jana vai colocar aqui, né? >> Então, e ela mostra o quanto esse e e esse a alegria e o riso são eh benéfico à saúde, né? E mobiliza reações de e estimula, né? a a hemoglobina salivar e a sistema imunológico e outros processos orgânicos que não só combate as bactérias do vírus, mas mobiliza emoções positivas que renovam e e geram, né, o bem-estar físico e também psicológico. realmente, né? E aí ela ela comenta, né? Mas e Jesus, né? Como é que fica? Porque Jesus é visto e lá no tá no evangelho, né? Que ele raramente sorria, né? Mas aí que tá. Acho que a gente tem que ter cuidar esse acho que Joana traz isso justamente a gente poder a gente poder avaliar, porque não é o riso desmotivado, porque um riso desmotivado também é desequilíbrio, um riso solto, mas eh superficial, né, da também não é bom. Ele tá fal tá falando assim da alegria do riso sustentado por uma condição realmente eh de recursos internos que faz que tu tolle a vida de uma maneira mais favorável. E Jesus tava numa grave da humanidade. Ele tava aqui para um trabalho importante, né? Mas ele nunca perdeu o otimismo, nunca perdeu a confiança nos homens, em nós e em Deus. nunca deixou de de de amparar e e e mostrar o seu amor, a sua boa vontade, né? Então,
m trabalho importante, né? Mas ele nunca perdeu o otimismo, nunca perdeu a confiança nos homens, em nós e em Deus. nunca deixou de de de amparar e e e mostrar o seu amor, a sua boa vontade, né? Então, tudo isso é permeado com alegria, né? Só que a gente não vai ver ele, né? nesse jogo, porque aquele jogo era um jogo muito de aparência na época e nesse dia não podia compactuar com os esquemas, né, que que que a sociedade vivia, né, em em relação a a toda a a máscara social, política e jogo de interesse. Então ele ele não tinha, não podia ser conivente com aquilo, mas não quer que não, mas não quer dizer que não mantesse, né, a alegria e o choro da compaixão, né, daquele que que sofre conosco, nos acolhe, porque o nosso lugar, infelizmente, é o lugar do eh do sofrimento, dos dos perdidos, dos desorientados, né? Então, de uma certa maneira, ele tinha que recolher o rebanho do pai, né? essas ovelhas perdidas, né, e poder mostrar um novo caminho para nós. E aí ela vários elementos sobre alegria, né, também que tá tá ligado ao evangelho. Sim, Adriana. >> Não, aí eu ia colocar, é por isso que ela diz que é uma contradição aparente, né? Então, o que a gente acha que, nossa, mas então Jesus era esse modelo guia, mas ele era triste, ele chorava, vivia chorando, não? Eh, esse choro era uma expressão da grandiosidade dele, né, de poder de alguma forma ter a compaixão por aqueles que sofrem, né? Então, assim, aí entra o desperdício de novo, né, Cláudia? Olha que pena, né? a pessoa tá desperdiçando toda uma existência, eh, preso ainda a algo tão pequeno. Então, eh, em alguns momentos ele expressa esse choro, mas não quer dizer que ele não tinha essa alegria de viver, ao contrário, né? Eh, imagino a emoção dele de poder estar nesse planeta que ele é o governador, né, eh, espiritual, se poder se materializar. Então, por um lado, até a dor que ele passou por esse perespírito e se adençando para poder passar por isso. Eh, ah, mas a oportunidade, então, só por essa oportunidade dele descer e e encarnar e
zar. Então, por um lado, até a dor que ele passou por esse perespírito e se adençando para poder passar por isso. Eh, ah, mas a oportunidade, então, só por essa oportunidade dele descer e e encarnar e nos trazer esse exemplo já é algo que para um espírito de luz como Jesus é um motivo muito grande de alegria, né? Então eu acho que fica muito muito muito essa questão. A partir do amadurecimento psicológico, a alegria é uma é uma é ele é automático. O ser ele vai atingindo esse estado, independente dele estar triste ou não, porque ele já compreende a função do sofrimento. Ele já está passando por um sofrimento, por uma prova difícil e ele já não fica triste pela prova. Ele ele se alegra porque ele está na prova. E eu me lembro muito bem do livro Paulo Estevo. Uma cena que mais me marcou foi quando ele vai ser decatado, né? Então ele fala pro soldado, "Faça o teu trabalho, né? Eu já estou colhendo." Então ele estava feliz ali no momento final e ele tava dando força pro para aquele que tinha que cumprir a tarefa, que o soldado tinha obrigação de cumprir, né? Então, que lindo a a por um lado o momento de extrema dificuldade e dor, mas por outra extrema um extremo exemplo de que ele já sabia que ele necessitava, né? Ele necessitava daquela dor como algo que que para ele não perder, né, não desperdiçar essa encarnação. Eu acho que realmente, Cláudia, você pegou certo para mim agora, ficou sendo que eu não tá eu tava dormindo ainda, eu não tinha consciência dessa palavra. da importância dela, né? E tem uma outra questão, né, Adriana, porque existe uma alegria mais introvertida, né? E tem uma alegria introvertida, que não é tão ruidosa, não é tão eh que não se expressa tanto, né? E e então as pessoas mais introvertidam, quer dizer que não tão não tão alegre. Tanto é que a Jon vai falou que que essa alegria é alegria daquele que não tem culpa, né? que que não fic não tá no negativismo, não tá no pessimismo, não tá na queixa. Então, a pessoa alegre pode ser uma alegria tranquila, serena, interna, né,
gria é alegria daquele que não tem culpa, né? que que não fic não tá no negativismo, não tá no pessimismo, não tá na queixa. Então, a pessoa alegre pode ser uma alegria tranquila, serena, interna, né, mas que tá sustentado justamente nisso, né, da minha capacidade, dessa alegria, não deixar me influenciar, me perturbar e ficar n na nessa nessa nessa atmosfera perniciosa, negativa, crítica, né, de vítima ou de de culpa ou desmerecendo, né, as coisas, a vida e assim por diante, né? Então é alegria daquele que já tá ali, né, podendo reconhecer e ser sustentado por valores mais nobres da vida. É por isso que ela fala, a criatura humana é o seu psiquismo. Então o que a gente hospeda na mente, né, e os sentimentos que a gente traz é que vão eh representar e como somos, quem somos nós, né, na manifestação aí do mundo. E é por isso que a Joana vem trazendo eh toda essas palavras que nos chamam atenção, né? Eh, ser alegre é um esse estado de alegria íntima não significa uma extroversão, não significa gargalhar, né? É muito diferente disso, né? Então, eh, podemos estar alegre sem sem dar risadas, né? Como Gelson trouxe, é uma alegria íncita, né? A, ainda e ainda temos os a pessoa se é extrovertida ou introvertida, mas essa alegria íntima, íncita, né, que que tá em nós a partir desse amadurecimento psicológico que que a Adriana ressaltou, faz parte desse psiquismo amadurecido que sabe, que que cada vez mais, né, porque sabe é uma coisa assim muito profunda, mas que cada vez mais entende eh o lugar que ocupa a responsabilidade pelo pelo por onde está, pelo seu lugar, pelo pela pelo sentido da sua vida. Então isso realmente vai hospedando essa alegria e ela passa a estar dentro de nós, né, nessa comunhão. Isso é que é bonito que que a Joana vem trazendo, né? E assim, e ao final ela traz uma dicotomia também bastante interessante. Ela joga com palavras, né, com expressões que ela diz: "A fatalidade existencial deixa de ser viver bem para bem viver, né?" Então, ela fala das metidades, né? Viver bem é viver como?
te interessante. Ela joga com palavras, né, com expressões que ela diz: "A fatalidade existencial deixa de ser viver bem para bem viver, né?" Então, ela fala das metidades, né? Viver bem é viver como? Intensamente. Não, eu tenho que viver minha vida intensamente. Não, não é sobre isso que ela tá dizendo, né? viver bem, é buscar prazeres, né? É fazer coisas, é, como eu disse, viajar muito, enfim, ir a eh estar sempre no se divertindo, porque é viver bem, né? Não, o que ela diz é bem viver. Aqueles momentos que nós estamos atravessando, esse bem-viver. E esse bem viver significa também mergulhar nos momentos difíceis, refletir sobre aquilo que nós passamos, né? estamos atravessando para que a gente possa tirar um proveito disso. Então, o bem viver ele tem uma escala muito grande, né, que nos traz a felicidade e a alegria. >> Com certeza. E mais alguma coisa, Adriana, que tu queira colocar nesse? Qu eu trouxe, como eu lembrei muito do irmão Sol, né, do irmão Alegria, eu trouxe uma uma frase de um de uma mensagem que o Divaldo recebe eh no túmulo eh quando ele tá eles estão eh visitando o túmulo de Francisco. Eh eh ela traz para ele uma mensagem linda. E eu só vou falar uma frase porque para mim ficou muito reverberão do Francisco, né, nessa alegria que para mim é o exemplo. Ela diz assim: "Volta, por favor, irmão, alegria a fim de que a tristeza do desamor bata em retirada e uma primavera de bênção tome conta de tudo." Então, para mim, né, que possamos nós conscientemente trabalhar o nosso desamor e com isso que a nossa primavera possa surgir e que a gente possa aos poucos encontrando, né, florescer no nosso jardim essa alegria de viver. Então, fecha com o irmão Sol, irmão Alegria. >> É muito lindo, realmente essa mensagem de Joana e essa parte especial que tu destacou, realmente é profunda e é o convite realmente, né? Se entrega, né? alegria como uma entrega sincera de confiança, de reconhecimento e de, digamos assim, relacionamento, né, com com Deus, né? Como é que a gente vai
profunda e é o convite realmente, né? Se entrega, né? alegria como uma entrega sincera de confiança, de reconhecimento e de, digamos assim, relacionamento, né, com com Deus, né? Como é que a gente vai ficar triste em boa companhia? Como é que a gente vai ficar triste se presenteado todo dia? Como é que a gente vai ficar triste a gente alimentado, sustentado espiritualmente, né? Como é que ficar triste se tem tantos recursos que nos cabem desenvolver e possibilidades que a vida sempre nos nos coloca para renovar, né? Então, e assim vai, né? Então, realmente a vida acima de tudo é um convite a sermos plenamente felizes e alegres a partir de quê? Da gente se abrir para a vida e para para pro reconhecimento desse amor de Deus. Alguma coisa, Cláudia? >> Não. Só queria destacar esse sorriso da Adriana, que ninguém fica triste com esse sorriso. >> É isso aí. Podemos então sorrir, né, com com Joana, com Francisco, com o Cristo, né, e realmente eh não esquecer, né, que ninguém tá sozinho e nem desamparado nessa vida. É verdade. Então fica esse convite para alegria, né, pro despertar da consciência e da alegria e também pro nosso estudo eh no próximo encontro que é o capítulo sete, Descobrindo Inconsciente, onde ela vai começar a entrar assim realmente nessa dinâmica psíquica na profundidade da alma, trazendo então uma análise do inconsciente, um um momento bem importante aqui do livro, né? Então, todos estão convidados e nossa gratidão de estarmos juntos com Joana, >> com Divaldo, com Jesus e com Francisco. Um grande abraço a todos. Um abraço.
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