T6:E21 • O Ser Consciente • A felicidade (Parte 02)

Mansão do Caminho 06/02/2025 (há 1 ano) 58:55 550 visualizações

Neste encontro da Série Psicológica Joanna de Ângelis, Gelson Roberto, Adriana Lopes e Cláudia Semeghini exploram o capítulo nove do livro "O Ser Consciente", dedicado à felicidade. Concentram-se nos últimos dois itens: Condições de Felicidade e Plenificação pela Felicidade. Nestes tópicos, a autora espiritual aprofunda o significado da felicidade e discute o seu processo, ao abordar as condições necessárias para alcançá-la. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #felicidade #Plenificação

Transcrição

Alô meus amigos bem-vindo a esse encontro do nosso estudo da série psicológica Joana De Angeles mais um momento de reflexão junto aqui com a Adriana e com a Cláudia e hoje trabalhando o capítulo no a felicidade do ser Consciente e e vamos trabalhar os dois últimos itens condições de felicidade e planificação pela felicidade no encontro anterior a gente já vem trazendo essas questões né da da Felicidade toda uma reflexão em cima do que envolve a felicidade o significado o sentido e eh as formas de compreender esse processo que a Joana vai aprofundar agora neste item quando ela vai falar das condições de felicidade então bem-vindo a todos Adriana Cláudia vamos começar então trabalhar esse material como é que eh vocês propõe da gente poder pensar essa essas questões aqui que juna nos traz já que ela começa falando de uma visão de felicidade que vem eh digamos assim at avessada né Por por concepções que ela sugere ser caótica e pessimista né e ela começa a falar um pouquinho sobre isso como é que vocês estão entendendo essa colocação da benfeitora Olá então é uma alegria muito grande estarmos aqui falando de felicidade at uma felicidade falarmos da felicidade e e ver como que a mentora vai né ter sem esse tema como se fosse uma malha que ela vai descendo aos poucos não e n nessa primeira parte da introdução ela vai dizer ela define né que em si mesma essa felicidade é uma Harmonia entre o ego e self E aí não é difícil a gente entender que as condições para adquirir a felicidade é realmente essa integração né Desse Ego e self que aí ela vai T tecendo né como que a gente nesse mundo contemporâneo com todo esse apelo né ao ego ao ter ao ser E aí a gente vai tecendo falsas ideias do que é a felicidade então eh tem né na na naquele Evangelho de Lucas né Onde está o teu tesouro aí está o teu coração né então qual é o teu tesouro é o Tesouro da Terra é o tesouro do céu que tesouro é esse né Cláudia então é muito bonito esse capítulo onde ela vai est fazendo todas essas considerações a

teu coração né então qual é o teu tesouro é o Tesouro da Terra é o tesouro do céu que tesouro é esse né Cláudia então é muito bonito esse capítulo onde ela vai est fazendo todas essas considerações a respeito dessas condições que nós necessitamos ter para ter realmente essa verdadeira felicidade que é não é ess esse tesouro que atraa com Roy né é isso Adriana a mentora vem trazendo né essa esse desenvolvimento Até que a gente possa chegar a essas condições de felicidade Então ela já colocou muitas coisas aqui antes né e o o que mais eh faz com que a gente comece nesse item que que faremos hoje de condições de felicidade é como ela termina o o o item anterior que ela fala que é dessa unidade Universal em que todos fazemos parte né dessa divindade e alcançar essa consciência de estarmos Unos com o pai é muito difícil né ainda é muito difícil no mundo contemporâneo por mais que venha se tentando né desde a Grécia antiga o contato com os deuses que era uma aproximação dessa divindade Mas ainda é muito difícil então a mentora termina o item anterior falando justamente da consciência dessa unidade tão indispensável para nós né e e a partir disso também a valorização de si mesmo de si mesmo e do si mesmo né importante por isso que ela começa esse e isso é uma condição básica para que a gente possa ir acendendo essa luzinha de da determinação ela fala assim da determinação de fazer-se feliz em qualquer circunstância em qualquer momento mas é uma trajetória longa e é por isso que ela começa esse item agora falando dessa visão caótica e pessimista porque nós fomos nos and né A partir do momento em que fomos conquistando Progresso tecnológico né eh e e e de tudo enfim da vida né Educacional o conhecimento teórico mas nós fomos nos desumanizando essa impressão que temos E aí a mentora vem trazendo essas tentativas de alcançar a felicidade né em qualquer área área dos Prazeres rápidos e aí ela cita exemplos aqui né Eh falando ligados a Aos aos ao sensualismo né o prazer pelo prazer o

em trazendo essas tentativas de alcançar a felicidade né em qualquer área área dos Prazeres rápidos e aí ela cita exemplos aqui né Eh falando ligados a Aos aos ao sensualismo né o prazer pelo prazer o dinheiro ela vai falando também do surgimento dos conflitos né e vai falando desses Prazeres emocionais né da hierarquia nas instituições onde o poder é estabelecido e não o amor e aí eu acho que é esse ganho né que eu eu vou passar a bola para vocês eu acho que esse ganho desse início desse item quando ela traz o amor né que ela vai desenvolver ao longo desse item a a diferenciação né entre o poder que vem se conquistando ao longo né desses séculos Na tentativa de se alcançar humano mas quanto nós vamos vimos nos desumanizando e perdendo o contato com a nossa essência eu acho interessante trazendo Cláudia justamente realmente fazendo mento de um processo de desenvolvimento da consciência ou seja da maturidade espiritual e psicológica do homem e o quanto essa felicidade vai mudando tanto em termos de concepções como em termos então de de busca né naturalmente a partir de que a a a natureza do homem naquilo que ele se move naquilo que constitui ele e consequentemente os objetivos e metas também vai mudando então Eh quando ela inicia com essa a visão caótica e pessimista da vida né ela tá mostrando que como tu falaste né Que que isso é um sintoma de da frustração de uma consciência que põe a felicidade fora da pessoa fora da gente né no Triunfo material a aonde o a felicidade tá ligada à questão do objeto adquirir adquirir e sensações de ordem mais eh fisiológica né do nosso primarismo ainda animal ou seja uma visão de uma concepção humana que é muito limitada e muito sensória muito concreta muito fundada então numa consciência que se move naquilo que ela chama de bem-estar não que o bem-estar não seja importante ela vai dizer isso eh até no encontro passado né que o prazer e o bem-estar são caminhos para a felicidade mas não é não sustenta felicidade né E que nessa primeira fase

bem-estar não seja importante ela vai dizer isso eh até no encontro passado né que o prazer e o bem-estar são caminhos para a felicidade mas não é não sustenta felicidade né E que nessa primeira fase há uma confusão muito grande aonde o bem-estar né de uma certa maneira acaba sendo o a referência do que a gente entende por felicidade né Eh eh eh e aí esse bem-estar se ilude com Anseio os outros né que geralmente tem a ver muitas vezes com essa questão que tu falou de autoafirmação do Poder da do reconhecimento eh de nós mesmos que por trás desse jogo de felicidade inconscientemente já tá o amor falava aí né todos nós queremos ser amados Queremos ser reconhecidos e e só que nos perdemos Nisso porque não entendemos como fazer isso porque felicidade e amor caminham juntos então nós ansiamos por preencher um vazio de mas como a gente não compreende o que é o amor e muitas vezes a está avesso amor e confundimos o amor nessa autoafirmação onde o poder Ocupa um lugar central daí né então a gente acaba buscando controlar conquistar eh eh seduzir eh buscar as personas de sucesso reconhecimento social econômico como forma de ter essa gratificação eh eh juntando o bem-estar as Sensações materiais que o mundo nos oferece e que de uma certa maneira né ela vai dizer que isso vai se vai se tornar depois vai se transformar em tormentos internos que é justamente ess sintomas que ela começou que é daí uma vida caótica e pessimista Então é assim que eu tô entendendo né esse processo aí de de um de um de um despertar que vai vindo com a frustração então a frustração de uma certa maneira ela é necessária para mostrar que de repente o caminho dessa felicidade não tá consistente e interessante quando ela fala da harmonia né que felicidade seria um sinônimo de harmonia entre eh Ego e self que aí a gente fala como é difícil então alcançar esse estado de felicidade porque o ego tem uma linguagem e o self tem outra né se pensarmos na linguagem do Ego ela é linear com começo meio e fim então nós temos Nascimento

o é difícil então alcançar esse estado de felicidade porque o ego tem uma linguagem e o self tem outra né se pensarmos na linguagem do Ego ela é linear com começo meio e fim então nós temos Nascimento desenvolvimento e aí ela fala no texto das fases do desenvolvimento que nós temos a tendência sempre de guardar o que é ruim né de não nos lembrarmos das coisas boas que temos na infância então Eh isso fazem parte desses atavismos que a gente repete vida após vida de sempre guardarmos aquilo que é negativo né então o ego com essa visão linear para ele a felicidade é sinônimo de Triunfo pessoal ele é sinônimo de algo de natureza material porque é isso que o ego conhece ele é aqui ele é o senhor desse da matéria né Ele é o dono desse ele é o rei do pedacinho então aí as questões sensuais né o dinheiro o êxito até as questões de banhos relaxantes né alimentação massagens são pro ego né sinônimo de de felicidade que vai trazer uma uma certa gratificação para essa estrutura egoica do eu ele vai se sentir reconhecido ele vai se sentir Amado os seus complexos ficam satisfeitos né Cláudio ele vai se sentir assim todo reconhecido só que aí como o Gelson fala surgem Então os tormentos né porque aí fica esse teu tormento do ter eu preciso ter um carro novo um carro do ano se o meu carro do ano passado já não já não sou feliz mais né eu preciso ter x y z e aí eu vou elencando enumerando uma série de coisas mas aí Joana Alerta né que além dessas metas nós temos outras metas que é que são as metas do self porque no self nós temos Passado Presente Futuro tudo junto né E tá tudo interligado né então seria esse mundo propriamente o mundo dos espíritos né então lá no mundo dos espíritos e o dinheiro a matéria não vale nada né Eh nós temos então a questão dos Prazeres emocionais E aí ela vai dizer aqui né no parágrafo terceiro que além destes né então além dessas questões materiais que coloca eh os prazeres emocionais que uzem aos relacionamentos humanos promocionais de liderança e representações sociais políticas

terceiro que além destes né então além dessas questões materiais que coloca eh os prazeres emocionais que uzem aos relacionamentos humanos promocionais de liderança e representações sociais políticas econômicas e religiosas portadoras de grande valorização para o ego ainda é isso que a Cláudia diz né a necessidade do Poder mas isso já é o início né o início dos do vislumbre desse dessa felicidade maior porque é na relação né que nós vamos nos descobrindo é na relação com o outro que nós vamos despertar para realmente outros sentidos mais profundos quando a gente vê que o dinheiro não vale nada diante de uma doença grave né diante de uma uma prova muito grande na vida ou às vezes né então a o ego ele vai conseguindo na relação com o outro ele vai conseguindo se sentir porque nós nascemos humanos mas só somos OB sujeitos da nossa história na relação então aqui ela vai tá falando dessa reciprocidade honesta que a gente vai adquirindo no relacionamento e aí ela vai falar de um intercâmbio Leal real afetivo né E aí que a felicidade começa a se estabelecer então Quais as condições Então a primeira real grande condição é isso né é o estabelecimento do intercâmbio com o outro né a capacidade de amar plenamente sem imposições e aqui é legal que a gente vê nas relações principalmente a gente no consultório né ah eu vou amar tal pessoa se ele fizer isso isso então isso não é amor né Isso é uma imposição se ele fizer isso eu amo e se ele não fizer eu não amo então Que amor é esse né que é um amor de troca é um amor egoísta ainda e aqui ela vai falar lindo né esse amor não pede e sempre doa parágrafo seis não tenta modificar os outros e sempre se aprimora não se rebela nem se decepciona portanto nada espera em Retribuição não se magoa nem se impacienta irradia-se qual Miri íf luz que se expandindo mais se potencializa Então se a gente pensar nesse amor nós estamos longe né de desenvolver eh esse amor tal como ela coloca aqui mas é na relação que isso começa né primeiro passo eu eu acho que

indo mais se potencializa Então se a gente pensar nesse amor nós estamos longe né de desenvolver eh esse amor tal como ela coloca aqui mas é na relação que isso começa né primeiro passo eu eu acho que isso tá falando segunda etapa realmente desse processo de transformação da ideia de felicidade no primeiro momento as questões de ordens sensórias e e do mundo da representação eh mais frívola e ilusória da da da das questões que que pode levar até a fugas né para pelo al e assim por diante e chegar num outro Anseio que são daí dos Prazeres emocionais que envolvem o movimento ao encontro do outro né do relacionamento então é o relacionamento como uma base da experiência fundamental para o exercício da Felicidade aí já começa realmente e esse núcleo amoroso que a Cláudia falou que o final é né Essa condição que vai sustentar a Felicidade Plena né e a a gente começa aí no no no nos movimentos da vida eh num num primeiro momento ainda nesse movimento de autoafirmação pelo status humano eh pelo pelo jogo né das relações eh de aparências e de interesses buscando essa gratificação emocional para chegar nisso que tu tá falando né Adriana que é eh uma consciência cada vez maior de um nível transpessoal do dos vínculos para chegar no entendimento do que seja realmente o amor né Eh na medida que eh a começa a haver sintonia quando começa a ver o intercâmbio realmente verdadeiro onde eu eu se mostro onde eu acolho o outro onde a gente começa realmente num num jogo de de verdade de inteireza e de intercâmbio daí de troca circulando essa energia afetiva né começa realmente eh esse jogo dá lugar a uma substancialidade maior que realmente é daí esse esse amor que vai chegar nisso tudo que tu falou no final né que o amor daí eh não pede doa não tenta modificar o outro mas sim se oferecer como forma de exemplo e possibilidade de experiência em favor da transformação da outra pessoa e assim por diante né uma série de coisas fantásticas que ainda a gente não consegue né Eh realizar né mas é o

forma de exemplo e possibilidade de experiência em favor da transformação da outra pessoa e assim por diante né uma série de coisas fantásticas que ainda a gente não consegue né Eh realizar né mas é o exercício desse movimento que tá né se ampliando nesse caminho em favor da Felicidade é esse movimento que vem pelos excessos né pelos excessos vivenciados para que a pessoa possa encontrar o a gente sabe que muitas vezes sai de um ponto para o oposto né exageradamente para poder encontrar um meio-termo e as experiências são super importantes porque elas nos possibilitam nos reconhecer né quem somos um ponto quem somos no outro né E que ponto melhor a gente quer ocupar porque é isso a vida vem nos provocando a todo instante né resta saber ela vem nos desacomodado né a todo instante a vida nos desacomoda e faz com que a gente Olhe de frente pro que a vida tá nos proporcionando E aí a partir disso a gente avalie como a mentora vem dizendo meditação oração né isso ela vai trazendo mais à frente as formas da gente se conectar com esse self e com o que realmente faz sentido para nós porque o que ela vem falando aqui é de uma falta de sentido e da busca de sentido na vida né se a gente puder é é só isso né só entre aspas é é é o que ela vem trazendo né e e e e sentir-se pertencente à Vida sentir que a gente responde e Corresponde à Vida da forma como a vida nos solicita caric falando ela também nos traz aqui né Eh fatores cármicos em que nascemos na família que deveríamos nascer com as pessoas encontramos com outras pessoas na vida que vão tocar isso que Gelson trouxe né desse outro com que a gente vai se relacionar e vai e vai eh relacionar com o outro faz com que a gente se relacione com as nossas sombras então toda essa essa busca de sentido na vida né E como eu falei partindo dos excessos partindo do do desconhecimento da ignorância né de colocar valor onde não tem valor né aí a gente vai então estabelecendo onde realmente tem que ficar o valor e E aí é por isso que a mentora vai

essos partindo do do desconhecimento da ignorância né de colocar valor onde não tem valor né aí a gente vai então estabelecendo onde realmente tem que ficar o valor e E aí é por isso que a mentora vai falar desse amor né que vocês Já trouxeram né eh e aí Traz essa carta de Paulo né Paulo de Tarço ao Coríntios ainda que eu falasse a língua dos homens sem amor eu nada seria né então ela ela vai trazer aqui esses versos né que se remetem a a carta de Paulo aos Coríntios eh E é só e é isso mesmo né se a gente não tiver essa linguagem que é a linguagem que Jesus nos trouxe que é a linguagem Universal do amor a gente não consegue se comunicar a gente não consegue se relacionar né E aí a partir dessa linguagem é que vem então o verdadeiro bem-estar vem trazendo a paz interior vem trazendo a saúde emocional a saúde física também vem trazendo a saúde no enfrentamento das dificuldades as dificuldades vem surgindo como experiência a mentora vai falando aqui que a a felicidade se estabelece Quando os dois níveis físico e mental se harmonizam né E que a gente entende que as dificuldades fazem parte que o sofrimento faz parte da vida porque é a partir de como se vê isso é que se cresce mais ou se cresce menos né E aí ela vai falando da criatividade que eu achei muito interessante né que que a partir do momento em que vai se harmonizando esses vão se harmonizando esses dois eh níveis né vai se alcançando a criatividade né com esse prazer mental o bom direcionamento da mente e a mente do Espírito aqui comanda tudo a gente sabe né para que a gente possa melhor compreender o mundo e aí eu eu tava lendo o Vittor frankel naquele livro sobre o sentido da vida e aí ele ele diz assim é é relacionado ao que eu trouxe não somos nós que devemos perguntar pelo sentido da vida Olha que interessante é a vida que faz indagações que nos dirige questões nós somos os indagados né então todo o nosso ser nada mais é que um responder um responder e responsabilizar-se pela vida porque é isso né A partir do momento que a gente

ações que nos dirige questões nós somos os indagados né então todo o nosso ser nada mais é que um responder um responder e responsabilizar-se pela vida porque é isso né A partir do momento que a gente vai se responsabilizando por aquilo que a gente tem pelas coisas que nos surem surgem que a gente vai utilizando essa criatividade esse relacionar-se com mais amor com mais afeto conosco também né a mentora também traz a autocompaixão nos vários livros dela a gente vai entendendo que aquilo tudo faz parte né E isso também é o caminho para se encontrar a felicidade é a aceitação o acolhimento daquele momento que se vive o atual o hoje ou agora e é como ela diz os fatores que a gente merece viver porque é merecido tudo isso não é um não é uma injustiça né infantil pensar assim Eu queria ampliar aqui também um pouquinho nesse a o sentido do da do amor né que ela diz que a saúde e depende do amor e se nós pensarmos a definição de João para Deus uma das definições do o amor de de Deus é amor Deus é Amor ele coloca né então se Deus é Amor quando ela fala para esse amor de Plenitude então o amor de Plenitude ele tá muito além do que apenas esse amor que a gente conhece que ainda que é esse amor que está nos relacionamentos íntimos conjugais Mas ela fala aqui como mecanismo completador dessa Harmonia pessoal então se eu começar me conectar tá com essa energia Divina que tudo nos conecta eh por isso que ele é de conexão Deus é amor porque ele conecta todos os seres todos os as criaturas né E quando a gente começa por isso que a a Cláudia fala da meditação né e da prece porque essa é a meditação e na prece favorece Esse silêncio mental Esse silêncio interior para essa conexão desse amor que é Deus essa energia que nos perpassa e nos une a todos então Eh sem isso a felicidade é utopia porque a gente fica preso em momentos de felicidade né Nós ainda na terra temos momentos de felicidade mas esse amor de Plenitude que precisa dessa entrega autêntica né Sem subterfúgios sem aparências fazendo

gente fica preso em momentos de felicidade né Nós ainda na terra temos momentos de felicidade mas esse amor de Plenitude que precisa dessa entrega autêntica né Sem subterfúgios sem aparências fazendo que sejam retiradas essas máscaras e sugestões só mesmo um amor eh de um de de um mais Sutil de uma energia que a partir do momento que você se conecta com ela você é inundado por esse sentimento de felicidade né interessante Então a gente pode sintetizar dizendo assim ó assim como não existe individuação sem relacionamento né a individuação precisa de da experiência do contato humano Não existe felicidade também sem relacionamento e que esse processo de relacionamento envolve de um lado né então Superar as paixões egoístas como ela falou aqui egóicas né para um para um nível mais transpessoal para ir encontro da Alma né encontro de entre almas que transcende o corpo físico né que pode estar sintonizadas ou não eh complementadas ou não com a com uma vida sexual né plena mas não é e não não se impõe isso diz a benfeitora e e dentro desse processo de desse amor por essa via mais transpessoal né de uma objetividade do amor né como uma forma realmente de compreensão e de toca vibratória que chega Nessa dinâmica que envolve todo o universo porque esse Eros aí pegando do Eros né como essa força que sustenta o universo e e que e que que alimenta nossas almas dando Equilíbrio e Harmonia Pro universo então e isso daí com certeza tem a ver com essa ideia de saúde né Adriana que tu trouxe né Então essa saúde que se se se apresenta de em vários aspectos Como diz isso né E que depende justamente dessa permuta eh de alimento espiritual que é é o amor né a gente vai Ninguém Vive Sem essa troca até chegar nessa conexão com com Deus né acima de tudo né que é o final desse processo todo né da de de uma de um processo de busca de felicidade que a Cláudia comentou anteriormente então né E E então vai caminhando junto né essa noção de eh amor relacionamento e felicidade então eh a Joana tá deixando muito claro

ocesso de busca de felicidade que a Cláudia comentou anteriormente então né E E então vai caminhando junto né essa noção de eh amor relacionamento e felicidade então eh a Joana tá deixando muito claro aqui para nós nesse texto dela que não tem como ser feliz sem o exercício do amor e aí entra tudo né gente entra a caridade entra o nosso compromisso de servir o que é maior também então daí an aqu ela falou dessa dessa busca do sentido do Vitor Franco né algo que dê significado na nossa vida então significado e amor também andam juntos enquanto valores compreensão e e uma conexão mais profunda com a vida né Porque para mim o amor também passa por aí E nesse ponto do texto ela vai trazer um ponto um dos pontos chaves da desdita né dos conflitos das dificuldades é essa Evocação dos acontecimentos infantis menos felizes e aqui ela explica né que eh a gente fica evocando a gente fica preso a gente fica fixado por isso que nós já vimos lá atrás nesse livro A questão do da fixação né do pensamento a fixação eh nesses momentos no nos conteúdos negativos né que ficar preso a esses conteúdos negativos nos impede da felicidade Então veja um tema do livro está diretamente conectado com o outro e ela vai fazendo uma crescente no na linha de pensamento né então frequentemente a gente fica preso na tortur no no recentimento e isso vai se tornando uma tortura e aí ela fala que existe uma crença indevida uma crença falsa de que uma uma infância tranquila é um fator positivo para se ter a felicidade e não necessariamente se pegarmos o exemplo do do Chico Xavier né olha o que ele sofreu na infância né perde a mãe muito cedo aí tem essa madrasta muito cruel e no entanto ele foi um ser Fantástico e feliz né o Chico irradiava alegria então Eh um período uma infância sem traumas não corresponde a a a a uma um pré-requisito a felicidade né nem sempre ela diz uma infância ros é fator eh sem dúvida uma infância ros é fator positivo porém não essencial a felicidade e certas contribuições e castrações aí ela fala do relacionamento

cidade né nem sempre ela diz uma infância ros é fator eh sem dúvida uma infância ros é fator positivo porém não essencial a felicidade e certas contribuições e castrações aí ela fala do relacionamento materno Então como tudo é relação uma das primeiras relações que nós temos é com a mãe nesse momento em que o ego está sendo construído né ele está sendo formado e aí é claro que com um problema com o relacionamento com essa primeira imagem importante na vida da criança vai trazer inibições favores infantis que vai gerar esses tormentos que ela tá dizendo aqui né Eh que surgem e ressurgem em todos os demais períodos da vida então esse problema inicial vai ressurgir lá atrás né lá na frente desculpa e aí ela fala que apesar disso então ela traz o motivo da Tormenta aí ela diz que uma visão transpessoal da vida e do ser traz cons predisposições comportamentais e cármicas para atual experiência convivendo com os fatores que merecem graças ao quais deve amadurecer emocionalmente para dispor da autorrealização Então é isso nós precisamos o ego precisa da frustração sim então nem sempre uma infância Rosia vai fazer um indivíduo maduro né emocionalmente maduro mas nós precisamos ter esse movimento de eh ultrapassar esse essa fixação dos momentos difíceis para que a gente possa dar espaço e essa frase aqui no parágrafo 18 é linda né qualquer tipo de crescimento especialmente o psicológico redunda em sofrimento emocional Então se a gente olhar a semente né ela tá lá no solo fechadinha Aí chove M ela vai enchando Então veja para ela inchar para que esse broto possa romper e nascer Olha a dor que é para sement né então nós para sairmos dessa infância eh física para uma infância psicológica e adentrarmos à era da maturidade Nós também sofremos é isso que a gente diz né crescer dói então o paciente quando chega lá no consultório chorando reclamando dói tá doendo eu falo parabéns você já tem o primeiro pré quisito para que você consiga eh melhorar que é o que o sofrimento ele é necessário né ele a

uando chega lá no consultório chorando reclamando dói tá doendo eu falo parabéns você já tem o primeiro pré quisito para que você consiga eh melhorar que é o que o sofrimento ele é necessário né ele a gente não é necessária a dor mas a o sofrimento ele é uma forma de acordar esse ego para essas questões maiores e para que ele possa entender que existe algo superior a ele e eu acho que realmente a gente reforça a partir da tua fala né Adriana duas coisas uma que realmente ão a felicidade não é igual a bem-estar porque a vida exige sofrimento exige essa eh esse parto difícil como a Joana coloca né da consciência e do crescimento então eh a gente pode estar feliz mesmo em momentos de eh enfrentamento de vida e e sofrimento do ponto de vista da realidade que se apresenta né e que a felicidade então é é uma é uma postura né um um ponto de vista né A felicidade é uma atitude que ela vai de uma certa maneira depois se ocupar dessa ideia né então aidade é uma atitude não depende né e que e que essa atitude tem a ver com o self por isso que tu falou tem que que claro que que como a a tá colocando essa experiências da infância são muito marcantes né e tem gente que não consegue realmente elaborar e ficar preso mas para além das experiências da infância tem justamente o selfie ou seja o espírito por trás e a forma deles ver a vida e se posicionar né então eu posso ter tido uma uma infância Rosia como ela falou aqui mas ser um espírito muito onipotente muito exigente muito eh narcisista e achar que isso é pouco né e achar que vou ter obrigação de que de me ter nesse mundo Rosa a vida inteira né Assim como eu posso ter uma uma uma infância delicada difícil e e tormentosa e e e fazer desse desses e E assumir esse sofrimento a partir do meu ponto de vista eu eu vou ficar revoltado e achar que isso é injusto eu vou me sentir culpado e achar que eu mereço esse sofrimento eu vou conseguir aceitar humildemente proveito disso então por trás da dinâmica familiar Tem sempre o Espírito

e achar que isso é injusto eu vou me sentir culpado e achar que eu mereço esse sofrimento eu vou conseguir aceitar humildemente proveito disso então por trás da dinâmica familiar Tem sempre o Espírito e as pré-disposição que a prefeitura coloca aqui né que ela fala de fatores que merecem ou seja o contexto da Infância É adequado a minha necessidade na lei de causa e efeito E acima de tudo tem a minha forma interna enquanto determinação que envolve o meu livre arbitro a minha vontade como é que eu vou me determinar frente a isso como é que eu vou compreender o que que eu vou eleger e e dessa desses elementos e como é que eu vou responder a eles de uma certa forma né então a gente vai vendo que que ela vai começando a traçar o entendimento que por trás de todos esses processos todos né Tem uma forma de compreensão que tá em jogo para se chegar na ideia de felicidade e essa compreensão ela vem de uma forma ou de outra né A vida vai apresentando as oportunidades a pessoa vai ficando desacomodado como eu usei a palavra né E ela vai ter que crescer como a Adriana falou né crescer dói tem até a dor do crescimento físico as crianças têm né os adolescentes eles sentem pré-adolescentes sentem né o corpo espichando e tem uma dor física mesmo que se chama dor do crescimento né então Eh o anismo já mostra né em si próprio o quanto é doloroso né e eu acho que isso tudo como vocês vêm trazendo né Eh eh eh a gente volta para aquela palavra responsabilizar-se porque eh que que vida né Eh por pior que ten se da existência anterior né que muitos têm uma uma difícil infância um difícil começo de vida né e infância e a adolescência aqui o que se quer para si né então é responsabilizar-se por a vida que tem né pela pelas propostas que recebe e aí é ou fica nesse estágio infantil de eh responsabilizar o outro ou traz para si a responsabilidade de uma vida diferente né e e lógico deixando para trás esse atavismo masoquista que ela nos fala que tá ligado ao que foi falado antes né da inibição e da consciência de

raz para si a responsabilidade de uma vida diferente né e e lógico deixando para trás esse atavismo masoquista que ela nos fala que tá ligado ao que foi falado antes né da inibição e da consciência de culpa né daquilo que não se merece ou o medo de assumir algo que lhe traga felicidade Então tudo isso tá embutido aí além das marcas das mazelas que se viveu quando chegou nessa vida então eu penso que é muito uma questão de postura mesmo né Agora é lógico como ela trouxe aqui o amor eh É lógico que as relações são muito importantes né para acolher aquela pessoa pessa sustentar aquela pessoa olhar né ver aquela pessoa como ela se encontra e e tentar levar para ela esse esse esse afeto que lhe falta né Para que ela se complete E aí a mentora traz somente quando são estabelecidas metas de Triunfo íntimo é que se alcança a correta Identificação do ser com os ldmos objetivos da reencarnação e quando a gente chega nesse ponto né passado pelo sofrimento pelo desassossego pela desacomodação a vivência dos excessos né o o o todos os conflitos e tormentos da vida das vidas anteriores passando sendo reatualizado na vida agora então são muitos choques Mas a partir do momento que a pessoa vai suportando e vai encontrando esse caminho de eh de se reconstruir nessa reconstrução ela vai conseguindo estabelecer as metas de Triunfo íntimo e ou seja como nós falamos aquilo que realmente tem valor nessa vida né aquilo que realmente importa E aí ela vai identificando os objetivos da reencarnação né porque assim a gente veio para um propósito né para vários propósitos mas a gente veio vencer obstáculos e muitas pessoas não não não não não não conseguem ver que nós somos um espírito com o corpo de matéria né e não o contrário né então é importante essa reflexão o que a vida espera de mim né como Victor Frank falou na na na experiência dele de de ser tirado tudo e ainda sobrar o quê o ser humano né então o ser humano persiste apesar de tudo então é esse contato com essa Essência que vai trazer que

or Frank falou na na na experiência dele de de ser tirado tudo e ainda sobrar o quê o ser humano né então o ser humano persiste apesar de tudo então é esse contato com essa Essência que vai trazer que objetivos são esses que eu vim eh eh eh vivenciar e vencer para e crescer na vida porque aí sim quando a gente vai entrando em contato com isso e vai vendo e e a mentora traz quando a gente constata que tudo é efêmero exceto o espírito que é imortal e o amor que nos une além de todas as as reencarnações né Por todas as reencarnações Então essa vivência do efêmero é vivência do vazio de não ter nada mas se ter tudo e eu é isso que nós vamos ao encontro né para que a gente possa encontrar como ela disse o amor desinteressado a paz íntima e a realização espiritual né aqui viemos quem somos o que devemos né O que podemos fazer e aí como ela fala então todos os obstáculos passam a nos a não nos desequilibrar mais porque os obstáculos existem as dificuldades existem e o nosso grande exercício é passar por elas e perder o menor menos equilíbrio possível né dentro da nossa humanidade né não esquecendo que nós somos humanos e e e íntima então para alguns pro ego a felicidade é essa infância Rosia é ficar vida né na sombra e água fresca são essas coisas boas que a gente pode ter e deve ter é importante mas os problemas a partir do momento que eles são conscientemente olhados solucionados trabalhados buscado uma forma de compreensão da finalidade para que eles vêm né para nos acordar Jesus diz desperta tu que dormes né Então desperta aí dentro né de que existe algo mais do que só isso então a verdadeira felicidade é essa maturidade que a solução desses problemas vão provocando nesse ser e isso vai trazendo essa harmonia íntima né sem eles como exercícios torna-se Improvável o êxito Então olha como vai mudando né o que antes o problema era tido como uma eh eh castigo Divino hoje Joana faz a gente olhar de uma forma diferente olhando como uma oportunidade de crescimento então conscientemente ter a Lucidez de

né o que antes o problema era tido como uma eh eh castigo Divino hoje Joana faz a gente olhar de uma forma diferente olhando como uma oportunidade de crescimento então conscientemente ter a Lucidez de de estabelecer metas patamares objetivos tem que ser ativo né porque senão a gente vai dormir para acordar e a gente acorda para dormir aí a intervalo a gente come aí a gente toma um banhinho percebe a vida vai se tornando só essa coisa a base da pirâmide de masw e nós precisamos desse movimento de ir em busca da felicidade Então qual é o teu tesouro é o tesouro material ou já são esses tesouros que os problemas Vê com essa esse intuito de nos acordar para essa maturidade é E aí ela ela vai então justamente eh trazer eh essa ideia da iluminação né ou seja dessa identificação com a unidade que sustenta né realmente o que é isso que a gente chama de felicidade na aquela ideia de Jesus eu o pai somos um só Então realmente tá integrado né No amor divino e compreender né Deus né mente Divina tá em sintonia é algo que e e na e na não tem como imaginar no nosso nível de consciência do que significa a gente tem uma certa ideia de como essa experiência de comunhão ela é muito significativa pra gente né esses momentos pequenos de comunhão com na religião na oração de comunhão quando está apaixonado de comunhão com a natureza de comunhão quando está envolvido espiritualmente por alguém que nos abraça então esses pequenos momentos de comunhão nos dão uma ideia pálida da da da da experiência Luminosa que é essa esse estado de pertencimento e de integração numa totalidade maior né então eu devo imaginar se é bom já esse pequenos momentos que será né quando a gente alcança essa que a juna coloca aqui né da bem-aventurança né que que é a expressão máxima da felicidade segundo ela né Eh eh e e que depende dessa consciência né E que que se faz no processo do encontro com a vida espiritual eh e aí ela fala então Justamente a felicidade é uma forma de viver e que para se tornar permanente

e e que depende dessa consciência né E que que se faz no processo do encontro com a vida espiritual eh e aí ela fala então Justamente a felicidade é uma forma de viver e que para se tornar permanente é necessário que seja adquirido o nível de consciência do espírito e aí vem todo um uma outra lógica né então a felicidade se concentra uma outra lógica essa felicidade realmente substancial permanente que realmente gera alegria e e um estado né de de Plenitude começa pela lógica do espírito e tudo isso que ela vem falando nesse processo todo de de vínculos Onde o amor vai sendo engrandecido né essa sensação de felicidade ela é tão fugaz né Eh Em alguns momentos raríssimos né Eh a gente pode estar parado assim e e ser atravessado por um pensamento de Ai que momento feliz né é um é um um atravessamento de Uma emoção muito grande né e é lógico que Gelson trouxe né com o outro com o o acolhimento espiritual dos nossos entes queridos né enfim com vá vários momentos né em que a gente possa ter essa essa percepção da unidade com com o nosso pai né Eh mas há aqueles momentos em que do nada a gente percebe uma paz tão grande que sente esse atravessamento da Felicidade né esse lpso de felicidade que a gente possa sentir mais lá na frente né Eh de acordo com a nossa planificação cada vez mais né que esse é o objetivo eh e aí você falando isso eh eh a Joana vai trazer aqui muitas coisas né uma essa penetração em profundidade com o self que também eh nos traz essa essa vivência né dessa dessa dessa felicidade ser atravessado por uma felicidade né de uma coisa que a gente nem consegue explicar e ela vai trazer eh muitas outras coisas mas eu queria eh falar desse amor que ela fala assim com a visão transpessoal da felicidade tudo e todos devem ser vistos sentidos e amados como são né E aí eu me lembrei de Francisco de Assis com esse amor que expandia tudo e todos uma comunicação quando ele tava na ilha de pmos e ele conversava com os peixes né ele ele ele ele os peixes se se aproximavam as

e lembrei de Francisco de Assis com esse amor que expandia tudo e todos uma comunicação quando ele tava na ilha de pmos e ele conversava com os peixes né ele ele ele ele os peixes se se aproximavam as pessoas que tomavam conta dele Os soldados não entendiam aquilo e ele horas e horas dialogando com os peixes eles se aproximavam para ouvi-lo né Eh quando ele caminhava falando ele ele recebia visitações espirituais então toda essa visão transpessoal da Felicidade né atravessando tudo e todos que que é que a mentora nos fala eh eh ficou exemplificado com o mestre com muitos outros mas muito com Francisco de Assis né onde conversava com todos os animais as plantas né solicitava silêncio para al gazar dos pássaros né eu preciso falar e eles se aquetavo Então essa comunicação Universal do amor né que é o que vocês vêm trazendo né E esse amor pulsante no universo né se a gente consegue consue olhar para essa imagem esse tão tão poderosa da respiração né de Deus né Eh permeando todo o universo e a gente envolvido nessa respiração também é um atravessamento de felicidade e esses atravessamentos eles vão nos transformando por mais que que Adriana trouxe o cotidiano da vida acorda faz não sei qu toma banho almoça vai trabalhar volta Esse é o cotidiano da vida material né mas que a gente pode ter lapsos desses momentos de atravessamento da Felicidade percebendo o alo Divino que que tá respirando e soprando em tudo envolvendo a todos nós acho que essa imagem é uma imagem muito poderosa né bastante poderosa essa intimidade né Essa identificação com a unidade como o Gelson trouxe né e e bem essa parte de Francisco eu acho que tá bem nesse parágrafo quando ela vai tá falando né que agigantando se a consciência o ser alcança essa paranormalidade eh mas ela fala uma paranormalidade superior não er esse diálogo com os espíritos só mas é isso que que Francisco fazia né ó ele interrelaciona se com os seres de faixas espirituais mais elevados e também a com os pássaros com a natureza como

or não er esse diálogo com os espíritos só mas é isso que que Francisco fazia né ó ele interrelaciona se com os seres de faixas espirituais mais elevados e também a com os pássaros com a natureza como Francisco fazia vivendo no corpo e fora dele em Plenitude assim alcança iluminação a bem-aventurança que são expressões máximas de felicidade Então olha como realmente a felicidade não é desse mundo mas que nós já podemos ter esses pequenos intercâmbios que nos traz esses lampejos de felicidade que é uma busca né o nós temos que fazer esse movimento a gente tem que sair dessa inércia ir para essa procura né do se olhar perceber a espiritualidade nos cuidando quanto que nós somos né Tem esse amor para com a gente e isso é tão bonito né E essas visitações que recebemos né sem sem nos dar conta né desses queridos que vê esses momentos felizes que são nos proporcionado e a gente nem consegue identificar mas sente ai né uma coisa assim quentinha no coração Isso é ser atravessado né por essa paranormalidade superior também né que nos acolhe que nos acompanha né torce por nós não deixa de ser essa abertura de conexão po justamente para essa experiência cada vez mais profunda e mais Ampla de pertencimento né dessa comunhão maior cósmica quantidade cósmica como a j Fala em outro momento aqui do livro né então de CTA maneira tudo isso colabora tanto esse movimento para dentro que ela fala né esse processo que essa felicidade não pode ser buscado fora como também essa expansão amorosa e consciencial que vai te permitindo né abrir as as percepções e compreensões da realidade para que tu possa se eh encontrar esse significado do amor e do que do que significa também daí consequentemente a felicidade então é todo um um processo que vem muito junto né Gente tudo tem um preço né tem o preço do desassossego tem o preço de de que que que lugar a gente quer estar porque quando vai se assumindo um lugar vai se afastando de de outros né o mundo cobra né então há que ser persistente e ter

reço do desassossego tem o preço de de que que que lugar a gente quer estar porque quando vai se assumindo um lugar vai se afastando de de outros né o mundo cobra né então há que ser persistente e ter esse entendimento eh do sentido da vida do sentido da reencarnação né Eh a que viemos para que a gente possa cada vez mais firmar esse lugar né E poder eh eh cada vez mais experimentar ess esse intercâmbio entre as dimensões né onde são todos os mundos né onde o né o alo de Deus habita e que não é fácil é com certeza né Muito bem eh alguma questão alguma algum elemento para para fechar esse esse capítulo alguém quer trazer alguma ideia algum elemento aqui do terço que possa eh fechar o nosso Nossa reflexão eu tenho quando eu comecei ler esse capítulo com mais profundidade eu fui invadida por essa eh essa passagem de Mateus 19 a 21 né 61 a 21 que tá assim eu vou ler na íntegra né que eu achei que sintetizou ela para mim ela abriu esse tema eh nessa explicação ele diz não acumulei para vocês tesouros na terra ou seja do Ego né onde atrá a ferrugem destrói e os ladrões arrombam e curtam né então o ego é essa questão da matéria do imediatismo eh não acumuleis aí os seus né os seus tesouros mas acumuleis para vocês tesouros no céu ou seja do self né onde a traça e a ferrugem não destrói e onde os ladrões não arrombam nem furtam pois onde estiver o seu tesouro aí também estará seu coração né então Onde está no EGO está no self Em que momento eu estou e eu preciso tomar consciência de que tesouro é esse que eu busco porque eu quero tanto ser feliz mas o que eu busco né então a consciência disso vai fazendo com que a gente possa então construir né mais conscientemente essas trazendo essas respostas é isso vem de encontro com esse parágrafo não seja cedade no entanto o resultado da indução externa ou de uma autossugestão Então não é o que vem de fora né essa reflexão do que realmente faz sentido para nós e como eu falei o que faz sentido para nós nos diferencia distancia diferencia de muita coisa e a

uma autossugestão Então não é o que vem de fora né essa reflexão do que realmente faz sentido para nós e como eu falei o que faz sentido para nós nos diferencia distancia diferencia de muita coisa e a gente precisa bancar isso né porque se a gente não banca a gente não vivencia o encontro com essa felicidade que tanto buscamos eu queria retomar para fechar essa ideia do do do da paranormalidade e retomar aqui essa frase de Joana só para sublinhar porque acho tão importante Quando ela começa a falar do surgimento da intuição né E ela diz com ela mediante o silêncio da mente a calma dos assos do corpo o self penetr e profundidade e a Sua percepção de realidade aumenta facultando-lhe a conquista do conhecimento a sabedoria que decorre da informação e da ação do amor que o projeto em outra dimensão do Espírito eu queria retomar essa essa frase aí para poder sublinhar ela porque Justamente a gente viê essas duas coisas acontecendo né a intuição como essa capacidade de consciência mais ampliada de compreensão de inteligência e e essa esse atravessamento do amor que aí vai gerando né todo esse patamar de vivência que nos dá eh contato com essa unidade aqui eh Divina da qual todos nós em algum momento chegar chegaremos Ok gente então finalizamos o capítulo claro sempre tem coisas pra gente refletir toda vez que a gente reler surgem outras ideias ideias né porque é um manancial riquíssimo inesgotável de de conhecimento mas nós temos que continuar o nosso estudo no próximo encontro a gente vai capítulo 10 a conquista de si mesmo então convidamos a todos a permanecer conosco nesse estudo e até o próximo encontro um grande abraço a todos

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