T7:E2 • Autodescobrimento • O Ser real (parte 1)
No segundo episódio da sétima temporada de Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Tiago Rizzotto iniciam a análise do primeiro capítulo do livro "Autodescobrimento: Uma Busca Interior". Juntos, eles exploram o item "Complexidades da Energia", destacando a dualidade entre espírito e matéria apresentada pela autora espiritual, Joanna de Ângelis. O grupo ainda discute a natureza tríplice do ser humano e a importância da compreensão deste conceito. Eles também abordam por que Joanna de Ângelis optou por iniciar o capítulo com essa questão específica. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #serreal #energia
meus irmãos que Jesus os abençoe nesse momento especial onde nos encontramos para nosso estudo da série psicológica uma alegria estamos juntos um abraço a todos hoje com a Cláudia Tiago para iniciarmos capítulo um do autodescobrimento no enc anterior a gente viu o prefácio da obra né e hoje a gente vai começar com o primeiro item do capítulo né do que é o ser real e o item que a gente vai estudar é complexidades da energia bem-vindo então thago bem-vinda Cláudia para esse momento mágico de sempre né que é estudar eh essa proposta da benfeitora que é tão insting Grand Tão rica para todos nós né e começar a trabalhar então o capítulo um a partir desse item né complexidade da energia onde ela vai trazer essa dimensão né da da nossa natureza que de um lado tem essa dualidade espírito matéria mas ela vem complementar com a dimensão do hom Trino né espírito per espírito e matéria e por que a importância disso a gente pode começar a pensar né que Joana des ser real começa trazendo essa complexidade energética né qual é a finalidade dela começar o capítulo com essa questão vocês querem começar a trazer a ideia de vocês em relação à proposta da benfeitora pode ser pode ser vamos começar as nossas reflexões é interessante que a maneira como ela constrói o texto Ela traz a as as grandes discussões em torno né da do que a ciência seja o século XIX no século XX eh impulsionavam sobre a definição do que era o ser né então mesmo que ela faça uma síntese muito interessante é possível a gente compreender aqui um conjunto de imagens de personagens e propostas que surgiram paraa compreensão do que era o ser a necessidade da continuidade desse aperfeiçoamento quanto à complexidade do que é o ser humano ou melhor a complexidade também do que é o ser então ela mesmo eh trazendo né esse debate espírito matéria ou debate em torno de energia matéria mas uma perspectiva que de alguma forma foi tendendo e se Manteve e se cristalizou muito em torno da materialidade da compreensão do que nós somos ela traz uma reflexão
ate em torno de energia matéria mas uma perspectiva que de alguma forma foi tendendo e se Manteve e se cristalizou muito em torno da materialidade da compreensão do que nós somos ela traz uma reflexão importante sobre ainda assim permaneceram acontecendo eventos fenômenos e que falam sobre fatos da vida né eles trazem elementos que fazem parte da existência humana e que houve muita dificuldade para assimilação desses c com hoje ainda existe né Eu me recordo por exemplo aquele livro famoso do Gustavo forno em que ele fez o estudo daquela médium da Helen Smith e no texto do livro você vê que ele ele ele vai tentando sustentar uma perspectiva de que eh que a raigada em torno do conhecimento que você tinha a época sobre a psique né E que já se desdobra para um campo mais psíquico mas é um campo de do psíquico que ainda não consegue permitir a a possibilidade da existência do ente ou do ser para além da matéria então eu lembro que lendo o livro dele ele vai tentando eh construir um discurso Vai tentando modelar a expressão de que o fenômen de único por Essa médium o que ela trazia Os relatos que ela traziam né os espíritos manifestavam por ela ele era muito discr mas muito arregado um corpo teórico e que tinha o seu valor à época mas que constrangeu a perspectiva que ela traz agora no capítulo temos que ampliar agregar valor sobre a condição de nós espíritos eternos né é Olá pessoal tudo bem Um prazer tá aqui com vocês sempre é um prazer eh O que o Thiago vem falando é o que a gente ultimamente vem trabalhando mais eh detidamente né sobre o que se chama experiências anômalas e que sempre aconteceram na humanidade né Eh se gente buscar relatos da bisavó né dos nossos antepassados a gente sempre vai escutar Algum causo né que trazendo uma dessas experiências né E essas experiências elas demonstram essa mente do espírito né que não tá ligada ao tempo não tá ligada ao espaço né Ela é algo adimensional eh muitas vezes a gente vê nos sonhos premonitórios né eh que a o tempo cronológico não existe mas o
mente do espírito né que não tá ligada ao tempo não tá ligada ao espaço né Ela é algo adimensional eh muitas vezes a gente vê nos sonhos premonitórios né eh que a o tempo cronológico não existe mas o caótico né a mente vai e consegue abarcar eung Trabalhou muito isso né através do desdobramento do inconsciente onde ele descobre o inconsciente coletivo mas o que a mentora vem trazendo aqui é que todos esses fenômenos que permaneceram sob suspeição né ela ela coloca assim fazem parte desse ente como eh Tiago trouxe né isso tudo pertence a nós né e é interessante Quando ela começa a falar dessa complexidade da energia porque essa energia Sutil né Essa energia matéria é a energia mas é condensada né Então as diferenciações de energia né E ela traz as complexidades né a sutilidade Até chegar na matéria condensada do do corpo físico né Eh é e e é bonito quando ela traz isso pra gente né porque ela testifica né ela coloca na mesa tudo isso que é absolutamente normal né ele pode não ser corriqueiro mas ele é absolutamente normal e quanto esse exercício de olhar para esses eventos Para de olhar ao redor de derrubar fronteiras né de derrubar paredes que aprisionam fazem a gente entender e fundar essa complexidade do ser real né do psiquismo né Para Além fronteiras né E ela coloca aqui eh esse conjunto eletrônico regido pela consciência né então esses elétrons essa eh a física quântica fala muito disso né dessa e qualidade subatômica né a onda né o pensamento em onda e ela coloca que essa energia essa essa consciência que é a condutora né Qual é a consciência do Espírito Imortal né E é isso que que permeia tudo né esse espírito mortal que é a fronteiras né ele não ele admensional né ele tá ao longo do tempo ele que que constitui esse ser real eu acho interessante que numa página né A Joana ela consegue eh nos dar uma dimensão né de toda essa dessa evolução histórica né desses paradigmas que sustentam a nossa visão né partindo dessa visão ou dualista ou monista né A dualidade espírit matéria
consegue eh nos dar uma dimensão né de toda essa dessa evolução histórica né desses paradigmas que sustentam a nossa visão né partindo dessa visão ou dualista ou monista né A dualidade espírit matéria ou monismo materialista Apesar que tem o monismo eh também espiritual né que tudo é um psiquismo né E a matéria é o polo negativo de uma única realidade que que que é a realidade fsica Então existe várias paradigmas em que a ciência se assenta então nessa visão mais eh monista materialista ela vai rompendo mostrando que esse fenômenos que o thgo comentou a Cláudia né despensas anômalas ela cita aqui né várias né desdobramentos sonhos premonitórios auda passada nos tira dessa acomodação dessa ilusão de uma visão Estreita e reducionista como a gente falava no encontro anterior e nos lança então para uma dimensão muito mais complexa de um níveis de realidade né e onde ela trabalha então essa visão espírita né que é essa visão Trina domit Trina espírito eh matéria e e pelo Espírito para poder de uma certa maneira começar uma compressão dinâmica da da vida psíquica então num nessa primeira página ela já abre o capítulo eh nos ajudando a entender os processos psicossomáticos né porque ela vai trabalhar Justamente a seguir ou seja como é que se dá né o intercâmbio e a comunicação dessas várias esferas de realidade desde a mais densa que é o corpo físico até a mais Sutil que é o espírito passando por esse corpo Sutil intermediário que é o pel espírito e aí ela vai dizer que tudo isso toda essa dinâmica tá a é autorregulada pela consciência ou seja pela mente do que é o espírito que a Claudia acabou de citar Então ela tá nos apresentando nessa visão Trina né como a gente pode começar a pensar a dinâmica da nossa realidade né E como é que ela po pode se dar nas várias possibilidades do ser enquanto expressão de si mesmo na relação com a vida enquanto uma inteligência que movimenta essas energias tanto positivamente como de maneira desorganizada e enfermiza em alguns momentos Então acho muito legal assim
o de si mesmo na relação com a vida enquanto uma inteligência que movimenta essas energias tanto positivamente como de maneira desorganizada e enfermiza em alguns momentos Então acho muito legal assim esse primeiro momento né dela dela apresentar essa Gênese do processo da vida a partir dessas várias realidades energética onde esse essa consciência tá regendo e movimentando uma série de experências significativas né Eh eu até recuperando algumas leituras para esse nosso encontro eu resgatei um livro que eu tenho aqui do do filósofo John c e é um filósofo importante para nós porque ele traz reflexões em torno do que é esse conceito consciência e tem um trecho desse livro em que ele ele fala o seguinte e olha que importante isso e pega o fio dessa citação que o Albert Einstein que Jona traz e também essas consolidações que estamos trazendo em torno desse conceito ele fala assim por agora o maior problema é esse temos uma série de imagens de nós mesmos provenientes do sentido comum enquanto seres humanos que é muito difícil de harmonizar com a nossa Total concepção científica do mundo físico pensamos como agentes conscientes Livres atentos Racionais no mundo em que a ciência nos diz cons consistir inteiramente de partículas físicas sem mente e sem significado Ora como podemos nós harmonizar essas duas concepções como por exemplo pode ser possível que o mundo conté apenas partículas físicas inconscientes no entanto contenha também consciência Como pode o universo mecânico conter seres humanos intencional Isto é seres humanos que podem representar o mundo para si mesmos essa pergunta ela é Ela é profunda porque traz uma dimensão que falta alguma coisa tem algo que precisa ser né constituído para que essa realidade em que em consciência e a presença de consciência no universo possa ser produzida e conhecida e tá aí o espírito e AAS vai trazer essa dimensão né consciência que conduz esse processo preexiste e é sobrevivente em torno desse desse ser que nós chamamos de self
o possa ser produzida e conhecida e tá aí o espírito e AAS vai trazer essa dimensão né consciência que conduz esse processo preexiste e é sobrevivente em torno desse desse ser que nós chamamos de self chamamos de espírito de si mesmo né e o Espírito Imortal e que ela traz a ideia do Divino em nós do Deus em nós né então Eh esse essa essa essa nós estamos construindo uma espécie de um de um Joana na verdade né Nós estamos seguindo o raciocínio dela ela tá construindo uma proposta e um edifício novo em torno do qual ela orienta torna mais complexa mas torna mais rigoroso e mais integral O que é a realidade na qual nós existimos né e Kant de uma certa maneira Responde essa questão que tu Leste aqui né que é uma questão filosófica fundamental disse é de reconhecer que existe o pensamento e existe Liberdade se a gente reconhecer que o homem pensa e que é livre Então necessariamente a tem que acreditar que existe a realidade do espírito que a realidade da matéria ela não é eh eh eh não não é eh de ter liberdade de poder realmente né Essa visão materialista que tudo é aleatório e é determinado né então se se não existe o determinismo a gente pode realmente pensar né E que que a gente é livre Então de uma certa maneira a gente tem que re chegar à realidade do espírito que é que ajuda tá aqui sustentando né de uma maneira sintética mas muito profunda para poder Reconhecer essa condensação que a matéria nada mais é do que a condensação no nível eh mais concreto né de uma realidade que começa no ní Sutil que é do espírito né intermediado pelo ex Então existe várias a a realidade ela se dá em vários níveis né existe uma realidade mais manifesta do ponto de vista física mas essa realidade manifesta física é a mais ilusória a é é concreta mas não é a a verdadeira no sentido de que ela é a essencial ela é o reflexo ela é o subproduto é o a expressão de uma realidade primeira que é do espírito né então ela vai falando desse processo daí de agregar partículas de poder criar né com a nossa mente mesmo de maneira
xo ela é o subproduto é o a expressão de uma realidade primeira que é do espírito né então ela vai falando desse processo daí de agregar partículas de poder criar né com a nossa mente mesmo de maneira inconsciente possibilidade de de construir né imagens de construir realidade então o espírito tá toda hora né na sua capacidade imaginativa fantasia como a fonte criativa da vida criando realidade e o nosso corpo é uma criação uma né transitória de uma parcial realidade do espírito né Então ela tá trazendo isso que acho muito bonito né poder realmente dimensionar o que significa isso PR Nossa é e essa condensação de de de moléculas que ela fala né que você trouxe que é essa essa materialização da coisa né a física quântica nos mostra que há um mundo que a gente não consegue ver justamente pela dificuldade do nosso aparato eh visual né no nosso organismo Como foi o constituído então Eh quando ela diz quando ela começa a nos preparar para essas diversas energias é como se ela comece a a começar a Nos preparar para essa amplitude né para essa abertura de visão de possibilidade de escutar e de ver e de receber intuições que a concret não permite né a concretude ela ela encarcera né o o o exercício desse pensamento né de amplitude é que vai fazendo com que a gente desenvolva o que a gente não vê e o que a gente não ouve né mas ela diz assim na Gênese da energia pensante permanecem ínsitos os instintos primários decorrentes de remotas experiências né então assim todos aqueles automatismos aquelas fixações né os traumas desta vida da vida passada tudo isso fica reverberando e o que é que a pessoa vai fazer com isso porque é justamente a pergunta que o filósofo faz né e é aquilo que a gente falou no encontro passado né E precisa criar esse desassossego porque quando cria o desassossego abre-se um espaço para aquilo que é o desconhecido Então o que é que a gente vai fazendo com tudo isso né então ela diz muitas vezes o ser em crescimento interior sofre os efeitos das energias abundantes de que é objeto
ara aquilo que é o desconhecido Então o que é que a gente vai fazendo com tudo isso né então ela diz muitas vezes o ser em crescimento interior sofre os efeitos das energias abundantes de que é objeto então ele Vai acumulando né ele Vai acumulando lixo o lixo da Cultura né que não é cultura o lixo do coletivo o lixo das dos traumas familiares passados né eh todas as histórias vão vão sendo acumuladas além da sua própria história enquanto o espírito mortal e isso ela diz que vai criando uma congestão eu fiquei p pensando nessa imagem né de est congestionado de tá entupido né quando a pessoa tá gripada el diz eu tô congestionada né então aquilo não tem passagem né é uma energia bloqueada é um espaço bloqueado ali né então ela vem falando de energia e quanto é importante que a gente se auto Observe nesse sentido para que a gente não vá sendo congestionado pela ideia do outro né pelo que o outro pensa que é melhor para que a gente não vá sendo congestionado pelas histórias eh das vidas né dos nossos antepassados para que a gente possa então diluir essa congestão que isso não vai eh eh dar numa coisa saudável né E que a gente possa então deixar essa energia livremente circular né porque o adoecimento é justamente uma energia paralisada né e a neurose né E aí psicossomatica aquela energia congestionada num órgão né meu estômago dói meu Meu fígado não não tá legal né o intestino já não funciona né E por aí vai então ela fala eu achei interessante dela falar dessa energia congestionada né e depois ela fala de energia não eliminada né Né que é é quanto é necessário também que a gente vá mantendo isso então a pessoa muitas vezes fica pressionada né ela se auto pressiona pelo que ela tem que fazer pelo que exigem dela né Eh pelo que a sociedade solicita né o mundo Empresarial né e o sucesso né ela fica também pressionada pelo que a família espera dela né então ela não Deixa fluir aquela energia própria dela né E essa energia própria se traduz que no meu mito pessoal o que eu vim fazer né o que
fica também pressionada pelo que a família espera dela né então ela não Deixa fluir aquela energia própria dela né E essa energia própria se traduz que no meu mito pessoal o que eu vim fazer né o que eu preciso executar na minha vida né e na vida do coletivo fiz essas essas associações mas com certeza você tem outras né Quer comentar alguma coisa eh é interessante porque ela vai desenvolver nesse sub nesse subcapítulo nesse item ela não cita em nenhum momento energia psíquica Ela não tá falando de libido diretamente né mas tá falando e parece que ela escolhe justamente uma linguagem até para pro leitor talvez mais leigo conseguir compreender o fluxo das ideias que ela tá trazendo então a metáfora né de um de um fluxo de um oceano né com imagens com afetos com memórias né com com emoções com traumas com dores ele é uma representação muito muito interessante sobre a a a nossa história espiritual e como nós vamos eh eh gravando esses elementos né E como disse muito bem a Cláudia existem momentos em que certas eh experiências certas experiências no presente dessa Encarnação outras que permanecem ainda muito eh de difícil manejo para nós elas eh se revelam como algo que interrompe um fluxo que a vida deseja que a gente realize é como se a alma tá sempre num movimento num estuar num impulso eh para que esse fluxo permaneça um fluxo de realização do espírito né então Eh é interessante que tem uma passagem no evangelho de Mateus que lá no Evangelho Segundo espiritismo é intitulado do sacrifício mais agradável a Deus que é uma passagem que Jesus tá contemplando né a população levando suas ofertas aos ao altar né em Jerusalém ele diz assim quando você for lá depositar a tua oferenda No Altar Lembra e e se você se lembrar de um dia que você tem algum irmão tem alguma coisa contra você deixa de lado essa dádiva essa oferta do lado do altar e vai primeiro se reconciliar com o seu irmão eh existe aqui uma expressão psicológica muito profunda que todos nós e espíritas também né Nós desejamos eh
lado essa dádiva essa oferta do lado do altar e vai primeiro se reconciliar com o seu irmão eh existe aqui uma expressão psicológica muito profunda que todos nós e espíritas também né Nós desejamos eh que a gente seja mais feliz a gente deseja ser mais equilibrado mais consciente mais lúcido mais Pacífico dese desejamos que as bem-aventuranças se realizem em nós mas essas camadas mais mais profundas e e e que desenvolvem o espírito reivindica que a gente olhe para aquilo que não tá bem então o irmão que tá fora contra nós é também uma representação das imagens e dos problemas que existem dentro da gente com os quais nós não queremos nos relacionar então eu quero tanto que a minha alma se desenvolva mas para isso para você ofertar o seu amor ao seu self ao seu espírito você precisa ter a coragem de ir ao encontro com esses adversários interiores interiores que possuem e que habitam você então sem essa reconciliação não tem individuação não tem realização né É acho tudo isso estou falando né Cláudio Thiago muito rico né e e e e que realmente a Joana tá tá lançando aqui uma teoria de somatização né psicossomática né é um termo não muito usado atualmente né mas já que é comum gente ainda usa a questão da da questão da psicossomática ou seja essa relação mente corpo o que que ela tá dizendo aqui que eh existe uma comunicação né uma comunicação que as coisas não são separadas espírito matéria não é nada separado não existe como separar espírito de matéria são coisas distintas mas inseparáveis e que a matéria é a forma quando como o espírito ganha imagem ganha corpo né naquela proposta de André Luiz né que a que a vida é o espelho da Alma Ou seja a matéria reflete a nossa realidade mental Ou seja a matéria é um reflexo do Espírito ela tá dizendo isso aqui e que independente da consciência da nossa Lucidez essa comunicação vai acontecer né ou seja essa permuta esse movimento energético tá acontecendo é uma troca de energias né e a Mata tá É dinâmica o fluxo da vida é dinâmico e dessa dinamicidade
ucidez essa comunicação vai acontecer né ou seja essa permuta esse movimento energético tá acontecendo é uma troca de energias né e a Mata tá É dinâmica o fluxo da vida é dinâmico e dessa dinamicidade então a realidade vai se constituindo E aí muito além muito aqui na verdade dessa questão que o thgo tá falando que é uma questão mais refinada né dessa dimensão da Reconciliação com a tua consciência e consigo mesmo com o seu passado há uma dimensão ainda anterior que é vencer a matéria que o espírito tá sendo despertado numa força brutal que são os impulsos o instinto que tudo que vem de Deus é muito exuberante né ão os instintos são forças organizadoras e de uma certa maneira no primeiro momento a gente é conduzido por essas forças instintivas né que nos orientam mas com o tempo a gente tem que ser dono de nós mesmos e vencer os impostos e dar direção a esses impostos Então ela tá dizendo que é uma luta chega um momento que esses impulsos são desafiantes paraa alma né pro espírito e e de uma certa maneira então Eh permanece ela diz isso né Eh eh até vou ler aqui que eu acho bem interessante no meu na página 14 no meio da página e assim na Gênese da da energia pensante permane ínsitos os instintos primários decorrente das das remotas experiências que se historizar com na área da Razão como impulsos e tendências fixações automatista e perturbadoras necessitando de canalização disciplinadora de modo a torná-los sentimentos que o raciocínio conduzirá sem danos nem perturbação Ou seja é o processo de transformar Impulso em Sensações Sensações e Emoções emoções e sentimento e e que dá começa a dar valor sentimento do valor e experiência determinando o ser ético e estético que nós somos superando então a matéria né trazendo o homem da cultura o homem que pensa que daí constrói a ética os valores que é o sentimento que determina então todo esse processo aqui envolve um desafio tremendo do ponto de vista energético então a gente tá falando de duas tendências energéticas do ponto de
a os valores que é o sentimento que determina então todo esse processo aqui envolve um desafio tremendo do ponto de vista energético então a gente tá falando de duas tendências energéticas do ponto de vista da dinâmica eh da da da da energia que de uma certa maneira eh se reflete das escolas eh que trabalham a noção de de somatização a escola de Chicago americana que diz que o homem que a a o corpo simboliza um corpo simbólico então que o corpo conta uma história que a nossa energia vai percorrer um caminho que tem um significado simbólico determinando na doença no sintoma algo que faz sentido e que simboliza alguma coisa emocional é a escola de Paris que diz que o corpo não simboliza que o corpo é um corpo de eh eh como se fosse eh um eh um amortecedor então o corpo amortece os conflitos emocionais não digeridos então o que o corpo eh para nós não enlouquecer o corpo enlouquece para nós então for de de Paris diz que Como a energia não pode ser humanizada quando há um conflito uma incapacidade de maturidade essa energia regride e se acumula no físico né então a gente tem tanto uma dimensão compensatória aí né da energia né como uma dimensão simbólica né que a energia vai refletir um significado e que de uma certa maneira é sintetizado aí Nessa proposta da Joana né quando ela fala que a energia pode tanto con ionar né ter um excesso um acúmulo que a gente não sabe utilizar não sabe direcionar e e por não saber esse excesso de energia acaba sendo eh responsável por desorganização né Por cargas emocionais por estados conflitivos ou a inibição da energia Ou seja quando gente reprime de ini inibe Tenta né evitar Tenta né dissociar e essa inibição né vai ter consequência também porque daí de uma de que tu inibe né e reprime isso vai se acumular em em em alguma parte nossa né Tanto do ponto de vista físico como também emocional então ela vai falar desse desse exercício desse homem complexo em conflito que nós somos ainda né dividido ainda tomando consciência ainda não donos de nós mesmos e como a doença
como também emocional então ela vai falar desse desse exercício desse homem complexo em conflito que nós somos ainda né dividido ainda tomando consciência ainda não donos de nós mesmos e como a doença então é esse diálogo né e os sintomas e toda a questão dessa historicidade que o corpo conta e das questões que a gente não sabe lidar ainda ou que reflete conflitos mal trabalhado então eu acho bonito que eh a partir de dois elementos daa de congestão e de inibição ela cria toda ess uma teoria riquíssima de como essa comunicação vai se dando entre consciência e a matéria gerando Então as várias enfermidades e conflitos que se manifestam na matéria Ou seja no corpo físico Uhum eu posso citar eu tenho tenho uma uma história até para aqueles que vão nos ouvir e estão nos vendo eh em torno do desse processo de como é difícil diante do do corte que a ética e a cultura trazem né de que nós precisamos agora trabalhar com dimensões diversas da nossa realidade e eu acho que o texto ele ele não a Joana Não fala isso explicitamente mas para nós somos cristãos é muito importante reconhecermos a nossa natureza essa ancestralidade porque nós temos dificuldade de lidar com isso de reconhecermos que isso é estruturante mas não é estruturante como ponto final é um ponto é é uma condição vírgula e que a jornada prossegue Então tem um filme chamado chocolate em que uma mãe uma mãe solteira vai com a filha morar numa cidade pequena na na na na França abre uma chocolateria e ela começa a mobilizar a a as histórias daquelas pessoas na naquela cidade uma uma cidade muito castrada controlada por um Conde né um um pároco que é muito virulento e e ele passa a se incomodar com a presença de uma mulher que não é casada que é uma mãe solteira e que passa a despertar nas pessoas aquilo que ele mais tinha dificuldade em si mesmo que é o desejo pra vida que é o viver que é o gostar que é o sentir e um dado momento do filme Quando ele passa em frente à loja dela de noite vê aquilo as esculturas os chocolates tudo belíssimo
esmo que é o desejo pra vida que é o viver que é o gostar que é o sentir e um dado momento do filme Quando ele passa em frente à loja dela de noite vê aquilo as esculturas os chocolates tudo belíssimo e tem um ataque de fúria começa entra começa a quebrar tudo e um pedacinho de chocolate cai aqui na boca dele quando ele toca e sente um gosto tudo aquilo que tá inibido contido reprimido é lançado para fora ele perde controle começa a devorar o chocolate devorar devorar devorar e é interessante que ele depois no processo de acordar né desfalecido aquilo tudo entra no processo de culpa e de se sentir desmoralizado porque aquela imagem que ele tinha perante a população do homem R do controlador né havia se acabado então todos nós temos as nossas questões que a gente precisa trabalhar nesse sentido né com certeza né e eu acho tão bonito que Joana lei nos aponta eh como lidar com isso isso é o salto que ela nos dá que a psicologia materialista não consegue compreender e que ela vai nos Abrir possibilidades como é que a gente lida então com a nossa inconsciência com os nossos medos com as com os conflitos do passado que estão no nosso inconsciente como a gente pode lidar com esses dois fatores né que Ger dú como a gente sabe que é a congestão de um lado e a anção do outro como não inibir como não congestionar porque é difícil esses caminhos acontec a rivia do nosso ego nossa consciência limitada não consegue reconhecer não consegue às vezes nem compreender o que tá se dando né então e ela vai dizer daí que o caminho pra gente começar a trabalhar esse processo e superar transcender eh eh esse nível de conflito é a transformação moral né então ela vai ela vai dizer num num num do parágrafo aqui que que que que Justamente eu vou ler também né ela diz a transformação moral que é na na página 15 nesse cometimento é fator preponderante para converter o instinto primitivo em força produtora de nov energias em vez de fomentar o disturbios de congestão e de inibição ou seja o que
na na página 15 nesse cometimento é fator preponderante para converter o instinto primitivo em força produtora de nov energias em vez de fomentar o disturbios de congestão e de inibição ou seja o que que ela tá dizendo gente Há muitas possibilidades né então por que um caminho eh de uma carga emocional vai vai ir pro corpo e gerar um uma enfermidade um câncer ou vai gerar um sonho Quais são os caminhos dessa energia que vão gerar uma angústia um sintoma eh emocional psicológico ou um sintoma físico Então ela tá dizendo Olha tem muitas questões e aí eh ela fala da transformação moral que é o que que o Thiago citou quando for dar lá a a tua contribuição no templo antes né de dar a tua contribuição reflita se não tem uma questão interna mal resolvida e vai te reconciliar com o teu adversário porque isso é mais agradável a Deus e mais sal lutar para si mesmo também então então de uma certa maneira a proposta da Joana é que nesse processo de autodescobrimento que é a proposta do livro A gente possa começar criar uma ética seja uma consciência de valor que possa começar a Gerar possibilidades de criar um diálogo mais favorável conosco mesmos e dar uma direção então positiva para essas energias que são tão desafiadoras para nós e ela dá exemplo aqui depois eu acho que é legal né que ela fala das a das das atres das do rematismo né como uma forma de somatização né as pessoas muito rígidas ou muito violentas Então ela fala de pessoas que são que tem um um impulso de violência né e que não sabe lidar com isso e tentam controlar de maneira a subjulgar essa energia em vez de trabalhar essa energia na ve que reprime né energia gera o quê uma tensão uma tensão de força porque uma força violenta que quer sair existe uma força que quer repir que nem o o pco lá o padre da história do do filme do do chocolate né E aí que acontece há uma um antagonismo há uma tensão de for quanto mais for dissociada essa tensão mais perigosa é conflito quanto mais eu evito O Confronto e aceitar que aquilo é meu e
chocolate né E aí que acontece há uma um antagonismo há uma tensão de for quanto mais for dissociada essa tensão mais perigosa é conflito quanto mais eu evito O Confronto e aceitar que aquilo é meu e reprimo mais dissociado fica dinâmica psíquica então a consciência inconsciente em vez de que é um espaço de diálogo e de troca fica um espaço de polarização de oposição né E essa oposição Diz ela né exige exigindo demasiada elasticidade gera atrito das articulações sócias ou seja atinge o nível físico daí né dando origem às várias expressões poítica especialmente a de natureza remoto né existe um artigo eh de um americano um analista americano que fala sobre eh reumáticos e estóicos né uma pessoa muito estóica que se impõe né sem ter a capacidade vai ter gerar realmente somatizar e gerar atrito e reumatismo então a tá falando dessa relação da dor de alguém que tá que suportar né uma violência e se inflige dessa dor a si mesmo então de uma certa maneira Esse é um caminho quer dizer esse caminho pode ser evitado pode ser evitado se a gente poder realmente trabalhar essas forças de maneira preventiva luz aceitando a nossa natureza reconhecendo nossos impulsos assumindo que ISO faz parte da gente não se julgando mas podendo tentar entender e dire ionar isso de uma maneira a a aprender né a lidar com essas forças internas né Então essa é a proposta dela E dela fala D dos chakras também dos vários níveis de energias cada chakra é um nível de consciência né Cada chakra representa um nível um universo de de forças né e e cada chá tá representando então nível mais inferior superiores e cada chá como sendo um nível de energia pode ser um condutor dessas forças em prol do nosso autoconhecimento e de transformação também tanto espiritual como emocional é o que você fala Gelson Eh agora dos chakras e antes quando você fala da da articulação né é da falta de flexibilidade né E essa falta de flexibilidade ela simboliza a não integração que é o que você trouxe né o diálogo de um lado com o outro né a
antes quando você fala da da articulação né é da falta de flexibilidade né E essa falta de flexibilidade ela simboliza a não integração que é o que você trouxe né o diálogo de um lado com o outro né a integração e a Joana vai nos ensinando aqui a nesse necessidade né mais do que a possibilidade a necessidade dessa integração desse diálogo né E aí eu fico lembrando das experiências de Jung da Imaginação ativa né de todo aquele processo de de lidar com uma fantasia criativa e da nossa possibilidade também eh de conversar com o nosso órgão os nossos órgãos nossas moléculas né as nossas células e perguntar o que que tá acontecendo né Por que essa dor porque esse desconforto né porque essa também é uma maneira de integrar né num nível muito subatômico mas é uma maneira de integrar né então se a gente consegue desenvolver essa capacidade né Desse acolhimento desse Auto acolhimento de um órgão né de um sistema que não tá funcionando muito bem se a gente consegue trazer esse auto acolhimento esse auto amor a gente vai trabalhando do jeito que ela vai nos ensinando né a flexibilizar a integrar a unir a não separar né Eh a não ser causalista né Ah tá doendo vou tomar logo um remédio não espera um pouco conversa né aguarda às vezes é necessário aquele movimento orgânico para poder eliminar alguma coisa né e e encontrar novamente a homeostase que não se seja de algo de fora para dentro né porque a homeostase verdadeira é aquela que a gente provoca dentro de nós né É lógico que muitas vezes o a medicação tá aí para nos ajudar né ela foi criada foi estudada pesquisada para isso mas a gente precisa também trazer esse diálogo interno né porque é aí que essas energias vão sendo mobilizadas reorganizadas né trazidas novamente para um novo equilíbrio é como se a gente tivesse lembrando ao organismo de que ele pode ele já esteve equilibrado ele pode voltar ao equilíbrio né é um exercício muito grande né E aí ela diz assim nada se deve perder no organismo todas as energias são canalizadas né
nismo de que ele pode ele já esteve equilibrado ele pode voltar ao equilíbrio né é um exercício muito grande né E aí ela diz assim nada se deve perder no organismo todas as energias são canalizadas né Isso aqui é bonito né Então nada se perde né a lei de lavia nada se perde né nada se se se se cria mas tudo se transforma né então a gente vai podendo transformar dentro de nós né se no momento tá ruim Aguarda um pouquinho né ver essa aguarda agarda que o o organismo também precisa de um tempo a energia tá fluindo Você já mandou né ela diz assim um pouco antes a vontade bem direcionada é capaz de liberar da congestão ou da inibição Então você já mandou uma voz de comando né você já fez uma reflexão você já provocou uma reflexão para aquelas células que estão naquele lugar então aguarda um pouquinho para buscar esse equilíbrio né E aí é logo a mais ala disso né logo a baixo ela diz o eu consciente deve comunicar-se com todas as células que lhe constituem o vcro material né Uhum E eu acho que é importante trazer essas duas questões aí tá falando de duas de dois processos né uma consciente o ego né com o poder de direcionar com essa vontade eu quero ficar bom eu vou mentalizar eh as minhas células positivas Posso usar a imaginação a visualização né tudo isso são recursos que nós temos mas por trás desse ego consciente tem um ser perturbado então não adianta eh tem gente que diz assim ah eu vou expremer meu cé e vou pensar eu vou ganhar 1 milhão de dólares né não é assim o segredo né aquela época do livro segredo é porque a lei da da sintonia da atração é uma lei de Harmonia porque tudo Tudo concorre para a beleza para harmonia né então de uma festa maneira a gente vê isso do consultório a pessoa ela ela tem uma ansiedade egóica controladora e quer dizer não quero mas internamente ela diz não quero e não consegue entender o não quero então a gente acaba criando armadilhas para nós mesmos PR a gente cair Então o a complexidade é é muito importante por isso que eu acho importante reforçar né Cláudia que acima
ue entender o não quero então a gente acaba criando armadilhas para nós mesmos PR a gente cair Então o a complexidade é é muito importante por isso que eu acho importante reforçar né Cláudia que acima de um ego eh direcionador e determinador né de de de de de dar da energia tem que ser tem que ter esse ego dialogadas que né de poder realmente compreender se eu não realmente sentar com as várias partes minhas não adianta dizer eu quero ficar saudável porque tem um outro dizer eu não quero ficar saudável e talvez esse Diz para mim eu não quero seja mais forte do que eu quero né porque daquela vela história Quanto Mais Eu Rezo mas a sombração aparece ou seja né Não adianta eu querer fugir com um pensamento apenas eh mecânico dizer ah eu quero nãoé eu tenho que fazer um trabalho realmente de autoconhecimento de de de acolhimento de aceitação de compaixão comigo mesmo para que daí a partir disso eu possa realmente né direcionar e fazer exercícios que sejam práticas eh eficas né em favor do meu processo precisa desejar de Fato né buscar o desejo né e ele tá muito encoberto pelo ganho secundário que a gente sabe muito que acontece né o ganho secundário de não sair daquele lugar né de continuar naquele lugar mesmo que seja inconsciente paraa pessoa né mas ela tá ali naquela função de ganho secundário tava aqui ouvindo vocês né e eu e eu fico pensando existe um livro muito bonito chamado a Montanha Da Alma do gau xingjian e é uma metáfora muito bonita não só sobre a China mas sobre eh O que que é a alma o que que é essa montanha o que que é dinâmica que tá em construção e tá em elaboração e e é interessante que quando a gente pensa em montanha a gente pensa numa base e a maior dificuldade que temos em relação a essa proposta que Jona faz de conversar consigo ou eh trabalhar suas imperfeições Morais as suas dificuldades as suas dores e tentar um um contato e o diálogo com isso às vezes dói muito e demanda tempo mas é necessário um movimento de coragem de reconhecer de fato Qual é a base da qual
s as suas dificuldades as suas dores e tentar um um contato e o diálogo com isso às vezes dói muito e demanda tempo mas é necessário um movimento de coragem de reconhecer de fato Qual é a base da qual estamos partindo e o reconhecimento a partir da humildade de quem somos de verdade quebra muitas fantasias expõe os nossos medos retira as nossas certezas então é um é um ambiente psicológico né quando a gente se permite isso de uma insegurança sobre o que vai vir nesse processo né quebram-se né afastam-se fantasias e Muitas delas consolidadas no curso de muitas vidas às vezes então quando a gente pensa na sequência doss capítulos por exemplo do Evangelho Segundo espiritismo a sequência ela é muito feliz a primeira bem-aventurança é como fosse a base humildade seja humilde consigo né Tenha reconheça o patamar que você se encontra para você começar a sua jornada é quase um despir dessas ilusões de falsas falsas Verdades e daí ele começa ser simples consigo ser Brando consigo não se punir não se ferir não se julgar né Essa essa psique Cristã esculpida em milênios né de culpa eh um martirológio que sofrer ele precisa ser um sofrer em si próprio e a gente entende que isso não faz sentido hoje e ser Pacífico não lutar não se degladiar consigo próprio com essas dimensões interiores ter misericórdia perdoar arse né e amar a si mesmo no sentido de cuidar dos cuidados de si perceba que é uma trajetória muito interessante como um processo quase de fato terapêutico de como entrarmos em contato com a nossa intimidade Isto é esse nosso escalar desta montanha que tem cenários tem memórias tem sombras mas tem possibilidades de come de luz né então que a gente possa refletir nesse chamamento deos capazes de nos acolhermos mais com mais amor mais respeito mais humildade sem um começo da humildade não há como fazer essa jornada né É por isso que quando a Cláudia citou ação imaginação ativa e que a Jo então nos dá Então realmente um uma proposta prática né ela ela vai falar então que a doença é frutto desse
fazer essa jornada né É por isso que quando a Cláudia citou ação imaginação ativa e que a Jo então nos dá Então realmente um uma proposta prática né ela ela vai falar então que a doença é frutto desse conflito dessa tensão né Desse choque entre a mente e e o comportamento né E ela propõe então a essa conversa mas ela ela ela propõe Justamente que essa conversa seja a partir de uma postura necessária ela diz conversar terna e bondosamente olha só né sem julgamento sem controle né ou seja vamos realmente nessa postura tá aberto a me reconhecer de maneira terna bonamente conversar com as imperfeições Morais né eh e aí ela vai né envolver em vibrações de amor estimular os órgãos com deficiência de funcionamento ou as perturbações enferm né e assim tu vai num caminho de reconciliação de integração falar de de consciência desse desse ser amoroso né Desse apaziguamento comigo mesmo né que é uma atitude de compreensão né E dizer puxa eu tô eu tô perdido tô me encontrado não sei como imagino n para como eu eu sou atrapalhado né Deixa eu olhar para isso né Deixa eu olhar para isso deixa eu entender e eu eu quero não ser mais atrapalhado né Eu quero ver caminhos né Eu não sei como ainda mas né eu quero eu t tô querendo fazer esse movimento aqui né então eu tô olhando para mim para essa parte minha atrapalhada dizer vamos tentar né vê de outra maneira por que que tu quer ir dessa maneira né Eu talvez o que tu queira Seja honesto e verdadeiro mas a forma não é legal né então eu consigo entender que há um sentido aí nessa tua busca mas é de um jeito que machuca que que que ilude Então vamos tentar olhar melhor para isso então é realmente uma atitude de de de de se autodescobrir né e e e reconhecer nesse movimento né Eh algo que porque às vezes a gente nega daí o desejo e e a e a necessidade e às vezes o problema não é o desejo e a necessidade mas a forma como a gente eh se coloca e nesse processo né e a gente acusa daí a nós mesmos de ter essa necessidade mas não não compreende que
idade e às vezes o problema não é o desejo e a necessidade mas a forma como a gente eh se coloca e nesse processo né e a gente acusa daí a nós mesmos de ter essa necessidade mas não não compreende que tem um sentido simbólico aí né ah tem uma necessidade de que algo em mim morra Ah tem uma uma fantasia de morte né e de suicido não é uma fantasia e isso tem um sentido mas não quer dizer que eu tenho que ser literal Mas tem uma parte de mim que é insuportável queer me livrar de uma dor eu não sei que eu vou fazer isso então eu vou começar compreender esse processo e ver nessa intenção não algo de de fuga da vida nem algo de de de precisa ser escutado né Para que eu possa encontrar realmente um caminho favorável então eu acho bem interessante né e reconhecer que também como diz a a Joana há um Eu superior né é um eu eh Há uma potência Divina H uma força né autorreguladora dentro de nós tá sempre em movimento Buscando Novas possibilidades né que se eu realmente me me associar né A Minha Essência né div né né e ter essa atitude amorosa eu vou eu vou poder realmente criar um campo transformador favorável né Não que seja fácil isso mas há um caminho H um caminho possível né é quando eu vou voltar um pouquinho e sobre a fala do do thago quando ele fala desse caminho né da que simbólico aí das bem-aventuranças Esse passo a passo terapêutico né E aí muitas vezes para chegar nesse só pé aí né Essa base né da da montanha é precisa doença né porque a doença é a revelação dessa desconexão total né E aí a doença muitas vezes ela serve como a possibilidade da pessoa então despertar e assumir uma nova postura né diante da vida Qualquer que seja o desenrolar daquela enfermidade né E então é importante que venha isso né porque nesse ponto há uma Total inconsciência há um automatismo diante da vida né um deixar acontecer né todos os dias iguais né quer dizer então é necessário vir né para que possa surgir consciência né é eu acho que a gente tem uma tendência ocidental né Eh de ver a
nte da vida né um deixar acontecer né todos os dias iguais né quer dizer então é necessário vir né para que possa surgir consciência né é eu acho que a gente tem uma tendência ocidental né Eh de ver a doença e e não ver o doente né que a doença não existe existe nós que a doença já é uma tentativa de solução né a doença é o é é é culpada né mas na verdade a doença já é um reflexo de um processo vez uma obra de arte no sintoma já há uma tentativa de saída mesmo que frustrado enquanto que O equívoco tá lá né não na doença O equívoco tá lá na atitude na na teimosia de agir de maneira eh e equivocada na não compreensão né e a doença é apenas esse diálogo dizer olha e tu tá em sofrimento né mas eu tô então sintoma muitas vezes apontam o caminho né e a vezes des culpa o sintoma e a doença mas ela é realmente aquela atitude amiga de poder tentar reverter já o movimento em favor de uma nova Possibilidade é a doença ela denuncia alguma coisa né mas ela é o final meio que o final da linha e nesse parágrafo que você tava lendo no final tem assim tudo isso né Toda todo todas essas técnicas possíveis né de conversa de estimular são métodos de comando da energia Espiritual do Eu superior que vão interferir nas complexidades da força do perispírito e da matéria né que mantém o perispírito e a matéria e tudo isso pode alternar alterar a melhor movimentação então quando a gente tá falando agora eu fiquei pensando Nossa olha o caminho né o caminho vai do Sutil ao denso que é a doença concretizada a doença se estabelece né enfermidade se estabelece e a possibilidade de fazer o caminho contrário né né a doença se comunicar com o per espírito com o espírito Imortal e dizer para que isso né vamos simbolizar o que que isso tá querendo dizer achei tão interessante essa essa imagem que eu fiz né de de retroagir ir até o espírito Imortal que bebe né da fonte cósmica né Universal divina e poder Air informações e e e efeitos Salutares né porque aí pode fazer o caminho de volta nesse diálogo
z né de de retroagir ir até o espírito Imortal que bebe né da fonte cósmica né Universal divina e poder Air informações e e e efeitos Salutares né porque aí pode fazer o caminho de volta nesse diálogo todo Quem sabe né aquela enfermidade se revertida né importante salientar agregando um valor que vocês estão trazendo que na nos parágrafos finais né que a Joana vai finalizando esse esse item Ela traz interessante o movimento em que o sofrimento ele é um e que leva algum momento leva o despertar né leva a uma condição que às vezes só insuportável Eu me recordo das várias vezes que atendendo né irmãos e irmãs desencarnados que inicialmente pareciam muito seguros de si eh escondiam feridas muito Profundas e que num numas num momento muito singular de um de um de um contato de uma palavra de um de um acolhimento parece que aquilo é é é tocado e eles dizem eu não não eu não suporto isso mais mas são falas diz respeito a as nossas próprias condições em que não é que é necessário o sofrimento né mas eh a ideia de que esse desgaste essa continuidade de um de um viver inconsciente ele vai levar a problemas né e Em algum momento ele como Fala Joana há um há um uma a uma condição finalística a uma condição que não pode ser interrompida de que vai surgir um Despertar a alma mais cedo ou mais tarde ela vai encontrar né a aquilo que faz com que ela compreenda conscientemente um fluxo de reequilíbrio e de constância num equilíbrio né que é viver com mais saúde com mais responsabilidade viver com mais ética viver com mais amorosidade né que eu acho o objetivo da vida de uma forma ou de outra né sentido útimo né É com certeza ela vai falar duas coisas né thago que tudo isso é vai gerar uma conscientização do ser né que leva a um conhecimento profundo e a possibilidade de poder também encontrar eh um campo criativo né e de realização nova e de uma certa maneira existe um tropismo né Divino ser já existe uma força autorreguladora aut curativa dentro de nós que força novos caminhos então a
rar eh um campo criativo né e de realização nova e de uma certa maneira existe um tropismo né Divino ser já existe uma força autorreguladora aut curativa dentro de nós que força novos caminhos então a doença muitas vez o sintoma é forçar novos caminhos me de peixotinho né que tinha essa Cap de materialização maravilhosa mas muito delicada e ele tinha uma dor de cabeça crônica então parece que tinha dois amigos na vida dele para cuidar desse desse processo tão delicado tão difícil que um era dor de cabeça e outro era a esposa é uma alma Sublime que vem como companheira dele para meio que dar um suporte emocional e e dar uma chamada de atenção nele porque ela que dava limite para ele em vários momentos então tu vê né a gente tem a dor de cabeça e essa pessoa que vem com ele como forma né de eh eh criar um campo regulador aí necessário a missão dele né então muitas vezes esses processos orgânicos servem mesmo de de de de de um processo homeostático né ou mesmo compensatório ou mesmo provocador de consciência de cuidado puxa Olha eu ten que tá atento a tal coisa né A minha dor a minha dorça cabeça tá doendo Então tem que me acalmar tem que vigiar meu pensamento tenho que sei lá o qu né isso na no processo do peixotinho mas eh eh Eu acho que isso tudo mostra realmente né Eh que apesar dessas tensões né que geram tanto a congestão inibição é um movimento para que que que aponta para um processo maior que é a busca da harmonia nesse processo de tomada de consciência e dessa força divina autorreguladora que busca de uma certa maneira aquilo que ela chamou do Progresso que é a lei da vida né então Tudo concorre em favor favor da alma isso que achei importante a gente reconhecer aqui né com a proposta da benfeitora muito bem Estamos nos últimos estamos já com o nosso tempo esgotado mas se tiverem alguma coisa para finalizar esse item eu só queria dizer eu fiquei pensando numa coisa queria compartilhar eh nós que estamos aqui agora né compartilhando essas ideias e quem vai nos ouvir
se tiverem alguma coisa para finalizar esse item eu só queria dizer eu fiquei pensando numa coisa queria compartilhar eh nós que estamos aqui agora né compartilhando essas ideias e quem vai nos ouvir eh Que Nós pensamos que esse processo ele tem um tempo e que a gente não tenha pressa no sentio da angústia da ansiedade o para ontem eu acho que importante é começar mas entender que as transformações que ela descreve nesse subitem né Eh são transformações que vão nos demandar às vezes muitas vidas mas que precisam começar logo agora porque a a Joana Ela traz uma uma em outros textos dela sempre um movimento de eh acreditem se esforcem vale a pena né Eh eh não se martiz não se machuquem né cuidado com a culpa cuidado com com autocomiseração então assim eh comece o processo e que isso é uma jornada e jornada a gente imagina uma imagem por imagem que ven uma longa jornada por um caminho que muito clasto Mas temos que começar né é isso muito bem então Eh semana que vem no próximo encontro nosso é a continuação do Capítulo um com o item interação espírito matéria a gente ver o quanto é complexo e rico né a gente convida a todos a permanecer então conosco nesse estudo maravilhoso que a benfeitora nos oferece Y
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