T8:E23 • Desperte e seja feliz • Curas

Mansão do Caminho 28/08/2025 (há 7 meses) 1:03:56 116 visualizações

No vigésimo terceiro episódio, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Tiago Rizzotto se dedicam à análise do capítulo 23 da obra Desperte e Seja Feliz, com o tema "Curas". O episódio aprofunda a compreensão das verdadeiras curas à luz da psicologia espiritual, abordando os fatores internos que favorecem o restabelecimento da saúde integral do ser. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia

Transcrição

Alô a todos que nos assistem. Bem-vindos, meus amigos, na paz de Jesus nesse momento especial onde nos reunimos para nosso estudo da série psicológica Joana Diane, nossa alegria de estarmos juntos, nossa gratidão e trabalhando hoje o capítulo 23, curas, juntamente com a Cláudia e com Thago, né? nesse capítulo Desperto Seja Feliz, que é um livro que oferece muitos recursos por nossa reflexão em favor dessa compreensão dos processos internos e assimilação do que representa realmente o evangelho de Jesus em nossa vida. E o capítulo 23, né, para mim é uma continuidade do 22, que é amorterapia. Então ali ele ela propõe o amor como o elemento de cura e aqui ela vai se ocupar mais especificamente do tema da cura. E eu queria primeiro, antes de adentrar, né, ao ao capítulo, né, essa página inicial, depois do capítulo que a prefeitura nos oferece, eu queria saber de vocês o que que é para vocês, que significa cura, ser curado, curar, né? Qual é a ideia que faz do que seja, né, uma cura? A cura é transformação, eu penso, né? E e a cura que a gente sempre busca, quer dizer, nós humanos buscamos muito a cura do corpo, né? que é o nosso objetivo ainda, mas o que na verdade a gente vai aprendendo que a cura é a cura do espírito, das mazelas do espírito. Então para mim é essa transformação, esse essa virada, né, de de chave nessa percepção mais ampla, que é o que a Joana vem nos trazer. ela vai vem nos apresentando a cura sob outro aspecto, né, que não esse mundano. O capítulo vai nos revelar dimensões múltiplas e novas sobre que é cura. Mas um primeiro movimento que eu tenho, mesmo tendo lido o conteúdo, eu penso que a cura envolve uma ideia, né? tá aí disseminada de tirar algo que desequilibra, extirpar algo que tá prejudicando, eh nos livrar de alguma coisa que é conflitivo e perturbadora, seja no campo da da alma, seja no campo do corpo. Então é sempre um movimento que eu acho que talvez seja o primeiro movimento que nós temos, né? Não quero sentir isso, não quero ter isso no meu corpo. Isso

o campo da da alma, seja no campo do corpo. Então é sempre um movimento que eu acho que talvez seja o primeiro movimento que nós temos, né? Não quero sentir isso, não quero ter isso no meu corpo. Isso não faz bem para mim. Eu quero tirar isso de mim. Eu quero que isso vá embora. O que é justo é legítimo, mas isso é apenas uma dimensão primeira da forma como nós nos relacionamos sobre o que nós queremos e desejamos como cura. Então, me parece que vamos ver a complexidade do que é esse processo, né, no nosso estudo de hoje, mas me vem muito essa ideia dessa radicalidade de que eu não quero mais sentir isso, eu tô cansado de estar triste, eu quero ser, eu quero, eu quero curar a minha tristeza, eu tenho essa doença física que me consome, me tomo os dias, eu quero que isso vá embora. Quando agora vamos entender que a cura em uma profundidade maior nos reivindica um contato mais profundo com a própria o próprio intercorrência e a sua significação. Mas são essas minhas palavras iniciais. >> Uhum. É, eu fiquei pensando sobre isso quando eu li o capítulo, né? E algumas coisas me chamou atenção para poder refletir o que que é realmente chegar na cura, o que que é essa cura, né? E ela fala no início aqui do capítulo depois da do do do da página pré eh pré-textual, né, que a parte textual que inaugura o capítulo, ela ela fala que que a meta é a conquista do de um ser integral. Depois ela fala que a cura real somente correrá do interior para o exterior. Eu me lembrei também de Jesus quando as pessoas vinham até ele, né? Ele questionava se a pessoa o que que que queriam dele, se a pessoa que acreditava que podia ser curado, que ele podia ser curar ou que ou quiser ser curado. Então se eu juntei tudo isso, né? fiquei e e aí fiquei pensando que a cura, de uma certa maneira me parece um aponta, né, para um processo profundo de autoconhecimento, né, como se fosse o foco na necessidade, né, do contato da alma com as suas várias esferas internas na na proposta de uma integração, né, de um processo de

ra um processo profundo de autoconhecimento, né, como se fosse o foco na necessidade, né, do contato da alma com as suas várias esferas internas na na proposta de uma integração, né, de um processo de poder, né, eh, porque a gente eh cura nossas feridas, cura nossas partes dissociadas, a gente cura de uma certa maneira eh enganos, né? Ou seja, o curar no sentido também de amadurecer, curar o couro, né? Antigamente era o couro tem que ser curado, tem que ser trabalhado, né? Então, me parece que cura é um processo de amadurecimento. onde nós somos chamados, né, a a um a a um movimento de tomada de consciência em busca daquilo que Yung chamou de individuação e que em Joana essa individuação, de uma certa maneira nos leva à busca de uma plenitude, dessa conquista do ser integral, superando limite constrições, como ela coloca aqui, né? Então, para mim isso ficou muito presente na leitura do capítulo. >> Eh, e essa cura, né, que você trouxe aí dessa palavra curado, né, me lembra também que assim, nós precisamos passar pela experiência pra gente poder integrar a experiência, né? E o Thiago trouxe a significação. Muitas vezes a gente eh de pronto não encontra o significado daquilo, né? E e pode ser uma queda, algo desagradável, né? Mas muitas vezes a gente é eh surpreendido com isso e aquilo nos nos leva para um novo rearranjo, né? Para um novo arranjo, né? eh eh um arranjo de quem nós somos, onde nós estamos, né? Eh nos trazendo mais eh mais amadure menos amadurecimento e menos ingenuidade, né? Então, assim, mesmo que seja algo desagradável, aquilo nos coloca, recoloca em algum aspecto num caminho mais acertado, né? E eu usando a tua palavra, eu me lembrei do queijo curado, né? Então, o quanto do sofrimento através da lágrima, né, de expurgar, do chorar, vai fazendo com que a gente elimine aquele excesso, né, e e fique mais compacto, mas mais fortalecido, né, e aquilo vai trazendo um novo sabor paraa nossa vida, né? Então, eh, são essas várias curas que vão acontecendo, né? eh

e elimine aquele excesso, né, e e fique mais compacto, mas mais fortalecido, né, e aquilo vai trazendo um novo sabor paraa nossa vida, né? Então, eh, são essas várias curas que vão acontecendo, né? eh na nossa vida que muitas vezes, por algum motivo, a gente precisa ser parado, né? E só cada um de nós que vai encontrar essa essa significação, né? >> A ideia da enfermidade, né? dos processos degenerativos, das condições que testam o corpo, testamo, né, ferem o vaso e que refletem no campo da alma. E essa repercussão no campo dos conflitos, das dificuldades, ela precisa ser também lida e compreendida da forma como o mentora traz, né? dependendo a perspectiva de como você enxerga o que é esse binômio, se é que existe o binômio na sua interação e na forma como as escolas na psicologia foram, elas elas chama atenção disso, né? Há paradigmas a partir do qual se contempla o que é o o que é o ser, né? o que é a psique, o que é o ser na sua integralidade. Só que essa integralidade, ela só alcança verdadeiramente uma potência de reconhecimento quando a gente integra a ideia da centelha divina, que nós somos espíritos. Então, pensarmos nas diversas escolas da psicologia ou nas forças, né, que a gente estudou isso já, né, em obras anteriores, né, o behaviorismo, a psicanálise, a escola humanista e surge a quarta força, que são as escolas transpessoais e que algumas delas abarcam a dimensão do espírito. Então, pensarmos na era do espírito agrega o valor que ela quer dizer aqui. Se nós não formos na profundidade do que é o fenômeno, que é na alma, no tecido da alma, na intimidade da alma, nós não conseguimos entender de fato como se dá esse processo de cura. Mas agregando também um um uma significação importante no campo de sentido, a doença ela não é uma intercorrência que vem perturbar. Se não fomos capazes de reinterpretar as intercorrências nesse campo, sejam eles somáticos ou sejam eles psíquicos, eles agregam o valor, eles temperam a vida, a experiência humana de uma maneira em que

não fomos capazes de reinterpretar as intercorrências nesse campo, sejam eles somáticos ou sejam eles psíquicos, eles agregam o valor, eles temperam a vida, a experiência humana de uma maneira em que nos agrega um sentido de pensarmos para que que isso chegou, que caminho é esse que preciso percorrer agora, transportando essas necessidades. é uma é uma nova interpretação, mas para chegar essa nova interpretação é preciso que a gente reconsidere a razão pela qual nós estamos vivos. Não somos espíritos em trânsito, né? Interessante que aqui no início, né, ela do texto é falou que as enfermidades são a presença da sombra nos equipamentos luz do ser. Eu acho tão bonito essa essa definição também dela, né? Porque de uma certa forma ela fala que nós somos luz, né? Eh eh que a nossa luz é ofuscada ou é perdida ou de alguma certa maneira e a sombra ela ela ganhou destaque ou a gente se identificou com ela ou de uma certa maneira, né? Eh, ela tá ali, eh, com presença marcante no momento, se opondo a nossa natureza verdadeira, que é divina, que é do ser de luz, que todos nós somos e vamos realizar-se plenamente, né? E aí eu eu me lembrei de um texto do Jungle vai falar sobre a cura da alma, né? Eh, e ele tem um texto que é uma conferência que ele deu de Estrasburgo, que é a relação de psicoterapia e a direção espiritual, né? o texto, né, que ele que ele fez, aonde ele vai fazer uma relação da psicoterapia e a cura da alma, a religião. Então ele propõe que a cura da alma é uma forma de religião, que a religião é o processo de cura da alma. Só que ele vai, ele vai entender essa religião nossa, como uma religare, como algo de um retorno, uma religação com o divino. Ele vai entender a a a religiosidade aí como um religere. E e aí na nação grega, né, quando os gregos iam eh consultar o oráculo e eles não consideravam de maneira cuidadosa a luz, né, da da do esclarecimento, né, a o que foi dito pelos deuses, eles usavam o termo negere. Neglejere. E negligere para eles era o posto de

oráculo e eles não consideravam de maneira cuidadosa a luz, né, da da do esclarecimento, né, a o que foi dito pelos deuses, eles usavam o termo negere. Neglejere. E negligere para eles era o posto de religere. Então a negligência, a negligência de não atender o reconhecimento dos deuses, né, era a ao contrário do religué. Então eu penso que a a o adoecimento é uma negligéria, uma uma negligência conosco mesmo, com o divino em nós, que apaga a nossa luz. E o religerei é o caminho da cura. E o religi para Jung vem de certas definições desde o Cícero, né, que diz que o religer é uma cuidadosa para o custo, para com a vida. Entendeu? E um diz que religi é um compromisso, uma uma responsabilidade, uma atitude cuidadosa para com a vida. Então, de uma certa maneira, a cura é essa retomada, né, daquilo que foi negligenciado por uma atitude cuidadosa para conosco mesmo e para com a vida. Então eu só queria juntar essa questão da nação de religião como não só como relígio ou religare religare, mas como religere ou religere, que é essa atitude, né, cuidadosa ou fazer de maneira correta e cuidadosa, uma postura cuidadosa. Eu acho interessante, Gelson, você trazer isso. E voltando aí nesse primeiro parágrafo, né, eh, quando ela, você ressaltou essa poesia dela, né, de equipamentos luz, né, esses equipamentos eu penso que são os nossos sistemas, né, nossos órgãos, né, porque são equipamentos, né, eles estão ali, né, eh, tem um um HD, né, e e eles têm estão ali como equipamentos, né, como como aplicativos, né, desse HD grande nosso, né, e o quanto essa negligência que você trouxe, né, danifica esses equipamentos, né, os nossos órgãos, né, e ela vai dizendo, né, tornando-os em desalinho, né, gerando eh pensamentos mórbidos e atos perturbadores. Então, esse essa esse teor vibratório, né, que nós somos vibração, eh, e os pensamentos nos quais a gente se conecta vão desalinhando, né, danificando os nossos equipamentos, né? E o quanto é importante ela trazer isso, porque ela ressalta que nós temos um

vibração, eh, e os pensamentos nos quais a gente se conecta vão desalinhando, né, danificando os nossos equipamentos, né? E o quanto é importante ela trazer isso, porque ela ressalta que nós temos um corpo, eh, e nós sabemos disso, né? nós temos células inteligentes dentro de nós, né, direcionadas para uma finalidade e o quanto a gente se afasta dessa finalidade, né, eh, pelo pensamento e o quanto nós fazemos com que os nossos sistemas, né, equipamentos, trabalhem de uma forma desalinhada e a gente vai se afastando também da nossa meta, né? né, primária, que é essa transformação, essa cura, né, essa essa busca do equilíbrio dentro de nós. Então, achei interessante trazer essa coisa do equipamento como sistemas nossos, né, inteligentes, né, com células inteligentes, porém e mal comandados, né, porque precisa de um comando central que é o espírito, né, comandando isso tudo. Eh, é interessante ela trazer alguns conceitos e nós passamos a integrá-los, né, pensar em como correlacioná-los, né, corpo, mente, a presença da sombra, um conceito muito importante e que já dá uma dimensão de algo que é dinâmico, que é energético, né, que vincula, que se plasma, que perturba, mas que pode também levar caminhos de saúde, de equilíbrio, então de harmonia. Então eu eu lembrei eh tem um filme chamado A Vila, né, que é uma grande metáfora do quanto a alma quando busca muita certeza, muito controle, ela diante do cenário em que ela perde o controle ou ela vai de fato integrar-se a processos às vezes de contato com a sombra para entender o que tá acontecendo dentro de si e para descobrir-se, porque a sombra é como fosse aquele quarto escuro ou fosse um mesanino escuro de uma casa e que ninguém quer entrar, tá lá, tem alguma coisa lá perturbadora, né? E a Joana vem trazer justamente a a perspectiva de ter essas dimensões profundas da alma, né? Sombra aqui no sentido que é desconhecido, que nos amedronta. E no filme história, vocês conhecem esse filme, muito interessante, como uma metáfora, né? é uma comunidade

mensões profundas da alma, né? Sombra aqui no sentido que é desconhecido, que nos amedronta. E no filme história, vocês conhecem esse filme, muito interessante, como uma metáfora, né? é uma comunidade em que eles vivem numa numa clareira e é dito assim: "Ninguém pode pra floresta porque lá tem criaturas que podem tirar a vida de vocês". E quando uma das moradoras da vila adoece, um menino que a ama tem coragem de atravessar a floresta para buscar cura. E olha que interessante, é como se nós precisássemos de fato enfrentar essas nossas mais profundas dificuldades, que a gente possa encontrar o sentido mais profundo que seja a cura. Quando Joana cita sobre violência, o ressentimento, ciúme e ódio e outras e outras representações de como a alma pode ir para um acting out, né? ela pode se representar e se colocar perante a vida. Ela mostra justamente o lugar ainda da vulnerabilidade que se encontra em nós quando nós ainda não temos condições de lidar, né, com as nossas próprias questões interiores e elas nos tomam e elas se manifestam dessa maneira. É interessante ela destacar a violência, porque de alguma forma a violência ela é um ela ela é uma representação que se contrapõe a uma ideia da ética. Ela vai trazer a composição aqui da solidariedade daqui a pouco da ética como um lugar de vinculação a nós mesmos, de vinculação com outro para entendermos uma extensão mais profunda do que seja a cura. Então há uma dimensão de profundidade, né, em nós mesmos. Nós precisamos reconhecer sobre as nossas dificuldades. De alguma forma, o corpo, por exemplo, vai plasmar, ele vai representar distúrbios e de fato se encontram nessas memórias, nessas imagens, nessa interioridade ainda que com muita dificuldade temos temos dificuldade de acessar de nos relacionar. Então, ao pensarmos na cura, existe um sentido de que nós precisamos nos conhecer verdadeiramente. Só para citar um caso, conheci uma pessoa uma vez que havia adquirido um câncer, ele já foi embora, trouxe que ele esteja bem, mas uma pessoa passou a

que nós precisamos nos conhecer verdadeiramente. Só para citar um caso, conheci uma pessoa uma vez que havia adquirido um câncer, ele já foi embora, trouxe que ele esteja bem, mas uma pessoa passou a vida inteira amargurada, ela não conseguia encontrar sentido naquilo. Daí e me diziam, antes ele era a pessoa mais difícil ainda. A doença parece que freiou algumas características dele, mas ele era uma pessoa muito muito agressiva, pessoa muito contundente e não conseguia encontrar sentido nesse processo. Então, as enfermidades parecem ser mensagens importantes pro espírito e nós precisamos pensar sobre isso, né? >> Interessante tudo isso, né? Eu fiquei pensando que a própria vida então nas suas imposições é uma tentativa de nos curar. Ou seja, a a assim como houve uma necessidade que levou a criança a sair daquele ambiente eh controlado, aparentemente protegido, né, e ir paraa floresta, né, a a a vida nos lança também esses desafios e que toda a perfeita bondade divina, porque ela fala da amoterapia também no capítulo 23, nesse nesse texto inicial, né, né, que a o amor terapia é a solução que que está ao teu alcance, né, e que a harmonia do criador encontrará ressonância no teu campo vibratório, né, e gerando aí eh o o a saúde. Então, todo se movendo da vida, mesmo que aparentemente eh possa se apresentar como algo complicado, difícil, até sofrível, né? Eh, é uma forma de Deus nos tocar, né, e nos convidar a cura, então, né, e lançar a alma, né, para para esse encontro de uma tomada de consciência e e o despertar, né, das suas forças e e e da compreensão dessa própria amorzade de Deus, como diz a Jona, né, que toda a cura procede de Deus, né, isso acho também forte, né, né? Ou seja, eu não tenho como me curar sozinho, né? Olha só que forte isso, né? A cura depende de uma graça, né? Eu tenho o o olhar de Deus, o amor dele, né? E assim como a cura minha passa pelo outro também. Ou seja, de uma certa maneira, o amor como este mecanismo essencial de saúde, como ela vai dizendo aí, eh

u tenho o o olhar de Deus, o amor dele, né? E assim como a cura minha passa pelo outro também. Ou seja, de uma certa maneira, o amor como este mecanismo essencial de saúde, como ela vai dizendo aí, eh criando essas engrenagens diversas, aonde o processo de cura envolve e integração, cooperação, relação, entre outras coisas, né, que que se move em favor de desse processo. Achei bonito isso, né? Porque quando você diz, né, Gels, que a cura, né, a gente não se cura sozinho, tem um amor de Deus, mas o quanto a gente envolve outros, né? Então esse esse amor, essa cura vai se tornando uma cura coletiva, né? quando cada um de nós vai fazendo esse caminho e vai abarcando, né, cada vez mais aquele que tá ao nosso lado para também eh buscar esse caminho e vamos também aprendendo com ele, né? Então, a cura vai se tornando coletiva, que é o desejo mesmo, né? Que a humanidade se cure, né? É um longo, uma longa jornada, mas esse é o desejo que a humanidade se cure em definitivo, né? de tantas mazelas que ela traz. E relendo assim esse parágrafo que você falou da do amor terapia, né, que é a solução, né, eh ela diz assim: "Não apenas te proporcionará a recuperação da saúde se te encontras enfermo, como te fortalecerá para que evite", né? E ela fala lá lá na no início, né? Eh, a cura tem início quando o paciente se ama e passa a amar o seu próximo. E aí eu vou usar eh eh o os o filme, né, esse tema do filme que o que o o o nosso amigo Thago trouxe, né? Eh, e vou e vou trazer eh essa coisa assim de de do quarto que se visita, né? Eh, do quarto que se visita, da sombra, né? Desse medo que atravessa o humano, né? E eu lembro da Nise quando dizia que a gente não pode mergulhar sem o escafandro. que é uma proteção, né, para esses lugares sombrios e difíceis, né? Então, o quanto é importante. Aí eu fiquei pensando o que, qual será esse escafando, né? Eh, no estudo de hoje é esse amor. Esse amor que faz com que esse menininho fique envolvido nessa proteção, né? E tome coragem para avançar, romper a

quei pensando o que, qual será esse escafando, né? Eh, no estudo de hoje é esse amor. Esse amor que faz com que esse menininho fique envolvido nessa proteção, né? E tome coragem para avançar, romper a bolha, né? e ir atrás da cura do coletivo, né? Então, a gente não pode tá eh eh sem essa proteção, sem escafando do amor, né? e para que a gente possa ir ao encontro dessa cura e nos fortalecermos e curar todo coletivo. Então, realmente o amor terapia, né, é aquilo que nos salva, né, tanto e desse nosso caminho eh sofrido de amar a nós mesmos, quanto do caminho de atravessamento, né, desse mundo hostil, né, perigoso, né, para que a gente possa nos encontrar ali, né, mais fortalecidos do outro lado. Existe uma existe uma composição de uma banda cuiabana chamada Casa Vazia. E apesar de falar sobre amor, de um amor que vai chegar, eu lembrei dessa canção porque ela também de alguma forma fala sobre o lugar do amor como um lugar de cura, algo que vem representado meio do amor. E olha que bonito, ela me espera lá, eu sei. Ela vai me encontrar, será? Ontem a seguir na rua, mas não vi o seu rosto e a casa vazia a esperar. A mim é receber mais uma vez a casa vazia e só eu. Quem tá mais vazio? Eu sei. Ninguém sabe mais do amor que eu Deus faça que eu veja quando ela chegar e eu não esteja velho de esperar. É interessante que quando a gente encontra algumas gotas de sermos capazes de cuidarmos um pouco de nós mesmos e identificamos o amor como um autoamor, que é o esse aspecto belíssimo, né, de autocuidado, né, autoacolhimento, autoaceitação, autão, autolibertação. É como se ao abrirmos e a Joana ela é muito, ela é muito cristalina nisso. Tudo começa na interioridade. Então não espere que venha de fora algo que traga a a grande solução relacionada ao campo do que é esse conceito que estamos discutindo sobre a cura. Ela fala pode nascer na interioridade. Então à medida que eu vou é como se eu fosse adentrando a mim mesmo. Nós vamos adentrando a nós mesmos. E essa autodescoberta

ue estamos discutindo sobre a cura. Ela fala pode nascer na interioridade. Então à medida que eu vou é como se eu fosse adentrando a mim mesmo. Nós vamos adentrando a nós mesmos. E essa autodescoberta de acolher, de sentir, de chorar, de aceitar, vai nos permitindo traduzir o movimento psicológico para fora de igual tom, né? Eu vou sendo capaz de amar e cuidar mais do outro, eu tolero mais o outro. Então, nessa perspectiva de cuidar-me, eu acabo descobrindo o outro de uma outra forma. E ao pensarmos a ideia de de que de toda a cura procede de Deus, nós não podemos esquecer, amigos, como espíritas, a ideia dessa profundidade de uma grandeza da nossa alma, que quando nós buscamos essa dimensão mais superior de nós mesmos, nós não estamos apenas dialogando com nós mesmos, nós estamos estabelecendo contato com os fios. que nos conectam com o que há de mais sublime e divino no universo, que é o próprio criador. E ao e ao e ao trazer, né, a ideia do movimento de que tá buscando a Deus, buscando a ti próprio, tu vai descobrir o outro, é um movimento interessante, né? E ela exalta a a a ética cristã por excelência, solidariedade, cuidado múo, fraternidade como um processo, tanto numa relação quanto no campo social. E que isso é por excelência a uma ideia de uma nascente nova que a gente compreende em torno do campo de cura. é muito amplo e bonito, né? Ela tá trazendo para nós. >> É, e com certeza o centro desse processo e ela vai reforçar isso no texto aqui, já tinha trabalhado isso no capítulo anterior, realmente é o amor, né? O amor terapia, o amor como realmente expressão de Deus. É quando ela fala que toda essa cura procede de Deus e ela diz: "Como Deus é amor, eis que o amor é essencial. no mecanismo de da saúde, né? Então, e ela começa com esse raciocínio no início do capítulo, como ela diz, né? Eh, a cura tem início quando o paciente se ama e passa a amar o o seu próximo. Então, e e aí realmente tem esse mecanismo aí que que é sustentado no amor. E e tu comenta, né, do cuidado, né, como esse

Eh, a cura tem início quando o paciente se ama e passa a amar o o seu próximo. Então, e e aí realmente tem esse mecanismo aí que que é sustentado no amor. E e tu comenta, né, do cuidado, né, como esse ato amoroso do cuidado consigo e com o outro. E no encontro anterior eu falava da noção de cuidado do do Heidger, né, que que eu queria reforçar, trazer de novo aqui, que ele fala que o amor é uma junção, que cuidado é é uma junção de amor com vontade. Então, cuidado é o amor em movimento, né? O amor que se move, né? Um apelo, né? Algo que que pela minha vontade, né? e a vontade essa essa atitude amorosa deliberada minha, né? Então, eh o cuidado é junção do amor com a vontade e para ele eh eh esse cuidado é origem da consciência. Ele diz que a consciência é o apelo do cuidado e se manifesta do cuidado. Então eu penso que que esse amor é a consciência realmente que se de mim, do outro e do divino se faz no cuidado, né, na proposta do Heidger, né? Então acho bem interessante isso, né? como essa rede mesmo colaborativa do cuidado se inscera numa num despertar de consciência e do e que que consciência é essa? Da consciência amorosa, né, que nos pertence enquanto natureza e que nos liga à natureza de Deus que é amor. >> E é por isso que ela diz assim que a cura só vai acontecer do interior pro exterior, né? E ela vai dizer: "Du cerne para sua forma transitória." Achei isso tão bonito, né? Quer dizer, a a cura vem de dentro para fora e desse cerne, dessa essência para o transitório. Então, só a partir disso que você trouxe, né, Gelson, dessa desse amor, né, que que eu já não lembro mais como você disse, mas eu acho que o cuidado, né, que é amor mais vontade, né, que é o amor e movimento. Só quando a gente se coloca em movimento, né, e nesse movimento bem genuíno, né, de olhar primeiro para dentro para depois a gente se colocar para fora, né, transformado, né, é que aí vai acontecendo esse processo de recuperação que ela traz logo a seguir, né, o processo de recuperação tem o seu

ro para dentro para depois a gente se colocar para fora, né, transformado, né, é que aí vai acontecendo esse processo de recuperação que ela traz logo a seguir, né, o processo de recuperação tem o seu curso quando esse indivíduo consciente se liberta das paixões primitivas, alçando a mente e o coração as nobres anseios. Então, quando a gente faz, né, esse trabalho, né, de cuidado, colocando o amor em movimento, né, com o atributo da vontade, que é um atributo importantíssimo, né, eh a gente vai fazendo esse trabalho de faxina, né, dentro de nós, né, vai limpando esse terreno, fascinando, vai jogando um pouco de luz nesse esse desse lugar aí que o que o Thiago trouxe, né, nesse aposento aí que ninguém quer ir porque tá todo bagunçado, né? Então a gente vai colocando e é através desse desses dois polos, desses dois sistemas importantíssimos, né, que é a mente, né, importante e o coração. Então quando a mente e o coração estão juntos nessa missão, o processo de recuperação vai se dando, né? E é um processo, né? Ela coloca processo porque é algo em curso, né? E ela vai nos lembrar que há recidivas, né, que o caminho não é fácil, né, que a gente tropeça, cai, escorrega, né, erra de novo aquilo que a gente falou mil vezes que não vai mais cair naquela armadilha, aí a gente vai e cai de novo, né? Então são as recidivas que vão fazendo a gente voltar nesse aposento e limpar mais um pouco, faxinar mais um pouco, né? Colocar uma lâmpada lá naquele lugar que tá um pouco escuro demais, né? Então essas recidivas importantes, né? Para que a gente vá firmando o que a gente sabe que são padrões, né? A gente vai modificando um padrão, estabelecendo outro padrão de hábitos mentais mais salutários, né? que é o que a gente busca, né, que é a cura. >> Se nós pensarmos em um sentido antropológico multimilenar da nossa jornada na condição humana, em algum momento nós passamos a ter consciência e um senso ético estabelecido na comunhão entre nós comuns, entre nós humanos. Então, quando Joana relata sobre essa

a nossa jornada na condição humana, em algum momento nós passamos a ter consciência e um senso ético estabelecido na comunhão entre nós comuns, entre nós humanos. Então, quando Joana relata sobre essa nossa ancestralidade que nos conecta, em especial nas causas profundas que provocam problemas relacionados aos nossos padecimentos, ela diz dessa consciência que está comprometida perante si próprio e perante a consciência cósmica. por excelência, se nós formos pensar, toda vez em que nós provocamos eh eh problemas, sofrimentos para nós e para outrem e que nos afastam, que nos machucam, de alguma forma nós precisaremos fazer um caminho a seu tempo que é inverso, que é de reaproximação, que é de repactuação, que é um caminho de reconciliação, de cuidado para aquilo que não foi cuidado. Então, no campo dos afetos, e a gente pode dizer que é um campo das grandes vulnerabilidades humanas, né? Lidarmos com as nossas atividades de maneira saudável e cuidadosa conosco, com o outro, surgem problemas, surgem rupturas, surgem dores e que a seu tempo precisarão serem eh cuidadas, organizadas, harmonizadas. Nada melhor do que reencarnarmos. Mas se no tecido da alma tá inscrito as culpas, as dores, isso vai ter que seu tempo também reaparecer por meio, né? Eh, às vezes aparece como dunias, como dramas congênitos, como padecimentos do campo familiar, né, de relacionamentos ali ainda conturbados e que estão reivindicando este movimento da cura relacional, de um caminho de mais cuidado, de paraa violência o atributo da paz, né, na competição e nos conflitos, a ideia da conciliação e da cooperação, da solidariedade. Então, é como se os grandes movimentos que provocam rupturas, desgastes e dores na humanidade, seja no ninho doméstico ou até nos dramas coletivos, eles vão reivindicar um contraponto de recomposições a partir da ideia do amor como caminho de cura. Isso é muito importante, né? Então, a gente tem uma uma noção de uma autorresponsabilidade muito importante como cristãos, né? A

aponto de recomposições a partir da ideia do amor como caminho de cura. Isso é muito importante, né? Então, a gente tem uma uma noção de uma autorresponsabilidade muito importante como cristãos, né? A gente não vai esperar que nem Joana, nem os nossos cantores, nem que Deus venha nos resolva os problemas. Há um chamamento de uma profundo, de um profundo amadurecimento sobre o nosso lugar de responsabilidade perante os nossos caminhos. Eles não têm que ser trilhados sozinhos, né? Aqui ela tá dizendo, a solidariedade ela cresce, tempera a vida, nos reaproxima e nos ajuda, né? Chorarmos juntos, rirmos juntos, né? Vivermos juntos, eh, traz uma perspectiva muito bonita e renovadora paraa vida, né? >> É interessante, né? Eh, eh, e eu acho que aí tem um ponto importante nesse processo, que é a questão da distinção entre o ego e o self, o eu superior que a que ela tá, o eu profundo que ela chama aqui, né, em outros momentos vai chamar de selfie, né, e ela vai que curar é liberar-se do ego inferior e alar-se ao eu profundo espiritual, sua realidade legítima. essa noção de responsabilidade que tá trazendo de compromisso conosco mesmo, né? É poder realmente superar essa dimensão egóica que é que nos fecha, né? que o ego ele tende a a nos fechar numa fantasia eh autocentrada que impede a gente de perceber a realidade. E o ego tendia ser tirânico, egoísta, com termo, né, ego, egoísmo, né? Então, de uma certa maneira, né? E nesse nesse processo do ego, a gente cria essa subjetividade do ego, que é as nossas ilusões e mecanismos que justamente nos afastam dessa posa de renovação e de cura. E teimosamente a gente fica preso dessas marcas viciadas, né, que que a gente pegou e teimosamente a gente quer impor isso como se fosse realmente o caminho acertado. Daí a gente leva tempo para entender que aquele caminho não era o melhor para a gente, né? E aí que eu acho que entra um ponto importante nesse processo também que ela vai comentar no capítulo que nessa participação da cura por Deus, aonde sou uma gota que tem que

o melhor para a gente, né? E aí que eu acho que entra um ponto importante nesse processo também que ela vai comentar no capítulo que nessa participação da cura por Deus, aonde sou uma gota que tem que me abrir e e me fundir no oceano divino, ela fala da oração. E a e para mim, para mim a oração é uma atitude já eh que que uma oração do seu sentido pleno pleno, né? é uma atitude humilde do ego que reconhece que ele precisa, né, do da do amor, da graça divina e do apoio para para poder superar a diversidade. E esse então esse caminho que que é meu, mas não se faz sozinho, né? E aí ela vai falar sobre a questão da da da da que é indispensável orar, né? Então, curar-se é importante mergulhar no oceano da oração, de onde procede a inspiração e a coragem para prosseguir no esforço de crescimento espiritual. Achei muito profundo, muito bonito essa eh essa colocação dela. E tem tantas pesquisas no mundo já sobre a eficácia da prece na cura, né? Não só eh para mim, mas interceder por alguém, né? Presto por alguém também, o quanto ela é poderosa e tem um efeito transformador, curador. Hum. Então, e é um recurso que às vezes a gente acaba não usando tanto, né? Mesmo conhecendo, mesmo sabendo a importância da prece, às vezes a gente não não tem a dimensão do valor dela na nossa vida. >> Eu achei bonito esse caminho que a Joana fez até chegar na oração, né? E e o que ela busca aqui com com ensinar pra gente é que ela fala na frase anterior, a cura é um processo profundo de integração da pessoa nos programas superiores da vida. É quando ela se sente implicada nesses programas superiores, fazendo parte, né? A gente fala muito que somos cocriadores, mas a gente esquece, né? que a gente tem essa força, né, esse germen divino dentro de nós e e estar implicado, integrado nesses programas superiores da vida, né, eh, para que a gente chegue lá, aí eu eu acho que ela traça um caminho, né, que ela diz, como você disse, Deus é amor, né? Então, quando ela fala que Deus é amor, ela fala então que esse amor tá

, né, eh, para que a gente chegue lá, aí eu eu acho que ela traça um caminho, né, que ela diz, como você disse, Deus é amor, né? Então, quando ela fala que Deus é amor, ela fala então que esse amor tá aberto à compaixão, a a a estar compaixão com o outro, né? Vamos separar compaixão, né? Apaixonado, né? Envolvido com o outro afetivamente. E a gente também pode estar eh eh compadecido com o outro, porque quando a gente está solidário, a gente sai desse nosso lugar, né? E se envolve com o outro. Então ela já nos apresenta essa outra palavra, né? Solidarizarmos com toda a natureza, com tudo, com todos os seres sencientes, né? E quando a gente tá solidário com o outro, a gente compreende o outro, que é uma outra palavra que ela traz, compreensão, né? E quando a gente tá compreendendo, a gente tolera porque a gente visita o lugar do outro. Olha que bonito, né? Então acho que ela vem tecendo isso e se a gente tolera, a gente vai alcançando então o estado de equilíbrio, que é essa pacificação, né, interior, né? Eu eu abarco, eu visito o ponto de vista do outro, eu permito que ele me visite, que ele habite em mim, porque ele também é uma centelha divina e porque eu estou em paz. Então, olha, eu posso acolher esse outro dentro de mim, né? Porque eu tô em equilíbrio. E aí é aquilo. Mas para isso é indispensável o quê? A oração. Que a oração, como você trouxe, Gelson, é esse caminho, né, de conversa, né, com o pai, né, pai, me explica como eu chego nesse lugar, né? Me ensina, né? Aponta para mim, né, a melhor forma de eu de eu de eu fazer, né? Me me mostra onde eu tô errada. né? Então, essa essa essa oração humilde, né, de se colocar eh disponível, né, e se colocar ao pé, né, nessa súplica, né, eh de necessidade. E aí, que que o Pai nos apresenta? Então, a inspiração, né, pra gente poder seguir melhor nessa relação com o outro, né, a coragem pra gente se encontrar, né? Então, e aí vai nos favorecendo o quê? Aquela primeira frase que a Joana trouxe, a cura é um processo profundo de integração da

hor nessa relação com o outro, né, a coragem pra gente se encontrar, né? Então, e aí vai nos favorecendo o quê? Aquela primeira frase que a Joana trouxe, a cura é um processo profundo de integração da pessoa nos programas superiores. Todo esse caminho vai fazendo com que a gente volte lá e se reconecte, se integre, né? com esse programa superior da vida. O que é que Deus quer de mim? O que é que a vida solicita de mim nessa experiência agora, né, de personalidade que eu tenho ou nesse momento difícil que eu atravesso, o que que a vida solicita de mim, qual é o programa superior, né, aquilo eh eh que nós falamos no encontro passado, né? Eh, vamos olhar um olhar de águia, né? O que que é esse programa superior que não é mundano, né? Então faz com que essa oração vai nos conectar com o projeto divino, né? E esse projeto divino é que a gente precisa est em uníssono, né? Porque se a gente tá em uníssono com esse projeto divino, nós temos um equilíbrio, uma pacificação. E aí é o que ela vai dizer. Aí a cura não se dá nem pela falta de doença e nem pela ausência de medo, mas ela se caracterizará pela confiança e pela ação enobrecida. A gente se entrega ao processo. Ah, mas é muito difícil porque eu tô sofrendo assim, eu tô com esse adoecimento e tal, né? Se não fosse difícil, a gente não tá aqui, né? Então, eh, eu, eu achei bem bacana isso, né? que que ela ela vai nos trazendo um caminho, né, de reconhecimento desse lugar divino, né, dentro de nós, para que a gente possa eh se integrar esse programa superior da vida, né? Eh, é bonita essa imagem, né? Estou perdido, quero me encontrar, tá? Não sei qual o meu lugar, meu tempo no mundo, preciso me localizar. Vai trazer uma ideia de uma alma que vai em busca de sentido no seu lugar para encontrar-se como alma, né? E é interessante que no parágrafo anterior, eh, nos anteriores, né, quando ela fala desse processo de buscarmos na oração o contato eh e o o eu superior com Deus, até mesmo com os bons espíritos, e ali air inspiração

que no parágrafo anterior, eh, nos anteriores, né, quando ela fala desse processo de buscarmos na oração o contato eh e o o eu superior com Deus, até mesmo com os bons espíritos, e ali air inspiração e coragem. E ela fala para prosseguir no esforço. Ela não tá dizendo que essa inspiração, essa coragem vão de maneira imediata resolver e nos nos fortalecer de forma tão consistente, tá dizendo: "Olha, é mais um é mais um dia, é mais uma semana, tá? Para ir ter mais esforço e prosseguir nessa jornada". Então, quando nós, quando nós não nos conhecemos suficientemente e estamos com os nossos desejos de cura, né, nós queremos encontrar respostas e a gente não se encontra, não sabe qual o nosso lugar, é necessário que a gente pense que a o primeiro passo é o lugar da bem-aventurança, da humildade. A gente precisa reconhecer o nosso lugar pequeno, do ponto de vista das nossas dificuldades e ir até um lugar de pouco conhecimento de quem nós somos de verdade. Porque cada vez que nós eh acreditarmos que nós já estamos aptos, né, que nós já estamos seguros, a vida traz novas revelações sobre essa longa jornada da nossa autoconquista. Então, a humildade ela é fundamental para que a gente egoicamente não se influe em relação à vida, mas que a gente compreenda que em termos do do que é mais magnâno, mais profundo, nós estamos ainda distantes de uma consciência de fato profunda, né, uma conexão mais cósmica, de de seu sentido mais profundo. Então, vamos acolher a nossa pequenez nesse lugar. E aí nós vamos pensando que as curas verdadeiras, da maneira como eh buscamos para nós mesmos, ela envolve esse desvelar de quem nós somos, encontrando a nós mesmos e nos encontrando a partir da relação com o outro. E é interessante que isso vai reorganizando as significações e nos dá a possibilidade de criarmos novos sentidos, de nós criarmos novos rumos paraas nossas almas encarnados, né, da novas significações. É interessante que nós estamos em contato no mundo com uma cultura que é muito materialista

rmos novos sentidos, de nós criarmos novos rumos paraas nossas almas encarnados, né, da novas significações. É interessante que nós estamos em contato no mundo com uma cultura que é muito materialista e que ela de alguma forma nos convida a beber, a consumir, a nos relacionarmos com um imaginário muito particular. O que a proposta de Jesus e aqui a proposta psicológica Joana nos faz é: que tal vocês experimentarem um novo imaginário? com novas imagens, novos afetos, novas experiências, novos sentidos. E daí a gente compreende quais são esses rumos libertadores e quais são esses sentidos novos que nos dão agora a compreensão daquilo que Joan escreve, Evangelho Segundo Espiritismo. Aqueles que se forem chamados eleitos são os que compreendem as dores e aqui as enfermidades como bênçãos. né? Há um sentido profundo que a gente consegue imprimir em relação a esse imaginário novo do que é a vida, do que é o viver, do que é o sofrer, do que é o amar. É uma descoberta de nós mesmos para um engrandecimento ético e espiritual nos nossos das nossas vidas, né? É, é tudo isso muito interessante, porque isso retoma o início do do capítulo naquele texto primeiro, que ela fala que a cura é um processo de busca, né, de da conquista do ser integral. E e esse ser integral, hum, eh começa justamente pela integralidade nossa. Ou seja, a cura é um estado de consciência. de quem tu é e do compromisso com os valores que te sustentam a tua vida. Porque ela vai dizer justamente isso, né, que a que a cura não é ausência de de doença ou de algumas limitações como medo do sofrimento, né? E aí essa integridade e integralidade do ser vai levando depois essa condição amorosa dos grandes espíritos de luz que já conquistaram o amor numa condição elevada que eh superam tudo isso justamente, né, e servem, né? Então, quanto mais eh cura, mais consciência amorosa. Quanto mais consciência amorosa, mais responsabilidade e mais compromisso com a vida. e mais entrega, né? Então, de uma certa maneira, eu vejo esse caminho da de cura

h cura, mais consciência amorosa. Quanto mais consciência amorosa, mais responsabilidade e mais compromisso com a vida. e mais entrega, né? Então, de uma certa maneira, eu vejo esse caminho da de cura como um desdobramento, né, justamente desse amor terapia, que é o desa capaz de amar e servir cada vez mais nessa grande concerto da harmonia do universo, que eu se se a saúde é harmonia da alma, eh na medida que eu amo, eu tô em sintonia com a mente divina. e harmonia com todo, né? E abarco daí através do amor as almas que precisam serem acolhidas para que possam também viver sobre o amparo, sobre o influxo dessa força em busca da harmonia que eles ainda não conquistaram. Então, eh tem todo esse movimento aí que que é justamente a o despertar de uma consciência amorosa, né? É, você trouxe esses espíritos mais elevados, né, que que já viveram conosco, né, no no mundo, né, o quanto eles se doaram para o mundo, né, de uma forma assim descritível, né, uma doação e e não sei se você falou, mas me veio a palavra generosidade, né? Não sei se você utilizou essa palavra, mas essa generosidade, né, do de doação plena para o outro e do esquecimento de si próprio, né, eh, demonstra realmente esse essa afinidade com o programa superior da vida, né, que ela nos traz, né? E eu não queria deixar de falar eh duas coisinhas, né? Uma é esse último parágrafo que traz Jesus, né, que ele sempre curava e envolvia o paciente em sucessivas ondas de amor, né? Então ele já desprendia dele esse amor absoluto incondicional, né, que envolvia aquele paciente, né, que necessitava curar, né, e essa generosidade que eu fico pensando com que ele apontava o valor daquele paciente, quando ele dizia assim, eh, tua fé te curou, não é o que ela trouxe aqui, ela lembra, vai, não peques mais, né? Mas eu lembro da fala de Jesus, tua fé te curou. E isso é que me tocou na generosidade que a gente precisa ter conosco, né? Eh, Thago tocou na palavra culpa. O quanto a gente precisa ser generoso com a gente, né? Eh,

fala de Jesus, tua fé te curou. E isso é que me tocou na generosidade que a gente precisa ter conosco, né? Eh, Thago tocou na palavra culpa. O quanto a gente precisa ser generoso com a gente, né? Eh, e e o quanto a gente precisa, né? Que eh que Jesus devolvia para nós, né? Essa generosidade toda, a tua fé te curou, né? Ele lembrava disso e nos estimulava a continuar como crianças ainda aprendizes. Ele nos estimulava a continuar e a reconhecer a nossa própria luz, o divino em nós, que eu acho que isso é que é bonito, né? Eh, e e aí uma outra coisa que eu que eu que eu queria trazer sem me demorar é nessa última frase do do texto introdutório, quando a Joana coloca assim: "A harmonia do criador encontrará ressonância no teu campo vibratório, rico de amor, invadindo-te e dominando o teu corpo, a tua existência". Eu achei tão bonito isso porque eu pensei assim, o quanto nós precisamos cada vez mais entrar em consonância com essa harmonia do criador, ou seja, hospedar em definitivo o criador dentro de nós. Porque se a gente hospeda em definitivo o criador, né, sem mais senãos, nem por senões nem porquês, a gente realmente consegue alcançar essa cura, né, do nossa alma, do corpo não, né, porque o corpo um dia vai, ele vai de um jeito ou de outro, ele precisa só de um motivo, né? Mas a gente vai alcançando a cura da alma. >> Muito bem. Alguma coisa mais? Eh, Thaago, >> só uma pequena lembrança que eh o espírito mei ela fala sobre duas grandes escolas que tá presente nas nos verbos esperar e confiar. Então, ela fala sobre a escola. Existe uma escola que onde nós nos inclinamos e em torno da qual nós descansamos. Ela fala sobre a perspectiva esperançosa de prosseguir com esperança, não perdê-la, não desanimá-la. Há um sentido último na vida e cada um de nós, não é pela palavra aqui desse encontro, né? importante como um estímulo, mas esse encontro, essa descoberta desse sentido, essa esperança que da vivacidade, impulsiona o espírito mais coberto de cada um de nós. Mas ela fala

desse encontro, né? importante como um estímulo, mas esse encontro, essa descoberta desse sentido, essa esperança que da vivacidade, impulsiona o espírito mais coberto de cada um de nós. Mas ela fala assim de esperar que essa bênção divina, que esse cuidado divino, né, desse nosso eu superior em nós e também do divino, em Deus, né, é uma proteção que tem que não tem limites. Faça que nós façamos esse movimento perante a vida, de devoção, perante a vida, de edificação de uma integralidade nossa individual perante o todo, os aspectos ecológicos, aspectos sociais, a ideia de uma de uma imersão e que nós encontramos um sentido. Isso desperta em nós essa potência de compreendermos os fins últimos da existência e compreendermos que a cura é parte desse processo dessa descoberto. >> É bonito isso. Eu queria só retomar para finalizar a última frase quando que a a Cláudia e salientou mais a tua fé te curou, mas quando Jesus fala não peque mais para que não se suceda coisa pior e tá dizendo olha meu filho, não precisa mais disso, né? Foi tocado pelo meu amor e e tomou consciência. Então, assume isso agora e não repita, porque se tu repetir, tu vai tá mais comprometido e mais responsável a partir de agora com com com essas questões todas. Então, na verdade, essa cura é uma cura também eh da nossa ignorância, né, em favor do nosso compromisso, eh, e responsabilidade naquele processo que é o processo de todos nós, que é a evolução espiritual. Então fica para nós mais um eh mais um presente também feitor, né, esse capítulo maravilhoso e já provocando vocês a lerem o capítulo 24 Teresa Moral para que nosso encontro a gente possa pensarmos, né, e levantarmos as questões e e alguns entendimentos a partir desse capítulo. por nossa nossa gratidão. Eh, agradecer a benfeitora, agradecer a Jesus, agradecemos a todos que nos ouvem, ao Thiago e a Cláudia. E o nosso abraço e o convite para estarmos juntos no próximo encontro. Até lá.

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