T9:E12 • Vida: Desafios e Soluções • Aspectos da vida (parte 1)
Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 12 – Aspectos da vida (capítulo 6, parte 1) Neste episódio, Gelson Roberto, com Cláudia Semeghini e Tiago Rizzotto, analisa o item 6.1 Juventude e velhice, evidenciando os papéis complementares de cada fase da existência. A conversa resgata princípios tradicionais — educação, deveres, respeito intergeracional e transmissão de valores — e mostra como a energia juvenil e a sabedoria da idade madura se articulam para o progresso moral e espiritual do indivíduo. Oferece ainda orientações práticas para harmonizar vigor e experiência, preservando a saúde emocional e o sentido de propósito ao longo da trajetória de vida. 📖 Obra: Vida: Desafios e Soluções, Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Franco 🎙️ Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidados: Cláudia Semeghini e Tiago Rizzotto #VidaDesafiosESoluções #JoannaDeAngelis #DivaldoPereiraFranco #PsicologiaEspírita #Espiritismo #AspectosDaVida #JuventudeEVelhice #Autoconhecimento #EstudosJoannaDeAngelis #EspiritismoPLAY #TVMansaodoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Alô, amigos. Que alegria estarmos juntos mais uma vez nos encontrando para estudarmos esse essa proposta da série psicológica da benfeitora Joana de Ângeles, né? São momentos muito especiais que a gente pode eh encontrar, né? material profundo daquilo que o evangelho nos propõe em favor da nossa caminhada espiritual. Então é uma pridade abençoada, né? E hoje com a gente a Cláudio e Thago, para poder dar andamento e continuidade ao nosso estudo. Então, bem-vindos, amigos. Eh, nós estamos iniciando o capítulo seis, né, de vida, desafio e soluções. E o capítulo se chama Aspecto da Vida, né, onde ela vai trabalhar a questão da juventude da velice, o estar desperto e a alegria de viver. Então, hoje vai trabalhar mais a primeira parte, né, primeiro item do capítulo, a o texto inicial e o o item juventude e velice, né? Eh, e ela realmente dando continuidade, o capítulo CCO, onde elá ela relativiza, né, a a dimensão material da vida, mostrando o quanto a vida é uma oportunidade abençoada, que se a gente abrir o coração e não ficar fechado em nós mesmos, a gente encontra oportunidade abençoadas de poder realmente crescer e aprender. né? Eh, e aqui então ela começa a partir do, né, dizer que a a que a perspectiva do corpo, né, eh não é eh o sentido que legitima, né, o significado da vida. E justamente nos convidando a transcender essa dimensão corporal e e ver a realidade e a felicidade a partir de uma nova lógica, de um novo ângulo, né? que é justamente eh de uma dimensão mais profunda através do olhar espiritual. E assim ela começa então a nos convidar a a expandir, né, a nossa a nossa percepção da realidade, daquilo que a gente chama de doença, de limitações, das questões físicas que a vida impõe, né? Quanto experiência, mas que não é o determinante, nem a base que sustenta a nossa caminhada aqui na Terra, né? Então, como é que tu, Cláudia e Thago, percebe esse primeiro momento aqui que a prefeitura tá trazendo e esse tema? Olá, amigos. Bom estar com vocês de novo. É muito bom esse capítulo, né? E esses
né? Então, como é que tu, Cláudia e Thago, percebe esse primeiro momento aqui que a prefeitura tá trazendo e esse tema? Olá, amigos. Bom estar com vocês de novo. É muito bom esse capítulo, né? E esses aspectos da vida, a vida como um todo também. E é interessante que última parte do capítulo anterior é lições de vida. Então, como você trouxe, Gelson, ela já vai começando a adentrar nessa parte educativa, né? Ela diz assim: "O candidato se deve trabalhar interiormente, educar-se, porque de fato quando não há esse trabalho, que é o que ela nos traz aqui, a realidade existencial ela se torna inócoa, me parece, né? Para qual sentido >> aquela vida eh existiu, né? Para que, para que, se ela deixou marcas e ela vai falar isso mais para frente, né? Então ela diz que nem sempre essa realidade existencial da pessoa se deu como deveria, infelizmente, né? Então a gente vê que aí há um desperdício daquela vida, daquela reencarnação, né? De alguma forma, é lógico que nem tudo tá perdido, mas eh quando se chega ao final e a gente vê muito isso, né? as pessoas que já estão próximas, né, daquela daquele eh daquele marco, né, de ir. A gente vê pessoas que estão apaziguadas com o caminho que tiveram e pessoas que estão ainda tentando correr atrás de alguma coisa e resolver algo, uma pendência que não cabe mais para aquele espaço de tempo, né, e para aquela fase. Então, algo que ficou pendurado, né, que não foi vivido. E ela diz: "Nem sempre essa realidade significa o legítimo viver, o expressar-se com segurança, o desfrutar plenamente a oportunidade e avançar jubilosamente. Porque essas pessoas que algumas a gente pode, né, ter testemunhos delas, elas estão com culpas, com remorços, como ela traz aqui, com ansiedades, né, com medos, com com pendências que julgam muito importantes e que não resolveram. Então assim, é como se não tivessem sorvido a vida, né? Eh, de uma forma plena. E a gente sabe que plenamente ninguém sorve, é lógico, nós temos questões, conflitos a serem trabalhados, né? Muitos, né? que
assim, é como se não tivessem sorvido a vida, né? Eh, de uma forma plena. E a gente sabe que plenamente ninguém sorve, é lógico, nós temos questões, conflitos a serem trabalhados, né? Muitos, né? que vão sendo sempre reatualizados, mas é como se as pessoas não tivessem dado atenção a algo muitíssimo importante, que não é simplesmente o cotidiano, o automatismo, né, a sobrevivência é algo muito maior. Então assim, eh, é uma realidade que se apresenta triste e que ela começa a nos trazer aqui esse esse essa oposição entre existência feliz, o que é uma existência feliz, o que se caracteriza como uma existência feliz, né? Eh, de um espírito que tá assim comprometido, né? com um caminho muito mais profundo do que simplesmente resistir. >> Olá, amigos, é um prazer estar aqui também. E parece que nós estamos tocando num tema central, amigos, desse desse início do texto de Joana, que ela busca trazer uma vida com sentido, né? A ideia de que como é que eu vivo a vida? Ela traz uma imagem, né? a ideia dessa avidez do corpo como uma intensidade da forma como nós experienciamos a vida no sentir, no pensar, nas trocas, mas a maneira como eu ofereço a minha vida, a vida ou a maneira como eu experiencio o meu viver com a presença dos outros, dá um tom muito particular sobre o que é esse viver. E ela não e Joana não perde tempo. Ela já diz para que você compreenda uma existência feliz. Não importa se ela é rápida, se ela é curta ou se ela é longa, longeva. Ela diz que é necessário uma expressão em que alcance a ti mesmo um campo das alegrias, de bem-estar, conforto, mas também para todos aqueles que acertam. Para mim aqui nesse momento do texto, ela tá trazendo de maneira muito clara o que é de mais revolucionário na proposta cristã de Jesus, que é a ideia de que uma vida partilhada, ela é essencialmente eh um caminho paraa nossa felicidade. Mas aqui não é qualquer partilhar, né? É uma forma que eu consiga promover bem-estar e alegria no outro. E esse é um grande desafio, porque veremos que
ncialmente eh um caminho paraa nossa felicidade. Mas aqui não é qualquer partilhar, né? É uma forma que eu consiga promover bem-estar e alegria no outro. E esse é um grande desafio, porque veremos que muitas vezes as nossas existências elas podem ser coroadas de muito êxito, muito gozo, muitas chamadas alegrias, mas elas não contemplam ou elas não estão calcadas num amar e não partilhar verdadeiramente, como a gente compreende na propósita de Jesus, e revitalizar paraa doutrina espírita. Então, eh, a ideia de enriquecer a vida, dar dignidade à vida, qualifica uma realidade, psicológica, espiritual muito particular, em torno da qual a mentora vai agora desenvolver mais ideias para que a gente possa compreender o que são esses aspectos essenciais da vida, qualificando o nosso existir e o nosso viver, né? É interessante que isso tudo que ela trazemos aqui, ela já traz no capítulo 5, né, como a Cláudia comentou, né, a gente comentou. Então, a essa circularidade da da escrita de Joana, né, ela tá retomando ideia que ela trouxe lá, que ela também dizia aqui da questão do relacionamento, a questão da humildade, a questão de promover, né, uma vida mais rica a partir justamente dessa desse movimento aí de como a gente se posiciona e tudo isso então para trazer acima de tudo reforçar, né? Então ela retoma e traz novos elementos, né? E aí então ela vai agora tocar num ponto que é a questão da atitude. O que é fundamental não é tanto o corpo que se tem, o tempo de vida, a realidade que se apresenta, mas qual é a tua atitude? Como é que tu te posiciona? Como é que tu recebe? de que maneira tu encara a vida e se relaciona com ela. Essa é a questão, né? Essa que isso que tá em jogo, ou seja, o que tu faz da experiência que te é oportunizada, né? Ou seja, a vida é um convite riquíssimo de muitas possibilidades, atravessado por vários processos, né, que de uma certa maneira eh são agradáveis o desagrado do ego. Mas o problema não é o a questão, não é o ego, é o que a alma necessita e como ela
possibilidades, atravessado por vários processos, né, que de uma certa maneira eh são agradáveis o desagrado do ego. Mas o problema não é o a questão, não é o ego, é o que a alma necessita e como ela opera a partir dessas experimentos, né? Então acho que o primeiro ponto é isso da ela relativizar, né, de um de um lado a questão do corpo, a questão do tempo, a questão eh situacional e transitória da existência. Mas por outro lado, ela vai falar ao mesmo tempo da necessidade que a existência tem de passarmos por fases, né, gente? Então, se por um lado tudo isso eh não é a questão central, mas é a partir disso que tu chega na questão central, que é a questão do espírito. Ou seja, aquilo que o Heideger coloca que o ser, que é o espírito, se revela no ente, ou seja, na existência. Então, a gente não tá separado existência. O espírito ser atravessado por questões, por desafios, né? E ela vai dizer que cada existência orgânica, então a gente tem etapas da vida física, né? A infância, a adolescência, vida adulta, envelhecimento, assim como fase de vida psicológica que acompanha esses estágios também físicos, né? tem uma fase eh emocional ingênua, com pouca cognição inelaborada, com aspectos emocionais de fragilidade, dependência e vulnerabilidade. Depois a gente vai, né, conquistando uma identidade e assim buscando autonomia para chegar na vida adulta e criativamente construir a nossa vida. Então, e olha que coisa fantástica, né? Porque eh eh vamos pegar dois elementos apenas, né? Não sei como vocês pensam sobre isso, mas eh a a experiência de ser criança, gente, que experiência fantástica a gente viver um tempo, né, que despreocupados, aonde a nossa vida é exuberante em em vitalidade, impulsos, né? E depois ele se torna pai e cuida de uma criança ou avô, né, que acolhe o netinho, que também experiência fantástica, eh, brutalmente transformadora, se bem vivida. Então, essas etapas da vida marcam temas essenciais do espírito. Aquilo que a Cláudio falou dos que a gente vem falando, né, em outros
iência fantástica, eh, brutalmente transformadora, se bem vivida. Então, essas etapas da vida marcam temas essenciais do espírito. Aquilo que a Cláudio falou dos que a gente vem falando, né, em outros momentos dos arquétipos que a Jana eh apresenta aqui nesse livro, conceito de arquétipos padrões universais que trazem coisas fundamentais paraa nossa experiência, né? Então, eh, e então ela tá falando, eh, do quanto a gente pode crescer por meio da da das experiências e que elas são, eh, apesar de padrões eh que são arquetípicas, elas são ao mesmo tempo complexas e diferentes para cada um e o caminho de crescimento também é diversificado. Então, para mim é isso que é essencial nesse primeiro momento aqui da da da do capítulo. Não sei se vocês ah entendem da mesma maneira para onde tocou vocês esses elementos que ela tá trazendo. Sim, eu concordo, Gelson, né? Esse fator educativo que ela vem trazendo, ela agora solicita uma atitude mesmo diferenciada, né? E e ela vem trazendo aqui, eu queria voltar um pouquinho, o Thiago já até tocou um pouco, mas quando ela diz da mensagem, cada existência é uma mensagem, né? E é isso que eu acho também, né, da gente deixar uma marca boa, um registro bom naqueles que estão ao nosso redor, né, por onde a gente passar, né? Não sei se foi Chico que disse, deixe um um alo de de flor, um cheiro de flor para onde você passar, né? Então, acho isso bonito também, né? Eh, e quando você fala, né, dessa beleza das fases, né, da fase da da criança, né, e do quanto a gente pode reviver isso olhando para os filhos, pros netos, né, é uma forma da gente olhar e escrever diferente aquilo que a gente já escreveu antes com uma numa fase imatura, né, claro, óbvio, né, cada vez mais a a gente busca ter essa maturidade. E é por isso que ela diz nessa parte que você acabou de ler, né? Cada fase da existência orgânica se apresenta com características que tipificam o processo de desenvolvimento das estruturas da personalidade, da individualidade, facultando armazenar de experiências que
a fase da existência orgânica se apresenta com características que tipificam o processo de desenvolvimento das estruturas da personalidade, da individualidade, facultando armazenar de experiências que podem ser aplicadas na construção da vida ideal. E aí ela vai dizer: "Na qual os fatores de perturbação não encontram campo para atuar e deteriorar os aspectos saudáveis do futuro." E é é assim, é como se a gente tivesse realmente que dar conta de que resolver, de vivenciar cada fase, mas que a gente pudesse também olhar, ter essa humildade que você diz de olhar mais para frente e reavaliar, ressignificar, né? eh refletir num processo eh psicoterapêutico para que a gente possa ir aparando essas arestas para de fato viver a maturidade psicológica e emocional que nos é devida, né, que que é necessário que a gente viva, né? Então eu acho bonito também reforçar essa coisa de você poder olhar novamente para aquilo, reavaliar, ressignificar, porque nós estamos em constante evolução e aquilo que nós não vimos antes, podemos ver agora, né? Nunca é tarde, né? Nunca é tarde. E eu queria trazer assim aspectos também quando quando se falou eh da morte, ela fala assim da morte, né? não é um fracasso. Nós vemos situações, até o evangelho nos traz de pessoas mortes prematuras, né, onde aquela pessoa retirada abruptamente, porque ela tá atrapalhando um pouco o processo reencarnatório dela, né? Mas nós vemos pessoas indo eh precocemente, jovens, 20 anos. Eu eu ouvi agora de um noticiário de um rapazinho, eh, um príncipe e que ele viveu belamente a vida dele, pôde desenvolver um um projeto baseado na doença dele, né, que levou ele à morte. Então, foi uma pessoa que fez dessa pequena existência algo tão concentrado, né, tão potente que pôde criar sementes. Então assim, realmente o tempo, o tempo ele não significa, ele não não quer dizer muita coisa se não for vivido nessa intensidade, né? Observando, >> me parece que existe uma cadência dessa ideia que ela traz, né, desses processos de como a nossa personalidade nas fases
quer dizer muita coisa se não for vivido nessa intensidade, né? Observando, >> me parece que existe uma cadência dessa ideia que ela traz, né, desses processos de como a nossa personalidade nas fases orgânicas vão se desenvolvendo, certo? paraa expressão do espírito da nossa individualidade. Há algo, há um subtexto aqui, se a gente for ampliar para um campo da cultura e pensar na diversidade de como essas questões se manifestam em culturas diferentes, mas todas elas, de alguma forma eh tem as suas infâncias, tem as suas juventudes, né, tem as suas idades adultas, mas de alguma forma passam por esse processo de transformação. Então, a gente pode pensar, seja aquilo que que se pensa em ritos de passagem ou nas expectativas sociais dos papéis que se aguardam naqueles indivíduos e se recap suas vidas. Mas de uma forma há sem dúvida um movimento aí em relação à aquisição de valores por meio das experiências e que são muito importantes para todos nós. Eh, vale dizer que ela novamente vai trazer esse impulso, esse movimento que existe em nós, que busca uma transcendência, né? essa essa condição da alma que parece que eh nos instiga a uma realização, a conquistas que transcendem essa condição ordinária, às vezes egóica, que a gente se encontra rumo a patamares de expressões da alma em em condições mais elevadas, em possibilidades novas. Então, ao pensarmos nesse desenvolvimento do espírito, por meio dessas etapas que vai se desenvolvendo, ela tá destacando que esse amadurecimento ele tem um sentido, né? Ele tem um movimento que é necessário paraa consolidação de uma identidade que é mais profunda, né, mais madura psicologicamente e que todos nós temos que desenvolver. Eh, é importante destacar que ela eh já já tendo dito isso em outro momento, se não me engano nesse livro que estamos estudando, que para além do ser psíquico que somos, nós também somos seres biossociais. E ao buscar essa representação cultural de que as almas que buscam os estímulos, muitas vezes nos ideais, buscam
estudando, que para além do ser psíquico que somos, nós também somos seres biossociais. E ao buscar essa representação cultural de que as almas que buscam os estímulos, muitas vezes nos ideais, buscam aspirações na beleza, na cultura, na arte, na tecnologia. pelas afinidades naturais que o espírito já traz no seu processo de reencarnação. Ela fala que existem aqueles inúmeros que são conduzido já por um sentimento de amor, de fraternidade, de solidariedade, mas ela diz, mas existe aquela grande massa. Existe o grande número de espíritos que nessas etapas de desenvolvimento ainda passam e precisam ser empurradas e impulsionadas pelo sofrimento, mas que tem o seu sentido pro desenvolvimento desses recursos internos que aguardam a sua realização como a semente, né, que aguarda frutificar e se e se manifestar perante a vida do campo de desenvolvimento, né? É interessante, né, que o quanto essa diversidade, né, de experiência, de possibilidades e que reflete, né, o livre arbítrio e as tendências que de cada um de nós, né, porque tem espíritos, por exemplo, que adora reencarnar, tem outros que não gostam de reencarnar, né? Ah, e aí ela vai trazendo justamente isso, os a os caminhos diversos da experiência e do campo iluminativo, né? por afinidade, por interesse, como Deus ele na sua bondade, ela ele lança, né, um um campo riquíssimo de possibilidades, né, de de fazer experiência e de construir a a nossa nossos valores e expandir nossa sensibilidade a partir de vários meios, né, seja pela arte, pela ciência, pela religião, pela política, pelo esporte. né, seja por experiências eh que nos levam a diversidade cultural, viagens, estudos, seja questões de eh humanitárias, uma pessoa que vai ajudar um povo lá no no outro lado do mundo, enfim, né? Eh, nós somos chamados a entrar na vida, né? E esse chamado eh se dá eh de maneira a que esse caminho eh possa ser escolhido e e e respeitar justamente eh eh aspectos, tendências e e natureza de cada um. Mas como tu falaste, né, Thaago, aqui
né? E esse chamado eh se dá eh de maneira a que esse caminho eh possa ser escolhido e e e respeitar justamente eh eh aspectos, tendências e e natureza de cada um. Mas como tu falaste, né, Thaago, aqui ressaltando que a prefeitura coloca, né, o quanto, né, a mola propulsora ainda nossa evolução é o sofrimento, né? Ou seja, para quem não tem atitude e não tá aberta a experiência amorosa, né? Porque o amor é a segunda força junto com a dor de de transformação espiritual. O a dor e e o sofrimento acaba sendo o elemento desacomodador da da alma, né? A alma entorpecida, a alma eh não despertada, né? eh no seu eh movimento ainda onipotente, orgulhoso, egoísta, fechado nela mesma, né? Eh, então, eh, mas eu acho importante aqui que a BFU tá trazendo, né? Eh, nada, diz ela, nada. Não existe nada que impeça a gente crescer e se desenvolver. Ou seja, a vida oferece vários instrumentos, meios e esquemas de acionar possibilidades de de crescimento. Então, qual é o problema que ela vai falar aqui, né? Qual é o problema, Cláudia? Então, qual é a grande questão? Se não, se nada impede, então o que que impede, né? esses adversários interiores impedem que a pessoa possa encontrar-se, né? E e é eh são esses adversários que ela traz, né? O primarismo, a ignorância, o egoísmo, né? E de onde que todos esses adversários nos afastam dessa causalidade superior, né? O que o que nos impede então é que nós caminhamos para longe desse pensamento divino, né? Vamos nos afastando. É lógico que a gente se afasta, pelo menos é o que eu entendo agora, né? Essa pergunta de prova, isso vamos desenvolvendo. Mas eh ela diz que nós nascemos, né? E nós sabemos, a gente é uma fagulha divina que se afasta, né, que vai crescer. E depois temos esse movimento de voltar, voltar ao ao a por atração do pensamento divino, né? Então essa essa fatalidade grandiosa que ela nos traz é algo que eh tá tá tá é determinista, tá determinado, né? Mas eh o que nos impede são esses adversários que estão em nós mesmos, né? Então
o, né? Então essa essa fatalidade grandiosa que ela nos traz é algo que eh tá tá tá é determinista, tá determinado, né? Mas eh o que nos impede são esses adversários que estão em nós mesmos, né? Então nós nos impedimos, né? >> Essa cegueira, né? Nossa, né? >> Sim. Vamos pensar aqui o que você tá dizendo, sabe, Cláudia? me essas características do primarismo e da ignorância do egoísmo, até como características eh psicológicas nossas, faz uma referência aqui, sem dúvida, a parábola do filho pródigo, sabe? >> Uhum. >> A ideia de uma uma psique, uma alma ainda mobilizada por certas por certas necessidades, certas ilusões ou certas verdades ainda que são para elas muito representativas. e a ideia de uma necessidade de se romper para se buscar por si ainda. Mas o que chama atenção aqui para nós do texto, eu acho que é o momento em que é necessário voltar. E essa ideia do voltar para casa ou a a a capacidade de reconhecer que esses adversários eles são de fato adversários, estão prejudicando e que até aquilo que o néger, um importante psicólogo liviano, fala que o surgimento do self é o nascimento de um de uma de uma percepção de algo transcendente para além daquilo que a gente compreende como nosso sua ego, assim, é a ideia de que eh se inicia esse processo de maturação da alma e a alma passa a se manifestar, o céu passa a se manifestar com mais intensidade, convocando o ego a novas perspectivas psicológicas. E para mim esse primeiro passo é quando esse filho na parábola volta para esse pai, né, na simbologia da alma, né, ele volta pro pai como uma espécie de um reconhecimento que aqui tem algo importante que eu lá atrás não me dei conta. Então, quando ela diz que existe essa fatalidade grandiosa para nós, isto é, quer a gente não queira, quer a gente não queira, vai acontecer. Nós vamos ser chamados a esses processos de realização. Ah, esse desenvolvimento do nosso ser superior, da alma na sua integralidade de encarnação em encarnação, envolve esse ímpeto que ele é imparável como uma
ser chamados a esses processos de realização. Ah, esse desenvolvimento do nosso ser superior, da alma na sua integralidade de encarnação em encarnação, envolve esse ímpeto que ele é imparável como uma representação muito vívida, né, da lei do progresso dentro de nós e que é o selfie, é a alma, ela convoca, o filho volta para casa, o ego retorna em contato com alguma coisa que é mais transcendente, né? ele busca a alma numa totalidade de forma mais profunda. Então, me parece que essa parte introdutória do capítulo, ela diz eh essa causalidade superior que nós chamamos de Deus, ela também tem a sua representação dentro da gente e ela vai nos chamar esse processo, né? Todos os dias, todos os sonhos, todas as experiências, a gente tem que ter percepção desse processo, né? Tá atento a essas manifestações. >> Mas é o sofrimento que faz cair em si, né? a partir desse cair em si, é que se vai ao encontro de romper com essa ignorância, né? Uma ignorância, um desconhecimento. >> Eh, eh, ela diz, né, que todos nós somos mobilizados pela presença divina, né, que o pensamento divino nos atrai, nos invade, nos domina, né? Ou seja, nós temos a lei de evolução que não dá como para impedir ela, né? Mas como a gente tem o livre abbito e o jeito de dizer não para Deus, dizer não paraa vida, é uma é um direito que nos cabe, né? Mas, né? Eh, a gente paga o preço pelas escolhas, né? E e aí a questão da dor não é uma questão de punição, é uma questão de tensão justamente entre o impulso criativo da alma que quer ir adiante e a parte minha que se recusa a ir adiante, desarmonizando e criando também esses esquemas conflitivos fora da vida, na medida que eu imponho através do meu orgulho, meu egoísmo, dor pro outro. ponto eh na minha de se autoafirmar, né? Então a dor é de uma maneira uma forma de te olha melhor paraa tua realidade, né? Como tu tá dizendo, né, Cláudia? Desperte, né? Olhe o que que tá acontecendo com a tua vida, né? É isso que tu quer, né? Então, eh, né? e e e acaba sendo, infelizmente,
melhor paraa tua realidade, né? Como tu tá dizendo, né, Cláudia? Desperte, né? Olhe o que que tá acontecendo com a tua vida, né? É isso que tu quer, né? Então, eh, né? e e e acaba sendo, infelizmente, ainda muitas opções da gente na nossa caminhada terreno. E a Juda diz assim: "Olha, não precisa ser assim, né? Será que já não tá na hora de vocês, né, sacarem, né, tomarem, entenderem, né, que existe outras formas de aproveitar melhor a vida e reconhecer, sair desse lugar limitado ainda nesse joguinho desse primarismo aí do e da ignorância, do orgulho e da vaidade e poder realmente, né, né? Se abrir verdadeiramente pra vida e reconhecer que somos amados, verdadeiramente amados, e confiar nesse amor e confiar em nós mesmos e poder realmente explorar as possibilidades infinitas que carregamos dentro de nós. Como diz a Joana, né? vai dizer que o ser humano segue uma fatalidade grandiosa, a autorrealização total, ou seja, é essa é meta invariavelmente, bem ou cedo ou tarde. Então não tá na hora de poder realmente reconhecer isso e assumir isso na na nossa vida. >> Uma teimosia, né? uma teimosia, uma falta de confiança. A imagem que me veio agora é daquela pessoa que nada contra a maré, né? E ela não sai do lugar e ela tá se afogando e ela não sai do lugar. Em algum momento, né? O as os eh guarda-vidas, né? Esqueci o nome, os bombeiros, os que trabalham salva vidas, eles dizem: "Observa para onde tá indo a maré, o fluxo tá levando, você vai sair ali adiante, né?" Então a pessoa fica lutando contra eh essa destinação, onde ela poderia parar e observar o que a vida tá solicitando de mim naquele momento. Que exigência é essa? O que a vida tá querendo que eu avance? Onde onde ela quer que eu me coloque de uma forma mais acertada? O meu talento, né? Quando ela trouxe aqui antes, vários talentos que as pessoas nascem. Cada um de nós tem um talento. E os os filósofos, os grandes artistas, né, eles também passaram por dores e sofrimentos grandes, mas eles utilizaram o talento deles a serviço disso, né? Então, eh eh
. Cada um de nós tem um talento. E os os filósofos, os grandes artistas, né, eles também passaram por dores e sofrimentos grandes, mas eles utilizaram o talento deles a serviço disso, né? Então, eh eh o que que a vida solicita de mim? Eu acho que ela ela fala isso, né? Que destinação é essa? aquele momento eh eh que estamos passando é uma reflexão para todos nós e parar e observar e ficarmos também nesse exercício de observadores, porque nós ficamos tão embuídos naquela naquele naquele olhar egóico, né, da nossa personalidade atual. E nós esquecemos de nos olhar como observadores, como como espíritos que somos. Então, se nós afastarmos o olhar e olharmos como um espírito mortal, nós podemos talvez entender melhor, né, o que a vida tá nos solicitando, né, nesse momento. E aí conseguir ter tomado as decisões mais acertadas ou pelo menos não não fazer nada de errado, já tá bom, né? Dar aquela paradinha. >> É. E aí começa, ela começa a adentrar sobre a questão da juventude da Vení, né, Thaago? Dois tops aí que tem seus desafios, suas alegrias e seus desafios também, né? >> É, na verdade, estamos falando de duas representações, vamos colocar assim, né? tanto de imagens na cultura que simbolizam, que é isso, mas psicologicamente estamos falando de dois arquétipos, né, ou de um conjunto vasto de experiências e que eh são muito importantes para que a gente possa pensar eh de que maneira esse movimento de juventude, né, ou que a gente pode chamar, né, o arquétipo do puer. Vamos puxar aqui um um conceito sem a necessidade de a gente tá trabalhando algo muito técnico, né? Mas a ideia dessa energia juvenil, de uma espontaneidade, né, de uma marcante na vida, o o espaço da criatividade e até mesmo da busca pela liberdade, que são características muito interessantes que a juventude eh dema subjetividade. Mas é interessante que esse arquétipo ele tem essa representação, mas como arquétipo ele pode ter tanto características positivas quanto características negativas. Então acho que a gente precisa acho
Mas é interessante que esse arquétipo ele tem essa representação, mas como arquétipo ele pode ter tanto características positivas quanto características negativas. Então acho que a gente precisa acho refletir pensando inicialmente nessa ideia do de ser jovem ou ser o poer, mas também nas representações do que é o envelhecer ou como a imagem já, como Joano traz, né, como a imagem já tá vinculada ontologicamente. Isso é já tá identificada no ente, no ser que ser velho algo negativo ou que o processo de envelhecer é algo negativo. Então, nós precisamos, acho que abordar essas duas dimensões, tanto daquilo que é positivo quanto negativo, mas mostrar que na cultura contemporânea a gente tem uma demarcação de a busca por esse lugar de muita liberdade, de muita espontaneidade, de uma energia juvenil muito forte nesse arquétipo do do poero da juventude, né, mas está associado ao imaturidade, a fugir da realidade. a própria inconstância frente à responsabilidades, o medo do envelhecimento ou até hoje hoje tem alguns estudos que tratam as novas as novas juventudes contemporâneas ocidentais muito vinculadas a uma ideia muito narcisista de si próprios, dificuldade de se vincularem, muito deprimidas. Mas então, percebam que nós estamos tratando de eh aspectos até um tanto quanto negativos desse arquétipo jovem ou do Pui, né, que não quer envelhecer ou pessoas mais velhas que não querem continuar envelhecendo, que não se identificam nesse lugar biológico de suas existências e que psicologicamente apresentam essas características e de se manterem imaturas, de se fugirem da realidade concreta que a vida chama, não querem ter responsabilidades. E pensando já no arquétipo do CX, né, que do do sábio, do velho sábio, a ideia que é uma contraposição, porque aqui, amigos, estamos pensando na ideia de que juventude e velice, elas são dois polos da experiência humana com suas características psicológicas precisam ser integrados numa realização para que a alma possa se manifestar. Então, se a juventude tem essa essa esse
e, elas são dois polos da experiência humana com suas características psicológicas precisam ser integrados numa realização para que a alma possa se manifestar. Então, se a juventude tem essa essa esse movimento de criatividade, né, de intensidade, de liberdade, eh o a ideia do do velho sábio é a ideia de sabedoria, de maturidade e que parece que não é identificado com a característica hoje em dia da velice, né? É interessante isso, né? Porque é aspectos positivos de experiência de vida, sabedoria, maturidade emocional, um lugar de autoridade moral e que hoje não é visto neste lugar em pessoas identificadas já velhas, né? Então me parece que nós precisamos pensar essas características desses dois lados, porque eles fazem parte da nossa experiência emocional e psicológica. eles estruturam a nossa a nossa alma em relação a essas fases existenciais, mas eles são também muito demarcados por aquilo que a cultura estabelece como o que que é ser jovem, o que que é ser velho. E Jun vai trabalhar um pouco essa perspectiva dessas duas dessas duas confluências e que se expressam de forma muito eh eh muito intensa na nossa subjetividade, né? Desculpa, ter entendido tanto. >> É a a juventude eh é essa profusão de energia que nos impulsiona, né, para paraa vida, né, e e o envelhecer eh esse onde a libido tá indo para dentro, né, onde é um convite, né, para olhar para si e fazer a preparação para o desencarne, né? T que um que vai dizer que que o velho que se recusa a olhar para si e e e se preparar pra morte é tão covarde quanto o jovem que se recusa ir pra vida, né? Então cada fase de vida tem seus desafios pro espírito e e é colocado justamente como uma forma amorosa de Deus pra gente poder já ir desapegando, já ir podendo elaborar certos processos, revendo certas coisas. podendo de uma certa maneira contatar com a a fragilidade do ego para relativizar o ego também e assim por diante. Tem tantas coisas, tanto numa fase e noutra, preciosas eh e e favoráveis para a vida espiritual, né? Mas o que eu acho
atar com a a fragilidade do ego para relativizar o ego também e assim por diante. Tem tantas coisas, tanto numa fase e noutra, preciosas eh e e favoráveis para a vida espiritual, né? Mas o que eu acho interessante aqui, que ela vai pegar a dimensão simbólica da da juventude do velho no seu sentido cultural, né, com se a a ideia da da velice como a a destituído de de já de valor, de uma vida mais eh precarizada, mais limitada. E ela vai dizer assim que que que isso não tem tá ver com a condição física da pessoa, né? São estado de consciência, né? Eh, e que jovem, então, é, é, é aquele que tá tá realmente sintonizado com o compromisso espiritual e vivendo bem a sua vida, né? seja na velice, seja na juventude e transitando nessas posições sem se perder e sem estar identificado com a transuteridade, tendo proveito de cada momento, né? Enquanto que a pessoa se entrega eh se desiste da vida, né? eh eh e se coloca inútil, ele tá realmente eh nessa ideia de velice negativa, né, de uma de uma terminalidade improdutiva, né, que que acaba impedindo ele de aproveitar. Isso não tem a ver com condição física, mas sim de estado de alma. A tua alma, ela é vital, ela é exuberante, ela é rica, ela é comprometida com a vida, independente da idade. Eh, ou é uma alma que tá eh prisioneira no negativismo, na na impossibilidade, na numa numa eh numa condição de paralisia, né? Então, é isso que ela tá de uma certa maneira trazendo aqui para nós. >> Exatamente. Essa parte simbólica dela é bastante interessante, né? Eh, e el e assim, a gente pode pensar eh que ser velho é diferente de uma pessoa idosa, né? Que é o que ela tá trazendo aqui, né? >> Aquele velho sem reflexão, rabugento, sem paciência, né? eh, mesquinho, que quer impor a sua vontade, que não tem um diálogo, porque não há um diálogo interno que foi elaborado, né, com ele próprio. E e é diferente de uma pessoa idosa, porque uma pessoa idosa a gente sabe que pela OMS 60 anos mais já é uma pessoa idosa, mas não se caracteriza ser
go interno que foi elaborado, né, com ele próprio. E e é diferente de uma pessoa idosa, porque uma pessoa idosa a gente sabe que pela OMS 60 anos mais já é uma pessoa idosa, mas não se caracteriza ser velho, né, estar parado, né, estagnado, inconformado. é diferente. E nós temos exemplos aí, nós temos, posso citar Fernanda Montenegro, todos nós conhecemos uma mulher de 95 anos, né, em franca produção, em franca produção. Então, é uma pessoa idosa, mas que não se coloca como uma pessoa velha, parada, né, estagnada. Isso é muito interessante dela nos trazer, né? E aí ela vai falar da mente, que é o que você já tocou, né, Gelson, a mente como alma, como espírito, né? Aquela mente que habita o ser. E ela disse, nesse contexto, a mente é fator importante que gera energias incessantes num ou no outro sentido, de forma positiva ou destrutiva. Então, a depender do funcionamento daquela mente, né, do espírito, a depender de como ele utiliza, né, a os atributos, né, as as forças da alma, né, o pensamento, o sentimento e a vontade, a depender, ele vai se encaminhar para ser um velho ou para ser uma pessoa idosa, né, em franca produção e se colocando na vida de uma forma assertiva, né, porque enquanto está vivo, está vivo, né? tem vida pulsante ali e até o minuto final pode se colocar de uma forma positiva e gerar aquela memória que ela nos fala no início desse capítulo, né? Nós podemos gerar memórias positivas, registros, marcas até o final dos nossos dias. Então, a depender dessa mente, né? Ela diz: "Enquanto se pode pensar com autoestima e confiança, os limites impostos pela idade desaparecem". para facilitarem a continuação da existência enriquecedora. Então eu penso que assim ela nos coloca uma meta, né? Olha, né? Tenta trabalhar assim, se colocar assim, refletir, trazer esse velho sábio, né? O sexex, o velho sábio, aspecto do velho sábio para paraa tua vida, porque aí sim você vai transcorrer de uma forma mais leve, é lógico que ela traz aqui, né? Os desgastes do corpo físico existem, né?
O sexex, o velho sábio, aspecto do velho sábio para paraa tua vida, porque aí sim você vai transcorrer de uma forma mais leve, é lógico que ela traz aqui, né? Os desgastes do corpo físico existem, né? Dói. É, é, é. Dizem que é a fase do condor, né? Dói o joelho, dói a coluna, né? Dói o ombro, dói, né? Várias coisas. Mas a pessoa tá lá impulsionada e muitas vezes ela não se dá conta de que tá doendo, porque ela tá na atividade com esse desejo vivaz na cabeça dela de se colocar. E eu acho que isso aqui é muito fabuloso, né, da gente poder vivenciar isso, né, ter oportunidade de vivenciar. Como parece que temos pessoas, né, nessa simbologia de uma juventude, né, na forma como se coloca como jovens nesse nessa forma como ela descreve, né, ele eles continuam realizando, produzindo, multiplicando conhecimento. Por exemplo, tem um sociólogo importante para nós que é o Zigomo Balman, né, um sociólogo polonês. Quando a gente olha a a a construção, a publicação de obras dele, ele faz 60 anos e ele dispara, começa a produzir, produzir, produzir como se tivesse acumulado muita coisa e a alma pulsante, né? Ele foi quase 100 anos de idade. Olha o nosso querido Divaldo Franco, né? Apesar das intercorrências e paraa idade avançada, ainda muito lúcido, né? Eu gosto muito que o Sorsk também. É, eu acho que ele de Valinda muito lúcida e de produção, sabe? E que são inspiradoras. Então é interessante isso, né? Que hoje em dia tá o tem o conceito hoje na cultura do etarismo, né? Que essa discriminação, né, ou preconceito baseado na idade de alguém, como se as pessoas não pudessem produzir ou realizar, né? Eu me recordo quando eu fazia faculdade de veterinária, não era psicólogo ainda. Eu namorava uma colega, fazia, ela fazia medicina e ela tinha um colega de faculdade dela que era um senhor de 65. E as pessoas perguntavam: "Para que que você quer fazer medicina com essa idade?" Interessante isso, né? Porque é uma imagem então na qual se inscreve, né, essa faixa etária na nossa cultura e
de 65. E as pessoas perguntavam: "Para que que você quer fazer medicina com essa idade?" Interessante isso, né? Porque é uma imagem então na qual se inscreve, né, essa faixa etária na nossa cultura e que como se eles, né, não tivessem mais condições ou fossem limitados. E Joana tá nos dizendo que tem a ver com a postura psíquica. A forma como você mentalmente se compreende ou a forma como você se posiciona, como você busca, diz muito mais sobre essa produção energética. e que dá vitalidade ao órgão, né? Ela traz traz agora reflexões sobre o cérebro, né? essa maquinária importante que nos intercone entre os dois planos da vida, mas eh a mente como esse fator preponderante nesse processo de vitalidade e de saúde, né, emocional, saúde mental, apesar de a gente ficar mais cansado, a violência vai ficar um pouco mais cansado, mas a ideia de que a mente é esse fruto importante, eh, do qual nós vamos conseguindo simbolicamente ente continuar jovens, apesar às vezes de estarmos fisicamente envelhecidos. >> É, eu fico realmente muito impressionado com a exuberância eh de Divaldo Franco nos seus 97 anos, né? E a grandiosidade desse homem, né? Que consegue transcender as limitações extremas que um corpo da cidade e com ascorrência que ele teve. E ele ali, né, se doando, nem sempre eh sendo reconhecido, né, que o que nós somos muito egoístas e queremos sempre mais e mais e não conseguimos perceber, né, eh, o momento de cada espírito aqui na terra e o lugar dele que ele ocupa no seu processo de educação eh para nós, ser um exemplo para nós, né, mas eh ele depo Foi um exemplo disso que a JA coloca aqui no capítulo do do quanto a ação do trabalho, a lei de trabalho, ela é benéfica para não deixar envelhecer, né, a alma que tá em atividade, porque a vida é movimento, o amor é movimento, o universo todo tá em movimento. Então, movimentar a alma é se comprometer para justamente na ação do trabalho gerar o bem, né? E aí a gente vê, né, na figura do Divaldo, uma pessoa incansável, que vem trabalhando
do tá em movimento. Então, movimentar a alma é se comprometer para justamente na ação do trabalho gerar o bem, né? E aí a gente vê, né, na figura do Divaldo, uma pessoa incansável, que vem trabalhando sem parar, né, em várias frentes, não só na psicografia, não só na oratória, no movimento a paz e assim vai, né, eh, trazendo para nós, né, eh, esse exemplo do quanto a alma prossegue e e não só nos seus deveres, mas na sua riqueza e amorosidade a compartilhar conosco, né, e deixando, né, algo tão positivo e e e benéfico para todos nós, né? E e o quanto isso dá sentido à vida e mantém essa juventude espiritual. A gente vê isso no divulão. >> E é tão inspirador a gente olhar e ver esse esse exemplo dele, né, de perseverança, de de continuidade, de criação, muito muito inspirador para todos nós, né? E e a Joana vai dizendo assim: "O importante desse modo é o estado psíquico do indivíduo, que lhe determina qual a fase em que se encontra e lhe apraz permanecer, se na juventude que se alonga ou na velice que ele chega precocemente, né? Porque eh apesar dos 97, ele ele se mantém jovial, criativo, né? essa essa jovialidade que tem em qualquer fase da nossa vida, apesar, né, dos desgaste eh da maquinaria orgânica, lógico, né, mas o desejo de continuar, o desejo de se colocar é esse desejo que nos que nos que nos nutre, né? Acho que nós somos movidos por um desejo, né, eh, de colocar em ação, eh, os nossos atributos. Eh, é como eh e aí é como nós falamos no início, né, esse acho que foi você, Gelson, que falou do despertar, a esse despertamento que a Joana nos provoca e que nós vamos também percebendo, né, a fases que nós estamos mais lentos. e outras fases que a gente tá aí mais impulsionada, como se a gente tivesse ganho eh eh eh aquela coisa de de se recolher para poder avançar melhor, né? E há momentos assim na nossa vida em que nós estamos paramos, refletimos e avançamos, né? E e eu acho que essa lição dela é essa, né? Eh, é eh eh estar vivo, manter-se vivo, né? E e essa
r melhor, né? E há momentos assim na nossa vida em que nós estamos paramos, refletimos e avançamos, né? E e eu acho que essa lição dela é essa, né? Eh, é eh eh estar vivo, manter-se vivo, né? E e essa vida em abundância, como Jesus nos trouxe, não uma vida parada de uma água parada, né, de uma água contaminada, né, sem fluxo, sem movimento. E quando fala em movimento, não é só uma coisa assim de que a vez tem valor se tu fazer coisa, não é o fazer, fazer fazer a impulsividade, é a movimentação enquanto justamente essa atitude comentav no início da do capítulo que a Juda vai fazer uma digressão grande aqui sobre a questão da mente, né, que a mente é o fator gerador, né, de energias e se sentimento. Então a gente fala de uma, né, uma pessoa pode est ter até uma limitação física, impedimento de de de se movimentar, mas ela não deixa de criar esse exuberante e movimentar suas energias. Então, a a questão que a gente tá falando aqui é uma questão realmente de eh atitude, de postura e do qual a gente pode fazer muito a partir de uma mente que criativa, uma mente que tá sintonizada com os processos espirituais, valores e comprometida, né, com com com o crescimento. É, é, é disso que Joana tá falando aqui, né, dessa, dessa base essencial que é mental acima de tudo. Eu queria, fui ouvindo vocês e eu fui buscando aqui, eu queria deixar uma dica para quem tá depois nos assistindo, né, e pros amigos também que não viram, que é aquele filme A vida de Walter Wit, não sei se vocês conhecem esse filme, é um homem que vive no mundo de fantasias. na monotonia de seu trabalho. Ele tem medo de se relacionar com a vida e com as pessoas. Então, ele vive num lugar muito infantilizado, né, numa numa imaginação muito fechada em si própria, mas quando confrontado pela vida, né, ele precisa sair desse mundo de fantasia e enfrentar o mundo real. E nesse processo de descobrir o mundo real, ele entra o processo de transformação, que é desse lugar de uma juventude, né, de um jovem que tem muito medo para a busca
antasia e enfrentar o mundo real. E nesse processo de descobrir o mundo real, ele entra o processo de transformação, que é desse lugar de uma juventude, né, de um jovem que tem muito medo para a busca por uma coisa que transcenda esse lugar e que há uma aquisição de maturidade, envolvimento emocional, conexão com a realidade, enfrentar os próprios medos. Chama-se A vida de Walter Meet. é um filme muito bonito que traz essa perspectiva de como nós podemos ter uma vida eh um fogo brando, num fogo acanhado, numa suposta segurança. Ou a gente pode, com responsabilidade, sem dúvida, buscar viver mais, sermos mais intensos, sermos mais eh maduros, buscar essa maturidade, amarmos mais, cuidarmos mais, vivermos mais e buscar essa sabedoria de vida. Mas para isso a gente tem que se arriscar, a gente tem que a gente tem que acreditar, não importa a idade, né, que a gente esteja. Eu acho que a mensagem essa é muito importante, que a alma desejosa ela precisa buscar isso e nós temos que nos ajudar nesse processo, né? >> Uhum. É importante isso tudo, né, gente? Eh, eh, eu acho que uma questão aqui que a que a que que a gente estava comentando antes, que a questão desse primarismo, né, que a gente tem que enfrentar, né, da da nossa, né, dificuldade e superar os adversários internos que habitam de nós. Acho um dos grandes adversários realmente são nossas próprias criações mentais, porque a gente tem muito medo da vida, da realidade, né? E e na verdade na prática, a gente vê isso no nosso consultório. Quando a pessoa vai enfrentar a realidade, ela percebe que muitas vezes a realidade é muito mais tranquila e menos pesada do que a fantasia que ela fazia da realidade, né? Então, a gente cria fantasias. né, e interpreta a vida a partir dessas eh instâncias internas, né? Então é fundamental que a gente revise a a forma como a gente eh como como se coloca na vida que a gente projeta na realidade, porque a gente tá falando da realidade e não é realidade de fora. Aquela realidade é uma projeção
a gente revise a a forma como a gente eh como como se coloca na vida que a gente projeta na realidade, porque a gente tá falando da realidade e não é realidade de fora. Aquela realidade é uma projeção de questões intensas da gente. Então, eh, eu acho que Jo tá dizendo, dê uma chance para vocês, não fiquem, né, eh, preso, eh, nessa visão limitada e pequena, tomado por fantasia de de neuróticas, né, seja de outras vidas, seja dessa vida. Isso permite reconhecer esse amor divino e olhar pra vida, né, como ela é e e e te experimentar. né? Acho que isso é bem importante aqui e entender que a mente que é o grande elemento aprisionador e libertador dos processos da vida. Muito bem, estamos encerrando aqui o nosso estudo de hoje. Alguma coisa mais para finalizar, Cláudia? Thago, tudo certo? Então, então nos resta agradecer a todos que nos acompanham, né? nosso carinho, nosso abraço e o convite de semana que vem estamos juntos novamente para dar continuidade ao capítulo seis do livro Vida, Desafios e Soluções. Que Deus nos abençoe e até o próximo encontro. Yeah.
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