T8:E29 • Desperte e seja feliz • Sobrevivência e libertação

Mansão do Caminho 28/08/2025 (há 7 meses) 1:01:19 235 visualizações

No penúltimo episódio da oitava temporada, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Tiago Rizzotto exploram o capítulo “Sobrevivência e libertação”, do livro Desperte e Seja Feliz, de autoria espiritual de Joanna de Ângelis. Um estudo profundo sobre a imortalidade da alma e os caminhos que conduzem o ser à verdadeira libertação espiritual, por meio do autoconhecimento e da renovação interior. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia

Transcrição

Bem-vindos, meus amigos, meus irmãos, a mais um encontro da Tele Psicológica Joana de Angângeles. Nosso grande abraço a todos que nos assistem, nós que estamos estudando o livro Desperte e seja feliz. Hoje o capítulo 29, sobrevivência e libertação. Conosco Thago e Cláudia. para nos ocuparmos desse capítulo, mais um capítulo abençoado que a benfeitura nos apresenta, né, gente? E é um título provocante, né? sobrevivência que a gente eh eh eh ouve, né, eh eh esse tempo sobrevivência, né, a gente vai para tantas coisas, né, mas ela vai focar em algo bem específico, né, e junto com sobrevivência, ela coloca sobrevivência e libertação, né? Então, esse é o grande tema do capítulo e eu queria então já eh trazer pra gente poder ir pensando, né, que que o o título eh traz para vocês enquanto que isso que suscitou, né, a partir da proposta dela pra gente poder começar a refletir e aprofundar um pouquinho mais esse material da benfeitora. >> Posso começar? Olá, pessoal. Prazer estar com vocês. Eh, ela fala da sobrevivência sobre vários aspectos, né? Ela fala da sobrevivência, da luta de um ego ainda que quer ter, né, se apegar demais. Ela fala da sobrevivência eh de um corpo que não sobrevive o corpo físico, né? Ela fala da sobrevivência dos cristãos, daqueles que estão no caminho, né, que sobrevivem ao seu ideal, né? O ideal ele ele sobrevém eh a apesar de todas as adversidades que eles passaram, né? Então ela vai trazendo esses vieses assim interessantes sobre a a a sobrevivência e e nos faz refletir de fato, então, o que é a sobrevivência, né? O que a gente vai olhar mais para frente, né? Mas eh o quanto, se a gente fala sobre o aspecto do ego, o quanto é necessário não sobreviver, né, perder para poder, enfim, eh, não sucumbir, né, e se libertar, né? Então, ela vai trazendo os os aspectos eternos dos aspectos fugidios, temporários, né? Eh, que tanto desarmonizam as pessoas, né, nessa busca, né, do ter, do reter, né, do conter, né? Então ela vai trazendo todos esses aspectos assim que nos fazem

dos aspectos fugidios, temporários, né? Eh, que tanto desarmonizam as pessoas, né, nessa busca, né, do ter, do reter, né, do conter, né? Então ela vai trazendo todos esses aspectos assim que nos fazem refletir, né, em que ponto nós estamos nessa travessia, né, que sempre quando a gente lê a Joana de Angeles, assim, a gente traz para nós, né, onde nós estamos nessa caminhada. É importante isso, né? >> Eu gostei muito do título, né? E é interessante que nós podemos fazer uma espécie de uma de uma articulação, sobreviver de que forma e nos libertarmos. Ou para eu sobreviver, eu não quero me aprisionar, já que não vou sobreviver, como posso me libertar? Essa articulação tem muito a ver com a forma como a gente agrega um valor de sentido em torno do que é a própria sobrevivência. O Carlos Pastorino já em espírito, né, o querido amigo, ele escreveu uma obra muito interessante pela mediunidade de Valdo Franco, intitulada Impermanência e Imortalidade. Então, a ideia de o quanto nós vamos permanecer de fato vivos ou o quanto a transitoriedade é necessária do ponto de vista da articulação de uma sobrevivência maior, né, ou um sentido outro para além daquilo que se configura o sentir e a e o viver existencial. A gente pode dizer, por exemplo, já puxando o fio de uma palavra muito importante para esse capítulo, que é a palavra ilusão, que inicia o texto dela, a ilusão, né, um responsável por vários e vários sofrimentos. E é interessante a gente pensar que de alguma maneira eh a ilusão ela mora onde nós construímos as nossas verdades transitórias. Então, toda vez que a gente agrega valor, investe da nossa energia psíquica, que a gente envolve da nossa libido, a gente investe a nossa vida em certos sentidos e nós encontramos sofrimentos, a gente pode dizer que de certa maneira muitas dessas escolhas são ilusões que cultivamos por muito tempo. E aí ela, amada mentora, vai começar a refletir sobre o que é esse agregado de experiências que muitas vezes faz com que as pessoas invistam profundamente

s são ilusões que cultivamos por muito tempo. E aí ela, amada mentora, vai começar a refletir sobre o que é esse agregado de experiências que muitas vezes faz com que as pessoas invistam profundamente suas vidas, mas que não são fins em si, não são considerados meios para alguma outra coisa. Gosto de pensar então que tudo o que não for vida verdadeira, a vida vai levar embora e nós não não vamos agregar valor. Então tudo que não for vida, ela vai levar de alguma forma de nós, atirar de nós e vai sobreviver o que o que permanece nesse processo. Muitas vezes são esses sofrimentos dessas dores causadas pelas ilusões. Eu acho bem interessante todas as questões que estão levantando, porque realmente eh o tema sobrevivência é um tema muito usado no cotidiano humano, né? Ah, tem que sobreviver para pagar as contas, né? Tô sobreviv cuidar meus filhos. Como se sobrevivência fosse essa luta e essa busca de dar conta da vida, né? e com uma condição básica, né? Então vamos, né, eh fazer valer por tais caminhos para que a gente possa sobreviver e tego um proveito dessa existência e assim por diante, né? E essa sobrevivência, né, que naquilo que tu tá trazendo também, né, Thaago, eh nos lança para isso realmente da impermanência, né? Então acho que a Joan tá trazendo assim, o quanto a gente se perde na impermanência e a sobrevivência se torna um uma forma de cárcere da nossa da nossa alma, né, ou de ilusão, porque a gente acaba daí querendo compensar a sobrevivência da luta do mundo com gratificações e prazer, para nos dar uma certa eh felicidade, tá? ou uma pseudofelicidade ou pelo menos uma certa alegria, né? Ou essa sobrevivência tá tá tá tá tá calcada, né? Em eh até num certo valor, né? Não é pelos meus filhos, é por eh eh eh é para mim poder comprar minha casa daqui a alguns anos, né? Então aí do sacrifício também, mas tudo isso ainda é transitório, mesmo tem algum sentido maior, ainda é transitório, né? E ela fala então que existe uma noção de sobrevivência que é realmente a que vai ser

aí do sacrifício também, mas tudo isso ainda é transitório, mesmo tem algum sentido maior, ainda é transitório, né? E ela fala então que existe uma noção de sobrevivência que é realmente a que vai ser libertadora, porque as outras são realmente eh noções eh que aprisionam porque estão projetadas no campo do apego da impermanência. Então, o que liberta é o que é permanente, não impermanente. E é uma tendência nossa por estar no corpo e estamos anestesiad pela matéria e provocados por vários estímulos e necessidades do mundo de ficar muito identificado com o que é transitório. O ego é transitório, o nosso papel no mundo é transitório, os bens materiais são transitórios, o lugar que a gente ocupa no mundo é transitório, ou seja, tudo é muito transitório, mas a gente acaba eh eh identificado e pegando isso como os pontos centrais da nossa vida. E ela vai dizer: "Olha, eh, eu vou dar um um exemplo para vocês de como se se libertar dessa ilusão. É os cristãos primitivos, né? Ou seja, por quê? Porque eles entenderam a mensagem do Cristo o sentido maior que a a grande questão é ficar no que impermanente, porque se tu tá comprometido com com o que é impermanente, que são os valores espirituais, tu não fica apegado ou sofrendo tanto ou criando expectativas que te frustram naquilo que é permanente. E para tu poder viver essa impermanência, tu tem que reconhecer o quê? a sobrevivência do espírito, né? Se tu realmente lança o olhar para além do mundo material, para além do mundo impermanente, então tu vai encontrar esse sentido que sustenta a nossa vida, que é: "Puxa, eu sou um espírito imortal, eh, vivendo nesse momento uma fantasia necessária, vivendo na realidade material, mas o meu foco, né, o que sustenta a minha vida é realmente essa realidade espiritual da qual eu sou, eu transcendo a matéria, né? Eu sobrevivo. É uma experiência transpessoal, né? Que tá que a J tá propondo aí, né? Vamos superar a dimensão egóica e transitória e transpessoal, que é uma experiência do self, né, do espírito mortal e viver com

. É uma experiência transpessoal, né? Que tá que a J tá propondo aí, né? Vamos superar a dimensão egóica e transitória e transpessoal, que é uma experiência do self, né, do espírito mortal e viver com essa consciência do que significa essa realidade, >> né? Eu fiquei pensando na palavra sobrevivência, né? É sobreviver, né? E assim, parece que eh essa sobrevivência que que é trazida aí pela pelas questões, né, pelo apego às questões impermanentes, as pessoas estão sobre a vida, elas não estão envolvidas na vida como elas deveriam estar, né? que a Joana diz assim, olha, que esses cristãos primitivos desenvolviam os sentimentos nobres, refundiam a esperança no futuro e guardavam as reflexões em torno do amor eterno. Ou seja, eles viviam as experiências terrenas com lucidez. E aí sim eu penso que esse sobreviver é baixado para o viver a vida, né? como vocês estão trazendo, com o que a vida oferece, com o que ela oferece naquele momento, mas sempre guardando essa consciência de transitoriedade, né? E é e a gente já falou algumas vezes aqui em outros e eventos, encontros, né, vários encontros que nós muitas vezes nos esquecemos que somos um espírito a caminho, né? Então a gente mesmo espiritistas a gente esquece isso. Então assim, e ela nos faz lembrar novamente, olha, vocês vivem as experiências terrenas, né? Então vão viver com lucidez. E aí ela nos traz aquela imagem, né? Nós som que eles viviam como alunos numa escola e como hóspedes. E é essa imagem que a gente precisa viver, né? que é difícil para aquele ego muito apegado, né, de pensar que amanhã isso tudo pode ter acabado, né? Eh, mas eh tudo o que, né, eu acho que a gente tem que pensar tudo o que, né, o que não acaba é aquilo que a gente leva na nossa malinha, né, o que a gente não pode carregar na mala, né, a gente e realmente isso vai acabar. Então ela nos diz lá naquele introdutório, né, preparar-se para essa luminosa experiência inevitável, treinando o desapego e a solidariedade fraternal. Então eu acho que esse é o grande

so vai acabar. Então ela nos diz lá naquele introdutório, né, preparar-se para essa luminosa experiência inevitável, treinando o desapego e a solidariedade fraternal. Então eu acho que esse é o grande ensinamento, né? A gente se desapegar do que não é necessário cotidianamente, fazer esse exercício de se desapegar, desapegar das fantasias, desapegar eh eh da da fantasia de continuar aqui, desapegar de estar no controle de tudo, né? Dos nossos familiares também. É um grande desapego. Isso. >> Eu vendo esse trecho que é uma grande síntese de construção de um sentido, é como se nós colocássemos constantemente. Interessante que pensando na proposta cristã, no seu sentido psicológico, ela aparece sempre assim: "Coloque o ego coloque o ego em cheque, contraste o ego com outras force-se ele a sair do lugar em que ele se coloca constantemente no lugar de recuo, de não querer enfrentar o mundo, de se apegar a certas verdades transitórias, como se o ego estivesse sendo macerado para descobrir alguma coisa mais profunda. E a gente sabe que é o self. Existe uma passagem muito bonita, vi separar aqui, eu queria mostrar para vocês, que é esse lugar de desapego e o encontro de um sentido mais profundo essencial pela solidariedade. Um filme além da linha vermelha que gên torno episódio de uma guerra na guerra na Segunda Guerra Mundial. Personagem principal é um soldado que na poética do filme, apesar desse filme de guerra, mostra como que a alma sobrevive a isso tudo que acontece. E a alma desse desse soldado, um dado momento ele tá compartilhando uma história que é quando a mãe dele faleceu e ele falou assim: "Lembro-me de minha mãe quando ela estava morrendo. Parecia toda encolhida e censa. Perguntei se ela estava com medo. Ela apenas balançou a cabeça dizendo que não. Eu estava com medo de tocar a morte que vi nela. Não consegui encontrar nada de bonito, edificante sobre ela voltar para Deus. Ouvi pessoas falando sobre imortalidade, mas eu nunca vi isso. Eu me perguntei como seria quando eu

r a morte que vi nela. Não consegui encontrar nada de bonito, edificante sobre ela voltar para Deus. Ouvi pessoas falando sobre imortalidade, mas eu nunca vi isso. Eu me perguntei como seria quando eu morresse, como seria saber que esse sopro agora seria o último que eu daria. Só espero poder encontrá-lo do mesmo jeito que ela, minha mãe, fez, com a mesma calma, porque aí está o que está escondido, a imortalidade que eu não tinha visto. E a cena em que ele morre, ele percebe cercado que ele vai perder a vida, ele paralisa. Você vê o olhar dele fitando algum ponto para além, ele perde a vida. E o diretor, de uma forma sublime, mostra que quando ele morre varado de bala, vem uma sequência de cenas da vida que ele teve com uma comunidade na Polinésia, na melanésia, né, com as trocas, com os afetos, com os sorrisos. Tá aí a mortalidade, tá aí a descoberta da alma verdadeira. Então, quando Joana traz esses elementos centrais, ela tá dizendo, se você focar em relação então a ser solidário, desapegado, você vai estar desconstruindo todos os elementos dos interesses materiais, que infelizmente ainda é um ideário poderoso que governa a psique humana. Mas a gente pode fazer mais sabendo que esse mais além, esse sobre para além do viver nos aguarda um viver mais profundo e mais pleno, né? Esse esse filme é muito filosófico, muito profundo, né? Eh, a gente tinha penso que é um filme de guerra, mas na verdade não é, né? Um filme que vai muito além. Ah, e e aí a imagem que a befeita traz também é muito bonita, né? Porque ela vai começar relatar a postura dos cristãos primitivos, né? E e a atitude da forma deles lidar com a vida, né? seja na limitação do corpo, seja na pobreza, seja no esforço, né, de testemunhar a crença neles deles na na convicção na na proposta do Cristo, a ponto de serem imolados, né, irem por martírios, irem por com uma dignidade, com uma honra a Deus, com uma serenidade, com a uma fé que assusta quem assistia, que gerava assim espanto para aquela turba de romanos que queriam, né, o gozo

r martírios, irem por com uma dignidade, com uma honra a Deus, com uma serenidade, com a uma fé que assusta quem assistia, que gerava assim espanto para aquela turba de romanos que queriam, né, o gozo da do sangue. E eles vinham com aquela convicção que mostrava, né, a capacidade de alguém que tá realmente centrado, né, nessa dimensão da vida imortal. E ela e aí ela coloca eh de maneira muito bonita aqui no capítulo, né, que a questão da ressurreição da Acho que tem dois pontos importantes na vida do Cristo, né, que é muito marcante para todos nós, dos vários pontos que ele nos traz, né, que a vida dele foi sempre marcados por exemplos e mensagens essenciais paraa alma, mas a o amor né, que que foi que seu reino junto a nós foi de amor, o testemunho ou as relações e a mensagem dele foi sempre pautada nesse amor profundo, né, dele com o pai e dele conosco. E esse momento final do percurso dele aqui na terra, que é ressurreição, que coroa a mensagem dele justamente dando a certeza para todos nós que a morte não existe, né? E Joana diz, é um momento glorioso do seu ministério ímparo, né? Então ele diz: "Olha gente, tudo isso seria em vão que eu ensinei para vocês se a vida perecesse e a nossa realidade fosse uma realidade, né, do corpo físico, da matéria. A realidade é esta da imortalidade, né, da qual o espiritismo se assenta, né, não só de mortalidade, da possibilidade depois de poder experienciar várias vezes a a realidade material como forma de caminhar a nossa evolução. Então, realmente essa compreensão muda tudo, muda tudo. Só que talvez a gente não, a gente consiga aceitar isso, consiga entender racionalmente, mas talvez a gente não consegue compreender como os cristãos primitivos compreendiam, né? O nível de compreensão deles é de um de um tamanho que ainda é impressionante para nós. Puxa, né? que eh muitos de nós conhecemos o Espiritismo, temos contato com amigos espirituais que que nos consolam, que nos orientam. Tem mensagem de familiares que dizem: "Olha, eu tô aqui do lado de

Puxa, né? que eh muitos de nós conhecemos o Espiritismo, temos contato com amigos espirituais que que nos consolam, que nos orientam. Tem mensagem de familiares que dizem: "Olha, eu tô aqui do lado de cá, me encontrei com fulano, com candano, né? A gente tem sonhos eh de que relata experiências, né, espirituais. Então, a gente tem uma série de de de realidades eh muito ricas que sustentam eh essa ideia, mas mesmo assim tem muita gente que tem medo da morte, que tem que que é inseguro, né, que é apegado na matéria, nos bens, né, na na na família. Eh, e como é difícil, né, romper e tendo essa preciosidade na nossa vida. Então eu acho que a Joana tá trazendo esse capítulo, esse tema, né, para poder dizer assim: "Gente, vocês não entenderam ainda o que significa isso? Isso é revolucionador, isso transforma. Se você realmente entender e e compreender, assimilar eh o esse conhecimento, puxa, a vida é outra. Veja os cristãos permitir, a vida é outra. você vão ter uma qualidade de vida, uma forma de se relacionar, dialogar com a vida de uma outra de uma outra condição. né? E assim mesmo assim eh a Joana nos fala aqui, né, da da ideia sombria da morte, né, que vem sendo construída a partir da Idade Média, né, superstições e todo aqueles rituais macabros, né, que ela vai dizendo, né, as carpideiras profissionais, aquelas que eram pagas para chorar, né, as cerimônias, tudo isso dava uma impressão de horror e desalento em relação em referência à morte. né? Então, ela vem trazendo que eh apesar dessa desses exemplos que nós temos, né, dos cristãos, o mundo continua manipulando, né, se mobilizando para transformar a finitude em algo drástico e terrível, né? Então assim, eu me lembrei que já tem algum tempo eu li uma reportagem que que e isso era em um estado, mas acredito que um estado até que vai ser desenvolvido, mas não deve ser só prioridade dele, né? Eh, que empresas estavam envolvidas na construção de um ritual de de despedida de de velórios, mas como se fosse uma festa. Então, cupcakes,

ser desenvolvido, mas não deve ser só prioridade dele, né? Eh, que empresas estavam envolvidas na construção de um ritual de de despedida de de velórios, mas como se fosse uma festa. Então, cupcakes, cupcakes decorados, né? Um bolo com decoração, eh, tudo assim com pompa em circunstância, aluguel de um espaço, né? Decorações de cortinas. Então, assim, como o mundo ainda está na contramão dessa necessidade de aceitar, ou seja, acabou, né? Como o lutador que bate no tatame diz, né? Não dá mais para mim, né? bate assim ou bate no tatame e aí chega já não deu mais. Como é importante a gente aceitar e assumir que é finito, né? A cortina se fecha naquela fantasia como Gelson trouxe, aquela fantasia de existência. Mas as pessoas ainda, né, nesse comportamento de de fazer essa essa despedida como uma festa, algo grandioso e completamente apartado daquele momento de honra aquele que vivenciou aquela vida, né, de despedida, de estar naquele último minuto lembrando, né, das aquisições da companhia, de quanto quanto quanto ele eh como ele passou por aquela vida. muito ainda na contramão. E aí ela diz assim, né, eh, como você trouxe, Gelson, né, que o conhecimento da sobrevivência brinda a certeza em torno da continuação da vida, né, após essa fechar a cortina, né, carnal, e a morte passa a ser recebida com serenidade, com alegria. Ou seja, a gente vai deixando de ver a morte com essa tragicidade, né? Nós vamos vendo a morte, como ela nos lembra, como meismo que facilita o renascimento o mundo espiritual e já uma programação de futuro, né? OK, cheguei, vou me encontrar com os queridos, vou reverjet, né, de como eu vivi aquele tempo, mas daqui a um pouco vou pensar, tá bom? Tem trabalho aqui, vou fazer. Tem trabalho para voltar, vamos voltar. né, esse movimento incessante de progresso. Então, olhar a morte não como trágica, como mecanismo, como facilitador, como uma ferramenta, é o que ela nos traz. De certa forma, eh, se nós somos pensar, se sabemos que continuaremos vivos e que

o. Então, olhar a morte não como trágica, como mecanismo, como facilitador, como uma ferramenta, é o que ela nos traz. De certa forma, eh, se nós somos pensar, se sabemos que continuaremos vivos e que a transitoriedade das experiências, elas não podem ser um fim em si, mas um meio, por que que nós ainda continuamos tão apaixonados, né, por certos movimentos, por certas atitudes? E isso vale para todos nós, né? De alguma forma, nós desenvolvemos um tipo de amor em relação a certas experiências e por ser uma espécie de um amor apegado, egoísta, né, a certos hábitos, a certas atitudes, a certas expressões de posse, nós estamos falando de um lugar de afeto, de um lugar que envolve sentimento. Então, para que a gente encontre um outro sentido, para que a gente de fato compreenda que transcendendo, como disse muito bem o Gelson, né? Para que a gente ultrapasse uma dimensão de uma racionalidade que compreende intelectualmente, intelectivamente, nós precisamos sentir. E esse sentir, ela já deu a resposta no início. Quando você passa a fazer um movimento de solidariedade, você entra em contato com um outro, você entra em contato com a comunidade, com uma instituição, né? E você passa a intercambiar experiências novas que tira você do centro se você permitir esse movimento de envolvimento, esse esse envolvimento diferenciado. Então o eixo é não é mais em torno do seu ego, das tuas necessidades. Ao estar atento e sentir a necessidade do outro, de alguma forma você se você se reposiciona perante a vida e passa a sentir gozos novos, os prazeres da experiência da alma num campo mais transcendente. Nesse sentido, a gente pode pensar que se minha alma ainda percebe que ter isto ou aquilo, ter certos tipos de relacionamento ou me comportar de certa forma em vida, mesmo eu sabendo que isso pode ser prejudicial a mim, eu preciso entender o que que é esse encantamento, o que que é esse apaixonamento que ainda alimento com o qual me identifico nessas experiências. Perceba que nós podemos fazer essa

prejudicial a mim, eu preciso entender o que que é esse encantamento, o que que é esse apaixonamento que ainda alimento com o qual me identifico nessas experiências. Perceba que nós podemos fazer essa avaliação sem qualquer tipo de discurso moralista. A gente olha a vida, interpreta, olha, compreende e busca novos sentidos. Então, há uma dimensão de um amor. Onde é que tá o teu tesouro, né? Onde tá o teu coração, tá o teu tesouro. Onde tá o teu tesouro, tá o teu coração. Como dizia Jesus. Então, o que nós sentimos e o que nós alimentamos, nós nos investimos revela muito do significados e dos sentidos que a gente de fato se conecta com a vida em uma maior profundidade e que nos captura. Joana tá nos solicitando que para além então dessas experiências que podem ser bastante importantes para ti, vão pensar numa perspectiva de encontrar um sentido que transcenda essa condição transitória em que a gente se encontra para que a alma possa amadurecer. Eu gosto quando ela traz o contraste entre a experiência lúcida espiritual dos cristãos primitivos, né, desses primeiros cristãos, ainda bebendo numa água, numa bebendo ainda numa fonte em que límpida parece muito direta, né, e que permitia que emergissem, surgissem assim subjetividades, né, bastante vinculadas aos propósitos que a mensagem que sempre postulou quando ela traz o contraste em relação que a contráriidade média é justamente o afastamento do homem em relação às perspectivas mais profundas do espírito. Então, interessante que tem uma obra, para quem gostar de ler sobre história cristã, há uma obra intitulada A história do medo no Ocidente de um historiador chamado eh Jan de Lum. E é interessante que ele mostra que é justamente na transição paraa Idade Média que vão surgir os grandes chamados pesadelos íntimos da civilização, que tem a ver com os perigos do mar, a questão dos mortos, as trevas, a peste, as doenças, a fome, a bruxaria, o apocalipse, Satã e os agentes desse Satã. Então se configura um conjunto de representações que

a ver com os perigos do mar, a questão dos mortos, as trevas, a peste, as doenças, a fome, a bruxaria, o apocalipse, Satã e os agentes desse Satã. Então se configura um conjunto de representações que amedrontam o espírito e amedrontam de tal forma que vão incutindo um medo nessas objetividades e que cria-se um constante receio e que inviabiliza o quê? A profundidade de conexão com o outro. Então, quando Delom traz a reflexão em torno do medo, mostra como que esse engendramento social levou a um controle social dos cristãos e que foi matando a experiência mais profunda da alma de conexão com a vida e com o transcendente que tá em si, mas também nessa busca pelo divino. Então, a ideia de que o diabo está muito perto e Deus está muito longe para você chegar a Deus a um conjunto de ritos, a um conjunto de práticas, a intercessões, há pessoas que mediam esse contato, a alma foi se distanciando. Então, que era uma experiência como uma água viva cristalina, em que a alma lúcida, o cristão primitivo, conseguia compreender e viver a vida conectada com esses propósitos mais profundos, foi tornando algo muito turvo, distorcido, prejudicado. Então ela mostra esse contraste e é muito interessante porque ela tá, ela vai depois trazer os elementos de tentar de reconstrução dessa maneira de uma subjetividade que resgata essa limpidez e essa qualidade experiencial que foi perdida por muito tempo na história cristã. É, eu eu acho que de uma certa maneira os cristãos, me cristãos realmente eh conseguiram, né, assimilar a mensagem do Cristo já numa maturidade espiritual mais avançada, né? E foram mais ou menos assim, eh, junto com Cristo, né, os que o mostraram o legado dele pelo hipóp exemplo, né, do martírio, do do processo todo de resistir às perseguições, né, e e aí o êxtase que eles conseguiam ter a exaltação espiritual diante das provações que eram impostas a eles, né? Mas a grande maioria de nós ainda vive esse lugar da infantilidade espiritual. E mesmo que a gente acredite nisso, parece que a gente não quer abrir

diante das provações que eram impostas a eles, né? Mas a grande maioria de nós ainda vive esse lugar da infantilidade espiritual. E mesmo que a gente acredite nisso, parece que a gente não quer abrir mão do pirulito, do brinquedinho, que é o apego eh sensório da gratificação imediata do do do das sensações que a matéria nos coloca, né? E aí toda essa essa eh eh esse movimento da vida, essa essa dialética da vida, que às vezes vem movimentos que apontam uma em uma direção por uma renascença, né, que contrapõe a idade média e movimento de sombra eh cultural, de valores que a que que às vezes emerge, né, desses processos que representam ainda essa imaturidade nossa, né? Então, e aí a Juda fala assim, né, que que não tem problema, né? Ora, a gente tá ainda cultuando esses apegos, né? Como a Cláudia listou ali, vários tipos de rituais e procedimentos que a gente faz, né? A gente barganha também com com com a divindade. Vê que a própria igreja, né, vem de céus, né? E aí tu vê que a vida espiritual tá atrelada ao meu poder aqui na terra, né? É uma contradição, né? tenho dinheiro, posso comprar o o céu. Então, então a gente vai realmente distorcendo e desturpando essa proposta imortalista em cima de uma pseudossegurança por não desfazer o trabalho conosco mesmo, que a grande questão é isso. A gente não quer ter o esforço de realmente fazer valer o que significa dar conta dessa realidade, mesmo que ela seja libertadora. Mas Joana fala: "Não, mas a vida continua, né? E na medida que nós vamos, experienciamos, experiencia de um jeito e de outro essa noção de imortalidade. E a gente vê o quanto o espiritismo colabora e muito para trazer uma noção eh muito favorável a todos nós. Então, a gente vê a gente vê na cultura brasileira, né? Mesmo que muitos não sejam espíritas e e e são crentes de de outra crença ou não são muito religiosos, mas a ideia de espírito, de mediunidade, de imortalidade se torna uma coisa mais natural, né? As pessoas, ah, não, eh, eu tive um sonho, acho que espiritual, a pessoa não é

u não são muito religiosos, mas a ideia de espírito, de mediunidade, de imortalidade se torna uma coisa mais natural, né? As pessoas, ah, não, eh, eu tive um sonho, acho que espiritual, a pessoa não é muito crente, né? ou mesmo sendo católica. Ah, eu quero ir lá me ter um uma mensagem do do do meu do meu pai que já desencarnou, mas vai continuar com a tóca. Então, acho que o deu deu uma uma grande contribuição para que essa realidade possa ir se tornando cada vez mais natural e aos pouquinhos sendo assimilada dentro de nós. E aí quando o Thago fala da questão do outro, do relacionamento, né? Então ela fala que esse eh desprendimento, essa eleva elevação que eh a sobrevivência vai eh promovendo, tem que ser treinada, né? Então é então realmente é uma coisa que tem que ser conquistada. ter uma certa consciência na cabeça, tem que trazer pro coração. A gente tem que realmente eh tomar consciência em vários âmbitos da nossa vida do que representa essa imortalidade, né? E aí aos pouquinhos, né, desmanchando essas ilusões infantis. Não, eu não vou mais reci a morte, eu vejo uma naturalidade, eu me conforto mais na presença dos da das orações e e na no vínculo que eu tenho com os benfeitores. Então, a gente vai de uma certa maneira agregando e treinando que a que a nossa mente desabfeitora vai se adaptando, né, e vai eh acenando para essa realidade desse momento feliz, como ela fala, né, desse desse encontro que é se desvencilar dos pesados fardos da matéria e se libertar desse julgo que é cada encarnação que a gente vive. Então ela vai falando que tem um processo que vai se dando ao longo da nossa existência, mas que pode ser treinado, que deve ser treinado por nós. É interessante, né? Porque quando vocês estavam comentando, eu fiquei pensando assim, o quanto esse reino de Deus tá pouco vivido, né, dentro das pessoas. Então, assim, no capítulo anterior eu fui olhar, ela fala desses mecanismos de evolução, né? da de todas essas dificuldades que a pessoa vem atravessando para que a pessoa possa,

, dentro das pessoas. Então, assim, no capítulo anterior eu fui olhar, ela fala desses mecanismos de evolução, né? da de todas essas dificuldades que a pessoa vem atravessando para que a pessoa possa, enfim, encontrar esse reino de Deus dentro dela, se conectar com isso, né? E e nesse início de capítulo, ela ela nos traz o exemplo dos cristãos, eh, né? E fiquei pensando o quanto ele já tinha o reino de Deus dentro deles, né? E era fácil para eles, né? pela caminhada, pela herança espiritual deles, né, adquirida pela moralidade. Não foi por acaso que eles estavam, né, eh, junto ao Cristo e vivenciando, né, tudo aquilo. Não foi por acaso, né, que eles se entregaram, né, entregaram o seu corpo, mas a alma não, porque eles já tinham esse reino de Deus eh bem conectado dentro deles, né? Então eu acho que a bitora vem nos lembrando, né, da necessidade da gente se reconectar com esse reino de Deus. Não por acaso o livro é Desperto e Seja Feliz, né? Nós já falamos, né? Ela trouxe lá no capítulo anterior o que era a felicidade, né? É viver sem restrição, né? Essa felicidade plena, né? o caminho dessa plenitude. Então, assim, eu acho que ela vem nos lembrando de como nos conectarmos com esse reino de Deus. E aí ela nos traz aí como sempre, ela nos traz o as instruções, né, que a gente sempre pede um manual de instrução, né, um passo a passo. Aí ela diz: "Viva cada ser com elevação e desprendimento, treinando a libertação e adaptando-se mentalmente. Aguarde a hora feliz do retorno à pátria de onde veio para a breve aprendizagem terrestre". Então ela diz, vai vivendo cada dia, né, com elevação, com desprendimento, né, e se libertando, então, e se adaptando, né, tanto para o retorno à vida de encarnado, quanto para o retorno à pátria verdadeira, que é a pátria espiritual, se desprendendo, se desligando daquilo que não é necessário. Então, é como o Gelson trouxe esse treinamento cotidiano tão importante para nós, né, para que a gente possa ir se preparando para esse desfecho como o Thiago trouxe dessa

aquilo que não é necessário. Então, é como o Gelson trouxe esse treinamento cotidiano tão importante para nós, né, para que a gente possa ir se preparando para esse desfecho como o Thiago trouxe dessa mãezinha, né, do soldado que pareceu preparada, entregue, disponível, né, aquela entrega e muitos que que se que partiram, a gente pode também observar isso, essa entrega, essa passividade, né? esse afrouxamento da vida, dos laços da vida, porque já antevê outros laços. É muito bonito, né, que a gente possa chegar lá na frente, não recear a morte mesmo, entregar-se a esse momento, né, eh, que que se aproxima. Eu me recordo de uma querida amiga com quem eu trabalhei na Federação Espírita Brasileira. Ela é de Minas Gerais e ela teve o contato com várias famílias de pessoas que foram importantes movimento espírita brasileiro. E uma história que ela conta é que o dia em que Herculano Pires desencarnou, vivia-se um tempo em que era difícil a ligação telefônica. Então, para você comunicar algum fato a alguém, demorava às vezes. E aí se relata que ele numa casa espírita de pessoas que ele conhecia, ele se manifestou e ele comunicou no mesmo dia. Amigos, aqui é o aqui é o amigo fulano. Vim comunicar a vocês que eu desencarnei, mas vai ficar tudo bem e a gente vai voltar a se encontrar em breve. Então, esse treino eh e que revela a capacidade da alma neste momento, que é um momento de crise, quando desencarna, dá o tom da maneira como nós vivemos as nossas vidas. Talvez a fotografia mais precisa desse processo que é, né, o desligamento do corpo, ele envolve também a perturbação com que a alma consegue se adaptar com maior, com menor facilidade, estando mais ou menos lúcida, revela como nós vivemos os nossos dias em uma síntese, né, que tá lá no livro Cartas e Crônicas, que é um texto conhecido o Beto de Campos, né, o treino para a morte. Perceba como são singelas as orientações que ele faz. Eu peguei aqui o parecer uma síntese interessante. Comece a renovação dos seus costumes pela forma

do o Beto de Campos, né, o treino para a morte. Perceba como são singelas as orientações que ele faz. Eu peguei aqui o parecer uma síntese interessante. Comece a renovação dos seus costumes pela forma como você se alimenta. Olha isso. Substâncias diversas que a sociedade consome natureza psicoativa. A maneira como você vivencia o seu sexo em desequilíbrio ou em harmonia. o apego que você tem ao dinheiro e a dificuldade de doar as coisas. Quantas vezes somos, né, surpreendidos assim, eu vou dar uma fazer uma limpa no meu guarda-roupa. Parece algo simples, né? Aí você pega um monte de coisa, coloca assim e fala: "Bom, agora aí comérciem, mas se eu precisar desse casaco, eu posso querer engramado, né? Vou engramado. Não, não deixa. Mas eu tenho outro, mas eu posso prestar de um segundo, porque se chover sempre existirá uma desculpra para que muita coisa que não vai ser usada permaneça dentro do armário. Mas isso é uma atitude que parece que envolve várias maneiras com que a gente vai se apropriando de coisas e ela se apropriando da gente. E o Bto também fala assim: "Cuidado com o apego afetivo com a família, porque o teu companheiro sua companheira e seus filhos, eles também são espíritos e que poderão um dia partir. Então é importante trabalhar essa dimensão emocional da sua relação com eles. Se você tem um tesouro da fé religiosa, viva de acordo com esses preceitos que você abraça. Eu chamo mais difícil é isso. Faça o bem que você puder, sem preocupação de satisfazer a todos. Quantas não são as histórias de pessoas que desejam se envolver em trabalhos e quando se envolvem se magoam ou são distratadas e desistem, né? Trabalhe sempre. Ajude-se através do leal cumprimento dos seus deveres. Essas essa personagem da mãe que morre com calma é aquela representação que o Divaldo fala sobre a consciência que está em paz consigo mesma diante da vida que viveu. Então esse treinamento ele tem que ser algo que nós de fato investignificar a vida daquilo que nós consideramos como

do fala sobre a consciência que está em paz consigo mesma diante da vida que viveu. Então esse treinamento ele tem que ser algo que nós de fato investignificar a vida daquilo que nós consideramos como mais importante e sagrado para nós como espíritas. É difícil, mas a gente precisa de verdade fazer esse teste porque eh é a nossa consciência e desenvolvimento, é a nossa capacidade da gente, né, amadurecer, vivermos melhor e aguardarmos, porque a gente pode ir embora daqui a pouco, amanhã, depois de amanhã, daqui um mês, daqui a 20, 40 anos, a gente não sabe. E essa transição pode nos pegar de sobreaviso. Qual vai ser a nossa reação diante desse dessa dessa situação? Uma situação que nós não controlamos, né? É isso. Tá bem sintetizado, né, Thaago? Quando aitora escreve aqui, deve recear a morte quem se encarcera nas paixões inferiores, aquele que se escraviza nos apetites insaciáveis, o se que se agarra as manifestações do corpo transitório. E aí entra tudo isso que tu falaste, a comida, o sexo, os bens materiais ou mesmo o apego à presença física do familiar, né? são eh essas paixões que encarceram, né, que tão do ego, né, de ter isso, eh, como uma afirmação de si mesmo, né, o ego. Então, na verdade, eh, a libertação, eh, pela, pela sobrevivência, né, do do espírito, de uma certa maneira representa essa morte da presiva egóica. Vergó que é transitório. O ego, o ego é um é uma fachada, né, que se que se que se estabelece como esse lugar que a gente tá vivendo, né, criando uma identidade que é que tá em trânsito também, né, que na realidade o espírito é muito maior do que do ego e o ego quer ser o centro do processo, né? Acho que é toda a totalidade. O ego não é a totalidade psíica e nem é o centro. São duas coisas que a gente custa a reconhecer, né? Quanto o ego, a gente não é o centro, não tem o controle e não e não determina tudo. E não é a totalidade da realidade. A totalidade é a psique como um todo. E o centro é realmente essa dimensão maior do espírito na sua dimensão ética.

o, não tem o controle e não e não determina tudo. E não é a totalidade da realidade. A totalidade é a psique como um todo. E o centro é realmente essa dimensão maior do espírito na sua dimensão ética. consciencial que tá ali eh autorregulando e e e movimentando outras forças para além do ego, né? Então o ego ele tende a restringir muito e é o que realmente então essa morte relativa do ego, não é a morte do não vê mais ego, mas de realmente relativizar o lugar do ego. Eh, é importante, né? Porque eh o apego é um elemento muito hum presente nesse jogo ilusório que que a gente cria e que impede a gente poder viver a vida de maneira mais plena, mais verdadeira. O apego para mim é um dos elementos essenciais desse jogo de ilusão. >> É, e ela nos vai falando, né, que o reencontro com os seres queridos constituirá o verdadeiro prêmio a confiança em Deus e a entrega ao bem. Então, a partir disso que nós vimos tecendo, né, o treino, o desapego, né, eh, de todas essas circunstâncias que vocês já lembraram, isso vai fazendo com que a gente vá se preparando, inclusive para reencontrar-se, né, com aqueles que se foram, porque nós sabemos que o nosso desequilíbrio nos afasta desse encontro, né, desse reencontro, né? Então, o quanto a gente precisa realmente fazendo esse trabalho interno de desapego e de confiança, ela diz assim: "Olha, é constituirá o verdadeiro prêmio a confiança em Deus e a entrega ao bem". O quanto nós confiarmos nesse nosso pai, né? Nos entregarmos ao movimento, né? Eh, da vida, né? e trabalharmos a serviço, né, de do bem, sermos o melhor que pudermos instrumento, né? Nós sabemos que nós somos cocriadores, nós podemos trabalhar juntos, né? Guardadas as proporções, né? Mas nós podemos ir caminhando juntos e trabalhando. Quanto mais a gente tiver nesse caminho, nessa sintonia, mais rápido a gente vai se encontrar com aqueles que foram. E aí ela diz a saudade, então passadas as angústias e a gente sabe que o luto primeiro vem essa saudade doída, né? Depois o a a seguir a gente começa a

a gente vai se encontrar com aqueles que foram. E aí ela diz a saudade, então passadas as angústias e a gente sabe que o luto primeiro vem essa saudade doída, né? Depois o a a seguir a gente começa a conseguir lembrar do familiar com carinho, com risadas, né? Com relembrando as passagens, aí a gente se reencontra com eles. Então o quanto é importante a gente ir realmente treinando esse desapego, esse desprendimento, né? essa adaptação mental que ela diz, né? Somos um espírito num corpo físico que vai um dia chegar ao fim. Essa adaptação de quem nós somos de fato, né? E aí ela vai dizendo, "Guarda-te nessa confiança do reencontro com os teus familiares queridos e trabalha por ele. Trabalha então pelo reencontro dessa família espiritual, mas a gente trabalha no hoje, no agora, né? E tem um mais uma circunstância dos familiares, né? Vocês falaram desse desapego, né? Físico, mas eu fico pensando também naquelas pessoas que ficam vivendo a vida dos familiares, né? vivendo a vida dos filhos, né? Não deixando que eles sigam o caminho deles. É lógico que os pais sempre têm que tá, né? A, eu tô aqui para auxiliar, mas não para viver a vida deles, né? Eles têm que viver a vida deles, o caminho, aquilo que eles se foram destinados antes de chegarem aqui. Então são muitas facetas de desapego, né, que a gente precisa ir vivenciando para que a gente possa chegar como essa senhorinha, né, em paz, né, tranquila, né, dever cumprido, né, eh, em paz. Eu não sei se vocês conhecem a história de como que Darcy Ribeiro faleceu. Ele recebeu estremunção do Leonardo Bof. E no diálogo que eles tiveram, Darc não acreditar em Deus. E ele naquele instante percebendo que tava se aproximando um momento difícil pela fragilidade física, ele quer se encontrava, apesar da lucidez mental, ele dizia: "Eu queria tanto que fosse verdade isso que você fala, Leonardo, isso que você diz desse desse outro mundo, de que eu vou encontrar com Deus de alguma forma. Eu gostaria muito de poder acreditar nisso, mas eu não tenho

ue fosse verdade isso que você fala, Leonardo, isso que você diz desse desse outro mundo, de que eu vou encontrar com Deus de alguma forma. Eu gostaria muito de poder acreditar nisso, mas eu não tenho essa fé e eu queria que fosse verdade. E é bonito, gente, porque o Leonardo Bf vai dizer a ele assim que você dedicou sua vida como um ato de amor aos famintos, às crianças abandonadas, aos índios marginalizados, aos negros, às mulheres oprimidas e que o que você fez vai levar você a um reino, vai levar você em contato com essa eternidade, com esse divino e que ele não tivesse medo e que a vida dele já era um testemunho. de que apesar dele não acreditar, a alma dele tava assim em conexão com algo que ele até aquele momento não conseguia compreender. Então, eh, eu acho muito importante a gente entender que a maneira como a gente vive a vida, a intensidade da vida, o sabor da vida, sabe como a gente eh constrói uma identidade transitória nesta encarnação, mas a serviço de uma coisa mais profunda que é a alma. esse essa essa centelha ainda tão imponderável, incompreensível na sua essência, mas que vai se expressando por meio, né, de cada encarnação, encarnação, para que a gente possa chegar a um lugar que é de contato com o que é mais profundo, aquilo que é mais verdadeiro e e que a gente puder pudesse sempre alimentar isso de que vale a pena viver a vida. Vale a pena sentir a vida. O texto quando fala sobre essa dificuldade muitas vezes das almas enlutadas de conseguirem prosseguir diante da despedida do ente querido que foi, da família que foi, a Joana e ela traz essa ideia de que a sobrevivência é um ponto central para compreensão do sentido último da existência das nossas transitoriedades rumo a essa imortalidade, né, ruma a essa esse lugar do infinito do nosso processo evolutivo. Eu sempre pensei assim, eh, das quees que eu amei e que foram embora, eu sempre pensei, será que chorar faz parte? Faz parte. Doer faz parte? Faz parte. Ter dificuldades, cada um a seu ponto de

utivo. Eu sempre pensei assim, eh, das quees que eu amei e que foram embora, eu sempre pensei, será que chorar faz parte? Faz parte. Doer faz parte? Faz parte. Ter dificuldades, cada um a seu ponto de lidar com isso, faz parte. Mas e aí? O que fazer com isso, né? Então eu fiquei pensando, eu quero chegar lá sabendo que vocês sou espírita, quero chegar lá e dizer assim: "Olha, depois que você foi embora, a vida se tornou cinza. Eu não dei conta. Foi muito difícil. Vida se apagou. Eu não dei conta da tristeza. Ela se agasalhou no meu coração de tal forma que eu não soube mais o que fazer. Ou eu chorei muito, eu cuidei de mim. Teve dias muito ásperos, dias cinzas, mas eu encontrei caminhos de renovação e eu tenho muita coisa especial para contar que aconteceu das pessoas que conheci, dos livros que li, das almas com que eu estive, que eu amei e que tudo isso valeu a pena para poder agora chegar, reencontrar vocês e contar de que a vida vale a pena. E é interessante que a vida é a a a vida ela é organizada de maneira tão bonita, né? Porque a gente tem a mediunidade, que é uma experiência de convive com os mortos. Então a mediunidade já é um alento também. A gente tem experiências em vida. Eh, ela compara o agricultor que vê a semente morrer para que a brote, né, e frutifique depois e ninguém fica triste quando a sement e é se pultada no solo para depois ser transformada, né? E a gente tem tudo. Então, se a gente for ser criterioso em relação à nossa vida, a gente vai ver que a todo momento a gente tá morrendo e renascendo. Eh, a gente morre infância para vir adolescente, morre adolescente para vir um adulto e assim vai. as crises que a gente passa, mortes que psicológicas, mortes de de luta a gente faz eh porque é uma separação ou um emprego que vai embora, um projeto de vida que é mudado, uma eh vou mudar de de endereço, vou para outro país. Quer dizer, a morte tá sempre presente como uma o convite para uma nova vida, né? E e e todo a gente morre um pouquinho também, que a gente

udado, uma eh vou mudar de de endereço, vou para outro país. Quer dizer, a morte tá sempre presente como uma o convite para uma nova vida, né? E e e todo a gente morre um pouquinho também, que a gente dorme, né? A gente dorme e morremos para ter essa experiência, né, de desdobramento e retomar a vida. Eh, então a vida tá dizendo para nós que a morte não é essa dor, essa limitação, essa eh essa estraga prazer, que a morte é a transição por uma realidade maior e e que pode ser muito muito melhor do que a gente vive agora, né? Mas ainda a gente não conseguiu compreender totalmente, né, o que da morte na nossa vida. É, eu acho que a palavra que tá me soando muito forte aqui é amar, né? Se a gente ama, a gente deixa aí, né? O texto é sobrevivência e libertação. Então, é a gente se libertar desses apegos, né, desnecessários, desse egoísmo doilio de reter e libertar, né, quando a gente liberta aquele que a gente ama, né, trazendo assim pro finalzinho, quando ela nos fala das angústias, da saudade, quando a gente liberta ele, diz: "Eu deixo, né, não numa potência, mas assim, eu, eu liberto você dessa essa dessa necessidade de estar preso ainda a esse casulo que não te eh contém mais, né? E eu eu liberto você. Vá quando puder, quando quiser, quando chegar a tua hora. É um ato de beleza, de emoção, né? Por mais doloroso que seja, né? Todos nós já vivemos isso, mas por mais doloroso, é um ato de amor inestimável. E eu acho que esse amor inestimável revela esse amor, esse reino de Deus dentro de nós, essa conexão, né? Eh, e é isso, né? A gente precisa também deixar aí, >> com certeza. E a gente tá finalizando aqui o nosso estudo de hoje, né? E já fica o convite então paraa belíssima mensagem que é o último capítulo que é sobre o Natal de amor. Então acho que a Cláudia já tá bem em sintonia com o movimento da prefeitura, que ela vai falar realmente sobre Natal e onde a ênfase é o amor. Então nós temos ainda um último capítulo para ser trabalhado, né? E a gente então convida a todos a continuar conosco para fechar,

ra, que ela vai falar realmente sobre Natal e onde a ênfase é o amor. Então nós temos ainda um último capítulo para ser trabalhado, né? E a gente então convida a todos a continuar conosco para fechar, né, o livro Despert Seja Feliz para depois dar continuidade às demais obras da benfeitura. Nosso obrigado ao Tiago, a Cláudia, a todos que vocês que nos acompanham, nosso carinho e que Jesus nos abençoe a todos nessa caminhada em prol da nossa iluminação. até o próximo encontro, então.

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