T7:E8 • Autodescobrimento • Consciência e vida (parte 1)

Mansão do Caminho 12/02/2025 (há 1 ano) 1:03:31 198 visualizações

Reunidos para trabalhar no capítulo três, "Consciência e Vida", do livro "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Tiago Rizzotto focam no estudo dos dois primeiros itens: "Incursão na Consciência" e "Consciência Responsável". Dentro deste tema, a autora espiritual Joanna de Ângelis apresenta a relação do homem com o universo, abordando o processo da caminhada evolutiva, sustentado pelo psiquismo que criou tudo e que, aos poucos, favorece o surgimento da consciência embrionária. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #consciência #vida #responsabilidade

Transcrição

alô amigos que alegria estamos aqui reunidos né mais uma vez é sempre um momento muito feliz de encontro esse encontro trazido por Jesus e pela benit Joana De Angeles para gente poder encontrar os caminhos da alma e poder realmente fazer valer o evangelho em nosso coração então a gente tá as boas-vindas a todos que estão nos assistindo juntamente com a Cláudia o Tiago que hoje estão aqui para podermos trabalhar o Capítulo três né do livro autodescobrimento uma busca interior e o capítulo TRS ele vai trabalhar tem o título consciên e vida um título interessantíssimo né que que é de por por itens e nós vamos nos ocupar dos dois primeiros itens que é incursão na consciência e consciência responsável e então eh obrigado Cláudia Thiago pela presença né E vamos então fazer esse percurso junto com a benfeitora né em cima desses temas aonde ela nos apresenta né vários momentos da obra dela ela fala dessa relação do homem que sai da unidade e volta unidade que o universo é um Uno né dessa comunhão né Onde o amor nos sustenta a partir desse alito Divino que permeia a tudo e a todos e ela vai começar Justamente a falar desse movimento né desse processo da nossa caminhada evolutiva que é justamente sustentado eh pela pelo psiquismo Divino que nos criou e vai aos pouquinhos né Eh favorecendo essa consciência embrionária né então ela vai falando desse processo né do despertar do desvelado ser da tomada de de de de de de uma consciência individual para a conquista do livre arbítrio e da responsabilidade consequentemente desse processo todo então Eh ela vai falar justamente de como vai se dar esse esse movimento né de superação dos impulsos para a o homem psicológico e das implicações disso então vamos começar a pensar um pouquinho em cima dessa ideia que que parece para vocês esse movimento que ela tá trazendo para nós posso começar querida Cláudia Claro eu gosto interessante que eu sempre gostei muito dessa desse desse tema né ou questão do nascimento da consciência que momento foi esse da

ela tá trazendo para nós posso começar querida Cláudia Claro eu gosto interessante que eu sempre gostei muito dessa desse desse tema né ou questão do nascimento da consciência que momento foi esse da Etapa humana em que né o esse homem ainda muito primitivo ainda muito animaliz no sentido né psicológico e até mesmo muito rudimentar organicamente ele experiencia algo novo desperta algo novo né que é o nascimento da consciência e tem um tem uma tem um texto do André Luiz no evolução em Dois Mundos e que ele em dois em em três pequenos parágrafos ele escreveu a biblioteca da antropologia da sociologia humana numa síntese poética muito bonita ele diz assim a ideia de Deus iniciando a religião a indagação prenunciando a filosofia a experimentação anunciando a ciência o instinto de solidariedade prefigurando o amor puro e a sede de conforto e beleza inspirando o nascimento das Indústrias das Artes eram pensamentos nebulosos torturando lhe a cabeça e inflamando lhe o sentimento nesse concerto de forças a morte passou a impor-lhe angustiosas perquirição e enterrando seus entes amados em sepulcros de pedra o homem Rude a iniciar-se na evolução de natureza moral perdido na desértica vastidão do paleolítico aprendeu a chorar amando e perguntando para ajustar-se às leis divinas a se L es cumprirem na Face imtal invisível da Própria Consciência Foi então que se reconhecendo ínfimo e frágil diante da vida compreendeu que perante Deus seu Criador e seu pai estava entregue a si mesmo eu fii imaginando esse momento de de conceber-se de de se enxergar-se como um eu ainda que um tanto quanto ainda né mas de reconhecer-se a si como si e o outro como o outro nasce a consciência humana Então essa etapa da jornada do Espírito ela parece uma etapa singular que anuncia um um momento muito especial na na jornada do princípio inteligente e que agora arruma para uma dimensão que é moral e ética e que Isso vai tornar mais complexa essa jornada e mas Joana também ela ela faz uma conexão com esse momento

a jornada do princípio inteligente e que agora arruma para uma dimensão que é moral e ética e que Isso vai tornar mais complexa essa jornada e mas Joana também ela ela faz uma conexão com esse momento esse momento é muito especial da jornada do espírito e eu queria compartilhar com vocês esse pequeno trechinho do André pra gente começar hoje que bom thago sempre iniciando assim introduzindo com tanto tanta poesia né e e nos remontando a toda essa evolução bem bonito mesmo isso eh quando eu li essa primeira eh e aí Tiago só eh caminhando um pouco pelo que você trouxe né eu fiquei pensando no não da criança né porque você disse quando vai surgindo a consciência né a diferenciação do eu do outro eu fiquei pensando no não da criança né Não não ela já começa a colocar limites né depois ela vai entender que ela é o eu né E ela vai né então é toda uma evolução dela se reconhecer enquanto pessoinha né E quando você traz essa evolução eu fico pensando quantas quantos nascimentos de consciência a gente vai tendo longo da nossa reencarnação né Cada vez a gente vai ampliando mais essa consciência e tomando mais posse né de quem somos nós e tomar posse não significa grandiosidade de inflação Mas significa assim quão pequenos somos nós né mas quão filho de Deus somos nós nessa caminhada né de progresso né de merecimento né que a única finalidade a única Fatalidade Nossa é a Plenitude né e e eu queria Então contribuir um pouquinho com você sobre o que você falou né mas assim quando eu comecei a ler esse início do do capítulo da da Joana De Angeles que ela remonta né a presença do psiquismo lá no início o que me veio logo em mente foi esse livro né A Caminho da Luz Quando começa o relato de Jesus na manipulação né ele diz assim que começou a operar A escultura geológica do órbito terrestre né e com o exército de trabalhadores ele foi estatuindo os regulamentos dos fenômenos físicos da terra né organizando-lhe o equilíbrio futuro na base dos corpos simples de matéria e aí ele foi

rrestre né e com o exército de trabalhadores ele foi estatuindo os regulamentos dos fenômenos físicos da terra né organizando-lhe o equilíbrio futuro na base dos corpos simples de matéria e aí ele foi organizando Olha o olha que interessante os regulamentos dos fenômenos físicos então foi criando uma ordem né e a Joana no no em busca da verdade ela diz que o cosmo ele tem uma ordem implícita né instituída né instituída e e e se revela aqui nessa frase né de de do livro A Caminho da Luz né e depois ele vai falando da manipulação das energias e tá tá E é toda aquela evolução né detalhada dele até que ele diz mas o seu amor foi o verbo da criação do princípio então o amor é que a manipulação toda com o exército de trabalhadores do Cristo que auxiliaram né ele o amor é que dá o toque final né E aí esse amor que é eh que dá o toque final é representado justamente no que a mentora nos fala né em tudo há a presença do psiquismo divino né do alo Divino em todas as constituições em todas as estruturas mesmo aquelas que o nosso olho ainda de matéria não consegue ver né e aí é criada toda essa vida né o elemento viscoso cobre então a terra né toda a terra e aí estavam então os primeiros passos no caminho da vida organizada em em eh no no no representada por essa massa eh gelatinosa olha De onde nós viemos né a a forma como que nós fomos constituídos bem lá no início antes de nos tornarmos seres humanos né E é assim que ela vai falando etapa a etapa através dos vários reinos essa consciência embrionária desdobrou os germes da Lucidez latente até ganhar o discernimento váo planificador né E aí vai nascendo vão nascendo essas consciências que você foi relatando né então assim a a mentora ela começa eh embutido aí uma poesia né Se a gente for vasculhando as palavrinhas né A gente vai ver vendo com poético esse Nascimento é e eu me lembrei quando falavam dessa dessa questão assim eh do homem simples do homem complexo e do homem sábio né uma vez um tava um mestre e com seus discípulos E aí ele um desou perguntou

cimento é e eu me lembrei quando falavam dessa dessa questão assim eh do homem simples do homem complexo e do homem sábio né uma vez um tava um mestre e com seus discípulos E aí ele um desou perguntou para ele mestre o que que é homem sábio né daí o mestre falou assim qual é a diferença né do homem sábio do homem ignorante daí ele falou assim quando eu era novo e não conhecia nada uma pedra era uma pedra uma um árvore era uma árvore um rio era um rio na medida que fui estudando e compreendendo a realidade da vida eu percebi que um rio não um rio uma pedra numa pedra e uma árvore numa árvore e agora com longo da experiência na conquista dos valores da sabedoria eh eu posso dizer que uma pedra é uma pedra o rio é um rio e uma árvore uma árvore então Eh e ele explica que a diferença entre o sábio e o Ignorante é que os dois têm uma relação Direta com a vida né só que o ignorante não sabe e o sábio sabe dessa relação Então eu acho que é isso né Deus nos embala né nesse primeiro momento né e movido por essa exuberância que vem de Deus que tudo em Deus é exuberante Então os impulsos os instintos são essa força né monstruosa né Eh que que envolve e e orienta né E até a gente acordar né por homem complexo a complexidade da vida e aonde e a gente começa a viver homem em conflito homem complexo homem em conflito real ser não ser eis aqui questão e a vida vai se dando a não sabe o que fazer com as coisas da vida então de uma certa maneira esse atavismo que ela coloca aqui né na medida que a gente começa a despertar discriminar a realidade né e operar sobre essa natureza difícil de de de vencer porque ela é exuberante né começa esses comportamentos individuais da qual a gente está presa a ex aviso do passado então o Jung vai dizer de maneira bastante eh categórica que o processo de planificação processo de individuação é uma os contra a natureza uma obra contra a natureza e essa natureza é justamente reconhecer que a nossa essência é espiritual e não material e aí a j vai dizer olha o mundo dos impulsos

individuação é uma os contra a natureza uma obra contra a natureza e essa natureza é justamente reconhecer que a nossa essência é espiritual e não material e aí a j vai dizer olha o mundo dos impulsos orgânicos é muito muito forte e t para a comodidade ou seja né Vamos deixar levar pelo pelo pelo pelo impulso que parece ser mais fácil né e a gente tá acostumado a ser a ser estimulado movido impulsionado e direcionado por esse impulso né mas chega uma hora que a gente tem que criar um embate com essas forças né e eu vou ser dono de mim mesmo e aí Cabe a mim criar como ser co-criador como Deus ou seja me desafiar a pegar esses impulsos e começar então a elaborar e e mobilizar recurso em favor da minha conquista e do bem comum né então tem todo esse movimento né que ela vai trazendo aqui né desse processo que começa com esse despertar da consciência aonde eh ela fala que sem empenho né e sem vontade né de olhar para Dent ou seja sair do movimento de de de progressão da libido pro movimento interno não há como a gente construir essa caminhada então a gente é a gente é expulso né Paraíso gente vai pro mundo né né mas chegou um momento que que a gente dizer mas quem sou eu nesse mundo né que que eu faço aqui e como é que eu opero nele a partir de de de um despertar do que do que representa minha A Essência espiritual interessante que estamos falando então de um movimento que tem o seu sentido de exterioridade certo faixas de experiências e possibilidades que são importantes né mas ao mesmo tempo parece que existe um movimento de interioridade e quando ela diz que o texto de uma tarefa que ela é uma tarefa e um desafio que é exigente né E que é o hábito de uma interiorização eu me marcou muito uma tem uma passagem do do Lio do Jung né a memora sones reflexões em que eh isso quando eu li a primeira vez isso foi muito marcante para mim e tem a ver com essa questão desse mergulho que Joana faz o convite né ele diz assim né minha vida é minha ação meu trabalho consagrado ao Espírito a minha vida Olha

z isso foi muito marcante para mim e tem a ver com essa questão desse mergulho que Joana faz o convite né ele diz assim né minha vida é minha ação meu trabalho consagrado ao Espírito a minha vida Olha como se aprofundo seria impossível separar um do outro todos os meus escritos são de certa forma tarefas que me foram impostas de dentro Olha só nasceram sob a pressão de um destino o que escrevi transbordou de minha interioridade cedi a palavra ao espírito que me agitava eh que busca interior é essa né Que movimento interior é esse que parece que a alma necessita para que saia desse looping contínuo de reencarnações que parecem cópias impressas ou Sutilmente melhoradas de possibilidades que poderiam ser mais qualitativas né então Eh esse mergulho que ela coloca no oceano de si mesmo né no oceano da Alma como encontrar elementos novos para possibilitar uma outra maneira de sentir a vida de vivenciar a vida de reverenciar a vida e de encontrar novos sentidos porque por Excelência quando ela diz do o homem que busca no exterior e que eh é seduzido e atraído pro mundo exterior há nisso um movimento de busca por sentido o que que é isso que eu me alimento na imagem o que que essa pulsão escópica pelo olhar onde eu projeto o meu desejo onde eu me vinculo experiencialmente sensorialmente relacionalmente para fora e que conduz a construção de algum tipo de sentido mas parece que é um sentido que se alcança e que não satisfaz totalmente há um movimento então que tem que ser para dentro Então ela tá fazendo esse convite para todos nós sermos sinceros conosco e mergulharmos para dentro né é E aí a gente tá falando dessa desse parágrafo que ela diz né a atração pelo mundo exterior conduz por sua vez a inumeráveis distonias emocionais que atormentam e desva indivíduo afugentando de si mesmo num rumo difícil de ser mantido e e o que você disse eh Tiago eh diz respeito a isso né porque eh Yung percebeu que o tudo que o o movia vinha de dentro dele não desse mundo externo né que é o mundo

o num rumo difícil de ser mantido e e o que você disse eh Tiago eh diz respeito a isso né porque eh Yung percebeu que o tudo que o o movia vinha de dentro dele não desse mundo externo né que é o mundo das aparências né o mundo transitório né O Mundo das distrações das fugas psicológicas né e e nesse mundo né agora aproveitando que o Gelson falou sobre a expulsão do paraíso é desse mund É nesse mundo que o eh o o esses dois eh protagonistas né do mito Adão e Eva caem né nesse mundo caem muito ingenuamente né desconhecidos de tudo vão se dando conta daquela realidade eles caem nesse mundo e aí vão dando conta desse mundo da maneira que eles conseguem até que chegue né e a gente fica pensando até que chegue a esse ponto que você retrata aí da fala de Jung há uma longa jornada né então é o que a Joana fala do Cair Em Si perder se achar né eh Há Há um momento de perdição perdição de si mesmo dos seus valores esquecimento automatismo né imperando até que comece a fazer esse movimento de se achar que é o que ele fala volta para dentro e vai vasculhar as suas potências as suas seus atributos né suas virtudes para que enfim possa se realizar né realizar no mundo e aí eu eu estudando lá o livro em busca da verdade de Joana né ela diz assim que a única Fatalidade é a Plenitude que eu já trouxe E ela diz também a finalidade primordial e impostergável é a unificação do Ego com o inconsciente no qual se encontram adormecidos todos os valores capazes de produzir a individuação então a gente fica pensando que a finalidade é essa é quando ele mergulha para dentro dentro vai fazendo uma integração do Ego com alguns conteúdos do inconsciente que a gente sabe que é gigantesco não são todos mas a gente vai a caminho dessa individuação e nesse movimento né que é o capítulo vai se criando consciência né vai se criando vai se despertando cada vez mais como ela diz nessa intenção lúcida né porque há que se ter uma intenção uma vontade ativa né atributo da vontade que é importante né naquele

sciência né vai se criando vai se despertando cada vez mais como ela diz nessa intenção lúcida né porque há que se ter uma intenção uma vontade ativa né atributo da vontade que é importante né naquele gabinete todo né que é falado eh por Emmanuel eh o atributo da vontade ativa e operante né Uhum uhum eh para todos nós que conhecemos a a história de Saulo até ele se tornar Paulo e se nós olharmos a cronologia dos eventos que se dão eh a parte da estrada para Damasco que lhe encontra Jesus muitas pessoas são levadas a pensar que o Cair Em Si já naquele momento Saulo já começa um processo de transformação e de adquisição de consciência o que não é verdade se nós olharmos a cronologia temporal daquele processo eh veremos que se passarão muitos anos é um processo como se um é um processo gradual e lento de autodescoberta ele começar a enfrentar os valores as ideias daquele homem que estava sendo treinado para ser um doutor da Lei e é interessante que há uma cena muito bem descrita por Emmanuel em Paulo Estevão em que ele chega à casa do caminho e ele vê Thiago filho de alfu paramentado como e já mescla né uma mescla da da da da da proposta Cristã Nascente mas já mesclada com elementos da cultura Israelita e aquilo incomoda profundamente e ele reage aquilo ele confronta aquilo só que esse confronto dele revela algo que o texo tá dizendo é muito difícil esse processo nós vamos estar constantemente ainda que fazendo um movimento para nós nos modificarmos para amadurecermos nós vamos est e no entrechoque com esse homem e essa mulher antiga que somos nós e é quando Pedro e fala amigo tu não tá pronto ainda para est aqui volta paraa tua cidade se dedica um pouco mais a conhecer-se depois tu volta e é quando ele vai ele volta para Tarso e é o capítulo que ele é descrito como o louco ele é abandonado pelos amigos ele passa pela prova pelo teste final de ter que lidar com os pais o pai o abandona o rejeita e nesse processo de abandono e ele eh cultivando o trabalho né em que ele

co ele é abandonado pelos amigos ele passa pela prova pelo teste final de ter que lidar com os pais o pai o abandona o rejeita e nesse processo de abandono e ele eh cultivando o trabalho né em que ele tava ali né dedicado à à telaria aos tapetes e outras coisas ele vai desmanchando ele vai desmontando esse homem que tava já habituado e curtido numa cultura que por Excelência exigia dele uma um papel social muito bem delineado um homem que seria reverenciado pela sua cultura e pela sua religiosidade ele abandona tudo isso e quando ele chega de volta o texto diz isso n o texto que Diano vai falar é o teu olhar é os seus olhos a forma como você enxerga e jula o mundo a forma como você vê bondade maldade do mundo tem a ver também sobre aquilo que tem de bom e ruim dentro de ti e o olhar de Paulo quando chega de volta é um olhar diferenciado o processo psicológico É Tão Profundo de transformação nele que ele ele ele ele se agiganta e ele se percebe acolhido por uma humildade que ele não tinha então todos nós que estamos num processo de descobrirmos quem nós somos a gente precisa perceber Quais são as reais transformações e os reais desafios nós temos dentro de nós para que a gente possa alcançar essa etapa que a Joana descreve como sair desse lugar de não ter de não nos esforçarmos né esse lugar de acolhermos as nossas tendências E falarmos é assim mesmo a vida é assim mesmo eu acho que nós podemos mais em vida e adquirir consciência de fato é um parto às vezes difícil mas se nós eh reivindicamos um lugar diferenciado por sermos cristãos por sermos espíritas que a gente possa fazer esse movimento de interioridade como Paulo fez né Para sermos eh almas novas né É verdade não é à toa que a Joana fala que a consciência né a conquista da consciência é um pto muito dorido né do inconsciente Então veja né para que o inconsciente possa eh alcançar um pouco mais de luminosidade né que ele possa perder né essas partes ainda sombrias e desconhecidas ou atávicas né é um parto dorido né É por isso que ela diz quando

o inconsciente possa eh alcançar um pouco mais de luminosidade né que ele possa perder né essas partes ainda sombrias e desconhecidas ou atávicas né é um parto dorido né É por isso que ela diz quando quando bonita essa tua trajetória aí de Paulo né e o que como você diz não é ali né não é naquele momento mas olha como aquele atravessamento marca né A Marca um um um um um uma eu penso que ali Marca um ciclo né É o começo é o nascimento de um novo homem né mas é uma trajetória até que ele se consiga integrar cada vez mais e perceber e aí a gente lembra mais uma vez do processo de individuação que traz porque individuar é isso é tornarse solitário é estar no coletivo comungando com bem coletivo com Harmonia mas é tornar Solitário porque é um caminho único individual pra gente poder alcançar essa Plenitude Nossa é um trabalho Solitário único uma caminhada única então única porque assim cada um tem a sua né e e solitária e aí você traz Paulo nessa caminhada toda dele né e o símbolo de ser tecelão também é bastante interessante né porque nessa construção né nesse nessa costura desse novo homem né é que ele vai se tornar é bem bacana isso E aí eu não queria deixar de falar eh dessa desse Você já entrou nos olhos né que é um assunto importante mas ela diz assim a mente não adestrada nessa busca hesita e retra impedimento o descobrimento dos recursos inimagináveis que esperam para ser desvelados então a mente não adestrada olha a importância da gente est cada vez mais atento né Eh ter olhos de ver e ouvidos de ouvir perceber os símbolos aquilo que nos aquilo que tá no nosso entorno que acontece na nossa vida né é o para qu que UnG traz então é importante a gente olhar né Eh cada vez mais adestrar no bom sentido não no sentido automatizado mas nos exerc estarmos nessa reflexão do do diferencial né Onde está Onde está o diferente no nosso dia a dia e aí depois ela toca numa coisa importante né as tendências ao relaxamento e ao menor esforço inerentes ao processo da evolução pelo trânsito nas fases

de está Onde está o diferente no nosso dia a dia e aí depois ela toca numa coisa importante né as tendências ao relaxamento e ao menor esforço inerentes ao processo da evolução pelo trânsito nas fases anteriores ou seja né toda aquela lembrança que se traz daquelas dificuldades dos erros cometidos né tudo aquilo que pode levar e toda aquela mazela eu posso dizer assim né mazela do ma costume né queela diz do relaxamento da comodidade e também posso pensar eh nas nas marcas do do dos erros cometidos que levam muitas pessoas a tristeza melancolia sem poder eh discernir O que é aquilo e as tornam retraídas Uhum E para criar consciência né né o próprio movimento de expulsão e retração né quer dizer tem esse esse respirar de de cisto diástole que é importante e o retraído ele não faz esse movimento né então ela faz isso eu queria eu queria falar antes não deixar de passar antes de que dessa disso que você trouxe dos olhos espirituais né da mente lúcida né que vai descendo aos abismos uhum uhum eh o para mim uma das grandes contribuições que a coleção a psicológica da Joana traz é não repetirmos um padrão cristão da projeção dos nossos problemas para um outro Uhum Então quando o pensamento Cristão tradicional projeta na figura eh do diabo a ideia do mal que nos assoma o mal que nos visita o mal que acedia ela tá dizendo assim olha quando você tá insatisfeito com sua vida quando você se perturba pela angústia pela ansiedade quando você de repente se percebe visitado por imagens perturbadoras ou quando você se percebe se irritando ou tendo mal estar consigo com o outro não acuse o obsessor Na verdade são dimensões da tua história espiritual e no texto ele vai falar de forma muito clara isso essas heranças essas fixações né Eh eh essas questões associadas à tua história espiritual elas vão reaparecer e ela diz é difícil de fato o contato com isso que pertence a ti e Porque isso pode vai te exigir eh um esforço para ir ir aos poucos conhecendo diluindo cuidando elaborando para se libertar desses

er e ela diz é difícil de fato o contato com isso que pertence a ti e Porque isso pode vai te exigir eh um esforço para ir ir aos poucos conhecendo diluindo cuidando elaborando para se libertar desses atavismos E ela diz que às vezes é comum nós nos cansarmos desanimarmos Então o que além de esforço há uma dimensão me parece muito da responsabilidade que temos com isso não adianta transferirmos a num num texto anterior desses nossos estudos Joan dizia as questões que temos em nós elas podem ser amplificadas por processos obsessivos mas não não podemos transferir para esse que nos acedia questões são nossas constitutivas da nossa jornada espiritual mas que existe algo importante nesse processo que é o reencontro com nós mesmos e a busca por uma Harmonia por um equilíbrio que em algum momento foi desarranjado por nós então se hoje vivenciamos né os Cravos de perturbações emocionais às vezes de quadros psiquiátricos que nos visitam eles são etapas restauradoras possibilidades pelo adoecimento de encontrarmos outros caminhos para que a gente possa ser mais saudável Então esse senso de responsabilidade de aquisição de saúde ela é intransferível pertence a cada um de nós porque a partir da experiência Nossa com os nossos dores de alma é que nós vamos conseguir adquirir mais consciência toda vez que nós nos sentimos tristes toda vez que a gente se sente invadido pela angústia por pesares por traumas pelo não perdão imaginemos que na nossa economia emocional e da economia psíquica nós estamos sendo consumidos por aquilo essa energia seu tempo quando liberada ela vai tá sendo dirigida para processos desenvolvimento de dimensões desconhecidas em nós E aí que nós vamos entender como que a vida consegue de fato transubstanciar prosseguir para jornadas mais elevadas né bom F falando Monte coisa aqui mas né né Cláudia né Foi ótimo né porque você tá falando dos complexos que sugam a energia toda né E esses eh como você bem disse né isso tudo tá ligado toda a nossa história pregressa né a gente

aqui mas né né Cláudia né Foi ótimo né porque você tá falando dos complexos que sugam a energia toda né E esses eh como você bem disse né isso tudo tá ligado toda a nossa história pregressa né a gente cansa de ouvir que somos herdeiros de nós mesmos então é muito fácil transferir a responsabilidade pros obsessores né ou para o outro que vive ao nosso der ror né não a responsabilidade primeiro é nossa de nos permitir sermos atacados né ficarmos vulneráveis naquele sentido né Eh de tal ou qual maneira eh cada vez mais que a gente se sente mais eh inteiro não há brechas né vão diminuindo-se as brechas e quando diminuem as breches Justamente a gente não permite né a gente diminui essa essa comunhão com o mundo espiritual né porque o eh eh os irmãos sof só chegam porque nós estamos em sofrimento se nós não estivéssemos em sofrimento eles não conseguiriam nos alcançar né fazer aquela eh a a a a eh a faixa vibratória ser a mesma né eh e aí o que você vem trazendo dessas angústias né A Joana muito bem fala aqui né que essa decida ao Abismo da individualidade né que é para iluminar os meandros sombrios das experiências passadas é que vão revelando essas marcas psicológicas né E aí a pessoa sente insatisfação angústia fixação perturbadora irritabilidade malestar consigo mesmo você bem diz desinteresse pela vida ideias autodestrutivas mecanismos de doença doente expressão tudo isso revelando ainda que Quanto quanto trabalho se tem a fazer né né e o trabalho ele é de turno né inclusive quando a gente sonha a gente tá trabalhando né Porque elementos estão vindo pra gente dar conta e a só que a Joana diz assim uma coisa bem interessante né que que trata-se de uma experiência urgente desagradável no início nas primeiras etapas né mas H exemplo de outros exercícios físicos que causam cansaço e desânimo result antes da falta de Hábito cotar assim que a gente vence essa fase né a gente começa a sentir mais como você disse mais leve né com mais rapidez deino Então o que a mentora tá nos

saço e desânimo result antes da falta de Hábito cotar assim que a gente vence essa fase né a gente começa a sentir mais como você disse mais leve né com mais rapidez deino Então o que a mentora tá nos trazendo é que o exercício é importante o debruçar-se sobre esse exercício da reflexão do autoquestionamento é importante para que a gente possa cada vez mais que se exercite a gente consiga entender melor e e olha como os degraus vão acontecendo essa essa imagem né passa de uma fase é um game passa de uma fase fase né E aí até que a gente zera o jogo né quando zerar o jogo né Uhum aquela Encarnação mas também a gente pode pensar que vai zerar o jogo para alcançar aquele lá então longe né Né Sabe o que tu me lembrou querida e tem uma cena muito arquetípica no filme Forest Gump que é um clássico aham que o Forest vai pra guerra o tenente dele é o tenente Daniel e o sonho desse Tenente era morrer como seus antepassados como um herói na guerra ele não tinha problema em morrer Hum mas tinha que morrer como um herói e o que acontece não sei se você se recorda ele é atingido por uma granada e o Forge resgata ele e ele fala me solta me solta aqui não me Resgate O que acontece ele tem as pernas amputadas e e desenvolve ele fermenta dele num revolta perante a vida de se ver naquela condição né de agora um homem sem pernas angustiado Amargurado detestando né e não conseguindo encontrar dentro dele uma resposta para aquilo uma solução para esse estado de perturbação que ele tinha um homem amargo e é interessante um dado momento do filme que os dois fazem uma uma parceria comercial e eles vão são pegos por uma tempestade a Seda ela é muito interessante a gente vê o tenente amarrado no mastro lá no alto desafiando Deus pode trazer Vem pode vir e a gente não sabe se ele tá desejando morrer naquele momento pela tempestade sem pela tempestade ou um desafio de colocar tudo para fora que ele tinha em relação ao Divino projetado na tempestade e interessante que o filme na na na simbologia é o único barco que resiste à

tade sem pela tempestade ou um desafio de colocar tudo para fora que ele tinha em relação ao Divino projetado na tempestade e interessante que o filme na na na simbologia é o único barco que resiste à tempestade e ele no dia seguinte fora de fala ele olha pro Tenente Dan ele tá calmo Que processos foram esses né que foram ali né digeridos na tempestade que ele sobrevivem e ele se lança as águas e nada e o Forest diz assim eu acho que Tent fez as pazes com Deus é como se na interioridade dele tivesse um caminho de um sentido algo aconteceu naquela noite em que ele ao sobreviver né ele entendeu algo que até aquele ele não tinha entendido sim e que passa a configurar um caminho novo pra alma dela né pr pra alma dele paraas nossas almas então quando Joana diz que Olha esses desafios essas dimensões angustiosas persecutórias difíceis da nossa interioridade que são esses frutos amargos das experiências passadas isso são caminhos né Isso são possibilidades para que a gente possa eh ressurgir É bem interessante nesse caminho né da dessa jornada né de de que envolve essa crucificação ela usa o termo crucificar né que Jesus foi crucificado mas todos nós somos crucificados também pelos nossos opostos né temos que suportar digamos essa traição seja da vida ou de nós mesmos né que a gente nos nos traímos então Eh esses desafios da Reconciliação conosco e eu me lembrava enquanto falavam de uma questão eh interessante que o Jung ele ele tem tem dois sentidos para paraa religião religião Como religar né que é uma essa retorno de a Deus ou seja essa essa conexão com o Divino e religere que é uma atitude cuidadosa para com a vida então eu vejo que a a responsabilidade aqui quando ela começa a colocar essa consciência responsável eu vejo como uma atitude religiosa né e de reconhecimento eh do Sagrado em mim e do Sagrado que é a vida que exige uma atitude cuidadosa tudo que tem valor tudo que eu reconheço como essencial paraa alma precioso para mim exige cuidado né Então para mim a responsabilidade aqui é esse

Sagrado que é a vida que exige uma atitude cuidadosa tudo que tem valor tudo que eu reconheço como essencial paraa alma precioso para mim exige cuidado né Então para mim a responsabilidade aqui é esse despertar dessa consciência que que ela tá associando ao amadurecimento psicológico né E que de uma certa maneira é um um os soros espirituais que ela bem comenta aqui né que que tá de uma certa maneira nos est tomando consciência do Divino do Sagrado e daí do valor de cada coisa que do que cada coisa importa e consequentemente né da do nosso compromisso da nossa responsabilidade diante de tudo que a vida nos premeia né porque na verdade tudo isso é um grande presente Por mais difícil que seja a vida por mais eh desafio an que ela não seja né e não é nada perto do que a gente estaria lá no umbral né sofrendo penando com as nossas culpas e dores de consciência então sim a vida tá aí e e cabe nós assumir ela né de uma certa maneira nesse compromiss que a j tá colocando aí como um ato de responsabilidade que não é pega né is Ach Outro ponto importante Aqui estamos tendo oportunidade né você fala do um Brown aqui é a oportunidade de escrever diferente né E aí eu eu separei uma frase para vocês de em busca da verdade que a Joana fala assim que tem muito que você tá dizendo Gelson a vida humana é um hino grandioso que exalta a grandeza do Uno em toda parte nos convidando ao desenvolvimento do Deus interno dos valores adormecidos Então esse hino grandioso né que é a vida muito bonito e aí eu acho que a gente já entra no no no subitem subcapítulo né que você trouxe já a responsabilidade né que ela vai falando que a responsabil ela vai trazendo o que significa né no no dicionário responsabilidade que é a qualidade ou condição de ser mas ela vai trazendo assim os O que é mesmo ser responsável né então ela vai falando que é a responsabilidade pode ser já vou já vou trazer os itens e a gente desenvolve né a responsabilidade Pode ser deferida então ela deferida por alguém por alguma autoridade né que tem

vai falando que é a responsabilidade pode ser já vou já vou trazer os itens e a gente desenvolve né a responsabilidade Pode ser deferida então ela deferida por alguém por alguma autoridade né que tem uma autoridade legal sobre aquilo né E aí a pessoa segue aquele estatuto a autoridade é conquistada pelo amadurecimento psicológico pela conscientização é uma desculpe responsabilidade é um outro tipo de responsabilidade e ela vai TR tecendo né E aí esse segundo item ela complementa dizendo que a responsabilidade para ser verdadeira não pode compactuar com a delinquência nem ignorar os mínimos deveres Então ela resulta de fato do amadurecimento psicológico E aí eu acho que a gente vai desincumbindo disso né mas eu queria já trazer assim um resuminho né Eh Enfim uma uma frase que o espírito Hilda no vozes do grande além né psicografado por Chico diz assim há duas palavras com significação muito diferente na terra e na vida espiritual e ela diz uma delas é a consciência e a outra delas é a responsabilidade né no plano físico muitas vezes conseguimos sufocar a primeira que é a consciência e iludir a segunda temporariamente que é a responsabilidade mas no campo das verdades eternas Não será possível postergar isso né porque a a consciência vai nos revelar quem somos e a responsabilidade marca nos a Fronte com os nossos merecimentos culpas ou compromissos então a responsabilidade nos coloca diante né né do nosso compromisso com a nossa verdade a nossa ética com a ética do coletivo né E e aí é o que a Joana vai trazer mais à frente né dizendo que ela vai contemporizar né essa segunda responsabilidade conquistada pelo amadurecimento com uma de uma forma mais harmônica né Uhum eh nós vamos daqui alguns dias pra Alemanha sabe e eu fiquei pensando na história não sei se vocês conhecem a história do do Franz haen stater ele foi um austríaco história real ele era um ele era um camponês e ele e a comunidade foram convocados vocês vão lutar agora na guerra e ele Cristão disse não não irei

istória do do Franz haen stater ele foi um austríaco história real ele era um ele era um camponês e ele e a comunidade foram convocados vocês vão lutar agora na guerra e ele Cristão disse não não irei não lutarei por estes que querem agora re vindicar que nós lutemos por uma causa que eu não acredito e é interessante a história dele porque mostra uma responsabilidade moral perante a vida ele diz eu vou ser fiel até o fim a esses princípios sou cristão e toda a comunidade vai contra ele então a alma ela parece testada em certos limites entre a observância de costumes de regras de leis e uma consciência de responsabilidade que transcende e quantos não são os exemplos desse amadurecimento de uma consciência responsável ética e moral que muitas vezes reivindica o sacrifício e às vezes na literalidade como na história de França um sacrifício último não seria isso o arquétipo de Jesus a ideia da transcendência simbólica então de um sacrifício que ultrapassa as fronteiras do que está estabelecido e nos coloca num patamar de consciência perante a vida e de responsabilidade que nos torna às vezes intransigentes em relação a certos valores Então eu penso que Joan tá trazendo uma dião do desenvolvimento da Alma que é nós temos medo como teve né como teve Pedro ao negar Jesus nós somos tímidos n nós somos inseguros e muitas vezes a gente deixa de de sermos mais justos e responsáveis eh e a gente precisa fazer um movimento de crescimento em relação a isso tudo para que a gente por medo ou para o que vão pensar de mim se eu me posicionar o que que eu vou deixar de ganhar ou quem vai se afastar de mim se eu não seguir aquilo que estão pedindo que eu siga se a gente pensar nessa cena derradeira de Jesus sendo i a ser crucificado e os discípulos fugindo sou grande fugindo com medo é uma imagem Nossa da relação com o coletivo quando a gente abdica dos nossos valores da da nossa consciência moral da nossa responsabilidade ética perante a vida para simplesmente dizer não vou falar nada ou vou ou vou negar aquilo que eu

etivo quando a gente abdica dos nossos valores da da nossa consciência moral da nossa responsabilidade ética perante a vida para simplesmente dizer não vou falar nada ou vou ou vou negar aquilo que eu acredito então que a gente Pense um pouco sobre esse lugar da demanda um lugar que nos demanda uma atitude uma firmeza e que a gente pense sobre a nossa lealdade a Jesus né e na no encontro passado a gente comentava sobre a a importância de não fugir da vida né de poder ver a vida por inteiro a gente possa trabalhar nossas emoções e criar fazer um trabalho de de crescimento psicológico espiritual e agora a gente tá vendo aqui a questão da consciência e da responsabilidade dessa ética né Desse dever que pode ser um dever ligado à consciência coletiva né então nem sempre a ética do mundo né e a responsabilidade do mundo como tando da história desse austríaco que acho que teve um filme sobre não sei se foi sobre ele ou não mas que que que envolve de uma certa maneira essa eh responsabilidade realmente envolve consciência então assim como a a gente não pode compactuar com com esse estado de e comportamentos né inconsequentes e outro tipo de de jogos experiência né uma subserviência ao mesmo tempo a gente tem que às vezes eh me lembro do Santo suíço né o patrono da Suíça Nicolau de FL que ele foi militar Serv né foi tipo um governador da época né E tinha o dever para de uma certa maneira em relação ao seu Cantão como Conselheiro como juiz né então ele tá tinha uma responsabilidade né mas ele trocou tudo isso pela vida religiosa né E por uma outra responsabilidade então Eh de uma certa maneira essa responsabilidade como a Jo coloca aqui né Essa consciência responsável é uma de harmonizar a diz né a compreensão das necessidades dos outros com o dever que o mundo impõe então eh eh Porque tem uma tem essa lógica do amor e essa lógica também do que dá significado minha existência E essas duas lógicas estão na base também da responsabilidade diante da vida e do hem Então nem sempre aquilo

em uma tem essa lógica do amor e essa lógica também do que dá significado minha existência E essas duas lógicas estão na base também da responsabilidade diante da vida e do hem Então nem sempre aquilo que é determinado pela pela pela ética Social pela ética dos costumes né quanto aquilo que nos cobre quanto responsabilidade né é a mesma da responsabilidade espiritual né então isso a juda fala dessa dessa dessa rigidez dessa responsabilidade cega né que na verdade ve se utiliza esse jogo para esconder eh atitudes De egoísmo ou de interesses próprios de fragil né de como eu falei de subserviência não conseguir dizer ou não se colocar né porque a vida vai exigindo posturas Uhum E essas posturas e eh se a gente pensar que nós somos um grande Auto observador nossos né se nós cada vez que a gente eh cede a um desejo eh de uma instituição de algo né de Fora que não seja o que não alinhe conosco eh a gente tá eh descendo o degrau ao invés de subir né ou então estagnando né se a gente pensar que a gente não involui eh mas até que ponto Qual o preço que se paga né e é esse preço que vai ficar na nossa cabecinha né por muito tempo nessa atitude né por isso que ela ela vai trazendo essa questão da responsabilidade consciente ligada aos valores Eternos do Espíritos né então nós estamos querendo a pessoa quer agradar a quem né ainda tá numa fase muito primária de agradar o outro de fazer trocas né escambos como eram feitos antigamente né com com com o povo originário ela tá querendo que né Lógico que o povo originário trocava porque era interessante né mas era interessante pela coisa diferente que eles estavam vendo eram eram descobertas para ele né para eles mas essas trocas eh fúteis né da do do mundo atual né da atualidade onde se não se tem alma né trocas onde não não se coloca a alma e a vontade de viver eh nos levam para lugar nenhum e a Joana sempre fala isso né é uma construção de lugar nenhum né Eh é o ca-se sempre né sem se achar né ou perder-se sem cair em si e ela vai

alma e a vontade de viver eh nos levam para lugar nenhum e a Joana sempre fala isso né é uma construção de lugar nenhum né Eh é o ca-se sempre né sem se achar né ou perder-se sem cair em si e ela vai dizendo então que é eh o o a atenção dela né o o recado dela é sempre para que a gente Olhe paraa vida do Espírito Imortal né Isso aí é bom para minha vida da de de personalidade atual né ou é bom para minha vida de individualidade né do ser imortal que eu tenho e É nesse ponto que a gente tem que agir como eh Tiago trouxe a história desse suíço né a quem ele está servindo né a que Deus ele está servindo E é isso que a gente precisa sempre eh eh eh eh refletir né e e Lógico que dá trabalho né o trabalho com a amor né é uma dedicação é um tempo mas é um trabalho que nos rejuvenece a alma né que nos traz completude né e e nos afastarmos deste trabalho que tem alma né Eh nos torna vazios o Emanuel ele diz uma frase assim o amor começa onde termina o dever eu demorei um tempão para entender isso Sabe às vezes nós cumprimos nossas obrigações por um dever uma responsabilidade que vem de fora mas transcender esse lugar ele traz essa experiência de amorosidade então às vezes você cumpre fielmente né suas obrigações mas surge pessoas circunstâncias momentos que te reivindicam uma presença de alma para além daquele dever e esse é o lugar para parece que o amor se circunscreve e ele se estabelece então o amor começa onde termina o dever é o dever é a experiência de agir como se a gente fosse Virtuoso sem ser Virtuoso ainda né É então depois a gente chega na virtude e na virtude a gente eh age como se que amasse sem conseguir amar ainda at chega no amor que na verdade obra todas as virtudes daí né então é uma caminhada né E aí eu acho que tem duas coisas importantes que ela traz aqui uma é que a gente tem que também dimensionar o nosso grau de de de de de Lucidez de consciência de eh de capacidade espiritual para também não exigir de nós algo que não nos compete né que não não cabe a gente né Então existe um um

m dimensionar o nosso grau de de de de de Lucidez de consciência de eh de capacidade espiritual para também não exigir de nós algo que não nos compete né que não não cabe a gente né Então existe um um equívoco da gente ter uma uma desmedida e e e querer fazer mais do que do que do que a vida do que a nossa condições permite e a gente negligencia coisas importantes que são menores mas que são fundamentais em nossa vida então ela fala né dessa da pessoa se atentar a a letra ou a limite do estabelecido né Sem examinar a necessidade que ele apresentado ela fala da da compreensão verdadeira né tanto em relação às obrigações do mundo enquanto o dever do mundo enquanto também a minha condição para tanto né E aí ela fala quando a gente consegue chegar nesse lugar de de Equilíbrio né de compreensão da necessidade dos outros né dessa dessa desse lugar de uma responsabilidade com consciência que envolve a amorosidade on se torna pessoas pontte a tão interessante né ess tema que pessoas ponte pessoas que cria possibilidades né que que que que favorece o encontro que eh possibilita a passagem de de dessas margens divididas né no movimento de superar obstáculos e favorecer o engrandecimento de todos né Então essa responsabilidade consciente né Desse homens Pontes né Eh a fala dessa capacidade de juntar né Justamente a a a questão da justiça com a misericórdia né do dever com a poss de poderar o amor né Sim Tiago eu queria só contar uma história para vocês uma história que mexu muito comigo quando aconteceu que tem a ver com isso que que nós estamos conversando aqui E esse que você disse agora sabe gels eu trabalhei há muito tempo atrás numa unidade de meninos internados e um dia um menino desse pulou a cerca e fugiu era uma cerca baixa e aí aquela coisa da captura pegar o menino e pegaram ele trouxeram de volta a diretora pediu para falar com esse menino os colegas da segurança acreditavam que pela fuga dele ele seria duramente repreendido né condenado pelo ato e eu era assessor dessa diretora Eu

am de volta a diretora pediu para falar com esse menino os colegas da segurança acreditavam que pela fuga dele ele seria duramente repreendido né condenado pelo ato e eu era assessor dessa diretora Eu me recordo era um assistente social Eu lembro que ele entrou todos suard os pés sem chinelo suj de Barro né e uma zona rural E aí ela pediu conversando com ele muito calmamente né ela pediu que buscasse uma garrafa de água uns papéis e aconteceu a cena que ninguém esperava ela se ajoelhou na frente dele começou a lavar os pés dele e a gente sabe que cena foi essa né Ela é E aí ela porque por que que tu fugiu por que que tu fo por que que tu fez isso aquilo desarmou as pessoas os constrangidos foram embora da janela e o menino começou a chorar e aí eu pensei ela tá entrando em contato de forma verdadeira com esse menino para além do dever para além da responsabilidade para além do que a justiça humana demanda dela ela tá cuidando a alma do menino eu achei aquilo uma experiência muito linda e mágica sabe muito especial ter participado disso muito bonito mesmo É muito bem gente estamos no nosso tempo né o limite né o limite determinado por Cronos né que impõe também a responsabilidade de cada momento cada tempo no seu lugar né então an eh eu acho importante né eh o final só para para para para finalizar né que justamente ela fala assim que o ser adiciona ao conceito de responsabilidade os contributos do amor dessa forma identificando os melhores meios para agir quando pode e deve com consciência não se precipitando a tomar decisão quando deve mas não pode e quando pode mas não deve então acho bem bonito assim esse fechamento dela né que mostra a complexidade né e a beleza da vida nesse jogo né entre o poder e o dever o dever e não poder e o amor e as possibilidades né que que a vida impõe então que possamos seguir em frente né tendo essa sensibilidade de coração e o nosso compromisso nessa atitude cuidadosa para com a vida isso aí muito bem obrigado Cláudia obrigado thago e convidamos a todos

ue possamos seguir em frente né tendo essa sensibilidade de coração e o nosso compromisso nessa atitude cuidadosa para com a vida isso aí muito bem obrigado Cláudia obrigado thago e convidamos a todos então a continuar o estudo do Capítulo e três que vai trabalhar daí consciência e sofrimento e exame do sofrimento então nosso grande abraço nosso carinho por todos nosso Muito obrigado de estarem conosco participando desse estudo até a próxim obrigada gente tchau h

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