T8:E27 • Desperte e seja feliz • Orações solicitadas

Mansão do Caminho 28/08/2025 (há 7 meses) 1:01:06 212 visualizações

No episódio 27, Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Tiago Rizzotto estudam o capítulo “Orações solicitadas”, da obra Desperte e Seja Feliz, de autoria espiritual de Joanna de Ângelis. A prece é apresentada como força atuante na alma, capaz de promover consolo, sintonia espiritual e auxílio efetivo nas necessidades alheias e pessoais. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia

Transcrição

Estamos mais uma vez aqui reunidos, dando nossas boas-vindas para todos os nossos irmãos que nos assistem no Espírito Play, canal da mansão do Caminho, esse estudo da série psicológica Joana deângeles, neste momento aqui com a Guadalupe, o Thaago para trabalharmos o capítulo 27. orações solicitadas do livro Desperte e Seja Feliz. Então, um grande abraço a todos. Eh, nossa boa vinda também para Guadalupe, pro Thago, pra gente trabalhar esse tema da prece, das orações, que são tema sempre muito importante, né? E eu achei lindo esse capítulo dela, né? a gente pensa assim: "Puxa, né, o que será que a Jana vai trazer de mais de novo ainda de tanto mensagem que tem, né, sobre prece, oração? E ela realmente traz elementos bem bem interessantes em relação ao tema. Como é que vocês acharam esse capítulo? Como é que bateu em vocês? Vamos começar a pensar um pouquinho sobre esse material dela. >> Olá, pessoal. Thago Gelson, no primeiro momento, o capítulo é belíssimo e no primeiro momento achei interessante porque ele foi bem eh provocativo, provocador no sentido de trazer esse lado da oração solicitada e eh junto com esse comportamento que a gente traz ainda de outras outras épocas, terceirizando a nossa relação com a divindade. o nosso eh o nosso querer, o nosso o nosso poder em última análise, poder enquanto a nossa vivência espiritual. Então, achei que foi um um momento importante que depois ela vai eh passeando e trazendo outras questões eh belíssimas, mas para para nos trazer também a luz da consciência, eh, quando realmente eh se deve e se necessita de uma oração, a gente pode entrar nas questões de pressa intercessória, enfim, e quando isso é um comportamento eh infantil, eh, egocentrado de alguém que não se entrega a um lugar onde também tem que se colocar enquanto veículo de uma relação com Deus e consigo. Então, essa foi a primeira questão que me que eu achei muito bom ela trazer, né? Orar é como arar, é produzir valiosos recursos de sustentação do equilíbrio, nos ensinando que a gente

Deus e consigo. Então, essa foi a primeira questão que me que eu achei muito bom ela trazer, né? Orar é como arar, é produzir valiosos recursos de sustentação do equilíbrio, nos ensinando que a gente também pode, deve arar a nossa terrinha, né? Quando a gente precisar de ajuda, né? Vai pedir ajuda ali para Ará, mas que a gente também tenha essa esse compromisso em relação à oração e tudo que significa, né? E e só complementando assim essa primeira parte foi que de primeiro me tocou, porque ela traz, né, põe ali a nos chama atenção para esses comportamentos. é o fato de que muitas vezes a gente tem essa postura muito eh fácil e natural de conseguir tempo para ir à festa, de conseguir eh força de vontade para fazer uma dieta ou para ou para fazer um curso, para aprender, sei lá, alguma coisa, né? essas questões mais da persona assim, enfim, a gente consegue tempo, consegue força, consegue vontade, mas a gente pede, reza por mim, né? E não é o problema pedir, reza para mim, que bom que intercedam e que a gente tenha esse carinho, mas essa postura de terceirizar, né, de achar que não pode, não consegue. E eu não sei como é que vocês veem, né, esse aspecto dentro do de tantos belíssimos que ela traz aqui. >> Muito bem, amigas. É um prazer tá aqui de novo, né? E eu digo a vocês que lendo a primeira página, né, ela tem uma ela tem uma introdução sempre muito bonita, é muito tocante o que ela escreve. E ela tá falando de um tema que é o tema da oração, mas de uma maneira em que ela diz assim: "Vocês têm noção da intimidade com Deus que você desenvolve quando você começa o exercício? de contato com a vida, com V maiúsculo e com ele por meio da oração. E ela quando começa dizendo, né, quando se sobe a montanha, né, aspira-se um ar purificado. E esse respirar são metáforas muito profundas, né? Se respira, se oxigena, se percebe mais coisas que até então não se percebia. E é interessante que existe um livro de um escritor chinês chamado Gauchinan. É um livro que me tocou muito quando eu

né? Se respira, se oxigena, se percebe mais coisas que até então não se percebia. E é interessante que existe um livro de um escritor chinês chamado Gauchinan. É um livro que me tocou muito quando eu li, chamado Montanha da Alma. E é uma metáfora de um homem em busca de si mesmo pela China multimilenar. E ele tá procurando uma montanha. Ele vai ele vai subir nessa montanha porque no cume dessa montanha ele vai encontrar algo que é a montanha da alma. Mas nós não a gente não a gente não deixa de perceber que a jornada que ele faz é que dá um sentido profundo a essa ascensão. Então quando Joana passa a falar sobre uma prática, e aqui eu vou me permitir falar numa linguagem que é como eu me senti, é uma espécie de uma construção, de uma intimidade com Deus, né? é criar uma comunicação que transcende palavra, que transcende definições, mas que alcançam um sentir a partir desta exteriorização que é a oração. Então, é muito bonito o que ela fala. E lendo a primeira página, eh, me estimulou mais ainda a reconhecer a profundidade sagrada dessa manifestação do espírito em busca do divino em si e que se conecta com o divino acima. Os nossos estudos, por exemplo, de André Luiz, quantas vezes, André e os benfeitores recuperam a nós a lembrança, oração, contato, buscar a Deus, ter confiança, renovar forças e basta esse ato singelo, abrir a alma e se conectar com ele, com o nosso pai amado. Eh, eu achei realmente muito brilhante a forma como ela ela trouxe, porque ela passeia por todas questões que têm a ver com a questão da da prece, da oração, de uma certa maneira a gente já sabe. Então, ela começa a aquecer, né, nos atualizar e resgatar, né, a questão da prece. Ela fala dos seus tipos de prece aqui, a a a prece que pode ser para pedir, a a prece para louvar e a prece para agradecer. Então, eh que a prece realmente é um manancial, né, de recursos que ela pode ser utilizado para várias eh funções, né? Então, ela tá dizendo assim, né? Nós temos a prece em nossa vida. Ela a gente

er. Então, eh que a prece realmente é um manancial, né, de recursos que ela pode ser utilizado para várias eh funções, né? Então, ela tá dizendo assim, né? Nós temos a prece em nossa vida. Ela a gente é permeado, então por várias várias motivações para orar. E assim como tem três tipos de prece, né, tem também a tipologia do indivíduo, o tipo psicológico da gente, ou seja, cada um vai se usar dessa expressão conforme a sua natureza psicológica, né? Então ela vai trazer isso. Então tem aqueles que oram para agradecer, tem aqueles que oram para pedir, tem que ter louvar, mas mais do que isso, tem aqueles que pedem pros outros orarem, né? Te avidicam desse lugar. E e ela tá dizendo também além desse dessa questão que ela começa, então aos poucos introduzir para aprofundar ao longo do capítulo, ela também traz um outro ponto que é na medida que tu abdica de da de da desse exercício, tu abre mão de uma de um processo riquíssimo, que é justamente que ela tem vem trazendo aqui nesse texto anterior que que inaugura, né, o capítulo que que é escrito que que o o Thago falou, né, que que eh na medida que tu ora, tu vai acendendo espiritualmente com subir uma montanha, ou seja, tu alarga tua consciência, tu entra em contato com nível de realidade mais sutilis, mais puro, né, e assim por diante. E ela vai dizendo a importância da prece, não só como um ato de relação com Deus, mas como um trabalho psicológico, um trabalho de transformação interna, né? E ela vai mostrando isso, né? Eh, que que que não só, né? A gente movimenta perfumes se impregnando desse aroma. Não só a gente se enternece diante da comunhão e e desse sereno celestial que um nem fertiliza a nossa alma, né? Então ela vai dizendo assim, né? O quanto a gente fica impregnado por bênçãos que a prece nos oferece, mas ela vai mais além. Ela vai falando do trabalho de de transformação. Fala a prece, a oração docifica o ser, ilumina-o, acalma-o, renova-o, dá-lhe vida. Então, olha só a importância e que ela tá dando para esse processo

. Ela vai falando do trabalho de de transformação. Fala a prece, a oração docifica o ser, ilumina-o, acalma-o, renova-o, dá-lhe vida. Então, olha só a importância e que ela tá dando para esse processo profundo de trabalho interno conosco. A gente ora, então é feito um trabalho, a gente para, a gente se concentra, a gente se harmoniza, a gente se dispõe a uma entrega humilde, ou seja, há um processo acontecendo no ato de orar. E aí vem essa aquela frase que a a Guadalubi trouxe antes, né, que realmente é belíssima, que orar é como arar. Arar é preparar a terra, né? orar atuar a terra para preparar que a sementeira do bem, que os recursos valiosos que sustentam a nossa vida possam germinar e florescer dentro de nós. Então, olha só quanta coisa fantástica, interessante que ela tá trazendo aqui em poucas frases. Então, é muito, eu achei muito forte tudo isso, muito profundo. Ainda nesse texto, ela traz essa questão que também é muito bonita dentro da nossa realidade espiritual, que ela diz: "Embora a onda mental daquele que ora alcance quem necessita e a intercessão profecia e socorro". O ato pessoal de orar é poderoso dentro de elevação espiritual. Então aqui ela traz essa questão de que sim, a oração é tão forte, ela é tão divina dentro do que se é até difícil de explicar que se nós orarmos por alguém, isso vai chegar, né? essa onda, essa essa mensagem, esse acolhimento, esse alcance de cura, de de benevolência, de boas energias que vem da divindade vai chegar. Então, o potencial transformador da oração é é realmente algo que transcende eh as palavras quando a gente tenta eh falar um pouco sobre isso para aqueles que apenas pagam por uma prece, né, chegando, fazendo, parafraseando o tempo antigo por aqueles que não se permitem apenas eh sentar, né, e comungar com o criador e e realmente usar desse recurso eh como algo que nos tá sendo dado, mas que é tão é tão potente, tão transformador e e que às vezes a gente perde, né, porque pede para que outros façam por nós, né, e se alguém fizer, vai chegar,

rso eh como algo que nos tá sendo dado, mas que é tão é tão potente, tão transformador e e que às vezes a gente perde, né, porque pede para que outros façam por nós, né, e se alguém fizer, vai chegar, né? Claro que vai depender da, como ela fala mais adiante, do campo mental daquele que está, né, recebendo, enfim, mas a a oração realmente ela ela rompe, né, em qualquer barreira, né, e e por que a gente vai abdicar disso, né, esse convite que a mentora faz, né, >> tava eh ouvindo vocês enquanto eu lia, eu Eu eu lembrei dos da sabedoria dos alquimistas, né, que eh que a alquimia era dividida em vários processos que eram integrados simultaneamente. tinha o processo do laboratório, que é a experiência com os metais e com a matériapra e a experiência do estudo e a experiência do oratório, o laboratório, o trabalho e oração, né? E então todo alquimista, antes de começar com um processo de trabalho com a matéria, porque a matéria era sagrada, eles eles buscavam buscar libertar o espírito da matéria, né? Eles tinham que orar com a sua soro mística, com a sua irmã, né? De que era pessoa que estava ali trabalhando com ele. E porque ele fala do del concedente, né? Que não adianta fazer tudo direito se Deus não me conceder, né? a graça, a oportunidade. Então, e então e aí e o trabalho da alquimia é um trabalho de transmutação, de transformação. Então, isso me leva a pensar que não há como haver transformação e na matéria que somos todos nós, sem realmente o auxílio de Deus e do exercício da prece. Então, a prece como um dos instrumentos necessário para que esse processo de eh mudança e transformação ocorra dentro de nós. Isso é mais um um só uma imagem trazendo para reforçar tudo isso e que a que a befeitura tá aqui eh nos trazendo no no capítulo dela. Ah, gosto de pensar na ideia de uma espécie de uma nutrição da alma, sabe? Num processo nutricional o qual nós somos embebidos, nós somos eh nós somos, né, mergulhados. uma espécie de uma infusão, né, em que a oração se transforma nessa promoção de

ma nutrição da alma, sabe? Num processo nutricional o qual nós somos embebidos, nós somos eh nós somos, né, mergulhados. uma espécie de uma infusão, né, em que a oração se transforma nessa promoção de um campo, né, eh, psíquico, né, de um de uma de um de um campo fluídico em torno do qual nós estamos elaborando e buscando esse contato para que a gente possa, na ideia de o semeador que vai ampliando sua consciência perante seus compromissos, perante si, ele naturalmente passa a compreender suas responsabilidades perante a coletividade. Então, Joana, ao escrever isso aos espíritas, pode até parecer, mas os espíritas sabem que eles têm que orar a Deus, mas existe essa imagem, né, antropológica em nós da de que há sempre um outro a fazer esse trabalho. E na jornada cristã e até em outras expressões religiosas, a gente vê o direcionamento a certas pessoas que se colocam como especiais ou que são designadas em locais especiais para que elas sejam essa representação que nos conecta. são elas a fonte pro divino. E nós conhecemos a doutrina espírita no sentido de requalificar o nosso lugar como espíritos na nossa busca com Deus de uma forma direta. Mas aqui ela coloca algo que nós espíritas sabemos, que muitas vezes nós buscamos a casa espírita ou estamos em sofrimento ou alguém que amamos está em sofrimento ou algo está se passando e nós de alguma maneira queremos que alguém venha, seja capaz de tirar isso de nós. ao mesmo tempo que ela diz que isso é válido, no sentido de que às vezes a pessoa não tem os recursos ou não se percebe nesse lugar, aquele que tem pode vir um lugar de orientação, o lugar de dizer: "Você é capaz também. Cuidaremos de ti, estaremos contigo, mas você também vai aprender a cuidar de si próprio." E assim como a oração é um contato direto com Deus, tu também pode peregrinar este caminho e buscar esse contato para se fortalecer. Então eu vejo um senso em que ela tem muito um cuidado de dizer os processos, né, históricos relacionados à posição em que muitas vezes o crente, o indivíduo

e buscar esse contato para se fortalecer. Então eu vejo um senso em que ela tem muito um cuidado de dizer os processos, né, históricos relacionados à posição em que muitas vezes o crente, o indivíduo religioso foi colocado na posição de que eu não, eu não tenho merecimento, eu eu sou impuro, eu não sou capaz de fazer esse contato direto. tem que ter alguém que interceda por mim, mas ela recupera a ideia de que independente da nossa posição, se nós fazemos um movimento verdadeiro e pedimos cuidado, proteção, ajuda, amparo, eh nós somos capazes de beber nessa fonte, de tocar nessa fonte profunda, criadora, sagrada e que tá nos aguardando, né, que a gente faça esse movimento. F num ponto que eu achei muito bonito o jeito que muito interessante e e eu me lembrei muito da questão do quanto essa dinâmica ela traz um potencial manipulador quando a gente aproxima isso com a questão das seitas, né, e o quanto, infelizmente, hoje em dia, ainda em algum alguns lugares. Isso permanece um detentor do poder da oração, com seus fiéis ali eh embebidos em uma verdade que não é a divina, né? Então, alguém manipulando através do que se diz ser eh aquele que ora e que tem o canal com Deus. Então, como é importante eh o que a mentora traz e o que tu estás falando, Thaago, porque justamente isso todos nós temos esse canal, né? E assim, eh, eh, todos nós podemos aprender a discernir. Então, isso é muito importante que a gente também tenha essa consciência de, claro, né? Vai ter alguém que num atendimento fraterno vai nos instruir, vai ter alguém em alguns momentos que nós vamos estar mais fragilizados e e vamos precisar desse apoio. Mas acima disso existe um um poder maior que é a nossa possibilidade de de nos conectarmos diretamente com Deus, com a criação, através da prece, do recolhimento. E é importante que isso fique muito claro como a mentora traz, para que alguns de nós não caiam nessas armadilhas de fazer o que o outro diz, né? No sentido de pessoas equivocadas que manipulam o poder da fé e da oração, né?

fique muito claro como a mentora traz, para que alguns de nós não caiam nessas armadilhas de fazer o que o outro diz, né? No sentido de pessoas equivocadas que manipulam o poder da fé e da oração, né? ou de uma forma realmente perversa e maldosa ou até de uma forma inconsciente às vezes, mas mesmo assim colocando várias pessoas em um lugar que afasta da conexão ao invés de aproximar. Então acho bem bem importante mesmo esse ponto. >> Tem dois pontos importantes que isso estão trazendo que a professora é essa esse sentimento de incapacidade, né? foi eh restringido as pessoas que uma pessoa se autorizou, né, nome da religião de ser aquele que é portavoz de Deus, tem o poder de então orar pros outros e definir em nome do poder que ele tem o que é melhor pros outros. Então eu não me permito eu mesmo eh buscar, né, o contato com dividade. Não me sinto em que eu vou ser escutado ou reconhecido no no meu nos meus pedidos. E aqueles que queira abr mão disso por comodismo, por achar que são especiais, né, ou e que pagam, né, alguém para fazer isso, não porque se acham incapazes, mas porque são pessoas que tem recursos de dinheiro ou uma certa status, né, e que acho que Deus também tá a serviço deles, né, assim como tenho os serviçois, né, na corte, né, que que vem Então, alguém então vai também fazer serviço para mim de orar por mim ou ter esse papel de orar por mim para que eu possa alcançar os benefícios que Deus tem para me oferecer. Então essa tendência e a Juda vai falando que isso é histórico, né? que é um ataismo que vem no passado daquilo que se chamou de preces pagas, que acabam se generalizando na cultura religiosa do Ocidente. Não sei como é que é no Oriente, mas no ocidente sabe disso, né? E que de uma certa forma acaba então gerando um tipo de utilitarismo em relação a Deus, né? sem o compromisso do de fazer sua parte, que se estende não só para as preces, né, gente? A gente sabe isso no movimento espírita vai muito além das preces. Tem gente que vai na casa espírita só para buscar

compromisso do de fazer sua parte, que se estende não só para as preces, né, gente? A gente sabe isso no movimento espírita vai muito além das preces. Tem gente que vai na casa espírita só para buscar suporte paraas suas necessidades, né? e não quer saber de de eh reforma íntima, de do trabalho com de vigilância com pensamento ou de poder cultivar a reflexão e só vão na casa espírita em situações emisão para para tomar passe para um trabalho consigo mesmo de reflexão, de autoeducação, que é a proposta do espiritismo do de educativo. Vão lá para eh pedir pros espíritos, né? eh se livrar eles de alguma coisa. Então, o passe e a desobsessão também funcionam como essa bengala psicológica e e uma forma de não comprometimento consigo mesmo em relação a seu trabalho de transformação. Interessante, né, Gelson, porque se nós voltarmos aos Evangelhos, ah, a essência, por a essência da religiosidade, religiosidade israelita, né, depois judaica, ela trazia consigo uma gema preciosíssima de uma beleza, de uma poética, mas que em torno daquilo que foi se foi novelando e encaps sulando a expressão mais pura, né, por meio de ritos, certos rituais, foi distanciando a alma. E a gente pode colocar assim, né, numa numa numa num campo que que se contrapõe, né, a ideia de um compromisso de alma. Então, o indivíduo ele consegue sentir e ele consegue se envolver nesse processo por meio do qual ele tá buscando esse divino, buscando o sagrado em si. Mas há um movimento em que quando você mercadoriza ou você objetifica esse processo, isso foi levando a um processo social e religioso de distanciamento de fato da alma com o que é mais profundo, que a conexão com isso tá se buscando. Então, um meio pelo qual ele se torna a própria justificativa e isso anestesia ou a alma ou afastou a alma. Não sei se vocês se recordam, mas há um momento, vocês vão lembrar dessa passagem evangélica, né, conhecida de Jesus do templo, em que ele ele ele atua repreendendo, né, a lógica de mercatorização da fé. E é interessante que é uma das poucas

omento, vocês vão lembrar dessa passagem evangélica, né, conhecida de Jesus do templo, em que ele ele ele atua repreendendo, né, a lógica de mercatorização da fé. E é interessante que é uma das poucas passagens evangélicas em que ele é ameaçado de morte, porque ele tá tocando numa questão central que era como que o processo da expressão religiosa eh movimentava outras dimensões da existência humana, dimensão econômica, dimensão social. E ele tava tocando uma questão sensível, mas ele sabia que o que há de mais sagrado e profundo tá sendo, tá sendo ultrajado por meio desse tipo de oferendas. Então a gente pode pensar que alguém que nos no seu credo religioso pratica algum rito, ele pode sim conseguir se conectar. Eu acho que isso também é importante a gente colocar. Há uma obra de Manuel Fernando de Miranda, espírito, não me recordo qual delas, mas ele tá andando por uma cidade brasileira e vê uma luminosidade diferenciada saindo de uma instituição. E ele pergunta: "Que lugar é aquele?" Ele fala: "Ó, aquele ali é uma uma agremiação, né? uma gremiação protestante. Quem está ali dentro está conectado de uma maneira muito profunda. Aquele público tá conectado entre si, mas conectado com uma dimensão muito profunda por meio do louvor que eles estãoando. Então, ã, trazendo pra reflexão do texto, passar para você essa palavra, não estendendo tanto, a Joana fala assim: "Esses recursos, em algum momento eles esvaziaram a alma da sua capacidade de por si chegar ao divino". E é importante resgatar esse lugar em que todos nós somos protagonistas. Então, a ideia de como ser mais agradável a Deus, como tá no livro dos espíritos, como se aproximar mais de Deus, é por excelência como nós nos sentimos, o como a gente se promove como alma nessa conexão. Todo o resto são apenas adereços, às vezes pode ser veículos para manifestação anímica, mas que por excelência é uma é algo que tá dentro de nós que foi ofuscado. ao longo da história vem sendo eh prejudicado e nós precisamos recuperar

s vezes pode ser veículos para manifestação anímica, mas que por excelência é uma é algo que tá dentro de nós que foi ofuscado. ao longo da história vem sendo eh prejudicado e nós precisamos recuperar esse protagonismo desse lugar, porque estar com Deus, como fala Joana, é um movimento precioso, iluminativo, dcificador, né, libertador. Então, é muito importante esse processo, né? É interessante que ela ela ela ela lembra, né, que Jesus eh recomendou que nós orássemos uns pelos outros. tem esse caminho cooperativo, esse caminho realmente a gente tá aí numa grande família, num processos de de de auxílio e de poder tá sensível à dor do outro e que nós podemos então realmente endereçar um bom pensamento, uma prece, né? Então isso nos é dado e é importante. Mas ela falou, ela se lamenta. Olha, é uma pena. aqueles que abdicam desse lugar da prece, né? E e acho que só o outro possa interceder por por ele, mesmo que a justificativa seja de que, ah, eu tô muito fragilizado, eu tô muito deprimido, eu tô, né, não tem condições, nãoé? E ela fala que isso eh não se justifica, né? independente do estado de alma que a gente se encontra, que justamente, e ela vai explicar isso de maneira muito clara, assim, e maneira bastante abrangente, né, que justamente a o movimento de oração é realmente um trabalho psicoterapêutico, de cura, né, e que vai justamente ao encontro de poder quebrar com essa condição inferior, emocionalmente frágil ou de sem perspectiva e sintonizar a pessoa com forças positivas dentro dela e também a partir de de desse amparo espiritual que venha a em seu favor, né? E ela diz, a prece então produz harmonia, produz harmonia, produz claridade mental e vai fixando em nós, né, esses elementos positivos. Então, puxa, então é justamente a pessoa que tá frágil e que tá debilitada espiritualmente, que precisa orar, né? Então ela dis, não abdique disso, gente. Ainda prece realmente um um um manancial, uma riqueza, um um instrumento valioso aí, né? Porque porque ela vai falar ali, quem ora

mente, que precisa orar, né? Então ela dis, não abdique disso, gente. Ainda prece realmente um um um manancial, uma riqueza, um um instrumento valioso aí, né? Porque porque ela vai falar ali, quem ora leva-se a Deus e penetra-se de bênção. Então é como que realmente não só abrisse uma nova perspectiva, mas constelasse, né? Eh, mobilizasse essas forças dentro e fora de nós em favor de nós mesmos. Então é um processo realmente psicoterapêutico. >> Ela segue ela segue trazendo essa questão que é é um pouco triste essa dinâmica, né? Que bom que ela chama atenção, mas transferindo a oportunidade, né? A o ser então se nega à conquista do equilíbrio emocional e da plenitude espiritual. E mais adiante ela vai então trazendo esse comportamento como desistência do esforço pessoal. Complicado, né? É assim, que bom que ela nos chama atenção para isso. E o quanto alguns de nós talvez não se deem conta que estão perdendo essa oportunidade única e estão desistindo de si mesmos, né? Eh, agora, eh, seguindo um pouco, eu achei também interessante, acho que a gente pode ampliar um pouco, que ela traz a necessidade e a beleza da oração, tanto na dor quanto no que ela traz aqui como sucesso, né? né? Então, nos momentos de dor e nos momentos felizes, a oração é igualmente importante, eh, necessária e tem o seu valor, até porque se a gente for trazer, né, um pouquinho mais a oração, ela é justamente essa conexão, não é, com a divindade, eh, e conosco, né, e com todo, enfim. Mas eu achei interessante que ela traz isso e ela tira, ela coloca no campo da dor, mas ela amplia e mostra que não é só na dor, né? Quando a dor se apresenta, a oração é veículo mais eficaz para suportar e superar. fazendo isso que o Gelson tava, né, nos colocando de que o quanto ela é a oração também, esse lugar é psicoterapêutico e de e de uma força interior. ainda mais cria esse campo de paz no qual a alma se fortalece e se inspira e depois ela traz então, né, esse contrap, não contraponto, mas amplia igualmente

coterapêutico e de e de uma força interior. ainda mais cria esse campo de paz no qual a alma se fortalece e se inspira e depois ela traz então, né, esse contrap, não contraponto, mas amplia igualmente quando o sucesso e os resultados felizes se apresentam, a oração de louvor como de gratidão exterioriza o júbilo e prolonga a sensação de felicidade, porque mantém então esse intercâmbio de energias. E isso também me parece tão importante que a gente seja lembrado, porque e aquele livro Psicologia da Gratidão é é belíssimo, né? Mas o quanto eh será que a gente realmente agradece, realmente se se rejubila, realmente louva, né, a Deus quando tá tudo bem, né? Como é que como que é isso em nós? Às vezes a gente parece que esquece. a gente, eu sempre tô generalizando, né, um comportamento, mas então é é aquilo, quando eu tô com dor, eu lembro da oração. Quando tá tudo bem, é interessante que quando tá tudo bem, que nós deveríamos então estar mais conectados ainda, às vezes a gente se afasta desse lugar e vai para um campo onde eh vive na superficialidade ao invés de aprofundar na transpessoalidade, né? Muito bom. Ah, nessa parte do texto em que ela passa a fazer uma espécie de um desdobramento da ética cristã por excelência na relação com outro, como que, apesar, né, da necessidade de estímulo e de esclarecimento de que todos nós temos capacidade de buscar e desenvolver a oração como um instrumento de autoaprimoramento, de autoconsciência e de busca com Deus. Ela fala tudo que você puder fazer pelo outro, faça na casa espírita, na visita um doente no hospital, alguém que pede o passe a você, alguém que solicita uma oração porque não está bem, é da ética cristã o auxílio, esse impulso, né, de cuidado. ao mesmo tempo ela vai tecendo a ideia, mas ainda assim convoque esse, traga esse para esse lugar para contigo compreender, né? Eu vou usar aqui uma uma expressão que é interessante, né? Orar tem um que é deícia pra alma. Tem algo que são os prazeres da alma e a gente precisa começar a cultivar esse

ra contigo compreender, né? Eu vou usar aqui uma uma expressão que é interessante, né? Orar tem um que é deícia pra alma. Tem algo que são os prazeres da alma e a gente precisa começar a cultivar esse processo. Eu concordo contigo, querido. Quando nós estamos bem, a gente pede que Deus venha nos ajudar. Quando a gente eh conquista alguma coisa, de fato, às vezes a gente esquece muitas vezes lembrar que Deus é participante desses processos, né? Talvez seja uma questão muito egóica nossa de ver conquistas, os nossos sucessos, uma perspectiva muito imediata de que eu conquistei quando na verdade a vida com V maiúsculo não nos pertence. Então, tem o nosso esforço, tem a nossa marca, mas sem dúvida há uma sustentação, a um cuidado em torno de nós. E nós temos que ser muito gratos a esse processo, né, por meio da da expressão da oração. Eh, eu gosto muito da ideia de recuperarmos, sentir por meio da oração. Às vezes as orações são são colocadas de uma forma muito automática, muito mecanizadas e que, por exemplo, alguém tá numa sala de passe, se ele se vê nesse lugar de, poxa, eu percebo que minhas pressas são muito mecanizadas, ele ele talvez não esteja dando conta que a potência que ele pode ter de auxílio naquele momento pode ser melhor qualificada, se ele melhor se conectar de coração. pelo sentimento, né, com Deus. Então, há um há um eu vejo que Joana tá nos convidando a esse lugar relacional com Deus, um lugar sensível, um lugar muito importante, uma forma de expressão que nós muitas vezes nos esquecemos do nosso dia a dia. Às vezes diante de um conflito, será que às vezes orar para evitar o impulso? Será que diante de uma discussão, uma uma oração naquele momento rápida não pode ser um ponto de inflexão para que o conflito possa ser atentuado? Então, a oração ela é um instrumento do ponto de vista prático e dinamiza forças importantes para nós quando nós nos sentimos constrangidos, né? Não é só no solelóquio, não é só sentado no banco da casa espírita. Eu acho que em todas as circunstâncias da

prático e dinamiza forças importantes para nós quando nós nos sentimos constrangidos, né? Não é só no solelóquio, não é só sentado no banco da casa espírita. Eu acho que em todas as circunstâncias da vida, nós podemos estar articulando essa expressão para que a gente possa ir fortalecendo essa musculatura espiritual, né? >> Com certeza, né, Thaago? E então eu acho que fica muito claro aqui no texto da benfeitora que orar sempre é uma boa, independente do se é para agradecer, se é para pedir, para louvar. que eh orar sempre é uma oportunidade abençoada. Me parece que que a oração foi nos dada, né, para a gente poder realmente ter nela vivência de um lugar de transpessoalidade, ou seja, um lugar que nos leva para uma dimensão para além dos limites da nossa realidade consciencial. Eu posso ver na oração outra condição que ainda eu não consigo me perceber ou conquistar. E aí na comunhão com o divino, eu sou e eu me experimento num outro lugar, num plus de energia, de pertencimento, de comunhão, de vitalização, de percepção, de sentimentos, né, até chegar até o êxtase, né, que são pessoas que conseguem nação chegar até no êxtase ou de calma, que eu nesse momento não podemos Então, a oração te coloca numa esperança, numa numa experiência eh transpessoal, né, e que te eleva em todos os sentidos, mesmo quando a gente agradece, a gente lembra de agradecer a Deus, né? sempre é é uma uma boa. E aí ela diz, então tu pode orar também por um pro teu irmão. Tu pode colaborar e fazer do teu do teu amor, da tua intenção, do teu pensamento, um ato em direção ao que à aquele que tu ama ou aquele que necessita de um de um momento de apoio. Mas ela faz a ressalva, mas não cria essa falsa imagem de tu seres aquele que alimenta no outro a referência do apoio do suporte, né? Que tu seja um um eh que as pessoas te encomende prece, né, numa numa atlacionar e tira do outro essa oportunidade de viver também. né? Então, e e de criar dependência no outro, o papel no tua não é criar dependência no outro, então o papel

ncomende prece, né, numa numa atlacionar e tira do outro essa oportunidade de viver também. né? Então, e e de criar dependência no outro, o papel no tua não é criar dependência no outro, então o papel solidário de orar, de ajudar é é muito importante. Mas, né, vamos convidar o outro para orar junto contigo. Olha, eu vou orar por ti, meu irmão, né? Quem sabe então no dia tal, quando tiver orando por ti, tu também se concentre, né? E nós dois juntos vibramos em teu favor, né? para que a pessoa possa realmente ser promovida e oportunizada, né, nessa coisa, nesse espaço, nesse momento precioso que é preceo, né? Então, tu tira do outro essa oporidade também. Então, tu pode orar, tu pode interceder, mas no sentido também de promover eh que o outro possa construir esse caminho, esse exercício na vida dele. >> Não cria a classe dos intercessores, né, que induzem os necessitados a desistência do esforço pessoal, né? Bem interessante isso que a gente lê. que é bem comum, né? Ai, vai no centro espírita, né? Põe o nome lá os encarnados, problema nenhum, como a gente tá falando, né? Não é essa questão, mas é despotencializar alguém que vamos lá, né? Né? fica junto aí, porque realmente o mundo que se abre é um mundo de puro amor, de acolhimento, de oportunidades, de percepção, de que de que se é ouvido por por um lugar que é maior do que nós, mas que nos sustenta. Então, eh é importante que a gente tenha essa consciência para não se potencializar também o que nos chega, né? Pelo contrário, acho que é importante, né? e e trazendo, continuando com assunto, mas trazendo lá mais pro final, eh, encoraja o a sair desse emaranhado de problemas psíquicos, né? Então, é encorajar também aquele que a gente acaba sendo eh até aqui a frase é assim, né? Ora, desse modo, ajudando aquele que sofre, no entanto, encoraja-o a sair do maranhado de problemas psíquicos e, orando ele próprio restaurar sea. Então esse lugar realmente da gente também conseguindo, né, se nós conseguimos já dentro das nossas possibilidades uma

o a sair do maranhado de problemas psíquicos e, orando ele próprio restaurar sea. Então esse lugar realmente da gente também conseguindo, né, se nós conseguimos já dentro das nossas possibilidades uma conexão com Deus, com essa vida maior, que a gente multiplique, né, e encoraje o nosso irmão ao mesmo tempo com a prece intercessória quando necessária, mas que também perceba que que esse lugar é para todos, né? Eu lembro quando eu lia e estudava a revista espírita, eu gostava muito de ver as comunicações e Kardec e aqueles que se comunicavam com os espíritos, diziam assim, diante de um espírito muito atormentado, muito perturbado, irritadiço, ele dizia assim: "Você permite que a gente ore por você?" E ele tanto faz, pode ser. Aí passava-se uma semana, o espírito, eu estou mais calmo, queria agradecer pelas orações que fizeram por mim. Então o alcance que tinha, né? E essa essa passagem que tu leu, querida, ela é tão importante. Eu me recordo, tu foi lendo, né, esse trecho importante de que eh a gente estimular a pessoa a se encorajar, encorajar a pessoa a sair desse mananhão de problemas psíquicos, ela própria se restaurando o seu equilíbrio pela oração. A revista espírita tem um caso muito interessante de uma médium chamada senhora godô, que era uma médium de ambas capacidades psíqu psíquic mediúnicas. E o que acontece é que o caso dela se transforma num num quadro muito grave de obsessão. E aí o Kardec vai narrando que chamaram um grupo de magnetizadores, o quadro só se agravou e aí chamaram o Kardec, eu e o e o grupo dele. E aí foram investigar o caso e aí dizinho para ela: "Irmã, você precisa fazer o seu esforço também dirigindo o teu pensamento a Deus e pedindo um para um paro a ele." É o que ela respondia: "Eu não me sinto digna" disso. Estou nessa condição agora ou se por por uma falha minha e eu tenho vergonha de pedir isso e isso criou armadilha porque ela não conseguia se desvencilhar do espírito porque ao mesmo tempo não conseguia fazer a oração. E quando eles

por por uma falha minha e eu tenho vergonha de pedir isso e isso criou armadilha porque ela não conseguia se desvencilhar do espírito porque ao mesmo tempo não conseguia fazer a oração. E quando eles convencem ela e ela se permite fazer a oração, começa o processo de desligamento espiritual daquele espírito. Então há um lugar muito importante em nós. Há um lugar essencial em nós. Eh, vou vou permitir contar uma experiência para vocês. Durante os longos anos eu trabalhei em grupos mediúnicos, eu me recordo de um senhor que ele ficou muitos anos sendo atendido e era um caso muito grave e ele não cedia. Não fez nada de errado, não aceita essa perseguição e e o caso só se agrava. Por mais que a gente pedia a ele para que ele pudesse respirar e cuidar um pouco de si, quem sabe orando por ele e orando por esse espírito, ele não, ele não aceitava, não aceitava. E foi uma, foi uma pessoa muito amarga. E um dia ele desapareceu. Anos depois, numa outra casa espírita, eu tava indar um passe, vi ele e vi ele conversando, sorrindo, vi ele entretendo um diálogo com as pessoas. Pensei: "Melhorou? Eu não sei o que aconteceu, mas eu tenho quase certeza. Em algum momento ele parou, cansei. Lutar tá me ferindo muito. Eu acho que ele baixou as armas. Quem sabe orou a Deus e encontrou um caminho de pacificação. Então, oração, amigos, é um caminho de libertação. E vamos colocar isso. Tem os processos obsessivos. Nas nossas dificuldades autoobcessivas também a gente pode pensar na da da oração como um caminho que nos traga perspectivas novas de nos olharmos, de nos sentirmos. E é isso. Eu acho que é um caminho importantíssimo para nós. >> É tanto é, né, Thago? que ela vai colocar aqui no meu da página 119, no início assim da página, quando a dor se apresenta sobre qualquer forma, a oração é o veículo mais eficaz para suportá-la e superá-la. Então, olha só, é o veículo mais eficaz, dizendo, é um veículo eficaz que é o mais eficaz. Então, olha só que interessante, né? E aí a gente, ela tá

o veículo mais eficaz para suportá-la e superá-la. Então, olha só, é o veículo mais eficaz, dizendo, é um veículo eficaz que é o mais eficaz. Então, olha só que interessante, né? E aí a gente, ela tá dando uma noção muito bonita que ninguém tá desamparado sozinho, né, com, né, que existe formas da acionar, né, a forças curativas em nós e em torno de nós, que é que que é que é o movimento divino é de amor e de sustentação e que a prece é eh é é o ato humilde dizer, eu preciso, eu preciso, né? E eu, e eu eu acredito que eu posso ter a partir dessa dessa prece essa força que eu tô precisando, né? Então, tanto é que quando a gente faz o estudo da da das ondas de pensamento na questão da prece, existe duas dois movimentos que te levam a a chegar teu pensamento lá, né, no alto, quando tu ora, com devoção e vibra, né, com ondas curtas e intensas através de uma eh sintonia superior, né? Movido pela fé, pela vontade, pela entrega, né? E aí a a prece tem uma força de de levar e atingir regiões eh superiores ou quando tá tu tá em desespero, né? E pede, né? Que que é como que fosse um grito, um grito de de busca de ajuda, né? Então, olha só que interessante, né? nesses dois momentos a prece tem forças eh maior de de de se projetar pro alto. Que mecanismo maravilhoso que Deus nos possibilitou, né? E e que mostra que que a gente não vai que a gente não tá isolado e não deixa de ser escutado, né? que a qualquer momento se a gente realmente, seja na dor do desespero ou na vibração positiva do nosso pensamento, tem sempre ali uma resposta dos céus, da espiritualidade em nome de Deus. São preces, como ela ela fala, fala, né? Eh, todo mundo sabe orar, todo mundo consegue orar. Não é uma questão da palavra, da forma, mas realmente dessas forças da alma se unirem ali consciente ou inconscientemente em uma conversa que que vai muito além das palavras que são proferidas. Então isso, né, que que não fica essa ideia, ah, eu não sei orar, né? só silencia e e e te entrega, né, seja pelo pelo amor ou

e em uma conversa que que vai muito além das palavras que são proferidas. Então isso, né, que que não fica essa ideia, ah, eu não sei orar, né? só silencia e e e te entrega, né, seja pelo pelo amor ou pela dor. E a gente acaba transitando entre esses dois muitas vezes, mas vai muito além das palavras. É uma questão da da conexão mesmo. >> Uhum. Eh, eu fui ouvindo vocês aí lembrando umas coisas interessantes assim sobre prece. Eh, as pessoas podem se perguntar: "Mas toda a prece é atendida? Toda a prece feita de de coração pros céus, pros espíritos, ela é ela é acolhida? É acolhida, gente. Para quem duvidar de mim, vocês vão ler o livro entre a terra e o céu, espírito André Luiz. que é uma uma obra magnífica sobre como que os pedidos de intercessão eles são acolhidos do mundo espiritual. E é um livro tão bonito que o livro começa com uma menina numa casa com muitos problemas, ela fazendo uma prece paraa mãe desencarnada e de mãe, volta para casa, estamos com muitos problemas, vem nos ajudar. O que a menina não sabia é que quem tava causando os problemas da casa era a mãe. A mãe era o espírito, tava obsediando um processo complicado. Aí vem a pergunta: "Ué, mas ela não fez a prece paraa mãe?" É, mas a prece é ouvida no céu. E aí a equipe espiritual, né? Eles peg receberam esse essa súplica dessa menina. E a obra é um desdobramento de que tudo que aquela menina pediu foi sendo trabalhado e cuidado no curso dos anos que se seguem até o término, né, da obra. O que é bonito nesse processo, amigo, é que não sei se vocês sabem disso, né? uma informação que eu vi uma vez muito interessante, o Chico ia São Paulo fazer de saúde. No dia de madrugada ele pediu pros para quem tava recepcionando ele, ó, eu preciso de madrugada isso, eu tenho que ir nesse lugar aqui em São Paulo. Mas Chico é são 2as da manhã, eu tenho que ir aqui, mas Chico é do outro lado da cidade, eu tenho que ir aqui. Quando chegaram na rua, Chico pediu que eles esperassem, ele desceu do carro, foi em frente a uma

o é são 2as da manhã, eu tenho que ir aqui, mas Chico é do outro lado da cidade, eu tenho que ir aqui. Quando chegaram na rua, Chico pediu que eles esperassem, ele desceu do carro, foi em frente a uma casa, começou a rezar. E aí o pessoal, o que tá acontecendo? Um dos que tava no carro queou até lá foi até chive o que que tá acontecendo? Eu acabei de terminar a psicografia da obra entre a terra e o céu e aqui mora a família. Eu vim agradecer a eles pela bênção e terem dado a história deles para vir a lume por meio da minha da minha mediunidade. Bonito isso, né? Então a obra começa com a peste femina. E pensando Chico, orando, agradecendo aquela família. É um circuito bonito, né, de de oração, de cuidado múlo, né? Impressionante, né, a gente ver, né, quanto realmente a prece eh envolve essa dinâmica psíquica e amorosa que é constante, né, na na dinâmica do universo, né? Então, e me parece que ace também uma forma de revelar a própria lei do amor, que que a gente tá todos integrados, né, interagido numa num jogo cooperativo. Então, e a prece é uma maneira de poder exercitar isso tanto em nosso benefício qu em benefício do outro, né? E aí realmente vale, né, a a a sinceridade de coração, né, para quem tu manda a prece, né, com uma criança, né, na pessoa que a mãe podia ajudar, mas eh o pedido dela era sincero, ela tinha essa entrega espontânea, né? E ela dá a o exemplo de Jesus, né, que ele também não abdicou, né? ele que é, ele é esse, esse homem por inteiro, né, pleno, eh, o arquétipo do homem integral, né, aquele que chegou num lugar que que todos nós almejamos, né, e ele não deixava de ter esse momento de comunhão com Deus. Ela faz esses dois momentos no Tabor, no Getsamin, né, que no momento ele se entrega numa oração, entrega e se transfigura, né? Eh, e depois ele se fortalece quando tá o testemunho no para o holocausto. Então, olha só, né, Jesus dando um exemplo que que nesses dois momentos extremos, né, de de comunhão festiva com Deus. E nesse momento de luta e de

rtalece quando tá o testemunho no para o holocausto. Então, olha só, né, Jesus dando um exemplo que que nesses dois momentos extremos, né, de de comunhão festiva com Deus. E nesse momento de luta e de eh testemunho que ele vai ter que dar num momento de dor extremo que ele vai testemunhar o seu amor para por nós, né? Então esses dois momentos aí a prece como algo essencial na vida do Cristo. E aí mais alguma coisa para fechar o nosso estudo? Eu eu queria só fazer uma lembrei uma coisa acho que importante compartilhar. Nós estamos vivendo novamente, né, um momento muito conturbado no mundo em que temos a uma se avizinham e acontecem já problemas muito graves no campo das guerras. E é interessante que durante a Segunda Guerra Mundial, o Emanuelou a mensagem pelo Chico, foi publicado na revista Reformador. E é interessante que o Emmanuel não fez uma análise geopolítica, ele não fez uma uma análise socio-histórica. A mensagem que ele tinha sobre a guerra era convidando o povo brasileiro a orar, a vibrar pela paz. e tava convidando que as almas pudessem, né, transpor de si para fora toda uma potência pela oração de amorosidade, de pacificação, nós sabemos como ficam conturbados, conturbada, né, a psicosfera em torno de sítios e locais e que são fulminados, né, pelas guerras e pelas catástrofes. Então acho que hoje eu posso pensar, eu não posso fazer nada, eu não posso pegar um avião, ir para Gaza, eu não posso ir pra Ucrânia. É, mas aquilo que a gente a distância não pode fazer fisicamente, a gente alcança por aqui, fortalecendo, né, e cooperando para não criar mais animosidade, porque às vezes nós coletivamente somos mobilizados às vezes a certas expressões afetivas e certas mentalizações que elas elas cooperam por uma amplificação de processos, né, que acontece no campo físico. Então a gente tem um pouco mais de cuidado. E a oração é esse elixê, né? Ela pode ser essa medicação poderosa para que a gente possa à mesma distância tá cooperando com dramas que precisarão de tempo, mas que possam receber nossa

is de cuidado. E a oração é esse elixê, né? Ela pode ser essa medicação poderosa para que a gente possa à mesma distância tá cooperando com dramas que precisarão de tempo, mas que possam receber nossa cooperação de uma forma doce, de uma forma generosa, despretenciosa, mas muito amorosa, né? né? Te lembra também aquele trabalho maravilhoso que há muitos anos de vem falando, né, fazendo o movimento a paz, né, que um trabalho fantástico também de realmente buscar, né, essa cooperação de pensamento, de atitude interna da gente, né, vibrando for da paz, enquanto a prece é um elemento necessário dentro desse processo todo, né? Muito bem. Agradeço ao Thiago e a Guadalupe pela colaboração preciosa, né, no nosso estudo. Já convidando nossos irmãos a estarmos conosco novamente para o capítulo 28, mecanismo da evolução. Agradecemos a todos pelo carinho, pela cooperação junto a esse estudo e por estarmos juntos nesse trabalho maravilhoso que a benfeitura nos oferece. Até a próxima. Então, que Jesus nos abençoe.

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