T7:E4 • Autodescobrimento • O Ser real (parte 3)
Neste encontro, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Tiago Rizzotto discutem o último tópico do capítulo um, intitulado "Problemas da Evolução", do livro "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", escrito pela autora espiritual Joanna de Ângelis. Este capítulo é reconhecido por sua densidade e complexidade. No último item abordado, a benfeitora explora os desafios inerentes ao processo evolutivo, destacando sua complexidade e os diversos embates e desafios enfrentados pelo Espírito. Ela utiliza a metáfora da semente que precisa romper o casulo para florescer, relacionando-a ao desenvolvimento espiritual. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #serreal #evolução
alô amigos bem-vindos a mais um encontro da série psicológica jo de Ângeles onde estamos estudando o livro autodescobrimento uma busca interior hoje estaremos com a Cláudia o Tiago para trabalhar o último item do capítulo que fala sobre questão do ser real a gente já viu a complexidade da da energia a interação espírito matéria e hoje vamos ver problemas da evolução que fecha o capítulo então bem-vinda Cláudia bem-vindo Tiago para mais esse encontro nesse último item eh que é um capítulo denso e complexo e bonito né e nesse último item então a benfeitora vai trazer Justamente esse problemas de evolução dando né Para nós essa ideia do quanto esse processo é complexo e envolve vários embates desafios para o espírito né então ela começa aqui com uma imagem bonita da semente né essa semente que tem que desabrochar romper o casulo né que ela tá presa a partir de estímulos de uma certa maneira movimentar pela humidade pela Terra ao mesmo tempo esse Anseio para ser o que ela realmente é na sua essência né e de uma certa maneira depois a Joana vai fazer uma relação com o espírito Então eu queria abrir o nosso a nossa reflexão A partir dessa imagem convidando vocês a começarem então a a trazer suas colaborações a respeito da proposta da benfeitora bom é me chama atenção uma coisa é interessante que a a Joana ela Escolhe um conceito um um substantivo semente e são incontáveis as mensagens dos Espíritos quando eles V falar sobre o processo do desenvolvimento da Alma O que que é esse desabrochar esse frutificar esse Florescer é uma metáfora muito presente em especial na coleção evangélica de Emmanuel mas outros espíritos também aparecem traduzindo o que é esse movimento que é um fatalismo né A Joana Traz essa ideia de algo que vai acontecer vai desabrochar às vezes demorando um pouco mais de tempo porque o tempo da alma é um tempo tão singular para cada um de nós mas me encanta muito essa metáfora porque uma representa algo da com a própria representação de Jesus quanto a ao ao Grão de Mostarda que representa né
alma é um tempo tão singular para cada um de nós mas me encanta muito essa metáfora porque uma representa algo da com a própria representação de Jesus quanto a ao ao Grão de Mostarda que representa né a perspectiva de fé e que eh para quem não conhece o grão de mostarda é de minuto ele é muito pequenino mas mostra o potencial do que alma é capaz de de construir e fazer n em torno de se própria Então eu queria começar só compartilhando essa ideia dessa Bela metáfora que a nossa querida mentora nos traz é que bom bom est com vocês novamente e e ainda nessa metáfora né nessa imagem da semente eh como a gente como é bonita essa essa metáfora né da semente porque para semente romper há sofrimento né se a gente pensar que é o sofrimento né A transformação ela se dá a partir de uma revolução de uma modif ação né de um status para outro a gente pensa que essa semente ela para se transformar em fruto né em flor uma árvore né Eh Ela precisa passar por isso né por essa transformação ela precisa romper esse casulo que a reveste para que possa Então se se eh para que possa se revelar o seu interior aquilo a que ela veio para que possa se revelar a sua vocação a vocação de ser fruto a vocação de ser Flor né para que possa se revelar a vocação de ser alimento de ser um vegetal né um grão que nutre então eu fiquei pensando né Eh novamente Caminhando com vocês e com a Joana né nessa nessa imagem como é importante que a gente passe por esse processo né a mentora vai falar ainda no decorrer desse subcapítulo dessa trajetória de se revelar né de se deixar romper com dor né porque toda a transformação ela passa por um trabalho e o trabalho se reveste disso de uma dedicação de uma transformação né de um suor de uma labuta né de um investimento então a gente a semente passa por isso né ela precisa labutar romper o casulo para que possa eh revelar a sua vocação E aí a mentora nos fala nesse início aqui né Para que desenvolva os fatores adormecidos né Ela precisa passar por vigorosas transformações celulares né e a gente no
que possa eh revelar a sua vocação E aí a mentora nos fala nesse início aqui né Para que desenvolva os fatores adormecidos né Ela precisa passar por vigorosas transformações celulares né e a gente no decorrer da nossa vida atual né a gente era um um óvulo um espermatozoide que se uniram e quantas transformações celulares se deram para que a gente se revele hoje né na nossa potência né de de vida de encarnados eh fazendo todo esse esforço que a gente vem fazendo para revelar a Nossa vocação né a nossa missão nessa vida atual com todos os desafios que a gente vem e vai enfrentar é muito interessante né porque de uma certa maneira esse processo né evolutivo ao mesmo tempo que é uma construção onde a consciência do Ego vai amadurecendo vai desabrochando para que o si né como ela coloca aqui o self né A Essência espiritual o espírito possa aos pouquinhos ir tomando parte né de si mesmo ou seja conquistando essa consciência mais plena na busca da autonomia da realização do seu ser né e por outro lado né A medida que isso é uma construção de outro lado lendo a benfeitora a gente vê que isso também é um desvelar né um desabrochar dessa semente né Essa bolota de Carvalho né a ideia de um des de um de um processo que já tá ali né presente Ou seja a angelitude já tá dentro de nós em potencial então há esse jogo né de um lado o processo da vida numa num num movimento heróico de conquista de desafios e superação e e de outro lado uma desconstrução das ilusões desse próprio ego né para aquilo que já é dentro de nós reverbere e desabroche plenamente porque a essência Divina tá dentro de nós né então acho bem bonito esse processo aqui que a benfeitora de igual maneira tá trazendo para todos só para completar desculpa thgo rapidinho eh que quantas sementes a gente vai desabrochando ao longo da vida né a gente né desabrocha uma nova forma de ser né uma nova forma de estar na vida né a gente quando você tava falando me veio aquela imagem do palco né e e que a a pessoa precisa ocupar o foco no
vida né a gente né desabrocha uma nova forma de ser né uma nova forma de estar na vida né a gente quando você tava falando me veio aquela imagem do palco né e e que a a pessoa precisa ocupar o foco no palco né não de uma forma egocêntrica Mas ela precisa est eh e a imagem da Luz refletindo sobre ela para que ela Receba essa canalise essa luz e possa ocupar o seu destino né como você trouxe Gelson a sua vocação seu destino na vida e tem quando você tá falando me me me lembrei de pessoas que ficam fora do foco né Elas Ficam Fora do Eixo aqui para poder eh eh se ver né e e se e ocupar esse lugar do palco né me ver essa imagem viu ti não muito lindo muito lindo querido te viin sempre muito bom sabe o que me lembrou gente os primeiros parágrafos vou contar para vocês uma leitura que me veio ela tá ela tá falando de uma maneira muito Sutil sobre a maneira como Jesus se referencia a alma no campo da representa do Trigo porque olha que interessante eh tem uma passagem em João em que Jesus afirma aqui se o Grão de Trigo Olha que interessante se o Grão de Trigo não for plantado na terra eu pensei o que que é essa terra né a ideia da experiência do atrito daquilo que Ele substancialmente materialmente vai Tá experimentando para poder ser burilado então se ele não for plantado na terra e não morrer olha só ele precisa morrer o Gelson disse do Ego né ele vai ficar sozinho se ele não morrer vai ficar sozinho mas a sua morte vai produzir muitos novos grãos Olha que interessante a ideia das transubstanciação das sínteses eh desse movimento de transformação que ela fala no texto de fatores adormecidos a experimentação uma germinação é sempre um dinamismo que ela impõe por meio das palavras e o que é interessante que e na sequência agora quando começa a falar sobre o que que é o que tem de herança em nós ela tá falando do joio Então ela traz uma dimensão do trigo e do joio ainda mesclados ainda muito misturados dentro de nós que precisam ser separados e que ela traz a representação dessas
rança em nós ela tá falando do joio Então ela traz uma dimensão do trigo e do joio ainda mesclados ainda muito misturados dentro de nós que precisam ser separados e que ela traz a representação dessas evocações inconscientes ou aquilo que nós temos gravado de experiências passadas mas que permanecem em nós ainda como conteúdos que são necessários para nós a ser integrados na nossa experiência presente e que é um grande desafio pro ego então não sei se faz sentido para vocês mas eu gostei muito assim dela trazer reflexões eh nesse campo do do texto dela mas que me lembrou muito a ideia do Trigo da Alma né Nós somos todos trigo Trigos de Deus né É É um um eterno morrer e Renascer em vários níveis de realidade né de consciência de experiência de noções de nós mesmos né então a gente vai desconstruindo verdades para que outras verdades mais amplas né possam ir surgindo então de uma certa maneira é esse processo do Trigo né que de uma certa maneira tá ligado também a Fed de eluso na Grécia antiga que eh pros pros gregos que eram iniciado F leus representava também a reencarnação então o trigo também tem é um símbolo de reencarnação lá pros gregos no mistério de eleuses né da espiga que que que os grãos caem e vão de uma certa maneira eh brotando né Então e o que ela fala também nesse processo reencarnatório né de a gente cria aqui uma fantasia uma identidade onde experiencia certas num certo contexto num certo drama nesse palco da vida como a clá de falar onde nós somos né convidados né a contracenar com vários elementos depois se desfaz esse palco a gente volta pro plano espiritual reflete percebe coisas novas toma consciência volta de novo assim como ela diz uma cadeia sucessória natural né do processo evolutivo do Espírito Então acho bem interessante E aí quando tu fala dessas evocações inconsciente né que ela cita aqui né thago eu me lembrei de um e onde ela fala de dois tipos do dois padrões de de personalidades né uma atitude do ser fraco e outro do ser forte né que ela eh
ocações inconsciente né que ela cita aqui né thago eu me lembrei de um e onde ela fala de dois tipos do dois padrões de de personalidades né uma atitude do ser fraco e outro do ser forte né que ela eh fiz aqui o James a acho que é o William James que ela tá citando aqui né mas daí eu eu eu eu me lembrei do cloninger do Robert cloninger que tem uma teoria de personalidade muito elaborada muito interessante e que de uma certa maneira complementa essa do James né né que ele fala de fatores de temperamento né que tem a ver com essa personalidade fraca ou forte porque ele fala que é a busca de novidade a esquiva de dano a dependência de gratificação e persistência Então os o temperamento do kiger são fatores hereditários né então El ele remonta né a ideia de que em algum momento né da da nossa vida animal aquele que a o animal que tá lá na na ponta da cadeia né alimentar que caça que tem que ir em busca da sua presa e daquela outra outro animalzinho que tá lá na base da cadeia que tem que se esconder evitando né Eh eh Esses animais que atacam então de um lado então ele tá falando dessa natureza de temperamento que T ess realmente resquício dessas várias est do espírito que vai vivendo né Eh padrões e que vão sintonizando aquele que do Herói daquele que tem impulsividade que é ativo né Eh que que busca estímulos novos busca novidade né Eh que são curiosos e aquelas personalidades mais passivas né que tende a a inibição a a a a querer ter o controle de toda situação para evitar danos né então Então ela elas de uma certa maneira acabam tendo uma postura evitativa né com medo da Incerteza tem ver mais com as inim missões e assim por diante então esses dois temperamentos que fecham também né com os outros dois temperamentos que a dependência de gratificação né que é aquelas pessoas que de uma certa maneira vivem buscando movimentos que possam resultar né a recompensa Alguma pista social algum tipo de elementos que possam realmente dar um retorno eh que Ger gratificação né e os e o
e de uma certa maneira vivem buscando movimentos que possam resultar né a recompensa Alguma pista social algum tipo de elementos que possam realmente dar um retorno eh que Ger gratificação né e os e o temperamento né que seria da persistência né Eh aquele que mesmo frente a certos desafios eles a fadiga frustração eles mantém o comportamento então o o temperamento de persistência e de de e o temperamento de busca de novidade tá mais ligado a a essa personalidade forte aqui e a tendência de se esquivar do dano e de buscar gratificação tá ligado à personalidade fraca Então são dois grandes padrões que tem a ver com que evoca né padrões do passado hereditários por isso que ele fala em temperamento Mas ele também fala em caráter e o caráter daí não tem a a ver com a coisa hereditária e a Joana vai falar então de que esses dois processos da atitude fraca e e forte Implica também a experiência subjetiva que tá ligada às atitudes da qual nós somos responsáveis e que acabam imprimindo daí eh confrontos e processos de natureza moral então o caráter tem a ver com a moral o temperamento tem a ver com com a com a a parte hereditária Então e e esses dois elementos para cloninger forma então a personalidade e no caráter ele vai ele vai citar o autodirecionamento a cooperatividade e autotranscendência eu acho muito interessante né a ideia de que da busca do autodirecionamento que é capacidade de resolver conflitos de se autoafirmar se direcionar né Eh então a pessoa está se autover né é uma pessoa autônoma que já é responsável que consegue de uma certa maneira estabelecer metas e direções a questão tem a ver com a com a autoconfiança de uma certa maneira também né a cooperatividade que envolve a consciência que sou parte integrante da sociedade né estabelecendo então eh uma um entendimento eh na relação de poder pedir ajuda e ajudar né e por último a autotranscendência né que de uma certa maneira tem a ver com essa identificação que somos parte de um todo maior estamos integrados a humanidade
relação de poder pedir ajuda e ajudar né e por último a autotranscendência né que de uma certa maneira tem a ver com essa identificação que somos parte de um todo maior estamos integrados a humanidade das coisas que de uma certa maneira tá ligada ao idealismo e também à espiritualidade a imaginação pro clon Então olha só que interessante Então de um lado nós temos os fatores da vida que envolve implicações de temperamento mas que o temperamento independente do que seja o que tá em jogo é o caráter né ou seja eh que é justamente a qualidade da experiência e os valores que estão implicados em cada experiência que a gente vai estabelecendo e que envolve conforme aqui a benfeitora então o nosso compromisso com nossos próprios atos é e ouvindo você falar né eu fiquei pensando assim eh que a que a a a benfeitora nos fala né que essa repetição de façanhas existenciais ela fala de um treinamento Eu também achei interessante né um treinamento Na luta né E aí quando você vai falando isso né a gente vê que tem os atavismos aquilo que a gente traz tem essa essa forma que você trouxe né de que o cloninger falou né E e quanto tem de nós apesar de qualquer coisa né quanto tem de nós desse desse nosso Grão de Mostarda nessa nossa semente de fazer germinar aquilo que tem dentro de nós que é Nossa vocação então quanto de trabalho que nós temos né Quando vocês estavam falando antes também me vieram duas imagens hoje a gente tá cheio de imagem uma que eu me lembrei da parábola da semente né que a semente é jogada em terra né em Rochedo né no meio do caminho e tal até que ela caia num solo fértil que possa germinar a parábola da do semeador eh que nós somos os nossos próprios Semeadores a Joana vai falar aqui também mais paraa frente né como nós somos herdeiros de nós mesmos a gente já ouviu isso várias vezes né então quantas quanto de trabalho que a gente tem que colocar nessa semeadura né avaliando né aí aí entram aquelas palavras que ela trouxe o treinamento a repetição né o aprendizado né
várias vezes né então quantas quanto de trabalho que a gente tem que colocar nessa semeadura né avaliando né aí aí entram aquelas palavras que ela trouxe o treinamento a repetição né o aprendizado né Eh todo o o todo o sofrimento né no sentido positivo e de dor mas também no sentido de aprendizado através das dificuldades né dos Desafios né das escolhas mal feitas né Então essa semente ela precisa ir cada vez vez mais sendo germinada num solo fértil que é eu fico aí veio as minha segunda imagem né que é a nossa própria Encarnação né quando o Gelson traz o trigo a reencarnação eu fiquei pensando nossa quantas vezes a gente encarna numa mesma vida né a gente encarna porque a gente amplia a consciência a gente se vê de uma forma diferente então a gente encarna de novo encarna de novo né Quantas vezes a gente vai in corporificado Ness essa vida o nosso papel né e para que a gente possa ocupá-lo né E aí ela diz né Eh que nós somos ninguém se exenta do patrimônio de si mesmo né E que esse é o patrimônio que é responsável diretamente né Por todas as ocorrências E aí ela vai trazer uma coisa legal que é quando a gente vai cada vez mais se responsabilizando a gente vai não vai projetando no outro né a culpa a responsabilidade no outro que é o que ela fala aqui a gente vai deixando de transferir responsabilidade para dizer eu plantei aquela semente nesse lugar indevido perde tempo né ela não floresceu como ela deveria paciência eu agora vou escolher um pouco melhor eu vou plantar num lugar que eu acho que seja mais apropriado que é o que ela vem falando aqui né E aí os imperativos genéticos como você falou né eles vão se derivar dessa conduta pessoal anterior mais estímulos ou métodos corretivos esses estímulos aí el coloca né que isso tudo é um estímulo e um método né Eh são estímulos ou métodos corretivos E aí novamente a gente sai dessa dessa parte infantil ainda dentro que diz é uma injustiça ou isso é uma punição né que muitas vezes se pensa né então o que ela nos Alerta né esse tempo todo é onde é
E aí novamente a gente sai dessa dessa parte infantil ainda dentro que diz é uma injustiça ou isso é uma punição né que muitas vezes se pensa né então o que ela nos Alerta né esse tempo todo é onde é que a gente tá plantando a nossa semente de que forma em qual solo Quais são as escolhas né para que a gente não fique preso né Nem Há um passado que é determinante porque nós temos o livre arbítrio né E nem a a a essa parte de da da síndrome da da Gabriela né eu nasci assim eu cresci assim né eu vou ser assim eu não vou mudar né Então essa possibilidade da gente eh eh escrever né uma uma história melhorada né apesar das dificuldades quando o Gelson trouxe né a pessoa não tem esse ímpeto né de de de de de batalha né de de direcionamento né então ela fica mais recolhida então a gente precisa também eh fazer esse esforço para romper Essa carap passa né da semente dessa parte da semente que ainda não não foi né para que a gente consiga colocar em ação que precisamos né muito bem muito bom eh a Joana vai eh eh temperando né o as reflexões dela com um fio um fio muito particular que é uma sabedoria de uma lei né uma governança que tá inscrita no que rege o universo ou a galáxia e que também eh tece o fio e o movimento das leis na nossa intimidade psíquica de alma e que ela traz uma ideia de que há algo inscrito em nós essa lei ela tá dentro de nós é como fosse um a força motriz que nos regula e regula a psique e que busca né um movimento de existência em existência fazer essas recapitula reorganizações necessárias Muitas vezes os processos degenerativos os processos congênitos né as condições clínicas orgânicas Ou aquelas mesmo psíquicas como ela diz elas são condições provaci e até mesmo expiatórias mas todas elas obedecem ao movimento que a nossa alma fez no curso das suas próprias escolhas então para não naturalizar ou banalizar o processo em torno do que é o sofrimento humano a gente recorre sim a ideia que existe uma natureza para além da natureza e isso é a lei né O Divino
s escolhas então para não naturalizar ou banalizar o processo em torno do que é o sofrimento humano a gente recorre sim a ideia que existe uma natureza para além da natureza e isso é a lei né O Divino né é e é bem interessante isso porque ela vai colocar realmente tudo isso est falando de maneira muito clara né ela aqui ela vai eh trazer no livro né que eh na medida então o temperamento ele é genético mas já é uma combinação desse processo onde já tem Liv como a Cláudia Falou então independente do temperamento porque o clone fala que que é difícil mudar o temperamento mas não é uma questão de mudar o temperamento é uma questão de temperar né o temperamento que temperar seja a gente poder se relacionar com com nossos traços que tem certas estruturas de de personalidade que a gente não vai mudar numa vida né mas a gente vai poder dialogar fazer consciência né E o nosso no caráter aí sendo elaborado aprimorado na medida que a gente vai tomando né pé de nós mesmos e aí ela fala né desse processo valioso no curso da evolução que vai aos pouquinhos eh aguardando o momento né que estão adormecidos E ela diz do Deus em nós né para alcançar a genitude então eu eu acho muito bonito essa e esse termo que ela o Deus em nós e a gente tem que levar isso com seriedade né porque se o Deus é em nós né a relação de Deus conosco é pessoal é a todo momento é íntima e reverbera em tudo também né então se a gente prestar atenção das possibilidades né da nossa eh riqueza humana aceitando os limites e e e sem ficar preso né nesses limites a gente aceita mas fica pres limite e e foca né na nossa capacidade criativa amorosa né de superar né a realidade quanta coisa interessante a gente pode de uma certa maneira conquistar numa Encarnação né e mas muito né Como diz jo aqui vão ficar preso a padrões e ainda né numa consciência de sono Sem despertar para essa realidade maior que é a do self né ela fala Ô diga não desculpa te interromper que eu não queria perder uma coisa importante que o Gelson trouxe na
né numa consciência de sono Sem despertar para essa realidade maior que é a do self né ela fala Ô diga não desculpa te interromper que eu não queria perder uma coisa importante que o Gelson trouxe na na na nas transformações do pensamento religioso no curso da história judaico cristã a gente pode interpretar tá a ideia de uma elaboração cada vez mais simbólica do que é o divino Porque é necessário inicialmente para uma representação para almas ainda muito materializadas na representação mais concreta duas tábuas as duas tábuas dos mandamentos no né do do Povo Israelita como ali está a verdade vem Jesus e traz para si para ele um homem um espírito um homem eu sou a verdade e é interessante que a proposta Espírita revolucione A aprofunda isso que dizer não não é só Jesus que é verdade todos nós somos verdades a serem descobertas E lapidadas então não é de fora que virá a salvação dentro de nós a todos os mecanismos do Deus em nós para que esse processo aconteça porque nós somos sim o Florescer de verdade de possibilidades em busca dessa Plenitude então Perceba o grau da responsabilidade que não pode mais ser transferida então do ponto de vista da evolução do pensamento Cristão o espiritismo traz uma uma perspectiva que é um chamamento uma responsabilidade que nós talvez curte muito tempo transferimos pros outros e a Jo vai tratar disso daqui a pouquinho no texto né completando o que você falou Tiago tem a frase eu e o pai somos um então a identificação com o Deus dentro dele né É É importante quando Gelson estava falando é eh sobre o psiquismo Divino eu me lembrei que lá quando nós já passamos na página 17 A Joana mesmo traz E ela diz que procrastinar o fenômeno da conscientização tem limite porque na sua complexidade a energia que é vida constitui-se do psiquismo divino então elas fala né que essa energia é Deus em nós mesmo né é o psiquismo em nós né o hálito Divino que que reverbera por todo o universo e que reverbera dentro de nós e é interessante quando ela traz
então elas fala né que essa energia é Deus em nós mesmo né é o psiquismo em nós né o hálito Divino que que reverbera por todo o universo e que reverbera dentro de nós e é interessante quando ela traz isso e o Gelson lembra porque vivemos muito no automatismo né E se a gente cada vez mais se conscientizar o que Deus está em nós que esse psiquismo está em nós essa energia Divina que nos habita todas as nossas culas está imersa né somos todos partícipes e participantes desse universo né Eh onde o alo Divino o hálito Divino sopra nossa é de uma grandiosidade tamanha isso né e cada vez realmente eh reacende a nossa eh eh responsabilidade diante de nossas vidas né é uma coisa importante dentro disso né Cláudio para que ela fala então da necessidade de passar do estágio do sofrimento onde a dor e sofrimento acaba sendo um fator fundamental quando o espírito tá ainda anestesiado inconsciente né porque a dor provoca exige né resposta e acorda o espírito faz o espírito refletir faz tentar superar aquela dor ou seja ela desacomoda né A Ah e nos tira desses padrões que a gente tá por muito tempo fixado mas S na hora de superar essa fase em favor desse homem que reflete Então ela fala da importância do autodescobrimento né a gente começar realmente a gente reconhecer que como seres Racionais que somos e quando a gente fala seres Racionais é que sente né Aí tem o sentimento e o pensamento e pensa né Ou seja a gente pode trabalhar com essa lógica né do do do amor e do intelecto e começar a partir disso né Eh reconhecer metas valores que nos inspira que nos que nos alimentam né E aí de E aí começar uma caminhada realmente nova num estádio evolutivo que é o homem psicológico ou o homem espiritual né ou o homem que descobre-se como um self né uma essência né também divina e uma essência espiritual então é essa fase que Joana nos propõe que que Jesus como O Tiago colocou veio trazer para nós como uma possibilidade Olha esse caminho que eu fiz você também pode realizar agora né Então esse é é o convite né de Jesus é o
Joana nos propõe que que Jesus como O Tiago colocou veio trazer para nós como uma possibilidade Olha esse caminho que eu fiz você também pode realizar agora né Então esse é é o convite né de Jesus é o convite também da benfeitora Para Todos nós né de fazer esse movimento de sermos eh conscientes né e capazes dessa caminhada é eu gosto muito dessa palavra do ela ela usa uma palavra de adestramento adestramento do ser né que a princípio parece uma coisa assim automática sem reflexão né mas eu fiquei eh eh refletindo sobre isso né porque ela diz assim o autoconhecimento desempenha relevante papel no adestramento do ser para a superação e perfeita sintonia quanto né porque que você traz Nós somos o self né enfim mas nós somos o humano em nós precisa eh colocar eh a a força né o atributo da vontade né mesmo tendo a reflexão ele precisa tá atento vigilante operante né porque a reflexão existe vamos vamos pensar assim Ah Puxa por que que eu agi daquela forma e tal Aquilo me tocou Aquilo me me atingiu né enfim a pessoa entra numa confabulação consigo própria para poder entender o que a levou a agir ou a sentir alguma coisa né mas quando ela fala o papel do do adestramento ligado ao autoconhecimento eu fico pensando tá a gente já refletiu a gente já conseguiu discernir mas vai acontecer de novo né E aí acontecendo de novo né aí vem o treino né que ela coloca adestramento mas eu fico pensando é um treino de como você vai né atuar de novo né quando aquela situação aparecer novamente né porque é nesse treino que a gente vai adquirindo essa essa esse novo formato né e entendendo então eu gostei muito dessa palavra né que ela coloca né e mais para frente ela vai trazer não sei se vocês já querem já mencionar mas ela vai vai trazer os diversos vieses dos problemas né ela coloca o problema sobre diversas óticas aí que a pessoa tem né Eu só acho importante né Cláudia antes de entrar nos problemas falar que que agora ela tá lidando com uma questão eh comportamental mas que envolve uma
ema sobre diversas óticas aí que a pessoa tem né Eu só acho importante né Cláudia antes de entrar nos problemas falar que que agora ela tá lidando com uma questão eh comportamental mas que envolve uma postura existencial isso então o que tá por trás é uma atitude existencial para um nível de consciência que ela começa lá quando ela reflete do dos indivíduos imaturos né que a pessoa eh imatura se lamenta e teme né então o temor né que ainda um Uma emoção muito primária né muito ainda do estágio eh rudimentar da nossa caminhada evolutiva mas que tá lá ainda presente esse temor de um ser que não consegue ainda confiar em si que não confia em Deus que ainda se vê nesse lugar desmilinguido frágil incapaz de autoestima baixa né ou seja né um ser que não se reconhece como filho de Deus e nesse estágio né diz a Joana né ele acaba vendo a vida como uma ameaça não como um convite amoroso né então ele temendo ele vê essa educação que estão as experiências e o próprio sofrimento às vezes necessário ainda como um flagelo ele diz aqui né que que então tudo fica aflição né viver difícil viver é complicado e aí começa ess questões todas dessa tipologia né que ela coloca aqui dos vários tipos né de de padrões em relação aos conflitos e aos problemas é o eu só queria deixar como uma sugestão para para quem tá nos assistindo que o que a Cláudia descreveu de que eh a as circunstâncias e a vida vão trazer as experiências e as experimentações para ver como é que tá nossa capacidade de ter paciência de ser tolerante né de não sermos agressivos e o exemplo disso amigos de forma assim concreta e belíssima é a história do espírito do Silas na obra ação e reação do Espírito André Luiz porque Silas lá no plano espiritual vai tá tendo que lidar com casos e situações com dramas que estão intimamente ligados com a sua própria história então assim é a ferida sendo tratada a partir da experiência Direta com experiências parecidas Olha que difícil isso né mas a gente já percebe que ele e vamos chegar
ligados com a sua própria história então assim é a ferida sendo tratada a partir da experiência Direta com experiências parecidas Olha que difícil isso né mas a gente já percebe que ele e vamos chegar agora tipologia entre aspas né que alguém que já avançou muito num campo de nível de consciência e em torno a sua capacidade de suportar de lidar com essas adversidades e como ele consegue desenvolver saúde neste Campo mas isso envolve o quê como cada um de nós é capaz de fato de lidar com as adversidades com o próprio sofrimento com sem rebeldia com sem não fuga as fugas diversas que a alma tem então a Joana agora vai trazer tipos né de como que a alma se comporta como é que ela lida com essa questão dos problemas da vida que no seu sentido prospectivo por mais de uma obra Joana fala são desafios são possibilidades são caminhos são oportunidades há uma ressignificação disso que a gente chama de problemas né exatamente E aí tem aquilo que é problema né E porque de cultiva né Tem pessoas que que estão insatisfeitas internamente né tem pessoas ass que elas por mais que a vida ofereça coisa para elas elas estão numa permanente satisfação então elas transforma tudo em sua volta em dificuldade em dor em negativismo né Eh então então São pessoas que Como diz a Joana afirmam ter problemas porque cultivam isso ou seja elas já TM um certo hum padrão psíquico aonde elas são presas numa numa fantasia que elas criaram para elas mesmas né eh e aí tudo se torna difícil né tudo é complicado nada tem sentido tudo vem contra elas né E aí vez tem vários fatores positivos e elas estão presas num numa inação interna de tudo fica ruim porque elas estão num Anseio não realizado num num campo de frustração E aí não adianta a vida florir que elas não conseguem enxergar o pôr do sol a flor ali o convite da vida e e e a de Joana elas são vitimadas pelo egoísmo né é um um um egoísmo que não é o egoísmo aquele que quer as coisas boas eh mas aqueles que não conseguem enxergar as coisas boas Porque estão presos na sua
a de Joana elas são vitimadas pelo egoísmo né é um um um egoísmo que não é o egoísmo aquele que quer as coisas boas eh mas aqueles que não conseguem enxergar as coisas boas Porque estão presos na sua própria condição na sua própria dor e na sua própria fantasia negativa Achei bem interessante né É É como se elas tivessem um olhar viciado né só para o que é o negativo ruim depreciativo né E aí ela fala da autocomiseração né então é um uma finalização né como nós falamos antes né uma punição é um castigo né uma a comiseração uma dor né muito mas é um tipo de amor próprio ela diz exagerado né eu as minhas coisas as minhas questões mesmo que sejam de maneira negativas mas é um excesso né de eu de porque ela fala de um egoísmo né Cláudia é verdade é é a segunda eh o parágrafo a seguir que ela fala né é que tem aqueles que têm problemas e não se encontram dispostos a enfrentá-los né A solucioná-los então aí ela vai falar que eles se eximem né de de de aceitar e de cuidar disso então eles até reconhecem né como como os anteriores Mas eles estão apartados né dessa dessa iniciativa de se debruçar sobre o problema né então eles se consideram isentos né se consideram isentos dos acontecimentos eles se negam né sem perceber que enfrentando os problemas eles vão justamente fazer aquela imagem né de que aquela partezinha da semente que precisa brotar apareça né que é justamente isso então eles têm para mim eles eh o que me caracteriza nesse parágrafo que que eles têm Mas eles se exime nées não o que que tu acha disso thago tu acha que é uma coisa infantil ainda pessoas muito regressiva como é que tu vê isso eu ouvi eu ouvi esses dias da nossa querida Adriana né nossa colega amada que às vezes as pessoas são capazes de conhecerem a si próprias elas se descrevem elas encontram o supostos responsáveis por suas dores vasculham o passado as memórias e vou identificando todo um Panorama um mosaico em que eles falam tá aqui disposto todas as minhas questões e aí vem a pergunta principal E
responsáveis por suas dores vasculham o passado as memórias e vou identificando todo um Panorama um mosaico em que eles falam tá aqui disposto todas as minhas questões e aí vem a pergunta principal E aí vai fazer o que vai fazer o que com isso agora ah agora não não sei não não quero mexer com isso não então são hábeis às vezes em se lerem mas se mostram muito infantis ou acovardados de um lugar de tomarem a sua posição aquela famosa frase do Sartre né o que tu vai fazer a respeito aquilo que fizeram contigo né a tua historicidade te machucou ela te marcou mas o que tu pretende fazer com ela a partir de agora vai deixar que ela tome sua vida e defina quem você é Ou tu pretende pegar esse conjunto de experiências e construir algo de novo a partir de agora olha o senso de responsabilidade Só que isso exige o quê tem que sair do lugar que é o que emel fala as murmurações pessoas estão sempre murmurando sempre reclamando né E que é um lugar muito egóico né Muito muito um egotismo muito forte em relação a si próprias e não não se permitem sair dessa posição psicológica né mecanismo de defesa também né de não enfrentar n f é exatamente el ela negam a si mesma né Elas não negam tanto a vida não ne da da realidade mas A negação da sua capacidade do seu reconhecimento do seu compromisso e da sua responsabilidade né de poder fazer uso do seus recursos e fazer esse enfrentamento Então esse é o segundo tipo de de pessoa que ela coloca aqui n uhum Depois tem o terceiro tipo né que problemas quer falar um pouquinho é que vivem nos problemas né me parece né vivem sobre preserva né cultiva né eles sabem que os têm Mas ficam preservando né então tem um um prazer ali mórbido né também circulante né e e ficam adiando das soluções que ela diz né transferências psicológicas né e ficam adiando essas soluções é eu que eu acho a que a gente aqui em psicologia a gente chama de ego sintonico né São pessoas que estão identificad com aquele mundo delas né porque elas ela fala que são pessoas
ando essas soluções é eu que eu acho a que a gente aqui em psicologia a gente chama de ego sintonico né São pessoas que estão identificad com aquele mundo delas né porque elas ela fala que são pessoas entorpecidas distante da realidade né Elas estão vivendo aquele Mundinho e elas não então Eh esses sob problemas é que elas são envolvidas né num num paradigma né numa condição né que que que cria uma um tipo de ignorância né Ela ela diz ignorando-os ignorando-se então são pessoas até ou ingênuas ou pessoas que negam a a própria realidade vivem uma vida aparentemente feliz né ou identificado com problema o mundo é assim né e elas não consegue de uma certa maneira criar recurso para superar e sair daquele contexto que elas vivem né me parece que esse é o o Você tem o tipo de de padrão que ela fala aqui eh soa como um constante escapismo né uma maneira de não entrar em contato e quantos de nós né não na a condição humana a gente não retroalimenta até por aquilo que o professor schs chama de As Ilusões necessárias que sustentam o mundo como é então nós vamos nos alimentando de processos que são ilusões né que às vezes satisfazem o nosso ego satisfazem as nossas condições materiais mas elas não permitem que a gente de fato entre em contato com as questões mais profundas e talvez de certa maneira eh seja em vida como ela como Joana comenta né surgem circunstâncias e cobranças na realidade e a pessoa ainda assim ela não quer Se permitir entrar em contato com isso e quanto de nós nago compenso pelo pela Persona pelo consumismo pelas drogas ou seja as buscam elementos de anestesiamento e de de ilusão para não ter que olhar para essa realidade né é o o poeta O Uruguai o Eduardo Galeano falava isso se vendem paraas pessoas fantasias fantasias de riqueza fantasias de sucesso fantasias de realização que é como assim adorne a sua existência com uma representação uma superfície que possa brilhar para fora mas ela se esquece o quão oco pode se tornar a alma que não consegue identificar-se ou ou
ação que é como assim adorne a sua existência com uma representação uma superfície que possa brilhar para fora mas ela se esquece o quão oco pode se tornar a alma que não consegue identificar-se ou ou compreender-se e quantos de nós talvez desencarnamos e temos que lidar com essa realidade crua e vívida da nossa realidade mais interior que nós passamos a vida inteira sem querer observar e lidar né essa imagem também de viver sob né é um sufocamento né parece que tá ela tá tomada por todos os problemas né mas continuando ainda conseguindo sobreviver apesar disso né E aí quando ela diz que que aí irrompem né como o Thiago trouxe né as cobranças da vida né que a vida cobra né como eu falei que ela volte para o foco no palco e não fique à margem né então A vida cobra Então essas cobranças todas vêm orgânicas uma saúde sociais relacionamentos familiares né econômicas às vezes um baque né na situação financeira Eh tava num estatos né E aí cai né Eh porque a pessoa viveu daquilo ela não entendeu que aquilo não era a vida completamente aquilo eh eh tem pessoas que estão imembuí de um papel né né quem que que ah eu sou o chefe eu sou né ocupam-se de um cargo ela não é ela está né Então aí o bque econômico vem para que ela desperte que ela não é aquilo ela estava ali né E todas as dificuldades eh emocionais né que vão trazendo vão Parece que vão esse viver sob né Eh Ness nesse entorpecimento né nessa camada sufocante de todos os problemas ela tem que ir se livrando dessas camadas todas para Que ela possa entender quem ela é de Fato né Uhum e por último tão as pessoas que são problemas né aquelas que gostam de incomodar né Por que que eu vou favorecer se posso complicar a vida né Eh que eh que que em vez de de de el falou pequenos Desafios que podem ser ser solucionados mas que elas não solucionam mas transformam em impedimento né Uhum E aí vão se vão trazendo aquilo como elemento né Para realmente eh se realizarem psicologicamente ou seja el são realmente identificado com o
elas não solucionam mas transformam em impedimento né Uhum E aí vão se vão trazendo aquilo como elemento né Para realmente eh se realizarem psicologicamente ou seja el são realmente identificado com o herói negativo ou com o padrão né Eh e que é um padrão desfavorável a gente vê muito isso nos transtornos de personalidade né como isso presentea o transtor a pessoa tá rigado naquele comportamento autodestrutivo né e ou uma raiva do mundo e assim elas se alimentam desse jogo E aí elas acabam criando infelicidade para elas e pro mundo também é sabe o que eu me recordo eu lembrei aqui quando eu era mais novo aconteceu um fato perto de casa a rua era muito Estreita para passar dois carros e aí uma uma pessoa com esse personalidade com esse tipo Néa era era um senhor muito nervoso tudo ele brigava tudo ele constrangia tudo irritava ele tava chegando e tinha um carro saindo para sair e aí ele começou a buzinar para ele sair ele não vou sair não e rapaz A moça tá grávida aqui tem vai pro hospital não você buzinou muito não vou tirar o carro e começou uma confusão a ponto que as pessoas perceberam a gravidade da moça ali precisando de auxílio médico tiveram que tirar o carro dele na na mão do caminho pro carro da moça passar e ele ficou tão irritado com aquilo que eu lembro que ele deu um soco no próprio carro em que ele quebrou o braço e era uma pessoa irací uma pessoa difícil né E que eu me relacionava com os filhos dele eu fim Nossa teu pai é um cara bravo hein Ah você não viu nada ainda difícil isso parece que é algo que toma que se mantém né algo né arraigado na alma né É mas de uma vaidade né de uma coisa né que ele é especialíssimo né exato É at um transtorno narcísico que ele é o ocupante principal de tudo né e tudo tem que girar em torno dele né Uhum é J fala isso né Cláudia que tudo bem somos humanos né Eh Com direito aos erros acerto mas não especial né não t sair desse narcisismo né Tudo bem né Todos nós somos humanos mas ninguém é melhor do que ninguém também né e vamos começar
em somos humanos né Eh Com direito aos erros acerto mas não especial né não t sair desse narcisismo né Tudo bem né Todos nós somos humanos mas ninguém é melhor do que ninguém também né e vamos começar então reconhecer ela é muito prática e muito tranquila muito objetiva olha negócio é o seguinte vocês vão acertar e vão errar porque isso eu faz parte da vida né então Eh o importante é permanecer no compromisso da Marcha né E aí ela propõe a importância da reflexão do diálogo e acima de tudo da honestidade para consigo mesmo né E para com o próximo com uma um método de trabalho para poder aos pouquinhos ir conquistando essa Lucidez e essa maturidade né Achei bem interessante que é uma coisa simples que di simples eu quer dizer fácil né né mas tá ali né Olha gente ah vamos que é bem essa coisa vamos prestar atenção vamos reconhecer o erro Vamos focar no no acerto vou refletindo buscando compreender e E ser honesto consigo aceitando essas realidades para poder mudarão como é que a gente vai mudar como como a gente vai resolver uma coisa se não tiver uma questão a ser resolvida como é que a gente vai trabalhar algo que a gente não reconhecer tem que ser trabalhado Uhum Então é isso que ela propõe aqui né É acho que a ideia do R recomece recomece acerte Se fortaleça Errou de novo se levante vai adiante é um é muito é é uma proposta bastante otimista Mas como você disse muito honesta se nós lembrarmos quando André Luiz chega na casa de sua antiga companheira na terra ele fala assim essa situação de vê-la com outro parceiro eu não dou conta ainda mas vou ficar por aqui ver o que acontece agora não ten condições de ajudar ninguém e ele espera M ele reconhece Olha tô me sentindo melhor eu acho que eu consigo fazer algo mais escuta escuta Clarêncio vem pede auxílio né pede ajuda vem socorro de Narcisa então perceba é o é uma compreensão sobre Quais são os meus limites até onde eu consigo ir Quais são as minhas possibilidades Qual a minha capacidade de amar até onde minha alma consegue indo né nesse nessa
perceba é o é uma compreensão sobre Quais são os meus limites até onde eu consigo ir Quais são as minhas possibilidades Qual a minha capacidade de amar até onde minha alma consegue indo né nesse nessa trilha que é a trilha do do crescer né não adolescer é você falou aí do do pede ajuda né ele pediu ajuda ao Clarêncio e eu quando tava lendo eu me lembrei da prece ao anjo guardião n que traz no evangelho lá no final né na coletânia de preces e aí diz assim dai-nos força com resignação inspirai-nos tudo que é bom detos no decl do mal que a vossa bondosa influência nos penetra a alma por que que eu lembrei disso porque os impedimentos como Paulo falou na carta aos hebreus os impedimentos Eles são de toda ordem né e e a Joana mesmo cita a palavra impedimentos aqui né mas a gente não pode deixar que esses pequenos desafios realmente se tornem impedimentos intransponíveis né obstáculos intransponíveis mas mesmo quando falamos aqui hoje tendo a reflexão né fazendo esse trabalho de se debruçar sobre um treino né de como agir naquela situação o que essas observar como André luí observou o que que essa situação me provoca né que que eu sinto a partir dela ter a paciência de aguardar mesmo assim a gente sabe que a gente não tá sozinho né então Eh para eh quando a gente tem já esse esse conhecimento né da da vida espiritual e a gente sabe que não tá sozinho apesar de todos os desafios a gente pode se remeter ao nosso anjo guardião aquele que que foi destinado a nos acompanhar nessa vida né e a observar pacientemente os nossos Deslizes então a gente pode né pedir obtereis né E essa é eh eh eh é é um é um caminho para que a gente possa então fazer revelar esse Deus em nós né que essa semente realmente brote eh a partir desse dessa Súplica né Desse pedido né e e nós falamos muito dos mecanismos de defesa as estruturas psicológicas dier a gente deixar esse de lado esse infantilismo essa criança ferida que fica sempre na ferida e circulando no problema e na ferida né como ess seu caso que você trouxe né
as estruturas psicológicas dier a gente deixar esse de lado esse infantilismo essa criança ferida que fica sempre na ferida e circulando no problema e na ferida né como ess seu caso que você trouxe né Sabe Deus Quantas feridas sérias ele tem né Uhum Então eh pedir que a gente possa ter esse lpso de iluminação pra gente sair desse lugar né e e e não fazer dessa reencarnação dessa vida agora é um problema né não ser um problema para nós mesmos né É e ela coloca então transformar dificuldades em conhecimento em experiências valiosas né então eu acho que essa é a postura não é que a gente vai viver uma vida sem dor sem limitações sem traço neurótico ou sem desafios da vida né mas eu acho que é bem a essa postura né por isso que ela fala que o ser psicológico maduro maduro ama e confia né Ou seja eu já posso me ver como alguém que mereça nesse mundo sou amado posso amar e confiar né ou seja E aí tenho me lembro a proposta na mitologia de dioniso que é o Deus que nos ensina a ser por inteiro essa inteireza diante da vida né para que a gente não fique preso no ter e que o ser seja o ser enquanto potencialidade não como problema como ela coloca aqui né então o estar inteiro né Essa inteireza envolve essa entrega confiante e essa capacidade né de reunir o que é de melhor e pior em nós e transformar isso a partir de um diálogo num trabalho criativo de renovação de superação de conquistas né E é isso que que ela tá nos trazendo aqui no final desse Capítulo nosso tempo já tá ultrapassando mas se alguém tiver alguma alguma um pontinho uma frasezinha alum um elemento para encerrar thago paudo alguma coisa mais só dizer que essa última a a última fala o último escrito que ela escreve nesse último parágrafo sobre não sermos problema a nossa própria trajetória que a gente não repita as mesmas histórias que a gente não repita os mesmos padrões que a gente saia de uma cadeia constante de reencarnações e que a gente a gente Angar inha pouca virtude poucos elementos que a gente possa joeirar temperar mais sentir mais
o repita os mesmos padrões que a gente saia de uma cadeia constante de reencarnações e que a gente a gente Angar inha pouca virtude poucos elementos que a gente possa joeirar temperar mais sentir mais crescer mais para que a gente construa verdadeiramente novas jornadas mas mais lúcidas mais conscientes mais amorosas que a gente possa ampliar essa capacidade de amar e sair dessas trajetórias tão ordinárias e comuns que a gente repete com tanta frequência né é interessante a a gente já introduz então o convite né para o próximo encontro que é justamente no capítulo dois né equipamentos existenciais né o primeiro item que a gente vai trabalhar é o pensamento que é realmente um elemento fundamental né na na dinâmica psíquica então de uma certa maneira como fazer esse processo de não repetir Então vamos no pró encontro começar a adentrar um pouquinho mais Então nesse nesses equipamentos existenciais focando no pensamento tá gente então nosso abraço a todos que nos assistem Que a paz e o amor de Jesus nos abençoe nessa trajetória agradecemos aqui a Cláudio Tiago pela presença e até ao próximo enc po
Vídeos relacionados
T9:E20 • Vida: Desafios e Soluções • Relacionamentos saudáveis (Parte 1)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Tiago Rizzotto, Cláudia Semeghini
T9:E12 • Vida: Desafios e Soluções • Aspectos da vida (parte 1)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Tiago Rizzotto
T7:E2 • Autodescobrimento • O Ser real (parte 1)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Tiago Rizzotto
T8:E21 • Desperte e seja feliz • Dor-reparação
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Tiago Rizzotto
T8:E29 • Desperte e seja feliz • Sobrevivência e libertação
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Tiago Rizzotto
T7:E8 • Autodescobrimento • Consciência e vida (parte 1)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Tiago Rizzotto
T6:E14 • O Ser Consciente • Condicionamentos (Parte 02)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Tiago Rizzotto
T7:E10 • Autodescobrimento • O inconsciente e a vida (parte 1)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Tiago Rizzotto