T7:E10 • Autodescobrimento • O inconsciente e a vida (parte 1)

Mansão do Caminho 12/02/2025 (há 1 ano) 1:03:38 192 visualizações

Em mais um encontro para o estudo da série psicológica, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Tiago Rizzotto se reúnem para discutir o início do capítulo quatro da obra "Autodescobrimento: Uma Busca Interior". Neste capítulo, intitulado "O inconsciente e a vida", eles abordam os seus dois primeiros itens: O inconsciente e O subconsciente, temas fundamentais para a psicologia profunda, popularizada por Freud e Jung. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #inconsciente #vida #subconsciente #freud #jung

Transcrição

bem-vindo meus irmãos nesse momento especial onde nos encontramos nosso abraço a todos que nos assistem para mais um encontro nesse estudo da série psicológica Joana de Ângeles hoje iniciando o capítulo qu o inconsciente a vida conosco aqui a Cláudia oago poder cooperar conosco nesse estudo e estaremos tratando dos dois primeiros itens né o inconsciente e o subconsciente Então vamos começar nosso estudo Cláudio Thiago né Vamos e um tema fundamental né para para grande maioria da Psicologia né a psicologia chamada psicologia profunda com a psicanálise psicologia do Jung complexa do Jung que trabalham com essa noção do inconsciente né uma noção que foi como a própria benfeitora Tás aqui popularizada por Freud e Jung mas que inicia né construção desse conceito muito antes a partir de alguns filósofos né então vamos poder pensar aqui né Essa Ideia do inconsciente primeiro né Eh e ela cita até um um conceito básico né o inconsciente Diz ela é o conjunto dos processos que agem sobre a conduta ou seja sobre comportamento mas escapam à consciência Então isso é um conceito bem amplo bem geral que depois ela vai começar de uma certa maneira também ampliar e aprofundar Então a partir disso a gente podemos começar a pensar nesse conceito tão importante né paraa Psicologia de modo geral bom a gente pode então começar a tecer em algumas ideias que para nós espíritas é muito importante considerarmos a complexidade do que nós chamamos a alma né E que usando uma linguagem da psique né A gente passa a compreender a partir de um dado momento histórico de que isso que nós chamamos de consciência objetiva que temos da vida ela é uma porção muito diminuta do que na verdade nos constitui psiquicamente Quando pensamos na ancestralidade das milhares e milhares de encarnações a gente tende a pensar sobre um conjunto arquivado de elementos que estão adormecidos né e com a chegada das da descoberta do inconsciente ou a compreensão de fato de de como essa dinâmica psíquica a gente passa para uma transição de uma imagem

uivado de elementos que estão adormecidos né e com a chegada das da descoberta do inconsciente ou a compreensão de fato de de como essa dinâmica psíquica a gente passa para uma transição de uma imagem estática para um conjunto de conteúdos de experiências de afetos que são vívidos ainda que não sejam acessados diretamente pela consciência isso ajuda a gente a relativizar ou compreender que por exemplo Evangelho Segundo espiritismo quando estudamos sobre o esquecimento do passado esse esquecimento do passado do ponto de vista psicológico e psíquico ele é relativo na verdade a gente pode não ter acesso à memória mas esses conteúdos muitas vezes permanecem atuando a nossa consciência então a a descoberta de um Panorama de um universo né constelado de um arquivo vivo da nossa experiência espiritual e que permanece atuando perante a consciência foi sem dúvida uma descobertas mais importantes que se deu a partir do século X e que a gente a Joana ela vai fazer referência né um conjunto de de pensadores filósofos vai citar o Freud vai citar o Jung mas a gente sabe que existe um conjunto vasto de pesquisadores e possivelmente íos de responsabilidades espirituais de trazer o pento sobre o que é esse inconsciente a gente descobre na verdade que será que nós temos de fato controle sobre a nossa vida o quanto a nossa consciência de nós mesmos ela ainda um tanto quanto turva diante da profundidade de questões que atuam perante a nossa consciência e nós não nos damos conta então queria começar pensando nisso né a descoberta de um Panorama imenso de uma questão que tá aí presente na hist humana mas que até o momento não havia sido apreendida e chega agora com uma qualidade científica pra gente compreender sobre a profundeza da Alma né é que bonito Tiago né a tua introdução aí nessa reflexão n nessa profundeza né pra gente pensar nessa profundidade do inconsciente né que lugar que ele ocupa né que lugar que a consciência ocupa tão diminuta como você trouxe né e de fato houve uma um encadeamento de

rofundeza né pra gente pensar nessa profundidade do inconsciente né que lugar que ele ocupa né que lugar que a consciência ocupa tão diminuta como você trouxe né e de fato houve uma um encadeamento de todos esses eh autores filósofos né que que a a benfeitora veio nos trazendo essa evolução par e passo né para que a gente pudesse aprender hoje ter hoje o conceito desse inconsciente que foi se aprofundando foi se amplificando foi se alargando e quanto mais se alarga mais a gente viu né No decorrer da história que lugar que ele ocupa né que é não é um lugar só pessoal não é um lugar só da coletividade da ancestralidade e que não é só um lugar eh de toda a herança espiritual né do do espírito né de toda toda as reencarnações Então não é uma coisa só né a mentora vai nos trazendo aqui a partir do momento dessa desse encadeamento ela vai nos desvelando os vários tipos de de forma de olhar para esse inconsciente e eh uma coisa quando você tava dizendo thgo né dessa profundidade né Eh a gente vê que o inconsciente ele nos domina né e a o o a consciência é muito pequena né diante de todo todo o automatismo Né que é um dos inconscientes de toda a herança e a consciência é muito pequena me parece que a consciência ela surge há 2 milhões de anos mas de uma precocidade tamanha né um germen diminuíssem né E quando você fala eu me lembro daquela eh metáfora de UnG que a gente tem consciência onde o facho de luz eh ilumina mas há todo um entorno e profundidade de uma escuridão né então por isso que eh os sintomas né os traumas né Eh eles vão revelando eles vão levando luz para aqueles pedacinhos que precisam ser trazidos à consciência né através desses sintomas né atos falhos sonhos que foi o que Freud eh nos trouxe com a Interpretação dos Sonhos né em 1900 né quando ele lança esse livro famosíssimo E aí Sim a gente começa a olhar pro inconsciente eh eh eh tentando capturar a já num pequeno né numa puxada assim quando a gente vai desvelando a gente vai puxando o o tecido que tá né todo

amosíssimo E aí Sim a gente começa a olhar pro inconsciente eh eh eh tentando capturar a já num pequeno né numa puxada assim quando a gente vai desvelando a gente vai puxando o o tecido que tá né todo escondido que ainda vai trazer muita coisa mas ali eu acho que ele ele começa a puxar né o tecido do que se do que se significa né do que representa o inconsciente Apesar dele trazer a libido como sexual né Ele trabalha inicialmente com a isteria com a Catarse né ele entende que a Catarse traz rememora aquele aquele trauma e que ali tem o ouro né o ouro tá ali e aí depois ele entende que o sintoma vai aparecer em outro lugar né então são os primórdios da observação desse puxar né Desse desvelado inconsciente ele vai então descobrir a cura pela fala importantíssima que a gente utiliza até hoje né a cura pela fala e aí depois vem Yung complementando se diferenciando com essa libido que não é só sexual é uma energia né que a psí tá em todo o corpo ele diz então todo o corpo tá é psíquico né energético né né Tem libido né E aí vem todo um encadeamento maior né até que a gente chega na psicologia Espírita eu fico pensando a partir de vocês né querendo eh de uma organizar isso do ponto de vista da ideia de mente né a ideia de mente de uma certa maneira equivale à ideia de espírito né o ser espiritual né e eh de uma certa forma né todo o processo mental e de uma certa maneira todo processo Vital é um ato contínuo da criação né então a mente tá sempre produzindo a gente tá falando de uma atividade da psí né como atividade da psique nós vamos ter aquele que gera atividade ou ou seja o elemento a força eh que faz eh essa dinâmica acontecer né E ao mesmo tempo a produção desse desse dessa atividade que é justamente a atividade mental a fantasia as imagens as vibrações né gente pegar lá né na no princípio né da da da da forma da Constituição do universo Deus espírito e o fru do Cosmo Universal como matéria de ver que essa esse do cómico Universal né ele vai se desdobrar em energia Vital e

no princípio né da da da da forma da Constituição do universo Deus espírito e o fru do Cosmo Universal como matéria de ver que essa esse do cómico Universal né ele vai se desdobrar em energia Vital e outros processos de complexidade né que vai dar toda a dimensão da vida representando a manifestação justamente dessa relação espírito matéria e dos conteúdos que o espírito vai dar forma através desse FR do Cómo Universal sendo de um lado vibração e de outro lado imagem Então esse mundo mental ele é constituído de conteúdos né conteúdos ou seja esses conteúdos S tem são vivos né porque eles vibram então tem tem e e ao mesmo tempo São imagens que a gente carrega né então nosso mundo interno então quando quando a gente fala em em mundo inconsciente né o mundo inconsciente a gente tá falando de quê a gente tá falando eh da dos conteúdos em si ou do próprio ser que move e forma e se e movimenta essa atividade mental gerando sempre novos conteúdos isso é a primeira questão a segunda questão quando a gente fala inconsciente a gente fala inconsciente em relação a quem qual é o a referência né e a referência é o ego então é inconsciente para o é né então a Porque como nós somos uma identidade transitória numa consciência limitada né parcial que é o ego mas os conteúdos T que passar pelo ego que é esse campo para que se tornar consciente né a gente tem essa ideia de que a vida eh verdadeira né a vida eh objetiva como o ch falando é o ego e não é né se gente ver assim a a psicologia oriental ela inverte o mundo da consciência egóica é um mundo ilusório é um mundo eh que é uma imagem de um mundo verdadeiro que é o inconsciente então de uma certa maneira a psicologia oriental inverte essa lógica e diz que de uma certa maneira a a verdadeira consciência tá no inconsciente né e o que que o ego é uma fantasia né ilusória né de uma de uma dimensão mais profunda então eu acho bem importante a gente Trazer isso né para poder entender que talvez eh quando fala de inconsciente a gente tá falando de um

fantasia né ilusória né de uma de uma dimensão mais profunda então eu acho bem importante a gente Trazer isso né para poder entender que talvez eh quando fala de inconsciente a gente tá falando de um material Como diz a Joana aqui que escapa a consciência do Ego né porque a gente pode falar em dois duas consciências né uma consciência do Ego né e uma consciência no inconsciente né porque de uma certa maneira no inconsciente H iras de consciência que são os complexos e é uma consciência né autorreguladora que é o self né como quando os espíritos perguntam a Kardec onde está escrito a lei Divina na consciência do homem essa consciência ética não é o ego é uma outra consciência mais profunda e que tá no inconsciente Então eu só queria trazer isso pra gente poder eh esclarecer alguns pontos antes da gente poder adentrar mais nessa ideia de inconsciente porque né ela vai de uma certa maneira depois avançando nisso eu não sei como é que vocês sentem eh isso que eu tô colocando para vocês como é que isso bate em vocês olha faz todo sentido amigo porque quando nós lemos a famosa questão Onde está escrita ai a lei de Deus e o Livro dos Espíritos e a resposta na consciência ã eu antes de ser psicólogo eu entendi a consciência como essa consciência que eu tenho aqui agora desse Meu Ego estruturado nessa Encarnação e que me levava a um autojulgamento de que eh estou errando mas eu sei logo eu não posso errar E aí quando a gente passa a compreender que na verdade não é essa consciência essa consciência da obra que os espíritos se referem mas uma consciência mais profunda que vai gradualmente nessa jornada multim milenar né se eh Se constituindo né vai se desenvolvendo a gente passa a compreender essa ideia da centelha Divina que tem como uma destinação final uma Plenitude né que brilha que compreende Então esse foi o primeiro passo que me ajuda sim a a acompanhar o raciocínio e muitas vezes a gente tá nesse lugar de uma de um lugar de que ah mas se eu leio sobre se eu entendo o

ilha que compreende Então esse foi o primeiro passo que me ajuda sim a a acompanhar o raciocínio e muitas vezes a gente tá nesse lugar de uma de um lugar de que ah mas se eu leio sobre se eu entendo o evangelho eu tenho que eu tenho consciência que eu tenho que só que não é essa consciência limitada transitória né que precisa ser aperfeiçoada do Ego que vai de fato eh resolver as minhas questões é necessári uma conexão com uma consciência mais profunda né que tá vinculada a esse inconsciente então Eh muito bem trazido por ti porque às vezes traz Muita confusão mesmo a compreensão do que é esse conceito consciência por nós espíritas né A questão toda né Eh muita gente não tem consciência que pensa um pensamento né porque isso é automático o pensamento como se fosse a própria tá tão ligada a noção de espírito que se confunde des lá os espíritos para Kardec né então é como se o pensamento me pensasse então ou seja o pensamento simplesmente aparecem e aparece da onde então surge pensamentos que são inconscientes assim como eh pões tendências fantasias inclinações desejos né um monte de coisas né que a gente é que que a gente é atravessado né E quem é que gera isso tá no inconsciente então Se o Espírito nunca para de pensar né então há uma dimensão eh de de uma força eh que né que tá lá no inconsciente Então é só isso que eu queria fazer essa diferença né que quando a gente fala inconsciente a gente tá falando não só de apenas produtos esquecidos reprimidos e e de uma certa maneira elementos que ficaram né seja na nossa história pessoal do nosso descimento ou das vidas passadas ou do inconsciente coletivo como da própria história da humanidade dentro de nós seja como a gente quer pensar e do Inc geológico né em camadas né que guarda né então extratos substratos de realidades do passado então o inconsciente não é só o passado o inconsciente também é é o futuro ó o André vai falar do superconsciente a Joana vai dizer consciente superconsciência o inconsciente sagrado como a gente vai ver depois adiante aqui

o é só o passado o inconsciente também é é o futuro ó o André vai falar do superconsciente a Joana vai dizer consciente superconsciência o inconsciente sagrado como a gente vai ver depois adiante aqui no capítulo né ou seja tem vários movimentos que estão ligados ao inconsciente para não dar uma ideia de que o inconsciente é uma coisa como residual do que passou do que tá guardado lá e que e o que move é o ego Então esse inconsciente que a Joana tá colocando aqui que a psicologia coloca é inconsciente que representa grande parte da realidade do Espírito o ego é um é uma faceta muito nova né enquanto consciência que vai sendo constituída do ponto de vista de uma de autonomia né mas que de uma certa maneira reflete uma dimensão de de autonomia de regulação mais profunda que é o que é a mente que é o espírito que é o self então Eh quando a gente fala desse inconsciente é esse inconsciente relativo à visão egóica tudo aquilo que eu enquanto Ego não consigo perceber que age em mim independente da vontade do meu eu mas que não mas existe outras vontades que não é do meu eu existe outros movimentos do do meu eu então tem uma outra consciência dentro do inconsciente que também tá gerando e tá elaborando aquilo que o ego assimila né simplesmente não não cai lá como uma estanque e e e de uma certa maneira eh eh uma informação cai como um processo que tá lá sendo eh eh vivido né Eh não é estático é dinâmico né E esse dinamismo se dá do movimento da vida para dentro e de dentro para fora também num diálogo constante entre e esse consciente que é o ego e esse inconsciente que também pensa que também sente que também né gera uma série de de vida psíquica mais ainda do que o próprio ego só paraa gente poder eh deixar isso claro né Sim sim e olha que interessante né a gente nós nós nós temos um nós temos uma uma herança táva da das experiências religiosas da nossa devoção da nossa relação com o divino que é eu espírito para Deus né E a as propostas eh as propostas psicodinâmicas que trazem a descoberta

ma uma herança táva da das experiências religiosas da nossa devoção da nossa relação com o divino que é eu espírito para Deus né E a as propostas eh as propostas psicodinâmicas que trazem a descoberta né da compreensão das leis que regem o inconsciente nos fazem nos aproximar de uma sabedoria então que na verdade ela é interior a a minha busca pelo Divino referenciado em alguma representação para fora na verdade ela perpassa uma dimensão que é interior então quando a gente pensa da inscrição da Lei Divina né que regula chuvas e Ventos a rotação do Sol o brilhar das estrelas e a gente tem que lembrar que essas mesmas leis elas são elas estão estabelecidas na regulação da nossa vida íntima da Alma psíquica Então se são as mesmas leis a gente tem que pensar que esse impulso a perfeição esse impulso a Plenitude não é algo que vem de fora para dentro no sentido que se espera que chegue alguma coisa é algo que vai Florescer de dentro Então a gente passa a entender no sentido psíquico que o divino ele é algo que é estruturante no próprio ser ao mesmo tempo quando a gente pensa na ideia do nosso desenvolvimento espiritual a gente passa a entender da nossa responsabilidade mais do que a transferência para um outro então quando alguém diz assim nossa eu vou esperar o meu mentor espiritual me orientar que eu tô precisando e às vezes tem um sonho Às vezes tem uma intuição Olha tem alguém falando comigo às vezes não tem mentor Às vezes a sua alma nessa grandeza maior do que o seu ego que tá se comunicando contigo também por um outro lado Nossa tô me sentindo muito mal eu acho que tem um obsessor aqui essa representação que nós temos né de transferir os os as nossas questões problemáticas para um outro eu acho que a descoberta do inconsciente fala não senhor Às vezes a perturbação é tua são questões tuas que estão reass somando a consciência e estão pedindo que você lide com elas Então olha que interessante nós acabamos sem querer ou por uma herança mesma táva da forma com a gente vivencia Nossa religiosidade

o reass somando a consciência e estão pedindo que você lide com elas Então olha que interessante nós acabamos sem querer ou por uma herança mesma táva da forma com a gente vivencia Nossa religiosidade Cristã que seesse antes era o diabo virou transfere pro obor ou a gente desacredita da nossa pequenez que não eu preciso da intercessão de Deus eu preciso da intercessão dos Espíritos no sentido de fora para dentro quando na verdade essas potências elas são interiores é claro que Deus concorre é claro que a lei Divina concorre é claro que os espíritos concorrem mas isso tá em nós então a gente pode fazer um movimento que é um movimento me parece de da transição de de de significado sobre a Lei Divina duas tábuas de pedra um objeto se transforma na verdade que em Jesus que é um ser é um espírito e de repente não essa verdade tá em ti tudo isso que você viu representado em duas em 10 mandamentos tudo isso que você fo representado num ser na verdade é teu também pertence a ti também Cabe a você desenvolver dentro de ti e não há um senso maior de responsabilidade chamamento responsabilidade do que de fato a coragem de olharmos então pro que é isso que é como você disse né Gelson é o passado mas lá também tá o futuro porque em potência tá o futuro e cabe a nós descobrirmos esses caminhos né falei muito né o lado infantil ainda né que tá tá em desenvolvimento né de responsabilização como você diz né então Eh o outro fora é bom o fora é ruim né o fora é tudo né mas é o dentro né é o dentro a gente tem que olhar o que há dentro se conectar com esse dentro né se responsabilizar e por conta disso muitos equívocos acontecem né muitas escolhas indevidas Inclusive das nossas vidas né muitas escolhas indevidas mas a gente tá falando eh nesse nesse eh nessa apresentação de consciente né e a Joana De Angeles ela vai vai começar a destrinchar né Essas duas formas de inconsciente que ela fala uma é o psíquico ou subcortical e outra é o orgânico ou cortical e ela vai eh pelo decorrer daqui a gente vai entendendo

vai vai começar a destrinchar né Essas duas formas de inconsciente que ela fala uma é o psíquico ou subcortical e outra é o orgânico ou cortical e ela vai eh pelo decorrer daqui a gente vai entendendo que esse psíquico ou subcortical na verdade é o inconsciente coletivo né que ela vai trazer o orgânico cortical é o individual e depois no outro subitem ela vai trazer o subconsciente que eh também são dos dois mas ela vai trazer esse inconsciente que tá muito próximo né que é o pessoal então acho que é interessante a gente entrar nisso né nessa nessa nomenclatura dela né antes de entrar isso né Eu acho bem importante isso tá trazendo eu só quero fazer uma uma ressalva aí que que eu acho que o inconsciente não é só o que tá dentro Claro o nosso mundo interior reflete né Muito de elementos inconscientes mas também inconsciente tá fora da gente né porque quando a gente vai pegar por exemplo no andé Luiz os domí da mediunidade no capítulo 13 né Que ele vai colocar que tudo que existe dentro da natureza é ideia exteriorizada né então a ideia tá dentro e mas é manifesta né quer dizer como quando falei que um pensamento ele é ele é onda ele é vibração ele é partícula ou seja El ele também a forma pensamento é imagem né T tu tem imagem e vibração né como como imagem a gente tem um uma cor é uma imagem um cheiro é uma imag não é só imagem visual e toda imagem desperta emoção e toda emoção traz uma imagem Então essa correlação aí de imagem e Emoções né e dentro disso né quando diz que lá and diz que tudo que existe D da natureza Então essa idade e que o universo é a projeção da mente Divina né vai dizer isso e a terra como a gente conhece seja na sua configuração na paisagem que representa seja a nível político social cultural é produto da mente humana então a o que tá fora também é uma imagem do nosso inconsciente o que tá fora enquanto realidade as guerras os as imagens de líderes políticos as imagens do que representa os valores e as representações culturais e sociais é um

m é uma imagem do nosso inconsciente o que tá fora enquanto realidade as guerras os as imagens de líderes políticos as imagens do que representa os valores e as representações culturais e sociais é um reflexo da mente humana e muitas vezes vela questões inconscientes nos né então só para poder entender que esse inconsciente também se revela Em numa mensagem não só dos sonhos né Enquanto o mundo interno nos trazendo uma mensagem né Mas também se revela na na capacidade simbólica da vida se manifestar também como mensagem de realidades que vão muito além da realidade concreta e só para poder né ampliar um pouquinho e fechar pra gente poder Então realmente entrar nessa ideia do inconsciente subcortical né e e cortical dela vai realmente trazendo essa relação né Cláudia num primeiro momento ela vai indo em etapas para pensar isso né ela ela é muito didática porque realmente são aspectos bastante complexos e meio confuso porque porque ali ela usa depois o subconsciente psico subical e então ela mas ela tá falando de do inconsciente né então de uma certa maneira se pode confundir um pouquinho o leitor né então a gente tem que ler com muito cuidado esse esses parágrafos né E ela vai est eh eh trabalhando em etapas nesse conceito ela começa apresentando né o o dois inconsciente a o inconsciente sub cortical ou psíquico que é bem importante isso e o cortical orgânico daí ela vai fazer essa relação né do mundo instintivo do id né para o Freud né esse mundo baseado então nas pulsões nos desejos e os arquétipos do Jung ligado ao inconsciente coletivo então ela vai fazero assim olha se gente fazer uma relação com a psicanálise com a proposta junguiana a gente pode fazer uma relação por aí né o inconsciente subcortical né o psí seria esse universo mais profundo da Alma relacionado a esse automatismo né aquilo que é daí e que nos leva a pensar na questão fisiológica instintiva tá dizendo assim né Eh né que parece contraditório puxa é fisiológico instintivo mas é o cortical que é o orgânico né então o que que ela

daí e que nos leva a pensar na questão fisiológica instintiva tá dizendo assim né Eh né que parece contraditório puxa é fisiológico instintivo mas é o cortical que é o orgânico né então o que que ela quer dizer com fisiológico instintivo então e então ela traz isso e num primeiro momento parece confuso mas depois ela vai explicando né Um pouquinho mais isso né E vai aprofundando isso dizendo então que enquanto o o o mundo do dos arquétipos e do id que representa o inconsciente subcortical psíquico tá ligado Então essa dimensão profunda do automatismo e o inconsciente cortical ao condicionamento né Então essa visão ainda é uma visão primária muito ligada a uma percepção materialista que ela tá presando ou seja de uma dimensão que é como se fosse assim pelo menos é que me parece quando fiz essa leitura não sei como é que isso chega em vocês é eu acho possibil Di fala querida não à vontade eu acho que é uma possibilidade da gente ir eh se apropriando né Mesmo que seja uma uma como você diz uma ideia uma visão materialista né mas é a forma que a gente vai conseguindo se apropriar disso né nessa comparação desse inconsciente psíquico ou subcortical com o ID com os arquétipos né com esse condicionamento com esse automatismo porque depois ela vai usar a palavra iento mais ligada ao cortical que ela vai trazer os traumas os recálculos então aquilo que tá condicionado aparece que também é automático mas mas é uma outra forma de condicionamento né de de aparição eh e orgânico também porque traz muita emoção junto disso né o trauma o recalque ele ele mobiliza organicamente a pessoa nesse sentido né trazendo as emoções a FL and as emoções né mas é um um uma leitura com muitos detalhes né que ela vai trazendo aqui eh nessa parte do do fisiológico ou subcortical mais à frente ela vai dizer que esse subcortical então é é onde o Espírito se coloca né porque há toda essa inconsciência coletiva né através da memórias né do campo eh ela vai trazendo até o campo das para eh funções paranormais né enfim

ubcortical então é é onde o Espírito se coloca né porque há toda essa inconsciência coletiva né através da memórias né do campo eh ela vai trazendo até o campo das para eh funções paranormais né enfim eh e e e trazendo também o inconsciente coletivo com esses atributos quase divinos né Eh esse esses atributos quase divinos porque bem mais eh distanciados desse a condicionamento desses traumas e talvez mais próximos né do que ela vai chamar de inconsciente eh do self né do próprio self né da memória do self eh é interessante porque o Gelson trouxe um elemento que eu não tinha percebido Gelson mas eu acho que na a a o que Joan tá fazendo me parece eh é uma reconstrução da forma como foi sendo organizado o pensamento em torno do que se compreendia o que eram isso né e é interessante que pegando a tua Fala querida sabe eh no início no início da historicidade da descoberta de que que dimensão é essa que surge na manifestação do pensamento né da e que que ocorrências psicológicas são essas que parece que revelam algo que até então não se compreendia sobre a nossa essência no início do século XVI com os estudos sobre o magnetismo o com de perseguir ele teve um um evento interessante em que ele ao magnetizar um indivíduo que estava com um problema orgânico ele passou manifestações que a gente espíritas conseguem compreender de uma forma mais fácil Em que ele parecia alcançar um grau de uma de uma intelectualidade de uma compreensão sobre a vida que era fora da do estágio da consciência normal daquele indivíduo essa situações eh lançaram a perspectiva de que assim olha existe algo que tá além mas o que é esse além né O que que é isso que cada um de nós é capaz de manifestar a hipótese Espírita ela Quando surge de que não pode ser espíritos se manifestando ela foi a seu tempo mente muito muito negligenciada ou afastada para pensar assim não é é a psique da pessoa então Mas da onde é que vem isso ah não importa é a psique da pessoa então quando ela faz esse recorte e vai montando a estrutura dos parágrafos aí o

stada para pensar assim não é é a psique da pessoa então Mas da onde é que vem isso ah não importa é a psique da pessoa então quando ela faz esse recorte e vai montando a estrutura dos parágrafos aí o Gelson destacou muito bem a impressão que passa é que ela vai reorganizando a forma como historicamente era compreendido esses processos basta lembrar que quando o magnetismo entra no mundo acadêmico com o nome de hipnose ou de hipnotismo eh existiam duas escolas na França que se dedicaram Nancy e Paris se eu não me engano Nancy e alguma outra escola e é interessante que elas uma delas seguia uma linha muito fisiológica que os fenômenos que estavam acontecendo em relação que que era isso não tinha uma dimensão que era muito fisiológica então assim a ideia de passarmos para o psíquico sempre teve como contraponto a busca para sustentar teses que explicassem essa realidade que nós chamamos de subconsciente ou inconsciente com uma matriz fisiológica orgânica mas a gente sabe que não é tão simples assim então me parece que a maneira como ela organiza sabiamente como trouxe muito bem o o Gelson é mostrar como olha para além do fisiológico tem uma dimensão que é psíquica para além do psíquica existe uma dimensão que é espiritual e para além do inconsciente esse que é o pessoal existe uma dimensão que é transcendente que é o Sagrada né então não sei se ajuda a gente pensar um pouquinho que ela ela ela fez muito bem a esse Record né isso n porque a psicologia fisiológica né e o Freud ele insistiu em querer que a sua psicanálise científica e fugiu do espiritual né ao contrário do Jung que de uma certa maneira não assumiu diretamente a realidade do Espírito mas de monstrou ela de várias formas né então nessa psicologia fisiológica o o o inconsciente subcortical tá ligado muito aos instintos a natureza e animal e o cortical também é aqui é visto de uma maneira muito eh como condicionamento como os animais como aprendizado fisiológico né eu aprendo mas não não tem nenhum espírito por trás disso então

e animal e o cortical também é aqui é visto de uma maneira muito eh como condicionamento como os animais como aprendizado fisiológico né eu aprendo mas não não tem nenhum espírito por trás disso então ela ela apresenta essa primeira imagem do inconsciente e subcortical e cortical para mostrar níveis do inconsciente mas ela vai dizer vamos pera aí então a gente tem esses Du dois inconscientes né um ligado a as dimensões do automatismo e outro aos processos traumáticos e de dos condicionamentos Então ela tá separando dela dá um passo a lei olha mas acreditar que o ser subcortical era apenas um amuado de automatismo Ela tá dizendo aqui né Eh movido pelos instintos mas não é bem assim não esse inconsciente subcortical que parece que só só é instinto só é pulsão né só é arquétipo ele é movido por uma dimensão mais profunda e por isso que ele é psíquico ou seja existe uma realidade espiritual ela introduz na ideia do inconsciente eh eh subcortical né ou psico a ideia então que nesse inconsciente tá inserido a dimensão do espírito né então então ela que ela apresenta então um passo além da Psicologia convencional dizendo isso que a gente chama de inconsciente eh eh subcortical é o espírito por quê Porque o espírito é A Conquista dos anos né tudo que é automatizado na gente né e é conquistado então tudo que o espírito faz de maneira sem sem pensar não é porque ele não pensou mais é porque ele já conquistou né então não precisa passar pela consciência que já é eu já sou E se eu já sou é espontâneo então então ela começa a dizer que esse automatismo né na verdade é o processo dessas forças todas dessas energias ários instintivos que foram canalizadas sobre comando comando dessa mente desperta que tá lá no inconsciente que é o Eu superior que é o espírito né Para que de uma maneira eh na sua evolução ele vai construindo uma expressão cada vez mais complexa mas automática Então tudo aquilo que eu já conquistei parece que é que é instintivo não é não é instintivo é automatizado

ra eh na sua evolução ele vai construindo uma expressão cada vez mais complexa mas automática Então tudo aquilo que eu já conquistei parece que é que é instintivo não é não é instintivo é automatizado porque já é em mim então por isso que então por isso que que que que alguns psicólogos e médicos não vê eh o espírito para trás disso porque é tão automático que parece que é hereditário que é só material e não é e aí ela daí ela dá um passo seguinte bem Então nesse mundo do do inconsciente subcortical tá tá o espírito né e o e o inconsciente cortical esse sim não tem consciência não tem consciência Então esse só registra o conente cortical mesmo que que o corte cerebral tá ligado à decisões conscientes não é ele que toma de consciente ele de uma certa maneira expressa a decisão consciente mas o o inconsciente cortical é registrar tem um computador que vai registrando informação e aí ela relaciona então o Inc cortical per espírito né então foi como eu entendi né então o inconsciente subcortical o espírito e o inconsciente sub e o inconsciente cortical né o per espírito né Essa que foi né a a sacação que a Joana vai fazendo né Eh então porque ela vai dizer por isso mesmo esse inconsciente é o espírito que é o inconsciente subcortical é que se carrega do contol da da Inteligência fisiológica e suas memórias Campo per espiritual né que é o o inconsciente cortical Então essa é a ideia que me fica aí desses dois inconscientes sim interessante Gelson né com essa leitura a gente vê que ele carrega do outro inconsciente né Uhum que onde se encontra o campo per espiritual muito interessante isso é porque ele o campo espital é as áreas dos instintos e das emoções né Uhum a faculdade brando a mediúnica então aí ele o então o o perispírito abre campo de um uma precepção que não é só fisiológica mas também é extra fisiológico mas que não é eh inteligente no sentido assim de um de um de um processo conscientizado é o mundo da percepção mesmo né Ou seja é é uma inteligência fisiológica que existe ali

mbém é extra fisiológico mas que não é eh inteligente no sentido assim de um de um de um processo conscientizado é o mundo da percepção mesmo né Ou seja é é uma inteligência fisiológica que existe ali eh processo acontecendo de troca também de permuta e de interação mas enquanto movimento ele vai dizer que que eh que a consciência cortical não possui espontaneidade manifestando-se sobre a corrência do mundo onde se encontra localizada né É então o que é cortical realmente não passa pela consciência consciência enquanto espírito né Enquanto essa elaboração do espírito né porque é ligado ao mundo do per espírito né Uhum E aí você usa uma palavra adequad ela reflete né É então a gente pode pensar assim a mente Mila junto com o perispírito Né o perispírito eh leva pro Espírito o espírito responde né através das do do cérebro subcortical tálamos e outras regiões e o corte cerebral expressa então de uma certa maneira nas decisões conscientes que o ego Então tá sobre o controle então a gente podia fazer esse tipo de de processo assim de caminhada fazer essa relações o corpo e a dimensão psíquica ou espiritual né Uhum E ela amplifica né complementando aqui o raciocínio do Gelson né E nesse nesse outro parágrafo Ela traz o inconsciente coletivo como esse registro mnemônico das reencarnações anteriores Então ela Traz essa amplificação do conceito de inconsciente coletivo do Jung que a gente conhece né né nessa amplificação para além das reencarnações né não é um um um inconsci não é um registro eh eh mnemônico da só da espécie né só não né porque não é só né da espécie né re eh mineral vegetal animal e hominídio né Mas eh e e o coletivo também que entra aí dentro aquela estratificação que que Gelson trouxe né o clã familiar cultural país né o estado país enfim mundo né Eh ela amplifica né aí ela Traz essa amplificação do inconsciente coletivo para além de todas as reencarnações daquela pessoa né você seja minhas próprias experiências pessoais também né no in conceito coletivo né estão

aí ela Traz essa amplificação do inconsciente coletivo para além de todas as reencarnações daquela pessoa né você seja minhas próprias experiências pessoais também né no in conceito coletivo né estão atualizad em cada cada Encarnação né isso exatamente diga thago não é ess é essa questão né que a gente encontra então uma significação para o que é isso que é compartilhado por todo por todos nós né O que é isso que o próprio Yung acabou buscando Às vezes uma uma tentativa de como é que essa transmissão acontece né do inconsciente coletivo né E não estou enganado traz o matriciamento filogenético mas o próprio texto da Joana mostra que na verdade Essa historicidade ela é própria e na verdade é uma historicidade própria mas que é compartilhada né então se for nós foros pensar numa numa ancestralidade bastante distante sobre a nossa condição humana as experiências eram muito comuns pensando no campo das experiências que vão sendo sendo adquiridas né E mesmo as experiências coletivas e que vão se multiplicando nas diversas culturas e civilizações no curso da nossa história elas vão trazendo elementos às vezes comuns relacionados à sua simbologia a sua as própria Experiência Religiosa e que emoldura essa esse amplo mosaico das experiências e que faz a gente compreender então o inconsciente coletivo como você muito bem trouxe como esse registro das nossas das nossas reencarnações então a gente encontra uma chave pra gente entender o que que a muit multiplicidade existências ajuda a gente a a colaborar de uma de um pertencimento comum em torno de experiências que nos foram são são muito importantes na nossa história coletiva né é uma integração né entre a dimensão cultural né aquilo que me marcou né eu tenho uma tradição que eu venho lá da Grécia que me configurou mas que não tá separado da minha experiência como espírito né enquanto a experiência adquirida enquanto quanto essa cultura foi assimilada por mim de uma certa maneira ganhou eh com eh formas e expressões próprias então de uma certa

experiência como espírito né enquanto a experiência adquirida enquanto quanto essa cultura foi assimilada por mim de uma certa maneira ganhou eh com eh formas e expressões próprias então de uma certa maneira esse inconsciente coletivo ela tem é é é o mundo dentro de mim mas na configuração de cada experiência que eu passei durante as várias encarnações que fui vivendo né Uhum e e e a gente já tá quase indo pro final a gente não falou do subconsciente ainda né gente para ver como é complexo esse tema acho que é importante a gente falar um pouquinho né sobre subconsciente alguém quer trazer alguma coisa sobre isso eh no no o interessante que os textos do Freud ele ele sempre ele sempre trouxe a ideia do subconsciente como uma dimensão subliminar que tá muito próxima cons ccia como um conjunto né de de um conjunto de de conteúdos que estão muito próximos e que eles vão se estabelecendo em tornos dos quais a experiência o comportamento do indivíduo se estabelece né E esse é o primeiro ponto importante subconsciência diferenciando do inconsciente como essa uma dimensão mais Ampla mais profunda né e diversificada da da da experiência psíquica mas o consciente como algo mais próximo a consciência né como uma referência talvez não sei liminar né algo bem liminar né por isso que ele é ele é subliminar né ele tá ali nessa Fronteira né E aí me lembra eu eu tava lendo né e a gente lembra do termo psico né Eu não sei se cabe aí né Gelson né que fica não entra aí o gson tem pode falar não é melhor você fale né porque eu fiquei pensando sobre is an dis sobre esse psic aí que tá a antes disso né alguns autores dizem que na verdade o o aquilo que chama de inconsciente é sempre subconsciente Porque alguns autores dizem que tudo é possível de se jorar a a consciência Então na verdade eh São níveis de subconsciente então alguns autores não gostam da palavra consciente porque eles acham que tudo é passível de chegar na consciência mas o flud achava que aquilo que era recalcado né era mais difícil de chegar à

ente então alguns autores não gostam da palavra consciente porque eles acham que tudo é passível de chegar na consciência mas o flud achava que aquilo que era recalcado né era mais difícil de chegar à consciência e UnG disse que aqui os arquétipos nunca chegam na consciência então para eles há uma dimensão né O que chega na consciência são imagens arquetípicas né Então nesse universo da psique objetiva onde tem onde estão o psicod o psicod é justamente do ponto de vista espiritual esse mundo intermediário corpo Sutil pelo espiritual onde a coisa é e não é né é psíquica e fisiológica ao mesmo tempo né que pode que pode se manifestar tanto de uma polaridade tão eh fisiológica que são os instinto ou no nível psicológico é os arquétipos então o psico é onde tão o né os arquétipos mas o arquétipo a Yung nunca vão chegar direto mente na consciência que se tem é os efeitos deles ou a manifestação deles através das imagens Então realmente do ponto de vista assim da Visão eh freudiana e junguiana né Eh o subconsciente seria realmente aquele material que do ponto de vista eh da do dos das possibilidades tende a constelar e emergir mais facilmente na Nossa na nossa consciência e eu diria que o subconsciente do ponto de vista espiritual Espírita é o arranjo das possibilidades possíveis de serem trabalhadas numa vida né Por né e o que que tem no nosso inconsciente nosso inconsciente tem as coisas conquistadas que eu adquiri e que são minhas ninguém me tira mais e também os conflitos que eu não resolvi lá o as pessoas que eu matei eh os as culpas que eu trago a as marcas emocionais que eu ainda não elaborei Ou seja tem toda essa essa Gama que tá lá no inconsciente mas que numa Encarnação não vou poder trabalhar tudo isso né e e algumas coisas naturalmente emergem mais né como uma tendência uma possibilidade de de de de confronto Então para mim subconsci subconsciente é esse material que tem que ser drenado né mais facilmente na relação com o mundo daquilo que eu tô aprendendo e assimilando vai então

dade de de de de confronto Então para mim subconsci subconsciente é esse material que tem que ser drenado né mais facilmente na relação com o mundo daquilo que eu tô aprendendo e assimilando vai então criando um processo de eh eh de transformação possível de transformação de elaboração de atualização no sentido de poder dar um passo além e quando atualizado aquele material poder ir aos poucos sendo transformado Então isso que eu entenderia né esse mundo subconsciente né eu incluiria aí que você já falou antes mas eh só só completando essa tua fala agora ele também traz as potencialidades né Então essas potencialidades a gente pode pensar que elas estão aí também né nesse subliminar que apesar que a Joana Ela traz muito essa questão dos conflitos dos traumas né sendo como você diz né precisando ser trazido né a consciência Mas a gente pode pensar também nas potencialidades que podem estar ali também bem próximas né da gente a partir dos conflitos né que a pessoa tem e e passa ela por trás dali pode ter uma potencialidade um atributo que ela precisa colocar naquela vida né Eh constelar Naquela vida atual né para Que ela possa eh eh progredir né crescer né Eh fazer o que ela precisa fazer nessa vida e tem a última parágrafo né que esses pensamentos e atos né que logo depois de arquivados no subconsciente programa As atitudes das pessoas Uhum é eh a aí eu acho que entra no subconsciente parte né dessa dimensão cortical né o subconsciente com esse como esses conteúdos que ficam ali latentes né e e e automatizado no sentido que eles não TM né raciocínio né ou seja né Mas que que que tocam a nossa alma né Ou seja que nem uma um quando tu tu lembra alguma coisa né alguém conta uma história né ou Tás uma coisa a aquilo toca a minha alma e me faz chorar ou rir né então esses esses conteúdos estão ali eh mobilizando questões do do do espírito né da qual ele tem que lidar Para justamente se transformar enquanto indivíduo Enquanto essa consciência mais profunda né E aí que ess esses atos aí e

tão ali eh mobilizando questões do do do espírito né da qual ele tem que lidar Para justamente se transformar enquanto indivíduo Enquanto essa consciência mais profunda né E aí que ess esses atos aí e e pensamentos né Eh que quando for s aqui inconsciente acabam eh ou ganhando vida né ou determinando ou sendo suplantados por outros elementos e Valores que eu vou conquistando E aí eu vou podendo de uma certa maneira né Eh enquanto espírito mesmo que inconscientemente nem sempre ISO passo pela consciência assumindo eh a minha posição frente a vida né porque nem todo ato e postura é um fruto só de um trabalho com consciente mas sim da daquilo que enquanto aquilo que eu sou e que da qual eu ainda me identifico me comprazo me acabo me elegendo né ah o cara falou uma história lá eu não dei muita bola ficou no meu inconsciente mas eu não dei muita bola por quê porque aquilo não toca a minha alma o cara falou uma bobagem lá aquilo ficou ent me aquilo vibrou em mim ah que coisa interessante né porque a minha alma tá presa naquilo ainda então e essas questões todas que vão sendo mobilizadas nesse grande processo de de de de informações que vão determinando então depois o comportamento é interessante que a a Joana quando tratou sobre o amor né como força que organiza e que cria vez de alguma forma ela tá trazendo a ideia do quanto que a experiência psicológica e a experiência psicológica de contato com a Experiência Amorosa ela faz com que o espírito descubra uma dimensão nova de experimentar sentimento as próprias emoções e vai gradualmente ampliando possibilidades novas de descobrir-se como espírito na experiência então quando pensamos nessa ideia de que experiências são arquivadas e passo a programar uma nova forma de nos relacionarmos com a vida com o outro de uma forma está sendo mediado por afetos e eu quero só recuperar essa ideia da amorosidade do Amor com uma força criadora porque ele potencializa a experiência para Vamos colocar assim sair de uma órbita muito ordinária ou

mediado por afetos e eu quero só recuperar essa ideia da amorosidade do Amor com uma força criadora porque ele potencializa a experiência para Vamos colocar assim sair de uma órbita muito ordinária ou vulgar na experiência comum que partilhamos e aqui não é uma crítica né uma experiência no sentido daquilo que a gente observa da de um ponto médio da forma como os espíritos né compreendem experiência experienciam uma Encarnação para que a gente qualifique melhor para que a gente compreenda mas isso envolve ampliar mais consciência sobre si então a ideia de descobrir ou entrar em contato com aspectos nossos é uma experiência única e uma oportunidade que a gente tem de entendermos quem nós somos para nos tornarmos melhores né Eu acho que aí você toca novamente nesse último parágrafo que a gente estava falando né quando ela termina assim né assim quando se toma conhecimento de tal possibilidade elegem-se quais aqueles que devem ser acionados no campo moral e social para organizar ou reprogramar a existência Então essa subliminar idade né que traz os conflitos né essas questões e que tem as emoções por trás né que traz esse amor que você trouxe né isso tudo a imagem que eu faço né que subliminar ele vai alcançando ali o o nível da consciência né que a gente como falou aí a gente pode reprogramar melhor né tornar organizar aquela existência atual né coisas que vão conseguindo atravessar né Uhum eu acho que isso de uma certa maneira encerra o nosso encontro e já abre a provocação pro próximo encontro que é por onde Por onde esse processo é organizado além da consciência egóica que também tá operando como reflexo do self aí ela vai apresentar então um outro nível do inconsciente uma outra dimensão que o inconsciente sagrado então de uma certa maneira eu acho que é essas últimas colocações tua Cláudia do Tiago já abrem campo para pro item que a gente vai estudar no próximo encontro que é justamente o inconsciente sagrado Então já fica essa provocação para todos que nos escutam né de poder lá ler né O

Tiago já abrem campo para pro item que a gente vai estudar no próximo encontro que é justamente o inconsciente sagrado Então já fica essa provocação para todos que nos escutam né de poder lá ler né O que que é o inconsciente sagrado para poder começar a fazer relação com esse material que a gente troux e que Cláudia e Thiago finalizam no Encontro de hoje então fica esse convite para todos né agradecemos o carinho o apoio de vocês que nos assistem que possam divulgar aí nas redes colocar pros amigos desse desse projeto bonito que Joan nos oferece E que possamos estar junto novamente Então no próximo encontro trabalhando Exatamente esse item Unic consciente sagrado obrigado Tiago Cláudia e até o um grande abraço que Jesus nos abençoe

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