Para Viver o Evangelho | Episódio 184 • Estudo da obra “Lázaro Redivivo” (capítulos 30, 31 e 32)
Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa oferece reflexões profundas sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, contribuindo para uma vivência mais consciente e amorosa do Evangelho no cotidiano. Dando continuidade ao estudo de obras fundamentais da literatura espírita, o programa inicia agora a análise do livro "Lázaro Redivivo", ditado pelo espírito Irmão X (Humberto de Campos) e psicografado por Chico Xavier. A cada episódio, um capítulo da obra é estudado com profundidade, resgatando lições valiosas de Jesus que permanecem vivas e atuais, convidando-nos à renovação interior e ao serviço no bem. Com uma abordagem clara, fraterna e fiel à tradição doutrinária, Para Viver o Evangelho é um espaço de aprendizado, inspiração e compromisso com os valores do Cristo. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar todos os episódios! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro das novidades e conteúdos edificantes! 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #EvangelhoNoLar #ChicoXavier #IrmaoX #HumbertoDeCampos #LazaroRedivivo #DoutrinaEspirita #MansaodoCaminho #EstudoEspirita #EvangelhoSegundoOEspiritismo #EspiritismoHoje #EspiritismoComJesus #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
A vida espiritual é certeza da imortalidade do ser. é proposta de crescimento e novas perspectivas para a elevação moral e para o progresso. A espiritualidade trouxe, por meio dos mensageiros do além preciosas informações sobre Deus, reencarnação e também sobre o intercâmbio interdimensional entre encarnados e desencarnados. A vida não cessa e está em constante processo de mudança e evolução. Compreender as dinâmicas da existência é saber um pouco mais sobre nós, respondendo às questões sobre o porquê de estarmos aqui e qual o propósito das encarnações. Para abordar esses temas, a Federação Espírita do Estado da Bahia, PEB, realizará entre os dias 30 de outubro a 2 de novembro o 21º Congresso Espírita da Bahia, com os seguintes convidados: Alberto Almeida, Pará, Bruno Godim, Porto Alegre, César Reis, Rio de Janeiro, Fábio Carvalho, Maranhão, Júlio Perez, São Paulo, Margarete Atla, São Paulo, Maí e Braga, Brasília, on Carrara, São Paulo, Rosa Martins, Rio de Janeiro, além da participação do Corpo de Palestrantes da FEB e demais integrantes do estado. 21º Congresso Espírita da Bahia. Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei. 30 de outubro a 2 de novembro de 2025. Fiesta Convention Center, Salvador, Bahia. Inscrições www.feb.org.br. br. Venha, participe. P. Eh, do caminho. e pela eh pelo canal da Federação Espírita da Bahia no YouTube. >> Melhor pararia hoje nós vamos >> trabalhar de novo com três capítulos e eles são assim bastante >> interessantes, bastante significativos para as nossas reflexões. primeiro deles, que é o capítulo 30, vamos trabalhar o capítulo 30, o capítulo 31 e o capítulo 32. >> No capítulo 30, irmão X vai trabalhar o título. >> Pode, pode continuar, pode falar, ó. Pode continuar. Pode, >> pode falar, pode continuar. >> Pronto, resolveu o problema do som. Pronto. Então eu vou começar de novo. Eh, eu vou começar de novo. Saudei os companheiros que estão aqui presentes, sai os companheiros que estão conosco à distância e aqueles que estarão conosco
som. Pronto. Então eu vou começar de novo. Eh, eu vou começar de novo. Saudei os companheiros que estão aqui presentes, sai os companheiros que estão conosco à distância e aqueles que estarão conosco em momentos futuros. Então, é uma alegria estar com vocês, é uma alegria ter vocês conosco. E eu tava dizendo que hoje nós vamos trabalhar o capítulo 30, 31 e 32 do livro que estamos estudando do irmão X, que é Lázaro Redville. No capítulo 30, o título é intercâmbio e ele vai abordar um tema que pode ser muito habitual para vários de nós, mas é sempre intrigante e é sempre algo que vale a pena aprofundarmos a reflexão, que é esse esse fato de que nós temos um intercâmbio permanente entre o mundo físico, o mundo material, mundo dos encarnados e o mundo espiritual que é o mundo dos desencarnados. E ele vai começar falando das companhias espirituais. Cada criatura tem as companhias espirituais que ele influenciam a vida. Então isso não significa que nós estamos sempre em contato com todos os tipos de espíritos que existem ou com qualquer tipo de espírito. Existe eh como que uma seleção a partir da sintonia. A gente compreende sintonia porque nós utilizamos rádio, utilizamos TV, utilizamos vários aparelhos que você tem que sintonizar para eles funcionarem. A gente compra, por exemplo, um aparelho de televisão e você tem que fazer os ajustes para pegar os canais abertos. Você tem que tá inscrito nos canais de streaming para que ele possa pegar o canal de streaming, o canal aberto, eles estão o tempo todo transmitindo suas programações. É, é 24 horas normalmente, né? Mas a TV não pega se você não fizer o ajuste para sintonizar com aquele canal, tornar possível aquela recepção. Além disso, você precisa ligar o aparelho e você precisa colocar no canal que você quer, isto é, fazer a sintonia naquele momento. Eu tô olhando o que que ele tá, que aconteceu, né? analogia para nós entendermos como é a comunicação com os espíritos desencarnados. >> Melhorou alguma coisa aí? Não, >> então quer dizer que a gente esteja
olhando o que que ele tá, que aconteceu, né? analogia para nós entendermos como é a comunicação com os espíritos desencarnados. >> Melhorou alguma coisa aí? Não, >> então quer dizer que a gente esteja vendo os espíritos, que esteja conversando com ele, mas essa conexão que sempre existe, uma influência mútua, uma percepção de mensagens não seja muito consciente, >> depende da sintonia. Por isso que ele vai dizer que cada criatura tem as companhias espirituais que influenciam a vida e isso é feito pela sintonia. Então, existem espíritos superiores. Todo mundo, por exemplo, a doutrina espírita nos mostra que todos nós temos um anjo guardião e que o anjo guardião, ele não tem como função orientar a gente para qual é o melhor emprego, qual é a melhor decisão a tomar nos nossos relacionamentos amorosos, como a gente deve fazer para ocupar o nosso tempo? Como a gente deve decidir, mudo para essa casa ou mudo? Não, o anjo guardião é sempre um espírito de ordem superior. Então, lembrando da escala espírita, nós somos espíritos de terceira ordem. O anjo guardião é um espírito de segunda ordem. É um espírito bom, é um bom espírito. Tem aquelas qualidades de amorosidade, de não estar identificado com a matéria, etc., que a gente vê lá. Então, o espírito desse nível, ele não se ocupa de jeito nenhum com essas questões materiais. é ajudar aquela pessoa durante a sua encarna no processo evolutivo. Ele vai nos possamos que te ajudam, que orientam, ah, que que dão aquela inspiração para coisas mais imediatas. tem, se a gente ler no livro dos espíritos, nós vamos encontrar os anjos guardiães, nós vamos encontrar os guias espirituais, é outro tipo. A gente vai encontrar os espíritos familiares e os espíritos amigos. Veja, os espíritos familiares são aqueles nossos queridos que já desencarnaram. Eles podem ser de qualquer nível evolutivo. Concorda? Nada impede que tenhamos um parente, um avô, um tio, uma avó, uma tia. Um ancestral da gente gosta muito da gente, mas é uma pessoa é uma pessoa que se dedicou a
de qualquer nível evolutivo. Concorda? Nada impede que tenhamos um parente, um avô, um tio, uma avó, uma tia. Um ancestral da gente gosta muito da gente, mas é uma pessoa é uma pessoa que se dedicou a desenvolv organizado, não impata. Esse é muito >> orientações espirituais, embora seja um espírito familiar, ele gosta de mim. Eh, a gente tem espíritos amigos que são espíritos que tm a mesma sintonia, mas são também no mesmo livro. Eles vão ajudar, vão ajudar. No livro dos espíritos, os espíritos dizem, eles podem ajudar, não necessariamente vão e não necessariamente terão a permissão de fazer isso, mas eles vão fazer essa ajuda sob a orientação dos espíritos superiores, com a perição dos espíritos superiores. O dia espiritual muitas vezes é um espírito que tá relacionado uma área da vida, às vezes a área profissional. Ele gosta de mais vai a pena uma segunda parte de um detalhe desses tipos que convivam com a repar que eu não falei nada sobre a intução de né de atrapalhar mais falar um pouquinho daqui a pouco essa questão do intero e da só mesmo está resolver a questão do áudio a gente tem novamente voltou a ficar som e como se tivesse interferência de áudio nos bastidores eles estão colocando tem conversa Qualquer coisa aqui eh do da melhor forma possível e desde já agradecendo a ensina que vocês estão com a equipe já foi tudo que regularizou no micro Hum. Vamos testar com esse microfone. Vocês estão ouvindo melhor? Sinalizar no chat pra gentileza. Santo sinalizou que tá dormindo bem baixinho, mas que tem muita interferência. Eles sinalizam no nos bastidores. Agora a Norma sinalizou e que tá OK e a Antônio sinalizou que sim. Muito obrigada a todos vocês. Então retomar ou melhor continuar aqui eh no capítulo 30 eu quero destacar de vocês, certo? Os ruídos vão desaparecer já já sobre a interferência e o ruído que vocês estão sinalizando já desaparece. Mas voltando ao intercâmbio, eu vi nesse capítulo, achei interessante a afirmativa de que todos convivem com a espiritualidade. Isso, mesmo que possa
o ruído que vocês estão sinalizando já desaparece. Mas voltando ao intercâmbio, eu vi nesse capítulo, achei interessante a afirmativa de que todos convivem com a espiritualidade. Isso, mesmo que possa parecer para nós algo natural, domônico ou que já está pro nossa inância de temos conhecimento, a nossa atenção e vigilância precisa ser um tanto mais fortalecida, porque essa convivência com a espiritualidade é fruto do nosso convite interno, daquilo que nós estamos então alimentando e que a gente pode chamar pelo reino dos céus que a gente precisa cultivar para que ele então floresça. E aqui o irmão X traz pra gente que há companheiros invisíveis de todas as expressões. Aí podemos pensar são de todas as expressões, como viveremos necessariamente amú o tempo inteiro no dia a dia com essas relações? Ou nós vamos ter uma proximidade maior ou menor com os espíritos que estão ao nosso redor? E seamos em afinidade, sintonia, claro que embora sejam todos os espíritos de diversas expressões, ficaremos sem maior grau de aproximação independente da nossa natureza múltipla. Por isso mesmo é que a gente lê, ouve relato os espíritos que estragam de que não necessariamente conseguimos ter uma percepção de onde está ao nosso redor. Só vamos captar aquilo que geralmente como seas que estão próxima do nosso evolutivo ou até mesmo de viras que estão aqui na nossa caminhada porque esse consegue ter alguma proximidade que vai estabelecer uma relação aprofundada. Vamos então que eles também ao mesmo tempo em que nós não conseguimos nos aproximar de uma forma, digamos que expressiva ou manedora na nossa convivência e no nosso papel diário de espíritos no mundo, almas dos nossos espíritos encarnados, porque uma condição evolutiva que está à frente da nós. também, mas nós não conseguimos. Então, temos exemplos clássicos na literatura o próprio Luiz em nosso lar, quando aquela passagem e Clarcio se fez então visível. Claro este perdo, se aproximou, tentou, mas o tempo de que fez esforço aí sim, né?
exemplos clássicos na literatura o próprio Luiz em nosso lar, quando aquela passagem e Clarcio se fez então visível. Claro este perdo, se aproximou, tentou, mas o tempo de que fez esforço aí sim, né? pelo momento, mas ele tem que ter porque o nível que nós tem isso acontece conosco no dia a dia. Notam situações que estamos muito bem, harmonizados, felizes, bem humorados, mas vem uma situação que não estávamos esperando ou até mesmo não nos preparamos devidamente para elas. E quando elas nos tomam, nós vamos reagindo de um modo não satisfatório. E claro que essa vibração ela vai cair. E aí nós vamos percebendo que o desejo da resposta de ir a desforra, a irritação que se torna algo mais fácil já faz com que outras expressões de espíritos se aproximem. Então, o que determina a qualidade dos espíritos que nos acompanha vai ser acompanham, será realmente aquilo que estou mantendo no meu cotidiano. Por isso, oração e vigilância, a necessidade de constância. Evangelho no lar não se faz uma vez ao ano. Nós fazemos toda semana porque oscilamos. Então, precisamos, digamos que um suporte ou um apoio a mais para que então a gente consiga manter o máximo de harmonia e equilíbrio que todos nós precisamos. Ainda não chegamos ao nível evolutivo em que ficamos 24 horas por dia e todo tempo felizes, equilibrados. Ó Senhor, que bom, vem mais um desafio, mais uma prova, um irmão difícil. Que bom que ele chega e se aproxima. Ainda não é assim que nós recebemos os desafios, mas se pudermos nos preparar, daí a recomendação de oração e vigilância, vamos conseguir então manter espíritos próximos a nós na condição das expressões que são compatíveis com aquilo que venham alimentando. E um outro ponto e nesse capítulo intercâmbio, é quando o irmão X vai falar da absorção das inspirações. É preciso também que não tenhamos a ideia de que basta que eu esteja em harmonia e equilibrado para que os espíritos outros não se aproximem e me levem a posturas. Me levem, se eu permitir. Vamos sempre lembrar que somos responsáveis pelas
ia de que basta que eu esteja em harmonia e equilibrado para que os espíritos outros não se aproximem e me levem a posturas. Me levem, se eu permitir. Vamos sempre lembrar que somos responsáveis pelas nossas atitudes e condutas. e que isso poderia não acontecer. os espíritos estão acostumados com o nosso comportamento. Isso gera também repetição e condicionamento. Então, se a gente muda o nosso comportamento, o pensamento, melhora as emoções, eles vão estranhar inicialmente e claro que acostumados que estão vão insistir para que continuemos na companhia deles. Então, lembrar que as inspirações podem ser absorvidas tanto para o bem quanto para a desarmonia, se não estivermos atentos aos pensamentos que nos chegam. E os espíritos dizem que isso não é nada complexo ou difícil de qualificar ou de perceber. Todo pensamento bom e que vai gerar boas consequências é inspirado por espíritos bons, assim como aqueles que nos levam ao desequilíbrio. Digamos que as situações de entristecimento em que nos sentimos desmotivados não vão ser inspirações de espíritos bons que fazem com que tenhamos posturas salutares, que mantenhamos o entusiasmo pela vida, mesmo que ela nos traga os reveses. Então, tenhamos um certo zelo com os pensamentos que nós estamos alimentando para que a gente entenda aquilo que Kardec afirma, que de ordinário são os espíritos que nos dirigem e nos dirigem porque permitimos que assim o seja. Então, por que não a permissão benéfica para que a inspiração seja aquela que faz com que nós evoluamos no dia a dia com o esforço e a persistência que todos nós já conhecemos? Então esse capítulo traz esses pontos de extremada importância, que é de uma atenção a si mesmo que o autoconhecimento nos possibilita, para que identifiquemos que inspirações nos chegam, tanto as boas e que sinalizam que podemos avançar e que tem espíritos que nos protegem e estimulam ao progresso, quanto aquelas que podem desarmonizar e desequilibrar. Então, o que será inspirado vai beber nessa fonte
ue sinalizam que podemos avançar e que tem espíritos que nos protegem e estimulam ao progresso, quanto aquelas que podem desarmonizar e desequilibrar. Então, o que será inspirado vai beber nessa fonte que somos todos nós. E aí, continuando assim, a partir do que Jamile tá dizendo, veja que toda uma colocação sobre esse intercâmbio e sobre a sintonia. Como é que isso pode nos ajudar no nosso processo evolutivo? Existem duas coisas que o autor vai colocar. Primeiro que a gente pode entender a nossa própria sintonia. Muitas pessoas dizem assim: "Ah, mas se eu desencarnar, eu acho que eu vou para umbral, acho que vou para um lugar horrível". Veja, não é? A gente precisa superar as lógicas punitivas das nossas experiências religiosas ao longo dos séculos. A doutrina espírita, ela mostra que a lei de Deus não se trata de punição, não é sobre Deus ficar olhando, você fez aquilo, agora você vai ver. E muitas vezes eu observo um medo que é atávico assim de uma punição que você nem sabe o que é. Você diz: "Olha, mas André Luiz ficou 8 anos no Ubral, imagine eu." Você não está fazendo uma reflexão sobre o seu processo espiritual. Você está fazendo comparação a partir de lógicas não espíritas, porque aí a gente vai lembrar, André Luiz é um indivíduo. Ele, por exemplo, não tinha nenhuma expectativa de existência após a morte. Ele diz uma frase muito interessante em nosso lar, que ele diz assim: "Eu não eh eu não não é essa frase a palavra me escapão assim, eu não desenvolvera equipamento espiritual para funcionar no mundo espiritual." A frase dele é mais bonita. Ele diz, ele, o que ele tá dizendo é assim, ele não se organizou, ele não criou mentalmente possibilidades como essas que Jamile falou agora para viver como espírito. Ele só se focou na vida material. Então, veja, é uma situação específica. Existem outros, a gente tem outros livros do próprio André Luiz, onde você tem eh espíritos que acordaram, estavam no mundo espiritual e, no entanto, foram materialistas. É preciso ver qual é o padrão vibratório
ros, a gente tem outros livros do próprio André Luiz, onde você tem eh espíritos que acordaram, estavam no mundo espiritual e, no entanto, foram materialistas. É preciso ver qual é o padrão vibratório que nós alimentamos e como é que a gente descobre isso? Através do autoconhecimento. Pare um pouco e observe quais são os seus interesses, o que que você gosta de pensar. Observe seu pensamento. O que é que ele vem com facilidade? O que é que você tem que fazer esforço para direcionar a mente naquilo. Faça isso sem se culpar, porque a culpa não ajuda. A culpa é como se fosse, eu sempre digo assim, na minha percepção, é como a febre. Se você tá com uma infecção, você faz febre, mas o problema não é a febre. você vai baixar a febre, vai cuidar, mas o problema é você resolver a infecção. Se a pessoa ficar focada na febre e esquecer a doença que tá causando aquela febre, que ela é só um sintoma, a gente não avança. A culpa ela é um registro de que sua consciência foi ferida. A doutrina nos diz que a lei de Deus tá escrita na nossa consciência. Não interessa que somos atrasados, que não ligamos, que não acreditamos em Deus. Todos os espíritos eles trazem na consciência o registro da lei de Deus. É só consultar a consciência. A gente geralmente não dá atenção à consciência ou tem uma consciência pouco desenvolvida. Então, quando você faz algo que fere a sua consciência, você sente culpa. Às vezes a gente abafa a culpa imediatamente, nem chega a tomar consciência dela, mas ela tá lá, espiritualmente ela existe. Então, o que que podemos fazer? Vamos criar o hábito de observar. A gente não observa nossa casa. Ih, meu Deus, essa casa tá precisando varrer. Ih, tá precisando fazer uma faxina boa. A gente não faz isso. Você olha, é para ver você. Ah, mas eu não vou olhar não, porque se a casa tá suja, meu Deus, eu sou uma pessoa errada, uma péssima dona de casa, a casa vai ficar pior. Então, a gente aprende a olhar o espaço de trabalho, a nossa própria imagem corporal, não é? A higiene, o cuidado,
meu Deus, eu sou uma pessoa errada, uma péssima dona de casa, a casa vai ficar pior. Então, a gente aprende a olhar o espaço de trabalho, a nossa própria imagem corporal, não é? A higiene, o cuidado, você sai, você olha a roupa que você tá vestindo, dependendo para onde você vai. Isso é uma analogia para ver se vai fazer a mesma coisa com o pensamento. No é que eu penso com facilidade? A novela, bicho. Adoro uma novela. Quando eu tô assistindo novela, chegou a hora do evangelho, eu digo: "Ô, meu Deus, mas tem que vir, né? Porque os espíritos estão aí, porque a gente precisa orar". Aí eu olho que eu tenho que fazer esforço para tirar a mente daquilo que me agrada, que é a novela. O que que tem na novela? emoções, paixões, questões humanas, conflitos, eh punição, essas coisas que tem novela. Novela nunca tem assim uma doutrinação maravilhosa, uma fala de Buda, um exemplo do sermão da montanha, não tem, né? Então isso me dá uma dica do que é que eu gosto com facilidade, OK? Problema nenhum. Como é que eu vou fazer? Aí eu vou entender que o ambiente psíquico que mais me afina é o ambiente das questões humanas. Tem gente que adora fofoca. Aí chega e vê na internet, vê conversando com qualquer pessoa, vê em revista, em qualquer lugar vai certo na fofoca. Você soube, menina, aquela artista, o que fez? Você soube aquela artista que todo mundo achava isso, aquilo? Olhe, há 40 anos a mulher fez isso, aquilo, aquilo, outro. Você olha isso por quê? Porque o que a doutrina nos diz é que ao desencarnar nós vamos estar no mesmo ambiente vibratório que nós sempre estivemos, que nos é familiar, que nos é de fácil acesso. Sendo que quando a gente tá aqui encarnado, eu posso adorar a novela, mas aí eu venho pro centro espírita e tá passando a sessão doutrinária. Eu assisto a palestra, posso cochilar um pouco, posso ficar ouvindo a pessoa falando e pensando em mil outras coisas. OK? Mas eu tô ali naquele ambiente desencarnado. Eu não tô em nenhum lugar físico. Eu não estou num lugar físico.
chilar um pouco, posso ficar ouvindo a pessoa falando e pensando em mil outras coisas. OK? Mas eu tô ali naquele ambiente desencarnado. Eu não tô em nenhum lugar físico. Eu não estou num lugar físico. Eu estou na ambiência psíquica que eu alimentei. Então, é bom que a gente observe e que a gente vá fazendo um trabalho de autocuidado, de autoeducação para alimentar pensamentos elevados, alimentar ideais superiores, aspirações sublimadas, de maneira que a gente uma hora vai ter facilidade com isso também, percebe? É aí que eu vou aprender e aí eu vou atrair as companhias espirituais correspondentes. Como Jamile falou que Clarêncio, a mãe de André Luiz, visitava ele regularmente no Umbral os 8 anos, fora que ela deve ter ajudado no processo de desencarne dele. Ele não reparou. Clarêncio, a equipe de nosso larmente ajudar, que é um trabalho que eles fazem sempre, mas ele não via. Então, a ideia não é a gente ficar se culpando, a gente se comparar com A, com B, com C, que a gente não conhece o íntimo de ninguém, e dizer: "Ah, porque eu tenho que ir pro Umbral, tenho que passar não sei quantos anos, não tem que fazer". O que você tem que fazer é educar-se interiormente para melhorar suas sintonias. Ah, eu tenho que fazer um esforço para orar. Tenho. Eu eu vou sentar para ler um livro espírita, para ler um livro de de ideais elevados, o evangelho, que seja, tenho que fazer esforço, sem problema. A decisão é o que conta. Eu vou treinar isso, eu vou educar, eu vou desenvolver para facilitar sintonias mais sublimes. E o que NJA trouxe para todos nós sobre a questão da dessa sublimidade ou das companhias mais sublimes, é trazido aqui também como solidão de si mesmo e uma busca por ela. E a solidão não significa que nós iremos nos isolar do convívio social, que não vamos mais querer ver as pessoas ou conviver com elas e nem nos valermos daquela afirmativa de que eu estou muito equilibrada e estou em paz. O outro é que tira essa minha condição, significa que ela ainda não foi
erer ver as pessoas ou conviver com elas e nem nos valermos daquela afirmativa de que eu estou muito equilibrada e estou em paz. O outro é que tira essa minha condição, significa que ela ainda não foi sedimentada ou conquistada. Nesse sentido, eu gostei da reflexão que o irmão X traz pra gente, já que ele trouxe aqui exemplos como Pedro, o discípulo, de que ele precisou, então, em meio ao tumulto que se instalou em Jerusalém, de se isolar para refletir e traz o próprio Cristo como também um ser que precisava desses momentos de isolamento. E que a gente pode até perguntar, um espírito perfeito precisava se isolar? Sim, é preciso que lembremos que ele fez a sinalização de que o seu reino não era deste mundo, então havia uma necessidade dessa comunhão. E acho que é preciso que nós lembremos que não somos fáceis e nem a nossa condução. Então, o momento de respiro era necessário, assim como todos nós também precisamos do silêncio, da solidão, que é uma solidão que não nos deixa em si mesmos, acabrunhados, entristecidos ou desmotivados, mas é uma reconexão com o divino. E é nesse momento que nós conseguimos voltar ao bom convívio. recordo do que está eh escrito e registrado em O problema do ser, do destino e da dor, em que Leonir fala das boas leituras. Naddia já trouxe essa observação, mas ele diz que é neste momento em que na solidão e no silêncio, quando estabelecemos um contato ou um diálogo com os autores, os bons autores do ponto de vista espiritual, nós atraímos para nós espíritos que se afinam com aquele tipo de leitura que é voltada para espiritualização. E aí nós vamos criando, fortalecendo laços que nos ajudam nos momentos da nossa necessidade. E isso faz com que a gente recorde, Kardec, os braços da moralidade e do conhecimento precisam estar em pleno equilíbrio. Saber muito não nos garante a evolução. O que garante é a aplicabilidade daquilo que se conhece. É nesse momento em que asas conseguem então estar equilibradas e nós podemos alçar maiores voos. Se observarmos um avião que tenha um
evolução. O que garante é a aplicabilidade daquilo que se conhece. É nesse momento em que asas conseguem então estar equilibradas e nós podemos alçar maiores voos. Se observarmos um avião que tenha um problema em uma das suas asas, uma tragédia será a consequência. No nosso caso, enquanto a do avião possa não ser remediada, nós temos outras encarnações. Então, vamos ter a possibilidade de reescrever a história. Mas o fato de sermos espiritualistas reencarnacionistas não significa que eu vá protelar aquilo que eu deva fazer desde já, porque já é um ensaio pra vida futura que nós desejamos. Então, os momentos de solidão e entrega a prece, assim como as boas leituras, são recomendações que ninguém precisa pagar, que ninguém precisa entender como algo difícil, contanto que faça com uma certa rotina o que a gente denomina de disciplina. E vamos ver as transformações consequentes. No final do capítulo 30, aí a afirmação de que os dois mundos se interpenetram. Claro, nós somos seres interesistenciais, não há uma separação. Estou encarnado. E aqueles que lá se encontram, notem que a gente sempre fala, né, os que já foram e com uma ideia, um pano de fundo de que se foram, estão apartados, ninguém mais vê, não, digamos que a gente não consegue conviver como se o pensamento, que é o grande veículo do contato entre os espíritos, não continuasse a funcionar e nós não nos influenciássemos uns aos outros. E um outro ponto é que ele fala que essa correlação entre os mundos, claro, vai ser estabelecida pelo nível dos espíritos. E aí ele apresenta os mais elevados como espíritos mais discretos. Notem nos relatos, principalmente nos contatos dos casais, os espíritos elevados não participam e não entram no quarto alheio. Mas já as pessoas que não mantenham certo equilíbrio na sua vida sexual, há um convite para que outros participem e eles não são discretos e não vão pensar duas vezes antes de participar junto com as pessoas nesse momento que deveria ser um momento sagrado de intimidade.
, há um convite para que outros participem e eles não são discretos e não vão pensar duas vezes antes de participar junto com as pessoas nesse momento que deveria ser um momento sagrado de intimidade. Sagrado no sentido de ser respeitoso, de não estar ali se aproveitando do sentimento e das emoções alheias. Então, quando ele afirma que essa relação tem duas qualidades, em uma o respeito impera e na outra invasão. E sempre vamos reforçar, a invasão é consentida por aquilo que estamos então fazendo nossa vida. E aí eu queria só colocar paraa Vera, pensando nessas questões, Vera colocou aqui no chat que se ela tivesse a consciência que ela tem hoje, ela agiria diferente e que algumas coisas que ela fez geram nela eh vergonha. E aí, Vera, você não poderia ter feito antes porque não tem a compreensão de hoje. Então, não há uma necessidade de culpabilização. Inclusive, o nosso próprio pai que é misericordioso, avalia as nossas intenções e a nossa condição evolutiva. Então, naquele momento, como eu a segunda as suas obras e você só poderia dar o que você tem. E você me fez lembrar que evolução ela inicia com contentamento, com confiança e entusiasmo e não com posturas que, embora a gente se arrependa, pode se envergonhar, mas elas já sinalizam um grau de sensibilização. Você já percebeu que pode mais e por isso essas atitudes tendem a lhe incomodar. Esse é o momento do despertamento em que você já enxerga outros horizontes e possibilidade de avançar. E aí você vai crescer de modo natural, como todos nós espíritos, que também temos coisas que não gostaríamos de ter feito. Mas Joana também recomenda uma dose de amorosidade conosco. E o próprio evangelho recomenda indulgência. Eu só posso ser indulgente com o outro quando sou comigo. Então, o rigor ou uma certa um excesso, digamos assim, de que nós apresentemos algo que ainda não podemos também pode nos atrapalhar. Então você já vem caminhando de uma forma que já consegue dizer para você, agora eu não farei mais essa escolha, porque já
e que nós apresentemos algo que ainda não podemos também pode nos atrapalhar. Então você já vem caminhando de uma forma que já consegue dizer para você, agora eu não farei mais essa escolha, porque já percebo que tem outras que podem contribuir para a minha caminhada de um modo mais genuíno, mais completo, mais elevado. E obrigada inclusive pela sua contribuição. E agora para compartilhar também a fala com o Nad, eu só quero registrar do capítulo 31, que eu acho que o título já diz muita coisa. O título é com franqueza de irmão. Então, irmão X nos preparou, como quem diz, olha, vou dar uma puxadinha fraterna na orelha de vocês e ele faz uma pergunta interessante. Já pensou em auxiliar antes de criticar? E aí ele vai se relacionar ou melhor se dirigir diretamente aos espíritas, como quem diz assim: "Olha, com tudo que você já tento sobre vida espiritual, responsabilidade, a necessidade do perdão e da compreensão do outro, do mesmo jeito que você é compreendido, já não cabe mais a crítica, nem a crítica, nem outras posturas." E ele vai dizendo, se refere muitas vezes ao Cristo em suas palavras, mas além da referência, você medita sobre essas palavras? Tem aplicabilidade no seu dia a dia ou você é apenas aquele que vai repetindo o que o Messias nos trouxe? Não se declare sem programas de trabalho. Não diga que lhe faltam diretrizes, porque nós já temos diretrizes, não vou dizer em excesso, mas necessárias à nossa condição e respostas nós temos demais. Então agora cabe vivenciá-las. Como discípulo fervoroso da verdade que afirma ser terá esquecido os ensinamentos do mestre? Então, para mim, essas perguntas já são suficientes para que essa noite eu não durma com o intuito de respondê-las. Ao me afirmar espírita, estou realmente conseguindo dizer sim a todas essas perguntas que o irmão X nos fez nesse capítulo, quando ele então propõe a adotar a franqueza e nos questionar sobre como estamos como espíritas vivendo o evangelho. E observamos que esses capítulos que nós estamos trabalhando hoje, é, é, parece
lo, quando ele então propõe a adotar a franqueza e nos questionar sobre como estamos como espíritas vivendo o evangelho. E observamos que esses capítulos que nós estamos trabalhando hoje, é, é, parece que é uma habilidade própria de irmão X. Ele escreve aparentemente coisas muito simples. Não t às vezes jocoso, às vezes irônico, mas que se a gente quiser vão contribuir muito para a única tarefa que nós temos a fazer nessa vida, que é evoluir. Então o processo evolutivo deve ser o centro das nossas escolhas, das nossas ações, das nossas percepções, dos nossos estudos. E veja, ele vai falando, quando ele vai falar com a franqueza de irmão, ele vai falar da ação no movimento espírita. E isso está totalmente ligado ao capítulo 30, porque ele está falando aí de processo evolutivo. Então, não é para você, eu me lembro que Kardec fala dos quatro tipos de espíritas e ele fala do quarto tipo que é o espírita exaltado. O que é o espírita exaltado? Qualquer coisa que os espíritos dizem, ele acha que praticamente veio da boca de Deus e aí ele concorda e ele vai fazer. Ele não, ele não tem senso crítico. Senso crítico é a base da doutrina espírita. Kardec ouvia qualquer espírito e ele avaliava o que estava sendo dito de acordo com os critérios que estavam se constituindo e com a escala espírita. Qual a qualidade desse espírito? Ele sabe, se a gente ler a revista espírita, que detalha mais o processo que ele foi fazendo, nós vamos ver isso. Ele ele diz mesmo, ele fica fazendo as perguntas, aí daqui a pouco ele volta e pergunta a mesma coisa de novo, de outro jeito. Para quê? Para ver se o espírito sabe o que tá dizendo ou se só tá repetindo palavras, se ele vai se contradizer. Aí ele pergunta uma coisa que se o espírito for elevado, ele vai responder de uma forma, senão ele vai responder de outra. O que é isso? Isso é um processo analítico e crítico. Porém, em geral, o que nós usamos como crítica é achar os defeitos dos outros. Então, no movimento espírita, obviamente, a gente faz isso, não porque
ue é isso? Isso é um processo analítico e crítico. Porém, em geral, o que nós usamos como crítica é achar os defeitos dos outros. Então, no movimento espírita, obviamente, a gente faz isso, não porque os espíritas sejam piores do que ninguém, essa é a minha opinião, mas porque somos espíritos de terceira ordem. E a nossa inferioridade, a gente faz isso. Olhe, porque fulano, olha a palestra que faz. Misericórdia. Não devia ser desse jeito, devia ser do outro jeito. Gente, aí ele vai falar da contribuição que a gente pode dar. Qual é a contribuição que você vai dar? Não é para que a gente não analise as coisas. Não é para sermos espíritas exaltados que não analisam nada. Tudo o espírito disse que agora dia a pessoa tem que usar um vestido que uma roupa que a metade de cá tem que ser azul, a metade de cá tem que ser verde. Não faz nenhum sentido isso não. Mas qualquer espírito que seja o zombeteiro, o pseudo sábio, ele pode dizer uma coisa dessa. Aí a pessoa foi o espírito que diz não tem senso crítico, não analisa. Isso é diferente da gente ficar botando defeito no trabalho dos outros. Você vai analisar, vai ponderar. Kardec fazia isso, você vai ponderar as ações, mas sobretudo Kardec era o líder do movimento espírita, né? Ele tinha um espírito mais elevado e tudo. O que que a gente pode fazer? Eu vou tentar fazer do jeito que eu acho que é. Então eu vou me colocar disponível, vou fazer aquele trabalho, não para mostrar, tá vendo como é que faz, até para eu ver se dá para fazer mesmo. Quais são as dificuldades que a gente tem de fazer daquele jeito, se é possível e vai se compartilhando. Isso vai relacionar com o que ele tava dizendo no capítulo 30. E aí tem a fala de Vera, que eu também agradeço, porque assim, nós temos muitos atavismos dos do nosso passado religioso. É um problema? Não, só é um problema se a gente mantém. Se nós viermos a refletir e a fazer as transformações de gente evolução, dá trabalho. A evolução é a lei de progresso, ela vai acontecer de qualquer
problema? Não, só é um problema se a gente mantém. Se nós viermos a refletir e a fazer as transformações de gente evolução, dá trabalho. A evolução é a lei de progresso, ela vai acontecer de qualquer jeito. Mas se nós que estamos já no nível humano, temos consciência e fazemos a evolução consciente, intencional, é um processo de autoeducação que dá trabalho, mas facilita as coisas. Então, qualquer pessoa que está evoluindo, quando ela olha para trás, ela vê que ela fez de um jeito que ela não fazia, não faria hoje. Vamos pensar em termos de trabalho. Você é um profissional, tem anos de experiência, aí surge uma coisa, lhe mandam fazer um curso e lá no curso você descobre que o jeito que você fazia determinadas ações tá superado ou tinha erros que você não sabia. até em coisas materiais, até em coisas mais banais, imagine no nosso universo moral, que depende do nível de consciência. Então, é isso que Jamile disse, a gente não vai se entregar à culpa. Não há motivo para ter vergonha. A mesma coisa que o menino pequeno que tá se alfabetizando ficasse com vergonha de fazer o é espelhado. Não tem por ter vergonha. Ele não sabe fazer. ele vai fazer errado até o dia que ele aprender. Se a gente coloca isso, porque ainda nutrimos a ideia de que o espírita, para eu ser espírita, eu tenho que ser uma pessoa maravilhosa, eu tenho que ser uma pessoa evoluída. Não. O verdadeiro espírita se conhece pela sua transformação moral e pelo esforço que emprega em dominar suas mais inclinações. Enquanto a gente tiver investindo no esforço de avançar, de crescer, de evoluir, nós somos espíritas verdadeiros. Não tem que ter vergonha, tem gente que diz: "Não, não posso nem dizer que eu sou espírita". Por que, meu bem? Você não tá tentando evoluir, você não tá se esforçando para evoluir. Aí eu tô, eu procuro. Eh, então esse é o verdadeiro espírita. Agora ele vai falar uma coisa no capítulo 30 que casa com esse do capítulo 31 da franqueza, porque no capítulo 31 ele vai falar da ação do movimento espírita. E lá atrás, no 30
o verdadeiro espírita. Agora ele vai falar uma coisa no capítulo 30 que casa com esse do capítulo 31 da franqueza, porque no capítulo 31 ele vai falar da ação do movimento espírita. E lá atrás, no 30 ele é escritor. A gente lembra que irmão X era escritor e que ele era bem irônico, né? Ele fazia umas, Marcelo de vez em quando fala da dos escritos dele. E aí ele vai dizer que nesse contato com o mundo espiritual, muitas vezes nós esquecemos que nós influenciamos os outros com a nossa comunicação. vai citar, recebemos influência dos espíritos com que sintonizamos e nossa fala, nossa comunicação, aquilo que a gente produz, influencia os outros. É uma coisa para nós pensarmos, é uma coisa para nós sermos cuidadosos em relação aos outros. De novo, nós só vamos operar no nível que estamos. Se meu nível evolutivo agora é de sair repreendendo todo mundo e brigando com todo mundo e chamando aí, ai vai acontecer, vai ficar 10 anos no umbral, lamento, eu tenho que me esforçar para sair daí, mas eu não vou poder fazer diferente. Mas eu preciso ter consciência de que a minha comunicação, seja no dia a dia, seja verbal, seja escrita, ela vai interferir nos outros. Não, para que eu agora ache que eu tenho que vigiar a minha fala, eu tenho que trabalhar a minha evolução. A minha fala vai ser, a minha comunicação vai ser o efeito da evolução. Não é para eu ser educada, porque aí a gente aprende a ser educada, falar assim, assim, assim. Isso não é evolução espiritual, né? Isso é educação. Ótimo. Faz muito bem. Não faz mal não, mas o que tá se falando é de eu produzir uma mudança vibratória que possa passar na comunicação. >> Isso mesmo, Naddia. Ainda no capítulo 31, eu quero trazer aqui a ideia da evolução como obra paciente. E nós nos colocamos na condição de quem quer evoluir de um só momento em uma só encarnação. Deus nos concedeu várias. E olhem que nós temos o limear. Não é porque temos várias que eu vou então parcelar a minha dívida no crédito eterno, mas também não é por isso que eu
o em uma só encarnação. Deus nos concedeu várias. E olhem que nós temos o limear. Não é porque temos várias que eu vou então parcelar a minha dívida no crédito eterno, mas também não é por isso que eu vou me colocar na condição daquele que não vai se esforçar para dentro do que pode avançar espiritualmente falando. Então aqui ele vai trazer o autor que a evolução é obra paciente dois séculos e alguns dias de experiência, quais os que se verificam na carne desde o berço risonho ao sepulcro sombrio e não bastam a iluminação efetiva da alma. Então, uma única vida não vai ser suficiente para avançarmos. Contudo, dentro dela, precisamos colocar toda a nossa energia e intensidade. Lembrando que intensidade não é desequilíbrio e nem querer mais do que se possa, mas investir as nossas energias no nosso crescimento. E eu fico sempre pensando que há uma tendência nossa a comparação. Então, se eu conseguir, eh, como o Peixinho sempre dizia, né, e com certeza continua a dizer, Naddia, me encanta pela didática. Não vai adiantar Jamile querer ter a didática de Naddia. Eu vou precisar desenvolver, eu posso me inspirar, mas eu não tenho como trilhar os mesmos caminhos de Nadia. Se nós conseguirmos adotar uma postura de autovalorização, que não é nem soberba e nem vaidade, autovalorização porque sou potência divina, nós vamos descobrindo, desenvolvendo e alimentando as habilidades que nós possuímos. A questão é ter o tal olho de ver. Temos ainda uma postura depreciativa que é: "Sou o mais imperfeito dos espíritos, tento e não consigo, falho diversas vezes, mas a gente esquece que há persistência, repetição, que nós estamos há um bom tempo repetindo as mesmas falhas e que eu preciso ter esta paciência conosco e comigo no caso." E aí a gente vai lembrar do nosso próprio pai, que não nos impõe ritmicidade evolutiva. O que a lei divina faz é nos conferir oportunidades de aprendizado condizentes com aquilo que a gente tem condição de ofertar e de fazer. Quanto mais nos distanciamos da
s impõe ritmicidade evolutiva. O que a lei divina faz é nos conferir oportunidades de aprendizado condizentes com aquilo que a gente tem condição de ofertar e de fazer. Quanto mais nos distanciamos da lei de Deus, nós vamos sentir dores concernentes àele que dela se afasta. Se nós conseguirmos caminhar com essa lei divina ou a lei natural, nós vamos ter menos dificuldades e maiores prazeres no campo da alma. E é uma questão de escolha. Então, castigo e punição não são possibilidades de eh encontro na nossa existência, como Éna colocou aqui, que ela tem se esforçado e eu acredito, todos nós temos nos esforçado. Eu imagino que um espírito que se submete a uma programação reencarnatória livre, não 100%, mas de algum modo livre das injunções da matéria, que decide voltar, ele já demonstra esforço, porque é muito melhor ficar no mundo espiritual do que passar pelas provas que aqui nos encontramos. Então, todos nós estamos no esforço que é possível dentro das possibilidades de cada um e que Deus confia. Por isso aqui as recomendações salutares que no final desse capítulo 31 o irmão X nos coloca e ele diz que se nós queremos servir com o Cristo, que nos aproximemos com sincera disposição de servir criste. Servir a nós evoluindo, servir ao outro cooperando, já não criticar, já não desejar o mal, já melhore muito as condições vibratórias do nosso planeta. ainda julgamos, responsabilizamos, é o governante tal, é o presidente de tal país e nós com o processo evolutivo, todo aquele que olha em demasia para o outro esqueceu de olhar a si mesmo. Então quando estamos observando, julgando, criticando, estamos esquecendo da nossa própria existência e do que a gente pode fazer. Então, fiquemos, digamos que alerta nesse sentido. E por fim, para ainda compartilhar com Nadia, no 32, eu gostei de uma afirmativa que ele nos traz, que é não baratear as manifestações dos espíritos. Os espíritos sérios não estarão a responder charadas, curiosidades e como é que o nosso futuro vai se desvelar. Todos nós
firmativa que ele nos traz, que é não baratear as manifestações dos espíritos. Os espíritos sérios não estarão a responder charadas, curiosidades e como é que o nosso futuro vai se desvelar. Todos nós podemos saber do nosso futuro sem precisar incomodar os espíritos, pelo menos os sérios. Basta olhar o que está fazendo atualmente já vai saber como vai ser o futuro, quais são os nossos sonhos, aspirações, o que é que nós estamos pleiteando vibracional, energética, emocional, sentimentalmente, vamos conseguir ter um panorama da nossa existência futura. E só para não deixar, eh, Lani ou Lani, ele eh até do comentário que eu fiz, ele colocou: "Se um lar composto por um casal que se ama e respeita, ele afirma: "Com certeza a intimidade do casal é sagrada. Em casos de adultério, há também essa proteção. E até me valendo do que foi colocado das diversas expressões espirituais, se um dos cônjuges mantiver uma conduta reta, ele vai ter sim na proteção necessária. Inclusive este outro que se equivoca vai desfrutar dessa mesma proteção. Para cada ser sempre dado consoante o seu merecimento. Agora, se ambos se colocam numa postura que a gente pode considerar equivocada, inadequada, vigilante, ambos estarão entregue entregues às consequências dos próprios atos. >> Pois é. E também eu fiquei pensando que a gente tende a restringir a parte sexual, mas vamos lembrar que, por exemplo, tem existem casais que não têm respeito pelo parceiro no sentido assim, comenta com outras pessoas coisas que são da intimidade, não só intimidade sexual, às vezes atitudes que a pessoa tem, comenta com parente, comenta com amigo, comenta quando se aborrece, fala com outras pessoas, essa pessoa ela não tá respeitando a própria intimidade. É um pouco isso. Tudo o que a doutrina nos coloca, a gente vai observar que é menos sobre a forma que isso se manifesta e é mais sobre a intenção, sobre a sintonia sobre o mundo interior. É, para finalizar, eu eu no capítulo 32 ele fala dessa disso que Jamile colocou, não é?
é menos sobre a forma que isso se manifesta e é mais sobre a intenção, sobre a sintonia sobre o mundo interior. É, para finalizar, eu eu no capítulo 32 ele fala dessa disso que Jamile colocou, não é? Essa questão de eh do fenômeno e também de como as pessoas tentam trazer os espíritos pro nível de interesse delas. Então ela, a pessoa quer saber e aí a pessoa normalmente vai escolher eh práticas mediúnicas com frequência, não alinhadas com o projeto espírita. Você vai para um lugar pra pessoa lhe dizer se seu marido tem amante, se você vai ganhar dinheiro, se é bom você fazer tal emprego. Repare, isso é tarefa nossa a gente que tem construir a vida. Na hora que nós colocamos isso, o irmão X vai dizer no capítulo: "Os espíritos elevados ficam calados". Eles vão dizer o quê? Tem gente que quer perguntar aos espíritos onde tá? Não sei o perdi meu anel. É o exemplo que ele dá. Ah, sumiu. Será que foi a visita que teve aqui? Será que foi tal pessoa? Será que foi o filho da vizinha? Um espírito elevado, gente, jamais responde a esse tipo de pergunta. Ele fica quieto na pior das hipóteses. Ele pode chegar e dizer: "Olha, isso não é um assunto que a gente vai tratar, porque um espírito elevado não vai, isso são questões cotidianas que a gente aqui tem que tratar. Nós precisamos, ao contrário, nos elevar para ir ao encontro dos espíritos". As pessoas dizem assim: "Ah, eu queria um mentor que fosse como eu, que pensasse as coisas que eu eu não. Eu só quero um mentor elevado. Por que que adianta uma criatura feito eu dois cegos numa porta?" Como dizia minha avó, repare, o evangelho vai dizer, vão cair os dois no buraco. Então eu eu não quero um um guia que fale como eu falo, que pense o que eu penso, eu já penso. Eu preciso de orientação. E paraa orientação a gente tem que elevar o pensamento. Então, esses três capítulos, eles vão trazer muita coisa para a nossa reflexão, para o nosso crescimento, sobretudo pra gente aprofundar o conhecimento da doutrina e compreender que a doutrina nos mostra um caminho de
capítulos, eles vão trazer muita coisa para a nossa reflexão, para o nosso crescimento, sobretudo pra gente aprofundar o conhecimento da doutrina e compreender que a doutrina nos mostra um caminho de elevação. Como eu posso ser melhor? Melhor não é para os outros verem. Melhor é viver as a lei de Deus, que é amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. É isso que Jesus diz quando o moço rico vai perguntar. Em síntese, qual é a síntese da lei dos profetas? A síntese é essa, amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Eu procuro desenvolver essa amorosidade. Se eu faço isso, então com certeza eu tô no caminho. Uma hora eu vou ser espírito puro como todo mundo, né? Enquanto isso, vamos eh pedir ajuda à espiritualidade maior e não querer que eles venham nos ajudar no nosso cotidiano. Cotidiano a gente tem que resolver. Isso mesmo, Nádia. E vamos então só relembrar aos saudosos e saudosas que Marcel Mariano retorna no mês de novembro. Ele está de férias e finalizando algumas atividades e compromissos espíritas em algumas cidades do país e já ele retorna. Mais uma vez relembrar, estamos a 10 dias do congresso. Os corações já estão batendo com a grande expectativa. Estejam conosco, se inscrevam. Já falamos que é pelo site da federação, pelo SIMPla e aqui presencialmente. Vejam as informações com a programação, hospedagem, tudo está sendo preparado com muito carinho para todos vocês. E também finalizamos agradecendo o gentil carinho pelas sinalizações no chat, que aí a gente percebeu e conseguiu regularizar o nosso áudio. E fiquem todos tranquilos que na próxima segunda-feira, desde o início do programa, o áudio estará tão regivo quanto Lázaro. Até lá.
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