Para viver o Evangelho 171 - Estudo do livro "Lázaro Redivivo" cap. 6

Mansão do Caminho 22/07/2025 (há 8 meses) 1:00:53 1,465 visualizações

Descrição para o YouTube - PVOE Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa oferece reflexões profundas sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, contribuindo para uma vivência mais consciente e amorosa do Evangelho no cotidiano. Dando continuidade ao estudo de obras fundamentais da literatura espírita, o programa inicia agora a análise do livro "Lázaro Redivivo", ditado pelo espírito Irmão X (Humberto de Campos) e psicografado por Chico Xavier. A cada episódio, um capítulo da obra é estudado com profundidade, resgatando lições valiosas de Jesus que permanecem vivas e atuais, convidando-nos à renovação interior e ao serviço no bem. Com uma abordagem clara, fraterna e fiel à tradição doutrinária, Para Viver o Evangelho é um espaço de aprendizado, inspiração e compromisso com os valores do Cristo. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar todos os episódios! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro das novidades e conteúdos edificantes! 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #EvangelhoNoLar #ChicoXavier #IrmaoX #HumbertoDeCampos #LazaroRedivivo #DoutrinaEspirita #MansaodoCaminho #EstudoEspirita #EvangelhoSegundoOEspiritismo #EspiritismoHoje #EspiritismoComJesus #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

A vida espiritual é certeza da imortalidade do ser. é proposta de crescimento e novas perspectivas para a elevação moral e para o progresso. A espiritualidade trouxe por meio dos mensageiros do além preciosas informações sobre Deus, reencarnação e também sobre o intercâmbio interdimensional entre encarnados e desencarnados. A vida não cessa e está em constante processo de mudança e evolução. Compreender as dinâmicas da existência é saber um pouco mais sobre nós, respondendo as questões sobre o porquê de estarmos aqui e qual o propósito das encarnações. Para abordar esses temas, a Federação Espírita do Estado da Bahia, P realizará entre os dias 30 de outubro a 2 de novembro o 21º Congresso Espírita da Bahia, com os seguintes convidados: Alberto Almeida, Pará, Bruno Bodinho, Porto Alegre, César Reis, Rio de Janeiro, Fábio Carvalho, Maranhão, Júlio Peres, São Paulo, Margarete Áa São Paulo, Maí Braga, Brasília, onara, São Paulo, Rosa Martins, Rio de Janeiro, além da participação do Corpo de Palestrantes da P e demais integrantes do estado. 21º Congresso Espírita da Bahia. Nascer, viver, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei. 30 de outubro a 2 de novembro de 2025. Fiesta Convention Center, Salvador, Bahia. Inscrições www.feb.org.br. br. Venha, participe. >> Meus amigos, amigas, caros internautas que nos estão remotamente acompanhando e para quem está aqui presente no salão nobre, salão central da Federação Espírita do Estado da Bahia, uma ótima noite para todos. Gostaram do vídeo? Vocês estão vendo aí a excelente programação? Se você não tem compromisso, eu lhe arranjo, né? De 30 de outubro, quinta-feira a 2 de novembro, domingo até meiodia:30, temos o encontro no Fiesta, no 21º Congresso Espírita da Bahia. Inscrições já estão abertas e, pelo que eu sei, já se vão aí quase 200 pessoas inscritas. Só iremos pegar 100, que é a capacidade do auditório central do hotel Fiesta. Mas esse próximo final de semana que vai chegar agora, 26, 27 de julho, fechando

já se vão aí quase 200 pessoas inscritas. Só iremos pegar 100, que é a capacidade do auditório central do hotel Fiesta. Mas esse próximo final de semana que vai chegar agora, 26, 27 de julho, fechando o mês, nós teremos um evento que é um seminário de comunicação social virtual e que vai homenagear Luís Olímpio Teles de Menezes e vai discutir essa ferramenta importantíssima na casa espírita. É todo virtual este seminário. Então, você que tá longe, você que tá perto, você pode acompanhar, bastando ter internet, o notebook, o seu próprio smartphone, você pode interagir com esse seminário extremamente rico de conhecimento e homenageando este vulto extraordinário da comunicação. Aliás, o patrono espírita da comunicação no Brasil é Luís Olímpio Teles de Menezes. entrevistado por André Luiz Peixinho em 1989. Ele fez algumas perguntas, entregou a Edivaldo Franco e não é que Divaldo Franco achou Luís Olímpico Teles no além e esse homem voltou e respondeu às questões de André, relatando como tinha sido a época dele, os desafios de publicar as pressões, as críticas que ele recebeu, especialmente da Igreja Romana a época aqui na Bahia, segunda metade do século XIX, início do século XX. e ele deu uma entrevista via Edivaldo Franco, foi publicada no jornal da FEB intitulado Bahia Espírita. Era o órgão oficial de nossa casa, já não circulando mais nos dias de hoje. Eu fui jornaleiro, eu vendia esse jornal de porta em porta na minha cidade à época. Então esse evento extraordinário, mas no outro final de semana nós teremos a macroral, a última que falta, que vai para Itamaraju. Então, nessa cidade teremos aí, nós vamos ter a última macroral, coordenada pela nossa companheira Simone, que vai viajar para lá com toda a equipe da FEB, extremo sul da Bahia para a última. Esse final de semana, tivemos macros em Cruz das Almas, tivemos a macro em Juazeiro e uma outra macro também que foi realizada, Irecê, de modo que na Chapada nós nos dividimos em equipes para atender a demanda e todas as macros foram enriquecedoras. As

as, tivemos a macro em Juazeiro e uma outra macro também que foi realizada, Irecê, de modo que na Chapada nós nos dividimos em equipes para atender a demanda e todas as macros foram enriquecedoras. As fotos demonstram que há um grande interesse. Está nascendo uma nova safra de interessados, jovens que querem participar desse renascimento do movimento espírita pós pandemia. Então, está aí o grande evento de que vamos fazer parte. E no início de agosto, né, nós temos um seminário que vai discutir espiritualidade e saúde. Olha aí a singularidade espiritual local espírita, Deus, luz e verdade em Vila Laura. Tem o patrocínio, tem o apoio da Federação Espírita do Estado da Bahia. 2 e 3 de agosto presencial teremos Rute Brasil Mesquita e mais três convidados. de auto coturno científico e doutrinário que vão participar deste ágape. Gostaram da frase? vai participar desse ágape de modo a nos levar a essa jornada de saúde e espiritualidade. 2 e 3 de agosto, reserve esse evento lá para a sede sempre carinhosa, sempre acolhedora do Deus Luz e Verdade em Vila Laura para participar dessa jornada com promoção da AM, né? a AM A que promove com o AV com AVAL, não, digamos assim, com o apoio, o suporte da Federação Espírita do Estado da Bahia, que tem o prazer também de coparticipar deste evento tão necessário. Tá todo mundo precisando de saúde, porque é tudo que a gente não tem e precisa ter. E haja busca de espiritualidade. Quem avisa amigo é, né, Nadia? um velho ditado. Quem avisa amigo é, pois é, o nosso irmão X Humberto de Campos em Lázaro Red Vivo, no capítulo 6 que vamos abordar hoje desenvolve uma temática com esse título. Depois tem reticências, quem avisa e para aí. Ele então desenvolve mais uma pérola da sua facundia, da sua capacidade de escrever crônicas como ninguém. O príncipe dos cronistas, Humberto de Campos Vera, do Maranhão para o mundo e do Rio de Janeiro para o mundo espiritual, legando pelo Chico mais de 17 livros, Dois Evangélicos e o resto de crônicas de alto quilate

s cronistas, Humberto de Campos Vera, do Maranhão para o mundo e do Rio de Janeiro para o mundo espiritual, legando pelo Chico mais de 17 livros, Dois Evangélicos e o resto de crônicas de alto quilate espiritual. Pois hoje vamos desfilar, começando quem vai por Nádia, que vai nos dar o prazer de falar os primeiros 5 minutos, depois Jamile. Vamos ver quem avisa. Nádia >> amigo é já diz o Brocardo. Uma boa noite a todos que estão aqui conosco, compartilhando esse espaço na sede central da Federação Espírita. h, aqueles companheiros que estão assistindo pela web TV, pela TV FEB, TV Mansão do Caminho e aqueles que assistirão no futuro, que a gente não sabe, né, que fica gravado e as pessoas têm oportunidade de ver a qualquer momento. Como Marcel falou, esse eh capítulo de hoje é uma crônica bem no estilo de irmão X. Ele tem um estilo sarcástico assim, onde ele aborda as questões. Ele quando encarnado, o príncipe dos cronistas, era uma figura de relevância na literatura brasileira. E ao desencarnar ele vai então trazer notícias, novidades e fazer comentários sobre a realidade que ele encontra no mundo espiritual. Ele fala várias coisas aqui e nós vamos ver que ele começa falando que ele encontra alguém, um espírito, né? Ele ele começa a falar desse espírito quando encarnado. Esse homem ele era um escritor e ele escrevia maledicências de todos os tipos. Ele escrevia coisas que ele ele sondava, né? Ele buscava eh o lado pior das pessoas, o lado pior das situações, fazia gracejos, ressaltava e comentava. E as pessoas adoravam, ele era um bestseller, as pessoas gostavam muito e liam muito os livros dele. Mais paraa frente, ao longo da vida, eu não sei, eu acredito que ele já ainda estava encarnado, ele foi se modificando e ele passou a comentar, né? Ele passou a escrever sobre situações dolorosas, os sofrimentos da vida, as angústias e as pessoas que estavam ligadas às maledicências, às fofocas e intrigas liam a primeira fase. E as pessoas que estavam ligadas eh no sofrimento, nas

es dolorosas, os sofrimentos da vida, as angústias e as pessoas que estavam ligadas às maledicências, às fofocas e intrigas liam a primeira fase. E as pessoas que estavam ligadas eh no sofrimento, nas dores da vida, uma certa amargura inclusive estavam, né, ligadas na segunda fase. Mas ele desencarna e ao desencarnar ele descobre outras dimensões da vida, outra consciência, outras possibilidades e ele resolve escrever sobre essas situações, sobre o avanço moral, sobre a necessidade de evoluir, sobre fazer o bem. E isso traz uma celuma importante, porque muita gente dizia: "Não, não é ele. Imagina aonde que fulano ia falar isso?" como se as pessoas ao desencarnar elas tivessem que necessariamente se manter como elas eram no plano físico. E não somente isso, como nós conhecemos, porque de verdade as pessoas são multifacetadas, as pessoas têm vários aspectos, nós somos pessoas, digamos assim, complexas. Então, quem me conhece do trabalho conhece um aspecto meu. Quem me conhece em família conhece outro aspecto. Quem me conhece em outros contextos vai conhecer outros aspectos. Evidentemente, como não sou um ser cindido, a maioria de nós não é, a gente tem uma certa integração, aparece um eixo principal, mas há muitos eh muitos anseios, muitas aspirações, muitas dores e dificuldades, muitas limitações e até vícios que nós temos e que os outros não conhecem. Então, ao desencarnar, o espírito se coloca numa posição de progredir. Ele vai, se ele adquirir consciência da sua realidade espiritual, ele vai procurar progredir. Então, ele vai procurar eh agir de uma forma que facilite a sua evolução e contribuir pra evolução dos outros. E é isso que esse espírito faz. Eh, irmão X vai comentar que ele estava muito angustiado e muito ele, irmão X, muito angustiado, que o pessoal não tinha pena, desqualificava todos os textos mediúnicos da entidade, dizendo que ele não ia nunca fazer um negócio desse, não tá vendo que as pessoas não mudam. Então foi procurar essa entidade e a entidade diz a ele que não tava

todos os textos mediúnicos da entidade, dizendo que ele não ia nunca fazer um negócio desse, não tá vendo que as pessoas não mudam. Então foi procurar essa entidade e a entidade diz a ele que não tava preocupada não, que o importante para ele era contribuir. Ele tava mais preocupado com aqueles que não conseguiam entender o que ele tava dizendo. É uma síntese do capítulo e é e daí a gente vê que tem várias coisas que podemos comentar. De fato, Nádia, tem várias coisas que a gente pode comentar nesse capítulo e o que me chama atenção é como também o autor vai se desconstruindo e revelando outras facetas e possibilidades evolutivas. Primeiro, a gente tem um sátiro, um cronista, alguém que, como aqui mesmo foi descrito, ele se transformou no escriba popular e a malícia era a condutora das suas produções. E aqui é colocado com notas picantes o que fazia com que as pessoas se surpreendessem com o que ele abordava, além dos escândalos que isso causava no meio social. Só que a gente também precisa lembrar que para toda a literatura e para os hábitos cultivados, nós teremos aqueles que são afins a estes mesmos hábitos ou produções de qualquer natureza. Isso a gente pode ver no cinema, isso pode ser com as correntes filosóficas com as quais nos afinamos. Tudo isso vai depender eh da condição que nos encontramos e aquilo que nos motiva, aquilo em que vibramos, o que nos estimula a procurar determinadas coisas. E isso me fez lembrar o quanto o espiritismo e a leitura que ele nos apresenta do Evangelho fala da necessidade de adotarmos e cultivarmos hábitos que sejam saudáveis, que vão, de fato, refletir um exercício e um esforço de nos apresentarmos como seres que estão buscando uma condição espiritual mais elevada, que não é simplesmente constatar o quanto eu evoluí, o quanto eu sou superior em relação aos outros, mas é um hábito ou um esforço que nos permite experimentar saúde. Eu recordo de uma passagem que Joana traz em um dos nos livros que é Plenitude, onde ela vai falando das possibilidades que a gente

s, mas é um hábito ou um esforço que nos permite experimentar saúde. Eu recordo de uma passagem que Joana traz em um dos nos livros que é Plenitude, onde ela vai falando das possibilidades que a gente tem de rever as construções mentais, aquilo que nós falamos e isso dialoga diretamente com o evangelho. A nossa boca estará cheia daquilo que cultivamos no coração. Então é o que vamos externar para o mundo. O que nós estamos pensando, o que estamos falando, edifica ou pode destruir as nossas relações, a nossa saúde, o nosso campo físico em sendo espíritos e em se nós nos constituindo em díos geradores que nós somos, o que é que nós atraímos com o verbo que estamos utilizando? com aquilo que vamos pensando e disseminando nas estruturas em que nós vivemos. E não necessariamente só aquilo que a gente vocaliza é o que vai construir as formas pensamento, a psicosfera e o ambiente, mas também aquilo que nós silenciamos. Porque como espíritos, o que estamos pensando que também se configura em energia e vibração, contribui ou não para uma ambiência salutar ou que nos desequilibre, também desequilibre as demais pessoas. É também interessante pensar quando a gente diz assim: "Ah, energias que não são saudáveis podem me desequilibrar. Depende. Se eu tendo a me compra com elas, elas podem me causar grande prazer. Por isso, inclusive, que a maledicência ainda é algo tão adotado e utilizado no nosso meio social. Mas chega um ponto, como o próprio autor aqui anuncia para todos nós, que ele começa a se enfadar dessa postura. Só que nesse momento as companhias de outrora já não vem como um ser tão agradável assim, já que as suas anedotas agora estão falando do campo íntimo da alma. E quem está acostumado à superficialidade não tem o seu interesse, mesmo que temporariamente voltado para pensamentos, reflexões de natureza espiritualizante. É importante o que esse capítulo nos apresenta de como nós conseguimos constituir uma vivência evangélica nos ambientes em que nos situamos a partir

ensamentos, reflexões de natureza espiritualizante. É importante o que esse capítulo nos apresenta de como nós conseguimos constituir uma vivência evangélica nos ambientes em que nos situamos a partir daquilo que estamos emitindo, falando ou pensando, porque é isso que de fato vai falar de nossa natureza. Por isso que quem avisa com toda amigo é e também ajuda a pensar em que sintonia estamos estabelecendo pelo uso do verbo que nos foi concedido. >> O livro dos espíritos, sempre fecundo, pródigo em apresentar propostas de análise sobre a vida, afirma que para Deus o fato não vale nada. Para Deus importa a intenção que está por trás do fato que eu desencarneio. Como Deus nos examina pelas leis que estão íncitas, inseridas na consciência, o ato em si, ele é censurável por por conta das leis humanas. Uma frase minha pode ser tomada pelas leis humanas como calúnia, injúria ou difamação. Pode ser uma fase, uma frase homofóbica, preconceituosa, depende do ângulo que se me enquadrar. Estamos vendo aí na sociedade a mancheia pessoas condenadas por frases ditas, por exemplo, em em standups, em shows de comédia. A pessoa às vezes extrapola o ato de fazer o outro gargalhar e solta alguma coisa contra cadeirantes, negros, loiras, contra estrangeiros, pessoas portadoras destaquela deficiência, credores de respeito e de consideração, viram chacota. Até onde vai o humor e até onde ele extrapola para cair na vulgaridade, na mendicância espiritual que o indivíduo se vale para estabelecer conexão com o público. Irmão X, com muita sabedoria, profundo conhecedor da mitologia grega e romana, que usava muito nas suas crônicas, ele resgata uma página da história em que Tribolet, um palhaço francês, estava se apresentando em um circo dentro da França, não se cita a cidade, quando alguém da dos camarins lhe entregou pela cortina um bilhete. Tribolê parou. Seu pai acaba de morrer. Era verdade. O pai de Tribolê tinha desencarnado. Ele toma do bilhete e vira-se para o circo apinhado de gente. Meus amigos,

e entregou pela cortina um bilhete. Tribolê parou. Seu pai acaba de morrer. Era verdade. O pai de Tribolê tinha desencarnado. Ele toma do bilhete e vira-se para o circo apinhado de gente. Meus amigos, minhas amigas, meu pai acaba de morrer. O povo caiu na gargalhada. que o povo interpretou que era fazia parte do número. Humberto vem dizer naquele instante o choro do palhaço sustentava um oceano de risadas. É o suprassoma do ridículo. Ninguém parou para fazer uma análise que aquela informação podia ser verdade, porque Tribulê era um excelente cômico, sabia seu papel como ninguém. Ele chorando e o povo rindo. A Terra tá cheio desses paradoxos, destes contrastes. E Humberto não fugiu a isso. O nosso autor em vida, Humberto de Campos, ele deixou um livro chamado Diário Secreto. Esse Diário Secreto foi guardado pela Academia Brasileira de Letras, do qual ele fez parte a partir de 1919. Ele entrou na academia. nunca foi presidente, foi membro da academia e ele deixou, escreveu nesses diários secretos para publicar depois da morte dele. Objetivo, ele ridicularizava ao máximo Bert Campos certas figuras exponenciais da sociedade carioca. Como ele não queria ser pego em vida nem preso, disse aos três filhos, Fátima, Humberto e um outro, dois rapazes, e publiquem depois da minha morte. E a Academia Brasileira de Leidas, tomando cuidado com o seu representante, guardou esse diário secreto num cofre durante 20 anos, entre 34 e 54. Dav 54, esse livro saiu, algumas páginas foram publicadas pela revista O Cruzeiro, o escândalo no Rio de Janeiro, então capital da República foi imenso. Isso atormentou Humberto de Campos no além, que depois de 34 de dezembro, 5 de dezembro ele morreu em 34 numa cirurgia que ele estava fazendo. Ele não resistiu na cirurgia e foi a ópto. Tinha 48 anos de idade. morreu jovem morreu moço. O livro era um escândalo. Então isso causou muito inquietação no além. Na terra ele escrevia artigos intitulado conselheiro xit. Quem quiser algarismo romano, conselheiro 20, mas ele preferia

eu moço. O livro era um escândalo. Então isso causou muito inquietação no além. Na terra ele escrevia artigos intitulado conselheiro xit. Quem quiser algarismo romano, conselheiro 20, mas ele preferia xx. Depois de morto, três meses depois, vai procurar Chico Xavier e Pedro Leopoldo. E começa a produção de páginas em 1935, logo ali no início, mais ou menos de fevereiro, março, ele começa a produzir páginas que Chico envia pelo Correio para o Rio de Janeiro, onde a Federação Espírita Brasileira publica no Reformador. Outro escândalo, agora Humberto de Campos está regenerado. Meu Deus, o evangelho está na mão daquele impenitente, daquele devaço. Diziam tudo dele porque ele era satírico, ele era irônico. Ele fazia jogo de palavras que botava o indivíduo 3 m abaixo do esgoto. Humberto Campos não poupava, mas era o estilo dele, tinha público para isso. Agora chegou numa lei devassa, descortina novo tempo. Como corrigir? A gente pode tirar lições daí. Muito cuidado com o que estamos escrevendo, lendo, publicando, porque agora não é papel, é rede social. E o danado é que o que eu publico em rede social viraliza de uma maneira que em um minuto 10.000 pessoas viram, no minuto seguinte 50.000, No fim do dia milhões, depende do prato. Quanto mais apimentado for a crítica, mais gente vai estar interessado em ver aquele material. Então não tem mais como segurar. Que conta uma velha lenda que alguém se dirigiu a um sacerdote e confessou no confessionário seu pecado. Meu pecado é a calúnia, é a fofoca. Adoro divulgar fofoca. Era o fofoqueiro, costumeiro, Michirico da Candinha. Contou ao padre, padre, me deu uma penitência. Ô, padre, pois não. Vai em casa e traga que tiver em casa um travesseiro cheio de plumas. O homem não entendeu nada. Pai foi em casa, pegou o melhor travesseiro que tinha, cheio de plumas de ganso, e voltou à igreja. O padre disse: "Suba aquela torre ali da igreja oncino". O homem subiu com o travesseiro. Rasgue o travesseiro e jogue as plumas ao vento. O homem jogou

a, cheio de plumas de ganso, e voltou à igreja. O padre disse: "Suba aquela torre ali da igreja oncino". O homem subiu com o travesseiro. Rasgue o travesseiro e jogue as plumas ao vento. O homem jogou e o vento espalhou tudo. Desça, recolha tudo e reconstitua o travesseiro. Mas padre, é impossível. Pois é. Depois que o senhor espalha uma calúnia, é impossível trazê-la de volta. Tome cuidado. Travesseiro e calúnia mata. De fato, eh, esse capítulo, esse título que Humberto de Campos escolheu, quem avisa, ele se adequa muito ao uso da palavra. Eu estava lembrando que o budismo preconiza para o processo de crescimento dos seres o caminho são oito ações, oito desenvolvimentos, digamos assim. E um deles é a palavra correta, de modo que a gente chegue a um ponto no nosso processo de crescimento que todo toda palavra que nós proferirmos, seja verbalmente, seja por escrito, seja diretamente, seja indiretamente, seja correta, adequada, ela não traga falsidade, ela não traga calúnia, ela não traga violência, ela não traga nada que seja danoso. E esses esse capítulo ele vai nos mostrar, e Marcel falou um pouco também das consequências do nosso uso da palavra que vai desde o uso direto. exemplo, o fato de que nós geralmente somos muito mais cuidadosos com o que dizemos aquelas pessoas estranhas, gente que que encontramos socialmente, colegas de trabalho, autoridades, eh conhecidos do que com as pessoas íntimas. Nós nos permitimos usar expressões dolorosas, difíceis, agressivas a pretexto de estar à vontade da familiaridade, da possibilidade de expressão com pessoas íntimas, pessoas queridas, sobretudo que nós não fazemos isso com pessoas estranhas. Então, é uma inversão que é feita a o uso da palavra com as pessoas próximas, com as pessoas íntimas, o uso da palavra no contexto profissional, no contexto social, no contexto religioso, espiritual. Quanto de verdade nós dizemos, quanto da nossa fala, daquilo que nós colocamos, é necessário? Não seria melhor ficar calado? Quanto do que nós dizemos é útil, vai

l, no contexto religioso, espiritual. Quanto de verdade nós dizemos, quanto da nossa fala, daquilo que nós colocamos, é necessário? Não seria melhor ficar calado? Quanto do que nós dizemos é útil, vai beneficiar alguém ou apenas é uma expressão de uma emoção do momento que a gente vira a página e não pensa muito naquilo? Nós temos a palavra falada direta, que hoje com a tecnologia que se tem, ela pode se perpetuar. Havia um provérbio que dizia: "Palavras o vento leva. Hoje já não sempre". E por exemplo, o que nós falamos aqui fica na internet. Mesmo que a gente retire o vídeo em algum momento, que apague, etc., alguém pode muito bem ter baixado, ter gravado. E aí daqui a X anos vai aparecer as coisas que nós escrevemos também. E o que a gente aprende aqui sobre com esse escritor e também com a história de do próprio irmão X é que enquanto nós estamos encarnados, nosso interesse é muito restrito. Nós não nos nós não vivemos como espíritos imortais que somos. Nós em geral nos identificamos com a matéria, com as circunstâncias, com o que é mais imediato e ficamos prisioneiros dessa limitação ao despertar na pátria espiritual em algum momento. Às vezes é de imediato, às vezes não, depende, né, das nossas condições. Mas ao despertar, nós começamos a pensar na nossa própria evolução. Nós começamos a fazer uma avaliação de como utilizamos os recursos que recebemos ao reencarnar e um dos recursos importantes é a comunicação. E aí o espírito desencarnado, sobretudo se ele afetou um número grande de pessoas com a sua palavra, que é o caso dos escritores, que é o caso dos oradores, que é o caso hoje de tudo que a gente diz na internet, mesmo achando que é uma coisa muito privativa. E aí o espírito começa a se dar conta de que afetou negativamente pessoas, que comprometeu a prática do bem, que dificultou o crescimento espiritual de uns e de outros, que atrasou muitas vezes a consciência coletiva de avançar. E aí naturalmente ele procura corrigir, ele procura resolver, ele procura fazer o

ue dificultou o crescimento espiritual de uns e de outros, que atrasou muitas vezes a consciência coletiva de avançar. E aí naturalmente ele procura corrigir, ele procura resolver, ele procura fazer o bem. Nós sabemos que no processo evolutivo a gente fez o mal. Precisamos ã no céu e inferno, no Código Penal da Vida Futura. Então, o Kardec vai nos dizer, você precisa se arrepender. Significa reconhecer que aquilo não é algo que você deveria ter feito, que é algo que você não deve repetir, que você precisa evitar no futuro. Você precisa superar aquela prática, mas também você precisa corrigir, você precisa restaurar, você precisa resgatar, viver as consequências, que seria a expiação, sofrer o resultado daquilo, que é uma coisa que esse esse rapaz relatado no capítulo, ele vivenciou, ele diz: "Não, isso é terrível, não deveria ter feito, eu quero corrigir e partir paraa correção". Então, todos temos o dever de reestruturar aquilo que nós eh desorganizamos. Então, vale a pena que a gente desenvolva uma prática eh contínua, regular de avaliação e cuidado com a nossa comunicação. >> De fato, Naja, você me fez lembrar eh essa via de salvação, né, que Buda nos propôs. E ness nessas etapas ou fases, ele menciona o crer retamente, o querer retamente e o falar retamente, que foi exatamente o que Nja resgatou para todos nós. E essa análise que ela nos propõe, ela precisa ser realizada diariamente, com disciplina, com atenção naquilo que nós estamos de fato produzindo como seres espirituais. Quando afirmamos que seremos cocriadores universais, nós já estamos exercitando essa congição. Eu não preciso alcançar o terceiro nível da escala espírita, chegar à condição de perfeição para que eu comece a atuar na condição de cocriador. Precisamos fazer uma espécie de estágio, como todos fazemos na fase estudantil, para chegar à habilidade ou desenvolvê-las para desempenhar determinada tarefa. Então ele vai dizer que a gente consegue, Buda, que mencionei anteriormente junto com Nadia, crer retamente, quando eu

, para chegar à habilidade ou desenvolvê-las para desempenhar determinada tarefa. Então ele vai dizer que a gente consegue, Buda, que mencionei anteriormente junto com Nadia, crer retamente, quando eu direciono o meu pensamento para aquilo que eu defendo como meu ideal. Então, eu preciso fazer com que a minha crença esteja pautada em princípios e postulados daquilo que acredito. Na condição de espíritas que estamos nessa existência, nós precisamos pautar o nosso dia a dia no princípio de imortalidade. Se eu vivo como se imortal não fosse, com toda a certeza a minha atenção estará voltada para a superficialidade, para o consumo, para aquilo que é o material. Se na condição de espírita eu não lembro que estou em mais uma experiência reencarnatória, eu não vou ficar atento às circunstâncias que eu preciso vencer. Considerando que todos nós sabemos que estamos em planetas de prova e expiação. Provo que posso vencer dificuldades, espio mais aproximadamente o que fiz no passado para não repetir as mesmas situações que no futuro poderão me causar dor de sabor, sofrimento ou qualquer tipo de constrangimento. Eu preciso, como espírita, lembrar que Deus existe, que ele é soberanamente justo e bom. Logo, tudo aquilo que me acontece não se constitui em punição e castigo, e sim possibilidade de reeducação e de reescrever a história. É nesse sentido que o crer retamente pode se estabelecer no nosso dia a dia como a possibilidade de lembrar o que subsidia aquilo em que acreditamos, que é a filosofia espiritualista que estamos eh trazendo paraa nossa existência atual como possibilidade de esteio, de apoio, de condição de vencer as dificuldades. Quando ele diz, então, que nós cremos retamente naquilo que cultivamos como crença, nós vamos querer retamente. Então, eu vou investir na vontade de melhorar. Lembrar que vontade não é impulso, não é um desejo inicial que pode se perder. Vontade é um caminho alimentado por hábitos, novos pensamentos, esforço, disciplina, para que a gente alcance a substituição de

r que vontade não é impulso, não é um desejo inicial que pode se perder. Vontade é um caminho alimentado por hábitos, novos pensamentos, esforço, disciplina, para que a gente alcance a substituição de hábitos desfavoráveis ao meu crescimento por hábitos que vão me permitir, então, algum tipo de crescimento espiritual. pensar nesse capítulo e lembrar da maledicência. Se eu costumo emitir pensamentos críticos e julgadores em relação ao outro, eu comece então a perceber o identificar qualidades e virtudes. Mas aí a gente pode dizer: "É muito difícil que eu consiga identificar virtudes e qualidades naquele que eu não tenho afinidade, que eu não acho interessante ou que eu não goste tanto." Você pode fazer exercício com outras pessoas que para você é fácil identificar qualidade e virtudes. A questão não é quem você escolhe para identificar, é criar o hábito da identificação das qualidades e das virtudes do outro, porque isso faz com que você mude a energia que sempre circula em malsinar, em julgar e criticar a figura alheia. E isso leva para a ideia que Nja trouxe pra gente do falar retamente, porque eu quando creio naquilo que defendo como minha crença, quando eu quero investir na prática daquilo que creio, a minha fala vai buscando adequar-se ao mundo íntimo que estou transformando. Aí sim, nós vamos perceber que a contradição deixa de ser companheira, porque eu penso, creio e falo de acordo com aquilo que o meu mundo íntimo passa a vivenciar. Então, seremos na existência aquilo que estamos alimentando no nosso íntimo e a evolução vai se tornando, então, algo crível e passível de experienciar. Joana de Cuza, uma personagem muito citada nos Evangelhos, presa com o filho adolescente levado ao martírio, suportou heroica e estoicamente todos os remoques, todas as dificuldades até ser levada à fogueira. O filho pediu que ela abjurasse, negasse Jesus, devotando-se a César. E ela disse que era preciso ser fiel a Jesus até o final. O soldado se aproxima com a espada, espeta-lhe o abdômen e pergunta: "Ô

O filho pediu que ela abjurasse, negasse Jesus, devotando-se a César. E ela disse que era preciso ser fiel a Jesus até o final. O soldado se aproxima com a espada, espeta-lhe o abdômen e pergunta: "Ô mulher infeliz, o teu Cristo só te ensinou a morrer?" E ela responde: "Não apenas a morrer, mas também a vos amar". Aquele mudou completamente o destino do soldado que se regenerou e mais tarde conheceu o cristianismo. E a ele se fez abnegado servidor da causa que naquele momento ele não compreendia a força da palavra. Já com Jesus encontramos ele em certo momento recomendando: "Sejo o vosso falar sim, sim, não, não." É como se dissesse com certas vozes assim apressad o que passar disso é maligno, é perturbação. Então, como tá difícil encontrar hoje escutadores, mas faladores é papagaio para tudo quanto é lado, inclusive pirata. É o todos querem falar. cursos de oratória, não consegui ainda achar um curso de escutatória, porque invariavelmente nós incidimos em um defeito da criatura humana. É típico, nós queremos falar muito e interrompemos o outro completando o pensamento do outro. Dr. Miguel Ruiz, ilustre arqueólogo, parece que ele é mexicano, ou Guautemalteco da Guatemala. Nos anos 70, ele publicou o livrinho Os Quatro Pontos da cultura touteca, os quatro princípios. E ele disse que o primeiro princípio é: tudo que você fizer, passa bem feito. Tudo que você fizer deu o melhor para fazer. Segundo item é: não interrompa o outro para completar o que o outro tá falando. Olha aí o uso da palavra. O outro tá contando um fato e eu, mas foi assim, não foi, não foi assado, foi cozido, foi a milanesa, completamente diferente do que eu coloquei. Eu não deixo o outro completar o pensamento porque estamos numa sociedade ansiosa, a sociedade que precisa falar, que precisa comentar. A primeira geração de seres humanos que veio à Terra foi o homem do paleolítico, o homem da pedra lascada. Milhares de anos depois veio as raças outras. Eram a geração do neolítico. É o homem da pedra polida, pois estamos

seres humanos que veio à Terra foi o homem do paleolítico, o homem da pedra lascada. Milhares de anos depois veio as raças outras. Eram a geração do neolítico. É o homem da pedra polida, pois estamos agora na terceira geração, que é a geração do ansiolítico. Só se acalma drogado. Tem que se drogar para acalmar porque não aguenta porque tem que falar. Então, veja o recado dos toltecas, o povo que antecede os astecas, que vão preencher parte da do México e também da Guatemala e do Panamá. Não interrompa o outro para completar o que ele está falando. Ouça até o final. Mas tem um outro recado depois disso aí. Não tome nada para si como ofensa pessoal. Terceira recomendação, as pessoas andam hoje profundamente porosas para qualquer tipo de colocar. Você tá me atacando? É, tá falando mal de mim? É isso é para mim. A pessoa tá parecendo um porco espinho. Qualquer coisa é e erige seus espinhos e alfineta outro. Nem sabe o que que tá sendo dito, mas toma como ofensa pessoal. Nisso, Joana de Angeles, via Divaldo, em certo triste de minha vida, me deu um recado muito importante. Meu filho, se tiveres consciência de quem és, o elogio não te fará melhor. A crítica não te fará pior. Se disseres que é um anjo, permanece homem. Se disseres que é um demônio, permanece homem. Porque você tem consciência de quem você é. A frase do outro não vai nem lhe subir os tamancos para os cimas da vida, nem você vai descer as labaredas da concorrência, mas você vai permanecer como é. Então, o cuidado. Mas o quarto conselho do povo Tteca fere a palavra mais uma vez. Seja sua palavra impecável. É aquela que não peca. é o indivíduo que passa tamanha naturalidade no que diz, que o outro tem certeza que aquilo é verdade. Mas quando a palavra é muito melíflua, a palavra é muito rebuscada, a gente fica olhando assim, mas será que isso é verdade? Mas ele fala desse jeito. Me contou Divaldo, de suas experiências, que Pietro Bald, a quem ele seguiu no Brasil, quando o Balde, esse grande pensador italiano, chegou, dizia: "A

rá que isso é verdade? Mas ele fala desse jeito. Me contou Divaldo, de suas experiências, que Pietro Bald, a quem ele seguiu no Brasil, quando o Balde, esse grande pensador italiano, chegou, dizia: "A Divaldo, Divaldo, eu vejo os espíritos desencarnados debochando de oradores. Eu os vejo na plateia, eles estão em posição de debocha." É mentira. Tudo que você tá fazendo, você não faz. Você é um hipócrita. Tudo que você tá dizendo é mentira, porque saindo daqui você não faz nada do que prega. O que é que você acha? Divaldo disse: "Professor, nós temos de tomar tomar cuidado, porque podem ser espíritos debochados, espíritos irônicos, zombeteiras. É verdade que alguns sabem que nós não somos o santo que pregamos na tribuna, muitos leva uma vida casta na palavra, mas saindo dali, o discurso é: "Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço, porque o indivíduo tem uma outra vida dupla". Então, como nós temos que ter cuidado com a palavra? Porque ela tem um efeito e ela cria imagens, pensamentos no plano espiritual, que o que pensamos projeta e mobiliza forças de consequências imprevisíveis. O que faria, o que seria uma Terra que orasse? Como seria um planeta onde oito 8 bilhões de pessoas, conforme o fuso horário, escolhessem para vibrar no bem, modificando as atuais ondas de pensamento que estão na Terra. O que seria a Terra se 8 bilhões de pessoas resolvessem só vibrar em faixas negativas? Nós teríamos uma descida à sombras que não sabe onde vai parar. Mas se a gente subisse a vibração pela oração, o que é nós nós seríamos capazes de alterar de pensamento espancando sombras, diluindo trevas que estão em torno de nós. Então, sempre que surja o pensamento perturbador, que sejamos tentado a dizer uma palavra, fazer aquilo que Chico Xavier recomendava, o médium de irmão X, a mãe dele recomendou: "Meu filho, quando vierem lhe dizer desaforo, coloque um copo de água na boca e não engula. Fique banhando a língua enquanto a outra pessoa descarrega tudo que ela tiver de pior. Quando a pessoa sair, você vai no

quando vierem lhe dizer desaforo, coloque um copo de água na boca e não engula. Fique banhando a língua enquanto a outra pessoa descarrega tudo que ela tiver de pior. Quando a pessoa sair, você vai no jardim e cospe a água contaminada. Haja água. Bom, já vimos, lemos no capítulo e ouvimos aqui várias vezes como que eh a palavra é importante e sabemos e ouvimos também que a maioria de nós não usa a palavra da melhor maneira. No entanto, sempre é possível mudar. Eh, a nossa sorte é que a lei de progresso tá sempre aí. E ela nos impulsiona para a frente, ela nos impulsiona adiante. Como mudar essa a nossa forma de falar? Como mudar a nossa forma de nos comunicarmos? Como mudar o uso da palavra, seja da maneira que for. Vamos pensar que nós somos seres em mudança. Acho que essa é a primeira coisa. A pessoa diz assim: "Eu sempre fui assim, a famosa síndrome de Gabriel. Eu nasci assim, eu cresci assim, eu vivia assim. Não, isso é uma ilusão. As pessoas mudam. Tem pessoas muito rígidas que fazem, repare que a pessoa rígida, ela tem que fazer um esforço extraordinário para não mudar, porque mudar é o natural. Nós temos as mudanças decorrentes do desenvolvimento. Então, uma criança, ela tem uma visão de mundo que é própria da infância. Ela tem uma forma de lidar com as situações próprias da infância, nas suas possibilidades, nas suas limitações, no seu nível de experiência. Quando você entra na adolescência, você descobre em si mesmo uma um anseio de saber quem é, um anseio de testar limites, um anseio de saber como você vai se situar na vida independente da família que lhe amparou até então. Isso traz várias consequências e isso vai produzir mudanças. Obviamente, quando você entra na idade adulta, você já tem aí uma série de hã compromissos, responsabilidades. A sociedade tem expectativas em relação a você que você se sente compelido a cumprir, deseja cumprir. E aí você vai estar comprometido com outras coisas. Não pode funcionar como um adolescente, não pode funcionar como uma criança,

m relação a você que você se sente compelido a cumprir, deseja cumprir. E aí você vai estar comprometido com outras coisas. Não pode funcionar como um adolescente, não pode funcionar como uma criança, porque você não vai ter o amparo e a compreensão que o adolescente e a criança tem. Quando a gente chega na velice, a gente vai ter então outras condições de vida. Eu quero dizer que as experiências da vida, a etapa em que nós nos encontramos, elas vão eh delinear para nós opções de uso da palavra, oportunidades, as experiências vão mostrando o que funciona e o que não funciona. E em cada etapa você tem que descobrir como você vai fazer isso funcionar para aquela etapa. O que era perfeitamente admissível na criança se torna muito desagradável no adolescente. O que é aceitável no adolescente se torna inaceitável numa pessoa adulta. Então essa essa esse processo de desenvolvimento é importante. Tem um outro tipo de mudança que é a maturidade, porque claro que há pessoas a ao longo do desenvolvimento a gente vai amadurecendo sempre alguma coisa. Hum. eh, fisicamente, emocionalmente, cognitivamente, socialmente. Tem gente que você vê que chegou a velice e que você até hoje procura maturidade emocional. Geralmente quando a gente fala de maturidade se refere ao emocional daquela pessoa ou a maturidade social e não encontra, mas normalmente vai. O que acontece é que algumas pessoas amadurecem mais no sentido de eh refletir mais, de ter mais profundidade, de ficar menos a mercê das circunstâncias da vida. Então essas pessoas elas conseguem fazer escolhas sobre a comunicação independente do contexto onde vivem. Mesmo sendo adolescente, se ela tiver, essa pessoa tiver uma profundidade de reflexão que a gente costuma chamar de maturidade, ela pode não cometer equívocos que os outros adolescentes cometem. mesma coisa na no pessoa adulta, a mesma coisa na velhice. Há pessoas que ficam desesperadas com o envelhecimento porque não conseguem eh encontrar sentidos e expressões da vida

adolescentes cometem. mesma coisa na no pessoa adulta, a mesma coisa na velhice. Há pessoas que ficam desesperadas com o envelhecimento porque não conseguem eh encontrar sentidos e expressões da vida eh depois da da fase produtiva da maturidade, né, da vida adulta. E aí usam a palavra muitas vezes na queixa, na mágoa, na na briga, na acusação e perdem a oportunidade de que a palavra lhes traga crescimento. Mas tem um outro final, uma mudança final que é diferente dessas que se diferencia, que é a evolução espiritual. é quando a consciência se amplia a partir das experiências da vida. E a ampliação de consciência, a evolução espiritual, ela obviamente vai carrear as experiências físicas, os conhecimentos, a convivência, os relacionamentos, mas ela vai se refletir no desenvolvimento moral, na capacidade de amar, na capacidade de servir, na capacidade de funcionar. para além do seu mundinho pessoal, como a gente fala assim, além do seu umbigo, além do interesse pessoal, quanto mais evoluído o espírito é, mas ele consegue funcionar num nível de coletividade. Ele não se sente lesado quando ele pensa no coletivo. Ele compreende que ele faz parte do coletivo e ele se interessa igualmente por todos. Então, o serviço no bem, o amor, a dedicação aquele que é desconhecido, aquilo que Joana Dicusa fala, né? Ele não apenas me ensinou a morrer, mas também a vos amar. O aprendizado do amor vai fazer com que a palavra, além dela ser benigna, além dela ser correta, ela será uma palavra amorosa, portanto, uma palavra que sempre traz crescimento, sempre traz algo a acrescentar para as outras pessoas. E eu fiquei refletindo enquanto ouvia a Marcel e agora a Naddia em como Jesus utilizava o verbo, a possibilidade da fala em direção às pessoas. Essa recomendação que a gente sempre ouve, ouviu e continuará buscando vivenciada da adoção de uma linguagem proativa. Quando ele perguntava que queres que eu faça ou crê que eu possa te curar, ele tava mobilizando ali recursos internos destas pessoas para que elas passassem a

iada da adoção de uma linguagem proativa. Quando ele perguntava que queres que eu faça ou crê que eu possa te curar, ele tava mobilizando ali recursos internos destas pessoas para que elas passassem a acreditar naquela possibilidade e se tornassem organicamente disponíveis à cura. uma cura física, mas também uma cura de natureza emocional e por aí vai, que eles assegurasse saúde, se perpetuassem nesses hábitos ou poderia ser uma cura temporária, mas naquele momento a palavra servia como incentivo para uma grande mudança interna. E nisso eu fiquei pensando o quanto a palavra pode significar a grande possibilidade de mudança. Quando incentivamos, quando estimulamos, quando alguém diz: "Nossa, que interessante isso que você desenvolve. Como você é bom em determinada tarefa ou que emoção ou que sentimento benéfico para as outras pessoas. E a gente se sente bem e acaba utilizando esses recursos vivenciais cada vez mais com potencialidade e de modo genuíno. Não é fazer para agradar, mas porque eu sinto que aquilo me traz benefícios e obviamente vai trazer benefício para o coletivo, para quem está ao meu redor. Isso transforma a minha vida em algo muito mais fluido, muito mais leve, com essa ideia de que, de fato, com Jesus o julgo é suave e o fardo é leve, porque eu adoto leveza no me dirigir ao outro, naquilo que desejo. E algo que Maria Ângela trouxe aqui no chat pra gente, que saber ouvir é importante e também saber ouvir o nosso mundo interno. O que é que eu venho pensando com constância e irregularidade? Quais são as palavras que estão dominando o meu mundo íntimo? Que pensamentos eu venho alimentando e nutrindo? Porque desse modo eu estou constituindo o mundo no qual eu desejo viver e com toda certeza atraindo companhias compatíveis. Nós conseguimos então estabelecer boas relações ou relações que temporariamente vão comprometer a nossa caminhada a partir do que escolhemos pensar, a partir do que consumimos em leitura, em programas de televisão, ou quando dedicamos momentos como esse a

ções que temporariamente vão comprometer a nossa caminhada a partir do que escolhemos pensar, a partir do que consumimos em leitura, em programas de televisão, ou quando dedicamos momentos como esse a reflexões que podem nos levar a atrair, como Leão Deni nos recomenda em um problema do ser, do destino e da dor. Escolhe um autor de sua predileção. Agora, um autor que lhe traga possibilidades espirituais elevadas. Nesse momento da leitura, do silêncio e da reflexão, as companhias que desejam o teu progresso estarão contigo a te estimular pela palavra escrita, o bom crescimento, os bons pensamentos e futuramente o agir coerente com aquilo que você vem aspirando. E na praça deserta, empoirada e dardejando o sol inclemente, ele se mantinha em silêncio, apoiado num dos muros do templo de Jerusalém. De repente, o alarido de homens raivosos, tóxicos, trazendo a público uma mulher desgrenhada, infeliz, chorosa. Mas aqueles puzilânimes encontraram nele tamanha nobreza que se envergonharam da própria pusilanimidade. E quebrando o silêncio, pediram o veredito dele: "Senhor, esta mulher foi surpreendida em adultério. Determina a lei de Moisés que ela seja lapidada. E tu que dizes? Ele permaneceu em silêncio, mas como todos aguardavam dele um veredito que a condenasse, ele levanta os olhos, fita a mulher desgrenhada e infeliz e exclama suave, mas ao mesmo tempo enérgico como a labareda de fogo. Quem dentre vós estiver impoluto, limpo, absolutamente imaculado, sem pecado, atire contra ela a primeira pedra. Em poucos instantes não ficou ninguém na praça, só ele e a mulher surpreendida em equívoco. Ela chorava copiosamente. E ele então para refrescar-lhe o coração dorido, oxigenar-lhe, dá-lhe esperança, pergunta mulher: "Onde estão os teus acusadores? que usam sempre a palavra para destruir e malcinar em persecução implacável. Tem ninguém, Senhor. Se ninguém te acusa, eu também não o faço. Vai. E não tornes a te equivocar para que não te aconteça algo pior. Talvez ele quisesse dizer a ela em

lcinar em persecução implacável. Tem ninguém, Senhor. Se ninguém te acusa, eu também não o faço. Vai. E não tornes a te equivocar para que não te aconteça algo pior. Talvez ele quisesse dizer a ela em outras palavras: "Minha filha, vá, conserte o seu próprio destino. Da próxima vez eu posso não estar por perto e esse povo te mata na pedrada. vai e te orienta pelas boas ações. João dirá a abertura do seu evangelho. No princípio era o verbo. O verbo estava em Deus e o verbo era Deus. E com a palavra, segundo a tradição bíblica que nós encontramos no Novo, no Velho Testamento, abrindo a Gênese. Deus com a palavra determinou que nada aparecesse tudo, a luz, as estrelas, a terra, e começasse o princípio da criação. Quantos de nós em casa estamos aguardando uma palavra de esperança? de refrigério, de otimismo, de alento. O mundo está nos bombardeando diariamente com doses cavalares e excessivas de pessimismo, de dor, de angústia, de descrédito e de desânimo. Mas eis que surge na praça o menestrel, mais adiante o poeta. Aquele arranca gemas do próprio coração e alça voz ao infinito clamando, orando, pedindo. E todas as vezes que partem da terra preces contritas, refluem abundantes as bênçãos de Deus. Em silêncio rasgaram-se os véus da noite. Novo dia amanhece. Viajor descansa em prece ao lado da própria cruz. Porque no horizonte rebrilha qual estrela matutina. Pois a morte descortina. Dia novo com Jesus. Até segunda-feira. Quem avisa?

Vídeos relacionados