Para viver o Evangelho 172 - Estudo da obra "Lázaro Redivivo" cap. 7

Mansão do Caminho 29/07/2025 (há 8 meses) 1:02:11 1,746 visualizações

Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa oferece reflexões profundas sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, contribuindo para uma vivência mais consciente e amorosa do Evangelho no cotidiano. Dando continuidade ao estudo de obras fundamentais da literatura espírita, o programa inicia agora a análise do livro "Lázaro Redivivo", ditado pelo espírito Irmão X (Humberto de Campos) e psicografado por Chico Xavier. A cada episódio, um capítulo da obra é estudado com profundidade, resgatando lições valiosas de Jesus que permanecem vivas e atuais, convidando-nos à renovação interior e ao serviço no bem. Com uma abordagem clara, fraterna e fiel à tradição doutrinária, Para Viver o Evangelho é um espaço de aprendizado, inspiração e compromisso com os valores do Cristo. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar todos os episódios! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro das novidades e conteúdos edificantes! 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #EvangelhoNoLar #ChicoXavier #IrmaoX #HumbertoDeCampos #LazaroRedivivo #DoutrinaEspirita #MansaodoCaminho #EstudoEspirita #EvangelhoSegundoOEspiritismo #EspiritismoHoje #EspiritismoComJesus #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

A vida espiritual é certeza da imortalidade do ser. é proposta de crescimento e novas perspectivas para elevação moral e para o progresso. A espiritualidade trouxe, por meio dos mensageiros do além preciosas informações sobre Deus, reencarnação e também sobre o intercâmbio interdimensional entre encarnados e desencarnados. A vida não cessa e está em constante processo de mudança e evolução. Compreender as dinâmicas da existência é saber um pouco mais sobre nós, respondendo às questões sobre o porquê de estarmos aqui e qual o propósito das encarnações. Para abordar esses temas, a Federação Espírita do Estado da Bahia, Pedará entre os dias 30 de outubro a 2 de novembro o 21º Congresso Espírita da Bahia, com os seguintes convidados: Alberto Almeida, Pará, Bruno Godinho, Porto Alegre, César Reis, Rio de Janeiro, Fábio Carvalho, Maranhão, Júlio Peres, São Paulo, Margarete Atla, São Paulo, Maí e Braga, Brasília, on Carrara, São Paulo, Rosa Martins, Rio de Janeiro, além da participação do Corpo de Palestrantes da FEB e demais integrantes do estado. 21º Congresso Espírita da Bahia. Nascer, viver, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei. 30 de outubro a 2 de novembro de 2025. Fiesta Convention Center, Salvador Bahia. Inscrições www.feb.org.br. BR. Venha, participe. >> Meus amigos, minhas amigas aqui presentes no salão nobre da Federação Espírita do Estado da Bahia, caros internautas que nos acompanham pela TV Web Mansão do Caminho, TV FEB. nossos cordiais votos de muita paz nesta noite de temperatura agradável em nossa capital Salvador, Bahia. Já vimos aí o cartaz, o convite, o chamado. O que é que você vai fazer entre 30 de outubro a 2 de novembro? Venha pro Congresso, procure se inscrever no site da federação e fazer parte, porque 500 pessoas aproximadamente já se inscreveram. Então, nós temos em tese pouco mais de 700 vagas, já que vamos poder apenas colocar 100 encarnados. A vaga para desencarnado tá liberada, não tem limite. Mas encarnado só pode pegar

já se inscreveram. Então, nós temos em tese pouco mais de 700 vagas, já que vamos poder apenas colocar 100 encarnados. A vaga para desencarnado tá liberada, não tem limite. Mas encarnado só pode pegar o salão 1200 vagas. Então perto de 500 pessoas, 700 ainda estão esperando. E uma destas deve ser você que está nos ouvindo, deseja vir até de outro estado, de outra região do Brasil para assistir esse congresso que promete ser um dos mais grandiosos. Nossa Federação vai abrir um grupo para estudar um estudo sistematizado a doutrina espírita ESD. Esse dia de quarta-feira você tem disponibilidade a partir do dia 20 de agosto, já não está longe porque sexta-feira já será agosto. Esse grupo dia de quarta-feira de 19:30 até às 21 horas, ou seja, de 7:30 da noite até às 9, 1 hora. Esse grupo estará funcionando aqui como de estudo sistematizado da doutrina espírita. Às vezes a pessoa deseja uma visão mais ampla, mais aprofundada dos princípios espíritas, da das três revelações, a justiça com Moisés, o amor com Jesus e a caridade ou a reencarnação com Kardec, o se apresenta como excelente oportunidade de aprofundamento de estudo. lá para o dia 1 e 2, próximo final de semana, vamos ter um seminário promovido pela AM nas dependências do centro espírita Deus, luz e verdade, lá na ladeira que dá entrada ao bairro de Vila Laura. Então, jornada de saúde e espiritualidade, a singularidade espiritual. Teremos a presença de renomados especialistas em saúde mental, em psicologia, em psicanálise, em avaliações da criatura humana nesse momento tão turbulento da vida na Terra, entre as quais destacamos, entre outras, Rute Brasil Mesquita com uma vastíssima experiência de mais de 50 anos na psicologia e outros que vão participar trazendo seu contributo para essa Jornada de saúde é o que todo mundo quer, porque doente tá todo mundo. E espiritualidade é diferente de espiritualismo ou mesmo de outras concepções forjadas pelas religiões, o indivíduo buscar espiritualidade. Então, encontro uma jornada riquíssima para o final de

undo. E espiritualidade é diferente de espiritualismo ou mesmo de outras concepções forjadas pelas religiões, o indivíduo buscar espiritualidade. Então, encontro uma jornada riquíssima para o final de semana. E hoje nós volvemos a mergulhar em Lázaro Red Vivo a obra de irmão X Humberto de Campos Veras, nos trazendo hoje uma análise dele mesmo, praticamente um raio X dessa alma que se transformou após a morte, após 1934, mês de dezembro, quando ele voltou o mundo espiritual bem jovem, ele desencarnou com 48 anos de idade, tá? ainda estava no vício da idade, mas uma enfermidade cruel o levou à mesa cirúrgica e ele desencarnou durante uma cirurgia realizada no Rio de Janeiro. Como era membro da Academia Brasileira de Letras, foi sepultado no Jazigo, que pertence aos imortais. Morrem todos. São todos imortais, mas morreem tudo, né, os membros da academia, né? Pode ficar tranquilo que eles desencarnam todos. E Humberto também foi. Mas de lá nasceu o irmão X. Então vamos começar com nossa Nádia que hoje interpreta, depois Jamile para os comentários da noite. Amigos queridos, uma boa noite aos que estão aqui conosco, presentes no nosso auditório aqui da sede central da FEB, aqueles que nos acompanham pelo web TV, pela web da Mansão do Caminho e bom dia ou boa tarde aos que estão estarão nos vendo em outros momentos. Que bom ter vocês conosco em mais esse capítulo que é mais uma crônica do irmão X. Como Marcel já falou em outras oportunidades, o Humberto de Campos era o príncipe dos cronistas, era uma pessoa de relevância na literatura. Ele desencarnou. Já vimos um capítulo onde ele questionava essa coisa da mudança do espírito. O espírito pode sofrer mudanças ao desencarnar, porque ele se encontra diante da realidade espiritual. E ele então desejou contribuir para a o crescimento da humanidade, mas manteve as suas características. Então, as crônicas dele são muitas vezes irônicas, às vezes um pouco sarcásticas e sempre jocosas. Aqui nesse caso, ele volta a falar da questão do da comunicação dos

manteve as suas características. Então, as crônicas dele são muitas vezes irônicas, às vezes um pouco sarcásticas e sempre jocosas. Aqui nesse caso, ele volta a falar da questão do da comunicação dos espíritos desencarnados com os encarnados. vai nos dar a oportunidade de eh conversarmos sobre vários aspectos e trazer um pouco de reflexões do Evangelho que nesse capítulo ele não cita diretamente, embora ele sempre se reporte a Jesus. é uma é uma prática que ele tem nos seus livros quando desencarnado. Mas nós vamos então aprofundar um pouquinho algumas coisas e vamos pegar a primeira pergunta dele. Por que a psicografia? Por que cartas psicografadas? Por que mensagens psicografadas? E vamos fazer assim uma revisão histórica, lembrando uma coisa que todos nós já sabemos sobre o processo de codificação da doutrina espírita, onde participaram espíritos de escol encarnados, por exemplo, Allan Kardec, nós temos um Leão Deni que já que eh aprendeu da própria codificação e vários outros e desencarnados, que é a equipe do espírito de verdade, espíritos muito elevados. Porém, isso foi, era preciso, antes de trazer a mensagem em si, era preciso chamar a atenção dos encarnados. E isso foi feito pela própria equipe do espírito de verdade com auxílio de espíritos de evolução, espíritos inferiores, espíritos de terceira ordem, muitos espíritos batedores. Eh, a gente lembra dos fenômenos de de Ridesville com as irmãs Fox nos Estados Unidos, onde a casa era um horror, porque toda noite ficavam batendo na parede, batendo, batendo o que é, o que não é. E elas então resolveram conversar com quem quer que fosse que estivesse batendo e através da de um acordo lá, quantas batidas era sim, quantas batidas era não, etc., ele acabou se comunicando e declarando que era um espírito desencarnado. E isso chamou atenção, mas não foi só lá, foi algo que aconteceu e Herculano Pir chamou de a invasão organizada. Por quê? Porque começou a acontecer manifest começaram a acontecer manifestações eh em toda parte. É verdade que desde

foi só lá, foi algo que aconteceu e Herculano Pir chamou de a invasão organizada. Por quê? Porque começou a acontecer manifest começaram a acontecer manifestações eh em toda parte. É verdade que desde que o mundo é mundo, desde que o ser humano está sobre a terra, que existem manifestações de espíritos desencarnados. A médiunidade é um fato humano. Ela não é uma criação da doutrina e menos ainda uma exclusividade. Porém ali houve como que um recrudecimento. Se falava muito sobre isso, principalmente porque eram coisas que aconteciam no centro da cultura da época, considerado por todos, evidentemente, principalmente por eles, os europeus. A Europa era o centro cultural do mundo e a França era, Paris era a cidade luz que iluminava com as suas eh luzes intelectuais, os seus pensadores, a à humanidade. Então, como poderia acontecer com a ciência como estava avançada, com a filosofia como estava avançada? Então isso foi fruto do trabalho da equipe do espírito de verdade. E a psicografia foi um elemento, uma forma, perdão, um método de comunicação que eles chegaram aos poucos. Inicialmente eram as batidas e essas batidas eram demorava muito. Pense que se você vai dizer cada letra corresponde o A é uma batida, o B são duas, o C são três. Quando chegar no Z, que são 26 batidas, daqui que você consiga criar uma frase, era preciso muita paciência. Então, os próprios espíritos sugeriram a cestinha, pegar um lápis, prender o lápis na cestinha, colocar o dedo na cesta e eles faziam essa esse essa esse movimento que iria escrevendo as palavras. Até que se chegou à psicografia, onde o espírito atua sobre o braço, sobre a mão do médium. Por que que eu tô dizendo tudo isso? Por quê? Até hoje esses fenômenos eles são estudados, embora muito rejeitados, eles são estudados. E aí, do ponto de vista do evangelho, o que a gente encontra nesse nesse pequeno resumo que eu fiz da história da eh codificação espírita nos remete à fala de Jesus quando ele disse: "Eu tem coisas que eu preciso

to de vista do evangelho, o que a gente encontra nesse nesse pequeno resumo que eu fiz da história da eh codificação espírita nos remete à fala de Jesus quando ele disse: "Eu tem coisas que eu preciso dizer, mas que eu não posso dizer agora, porque a humanidade não estava madura para compreender." E aí, mas eu vos enviarei outro consolador. A doutrina espírita, através da equipe do espírito de verdade se coloca nessa posição do consolador prometido, no sentido de que através das comunicações dos espíritos, através da codificação, se chega a uma compreensão como leis naturais, como leis morais de Deus, da vida. exatamente os princípios que Jesus ensinou. Então você vai eh a o ensino sobre o amor, o ensino sobre sois a luz do mundo, o ensino sobre a evolução humana, ele é lei divina, ele não é simplesmente uma exortação. Aí a ligação que nós podemos fazer para começar com essa pergunta de irmão X, por as psicografias. E um outro trecho, boa noite aos nossos internautas e aos irmãos e irmãs aqui presentes. Essa afirmativa em que ele traz pra gente, irmão X, estamos destinados a morrer, nós e tudo que é nosso. E em razão disso, os homens de carne querem destruir calmamente as oportunidades edificantes do dia. Eu achei isso interessante porque de fato quem vive, melhor dizendo, existe e se manifesta na condição de espírito que é, apenas atendendo as suas questões, como Naja sempre traz e que eu sempre acho interessante a abordagem dela, o interesse pessoal, a questão materialista, o consumo, dentre outras coisas, não vai se importar e nem lembrar que é dotado de uma essência de natureza espiritual. Então, realmente as questões edificantes vão sendo deixadas ao largo, já que eu preciso aproveitar esse instante reduzido que é essa vida, já que outra coisa não há além da experiência que a matéria pode então me ofertar. E essa escolha faz com que cheguemos a essa conclusão que ele traz aqui, que aos defuntos o repouso eterno para eles, aqueles que permanecem na nossa compreensão encarnados, a ronda

então me ofertar. E essa escolha faz com que cheguemos a essa conclusão que ele traz aqui, que aos defuntos o repouso eterno para eles, aqueles que permanecem na nossa compreensão encarnados, a ronda alegre da vida. Então, já que o fim se aproxima, quando consideramos a idade, ou até mesmo como eu não tenho a ideia de quando ele chegará, eu vou logo aproveitar, já que na condição futura de quem não está nessa vida, eu não terei mais os prazeres para serem usufruídos. E é nisso que ele vai chegando mais adiante, falando que no final do século XIX alguns sinais vão sendo eh trazidos e apresentados, desmistificando essa ideia que para além do corpo físico nada existe. que ele vai falar das mensagens que foram chegando, as batidas, a comunicação do mundo espiritual e a possibilidade então de nos dizer que de fato há algo além da matéria e aqueles que vivenciaram essa experiência vieram nos contar. Alerta, fiquem todos vocês, porque a vida continua e todos nós teremos que prestar contas à nossa consciência daquilo que fizemos ou que deixamos de fazer. É importante que lembremos que essa observação dos espíritos não é para nos amedrontar, sim que de fato a gente usufrua da existência de forma devida, para que esse futuro possa ser de paz, de harmonia ou não tão tenebroso assim. Primeiro que a gente tem essas duas possibilidades, uma de olhar o desenlace ou a saída do corpo físico como a possibilidade de encontrar o paraíso, considerando que nós vamos encontrar nós mesmos e as consequências do que fizemos, ou então idealizamos um mundo ficcional e de terror, onde haverá sempre alguém a me perseguir. E aí a gente vai ler a nossa própria consciência, como se não pudéssemos mudar ou alterar essa realidade. céu e inferno vão depender, com toda a certeza, daquilo que estamos nutrindo no nosso universo interior. E aí ele vai dizer, os céticos não tinham conseguido compreender essa realidade. E ele vai trazendo os avanços. Já tínhamos locomotiva, telefone, rádio, anestesia e agora vem essa história de espírito se

í ele vai dizer, os céticos não tinham conseguido compreender essa realidade. E ele vai trazendo os avanços. Já tínhamos locomotiva, telefone, rádio, anestesia e agora vem essa história de espírito se comunicando por batidas nos móveis, mesas que giram, médiuns que com toda a certeza estão ali figurando de forma a falsear uma realidade para enganar com certeza os inocentes sobre algo que não tem possibilidade de existir. E aí ele fala do início dessa batalha, daqueles que estão voltados aos avanços científicos, apartados de uma ideia de que os próprios que trazem esse avanço científico são os espíritos que, pela inteligência que lhe é um atributo concedido pela divindade nos permite então avançar em moralidade, em espiritualidade, em fraternidade e todas as outras coisas que ainda estamos teimando em colocar no patamar do sonho. Eu lembro das discussões sobre utopia, muito cara antropólogos, sociólogos e todos os estudiosos da área social, mas muito centrada em um único significado da utopia, que é do irrealizável, mas a utopia também pode ser do vir a ser. Então eu posso transmutar este mundo interno, a velha busca pelo reino dos céus que Jesus assegurou, que todos nós temos intimamente, para que isso que um dia ganhou o status de ilusão se configure como a grande verdade. Por isso que o evangelho denomina a moral do Cristo como moral estranha, porque ela vem não ao encontro, mas de encontro a tudo que é vigente. E tirando essa pexa de ilusão, enquanto que o que denominamos como algo fantasioso é a nossa grande realidade. A ideia da vida em abundância ainda precisa de grande atenção e de mergulho íntimo por todos nós. >> Nos chama a atenção ou deveria chamar no século em que a doutrina espírita surge na terra. é o século do embate entre a fé e a razão. De um lado, o pensamento pragmático, o pensamento racional, as experiências de Lord Bacon propondo o empirismo na Inglaterra e levando as retortas, as birutas e todos os mananciais, os equipamentos de laboratório, começando a

pragmático, o pensamento racional, as experiências de Lord Bacon propondo o empirismo na Inglaterra e levando as retortas, as birutas e todos os mananciais, os equipamentos de laboratório, começando a demonstrar ou tentar demonstrar a realidade da vida. Mas essa ciência que estava engatehando ou se agitando nos laboratórios não conseguia ser ouvida por causa da intolerância religiosa. A religião, espalhando a fé cega impedia completamente, amordaçava ciência e cientistas. Só é olhar na Idade Média quantos desses cientistas pereceram na inquisição ou foram simplesmente torrados, viraram torresmo por desafiarem os prognósticos da igreja que propunha, por exemplo, que a Terra é a banda de uma laranja. Corte uma laranja, nós estamos em cima desta laranja. Ela é fixa, nós estamos em cima dos gomos da laranja, que sai ela seja doce, né? Estamos em cima do gomo, jogar a outra banda fora e o céu está gira em torno de nós, que a terra é parada. Aí vem Galileu e diz que a terra gira em torno de seu próprio eixo e gira em torno do Sol. Teve que ser preso. Ele foi preso em prisão domiciliar e teve que desdizer isso na praça de São Pedro. Desmentiu que havia afirmado. Foi reabilitado pouco tempo depois. 359 anos depois, três séculos e meio, o Papa João Paulo I reabilitou Galileu antes tarde do que nunca, diz o velho ditado. Então, a intolerância imenso, então a ciência ensaiava nesse embate entre uma fé cega e uma razão titubeante que estava criando seus próprios mecanismos de comprovação no definindo os rumos da ciência, da epistemologia, da investigação. Eis que os mortos não estão nem aí nem vem chegando. começam a sacudir as tumbas, as mesas, as cadeiras, convidar as pessoas a curiosidade. Vocês querem ver o quê? Mesa girando, tome-lhe mesa girando. Vocês querem pancadas? Tome-lhe pancada. É curiosidade que vocês querem? Pois não. Tome-lhe curiosidade para satisfazer. Primeiro chamar as pessoas por fenômeno. Não tem explicação o fenômeno. Então as pessoas saíam de casa para ir a salões parisienses ou

que vocês querem? Pois não. Tome-lhe curiosidade para satisfazer. Primeiro chamar as pessoas por fenômeno. Não tem explicação o fenômeno. Então as pessoas saíam de casa para ir a salões parisienses ou residências em Bristol, em Londres, que surgiu também na Inglaterra, já vindo da América. As pessoas querem se divertir com as mesas que bailavam no ar sem contacto humano. Depois desse momento de curiosidade, é que o auto vai preparar homens ilustres previamente trabalhados no além, forjados no mundo espiritual para desenvolverem a pesquisa. E dessa pesquisa, a base vai ser a psicografia, a escrita. Por isso que ele vem dizer por que os espíritos, primeiro parágrafo, né, da crônica, por que é que os espíritos estão escrevendo tanto dando um salto aqui pro Brasil? Hoje nós temos aí algo como 8 a 10.000 1 livros espíritas ou tido como espíritas publicados em língua portuguesa. Nós temos uma farta literatura em língua portuguesa. Só não lê ou quem não sabe ler ou quem não quer ler. Porque livro sobra sempre com a temática. Filmes. Já tá vindo aí mais um filme já está pronto sobre temática. Isso de ghost para cá, 1989. de gosto para cá, explodiu a quantidade de de filmes que exploram o filão da da vida após a morte, da comunicação entre os espíritos, da reencarnação, atraindo público imenso que está ádo por essas informações. Mas ninguém superou o livro. O livro tá convidando a reflexão, porque o livro é sempre o mesmo, mas o leitor não é o mesmo. Cada vez que ele volta ao livro, ele vai encontrar o livro do mesmo jeito, mas o leitor estará diferente. Talvez tenha por isso que ele disse: "É ação de graças, porque é um feriado que é curtido nos Estados Unidos, dia de ação de graça. Nós não temos esse dia no Brasil, no nosso calendário religioso, mas lá tem e o povo para para dar graças por tudo que eh possui dor. Isso, portanto, nos reafirma a necessidade da leitura. Aliás, leitura não. Livre espírita não se lê. Livre espírita se estuda. O que a gente lê é livro, é enciclopédia.

ças por tudo que eh possui dor. Isso, portanto, nos reafirma a necessidade da leitura. Aliás, leitura não. Livre espírita não se lê. Livre espírita se estuda. O que a gente lê é livro, é enciclopédia. A gente examina livros de arte culinária, revista a gente lê, mas livre espírita não. Se estuda para sair do eu creio para eu sei e depois que se sabe nunca mais se desaprende, ficando refém desse conhecimento para abandonar a culpa, que é um entulho teológico, e migrar para responsabilidade. ser responsável pelo que faz ou pelo que deixa de fazer. >> De fato, Marcel, a o livro espírita não se lê, se estuda, né? É uma frase interessante, porque a doutrina espírita ela é complexa, ela é profunda como uma teoria que se propõe a estudar a origem, a natureza dos espíritos e sua relação com o mundo corporal não é pouca coisa. Muita gente considera que, ah, mas a doutrina espírita é eletista. Já ouvi as pessoas dizerem isso, porque ela só você precisa ter um alto nível de cultura. Kardec vai dizer que não, ele vai dizer que existem pessoas extremamente cultas que não conseguem compreender a doutrina. Eles entendem o que estão lendo, evidentemente, mas eles não entendem o sentido da doutrina. Ao contrário, existem pessoas, às vezes até muito jovens, que não tm sequer experiência de vida e que compreendem. Hã, eu não me lembro o ano, 18 e alguma coisa. Eh, durante uma viagem, eh, ele constatou que em Lyon, na sua terra natal, ele tava morando em Paris, em Lyon havia operários que se reuniam para estudar a doutrina espírita e muitos deles eram analfabetos. Embora analfabetos, embora evidentemente sem cultura, eles conseguiam compreender, eles se interessavam e eles criavam um grupo onde eles trocavam ideias sobre a doutrina. Então, sim, enquanto ciência, enquanto filosofia, com as suas consequências morais, a doutrina espírita é extremamente complexa. Na introdução do livro dos espíritos, Kardec vai dizer: "A doutrina precisa ser estudada continuamente e com muita seriedade."

s suas consequências morais, a doutrina espírita é extremamente complexa. Na introdução do livro dos espíritos, Kardec vai dizer: "A doutrina precisa ser estudada continuamente e com muita seriedade." Ele vai fazer uma crítica que eu acho até que eu já mencionei aqui, porque ele diz assim: "Tem pessoas que leem uma mensagem e já sabe tudo sobre a doutrina e já sabe criticar e já sabe analisar". ou então as pessoas que também eh foram mencionadas aqui do fenômeno, as pessoas que se interessam por coisas extraordinárias e então querem eh analisar aquelas coisas, atribuir a elas um sentido que vem da cabeça da gente. Ora, cada um de nós pode pensar o que quiser sobre o que quiser, mas não pode chamar isso de doutrina espírita. A doutrina tem uma estrutura, tem uma complexidade, tem uma profundidade, porque o seu objeto de de estudo é extremamente complexo. O espírito ele é extremamente complexo. O que não impede que aquele espírito que está estudando aquele assunto, devido a seu interesse, devido a sua já o a sua maturidade moral, que ele consiga entender. ele não vai ser um estudioso, ele não vai ser uma eh um escritor sobre o assunto, mas ele vai compreender para aquilo que é o mais importante, que é a vivência dos princípios estudados. Então, muitas vezes o que a gente vê é que a pessoa se aproxima da doutrina espírita, mas não deseja estudá-la, deseja trazer para ela as suas concepções de vida, de mundo, de realidade, de relacionamento com a espiritualidade, de moral, de tudo. Então, e a pessoa não quer ter o trabalho de refletir até para ver realmente isso é o que eu quero, isso é o que eu creio. E aí você tem uma espécie de modismo muitas vezes onde a pessoa hoje em dia, ao contrário do passado, Marcel, a gente sabe que, por exemplo, no século XIX era ilegal você fazer atividades espírit. Início do século XX, havia uma legislação que dizia que criminalizava a prática mediúnica. Se você fazia uma reunião mediúnica, você estava incorrendo em crime e a polícia podia bater na sua

espírit. Início do século XX, havia uma legislação que dizia que criminalizava a prática mediúnica. Se você fazia uma reunião mediúnica, você estava incorrendo em crime e a polícia podia bater na sua porta e levar todo mundo preso. E aconteceu várias vezes. Então, veja, nós caminhamos bastante para um momento onde você tem pessoas famosas, pessoas conhecidas, artistas que são se colocam como espíritas, etc, etc. Então, há um uma coisa confortável. O que a gente precisa é fazer o estudo mais profundo dessa doutrina para que a gente compreenda do que está falando, para que a gente não traga pra doutrina espírita ideias que vêm de alures, como se diz, que vem de nossas vidas passadas. Então, a pessoa diz assim: "Umbral é a mesma coisa do inferno." É completamente diferente. Já estudou o céu e o inferno em profundidade? Aquela análise que Kardec faz não estudou. Então, não é a mesma coisa. Ah, mas o obsessor é um tipo de demônio. Veja, há muita, a principal coisa que a doutrina faz é mudar a visão de mundo. Quando se diz, por exemplo, Kardec dizia, os princípios da doutrina espírita, os princípios básicos se tornarão universais. Não é que as pessoas todas vão se tornar espíritas. Deus nos livre dessa hora, porque ser espírita não é salvação. A gente não tem essa lógica. A gente não tem como ideia que todo mundo se torne espírita. Deus no livre. Eles precisam haver diversidade. Cada um vai se aproximar de Deus a partir daquelas estruturas, né, religiosas e espirituais que lhe sejam mais eh afins. Porém, os princípios da doutrina como leis divinas precisam se tornar universais. A imortalidade da alma, ela precisa se tornar uma concepção universal pra gente deixar de ser uma sociedade materialista e, portanto, extremamente limitada para falar de um só princípio. Então, quando Jesus traz o evangelho e quando ele vai dizer, "Mandarei um consolador", né, que que explicará essas coisas, ele tá trazendo o os princípios de um mundo novo. Quando a gente estuda a doutrina espírita, a gente compreende esses

uando ele vai dizer, "Mandarei um consolador", né, que que explicará essas coisas, ele tá trazendo o os princípios de um mundo novo. Quando a gente estuda a doutrina espírita, a gente compreende esses princípios de um mundo novo. O que precisamos é vivê-los para realmente criarmos um mundo novo. E criar o mundo novo vai requerer de nós um certo conhecimento e não estranhamento da realidade de além túmulo. Em o livro dos espíritos, a gente vai encontrar no capítulo 6, na parte segunda, um trecho intitulado As relações no além túmulo. E na pergunta que Kardec faz, ele nos aponta que existe uma relação de hierarquia e essa hierarquia vai estabelecendo subordinação e autoridade. a subordinação e autoridade a que estamos acostumados, que é você colocar o outro numa condição de inferioridade em que eu posso lhe expropriar dos seus direitos, explorar sua força de trabalho. Isso é um reflexo do nosso nível evolutivo e daquela chaga que Kardec já nos sinalizou sobre a questão do egoísmo, onde pensando nas minhas reservas que precisam aumentar cada vez mais, eu confiro ao meu irmão a escassez e o pouco ou nada para que eu consiga me manter na riqueza. Ele vai falando de uma relação de subordinação e autoridade voltada para as conquistas espirituais que cada um de nós vai obter em sua caminhada. E tem um trecho que eu achei de extremada importância na pergunta 274, em que ele volta a questionar: "Podem os espíritos inferiores subtrair-se à autoridade dos que lhe são superiores?" Aí então o espírito vai voltar à resposta anterior e vai dizer: "Eu disse irresistível". Isso é de uma maravilha, porque se o espírito superior por elevação moral e pelo mérito de suas conquistas exerce sobre nós um poder de natureza irresistível, significa que só resiste ao bem aquele que não está disposto a avançar nessa direção. que os bons espíritos estão o tempo inteiro exercendo essa irresistibilidade, significa que não dela usufruir é uma escolha particular, porque muito provavelmente eu ainda tendo a me compra

a direção. que os bons espíritos estão o tempo inteiro exercendo essa irresistibilidade, significa que não dela usufruir é uma escolha particular, porque muito provavelmente eu ainda tendo a me compra naquilo que me mantém e preso às questões materiais. se tenho. E aí fico imaginando o tamanho e a potência dessa misericórdia divina que coloca seres já avançados para a todo tempo exercer esse poder irresistível, o que falta em mim é a disposição para atender a esse tipo de rouo. E ele vai dizendo à frente: "O poder e a consideração de que um homem gozou na terra lhe dão supremacia no mundo dos espíritos?" E a resposta é taxativa: não, pois que os pequenos serão elevados e os grandes rebaixados. E o espírito ainda faz um complemento assim com uma educação, lê os salmos, como quem diz assim, isso já lhe foi dito, meu caro, basta voltar a ler ou relembrar. Já colocamos essa perspectiva. A questão é como nós vamos viver? E aí ele ratifica a resposta, né? Os espíritos. Não sabes que os espíritos são de diferentes ordens, conforme seus méritos? Pois bem, o maior da terra pode pertencer a última categoria entre os espíritos, ao passo que o seu servo pode estar na primeira. Então, fazer uma espécie de análise de em que condição nós estamos nos colocando, se é uma condição de subordinação ou de autoridade, que é o domínio das suas próprias emoções, dos seus sentimentos, daquilo que sempre ouvimos nesse programa pelo seu idealizador. Onde estão localizadas as suas aspirações? Quais são os seus sonhos? Como você os vem alimentando? Qual é a natureza dos seus desejos como ser espiritual que sois? E a resposta não vai ser um carro novo, a casa. Claro que não há nenhuma condenação nesse sentido, mas a priorização por aquilo que a gente já entende que são os tesouros da alma e que vão nos fazer sair da condição aprisionante que ainda estamos aferrados. E a outra pergunta que é a 279, todos os espíritos têm reciprocamente acesso aos diferentes grupos ou sociedades que eles formam mais uma vez

sair da condição aprisionante que ainda estamos aferrados. E a outra pergunta que é a 279, todos os espíritos têm reciprocamente acesso aos diferentes grupos ou sociedades que eles formam mais uma vez a ratificação da amorosidade divina. Os bons vão a toda parte e assim deve ser para que possam influir sobre os maus. Lembrar que mal aqui não significa uma figura trevosa ou diabólica, mas simplesmente aquele espírito que ainda ignora o bem ou que está acostumado por condicionamentos, enfim, a algumas questões que lhe afastam da divindade. E mais uma vez eu voltei a refletir e compartilho isso com vocês a partir do que irmão X nos trouxe. Não há mais a ideia fantasiosa de mundo espiritual. Ela é real e nós compusemos esse mundo. Não é o fato de estarmos encarnados que nos destitui da condição de espíritos. Somos interexistenciais. Estamos no famoso laiká o tempo inteiro e às vezes mais lá do que cá. e daqui a pouco vai tá lá mesmo. E aqui quando ele vai então dizendo que os bons estão em todo lugar, todo tempo, o nosso desespero, a nossa descrença e aquela ideia de que as coisas estão perdidas, que esse planeta não tem mais jeito ou que eu não consigo avançar, eu estou desdenhando essa perspectiva de que há sempre um bom ou bons espíritos ao meu redor. ao nosso redor e a regger a humanidade. Aí a gente vai precisar fazer com que a nossa fé não precise ser de um tamanho exacerbado, mas que cada um desenvolva a sua própria mostarda. >> Esse capítulo, ação de graças e não deixa de ser um raio X do próprio irmão X. Ele faz ali uma análise ou uma autorreflexão dele mesmo, observando o Humberto de Campos, que esteve na Terra sob o codenome de conselheiro XX, escrevendo na crônica carioca de seu tempo, mordais, sarcástico, era irônico. Muitas vezes ele escarneceu de figuras que se projetavam na política, na moda carioca, porque era o contexto do seu tempo e as suas crônicas eram disputadas, porque ele fazia uma analogia com a mitologia, era profundo conhecedor da mitologia greco-romana. Aí

a política, na moda carioca, porque era o contexto do seu tempo e as suas crônicas eram disputadas, porque ele fazia uma analogia com a mitologia, era profundo conhecedor da mitologia greco-romana. Aí ele comparava certas figuras com minotauro, com Pegaso, com figuras assim exóticas e aquilo angareou para ele uma legião de fãs. 34, esse homem numa cirurgia desencarna, entra no além. É natural que a gente começa a perceber que seguiu-se um período de perturbação espiritual. E quando ele deu conta, tudo aquilo que ele detinha, que ele tinha, ficou os lápis, o corpo ficou lá no cemitério de São João Batista, no Jazigo da Academia Brasileira de Letras. Os imortais todos estavam mortos, inclusive ele. E aí ele teve que fazer um curso, ele teve que reaprender e calar-se entre 34 para em 35, cerca de 6 meses depois ele viajar para Pedro Leopoldo, onde passou a afinizar-se com o médio Chico Xavier e transmitia as primeiras mensagens sem que Chico soubesse quem era. Somente numa carta que ele endereçou, Chico, ao então presidente da FEB, Vantu de Freitas, a melhor dizendo, Manuel Quintão, ele relatou que estava sendo acompanhado por esse homem desencarnado que assinava Humberto de Campos e que ele não conhecia, queria saber quem era. Ele não se revelou. Do Rio vieram de Manuel Quintão, cujo um dos filhos se casou com a irmã de Chico Xavier. Então, as famílias eram próximas eis que ele relatou um dos maiores intelectuais aqui da capital. Brasília não existia ainda, né? Estamos falando do Rio como capital do país. É um dos maiores intelectuais aqui, respeitadíssimo dentro da academia, temido pelo que escreve. Então, esse homem tá me acompanhando o tempo todo e escrevendo páginas. passa o dia inteiro comigo observando minhas atividades para gerar afinidade. E ele foi mandando as páginas que o reformador foi publicando a época, o que foi um grande choque na no nas rodas literárias do Rio, quando os primeiros escritos de Humberto apareceram 36, 2 anos depois, 1 ano e meio depois da morte dele, aquelas

foi publicando a época, o que foi um grande choque na no nas rodas literárias do Rio, quando os primeiros escritos de Humberto apareceram 36, 2 anos depois, 1 ano e meio depois da morte dele, aquelas crônicas, o estilo mesmo, o estilo de escrever, mas o foco já não era mais a sátira, já não era mais o deboche. o escarnio sobre as figuras do da representatividade carioca. Não, agora tinha Jesus. Então foi por isso que o seu maior crítico, né, agripino grieco, começou a tomar informações de que esse homem tava se comunicando e finalmente foi a Belo Horizonte. Chico também foi. E num teatro com mais de 500 pessoas, eles, os dois sentaram-se lado a lado e alguém pediu a Agripino Grier o maior crítico das obras de Humber de Campos e amigo pessoal dele, crítico da obra, não do homem, que ele rubricasse. E aí a Gripinho grego pediu as folhas, rubricou todas as folhas na assinatura para não ver falsificação. E o Chico entrou no trans e a caneta, caneta não, na época era lápis, aqueles lápis grosseiros de carpinteiro. Era bem grosseiro os lápis. E o Chico psicografou numa velocidade impressionante. Terminado o saral ali que era poético, literário, o Chico levantou-se, ajustaram o microfone para ele e ele começou a ler ao meu caro amigo agripino grieco. E aí Humberto vai desfilar aspectos da mitologia grega, da mitologia romana, fazer a junção para mostrar o novo tempo em que ele estava. tempo que ele retrata nesse capítulo Ação de Graças. Terminada a leitura, o auditório estava em êxtase. Agripino grieco estava cauteloso, era um crítico literário. Dado o microfone, ele disse: "Olha, eu sou católico, apostólico, romano, até o tutano dos ossos. Quem me conhece sabe disso. Não vai ser isso que vai me convencer. rubriquei todas as páginas, mas tem o dever moral de fazer um depoimento. Eu não acredito nisto, psicografia, mas que isso é Humberto de Campos puro. É hashagripino greco. Ele fechou o comentário na época, ficou impactado, agora tá no além. Então os dois devem estar dando risada. Você

dito nisto, psicografia, mas que isso é Humberto de Campos puro. É hashagripino greco. Ele fechou o comentário na época, ficou impactado, agora tá no além. Então os dois devem estar dando risada. Você lembra quando eu mandei uma carta para você? Lembro. Mas eu não acreditei, não sabia nada disso. Agora tá aqui defunto como eu, Agripino. Agora estamos dois, Mortim da Silva e a vida prossegue. Então, como a psicografia tem esse impacto nas cartas que o Chico psicografava, e Humberto não teve que convencer ninguém, ele teve que se convencer, porque já comentamos aqui que num dos prefácios ele diz: "Senhor Jesus, é quase uma prece. Senhor Jesus, admito que na terra há espíritos evangelizados e espíritos esclarecidos. E eu peço a ti que eu esteja entre os segundos. Ou seja, ele não se considera ainda evangelizado, mas ele pede pelo menos a Jesus que admita ele entre os os espíritos já esclarecidos, porque a mensagem de Jesus só foi tocá-lo depois da morte. Então, a crônica passa a ser um enorme brado de alerta para todos nós. Não aguardar a morte para entrar na posse dessas verdades. Nós temos chance no corpo já absorver este material, introjetá-lo na alma e começar a vivê-lo a despeito de um mundo que está quase que inteiramente na contramão do pensamento cristão. O cristianismo aponta numa direção, tá todo mundo indo na direção contrária pelas atitudes, pelos pensamentos e pelas falas. Mas a proposta do Cristo é o indivíduo iluminar-se. Porque cedo ou tarde todo mundo vai também adquirir um condomínio no bangalô subterrâneo das células cansadas. Tradução, cemitério. >> É verdade. E falando de cemitério, ele fala muito e irmão X fala muito nesse capítulo sobre os mortos. Ele vai falar, tem uma hora que ele fala assim, que a gente estabelece uma relação de isolamento em relação aos mortos. Então, a pessoa tá na vida, tá para usufruir das coisas da vida. Então, vamos usufruir das coisas, vamos nos divertir, eh, vamos criar condições pra gente ter a melhor vida possível. É usufruir o

tos. Então, a pessoa tá na vida, tá para usufruir das coisas da vida. Então, vamos usufruir das coisas, vamos nos divertir, eh, vamos criar condições pra gente ter a melhor vida possível. É usufruir o presente. Na hora que a pessoa morre, então acabou. E aí leva-se pro cemitério. Ele vai falar naquele tom jocoso dele que aí o morto que descanse. Ah, no dia a pessoa tá fazendo elogios, daqui a pouco tá comentando da vida do falecido, daqui a pouco tá caminhando por cima dos ossos, caminhando no cemitério sem maiores eh interesses. E aí nós vamos voltar paraa questão que eu falei antes, que Marcel falou agora, da vivência da doutrina, né? O espírito esclarecido, o espírito evangelizado. O evangelizado já é um ser que vive o evangelho, está em união com o Cristo. O esclarecido é aquele que compreende a doutrina e busca vivê-la, faz o esforço para colocar isso na sua prática. Então, para colocar doutrina nática, é preciso que a gente abdique dessa lógica fácil que eh Irmão X descreve no capítulo. É preciso que a gente abdique primeiro da ideia de que estamos aqui para usufruir a vida. Não foi para isso que a gente nasceu. A gente nasceu para avançar espiritualmente do estágio em que estamos para pelo menos um pouco adiante. Então, resgatar débitos do passado, aprendendo porque aquela ação era inadequada, onde ela nos causa sofrimento, onde precisamos avançar. Eh, estamos aqui para avançar espiritualmente na no exercício do amor ao próximo, eh, fazendo com que o nosso interesse pessoal seja subordinado ao interesse de todos, inclusive nós mesmos, mas dentro de um coletivo. Então, essas são as propostas. E aí a atitude perante os mortos, ela precisa mudar. Nós não podemos ir ao sepultamento das pessoas que vamos, às vezes vamos por uma questão social, é um colega de trabalho, é uma situação, alguém que a gente nem conhecia, é familiar de um, de um colega, de um chefe, de alguém, às vezes é um ente querido e aí a gente desconhece, não por não saber, mas porque resolveu ignorar, para não se incomodar muitas

e nem conhecia, é familiar de um, de um colega, de um chefe, de alguém, às vezes é um ente querido e aí a gente desconhece, não por não saber, mas porque resolveu ignorar, para não se incomodar muitas vezes o que que a doutrina nos ensina o que acontece quando o espírito desencarna. Ele passa por um período de perturbação. Kardec descreve isso minuciosamente no capítulo o passamento que fica lá no no céu e o inferno. Então ele vai dizer: "Essa perturbação pode durar segundos, minutos, horas, dias, meses, anos, séculos, depende." E nessa perturbação, o espírito ele muitas vezes está sofrendo. Então, a gente vai ao enterro, não é? Já sabemos que não é adequado a gente ficar tratando de vários assuntos. Aproveitar que eu encontrei fulano, cicrano, beltrano, aí eu vou tratar de reunião de trabalho, eu vou tratar de questões de trabalho, eu vou tratar até de questões espíritas, mas eu não vou estar ali com qual é o meu dever como espírita. O meu dever é ajudar aquele irmão que acaba de deixar a vida física. Não é uma coisa fácil para nós que não somos espíritos muito elevados. O que é que a gente precisa fazer? A gente precisa orar. A gente precisa equilibrar o pensamento, envolver este ser em vibrações superiores de de amor, de eh luz, de paz. A gente precisa conectar com os bons espíritos que estarão ali, o anjo guardião desse desse irmão nosso. Não é o momento de não é um encontro social para o espírita que compreende e vive a doutrina. O sepultamento não é um evento social para algumas pessoas assim: "Ah, mas a gente sabe que a morte não existe, então a gente fica bem". Veja, a morte não existe para o espírito, inclusive, principalmente pros espíritos mais evoluídos. Para nós que somos atrasado, quem quer morrer? Quem quer? Vamos então conversar sobre o dia do nosso sepultamento, vamos conversar sobre a nossa nosso desencarne. Eu vou embora comentar. Ninguém quer. Por quê? Porque não temos essa naturalidade. O que ali é um desconhecimento, um descuido com o irmão que está

nto, vamos conversar sobre a nossa nosso desencarne. Eu vou embora comentar. Ninguém quer. Por quê? Porque não temos essa naturalidade. O que ali é um desconhecimento, um descuido com o irmão que está precisando. Ele pode nem estar presente, mas vibratoriamente ele recebe aquela assistência, ele recebe aquela aquelas orações, ele recebe aquele momento. Então, a as colocações que irmão X faz nesse capítulo, elas nos remetem a essa vivência da doutrina e a compreensão de que estamos sempre, como Paulo dizia, disse, né, na sua carta, uma nuvem de testemunhas nos cerca. Estamos sempre em conexão com o mundo espiritual. Vamos viver como quem sabe disso. >> Os internautas não puderam ver, mas todas as pessoas presentes aqui na FEB levantaram a mão falando do seu desejo ardoroso de ficar após esse momento aqui para falar do seu passamento. No finalzinho do capítulo, irmão X vai trazer pra gente uma espécie de metáfora para que pensemos na nossa congição. Então ele vai falar das andorinhas na primavera, que alcançam espaços mais amplos, mas também vai falar dos sapos que se alegram, ficam satisfeitos por estarem ali no pântano, ainda em meio ao lodo, mas estão muito tranquilos pela condição a que chegaram. E nem as andorinhas e nem os sapos são abandonados pela divindagem. Todos terão, a cada um, segundo as suas obras, essa proteção que já vimos aqui. E eu gostaria de encerrar a partilha nesta noite de hoje com vocês, voltando ao livro dos espíritos, que é exatamente na parte que fundamenta o evangelho, onde Kardec pergunta se no mundo dos espíritos haverá conservação de ressentimento de um para com outro ser. E ele vai dizer que não, claro, depois de uma maturação de consciência e por aí vai, mas ele vai dizer que quando estamos despidos do corpo material, nós vemos como algo bem pequeno a malquerença que estabelecemos com o outro ser. E ele vai dizer: "Apenas os espíritos imperfeitos conservam uma espécie de animosidade, mas uma vez no mundo espiritual eles vão perceber o tamanho da perda de tempo e

e estabelecemos com o outro ser. E ele vai dizer: "Apenas os espíritos imperfeitos conservam uma espécie de animosidade, mas uma vez no mundo espiritual eles vão perceber o tamanho da perda de tempo e essa antipatia vai se desfazendo." E aí eu gosto do comentário que Kardec faz. sucede como entre dois colegiais que chegando à idade da ponderação, reconhecem a puerilidade de suas disensões infantis e deixam então de mal querer. Quando eu percebo a grandiosidade da vida espiritual, disse: "Mas meu Deus, que posição tola eu ocupei, que atitude desnecessária!" E aí as reconstruções vão acontecendo. O que eu acho importante da ressalva que irmão X faz é que não precisamos desencarnar para chegar a essa conclusão. A gente já tem o conhecimento, então não precisa constatar pós desencarne. Aqui mesmo a gente já pode, como Naddia nos convidou, adotar a prática daquilo que estamos então aprendendo e aprendendo. Depois tem uma pergunta: que sentimento anima depois da morte aqueles a quem fizemos mal neste mundo? E a resposta: se são bons, vão lhe perdoar. Caso não, Deus vai lhe conferir a oportunidade de com ele conviver para rever os seus atos passados. Aí a gente volta pro céu e inferno. Até por preguiça, que ainda é uma característica do nosso nível evolutivo. Pense bem quanto é cansativo passar por aquela tríade, arrepender-se, espiar e reparar. Não, já dá um cansaço? Então, já é bom até por uma preguiça moral que a gente evite a falta para não ter que passar por essas três etapas. E a gente vai se sentir muito mais leve quando tivermos então que avaliar os nossos atos e não ficar contando com sorte, até porque a gente já sabe que sorte não existe, é causa e efeito. Se pensarmos nesse sentido, eu não vou ficar bom, eu vou prejudicar Marcel agora nessa existência, porque como ele é um ser extremamente elevado, não vai me condenar. Eu não preciso pedir perdão. Nem sempre as aparências vão nos ajudar a constatar quem está revestindo, revestido, melhor dizendo, por aquele corpo de carne. Então, sigamos aquilo

não vai me condenar. Eu não preciso pedir perdão. Nem sempre as aparências vão nos ajudar a constatar quem está revestindo, revestido, melhor dizendo, por aquele corpo de carne. Então, sigamos aquilo que Jesus traçou como roteiro, que é uma vivência evangélica. E por fim, ele vai dizer que no mundo, aqui no livro dos espíritos tem afirmativa que só os vínculos genuinamente construídos aqui na caminhada material vão permanecer no mundo espiritual, porque tudo aquilo que é de ordem física desaparece. Só o amor verdadeiro pode então perdurar ao longo das vidas e na erradicidade. O nosso irmão X deixa nessa crônica muito rica a certeza de que a morte o levou para um outro país onde ele teve que fazer um esforço muito grande de adaptação. Ele desembarcou do carro fúnebre sem conhecer a moeda, a língua, os costumes desse estranho país que na Terra ele não cogitava. Ele se sentia muito bem dentro do fardão, tomando chá com torradas às 5 da tarde, que é um hábito dos imortais da Academia Brasileira de Letras. Então ele tava contente, até que vê a problemática de saúde, a cirurgia e ele não resistiu. Saindo do corpo aos 48 anos de idade, não chegou nem aos 50. Então lá o impacto nele foi grande e tem sido para muita gente, muitos religiosos. A morte continua sendo um enorme desafio. Eu me recordo, viajando para o Vale do Jquiriçá, a região de Motuípe, há alguns anos atrás, para uma jornada espírita, parei numa cidadezinha na entrada do vale para saber se eu estava no caminho certo. E entrei no mercadinho, comprei uma água mineral e perguntei ao dono do mercadinho, eh, Mutuíp, aqui ele disse, pode seguir direto, é aqui mesmo. Fique ali na porta. Passou uma caravã, um carro bem antigo, com aqueles megafones em cima. Era o carro de som de uma funerária. Eu achei o slogan dela fascinante. O homem dentro fazia tocar um slogan atrás do outro. Funerária Santa Luzia, sua morte é a nossa alegria. Mas eu achei tão romântico aquilo. Eu digo: "Meu Deus, que coisa fascinante, esse homem deve estar

omem dentro fazia tocar um slogan atrás do outro. Funerária Santa Luzia, sua morte é a nossa alegria. Mas eu achei tão romântico aquilo. Eu digo: "Meu Deus, que coisa fascinante, esse homem deve estar despertando as pessoas, que todo mundo vai mesmo, né? Que a alegria da funerária é o outro capotar, né? Mas vai até o dono da funerária também, quem vende, né? Caixão também vai. Mas aí como nós temos que desvendar a morte, aí surge o espiritismo na Terra, essa ciência filosófica, essa filosofia científica de consequências não religiosas, de consequências morais, éticas, comportamentais, em que o indivíduo faz um curso de vivê-la e enquanto vive morre para que quando se morra Continue vivendo em mais intensa plenitude, a caminho de encontrar-se a si mesmo, identificar os seus valores e tudo mais que tinha fica, o que era prossegue consigo. Então é uma crônica rica porque Humberto Campos diz que exatamente fez isso. Ele foi se descobrir no trabalho e matou o que ele chamou no texto de a lepra da vaidade. uma vaidade como uma lepra que ele tinha. Era muito vaidoso pela intelectualidade, pela capacidade de construir textos e crônicas de uma beleza muito grande. Mas isso tudo não foi muito passaporte para que ele se ambientasse no além. Ele teve que fazer um curso para escrever as obras que escreveu sobre fiscalização de Emanuel, o guia de Chico. Ele teve que realmente primeiro apagar o nome, já não é mais Humberto, e até modificar o conselheiro XX. Agora é irmão X. E escrever sobre o evangelho quando não tinha sido o filão dele na terra é um salto quântico para uma pessoa de modificação. Mas ele foi reconhecido pelos que sofrem, pelos que choram. pelos que pedem consolação, porque os textos que nós já estudamos em boa nova, como por exemplo a obra dele já estudo aqui nosso, motivo de nossos estudos aqui demorados, demonstra o quanto ele foi resgatar aspectos de um cristianismo que se perdeu na curva do rio. Mas a gente volta segunda-feira, né? Vamos dar uma pausa agora de uma semana para empresa

aqui demorados, demonstra o quanto ele foi resgatar aspectos de um cristianismo que se perdeu na curva do rio. Mas a gente volta segunda-feira, né? Vamos dar uma pausa agora de uma semana para empresa descansar durante uma semana e na segunda a gente volta continuando com Lázaro Red Vivo em Betânia e junto Marta, Maria e todo mundo que participou da saga abençoada do Evangelho. Muita paz. Até segunda-feira.

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