Para Viver o Evangelho | Episódio 176 • Estudo da obra “Lázaro Redivivo” (caps. 12 e 13)

Mansão do Caminho 26/08/2025 (há 7 meses) 57:18 1,237 visualizações

Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa oferece reflexões profundas sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, contribuindo para uma vivência mais consciente e amorosa do Evangelho no cotidiano. Dando continuidade ao estudo de obras fundamentais da literatura espírita, o programa inicia agora a análise do livro "Lázaro Redivivo", ditado pelo espírito Irmão X (Humberto de Campos) e psicografado por Chico Xavier. A cada episódio, um capítulo da obra é estudado com profundidade, resgatando lições valiosas de Jesus que permanecem vivas e atuais, convidando-nos à renovação interior e ao serviço no bem. Com uma abordagem clara, fraterna e fiel à tradição doutrinária, Para Viver o Evangelho é um espaço de aprendizado, inspiração e compromisso com os valores do Cristo. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar todos os episódios! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro das novidades e conteúdos edificantes! 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #EvangelhoNoLar #ChicoXavier #IrmaoX #HumbertoDeCampos #LazaroRedivivo #DoutrinaEspirita #MansaodoCaminho #EstudoEspirita #EvangelhoSegundoOEspiritismo #EspiritismoHoje #EspiritismoComJesus #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

A vida espiritual é certeza da imortalidade do ser. é proposta de crescimento e novas perspectivas para elevação moral e para o progresso. A espiritualidade trouxe, por meio dos mensageiros do além preciosas informações sobre Deus, reencarnação e também sobre o intercâmbio interdimensional entre encarnados e desencarnados. A vida não cessa e está em constante processo de mudança e evolução. Compreender as dinâmicas da existência é saber um pouco mais sobre nós, respondendo as questões sobre o porquê de estarmos aqui e qual o propósito das encarnações. Para abordar esses temas, a Federação Espírita do Estado da Bahia, P realizará entre os dias 30 de outubro a 2 de novembro o 21º Congresso Espírita da Bahia, com os seguintes convidados: Alberto Almeida, Pará, Bruno Godinho, Porto Alegre, César Reis, Rio de Janeiro, Fábio Carvalho, Maranhão, Júlio Peres, São Paulo, Margarete Áila, São Paulo, Maí Braga, Brasília, Osson Carrara, São Paulo, Rosa Martins, Rio de Janeiro, além da participação do Corpo de Palestrantes da FEB e demais integrantes do estado. 21º Congresso Espírita da Bahia. Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei. 30 de outubro a 2 de novembro de 2025. Fiesta Convention Center, Salvador, Bahia. Inscrições www.feb.org.br. Venha, participe. >> Boa noite aos internautas que nos assistem pela TV FEB, TV Mansão do Caminho, aos nossos companheiros e companheiras de toda a semana. Boa noite. Presencialmente aqui no salão da Federação Espírita. E só reforçando que a todos que desejam participar do nosso congresso, as inscrições também podem ser feitas pelo Simpla. Então, além do nosso site tem essa possibilidade para todos vocês. Quando o fato de nós estarmos em Salvador não limita as pessoas a essa participação. Então, de outras cidades ou até mesmo de outros estados podem se organizar, como já tem as caravanas, para que estejam conosco nesse período também. Como de pra avisos da noite. Nós temos o estudo sistematizado da doutrina espírita, mais

de outros estados podem se organizar, como já tem as caravanas, para que estejam conosco nesse período também. Como de pra avisos da noite. Nós temos o estudo sistematizado da doutrina espírita, mais conhecido como módulo um, presencial. Embora a gente tenha a data do dia 20 de agosto, que teve o início, ainda estamos aguardando pessoas que se interessem, que sim, podem se inscrever. Ele vai acontecer todas as quartas-feiras, das 19:30 às 21 horas. Caso não consiga se inscrever no site, pode inscrever-se pessoalmente quando vier a FEB para o estudo. Serão todos muito bem-vindos. Além do ESD, nós temos o MEP ou média, que é o estudo da mediunidade também presencial, vai acontecer aqui na sede central da Federação, no Parque Bela Vista de Brotas. Ele é quinzenal, sempre aos primeiros e terceiros sábados de cada mês, de 9 às 10:30 da manhã. E a abertura ocorrerá no dia 30 de agosto, ou seja, está bem perto. A nossa próxima atividade paraa divulgação é a formação continuada, também presencial para evangelizadores de infância, família e outras que se interessem pelo tema. Cuidando das emoções das crianças. no dia 31 de agosto, das 9 às 12:30, presencialmente na sede da Federação Espírita do Estado da Bahia. E finalizando essas notícias que sempre estamos trazendo todas as semanas, divulguem, participem, se inscrevam, compartilhem com quem tem interesse. Se você souber de alguém que queira estudar mediunidade ou alguém que queira participar do estudo do ESG, façam o papel de divulgadores da boa nova para os que se interessam. E agora nós vamos retomar as nossas trocas dos capítulos de Lázaro Regivo. E nesta noite, considerando a temática mãe, trabalharemos os capítulos 12 e 13. Vocês que já nos acompanham, que efetuam as leituras, perceberão que esses capítulos têm alguma sintonia e complementaridade. Então nós vamos começar por Nadia Matos, seguida de Marcel Mariano. >> Boa noite a todos. É sempre muito bom estarmos juntos. Obrigada às pessoas, aos companheiros que estão aqui na sede

ementaridade. Então nós vamos começar por Nadia Matos, seguida de Marcel Mariano. >> Boa noite a todos. É sempre muito bom estarmos juntos. Obrigada às pessoas, aos companheiros que estão aqui na sede central da FEB, fisicamente com a gente, trocando vibrações e energias. E também aqueles que estão assistindo pela TV Mansão do Caminho e pela FEB TV e aqueles que irão assistir no futuro. É muito bom essa possibilidade de estarmos juntos para além do mundo material. A gente vai treinando para quando espíritos desencarnados estivermos livres para nos deslocar por vários locais. a gente não vai ficar sendo limitado pelo espaço. De fato, esses dois capítulos é interessante porque no primeiro ele vai falar da mãe de Jesus, no segundo ele fala da mãe de um personagem que ele vai contar um caso. E ele eh mesmo tratando de várias coisas, que é uma marca de irmão X, é uma marca de irmão X, ele vai eh ele fala de uma coisa, ele fala de outra, ele conta um caso, ele vai, ele volta, é o estilo dele, mas tem um fluxo, nos parece que tem um fluxo de pensamento que vai unir mãe, irrogativa e ação. Eh, ele começa esse primeiro capítulo, o 12, falando sobre diversas eh atitudes que foram apresentadas na ressurreição de Jesus. Então, ele vai falar que os discípulos, primeira reação de dúvida, ô, mas o mestre, ele não era o salvador, ele não trouxe a mensagem da boa nova, como é que agora tá morto? Isso era muito angustiante para eles. Depois ele vai falar que Madalena então vai, Madalena sempre amorosa, ela vai ao cemitério assim que o dia amanhece. Mal dia tá raiando, ela já estava lá. E ela tem a oportunidade de ter um contato direto com Jesus. Primeiro ela pensa que era o jardineiro e depois ela descobre que não era, que era Jesus. E é um momento extremamente feliz. Ela corre para contar aos discípulos. Aí vão as mulheres, no caso Joana de Cusa e Maria, mãe de Tiago, que eram discípulas de Jesus. Elas já não encontram Jesus, mas elas encontram seres espirituais que é eh colocadam no evangelho como anjos. E

as mulheres, no caso Joana de Cusa e Maria, mãe de Tiago, que eram discípulas de Jesus. Elas já não encontram Jesus, mas elas encontram seres espirituais que é eh colocadam no evangelho como anjos. E esses anjos então dizem que Jesus não está mais ali. Elas também são agraciadas. Aí vem Pedro e João, né, que eh vão eh João, Pedro e João, então vão imediatamente ao cemitério para ver o que Maria Madalena tinha dito e as outras mulheres também. E aí eles encontram a pedra removida, eles encontram os lençóis sobre o túmulo e não encontram o corpo de jeito nenhum. Aí todos voltam e ele vai falar assim: "Esse é um contexto daqueles mais próximos". Só que eh a gente tem o relato dos discípulos de Emaús. Eram dois discípulos que estavam saindo de Jerusalém, estavam indo para Emaús e iam comentando o que aconteceu, porque era realmente uma coisa terrível para quem era discípulo de Jesus. Depois de 3s anos de pregação, de esperança, deles verem tantas coisas, agora tava morto e enterrado. Como é que pode? Então eles vão e um homem se aproxima. E a gente já inclusive tivemos oportunidade, eu acho que quando trabalhamos com o livro Boa Nova, a gente teve a oportunidade de comentar esse episódio e eles eh aí é Jesus conversando com eles, eles não reconhecem e Jesus vai explicando tudo, explicando tudo, explicando tudo. Eles chegam na hospedaria e Jesus diz que vai embora. Ele diz: "Não, fica conosco, pois declina o dia". Quer dizer, já tava anoitecendo, era melhor ficar. E quando Jesus parte o pão, eles reconhecem, ficam emocionadíssimos, resolvem voltar logo para Jerusalém. Então, essa essa eh essa experiência pós morte indicando a ressurreição que eles não tinham visto, eles estavam percebendo ali, ela é diferente para cada um. Depois desse episódio, eh, os discípulos estavam a portas fechadas com o Evangelho diz por medo dos judeus, com medo de também serem presos, também serem penalizados. E Jesus aparece no meio deles e aí isso renova profundamente a todos. Mas aí, hã,

a portas fechadas com o Evangelho diz por medo dos judeus, com medo de também serem presos, também serem penalizados. E Jesus aparece no meio deles e aí isso renova profundamente a todos. Mas aí, hã, irmão X vai dizer que todos eles tiveram su seus momentos, seus processos de dúvida, de discordância, de angústia, de tristeza, até encontrarem a realidade da ressurreição. Mas que Maria não tinha isso, porque Maria, pelo amor que tinha Jesus, ela era o seu filho, ela sentia que ele estava sempre vivo no seu coração. Então, não é que ela tivesse uma percepção extraordinária da ressurreição efetiva, mas que ela realmente percebia que ele estava vivo, porque ela o amava e para ela ele sempre estaria vivo. esses trechos, né, eles podem nos propor uma questão que é assim: como é que nó com quem nós nos identificamos desses personagens todos em relação ao reconhecimento da realidade de Jesus, de quem Jesus é, do que Jesus nos trouxe, do que ele representa para nós. Podemos pensar que nós estamos ainda com dúvidas diversas, que nós estamos amorosamente vinculados a ele e conseguimos encontrá-lo de vez em quando, mas então ele se vai. Ou que nós estamos vinculados amorosamente como Joana de Cusa e Maria, mãe de Thaago, e a gente não consegue encontrá-lo apesar do nosso amor. Eh, qual seria dessas a nossa posição? Nós estamos como o os discípulos, temos medo dessa crença, temos medo das mudanças, estamos nos sentindo acompanhados por Jesus, mas não os o reconhecemos. Vale a pena a gente refletir em que ponto, em qual é a nossa experiência com a realidade da presença de Jesus. Inegável constatar que raramente a mulher recebeu o valor que lhe é devido nas inúmeras incontáveis civilizações da Terra. Caberia a qualquer pessoa, examinando os fastos da história, encontrar facilmente nas culturas gregas, romanas, gaulesas e especialmente do ocidente. Mas também vale para o Oriente a mulher submetida ao talante do macho Alfa, que a tornava escrava, serva, concubina, se permitindo ao arém. Então, a

gas, romanas, gaulesas e especialmente do ocidente. Mas também vale para o Oriente a mulher submetida ao talante do macho Alfa, que a tornava escrava, serva, concubina, se permitindo ao arém. Então, a poligamia prevaleceu na Terra mais do que a poliandria as mulheres terem vários homens. E somente no reino das Amazonas, que é uma lenda, encontramos um reino composto exclusivamente de mulheres que admitiam a presença de homens escolhidos a dedo uma vez por ano, a fim de procriarem com elas a multiplicidade de novas mulheres para o reino das Amazonas. E daqueles partos, se nascessem meninos, eram imediatamente eliminados. Ficavam apenas com as meninas. Mas esse reino é lendário. E Humberto de Campos resolve escrever um capítulo para um mês que nós estamos examinando. Absolutamente o contrário. Estamos em agosto e é o mês dos pais, dia dos pais. Maio é que é mês das mães. Março é o mês da mulher, dia internacional da mulher. Em homenagem à aquelas mulheres que foram em Nova York incineradas em uma fábrica de tecido, a fábrica cotton algodão em português, foram queimadas pelo dono contrário ao apelo que elas faziam por melhores condições de trabalho. E o dia 8 de março ergue-se no calendário internacional como honrosa homenagem às mulheres que pereceram. naquele incêndio provocado como um grande genocídio de mulheres. Se olharmos o Evangelho, vamos encontrar no Novo Testamento Maria, a mãe de Jesus, ser citada 44 vezes o nome dela, mas não é unanimidade nem dentro do cristianismo. Sabemos hoje, sem qualquer crítica, que enquanto a Igreja Romana reverencia Maria através da hora do Ângelos, lhe tem uma das preces mais belas, a Ave Maria. músicas, os grandes compositores como Gonor, como Bar e outros que escreveram Schubert, as famosas Ave Marias, nós encontramos a cultura evangélica, aquela oriunda do pensamento divisor no na no meio da idade média, colocando Jesus apenas como mediador entre o homem e Deus. Não há valorização de Maria. Muitas vezes ela é até atacada dentro de

ica, aquela oriunda do pensamento divisor no na no meio da idade média, colocando Jesus apenas como mediador entre o homem e Deus. Não há valorização de Maria. Muitas vezes ela é até atacada dentro de uma rama cristã. Mesmo a pessoa parecendo ignorar que Jesus só pôde vir à terra pelo ventre de uma mulher. A escolhida foi Maria de Nazaré. Se olharmos a própria Bíblia, que é o livro básico da cultura ocidental, veremos que a Bíblia católica possui 72 livros. A Bíblia evangélica 66, portanto, são seis a menos. Desses seis a mais, nós temos o evangelho de Judite. Nós temos escrito de algumas mulheres, mas a outra Bíblia só privilegia homens, escritores. Então, nós temos um livro escrito ao longo de mais de 3.000 anos, Moisés anterior e o Novo Testamento posterior de Jesus para cá, onde encontraremos somente escritores, homens escrevendo a obra. Então, com justiça, irmão X dedica um capítulo inteiro à mãe, afigurando esse relato feito por nossa Nádia Matos, quando depois da sua crucificação e sepultamento, Jesus vai receber no terceiro dia a visita de mulheres piedosas que vão ao seu sepulcro. E ele surge exatamente a uma mulher que não gozava de boa fama junto ao colegiado. E é ela que vai anunciar que ele está red vivo e que vai reencontrar o grupo a caminho de Emaús. Isso é um símbolo profundo, porque em fonte viva destaca de que a ressurreição de Maria de Magdala foi mais poderosa do que a conversão de Paulo de Tarso às portas de Damasco. Porque Saulo, para virar Paulo já tinha uma excelente base. era um doutor da lei, era casto, amava Moisés ao extremo. Então ele fez uma conversão de uma base boa, com quanto fanática, para uma base evangélica de amorosidade. Maria Madalena saiu da lama, da podridão. Ela estava mergulhada na vendagem do próprio corpo. O nome dela rastejava em Migdala. Então ela faz a mudança sem ter base, apenas aproveitando o encontro com Jesus. É, estão faltando mães, realmente, porque saiu agora estatística, essa semana da ONO, nós temos hoje no mundo 52 milhões,

ntão ela faz a mudança sem ter base, apenas aproveitando o encontro com Jesus. É, estão faltando mães, realmente, porque saiu agora estatística, essa semana da ONO, nós temos hoje no mundo 52 milhões, 52% de mulheres, 48% é de homens. Os homens fazem mais guerra. morrem mais no trânsito, fazer mais conflito, morrem mais cedo, tem menos proteção cardíaca, as mulheres vivem mais. Qual é a sua próxima reencarnação, >> Marcel? pelo visto já definiu qual é a próxima dele. Eu achei interessante eh pensar nesses capítulos, mas também olhar um pouco para o modo com que a gente enxerga, reflete e reproduz o que deveria ser a mulher e especialmente a mulher quando assume a função materna. E quando a gente usa expressões como ser mãe, é padecer no paraíso. Eu imagino que padecimento com paraíso são palavras que não combinam muito. O que que a gente tá denominando como paraíso? Considerando que estamos em planetas de prova e expiação? Então, paraíso é uma construção íntima a despeito da minha função ou da minha condição materna. E isso faz com que a gente também acabe gerando uma desresponsabilização no cuidado com o coletivo. E nós já temos uma conduta e uma cultura de fazer perguntas diretas. Onde está a mãe dessa criança? a gente já delega uma responsabilidade. Notem que eu não estou eximindo a figura feminina de suas responsabilidades, mas é como se só a ela coubesse a responsabilidade pela condução daquele ser. Isso me fez lembrar o nosso estatuto da criança e do Adolescente, que é uma lei importante, que ainda tá bem no patamar de imagem objetivo, ainda vamos precisar de muitos passos para alcançá-la. E a gente observa isso, as leis projetam um estado evolutivo à frente que a gente tenta alcançar, o que faz às vezes a gente dizer que as leis não têm efetividade, que elas nunca vão conseguir ter algum nível de implementação e concretude, porque o nosso nível evolutivo ainda não as alcança. E lá no ECA tem o artigo quarto, em que, especificamente, ele diz que o cuidado com a criança e com o

er algum nível de implementação e concretude, porque o nosso nível evolutivo ainda não as alcança. E lá no ECA tem o artigo quarto, em que, especificamente, ele diz que o cuidado com a criança e com o adolescente é de responsabilidade da família e da sociedade de um modo geral. Como ainda temos um hábito de natureza cultural, nós vamos responsabilizar essas figuras esquecendo que ali nós temos espíritos que animam corpos femininos. Então, nem toda mãe vai corresponder a um padrão de espiritualização que desejamos, de abnegação, de devoção, de entrega absoluta da sua existência. O que é interessante refletirmos é que essa imagem trazida aqui por irmão X sobre Maria, que foi a única que dispensou o toque e a comprovação de que realmente era Jesus que ali se encontrava, porque no seu mundo interno o seu filho aí permanecia. E aí a gente vai observando que essas apresentações ou gradações do aprofundamento do sentimento materno vai depender do nível evolutivo de cada espírito. Então não vamos encontrar devotamento em todas as mães e isso não nos confere o direito de tecer julgamentos sem saber qual é o passado que fundamenta determinadas relações. Kardec, quando ele trata do amor materno e filial, em o livro dos espíritos, vai ter uma pergunta em que no meio da resposta vai aparecer a expressão as mães mais. E aí ele vai trazer a explicação de que a gente também precisa lembrar de que há uma animosidade natural dependendo das relações vivenciadas no passado. Não necessariamente você no momento da gestação estar ali com um determinado amor idealizado. Você pode estar trazendo um espírito ou que você prejudicou ou que lhe causou algum tipo de comoção, de constrangimento. Obviamente que essa relação está ali para ser depurada, mas não vai ser as maravilhas que nós imaginamos. Então, embora tenhamos essa ideia projetada em relação às mães, é preciso que tenhamos cuidado para que o nosso julgamento seja baseado em um modelo que o nível evolutivo não vá corresponder. E isso

. Então, embora tenhamos essa ideia projetada em relação às mães, é preciso que tenhamos cuidado para que o nosso julgamento seja baseado em um modelo que o nível evolutivo não vá corresponder. E isso nos leve à adoção de uma postura que é um tanto quanto cruel por não respeito à possibilidade que aquele espírito apresenta. E há uma beleza no que o irmão X está trazendo aqui, que isso acontece porque somos levadas a essa postura. Quando ele fala, todas as pessoas podem lhe esquecer quando você atravessar a porta do túmulo, mas se você tiver uma mãe, um coração materno, este não irá esquecer de você jamais. Esse outro olhar é também interessante que a gente traga quando, por exemplo, nós analisamos e há uma espécie de perdão o acordo tácido social quando alguém comete um crime adondo. E que ainda o nosso a nossa condição é da ferocidade, é do julgamento. Nós desejamos inclusive coisas absurdas para o outro, porque a gente tem um código interno de punição, já que o outro cometeu crimes, dependendo da gravidade, a gente também consegue estabelecer as penalidades. Mas sempre que uma mãe vai visitar alguém no cárcere ou que ela abraça aquele que para nós é alguém que não é merecedor de nenhuma beness de nenhuma consideração, nós dizemos é mãe. Então, é compreensível que este ser abrace e acalente o assassino, o perverso, porque ali entende que há algo naquela relação de superioridade. O alerta está apenas que todas as relações podem ter um caráter sublime quando o amor se manifesta. Jesus trouxe isso paraa gente. E ele não era um espírito que se manifestou em corpo feminino, mas tinha atitudes extremamente maternas, como convencionamos denominá-las, quando acolhia, quando escutava, quando acalentava e quando incentivava a melhoria. Pensar assim significa os desenhos que nós temos de maternidade não necessariamente vão se aplicar a todos os espíritos e que nós tenhamos o discernimento para não sermos os carrascos daqueles que estão na sua caminhada evolutiva. Veja que essas considerações que Jamili

cessariamente vão se aplicar a todos os espíritos e que nós tenhamos o discernimento para não sermos os carrascos daqueles que estão na sua caminhada evolutiva. Veja que essas considerações que Jamili acabou de fazer, elas nos propõem uma reflexão mais realista das experiências humanas, das relações humanas. Porque essa idealização do amor materno, mulher enquanto mãe, ela pode ter muito peso sobre uma mulher que não é um espírito tão evoluído. É igual a todo mundo no planeta Terra, Espírito eh de terceira ordem, porque se ela não sente aquelas coisas sublimes que todo mundo diz que ela deveria sentir, ela já começa a ficar angustiada achando que tem algo errado com ela, né? Eu tenho aquele texto do Evangelho Segundo o Espiritismo que eu gosto muito, a ingratidão dos filhos e os laços de família. Eu sempre me lembro dele porque é enorme. Quando a gente vai ler que cai ele no evangelho, no lar, você já respira porque sabe que são assim muitas páginas. Mas é um texto pra gente estudar, porque ele vai detalhando toda uma jornada e faz a gente compreender. E lá ele diz, quando você tem no colo um filho que eh rejeita, que ele rejeita, que ali um dos dois tem muito a perdoar ou precisa muito do perdão. E essa essa lógica do amor, eu gostaria de continuá-la trabalhando no que irmão X vai falando sobre a fé. Depois que ele fala desses personagens que eu coloquei, ele vai falar de Paulo de Tarso, que Marcel já falou, e ele fala do Pentecostes, que é uma experiência mediúnica intensa, onde os os eh eh os apóstolos eles tiveram, né, uma uma expressão inesperada. Aquela coisa de falar em línguas que hoje em dia muitas pessoas, não todos os evangélicos pensam assim, mas muitos pensam que falar em línguas é falar em línguas estranhas, uma coisa que não faz sentido, eh, que são línguas espirituais, mas a gente compreende que tem o fenômeno da xenoglo, da glossolalia. E o próprio evangelho diz: "Havia pessoas de todos os países, de muitos países, e cada um ouvia no seu idioma, né?" Por quê? Porque eles

gente compreende que tem o fenômeno da xenoglo, da glossolalia. E o próprio evangelho diz: "Havia pessoas de todos os países, de muitos países, e cada um ouvia no seu idioma, né?" Por quê? Porque eles conseguiam falar idiomas que eles não sabiam antes pelo processo mediúnico. Eh, tudo isso se refere à fé. E quando a gente vê as reações das pessoas a à ressurreição de Jesus, o mais criticado é Tomé. Porque o povo não acredita que Tomé disse: "Não, que nada, eu tô vendo, mas eu não acredito. Eu quero ver aí onde foi, nas mãos, as chagas, no lado e só aí ele se convence." A gente tende a achar que isso é é uma fé menor, que isso não é importante, mas eu queria lembrar que a doutrina espírita se coloca como a fé raciocinada e que a gente não considera que é um mal a pessoa questionar o evento, seja um evento mediúnico, seja um fenômeno qualquer, seja qualquer experiência espiritual que está passando. Isso não é porque a pessoa eh é discrente, porque a pessoa não merece, é um caminho. E aí eu lembrei, né, do de uma analogia que Emanuel faz sobre a evolução falando das duas asas da sabedoria e do amor. Então, ã, a doutrina espírita vai nos dizer o tem uma uma mensagem do espírito de verdade que ele diz: "Eh, meus filhos, amai-vos". Eu creio que é dois filhos de verdade, né, Marcel? Tá certo. Meus filhos, amai-vos. Espíritas, amai-vos. Este o primeiro mandamento, instruí-vos este o segundo. Isso gera uma polêmica em algumas pessoas que elas então passam a achar que é mais importante amar instruir-se. É mais importante desenvolver o amor, o desenvolvimento moral do que o desenvolvimento intelectual um processo evolutivo. Mas a gente aprende que o desenvolvimento intelectual no planeta Terra, ele antecede o desenvolvimento moral. E aí muita gente acha que não, que o intelecto vai prejudicar, que a pessoa vai ficar orgulhosa, arrogante. Orgulho e arrogância são qualidades do espírito. Ele pode não saber nada. Ele vai ser tão orgulhoso que ele vai achar que as coisas bobas que ele tá dizendo são

pessoa vai ficar orgulhosa, arrogante. Orgulho e arrogância são qualidades do espírito. Ele pode não saber nada. Ele vai ser tão orgulhoso que ele vai achar que as coisas bobas que ele tá dizendo são coisas brilhantes, né? Então, eh, essa analogia do das asas é muito importante, porque ninguém voa se as duas asas não estiverem do mesmo tamanho. Avião não voa. Se pensem se uma asa é curtinha e a outra é comprida. Até hoje eu nunca ouvi falar de um avião construído dessa forma. A mim me parece que ele compromete as leis da física. A gente não vê uma ave voando com uma asa mais curta do que a outra. Uma asa ela não consegue voar. Então isso indica que nós temos que usar a razão, nós temos que raciocinar sobre as nossas experiências, nós temos que aprender, fazer o desenvolvimento intelectual, precisamos nos instruir tanto quanto precisamos amar. A gente fala: "Ah, mas o amor é melhor". Veja aí, as duas coisas estão no âmbito do nível evolutivo do espírito. Aí eu pensei, seguindo a analogia do voo, pense galinha voando, todo mundo já viu. A galinha faz o quê? Ela dá um pulo, bate as asas, faz um escândalo danado e voa um pedacinho de nada e já pousa. Agora pense uma águia voando, ela vai nas alturas. Qual é a diferença? Primeiro, ambas precisam ter duas asas. equivalentes. As asas da galinha são curtinhas, né? Precisam ter duas asas equivalentes para conseguir voar. A galinha voa pouco e a águia voa muito, muito alto. A gente pode associar isso com o nível evolutivo, né? Um espírito menos evoluído, ele vai ter desenvolvimento da inteligência e da amorosidade no nível dele. É aquela pessoa que ama o filho desesperadamente, mas aí ela quer dizer que profissão o filho vai seguir, com quem o filho vai casar, a tormenta, você olha de misericórdia, mas é o nível da pessoa, né? E a inteligência é a mesma coisa. Então, eh, no que nós precisamos é compreender que a evolução se trata do nível de consciência. Eh, nós precisamos desenvolver ambas as coisas. Nós precisamos desenvolver

inteligência é a mesma coisa. Então, eh, no que nós precisamos é compreender que a evolução se trata do nível de consciência. Eh, nós precisamos desenvolver ambas as coisas. Nós precisamos desenvolver sempre nossa amorosidade e sempre a nossa inteligência e o nosso conhecimento espiritual. Algumas pessoas têm mais facilidade, provavelmente pelas vidas passadas, de desenvolver o conhecimento. Use o conhecimento para saber que é preciso amar, porque senão a gente não evolui. Tem pessoas que desenvolveram mais a amorosidade. Use a amorosidade para saber que você não ajuda quem você ama se você não souber o que tá fazendo, se você se mantiver na ignorância e na falta de reflexão. Vamos pensar nisso e vamos nos desenvolver por inteiro, que essa é a proposta do Cristo. Com a sua habitual destreza em construir crônicas, em mãe, ele reforça o quanto Jesus foi cercado de mulheres. No evangelho encontramos Verônica, Joana de Cousa, Maria de Jerusalém, a própria mãe dele, que o seguia sem entender muito bem qual era a missão do filho e outras tantas figuras que despontam com ou sem nome. A mulher morroíça, qual era o nome dela? A sogra de Pedro, que estava com febre e ele chegou, tocou e ela ficou boa para servir aos apóstolos. As mulheres pontuam, se formos para Atos dos Apóstolos, a tarefa de Paulo foi secundada por inúmeras mulheres que nas cidades, como Eunice, Lloide e outras, deram-lhe suporte nas devidas regiões por onde ele passou, garantindo-lhe um pernoite, um prato de comida, a fim de que Paulo prosseguisse na disseminação da boa nova. E nós do movimento espírita temos uma literatura onde essa mulher desponta no mundo espiritual. Se a gente pegar Emanuel há 2000 anos ressalta-se a figura de Lívia. Vamos para 50 anos depois, o próximo livro, nós temos ali a figura de Lívia, a filha de a figura, mais melhor dizendo, o senador romano já reencarnado, mas a como Nestório e várias figuras que desse ponto ali como Célia, mais tarde conhecido como irmão Marinho, a figura apostolar de Célia.

figura, mais melhor dizendo, o senador romano já reencarnado, mas a como Nestório e várias figuras que desse ponto ali como Célia, mais tarde conhecido como irmão Marinho, a figura apostolar de Célia. Agora sim, se formos examinar a figura de Avec Cristo, nós vamos encontrar um pai que vem à terra, mas também ali tá a figura de Lívia, a companheira de Taciano, apesar de quinto Varro ter sido a figura central. Se formos então para Paulo e Estev Abigaí, a figura extraordinária de Abigaí, que morre tão cedo, mas volta para secundar o noivo Paulo de Tasso, dando com o irmão Jesiel Estevão todo o suporte espiritual que ele precisava. E culminando com renúncia, mais uma mulher. Lavai ao Sion descos páramois celestiais. para ajudar Carlos Clanagan, o seu amado Polox na Terra. Então, em toda parte encontraremos essa figura. Ele destaca isso como sendo Jesus o maior feminista da história, porque reabilitou a mulher no cenário de uma sociedade que a hostilizava profundamente. E no outro capítulo ela ressalta, ele ressalta, irmão X, alguém chegar no mundo espiritual falido, o que é a coisa mais comum no dia de hoje. chega lá falido, não cumpriu bem os deveres na terra, tenta assaltar a as portas do céu. Não dá para rombar as portas do céu e entrar a força, nem com pé de cabra espiritual. Aí o mundo espiritual recambia a terra. Só pode renascer na terra por uma mulher. Aí geralmente aquela mãe extremamente educadora, evangelizada, que encaminha o filho para o bem. Mas assim que se faz adulto, que começa a pensar por si, meu filho, vai fazer o nada, minha mãe, eu vou curtir minha vida. A vida é curta, eu vou curtir a vida porque ela passa. Nada de cuidar de tuberculosos, de leprosos, de caridade. Vou deixar isso pro governo. Governo que faça assistência social. Eu vou curtir. A mãe fica ali, esses anjos maternos no corpo, depois saem e passam a tutelar os filhos no mundo espiritual. Muita gente, portanto, retorna e não compreende bem a tarefa do sacrifício. Conhecemos na história os grandes

ses anjos maternos no corpo, depois saem e passam a tutelar os filhos no mundo espiritual. Muita gente, portanto, retorna e não compreende bem a tarefa do sacrifício. Conhecemos na história os grandes vultos, por detrás de todos eles, por detrás de todos eles tem uma mulher. Com quanto essa essa colocação que é um brocardo popular, tem que ser corrigido, né? Por detrás de um grande homem, tem sempre uma grande mulher. Mas por que que ela tem que estar atrás? Por que que ela não pode estar na frente, do lado? em cima desse homem, né, para ensinar ele. Não, aí a gente tem que corrigir isso também, como Joana corrigiu isso com Divaldo. A mulher tá sempre do lado, a ela há uma tarefa extraordinária também no processo evolutivo, que a ela foi dada a função de revestir o ser de matéria. O homem pode entrar com o material genético em 50%. A mulher também entra com 50% do material genético, mas ninguém esqueça que o canteiro de obras por 9 meses é dela. >> Eu vi certa feita, Marcel, que todo os espíritos a gente percebe os mais evoluídos que eles tendem a não demonstrar sua grandeza. Então me parecem que as mulheres ficam atrás para não ofuscar os homens. Não fui eu que disse, eu ouvi essa história em algum lugar. No capítulo rogativa e ação, tem algo muito interessante que primeiro a gente tem aí um denominado aprendiz que no momento do sono ele vai então solicitar algumas respostas para as angústias que vêm vivenciando. E ele já está muito acostumado às queixas, às lamúrias. Segundo ele, os sábios não os escutam e outras pessoas não estão interessadas pela sua sorte, por aí vai. Então, é alguém que se diz eh solitário, sem alguém que o escute, acolha as suas demandas e sua vida é um verdadeiro sofrimento. Enquanto ele vai colocando eh essas condições, ele afirma que ele detesta a dor, mas ainda que a deteste, ele não consegue fugir aos seus grilhões. E aí tem uma reflexão muito importante. Se ele detesta a dor, se não foge aos seus grilhões, a gente vai recordar de Kardec. Se ainda não

ainda que a deteste, ele não consegue fugir aos seus grilhões. E aí tem uma reflexão muito importante. Se ele detesta a dor, se não foge aos seus grilhões, a gente vai recordar de Kardec. Se ainda não conseguimos vencer as mais inclinações, é porque nos comprazemos nelas. Então aí os grilhões vão apertar cada vez mais. Então, embora eu me desgoste das consequências, que são os incômodos, os sofrimentos, a repetição das situações, ainda assim eu as produzo porque não consigo me desvencilhar daquilo que me afasta de Deus. Então, eu experimento algum prazer na execução de algumas atividades, nos pensamentos que alimento, nas companhias que atraio, mesmo que já come incomodar as consequências que elas trazem. E aí, mais uma vez a gente vai encontrar a perspectiva evangélica de que se reconhece a árvore pelos frutos. Então, se a semeiadura não tá sendo muito interessante, se os frutos dessa árvore não tão sendo aqueles que podem alimentar esse espírito, significa que a natureza dessa árvore precisa ser revista para que essa sensação que ele aqui experimenta ou aprendiz modifique. E aí, mais uma vez eu recordo do que Paulo, o apóstolo em um livro dos espíritos, vai nos afirmar. O ser só percebe que necessita mudar quando ele começa a se enfadar daquilo que antes era sua grande fonte de alegria. É nesse momento em que paramos para refletir e dizer: "A escolha desse roteiro não foi a mais adequada. Eu preciso rever as minhas atitudes. Isso nem sempre é algo que acontece de modo consciente. Eu parto para a reflexão de que algumas companhias não me são mais agradáveis, determinadas conversas, posturas que eu vou cultivando. E mais uma vez brilhantemente Kardec vai nos dizer que aquilo que antes se constituía no meu bem, à medida que evolu outras possibilidades, aquilo se constitui no mal. passa a incomodar e é aí que nós evoluímos. Não conseguirei repetir brilhantemente a explicação que Peixinho dava sobre isso, mas ele fazia uma narrativa maravilhosa sobre essas etapas deste

i no mal. passa a incomodar e é aí que nós evoluímos. Não conseguirei repetir brilhantemente a explicação que Peixinho dava sobre isso, mas ele fazia uma narrativa maravilhosa sobre essas etapas deste enfado que Paulo o apóstolo, nos apresenta e de como caminhamos para uma perspectiva de que o bem de ontem se transforma no mal de hoje quando estamos despertos para a nossa caminhada evolutiva. Eu lembro do sono, que era um exemplo que ele trazia enquanto a gente fala que num determinado momento da vida, dormir em quantidade ajuda no crescimento em alguns processos da saúde, mas depois de um tempo e principalmente quando encontramos a ideia de que somos espíritos e que o tempo precisa ser bem aproveitado, dormir o tempo inteiro já se conforme o mal, porque a gente tem muito a fazer. E ainda nessa reflexão, enquanto que ele tá ali na lamúria contando as coisas, aí o orientador, o emissário vai perguntar: "Você quer mesmo de forma efetiva, a sua felicidade? Faze a felicidade dos outros. Você tá procurando a paz? Começa por apaziguar os seus próprios desejos e extinguir as paixões inferiores que te vibram no ser. A colaboração alheia está lhe faltando, é que você ainda não cooperou devidamente com o bem. Só encontramos aquilo que buscamos e a busca é ativa, é por meio das ações. Então, enquanto que ele achou que poderia encontrar o aconchego e o consolo das suas queixas, ali ele encontrou a resposta. A sua queixa não tem justificativa, porque o que lhe falta é trabalho para chegar a felicidade que tanto anseia, vencendo as paixões que estais alimentar e dizendo que a tua sorte foi malinada por Deus. >> Muito interessante, né, essa colocação de Jamile sobre esse episódio, esse personagem que Irmão X cria no segundo capítulo que a gente tá trabalhando, que é o 13. E a sequência, me parece que vem a partir da questão da fé, essa construção da fé, essa construção do amor que muitas vezes nós não atualizamos pro nosso cotidiano, como ela mesma falou. Então, esse personagem,

cia, me parece que vem a partir da questão da fé, essa construção da fé, essa construção do amor que muitas vezes nós não atualizamos pro nosso cotidiano, como ela mesma falou. Então, esse personagem, essa pessoa, esse rapaz que ele cita, ele se queixava de tudo. No começo da história, tá ele aí falando com um ser de luz. Eu tô pensando que ele desencarnou, que foi um missionário, desencarnou. Depois ele começou a se queixar demais. Eu digo, gente, e ele se queixava, se queixava. E aí o espírito disse a ele e uma frase que vale muito a pena a gente pensar, que é assim: "Grande é a sua, na verdade ele diz tua, grande é a tua eloquência para exprimir a queixa e profunda a sutileza com que disfarças a realidade do teu mundo íntimo." Foi como é que chama hoje? Lacrada, né? Acho que o espírito, porque assim, ele se queixa, parece, coitado, que vive cercado de sofrimento. Quando você vai ver, ele tem duas, ele é ótimo para se queixar das coisas, para falar das coisas horríveis que acontecut para não apresentar a realidade dele intimamente. Depois é aí que entra a mãe de novo, ele acorda e se ele tava dormindo, era um desdobramento, ele acorda, a mãe vai servir o café, a mãe pergunta: "Você vai contribuir com os nossos amigos, né, do trabalho espiritual?" Não, eu não vou fazer. Você vai tudo que a mãe propõe para ele ajudar as pessoas, para ele contribuir minimamente com o entorno, ele recusa muito nesse nesse matiz que Marcel colocou, né? que ele eh vai que você educa o filho, você dá os princípios, mas quando ele fica adulto, ele vai fazer o que ele quer. Então a mãe ali estava propondo muitos caminhos de serviço para ele, que foi o que o ser de luz disse que era para ele fazer, porque ele vai dizer assim: "Eh, se você quer felicidade, faça os outros felizes. Se você quer paz, você vença os conflitos internos, os vícios, as paixões, porque aí você vai ter paz. Você quer quem lhe apoie, apoia os outros. Isso é cristalino, mas a gente esquece, porque a gente entra na reclamação. Não importa que a

os internos, os vícios, as paixões, porque aí você vai ter paz. Você quer quem lhe apoie, apoia os outros. Isso é cristalino, mas a gente esquece, porque a gente entra na reclamação. Não importa que a gente leu lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, que a grande maioria dos nossos sofrimentos não é de causas anteriores, porque a gente diz logo que é coisa de outra encarnação, né? Não, porque eu sofro demais. Isso com certeza eu devo ter feito coisas horríveis no passado. Não. Os espíritos vão dizer que a grande maioria dos sofrimentos humanos é decorrente do que a gente tá fazendo no presente. Pode até ser que tenhamos fazendo, não duvido que a gente tenha feito muitas coisas terríveis no passado. Mas o problema é o que a gente continua fazendo, continua resistindo ao convite da transformação, continua recusando a se empenhar para fazer o bem. mesmo com as nossas falhas, continua não olhando pro sofrimento dos outros, né? Então, esse essa mensagem, essa essa história que ele conta, ela é uma história que eh nos aponta paraa necessidade da gente lembrar no que que a gente acredita mesmo. Porque não adianta, não adianta, é exagero. sempre acho que é exagero, mas adianta muito pouco que nós tenhamos fé, que nós acreditemos e que nós não realizemos isso. adianta alguma coisa, porque se você nem tiver fé é mais complicado. Mas o exercício da prática e o o espírito vai dizer a ele eh alguns conselhos bem concretos, porque assim, se você lida com gente ignorante, ok, se as pessoas são mesmos, pessoas são mesmo ignorantes, eh desconsideradas, não sabem nada, você sabe mais do que elas, ele recomenda bondade e paciência. com as pessoas e não reclamação. Não adianta reclamar que isso não vai acrescentar nada na no conhecimento do outro. Entendimento e perdão. Entender que aquela pessoa não tem uma percepção muito ampla, portanto é preciso perdoar. Aí ele vai dizer: "Mas se as pessoas que estão ao seu lado são sábias, ele recomenda humildade e aproveitamento diante de alguém que é

oa não tem uma percepção muito ampla, portanto é preciso perdoar. Aí ele vai dizer: "Mas se as pessoas que estão ao seu lado são sábias, ele recomenda humildade e aproveitamento diante de alguém que é mais sábio do que eu, o bom senso manda que eu me recolha a minha insignificância e aproveite o que eu posso aprender com aquela pessoa, não é?" E ele recomenda também aplicação e serviço. Aplicação aí é uma palavra antiga. Um aluno aplicado é um aluno que se empenha, que se esforça. Empenho e serviço. É tudo que ele não faz. A mãe tá se empenhando, tá se esforçando para fazer propostas para ele e ele recusando todas. E se for da família, porque muitas vezes as nossas piores queixas de sofrimento estão na família. Ele recomenda compreensão e carinho fraterno, que é o pessoal mais difícil de manifestar isso, porque a gente tem 1000 mágoas, 1000 ressentimentos, 1000 queixas, 1000 reclamações, 1000 condenações. É sobre essas pessoas que nos causam muitas vezes mais sofrimento que ao invés de se queixar nós tem de nos queixarmos, nós precisamos compreender e ser carinhos para que efetivamente saiamos do sofrimento. usando a nossa fé. Impostergável que valorizemos a mãe mulher, a mulher mãe que está ao nosso lado. Hoje uma cena nos comoveu profundamente quando assistimos uma matéria registrando que aqui em Salvador, ao passar um telejornal, a jornalista que está aqui na sede da sua empresa, chamou uma das praças que é na cidade de Itabuna, e a jornalista de lá de uma filiada entrou para dar notícias de uma certa matéria que aconteceu na região de Tabuna, terra do Cacau. A jornalista de lá falou, deu as explicações e encerrou assim: "Agora me de licença que eu estou sentindo as contrações do parto." Em plena reportagem na rua, ela estava com 9 meses de gestação. Aí a colega daqui de Salvador se emocionou até as lágrimas e agradecer o profissionalismo da colega, o empenho dela levar a notícia até o final e pedir licença para sair, sendo encaminhada a uma maternidade onde uma

ui de Salvador se emocionou até as lágrimas e agradecer o profissionalismo da colega, o empenho dela levar a notícia até o final e pedir licença para sair, sendo encaminhada a uma maternidade onde uma autora dessas agora à noite deve estar com seu segundo filho. Uma menina já tem um primeiro. Isso é uma maternidade, é um profissionalismo, mas é uma capacidade de superação que a gente não encontra, com todo respeito, em homem nenhum. Ao longo da história, estas mulheres extraordinárias passaram por dificuldades imensas, lutando pelos filhos, pelos maridos, o que levou Chico Boarque de Holanda a se referir às mulheres de Atenas. elas se parecerem com aquelas mulheres de Atenas sofridas que recebiam seus companheiros bêbados, depravados de noite, iam acalentá-los a fim de lhes restabelecer as forças. Para nós, a figura sublime permanece sendo Maria de Nazaré, a mãe de Jesus, que hoje sabemos por fontes mediúnicas, se é a protetora, a advogada, a intercessora pelos suicidas no plano espiritual, patrocinando inúmeras instituições que acolhem os suicidas no além, lhes dando oportunidade de reabilitação quando do reingresso na matéria para corrigir o equívoco com que se afugentaram da vida física do corpo, mas nunca se evadirão se evadiram nem poderão se evadir da verdadeira vida. Portanto, são duas crônicas que homenageia, que faz ode, que faz lo a presença do espírito que escolhe o corpo feminino, se muitas vezes se crucificando nas traves da maternidade incompreendida para ajudar os filhos a subirem na escada da evolução. Acordemos em nosso lar os escritos de André Luiz dando conta de que a ministra Veneranda entre os 72 ministros de nosso lar que assessoram o governador é a entidade abaixo do governador mais evoluída da cidade. Ela na época tinha 1 milhão de horas de trabalho sem reclamar de cansaço e junto com o governador numa cidade de 1 milhão de habitantes, foi a única pessoa junto com o governador que teve acesso a Jesus Cristo num encontro em esferas mais altas. André Luiz

lamar de cansaço e junto com o governador numa cidade de 1 milhão de habitantes, foi a única pessoa junto com o governador que teve acesso a Jesus Cristo num encontro em esferas mais altas. André Luiz inevitavelmente foi perguntar: "Mas por que que essa mulher se demora em nosso lar?" Porque ela está guardando o grupo familiar que está na Terra lutando para evoluir, venerando a retarda, a própria subida para as alturas, aguardando os que estão nas baixuras, crescendo para se situarem melhor, a fim de que ela demande os símos da vida. Portanto, que fique esses capítulos com uma mensagem de intensa homenagem ao carinho materno daquelas que descem do infinito como sóis, iluminando os filhos errantes nos caminhos da terra. No finzinho do capítulo 13, nós temos ali o orientador a quem as perguntas foram dirigidas sobre a felicidade, a obtenção da paz, o término dos sofrimentos experimentados. E aí, logo então depois, como Naja bem nos trouxe, que esse aprendiz volta então do Edu Candário, não com muita apreensão do que ele ouviu por lá. Aqui uma, esse orientador então se vira pro irmão X e diz: "Viu inúmeros amigos encarnados rogam com enternecimento a proteção divina, que somos nós, mas fogem a ela com indiferença e brutalidade. Então a gente pede a felicidade nas nossas orações, nas nossas súplicas. Eu vou me melhorar, eu quero ser feliz, o que é que eu faço?" E quando as perguntas simples foram feitas, ele simplesmente resmunga face à sua mãe quando ela pergunta com que ele vai contribuir. E ele diz que está farto de gente má. Além de estar farto de gente mal, ele não está disposto a suportar imbecilidades. E as imbecilidades eram justamente as atividades de natureza espiritual, aquilo que lhe foi dito no momento das perguntas, que seria sua grande chance de encontrar realmente a felicidade. Então, finalizamos o nosso encontro para viver o Evangelho de hoje, recordando que colo sempre muito bom e bem recomendado. Felizes os que podem contar com essas figuras. Mas lembremos, a nossa

idade. Então, finalizamos o nosso encontro para viver o Evangelho de hoje, recordando que colo sempre muito bom e bem recomendado. Felizes os que podem contar com essas figuras. Mas lembremos, a nossa consciência responderá pelos nossos atos. A gente pode até contar com uma prece intercessória, mas não poderemos nos eximir da responsabilidade daquilo que fizemos. Claro que deixamos um salve à nossas mães, as que estão no mundo espiritual, as que aqui permanecem, independente de como puderam contribuir, porque a possibilidade que elas apresentam e nós na condição de filhos a cada um segundo as suas obras, mas que lembremos sempre da nossa responsabilidade diante das leis divinas. Uma ótima noite.

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