O sacrifício mais agradável a Deus, com Marco Leite | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 23/06/2025 (há 10 meses) 1:02:40 301 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. O sacrifício mais agradável a Deus. ESE, Capítulo 10, itens 7 e 8. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

Queridos amigos, com essa essas músicas maravilhosas, né, nós que estamos aqui ouvindo, é um prazer muito grande recebê-los, viu? Que sejam todos muito bem-vindos. Mas nós queremos também dar as boas-vindas aos nossos irmãos que estão vibrando por nós em seus lares, também participando do nosso estudo da tarde de hoje. Então nós vamos fazer a nossa prece elevando os nossos pensamentos a Jesus e vamos orar. Amado Senhor Jesus, divino amigo, neste momento, Senhor, em que aqui estamos reunidos nesta casa amada, nós elevamos a ti o nosso coração, nosso pensamento, pedindo, Senhor, as tuas bênçãos ainda uma vez para cada um de nós, a todos nós que estamos neste auditório, mas também que as tuas bênçãos se façam nos lares, onde estiverem os nossos companheiros nos ouvindo, nos assistindo, que também eles sejam envolvidos nessas bênçã de harmonia, de paz. Te agradecemos, Jesus pela infinita misericórdia de permitir que possamos estar aqui no trabalho da tua seara, Senhor. Gratidão por nos receber, gratidão por estar conosco todo o tempo e que essas vibrações de paz que o Senhor nos envia possam ser encaminhadas pelos teus mensageiros que também estão conosco. Todos aqueles corações que sofrem, que choram, que estão angustiados, que estão em desespero, que essas luzes do teu amor, Jesus, possa se fazer em todos os lares, abençoando e amparando a cada um. envolve os nossos companheiros responsáveis pelo estudo e que nós possamos todos nós, aproveitar esses momentos de aprendizado, guardando as lições no nosso coração e na nossa mente, para que possamos pôr em prática no nosso dia a dia. Obrigado, Senhor. Que a tua paz permaneça conosco hoje e sempre. Que assim seja. Graças a Deus. Nós agradecemos aos nossos amigos queridos, Mariléia e Paulo, que estão conosco aqui no auditório da Fé. FEB fazendo a harmonização do nosso trabalho. Com muito prazer os recebemos aqui. Obrigada, Marileia e Paula. Então, vamos iniciar o nosso estudo passando a palavra agora para a Kelma que vai fazer a leitura e os comentários

ão do nosso trabalho. Com muito prazer os recebemos aqui. Obrigada, Marileia e Paula. Então, vamos iniciar o nosso estudo passando a palavra agora para a Kelma que vai fazer a leitura e os comentários iniciais da nossa reunião. Depois de uma emoção dessa, né, fica até difícil falar, mas vamos lá. O texto também é muito bonito, é muito emocionante. Vocês estão me ouvindo bem? O texto é muito bonito, é um texto de Emanuel e tá nesse livro, Fonte Viva, que é dessa coleção Fonte Viva do Chico Xavier. São cinco livros. Todos eles nós temos aqui na livraria. Quem quiser conhecer, é uma obra maravilhosa. Então vamos pro texto. Na presença do amor, aquele que ama o seu irmão está na luz e nele não há escândalo. 1 João capítulo 2, versículo 10. Quem ama o próximo sabe acima de tudo compreender. E quem compreende sabe livrar os olhos e os ouvidos do venenoso visco do escândalo, a fim de ajudar ao invés de acusar ou de servir. É necessário trazer o o coração sob a luz da verdadeira fraternidade para reconhecer que somos irmãos uns dos outros, filhos de um só pai. Enquanto nos demorarmos na escura face do apego exclusivo a nós mesmos, encarceraremo-nos no egoísmo e e exigimos que os outros nos amem. Nesse passo infeliz, não sabemos querer senão a nós próprios, tomando os semelhantes por instrumentos de nossa satisfação. Mas se realmente amamos o companheiro de caminho, a paisagem de vida se modifica de vez que a claridade do amor nos banhará a visão. Ama pois, e assim como a lama jamais ofende a luz, a ofensa não mais te alcançará. Saberás que a miséria é fruto da ignorância e auxiliarás a vítima do mal, nela encontrando o próprio irmão necessitado de apoio e entendimento. Aprenderás a ouvir sem revolta, ainda mesmo que o crime te procure os ouvidos. E cultivarás a ajuda ao adversário, ainda mesmo quando te seja dilacerado. Porque o perdão, com esquecimento absoluto dos golpes recebido, surgirá espontâneo em teu espírito. Assim como a tolerância aparece natural na fonte que acolhe no próprio seio as pedras que lhe

erado. Porque o perdão, com esquecimento absoluto dos golpes recebido, surgirá espontâneo em teu espírito. Assim como a tolerância aparece natural na fonte que acolhe no próprio seio as pedras que lhe atiram. Ama e compreenderás. Compreende e servirás sempre mais a cada dia, porque então perceberás sobre a glória da luz inacessível a qualquer incursão das trevas. Que texto, né? Iretocável de Emanuel. Falar de amor com esse grau de poesia e de beleza é para um espírito muito iluminado mesmo, né? Então, é um texto irretocável. Na presença do amor, João nos coloca lá no Evangelho, aquele que ama seu irmão está na luz e nele não há ocasião de queda. Então, colocando o amor como uma luz que ilumina o nosso caminho, que evita que nós possamos cair nos abismos. Não é que quando você ama, você não vai encontrar problema, você vai encontrar problemas. Porque a gente sempre vai encontrar problemas, mas quando a gente ama, a gente traz para perto de nós uma claridade que nos ajuda a enxergar melhor a vida e a desviar dos problemas e a desviar da queda. Quando eu tava lendo esse texto, eu fui atrás assim: "O que que é o amor mesmo?" O amor é um sentimento. É um sentimento que faz com que a gente queira o bem ao outro, que a gente queira o bem do outro. E esse sentimento ele é inato. Lá no livro dos espíritos, na parte terceira, tem as leis, as leis naturais, as leis morais, as leis de Deus. E nós estamos submetidos a essas leis. E uma delas é a lei de amor, justiça e caridade. E tá colocado lá que esse sentimento de justiça, por exemplo, ele é inato. Todo homem tem esse sentimento. Por isso que às vezes nós nos sentimos muito indignados quando vemos uma injustiça, porque é natural. Mas por que então Kardec pergunta pros espíritos, né? O mundo é tão injusto, as leis são tão falhas? Porque esse sentimento que é inato, que Deus nos deu de justiça, de amor, ele encontra com a nossa imperfeição, com o nosso egoísmo e ele se contamina, mas está lá a sementinha pronta para germinar.

? Porque esse sentimento que é inato, que Deus nos deu de justiça, de amor, ele encontra com a nossa imperfeição, com o nosso egoísmo e ele se contamina, mas está lá a sementinha pronta para germinar. O que nós precisamos fazer é dar ocasião a isso, é abrirmos a nossa mente, é entendermos que fora do amor não há claridade, que o egoísmo, que querer tudo para si não vai trazer pra gente essa felicidade que a gente tanto almeja, né? Então ele coloca aqui que o amor, muitas vezes a gente achamos que o importante do amor é sermos amado, não é isso? A gente quer ser amado, mas não é isso. O amor tem a ver com nós amarmos, nós doarmos esse sentimento que tem dentro da gente. Porque a gente só querer ser amado não significa que a gente vai encontrar o amor, porque esse amor é doação, é ele tá dentro de nós. Então, é o sentimento que vem de dentro para fora e não de fora para dentro que vai nos completar, que vai trazer essa alegria. Ele coloca aqui, Emanuel, enquanto nos demoramos na escura face do apego exclusivo a nós mesmos, encarceramo-nos no egoísmo e exigimos que os outros nos amem. Mas se realmente amamos o companheiro de caminho, a paisagem da vida se modifica. De vez que a claridade do amor nos banhará a visão. Então, sentir amor, amar, é isso que vai trazer aquela sensação de conforto pra gente, de felicidade. Não é o outro nos amar, é nós amarmos aos outros. É nós exercitarmos esse sentimento que tem dentro da gente. E o amor, ele tem muitas faces. O amor tem o amor próprio, tem o amor romântico, tem o amor fraternal, tem o amor a uma causa. O amor ele pode ser trabalhado de diversas maneiras, mas o que a gente almeja é encontrar esse amor fraternal que nos faz todos irmãos. E é isso que nós esperamos encontrar no fim dessa vida, no fim dessa jornada, nos aproximarmos o mais possível disso, porque é isso que vai trazer pra gente a verdadeira tranquilidade. Esses dias eu tava na internet rodando, né? E aí eu encontrei um um videozinho que era uma pessoa falando assim, uma

possível disso, porque é isso que vai trazer pra gente a verdadeira tranquilidade. Esses dias eu tava na internet rodando, né? E aí eu encontrei um um videozinho que era uma pessoa falando assim, uma música, uma música calma, como as que a gente ouviu agora, e uma bolinha que subia e falava assim: "Quando a bolinha subir, você vai puxar o ar, né? Inspirar. E quando a bolinha baixar, você vai expirar, né? Botar para fora. E aí é inspira, expira. É. E aí eu falei assim: "Ah, eu vou fazer". E o negocinho fazia um movimento bem lento. Eu vou até convidar vocês pra gente fazer esse exercício aqui duas vezes rapidinho. Quando eu subir a minha mão, a gente vai puxar o ar e vai prender. Quando eu for baixando a mão, a gente vai soltando devagarinho com a boca, um sopro bem leve. Vamos lá, então. Vamos lá. Dá um bem-estar, não dá. Só uma respiração leve. E aí no postinha assim: "Coloque o que você, como você se sentiu?" Aí eu fui ver como as pessoas se sentiram. E aí tinha uma pessoa que colocou assim: "Obrigada, eu sou autista e eu estava quase entrando numa crise". Porque a gente sabe que tem vários graus de autismo, né? Um autismo mais severo, tem vários, né? eh, degrais, né, de autismo. E aí a pessoa falou assim: "Muito obrigada, eu me senti muito melhor, eu estava entrando numa crise e eu consegui me autorregular". Aí eu ouvi aquela, eu li aquela palavra autorregular. Olha que interessante. Vamos aprender nos autorregular, regular as nossas emoções para que a gente não contamine o amor que tem dentro de nós, que é inato, com as nossas imperfeições, com as nossas emoções, com os nossos turbilhões e com as nossas impaciências, porque assim a gente vai tá contaminando a nossa sementinha de amor. Então, quando a gente tiver ao ponto de explodir, vamos tentar nos autorregular para que o amor flores e ilumine nossos caminhos. Obrigada. Tão me ouvindo agora? É, não sei o que que aconteceu, mas agora vamos passar pro Marco Leite para ele nos conduzir então no estudo programado

ara que o amor flores e ilumine nossos caminhos. Obrigada. Tão me ouvindo agora? É, não sei o que que aconteceu, mas agora vamos passar pro Marco Leite para ele nos conduzir então no estudo programado paraa tarde de hoje. Dois. Boa noite meus boa tarde meus irmãos. Dá boa noite. Quase boa noite, né? Que a paz Jesus esteja conosco nesse momento. Dando parabéns a cada um de vocês, né? Numa tarde linda dessa aqui na FEB para ouvir uma palestra e cima do Evangelho de Jesus levarmos alguma coisa para casa. Isso é sempre motivo de felicidade e de parabéns. Muit das vezes a gente vê pessoas nesse momento aproveitando da vida em vez de aproveitar a vida. O que vocês estão fazendo hoje é aproveitando a vida. Aproveitando a vida porque esse nosso momento aqui é tão passageiro. O que são 70, 80, 100 anos, né? Os espíritos nos falam que essa nossa encarnação é apenas um relâmpago comparado à imortalidade que nós vamos ter. Então, às vezes, quando a gente aproveita um momento assim para um autoaperfeiçoamento, é motivo de felicidade. Mas vamos lá. Quando a gente estuda a história da humanidade, nós vamos abordar que ou verificar que o ser humano sempre conseguiu ver algo superior a ele. Em todas as situações, Europa, Índia, África, os povos, mesmo sem se comunicarem, normalmente sempre encontram um ser superior. E nesse momento em que a gente observa esses povos mais primitivos, era muito comum ao ver essa possibilidade desse ser superior, deles quererem fazer alguma coisa para ter a graça desse ser. E era muito comum o quê? Os sacrifícios. Muit das vezes, até mesmo em filmes que a gente vê na televisão, observamos aqueles sacrifícios de até algumas civilizações, diga as passagem, ó, chamadas civilizações, em que pegam cinco virgens para poder sacrificar no vulcão, oferendo, sendo a Deus para que eles possam estar ganhando uma guerra. Quem é que nunca viu às vezes aquelas notícias aqui dos maias e dos incas fazerem aqueles sacrifícios de jovens, meninas em sacrifício ao Deus na pedra

para que eles possam estar ganhando uma guerra. Quem é que nunca viu às vezes aquelas notícias aqui dos maias e dos incas fazerem aqueles sacrifícios de jovens, meninas em sacrifício ao Deus na pedra do sacrifício. Seja, é muito comum esse tipo de coisa na nossa história, onde normalmente na ideia de um agrado ou de uma gratidão por algo que aconteceu, fazerem as oferendas, fazerem os sacrifícios. Então isso acontece em toda a história da humanidade. Quando a gente vem para um momento mais recente, aí a gente vai estar trazendo agora a questão do Velho Testamento dentro da Bíblia. O sacrifício eles sempre fizeram parte do Velho Testamento. Um dos primeiros que a gente observa, né, isso dentro da própria Bíblia é quando a Adão e Eva terminaram isso na fala da Bíblia, né, terminaram cometendo o chamado pecado original. Deus fez o sacrifício de que eles pudessem se cobrir. Afinal de contas, a nudez já era pecado, né? Então, houve o primeiro sacrifício de matar o animal para que possa pudesse ser tirada a pele. Iniciou ali. Na sequência a gente vai tá vendo Caim e Abel. Caim era um agricultor. Abel era o quê? Uma pessoa que criava animais. E num determinado momento, Caim, por conta do agradecimento da colheita, terminou oferecendo ao Deus Javé, né, assim conhecido, a parte da sua colheita, ou seja, os vegetais. A história conta que Caim, Caim fez isso e Abel terminou oferecendo uma ovelha e as gorduras naquele local. A história conta que Deus ficou muito mais feliz com o sacrifício dado, a oferenda dada por Abel. E aí foi quando começou inclusive a chamada richa entre os dois, dando a partir de então o conhecido assassinato de Caim e Abel, né? Então, é, nós temos essa questão dos das oferendas ou dos sacrifícios dados à nossa história como um todo. Na Bíblia, a gente vai tá vendo em vários e vários momentos. Quem é que não recorda daquele momento em que Deus falou que o pai deveria sacrificar o seu filho, né, como uma prova de fé. Ele chega até quase o momento, em vez de

vendo em vários e vários momentos. Quem é que não recorda daquele momento em que Deus falou que o pai deveria sacrificar o seu filho, né, como uma prova de fé. Ele chega até quase o momento, em vez de estar sacrificando uma ovelha, ele iria sacrificar o próprio filho. Vejam só que ideia se tinha desse Deus do passado. Chega um determinado momento que Cristo vem à terra e ele termina mudando muito a proposta do que existia até então. E aí nós temos no Evangelho Segundo Espiritismo, que vai ser exatamente a mensagem de hoje, onde a gente vai estar falando do sacrifício mais agradável a Deus. Que sacrifício é esse? É da gente pegar uma ovelha, né? A exemplo do que acontecia no passado, é da gente parar de comer chocolate na época da quaresma, né? Ou naquele determinado dia não comer carne, porque vamos só comer peixe, né? Esse é sacrifício. Então, vamos entender um pouquinho o que foi que Jesus nos trouxe nesse sentido da ideia do sacrifício. Porque o sacrifício ou essa oferenda é uma coisa que existe inclusive em todas as religiões. Mas qual é o entendimento do cristianismo numa visão inclusive verificada por Kardec? Pra gente tá entendendo melhor o que Jesus quis nos falar. Para isso, a gente tá estudando o Evangelho Segundo Espiritismo. Para quem tá nos acompanhando hoje pela primeira vez, no domingo pela tarde, a gente estuda o evangelho numa forma sequencial. Na semana passada, ã, estamos estudando o capítulo Bem-aventurados que são misericordiosos, ou seja, parte do sermão da montanha hoje no capítulo bem-aventurados. Bem-aventurados quer dizer o quê? Felizes, né? quando a gente pode est trazendo uma tradução, porque muit das vezes a gente vê assim, o que é que é bem-aventurado? Para ficar até uma fala mais fácil pra gente entender, Jesus estava falando felizes os que são misericordiosos, felizes os que são mansos, né? Felizes os que são pacíficos numa fala bem-aventurados. Então, a proposta é exatamente felizes aqueles que são misericordiosos. E no capítulo Bem-aventurados que são

os, felizes os que são mansos, né? Felizes os que são pacíficos numa fala bem-aventurados. Então, a proposta é exatamente felizes aqueles que são misericordiosos. E no capítulo Bem-aventurados que são misericordiosos, na semana passada, só pra gente introduzir o de hoje, nós vimos reconciliação com os adversários. Vejam só a fala de Jesus. Reconciliai-vos o mais depressa possível com o vosso adversário, enquanto estais a caminho com ele. Veja só que interessante. Reconciliai o mais depressa possível com seu adversário enquanto estais a caminho com ele. Qual é uma interpretação que a gente pode estar pegando desse enquanto estáis a caminho com ele? É um momento nosso enquanto estamos encarnados. Muit das vezes a gente eh termina encontrando ou arrumando alguns inimigos nesse mundo. E aí, infelizmente, eu até ouço, né, Edna, espíritas falam assim: "Ah, vou deixar pra próxima vida". Porque a gente sabe da reencarnação, né? Se não arrumar nessa, a gente na próxima resolve. Jesus não nos deu essa orientação. Apesar de termos a visão reencarnacionista, a proposta não é a gente tá empurrando as coisas com a barriga, não. Como diz o nosso filósofo carioca, né? Deixa a vida me levar. Não. A nossa proposta é de est sendo muito objetivo, de estar resolvendo as coisas nesse momento da nossa existência. E Jesus nos fala isso. Reconciliai-vos o mais depressa possível com seu adversário enquanto estais a caminho. Que caminho é esse? Enquanto estamos vivos aqui. Por ele fala o mais depressa possível. Alguém aqui sabe o momento que a gente vai partir pro outro plano da vida? Alguém sabe? Eu tô com o meu bilhete na mão, mas eu não sei a data que tá aqui, né? Todos nós temos esse nosso bilhete para pegar o trem da partida, mas a gente não tem a data certinha. Então é, enquanto essa viagem não chegar, a gente tem que estar se organizando, inclusive para não tá deixando pendências para o outro lado. E diga passagem uma coisa muito interessante, né? A gente tá pensando aqui é deu resolver para não ir pro

nte tem que estar se organizando, inclusive para não tá deixando pendências para o outro lado. E diga passagem uma coisa muito interessante, né? A gente tá pensando aqui é deu resolver para não ir pro outro lado com essa pendência de ter um inimigo. Mas muit das vezes, se a gente não resolver, o nosso inimigo pode ir antes. E se ele for antes e ser nosso inimigo, o que é que acontece? Nós temos aqui numa visão doutrinária que na espiritualidade os inimigos que temos aqui na terra continuam sendo nossos inimigos na espiritualidade. Só que diferentemente do que acontece aqui na espiritualidade eles estão muito mais fáceis para poder agir. uma situação dessa, nós vamos ter, talvez, talvez alguns companheiros que serão nossos obsessores espirituais, porque a gente não agiu há tempo. Olha só, né? Por isso que Jesus fala assim: "Sejam misericordiosos, usem de misericórdia enquanto estão aqui na terra". E essa é a mensagem da semana passada do bem-aventurado os misericórd no capítulo bem-aventurados misericordiosos, quando se fala da reconciliação com os adversários. Mas hoje a gente vai estar falando do sacrifício mais agradável a Deus. E vamos ler o trecho de Mateus no capítulo 5 versículo 23 e 24. Se, portanto, quando fordes colocar a vossa oferenda no altar, vejam só, Jesus estava numa cultura em que os hebreus da época terminavam o tempo todo indo no templo oferecer uma oferenda. Isso fazia parte da cultura, né? Jesus foi contrário a isso? Não, mas ele falou assim: "Antes de irdes colocar a vossa oferenda no altar e vos lembrardes de que o vosso irmão tem qualquer coisa contra vós, deixai a vossa dádiva junto ao altar e ide antes conciliar-vos com o vosso irmão. Depois, então voltai e oferecê-la". Vejam só uma coisa interessante, porque na semana passada e o que a gente acabou de falar, Jesus estava falando dos adversários, dos nossos inimigos, né, para que a gente pudesse estar reconciliando o mais breve possível com esses inimigos enquanto estamos aqui nessa terra.

acabou de falar, Jesus estava falando dos adversários, dos nossos inimigos, né, para que a gente pudesse estar reconciliando o mais breve possível com esses inimigos enquanto estamos aqui nessa terra. Nessa outra lição, ele não fala dos inimigos, ele fala das pendências que a gente tem com os nossos irmãos, né? É uma sutileza. Mas é interessante porque, ó, se, portanto, quando fordes colocar a vossa oferenda no altar e vos lembrardes de que o vosso irmão tem qualquer coisa contra vós, deixai a vossa dádiva junto ao altar e ide antes reconciliar-vos com o vosso irmão e depois então voltai a ofereccê-a. É lógico que que a gente não tá falando única e exclusivamente do irmão consanguíneo, né? Mas do irmão que nós temos como filho de Deus, que pode ser um amigo, pode ser alguém da família, um pai, a mãe, um primo, um tio, que seja. Mas muuit das vezes no nosso cotidiano, nessas pessoas que a gente tem contato, terminamos eh desenvolvendo alguma situação não muito boa. Acontece o quê? Algumas mágoas. Se a gente for analisar a história individualmente, é provável que cada um de nós, pensando na nossa história, f assim: "Hum, eu tô chateado com a minha mãe, tô chateado com o meu filho, tô chateado com meu chefe, né?" E o que que é essa chateação? é uma mágoa. Porque se você lembrou agora dessa chateação, você tá magoado. E o que que é uma mágoa? Vejam só que interessante. O que é que é uma mágoa? A gente normalmente fica magoado com alguém que a gente tem contato e gosta. Vejam só, a gente tem contato e gosta. E quando essa pessoa desenvolve algo que a gente não gostou ou ela frustrou uma expectativa nossa, a gente fica magoado. Então a mágoa ela é diferente um pouco do ódio, porque normalmente a gente fica com ódio de alguém que a gente normalmente não tem contato tanto assim no nosso dia a dia. Se você tem contato e você gosta, não é ódio, é mágoa, né? O ódio ele termina sendo externalizado para aquelas pessoas que ainda não estão morando dentro do nosso coração. E lógico, se essa mágoa não for resolvida,

ntato e você gosta, não é ódio, é mágoa, né? O ódio ele termina sendo externalizado para aquelas pessoas que ainda não estão morando dentro do nosso coração. E lógico, se essa mágoa não for resolvida, ela se torna num ressentimento. O que é que é o ressentimento? é uma mágoa mais internalizada em que em determinados momentos aquele ressentimento, aquela mágoa tão forte, você já fica com vontade de praticar o mal para aquela pessoa. Você tá tão ressentido, porque a mágoa não foi trabalhada, você tá tão ressentido que não, tomara que agora ele se perca nessa vida, tomara que acontece tal coisa assim, assim com ele, né? você tá ressentido. Então, nós temos essa situação do ódio muit das vezes com os nossos adversários e temos com os nossos irmãos a chamada mágoa ou ressentimento, tá? E aí vem exatamente a lição de hoje, que o nosso querido Jesus nos chama atenção, ele muda a partir de então na história da humanidade a proposta do sacrifício a Deus. Ele não condenou o anterior, mas o que é que ele tá dizendo? Que o anterior não vale se você não estiver bem por dentro. Hã, porque o que interessa para Deus, o sacrifício mais agradável, o que interessa para Deus não é o sacrifício material, é o sacrifício espiritual, é o sacrifício emocional. É da gente literalmente nesse momento está trabalhando em nós aquilo que nos perturba. Deus não quer uma ovelha sacrificada, uma galinha sacrificada, um pombo, como o pessoal no Velho Testamento fazia, né? Deus não quer que você esteja lá ofertando para ele os cereais que você tirou da sua colheita. O que é que ele vai fazer com isso? Muit das vezes ele até prefere que você dê essa ovelha para um orfanato, né? alimentar a os cereais do ir para uma creche, né? Seria uma doação que vai tá trazendo proveito e não naquele momento em que você coloque no altar alguma coisa em nome da oferenda para Deus. Apesar disso ter tido um sentido e valeu na história da humanidade. que era pedra do sacrifício, se nós formos ver, terminou trazendo para o a civilização os

lguma coisa em nome da oferenda para Deus. Apesar disso ter tido um sentido e valeu na história da humanidade. que era pedra do sacrifício, se nós formos ver, terminou trazendo para o a civilização os indivíduos da época, que tinha até uma hoje, se nós formos avaliar numa condição nossa, talvez uma um povo bárbaro, né, eles tinham um princípio da divindade. Eles tinham uma ideia de que tinha algo superior. Então, valeu isso ao longo da história? Lógico que sim, mas chega um determinado momento que a gente precisa est mudando as nossas concepções. E Jesus vê exatamente por conta disso, da gente quer agradar esse nosso criador, quer fazer uma oferta a esse nosso criador, sacrifique-se. Não o sacrifício, como a gente vê inclusive na história, do indivíduo às vezes fazer a imolação, fazer o autosofrimento corporal. Quantas e quantas vezes em alguns filmes a gente vê aquela situação do indivíduo se sentir culpado, né? Pega o chicote e começa a se bater até sangrar. como se ele imputando uma dor corporal Deus gostasse de que isso acontecesse. Lógico que não. Lógico que não, né? Nós vemos inclusive quando a gente pega a cultura dos judeus, quando eles sacrificavam o animal, era muito interessante porque antes deles fazerem um sacrifício, eles colocavam a mão na cabeça do animal. Eles passavam na ideia da cultura deles o se a sua culpa, o seu pecado para aquele animal, né? E a partir daquele momento eles estavam libertos daquela culpa, porque eles passaram no sacrifício para aquele animal que estava sendo ofertado a na morte para Deus. A gente vê que não é assim que funciona as coisas. aquilo que é nosso é nosso. A gente não consegue terceirizar a responsabilidade de algo que a gente fez. Então, nesse momento, quando Jesus nos coloca claramente que a gente tem que ir em direção ao nosso irmão para poder resolver as nossas situações pendentes, porque não adianta você entrar dentro do templo e querer falar, oferecer alguma coisa se aqui por dentro você ainda está pesado, se aqui por dentro você ainda

r resolver as nossas situações pendentes, porque não adianta você entrar dentro do templo e querer falar, oferecer alguma coisa se aqui por dentro você ainda está pesado, se aqui por dentro você ainda está numa condição que não está em possibilidades de, por exemplo, até levar vale o seu pensamento ao plano mais alto da vida. Então, a fala de Jesus é exatamente essa. E vejam só que ele coloca uma coisa, né? Eh, e vos lembrardes de que o vosso irmão tem algo contra vós, vejam só que interessante, vos lembrardes que o vosso irmão tem algo contra vós. No primeiro momento da lição anterior, a gente observa que quando a gente tem um inimigo, pode ser o inimigo com a gente ou a gente com o inimigo. Mas nessa fala de Jesus, ele coloca o quê? O irmão tem algo contra vós. Ah, mas eu não tenho nada contra ele. Pode ser até que a nossa mente, o nosso coração dê uma desculpa dizendo assim: "Não, eu tô tranquilo, né? O furano não gosta de mim, mas eu não tenho problema nenhum contra ele." E essa mensagem de Jesus nos chama atenção para dizer o quê? Se alguém tem algo contra vós, vá lá, vai resolver. Edna, por que que você não gosta de mim, né? Às vezes a gente fica simplesmente naquela assim, não, eu não tenho problema nenhum com a Edna, mas eu sei que ela não gosta de mim e não tô nem aí, porque como eu não tenho problema nenhum com ela, só que tem uma pendência. Você não foi querer resolver isso. E a pergunta é: por que que ela não gosta de você? Não é de graça. Às vezes você não sabe, mas você fez algo que você não percebeu, mas que gerou esse sentimento para ela. E essa mensagem de Jesus é muito linda quando ele nos chama atenção para isso. Se alguém tem algo contra vós, é, será que você não fez algo para que essa pessoa tivesse algo contra vós? Não deixa essa pendência não. Vai lá resolver. Vai lá resolver. Óbvio, né? Nós temos que a fala é interessante porque, ó, antes reconciliai-vos com vosso irmão. O que é que é reconciliação? A reconciliação é uma coisa que vem depois do perdão,

er. Vai lá resolver. Óbvio, né? Nós temos que a fala é interessante porque, ó, antes reconciliai-vos com vosso irmão. O que é que é reconciliação? A reconciliação é uma coisa que vem depois do perdão, né? O que que é perdoar? Perdoar é quando você tira o peso das costas. Quando você perdoa alguém, não quer dizer que o outro, o outro eh tenha já resolvido as coisas contigo, mas você resolveu as coisas com o outro, né? Mas a reconciliação é mais do que o perdão, porque a reconciliação vai acontecer depois do perdão. O reconciliar é o quê? Quando é que duas pessoas estão conciliadas? Quando elas estão juntas. Reconciliar é voltar, voltar a estar juntos. Se houve a necessidade de reconciliação, é porque houve uma dissolução da relação. Olha só que interessante, né? Isso tá na mensagem. Às vezes a gente não pega a fala de Jesus, porque nesse momento ele tá dizendo assim: "É necessário que a gente vá com esse irmão resolver as coisas e a partir do momento que a gente resolve, reconciliai-vos. Reconciliai-vos". O que é que é a reconciliação? Não é simplesmente o perdão. O perdão é o primeiro ponto que nós temos que ter para essa reconciliação. E o perdão para uma reconciliação tem que ser meu e tem que ser do outro lado. Porque se os dois não se perdoarem, a reconciliação ainda não é possível. Interessante, né? Porque a reconciliação ela gera essa necessidade do perdão dos dois lados. Mas lógico, lógico, o que você pode fazer é buscar a sua parte. Você não tem poder sobre a vida do outro. Nesse momento você vai ter com o vosso irmão a possibilidade dessa reconciliação e você vai fazer a sua parte, vai entender o que aconteceu, vai pedir o perdão necessário, vai compreender aquilo que é necessário para você muitas vezes reparar. E essa fala, inclusive é do Kardec nossa fala, essa nossa fala de Jesus, ó, hã, antes de se apresentar a ele para ser perdoado, né, a a Deus, é preciso haver perdoado, ou seja, a gente tem que encontrar o outro para perdoá-lo e reparado os mares que tenha feito a

de Jesus, ó, hã, antes de se apresentar a ele para ser perdoado, né, a a Deus, é preciso haver perdoado, ou seja, a gente tem que encontrar o outro para perdoá-lo e reparado os mares que tenha feito a algum de seus irmãos. E aqui entra uma coisa muito interessante, né, que é o processo da reparação, que muit das vezes a gente fala assim: "Ah, perdoado, mas não quero contato com ele". Quem é que nunca ouviu isso, né? Eu diria, se você fez a sua parte e dependendo da situação, isso talvez seja o que seja possível nesse momento da existência. OK. OK? Mas o momento final é da reconciliação, que mais dia ou menos dia isso vai ter que existir. O grande problema é que a gente, às vezes, a gente fica procrastinando o tempo todo. Isso me faz lembrar a coisa de uns 10 anos, uns 10 anos, né? Estávamos aqui nesse auditório falando para um grupo de família, então não era uma palestra, era um uma aula, um bate-papo. E a gente trocando ideias de que o nosso grande objetivo na existência é o amor, como nos disse a Kelma, né? Estamos aqui, o amor ele é um sentimento. O amor é um sentimento, mas amar é uma decisão. Amar é um verbo, né? Amar é um verbo. Então, a gente tem que tá decidindo amar para podermos ter dentro de nós o amor, porque amar é decisão. E a gente falando das questões dos relacionamentos conjugais e que no momento em que duas pessoas estão juntas é para poderem se amar, né? O grande objetivo de duas pessoas estarem juntas é se amar. marido, esposa, pai com filho, mãe com filho, né? Em todas as relações primordialmente consanguíneas, a gente vai tá vendo uma situação da necessidade de aprender o amor. E quando a gente não tem isso tão claro no nosso dia a dia e a gente não consegue, nós estamos adiando o nosso compromisso. E Deus é tão bom que ele vai est oferecendo novas oportunidades em novas existências para que esse amor possa existir. Então os contatos eles vão voltar a existir em vidas futuras, né? Aí depois que a gente disse isso, Edna, um senhor na terceira ou

oportunidades em novas existências para que esse amor possa existir. Então os contatos eles vão voltar a existir em vidas futuras, né? Aí depois que a gente disse isso, Edna, um senhor na terceira ou quarta-feira ali no meio começou começou a chorar, né? E a gente não tinha entendido o que tava acontecendo. Já tava no finalzinho, né, da nossa fala. Na sequência fechamos a nossa atividade. A Cristina, minha esposa, tava junto, foi pro lado dele, né, dando apoio. Senhor um pouco por volta dos 80 e poucos anos. Terminou a atividade, o pessoal foi embora e eu cheguei para ele, falei assim: "Mas o que que aconteceu, né? Você tá me dizendo que eu vou ter que voltar com a minha esposa? Eh, são mais de 50 anos que eu tô aguentando ela, né? E você também dizer que na próxima vida eu vou estar com ela de novo, né? E foi muito curioso essa história, porque o que que acontece? O nosso objetivo é amor. O nosso objetivo é estar bem com o outro. Deus não nos oferece situações de sofrimento, não nos oferece. Mas nós vamos recordar que Jesus quando conosco esteve, ele não nos prometeu um mundo de felicidade. Ele nos disse o quê? Nesse mundo tereis aflição. Foi isso que ele disse. Mas eu venci o mundo e vocês também têm condições de vencer. Deus não nos dá carga maior do que a que a gente pode aguentar. Hum. Então, quando nós temos as nossas relações, de uma maneira geral, nós temos uma cabeça, outra pessoa tem uma outra cabeça, foi criado por outro pai, por outra mãe, né? São culturas às vezes diversas, familiares. Nós vamos ter diferenças, vamos, vamos ter problemas, vamos. E aí problemas existem para ser solucionados. André Luiz, no livro Sinal Verde tem uma frase que é muito interessante para assim: "Resolver um problema, parabéns, prepare-se porque o próximo tá chegando, né? Exatamente nessa situação de que Jesus nos colocou. Estamos hoje aqui para est resolvendo as aflições por conta da condição evolutiva que nós estamos ainda. O nosso papel é esse. Então é, teremos ainda dificuldades com os nossos irmãos

sus nos colocou. Estamos hoje aqui para est resolvendo as aflições por conta da condição evolutiva que nós estamos ainda. O nosso papel é esse. Então é, teremos ainda dificuldades com os nossos irmãos de caminhada? Teremos. Quando eles forem adversários, vão lembrar da mensagem da semana passada da gente estar buscando resolver as coisas enquanto estamos a caminho, porque eles são inimigos. adversário é inimigo. Não vamos querer nós passar por outro plano tendo inimigo aqui. Não vamos nós que ele passe por outro plano sendo inimigo nosso, né? A gente tem que estar resolvendo as coisas, nos disse Jesus. Enquanto estamos a caminho, enquanto estamos a caminho, encarnados. Não vamos procrastinar isso não. Se a gente não fizer isso, não tenha dúvida. Deus é tão bom que vai nos oportunizar em possibilidades futuras de outras existências, o contato mais direto com ele, né? Muit das vezes, irmãos, marido, mulher, pai e filho, mãe, filho, não sabemos. E às vezes é quando a gente vê aquelas situações de dificuldade dentro dos lares, porque no passado provavelmente a gente não acertou as coisas. Então, quando tem algumas distonias, vamos tá colocando aí familiares que não tem uma explicação, nós vamos encontrar num processo reencarnatório essa situação. E a causa é porque a gente procrastinou a resolução. Não vamos querer isso pra gente no futuro, não. Não vamos. Então, tanto quanto com os nossos adversários, vamos resolver, quanto com os nossos irmãos, que é a mensagem de hoje. O que Deus aguarda de nós é o sacrifício pessoal da gente tá engolindo o nosso orgulho. Deixa eu ir lá resolver isso, né? Porque muitas vezes a gente é forte, fica esperando só que o outro venha, né? E acha e achamos que a gente ia em direção do outro para resolver é humilhação. Que seja, faça a tua parte. É isso que Jesus nos falou. A gente tem que ser humilde o suficiente em estar procurando alguém para estar resolvendo os nossos problemas. Ah, mas ele vai me humilhar. Problema dele, né? É ele agora com a justiça. Eu fiz a

alou. A gente tem que ser humilde o suficiente em estar procurando alguém para estar resolvendo os nossos problemas. Ah, mas ele vai me humilhar. Problema dele, né? É ele agora com a justiça. Eu fiz a minha parte. E essa tranquilidade de termos atendido o nosso dever é que não vai nos gerar a paz no nosso coração, vai nos dar a condição de podermos estar chegando a Deus e fazer esse sacrifício. Então, o sacrifício Jesus veio para mostrar que não é mais sacrifício material, é um sacrifício moral, é um sacrifício emocional, é um sacrifício espiritual. Jesus veio com essa mensagem mudar exatamente a concepção da humanidade de que o sacrifício para Deus não é mais de oferenda física, não é mais a gente tá emolando o nosso corpo, fazendo com que a gente sofra. Não quer fazer sofrer, sofra moralmente, indo lá com o outro e se desculpando, querendo resolver a situação. Isso é fácil. Isso é sacrificial. Esse é o sacrifício que Deus quer da gente tá se organizando para poder subir na nossa vida. E na hora então que a gente observa essa mensagem que faz parte do felizes os misericordiosos, é da gente tá utilizando misericórdia para conosco e também para com o outro. Porque muit das vezes esse nosso irmão, vamos est vendo as dificuldades que a gente tem, pode ser conosco mesmo, né? Nós estamos falando aqui de um terceiro, mas será que o nosso maior inimigo não sejamos nós? Então, em determinadas situações, a gente tem que tá sentando conosco mesmo e conversando sobre aquilo que a gente tá fazendo com a gente. A gente tem que tá se acertando no nosso dia a dia para tá diminuindo o peso nas nossas costas. A nossa querida Joana de Angeles, na série psicológica já chegou a nos dizer a que a culpa deveria ser talvez uma palavra retirada do dicionário, porque ela não nos ajuda, né? Ela nos joga para baixo. Responsabilidade nós vamos ter em cima dos nossos atos. Mas quando a gente não faz algo premeditado para prejudicar alguém, mesmo que tenhamos prejudicado, como nos diz aqui a mensagem, a gente

baixo. Responsabilidade nós vamos ter em cima dos nossos atos. Mas quando a gente não faz algo premeditado para prejudicar alguém, mesmo que tenhamos prejudicado, como nos diz aqui a mensagem, a gente precisa reparar, mas a gente não precisa trazer a culpa. A responsabilidade a gente tem. E se a gente tiver essa culpa nas nossas costas, a gente não vai ter condições de preparar a reparação. É isso que a doutrina nos traz. Então, vamos visualizar muito claro o que Jesus nos colocou no nosso cotidiano para que a gente possa a cada dia estar se ocupando do nosso processo evolutivo, porque isso ninguém vai fazer. As pessoas até podem nos ajudar até estender a mão, mas se ela estende a mão, você tem que levantar a sua para aceitar a ajuda. Então, quem é responsável para que você possa elevar a sua condição espiritual? Cada um de nós somos responsáveis por nós próprios. Não vamos estar passando isso para ninguém. Não vamos terceirizar a responsabilidade que a gente tem. de poder fazer o que devemos fazer nessa vida. Assim, meus amigos, reflitamos sobre isso, sobre essa fala de Jesus, né, em que nos coloca muito claro que a gente não pode estar avançando se a gente deixar a pendência atrás. A gente não pode est indo oferecer coisas para Deus se a gente ainda não fez a nossa parte e resolveu o nosso emocional com os outros ainda nesse momento da vida. Cabe a cada um de nós. Que Jesus nos abençoe hoje, agora e sempre. Fica em paz. A nossa gratidão ao Marco, né, por esse passou tão de pressa, né? Eu até fui olhar no relógio, falei: "Eu acho que tá adiantado." Muito obrigado, Marco. Foi muito bom, viu? Então, meus amigos, vamos nos encaminhar para o encerramento da nossa reunião. Eh, lembrando a todos que estão presentes aqui no nosso auditório que o passe será oferecido para aquelas pessoas que o desejarem, tá bem? Poderão permanecer nos seus lugares e a equipe irá conduzê-los. Então vamos mais uma vez elevar o nosso pensamento ao nosso querido amigo Jesus, mestre e senhor nosso.

pessoas que o desejarem, tá bem? Poderão permanecer nos seus lugares e a equipe irá conduzê-los. Então vamos mais uma vez elevar o nosso pensamento ao nosso querido amigo Jesus, mestre e senhor nosso. Nesse instante, Senhor, nos cabe agradecer pela oportunidade do estudo, pela oportunidade do convívio, pela bênção de estarmos na tua casa, Senhor. Gratidão pela doutrina espírita, pelo teu evangelho de luz, de amor, que nos conduz. Gratidão por nos acompanhar em todos os momentos, nos auxiliando, nos fortalecendo, nos amparando. E que esses essas bênçãos misericordiosas nós possamos levar aos nossos lares ao sair daqui, envolvendo com esse carinho, esse amor os nossos queridos do nosso coração, mas também lembrando a fala que acabamos de ouvir. Vamos pedir também por aqueles que possam ser nossos inimigos, nossos adversários, conhecidos ou desconhecidos. Vamos pedir por eles e por nós, para que nós possamos encontrar o caminho da reconciliação, o caminho do amor. Jesus nos ensinou a amarmos uns aos outros como ele nos amou. Então vamos buscar esse esse contato com os nossos irmãos de humanidade. Seja o amigo, seja o familiar querido, seja aquele que encontramos pela primeira vez nas ruas. Seja, Senhor, os nossos inimigos. S conosco, amado Senhor, hoje e sempre. abençoando a todos nós, abençoando aqueles que necessitam, abençoando, Senhor, esta casa e a doutrina espírita. Obrigado, Senhor. Que assim seja. Graças a Deus. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir

ade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.v.com.br e faça sua doação. Eu quero ver.

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