PROGRAMA NA ERA DO ESPÍRITO, A HUMANIZAÇÃO DO ENSINO

FEBtv Brasil 24/04/2026 (há 1 mês) 34:23 45 visualizações

PROGRAMA NA ERA DO ESPÍRITO,COM O TEMA "A HUMANIZAÇÃO DO ENSINO", RELEXÃO DE MARCUS DE MÁIO, APRESENTAÇÃO E COMENTÁRIOS DIRCINÉIA JOSÉ. TODA QUINTA-FEIRA, ÀS 16 HORAS, NO CANAL PORTAL DO CONSOLADOR.

Transcrição

Boa tarde, queridos companheiros, queridas companheiras. Sejam muito bem-vindos a mais um programa na Era do Espírito, dando aí também boa tarde ao nosso irmão Marcos Demário. Seja muito bem-vindo. Tudo bem com você? >> Tudo bem, Dinei. Um prazer estar com você. Prazer estar com todos os nossos telespectadores para mais este programa na Era do Espírito, que é aquele programa onde nós abordamos assuntos ligados à educação à luz da doutrina espírita e possamos estar aqui envolvidos em vibrações de paz e de amor. >> Isso mesmo. Isso é muito importante. Marcos irmãos, hoje ele vai refletir conosco, né, humanização do ensino, tá? [roncando] Então, que é um assunto aí de extrema importância, né, sobre esse olhar da doutrina. Então eu convido todos vocês nesse momento para que a gente possa iniciar o nosso trabalho, né, esse momento abençoado, que nós aí nos coloquemos cada um, né, na posição eh mais confortável, né, que nos sintamos aí conectados com esses benfeitores, dando ao nosso pai, né, o nosso agradecimento pela sua misericórdia, pelo seu amor por cada um de nós. Agradecendo sempre essa oportunidade bendita que temos de podermos refletir sobre esse olhar da doutrina espírita que vem nos clarear muitos pontos, muitos ensinamentos que o nosso irmão Jesus nos trouxe. rogando mais alto que envolva o nosso irmão Marcos Zemário. que ele seja intuído, inspirado e que nós também possamos receber essa proteção, essas benécias do mais alto para podermos entender essa conversa que vamos ter nesse momento e que juntos, aproveitando essa comunhão de pensamento, possamos também envolver todo nosso planeta Terra para que todos possam receber e sentir esse amor divino, esse carinho, esse cuidado também que o nosso irmão Jesus nos trouxe e está sempre aí tendo por nós. Gratidão mais uma vez. Que assim seja. Bom, Marcos, agora eu vou passar a palavra para você, né? Só repetindo, irmãos, humanização do ensino. Fica à vontade aí, amigo. >> Muito [roncando] obrigado, Lineéia. Eh, nós vamos fazer algumas reflexões que

os, agora eu vou passar a palavra para você, né? Só repetindo, irmãos, humanização do ensino. Fica à vontade aí, amigo. >> Muito [roncando] obrigado, Lineéia. Eh, nós vamos fazer algumas reflexões que são realmente importantes e temos visto eh reportagens, notícias nas mídias de comunicação, mostrando a problemática da violência nas escolas, da violência de alunos contra professores, pais contra professores. E também e já lemos algumas pesquisas feitas com os alunos, mostrando que muitos estão insatisfeitos com a escola. Muitos não compreendem o por precisam estar na escola, porque tem que estudar e assim por diante. E claro, nós temos que procurar as causas. Obviamente que não é uma única causa, tanto para a violência no meio escolar, quanto para o desinteresse eh dos alunos em relação à escola. São múltiplas causas, mas entre elas uma se destaca que é a falta de humanização. Vamos aqui refletir sobre isso, porque aqui no Brasil o professor ele é formado para dar aula. É isso, normalmente, tá? Eu, professor, sou formado para dar aula. Então, quando eu sou contratado, eh, seja para uma escola particular ou faço concurso público e passo então a trabalhar para as instâncias governamental, eu vou para a escola para dar aula, para ensinar, seja a matemática, a língua portuguesa, o inglês, a química, a física, a biologia, a geografia, a história. e assim por diante. E quando nós que estamos aqui do lado de fora, pensamos na escola, nós logo imaginamos aquela formatação, um prédio, esse prédio repleto de salas de aula. As salas normalmente com uma lousa, seja era digital, branca, verde, de gis ou para caneta. Vamos ter ali a mesa do professor. Vamos ter as carteiras individuais enfileiradas, umas atrás das outras, em filas. Imaginamos então os alunos uniformizados e cada um sentado, um atrás do outro nessas carteiras enfileradas. E aí imaginamos que a professora, o professor entram, dão lá um bom dia, um boa tarde, um boa noite, né? digam qual é a matéria, o que que vai ser ensinado ali

s do outro nessas carteiras enfileradas. E aí imaginamos que a professora, o professor entram, dão lá um bom dia, um boa tarde, um boa noite, né? digam qual é a matéria, o que que vai ser ensinado ali naquela aula, naquele dia, naquele momento. E que ele começa a ensinar, né, usando o quadro, eh, usando o reto, um, eh, um projetor, usando técnicas, recursos, mas dando aula, ensinando. O que acontece? Nós temos visto muitas professoras e muitos professores que entram no modo automático. fazem isso todos os dias na mesma escola, às vezes em duas escolas, com várias turmas de alunos eh diferentes, formatam o seu jeito de ser, formatam o material de ensino, aquele conteúdo e começam a trabalhar, a trabalhar, a trabalhar e esquecem que a escola é feita por pessoas. Pessoas são seres humanos. Seres humanos pensam e sentem tanto os alunos quanto os próprios professores, coordenador pedagógico, a diretora, os serventes, as merendeiras, inspetores, todos são seres humanos, os pais, os avós, porque todo mundo faz parte dessa comunidade, ou pelo menos deveria fazer. Ora, e se a escola são pessoas? Se todos são seres humanos, não podemos trabalhar nesse modo automático, apenas cumprindo a burocracia de atender os anos letivos que estão ali na lei e o currículo que é estabelecida, porque nós somos seres humanos, vamos lembrar isso novamente. E a doutrina espírita vai além, porque diz que sim, claro que somos seres humanos, mas além de seres humanos que pensam e que sentem, todos nós somos almas imortais criadas por Deus e na condição atual, espíritos reencarnados. Portanto, todos nós já trazemos bagagem, vinda de existências anteriores. Todos temos uma missão a cumprir aqui na terra e todos aqui estamos para nos aperfeiçoarmos, tanto intelectualmente quanto moralmente, quanto espiritualmente. E com a doutrina espírita, mais do que nunca, nós então entendemos a necessidade da humanização, ou seja, tratarmo-nos como os seres humanos que somos, com respeito, compreensão, tolerância,

ualmente. E com a doutrina espírita, mais do que nunca, nós então entendemos a necessidade da humanização, ou seja, tratarmo-nos como os seres humanos que somos, com respeito, compreensão, tolerância, afeto, compreendendo os limites, assumindo os deveres e as responsabilidades. Mas sem nada que seja efetivamente imposto e que você tem que obedecer. Pronto, e acabou. E não pode abrir a boca para nada, porque senão você será punido. É porque estamos nesse quadro que muitos, muitas crianças e muitos jovens detestam a escola, abandonam a escola, não apenas porque estão em situação de vulnerabilidade social, abandonam a escola porque a escola não tem nada a ver com ele, não conseguem entender a escola. Senhor nos faz lembrar um depoimento de um professor, eh, e ele chegou, adentrou a sala de aula, começou a dar aula e um aluno então pediu a palavra e ele cedeu para ouvir o aluno e o aluno perguntou a ele: "Professor, por que o senhor tem que ensinar isso e por eu tenho que aprender isso?" E esse professor deu aquela resposta clássica, porque isso vai ser importante para você na sua vida, no futuro. Aí o aluno olhando para o professor disse assim: "Eu sinceramente eh não entendo isso não, porque olha só eh eu gosto de fazer isto, isso eu tenho as habilidades tais. Eu me imagino no futuro sendo isso. Isso. O que que isso que o senhor tá me ensinando tem a ver com os meus sonhos, com os meus ideais, o meu querer? Eh, aquilo que eu sou, o que eu sinto. Aí o professor pego de surpresa, olhando para ele, perguntou: "Mas e você gostaria então de aprender o quê?" Ora, professor, eu gostaria de aprender aquilo que eu gosto. Eu gostaria de aprender aquilo que faz sentido para minha vida. Eu gostaria de aprender aquilo que realmente vai fazer o meu futuro, que não é esse. Eu não tenho nada a ver com isso aí que o senhor tá ensinando. E esse é o meu problema, porque depois o senhor vai aplicar prova, eu tenho que estudar isso daí que eu não gosto, tá? E que eu sei que eu não vou aplicar

a ver com isso aí que o senhor tá ensinando. E esse é o meu problema, porque depois o senhor vai aplicar prova, eu tenho que estudar isso daí que eu não gosto, tá? E que eu sei que eu não vou aplicar na minha vida, né? Agora, aquilo que eu gosto e que eu quero aprender, nem o senhor, nem nenhum outro professor me ensina por que que eu estou na escola. E aí esse professor ao dar esse depoimento disse que ele entrou no modo parafuso, deu um nó e aí ele parou para pensar, chegou em casa aqui nesse dia, olhou os livros didáticos, o currículo, as apostilas e pensou: "É, esse aluno tem razão. Eu dou aula, eu ensino, eu sigo todo um currículo pré-estabelecido, tudo batidinho. Ah, mas ele acabou de me dizer que ele não tem nada a ver com isso, que isso e nada para ele é a mesma coisa e que ele tem outros interesses. Por que nós na escola não trabalhamos os interesses dos alunos? por não os ouvimos. E ele resolveu mudar, resolveu mudar e passou a olhar os alunos como gente, como pessoas que t os seus interesses, tem as suas habilidades, tem os seus sonhos. E aí ele mudou tudo, parou de dar aula, mudou a configuração da sala para que os alunos não ficassem mais um atrás do outro enfileirados. começou a utilizar a roda de conversa, não abandonou o currículo, mas dentro daquele currículo ele flexibilizou para que pudesse atender também os interesses, as necessidades, as demandas dos alunos. E aquela aula que para muitos era enfadonha, era chata, passou a ser dinâmica. e passou a ser adorada pelos alunos, porque além deles poderem participar, terem voz, passar a olhar o professor, não como aquele que simplesmente ensina e você tenta aprender, mas como aquela pessoa que sabia ouvir, que sabia conversar, manter o diálogo, que estimulava o interesse, que dava dicas, E o aprendizado deles cresceu, cresceu muito, porque eles, estimulados pelo professor, se motivaram a procurar o conhecimento. Então, é muito importante essa humanização e o trabalhar um pouco mais afetivamente. Nós percebemos que nas chamadas escolas

e eles, estimulados pelo professor, se motivaram a procurar o conhecimento. Então, é muito importante essa humanização e o trabalhar um pouco mais afetivamente. Nós percebemos que nas chamadas escolas de evangelização nos centros espíritas, às vezes nós repetimos esse quadro da escola. Nós recebemos a criançada, nós recebemos os jovens e já estamos com o tema pronto para fazer o que com o tema? Dar aula, ensinar o tema. Então eu vou dar uma aula sobre reencarnação e aí já vou com tudo preparadinho. como que eu vou abordar, que história que eu vou contar, eh, que exemplo que eu vou dar, qual é o trabalho que eles vão fazer como reforço a esse aprendizado e seguindo toda uma ordem bonitinho e para bater naquele tempo, tempo certinho que temos lá para trabalhar. E aí o que que nós percebemos muitas vezes? que as crianças, que os jovens que estão lá na evangelização também estão sentados em carteiras, uns atrás do outro e as carteiras estão enfileradas. E nós temos que ter uma outra postura. Nós estamos no centro espírita trabalhando com a doutrina espírita. Sabemos que aquela criançada, que aqueles jovens são espíritos reencarnados e que na verdade nós não temos que estar no centro espírita para dar aula. Nós temos que estar no centro espírita para sermos orientadores, facilitadores, estimuladores do processo de aprendizagem, levando os alunos a uma maior compreensão e apreensão do tema e permitindo que eles falem, permitindo que eles debatam, permitindo que perguntem, permitindo que pesquisem, porque e essa é a melhor maneira de se ter aprendizado, mas não apenas teórico, mas levando também os nossos educandos a trabalharem a aplicação de do conteúdo do aprendizado na vida prática. Isso deve ocorrer tanto na evangelização no centro espírita, como precisa ocorrer também na escola. como preciso ocorrer em casa, na família e fazer pensar. Ah, isso é muito importante, porque ele sempre tamos pergunta: por quê? Para que serve? Então vamos fazer pensar para que eles mesmos descubram para que serve, por

em casa, na família e fazer pensar. Ah, isso é muito importante, porque ele sempre tamos pergunta: por quê? Para que serve? Então vamos fazer pensar para que eles mesmos descubram para que serve, por aprender aquilo, como se aplica na vida, nesta existência do nosso cotidiano. Então, humanização para não esquecermos o sentimento, um abraço, carinho, o ouvido que ouve efetivamente. Tudo isso faz parte da humanização do ensino. Saber perceber o nosso educando, o que ele está trazendo, como ele está vindo, as suas emoções. e não esquecer que também somos seres humanos que também temos emoções. O compartilhamento, a troca é muito importante ser amigos, mas sem perderos a autoridade que deve ser uma autoridade moral. Isso é muito importante. E aí todos vão gradativamente aprendendo o se colocar no lugar do outro, aprendendo a respeitar o outro como ele é, aprendendo a dialogar, aprendendo a resolver os conflitos sem o uso da violência. Humanização do ensino é o que estamos muito necessitados na família, na escola e também no centro espírita. Não podemos esquecer que Jesus nos disse que o amor a Deus e ao próximo como a nós mesmos, é que resume toda a lei divina, resume todos os profetas, ou seja, todas as revelações espirituais. E ele também, ao olhar para nós, que abraçamos o evangelho, disse que os seus discípulos seriam conhecidos por muitos se amarem. Então, o amor é a base da educação. O amor é a essência da educação. Então, trabalhando como educadores, não podemos esquecer da aplicação do amor, que é o maior dos sentimentos. Isso é a colocação que os espíritos superiores nos fazem já nas obras da codificação. O amor é o maior dos sentimentos e o amor requer compreensão, paciência, tolerância, diálogo, afeto. Porque não podemos trabalhar apenas o conhecimento, apenas o desenvolvimento da inteligência. Nós precisamos também trabalhar o senso moral, o sentimento, o desenvolvimento afetivo emocional. Tudo isso faz parte da educação. Por isso que o ensinar não pode ser seco. O ensinar não pode ser

cia. Nós precisamos também trabalhar o senso moral, o sentimento, o desenvolvimento afetivo emocional. Tudo isso faz parte da educação. Por isso que o ensinar não pode ser seco. O ensinar não pode ser burocrático, automático. Ensinar faz parte do educar. Mas o educar também lida com a questão comportamental. O educar também lida com a questão emocional. psicológica e isso não pode ser esquecido. Então, se você é professor, se você é professora, se você está na evangelização no centro espírita, não esqueça, humanize-se e humanize o ato de educar. Não esqueça, a escola, o centro espírita, a família são pessoas que se encontram para o aprendizado do amai-vos uns aos outros. se é importante conhecermos, se é importante nos prepararmos para o mundo a nível técnico, a nível profissional e assim por diante, mais importante é nos prepararmos para sermos pessoas do bem, pessoas que saibam perdoar, pessoas que saibam construir a ponte do sentimento que deve nos ligar para chegarmos mais rapidamente a estágios superiores espiritualmente falando, até que no dia cheguemos à perfeição. Não nos deixemos levar pelo modo automático, burocrático. transformemos aquilo que estamos fazendo para que possamos ter um ensino mais humanizado, mais humano. E assim todo mundo com certeza vai abraçar a família, a escola, o centro espírita com muita alegria, porque todo mundo vai se sentir bem em ambientes em que haverá compartilhamento, em que haverá troca, em que atuaremos como seres humanos acima de tudo. Bom, eram essas reflexões que nós tínhamos a trazer a respeito desse tema sobre a humanização do ensino. Então, deiné, vou passar a palavra então agora a você. Eu tava aqui escutando você falar, né, Marcos? E aí a gente fica pensando assim nos profissionais que essa falta de humanização também criaram, né? A gente percebe que se tornaram às vezes profissionais que sabem realmente realizar o seu trabalho, mas que não tem essa sensibilidade dentro da sua profissão, né? Não aprenderam isso, né? foram muito

A gente percebe que se tornaram às vezes profissionais que sabem realmente realizar o seu trabalho, mas que não tem essa sensibilidade dentro da sua profissão, né? Não aprenderam isso, né? foram muito técnicos, foram criados naquela forma mais ali eh impessoal, vou colocar assim, né? [roncando] Por isso que é importante a gente ter esse olhar e você falou uma coisa muito interessante, né? A gente se humanizar, né? E humanizar a nossa forma de ensinar, de passar, né? Para que aquele coração ali se sensibilize, né? e saiba quando tiver uma profissão, né, igual você falou desses ensinamentos técnicos profissionais que nós devemos ter, mas saber ser aquele profissional que vai também, não só o professor, mas as outras áreas humanizar o seu trabalho, seja no atendimento ao público, seja eh o próprio, vamos colocar profissões, né, além do professor, o médico, o motorista, né, o eh o técnico de enfermagem, não fazer apenas por fazer, porque tem no final aquele eh salário, aquela remuneração, mas fazer, como você disse, né, por amor, né, sabendo que o seu trabalho ele é importante para aquele outro indivíduo, para aquele outro irmão e pra sociedade, né? Então, a gente vai eh criar aí, né, melhores consciências, pessoas mais aí fraternas, solidárias, tolerantes, porque vamos estar todos trabalhando o amor, seja na nossa profissão. E e aí a gente fala do professor, né, que você falou da aula, da sensibilização, da humanização, ou seja, qualquer outro profissional, porque aqueles, igual esse aluno que argumentou do exemplo que você falou, né, >> que de repente era o que muitos pensavam, mas ele conseguiu exteriorizar. E foi importante, tá vendo? porque ele conseguiu aí sensibilizar o professor, né, e fazer com que ele mostrasse, né, tivesse uma outra forma. e o acesso, né, à corações que ali ficaram para ele, né, foi muito maior. Quer dizer, a escola que na visão de muitos a gente percebe, né, a gente vê os jovens, né, a gente teve filhos, eh, tem filhos adolescentes, né, já

ações que ali ficaram para ele, né, foi muito maior. Quer dizer, a escola que na visão de muitos a gente percebe, né, a gente vê os jovens, né, a gente teve filhos, eh, tem filhos adolescentes, né, já tivemos, a gente percebe que para ir pra escola eles iam fazendo a cara, né, vai fazer, ah, meu Deus. Então assim, a gente percebe que eh acaba sendo um tormento e não uma coisa que eles vão achar que é útil, porque você pode alegar aquilo que o professor, ah, você vai usar isso no futuro, né? Mas por enquanto, né? Por enquanto eu não sei nem que eu gosto de outra coisa. Então não é um argumento que vai convencer, né? Porque a gente também não sabe, né, o futuro. [roncando] É, é verdade, sabe? Eh, muitas vezes nós não levamos em conta a [limpando a garganta] personalidade, as habilidades, os sonhos daquele educando, seja ele criança ou jovem, né? E achamos que ele tem que se adequar, que se conformar ao sistema, né? tem que aprender aquilo, tem que fazer prova daquilo, tem que dominar aquilo. E muitas vezes nós o estamos violentando porque ele está trazendo outras tendências, outra coisa que ele não pode expandir nenhum porque o sistema não permite. Então você tomar muito cuidado com isso. Claro, eu compreendo que existe toda uma burocracia eh que vem das secretarias de educação, que vem da coordenação, mas você pode obedecer a burocracia, mas ao mesmo tempo fazer o trabalho mais humanizado. É só não se deixar robotizar por essa burocracia, né? Porque isso é terrível no campo da educação, né? É verdade, é verdade. Fica eh enfadonho, fica chato para o aluno e também para o professor que perde também esse interesse e essa sensibilidade, né? Porque às vezes, né, a gente sabe que tudo isso existe, a gente sabe que tem que se passar, a gente sabe que temos que seguir regras, né, e tal, mas acaba que as pessoas se prendem tanto a isso que até o próprio professor, né, ou evangelizador que entrou com um olhar diferente acaba se desgastando e se deixando ser apenas mais uma pequena engrenagem. né, só pro tempo

se prendem tanto a isso que até o próprio professor, né, ou evangelizador que entrou com um olhar diferente acaba se desgastando e se deixando ser apenas mais uma pequena engrenagem. né, só pro tempo passar e para levar aquilo. Então, é é importante a gente ter essas conversas e a gente refletir, né, o que que a gente pode fazer para poder auxiliar e modificar esse olhar sem violentar o o evangelizando ou o aluno sem se violentar e fazer com que esse trabalho e esse aprendizado seja mais agradável e aprasível para todos, né? Isso é importante, meu amigo. Muito obrigada mais uma vez, né? Um momento aí paraa gente refletir sempre, né? Da gente humanizar aí o ensino, né, as nossas relações, respeitando aí, né, o ser humano, o indivíduo, como você falou. Muito obrigado mais uma vez a você, a vocês que estão conosco, né? Vamos então agradecer, fazendo a nossa prece nesse momento abençoado, né, em que refletimos sobre um assunto muito importante, sensibilizando o nosso coração, a nossa mente, né, que possamos aí conversarmos, trocarmos ideias, né, com os nossos irmãos de caminhada, que possamos executar Isso que o mestre veio nos trazer, o amor. Que levemos o amor de forma suave, de forma agradável, envolvendo esses corações nessa caminhada de progresso, de aprendizado, que todos estamos a fazer. Agradecendo ao nosso pai de amor, de bondade, sempre pela oportunidade que temos. de irmos entendendo o que o nosso irmão veio nos trazer. Gratidão, Pai. Gratidão pela oportunidade que nos dá de estarmos hoje encarnados. Gratidão pela oportunidade que temos de levarmos o seu amor ou tentarmos levar o seu amor de forma verdadeira a todos os corações. Assim, encerramos mais esse momento de reflexão, dando graças a Deus. Que assim seja. Bom, meus irmãos, mais uma vez, né, a gente agradece a presença de todos vocês, do nosso irmão aí, né, o nosso abraço carinhoso a ele e a sua família, aguardando aí no nosso próximo encontro. E aí nós nos despedimos desejando a todos vocês muita paz e muita luz.

a de todos vocês, do nosso irmão aí, né, o nosso abraço carinhoso a ele e a sua família, aguardando aí no nosso próximo encontro. E aí nós nos despedimos desejando a todos vocês muita paz e muita luz. Fiquemos todos em paz, com Deus e com muito amor no coração. Tchau, tchau, gente. Portal do Consolador, divulgando a mensagem do bem. O seu canal de difusão do movimento espírita. divulgando, construindo, unificando e aproximando as pessoas com Jesus e Kardec.

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