Estudo Reflexivo | Módulo 02: Os Mensageiros - #07
✨ Neste vídeo, participe do Estudo Reflexivo da Feemt (Federação Espírita do Estado de Mato Grosso) e aprofunde seus conhecimentos sobre os ensinamentos de André Luiz. 📚 Tema: “Série André Luiz: A Vida no Mundo Espiritual” 📖 Módulo 02: Os Mensageiros 👥 Encontro 07 (21/04/2026) 🗓 O estudo acontece todas as terças-feiras, exceto a primeira do mês. ⏰ Horários: • 20h às 21h30 (Cuiabá) • 21h às 22h30 (Brasília) 🎙 Facilitação: Alírio de Cerqueira Filho 👉 Não se esqueça de se inscrever no canal para acompanhar os próximos encontros e ativar o sininho para receber notificações! 🔗 Inscrições para participar ao vivo: http://linklist.bio/inscricao-estudo-reflexivo 🎥 Gravações anteriores e mais informações: [www.feemt.org.br](http://www.feemt.org.br/) 📡 Junte-se a nós nessa jornada de aprendizado e espiritualidade! #Feemt #EstudoReflexivo #AndréLuiz #OsMensageiros #Videoconferência #Espiritismo
Boa noite. O livro Vinha de Luz do Espírito no reino interior. Sigamos, pois as coisas que contribuem para a paz e para a edificação de uns para com os outros. Paulo, Romanos, capítulo 14, versículo 19. Não podemos esperar por enquanto, que o evangelho de Jesus obtenha vitória imediata no espírito dos povos. A influência dele é manifesta no mundo, em todas as coletividades. Entretanto, em nos referindo às massas humanas, somos compelidos a verificar que toda transformação é vagarosa e difícil. Não acontece o mesmo, porém na esfera particular do discípulo. Cada espírito possui o seu reino de sentimentos e raciocínios, ações e reações, possibilidades e tendências, pensamentos e criações. Nesse plano, o ensino evangélico pode exteriorizar-se em obras imediatas. Bastará que o aprendiz se afeiçoe ao mestre. Enquanto o trabalhador espia questões do mundo externo, o serviço estará perturbado. De igual maneira, se o discípulo não atende as diretrizes que servem à paz edificante no lugar onde permanece, e se não aproveita os recursos em mão para concretizar a verdadeira fraternidade, seu reino interno estará dividido e atormentado sobre a tormenta forte. Não nos entreguemos, portanto, ao desequilíbrio de forças em homenagem ao mal, através de comentários alusivos à deficiência de muitos dos nossos irmãos, cujo barco ainda não aportou à praia do justo entendimento. O caminho é infinito e o pai vela por todos. Auxiliemos e edifiquemos. Seis discípulos do Senhor, aproveita a oportunidade na construção do bem. Semeando paz, colherás harmonia. Santificando as horas com Cristo, jamais conhecerás o desamparo. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, rogando a ele que nos abençoe a todos e mais esta noite de somos. Senhor Jesus, mestre, agradecemos, Senhor, por mais esta oportunidade de reflexões que faremos a partir da obra dos mensageiros para-nos, Senhor, para que possamos bem refletir sobre o conteúdo desta obra que nos toca o coração pelos exemplos, tanto de falência moral
de de reflexões que faremos a partir da obra dos mensageiros para-nos, Senhor, para que possamos bem refletir sobre o conteúdo desta obra que nos toca o coração pelos exemplos, tanto de falência moral quanto de exercício de virtudes encontramos na hora. Prepara-nos para que possamos aprender tantos com os erros de outras pessoas, quanto com o acerto dos vários personagens que vemos. nesta eh ser conosco, Senhor, nesse ampare a todos nós, toda a humanidade hoje, sempre gratidão por tudo, Senhor. Vamos começar com a recordação do do módulo anterior, do nosso encontro anterior. No encontro anterior, nós Nós terminamos de estudar o capítulo 12 chamado A palavra de Monteiro e vimos que o Monteiro foi uma pessoa que se perdeu no intelectualismo, focado exclusivamente nas questões intelectuais, apesar de ter sido presidente de um ser espírita, de ter sido eh esclarecedor numa reunião mediânica, foi a falência pelo intelectualismo. E aí ele ele ele mesmo dá o depoimento de desvio em desvio, Angina encontrou-me absolutamente distraído da realidade essencial. Passei para cá com demente necessidade de deuspício. Tarde reconhecia que abusara das sublimes faculdades do verbo. Como ensinar sem exemplo, dirigir sem amor. Entidades perigosas e revoltadas aguardaram-me a saída do plano físico. Sentia, porém, comigo, singular fenômeno. Meu raciocínio pedia socorro divino, mas meu sentimento agarrava-se a objetivos inferiores. Então, essa dicotomia que o Monteiro cita aqui é exatamente o que ele fez. Ele hipertrofiou o intelecto e atrofiou o sentimento. Ele não fez exercício de virtudes a vida inteira, o tempo todo focado em pensar sobre o bem, de pensar sobre as coisas, de ensinar a doutrina para as pessoas, para os espíritos desencarnados e nas palestras do centro espírita, mas tudo focado. Bom, mas eu tô prestando atenção aqui >> no pensamento, no intelecto e na >> Ah, tá quente já >> e não naquilo que é mais importante, sentir aquilo que se pensa. Então, por isso ele ao viciar a mente,
Bom, mas eu tô prestando atenção aqui >> no pensamento, no intelecto e na >> Ah, tá quente já >> e não naquilo que é mais importante, sentir aquilo que se pensa. Então, por isso ele ao viciar a mente, ele, como ele diz, o raciocínio, então na mente era bem intenso. Então ele pedia socorre divino por uma prece, mas uma prece intelectualizada, sem sentir aquilo que ele pensava, porque todo o movimento dele, do sentimento estavacado nas questões inferiores da vida. Minha cabeça dirigia-se ao céu em súplica, mas o coração colava-se à terra. Nesse estado triste, vime rodeado de seres malévolos que me repetiam longas frases de nossas sessões. Com atitude irônica, recomendavam-me serenidade, paciência e perdão às alheias faltas. Perguntavam-me igualmente por minha não desgarrava do mundo, estando já desencarnado. Luciferei, roguei, gritei, mas tive de suportar esse tormento por muito tempo. Então eles, os espíritos desencarnados fizeram com ele aquilo que ele passou a vida toda fazendo, ensinando as pessoas de forma oca, vazia de sentimento, serenidade, paciência, perdão. Nós vimos que ele estudava inclusive trechos do evangelho do evangelho para as doutrinações principalmente de padres nas reuniões mediúnicas e totalmente vazio de sentimento hipertrofiando o intelecto em detrimento dos próprios sentimentos. E aí ficou preso nesse estado até que foi resgatado das regiões umbralinas, levados para o nosso lar. E mesmo levado para o nosso lar, ele continuou em estado de reclamação, reclamando, lamentando toda a trajetória dele, como se ele tivesse cumprido todas as a aquilo que ele tinha programado. Na verdade, ele hipertrofeou apenas no intéristanda, no momento de lazer dela, de redescanso, ela foi conversar com ele e ele relata que ficou duas duas horas reclamando. E aí ela terminou que ele dizendo que ele não tinha praticado o espiritismo com Jesus. A triste história do Monteiro que serve de um exemplo para nós do que não fazer. Intelectualizar a doutrina espírita é muito fácil.
que ele dizendo que ele não tinha praticado o espiritismo com Jesus. A triste história do Monteiro que serve de um exemplo para nós do que não fazer. Intelectualizar a doutrina espírita é muito fácil. Agora, exercitar as virtudes reais no coração dá bastante trabalho. Por isso que a grande parte do movimento espírita tem se perdido no intelectualismo. No capítulo 13, nós vimos Ponterações de Vicente, que dentre várias várias colocações, ele fala dos centros que existem em nosso lar para recuperação de de pessoas fracassadas em várias áreas, mostrando demonstrando que no mundo espiritual o que eh sempre impera era é o convite ao arrependimento, à expiação e à reparação dos erros. Não há condenação, porque não existe lei de condenação. Quem condena são as próprias pessoas que muitas vezes entram em processo de culpa, né? Todo o trabalho que existe na colônia, e isso deve acontecer também em outras colônias espirituais, é focado na recuperação do ser humano falí para reparar o o erro, porque é a lei de misericórdia amparando as pessoas para que haja reparação. Eu li aqui um parágrafo do capítulo que é bastante interessante. Ele diz: "Localizam ali, localizam-se ali os enormes pavilhões das escolas maternais. São milhares de irmãs que comentam por lá as desventuras da maternidade fracassada, buscando reconstituir energias e caminhos. Ainda ali temos os centros de preparação à paternidade. Grande massas de irmãos examinam o quadro de tarefas perdidas e recordam com lágrimas o passado de indiferença, indiferença ao dever. Nesse mesmo ministério temos a especialização médica, nobres profissionais da medicina que perderam tantas oportunidades de elevação na dispute seus problemas. Então o foco sempre vai ser na recuperação do falino e não na combinação do falimpin. No capítulo quatro, nós um eh os capítulo quatro preparativos, a preparação de tanto de Vicente quanto de André Luiz para uma excursão na na crosta passando pelas regiões e Aniceto fala da importância de melhorar a capacidade visual deles para
uatro preparativos, a preparação de tanto de Vicente quanto de André Luiz para uma excursão na na crosta passando pelas regiões e Aniceto fala da importância de melhorar a capacidade visual deles para a tarefa que iria ser feita. e pede para que eles eh vão até o ministério eh do esclarecimento para eh todo um trabalho de dilatação do poder visual. E dentre as falas de Alico, que é muito importante, a fala que ele faz sobre a oração, ele pede, ele pede para André Luiz e Vicente receberem o auxílio em precejamos aqui o quanto é importante a oração nas nossas vidas. Peço-lhes, todavia, receberem semelhantes auxílio em prece. Roguem a Deus lhes permita a dilatação do poder visual. Com penetre-se da grandeza desse sol sublime e sobretudo envie a majestade eterna um pensamento de consagração ao seu amor e aos seus serviços divinos. Não desejo induzi-los a atitudes de fanatismo sem consciência. Não podemos abusar da oração aqui, segundo antigas viciações do sentimento terrestre, no círculo carnal, costumamos utilizá-la em obediência delituosos caprichos, suplicando facilidades que surgiriam em detrimento da nossa própria iluminação. Então, Anisseto fala aqui da das viciações que nós temos com a oração, que é basicamente um petitório incessante, pedindo facilidades para Deus que contraria, que geraria problemas até na nossa própria iluminação. Então ele diz que a oração, né, a preenche deve ser sobretudo um estado de louvor, de gratidão. Claro que eles eh o pedido também faz parte da oração, mas o pedido para que nós nos aprimoremos e nós recebamos forças para nos aprimorar, não para tirar de nós as provações que nos auxiliam a nos tornarmos pessoas melhores. Aqui, todavia, André, a oração é compromisso da criatura para com Deus. Compromisso de testemunhos, esforço e dedicação aos superiores desígnios. Toda a prece entre nós deve significar acima de tudo fidelidade do coração. Quem ora n em nossa condição espiritual sintoniza mente com as esferas mais altas e novas luzes me abrilhantam os
desígnios. Toda a prece entre nós deve significar acima de tudo fidelidade do coração. Quem ora n em nossa condição espiritual sintoniza mente com as esferas mais altas e novas luzes me abrilhantam os caminhos. Essa é a oração, a o grande objetivo da oração para o espírito imortal, quer ele esteja desencarnado, quer ele esteja encarnado. Nós viciamos, como diz Aniceto, a própria oração no mundo físico, mas o nosso dever é para com oração nesse nível, é para eh compromisso da criatura para com Deus, para nas situações de testemunho nós fazermos esforços de de transformação de nós mesmos. nos dedicando a aos desígnios de Deus, a vontade de Deus, conectarmos a nossa vontade, a vontade divina que é a nossa nosso aprimoramento. Então, esforço de aprimoramento, rogar a Deus ajuda para nos fortalecer nesse aprimoramento e sobretudo louvar e agradecer a Deus por todo tudo que ele nos oferece de recursos para eh para nos melhorarmos, para nos tornarmos pessoas cada vez mais equilibradas, como ele diz aqui, quem Agora em em nossa condição espiritual, sintoniza a mente com as esferas mais altas e novas luzes e a brilhantes caminhos. Se isso é válido para o espírito desencarnado, é muito mais valioso para nós encarnados sintonizarmos a mente com as esferas mais altas para nos tornarmos pessoas melhores. Qual foram essas as reflexões mais importantes do módulo anterior? Vamos, o nosso encontro anterior, vamos para o nosso encontro de hoje. Nós estamos estudando o capítulo 15, a viagem na onde André Luiz e Vicente, juntamente com Anicel estão passando por uma região um bralina sem passar por pelas estradas que existem no mundo espiritual, na entre umbral e a própa, como nós vimos no capítulo anterior. Existem estradas para facilitar a a locomoção entre as esferas mais altas do planeta e o a frusta passando pelo umbral. Essas estradas na vertical são estradas no próprio umbral. Mas como Aniceto ele estava em viagem de aprendizado, ele não levou André Luiz. Vicente por essas estradas, mas pelas próprias eh
elo umbral. Essas estradas na vertical são estradas no próprio umbral. Mas como Aniceto ele estava em viagem de aprendizado, ele não levou André Luiz. Vicente por essas estradas, mas pelas próprias eh pelo próprio umbral, pelas regiões umbralinas, para que eles conhecessem a realidade da das regiões umbralinas como já não como espíritos sofredores, porque eles já tinham passado por lá, mas agora pessoas lúcidas com objetivo de auxiliar. Como que se dá essa viagem por meio de trilhas que existem nas regiões umbralas? Nós paramos aqui na no meu livro é página 96, mas pode ser páginas diferentes em outros livros, depende da edição. Durante muito tempo, Vicente e eu mantivemo-nos em prece repleta de alegria e de lágrimas. Alegrias e milagres. Aqui ele está falando da luminosidade que desprendia do espírito, tanto dele quanto de Vicente. Em seguida, retomamos a marcha como se estivéssemos vestidos em sublime luminosidade. As surpresas, no entanto, sucediam-se ininterruptamente. Aquelas vias de comunicação eram muito diversas das que conhecia até ali. Mergulhávamos num clima estranho no qual predominava o frio e a ausência de luz solar. A topografia era um conjunto de paisagens misteriosas, lembrando filmes fantásticos da cinematografia terrestre. Picos altíssimos semelhantes semelhavam vigorosas agulhas de treva desafiando a bastidão. Descíamos sempre como viajores, ladeando escuros precipícios em país de exotismo ameaçador. vegetação subia do solo. De espaço a espaço, entre os grandes abismos, aves de horripilante aspecto surgiam medrosas de quando em quando, enchendo o silêncio de pios angustiados. Rija ventania soprava em todas as direções. Pela descrição que André Luiz faz, né? Muito semelhante aqueles filmes de ficção científica que nós temos no mundo físico, em que essas paisagens são praticamente é exatamente a descrição das regiões umbralinas. Acho que os cineastas eles mergulam nesse ambiente, né? Ou por memória do passado ou mesmo desdobrados do corpo, muito
essas paisagens são praticamente é exatamente a descrição das regiões umbralinas. Acho que os cineastas eles mergulam nesse ambiente, né? Ou por memória do passado ou mesmo desdobrados do corpo, muito provavelmente. E aí ele eles trazem, né, aqueles monstros, aquelas são seres tanto da das regiões umbralinas quanto das regiões trevosas. Quando nós vemos essas descrições nas obras de Ara Luiz e de Filomeno de Miranda e e vemos esses filmes de ficção científica, de de às vezes não é nem ficção científica, é ficção mesmo, aparecem esses monstros, essas situações, são vivências dessa região. E e vejamos, tudo isso é criação da mente dos encarnados e desencarnados do planeta. Quando nós vemos a beleza de nosso lar, é porque aquela constitução, ela é fruto dos espíritos superiores que habitam a colônia eh como instrumentos da lei de misericórdia para abrigar outros espíritos que ainda não têm essa capacidade a viver eh viver rodeado do belo. Nós vemos lá no nosso lar que as a descrição de árvores, aves multicoloridas que voam na paisagem. Aqui nós temos aves de horripilante aspecto. Surgiu medrosaos de quando em quando e chega o silêncio de pios angustiados. Criação mental também não são aves desencarnadas, nem as multicoloridas de nosso lar, nem as corripilantes aqui das regiões umbralinas, né? são criação criações mentais dos espíritos que vivem nessa e criações mentais, nesse caso aqui subconsciente nas regiões eh as dos benfeitores espirituais é uma criação consciente desse ambiente belo, né, como nós vimos do parque, eh, criada pela ministra Veneranda, né, no nosso lar, toda a descrição da beleza do parque criada com a mente só pela mente dela. Ela com a sua mente foi criando toda a beleza daquele parque com as as árvores, as flores, as árvores, as as árvores florindo em cada mês do ano, diferentes espécies de árvores, pássaros multicoloridos, borboletas, tudo isso, toda essa beleza é uma criação consciente do espírito superior. Aqui nós temos uma criação subconsciente.
da mês do ano, diferentes espécies de árvores, pássaros multicoloridos, borboletas, tudo isso, toda essa beleza é uma criação consciente do espírito superior. Aqui nós temos uma criação subconsciente. Então, eh, numa das, não aqui na de André Luiz, mas umas obras de de Filomeno de Miranda e o livro nas, se não me engano nas fronteiras da loucura na ele no prefácio da obra ele coloca, ele faz a descrição dessas regiões, tanto bralinas quanto trebosas. Ele fala de réplices, de eh sapos, de que que ficam ali a pântanos onde as pessoas ficam. Tudo isso é criação mental dos espíritos que estão ali, que cujo pensamento é extremamente materializado e focado no feio, né, no no objeto, né? Não que esses os hes os batráquos sejam eh desnecessários na no mundo físico, mas no mundo espiritual. é muito melhor você ter eh pássaros multicoloridos do que aves oripilantes, né? Então, a criação mental é por causa dessa condição deles nesse momento evolutivo. Rodrigo, >> ô, Lírio, eh, nessas criações mentais, há um princípio inteligente animando? >> Há o quê? Há um princípio inteligente animando essas criações mentais. >> Não tô conseguindo entender o que você tá falando. Há inteligência humana? >> Não, há um princípio inteligente animando. >> Ah, se há o princípio inteligente animando, não. São criações mentais, né? O princípio inteligente, ele ele anima o ser vivo no mundo físico. Ele pode permanecer eh os animais domésticos podem permanecer desencarnados por um período de tempo. Aí é o princípio inteligente de eh eh desencarnado mesmo. O caso dos dos cachorros, dos noes que André Luiz cita ali são animais domésticos eh desencarnados, mas os animais selvagens eles encarnam quase que imediatamente. Nós não temos descrição de animais selvagens no mundo espiritual. Eh, uma das eh tem uma corrente do movimento espírita, fala que o André Luiz não era nem um espírito benfeitor, ele era obsessor, porque ele ele fala de animais no mundo espiritual, né? E uma da briga deles é exatamente essa
orrente do movimento espírita, fala que o André Luiz não era nem um espírito benfeitor, ele era obsessor, porque ele ele fala de animais no mundo espiritual, né? E uma da briga deles é exatamente essa de que, como Kardec não falou de animal no mundo espiritual, mas no nas própria revista espírita fala de eh de pessoas que médem, bois, cavalos no mundo espirito. Então, esses animais muitas vezes podem ser aproveitados por um período que não seria aicidade do no do mundo animal, mas para auxílio ao ser humano no mundo da no caso da da nós vimos lá na na na câmara de retificação, quando eles eles usavam os eh cavalos e burros para puxar eh as carroças, os os carros que eh adentravam naquelas regiões, porque naquela época não havia no mundo físico outros instrumentos eh que e para não assustar os espíritos, isso nós vimos lá no nosso lar, para não assustar os espíritos, eles usam a eh carros de tração animal Esses animais são desencarnados. Agora, esses aqui que está sendo descritos são criações mentais. Nesse caso, não há um princípio inteligente. Não existe, não é um princípio inteligente desencarnado que está ali como uma ave de pilante espétrico. São criações mentais que agem como eh é igual a o fenômeno das mesas girantes, né? A mesa girante age como se ela tiver fosse um ser vivo. Se você for no livro dos médiuns, Kardec descrevendo as mesas girantes, ele fala que ela tem uma vida fictícia momentânea. Não é que uma mesa se tornou um ser vivo, mas devido à mentalização de um de um espírito, ela e com fluido eh uma um ectoplasma, aquela mesa adquire uma vida fictícia momentânea. No caso desses eh dessas aves, eh desses animais eh peonhentos que muitas vezes ficam nessa região, é criação mental. Então a própria mente coletiva dos espíritos criam esses esse ambiente tenebroso, né? Eh, porque é o é o estado mental dele. Se eu vivo mentalmente cercado de jardins, de flores, eu crio isso na minha mente. E no mundo espiritual, quando eu crio com a minha mente, eu plasmo isso em torno de mim.
é o é o estado mental dele. Se eu vivo mentalmente cercado de jardins, de flores, eu crio isso na minha mente. E no mundo espiritual, quando eu crio com a minha mente, eu plasmo isso em torno de mim. Agora, se eu vivo psicamente eh, pensamentos tenebrosos perturbadores, eu crio a mesma coisa no fluido cósmico universal em torno de mim. Então, nesse caso aqui, são milhões e milhões, não é nem milhões, são bilhões de pessoas vivendo nessas regiões com pensamentos desequilibrados nesse dia. E aí forma toda essa paisagem que é uma paisagem extremamente desconfortante. Por quê? porque é uma região de eh purdação, né? É uma região de expiação essa região. Fou claro, Rodrigo? É, ficou claro. Eu só tenho um uma observação para fazer na no livro Seara Seara dos Médios, >> há uma há um apontamento que a mente exterioriza princípios inteligente. Você teria alguma coisa a dizer em relação a essa fala? exterioriza princípios inteligentes no sentido de que se a nossa mente ela é um um atributo do espírito, tudo que nós produzimos com a mente vem da inteligência nossa. Aqui não é o princípio inteligente criado por Deus. O o o ser humano, criatura não cria como Deus cria, né? Quem cria o princípio inteligente é é o criador, é Deus. Nós podemos a partir do fluido cósmico universal produzir um princípio inteligente a partir, veja, o campo da lá da aquele parque lá da não é uma criação inteligente da ministra Veneranda. >> Sim. E nesse sentido, essa fala do Sara, então uma criação, todas aquelas árvores, tudo aquilo lá não é uma árvore desencarnada no mundo espiritual. Aquilo é uma criação inteligente de um espírito inteligente que criou com esse princípio. O fluido, na verdade, o fluido cósmico universal é a matéria que é criado por Deus. O espírito sempre irá cocriar. Ele nunca é nenhum espírito consegue ser criador. Ele é cocriador. Então, a mente inteligente cria aquele aquele ambiente todo, desde a parte física rochosa, entre aspas, do ambiente até a as os vegetais, os animais, a os pássaros que estão ali,
dor. Ele é cocriador. Então, a mente inteligente cria aquele aquele ambiente todo, desde a parte física rochosa, entre aspas, do ambiente até a as os vegetais, os animais, a os pássaros que estão ali, que não fala que tem no no parque leão, leopardo, fala de pássaros multicoloridos que nós vimos lá, ó, rosezeiras, eh, é árvores, flor floridas, isso tudo tem no ambiente, criação mental do, no caso aí da ministra Vinera, mas no única no nosso lar deve ser umas centenas de espíritos que criam esse ambiente, né? Ah, numa das obras de André Luiz, não tô lembrando qual eles, o próprio André Luiz contribui para a criação do ambiente para um espírito das de altas esferas vir comunicar. Ele fo uma espécie de um tubo. E aí ele ele fez parte de uma equipe de espíritos, ele criou umas umas plantinhas que tinha eram semelhantes às plantas que ele tinha no jardim. da casa dele. E aí, pela memória ele criou ali. É uma é um um treinamento para futuras criações do espírito quando ele tiver maior capacidade. O caso daista vinerando é o espírito de alta envergadura moral, espírito superior de alta envergadura com uma capacidade intelecto moral enorme. E aí sim ela cria a partir do fluido cosmico universal, né? Sempre a partir do fluido do cósmico, que é já é algo criado por Deus. Mas o princípio inteligente que começa no á e termina como espírito angelical, só Deus é que cria. Ficou claro? OK, ficou claro. Obrigado, D. >> Acompanhou a a reflexão. É uma boa pergunta para até para desmistificar, porque vem esse grupo de de espíritas fanáticos totalmente no raciocinam, não reflete as coisas. Eles querem as coisas de forma quase que dogmática, quase não, dogmática. E aí falando besteira, fala que uma obra dessa é mistificação, é é de obsessor. >> É muito importante a gente >> tanta que ensina tanto pode ser de de um fruto de um processo de obsessão. É muito importante a gente se aprofundar, né, na compreensão, né, desse encadeamento, né, do princípio inteligente até até o anjo, né, porque a gente traz a
de de um fruto de um processo de obsessão. É muito importante a gente se aprofundar, né, na compreensão, né, desse encadeamento, né, do princípio inteligente até até o anjo, né, porque a gente traz a algumas lacunas e existem esse esses detalhes aí pra gente eh esclarecer, né? Eh, as pessoas que negam obras como as de Filomeno, as de André Luiz, são pessoas que querem enquadrar todo o conhecimento humano em cinco obras básicas. Kardec coloca claramente que as cinco obras que ele escreveu foram obras básicas e que no futuro viria complementações do conteúdo que lá já tem a base. Quando pegamos o o capítulo do laboratório do mundo invisível, no livro dos médiuns, que fala sobre o fluido cósmico universal, a criação mental dos espíritos, lá tá em toda a base no que nós estamos estudando aqui. Agora aqui tem os detalhes. Não é possível nas obras básicas, não seria possível nas obras básicas colocar todos os detalhes que nós estamos só do da da série André Luía são quantos livros? Acho que são eh 10 ou 15 livros dessa dessa série de estudos e detalhamento de como funciona o mundo espiritual. Imagina se tudo fosse cadência por obras básicas. Então é uma profunda ignorância da realidade da vida, né? Querer enquadrar as coisas de uma forma extremamente rígida. E qualquer coisa que sai fora da caixinha do pensamento dessas pessoas, não de Allan Kardec, mas da caixinha dessas pessoas, eles colocam como se fosse eh obsessão, como se fosse se eu vi uma um eh um como passou no minha timeline, né, uma pessoa falando que que ia evocar o espírito André Luiz para explicar o processo essa mistificação que ele eh colocou nas obras dele, porque Kardec fazia evocação e evocação é uma coisa necessária e eles iam evocar André Luiz para explicar. Então com certeza vai aparecer o André Luiz lá que vai falar tudo que eles querem ouvir, né? André Luiz, entre aspas, tudo que eles querem ouvir vai falar e vai falar que André ele tá arrependido, que tudo que ele escreveu é era falso, porque são pessoas
falar tudo que eles querem ouvir, né? André Luiz, entre aspas, tudo que eles querem ouvir vai falar e vai falar que André ele tá arrependido, que tudo que ele escreveu é era falso, porque são pessoas são dignas de compaixão, porque não não sabem o que estão fazendo, né? não tem mínimo condições de fazer uma evocação como Kardec Kardec fazia S Kardec no espírito superior reencarnado, que é diferente do do da nossa condição evolutiva, mas, né, são cada um tem a liberdade de escolher e de agir de acordo com que ele aproveram. Nós estamos vendo aqui nas pessoas fracassadas. Esse é um dos maiores fracassos que leva as pessoas no movimento espírita ao maior fracasso, o intelectualismo. As pessoas ficam tão intelectualizadas e e tão rígidas que elas não abrem a mente para compreender a vida com um ângulo mais alto. Um ato fica todo fechado. é igual o ventiro lá, fechado no seu mundinho e acreditando que aquele mundinho é toda a verdade eh do planeta. Continuemos aqui. Fundamente assombrado, cobrei a ânimo e perguntei ao nosso instrutor: "Que dizeis de tudo isto? Ignorava que houvesse tais regiões entre a Crosta e nossa cidade espiritual. À nossa frente sinto um mundo novo que me é totalmente desconhecida. Por quem sois, nobre Aniceto? Nada vos pergunto por ociosidade, mas estas terras me surpreendem profundamente. Anisseto, sempre amável, sorriu docemente e respondeu: "Todo este mundo que vemos é continuação de nossa terra. Os olhos humanos vem apenas algumas expressões do vale em que se exercita para a verdadeira visão espiritual, como nós outros que observando agora alguma coisa, não estamos igualmente vendo tudo. Veja, eles próprios estava dizendo que não via tudo. O Anice podia est vendo muito mais coisa que o próprio André Luiz. Esse, André, é um domínio diferente. A percepção humana não consegue aprender senão determinado número de vibrações. Comparando as restritas possibilidades humanas com as grandezas do universo infinito, os sentidos físicos são muitíssimo limitados.
humana não consegue aprender senão determinado número de vibrações. Comparando as restritas possibilidades humanas com as grandezas do universo infinito, os sentidos físicos são muitíssimo limitados. O homem recebe reduzido noticiário do mundo que lhe é moradia. É verdade que tem debassado com a sua ciência problemas profundos. A astronomia terrena conhece que o sol, por medidas aproximadas, é 1.300.000 1 vezes maior que a Terra e que a estrela capela é 5800 vezes maior que o nosso Sol. Sabe que Aruro equivale a milhares de sóis iguais aos ao que nos ilumina. Está informada de que canofos corresponde a 8.760 760 sóis idênticos ao nosso. Reunidos, mediu as distâncias entre o nosso planeta e a lua. Acompanha certos fenômenos em Marte. Saturno, Vênus e Júpiter são dos milhões de sóis aglomerados na Via Láctica. conhece as estrelas variáveis, as nebulosas espiris e difusas, e não param as observações humanas na grandeza ilimitada do macroposmo. A ciência vai igualmente aos círculos atômicos, analisa a materialização da energia, o movimento dos elétrons, estuda o bombardeio de átomos e esquadrinha corpúsculos diversos. Mas todo esse trabalho, com a colaboração das linetas de alta potência e dos geradores de milhões de voltas identifica os aspectos exteriores da vida. Há, porém, André, outros mundos sutis dentro dos mundos grosseiros. Maravilhosas esferas que se interpenetram. O olho humano sofre variadas limitações e todas as lentes físicas reunidas não conseguiriam surpreender o campo da alma que exige o desenvolvimento das faculdades espirituais para tornar-se perceptível. A eletricidade e o magnetismo são duas correntes poderosas que começam a descordinar aos nossos irmãos encarnados. alguma coisa dos infinitos potenciais do invisível, mas ainda cedo para cogitarmos de êxito completo. Somente ao homem de sentidos espirituais desenvolvidos, é possível revelar alguns pormenores das paisagens sobre nossos olhos. A maioria das criaturas ligadas à crosta não entende essas verdades senão após
te ao homem de sentidos espirituais desenvolvidos, é possível revelar alguns pormenores das paisagens sobre nossos olhos. A maioria das criaturas ligadas à crosta não entende essas verdades senão após perderem os laços físicos mais grosseiros. É da lei que não devemos ver senão que possamos observar com proveita. Aquele ele uma série de conhecimentos da ciência do primeiro a metade do século XX. Hoje na nós somos na primeira metade do século XX. Esses conhecimentos aqui foram muito ampliados, mas como ele diz aqui, somente da da parte exterior da vida, dessa parte mais intensciada, mais eh imaterial, não conhecemos nada ainda. O próprio corpo humano, a as questões do perespírito, do corpo sutil do espírito, a medicina ocidental é ignorante total dessa realidade aqui nossa, no dia a dia nosso. Imagina eh eh imaginar esses mundos, né, as colônias espirituais. Só no movimento espírita é que nós temos alguma noção disso ainda assim mesmo bem acanhado, né? As construções que existem abaixo da crosta terrestre, nessa camada eh líquida do planeta, que é líquida para nós, mas para o mundo eh espiritual não existem cidades nas entranhas do planeta, como existem nas colônias espirituais. Só que cidades trevosas, né? Essa paisagem aqui do umbral ainda é menos tenebrosa do que as paisagens que existem, né, as as cidades espirituais na nas regiões trebosas, que é abaixo da crosta terrestre. Então, nós somos muito distantes de conhecer essa verdade, né? E no próprio movimento espírita existe as pessoas que reflutam tudo isso. Nós analisando a descrição, a gente vê que tem uma lógica, não é uma um fantasia. E vejamos, toda essa descrição aqui surgiu de uma pessoa que só tinha cartel 4º ano primário. Não dá para você desconsiderar o médium que não tinha conhecimento, né? as obras de Andreo Luía, não esta aqui, mas o a partir do missionário da Luz tem detalhes de conhecimento que muitos médicos na terra ainda não tm e que são descritos eh eh situações que a medicina no mundo físico ainda
Luía, não esta aqui, mas o a partir do missionário da Luz tem detalhes de conhecimento que muitos médicos na terra ainda não tm e que são descritos eh eh situações que a medicina no mundo físico ainda desconhece. E como que tudo isso surgiu de um uma pessoa que só tinha até o quarto ano primário, não era um estudioso eh a autodidata de tudo isso, porque é é muito conhecimento para uma mente só, mesmo que ele fosse um estudo passasse o tempo todo estudando, que não era o caso, todos nós conhecemos a vida dele, né? Era uma vida de trabalhar e no centro espírita passado a noite toda, não tinha tempo de ir paraa enciclopédias, para livros, que naquela época não tinha computador para para buscar, como hoje tem. Imagina para ele ter conhecimento por ele mesmo de tudo que só esse parágrafo aqui, a quantidade de descrição, ele precisaria de ter muito tempo de estudo para ter só esse parágrafo que nós acabamos de de ter. Então é uma realidade que é lógica, faz sentido, tem todo um uma conotação moral muito profunda que nós podemos mergulhar na essência disso, sem ter medo de achar que ah é um obsessor que tá disfarçado, que tá que tá trazendo coisas mentirosas para todos nós. É a verdade. É a verdade que ilumina, que nos auxilia a nos conectar com a realidade da vida, né? Alguma reflexão? Quem são perguntas? Continuemos aqui. Nessa altura, Anet Calou-se, comovido com as instruções, guardei religioso silêncio. Agora, em meio das sombras, divisava alguns vultos negros que pareciam fugir apressados, refundindo-se na na treva das furnas próximas. Nosso orientador avisou cauteloso: "Procuremos interromper os efeitos luminosos do nosso corpo espiritual. Bastará que pense com vigor na necessidade dessa providência. Estamos atravessando extensa zona a que se acolhem muitos desgenturados. E não é justo humilhar os que sofrem com a exibição de nossos bens. Obedecendo ao conselho, verifiquei o efeito imediato. Os fios de luz que me radiavam do corpo apagaram-se como por então. A excursão tornou-se menos agradável.
ue sofrem com a exibição de nossos bens. Obedecendo ao conselho, verifiquei o efeito imediato. Os fios de luz que me radiavam do corpo apagaram-se como por então. A excursão tornou-se menos agradável. Descíamos milagrosamente através de espenhadeiros de longa extensão. A sombra fizera-se mais densa, a ventania mais lamentosa e impressionante. Após algum tempo de marcha em silêncio, divisamos ao longe um grande castelo iluminado. Eto fez um gesto significativo com indicador e explicou: "É um dos postos postos de socorro de Campo da Face". Campo da Faz é uma das colônias próximas ao nosso lar, né? Então, vejamos essa fala do do do aneto, né? reduzir a vibração deles para não se humilhar aqueles que estavam ali como habitantes dessa região, espíritos sofredores, totalmente ignorantes da própria condição. Posto de soccer. Capítulo 16. Deslumbrava-me a visão do castelo soberdo. Incapaz de de exprimir a admiração que me dominava. Acompanhei Ceto em silêncio. Com grande surpresa, entretanto, verifiquei que a construção magnífica não se tinha sem defesa. Cercava esses muros numa extensão que meus olhos não conseguiam abranger. Quem imaginasse uma tal instituição localizada nas zonas invisíveis, dificilmente conceberia contra fortes daquela natureza. A noção de céu e inferno, fundamente arraigada na mente popular, não deixa perceber que os homens, de modo geral não se modificam com a morte física, como a troca de residência não significa mudança de personalidade para a criatura comum. Aqui essa fala de de que a Luiz coloca é muito interessante, né? Por eh muita gente acha que a morte transforma o espírito. Tanto é que as pessoas no nos nos funerais elas só falam por parece que é um santo que desencarnou, né? Grande Bira são todos santos, todos maravilhosos, todos lindos. E não é assim, né? Não é a morte não transforma. Então, por que que esse poço de socorro tinha era totalmente murado? como também nosso larado, como se fossem eh eh cidades medievais muradas, porque no nessa dimensão, nessa nessa
rte não transforma. Então, por que que esse poço de socorro tinha era totalmente murado? como também nosso larado, como se fossem eh eh cidades medievais muradas, porque no nessa dimensão, nessa nessa região, eh aqui nós estamos nosso lar fica nas na já na na no término do umbral. Aí ela é próxima da região branilha. Aqui tá dentro do próprio umbral. Se não houver toda uma série de muro de proteção, os espíritos das sombras invadem o ambiente, porque a são espíritos que não respeitam o livre ali, não respeitam as vezes, por isso que estão ali, senão não estariam. Então, por isso que há toda uma a eh inclusive a fortificações, o espírito que se aproxima, ele toma choques, ele eh não é para o mal do espírito, é para o bem dos que estão ali protegidos no posto de socorro. Senão o posto de socorro era posto de baldúia, né? Espantado, notei que o nosso orientador fazia mover quase imperceptível campainha disfarçada na muralha. Veja, até a campanha era disfarçada para que os espíritos não perturbassem quem estava lá dentro. Creio que se Anisseto estivesse só, não precisaria desse expediente, dado o seu poder espiritual acima de todas as existências grosseiras, ele poderia ter entrado sem tocar campainha, né? No entanto, estávamos em sua companhia e mais uma vez quis igualar-se a nós por fidalguia de tratamento. Ocultar a própria glória é do código do bom pãom. nas sociedades espirituais nobres e santas. Atendendo nos dois servidores, abriram a porta extremamente pesada que rodou nos bonzos, como se daria em qualquer edificação mais antiga do plano terrestre. É como um castelo medieval mesmo, né? Se deu a a porta pesada, rangeu a as dobradiças semelhante a uma porta. de um castelo medieval. Salve mensageiros do bem", disseram ambos ao mesmo tempo, fixando Anisseto em atitude reverente. Aniceto levantou a mão que se fez luminosa nesse instante e balou balceou algumas palavras de amor, retribuindo a salva a saudação respeitosa. Entramos. Fiquei admirado por mares e jardins maravilhosos
niceto levantou a mão que se fez luminosa nesse instante e balou balceou algumas palavras de amor, retribuindo a salva a saudação respeitosa. Entramos. Fiquei admirado por mares e jardins maravilhosos perdiam-se de vista. A sombra aí não era tão intensa. Veja, na mesma região. Só que porque os habitantes do local já pensam de forma diferente, já clarei porque vejamos a a prosta, nós recebemos a luz do sol, durante o dia tá tudo claro, mas no mundo espiritual a luz não penetra por causa da da energia eh mental destrutiva das pessoas que ficam nas regiões braminas. Eh, a sombra aí não era tão intensa. Sentíamos-nos banhados em suavidade crepuscular, graças ao grandes forcos de luz adiante. O interior apresentava aspectos inesperados. Somente agora eu compreendia que a muralha ocultava a maioria das construções. Pavilhões de vulto adinhavam-se como se estivéssemos diante de prodigioso do Candário. Turmas variadas de homens e mulheres dedicavam-se a serviços múltiplos. Ninguém parecia dar conta da nossa presença, tal interesse que o trabalho despertava em cada um. Acompanhávamos a Nisseto através de numerosas fileiras de árvores senhoriz e se assemelhavam a carvalhos antiguíssimos. Vejamos lá fora eram árvores ressequidas, árvores eh as vegetação, uma vegetação, uma cabra, né? Como André Luiz escreve, já dentro do posto Seovra havia beleza por causa das pessoas que estavam aliadas no tempo, né? Observava, todavia, que nesse abençoado posto de socorro, a natureza se fizera maternal. Havia agora mais luz no céu e o vento era fagueiro, era mais fagueiro, sussurrando brandamente no arvoredo do fardo. Lembramos no na lá fora uma ventania gelada, né? O bondoso instrutor, notando a nossa admiração, esclareceu. Esta paz reflete o estado mental dos que vivem nesse posto de assistência fraterna. Acabamos de atravessar uma zona de grandes conflitos espirituais que você ainda não pode interceber. A natureza é mãe amorosa em toda parte, mas cada lugar mostra a influenciação dos filhos de Deus que o habitam. Então
ssar uma zona de grandes conflitos espirituais que você ainda não pode interceber. A natureza é mãe amorosa em toda parte, mas cada lugar mostra a influenciação dos filhos de Deus que o habitam. Então esse parágrafo diz tudo. Tudo é de acordo com a mente daqueles que habitam a região. Ali nesse posto as pessoas todas focadas no bem. Então mesmo na mesma no mesmo ambiente geográfico, né, em termos de localização, mas a mente das pessoas, a energia mental era salutar. equilibrada e aí gerando todo o equilíbrio no ambiente. Isso é válido também para nós encarnados. Nossos lares também nós nós temos a construção física e temos a construção mental. Nós já tivemos oportunidades de médiuns de efeito, de desdobramento de irem até casas de determinadas pessoas vivendo assim, fisicamente eram manções, mas no mundo espiritual semelhante aquelas casas mal assombradas de filme de terror. Teia de aranha para todo lado, animais pessonentos. a parede toda cheia de umas substâncias gozmenta, escura, mal cheirosa. Eh, a os armários cheios de coisas podres, geladeira cheia de coisa podre, a dimensão espiritual dentro da própria casa. Por quê? Nós vamos irradiar a nossa energia mental como uma forma, como movimento de acordo com a energia mental. Mesmo que a pessoa esteja fisicamente num ambiente e possa ser maravilhoso, entre aspas, tudo bonitinho, tudo limpo, tudo eh higienizado no mundo físico. Mas se a energia mental das pessoas que habitam ali é uma energia mental viciosa, não existe hábitos de oração, de radiação de energia mental, o ambiente se torna um ambienteo, mesmo em locais que aparentemente seria eh um ambiente equilibrado. Nós criamos o tempo todo com a nossa mente. É o que o aneto coloca aqui. A natureza é mai amorosa em toda parte, mas cada lugar mostra a influenciação dos filhos de Deus que o abriam. Isso é válido para o planeta como um todo, coletivamente, e é válido para cada um de nós individualmente. A explicação não poderia ser mais clara. Atingindo o edifício central, construído
ue o abriam. Isso é válido para o planeta como um todo, coletivamente, e é válido para cada um de nós individualmente. A explicação não poderia ser mais clara. Atingindo o edifício central, construído a maneira de famoso castelo europeu dos tempos feudais, fomos defrontados por um casal extremamente simpático. Meu caro Aniceto falou o cavalheiro abraçando o nosso orientador. Meu caro Alfredo, minha nobre esmalha, respondeu Alisseto, sorridente. Após as saudações afetuosas, apresentou-nos lisongiro. O casal abraçou-nos, evidente. Evidenciando cordialidade e atenção a nega. Nosso prezado Alfredo continuou Aneto Sidan. É o dedicado administrador deste pão r oso de socorro. Há muito tempo consagrou-se ao serviço de nossos irmãos ignorantes e desviados. Ó, ó, não prossiga revidou apresentado, como a fugir às referências elogiosas. Consagrei-me simplesmente ao dever e como se quisesse modificar a conversação, prosseguiu atencioso. Mas que surpresa agradável, há muitos dias não temos visitas de nosso lar. Ainda bem que vieram hoje quando Esmália veio igualmente ter comigo. Por que considerei intimamente? Não seria aquela senhora de limpo semblante a esposa dele? Não viveriam ali juntos como na terra? Antes, porém, que pudesse chegar igual a qualquer conclusão, Alfredo conduzia-nos ao interior doméstico. As escadas de substância idêntica ao mármore impressionam-me pela transparente beleza, de varanda extensa e nobre, onde as colunatas se enfeitavam de era florida, muito diferente, porém, da que conhecemos da Terra. Penetramos um em vasto salão mobiliado ao gosto mais antigo. Veja essa descrição aqui, ó. Essa era floriva não existe no mundo físico. Então é criação mental dos espíritos. Não é uma era desencarnada no mundo, não é nem nem dá para falar desencarnada, né? Porque é vegetal, desvegetada no mundo espiritual. Não é isso, é criação mental. Então, o espírito quer uma era florida, ele pensa, cria a era florida, por isso que ele fala que é diferente das que conhecemos na Terra. Os móveis
a no mundo espiritual. Não é isso, é criação mental. Então, o espírito quer uma era florida, ele pensa, cria a era florida, por isso que ele fala que é diferente das que conhecemos na Terra. Os móveis delicadamente esculturados formavam um conjunto encantador. Admirado, fixei as paredes de onde pendiam quadros maravilhosos. Um deles, contudo, impunha-me especial atenção. Era uma tela enorme, representando o martírio de São Dinis, o apóstolo das Galias, rudente supriciado nos primeiros tempos do cristianismo, segundo meus humildes conhecimentos de história. tricado, recordei que vira na terra um quadro absolutamente igual àquele. Não se tratava de um famoso trabalho de Bonar, célebre pintor francês dos últimos tempos. A cópia do posto de socorro Davi era muito, muito mais bela. A lenda popular estava lentamente pressa nos mínimos detalhes. O glorioso apóstolo Seminu com a cabeça decepada, tronco aureulado de intensa luz, fazia um esforço supremo por levantar o próprio crânio que lhe rolara os pés, enquanto os assassinos o contemplarvam tomados de intenso horror. Do alto, via-se descer um emissário divino, trazendo ao servo do Senhor a coroa e a palma da vitória. Havia, porém, naquela cópia profunda luminosidade, como se cada pincelada mantivesse movimento e vida. Observando minha admiração, Alfredo falou sorrindo: "Quantos dos visito pela primeira vez estimo a contemplação desta cópia soberguerda?" "Ah, sim, retruquei. O original, segundo estou informado, pode ser visto no panteão de Paris. Engana-se!" Meu gentil interlocutor. Nem todos os quadros, como nem todas as grandes composições artísticas, são originariamente da Terra. É certo que devemos muitas criações sublimes à celebração humana, mas neste caso o assunto é mais transcendente. Temos aqui a história real dessa tela magnífica. foi idealizada e executada por nobre artista cristão de uma cidade espiritual muito ligada à França. fins do século passado, embora estivesse retido no círculo carnal, o grande pintor de bairro Boyoni
foi idealizada e executada por nobre artista cristão de uma cidade espiritual muito ligada à França. fins do século passado, embora estivesse retido no círculo carnal, o grande pintor de bairro Boyoni visitou esta essa colônia em noite de excelsa inspiração que ele humanamente poderia classificar de maravilhoso sonho. Desde o minuto em que viu a tela, Florrentã Buboná descansou, não descansou enquanto não a reproduziu paridamente em desenho que ficou célebre no mundo, no mundo inteiro. As cópias terrestres, todavia, não tem essa pureza de linhas e luzes, e nem mesmo a reprodução sobre nossos olhos tem a beleza imponente do original, que já tive a felicidade de contemplar de perto, quando organizávamos aqui no posto homenagens singelas para a honrosa visita que nos fez o grande servo do Cristo para movimentar as providências. necessárias. Visitei pessoalmente a cidade espiritual que me referi. Grande espanto apoara-me do coração. Apoceada a tortura santa dos grandes artistas, divinamente inspirados na criação de obras imortais. Agora reconhecia que toda a arte levada é sublime na terra. porque traduz visões gloriosas do homem na luz dos planos superiores. Muito interessante, né, essa muito do que se vê na Terra, em todas as artes, são cópias daquilo que existe no mundo espiritual, né? essa tela, uma cópia da do original dessa colônia espiritual ligada à França. E a que existe em Paris, no panteon de Paris, é a cópia da cópia. Muito interessante a forma como a arte se propaga. É isso que levou, por exemplo, Betovem a a compor a nona sinfonia completamente surda. Porque ele ele no desdobrado de um pouco não era surdo muito provavelmente, né? A nona sinfonia deu uma beleza assim, talvez seja da da de todas as sinfonias, a mais bela, muito provavelmente é uma fópia de algum eh músico da dimensão espiritual que compôs a nona sinfonia e ele conseguiu mesmo sur reproduzir. Isso é uma cogitação nossa a partir dessa. Nunca li nada sobre isso, mas muito provavelmente foi isso que aconteceu.
imensão espiritual que compôs a nona sinfonia e ele conseguiu mesmo sur reproduzir. Isso é uma cogitação nossa a partir dessa. Nunca li nada sobre isso, mas muito provavelmente foi isso que aconteceu. Parecendo interessado em contemplar meus em completar meus pensamentos, Alfredo considerou: "O gênio construtivo expressa a superioridade espiritual com livre trânsito entre as fontes sublimes da vida. Ninguém cria sem ver, ouvir o sentido e os artistas de superior mentalidade costumo ver, ouvir e sentir as realizações mais altas caminho para Deus, mas voltando-se a Fável para anisseto clamor. No entanto, no momento no não o momento não comporta devagações. Sentem-nos devem estar cansados da peregrinação difícil necessitam refazer energias e repousar ao vental. Vai pronunciar no capítulo número 17, o romance de ofrenda. Depois de alguns minutos utilizados por nós no serviço da higiene reconfortadora, Alfredo convidou-nos à mesa, onde esmalha, com extrema fidalguia mandou servir frutos diversos. Os senhores do castelo não podiam ser mais gentis. Servidores iam em vinho com grande júbilo, a lhes transparecer do rosto. A palestra de Alfredo e as observações de Smallia estavam cheios de notas interessantes e educativas. "E qual a sua impressão dos serviços em geral?", perguntou Anisseto, atencioso, dirigindo-se ao dono da casa. Excelente. Quanto as oportunidades e realização que nos oferece, respondeu Alfredo em tom significativo. Entretanto, não tenho mesmo parecer quanto a situação imposto. As zonas a que servimos servimos estão repletas de novidades dolorosas. O presente período humano é de conflitos devastadores e as vibrações contraditórias que nos atingem são de molde enfraquecer qualquer ânimo menos decidido. Desencarnados e encarnados empenham-se em batalhas destruidoras. é uma lástone, multiplica-se o número de necessitados e recorre ao posto, continuou indagando o nosso orientador. Enormemente, nossa produção de alimentos e remédios tem sido integralmente absorvida pelos
a lástone, multiplica-se o número de necessitados e recorre ao posto, continuou indagando o nosso orientador. Enormemente, nossa produção de alimentos e remédios tem sido integralmente absorvida pelos famintos e doentes. Tenho 500 cooperadores, mas nos sentimos presentemente incapazes de atender a todas as obrigações. As massas de sofredores são incontáveis. Noutro tempo, nossa paisagem se mantinha sem sombras durante muitas semanas. Mas agora, nesse instante, Esmália pediu licença para dirigir-se ao interior. E como Alfredo fixasse os olhos nos meus, aventurei-me a considerar. Ainda bem que tendes uma minegada companheira ao vosso lado. Ele e Anet sorriram quase a um só tempo, falando-nos ao a o admin o administrador. Ah, meus amigos, por enquanto não tem essa felicidade em caráter definitivo. Minha esposa e eu temos o divino compromisso da união eterna, mas ainda não lhe mereço a presença quantina. Ela é a bondade celeste e eu a realidade humana. Depois de pequena pausa, prosseguiu com gentileza. Anisseto conhece-nos a história. Vocês, porém, a ignoram. Sentir-mei, portanto, contente em relatar algumas lembranças com benefício duplo. Aliviarei o coração uma vez mais, contando minhas faltas. E vocês dois, que talvez tenham em em breve novos serviços na terra, aproveitarão, por certo alguma coisa das minhas experiências. Smar e eu guardávamos um esio de felicidade no mundo. No entanto, os salteadores perversos expressavam-nos aventura. Minha responsabilidade era enorme no campo dos negócios materiais e longe de compreender as obrigações sublimes de esposa e pai, não procurava atender aos deveres justos para comar e os dois filhinhos que Deus lhe enviara ao circo no doméstico. Esmalha, porém, era a providência de nossa casa. Esqueci-me com tudo de que a virtude a qualquer tempo será atormentada pelo vício. E minha nobre companheira foi vítima da maldade de um amigo desleal, com quem tinha eu inúmeros interesses em comum no campo monetário. Minha esposa sofreu em silêncio a
o será atormentada pelo vício. E minha nobre companheira foi vítima da maldade de um amigo desleal, com quem tinha eu inúmeros interesses em comum no campo monetário. Minha esposa sofreu em silêncio a perseguição dele por alguns anos consecutivos. E quando meu desventurado sócio verificou a inutilidade da atitude criminosa em franco desespero, buscou envenenar meu espírito desprevenido. Começou por advertir-me quanto ao procedimento dela. Atordoou-me envolvendo-a em acusações descabías. subornou criados do Méxicos e colocou espiões que seguissem minha querida esmalha nas tarefas de esposa e mãe. Esse homem exercia profunda influência sobre mim e atendendo aos laços que nos uniam, minha companheira jamais se sentiu com bastante coragem para denunciá-lo. Enquanto dava ouvidos à calúnia fora de meu círculo doméstico, tortara-me intolerável dentro dele. Não sabia contemplar minha esposa com a despreocupação e confiança absoluta de outra época. vi o mal nos seus mínimos gestos e queria descobrir, segundo as intenções das suas frases mais inocentes. Cheguei a acusá-la veladamente e chorou e calou-se. Por fim, nosso infeliz perseguidor subordnou um homem de baixa condição que permaneceu certa noite ao lado de nossos aposentos particulares como vulgar ladrão as ocultas, sendo eu convocado à prova máxima. Penetrei no quarto em extremo desespero e acusei em voz alta ao ver a companheira profundamente tranquila. Smália levantou-se receosa da minha saúde mental, mas não lhe atendi os rodos, procurando como louco conspurcador da minha honra, abri violentamente grande armário antigo vasculando um quarto. Nesse instante o vulto de um homem esgueirou-se na sombra do aposento próximo. E antes que eu pudesse agarrá-lo no meu ódio em frene, saltou a janela alcançando o pomar de nossa casa. Corri desesperado, detonando balas a, mas nada consegui. Regresseiu ao quarto para o cúmulo da calúnia odiosa, no desconhecido deixar atrás de si um chapéu novo, rigorosamente moderno, para que se acentuassem meus sentimentos
ndo balas a, mas nada consegui. Regresseiu ao quarto para o cúmulo da calúnia odiosa, no desconhecido deixar atrás de si um chapéu novo, rigorosamente moderno, para que se acentuassem meus sentimentos terríveis. Olhos congestos vomitando em sucos. Quis eliminar a esmalha banhada em lágrimas a meus pés. No entanto, alguma coisa que nunca pude compreender na terra paralisou-me o braço quase homicida. Vciferando blasfêmeas surdo aos dela, afastei-me do lar tomado de horror. No dia imediato, fiz valer meu direito exclusivo sobre os filhos e providenciei para que convertida em estátua de dor fosse restituída a fazenda paterna. contratei uma governanta para os meninos e logo após tomei o paquete para Europa, onde me demorei mais de 3 anos. Nunca me propus a verificações sérias, embora tivesse o espírito incessantemente atormentado, humilhei os sentimentos mais íntimos, jamais procurando notícias da companheira caluniada. Certo dia, recebi uma carta lafrônica na costa francesa. Um parente dava-me informações da esposa. Após dois anos angustios entre a saudade e o abandono, Ismail fora acolhida pela tuberculose, falecendo em terrível martirológio moral. Liberei então a volta, fixei novamente no rio, eduquei os fininhos e conservei a dolorosa vivez no desencanto do coração. Os ranos rolaram uns sobre os outros quando fui chamado a cabeceira do ex-sócio agonizante. O infeliz em face da morte confessou o reino de hoje, pedindo um perdão que, infelizmente não pude conceber. Transformei-me desde então num luto irremediável. Cansado, envelhecido, procurei a propriedade rural dos sogros, tentando reparar de alguma sorte a injustiça, mas a morte não me deu ensejo e voltei para a esfera dos desencarnados em tristes condições espirituais. Nesse instante fez uma pausa para continuar comovido. Não preciso dizer que recebi desmia todo o amparo de que necessitava. Todavia, infelizmente, para mim estamos separados. Não merecia a bênção da união suprema. Esmalia segue-me de perto, mas tem
vido. Não preciso dizer que recebi desmia todo o amparo de que necessitava. Todavia, infelizmente, para mim estamos separados. Não merecia a bênção da união suprema. Esmalia segue-me de perto, mas tem residência no plano superior. E devo esforçar-me por alcançar. Desde muito dediquei meus serviços no nosso posto de sofrer. Consagrei meus ignorantes e sofredores. E minha santa esmalha vem até aqui mensalmente incentivar-lhe o bom ânimo e amparar-me nas lutas. Mas não poderia ela transferir-se definitivamente para aqui? A Gou Vicente, tão impressionado quanto eu, com um romance promovedor. Alfredo sorriu e falou: "Sei que Smallha tem trabalhado para isso e seu ideal de união eterna era idêntico ao meu, atendendo a circunstância de estar superior, sempre em posição de dar o inferior. Mas não ignoro que foi advertida por nossos maiores das minhas atuais necessidades de esforço e solidão. Preciso conhecer o preço da felicidade para não menosprezar menusprezar de novo as bênçãos de Deus. Minha esposa deseja descer para encontrar-me definitivamente comigo. Entretanto, é necessário que eu aprenda a subir. E, por esse motivo, ainda não recebemos a devida permissão para o definitivo consórcio espiritual. Observando-nos a emoção, concluiu. Estou resgatando crimes de precipitação. Pela impulsividade delituosa, perdi minha paz, meu meu lar e minha devotada companheira. Conforme ouviram, não matei nem roubei a ninguém, mas envenenei-me a mim próprio. Calúnia é um monstro invisível que ataca o homem por meio dos ouvidos invigilantes e dos olhos desprevenimos. Muito interessante, né? A vida do do Alfredo e da Esmalia. muito parecida com de rubulentos e liva, né? Há 2000 anos que o Bentulus devido à calúnia não de um sócio, mas daquela mulher que esqueci o nome dela, caluniou e hã >> Cláudia é Cláudia. É Cláudia não, Cláudia não. Cláudia era esposa de Pilatos, era a irmã da Cláudia. Ela que fez a intriga, né? >> É. A Cláudia era esposa de Pilatos, a irmã dela que tinha interesse no que
ia é Cláudia. É Cláudia não, Cláudia não. Cláudia era esposa de Pilatos, era a irmã da Cláudia. Ela que fez a intriga, né? >> É. A Cláudia era esposa de Pilatos, a irmã dela que tinha interesse no que calumiou, dizendo que Lívia tinha um caso com Pilatos. criou toda uma situação e e o público lento acabou acreditando. Foi a mesma coisa que aconteceu com Alfredo e acreditou na calúnia e não na esposa. Lívia, ele não a expulsou de casa, mas ela viveu 20 anos eh apartado do esposo e até do filho, né, das da filha e do filho. No caso da esmalha, a mesma coisa. Termina com a tuberculose. E como ele diz aqui, a calúnia realmente é um monstro invisível. O caluniador normalmente ele tem inveja, tem respeito do caluniado. E aí, como ele gostaria de ter algo, no caso aqui, o sócio dele queria ter a a Esmália como esposa, como ele não conseguiu, ele destruiu o casamento do sócio e da esposa dele, porque o caluniador ele tem muita inveja do outro e por inveja ele calunia para destruir eh aquele que ele inveja. E realmente é um monstro invisível que ataca o homem por meio de ouvidos invigilantes e dos olhos desprevenidos. Porque aqueles que se submetem a calúnia acabam caindo numa teia de desinformação, de de mentiras que eles passam a ver como se fosse expressão da verdade. Nosso tempo foi embora. Vamos, Sônia, você faz a frce. ao nosso coração com profundo sentimento de gratidão por tudo que podemos conhecer hoje dos acertos, dos erros, com a nossa gratidão ao Dr. que doa o seu tempo pro nosso conhecimento um pouquinho ampliado nesta noite e que possamos levar conosco tudo aquilo que foi dito, foi refletido na noite de hoje, que possa nos amparar durante toda a semana e que possamos estar novamente reunidos na terça-feira, que estejamos todos nós sob as bênçãos de Jesus. Graças a Deus. Uma boa noite para todos nós, muita paz e nós nos vemos na próxima terça-feira. Tchau. Obrigada, doutor.
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