Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E38 – Cap. 19: Socorro de libertação – Parte 2

Mansão do Caminho 23/04/2026 (há 1 mês) 752 visualizações

Na segunda parte do Capítulo 19 de Loucura e Obsessão, o Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert aprofunda o acompanhamento espiritual dos processos de socorro e libertação, evidenciando a continuidade do amparo oferecido pelos benfeitores. O estudo destaca que a consolidação da recuperação depende da perseverança no bem, da renovação íntima e da manutenção de sintonia elevada. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host: Tânia Menezes 🔎 Aprofundamentos: Tânia Menezes e Jussara Korngold 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #SocorroEspiritual #EstudoDaObra #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #LibertacaoEspiritual #Desobsessao #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #MansaoDoCaminho #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, boa noite a todos os amigos e amigas que nos acompanham neste maravilhoso estudo das obras de Filomeno de Miranda, que é o grupo de estudo Sueli Calda Schuber. Hoje eu estou na companhia maravilhosa da querida Jusara Cornigold. Boa noite, Ju. Tudo bem com você? >> Boa noite. Olá a todos. Uma boa noite para todos. Vamos lá. Hoje a gente tem um estudo muito interessante. Então, para eh antes de iniciar o nosso estudo, vamos convidar a todos para a nossa prece, rogando a Jesus as bênçãos, a proteção para cada um de nós que neste momento se conecta com ele, com os benfeitores espirituais, com os queridos os dirigentes deste trabalho, Manuel Filomeno de Miranda, Sueli Caldas Schuber, que nos orientam, nos esclarecem para que as preciosas lições possam trazer aos nossos corações o refrigério, a iniciativa que precisamos ter. para a caminhada com mais clareza, com mais discernimento, para que possamos alcançar os propósitos a nós confiados. Que este momento seja um momento especial para cada um de nós e que a paz de Jesus prossiga conosco hoje e sempre. Que assim seja. Então, nós vamos para o segundo momento do capítulo 19, que é intitulado Socorro de Libertação. Os primeiros aprofundamentos a nossa querida Jusara vai eh dar prosseguimento e depois nós continuamos. Bom, então, como nós sempre temos feito semana após semana nesse estudo das obras de Manuel Filomeno de Miranda, nós procuramos eh procurar as realmente essas pérolas que Manuel Fom de Miranda coloca em todos os seus capítulos. E neste capítulo, né, no capítulo 19, nós vemos uma passagem que nós vamos já já eh detalhar que nos nos lembra e nos leva à questão de refletir e até de se questionar em relação à nossa submissão à vontade de Deus. E tem momentos, né, na vida da gente que que a fé ela deixa de ser teoria, ela tem que se tornar uma decisão. Alguns momentos em que não basta a gente só acreditar em Deus, nós temos que confiar em Deus. Mas será que é que é fácil? Será que a gente consegue, né? Porque na realidade esse

se tornar uma decisão. Alguns momentos em que não basta a gente só acreditar em Deus, nós temos que confiar em Deus. Mas será que é que é fácil? Será que a gente consegue, né? Porque na realidade esse confiar significa que a gente tem que abrir mão do controle, abrir mão daquele entendimento que a gente tem, daquilo que a gente mais ama, né? Então eu acho que é um desses momentos, né, que nos convida justamente [roncando] aí num passo além da razão, nesse território que a gente se entrega, né, se entrega à vontade de Deus. E no capítulo Manuel Filomeno de Miranda, né, nessa eh nessa obra, ele traz o o momento em que no plano espiritual está sendo realizada uma reunião, né, mediúnica, aonde são trazidos os espíritos que vão estar sendo assistidos. E ali a gente vê aquele jovem que tá muito há muito tempo, né, mergulhado no sofrimento, com muitas limitações, com noites de tormento, né? Mas a gente vê que esse sofrimento não é por acaso, né? Ele é uma, ele é uma realidade como nós entendemos a lei de causa e efeito. Ele não é um fruto de uma história que atravessa várias vidas, várias encarnações e muitas delas, infelizmente, o nosso passado tem sido marcado por traição, por dor e desespero. É quando então o obsessor, né, declara que aquele homem que havia, né, esse jovem agora que sofre, que havia sido amigo da família dele numa outra encarnação, acabou seduzindo a filha e envolveu-a emocionalmente e ela acabou se suicidando e obviamente ele como pai acabou passando por uma dor inconsolável de ver a filha se suicidar e acaba se transformando num perseguidor. Por isso que Jesus, né, também nos falava para aprendermos a amar até mesmo os nossos inimigos, entendendo o que vem por trás de toda de todo esse nosso passado, né? Então ele a a medida que o que o agressor, né, vamos dizer que era na no caso esse jovem reencarna, ele como pai da moça acaba se eh conectando com esse encarnado e procurando a justiça, porque às vezes é aquilo, a gente quer a justiça, a gente quer a justiça do jeito que a gente acha

vem reencarna, ele como pai da moça acaba se eh conectando com esse encarnado e procurando a justiça, porque às vezes é aquilo, a gente quer a justiça, a gente quer a justiça do jeito que a gente acha que tem feito, tem que ser feito e na hora que a gente acha que tem que ser feito. O que é muito interessante até nesse nesse capítulo é que o pai justamente do encarnado, né, desse jovem é que serve de intermediário nessa conversa com o obsessor, né, aquilo que nós conhecemos às vezes por doutrinação, pelo diálogo, mas na realidade como pai e como pai de um sofredor, quando ele conversa com esse espírito, ele conversa de uma maneira assim de alma para alma, como deveria ser todas as conversações que nós vamos ter nas nossas reuniões mediúnicas. E aí o obsessor, mostrando toda a dor que ele tinha, ele fala: "Mas ele destruiu a minha vida. Ele tirou de mim o que eu mais amava e agora eu tenho direito a cobrar." E aí a resposta do pai consciente, como nós temos que ser conscientes, ele diz: "Mas eu não tô aqui para inocentar o erro, mas para pedir misericórdia. É a posição em que todos nós nos encontramos. Estamos seguros que pelo fato de reencarnarmos um planeta que agora passa por uma transição que sim vai trazer o avanço, a melhora dos seus habitantes, das suas leis, mas se a gente entende que nós estamos caminhando aqui trazendo uma bagagem, essa bagagem de dor, essa bagagem de erro, essa bagagem de vingança. E o que a gente pode pedir é misericórdia. Misericórdia a Deus, misericórdia aqueles espíritos que nós, com os nossos erros, levamos, como é o caso desse obsessor, a esses atos de loucura. E aí quando o espírito sente o pai, né, e sente toda a situação e na verdade é na hora já que é a hora do livramento, ele diz: "Mas se eu me desligar dele, eu estou tão enraizado com ele que se eu me afastar, o corpo dele pode não resistir." Ou seja, o jovem iria à sua desencarnação. E aí você imagina a situação do obsessor perguntando para o pai: "Você tem certeza que você quer que eu

ue se eu me afastar, o corpo dele pode não resistir." Ou seja, o jovem iria à sua desencarnação. E aí você imagina a situação do obsessor perguntando para o pai: "Você tem certeza que você quer que eu me afaste?" É um impossível se apresentando, né? Porque agora não se tratava mais de, né? libertar o obsessor, mas de fazer uma escolha entre manter o filho vivo ou libertar o filho espiritualmente. É nesse ponto, né, que nós vemos justamente o que nós queremos tratar aqui hoje. Seja feita a vontade de Deus. Foi o que a mãe do rapaz falou para o pai, para que o pai pudesse transmitir ao espírito com essa resignação, com esse entendimento de que nós somos imortais. E mais valia agora essa libertação espiritual do filho do que mantê-lo preso à carne sob o julgo de dores tão pesadas. Então vamos pensar na atitude dessa mãe, né? É uma frase muito simples. Seja feita a vontade de Deus. Muitas vezes nós repetimos isso, principalmente quando a vida está bem, apresenta as coisas boas pra gente, mas e quando a vontade de Deus não coincide com a nossa, será que nós ainda vamos falar isso? Será que nós ainda vamos seguir com essa fé, com essa certeza? de que Deus só quer o nosso bem. Veja que a atitude do pai e da mãe nesse momento não era uma atitude de fraqueza, é uma atitude de quem tem uma força moral, quem tem uma fé viva e se submete conscientemente à lei divina. Mas o que que significa isso? Significa que a gente vai simplesmente dizer: "Ah, seja feita a vontade de Deus passivamente, aceitar sem pensar, sofrer em silêncio, não necessariamente, porque submissão não é passividade, ela é confiança. Quando a gente tem uma certeza íntima de que existe uma inteligência maior, né, conduzindo a nossa vida, mesmo quando nós não compreendemos o caminho, nós vamos refletir de uma maneira diferente. E tem um uma fábula que ela até bastante conhecida, mas eu quis trazer aqui para vocês hoje, né, pra gente ilustrar a nossa fala, que é a que chama assim, é a fábula do rio que tinha medo do deserto.

E tem um uma fábula que ela até bastante conhecida, mas eu quis trazer aqui para vocês hoje, né, pra gente ilustrar a nossa fala, que é a que chama assim, é a fábula do rio que tinha medo do deserto. Então, a história é assim, né? Tinha um rio que corria livremente, atravessava montanhas, vales, até que ele chegou no deserto. Mas aí quando ele chegou no deserto, que nós já vamos imaginar, ele começou a desaparecer na areia. E aí ele começou a se desesperar e falou: "Eu vou morrer, eu não posso atravessar o deserto". Mas foi aí que o vento chega para ele e diz: "Você não precisa atravessar o deserto como o rio. Você precisa se transformar". Mas o rio resistiu. Ele falou: "Mas eu vou deixar de ser quem eu sou? Se eu tenho que me transformar, vou deixar de ser quem eu sou. E o rio e o vento disse: "Não, você não vai deixar de ser. você vai se tornar algo maior. E foi assim então que o rio acabou se entregando. Ele evaporou ao atravessar o deserto, mas essa evaporação foi levada pelo vento do outro lado do deserto e voltou a ser rio. Então, submeter-se à vontade de Deus é entender que às vezes nós vamos atravessar algumas fases que a gente parece que perde a forma, né? perde o chão, perde tudo, mas nós não perdemos a nossa essência, a nossa essência de filhos do criador. E aí que a gente pode entender um pouquinho mais o que o Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo dos bem-aventurados os aflitos, tem aquela frase que fala resignação que é o consentimento do coração. Então, como nós estávamos dizendo, não é uma atitude passiva. E é lógico que para que a gente passe por essas transformações, por esse burilamento, nós vamos estar caminhando por estradas que podem oferecer mais dificuldades. Nós vamos achar até, será que Deus só quer que eu sofra? Mas a sofrimento não é uma um imposição de Deus. Quando é que nós vamos aprender que Deus não nos pune, Deus apenas nos ama? Então, se a gente tá passando por alguma situação que é desafiadora, que nos leva ao pranto, as dores diversas,

ção de Deus. Quando é que nós vamos aprender que Deus não nos pune, Deus apenas nos ama? Então, se a gente tá passando por alguma situação que é desafiadora, que nos leva ao pranto, as dores diversas, é porque isso tem relação com as nossas escolhas, com as experiências, com a nossa necessidade de aprendizado. Mas mesmo assim, quando nós temos que passar por esses caminhos difíceis, Deus não nos abandona. O duro é que a gente se apega. Não, eu tô aqui, tem uma um desenhinho que é muito interessante. Um homem que caiu assim de um precipício, ele tá segurado, segurando assim forte, né, num galho ali, né? E e é como se tivesse um anjo, acho que é como eu tô me lembrando e que fala para ele, larga, acredita em Deus, submeta-se à vontade de Deus e ele não larga aquele galho. E aí ele morre lá segurando no galho. E aí quando nos mostra o resto do desenho, nós vemos que ele estava apenas a poucos passos do chão, que se ele tivesse confiado e largado, ele poderia ter sobrevivido. E às vezes isso é o que nós fazemos, né? Nós, ah, não temos essa confiança. Não vamos ser que nem aquele pai que naquele momento decisivo ele não escolheu o apego, ele escolheu junto com a mãe a confiança, né? E ele naquele momento eles quebraram alguma coisa muito profunda, interrompeu um ciclo porque já era essa dor, essa perseguição, já vinha essa cobrança, essa revolta desde há muito tempo. E o obsessor, ele ficou tocado porque ele encontrou o amor e principalmente na hora que os pais mostram essa submissão à vontade de Deus. Então ele disse: "Eu escolho o pai, né? Eu escolho libertar. Veja que, né, não foi uma argumentação que venceu, não foi uma lógica, foi uma entrega. Então, quantas vezes a gente pede uma libertação? Nós precisamos de uma libertação, mas a gente não quer abrir mão do controle. Eu acho que só se eu for por esse caminho é que vai dar certo. Quando Deus tá mostrando de diversas formas que não é por aquele caminho. Quantas vezes a gente fala: "Ah, eu confio em Deus, mas viu Deus, faz assim,

ó se eu for por esse caminho é que vai dar certo. Quando Deus tá mostrando de diversas formas que não é por aquele caminho. Quantas vezes a gente fala: "Ah, eu confio em Deus, mas viu Deus, faz assim, assim, assim, assim, que aí acho que vai dar certo, né? a gente fala: "Você já feito a tua vontade, mas ia ser bom se ela coincidisse com a minha, né? Porque eu tô aqui vivendo a minha vida, eu sei um pouquinho mais, né?" Essa a o convite, né? Que esse trecho, né? Apenas um trecho do capítulo nos convida a fazer, né? Nós vamos lembrar até de Jesus, né? Nós temos através do Novo Testamento, aquele momento em que Jesus estava sozinho, em profunda angústia e que diz que ele falou ao Pai: "Se possível, afasta de mim esse cálice". Então, é muito importante nós pensarmos nisso, porque aqui nós não estamos querendo dizer que nós não vamos sentir a dor, né? Nós não vamos fingir uma serenidade. A gente sente. Jesus sentiu. Sabia que aquele momento seria um momento muito difícil, né? Um momento aonde, inclusive ele não poderia demonstrar como os outros queriam, que ele era o Messias e realizar fenômenos. Mas mesmo naquele momento com dor, sabendo da dificuldade, ele diz: "Com tudo, não seja como eu quero, mas como tu queres". Então, mais um ensinamento, um modelo perfeito que nós temos em Jesus. Não é que a gente não vai sentir dor, mas é uma decisão de que, apesar da dor, nós sabemos que esse pai, esse criador está nos solicitando naquele momento para que a gente não se apegue, para que a gente confie, para que a gente saiba que vamos ser levados pelos caminhos necessários para o nosso crescimento. Mas quando a gente perde algo, um relacionamento, uma oportunidade, um erro ente querido, o que que a gente faz normalmente? A gente se revolta, fica questionando, será que onde estava Deus? A gente se fecha. É nesse momento que a nossa fé, todo esse conhecimento que nós temos adquirido através dos milênios, através das lições do mestre, através da doutrina espírita, dos benfeitores espirituais,

se fecha. É nesse momento que a nossa fé, todo esse conhecimento que nós temos adquirido através dos milênios, através das lições do mestre, através da doutrina espírita, dos benfeitores espirituais, que nos levam a nos questionarmos perante as necessidades que o nosso espírito necessita enfrentar. Às vezes nós encontramos pessoas que já t essa fé. A gente vai num velório, vê uma mãe que perdeu um filho e aí de repente essa mãe fala: "Eu não perdi meu filho, eu apenas o devolvi, porque ela sabe que somos todos filhos de Deus. Mas nós encaramos isso como se fosse uma frieza, não como se fosse o que deve ser em todos nós uma consciência espiritual, entendendo que nada nos pertence, tudo nos é confiado, que um dia retorna, tudo retorna nosso corpo, mas o espírito segue na imortalidade. E quanto mais cedo nós compreendermos isto, quanto mais cedo nós conhecermos o Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome. Venha a nós o teu reino, o teu reino de paz, a tua vontade, a tua infinita sabedoria. Nós não vamos mais estar caminhando no escuro porque a gente sabe que existe uma luz. Às vezes parece que a gente tá no silêncio. Onde está Deus? Né? Como aquela mensagem das pegadas da areia em que o homem ao olhar as suas pegadas na areia ver sempre dois dois pares. Mas no momento em que era mais difícil ele ver apenas um par e ele questiona Jesus. Mas aqui foi quando eu estava com mais dificuldade. Onde é que você estava? Onde tu estavas? Então, às vezes a gente passa por esse momento de silêncio, parece que nós estamos caminhando sozinho, mas é como Jesus disse aquele homem, eu carregava no colo. Ele nos carrega nos no colo, nossos irmãos espirituais, nossos benfeitores. Então, a gente precisa todos nós, esse é o nosso caminho, esse essa é a nossa jornada, né? Foi para isso que nós viemos nessa encarnação, para entrarmos em sintonia com a vida, pra gente se libertar do medo, do apego, da ilusão de que a gente pode controlar tudo. Ai, como é difícil não poder controlar,

o que nós viemos nessa encarnação, para entrarmos em sintonia com a vida, pra gente se libertar do medo, do apego, da ilusão de que a gente pode controlar tudo. Ai, como é difícil não poder controlar, né? Como é difícil, né? Você fazer montes de planos e estratégias e nada daquilo ocorre como a gente planejou, né? E para que a gente comece a caminhar pro nossa paraa nossa conclusão, tem uma outra passagem que eu achei muito interessante pra gente entender como nós ainda temos uma visão estreita de entendimento do que nós estamos fazendo aqui na Terra. Qual o objetivo da reencarnação? Pergunta Kardec aos espíritos, né? O objetivo maior é sempre para que nós possamos estar um passo mais perto do nosso criador. Então, tem uma história que fala que tem uma criança olhando uma mãe bordando um tapete, só que ela tava vendo o tapete do lado de baixo. Enquanto a mãe bordava, ela estava aqui embaixo vendo. Aí ela havia aqueles fios soltos, aquela confusão, tudo. E aquilo parecia muito feio, muito, muito errado. Aí ela fala pra mãe, né, mãe, isso aí tá feio, né? Por que que você tá fazendo isso, né? Aí a mãe pede que ele suba na cadeira. Então o que ele estava vendo aqui, agora ele passa a ver daqui e quando ele olha de cima, ele vê um desenho perfeito. É exatamente às vezes como a gente vê a vida. Parece que tem um emaranhado total. Parece que tá que nem aqueles fios lá que nós estamos bordando e que não tem uma cadeia, não tem uma lógica. Mas na obra de Deus tudo tem uma lógica, tudo tem um porquê. Mesmo quando parece que a coisa tá feia, ele tem um propósito maior. Eu há pouco tempo me veio na mens na minha ah na minha cabeça uma imagem, né? Porque como vocês sabem, né? Todos nós passamos por bastante eh desafios na vida, né? Então aquela sensação de que você tá numa montanha russa e que você olha, você só tá caindo, só tem a queda que representa aquele desespero nesse momento, uma total falta de controle e você não saber do direito o que vai acontecer depois. Mas se a gente olhar essa mesma montanha

só tá caindo, só tem a queda que representa aquele desespero nesse momento, uma total falta de controle e você não saber do direito o que vai acontecer depois. Mas se a gente olhar essa mesma montanha russa, aquilo não é uma queda, aquilo é a propulsão necessária para que a gente pudesse subir, tomar o impulso para subir mais do que no ponto em que nós nos encontrávamos. É não olhar mais o tapete por baixo, mas olhar a obra por cima. vendo que tudo se encadeia nas leis do universo. Então, esse convite e essa reflexão que nos vem dessa página tão rica é para que nós possamos olhar para nós mesmos. Aqui estamos num caminho de transformação interior e perguntar pra gente com sinceridade, será que eu realmente confio em Deus? Será que a gente já consegue dizer: "Pai, seja feita a tua vontade?" Será que eu ia conseguir dizer isso de coração? Porque se submeter à vontade de Deus não é se perder, não é ficar no emaranhado, é confiar de que mesmo quando a gente não entende, Deus está cuidando de nós. E se submeter à vontade de Deus é confiar no desenho magnífico da criação, mesmo quando a gente apenas vê os fios, mesmo quando a gente apenas vê os fios, vamos nos lembrar desse pai amoroso que nos foi apresentado por Jesus, não mais o Deus Deus que punia, que queria sangue, como apresentado anteriormente, mas o Deus que ama, o Deus que nos cuida e os Deus que possui, sim, a autoridade de dizer: "Meu filho, minha filha, esse caminho é penoso, mas é o que você precisa passar no momento. Confia, porque você não está sozinho. confia, porque brevemente o desenho se fará claro e cada um de nós compreenderá melhor por trilhamos esta jornada, esses caminhos. Que Deus nos abençoe. >> Obrigada, Ju, por tantos esclarecimentos e falando de um lugar que também vivencia a dor. Eu acho que esse é o grande diferencial. Nós aprofundamos eh trazendo, é claro que muitos benfeitores espirituais que nos esclarecem, mas também falamos de um lugar que é o lugar que nós vivenciamos as próprias dores. E eu queria estar

cial. Nós aprofundamos eh trazendo, é claro que muitos benfeitores espirituais que nos esclarecem, mas também falamos de um lugar que é o lugar que nós vivenciamos as próprias dores. E eu queria estar trazendo os nossos aprofundamentos iniciais eh de uma fala que você trouxe eh a respeito da compreensão de que Deus não pune. Isso é que às vezes no momento das próprias dores, não é que nós eh vamos considerar Deus como aquele que está a nos punir, mas emerge em alguns momentos alguns questionamentos e a própria eh quando a gente se questiona, porque Deus fez isso comigo? Pode ser momentâneo, mas em algumas situações isso vai emergir em nossa mente. Por que que eu tô passando por isso? E aí eu queria trazer uma fala do Dr. Bezerra de Menezes neste capítulo, quando ele vai dizer que o espírito ele não foi criado por Deus para sofrer. Este não foi o objetivo da criação. E aí quando nós vamos ao livro dos espíritos, na questão 115, que Kardec vai indagar o espírito, eles foram criados uns bons, outros maus. E os benfeitores vão dizer que não, que Deus criou eh simples e ignorantes, isto é, sem saber. E a cada um dê uma missão, uma missão que vai nos fazer progressivamente chegar a perfeição. Então, nesse trânsito, nós vamos fazendo escolhas e aqui nós vamos entender a respeito deste sofrimento que é pessoal. São as nossas escolhas que vão desencadear todo este processo. Vejamos no capítulo, nós temos um enredo que envolve uma família, um pai, Anselmo, a mãe Clotilde e o seu filho Alberto. Roberto tem 20 anos, mas desde cedo ele vem apresentando uma série de dificuldades que é fruto de experiência pregressa onde ele buscou o autocídio. Então ele está respondendo, mas ele tem alguém que se vincula, que é o obsessor, que já tratamos diversas vezes a respeito deste obsessor. Mas por que ocorre a vinculação? Então, se o sofrimento é uma opção pessoal, porque nós infringimos a lei de Deus, o Dr. Bezerra de Menezes vai estar trazendo para nós. É interessante que este capítulo ele tem uma abordagem inicial

? Então, se o sofrimento é uma opção pessoal, porque nós infringimos a lei de Deus, o Dr. Bezerra de Menezes vai estar trazendo para nós. É interessante que este capítulo ele tem uma abordagem inicial deste benfeitor espiritual trazendo esclarecimentos que para mim, fazendo a releitura, já li algumas vezes este capítulo, já estudei também anteriormente e nós vamos descobrindo nuances [limpando a garganta] que servem de alerta. Então, pensar que nós atrasamos a nossa felicidade pelas opções, está dito aqui pelo Dr. Bezerra de Menezes. Então, eu tenho a paixão pelo comer, a paixão pelo vestir, a paixão pelo gozar. Eu vou viver eh muito eh em volta dos meus interesses pessoais. Eu não tenho um espaço mental para poder renunciar, para poder ter abnegação, para poder viver a fraternidade. Então, vejam que são pequenas situações que vão estar acontecendo e que nós não nos damos conta que elas podem ser a geradora dos dos nossos processos dolorosos. E aí a gente pensa um pai e uma mãe que recebe um filho, que recebe um filho que traz a sua história, mas eles estão comprometidos com aquela história. Então a mãe ela precisa renunciar. Esses pais têm noites mal dormidas fruto de quê? de ações que desencadearam, foram desencadeadas pelo filho, mas que eles têm um envolvimento. E aí a gente vê a abnegação, a renúncia de um pai, de uma mãe que perde o seu sono. Nós sabemos da importância do sono para repor as nossas energias, mas o deles está comprometido. E durante o capítulo a gente vê que este pai tem pouco mais de 50 anos, como Ju trouxe, ele vai ser o dialogador. Então ele está em um papel, então um homem de meia que já traz a própria história construída nesta experiência, mas que vive uma dor, uma dor pela história do seu filho e por aquilo que ele também vai sentir pelo que ele está a passar. Então é um sentimento dúbio, duplo. E aí nós buscamos este livro Desperte seja feliz da benfeitora Joana de Angeles, através da psicografia do nosso querido tio Di. Ela tem um capítulo muito interessante que ela

sentimento dúbio, duplo. E aí nós buscamos este livro Desperte seja feliz da benfeitora Joana de Angeles, através da psicografia do nosso querido tio Di. Ela tem um capítulo muito interessante que ela intitula Dor reparação. E ela vai iniciar dizendo que a tua dor é uma dor pessoal intransferível. Então está ali um pai e uma mãe que sente a dor pelo filho, mas a dor é do filho. É ele que precisa trabalhar para poder ter o seu processo de libertação. E aí ela vai dizer que cada criatura conduz a sua própria dor. É lógico que nós podemos auxiliar, ser o lenitivo para amenizar a dor daqueles que estão ao nosso redor. Mas Ju trouxe algo assim muito importante para nós que vivenciamos a dor, que é a resignação. Ela fez eh trouxe a lembrança do capítulo 5 do Evangelho, que vai estar tratando dos motivos da resignação, mas nós também encontramos no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 9, item oito, obediência e resignação, que é Lázaro que vai falar para nós a respeito deste consentimento do coração. Então, pais que estavam atravessando, pensemos quase 20 décadas acompanhando agressividade de filho, eh, o que ele fazia, né, de cair, de jogar coisas. Então, eh, breves relatos deste comportamento que só quem vive é que sabe o que é lidar com um perfil de agressividade. Então, como lidar com isso diante de um conhecimento? Porque este pai é presidente de uma casa espírita. Então, é algo que às vezes, né, eh, nós que temos essa convivência em nossas instituições, quando existe algum comportamento de um filho que foge um pouco ao padrão, vem os comentários, vem as críticas, vem os julgamentos, mas olha o filho de Tânia, a filha de Tânia fazendo isso. Por que não, gente? Eles são humanos como nós também somos. Nós educamos, mas não necessariamente os nossos filhos, eles seguirão tudo quanto nós estamos a oferecer para eles, porque eles também se situam em patamares evolutivos que são diferentes. Nisso nós precisamos também eh ter esse esse olhar mais de compaixão para com essas pessoas que convivem

a oferecer para eles, porque eles também se situam em patamares evolutivos que são diferentes. Nisso nós precisamos também eh ter esse esse olhar mais de compaixão para com essas pessoas que convivem conosco e que passam por essas dificuldades e tem aquele olhar. Às vezes nós não falamos, mas o nosso corpo ele fala por nós nesse julgamento, nesta crítica e por que não? Somos seres em processo de amadurecimento, cada um situado em níveis diferenciados. Mas ainda voltando para este capítulo que a benfeitora Joana de Angeles vai falar para nós a respeito da dor, ela vai situar três tipos de dor. Ela diz que existe a dor elevação, a dor conquista e a dor resgate. Qual vocês acham que é a sua dor? Ela vai logo dizendo: "A tua dor é resgate". Nós não temos dúvidas de que esta dor é resgate e que nesse processo de resgate, quanto mais resignação, está dito aqui, e quanto mais ações no bem, melhor será a nossa eh travessia por estes momentos, que são momentos delicados, mais que são libertadores. O título do capítulo que nós estamos estudando desde a semana passada, socorro de libertação. A dor quando ela começa, ela tem um tempo de vida. Este tempo ele vai ter o seu desfecho. A questão é que ela chega e nós queremos logo que chegue o desfecho. E esse desfecho pode nos acompanhar ao longo da nossa jornada na presente existência. E Jul vai e traz a respeito da confiança em Deus. Ah, mas eu confio em Deus. Ah, mas eu estou fazendo tudo e eu não estou vendo a resposta à minha dor. Nós não estamos enxergando o que esses benfeitores espirituais estão articulando para que nós façamos a travessia, para que tenhamos coragem, para que não nos falte o ânimo, para que permaneçamos ativos em nossa jornada. Então, até a própria forma como nós vamos lidar com este momento que é desafiador, que é difícil, pode nos libertar mais rapidamente ou nos acorrentar e demorarmos de soltar essas algemas, [limpando a garganta] esses grilhões que estão a nos aprisionar. Mas aqui Filomeno vai falar de um processo de sintonia que

tar mais rapidamente ou nos acorrentar e demorarmos de soltar essas algemas, [limpando a garganta] esses grilhões que estão a nos aprisionar. Mas aqui Filomeno vai falar de um processo de sintonia que nos lembra também as alegrias que nós vamos viver com estes benfeitores que nós vamos estar sintonizando para o bem, para o belo, para o bom e o quanto eles estão a nos estimular. E aí vai falar do obsessor e do obsidiado. Nós temos um jovem, um jovem que é Alberto, que desde cedo ele apresenta este quadro e o pai vai buscar os recursos aonde? na instituição de matrizes africanas, onde a irmã emereciana, ela está atuando para poder auxiliar em diferentes processos. Este auxílio, ele vai estar junto a uma equipe espiritual. A irmã emereciana tem o Dr. Bezerra de Menezes tem Filomeno de Miranda e um conjunto de espíritos. E aí vamos destacar o Felinto, que é um desses designados pela irmã emereciana para estar acompanhando alguns casos. Então, de de mão assim, de cara, nós contamos cinco espíritos que estão auxiliando em um processo e a gente sabe que esse número é muito maior. E o que eu achei muito interessante foi uma analogia que o Dr. Bezerra de Menezes ele fez com relação ao obsessor, ao espírito e ao homem. Então ele diz aí, fazendo assim uma analogia que eh é como se fosse uma ponte que tinha duas vias, dois caminhos. Por um caminho vai estar transitando o espírito por outro homem. Será que neste caminho por onde nós vamos estar transitando haverá essa interseção, haverá essa passagem? O que é que o Dr. Bezerra de Menezes diz? que o espírito ele só logrará este encontro com o homem e assim acontecer a sintonia. Exatamente porque o homem vai buscar o homem, entendamos o ser humano. O ser humano busca este espírito que é o obsessor. Mas nós precisamos também entender que o obsessor ele é um cobrador. Ele é um cobrador de algo que fizemos para ele, que aí Ju trouxe algumas das condições na fala, uma traição, é um abandono. Então são situações que acontecem. Eu fui a autora do abandono.

um cobrador. Ele é um cobrador de algo que fizemos para ele, que aí Ju trouxe algumas das condições na fala, uma traição, é um abandono. Então são situações que acontecem. Eu fui a autora do abandono. O ser que foi abandonado, ele está marcado por aquele abandono. Então ele vai, se não tiver uma envergadura espiritual, vir cobrar aquele abandono. Então quando ele vem na cobrança, ele vem e é visto como um obsessor. E aí vem o Dr. Bezerra de Menezes dizer para nós que o obsessor ele é o mais desventurado porque ele não consegue perdoar, porque ele está infeliz. E às vezes, se nós pararmos para refletir quanto tempo está durando esta perseguição, então hoje eu sou a vítima, mas no passado eu fui o algis. E aí a gente vai virando os papéis de vítima. Eu passo a ser algós, mas o algó um dia foi vítima e aí ele inverte o papel. E quando isso vai, de fato, está encerrando. E aí nós encontramos nas reuniões mediúnicas esta possibilidade, esta possibilidade de socorrer, esta possibilidade também de estar crescendo. Porque quando nós fazemos uma análise deste capítulo, ficou claro e descrito que aquele que será o médium será a pessoa que oferece as condições para receber aquele espírito. Imaginemos a carga de ódio que manifesta um espírito que vem em busca daquele que que foi o seu traidor, aquele que o abandonou. E aqui nós vamos ver a presença de espíritos na reunião que vai aplicar passes no médium para que aquela carga negativa de alguma forma ela seja dispersada. Então, é um conjunto que muitas vezes nós não temos a ideia desta organização e do quanto nós encarnados que frequentamos estas reuniões, precisamos deste preparo para que a equipe espiritual possa se utilizar dos nossos bons pensamentos, da nossa nossa energia para atuar durante aquele processo. Porque muitas vezes os espíritos eles são levados para aquele ambiente, não é somente no dia da reunião, eles são levados antecipadamente. A aproximação com o médium também se dá. E outra descrição no capítulo que nós eh

os espíritos eles são levados para aquele ambiente, não é somente no dia da reunião, eles são levados antecipadamente. A aproximação com o médium também se dá. E outra descrição no capítulo que nós eh percebemos é deste pai que é o presidente da casa espírita e que vai dialogar da luz que ele emite e da bondade. Gente, luz e bondade é uma construção ao longo de jornadas, não somente da presente existência. Então isso nos faz perceber [limpando a garganta] que precisamos estar auxiliando mais, oferecendo mais qualidade a este trabalho na medida que fazemos um investimento pessoal para que as nossas palavras, nós que somos dos dialogadores, por exemplo, elas possam ter uma energia energia que vai envolver aquele espírito. E nós sabemos que a palavra nem sempre consegue reverter a situação num tempo breve, 10, 12 minutos, muito se estendendo 15 minutos, que é mais ou menos o tempo de diálogo e de comunicação estabelecido, mas às vezes o espírito já está pela segunda, terceira, quarta, quinta vez. Nós, por exemplo, já relatamos em outra oportunidade, tivemos um espírito que se comunicou durante a pandemia. A nossa casa fez, o nosso tio Divaldo fez reunião mediúnica com os moradores da instituição e, eh, tinha um espírito que era um perseguidor cruel, que se apresentou em quatro reuniões mediúnicas durante a pandemia. No pós pandemia, na quinta reunião, eu estava presente quando eu vi esse espírito dizer: "Agora eu vou passar para o lado de vocês que consegui compreender a respeito da vida." Então isso nos mostra que não é em um diálogo breve que nós vamos aliviar uma dor que é de século ou de séculos. ou quem sabe de milênios. Mas para isso eu preciso me revestir desta fortaleza moral para que a minha palavra ela possa estar impregnada desta energia que vai promover o despertamento. Porque o despertar é o objetivo principal, não de convencimento, porque eh imaginemos o indivíduo quando vai em uma emergência que ele está sentindo uma dor, uma dor intensa. Nós não vamos

pertamento. Porque o despertar é o objetivo principal, não de convencimento, porque eh imaginemos o indivíduo quando vai em uma emergência que ele está sentindo uma dor, uma dor intensa. Nós não vamos dialogar numa emergência para poder aliviar a dor. A gente tem que dar um remédio para que aquela dor seja aliviada. E a partir daí nós vamos promover o diálogo para poder colher a história. Então não é no diálogo que essa dor ela vai ser sanada de uma traição, de um abandono, né, de de tantas outras questões que envolvem o processo obsessivo. Então, pensar que eh este amor muitas vezes possessivo que nós temos. E aí voltamos para a abordagem que João fez no encontro anterior de desta classificação apresentada por Auspensk, que o homem, o ser humano fisiológico, ele ainda vive muito impregnado pelas suas questões de ordem material. quando fala de amor, ele fala de um amor que aprisiona, de um amor que é possessivo. E o homem, o ser humano que busca a sua essência, a sua vida espiritual, o seu amor, ele liberta, que é justamente o ponto chave deste nosso capítulo, quando o obsessor ele coloca, mas se eu me desligar dele, nós já estabelecemos uma sintonia tal, uma simbiose que ele vai desencarnar, Mas qual é a posição da mãe que diz ao pai? Entrega a Deus. É a confiança em Deus. Então é a libertação. Seres como dona Clotilde e o senhor Selmos Pais de Alberto, eles já chegaram a este amor de natureza espiritual de que adianta eu estar com o filho nesta condição, se ele precisa da sua libertação? Já viveu aprisionado? E quem sabe, amigos e amigas, dos desígnios de Deus? da necessidade dele permanecer ou de fato de ser a desencarnação o caminho melhor para o processo de libertação deste ser que foi confiado a estes pais. Então, nós precisamos também buscar em nós os caminhos para a própria libertação, porque estamos falando de uma situação que também diz respeito às nossas existências. E aí vem a reflexão, como tem sido o nosso amor. Eu tenho amado de forma possessiva, de

para a própria libertação, porque estamos falando de uma situação que também diz respeito às nossas existências. E aí vem a reflexão, como tem sido o nosso amor. Eu tenho amado de forma possessiva, de forma que aprisiona. E aí a gente pensa, porque nós temos os nossos amores, são os nossos pais, são os nossos filhos, são os nossos companheiros, são aqueles entes ligados a nós, os nossos amigos. Lembro que a benfeitora Joana de Ângeles, quando tio Di estava próximo, meses antes da sua desencarnação, ela disse: "Se desapegue". O que foi que ele pensou inicialmente nos amigos aos quais ele era apegado? Então, como é que nós lidamos com estes afetos? Precisamos trabalhar esta forma de viver desapegado. É fácil, não é? Mas nós recebemos, se estamos falando de filhos, como dádivas, que vamos devolver. Que bom se nós conseguimos devolver nas condições que nós consideramos ideal para entregar ao Pai. Mas os nossos filhos também fazem escolhas e às vezes as suas escolhas nos trazem sofrimento, nos trazem dor. E que dor é essa? É a dor resgate, que naquele momento nós estamos sendo convidados aos exames da vida. Então, pensemos na postura deste pai e desta mãe que reconhece que a Deus pertence os nossos destinos, que entrega a este a este filho ao criador do universo para que ele possa conduzir. Então, oferiu uma posição espiritual que é de libertação e que nós precisamos pensar no nosso processo de libertação, ao que estamos aprisionados, para que não estejamos a oferecer as condições para que estes eh obsessores, estes desafetos, eles se vinculem a nós. Quando o Dr. Bezerra fala deste obsessor, deste espírito que está a perseguir, ele ele ele deveria exercer o perdão, mas ele não conseguiu. Por isso que ele estava no final ele já fala que vai tentar o perdão, mas que vai deixar ele seguir. Por quê? Porque chegou a sua filha. Então é o amor de um pai sofrido por conta dessa filha, por conta de toda a trama gerada por Alberto em existência pregressa, que a levou a escolher pelo

le seguir. Por quê? Porque chegou a sua filha. Então é o amor de um pai sofrido por conta dessa filha, por conta de toda a trama gerada por Alberto em existência pregressa, que a levou a escolher pelo pelo alto sídio também, ainda muito jovem. Então ele vai guardar esta mágoa e vai perseguir o autor daquela daquela circunstância. Mas no final das contas, nós estamos ali diante de pais que sofrem pelos seus filhos e ele compreende a condição daquele que ele perseguia, porque ele vê o seu afeto a perguntar: "Pai, pai, onde você está?" Então isso toca o seu coração e talvez seja o ponto a disparar nele esse desejo de afastamento. Então vai ter o desfecho exatamente conforme a proposta deste capítulo, Socorro de Libertação, mas nós seguiremos para o próximo encontro falando de processo desencarnatório. Então, é uma sequência que nós convidamos a todos vocês para seguirem neste maravilhoso estudo, mas que acima de tudo possamos pensar em nós o que eu estou fazendo do meu dia a dia. Será que nós não estamos precisando perdoar alguém? Será que esta chamada que Emanuel Filomeno faz neste capítulo não diz respeito a algo que estejamos a vivenciar e que nos serve de alerta para que nas reflexões eu inicie o meu próprio processo de depuração. Porque como Ju disse, todos nós precisamos manter esta irrestrita confiança em Deus. Deus é o nosso pai e quer o melhor para cada um de nós. Nem sempre a dor que nós estamos a vivenciar, os desafios que nós nos deparamos no nosso dia a dia, é o que nós achamos que seja o melhor para nós. Mas nos esforcemos para que a partir de agora possamos lançar boas sementes ao solo das nossas existências, reduzindo em nosso futuro uma caminhada eh com menos dores, com menos desafios, com menos mágoas, com menos ressentimentos, porque tudo isso é um campo favorável ao processo. obsessivo. E lembremos o que disse o Dr. Bezerra de Menezes, que o obsessor ele é um infeliz porque ele vive em volta daquilo que é o próprio sofrimento e que precisa da libertação.

rável ao processo. obsessivo. E lembremos o que disse o Dr. Bezerra de Menezes, que o obsessor ele é um infeliz porque ele vive em volta daquilo que é o próprio sofrimento e que precisa da libertação. Então, sejamos, em primeiro lugar os agentes que vamos nos libertar, nos libertando. Certamente o nosso mundo ele viverá em mais harmonia. E lembrando deste constante intercâmbio que nós temos com o mundo dos espíritos que estão ao nosso redor, que estão sintonizando conosco. Então, quando o nosso pensamento cai, quando alimentamos o pessimismo, isso é um campo favorável para a atuação destas entidades, destes desafetos que ficam aguardando o momento oportuno para plugar junto a nós. E como nós estamos estudando as obras de Manuel Filomeno de Miranda, a todo instante nós estamos tendo a oportunidade de aprender sobre o processo de libertação. Libertemo-nos daquilo que nos aprisiona e assim viveremos mais felizes, com menos dores, com menos eh revolta, com menos desafios. Assim é o que ensina a nossa maravilhosa doutrina. E para fechar, seguir os passos de Jesus. Este é o roteiro seguro para todos nós. Agradecemos então a presença de todos vocês que nos acompanharam, aqueles que posteriormente também vão se deleitar com essas preciosas lições trazidas por Manuel Filomeno de Miranda e toda a equipe espiritual. E que na próxima semana estejamos juntos mais uma vez com o capítulo 20º que é intitulado Processo Desencarnatório. Até lá.

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