T6:E29 • Painéis da Obsessão • Providências de Emergência
Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert | Estudo da Obra Neste episódio da obra Painéis da Obsessão, o Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert analisa o capítulo “Providências de Emergência”, ditado por Manoel Philomeno de Miranda, por intermédio de Divaldo Franco. Com João Korngold na apresentação e resumo, e reflexões enriquecedoras de Jussara Korngold e Laudelino Risso, este episódio aprofunda-se nas ações imediatas tomadas pela espiritualidade superior para conter os efeitos do agravamento obsessivo e restaurar o equilíbrio em meio ao conflito espiritual. Uma aula sobre a prontidão do bem diante da urgência do sofrimento. 📖 Um conteúdo esclarecedor sobre os bastidores espirituais da assistência em momentos críticos. 📘 Livro: Painéis da Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda (por Divaldo Franco) 📺 Assista, inscreva-se e compartilhe este estudo com quem precisa compreender os mecanismos de socorro espiritual. #Espiritismo #PainéisDaObsessão #ProvidênciasDeEmergência #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #JoãoKorngold #JussaraKorngold #LaudelinoRisso #GrupoSuelyCaldasSchubert #EstudoEspírita #ObsessãoEspiritual #TVMansãoDoCaminho #EspiritismoPLAY #Desobsessão
Olá, amigos, amigas, sejam muito bem-vindos a mais um estudo do livro Painéis de Obsessão por Divaldo Franco, psicografia Divaldo Franco, espírito Manuel Filomeno de Miranta. Hoje estudaremos o capítulo 28, providências de emergência. Mas antes de entrarmos no capítulo, vamos fazer a nossa oração pedindo a proteção dos amigos espirituais, a inspiração para que todos nós possamos unidos eh receber os ensinamentos que nos serão trazidos hoje, que possamos internalizar mais importante ser capazes de utilizar no nosso dia a dia todos esses ensinamentos que vamos receber. Agradecemos a proteção de nossa mentora Sueli Caldas Schuber, que dirige esse grupo lado do mundo espiritual. Agradecemos Adivaldo Franco, que recentemente retornou também ao mundo espiritual, por esse trabalho que nos deixou, por essas obras dos quais foi intermediário. A Manuel Filomeno de Miranda pelos estudos e aprofundamentos. Pedimos a proteção a todos que nos assistem, familiares, amigos e todos que procuram levar o bem e distribuir com o trabalho e o auxílio aos outros. Imensamente agradecidos ao Mestre Jesus, o nosso coração cheio de emoção, pedimos permissão para começar os nossos trabalhos. Que assim seja. Então, hoje, como eu mencionei, nós vamos falar do capítulo 28. Eh, começa a Miranda começa nos dizendo que houve um agravamento na enfermidade de Argos e que isso ocorria na semana em que Aureia tivera de viajar a fim de aprorar os conhecimentos e desenvolver os seus trabalhos. Eh, normalmente eles estavam juntos, o que permitia um certo equilíbrio emocional com o intercâmbio. E o fluido de de áurea para argos, ternura, apoio, o sustentava e aí diminuía um pouco os problemas que o afetavam normalmente. E ele sentindo-se sem essa assistência e deixando se envolver pela perturbação que dominava, deixou se mergulhar uma saudade injustificável e levou, o que levou a um profundo abatimento que completou a destruição das defesas orgânicas e permitiu reinstalar-se o quadro tuberculoso. Ele compreendia que não estava isento
udade injustificável e levou, o que levou a um profundo abatimento que completou a destruição das defesas orgânicas e permitiu reinstalar-se o quadro tuberculoso. Ele compreendia que não estava isento dessa responsabilidade pelo desequilíbrio da saúde que encontrava e procurou reorganizar a mente, procurou orar numa tentativa desesperada de recompor-se. Mas a oração vinha mais em decorrência do medo do que de paz e de confiança em Deus, o que realmente não resolvia a situação. O que faltava era concentração e a interferência de Felipe, agora dominador atrapalhava bastante. Eh, porém, Argos, apesar das dificuldades, era dotado de valores morais expressiv expressivos, o equilíbrio conjugal, respeito aos outros, que eh o fazia merecer eh títulos de de enobrecimento e que pesavam na contabilidade das suas realizações. Ele amava a doutrina espírita e se vinculava aos seus postulados, porém e prestava mais atenção à teoria, a beleza do dos ensinamentos do que a prática do que ele aprendia. Se não fosse a falta da sua disposição para o trabalho e da solidariedade para os companheiros, talvez ele pudesse eh ter logrado afastar a nova carga de dores que o atacavam. A mãe de Argos, já desencarnada, havia pedido a à irmã Angélica, a fim que fosse levado à instância superior o drama do filho. E Angélica a tranquilizou. Ela informou a a Angélica que a sua falta física anular, na opinião dela, contribuía para certos hábitos e condicionamentos diários que ela havia redesencarnado sem poder ter oferecido assistência maior à família. mas que prosseguia lutando ao lado do lado espiritual em favor dos que ficaram, especialmente do esposo, que também já havia retornado ao mundo espiritual e que estava em situação de necessidade urgente. Ela então se desdobrava na assistência aos filhos que ficaram, mas reconhecia a própria carência. A Miranda diz que imediatamente simpatiza com a genitora que permanece em prece ao lado do doente. A hora combinada, Angélica, Bernardo, Dr. Arnaldo e o médio Vencesal deram entrada
própria carência. A Miranda diz que imediatamente simpatiza com a genitora que permanece em prece ao lado do doente. A hora combinada, Angélica, Bernardo, Dr. Arnaldo e o médio Vencesal deram entrada no dormitório onde a Miranda se encontrava e após as instruções preliminares foi proferida uma oração pela mentora. Então, Bernardo, ah, Bernardo limpa argos dos fluidos mais vigorosos da matéria nos no estado em que se encontrava e o traz para o lado espiritual. Eh, poderiam-se podiam-se notar manchas escuras no centro coronário que denunciava os fluidos venenosos que foram assinalados, assimilados espontaneamente em decorrência da conexão com o perseguidor e também pela pela perturbação da câmara pulmonar que afetava também o coração. Ele respirava então com dificuldade. Bernardo ele aplica recursos calmantes, tira as forças tóxicas, eh, e nesse momento entra também Felipe sem ocultar o rancor, sob o comando de dois cooperadores do grupo. Felipe fervilhava de cólera e não se envergonhava disso. E ao identificar em desdobramento parcial aquele que detestava, a sua reação foi explosiva, como uma crise de loucura que o possuiu de súbito. Ele desarticulou as energias. Argos, por sua vez, ainda sonolento e não lúcido, não o viu, não obstante, percebeu as vibrações de cólera e voltou a agitar-se. E de imediato voltaram os sintomas da enfermidade. O intercâmbio de um para o outro perfeito oferecia aos a a Miranda e aos que estavam em sua companhia a visão da dependência do soma em relação ao ser espiritual. Bernardo acudi o paciente que que se equilibrou e Felipe então começa a em acusações que não poderia ter qualquer compaixão de quem tanto o havia feito mal. Desde os dias de Praga que Argos o enlouquece com as perversidades não somente contra ele. Um couro de vítimas que clama por justiça, traiçoeiro, frio, que ele ia pagar vida por vida, mentira por mentira e que eh ele era incapaz de enfrentar agora quem odiava. e disfarçando-se de justiceiro eh sob o as leis que se utilizava.
ustiça, traiçoeiro, frio, que ele ia pagar vida por vida, mentira por mentira e que eh ele era incapaz de enfrentar agora quem odiava. e disfarçando-se de justiceiro eh sob o as leis que se utilizava. Todavia, os seus triunfos haviam ficado no passado e ele diz, Felipe, que hoje o tempo é nosso, agora é nossa vez e isso se alongará por um largo período, até que estejamos os seus indefesos perseguidores completamente saciados. E continua também ela, referindo-se à áurea, não escapará quando os dois se entendem no emocionalmente, é porque são do mesmo estofo. A anuência e silêncio dela ante os os delitos dele também a fazem criminosa e passível de correção. Ele é o mesmo de hoje, é o mesmo de ontem. Ela se disfarça, mas prossegue. E fala, conclui, falta aqui para a arrancada final Maurício, também já sob controle, e que forma o trio escabroso que retorna, a fim de que os purifiquemos com o fogo da reparação. Cada um receberá de acordo com o grau da própria responsabilidade, mas ninguém ficará. Quando Argos escuta o nome de Maurício, ele desperta como se o identificasse no inconsciente, sob o choque libertador das reminiscências. movimenta-se desconfortavelmente, repete o nome do amigo como se o procurasse, com ansiedade e emoção, chama algumas vezes, olha em volta e aí de repente identifica Felipe. Toma um susto muito grande, estremece, desorientado e grita: "Sombra infernal, deixe-me". Embora ainda sob a postura de vigilante de Bernardo e a cuidadosa supervisão da irmã Angélica, ninguém se mexeu, ninguém tomou iniciativa de qualquer providência que parecesse necessário. Eh, Miranda nos explica também então que fazia-se importante nessa fase inicial, numa catarse espontânea dos litigantes, de modo que fosse facilitasse a aplicação de medidas compatíveis na hora apropriada. Eh, e também comenta que não foram usados nesse nesse eh nesse trabalho não foram usados médiuns, tanto de encarnados como desencarnados, apesar da presença de Vencesla que cooperava com eles, mas recolhido em pressa.
nta que não foram usados nesse nesse eh nesse trabalho não foram usados médiuns, tanto de encarnados como desencarnados, apesar da presença de Vencesla que cooperava com eles, mas recolhido em pressa. E a Miranda conclui que mesmo com o tumulto provocado com o Felipe, o ambiente encontra-se saturado de vibrações harmônicas. E aí Felipe começa a atacar novamente. Argos. Eh, te desperteis, me chama de sombra infernal. E tu quem és? Fugiste para o corpo. Eh, gozas da delícia do do esquecimento, enquanto eu tenho na mente, nas dores, vendo outras vítimas tuas? Sorris enquanto choramos, sonhas com a felicidade e nós sofremos pesadelos e horrores. Planejas o futuro e vivemos no passado por tua culpa, por tua covardia. Temes a nós, já vivemos nós essa sensação. Agora chegou a sua vez. Como nos te atreve a chamar-me de sombra infernal? E conclui, não éramos anjos quando nos roubaste a paz. O certo, porém, é que tu nos tornaste hoje cópia do que foste, apesar de sermos menos do que é. Não haverá piedade para ti, senão na medida com que a utilizaste para conosco. Não teremos misericórdia contigo. Arcos ah, reage, dizendo: Nunca te prejudiquei pelo desejo de fazer-te mal. Eu fiz o que tinha que fazer. Estávamos em dias de lutas religiosas e eu amava e não podia viver sem áure. Felipe interrompe e acusa ele de ser cínico, egoísta, de somente pensar em ti e dizendo que ele diz que amava e ele por acaso que era que era o esposo e que Argos a roubara. E é que se isso é desculpa que justifica os crimes. E continua acusando, mas dizendo que não será por muito tempo que ele continuará vivo, que ele voltará para o mundo espiritual e acertaremos as dívidas. Argos então pede clemência, diz que estava louco e não tinha dimensão da sua insânia e pede para que ele, Felipe, não cometa com ele o mesmo erro que tive para com Felipe, que precisava do corpo. Eh, e Felipe responde: "Eu o perdoaria sim se me houvesse prejudicado apenas uma vez. Entretanto, não saciaste tua sede de perseguição. E
o mesmo erro que tive para com Felipe, que precisava do corpo. Eh, e Felipe responde: "Eu o perdoaria sim se me houvesse prejudicado apenas uma vez. Entretanto, não saciaste tua sede de perseguição. E voltou à carga e fala para ele recordar de Arpa Lagar na França, quando os se encontraram firmados os mesmos falsos postulados da religião que dividem os homens e os matam, novamente o destruiu, o corpo e o lar. E aí ele pergunta, por quê? e continua atacando, ah, dizendo: "Por que pensas que os outros devem trabalhar para ti com tudo que você fez?" Arcos, então, profundamente atingido pelas recordações que não favoreciam, compreendeu então que não adiantava essa essa disputa verbal. Eh, anteavalanche de acusações, recuou e entre lágrimas de sincero sofrimento, pela primeira vez pediu: "Em prece, sinceramente, ajudai, Pai, ajudai-nos, Pai Celeste, em nossa alucinação. Compadecei-vos de nós, os envolvidos em tão lamentável situação de ódio insustentável." continua orando por algum tempo e depois não consegue continuar. Nesse clima, Angélica fazse notar por ambos e com doçura, com mas com energia, falou, tentando acalmar os ânimos. Filhos de grande luz, porque permanecem na treva enquanto tem tens o germe da divina potência que pode os arrancar da noite e da treva da perturbação que eh os envolve e continua pedindo a eles que quebrem as algemas de ódio antes que os despedaceem, que é a oportunidade que tem agora é uma oportunidade única. que as a ouvissem para eh começar a reparação. Fez uma pausa. Argos chorava com abundância. Felipe olhava ela, porém, sem continuar, sem dominar o desequilíbrio, ela continuou dizendo que viveram o clima das religiões cristãs, que, embora diferentes na interpretação, proclamam amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. E mas eles entraram em combates um contra o outro, os outros com interesses vulgares e egoístas, longe do amor a Deus. Ela explica um pouco dos dos itas que pregavam cristianismo novo, no qual foi vítima Rus. E depois também
ombates um contra o outro, os outros com interesses vulgares e egoístas, longe do amor a Deus. Ela explica um pouco dos dos itas que pregavam cristianismo novo, no qual foi vítima Rus. E depois também continua com as traições, com o abandono dos inimigos, os sigimundistas que se diziam fiéis à velha igreja, mas que também negavam pelos atos a sua filiação a verdade, a verdade. E ela diz: "Jesus, no entanto, foi e prossegue, sendo o herói da fraternidade, o grande fomentador da paz." Ela continua pregando a eles a a o reparo das mentes, dizendo que nada que justifica a insânia de Argos naquela ocasião e ou mesmo depois. Todavia, o ódio não se está inscrito em página alguma do livro da vida. Por que adiar indefinidamente a hora da felicidade que poderia ser experimentada desde já? Não percam a oportunidade de ser aquele que perdoa, que inicia num novo programa de fraternidade, que beneficiará a ti mais do que qualquer outro. E aí a Felipe pergunta: "E se eu não dispuser de forças para perdoá-lo?" A angélica retorna eh retruca. Deus te considerará te considerará por ser ele a fonte de onde se origina todo bem. Felipe diz: "Eu não posso vê-lo de toso." Ela diz: "Confia, filho, e espera. Providenciaremos que retorne ao corpo e que no cadinho purificador da convivência fraternal sejam superadas as restantes dificuldades. Nesse instante entra a Áurea trazida por uma dedicada enfermeira alemã e com relativa lucidez deu-se conta do da reunião do significado. abraça o esposo e ele diz a ela sintetizando, quem nos dera que pudéssemos ter um filho recebendo Felipe em nossos braços, a fim de nos reabilitarmos. Eh, Angélica, guiando Áurea, a fez responder: "Filho, não é somente o rebento carnal que se desdobra no nosso corpo. Poderemos buscá-lo onde quer que a divina misericórdia o situa." Eh, Áurea aproxima-se do antigo marido, se arroja aos pés e fala que não sabe quanto eles têm sofrido e que ainda quanto ainda nos aguarda o sofrimento. Eh, entram em discussão porque ele reclamando porque ela
aproxima-se do antigo marido, se arroja aos pés e fala que não sabe quanto eles têm sofrido e que ainda quanto ainda nos aguarda o sofrimento. Eh, entram em discussão porque ele reclamando porque ela eh ela fora para Argos e esquecesse dele. Ela diz que nunca o esqueceu, apenas que as circunstâncias a levaram naquela época a ter de se aliar a ele e acabou simpatizando com ele, eh, com muita dificuldade, mas dist diante das circunstâncias que a princípio ela viveu para vingar-se, mas com o tempo acabou por se apiedar dele e por estimá-lo, mas nunca se esquecera de Felipe, que guardara na memória como um relicário dos mais preciosos. Eh, e diz a ele: "Já que me exiges tanto, como prova-me que me amavas, necessito agora que demonstre esse amor. Se ainda restou algo desse amor, volta, pois te espero na condição de um filho que, não sendo da carne, é do coração saudoso e triste." Felipe entra em reflexão, a irmã Angélica o abraça e ele fala: "Estou vencido, mas não convencido que Deus tenha misericórdia de nós". Aí foi amparado por enfermeiros, conduzido a um local apropriado e o com uma oração, eh, a reunião foi encerrada. Arlos recebeu passes e adormeceu. Áurea e Venceslau foram levados para outros trabalhos e a irmã Angélica partiu. Miranda e Dr. Arnaldo ficaram confabulando por mais tempo e se despediram da mãe do paciente que estava inundada de esperanças e reconhecimento a Deus. Esse seria então o nosso resumo. Vamos então passar para nossa querida Jusara para começar os aprofundamentos. Olá a todos irmãos e irmãs que estão conectados conosco através da espiritualidade aqui presente, como já mencionado, nossos queridos mentores do plano espiritual que nos acompanham nessa jornada. E não dá pra gente não ficar impressionado toda vez que a gente se debruça sobre uma dessas obras de Manuel Filomena de Miranda e cada um dos capítulos, quantas pérolas ele traz que muitas vezes nos passam assim desapercebidas, porque numa primeira leitura a gente às vezes fica muito envolvido com a história, com os
de Miranda e cada um dos capítulos, quantas pérolas ele traz que muitas vezes nos passam assim desapercebidas, porque numa primeira leitura a gente às vezes fica muito envolvido com a história, com os acontecimentos e não vai tão a fundo, não vai assim com aquela lupa, né? E aqui nesse capítulo, esse capítulo 28, já o próprio título, ele já é bastante intrigante, né? Porque ele fala providências de emergência. O que significa essa emergência? Significa que alguma coisa que ocorreu que não era esperado, não era alguma coisa que já estava determinado, porque se tivesse determinado já teria uma equipe de apoio feita, pronta para fazer os as devidas providências, os devidos socorros. E fala também sobre a palavra da providência, né? Então, de como eles do plano espiritual acabam eh estando de uma certa forma sempre apostos para nos trazerem assim ah aquele respaldo necessário quando situações inesperadas ocorrem conosco. Isso é tão importante, porque quantas vezes no nosso dia a dia nós vamos às vezes encontrar situações dessa maneira, algumas até que nós ignoramos. nós vamos por alguma via que pode ser perigosa, alguma coisa que pode trazer um prejuízo pra gente e meio de última hora a gente é desviado desse caminho. Isso seriam essas providências de emergência. E nesse capítulo, então, ele começa a partir de uma coisa bastante corriqueira a tratar de um assunto muito sério. O que seria essa coisa bastante corriqueira? ele fala a respeito, ele começa a falar a respeito da vida profissional da Áurea, então que ela teve para para a frente de aprimorar, né, as suas possibilidades, os seus conhecimentos dentro da área de trabalho que ela atua. Então, dentro de um dia a dia normal aqui de nós, seres humanos encarnados aqui nesse planeta, aonde muitas vezes, né, a vida nos chama para outros afazeres, para outras tarefas que não necessariamente nos eh permitam estar completamente dedicados ao nosso lar. Então ele começa deste momento em que ela tem que se ausentar para realizar aquilo que é
azeres, para outras tarefas que não necessariamente nos eh permitam estar completamente dedicados ao nosso lar. Então ele começa deste momento em que ela tem que se ausentar para realizar aquilo que é necessário para o sustento. Imaginamos inclusive que nessa situação toda do Arcos, todas as dificuldades que eles estavam passando, as questões médicas, etc. Isso era mais do que necessário para ela fazer. Mas aí ele parte dessa situação, vamos dizer que eu chamei de corriqueira dentro das nossas vidas para dizer a respeito da dinâmica energética que existe quando nós estamos nos relacionando com outras pessoas. Neste caso, particularmente, ele fala da dinâmica entre Argos e Áurea, aonde eh a presença dela seria assim como, né, aquele farol, aquele guia para o Argos, aquele porto seguro, aonde eh no nos momentos em que ele poderia fraquejar, inclusive porque nós sabemos que as condições de saúde quando deterioradas deixam as pessoas bastante fragilizadas, emocional almente fragilizadas. Então aqui nos explica, né, Manuel Filomeno de Miranda, que ele se encontrava então por causa dessa ausência dela no lar, que trazia esse equilíbrio, que trazia essa sustentação, ele acabou, ã, vamos dizer assim, se sentindo mais emocionalmente e espiritualmente, fraquejando a ponto de abrir brechas para que a condição de do obsessor, no caso Felipe, se fizesse mais presente. Então, nós vamos ver isso em relação a nós, no nosso dia a dia, na nossa casa, no nosso convívio. Quem é que nós estamos trazendo para dentro da nossa casa, que tipo de Eu sempre falo que quando a gente convida uma pessoa para vir na nossa casa, ela sempre vem com pelo menos mais um. Então, às vezes eu falo que é mais do que um, né? Tomara que seja apenas um, mas mais um, um obsessor, pelo menos eu garanto que a gente tem, sabe? pelo menos um daqueles que vem assim como o próprio Felipe. Gente, nós estamos falando de um caso que de 400 anos, de quatro séculos que vem esse processo que está sendo aqui descrito e que depois o Laudes vai vai
daqueles que vem assim como o próprio Felipe. Gente, nós estamos falando de um caso que de 400 anos, de quatro séculos que vem esse processo que está sendo aqui descrito e que depois o Laudes vai vai colocar melhor aí pra gente. Então, a a a gente tem que começar a prestar um pouquinho mais de atenção no quanto existe essa essa influência e a responsabilidade de cada um de nós. Porque aí aqui aqui não se trata de dizer não, a culpa é do outro, foi o outro que trouxe um obsessor para casa, foi o outro que trouxe uma má vibração porque frequentou determinados ambientes. Nós temos que nos colocar em guarda. Então aqui a culpa não é da Áurea que teve que se ausentar para poder, né, realizar essa e esse passo necessário na sua carreira profissional, mas o próprio Argos que se deixou enfraquecer, uma vez que não tinha essa sustentação. Então cabe a nós procurarmos essa solução por nós mesmos. E aí quando ele percebe isso, como nos diz aqui Manuel Filomeno de Mirando, o que que ele faz? Ele começa a orar. ele começa a agir com com mais vigor, mas como ele fala, é mais por causa do medo do que exatamente porque ele está procurando Deus, né? Ah, então quer dizer, aquele momento em que a gente ora, não, se eu não fizer alguma prece agora, acho que algo vai me acontecer, então deixa eu fazer uma barganha com Deus, alguma coisa assim quando acontece com a gente. O momento de oração, ele é um momento sagrado, é aquele momento que a gente faz a conexão e que não deveríamos estar pedindo nada, porque o o que nós temos que passar e Deus está ali providenciando pra gente, inclusive essas providências de emergência, como estamos falando aqui, apesar de que, como diz aqui Manuel Filomeno de Miranda, ele já recolheria a oração, ele já estava assim melhorando aquele aqueles seus valores morais, aquele aprendizado que ele estava recebendo através do espiritismo. Mas ele faz um parênteses aqui dizendo que ele estava ainda muito mais conectado, né, com com a curiosidade, com as questões de mais intelectuais no
do que ele estava recebendo através do espiritismo. Mas ele faz um parênteses aqui dizendo que ele estava ainda muito mais conectado, né, com com a curiosidade, com as questões de mais intelectuais no sentido de aprender do que fazer. chega um momento, né, como o próprio tenho uma lição linda em uma dessas obras que da coleção Fonte Viva que ele fala, né, da diferença entre o o saber e o fazer. E é o que nós temos que pensar para nós. Nós estamos sabendo já muito, gente. Nós já estamos, acho que essa já é a quinta obra de Manuel Filomena de Miranda, se eu não me engano, que nós estamos estudando nesse nesse grupo de estudos da Suelicalda Schuber, né? Eh, e quanta coisa, né, deit de uma que a gente tem tirado que e que diz diretamente pra gente. Fala sobre você, sobre a sua posição no mundo, sobre a sua vida profissional, fala sobre sobre os a sua dinâmica familiar, a sua troca energética entre os seres queridos, entre aqueles colegas de trabalho, aquelas pessoas com que você convive. fala do seu momento de oração, de se elevar para Deus. Mas qual é essa intenção? Como é que você faz isso? Como é que você está se levando para Deus? E como é que você está se aproximando da doutrina espírita? uma vez mais para saciar a curiosidade ou finalmente compreendendo que ela vem para nos levar a um outro patamar que vai obviamente nos ajudar na nossa transformação interior. Então, independente disso tudo, a gente vê ainda as conexões que nós temos com aqueles familiares, as pessoas queridas que partiram. No caso aqui dele, a mãe, a mãe intercedia por ele, chegava a dizer: "Eu parti muito cedo, não pude dar tudo aquilo que precisava dar ao meu filho, toda a todo o suporte, todo conhecimento, né, espiritual para que ele emocional para que ele pudesse agora passar por essas provações, por essas expiações tão difíceis, mas continua do plano espiritual, dentro do possível, pedindo pelo seus filhos, seguindo seus filhos a ponto de conseguir justamente essa providência de emergência. Tem um
ssas expiações tão difíceis, mas continua do plano espiritual, dentro do possível, pedindo pelo seus filhos, seguindo seus filhos a ponto de conseguir justamente essa providência de emergência. Tem um aspecto muito interessante que Manuel Filomeno de Miranda coloca aqui, que nós já tratamos até extensivamente no estudo de uma outra obra aqui de Manuel Filomero de Miranda, quando ele fala que no momento em que todos eles estavam lá do plano espiritual desdobrado, no caso Vences Ceslau, que era o mé médium que vinha ajudar nesse processo. E aí o próprio Argos, mais com a presença dos espíritos, da Angélica, Bernardo, Dr. Arnaldo, que o Argos começou a, ele estava assim, eh, eh, bem deteriorado com seu corpo espiritual, né, o seu perespírito, corpo astral, conforme a gente quiser chamar, né, que estava bem afetado e que nesse momento ele respirava com dificuldade. Então aqui nós temos mais um momento em que nós encontramos nas obras espíritas fidedignas ah o informação a respeito dos nossos órgãos, vamos chamar físicos no perespírito, porque o espírito estava respirando com dificuldade, refletindo a dificuldade que ele também apresentava no corpo físico. E é aí que Manuel Filomeno de Miranda chama a atenção para que justamente a necessidade de eventualmente nós termos estudos mais aprofundados e quanto mais nós iremos descobrir desse do que ele chama do psicossoma, desse corpo espiritual, da ligação de como a gente interage, vamos dizer assim, com o nosso próprio corpo físico. E obviamente como a gente interage com os outros ah aspectos, os outros espíritos também quando se trata de perespírito a perespírito. E aí mostra, né, como ah a existe essa correlação e no momento em que eles começam a fazer o tratamento para Argos, né, para que ele possa se acalmar, para que essa respiração no perespírito pudesse estar acalmada, eles falam que de da mesma maneira em que foi por possível tratar o perespírito, também tratou-se o corpo físico. E aí então é quando vem o nosso amigo, vamos chamar assim de amigo
sse estar acalmada, eles falam que de da mesma maneira em que foi por possível tratar o perespírito, também tratou-se o corpo físico. E aí então é quando vem o nosso amigo, vamos chamar assim de amigo de Felipe, porque ele é nosso irmão também, né? passou pelo sofrimento, certamente causou sofrimento quando ele começa a a sua comunicação. E e como também o os amigos espirituais em si explicam a necessidade de antes de você fazer o tratamento, antes de você engajar numa conversação com o espírito, de ele fazer uma catarse, de ele colocar todos aqueles sentimentos para fora, porque ele tinha realmente dentro daquela visão estreita que ele possuía razões suficientes para ter esse sentimento ou essa falta de sentimento em relação a ao Argos. E aí é quando uma vez eh isso ocorre, inclusive Manuel Filomeno de Miranda chama atenção que até esse momento o médium venclido chamado ao trabalho. Tudo ocorreu ainda no plano espiritual pelos espíritos, os desencarnados e não ainda com uma atuação eh participante do médium vencerlau. Então, é quando começa esse diálogo, quando começa a esse tratamento, essa providência emergencial e assim a gente passa pro Laudes para ele continuar para, né, trazer pra gente todos esses aspectos. Obrigado, Gilsara, João, todos aqueles que nos acompanham, os nossos votos de muita alegria nessa noite de estudos e de grande profundidade de um capítulo que nós vamos realmente poder estar atentos a esses fatos emergenciais, como bem traz o Sara, mas como também o espírito Manuel Famendo de Miranda traz para Divaldo, pra gente poder atentar do que que podemos encontrar emergências. Não é porque o espírito de Arvos, ele está em sofrimento numa vida agora reencarnado, passando pela tuberculose e enfrentando os seus conflitos existenciais. E pensamos, né, de múltiplos conflitos que também todos nós temos a nossa existência dessa própria jornada reencarnatória, que a vida num mundo de provas e expiações nos submete às múltiplas dificuldades. Argos, um irmão como nós, enfrentando
também todos nós temos a nossa existência dessa própria jornada reencarnatória, que a vida num mundo de provas e expiações nos submete às múltiplas dificuldades. Argos, um irmão como nós, enfrentando outras dificuldades de vínculos, de conflitos realizados em existências anteriores. Isso é fundamental nós atentarmos, porque o dia a dia muitas vezes vem sobrecarregado de uma rotina automática, de afazeres, muitas vezes de sofrimentos, dores, compromissos, que nós muitas vezes também esquecemos deste passado. E é importante estarmos atentos porque este passado ele vai trazer raízes profundas de frutos que estão vindo em existências. Agora amargo ou às vezes frutos virtuosos de conquistas anteriores. Mas não estamos falando aqui só do dos frutos maduros e já na docilidade das nossas vidas. Estamos vendo que Águas está enfrentando dificuldades, dificuldades que o próprio espírito dizendo, se fosse uma primeira traição, olha, eu até poderia trazer, relevar com mais facilidade, mas não é a primeira vez que a nossa vida está entrelaçada, não é a primeira vez que há a traição. E lembra de um período lá de uma guerra que ocorreu entre os russinistas e os sigmistas, aonde enfrentavam as dificuldades de conflitos religiosos. Eu acho importante a gente parar um pouquinho para refletir e a pensar que quantos de nós já estivemos envolvidos nesses conflitos de defesa de princípios de uma pureza cristã de uma maneira das lentes que nós entendíamos na época por acreditar que aquilo se tratava de uma verdade muitas vezes quase absoluta. E defendíamos de unhas e dentes e a própria vida se necessário. E quantas inimizades foram realizadas? Quantos adversários foram feitos? 6 de julho de 1415 desencarna Jean Rus, queimado, vivo numa fogueira, por estar defendendo realmente o que ele acreditava, levar aos seus fiéis uma pregação de maneira que pudesse ser compreendida e sentida, fazendo com que a palavra pudesse tocar o indivíduo para mudança íntima das suas condutas fora do templo religioso,
levar aos seus fiéis uma pregação de maneira que pudesse ser compreendida e sentida, fazendo com que a palavra pudesse tocar o indivíduo para mudança íntima das suas condutas fora do templo religioso, seguindo as pegadas de John Wriff, que havia iniciado as traduções da Bíblia para o inglês, começando aquela reforma protestante que depois vai seguindo até Martinho Lutero nas suas 95 tes e seguindo todo o processo para que houvesse a ruptura da religião e a ciência, mas uma reforma também de protestantismo em torno da Igreja Católica Apostólica Romana, que vinha de um período de uma idade média muito turbulenta. Rus depois vem reencarnar. Vem reencarnar como aquele cisne em que ele havia prometido que as labaredas não mais tocariam as suas asas. Depois com o nome de professor Rivil, conhecido por todos nós como Allan Kardec. Mas dentro desse processo, estamos falando de um conflito de duas almas que iniciaram ali o seu processo de lutas, de defesas para os seus ideais, as suas razões, as suas verdades. E cada um com as suas verdades. Se Gismundo, o rei da Hungria, defendendo as suas verdades, querendo fazer com que o domínio ainda da igreja e político pudesse manter as suas bases. A os rosinistas pensando que não não só pão e vinho para um grupo seleto, é para todos, que todos pudessem ter o conhecimento e entendimento de que muitos sábios que estavam na igreja não compartilhavam na sua essência para o povo sedento daquele conhecimento e da consolação pelo esclarecimento. cada um, trazendo as suas verdades e lutando por ela, mas trazendo consigo a espada que estava fora da bainha, como Pedro lá no monte Getsemman, tentando ferir o soldado, tentando fazer as defesas em nome de Jesus e a espada fora da bainha, fazendo com que múltiplas divergências ocorressem e mantivessem esses vínculos. e a pensar que a partir do momento que haja tal divergência e eu mantenha um vínculo de responsabilidade perante ao meu ato, se porventura eu não tiver iniciado a minha jornada para
em esses vínculos. e a pensar que a partir do momento que haja tal divergência e eu mantenha um vínculo de responsabilidade perante ao meu ato, se porventura eu não tiver iniciado a minha jornada para realizar o processo de arrependimento sincero de provas e expiações e reparações perante a lei divina, em qualquer momento da minha existência, aquele que mantém-se vinculado comigo e há de alguma uma maneira créditos perante a atos que eu tenha sido delituoso, ele pode vir e interferir na minha existência para que também me gere o progresso de tantos anos adormecidos e não pensados mais em tais conflitos, eu vou tentando levar a minha vida, eu vou tentando aprimorar. Mas o que ocorre? Chega o momento que o espírito que sofre por tal angústia do passado e me vê de todos em uma vida e me reencontra, o sentimento aflora de tal maneira que os conflitos de uma, de duas e tantas outras existências me geram um sentimento de tal vigor que eu começo a me entrelaçar fluidicamente, perespiritualmente em um processo obsessivo. aonde o grande objetivo da minha existência já não é mais a minha própria existência, mas é prejudicar a existência daquele que de alguma maneira num passado também tenha prejudicado a minha vida como um plano de ressentimento e vingança traçado com planos muito limitados de uma visão rasa para poder trazer a vingança, custando a sua própria existência, como uma lei mosaica, de olho por olho e dente por dente, aonde jamais poderíamos parar com o ciclo, porque ninguém poderia perdoar a ninguém. sempre manteríamos o vínculo do processo obsessivo em constante em um momento um, no outro momento outro, para chegar a um ponto que isso jamais teria término se não houvesse o ensinamento que Jesus veio nos ensinar para o amor ao próximo como a si mesmo. Mas algo importante que nós ressaltamos e tentamos pensar no capítulo é que quando Argos está ali no sentimento de medo tentando fazer a sua prece para que não mais sentisse aquilo que ele sentiu. Quantos de nós já não passamos por algum
os e tentamos pensar no capítulo é que quando Argos está ali no sentimento de medo tentando fazer a sua prece para que não mais sentisse aquilo que ele sentiu. Quantos de nós já não passamos por algum sofrimento? Vamos pegar talvez algo em comum hoje eh na nossa sociedade. A melancolia, a tristeza, a depressão, a ansiedade, a inquietude e o pânico. E quantos de nós vamos vendo o quê? Olha, está começando uma crise, estou começando a sentir que, porventura eu estou entrando em um desequilíbrio e eu começo a orar. E o que será que sai da minha essência naquele momento da prece? Será que a prece realmente está vinculada à confiança nesse hálito divino, nesse psiquismo divino, na energia do criador? Ou ainda é o medo para que não atinja tais patamares de pico em descidas vibratórias de uma mente que ainda estava atormentada. Será que eu consigo perceber qual é a essência? Porque muitas vezes nós realizamos a prece e nos sentimos melhores, mas não porque nos conectamos com o criador, porque em momento de prece nós desaceleramos a nossa mente, controlamos o nosso fluxo respiratório. Nesse momento, o corpo físico em si já produz enzimas, monoaminas e hormônios para que o corpo físico já mantenha um certo equilíbrio. Mas estamos longe de atingir um vínculo direto ao criador. Porque da vontade que vibra do espírito para este hálito, esse psiquismo, nesse fluido cósmico universal, ainda não está trazendo consigo a vontade plena para que ocorra a confiança no Pai para que o meu espírito progrida. falando disso, quando ele vai falando que ele poderia ter saído, ultrapassado, talvez essa nova dificuldade física pela tuberculosa, pela tuberculose, se não estivesse vivendo a falta de disposição ao trabalho, se estivesse talvez se vinculado à caridade, ele poderia ter evitado tais problemas se tivesse levado uma vida de uma conduta, de um esforço, de um arregramento íntimo para atingir tais objetivos, porque talvez o espírito obsessor não tivesse tanta facilidade ou tanta autonomia
lemas se tivesse levado uma vida de uma conduta, de um esforço, de um arregramento íntimo para atingir tais objetivos, porque talvez o espírito obsessor não tivesse tanta facilidade ou tanta autonomia nesse vínculo obsessivo. poderia trazer as suas interferências, poderia colocar as suas ideias que agora com outras ideias e fluxos mentais e outros pensamentos não haveriam as conexões, não dariam vazões fluídicas para tal acontecimento. E fica tão claro quando eh retirado as forças fluídicas do corpo físico e há aquele desprendimento no sono para que ocorresse esse encontro que verifica no corpo perespiritual de águos uma mancha no centro epigástrico e no centro coronário. justamente algo que deixa muito claro ali o benfeitor para os esclarecimentos aos nossos estudos que aquela mancha é decorrente do conúbio mental. Ou seja, o conúbio mental com a entidade que estava interferindo nos seus fluxos mentais estava atuando de uma maneira tão íntima que prejudicava as suas funções vibratórias nesse centro de força, prejudicando o seu pulmão e o seu coração, fragilizando para patologia agora no corpo físico como a tuberculose, mas muito secundária. Então, quando nós estamos vendo um corpo físico enfermo ou em patologia, nós precisamos pensar quais são as alterações vibratórias que estão afetando o meu corpo espiritual. Se há porventura algum conúbio, ligações mentais, pensamentos, vínculos, automatismos, formas, pensamentos, ideações que possa estar interferindo na minha jornada e a pensar que esses centros de força, né, do centro coronário ao cerebral e depois o controle para todos os outros chakras, se porventura um vínculo começa a se fazer de uma maneira constante e mantendo um processo de a controle que que eu vou libertando cada vez mais as autonomias próprias para as ideias que começam a ter um como se fosse uma vida própria. Eu vou perdendo esse automatismo, não por falta de resistências fisiológicas, mas por resistências morais. Eu não acabo mais tendo a resistência moral, porque eu trago
como se fosse uma vida própria. Eu vou perdendo esse automatismo, não por falta de resistências fisiológicas, mas por resistências morais. Eu não acabo mais tendo a resistência moral, porque eu trago comigo sentimentos que, como se fossem grilhões, pedras que pesam pelo sentimento de culpa. Eu não tenho a clareza para verificar o ato, assumir as responsabilidades e focar a minha vida em um objetivo de progresso, de crescimento, de perdão, fazendo com que o outro, que talvez pudesse ser um inimigo e podera pensar que em algum momento eu possa torná-lo como amigo. Abrindo um parênteses de uma um relato de uma psicografia de Divaldo Franco do espírito Amélia Rodrigues. Não, acho que ainda tenhamos tido a alegria de ter a psicografia eh ainda em algum livro editada, mas Divaldo havia feito a psicografia de o a conversa de Jesus perante ao obsessor de Maria de Magdala. E quando entrou no processo como se fosse o dialogador, conversando com aquela alma que estava obsediando Maria de Magdala. E a conversa de Jesus como se fosse um algo rápido, Jesus sendo o dialogador, é como se o espírito pudesse verificar quais são os sentimentos profundos que estavam vinculados a Maria. e perceber que o que estava munindo agora, aquele ódio era a base de um amor que não havia sido compreendido, que na verdade ele não estava odiando ela, mas a amava e não tinha capacidade de entender a fragilidade dela de não corresponder a tal amor. E uma conversa tão brilhante que Amélia Rodrigues vem trazendo de uma maneira que esse obsessor termina a conversa, o diálogo mental com Jesus, dizendo: "Eu já não mais a odeio. Eu a descobri, eu a amo e lhe afirmo que todos aqueles que estão comigo ao meu comando, nenhum deles mais terá influência mental se depender da minha vontade, saindo de um obsessor para um protetor. Agora, nesse relato vemos algo muito similar. Não estou ainda convencido, mas tenhamos misericórdia. que Deus possa ter misericórdia de nós, afirma o obsessor, porque agora o vínculo familiar poderá novamente reconstruir
vemos algo muito similar. Não estou ainda convencido, mas tenhamos misericórdia. que Deus possa ter misericórdia de nós, afirma o obsessor, porque agora o vínculo familiar poderá novamente reconstruir esse amor, a clareza mental, para que nós possamos pegar os fluidos que estamos produzindo na nossa intimidade e começar a tornar com mais clareza. Porque fisiologicamente hoje, se nós formos estudar, olha, uma lágrima que eu estou chorando de alegria, de amor, de rever uma alma querida, os fluidos que estão contidos naquela lágrima, ela pode ser avaliada e verificando a discrepância de uma lágrima que eu estou chorando de raiva ou de dor ou de angústia. Fisiologicamente, vamos ver que a modificação eletroquímica naquele fluido que verte das questões físicas, materiais. Quando estudamos fluidos, nós vamos ver que Allan Kardec define do fluido cósmico universal e depois coloca múltiplas propriedades, seja o fluido, o fluido perespiritual, o fluído espiritual, muito bem estudado depois por André Luiz no livro Mecanismos da Mediunidade, que depois já não se trata mais de uma questão só fluídica, de um fluido magnético, mas um campo elétrico, um campo magnético, a pensar de uma chama, como fala André Luiz no livro, dizendo qual é o campo de luminosidade daquela chama que está iluminando certo ambiente, qual é o campo vinculado a carga elétrica ou magnética? E vamos saindo da nomenclatura de fluido após estudos mais profundos de Einstein. Mas os fluidos que envolvem as questões do espiritismo são fluidos decorrentes de um fluido cósmico universal que ainda não temos a o estudo ainda material científico nas plataformas ou nas mesas dos grandes químicos, físicos ou matemáticos. eh aquele que estava estudando o ectoplasma, que morreu de uma queda de avião, desculpa para me lembrar o nome dele, eh, geral, mas enfim, ele começava a estudar as capacidades destes fluidos, ainda não tinha obtido tal êxito, mas podemos ter estudos já que comprovam essa realidade, mas nas suas múltiplas
nome dele, eh, geral, mas enfim, ele começava a estudar as capacidades destes fluidos, ainda não tinha obtido tal êxito, mas podemos ter estudos já que comprovam essa realidade, mas nas suas múltiplas divisões para nós hoje, qual é a realidade que mais importa? é que possamos aprender a vibrar as potências da nossa alma, identificar essas potências e poder perceber que estou tendo um sentimento de agressividade, raiva, inquietude, ansiedade e talvez a presença de um espírito esteja afetando a minha realidade agora. E qual botão ou gatilho mental pela ação do meu espírito imortal, eu preciso pressionar para que as potências da minha alma produzam novamente a sensação do perdão, do amor, da caridade, da benevolência, da indulgência, do serviço desinteressado ao próximo da caridade. Será que eu consigo ter clareza mental para fazer com que o meu espírito aja sendo o grande controlador do corpo e possa levar o corpo físico para assumir as suas ações perante a um pensamento controlado de um espírito consciente? Porque nós vamos perceber que o adversário que agora vem cobrar dívidas reais, dívidas que realmente foram cometidas e cheguem para interferir em nossa existência, possam encontrar os seus vínculos, porque sim, somos devedores. e talvez possa vincular para tentar interferir cada vez mais os passos, possa encontrar um espírito trazendo o seu esforço, apresentando consigo a capacidade não de realizar rituais, não. Eu vou fazer a minha meditação, eu vou fazer a minha prece, eu vou fazer tal ato, eu vou estudar, eu vou ler. Mas intimamente eu acredito que todos aqueles que nos escutam já tiveram a oportunidade de repente olhar a passagem de um filho que pode de repente só trazer aquele olhar e a alma ser impactada de algo diferente. O que saiu dessa alma, da nossa alma? O que foi que vibrou, que trouxe tal emoção, tal sentimento, tal sensação? Porque ali o benfeitor traz o nosso capítulo o seguinte: quando descobrimos a potencialidade do nosso perespírito, que é o corpo semimaterial do nosso
trouxe tal emoção, tal sentimento, tal sensação? Porque ali o benfeitor traz o nosso capítulo o seguinte: quando descobrimos a potencialidade do nosso perespírito, que é o corpo semimaterial do nosso espírito, descobrimos que ele está transmitindo as impressões, sensações, emoções, percepções para o nosso corpo físico, da mesma forma que o nosso corpo físico, pelas ações que estamos tendo, vai fazer a transmissão inversa para impactar o espírito. nós vamos começar a identificar como atingir tais potências naquela definição do Deus de Espinosa, que hoje tem tantas pessoas que fazem ah uma definição tão bela, né, interpretando a definição de poder realmente abrir a janela do nosso quarto e ver um amanhecer, um pôr do sol, uma estrela ou um céu nublado, uma árvore, o que for, e poder intimamente realmente sentir a presença divina. E a prece, ela vai ser exatamente aquilo que eu estou sentindo em agradecimento, em pedido de perdão, em pedido de algo ou agradecimento ou unicamente um pedido de resistência para que possa seguir suportando as provas e encontrando os caminhos para não mais se vincular a lutas, de defesas, de verdades que não são absolutas, nem mesmo Porque estamos, nem mesmo falo do espiritismo ou qualquer outra religião. Somos espíritas, mas estamos buscando cada vez mais a verdade, o consolador, mas de um fragmento do espelho da verdade, que ainda não descobrimos o fundo e não detenhamos ainda, não detemos ainda todo o espelho e estamos na luta da teoria da relatividade, que tudo é relativo. E nesse processo nos dá um bom ânimo para reconhecer a nossa ignorância, como falava Sócrates, que nós podemos sim aprender, mas qual é o sentido do estudo? Qual é o sentido de estarmos juntos todas as semanas estudando uma, duas, cinco, seis obras se desses estudos não tirarmos um pedacinho para iniciarmos a nossa reforma íntima? E falo reforma por quê? Porque a estrutura já foi feita. E muitos alicerces dessa estrutura não estão ainda tão bem edificados, mas o momento é agora. Que
cinho para iniciarmos a nossa reforma íntima? E falo reforma por quê? Porque a estrutura já foi feita. E muitos alicerces dessa estrutura não estão ainda tão bem edificados, mas o momento é agora. Que possamos reforçar colunas existentes, que possamos revigorar a paisagem mental da nossa casa mental e direcionarmos a nossa vida ao bem, ao belo, ao criador, a religiosidade, a religião, a caridade e fazer com que o sentido da vida, quando o adversário de ontem bata a nossa porta, as lágrimas sinceras possam sair das nossas com portas oculares, não somente para demonstrar que estamos emocionados, mas que o sentimento verdadeiro do arrependimento aconteceu muito antes da chegada dele, muito antes de que a cobrança chegasse, o arrependimento já veio, a expiação e a prova já passou e que agora a vibração para que ele possa sentir da mesma maneira que nós sentimos da reforma ativa antes que a irmã dor ou sofrimento. bata e nos cobre e nos forme vínculos, como nós estamos estudando aqui no caso tela, para que essas emergências não cheguem na nossa vida, que possamos fazer uma programação, temos toda uma programação reencarnatória, que possamos segui-la, mas agora com a luz que o espiritismo ilumina a nossa vida, nós podemos talvez fazer as escolhas ainda mais desafiadoras, porque tenho certeza que os nossos anjos de guarda, espíritos amigos nos inspiram, nos guiam e que possamos manter os nossos vínculos mentais para tal tarefa. Porque, sem dúvida estamos juntos e não é por um acaso. Estamos vinculados aqui estudando e aprendendo para que todos nós possamos nos suportar a uns aos outros também, mas amar sem dúvida. e descobriremos como através desse convívio fraternal e através da nossa rotina e desafios diários que cada um de nós tem passar. Pela atenção de todos. Muito obrigado. Obrigado, Laudes. Obrigado, Jusara. Excelentes aprofundamentos. Eh, estamos aqui, então, com bastante material para reflexão, para estudos. Voltaremos na próxima semana com o capítulo 29, assistência e
brigado, Laudes. Obrigado, Jusara. Excelentes aprofundamentos. Eh, estamos aqui, então, com bastante material para reflexão, para estudos. Voltaremos na próxima semana com o capítulo 29, assistência e responsabilidades. Estamos chegando já perto do fim desse livro, mais quatro capítulos faltam. E continuamos então os nossos trabalhos na semana que vem pedimos que todos possam ter uma semana de paz, de muita alegria, de muito aprendizado e nos vemos na próxima semana. Até lá, então.
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