O cisco e a trave no olho, com Hélio Blume | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 30/06/2025 (há 9 meses) 1:00:05 362 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. O cisco e a trave no olho. ESE, Capítulo 10, itens 9 e 10. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

que nos acompanham pelas redes virtuais. E é com o coração mais aliviado que eu vejo que o nosso palestrante chegou, porque eu já estava preocupado, mas ele tinha avisado que ia atrasar um pouquinho em função de uma de um problema no pequeno problema no trânsito, mas seu Hélio é indispensável na tarde de hoje aqui para nós todos. Como amanhã é 30 de junho e nós não temos um programa, pelo menos não com esta abrangência da hoje, eh seria justo lembrarmos da passagem de Francisco Cândida Xavier em 30 de junho de 2002. Um dia, como tinha sido avisado a ele, em que o Brasil estava muito feliz, ele parte então neste clima. Na verdade, o partir é só visual, porque a presença dele nós podemos sentir a cada instante. Sua mensagem é viva e presente no coração de milhares, senão de milhões de pessoas. E é com esta lembrança que eu convido a todos a elevarmos o nosso pensamento ao Senhor da vida, ao Pai Celestial, para que ele nos abençoe na tarde e noite de hoje, para que derrame sobre todos nós suas bênçãos de luz, de paz e de união, para que possamos ser dóces instrumentos nas mãos do seu mensageiro de luz, o Cristo de Deus. para a nossa evolução, para o nosso aprendizado, para o nosso atendimento. Com este propósito, estamos reunidos em nome dele, do Cristo Jesus, para mais uma vez tomar contato com a mensagem que ele nos deixou, pedindo aos céus que inspire os nossos irmãos para que possam encontrar a melhor maneira de nos apresentar as passagens afetas a cada um e para que nós outros possamos ter os ouvidos abertos para ouvir e o coração com as portas de cerradas para sentir. Senhor, abençoa-nos a todos hoje e sempre. Peço agora ao irmão Francisco, então, para nos conduzir nos pensamentos iniciais com a lição 162 do livro Fonte Viva. O título é dentro da luta. A passagem de João 17:15, capítulo 17, versículo versículo 15, diz assim: "Não peço para que os tires do mundo, mas que os livre do mal. Que os livres do mal. Aí Emanuel comenta: "Não peças o afastamento de tua luta.

ão 17:15, capítulo 17, versículo versículo 15, diz assim: "Não peço para que os tires do mundo, mas que os livre do mal. Que os livres do mal. Aí Emanuel comenta: "Não peças o afastamento de tua luta. Roga forças para suportá-la com serenidade e heroísmo, a fim de que lhe não percas as vantagens do contato. Não solicites o desaparecimento das pedras de teu caminho. Insiste na recepção de pensamentos que te ajudem a aproveitá-las. Não exijas a expulsão do adversário. Pede recursos para a elevação de ti mesmo, a fim de que lhe transformes os sentimentos. Não supliques a extinção das dificuldades. Procura meios de superá-las, assimilando-lhes as lições. Nada existe sem razão de ser. A sabedoria do Senhor não deixa margem a inutilidade. O sofrimento tem a sua função preciosa nos planos da alma, tanto quanto a tempestade tem o seu lugar importante na economia da natureza física. A árvore desde o nascimento cresce e produz vencendo resistências. O corpo da criatura se desenvolve entre perigos de variada espécie. Aceitemos o nosso dia de serviço, onde e como determine a vontade sábia do Senhor. Apresentando os discípulos ao Pai Celestial, disse o Mestre: "Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal". Finalizando, ele diz assim: "A terra tem a sua missão e a sua grandeza. Libertemo-nos do mal que opera em nós próprios e receber-lheemos o amparo sublime, convertendo-nos junto dela da terra em agentes vivos do abençoado reino de Deus. O título é dentro da luta e a passagem é: "Não peço para que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Nós somos espíritos imortais, não somos eternos. Eterno só Deus que não teve começo, não vai ter fim. Nós tivemos início, por isso que somos imortais numa caminhada evolutiva, ruma à perfeição, cada qual no seu, na sua condição, cada um de nós. Nessa realidade da imortalidade, nós temos inúmeras encarnações ou existências e uma única vida. A vida é uma só. Deus nos cria e não nos desliga mais. Desde o princípio espiritual no mineral,

de nós. Nessa realidade da imortalidade, nós temos inúmeras encarnações ou existências e uma única vida. A vida é uma só. Deus nos cria e não nos desliga mais. Desde o princípio espiritual no mineral, o animal, um cachorrinho que nós temos na nossa casa, ele vai ser um Cristo. Ele é o nosso irmão. Poucos entendem isso e poucos o tratam como um irmão, mas é nosso irmão e vai ser um Cristo tanto quanto nós. Ele não vai ser morto. ninguém vai conseguir matá-lo porque Deus assim o querer. Nessa nossa caminhada, nós passamos por existências ou encarnações, eu já disse, e com o objetivo de crescermos cada vez com um acúmulo de experiências, de desafios. A gente tá do outro lado de lá, faz uma programação, exige três formas de programação. Aquela que os mentores espirituais programam a nossa reencarnação sem a nossa participação. Aquela outra forma em que nós participamos com os mentores espirituais da nossa reencarnação, estabelecemos os desafios principais principais. E a terceira, que é aquela em que nós já temos condições de nós programarmos a nossa reencarnação. E ninguém vem para um corpo de carne para tirar férias, para passear. A gente vai ir para vencer desafios. Por quê? Porque nós crescemos nos desafios. Precisamos desenvolver as duas asas, a da sabedoria e a da do amor. Para isso, precisamos passar, novamente, repetindo, pelos desafios da encarnação. Então, não é pedir para que Deus nos livre daquele que nós não gostamos. Não é pedir para que Deus nos livre daquele evento que está nos incomodando. É buscarmos aprender com os eventos que estão nos incomodando e crescer com eles, sejam eles quais forem, que são muitos. e nos lembrarmos sempre que o pior mal é o que existe dentro de cada um de nós, porque é dele que resultam os o mal que existe fora de nós, em torno de nós. São essas as reflexões e muito obrigado. Nós aqui agradecemos a participação do Francisco nos trazendo aí a as palavras deu e sua reflexão dentro da luta. Dentro da luta nós podemos perceber várias lutas ou vários roundes

s e muito obrigado. Nós aqui agradecemos a participação do Francisco nos trazendo aí a as palavras deu e sua reflexão dentro da luta. Dentro da luta nós podemos perceber várias lutas ou vários roundes aqueles que mais gostam de lutas, assim o quiserem. Mas eh seu Hélio tem pra gente aqui uma outra luta para nos apresentar na tarde de hoje do nosso livro dos espíritos. Na sequência do estudo, temos uma luta importante aí a ser travada e vencida. É assim, senor? É assim, Maurício. Boa tarde a todos. Sejam muito bem-vindos a essa casa. que a gente possa aqui encontrar o que busca, né? São várias as razões que fizeram com que você se deslocasse até aqui e buscasse nessa tarde. Bem lembrado pelo Maurício, a data de amanhã todos nós temos algumas afinidades pelo Chico, alguns mais, outros menos, mas temos nele uma referência eh sagrada pros nossos dias atuais e os dias que virão. Então, agradeço aí a presença de vocês, a oportunidade que a gente possa trabalhar essa esse tema de hoje na ótica dessa obra que é o Evangelho Segundo Espiritismo, que é uma conduta moral de todos nós, né? muitas vezes comigo já aconteceu da gente não ter muitos atrativos em buscar ler ou estudar essa obra, mas aos poucos, diante das necessidades que o mundo nos oferece, a gente vai conseguindo extrair dele o que nós precisamos. E há toda uma sequência de temas elaborados com muita inteligência pelo Kardec, obviamente inspirado pela espiritualidade superior. E aqui nos cabe falar só de dois itens, mas eles não estão isolados, eles estão inseridos dentro de um contexto. Então é do capítulo 10, nós vamos falar das dos bem, o capítulo 10 tem o título de bem-aventurados, os que são misericordiosos. E nós percebemos que ele se faz na sequência das outras bem-aventuranças que nós temos aqui. E aí é sempre bom lembrar aquilo que foi nos dito já por espírito de luz, que se nós não tivéssemos nada escrito sobre os evangelhos e tivéssemos o sermão da montanha, onde Cristo nos falou das bem-aventuranças, nós teríamos o

aquilo que foi nos dito já por espírito de luz, que se nós não tivéssemos nada escrito sobre os evangelhos e tivéssemos o sermão da montanha, onde Cristo nos falou das bem-aventuranças, nós teríamos o suficiente para nossos trabalhos de evolução. em todos os capítulos 7, 8 e 9 vão trabalhando a bem-aventurança. E no 10 é os que são misericordiosos. Nessa encarnação mesmo, eu me lembro bem de tempos onde eu não entendia muito a misericórdia do Cristo. Por quê? Porque nós, seres humanos, temos uma misericórdia mais ou menos, diríamos. Então, quando a gente fala em compaixão, fala em amor, fala em misericórdia, a gente precisa se dar conta que está falando de atributos divinos e que de uma certa forma estão bastante distantes daquilo que a gente no nível da materialidade, das nossas existências entende. Então, por exemplo, com a questão da misericórdia, a gente tinha um entendimento relativo. Mas quando a gente vai perceber a misericórdia de nosso pai e que o Cristo mais do que nunca nos mostrou, a gente vai conseguindo entender mais o que é a compaixão divina para com todos nós. É o trabalho que a espiritualidade tem de diminuir os nossos eus para poder nos dar notícia desse mundo maior, desse verdadeiro ser que nós somos. O Franco bem lembrou, nós somos seres imortais. Então, muitos de nós ainda atrelados ao plano físico, vivem vivendo os problemas que todos nós temos aqui na carne, nós precisamos frequentemente nos lembrar que, na verdade, nós estamos vivendo isso como experiência, experiência de um ser que é milenar e cuja verdadeira casa está no plano espiritual. Ou seja, quando nós desencarnamos, e aí às vezes é difícil e vale aqui a menção, de buscar entender porque que o espírito tem medo da morte, porque na verdade ao morrer ele retorna para casa. Então a gente precisa refletir sobre isso. É natural temos sentimentos, temos eh relações com o mundo que nos cerca, mas a gente precisa refletir sobre a nossa verdadeira essência. E nós somos espíritos vivendo o quê? uma pequena,

sobre isso. É natural temos sentimentos, temos eh relações com o mundo que nos cerca, mas a gente precisa refletir sobre a nossa verdadeira essência. E nós somos espíritos vivendo o quê? uma pequena, uma breve, um minutinho, né, breves instantes numa vida encarnada. E essa vida encarnada já se fez milhares de vezes. Quantas vezes? É um trabalho que Emanuel disse que a gente tem que buscar resgatar em cada um de nós. E talvez aí a gente encontre uma explicação para vários procedimentos nossos nos dias atuais, porque às vezes a gente não quer fazer determinada coisa, mas acaba fazendo, mesmo sabendo que não deve fazer. Mas esse já era a grande questão do apóstolo Paulo, que depois já quase ao final da discia diz: "Por que eu ainda tenho tanta dificuldade de fazer o bem que eu sei que preciso fazer e acabo praticando o mal que eu não deveria fazer?" Então essa é uma questão nos tempos atuais e que não são tempos iguais. Nós temos que mencionar aqui que nós estamos falando de um capítulo no momento onde a humanidade vive, o momento onde o Dr. Bezerra, numa mensagem publicada no Reformador dita na psicofonia do Congresso Espírita de Goiânia de 1986, ele nos disse, abre aspas, os tempos atuais guardam similitude com os tempos da presença do Cristo homem entre vós. Fecha aspas. O que que quer dizer isso? que nós vivemos hoje muitos problemas muito semelhantes aos problemas que o Cristo venceu, Cristo viveu. E cabe-nos então buscar nele sempre esta referência. E aí nós temos um capítulo que fala da misericórdia e que no início começa com a questão do perdão, porque o Kardec é muito inteligente. insere um texto do Evangelho, depois ele insere alguns comentários, inclusive o dele, e aí depois ele encerra o capítulo com mensagem dos espíritos de luz, aquilo que bezerra chama de espíritos do Senhor, né, de avançada evolução e que nos ajuda a entender, entender o aquele capítulo. Então aqui Kardec insere algo escrito por Mateus no capítulo 5 e capítulo 6 que é sobre o perdão. Perdoai

os do Senhor, né, de avançada evolução e que nos ajuda a entender, entender o aquele capítulo. Então aqui Kardec insere algo escrito por Mateus no capítulo 5 e capítulo 6 que é sobre o perdão. Perdoai para que Deus vos perdoe. A gente sabe disso, mas a dificuldade que nós temos de colocar primeiro perdoai para depois ser perdoado. E nós sabemos disso. Quem não conhece a oração de São Francisco de Assis, ele bem nos lembra, fazendo um rápido resumo da lei divina. de que é preciso buscar compreender para depois ser compreendido, é preciso amar para ser amado, é preciso servir para ser servido e por aí vai. Então, nesse contexto, Cordec nos traz isso. Depois, ele vai paraa reconciliação com os adversários, porque não existe ninguém que não os tenha. As nossas existências milenares, nós nem sempre acertamos. E quando nós erramos, nós prejudicamos. E de alguma forma estamos aqui para viver uma vida de acerto, de ajuste. Com quem? Com os nossos adversários. E nós temos uma menção sobre isso. Depois ele insere no item sete o sacrifício mais agradável a Deus, né? Muitos de nós, fora das religiões, das seitas, buscam uma relação direta com Deus e nós temos que louvar aqueles que o conseguem. Nós conhecemos pessoas simples que não são pessoas de destaque público e que tem uma relação, como eu digo, direta com Deus e que fazem a sua prestação de conta, os seus ajustes com Deus e que são tementes a Deus. E graças a isso, elas são pessoas justas, corretas e direitas e que não dependem do rótulo religioso. E são aqueles que o anjo Ismael chama de espíritos voluntários, sérios, aqueles que não têm mais as dúvidas, que muitas vezes nos visitam. Por causa disso que o Kardec insere aqui o sacrifício mais agradável a Deus. E aí chega no item 9 e 10 que eu vou comentar, que é o arqueiro e a trave no olho. E aí depois fecha com não julgais para não seres julgados. E depois vem a instrução, conforme eu falei, instrução dos espíritos, que são mensagens, né, de Simeão, por exemplo, e que falam sobre

olho. E aí depois fecha com não julgais para não seres julgados. E depois vem a instrução, conforme eu falei, instrução dos espíritos, que são mensagens, né, de Simeão, por exemplo, e que falam sobre indulgências, sobre perdão, encerrando esse capítulo que vale a pena a gente trabalhar. Então, nesse sentido, cabe-nos falar do argueiro e a trave no olho. Nesse sentido, então, muitas vezes a gente precisa entender que o arqueiro não é uma coisa grande, são coisas pequenininhas, são aquilo que o Chico Xavier, bela menção do Maurício, Chico nos ensinava quando eles chamavam ele, elojavam ele, dizia: "Não, eu sou apenas um cisco e às vezes um cisco no olho dos outros". Então, quantas vezes nós temos dificuldade, não tiramos o cisto, nem percebemos que temos, estamos julgando o cisco do olho do outro. Diria Jonel deângeles que isso é muito comum, que isso é da nossa natureza espiritual no estágio que nós estamos. Porque se nós não acreditamos e vivemos de acordo com aquilo que eu já mencionei, verdadeiramente espíritos vivendo uma existência terrena, pelas leis da terra, é natural que o indivíduo use tudo que tiver a seu alcance para sobreviver, para, entre aspas, se dar bem. Isso faz parte de uma luta de sobrevivência dos seres vivos que todos nós temos. E nós temos resquisto disso em nós mesmos, mas nós temos que olhar eh colocar sobre isso um olhar maior, mais amplo de alguém, como já foi dito aqui, que tá destinado a ser Deus. Um dia nós vamos ser deuses, nós vamos seres perfeitos. E não adianta querer fugir, porque nós estamos matriculados nessa escola onde nós só vamos sair quando nós atingirmos esse objetivo. Talvez seja a hora de lembrar uma mensagem, tá publicada 1950 de Emanuel, quando essa mensagem tem um título de determinismo divino. E nessa mensagem ele fala que o único determinismo de Deus para conosco é o bem. O resto é acréscimo nosso, é problema nosso. Ou seja, a lei divina não é injusta, ela não falha, ela se cumpre, ela é amorosa, por mais que às vezes a gente

determinismo de Deus para conosco é o bem. O resto é acréscimo nosso, é problema nosso. Ou seja, a lei divina não é injusta, ela não falha, ela se cumpre, ela é amorosa, por mais que às vezes a gente não consiga entender. Então, como todo subtítulo, ele começa com uma citação evangélica e que aqui de Mateus, capítulo 7, versículos 3 a 5, quando ele escreve o seguinte: "Como é que vedes um argueiro no olho do vosso irmão quando não vedes uma trave no vosso olho? Ou como é que dizeis ao vosso irmão: "Deixa-me tirar um argueiro do teu olho, vós que tendes no vosso uma trave?" Hipócritas, tirai primeiro a trave do vosso olho e depois então vede como podereis tirar o argueiro do olho do vosso irmão. Este é um texto evangélico por alguém. Vocês estão acompanhando a série de Chosen, etc. Nós temos várias evidências. A o personagem de Mateus é muito interessante porque ela era uma pessoa pública da época, ele era um cobrador de impostos, ele tinha um conhecimento. Então os escritos dele se fazem muito interessantes para nos ajudar a entender eh o o a companhia e o que o Cristo quis nos dizer. Mas nesse sentido, talvez seja interessante a gente refletir sobre os nossos olhos. Na psicologia, em várias ciências da Terra, a gente define os olhos como sendo o espelho da alma. Tudo que nós enxergamos, nós avaliamos pela forma como olhamos, pela capacidade que nós temos de olhar. Às vezes nós olhamos, por exemplo, um determinado objeto que tem quatro ângulos, é um quadrado, e nós olhamos só um lado e fizemos a nossa concepção de verdade sobre isso. Então, é preciso refletir muito, porque os olhos são verdadeiramente espelhos de nossas almas e o mundo se apresenta não como verdadeiramente ele é, mas como os nossos olhos enxergam. Então, se eu tiver olhos bons, eu vou enxergar o bem. Se eu tiver olhos maus, eu vou enxergar o mal. Então nós temos que ter muito cuidado em avaliar, principalmente nessa época, onde visitados por primeira vez na história que acontece de nós termos mais

Se eu tiver olhos maus, eu vou enxergar o mal. Então nós temos que ter muito cuidado em avaliar, principalmente nessa época, onde visitados por primeira vez na história que acontece de nós termos mais comunicações falsas do que verdadeiras. Antes nós tínhamos, sempre tivemos comunicações à fake news, mas agora nesse período já faz o segundo, terceiro ano que nós estamos superando em notícias falsas as notícias que são verdadeiras. Então precisamos ter muito cuidado ao emitir julgamento, dar valor para tantas coisas que estão aí alcançando os nossos sentidos. E aí, Kardecere um comentário que eu vou buscar eh ler. Uma das insensatezes da humanidade consiste em vermos o mal de outro antes de vermos o mal que está em nós. E aí, certa feita, Joana nos esclareceu que, como eu já falei, isso é da natureza do nosso próprio espírito. Nós estamos procurando sobreviver e quem tá procurando sobreviver se agarra a qualquer tábua de salvação e vai procurando sobreviver. E isso nos leva à reflexão que nós devemos mais do que sobreviver, nós devemos viver. Então o que nos falta hoje é exatamente a vivência cristã. Nós temos n, não cabe citar, nós conhecemos inúmeras pessoas que conhecem todos os textos evangélicos que em momento foram escritos. quem os escreveu na sequência, na cronologia que foi Mas de que adianta isso se em termos de conduta a falhas. E aí nós vivemos um tempo perigoso da humanidade que, segundo o Dr. Bezerra, é um tempo propício pros falsos Cristos e os falsos profetas, principalmente por aqueles que escrevem bem, falam bem, tento, justificam, alcançam os nossos sentidos. E nós começamos ver ali uma estrela radiosa, mas avaliemos a obra porque cada um segundo as obras. Então, tenhamos muito cuidado porque nós estamos num momento delicado. Dr. Bezerra tem nos dito, é um momento onde várias passagens evangélicas diz, né, se tiver uma situação difícil, etc, vocês precisam subir ao telhado da casa e aí não descer desse telhado. E tia tendo no dito, é momento de nós não descermos do

várias passagens evangélicas diz, né, se tiver uma situação difícil, etc, vocês precisam subir ao telhado da casa e aí não descer desse telhado. E tia tendo no dito, é momento de nós não descermos do telhado. Por quê? Porque há uma espécie de vala comum, há uma espécie de inconsciente coletivo, há uma espécie de crise moral e que de uma certa forma vem para que nós reflitamos e assumamos uma posição de ou cristãos ou então vai com a vala comum. O Chico dizia isso com a turma da boa conversa. Nós temos gente que conversa, conversa, conversa, conversa, mas quando você vai ver, pouco se tira daí. Então, as palavras quando energizadas, voltadas o bem e domem obras, beleza, mas a grande maioria das delas são como Emel nos lembra, abre aspas, desprovidas de obras, são como folhas secas que o vento leva e geralmente para ilusão. Fecha aspas. Essas são palavras de Emanuel. E aí ele diz isso especialmente para mim que eu tô aqui falando, porque Emanuel diz: "Se você é pregador, tende muito cuidado com o que falas, porque repetindo, palavras sem ação folhas secas que o vento vai levando e geralmente paraa ilusão." Reflitamos sobre isso. E aí nós estamos geralmente muito culpados em ganharmos um certo destaque terreno para daí sermos cristãos. E nós não conseguimos entender que todos nós somos convidados aonde quer que estejamos e situados pela providência divina. Não há erro, não há engano sobre o lugar que nós estamos situados. Vocês podem me perguntar: "Ah, mas eu tomei a opção de estar aqui e não estar aqui". Ótimo. É o livre habito que nós temos. Mas segundo os espíritos benfeitores, nós temos uma programação e ela vai se consumando. A gente para, a gente desvia. Mas daí as situações vão acontecendo, nós temos que retificar para retomar o caminho de evolução de todos nós. Muitas vezes a gente gasta encarnação toda e faz pouca evolução. No nas outras nem tanto, nós reflitamos sobre essa questão. Então, uma das sensatezes da humanidade, a gente ainda acredita que, infelizmente, é por

a gente gasta encarnação toda e faz pouca evolução. No nas outras nem tanto, nós reflitamos sobre essa questão. Então, uma das sensatezes da humanidade, a gente ainda acredita que, infelizmente, é por ignorância, é por método de sobrevivência que as pessoas primeiro procuram o defeito nos outros para depois olhar o seu próprio. E aí entra mensagem do espírito Estevão. O Estevão belamente fala que todos nós estamos cercados por espelhos. Quando esses espelhos são limpos, nós nos enxergamos como somos. Mas ele nos lembra, a maioria dos espelhos que nos cercam são embaçados, às vezes sujos. E nós nos enxergamos diferentemente de quem somos, às vezes não com a condição que temos. Então, é preciso o momento ímpar de diante das situações que se apresentam, nós assumirmos uma posição de aprendiz humilde, simples, porque é assim que o Dr. Bezerra se intitula, o mínimo servidor do Cristo. E aí a gente vai conseguindo referências melhores e fugir dessa tendência que temos de observar o defeito nos outros sem avaliar o nosso próprio. Segue aqui. Para julgar-se a si mesmo, fora preciso que o homem pudesse ver seu interior num espelho, pudesse, de certo modo, transportar-se para fora de si, considerar-se como outra pessoa e perguntar: "Que pensaria eu se visse alguém fazer o que faço?" E esse essa é uma recomendação de um espírito que foi religioso, né, que muito colaborou conosco em vários momentos, Santo Agostinho e que nos diz: "Ao final do dia, faça uma avaliação onde nós furamos o balão, onde fugimos da caminhada que deveríamos ter, porque só assim nós vamos nos conhecer." E aí é interessante mesmo, nessa vida irrefletida, muito automatizada, nem sempre nós paramos para avaliar por vários contextos sociais, mas precisamos fazer o quê? conversar conosco mesmo, fazer essa conversa interior, ter essa capacidade de se transportar num outro para daí de uma forma empática, buscar entender e enxergar aquilo que eu estou fazendo. E a gente vai perceber que ainda muito pisa na bola.

a interior, ter essa capacidade de se transportar num outro para daí de uma forma empática, buscar entender e enxergar aquilo que eu estou fazendo. E a gente vai perceber que ainda muito pisa na bola. Então, que a gente faça essa reflexão e não por uma questão de sacrifício, de problemas, etc., Não, porque está na lei, como diz Emanuel, cada um segundo as suas tendências e inclinações. E a gente precisa pensar sobre as nossas tendências e inclinações. A gente precisa pensar sobre os nossos problemas, aonde que estão as nossas dificuldades, aonde está a nossa limitação. Sempre nos lembrando de Paulo, que a limitação, segundo ele, não está na lei. A lei divina é igual para todos nós, mas nos oferece uma oportunidade da gente conjugar esforços, viver uma vida cristã, porque é pela vivência que nós nos afirmamos e aí verdadeiramente nós conhecermos. No tempo atual, a humanidade não se conhece. A humanidade que iria ser uma humanidade que exercita um ser vivido, experiente, etc., faz o quê? Ela se ocupa praticamente das mazelas do mundo. Porque o que que acontece? Infelizmente os nossos meios de comunicação t mais Ibope com notícias que não são boas e não deveria ser assim. É claro que nós temos inúmeras notícias boas que não dão ibope nem são veiculadas, então precisamos buscá-las, enxergar toda uma harmonia que existe na nossa volta, que por mais que eu atrapalhe, as coisas vão se ajeitando. E para algum de vocês, que pode ser da área da biologia ou da área da física, temos uma lei que é conhecida como nome de entropia. É uma lei da termodinâmica e que vai nos mostrando pra gente evoluir, para nós, seres vivos, evoluirmos, acontece o quê? Isso é conhecido como lei da entropia. A gente vai lidando, vai jeitando as coisas e quando parece que tá tudo certinho, algo acontece de fato novo, dá uma mexida naquilo e a gente tem que recomeçar. Mas isso é conhecido como entropia. E os espíritos lembram que a entropia é necessária para todos nós. Cada dia é uma oportunidade nova de escrevermos

á uma mexida naquilo e a gente tem que recomeçar. Mas isso é conhecido como entropia. E os espíritos lembram que a entropia é necessária para todos nós. Cada dia é uma oportunidade nova de escrevermos numa página aquilo que nós não escrevemos hoje nem ontem. Então, nesse sentido, eh, quando então, que pensaria eu se visse alguém fazer o que faço? Segue comentário de Kardec. incontestavelmente é o orgulho que induz o homem a dissimular para si mesmo os seus defeitos, tanto morais quanto físicos. Eu me lembro de Brasília, tô com 20 e poucos anos de Brasília e eu passava em alguns outdor vendo a palavra dissimulação e parava eu para pensar, será que a a população sabe o que é dissimulação? O que que acontece? Vou procurar esse texto de Paulo. Paulo nos diz quando ele se fez homem entre nós, ou seja, 2000 anos atrás, ele dizia: "Perigo é que vocês já são suficientemente inteligentes para produzir desculpa para vocês mesmos para continuarem iguais." E a gente precisa refletir sobre isso, porque a nossa capacidade de buscar sobrevivência, ela muitas vezes nos oferece uma condição, um raciocínio que a gente consegue justificar coisas injustificáveis. E aí chega Kardec e nos lembra orgulho. E temos os dois maiores problemas da humanidade. De um lado orgulho, de outro lado, né, a vaidade, como a gente pode dizer. Ora, como diz Emanda, um é pai, o outro é filho. O eles investem as posições, mas elas estão entre nós. Então são raras as pessoas que não procuram destaque. Nós temos ciências da terra que nos ensinam a eu valorizar meu eu e fazer o meu portfólio para, entre aspas, eu mostrar para as pessoas quem eu sou. E na verdade diante da lei de Deus, aquela que vai nos cobrar mais cedo, mais tarde ou tá sempre nos cobrando, dando oportunidade, nós não temos muita preocupação. Por que que eu digo isso? Porque, na verdade, nós temos uma preocupação de andar bem vestidos, de andar de uma certa forma, né, com uma aparência boa. Mas e o nosso espírito? Tá luminoso, tá manchado, tá

que que eu digo isso? Porque, na verdade, nós temos uma preocupação de andar bem vestidos, de andar de uma certa forma, né, com uma aparência boa. Mas e o nosso espírito? Tá luminoso, tá manchado, tá obscurecido? O que que ele tá pensando? que os nossos pensamentos são forças mentoeletromagnéticas, elas criam uma psicosfera na nossa volta. Então, precisamos muito refletir isso. Então, reconhecer e aí entra a ciência da terra atual muito rica, todas as ciências louváveis, com excelentes descobertas que vão nos ajudando a entender a vida no plano espiritual. Temos aí, sugiro que leiam a teoria do multiverso, que vai nos mostrando as várias dimensões de coisas que nos cercam. Já existe uma essência terrena que nos ajuda a entender isso, mas verdadeiramente nós deveríamos estar mais focados em nos apresentar como verdadeiramente nos apresentamos transparente para os espíritos. Não adianta nada eu dizer para espiritade que sou isso ou aquilo, porque antes de eu falar ela já sabe quem eu sou. Por quê? Pela minha luminosidade, pela minha forma de pensar, pelas harmonias vibracionais que eu tenho nas esferas que circundam o meu corpo, pelas manchas que eu tenho meu espírito. De uma certa forma, então cabe a gente pensar, né, nós temos defeitos morais quanto físicos. É difícil nós entendermos que o molde gerador dos defeitos físicos é o molde espiritual. Você então tem alguma coisa errada. Ou seja, a matriz geradora de tudo que nós temos aqui no aspecto físico está no plano dos espíritos. É o espírito que gera determinadas deficiências. E aí nós vivemos hoje uma humanidade que tem 30%, entre aspas, com defeitos físicos significativos que só vão conseguir ser entendidos e tratados de forma eficiente quando eles tiverem a sua origem encontrada. E a origem está no mundo dos espíritos. Dr. Bezerra nos diz, Emanuel também nos diz lá no livro consolador, todos os males que vos assolam procedem do espírito. Aí o cara diz assim: "Mas o fulano bebe porque o cara convidou, tá lá bebendo.

Dr. Bezerra nos diz, Emanuel também nos diz lá no livro consolador, todos os males que vos assolam procedem do espírito. Aí o cara diz assim: "Mas o fulano bebe porque o cara convidou, tá lá bebendo. Ele pode ser que não tenha isso no seu espírito, mas há uma tendência. Há algum aspecto que nos leva, de uma certa forma a fazer isso. Então, é bom a gente refletir enquanto que eu continuo aqui. Semelhante insensatez é essencialmente contrária à caridade, porquanto a verdadeira caridade é modesta, simples e indulgente. E aí me lembro de Divaldo. Muitos de vocês devem ter visto ele falar: "Tô muito preocupado com a humanidade". Que nós colocamos tantas regras para ser caridoso que geralmente a caridade chega atrasado. Qualquer um de nós tem condições de ser caridoso. E é bom que a gente classifica essa caridade em várias caridades materiais, etc. E a caridade chamada essencial, a caridade de auxiliar como espírito. Quem quer que a espiritualidade nos encaminhe segue aqui dizendo: "Caridade orgulhosa é um contrassenso, visto que esses dois sentimentos se neutralizam um ao outro". Então aquela caridade que eu faço para aparecer e até chamo uma televisão para filmar o que eu tô fazendo, ela é totalmente anulada. Ao contrário, vai ser até o impeço pra minha evolução. O que vale é o que a mão esquerda faz sem que a direita enxerga. O que vale é o que nós fizemos. E para isso nós não precisamos dos destaques e muito menos do púlpito e muito menos, né, das dos aspectos terrenos que nos enobrecem. Nós precisamos cuidar de nós. Nós vivemos um tempo onde nós precisamos prestar atenção e nós. Está muito certo que o próximo é uma escada para mim evoluir, mas eu vou evoluir de acordo com aquilo que eu já sou. Porque Emanda certa feita nos disse e bezerra endossou. Como é que, por mais que eu me convença disso que eu tô falando de caridade, se eu não tiver nada para oferecer, eu não vou, eu vou oferecer nada. Eu preciso trabalhar para mim ter alguma coisa para oferecer. E aí temos o quê? Temos aqueles que vão

e eu tô falando de caridade, se eu não tiver nada para oferecer, eu não vou, eu vou oferecer nada. Eu preciso trabalhar para mim ter alguma coisa para oferecer. E aí temos o quê? Temos aqueles que vão se lançando ao serviço, se colocando em serviço para arrumar coisa para de uma certa forma doar. Tem outros que já deram, que sabem, que têm e de uma certa forma sem grandes alardes. E aí nós temos um grande segredo na humanidade. Nós temos pessoas simples, anônimas e que são pessoas de bem. E a doutrina espírita, como todas as ciências buscam fazer com que a gente seja homem de bem. E aí a lembrança bem dita, porque talvez o Chico seja o modelo, o exemplo que a gente tenha melhor para aquilo que a gente possa chamar de homem de bem. E andando por esse caminho aqui, indo lá pro lado no prédio chamado Calmaí, um belo dia, o espírito comentou: "O que você tá fazendo? Tá tudo muito certo, só que o seu, o bem que você faz e foca ainda é o seu bem, não é o bem da humanidade." E isso já faz alguns anos. Então, a gente precisa avaliar, olhar em diferentes ângulos, ter uma ótica abrangente para conseguir entender as formas que eu tenho de ser cristão. E aí eu preciso, quanto mais humilde for, quanto mais eu servir, mais condições eu tenho de diminuir os meus próprios eus e fazer que Cristo possa através de mim fazer alguma coisa. Porque nós temos muita gente fazendo uma coisa, mas como dizem os espíritos, fazem de manhã e desfazem pela tarde. E afinal lado da encarnação tem muitos poucos coisas para colher. E aí vem uma lição belíssima de Emanuel que chama servicinhos. Ele diz o seguinte: "Se você procura fazer grandes coisas, você não vai conseguir fazer essas grandes coisas como deveria e nem as coisas médias. Então cuida das coisas pequenas que ele chama de servicinhos". Porque essa você vai conseguir fazer e ao final da encarnação você vai cerrar os seus olhos físicos e a luz que você vai ter para caminhar em espírito são os servicinhos, são as coisas boas. Então, recomendação

a você vai conseguir fazer e ao final da encarnação você vai cerrar os seus olhos físicos e a luz que você vai ter para caminhar em espírito são os servicinhos, são as coisas boas. Então, recomendação pros tempos atuais, não desperdicemos nenhuma oportunidade. Que veja o que que Veneranda nos diz, abre aspas. As ordens imediat de convosco são as situações que o dia vos apresenta. Fecha aspas. A gente tá atento a isso. Quantas vezes durante o dia não acontecem coisas que a gente não tá ligado, não tá atento. Aí já veio a pandemia para nos auxiliar a recuperar a tensão. Juntou a gente para arrumar a casa, um monte de coisa. Mas de uma certa forma, estranhamente continuamos, como diz a própria Joana, muito iguais. Então, na verdade nós precisamos refletir sobre isso. Caridade orgulhosa, né? O fato de ser orgulhosa vai anular a própria caridade. Com efeito, como poderá um homem bastante presunçoso para acreditar na importância de su da sua personalidade e na supremacia das suas qualidades, possuir ao mesmo tempo a negação bastante para fazer ressaltar em outro o bem que eu eclipsaria em vez do mal que eu exalçaria. Então, é uma pergunta de Kardec para nós respondermos e nós não vamos precisar dos destaques públicos, muito pelo contrário, quanto mais estivermos de forma simples, anônima, fazendo as coisas, mais, a princípio nós vamos estar produzindo luz. E o que a humanidade precisa é disso, recuperar, de uma certa forma a confiança em nós mesmos, resgatando a nossa própria essência. É natural que pisemos na jaca. É natural pelo nosso estágio evolutivo que tenhamos maus dias, mas temos uma habilidade belíssima de no seguinte refazer. Seguindo aqui, finalizando. Por isso mesmo, porque é o pai de muitos vícios, o orgulha também a negação de muitas virtudes. E aí nós falamos da virtude. Nós falamos muito, tem poemas belíssimos sobre o amor. Nós sabemos que o amor é a força que sustenta os universos, os planetas, a mesma força que governa em mim moléculas, aspectos, uma série de

tude. Nós falamos muito, tem poemas belíssimos sobre o amor. Nós sabemos que o amor é a força que sustenta os universos, os planetas, a mesma força que governa em mim moléculas, aspectos, uma série de harmonias que existem. Só que este amor, ele só é conseguido quando subirmos a escala das virtudes. Ele é o último degrau escalas das virtudes. O que lhe acompanha de bem próximo é humildade. E aí a gente deve fazer referências. A humanidade até hoje não conseguiu entender porque que Jesus nasceu na estrebaria. Ele teria condições de ter nascido em qualquer outro lugar, mas de uma certa forma toda a programação divina onde ele participou de uma certa forma fez com que ele nascesse num lugar que às vezes não valorizamos no meio dos animais com a natureza, como diz Dr. Bezerra, que é a mais sábia da junção das leis divinas para convosco. E nós muitas vezes não entendemos. E assim, quando ele foi se despedindo de nós na última ceia para complementar isso, ele vai lavar os pés de Pedro e lava os pés de outros apóstolos e colocou uma toalha na cintura, que era um hábito das pessoas na época que serviam, etc., para nos deixar uma lição profunda. Então, de uma certa forma, a humildade é aquela virtude que nos aproxima deste amor que nós estamos nos referindo e onde começa, né? Então, o processo de construção de virtudes, ele é um uma construção, ele é elementos onde nós, de uma certa forma trabalhando a piedade, o perdão, a compreensão, a resignação, a obediência, né? a gente vai trabalhando elementos em nós de crescimento e essas virtudes todas vão trabalhando o nosso eu e daali a pouco eu já não tenho mais necessidade de aparecer porque nós ainda temos, infelizmente, né, inúmeras necessidades de nos sermos vistos, valorizados, etc. E na verdade nós somos constantemente, né, transparentes, permanentemente vistos pelo espiritual como nós somos. Então não há porque se se preocupar com tanto. Então o processo de construção das virtudes, ele é milenar. Como nós somos espíritos milenares, muitos de nós

ente vistos pelo espiritual como nós somos. Então não há porque se se preocupar com tanto. Então o processo de construção das virtudes, ele é milenar. Como nós somos espíritos milenares, muitos de nós temos dificuldades em construir determinadas virtudes, mas face necessária nos tempos atuais trabalhar esses elementos para que a gente consiga iluminar todos os amores terrenos, o amor conjugal, o amor paternal, o amor filial, esses amores todos que nós temos. E quando nós conseguirmos iluminar ele com virtudes, ele começa a se divinizar. E aí, num primeiro momento, nós queremos logo fazer como o evangelho não diz, amai os vossos inimigos. A gente não vai conseguir porque amar é um processo que a gente vai construindo, começando por situações simples para fazer com que a gente tenha essa capacidade de trazer esses elementos que estão em nós. E onde é que eles estão? Eles não estão fora de nós. O Chico dizia que todo mundo fica procurando prateleiras para achar solução paraos seus problemas. E na verdade a solução está em nós, assim como o erro, assim como a razão dos problemas geralmente está em nós. Então é a história do ovo. Se eu colocar o ovo num ambiente favorável, ele de uma certa forma gera vida. Agora, chegar de fora para de fora para dentro e bater nele ou colocar adversidade chamada as externas, eu mato a vida. Então, colocando o ovo como nosso espírito, nós temos em nós aquilo que o Leão Dení chama de potenciais desconhecidos. E aí a ciência terrena nos afirma isso quando ela diz que vocês são 10% do que vocês poderiam ser. E muito cedo eu me perguntava, cadê os outros 90? Eu só descobri por causa do espiritismo. Eles estão dormentes, latentes, eles estão em mim, eles são essência e eu posso trabalhá-los. Agora, trabalhar como de braço cruzado, sentado, esperando que alguém me sirva? Não. Então eu preciso me convencer de que ser, e atualmente a FEB adota esse slogan, servir para curar-se. Nós estamos todos muito culpados com as nossas mazelas, problemas e na verdade

guém me sirva? Não. Então eu preciso me convencer de que ser, e atualmente a FEB adota esse slogan, servir para curar-se. Nós estamos todos muito culpados com as nossas mazelas, problemas e na verdade muitas vezes nós estamos ajustando e bendita mazela que nos faz reparações, iluminações. E às vezes, se nós estamos no serviço fazendo alguma coisa de bem, a cobrança é cessada e até às vezes a gente quita com os trabalhos de bem. Então, que a humanidade precisa mais do que nunca resgatar a essência de si mesmo. E aí temos um problema, não poderia ser diferente com tudo que se sabe por aí, que a espiridade está num momento de extrema falta de confiança. Confiar em quem? no Neymar, na Anita ou não sei quem. E aí, se eu vou pro rótulo da religião, confiar na em Jesus que me é ensinado nesse templo de um jeito e nesse templo de outro jeito? É uma questão que a gente precisa, como diz Jonel de Angeles, encontrar o Cristo interno, encontrar em nós mesmas a essência desses aspectos que estão em cada um de nós. Últimas frases aqui, eh, virtudes, orgulho, melhor dizendo, e vícios, etc., como negação das virtudes. Ele se encontra na base e como móvel de quase todas as ações humanas. esta razão porque Jesus se empenhou tanto em combatê-lo como principal obstáculo ao progresso. Então, nós vemos que a gente ainda tem e é natural que nós, alcançados pelas ciências da Terra, a gente valorize aquilo que a gente consiga entender e muitas vezes nós não conseguimos entender o evangelho. E vem uma recomendação dos espíritos, evangelho, para nós entendermos o amor do Cristo, para nós entendermos as bem-aventuranças, nós precisamos não só da nossa mente. A nossa mente vai ser insuficiente para nos dar lucidez, explicação, convencimento, entendimento que deveria. Nós precisamos o nosso coração, porque é neste coração que nós temos a base das emoções e dos sentimentos. E quando vamos mexendo com eles, revolvendo eles, nós vamos trabalhando em nós primeiro o equilíbrio da nossa emoção para poder

rque é neste coração que nós temos a base das emoções e dos sentimentos. E quando vamos mexendo com eles, revolvendo eles, nós vamos trabalhando em nós primeiro o equilíbrio da nossa emoção para poder ser melhor. E hoje a humanidade vive um descompasso. Ela quer ser melhor, mas está desarmonizada. Como é que ela vai conseguir? Então, as ciências da Terra tentam explicar e conseguir elementos para nós de nós conseguirmos trabalhar a melhoria dos nossos sentimentos com emoção desequilibrada. E o evangelho nos ensina que isso é impossível. Eu preciso primeiro saber quem eu sou da minha essência, começar a viver de acordo com o próprio evangelho, não na sua plenitude, porque isso é para daqu milênios, mas com aquilo que eu sei que eu posso estar atento para fazer com que eu consiga, pela minha própria forma de ser e de agir, avaliando e trabalhando a minha evolução. Então eu preciso parar e conversar comigo, avaliar, por exemplo, a minha mente e ter coragem para perguntar para ela: "Onde é que você acha que eu errei?" Aí a mente vai ficando inventando uma desculpa. Ah, não, mas você fez isso porque tinha isso, não sei o que lá. Mas se você consultar o coração, não, que o coração é uma base de sentimento e que hoje a ciência terrena consegue produzir máquinas e as máquinas nos mostram que o coração tem uma energia muito maior do que a nossa mente. E a gente vive com ele, como dizia o Chico, geralmente fechado, como se fosse uma casinha, janela fechada, tramelinha fechada, porta fechada e a gente quer que Jesus nos ajude. E aí quem é mais antigo deve se lembrar de fitinhas cassete que o Chico tinha e essas lembranças devem vir dele. Quando ele naquelas fetinha cassete, ele dizia assim: "Para, meu irmão, fecha os olhos, olhe para centro de si mesmo e aí você já vê uma luminosidade, você já vê algum sinal do Cristo?" E aí ele ia falando com aquela voz melodiosa dele lá pelos 5 minutos de fitinha cassete rodando, ele dizia: "E aí já se faz uma luz?" E ele dizia assim: "Você tem que abrir a

ê algum sinal do Cristo?" E aí ele ia falando com aquela voz melodiosa dele lá pelos 5 minutos de fitinha cassete rodando, ele dizia: "E aí já se faz uma luz?" E ele dizia assim: "Você tem que abrir a janela, você tem que ver se você colocou muitas tramelas para fechar a janelina do seu coração e aí ele ia rodando em ensinos belíssimos que não deixaram marcas profundas. E todos nós temos o quê? um coração realmente meio que endurecido para não sofrer, porque não queremos nos abrir, não queremos sofrer os reves do mundo. E o nosso coração é uma máquina maravilhosa e que tem como função nutrir todo o corpo com todas suas células, com o sangue que é vermelho, não por acaso, extremamente energizado. E ele pode sim auxiliar, fazer com que o nosso espírito consiga nos fazer melhor como homens físicos. Então, precisamos prestar muita atenção. Existem aqueles problemas que estão ligados ao espírito. E aí, só para dar uma base, não sei se tem algum cardiologista aqui, porque a cardiologia tá se deparando com uma situação. Há cerca de 20 anos atrás, nós tínhamos 1000 a 2000 falhas de elementos de frequência cardíaca, extístolas e aritmias. Hoje isso aumentou 10 vezes. Por quê? Porque nós vivemos um tempo de aflição. Nós vivemos um tempo onde nós somos convidados a nós nos afirmarmos, assumir uma posição e aí assumir posição diante de quem? Dos espíritos que intercedem por mim. Quem? Eu tenho um guia que assinou uma promissória por mim e que está sempre atento. Ele que sabe mais do que eu. Na verdade, ele me conhece melhor do que eu. Então, como é que está a relação com o nosso guia? E nós temos espíritos simpatizantes, familiares, etc. e os benfeitores da humanidade. A prece é um canal de conexão com todos eles. E como diz o Paulo, se a prece for operante, melhor ainda, porque se for falando, falando, falando, muitas vezes eu tô me desconectando até. Mas veja que Paulo dizia, a fé que vocês precisam e esses aspectos são operantes. Vocês precisam edificar uma fé operante, ou seja, colocar a serviço a fé que eu

itas vezes eu tô me desconectando até. Mas veja que Paulo dizia, a fé que vocês precisam e esses aspectos são operantes. Vocês precisam edificar uma fé operante, ou seja, colocar a serviço a fé que eu já tenho, com ela colocada a serviço, edificar uma fé apoiada no próprio serviço. a humanidade, como diz Kardec, chegaria o momento onde a doutrina espírita ia nos ajudar. uma fase que ele chama de terceira ou quarta fase, dependendo do livro que ele escreveu, ele diz: "É momento a humanidade vai precisar de muita tolerância, vai precisar de muito serviço e de muita solidariedade. Então nós temos n fenômenos acontecendo para trabalhar e despertar a nossa solidariedade. E a gente no momento de crise a gente considera consegue se solidário. Mas quando a coisa vai tudo bem, nós meio que encachotamos a solidariedade e meio que não usamos ela. Então, gente, nós estamos numa fase de experimentação, de vivência, de afirmação de cada um de nós. Então, como memorário tá se esgotando, eu espero ter colaborado com alguma forma e como Chico dizia, se você falar bonito e se citar muitas coisas, mas não alcançar o coração, as pessoas vão sair iguais. E a gente não quer que as pessoas saiam iguais, assim como eu, os meus ouvidos estão muito próximo do que eu tô falando. Eu também tô falando para mim, eu tô falando pro meu espírito e cabe uma reflexão sobre isso que vos falei. Que vocês tenham um excelente final de dia e uma semana melhor ainda. Muito obrigado. Nós agradecemos a brilhante condução do irmão Hélio. Lembrando aqui, elo, eh, da oração que você comentou do poder da oração. Lembro de Mei que ela diz diz assim numa das mensagens que a oração não nos retira do sofrimento, mas nos reveste de forças para superá-los. Então, busquemos sempre na oração essa ligação, as forças de que necessitamos e a orientação de que todos precisamos. Já nos encaminhando para o final, mais uma vez convido a todos a em uma só vibração unirmos o nosso pensamento numa só direção, Cristo Jesus. agradecendo a ele e ao Pai Celestial

que todos precisamos. Já nos encaminhando para o final, mais uma vez convido a todos a em uma só vibração unirmos o nosso pensamento numa só direção, Cristo Jesus. agradecendo a ele e ao Pai Celestial pela oportunidade de estar aqui, de estarmos todos reunidos num só propósito, que é o da nossa melhoria e da melhoria da humanidade, para que possamos sempre ter em mente os ensinamentos que ele nos deixou e a pouco a pouco colocá-los em prática, sendo melhores hoje do que ontem e amanhã melhores do que hoje. buscando reforçar a nossa fé para que esta fé possa, como já disse Kardec no mesmo livro que estamos estudando, encarar a razão face a face em qualquer momento de nossa existência. E com essa fé robustecida, possamos todos regressar aos nossos lares, levando conosco as energias que aqui recebemos. Que estas bênçãos possam chegar aos lares e à pessoas que nos acompanham no modo virtual, que possamos todos levar e dividir com todos aqueles que encontrarmos esta um pouco desta luz que aqui recebemos. Pedimos ainda a espiritualidade maior que reforce e que abençoe aos médiuns passistas que colocarão o espiritismo em prática, doando amor e energia àqueles que assim o desejarem. Que o Senhor nos conduza hoje, agora e sempre. Que assim seja. Aos irmãos que desejam o benefício do passe, eu solicito que fiquem nos seus lugares. A equipe vai preparar o ambiente e assim que concluído nos convida para este momento.

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