REFLEXÕES SOBRE O LEGADO DE "O LIVRO DOS ESPÍRITOS" - Geraldo Campetti [COMUNHÃO INSPIRA]
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[canto] a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, estou >> aqui para agradecer [canto] de coração [música] a paz [canto] dentro de mim que encontrei [canto][música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de vi. >> doando [canto] amor, vibrando luz, [música] buscando a ti. Senhor, [música] mesmo [canto] tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui [música] eu [canto] entendi qual o valor [música] dessa missão foi nessa casa [canto][música] que aprendi toda beleza. de viver, doando amor, [canto][música] vibrando luz, buscando a [canto] ti, buscando [canto] a ti. Obrigado. Comunhão [música][canto] espírita de Brasília. Senhor, [música][canto] estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro [canto] de [música] mim que encontrei na [canto] comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi [música] toda a beleza [música][canto] de viver. Doando amor, vibrando. >> Boa noite a todos. Todo mundo bem? Bom, sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Sejam todos bem-vindos ao Salão Bezerra de Menezes para mais um comunhão inspira. Eh, aqueles que porventura estejam aqui presentes ou nos acompanhando pela TV e pela rádio comunhão pela primeira vez. O Comunhão Inspira é um projeto desta casa, é um programa de entrevista que vai ao ar sempre no último sábado de cada mês, das 19 à 20 às 20 horas. E ele é transmitido também pela TV e pela Rádio Comunhão e fica disponível nos canais do YouTube da Comunhão Espírita de Brasília, caso vocês queiram rever ou encaminhar posteriormente para um amigo, para um familiar, para alguém. Eh, o nosso programa ele tem a característica de interagir com o público, de maneira que se cada um de vocês quiserem encaminhar uma pergunta para o nosso convidado, nós temos ali uma colaboradora, a Débora, que está tem papel e caneta. levanta a mão, ela vai até vocês, anota a pergunta e traz para o nosso convidado. E aqueles que nos acompanham pela TV e pela rádio comunhão também pode encaminhar suas perguntas. O
em papel e caneta. levanta a mão, ela vai até vocês, anota a pergunta e traz para o nosso convidado. E aqueles que nos acompanham pela TV e pela rádio comunhão também pode encaminhar suas perguntas. O nosso amigo está ali à disposição, substituindo hoje a Flaviana. O Wagner vai colher a pergunta de vocês no chat e encaminhar também para que o nosso convidado responda, tá bom? Eu sou Ricardo Honório e hoje comigo está o nosso querido irmão Geraldo Campete, vice-presidente da Federação Espírita Brasileira e nós vamos falar sobre reflexões sobre o legado de o livro dos espíritos. Obviamente, em homenagem ao aniversário de 169 anos de O Livro dos Espíritos desde a primeira publicação, acontecido ocorrido em 18 de abril de 1858. Dito isso, vou pedir ao nosso amigo para fazer a prece de início. Pode ser, Wagner, por gentileza. >> Boa noite. Boa noite a todos. Obrigado, Geraldo, por estar na nossa casa. O Ricardo. Vamos todos fazer a nossa prece inicial para dar inícios à nossa hora, a nossa nosso programa. Convido a todos que neste momento que nos ouvem aqui pelos nossos canais e que estão pres aqui no auditório Bezerra de Menezes, que leva o nome do diretor espiritual dessa casa, que possamos neste momento trabalhar as nossas respirações, nos colocar assentado no banco de uma maneira bem confortável. Aquele que sentirem mais confortável pode fechar os olhos, dizendo: "Pai de infinita bondade, causa primária de todas as coisas, inteligência suprema, te agradecemos por mais uma vez ter o bom ânimo de estar aqui nesta casa de oração para aprender um pouco sobre o tema de hoje. possamos sair daquilo um pouco melhor, que a nossa mente e o nosso coração estejam aberto, que os condutores deste programa, o Geraldo Ricardo, recebam as inspirações do alto. E assim a Dr. Bezerra de Menezes, que conduz esses trabalhos com a equipe espiritual do momento. Nosso mestre amado Jesus, nossa querida Maria de Nazaré, a todos os espíritos amigo que do alto nos aparam e nos auxiliam, que possamos
, que conduz esses trabalhos com a equipe espiritual do momento. Nosso mestre amado Jesus, nossa querida Maria de Nazaré, a todos os espíritos amigo que do alto nos aparam e nos auxiliam, que possamos hoje receber essas benéces desse banquete. Sim, mestre, te pedimos permissão para dar início a mais uma noite de comunhão espira na comunhão espírita de Brasília, essa casa de oração que acolhe todos, consola e esclarece a luz do teu evangelho nesta doutrina que nos ensina o norte. Assim seja. Passo a palavra ao nosso irmão Ricardo Honório. Bom programa para todos. Obrigado, Wagner. Geraldo, seja bem-vindo mais uma vez à comunhão Inspira. >> Muito obrigado, querido Ricardo. Obrigado, Wagner. Obrigado a todos que estão aqui presencialmente e que estão também acompanhando, né, pela rádio, pela TV Comunhão. Uma satisfação estarmos juntos. Agradeço a gentileza do convite e para tratar de um tema tão importante, né, Ricardo? É verdade, Geraldo. >> Pois é, Geraldo. Eh, todo mês a gente, eu, a Flaviana, o Wagner, a gente fica tentando buscar alguém para trazer que possa contribuir com informações, com algumas instruções que nos esclareçam, que ampli o nosso horizonte de conhecimento sobre a doutrina espírita. Tudo isso em função das nossas reflexões sobre o nosso processo evolutivo. E eu acredito que como espíritas, conhecer as bases intelectuais, morais, que dão sustentação a todo o edifício espírita, é mais do que um direito, é uma necessidade nossa. Então, nesse mês em que que se comemorou o aniversário de O livro dos Espíritos, pensamos em trazer alguém para falar sobre esta obra monumental da humanidade e nós lembramos de você. Por que não, Geraldo? Vamos trazer o Geraldo pro Geraldo nos favorecer com a sua presença e com o seu conhecimento sobre a doutrina e sobre o livro dos espíritos. Gratidão pela caridade da lembrança. [risadas] >> Então, para começar o nosso bate-papo, Geraldo, quem é o autor de O Livro dos Espíritos? Pode até parecer uma pergunta desnecessária,
o dos espíritos. Gratidão pela caridade da lembrança. [risadas] >> Então, para começar o nosso bate-papo, Geraldo, quem é o autor de O Livro dos Espíritos? Pode até parecer uma pergunta desnecessária, >> sim, >> mas a gente sabe que eh um programa como este, ele não chega apenas aos espíritas, aqueles que já conhecem, pensando também naquelas pessoas que estão tendo o primeiro contato com a doutrina agora, >> Uhum. >> Quem é o autor de O livro dos Espíritos? >> Então, tão interessante, né? Porque o próprio título, o livro dos espíritos, a gente vai ver então que o próprio nome já diz quem são os autores, são os espíritos. é uma revelação espiritual com um conjunto de estudiosos, pesquisadores, historiadores, educadores, filósofos, enfim, eh que ditaram esta obra, trouxeram as respostas às perguntas que foram formuladas. Então, é uma obra que vem da espiritualidade, mas evidentemente para que elas pudesse se materializar aqui na Terra, ela precisa do autor que é o autor pessoa física, com registro civil. Então, naturalmente, esse autor é Allan Kardec. Allan Kardec é um pseudônimo, não é? um heterônimo que ele utiliza porque já era um professor famoso na França com o nome de Polite Leonizar Rivil, com vários livros publicados na área do ensino, era um emérito professor já reconhecido. E quando ele vai tomar o contato com o que estava acontecendo e vai ser esse intermediário para a publicação das obras que compõe o a gente chama a codificação espírita, essa sistematização, essa organização, a gente vai contar um pouquinho da história, ele adota esse pseudônimo como Allan Kardec para exatamente não confundir com a personalidade que ele já tinha como sendo uma pessoa famosa. A gente já nota aqui, Ricardo, uma coisa interessante, a humildade de Allan Kardec, ele conseguiu separar desde o início uma coisa da outra, né? Porque uma questão é a profissional como um pedagogo, como educador, como professor, emérito, reconhecido, exínio. E no trabalho voltado pra espiritualidade,
rar desde o início uma coisa da outra, né? Porque uma questão é a profissional como um pedagogo, como educador, como professor, emérito, reconhecido, exínio. E no trabalho voltado pra espiritualidade, na codificação do espiritismo, da qual ele é instrumento, eh, até o nosso querido Dr. Evandro, que é o tradutor assim das obras, né, de Kardec, publicadas pela FEB, além do clássico, né, Guion Ribeiro. Uhum. >> Inclusive da revista espírita, ele diz que Kardec foi o materializador da doutrina espírita. Então, materializador, aquele quem materializou o espiritismo aqui na Terra foi Allan Kardec. Agora, evidentemente, ele como revelação é uma não é de uma origem espiritual. Ele vem da espiritualidade superior. Por isso é o livro dos espíritos e não dos espíritas. Não somos nós espíritas quem somos autores desta obra. São os espíritos. E Kardec, Alan Kardec, a gente pode dizer que é o autor quem materializou a obra aqui entre nós. >> Excelente, Geraldo. E e a tua fala acabou me lembrando uma outra questão que eu acho que vale a pena ser comentada. Eh, em função de o livro Ser dos Espíritos, surgiu o Espiritismo. Por que que nós ainda chamamos algumas vezes de cardecismo? Se o livro fosse do Kardec, se a doutrina fosse do Kardec, aí faria até sentido a gente chamar de Kardecismo, né? >> Você quer comentar alguma coisa sobre? >> Quero, quero. A sua pergunta é muito oportuna. Eu agradeço, né, você fazê-la e porque é tão interessante eh quando a gente coloca esse sufixo ismo, por exemplo, né, espiritismo, ismo é um sufixo que significa sistema. Então, espiritismo é o sistema do espírito, materialismo é o sistema da matéria, cardecismo é como se fosse um sistema de Kardec. Mas veja, é tão interessante que Allan Kardec em nenhum momento ele se coloca na posição de fundador, de criador. Ele nunca fundou, nunca criou mesmo, porque o espiritismo é uma seita, é uma doutrina. como doutrina um conjunto de princípios básicos, então trazida como uma revelação da espiritualidade superior, coordenada
a fundou, nunca criou mesmo, porque o espiritismo é uma seita, é uma doutrina. como doutrina um conjunto de princípios básicos, então trazida como uma revelação da espiritualidade superior, coordenada pelo espírito da verdade, que a gente tem um entendimento cada vez mais próximo de que é o próprio Cristo, né, que retorna nesta figura do espírito da verdade para trazer essa revelação que tinha 15 minutos por mês para ficar com Allan Kardec na orientação do trabalho, só pra gente ver envergadura o nível evolutivo naturalmente desse espírito. E a gente verifica a não seria adequado, Ricardo, o termo cardecismo, porque é como se a gente tivesse seguindo uma personalidade que é Allan Kardec. E aí nós poderíamos inclusive abrir, por exemplo, para a possibilidade de entender várias vertentes do espiritismo. Aí você vai falar o espiritismo cardecista, o espiritismo que não é cardecista, o espiritismo de mesa branca, o espiritismo de mesa qualquer outra cor, não é? O espiritismo baixo, o alto espiritismo, o espiritismo independente, o espiritismo progressista, o espiritismo raiz, você vê de tudo hoje. É uma coisa impressionante. Até essa denominação espiritismo progressista, não é? eh não caberia no sentido de adjetivar como se fosse um espiritismo à parte, porque o próprio espiritismo ele já é progressista na sua revelação, como está no primeiro capítulo de A Gênese, quando fala do caráter da revelação espírita. Uhum. >> Não é a revelação quando a verdade. Então você tira um véu para descobrir a verdade. E o espiritismo, ele é naturalmente progressista, porque ele vai acompanhando todo o desenvolvimento, né, da ciência, da filosofia e dos aspectos, né, também éticoorais. Por isso não seria adequado a gente dizer: "Ah, mas você não é espírita cardecista, então você é o quê?" Um bandista. Eh, veja a confusão que se gera. Os nossos irmãos humandistas, eles não são propriamente espíritas ou espiritistas. Ali existe a mediunidade, o fenômeno mediúnico que é natural, não é um
Um bandista. Eh, veja a confusão que se gera. Os nossos irmãos humandistas, eles não são propriamente espíritas ou espiritistas. Ali existe a mediunidade, o fenômeno mediúnico que é natural, não é um patrimônio do espiritismo. O que o Espiritismo fez foi metodizar, sistematizar, estudar, codificar essa comunicação do plano espiritual com o plano material. Por isso que a gente tem esse entendimento. E com todos respeito aos nossos irmãos, a mediunidade se manifesta em tudo quanto é lugar, inclusive na nas missas, nos cultos evangélicos, né, nos nos terreiros de Umbanda, com todo o respeito, ali ocorre a mediunidade. A mediunidade ocorre não só no centro espírita, ocorre em todo o cotidiano da nossa vida. Então, não é uma propriedade do espiritismo, é porque há medionismo, que é a prática da mediunidade, que se tem espiritismo. Mas o que o espiritismo fez foi exatamente estudar a medianidade para que a gente pudesse entender com maior clareza o seu significado. E a gente aprende cada vez mais que a mediunidade como uma faculdade espiritual que demanda uma predisposição orgânica, ela deve ser aplicada sempre com Jesus. Por isso não caberia dizer: "Ah, eu sou espírita. Você é cardecista?" Não, eu sou espírita. Mas você segue Kardec? Sim, eu sigo o Espiritismo, que o Espiritismo é codificado por Kardec. Não existe outro espiritismo. Eu vou dizer uma coisa para vocês que interessante rapidamente que o senso que foi realizado recentemente, >> houve assim o pessoal preocupado, né? Porque antes os declarados espiritistas agora diminuiu, houve uma queda. Se a gente for avaliar o percentual de queda praticamente que teve nos espíritas declarados, é exatamente ou muito próximo o percentual de declarados umbandistas ou de outras, né, crenças eh afrodescendentes. Uma coisa impressionante, porque a época do senso penúltimo não havia abertura para a classificação de você se identificar, né, como, por exemplo, né, de uma religião afro, o que é muito interessante que se faça a identificação, como agora nesse último
núltimo não havia abertura para a classificação de você se identificar, né, como, por exemplo, né, de uma religião afro, o que é muito interessante que se faça a identificação, como agora nesse último senso foi feito. Então, alguns que se declaravam espíritas se declararam, né, por exemplo, do candomblé, né, da Umbanda. E aí esse percentual saiu dos espiritistas. E outra explicação que se tem é que os espiritistas, na verdade declarados, eles não são propriamente só aqueles que frequentam. A nosso, o nosso entendimento, acompanhando o Elará, que é estatístico e que fez uma interpretação, Jorge Elará, muito boa, é de que aqueles que se declararam espíritas, eh, na verdade eles são trabalhadores, eles já estão trabalhando na casa espírita. Excelente essa esse levantamento, né, e histórico que a gente precisa fazer. [roncando] E e eu eu queria, se que você me permite, Geraldo, eh pensar duas colocações da tua fala. O o primeiro com relação ao mediunismo, né, aos aos nossos irmãos de outras eh matrizes religiosas. No livro O Espírito e o Tempo, se não me engano, do Herculano Pires, ele fala sobre isso e ele conceitua muito bem eh mediunidade e mediunismo, >> né? A mediunidade é uma característica espírita em função de ser uma prática eh estudada e devidamente preparada às pessoas para desenvolvê-la. enquanto que em outras formas de manifestação mediúnica ocorrem sem nenhum preparo doutrinário o que ele chama de mediunismo, que é a mediunidade natural, [limpando a garganta] eh se expressando naturalmente, muitas vezes até sem eh eh a consciência do próprio médium, >> isso >> que que desenvolve aquela mediunidade >> e que acontece espontaneamente, né? e espontâneo, exatamente, >> porque é uma faculdade do espírito e vai se manifestar a depender, né, da condição, da situação, da programação que se tenha. >> É verdade. E a outra colocação é com relação a essa palavrinha que a culá dá um um ruído que é o progressista, >> né? Há de se considerar também o conceito em que foi utilizado pelo Kardec
e tenha. >> É verdade. E a outra colocação é com relação a essa palavrinha que a culá dá um um ruído que é o progressista, >> né? Há de se considerar também o conceito em que foi utilizado pelo Kardec e eh deu esse essa definição, digamos assim, que o Espiritismo é uma doutrina progressista no sentido de progresso, de seguir a evolução dos tempos, a evolução da ciência, da filosofia e as consequentes, eh, e a e aí as consequências de ordem moral >> e religiosa. Exatamente. Eu eu queria pegar um gancho aqui, Ricardo, porque teve um detalhe que eu eu não coloquei que é extremamente relevante. A única e adjetivação que Allan Kardec, o codificador do Espiritismo, adota. Lembrando, gente, que codificador não é fundador, é diferente. Codificador é aquele que organiza, que sistematiza, que metodiza, que compila. fica mais claro, né? Então é aquele que tá organizou esse conjunto de informações num trabalho missionário esplêndido, com uma capacidade maravilhosa de disciplina, de organização, de perseverança, não é? De ter um resultado assim que pudesse ser didático pra gente compreender. A única denominação adjetivada que Kardec utilizou para o espiritismo foi, vocês sabem qual é, gente? Espiritismo, olha só, né? Espiritismo cristão. E lá no Evangelho Segundo Espiritismo, a mensagem que diz exatamente que o verdadeiro espírito e o verdadeiro cristão são uma e só coisas. É no sentido de que você tem os princípios morais e éticos. É claro que no sentido genérico, o espiritismo é espiritualista. Por isso que quando a gente vê aqui na abertura do livro dos espíritos, logo que você abre assim na chamada folha de rosto, a primeira palavra que vem é uma expressão chamada filosofia espiritualista. Por quê? O espiritismo. Aqui você tem no livro dos espíritos todo o arcabousso filosófico, a base, os princípios, todo o desenvolvimento da fundamentação do espiritismo, como essa revelação que vem da espiritualidade espiritualista, porque acredita em algo que vai além da chamada matéria, que sobrevive a chamada
todo o desenvolvimento da fundamentação do espiritismo, como essa revelação que vem da espiritualidade espiritualista, porque acredita em algo que vai além da chamada matéria, que sobrevive a chamada morte, mas na sua especificidade é espiritismo, porque toda doutrina ela é espiritualismo. doutrina cristã. Toda a religião é espiritualista porque acredita na vida depois da morte, acredita que o espírito é imortal. Eh, a gente sobrevive então a essa passagem. O que diferencia uma religião da outra é como se explica o estado deste ser, desta alma, desse espírito, para onde ele vai, no nosso entendimento, no plano espiritual. Esse entendimento, céu vai pro céu, vai pro inferno, fica no purgatório, vai dormir. Isso vai modificar de entendimento. Para alguns acaba tudo, mas para aqueles que acreditam que fica alguma coisa, são espiritualistas. O espiritismo também é espiritualismo, mas é espírita porque tem uma série de princípios que são naturais porque são leis divinas. A própria crença na existência de Deus, na existência imortalidade do Espírito, a conservação da sua individualidade, são princípios que estão aqui, ó, exarados logo na introdução de o livro dos espíritos. A comunicabilidade dos espíritos, a reencarnação, a lei de causa efeito, não é? livre arbítrio, tudo isso, a lei de evolução que o nosso Ricardo já citou aqui, tudo isso faz parte como princípios, inclusive a pluralidade dos mundos habitados, que é uma coisa impressionante. Então, essa é a questão do espiritismo como um detalhamento, um resumo, uma consolidação das leis naturais, de tudo que existe como lei natural, o espiritismo consolida. Por isso, então, a conexão que existe o espiritismo com o cristianismo, o espiritismo com o evangelho de Jesus, Kardec, nós nunca poderemos dissociar o Espiritismo de Jesus. Isso aqui dá pano paraa manga, né? Certamente, mas é muito importante nós termos esse entendimento. Por isso Kardec chamou a única denominação adjetivada, então, espiritismo cristão. Pra gente nunca perda essa ideia de que
a manga, né? Certamente, mas é muito importante nós termos esse entendimento. Por isso Kardec chamou a única denominação adjetivada, então, espiritismo cristão. Pra gente nunca perda essa ideia de que nós não podemos nos desvencilharmos de Jesus, que é o nosso modelo guia. Verdade. E, e antes de pedir pro Wagner ler a questão que já nos foi enviada, eh, quem já não ouviu aquela pergunta eh meio assim que assombrado, né? Mas vocês, espíritas também acreditam em Jesus? >> Eu já ouvi algumas, né, Sana? Mas vocês acreditam em Jesus, né? >> É, porque eles acham que é coisa, >> né, de outra parte. >> Eu atualmente hoje até já brinco, né, quando diz, você acredita? Eu digo: "Não, eu já acreditei agora, >> né? Hoje eu tenho certeza, estou convencido disso." >> Mas Wagner, eu tenho uma pergunta aí para o Geraldo. Vamos lá. Uma pergunta bem simples. E falando um pouco desse do espiritismo, eu quero parabenizar a FEB, o Geraldo e mais as pessoas do Espiritismo. É bom a gente avisar isso. Tá com um programa shotzinho lá no canal da FEB que tira todas essas dúvidas, né, Geraldo, que tira todas essas falas do que é espiritismo, de coisas. Acompanhem lá, é muito interessante. A pergunta aqui é falando sobre a metodologia de Allan Kardec. que ele pergunta, a pessoa pergunta o seguinte: eh, dessas dessa metodologia, qual foi a metodologia utilizada por Allan Kardec na certificação dos resultados obtidos? As mesmas perguntas e respostas foram feitas mesmo em vários locais distintos? A pessoa está perguntando sobre essa metodologia que você falou. É muito interessante. Bom, é só a pergunta em seja e a gente contar um pouquinho da história como aconteceu, né? Imagina a França. França, século XIX era o berço da civilização da Terra. Tudo que acontecia de descoberta na parte científica, de desenvolvimento filosófico, cultural, os eventos, tudo passava pela cidade das luzes, Paris, né? e por esse país, a França, ali era com eh convergência e tudo que fosse desenvolvido se espalhava originário
volvimento filosófico, cultural, os eventos, tudo passava pela cidade das luzes, Paris, né? e por esse país, a França, ali era com eh convergência e tudo que fosse desenvolvido se espalhava originário dali, passava por ali ou nascia ali e se espalhava mundo aa. Foi por essa razão que o espiritismo então ele é revelado na França por Allan Kardec codificado, mas ele surge como fenômeno em todas as partes do mundo. Na verdade, até no livro Fenômeno Espírita, eh, é colocado para nós que o Espiritismo ele existiu desde sempre. Eu me lembro quando era jovem, tinha chegado aqui em Brasília, até fiz uma anotação. Não é verdade que o Espiritismo existiu desde sempre, porque ele só surgiu com o livro dos espíritos em 1857. Eu já era chato, um pouco mais jovem, imagina agora, né? Mas aí depois é que eu fui entender, amadurecendo, e me explicaram. Não, não é. A doutrina codificada como espiritismo realmente surge a partir de 1857 com a publicação da primeira edição do livro dos espíritos. Mas como princípios fundamentais, posto que naturais e divinos existiram desde todo sempre, não é? E aí a gente vai ver Kardec França, gente, tava vendo umas coisas curiosíssimas. Pessoal ia se assim passear, ia se divertir nos bares, né? Eh, ali as conversas ali para lá e para cá, tomava uma e outra, sabe? Essas coisas assim. De repente começaram a observar que uma mesa começava a se movimentar. Vocês conhecem a história, não conhece? A mesa começa a movimentar. É, começa a movimentar, começa a se erguer, começa a bater a perna e tudo, começa daí para lá e aquela coisa toda, o pessoal começou a se divertir, aquilo ali. Era curiosidade, era uma coisa nossa que bacana. Mas ninguém levava muito a sério. Aí teve um amigo de Kardec chega, falou: "Tá começando a acontecer umas coisas assim, tal". Aí Kardec falou: "Ah, isso aí é fruto do magnetismo, né? Tal. Kardec já era um estudioso do magnetismo." Depois esse mesmo amigo chegou para Kardec e disse assim: "Se por ti, né?" Falou: "Olha, o negócio é o
ec falou: "Ah, isso aí é fruto do magnetismo, né? Tal. Kardec já era um estudioso do magnetismo." Depois esse mesmo amigo chegou para Kardec e disse assim: "Se por ti, né?" Falou: "Olha, o negócio é o seguinte. Essas mesas não só estão dançando, estão se movimentando, estão batendo os pés, como agora estão respondendo a perguntas". Aí fala: "Meu amigo, vamos parar com esse entusiasmo todo, porque é o seguinte, você vai ter que me provar então que essas mesas, né, que respondem perguntas que elas têm então não é, nervos para sentir e cérebro para pensar, porque Kardec, gente, era da razão. Então, o método adotado pro Kardecra, científico, empírico de teste, prova aqui, verifica se é isso mesmo, comprova, verifica, retifica se não é e tal. sempre nesse sentido. Aí quando ele ouviu isso, ficou curioso. Agora sim, vamos ver. Aí ele foi em loco, ele foi mesmo no local onde acontecia esses fenômenos. E aí ele começou a observar, ora, eram feitas perguntas, tinha uma codificação, haviam respostas, as perguntas eram frívolas, as respostas então nem se fala. Cada que falou, já que tá respondendo, vamos aqui fazer umas perguntas diferentes. Ele começou a fazer pergunta, então, de cunho científico, moral, ético, né, histórico, artístico, o mais cultural. E aí você vê assim que quem tava respondendo aquelas perguntas antes, por exemplo, se eu vou ganar loteria, ah, será que eu vou casar bem, né? Me arruma aí uma parceira, um parceiro que me dê tranquilidade na vida. aquelas coisas de interesses assim que não eram propriamente, né, de um esforço do indivíduo. Kardec começou a fazer pergunta séria. Quando ele começou a fazer pergunta séria, até que quem estava respondendo tentou responder, mas não deu conta. E aí ele percebeu então que, na verdade, a mesa era apenas o quê? um instrumento. Utilizava-se a mesa como um instrumento. Depois foi evoluindo para outros sistemas até não precisar mais da mesa. Mas Kardec começou a fazer perguntas sérias, as respostas começaram a ser sérias. Então, a constituição
sa como um instrumento. Depois foi evoluindo para outros sistemas até não precisar mais da mesa. Mas Kardec começou a fazer perguntas sérias, as respostas começaram a ser sérias. Então, a constituição metodológica foi através de perguntas, de indagações, que é o método, inclusive socrático da maêutica, até quando, né, alguém vem e lhe pergunta alguma coisa, Sócrates devolvia a pergunta para o discípulo poder refletir. Então, Kardec perguntava, e eu tem uma coisa interessante, eh, que foi num livro publicado pela FEB de perguntas e respostas do CFN, Conselho Federativo Nacional de 2000, faz já 20 26 anos, né, muito tempo. E ali era Conversas Fraternas, o título do livro. E tem uma pergunta que foi feita e Divaldo Pereira Franco respondeu. Aí ele disse o seguinte na resposta que Kardec nível para responder as perguntas, mas alguém tinha que fazer as perguntas, alguém tinha que questionar. Então Kardec, com toda sua sabedoria faz as perguntas com propriedade assim. E tem outras perguntas que vem de vários pontos. Ele vai explicar essa metodologia. Quem foi que perguntou? tá identificado. Então, eh, tá encarnado aqui, né? Quem perguntou, né? pessoal tá acompanhando, tá aqui o pessoal pode ter sido psicografado, quem sabe. Mas aí eh, muito interessante porque nesse ponto a gente vai verificar que Kardec apresenta no livro que faz parte do pentateu cardequeno dos cinco livros, o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o evangelho segundo espiritismo, o céu inferno e a gênese. O livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec traz na introdução como se desenvolveu esse método. E ele trabalha também lá na primeira parte do livro o dos médiuns, o método. Ele vai explicar o método como é trabalhado. Fala dessa questão empírica, científica, das perguntas, da consulta aos espíritos. E ele vai utilizar uma metodologia que é chamada controle universal do ensino dos espíritos. Já ouviram falar nessa expressão? Então é isso significa o quê? Que quando ele tinha uma revelação do plano espiritual,
ilizar uma metodologia que é chamada controle universal do ensino dos espíritos. Já ouviram falar nessa expressão? Então é isso significa o quê? Que quando ele tinha uma revelação do plano espiritual, ah, por exemplo, através de um médium vinha uma informação, ele ia checar para conferir se aquela informação adivinda de um espírito ou de um, né, um grupo através de um médium, ela conferia. Aí ele consultava outro médium e outro espírito que respondia. Então essa comparação que aí ele via o quê? Que a informação era vinda de um lugar, do outro lugar, vinha de outros países, inclusive. Por exemplo, o livro Evangelho Segundo Espiritismo, ele tem 28 capítulos. Geralmente em em torno de 20 capítulos, a segunda parte tem a chamada instruções dos espíritos. Vocês conhecem o Evangelho do Segundo Espiritismo, né? Aquelas instruções dos espíritos, gente, são em torno de 1000 mensagens que Kardec recebeu de 1000 centros diferentes no mundo inteiro ou do mundo inteiro vindo para a França. E ele selecionou cerca de 100 mensagens para constituir a segunda parte desses cerca de 20 capítulos do Evangelho Segundo Espiritismo que chamado instruções dos espíritos. Essas mensagens todas eram validadas, eram conferidas, eram batidas. Se houvesse qualquer dúvida, ele ia indagar, ele ia perguntar para tirar a dúvida. E isso é fundamental a gente entender que são informações referentes ao que nós chamamos e o próprio Kardec denominou de princípios fundamentais do Espiritismo. tudo que é princípio fundamental do espiritismo, que são basicamente assim didaticamente sete: existência de Deus, existência do espírito, imortalidade do espírito e a sua conservação da individualidade após a morte, comunicabilidade dos espíritos, a lei de causa e efeito livre arbítrio, a reencarnação, a lei de evolução e a pluralidade dos mundos habitados. Tudo que fosse referente a essas questões eram passados pelo crio da razão, pelo método do controle universal do ensino dos espíritos, porque só seria realmente
o e a pluralidade dos mundos habitados. Tudo que fosse referente a essas questões eram passados pelo crio da razão, pelo método do controle universal do ensino dos espíritos, porque só seria realmente ratificado, confirmado como um princípio da doutrina quando passasse por esse método. Então, acho que responde a questão, não é? o método científico, empírico, de pesquisa, de indagações, de confrontação, de comparações para se poder chegar com seriedade e segurança ao resultado que se chegou. Excelente. Geraldo, por favor, nos fala um pouco agora sobre quais são as principais ideias contidas em o livro dos espíritos que diferenciam o espiritismo de outras doutrinas, por exemplo. >> Uhum. >> Quais são essas ideias principais? O que você pensaria? Interessante. Veja aqui, logo na introdução do livro dos espíritos, na primeira parte, no item um, Kardec, ele traz para nós uma lucidez, Ricardo, que é admirável. Eh, e ele diz assim: "Pa gente eh conseguir entender, é preciso que a gente tenha palavras que traduzam exatamente o que queira ser dito." Olha só, a palavra espiritismo já existia? Já? Alguns estudiosos dizem que desde 1853, um pouco antes ali 54, 55, já chegou a utilizar essa palavra espiritismo, mas com o entendimento denotativo que Allan Kardec atribui ao espiritismo, é ele quem dá em 1857 com a publicação do livro dos espíritos. Então, pode-se dizer que o a palavra o vocábulo espiritismo é um neologismo, sim, porque não existia, mas foi criado um pouco antes do próprio Allan Kardec. O uso que foi dado, conforme Kardecu, realmente é uma responsabilidade de Kardec. Isso é só uma curiosidade histórica, porque a gente diz assim, é um elogios criado por Kardec. Se você entender o uso específico, sim, mas a palavra já existia antes. OK? Mas aí você vê por espiritismo, ele vai explica logo no início, que é tão interessante, porque você tem o espiritualismo que existia e que continua existindo, mas se denominou espiritismo para exatamente tomar um conjunto de princípios fundamentais
logo no início, que é tão interessante, porque você tem o espiritualismo que existia e que continua existindo, mas se denominou espiritismo para exatamente tomar um conjunto de princípios fundamentais que vão explicar exatamente o que significa essa doutrina, essa nova revelação. No início era até chamada assim, não é? Como se uma revelação, não é? Eh, nova, porque toda fundamentada no Evangelho de Jesus, que não veio trazer nenhuma nova moral, mas veio trazer o desenvolvimento, explicações que até então a gente não tinha acesso. Por isso que está em João 14, lá no capítulo 14, joanino, versículos 15 a 17 e 26. Se me amais, guardai os meus mandamentos e eu vos enviarei outro consolador, o espírito da verdade, para que fique eternamente convosco. E aí esse espí da verdade vai explicar o que a época não poderia ter dito, né, Jesus? e vai desdobrar os ensinamentos, vai tomar aquela essência e vai trazer, evidentemente, revelações sobre aquilo. Não vai trazer novidades no sentido assim, porque a boa nova já é a novidade. O evangelho de Jesus é a novidade. O que o Espiritismo traz é o desenvolvimento dessa segunda revelação, que é a revelação do amor trazida por Jesus. E esse próprio Cristo retorna na figura do espírito da verdade numa pleia de de espíritos superiores, trazendo o espiritismo como revelação da espiritualidade maior. Então a gente vê tudo muito conjugado, mas a necessidade de identificar e separar o que é específico. Por isso se chama filosofia espírita ou filosofia espiritualista. Porque exatamente o entendimento de onde nós viemos, o que que nós estamos fazendo aqui, para onde a gente vai, qual é o significado da nossa existência atual, isso o espiritismo traz de um jeito todo especial, explicando o porquê do sofrimento, o porquê da dor, por das provas, das expiações, o porquê das diferenças que a gente tem entre uns e os outros, a justiça divina, a imortalidade, como é que fica a nossa situação? Após essa passagem aqui pela Terra, na existência atual, [limpando a garganta]
das diferenças que a gente tem entre uns e os outros, a justiça divina, a imortalidade, como é que fica a nossa situação? Após essa passagem aqui pela Terra, na existência atual, [limpando a garganta] o Espiritismo faz uma compreensão. Por exemplo, sabe de quantas vidas nós temos? Vocês fazem ideia quantas vidas a gente tem? Pessoal da internet também vai pensando aí. A gente só tem uma vida, porque é a vida do espírito. Quando Deus nos criou, Deus, além de nos ter concedido à vida, ele também nos deixou o maior legado, com a maior herança que a gente poderia ter, que é imortalidade. Deus nos criou e nos legou o dom da imortalidade, ou seja, somos imortais. A explicação que o espiritismo nos oferta acerca desse sentido, desse significado, é algo maravilhoso, porque modifica por completo, Ricardo, o nosso entendimento sobre a existência atual, porque nós temos várias existências. é o princípio reencarnacionista, que é um dos princípios básicos do espiritismo, que vai explicar não só a justiça divina, mas também o seu amor. Porque nós reencarnamos para evoluir, para aprender, mas também reencarnamos para pagar contas, dívidas, que a gente ainda tem algumas coisas a acertar por conta do mau uso do livre arbítrio, dos equívocos que a gente comeu, eh, cometeu. A justiça divina não é punitiva nem condenativa, ela é educativa. Isso espiritismo nos traz com muita clareza. Por isso a gente vê no espiritismo esperança, aquela possibilidade da gente evoluir por esforço próprio, fazendo a nossa parte e seguindo em frente. Então, gente, o espiritismo é uma luz. Se o evangelho de Jesus é o roteiro de nossas vidas, Ricardo, o Espiritismo é uma luz que vai alumiando assim a nossa passagem e a gente tem que aproveitar esse recurso fundamental que a gente tem à disposição. >> Verdade. Temos mais uma pergunta do público, Wagner. Duas perguntas. >> Tá bom. Bom, Geraldo, bom, Ricardo. A primeira pergunta é de um encarnado daqui. É, eu acho que é Tiffany o nome, desculpa se eu tiver falando errado.
a pergunta do público, Wagner. Duas perguntas. >> Tá bom. Bom, Geraldo, bom, Ricardo. A primeira pergunta é de um encarnado daqui. É, eu acho que é Tiffany o nome, desculpa se eu tiver falando errado. Tuan, né? Tali se identificou a Tuane. Para quem está começando na doutrina, qual a dica barra metodologia? Você indicaria para o estudo do livro dos espíritos, já que é o pilar da doutrina espírita da doutrina ponto de partida? A pergunta é essa. E a do chat, ela é bem interessante também. A pessoa tá perguntando que sabe que é difícil para você responder, mas por que o livro dos espíritos ele veio primeiro do que o Evangelho, segundo espiritismo? >> Perfeito. >> Se você conseguiria essa conexão com Kardec aí para responder >> ótimas ótimas perguntas. Bom, o livro inicial pra gente começar, uma vez eu escrevi sobre isso e coloquei que era o livro dos espíritos. Aí me criticaram bastante porque Kardec falou que era o que é o espiritismo. Então fiquemos com Kardec, não é? O que é o espiritismo, gente? É um livro de entrada. É um livro relativamente fácil da gente entender. É um diálogo com três personagens. Um é o crítico, um é um padre, o outro é cético, o cético, né? Aquele que não acredita e tal. é muito interessante. E Kardec vai explicando e ali, então os princípios fundamentais também chama-se o que é o espiritismo. Para você que tá começando, eu sugiro, se possível, frequentar uma casa espírita, assistir palestra, tentar, por exemplo, frequentar um estudo. Aqui a comunhão tem vários grupos de estudo, né? A FEB também tem casa espírita, mais perto da sua casa, onde for, você pode ver que vai ter o estudo, o estudo em grupo, estudo sistematizado da doutrina espírita, né? É fundamental, porque aí a gente vai aprender em conjunto, porque outros podem ter as mesmas dúvidas que eu tenho, não é, Maria Clara? E a gente vai conversando da juventude, por exemplo, tem a evangelização da criança, evangelização do jovem, tem o ESD, depois tem o estudo aprofundado, tem estudo de prática da mediunidade, não é?
a? E a gente vai conversando da juventude, por exemplo, tem a evangelização da criança, evangelização do jovem, tem o ESD, depois tem o estudo aprofundado, tem estudo de prática da mediunidade, não é? Tem o estudo das obras básicas. A FEB oferece a comunhão também, né? Você não precisa nem fazer matrícula. ali a depender de como for na febre, você chega lá, então no dia que tem aquele estudo, você participa. Então, e você vai aprendendo. Agora, além desse estudo coletivo em grupo, é importante também fazer a leitura individual. Então, criar um hábito, por exemplo, de estudar pelo menos 15 minutos pro Kardec estudar Kardec 15 minutinhos. Leia aí, pega um livro, pega o que é o espiritismo, leia do início ao final. Depois pega o livro dos espíritos, que é de pergunta: "Ah, tá muito difícil e tal". A a Emanuel foi tão gentil e a espiritualidade, outros, né, espíritos que ditaram a Chico Xavier uma coleção chamada Estudando a Codificação. Então, por exemplo, tem o Religião dos Espíritas, né, dos espíritos, tem o Justiça Divina, eh tem também o Estude Viva. Eh, cada um desses livros vai explicando um livro da codificação para facilitar o nosso entendimento. Claro que facilitar algumas partes, né? Então, eh, é perfeitamente compreensível. Comece pelo começo, pela base. Comece estudando Kardec. Ah, eu li um livro ali, me chamou atenção. Ótimo, chamou atenção o romance. Você gostou, tem um princípio básico, vai verificar como é mesmo na fonte original, né? E aí você pode estar estudando em grupo na casa espírita, estudando individualmente em casa ou somando uma coisa a outra. Ok? Agora quanto essa pergunta, né? Que que assim, por que que o livro dos espíritos é o primeiro? Porque ele é a obra que abre. A codificação espírita. E o livro dos espíritos, gente, tem 1019 perguntas na segunda edição definitiva, porque a primeira de 1857 tinha 501 perguntas. >> Exato. >> Depois, em 1860, Kardec publica a segunda edição totalmente revisada, ampliada, corrigida, não é? com 1019 perguntas, mas que dobrou, né, em termos
a primeira de 1857 tinha 501 perguntas. >> Exato. >> Depois, em 1860, Kardec publica a segunda edição totalmente revisada, ampliada, corrigida, não é? com 1019 perguntas, mas que dobrou, né, em termos da quantidade de perguntas e é dividido em quatro partes. Olha que interessante, tem uma introdução belíssima, um prefácio assim do outro mundo, realmente, porque é editado pelos espíritos, não é? E aí tem uma conclusão espetacular, assim, tudo assim, cientificamente, tô falando as palavras assim, mas é tudo muito fundamentado. E as quatro partes, a primeira, a segunda, terceira e a quarta. Olha que interessante. A segunda parte, gente, deu origem ao livro dos médiuns. A terceira parte deu origem ao livro o Evangelho segundo do Espiritismo. A quarta parte deu origem ao céu e inferno. E a primeira parte a Gênese. Então, por isso que tinha que ser o primeiro livro, porque ele é o arcabouso de tudo mais. Ele é o pilar, ele é a base fundamental. daqui surgiu os demais quatro livros formando o chamado pentateu cardeciano cinco. Por isso que eles tinha que ser o primeiro. E quando ele foi publicado foi um impacto, Ricardo, impressionante. Você imagina a França, né? Eh, Paris cultural, século das luzes, aquela coisa toda ali, né? A a questão de pesquisas e tal. E aí você vê como é interessante, surge o livro. eram publicações assim em torno de 800, 1000, 1200 exemplares, esgotou, teve que fazer outra tiragem, depois outra tiragem e tal, até chegar uma segunda edição definitiva, né, que é essa que a gente tem as traduções atualmente. Eu quero trazer para vocês aqui, aproveitando o tempo, que a gente vai hoje, né, como tem esses livros de Emanu e de outros espíritos, traduzindo um pouquinho mais pro nosso entendimento, a FEB lançou um selo, FEB jovem e fez uma parceria aqui editorial com a folhinha espírita e publicou 101 curiosidades sobre a Gênese, que é o quinto livro. Depois nós vamos publicar 101 curiosidades sobre o céu e inferno, ou seja, nós vamos publicar de trás para
ial com a folhinha espírita e publicou 101 curiosidades sobre a Gênese, que é o quinto livro. Depois nós vamos publicar 101 curiosidades sobre o céu e inferno, ou seja, nós vamos publicar de trás para frente. E é aqui para o jovem, como a gente é jovem, não é? Eh, a gente vai aprendendo. Olha só aqui uma pergunta, por exemplo, sobre a teoria da pré-ciência, não é? Ou rola spoiler do futuro ou tá tudo no modo jogo aberto, mas com missões probabilísticas? Aí vem a questão. O universo tem spoiler liberado, dá para prever o futuro? Kardec responde: Depende. O futuro não tá 100% escrito como roteiro fixo, mas certos efeitos são previsíveis quando decorre de causas já existentes. É tipo olhar uma fila de dominós. Se alguém mexer, dá para saber como vai cair. Olha que lindo. E aí você tem a pergunta, tem uma imagem desenhada pela IA e tem a resposta. É um livro inédito num formato como nunca ainda existiu na literatura espírita, tá? Eu tô falando que a gente editou, nunca tinha visto algo assim e a gente criou um selo específico para poder editar essa obra que é de ala m. OK? Isso já está disponível. Essa é boa notícia. Com certeza respondi, né? >> Tem mais uma pergunta, né, Wagner? Depois de CADER, existiu ou existe algum outro autor codificador da doutrina? >> Olha, codificador da doutrina espírita é Allan Kardec. eh até se cogitou, não é, por estudos assim, se tivesse qualquer problema, qualquer dificuldade, né, Kardec não seria insubstituível, teria outras personalidades que poderiam dar sequência ao trabalho da chamada codificação espírita. E até se falou, se pensou, se cogitou, não é, que Leão Deni poderia ser um daqueles que daria essa continuidade como um filósofo espírita, mas não houve essa necessidade de como codificador. Mas o trabalho, gente, não é isolado, não é de uma única pessoa. A, o próprio espiritismo, ele é fruto da revelação da coletividade espiritual. A grande diferença da revelação espírita é que ela não tá fundamentada como, por exemplo, a da justiça em Moisés, 1250 anos
o próprio espiritismo, ele é fruto da revelação da coletividade espiritual. A grande diferença da revelação espírita é que ela não tá fundamentada como, por exemplo, a da justiça em Moisés, 1250 anos aproximadamente antes de Cristo. A do próprio Cristo, né, fundamentada nele a revelação do amor e depois, embora tenha o espírito da verdade coordenando todo o trabalho, mas uma pleia de despíritos. É claro que nenhum deles, tanto Moisés quanto Jesus, trabalharam sozinho, mas o espiritismo se caracteriza por ser algo efetivamente coletivo. É uma universalidade do ensino dos espíritos, OK? Então, mas teve uma equipe enorme que inclusive trabalha até hoje nos desenvolvimentos dos aspectos, porque o espiritismo é uma doutrina de tríplice aspecto. Ao mesmo tempo, o espiritismo é ciência, filosofia e religião. É ciência no sentido da comprovação da imortalidade da alma até através da chamada fenomenologia espirítica. Entenderam? Deu para entender? através da mediunidade, do contato com o plano espiritual, das revelações que tem, das confirmações que tem. E o espiritismo é ciência nesse sentido, né, desses fenômenos todos. E a mediunidade está aí para comprovar. É filosofia porque explica de onde nós viemos, para onde é que a gente vai e o que que nós estamos fazendo aqui na Terra. Responde questões que os filósofos, pensadores, cientistas, professores, eh, vem tentando responder ao longo de todos os séculos aí da história da humanidade e não conseguiram. O espiritismo responde: "E o Espiritismo é religião". Não no sentido Kardec resolve essa questão na revista espírita de dezembro de 1868, perguntando: "O espiritismo é uma religião?" E aí ele vai responder: "Não, senhores, espiritismo não é uma religião, não é uma religião dogmática, não é uma religião que tenha paramentos, que tenha hierarquias, que tenha sacerdócios, que tenha rituais, mas o espiritismo, sim, senhores, é religião no sentido da união, da unificação, da fraternidade, da solidariedade, da comunhão do ser. com o criador, do filho com o
ha sacerdócios, que tenha rituais, mas o espiritismo, sim, senhores, é religião no sentido da união, da unificação, da fraternidade, da solidariedade, da comunhão do ser. com o criador, do filho com o pai, dessa religação, no sentido religar da palavra em latim, que é esse ponto de contato entre o indivíduo com o sagrado. Assim, o espiritismo é religião e por isso ele tanto se desenvolveu aqui no Brasil. Quando a gente separa o espiritismo da religião, nós estamos deixando o espiritismo incompleto. Ele é uma religião doutrinária em três aspectos que não dá para separar. E é uma religião cristã, uma doutrina cristã. Por isso que não pode separar Kardecus, porque Jesus é a porta, Kardec é a chave. Sabe onde é que tá essa resposta, esse esclarecimento? No livro Opinião Espírita, né, no segundo capítulo, uma mensagem de Emmanuel. da psicografia de Chico Xavier. O livro também é psicografado por Valdo Vieira, ditado por André Luiz. São os dois espíritos e os dois médiuns. Esta mensagem, especificamente do capítulo segundo, Emanuando a Chico Xavier. Jesus a porta, Kardec a chave. Por isso é muito importante a gente ter essa conexão e nunca perdê-la. ficou respondido. >> Eh, é interessante, né, Geraldo, essa essa questão que você trouxe das três faces da doutrina espírita e e ela é é a base para aquela proposta do Kardec, da fé raciocinada, né? Exatamente. >> Porque se do ponto de vista apenas religioso é uma fé dogmática, é uma fé pouco refletida. >> Isso >> e e essa sequência que o Kardec dá quando ele conceitua o Espiritismo em ciência de observação e filosofia com consequências morais, não foi por acaso que ele deu essa sequência. Tudo começa com a compreensão, com a ciência, com o entendimento, >> né? a partir da busca da compreensão dos fatos, isso te favorece a reflexão, que é a filosofia. E a consequência das reflexões é a mudança de comportamento, que é o que vai nos religar >> com o criador. Eu já >> é muito bacana. Você vê quando as quatro partes do livro dos espíritos, a
filosofia. E a consequência das reflexões é a mudança de comportamento, que é o que vai nos religar >> com o criador. Eu já >> é muito bacana. Você vê quando as quatro partes do livro dos espíritos, a sequência mesmo da gênese, que é a parte mais científica, digamos assim, embora ela tenha três partes que dividem a gênese, que vai falar exatamente a gênese, os milagres e as predições, né? Vai est explicando assim. A segunda parte também científica, que é o livro dos médiuns, que é o mundo espiritual, a conexão, a comunicação pela mediunidade. A terceira parte é que vai entrar no aspecto ético moral, que são exatamente as leis morais. Aí Kardec tem todo o cuidado de publicar o Evangelho segno Espiritismo. Vem como terceiro livro, gente, porque tinha que fundamentar a filosofia, a ciência para depois trazer os princípios éticomorais no sentido da religião. Kardec tem todo o cuidado de não chamar de religião durante um bom tempo, mas vai esclarecer pouco antes dele desencarnar, porque é na publicação da revista de dezembro de 1868. Aí vai surgir a quarta parte que exatamente aí sim mais enfaticamente quando vai falar da justiça divina que é o céu e inferno, que aí vai tratar exatamente como é que essa situação lá depois esses fatos comparativos entre as religiões e tudo. Por que que o espiritismo é diferente? Olha, eu digo assim, a gente agradece a Deus pela vida e pela imortalidade. A gente agradece a Jesus pelo planeta Terra que ele cocriou com Deus e o seu evangelho que é o roteiro de nossas vidas. E a gente agradece a Allan Kardec por ter codificado o espiritismo e de nos ter deixado legado da fé raciocinada. Porque no espiritismo a fé não é só uma questão de crença, de esperança, de confiança, de perseverança. A fé é uma questão de certeza. Então, no espiritismo a gente diz assim: "Eu acredito, eu sei". Não mais como a petulância de que eu sou arrogante, orgulhoso, não. É no sentido da certeza que nós temos. Por isso, a fé segundo o Espiritismo, está em O Evangelho Segundo o Espiritismo,
to, eu sei". Não mais como a petulância de que eu sou arrogante, orgulhoso, não. É no sentido da certeza que nós temos. Por isso, a fé segundo o Espiritismo, está em O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 19, quando fala da fé que transporta montanhas, a fé é a certeza de se alcançar o que se espera. Esta é a fé raciocinada, que fé inabalável só o é aquela que pode encarar face a face a razão em todas as épocas da humanidade. Isso tá lá no capítulo 19 também que Kardec leva para o fronte espício da obra, colocando como epígrafe tamanha importância da ciência, da filosofia, mas sem esquecer desse aspecto religioso. Porque quando alguém pergunta para mim se o espiritismo é religião, como a gente tem um conceito claro do que é religião, é sim religião, mas aí você explica para não ter confusão, >> é, não restar dúvidas, né? Isso. >> Eh, Wagner, você pess, a pessoa só tá perguntando se você pode repetir o nome do livro que você cita. Tá perguntando aqui do nome do livro que você citou, que foi psicografado por Chico Xavier e Valdo Vieira. Ah, >> sim. Opinião espírita. É um livro de Emanuel André Luiz, psicografado por Chico Xavier Valdo Vieira, publicado pela FEB editor em parceria com a comunhão espírita cristã lá de Uberaba, que é o centro e a editora Centro Espírita e a editora espírita que Chico fundou quando saiu de Pedro Leopoldo e foi para Uberaba. A FEB tem publicado, gente, vários livros em parceria com algumas editoras como o Centro Espírito União, não é? é também o grupo ideal espírita, a a comunhão espírita cristã, a união espírita mineira, né, o ID e tem várias editoras que a gente publica obras em parceria resgatando as obras de Chico Xavier, >> que é extremamente importante, né, Ricardo? Só agradecer. Perfeito. >> O nosso tempo acabou, gente. Eh, Geraldo, eu quero em nome da comunhão, em nome da nossa audiência, agradecer a tua disponibilidade e ter aceitado o nosso convite. Eh, e o que eu vou dizer agora não é força de expressão, mas a gente poderia
, eu quero em nome da comunhão, em nome da nossa audiência, agradecer a tua disponibilidade e ter aceitado o nosso convite. Eh, e o que eu vou dizer agora não é força de expressão, mas a gente poderia ficar aqui muito tempo falando sobre o livro dos espíritos. Eh, eu não sei se você sabe, a comunhão espírita eh tem um projeto que começou conosco, começou eu e o Adilson. E, rapaz, eu não vou lembrar o ano, mas tem uns 10 anos já. Isso, quando nós começamos ler e comentar o livro dos espíritos. Se esse projeto terminou no início desse ano, quando nós eh eh levamos mais, foi quase 9 anos. >> Uhum. >> né? Com publicações semanais. O programa se chama O Livro dos Espíritos em nossa vida. Já já nós já concluímos a leitura do livro dos espíritos, mas o programa continua disponível nos canais da comunhão. Quem tiver interesse, busca lá o livro dos espíritos em nossa vida. São programas eh com 30 minutos de duração. Inicialmente eu e o Adilson e já no final eu e o Alcir Almeida comentando o livro dos espíritos. E realmente para para usar uma expressão bem jovial é uma viagem >> você estudar o livro dos espíritos. É uma viagem te leva para mundos >> que só o conhecimento pode nos levar. É que mês que nós estamos, Ricardo? >> Abril. >> Abril, né? Você quer o reformador de abril ou de maio? De presente? >> Que isso? O de abril. O de abril. >> De abril. Então, de abril é esse aqui. Alguém vai receber de maio, tá? Nem chegou o mês. Já tem o reformador. Já levantou a mão aí atrás. Ele vem de graça e ainda nos traz presente. >> É isso aqui. >> Muito obrigado, Geraldo. >> Deus abençoe, né? Federação Espírica Brasileira. Eu que agradeço a oportunidade, Ricardo. Uma honra ter estado aqui, estar com vocês. Que bção, viu? Obrigado, Wagner. Obrigado aí a companhia de todos, pessoal que tá acompanhando pela internet. Vai assistir depois também, né? Fica gravado. >> Fica gravado. Exatamente. >> Muito obrigado pela atenção de todos. A gente se encontra no próximo mês, sempre no último sábado, com mais um Comunhão
t. Vai assistir depois também, né? Fica gravado. >> Fica gravado. Exatamente. >> Muito obrigado pela atenção de todos. A gente se encontra no próximo mês, sempre no último sábado, com mais um Comunhão Inspira. Geraldo, mais uma vez muito obrigado e eu quero te pedir, se possível, fazer a prece de encerramento. Pode ser? >> Vamos fazer. Então vamos agradecer este momento a bênção da convivência fraternal, do aprendizado constante para o desenvolvimento dos laços do verdadeiro amor. Agradecemos, Senhor, por tudo. A Deus pela bênção da vida e da imortalidade. Vós, Senhor, por esse planeta maravilhoso que nos serve de morada e pelo vosso evangelho, que é o roteiro das nossas vidas. Agradecemos ao codificador Allan Kardec pelo Espiritismo que é luz nas nossas vidas, pelo legado da fé raciocinada que nos dá segurança para que não sejamos aqueles a cairmos no fanatismo, mas temos a lucidez da escolha segura e certa na convicção do bem, do bom caminho. Jesus. Obrigado, Senhor. Obrigado, amigos espirituais, queridos e queridas benfeitores e benfeitoras, por toda a assistência que temos recebido. Abençoai Maria, mãezinha de todos nós, os nossos irmãos e irmãs aqui presentes e os que nos acompanham pelas redes sociais para que estejam bem. assistidos, amparados, assim como seus familiares. Por isso, Senhor, também oramos pelos nossos entes queridos, parentes, amigos, irmãos, colegas conhecidos, todos que tenham vínculo direto ou indireto conosco, estejam próximos ou distantes, saudáveis, adoentados, encarnados ou desencarnados, Senhor, recebam esta prece como um estímulo a seguir em avante. sempre na esperança de que o amor divino, a providência de Deus sempre olha por todos nós. Gratidão, Senhor. >> Uma boa semana a todos. [roncando] >> Aqueles que forem tomar os o passe, o nosso irmão vai chamar. >> Muito bem. Permaneçam sentados em oração e os que forem, não forem tomar o passe, eu peço que possam transitar em silêncio, não esquecendo que estamos numa casa de oração e de prece. Uma boa
hamar. >> Muito bem. Permaneçam sentados em oração e os que forem, não forem tomar o passe, eu peço que possam transitar em silêncio, não esquecendo que estamos numa casa de oração e de prece. Uma boa noite a todos, um bom final de semana e uma boa semana abençoada a todos. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus
ais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e [música] a serenidade. Que esses bons fluidos se [música] estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre [música] Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, [roncando] graças a Jesus e assim seja.
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