O BEM E O MAL EM MIM: QUAL MINHA ESCOLHA? - Juliana Ferreira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 16/08/2025 (há 8 meses) 42:56 409 visualizações

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Transcrição

Ando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi >> irmãos rendamos graças a Jesus. pela alegria de estarmos aqui novamente sob a sua tutela e alimentados por sentimentos elevados e também colocando as nossas melhores possibilidades a serviço dos trabalhos de Jesus. Muitas vezes nós temos ouvido ao longo da nossa caminhada, especialmente nos tempos atuais, que o mal parece dominar o planeta e e parece se sobrepor ao bem, não é? Se nós olharmos com os olhos do espírito, verem do espírito, veremos que isso não se sustenta. Mas ainda assim, a nossa reflexão hoje, o nosso bate-papo passa justamente pela questão do bem e do mal dentro de nós. E qual a escolha que eu faço em relação a essas duas forças, não é? Primeiro nós precisamos entender ou ter uma noção do que seja o mal. Eu já já repeti aqui inúmeras vezes que o mal na verdade ele não existe. Porque sendo Deus o único ser encriado, ele não poderia ter criado o mal, porque ele é a bondade absoluta. Então, como é que nós poderíamos entender esta dinâmica que nós eh definimos como mal? O mal é sempre uma transgressão das leis de Deus. Então, tudo aquilo que me leva a transgredir as leis, eu nomeio, eu identifico como mal. E essa força, ela existe em mim. Na verdade, quando fomos criados simples e ignorantes, nós estávamos num processo, entramos num processo de construção da nossa identidade, da nossa história. Não habitava em nós o mal ou o equívoco ou o erro. Não tínhamos ainda os passado pelos testes necessários para que pudéssemos fazer as nossas escolhas. E o bem nos habitava, claro, porque somos filhos da divindade e como tal trazemos gravados em nós, gravadas em nós todas as suas leis, que são soberanas, que são perfeitas e que são regidas pela bondade. O apóstolo Paulo, ele fala, nos fala muito sobre o mal, muito. E até compreensível, porque Paulo vem de uma história de perseguição aos cristãos, se

, que são perfeitas e que são regidas pela bondade. O apóstolo Paulo, ele fala, nos fala muito sobre o mal, muito. E até compreensível, porque Paulo vem de uma história de perseguição aos cristãos, se encontra com Jesus, se converte, passa a ver todo aquele mundo que o habitava com os olhos do espírito e percebe de uma maneira muito clara que o mal dominava aquela sociedade. especialmente as classes abastecidas da das quais ele fazia parte, não é? Ele era uma pessoa de posses. Ele era um estudioso da do judaísmo, das leis mosaicas. Mas ele percebe a partir daquele momento que não bastava apenas falar do bem, mas era necessário alertar todos aqueles por quem ele passasse que o mal permeava a vida de todos nós. E aí ele tem uma fala muito interessante que é na verdade um convite que está lá em Efésios 4, capítulo 4 versículo 27. Não deis lugar ao diabo. Paulo vai se utilizar de uma figura metafórica que é o diabo, não é? Que seria mais ou menos a personificação do mal. É eu dar uma natureza mais palpável ao mal. E para fazer com que nós entendêsemos, especialmente naquele momento em que estávamos, que esta força era uma força real, que ela nos habitava. Quando ele diz, "Não deis lugar ao diabo", o que ele está nos convidando é: "O mal existe em mim, o o bem existe em mim, a bondade me habita." Mas o exterior, o externo, é um convite incessante ao erro. E se eu permitir que este erro encontre ressonância em mim, eu fatalmente enveredarei pelo caminho do mal, pelo caminho da transgressão dessas leis de Deus. Ele diz também que o mal, além de ser uma um conjunto de ações erradas, é também uma força real. Ela existe, não é? Esta força do mal existe e existe mesmo. Por quê? Porque quando eu endereço ao planeta, a esfera espiritual, as coisas ruins que eu permito que me alcancem, eu estou criando miasmas que se tornam semimateriais. São energias que podem nos alcançar e que se tornam reais. E ele tem outras passagens onde ele fala muito sobre o mal e sobre esta escolha que podemos fazer

riando miasmas que se tornam semimateriais. São energias que podem nos alcançar e que se tornam reais. E ele tem outras passagens onde ele fala muito sobre o mal e sobre esta escolha que podemos fazer entre o caminho proposto pela divindade e o caminho que é um convite a eu pegar um atalho que fatalmente vai me trazer consequências negativas. Ele fala assim lá em Romanos, capítulo 7, versículo 19: "Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço." Então, todos nós temos a escolha do bem em todos os instantes da nossa caminhada. Lá no livro dos espíritos, na pergunta 911, Kardec indaga aos espíritos: "A paixões tão forte, fortes e irresistíveis, que a vontade não possa dominar?" E os espíritos respondem: "Não, se eu não conseguir domin conseguir dominar essas paixões, é porque verdadeiramente eu não queria dominar este, né, este impulso de fazer o que não é bom." Paulo não alivia a nossa barra, não é? Porque sempre que eu enveredo por ações que vão atingir de maneira negativa o meu irmão, eu estou fazendo uma escolha consciente. Faça nós recorrermos ao evangelho que nos propõe, que nos convida, que nos intima a não fazer ao outro que eu não gostaria que me fizessem. É uma lei simpleinha, é só eu me colocar no lugar do outro, não é? Como é que eu reagiria em relação a isso? Paulo também diz o seguinte lá em Romanos, no capítulo 7, versículos de 21 a 23. Quando quero fazer o bem, o mal está comigo. É lógico. Como transitamos num planeta de provas e expiações aqueles espíritos que ainda não se despertaram para as verdades imortais do espírito, quando nos vê caminhando, escolhendo o bem, o que que eles vão fazer? Eles vão dificultar ao máximo a realização desta nossa escolha. É um processo. Ah, então por que que eles fazem isso e Deus não impede? Porque impedir é um atributo humano, não é um atributo de Deus. Deus nos concede o livre arbítrio que nos dá instrumento para escolher. Então, se eu escolho o mal, por que cargas d'água Deus haveria de interferir

ir é um atributo humano, não é um atributo de Deus. Deus nos concede o livre arbítrio que nos dá instrumento para escolher. Então, se eu escolho o mal, por que cargas d'água Deus haveria de interferir na minha escolha? Ele é tão justo que ele respeita as escolhas que eu faço, mas eles ele nos lembra sempre que a semeiadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Então, tudo que eu fizer de errado do ponto de vista destas leis da divindade, eu terei que reparar. é da lei, não é nenhum tipo de punição. Eu não vou plantar cenoura e colher a chuchu, né? Não tem como e nem plantar uma uma laranja que serve apenas para doce, que é uma laranja amarga, e querer que ela seja uma laranja doce, uma laranja lima, por exemplo. Porque na verdade todos nós queremos ser laranjas lima, todos nós. Mas não queremos o esforço de plantar a semente da laranja lima. E aí ele continua: "Vejo outra lei nos meus membros que guerreia contra a lei da minha mente, porque a mente é o espírito." Mas quando estamos encarnados, vivemos este conflito entre o bem e o mal. esta escolha do bem e do mal. E se nós fôssemos minimamente interesseiros, escolheríamos sempre o bem, porque é o único que vai me dar retorno bom, não vai ser o mal. Então, a minha mente alimentada por um espírito que deseja avançar, que é o espírito que habita este corpo, fica me intuindo para que eu faça o bem. E este corpo, morada transitória deste espírito que vê este mundo da matéria com os olhos do corpo, não quer, né? Não querem, esses olhos materiais não querem que eu me sobreponha a esta vida de apelos, de prazeres no seu sentido mais amplo, não é? É mais ou menos como eu estar num local que tem uma uma confeitaria maravilhosa. E aí eu vejo uma torta de chocolate daquelas irresistíveis, não é? Ou pode ser de abacaxi, de limão, do que vocês preferirem. Mas eu não posso porque eu sou diabético. E aí eu posso escolher, não é? Eu posso escolher comer a torta, mesmo sendo diabético, e depois tomar insulina. Eu tô sendo bem superficial, tá gente? Não

em. Mas eu não posso porque eu sou diabético. E aí eu posso escolher, não é? Eu posso escolher comer a torta, mesmo sendo diabético, e depois tomar insulina. Eu tô sendo bem superficial, tá gente? Não há nenhum eh intuito aqui de enveredar pela questão técnica da insulina, da diabetes. Não, não há. Mas eu posso também olhar aquele prazer momentâneo e fazer com que o meu sentido do espiritual prevaleça, que diz: "Você não deve comer porque isso aí representa riscos de danos à sua saúde. E ali eu fico, não é, entre os prazeres do mundo e a necessidade do espírito, até porque ninguém vem diabético, senão por uma necessidade de avanço espiritual, como ninguém passa por um câncer, como ninguém passa por uma doença psiquiátrica, todas as doenças que chegam à nossa porta nos pertencem. E qual é o seu, a sua função maior? é reeducar a minha percepção da imortalidade. É perceber a impermanência que é lei para todos nós, porque vivemos como se nunca fôssemos morrer. Eu sempre comento com vocês que uma coisa que me chama muita atenção, eventualmente os meus olhos carnais me dão uma rasteira e eu vou jogar na loteria lá quando tá acumulado, sabe? Tipo 50 milhões, 40 milhões. Sempre acreditando que esse dinheiro vai chegar para mim, sempre. E eu vejo muitas pessoas com uma idade muito avançada. Às vezes com dificuldade de mobilidade, às vezes você olha a saúde depalperada e a pessoa tá lá gastando R$ 400 em jogo. Eu só jogo R$ 6, tá gente? O que que leva uma pessoa? O que que nos leva, né? Porque de repente quando eu chegar a essa idade estarei eu lá na fila da lotérica. Não posso dizer que não. O que nos leva a querer dinheiro quando a vida encarnada está dizendo: "Você está prestes a deixar esta morada?" É o desejo de ter. Há um subterfúgio que nós usamos muito que é o seguinte, não porque se eu ganhar muito dinheiro, eu vou poder ajudar muita gente. Eu posso ajudar muita gente sem dinheiro. Eu não preciso de dinheiro para fazer caridade. Não é um prato de comida que eu oferto

ão porque se eu ganhar muito dinheiro, eu vou poder ajudar muita gente. Eu posso ajudar muita gente sem dinheiro. Eu não preciso de dinheiro para fazer caridade. Não é um prato de comida que eu oferto para alguém que bate a minha campainha, quem mora em casa, é caridade. Eu não preciso ter ganhado na megacena. Eu não preciso querer milhões para ajudar meus filhos, meus netos, meus bisnetos. Isto é ilusão. Ilusão. Então, é disso que Paulo nos diz, nos fala. Qual é a força que me movimenta nesta experiência da carne? Não é? E quando ele fala que os membros guerreiam com a sua mente, ele está nos lembrando exatamente de que se eu não fizer a escolha pela pelo abrigar do bem em mim, eu vou sempre encontrar justificativas para o bem que eu não faço. Os espíritos sempre nos lembram que não basta não fazer o mal, é necessário fazer o bem. Não basta não prejudicar o outro. É bom que não prejudique. Já é um, né, um germe que tá ali, ó, só começando a florescer. Mas é necessário também que eu soerga aqueles que caminham no erro. Esta é a proposta de Jesus. E esta é a proposta, é o lembrete que Paulo nos faz. O mal ele se caracteriza pela nossa imperfeição, mas isso não quer dizer que eu posso continuar fazendo mal, porque eu sou imperfeito. Eu sou imperfeito, mas eu sou perfectível. A cada dia que eu acordo, não é? São novas possibilidades de construir novos valores morais. que vão formando este alicece que nós chamamos de alicece moral, não é? E quando eu vejo o mal, qual é a minha reação diante desta constatação? geralmente é de um julgamento extremamente severo. Quando podemos usar a oração, endereçar as nossas melhores energias a quem transgride, eu pego e lanço para o transgressor as minhas piores energias. Eu vejo nas redes sociais, recentemente teve um fato em que uma pessoa teve uma queda moral acentuada que poderia ser qualquer um de nós, não é? Ninguém sabe o que se passa no meu íntimo, como eu não sei o que se passa no interior de ninguém. E o que as pessoas fizeram

a teve uma queda moral acentuada que poderia ser qualquer um de nós, não é? Ninguém sabe o que se passa no meu íntimo, como eu não sei o que se passa no interior de ninguém. E o que as pessoas fizeram nas redes sociais, foi simplesmente ridicularizar a queda da pessoa de uma maneira crudelíssima. E eu fiquei pensando quando eu li alguns comentários, porque eu falei, eu não vou ler esse trem porque não vai me fazer bem, eu fiquei pensando quantas vezes não teremos sido nós a estar no papel daquele transgressor, não é? Eh, me fugiu agora um ditado que é não sei o que e por dentro pão bolorento. Qual é a primeira? Vocês se lembram? Não entendi isso. Por por fora, bela viola, por dentro, pão bolorento. Somos todos nós, gente. E a nossa viola ainda por cima é desafinada. Então, por que que eu vou endereçar aquele que está exposto, que foi pego na sua transgressão? todo o meu sarcasmo, toda a minha aridez, né, todo o meu fé, porque a pessoa errou. Ah, não, mas ele falava isso, ele falava aquilo, ele falava aquilo outro. Eu também tô aqui falando, não é? Muitos de vocês que ouvem as as palestras da comunhão já devem ter se indagado, pô, mas será que essas pessoas que ficam falando aí fal fazem tudo isso? Não, nós não fazemos não, mas nós falamos primeiramente para nós mesmos. Então, quando eu estou falando para vocês sobre a escolha entre o bem e o mal que caminha conosco, eu estou falando primeiramente para mim qual é a escolha que eu estou fazendo no meu dia a dia. Mas quando eu estudo, quando eu me preparo, eu estou sendo convidada de uma maneira bem eh prática. bem visível a fazer diferente. Muito se pedirá a quem muito tiver recebido. Então, quem está aqui na frente falando, levantando a reflexão, será muito mais cobrado, não é? Assim como quem ouve as palestras será muito mais cobrado do que aquele que nunca ouviu nada parecido. Nós não podemos fugir disso. Mas a grande pergunta nesta escolha entre bem e mal é: qual é a minha disposição como espírito encarnado na construção do reino de Deus na terra,

unca ouviu nada parecido. Nós não podemos fugir disso. Mas a grande pergunta nesta escolha entre bem e mal é: qual é a minha disposição como espírito encarnado na construção do reino de Deus na terra, na construção de um mundo melhor? Quais são as energias, as forças que eu reverbero? São as forças de disensão, de ódio, de exclusão ou não. Eu escolhi caminhar com Jesus e por mais difícil que seja eu lidar com esta minha tendência ao erro, a esta minha imperfeição, eu escolho não julgar. Eu escolho silenciar onde eu não posso ajudar. Eu escolho não apontar o dedo porque esse dedo pode se virar para mim mesma. Eu escolho acolher aquele que transgrediu porque está doente da alma como todos nós. Não é que nós estamos fazendo numa casa espírita, num templo? O que que nós estamos fazendo aqui? Nós estamos procurando entender melhor a vivência da divindade. Estamos tentando abraçar a proposta de Jesus. Jesus é a calma na tempestade, não é? Nós temos a passagem do Evangelho quando ele convida os seus discípulos a entrar na canoa, no barco, e atravessar o mar da Galileia e tome tempestade, tome relâmpago e tome tudo. E o que que acontece? Ele diz: "Eu sou o condutor desta. Não se preocupem. E quando a coisa começa a ficar feia, que o barco vai para lá, vem para cá e todo mundo pensa que vai morrer, na presença do mestre, Jesus estava no barco. Quem é o condutor desta chamada terra? Jesus. Como é que eu posso temer uma tempestade se ele está no comando? Como é que eu posso escolher o mal sabendo que a proposta dele é o bem? Ele se utilizou de um corpo de carne para fazer o que nós chamamos de milagres, porque era algo acima do que nós podíamos compreender, dizendo: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida". E ele deixou de sofrer por isso? Não, ele sofreu e muito. Por que nós haveríamos de não sofrer? Mas que soframos com dignidade, com coragem, com fé. Porque se eu sei que Jesus é o comandante, eu vou ter receio de quê? Eu tenho que ter receio de viver o mal, de escolher o erro, de escolher aquilo que é mais

ramos com dignidade, com coragem, com fé. Porque se eu sei que Jesus é o comandante, eu vou ter receio de quê? Eu tenho que ter receio de viver o mal, de escolher o erro, de escolher aquilo que é mais fácil, não é? Reparem quando nós temos um jardim e em volta do jardim tem calçada. O que que há? Digamos que seja um quadrado. É nítido a gente observar o caminho feito no jardim para cortar caminho, não é? A gente não segue lá a calçada direitinho. Aí vocês podem falar assim: "Poxa, mas o cárra não podia ter feito um atalho por ali de calçada? Aí nós vamos querer cimentar tudo, né? Acaba com tudo que é jardim, com grama e tasca asfalto e tasque eh eh calçada. Então, a vida é isso. Eu tenho a calçada, mas eu prefiro cruzar, fazer ali um atalho na grama, matar a grama, deixar lá marcado, sujar meus pés, porque aparentemente é mais fácil. Então, imaginemos a nossa estada neste corpo, corpo de carne como um cruzeiro, não é, né, gente? Porque cruzeiro, eu nunca fiz cruzeiro, não, mas eu acho que é um trem bom, né? Viver em carnet é punk, não é fácil não. Mas imaginemos que nós estamos nesse cruzeiro. Nós só temos duas escolhas. Ou nós confiamos no comandante do barco, ou nós não embarcamos, não é? E todos nós queremos embarcar, porque todos nós queremos viver a experiência da carne, porque sabemos que é importantíssimo viver essa experiência. Então, lembremo-nos sempre da pergunta 911 do livro dos espíritos. Há paixões tão fortes e irresistíveis que a vontade não possa dominar. Não. Ah, Juliana, eu não queria ter feito, mas eu fiz. Então, o querer foi menor que o querer fazer. Isso nos envolve a todos, não é? Não, eu não queria ter discutido não. Se eu não quisesse, eu realmente não o teria feito, mas eu fiz. A partir de amanhã, quando vocês acordarem, especialmente na segunda-feira, aqueles que ainda trabalham, prestem atenção na primeira coisa que vocês fazem depois que vocês já estão prontos para tomar o café da manhã. Que tipo de sentimento habita vocês? Vocês já acordam e ligam o rádio

e ainda trabalham, prestem atenção na primeira coisa que vocês fazem depois que vocês já estão prontos para tomar o café da manhã. Que tipo de sentimento habita vocês? Vocês já acordam e ligam o rádio e vão tomar café ouvindo a CBN, a a Band News, a seja lá o que for. E se vocês fazem isso, porque eu conheço muitas pessoas que fazem, reparem no que é ouvido, no que é colocado para nós. Vejam o que que está ali de bem e de mal. Aí toma café e vai pro trabalho, liga o rádio. Qual é a sintonia que eu escolho do rádio? É de novo a notícia e aí eu começo a participar daquele, não é? Como se eu pudesse decidir alguma coisa. Então o convite que nos fica, amigos, hoje é que nesta força a nossa balança esteja sempre mais alta para o bem. O apóstolo Paulo nos diz assim: "Olha, ao medo, o medo, a honra, a honra, ao mal, o mal, ao bem, o bem. que a nossa escolha seja muito consciente, muito, porque temos a eternidade como caminho, mas podemos percorrer a escada da ascensão sem tantos atropelos se fizermos escolhas diferentes. E sempre que uma força, um impulso nos conduzir a julgar, a sentenciar, a criticar, lembremos que poderíamos ser nós a estar naquela situação ou alguém que amamos muito, não é? Esse é o nosso convite, que Jesus, esse mestre da bondade, da misericórdia, do amor, este guia que nos mostrou que o seu caminho era o caminho do amor, do acolhimento, da compaixão. este modelo que se colocou junto a nós num corpo de carne para nos lembrarmos que não existia morte, que só existia vida e que o sofrimento era transitório, mas que as nossas conquistas morais seriam eternas, possa nos fortalecer nesta nossa escolha. E além de nos fortalecer, que ele possa nos sustentar nos momentos em que os testemunhos nos alcançarem, na certeza de que se estamos no barco com ele, ele não permitirá que o barco afunde. Que a paz do Mestre nos encontre, permaneça conosco e que cada um de nós possa ser um multiplicador de todas as bênçãos que Jesus nos dispensa junto a todos aqueles que

o permitirá que o barco afunde. Que a paz do Mestre nos encontre, permaneça conosco e que cada um de nós possa ser um multiplicador de todas as bênçãos que Jesus nos dispensa junto a todos aqueles que caminham conosco. Que o mestre maior possa levá-los em segurança de retorno a seus lares e que na próxima sexta-feira aqui estejamos juntos a Jesus e juntos a essa espiritualidade maior maior que tanto amor tem para todos com todos nós também. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a

ra para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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