VENCENDO A MORTE DIA A DIA - Juliana Ferreira [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim. que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Amigos, rendamos graças a Jesus pela oportunidade de aqui estarmos sob a sua tutela, desfrutando da sua presença, alimentados pela sua alegria. E como sempre fazemos as sextas-feiras à tarde, trazemos aqui reflexões sempre sustentadas pelo Evangelho de Jesus, que nos convida diuturnamente à renovação e a deixar para trás o homem velho e viver o homem novo. O nosso tema de hoje é vencendo a morte dia a dia. Falou em morte, todo mundo corre, né? Ninguém quer saber desse negócio de morte, não. Somos de uma cultura que não fala sobre a morte, a cultura ocidental. Eu repito sempre isso aqui. E ficamos com aquela sombra da morte, porque a partir do momento que abrimos os nossos olhos para a experiência carnal e choramos, nós já nos preparamos para retornar, porque é a única certeza que nós temos. é da nossa da data do nosso retorno, que graças a Deus não sabemos quando será, mas acontecerá. Esta data, este retorno, ele pode ser antecipado dependendo da situação. Se a misericórdia divina entender que o melhor a que nós retornemos antes, isso acontecerá e pode ser protelada também se da mesma forma Deus, esse pai amoroso e bom, entender que é melhor que nós fiquemos um pouco mais trabalhando aqui na edificação do seu reino na terra. Do ponto de vista material, a morte é o esgotamento total da vitalidade, daquilo que mantém o corpo físico funcionando e de maneira irremediável, obviamente, porque senão, se houvesse a possibilidade de não ser irremediável, nós não estaríamos mortos, como aconteceu com Lázaro, que é ressuscitado por Jesus, não é? já estava sepultado. Mas Jesus que precisava mostrar aos nossos olhos ainda incrédulos em relação a um pai justo, não um pai vingativo, mostrar que ele vinha em nome deste pai, que, portanto, ele trazia consigo prerrogativas que não eram daquelas pessoas
os nossos olhos ainda incrédulos em relação a um pai justo, não um pai vingativo, mostrar que ele vinha em nome deste pai, que, portanto, ele trazia consigo prerrogativas que não eram daquelas pessoas que conviviam com ele. Ele nos dizia: "Eu e o Pai somos um só". Não que Deus e Jesus sejam uma coisa só, porque de fato não é, não são, né? Jesus é seu filho dileto, é aquele que de todos nós que vivenciamos a experiência da carne, ele é o mais perfeito, porque vivenciou também esta experiência. Então ele era capaz de trabalhar as forças do universo de uma maneira incompreensível para nós naquela época e até hoje. Então, ele faz Lázaro ressuscitar, ele faz o cego enxergar, ele faz o paralítico caminhar, sempre mostrando que a vontade do Pai era superior às maiores autoridades terrenas estabelecidas pela sociedade. E é interessante porque Edivaldo nos conta que todos aqueles que foram instrumentos destes ditos milagres não se renovaram, porque sempre Jesus quando curava dizia: "Vá e não peques mais". E aquelas pessoas continuaram sem fazer a reforma necessária. Então, a morte, Jesus traz a ideia para nós, revela para todos nós a verdade da imortalidade da alma. Ou seja, este corpo que habita o meu espírito e que sem ele não é nada, só ele morre. O meu espírito continua, porque eu sou um espírito eterno. Mas então, como é que eu posso entender que eu posso vencer a morte todos os dias? Primeiro entendendo como é que eu morro todos os dias, não é? E uma das formas de eu entender que eu morro todo dia é a morte natural das minhas células. A cada novo dia, a cada segundo, eu tenho uma troca celular que me permite estar sempre com um uma máquina apta a funcionar enquanto eu tiver a necessidade de permanecer aqui. Mas eu morro todos os dias, não como Paulo, o apóstolo Paulo, que diz lá em Coríntios, 1 Coríntios 15:31, Paulo Paulo nos diz assim: "Dia a dia eu morro, mas este morrer de Paulo não é o nosso". Quando Paulo disse isso aos Coríntios, ele estava dizendo: "Eu morro cada dia para o homem,
1 Coríntios 15:31, Paulo Paulo nos diz assim: "Dia a dia eu morro, mas este morrer de Paulo não é o nosso". Quando Paulo disse isso aos Coríntios, ele estava dizendo: "Eu morro cada dia para o homem, para a experiência terrestre, mas eu ressuscito cada dia para a experiência com Cristo." Então eu morro dia a dia, abrindo mal de tudo aquilo que me escraviza do ponto de vista moral. E a cada morte destas experiências ruins, eu construo novas experiências que são definitivas para o meu espírito. Então eu morro no dia a dia quando eu tenho uma vida sem propósito, quando a minha vida se torna mecânica, como se fosse um bonequinho que eu dou corda e ele faz o movimento exatamente igual todos os dias. Eu morro quando eu uso o meu verbo a serviço da disensão, da discórdia, da maledicência. Eu morro quando eu espalho notícias, especialmente do meu irmão, que eu sequer sei se são verdadeiras ou não. E ainda que fossem, eu não tenho este direito moral, não é? Eu morro todos os dias quando eu discrimino qualquer qualquer pessoa, seja do ponto de vista social, seja do ponto de vista da etnia, seja do ponto de vista da cor da pele, da sua orientação sexual, todo e qualquer pré conceito, ou seja, eu crio uma verdade sobre aquela pessoa a partir do meu olhar material, carnal e a partir daí eu torno este olhar uma verdade absoluta. Eu morro todos os dias quando eu não me coloco ao a serviço do bem por onde quer que eu passe. Não precisa ser dentro de um templo religioso, porque ser bom dentro de uma casa religiosa é extremamente fácil, porque tudo aqui é preparado para que nós estejamos bem, em comunhão com as forças do bem. Eu morro todos os dias quando eu não utilizo o meu tempo a serviço daquele que sofre, saindo da minha zona de conforto e buscando aquele que precisa, ou de uma escuta afetuosa, ou de um prato de comida. ou de uma roupa que muitas vezes nós nem usamos mais. Então, eu morro todos os dias quando eu vou de encontro à proposta de Jesus. E pior do que a morte real,
scuta afetuosa, ou de um prato de comida. ou de uma roupa que muitas vezes nós nem usamos mais. Então, eu morro todos os dias quando eu vou de encontro à proposta de Jesus. E pior do que a morte real, é esta morte que eu não percebo, que vai me consumindo dia a dia. Eu morro quando eu abrigo no meu coração a raiva, o desejo de vingança, tudo isso representa a nossa morte diária. E eu venço a morte no dia a dia vivendo o contrário de tudo isso. E vocês podem dizer: "Ah, mas é verdade, é muito fácil falar. É verdade, é muito fácil falar". Mas vejam só, eu quero aprender a nadar, não é? Eu tenho muito medo da água, mas eu quero aprender a nadar. Então, o primeiro movimento que eu faço é estabelecer uma confiança com aquele que vai me ensinar a nadar. Porque se eu não confio nele, não faz sentido eu querer aprender a nadar, a superar o meu medo. Quando eu estabeleço esse pacto de confiança com o professor, aí eu começo a observar quais são os perigos reais quando eu estou na água e quais são os perigos criados. pelo meu medo. E a vida é isso. Quais são os perigos que a vida me apresenta, a vida material? E quais são aqueles que eu crio a partir de um medo que me habita? Aí o professor de natação, ele vai começar conversando comigo, mostrando o que que é perigoso, o que que não é. Depois vai botar o meu pé lá na água que vai, eu vou molhar só o dedo, eu vou morrer de medo, não é? Mas eu preciso querer. É fácil para quem tem pavor de água? Não. Não é. Para quem não tem, para quem ama estar na água, se morasse num num estado que tivesse praia, eu faria todos os esportes do mar, porque eu me encontro quando eu estou no mar, especialmente quando eu estou distante da praia, sem sentir o fundo e absolutamente só com o barulho do mar. Isso para mim é uma terapia, é tranquilizador. Então, se eu confio que alguém vai poder me dar a sustentação necessária para vencer essa dificuldade, eu me abro para a mudança. E vencer a morte no dia a dia é isso, é me abrir para a mudança. E talvez o primeiro passo seja superar o
poder me dar a sustentação necessária para vencer essa dificuldade, eu me abro para a mudança. E vencer a morte no dia a dia é isso, é me abrir para a mudança. E talvez o primeiro passo seja superar o ego. Nós estamos falando aqui de ego no seu sentido mais comum, não é? Tem nada a ver com psicologia, com Freud, comung. Não é aquela coisa de que eu acho que eu sou a pessoa mais importante do universo, que Deus só olhou para mim, me criou e disse: "Você é o cara". Aliás, um dia desses eu ouvindo o Rossandro Clingey, ele é muito engraçado, né? Eu amo aquele sotaque dele. E ele disse assim: "Agora veja, o Roberto Carlos vai lá e cria uma música falando: "Esse cara sou eu". É muita pretensão. É o ego em pessoa, né? Para dizer paraa outra: "Olha, não existe mais ninguém, só eu. Eu sou o cara da sua vida". Então, nós nos colocamos perante a vida encarnada assim. Nós achamos que somos os mais inteligentes, os mais espertos, os que detém o maior conhecimento de tudo, aquele que sabe resolver toda e qualquer situação, porque o ego anda junto com o controle. com o desejo de ter controle. E quanto mais o meu ego se sobrepõe ao meu self, que é o self, é a nossa identidade com o Cristo. O ego é a minha identidade com este primarismo eh eh espiritual, essa infância espiritual. Quando o ego se sobrepõe a tudo isso, eu trago comigo o que nós chamamos de paixões, não é? E as paixões elas se manifestam em todos os campos da nossa vida. Quando nós falamos de paixão, parece sempre uma coisa relacionada a relacionamento amoroso, não é? Mas não tem a paixão pelo futebol que o sujeito é capaz de matar o outro porque ele é de time diferente? Isso é paixão. Isso é o ego se sobrepondo, dizendo: "Olha, se você não é da minha trupe, do meu time, você tá excluído e, portanto, você não tem o direito de viver. Eu tenho a paixão, eu tenho paixão por ideias que eu trago que são cristalizadas e das quais eu não abro mão de jeito nenhum e aí eu perco a capacidade de olhar criticamente para essas ideias,
viver. Eu tenho a paixão, eu tenho paixão por ideias que eu trago que são cristalizadas e das quais eu não abro mão de jeito nenhum e aí eu perco a capacidade de olhar criticamente para essas ideias, não é? Aí, como é que nós poderíamos imaginar uma ideia cristalizada que não me permite, porque eu escolho, olhar de maneira crítica, ter a certeza de que o inferno existe, até aí tudo bem, mas ter a certeza maior ainda de que aquele que não compartilha da minha fé já está no inferno é uma crença cristalizada, não é? Por isso que nós dizemos que a doutrina espírita é a fé raciocinada. Não dá pra gente acreditar em umbral com aquela ideia de que todo mundo vai passar pelo umbral, não é? de que lá no no umbral eu vou encontrar ora fogo, ora gelo com animais ferozes que não tem diferença nenhuma do inferno, da ideia ideia de inferno que nós aprendemos. Então, se eu não tiver a fé raciocinada de que a doutrina nos revela regiões de sofrimento, mas que são regiões mentais, de sintonia mental, eu vou sair do inferno de uma outra religião pro inferno do espiritismo. Então, quando eu venço essas ideias cristalizadas, eu estou vencendo a morte dia a dia. Cada dia que eu venho aqui, que eu ouço uma palestra, que eu leio um livro, que eu vejo alguma situação aqui que seja de amparo, eu estou sendo convidado a vencer a morte. Eu venço a morte no dia a dia quando eu estabeleço propósitos na minha vida que trazem sempre como norte o meu irmão, não apenas o irmão da família, porque sabemos que todos os laços familiares se caracterizam pela transitoriedade. Então, a minha mãe, ela não foi a minha mãe, ela esteve a minha mãe, não é? Ser é permanente, estar é transitório. Então, o meu irmão é todo aquele que transita comigo nos dois planos da vida. Mesmo que eu não possa enxergar todos os desencarnados que estão aqui neste auditório. É interessante, nós temos a palestra das 13 horas, né? E às vezes o orador está aqui, tem uma pessoa na palestra, na na no auditório, na plateia, uma pessoa
sencarnados que estão aqui neste auditório. É interessante, nós temos a palestra das 13 horas, né? E às vezes o orador está aqui, tem uma pessoa na palestra, na na no auditório, na plateia, uma pessoa encarnada, porque às vezes o auditório aqui é pequeno paraa quantidade de desencarnados, para aqueles que podem ver os espíritos. Vejam quanto é importante que tudo que nós falemos aqui nesta casa de socorro espiritual esteja de acordo com a proposta de Jesus. Nós vencemos a morte quando trabalhamos pela construção do reino de Deus na terra. E o que seria isso, não é? Como é que eu posso viver o reino de Deus na terra, fazendo com que este reino a que Jesus nos apresentou habite o meu coração primeiro? E a partir desta permanência no meu coração, eu começo a ofertar ao outro este reino. E quais as características do reino de Deus? A bondade absoluta, a justiça absoluta, a verdade incontestável, as leis perfeitas. E nós começamos a ver claramente a diferença entre viver para a matéria e viver para o reino de Deus. Eu não estou propondo aqui que a partir de agora, quando sair sairmos todos daqui, eu abra a mão desta vida. Não, eu agora vou viver só de luz, só de fluido vital. Não como, não bebo, não converso com ninguém, eu só medito. Não é esta a proposta. Até porque só meditar e se isolar não me ajuda a construir nada. Eu só cresço onde? na diferença. Tem nada mais chato do que igualdade. Eu vivo dizendo para vocês que alma gêmea é o trem mais monótono que existe. Ah, encontrei minha mal, minha alma gêmea, sinto muito. Fez um péssimo negócio de encontrar alma gêmea, porque na verdade esta completude ela se dá na diferença. A partir do momento que eu reconheço que o outro é divino, mas é diferente. O pai é o mesmo, mas o outro, assim como eu, é diferente. Então eu venço a morte construindo este reino de Deus no meu coração e a partir daí eu mudo tudo ao meu redor, não é? Eu venço a morte no dia a dia quando eu divido o que eu tenho materialmente, o muito que Deus me concedeu por
truindo este reino de Deus no meu coração e a partir daí eu mudo tudo ao meu redor, não é? Eu venço a morte no dia a dia quando eu divido o que eu tenho materialmente, o muito que Deus me concedeu por acréscimo da sua misericórdia, não é? Tudo é empréstimo. Eu posso ter agora, eu tava vendo na internet um rapaz que eu não sei quem é. Ele tirou uma foto com um monte de dinheiro assim na frente dele. Um monte de dinheiro mesmo que a gente nem vê mais, né? E eu cigo, qual é o sentido disto aí? é o sentido de se estar preso à ilusão, porque tudo aquilo que ele mostrou ali na foto, com todas as suas correntes de ouro, não será capaz de curá-lo de um câncer terminal, agressivo. E aí eu começo a ver que é empréstimo mesmo. O dinheiro é uma força neutra. Eu é que estabeleço se é se passa a ser uma energia positiva de edificação, de construção, de partilha ou se é de destruição. Problema não é o dinheiro, como diz a música do Barão Vermelho. A questão é eu deixar bem claro quem é o dono de quem em relação ao dinheiro. Então, estes empréstimos também são transitórios como eu. E aí, se eu pego o que Deus me concedeu e faço com que ele multiplique bênçãos, ele cumpriu com seu objetivo. Ah, Juliana, mas olha, eu só consigo ajudar financeiramente uma casa. Não tem problema, não é? Até porque nós damos conta de ajudar todas as casas que necessitam, que fazem este trabalho de acolhimento social, de assistência social. Mas eu preciso sair daquela situação de não, eu não, eu não posso, eu não tenho, eu não dou conta. E aí, o que que eu faço? Eu guardo. E se eu guardo, eu morro. Eu não estou dizendo que é para vocês saírem daqui ali fora, doar tudo que vocês têm. Não. Hum, hum. Cada um tem aquilo pelo qual trabalhou. As diferenças sociais que nos caracterizam como humanidade são reflexo, espelho da nossa inferioridade moral. Então, se eu trabalho para me melhorar, isso aí também vai se melhorar, vai sendo melhorado, não é? Eu venço a morte dia a dia. Se eu consigo vencer o meu orgulho.
spelho da nossa inferioridade moral. Então, se eu trabalho para me melhorar, isso aí também vai se melhorar, vai sendo melhorado, não é? Eu venço a morte dia a dia. Se eu consigo vencer o meu orgulho. Eu passei uma situação hoje antes de vir para cá e o que aconteceu foi que me chamaram a atenção e eu fiquei muito zangada, muito zangada. Ou seja, a minha humanidade se manifestando, né? No primeiro momento, aquilo me desconscertou, me tirou do prumo e tal. E eu falei: "Bom, eu preciso me preparar porque eu estou indo fazer a palestra. Eu estou indo falar sobre vencendo a morte dia a dia, dia então eu tenho que retomar o meu equilíbrio. E vocês sabem, eu sempre brinco aqui que todo mundo quer ouvir espírito, ver espírito, não é? psicografar, receber espírito, adivinhar o todo mundo quer. Agora vá viver no dia a dia. Porque a espiritualidade ela é sempre muito amorosa, mas quando ela tem que baixar o sarrafo, ela baixa. E foi isso que ela fez comigo antes de eu vir para cá. Aí falei: "Quer saber? Eu vou lhe tomar passe antes de ir pra palestra". Aí a menina que estava coordenando o passe desatou a falar como se tivesse um espírito encarnado falando comigo. Isso, isso, isso, isso. E aí eu cheguei à seguinte conclusão. Eu estava chateada, não era pela possibilidade de ter errado, porque essa possibilidade existe, óbvio, mas é porque eu tinha sido censurada. E aí o meu orgulho gritou: "E se eu não sou capaz de me sobrepor ao meu orgulho, eu não tô vencendo a morte dia a dia." É um exercício duríssimo, duríssimo. E aí eu me lembro de Jó lá no Evangelho no Antigo Testamento, quando ele disse assim, diante de todas as provações pelas quais ele passava, dando o seu testemunho, não é, diante de Deus, um Deus equivocado ainda, a ideia de Deus equivocado, mas ele consegue superar o próprio orgulho, as próprias dificuldades. E quando ele é censurado por dois grandes amigos dele, que eu não vou me lembrar o nome agora, mas que o acusavam de ter perdido tudo materialmente e também a família, porque ele não tinha
ficuldades. E quando ele é censurado por dois grandes amigos dele, que eu não vou me lembrar o nome agora, mas que o acusavam de ter perdido tudo materialmente e também a família, porque ele não tinha sido sincero com Deus, porque ele não tinha honrado Deus. Ele vira para esses amigos e diz assim: "Eu ouvi a repreensão que me envergonha, mas meu espírito me obriga a responder segundo o meu entendimento." É isso. Eu abraço aquela repreensão. Eu me envergonho diante da possibilidade de ter falhado. Mas a partir dali, eu me proponho a responder, segundo o meu entendimento, que está sempre sendo convidado para ampliar-se, não é? Paulo, quando ele nos lembra que dia a dia ele morre, ele nos diz que morrer não é perder, é transformar-se. Olha que coisa mais linda, como isso nos consola. Então, a cada dia que eu morro nesta existência carnal, eu não estou perdendo nada, eu estou me transformando. E aí eu vou entendendo cada vez mais quando Paulo encerra o eu morro todo dia com já não sou eu quem vivo, o Cristo quem vive em mim. Porque se eu venço a morte todos os dias, isso mostra que meu orgulho vai sendo tratado por Cristo. E eu vou percebendo, vou exercitando a ideia de que quem tem orgulho, assim como eu, é porque não detém a sabedoria. Porque quem detém a sabedoria, quem é sábio, não sente orgulho de nada. Então, o convite hoje para nós, quando eu escolho vencer a morte todos os dias, é entender que todos os dias eu morro para o mundo, mas eu renasço para Jesus com toda a alegria que isso me traz. E eu desejo sinceramente que muito brevemente vocês passem a ouvir os espíritos. Olha que maravilha, porque este intercâmbio nos dá a dimensão da generosidade de Deus e da presença amorosa de Jesus. Meus amigos, o meu muito obrigada pela paciência de vocês, pela atenção. Eu peço a Jesus que possa levá-los em segurança de retorno a seus lares, que na próxima sexta-feira aqui estejamos, de preferência pelo menos com um pingo de chuva, que não seja tão quente, né, tão seco. Se for também não tem problema.
em segurança de retorno a seus lares, que na próxima sexta-feira aqui estejamos, de preferência pelo menos com um pingo de chuva, que não seja tão quente, né, tão seco. Se for também não tem problema. Para que a cada nova sexta-feira nós somemos aquilo que de melhor há em nosso coração e ofertemos dentro das nossas melhores possibilidades a Jesus, rogando a ele que faça de cada um de nós o instrumento da sua paz e que não nos dispense jamais. de seus trabalhos. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais
em, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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